{"id":46767,"date":"2016-06-13T18:55:54","date_gmt":"2016-06-13T18:55:54","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=46767"},"modified":"2016-06-13T19:12:30","modified_gmt":"2016-06-13T19:12:30","slug":"porto-alegre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/porto-alegre","title":{"rendered":"Porto Alegre"},"content":{"rendered":"<p>A      cidade de\u00a0<strong>Porto Alegre<\/strong>\u00a0tem,      como data oficial de sua funda\u00e7\u00e3o, a da cria\u00e7\u00e3o da Freguesia de S\u00e3o Francisco      do Porto dos Casais, em 26 de mar\u00e7o de 1772.<\/p>\n<p>Mas      o povoamento de Porto Alegre \u00e9 anterior a essa data. A \u00e1rea foi ocupada por      casais a\u00e7orianos, trazidos para se instalarem na regi\u00e3o das Miss\u00f5es, que estava      sendo entregue ao governo portugu\u00eas em troca da Col\u00f4nia de Sacramento, nas      margens do Rio da Prata. A troca havia sido acordada atrav\u00e9s do Tratado de      Madri, de 1750.<\/p>\n<p>A demarca\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio das Miss\u00f5es, entretanto, demorou a acontecer.      Em 1752 o rei portugu\u00eas mandou que Crist\u00f3v\u00e3o Pereira de Abreu, com 200 homens,      iniciasse a demarca\u00e7\u00e3o. Quando chegaram em Rio Grande \u0097 que ent\u00e3o era      a sede da Capitania de S\u00e3o Pedro do Rio Grande do Sul \u0097 foi determinado      que oitenta deles ficassem nas proximidades de Viam\u00e3o, construindo canoas      que permitissem o transporte at\u00e9 as Miss\u00f5es, e que os demais explorassem a      subida do rio. <\/p>\n<p>Os casais a\u00e7orianos se fixaram, aos poucos, nesse local, que passou a ser      chamado de Porto de Viam\u00e3o \u0097 primeira denomina\u00e7\u00e3o de Porto Alegre. Durante      vinte anos ficaram na \u00e1rea, sem receber as terras prometidas e vivendo de      uma agricultura de subsist\u00eancia. Levantaram casas de barro e aos poucos se      estabeleceram em terras que pertenciam ao sesmeiro Jer\u00f4nimo de Ornelas.<\/p>\n<p>Em 1772, a povoa\u00e7\u00e3o foi finalmente desligada da jurisdi\u00e7\u00e3o eclesi\u00e1stica de      Viam\u00e3o, por uma pastoral do bispo do Rio de Janeiro, oficializando-se, assim,      a Freguesia de S\u00e3o Francisco do Porto dos Casais. <\/p>\n<p>Essa denomina\u00e7\u00e3o seria mudada em janeiro do ano seguinte, para Nossa Senhora      da Madre de Deus de Porto Alegre. Assim, a cidade nasceu antes do que se considera      oficialmente, e resultou do fracasso da ocupa\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o das Miss\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa1.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><br \/>\n     \u0093Porto Alegre, capital do estado do Rio Grande do Sul, foi fundada em      1773 por imigrantes vindos do A\u00e7ores. Est\u00e1 situada a margem do rio Guaiba      e \u00e9 uma cidade moderna de grande com\u00e9rcio e industria e dotada de um porto      magn\u00edfico.\u0094<\/strong><\/p>\n<p>Ainda em julho de 1772, foram desapropriadas as terras em que a vila estava      situada e se come\u00e7ou a marca\u00e7\u00e3o das primeiras ruas. Deu-se in\u00edcio \u00e0 constru\u00e7\u00e3o      da igreja no Alto da Praia, atual pra\u00e7a Marechal Deodoro. <\/p>\n<p>Aos poucos, o lugarejo tomava fei\u00e7\u00f5es de cidade. E, em 24 de julho de 1773,      Porto Alegre passou a ser a capital da capitania, com a instala\u00e7\u00e3o oficial      do governo de Jos\u00e9 Marcelino de Figueiredo. A cidade iria evoluir rapidamente,      sempre a partir de um pequeno n\u00facleo que hoje constitu\u00ed o seu centro. <\/p>\n<p>Em certos momentos, viveu epis\u00f3dios de tens\u00e3o. Afinal, era a capital da capitania      (depois prov\u00edncia) mais meridional do Brasil, e que fazia fronteira com pa\u00edses      com os quais houve diversos conflitos.Mas o per\u00edodo mais prolongado de dificuldades      da capital n\u00e3o foi devido a nenhum conflito externo, como a Guerra do Paraguai.    <\/p>\n<p>Foi causado pela Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha, que se iniciou com um enfrentamento      realizado no dia 20 de setembro de 1835 na pr\u00f3pria capital, nas proximidades      da ponte da Azenha. Com exce\u00e7\u00e3o dos primeiros dias, a capital ga\u00facha se manteria,      durante os dez anos da revolu\u00e7\u00e3o, nas m\u00e3os das tropas governistas.<\/p>\n<p>Mas era constantemente sitiada e os farrapos procuraram isol\u00e1-la ao m\u00e1ximo.      A resist\u00eancia a um dos v\u00e1rios cercos que sofreu nesse per\u00edodo \u00e9 que lhe valeu      o t\u00edtulo, dado pelo Imperador, de &#8220;mui leal e valorosa&#8221;. Depois      da Guerra dos Farrapos, a cidade retomou seu ritmo normal de desenvolvimento,      permanecendo sempre no centro dos acontecimentos pol\u00edticos e sociais do Estado      e do pa\u00eds. <\/p>\n<p>Exemplos disto foram a ascens\u00e3o de Get\u00falio Vargas, pol\u00edtico ga\u00facho que se      tornou um marco da hist\u00f3ria nacional, e o movimento da Legalidade, mantido      pelo governo Brizola no in\u00edcio dos acontecimentos que conduziram ao Golpe      de 1964<\/p>\n<h2>Xarqueada<\/h2>\n<p><strong>O      come\u00e7o da hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>No s\u00e9culo 18, enquanto ocorria o ciclo econ\u00f4mico da minera\u00e7\u00e3o no Brasil envolvendo      os estados de Minas Gerais, Goi\u00e1s e Mato Grosso, havia uma crescente valoriza\u00e7\u00e3o      do rebanho de gado existente no Rio Grande do Sul, introduzido pelos jesu\u00edtas      no s\u00e9culo 17. <\/p>\n<p>Os bois serviam para a alimenta\u00e7\u00e3o e as mulas para o transporte dos mineradores.      Para que fosse poss\u00edvel manter a carne em estado prop\u00edcio para ser consumida      foi dado o in\u00edcio da conserva\u00e7\u00e3o deste produto, primeiro atrav\u00e9s da sua secagem      ao sol, na regi\u00e3o do Cear\u00e1, sob a forma de carne de sol ou carne do sert\u00e3o.    <\/p>\n<p>Entretanto, uma grande seca no Cear\u00e1 em 1777 aniquila os rebanhos. Para sorte      dos ga\u00fachos, no mesmo per\u00edodo \u00e9 assinado o Tratado de Santo Ildefonso, que      permitia uma tr\u00e9gua na luta entre espanh\u00f3is e portugueses, possibilitando      investimentos econ\u00f4micos na regi\u00e3o, at\u00e9 ent\u00e3o exclusivamente criadora de gado,      atrav\u00e9s da est\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Em 1779 \u00e9 registrada a chegada do retirante da seca, o portugu\u00eas Jos\u00e9 Pinto      Martins, que transfere-se do Cear\u00e1 para o RS, estabelecendo a primeira charqueada      industrial dentro dos limites da Vila do Rio Grande, fundada em 1737. <\/p>\n<p>Esta primeira charqueada, localizada num dos distritos do futuro munic\u00edpio,      \u00e0s margens do arroio Pelotas, protegeria a propriedade do vento e das areias      do litoral, que arruinariam a produ\u00e7\u00e3o. Outro ponto favorecedor era a f\u00e1cil      comunica\u00e7\u00e3o com o porto do Rio Grande atrav\u00e9s de iates.<\/p>\n<p><strong>A      consolida\u00e7\u00e3o das fazendas<\/strong><\/p>\n<p>A      consolida\u00e7\u00e3o das charqueadas, grandes propriedades rurais de car\u00e1ter industrial,      s\u00f3 se d\u00e1 no s\u00e9culo 19, \u00e0s margens dos arroios Pelotas, Santa B\u00e1rbara, Moreira      e canal S\u00e3o Gon\u00e7alo. O gado, mat\u00e9ria-prima, era proveniente de toda a campanha      rio-grandense, introduzido em Pelotas atrav\u00e9s do Passo do Fragata e vendido      na Tablada, grande local dos remates na regi\u00e3o das Tr\u00eas Vendas.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio do que possa parecer, nas charqueadas n\u00e3o se criavam bois. Haviam      raras exce\u00e7\u00f5es, como a Charqueada da Gra\u00e7a, mas essa cria\u00e7\u00e3o n\u00e3o dava conta      da produ\u00e7\u00e3o total do charque. Na chamada boca do arroio, entre o S\u00e3o Gon\u00e7alo      e o arroio Pelotas, as terras foram rapidamente sendo tomadas por escravos.    <\/p>\n<p>S\u00f3 ent\u00e3o a \u00e1rea adquire o nome de Passo dos Negros. Com o progresso advindo      da venda do charque, em 1812 acontece a cria\u00e7\u00e3o da Freguesia e em 1832 a instala\u00e7\u00e3o      da vila, oficialmente criada em 1830. Somente em 1835 a vila \u00e9 elevada \u00e0 condi\u00e7\u00e3o      de cidade. Charqueadores transferiram-se do Rio Grande e se fixaram em Pelotas,      construindo palacetes, principalmente depois da cria\u00e7\u00e3o da Vila.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa2.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><br \/>\n     \u0093A produ\u00e7\u00e3o do xarque, no Rio Grande do Sul, j\u00e1 atingiu a mais de 500      mil fardos. Cada fardo pesa em media 100 quilos. O xarque, que serve de base      a alimenta\u00e7\u00e3o de popula\u00e7\u00f5es inteiras do pais, \u00e9 preparado com muita per\u00edcia      e cuidado nas famosas xarqueadas ga\u00fachas.\u0094<\/strong><\/p>\n<p>O      charque era utilizado tamb\u00e9m para alimento dos escravos (outro era o bacalhau)      em todo o Brasil e nos pa\u00edses que adotavam o sistema escravista, sobretudo      o Caribe (Cuba, principalmente). Do gado, se aproveitava tudo: o couro, o      p\u00f3 dos ossos para fertilizante, o sangue para gelatina, a l\u00edngua defumada,      os chifres para v\u00e1rias utilidades. Esses produtos eram exportados para toda      a Europa e os Estados Unidos.<\/p>\n<p>O charque era quase exclusivamente produzido pelo Brasil. De concorrentes,      apenas Uruguai e a Argentina. &#8220;Quando esses pa\u00edses estavam em crise,      o que era comum em virtude das guerras civis, a produ\u00e7\u00e3o pelotense atingia      maior rentabilidade&#8221;, enfatiza o historiador Magalh\u00e3es. <\/p>\n<p>A safra era sazonal e durava de novembro a abril. As charqueadas tinham em      m\u00e9dia 80 escravos, ocupados nos intervalos da safra em olarias nas pr\u00f3prias      charqueadas, derrubadas de mato e planta\u00e7\u00f5es de milho, feij\u00e3o e ab\u00f3bora nas      pequenas ch\u00e1caras que cada charqueador possu\u00eda na Serra dos Tapes, onde ficam      hoje a Cascata e as col\u00f4nias de Pelotas. <\/p>\n<p>Magalh\u00e3es conta que os navios que levavam o charque n\u00e3o voltavam vazios.      Traziam mantimentos, livros, revistas de moda, m\u00f3veis, lou\u00e7as da Europa &#8211;      e a\u00e7\u00facar do Nordeste, consolidando a tradi\u00e7\u00e3o do doce em Pelotas. &#8220;Embora      aqui n\u00e3o se plantasse cana-de-a\u00e7\u00facar, os doces de Pelotas chegaram a ser rivais      dos do Nordeste, regi\u00e3o a\u00e7ucareira por excel\u00eancia.&#8221;<\/p>\n<p>Em      1820, eram 22 charqueadas (depoimento de Saint-Hilaire) e, em 1873, 38. &#8220;N\u00famero      m\u00e1ximo que encontrei, num relat\u00f3rio da Presid\u00eancia da Prov\u00edncia&#8221;, complementa.<\/p>\n<p>Outro      dado espantoso \u00e9 o n\u00famero de abates, num total de 400 mil cabe\u00e7as de gado      por ano. De acordo com as pesquisas de Magalh\u00e3es, Sim\u00f5es Lopes Neto, na Revista      do Primeiro Centen\u00e1rio de Pelotas, editada em 1911, comenta que at\u00e9 aquela      data foram abatidas 45 milh\u00f5es de reses e umas 200 firmas se sucederam.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa3.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><\/p>\n<p><strong>O      fim do ciclo do charque<\/strong><\/p>\n<p>As causas do encerramento do ciclo do charque em Pelotas foram v\u00e1rias. Uma      das principais, a aboli\u00e7\u00e3o dos escravos, quando deixa de existir o verdadeiro      consumidor do produto. Magalh\u00e3es explica que a concorr\u00eancia de regi\u00f5es ga\u00fachas      que antes apenas produziam a mat\u00e9ria-prima tamb\u00e9m foi outro golpe contra os      charqueadores locais. &#8220;Depois de 1884, fundaram-se charqueadas em algumas      cidades da fronteira, porque nesse ano estabeleceu-se a linha f\u00e9rrea, que      permitia o escoamento do produto at\u00e9 o porto de Rio Grande.&#8221; <\/p>\n<p>O advento dos frigor\u00edficos, na d\u00e9cada de 1910, foi outra. Em 1918, restaram      apenas cinco charqueadas em Pelotas. &#8220;O coronel Pedro Os\u00f3rio, que come\u00e7ou      como charqueador, passou a plantar arroz em 1905, transformando-se no maior      industrial do setor no mundo e conhecido como Rei do Arroz&#8221;.<\/p>\n<h2><strong>Arroz<\/strong><\/h2>\n<p>O      plantio do arroz teve um papel muito importante para a economia ga\u00facha no      inicio do s\u00e9culo passado e tem ate hoje. Aproveitando-se do clima e solo favor\u00e1veis      para esta pratica rural, ela foi se desenvolvendo com rapidez. O arroz ga\u00facho      \u00e9 o melhor produzido no pa\u00eds, um arroz com qualidade para ser exportado. Alem      da import\u00e2ncia financeira trazida por ele, o arroz tem muita influencia na      culin\u00e1ria ga\u00facha.<\/p>\n<p>Apesar      de ser de dom\u00ednio publico que a grande paix\u00e3o do paladar ga\u00facho \u00e9 a carne,      por que n\u00e3o acompanh\u00e1-la de arroz? Desta forma nasce um dos pratos mais tradicionais      dos pampas, o arroz a carreteiro. Simples e saboroso. Com a poesia abaixo,      podemos ter uma no\u00e7\u00e3o da import\u00e2ncia desta tradi\u00e7\u00e3o culin\u00e1ria no cotidiano      do ga\u00facho.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa4.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><br \/>\n     \u0093O plantio do arroz teve um papel muito importante para a economia ga\u00facha      no inicio do s\u00e9culo passado e tem ate hoje. Aproveitando-se do clima e solo      favor\u00e1veis para esta pratica rural, ela foi se desenvolvendo com rapidez.      O arroz ga\u00facho \u00e9 o melhor produzido no pa\u00eds, um arroz com qualidade para ser      exportado. Al\u00e9m da import\u00e2ncia financeira trazida por ele, o arroz tem muita      influencia na culin\u00e1ria ga\u00facha.\u0094<\/strong><\/p>\n<h2>Arroz      de Carreteiro<\/h2>\n<p><strong>Autoria:\u00a0<\/strong>Jayme      Caetano Braun<\/p>\n<p>Nobre      card\u00e1pio crioulo das primitivas jornadas,<br \/>\n     Nascido nas carreteadas do Rio Grande abarbarado,<br \/>\n     Por certo nisso inspirado, o xiru velho campeiro<br \/>\n     Te batizou de &#8220;Carreteiro&#8221;, meu velho arroz com guisado.<\/p>\n<p>N\u00e3o      tem mist\u00e9rio o feitio dessa iguaria bagual,<br \/>\n     \u00c9 xarque &#8211; arroz &#8211; graxa &#8211; sal<br \/>\n     \u00c9 \u00e1gua pura em quantidade.<br \/>\n     Meta fogo de verdade na panela cascurrenta.<br \/>\n     Alho &#8211; cebola ou pimenta, isso conforme a vontade.<\/p>\n<p>N\u00e3o      tem luxo &#8211; \u00e9 tudo simples, pra fazer um carreiteiro.<br \/>\n     Se fica algum &#8220;marinheiro&#8221; de vereda vem \u00e0 tona.<br \/>\n     Bote &#8211; se houver &#8211; manjerona, que d\u00e1 um gostito melhor<br \/>\n     Tapiando o amargo do suor que &#8211;<br \/>\n     \u00e0s vezes, vem da carona.<\/p>\n<p>Pois      em cima desse traste de uso t\u00e3o abarbarado,<br \/>\n     \u00c9 onde se corta o guisado ligeirito &#8211; com destreza.<br \/>\n     Prato rude &#8211; com certeza,<br \/>\n     mas quando ferve em voz rouca<br \/>\n     Deixa com \u00e1gua na boca a mais dengosa princesa.<\/p>\n<p>Ah!      Que saudades eu tenho<br \/>\n     dos tempos em que tropeava<br \/>\n     Quando de volta me apeava<br \/>\n     num fog\u00e3o rumbeando o cheiro<br \/>\n     E por ali &#8211; tarimbeiro, cansado de bater casco,<br \/>\n     Me esquecia do churrasco saboreando um carreteiro.<\/p>\n<p>Em      quanto pouso cheguei de pingo pelo cabresto,<br \/>\n     Na falta de outro pretexto indagando algum atalho,<br \/>\n     Mas sempre ao ver o borralho onde a panela fervia<br \/>\n     Eu c\u00e1 comigo dizia: chegou de passar trabalho.<\/p>\n<p>Por      isso &#8211; meu prato xucro, eu me paro acabrunhado<br \/>\n     Ao te ver falsificado na cozinha do povoeiro<br \/>\n     Desvirtuado por dinheiro \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o gauchesca,<br \/>\n     Guisado de carne fresca, n\u00e3o \u00e9 arroz de carreteiro.<\/p>\n<p>Hoje      te matam \u00e0 Mingua, em pal\u00e1cio e restaurante<br \/>\n     Mas n\u00e3o h\u00e1 quem te suplante,<br \/>\n     nem que o mundo se derreta,<br \/>\n     Se \u00e9s feito em panela preta, servido em prato de lata<br \/>\n     Bombeando a lua de prata sob a quincha da carreta!<\/p>\n<p>Por      isso, quando eu chegar,<br \/>\n     nalgum fog\u00e3o do al\u00e9m-vida,<br \/>\n     Se l\u00e1 n\u00e3o houver comida j\u00e1 pedi a Deus por consolo,<br \/>\n     Que junto ao fog\u00e3o crioulo,<\/p>\n<p>Quando      for escurecendo, meu mate -amargo sorvendo,<br \/>\n     A cavalo nalgum tronco, escute, ao menos, o ronco<br \/>\n     De um &#8220;Carreteiro&#8221; fervendo.<\/p>\n<h2>Ga\u00facho<\/h2>\n<p>&#8220;Se      queres que eu diga quem sou? Te digo sou ga\u00facho, pois tenho orgulho de vestir      a bombacha e tomar o chimarr\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p>Nome      pelo qual \u00e9 conhecido o homem do campo na regi\u00e3o dos pampas da Argentina,      Uruguai e do Rio de Grande do Sul e, por extens\u00e3o, os nascidos neste estado      brasileiro.<\/p>\n<p>Originalmente,      este termo foi aplicado, em sentido pejorativo (como sin\u00f4nimo de ladr\u00e3o de      gado e vadio), aos mesti\u00e7os e \u00edndios, espanh\u00f3is e portugueses que naquela      regi\u00e3o ainda selvagem, viviam de prear o gado que, fugindo dos primeiros povoamentos      espanh\u00f3is, se espalhava e reproduzia livremente pelas pastagens naturais Igualmente      livre, sem patr\u00e3o e sem lei, o ga\u00facho tornou-se h\u00e1bil cavaleiro, manejador      do la\u00e7o e da boleadeira.<\/p>\n<p>No      s\u00e9culo XVIII, foi o ga\u00facho brasileiro um instrumento de fixa\u00e7\u00e3o portuguesa      no Brasil meridional, contribuindo para a manuten\u00e7\u00e3o das fronteiras com as      regi\u00f5es platinas. Com o estabelecimento das fazendas de gado e com a modifica\u00e7\u00e3o      da estrutura de trabalho, o ga\u00facho perdeu seus h\u00e1bitos n\u00f4mades, enquadrando-se      na nova sociedade rural como trabalhador especializado, era o pe\u00e3o das estancias.<\/p>\n<p>O      reconhecimento de sua habilidade campeira e da sua bravura na guerra fez com      que o termo ga\u00facho perdesse a conota\u00e7\u00e3o pejorativa. Paralelamente, surgiu      uma literatura gauchesca, incorporando as lendas de sua tradi\u00e7\u00e3o oral e as      particularidades dialetais, e exaltando sua coragem, apego a terra, seu amor      a liberdade.<\/p>\n<p><strong>Em      suma, as principais caracter\u00edsticas de um ga\u00facho s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Apego ao rural, ao cavalo, ao boi, \u00e0 natureza;<br \/>\n       Apego \u00e0 quer\u00eancia, \u00e0 p\u00e1tria, aos valores de tradi\u00e7\u00e3o;<br \/>\n       Preserva\u00e7\u00e3o da cultura;<br \/>\n       Apego ao fogo-de-ch\u00e3o, ao mate, \u00e0 tert\u00falia, ao churrasco;<br \/>\n       Apego \u00e0 fam\u00edlia;<br \/>\n       Apego aos bailes e cantorias.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa5.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><br \/>\n     \u0093As castanheiras do Par\u00e1 s\u00e3o arvores bonitas e grandes. De janeiro a      mar\u00e7o deixam cair seus ouri\u00e7os cheios de am\u00eandoas. S\u00e3o muito encontradas em      Alenquer, \u00d3bidos e Tocantins. A castanha retirada dos ouri\u00e7os \u00e9 conduzida      em batel\u00f5es motores e navios para o porto de Bel\u00e9m.\u0094<\/strong><\/p>\n<p><strong>Churrasco<\/strong><\/p>\n<p>No Rio Grande do Sul, onde o churrasco tomou tanta intensidade e import\u00e2ncia,      sua trajet\u00f3ria acompanha o ga\u00facho ao longo da historia. A mais rudimentar      forma de assar carne remonta a \u00e9poca dos \u00edndios guaranis. <\/p>\n<p>Eles consumiam muita farinha de mandioca em forma de pir\u00e3o, com churrasco.      Os guaranis preparavam a carne fresca, abriam um buraco n ch\u00e3o, forravam com      folhas verdes, de arvores, deitavam-na, cobriam com mais ramos, mais uma camada      de terra e um fogo em cima. <\/p>\n<p>A terra e as folhas serviam como tempero, na falta do sal. J\u00e1 num estagio      mais avan\u00e7ado, os ind\u00edgenas colocavam a carne dentro do buraco, envolvidas      com folhas de vegetais e por uma camada de barro, tipo a massa de farinha      de trigo com que os italianos preparam o talharim. Com o calor do fogo, o      material envolto endurecia, sob o aspecto de uma telha que retinha o suco      da carne. <\/p>\n<p>Era somente retir\u00e1-la, quebr\u00e1-la e temper\u00e1-la com um pouco de cinzas, enquanto      os \u00edndios n\u00e3o conheciam o sal, e servi-la. Para a carne Ter bom gosto, os      \u00edndios escolhiam arvores como a pitangueira, evitando que deixassem gosto      indesej\u00e1vel. <\/p>\n<p>Nesse particular, provavelmente, j\u00e1 conheciam a t\u00e9cnica ate hoje utilizada      pelo exercito, nas viagens, em manobras pela selva. Evitar comer frutas, folhas      e caules de plantas leitosas ou peludas, que geralmente s\u00e3o venenosas.<\/p>\n<p>A pr\u00e1tica de assar carne, envolvendo-a, depositando-a em um buraco, cobrindo      com cinzas e atear fogo, vem ate os dias de hoje. Dessa forma ainda assam-se      peixes, com a \u00fanica substitui\u00e7\u00e3o da massa de barro pelo papel laminado. Nas      estancias assam-se batata doce, cebola, inhame, pinh\u00e3o, etc.., enterrados      em cinzas. <\/p>\n<p>Quando chegaram os portugueses e espanh\u00f3is, difundia-se o sistema de assar      carne nas brasas ou labaredas, com espetos e salmoura. Mas foi com as revolu\u00e7\u00f5es      que surgiu o sistema de cortar uma parte da r\u00eas, com couro, levando, apressadamente      ao fogo. Ap\u00f3s assado \u00e9 que era tirado o couro e temperado, geralmente com      salmoura. Alimento rico em prote\u00ednas e que levou o ga\u00facho ao uso marcante      do chimarr\u00e3o, para melhor digest\u00e3o. <\/p>\n<p>Para assar um bom churrasco, ap\u00f3s escolhida a manta apropriada, coloca-se      sal a gosto, antes, durante ou depois de levar ao fogo, com sal ou salmoura.      Coloca-se , inicialmente, afastado do fogo e ap\u00f3s aquecido poder\u00e1 haver maior      aproxima\u00e7\u00e3o das brasas. <\/p>\n<p>Para n\u00e3o ficar dura a carne, deixa-se fritar bem o osso, somente virando      ap\u00f3s, que brevemente estar\u00e1 pronto para servir. A n\u00e3o ser em espetos girat\u00f3rios,      as constantes viradas de lado fazem com que, aquecendo e desaquecido, a carne      torne-se r\u00edgida.<\/p>\n<p>O      churrasco foi a seiva que gerou uma ra\u00e7a ga\u00facha forte. Em diversas oportunidades      essa energia defendeu t\u00e3o bravamente esses pampas. O churrasco esta presente      na vida do campeiro ga\u00facho.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa6.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><br \/>\n     \u0093Churrasco \u00e9 prato do ga\u00facho. Carne assada em grandes espetos ou penduradas      nas varas sobre a fogueira, o churrasco \u00e9 o prato simples e vigoroso da vida      do pampa e da est\u00e2ncia.\u0094<\/strong><\/p>\n<p><strong>M\u00fasicos      Ga\u00fachos<\/strong><\/p>\n<p>V\u00e1rios      s\u00e3o os ritmos ga\u00fachos, alguns deles s\u00e3o, vanera, chamam\u00e9, milonga. Algumas      m\u00fasicas ga\u00fachas falam dos costumes, do Rio Grande do Sul, das guerras que      impuseram a fronteira do estado, e existem tamb\u00e9m as m\u00fasicas rom\u00e2nticas.<\/p>\n<p>No      cancioneiro ga\u00facho h\u00e1 deixas e motivos, temas ou movimentos l\u00edricos que os      portugueses, sobretudo os a\u00e7orianos, passaram de m\u00e3o beijada aos continentinos.      Freq\u00fcente \u00e9 o caso de versos que puxam fieira tanto l\u00e1 como c\u00e1, de motes que      servem de muleta po\u00e9tica, ou imagens gravadas facilmente na mem\u00f3ria e que      trazem de arrasto outras imagens familiares, \u00e9 claro que muitas vezes adaptadas      ao gosto novo, mas conservando, em ess\u00eancia, o sabor atl\u00e2ntico das suas origens.<\/p>\n<p>Na produ\u00e7\u00e3o genu\u00edna que deixou, o ga\u00facho n\u00e3o morre de amores, nem costuma      fazer da mulher seu tema predileto, como afirma Jo\u00e3o Pinto da Silva. Na maioria      dos seus cantos amorosos, impera um realismo cru ou uma franca mal\u00edcia de      homem que n\u00e3o se deixa enredar em milongagens. <\/p>\n<p>Seu tema \u00e9 a exuber\u00e2ncia animal do amor, seu meio de express\u00e3o \u00e9 a lealdade      do macho que s\u00f3 enfeita um pouco o desejo para lhe dar mais tempero, pelo      simples gosto de arrastar a asa em verso. Deixa as denguices para os pisa-flores      da cidade e trata de colher a flor do instante, com uma sensualidade equilibrada.<\/p>\n<p>A      verdade \u00e9 que os nossos possuem uma viol\u00eancia abarbarada, um narcisismo agressivo,      uma arrog\u00e2ncia de sangue quente que ficam muito acima de qualquer compara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa7.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><br \/>\n     \u0093Com seus instrumentos e os seus versos, sua quer\u00eancia e amor aos pagos,      o ga\u00facho sabe toar e cantar com um sentimento t\u00e3o grande como a sua vida e      o seu trabalho.\u0094<\/strong><\/p>\n<p>Creio que nestes cantos (e em motivos de dan\u00e7a como o Tatu, em que a ironia      \u00e9 uma alegre irrever\u00eancia, uma dan\u00e7a da imagina\u00e7\u00e3o maliciosa) se revela a      verdadeira veia gauchesca em nossa poesia popular. <\/p>\n<p>Os cantos de monarquia representam a idealiza\u00e7\u00e3o da vida primitiva do ga\u00facho,      quando os campos eram abertos, o trabalho n\u00e3o entrava em conflito com os seus      instintos de n\u00f4made e o espa\u00e7o lhe dava uma ilus\u00e3o indivualista de \u00e0-vontade      e aventura. No vazio relativo em que se movia ent\u00e3o, projetava de si mesmo      um vulto agigantado, via-se da altura dos seus assomos, ancho na roupa e rasgado      nos gestos. <\/p>\n<p>O super-eu que dorme em todos n\u00f3s, \u00e0 espera de uma oportunidade, quando encontra      a cancha livre, n\u00e3o hesita em sobrepor-se ao verdadeiro eu. Por isso mesmo,      esses cantos da vida primitiva, se algum tempo correspondiam a tend\u00eancias      manifestadas na campanha rio-grandense, n\u00e3o conhecem medida e s\u00f3 se entendem      no registro dos extremos. A imagem que nos prop\u00f5em, ao recuar para o passado,      ampliou-se de tal modo, que perdeu em conte\u00fado humano o que conseguira ganhar      na apar\u00eancia de grandeza.<\/p>\n<p>Faltava      por certo um corretivo a essa \u00eanfase do indiv\u00edduo. Vamos achar o corretido      na gra\u00e7a maliciosa que caracteriza outros motivos correntes em nossa poesia      campeira: em primeiro lugar, no texto mais extenso que sobrou dos antigos      fandangos &#8211; o Tatu.<\/p>\n<p>Fonte: www.brasilcult.pro.br<\/p>\n<h6>Porto Alegre<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h2>A      epop\u00e9ia dos lanch\u00f5es pelos campos ga\u00fachos<\/h2>\n<p>Muito tempo antes do desenvolvimento dos ve\u00edculos anf\u00edbios, Garibaldi demonstrou      que um barco constru\u00eddo para se movimentar na \u00e1gua tamb\u00e9m podia andar na terra.      Gra\u00e7as a isso as tropas farroupilhas puderam conquistar o porto catarinense      de Laguna e proclamar a Rep\u00fablica Rio-Grandense. <\/p>\n<p>Para chegar l\u00e1, o chamado &#8220;her\u00f3i de dois mundos&#8221; teve que colocar      em execu\u00e7\u00e3o um dos mais arrojados planos militares j\u00e1 idealizados em qualquer      \u00e9poca: estando as embarca\u00e7\u00f5es dos farroupilhas cercadas na Lagoa dos Patos,      onde as for\u00e7as do Imp\u00e9rio dominavam a entrada e sa\u00edda, ele mandou deslocar      por terra seus lanch\u00f5es mais leves, o Farroupilha e o Seival. Foi uma epop\u00e9ia      digna de figurar com destaque na hist\u00f3ria dos conflitos mundiais.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o existe a menor dificuldade na expedi\u00e7\u00e3o por mar a Laguna. Mande-me      o general alguns carpinteiros e a madeira necess\u00e1ria para a constru\u00e7\u00e3o de      quatro grandes rodados e cem juntas de bois carreiros para a tra\u00e7\u00e3o das rodas,      e eu farei transportar os Lanch\u00f5es at\u00e9 Tramanda\u00ed, se Deus quiser&#8221;, disse      Garibaldi numa reuni\u00e3o do alto comando farroupilha. <\/p>\n<p>Ele levou os dois lanch\u00f5es at\u00e9 o rio Capivari cerca de dois quil\u00f4metros adentro      antes de sua foz na Lagoa dos Patos, e em menos de sete dias comandou a montagem      dos rodados e das pranchas sobre as quais os lanch\u00f5es foram colocados, para      serem movimentados por terra at\u00e9 Tramanda\u00ed. Eles foram puxados cada um por      juntas de cem bois.<\/p>\n<p>Em Tramanda\u00ed, ap\u00f3s reparos r\u00e1pidos que n\u00e3o levaram tr\u00eas dias, os lanch\u00f5es      foram lan\u00e7ados no rio Tramanda\u00ed e dali seguiram para o mar e para o ataque      \u00e0s for\u00e7as imperiais que estavam acantonadas em Laguna. <\/p>\n<p>Entre o rio Capivari e o rio Tramanda\u00ed, atrav\u00e9s de campos, areais e banhados,      foram percorridos cerca de cem quil\u00f4metros entre os dias 5 de junho pela manh\u00e3      e a tardinha do dia 11 desse m\u00eas, sem que as for\u00e7as imperiais tivessem a m\u00ednima      suspeita do que estava acontecendo.<\/p>\n<p>Em      Laguna, enquanto os &#8220;patos&#8221; de Garibaldi atacavam por mar, os homens      do general David Canabarro investiam por terra, conseguindo dominar rapidamente      a cidade e conquistando um importante porto para os farroupilhas, que nunca      conseguiram se apoderar de Rio Grande e S\u00e3o Jos\u00e9 do Norte.<\/p>\n<p>Os      lanch\u00f5es Seival e Farroupilha deixaram o rio Capivari no ponto onde esse rio      \u00e9 cruzado, no momento, pela RS-040, cerca de mil metros antes do posto da      Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria em Capivari, que est\u00e1 no cruzamento dessa rodovia com o      in\u00edcio da chamada Estrada do Inferno. Para quem vai de Porto Alegre em dire\u00e7\u00e3o      a Capivari, h\u00e1 um marco logo depois da ponte sobre o rio Capivari, \u00e0 esquerda,      indicando o local considerado como o in\u00edcio da movimenta\u00e7\u00e3o terrestre das      embarca\u00e7\u00f5es do grupo comandado por Garibaldi.<\/p>\n<p>J\u00e1 no rio Tramanda\u00ed os lanch\u00f5es voltaram a ser colocados na \u00e1gua nas proximidades      da ponte antiga que liga Tramanda\u00ed a Imb\u00e9, onde na temporada de veraneio centenas      de pessoas passam o dia pescando sardinhas e bagres. <\/p>\n<p>Na passarela para pedestres entre as duas pistas da avenida Fernandes Bastos,      no lado do munic\u00edpio de Tramanda\u00ed, h\u00e1 um marco indicativo do feito de Garibaldi,      colocado, juntamente com o de Capivari, quando da comemora\u00e7\u00e3o do sesquicenten\u00e1rio      da Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha. Uma r\u00e9plica do Seival ainda pode ser vista em Tramanda\u00ed,      no Parque Hist\u00f3rico General Manuel Luiz Os\u00f3rio.<\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3ria      Porto Alegre<\/strong><\/p>\n<p>Porto Alegre teve sua origem em 1732 com o povoamento dos Campos de Viam\u00e3o      e de Porto Alegre por criadores e tropeiros vindos de Laguna, Santa Catarina.      Vinte anos depois chegavam das Miss\u00f5es Jesu\u00edticas os vanguardeiros da expedi\u00e7\u00e3o      de Gomes de Andrade. <\/p>\n<p>Eles se estabeleceram junto ao lago do Gua\u00edba, lugar denominado de Porto      de Viam\u00e3o ou Porto do Dorneles, em terras do sesmeiro Jer\u00f4nimo de Ornelas.      Mais tarde o bispo do Rio de Janeiro cria a freguesia de S\u00e3o Francisco do      Porto dos Casais, separada da freguesia de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o de Viam\u00e3o.<\/p>\n<p>Em julho de 1772 o Governador da Capitania do Rio Grande, Jos\u00e9 Marcelino      de Figueiredo, determina que se fa\u00e7a a medi\u00e7\u00e3o de 60 lotes de terras para      casais a\u00e7orianos que se chamava Porto de Casais. Nossa capital est\u00e1 entre      as tr\u00eas cidades brasileiras com melhor qualidade de vida. <\/p>\n<p>Suas atra\u00e7\u00f5es naturais s\u00e3o seus parques. O Parque Farroupilha, ou da Reden\u00e7\u00e3o      como \u00e9 mais conhecido, \u00e9 o mais central e \u00e9 ali que acontece todos os domingos      o Brique da Reden\u00e7\u00e3o, um verdadeiro com\u00e9rcio de antiqu\u00e1rio e artesanato a      c\u00e9u aberto.<\/p>\n<p>No      centro, os visitantes poder\u00e3o conhecer a Pra\u00e7a da Alf\u00e2ndega, onde \u00e9 realizada      anualmente a Feira do Livro, a Pra\u00e7a da Matriz, localizada na frente da Catedral      Metropolitana, Assembl\u00e9ia Legislativa do Estado, Pal\u00e1cio Piratini, Tribunal      de Justi\u00e7a e o Theatro S\u00e3o Pedro. Outras atra\u00e7\u00f5es na cidade s\u00e3o a Casa de      Cultura M\u00e1rio Quintana, a Usina do Gas\u00f4metro e o Museu de Artes do Rio Grande      do Sul.<\/p>\n<p><strong>O      Centro e a hist\u00f3ria da capital dos ga\u00fachos<\/strong><\/p>\n<p>O      Centro \u00e9 a \u00e1rea de Porto Alegre que, por sua antig\u00fcidade, concentra a maior      parte dos marcos hist\u00f3ricos da Capital. Um passeio pelas suas ruas permite      reconstruir a hist\u00f3ria de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>Na      Pra\u00e7a Marechal Deodoro (Pra\u00e7a da Matriz), come\u00e7ou a hist\u00f3ria de Porto Alegre,      com a sua primeira igreja. Ali tamb\u00e9m teve in\u00edcio a Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha,      gra\u00e7as ao exaltado pronunciamento feito por Bento Gon\u00e7alves na Assembl\u00e9ia      Legislativa.<\/p>\n<p>Pela      Rua da Praia desfilaram as tropas ga\u00fachas que participaram das maiores revolu\u00e7\u00f5es      do pa\u00eds \u0097 como a Revolu\u00e7\u00e3o de 30.<\/p>\n<p>Na      pra\u00e7a da Alf\u00e2ndega, o cais do porto marcava o ponto de contato do Estado com      o resto do pa\u00eds e do mundo: at\u00e9 a d\u00e9cada de vinte deste s\u00e9culo, a navega\u00e7\u00e3o      de cabotagem era o principal meio de transporte de cargas e passageiros. Na      rua Professor Annes Dias, a Santa Casa de Miseric\u00f3rdia \u00e9 um marco de quase      dois s\u00e9culos da medicina no Estado.<\/p>\n<p>Essas      hist\u00f3rias \u0097 e as est\u00f3rias dessa hist\u00f3ria \u0097 est\u00e3o traduzidas nos      diversos edif\u00edcios do Centro. H\u00e1 um precioso patrim\u00f4nio arquitet\u00f4nico a ser      preservado. E que, por sua vez, \u00e9 muito pouco conhecido pelos pr\u00f3prios moradores      da cidade.<\/p>\n<p>Na      fachada da Biblioteca P\u00fablica h\u00e1 um rar\u00edssimo calend\u00e1rio positivista. E, no      seu interior, salas cujas decora\u00e7\u00f5es homenageiam culturas t\u00e3o diversas como      a eg\u00edpcia e a mourisca.<\/p>\n<p>No      cimo do Pa\u00e7o Municipal (a prefeitura velha), uma est\u00e1tua da Justi\u00e7a contempla      os porto-alegrenses. Essa \u00e9 uma das rar\u00edssimas est\u00e1tuas da Justi\u00e7a, no mundo,      que n\u00e3o tem os olhos vendados \u0097 mas poucos sequer a v\u00eaem.<\/p>\n<p>Na      rua General C\u00e2mara (rua da Ladeira), na esquina com a rua dos Andradas (rua      da Praia), um pr\u00e9dio em estilo art noveaux resiste, intacto, ao tempo. Sua      porta, altamente ornamentada, sobrevive a consecutivas camadas de pintura      com a mesma beleza que tinha quando foi inicialmente esculpida.<\/p>\n<p>Exemplos      como esse se multiplicam, em locais como a Pra\u00e7a Senador Flor\u00eancio (Pra\u00e7a      da Alf\u00e2ndega), onde o Banco Safra ocupa um conjunto arquitet\u00f4nico formado,      antigamente, por uma farm\u00e1cia e um cinema, e o Museu de Artes do Rio Grande      do Sul e o pr\u00e9dio do Correio (correio velho, visto que h\u00e1 um correio novo      logo atr\u00e1s) formam um dos mais conhecidos cart\u00f5es postais da cidade.<\/p>\n<p>O      pr\u00f3prio nome das ruas, pra\u00e7as e pr\u00e9dios se constitui em uma hist\u00f3ria \u00e0 parte.      O Centro \u00e9 o lugar onde as denomina\u00e7\u00f5es originais das principais ruas e pra\u00e7as      se mant\u00eam intactas, gra\u00e7as ao uso popular. A Rua da Praia, a mais central,      \u00e9, na verdade, a Rua dos Andradas.<\/p>\n<p>E      \u00e9 no Centro que est\u00e1 &#8220;A Paineira&#8221;, assim denominada e aceita por      todos os habitantes em uma cidade em que h\u00e1 milhares de paineiras, e que \u00e9      um ponto de refer\u00eancia da rua Sete de Setembro.<\/p>\n<p>Por      outro lado, \u00e9 no centro que se encontram alguns dos principais locais de irradia\u00e7\u00e3o      cultural da cidade. Basta lembrar que ali est\u00e3o o Museu J\u00falio de Castilhos,      a Casa de Cultura M\u00e1rio Quintana, a Usina do Gas\u00f4metro, a Biblioteca P\u00fablica,      o Museu de Artes do Rio Grande do Sul e o Museu da Companhia Estadual de Energia      El\u00e9trica.<\/p>\n<p><strong>L\u00edgia      Gomes Carneiro<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: Secretaria      de Turismo do Rio Grande do Sul<\/p>\n<h6>Porto Alegre<\/h6>\n<p>Em      26 de mar\u00e7o de 1772 nascia Porto Alegre. A capital do Rio Grande do Sul ganhou      inicialmente o nome de Porto de S\u00e3o Francisco dos Casais, abreviado em 1810      para o nome que hoje \u00e9 conhecida.<\/p>\n<h2>Um      pouco de Hist\u00f3ria<\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa8.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><br \/>\n<strong>Rio Gua\u00edba<\/strong><\/p>\n<p>O      processo de cria\u00e7\u00e3o da cidade contou com a participa\u00e7\u00e3o de estrangeiros como      portugueses, africanos, italianos e alem\u00e3es, entre outros. Quando aqui chegaram,      logo se apoderaram de terras ind\u00edgenas. Como colonizadores, trouxeram cren\u00e7as,      lendas, h\u00e1bitos e costumes para formar um grande mosaico que resultou\u00a0<strong>Porto      Alegre<\/strong>\u00a0&#8211;      uma cidade que mistura mais de 20 etnias.<\/p>\n<p>Benefici\u00e1rios      do sistema de sesmarias, os primeiros imigrantes ergueram resid\u00eancias pr\u00f3ximo      ao rio Gua\u00edba por volta de 1732. Vinte anos depois, chegaram 60 casais portugueses      vindo da Ilha de A\u00e7ores.<\/p>\n<p>Apesar      da inten\u00e7\u00e3o inicial de subir a serra, acabaram permanecendo perto do rio onde      montaram cabanas cobertas de palha. Desde ent\u00e3o o povoado passou a se chamar      Porto de S\u00e3o Francisco dos Casais.<\/p>\n<p>Em      1772, ganha o nome de Nossa Senhora Madre de Deus de\u00a0<strong>Porto      Alegre<\/strong>, abreviado para\u00a0<strong>Porto      Alegre<\/strong>\u00a0em      1810, quando \u00e9 emancipada para vila.<\/p>\n<p>O      t\u00edtulo de cidade viria dez anos depois, em 1822.<\/p>\n<p>Fonte: Instituto      Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica<\/p>\n<h6>Porto Alegre<\/h6>\n<p>Porto Alegre,\u00a0capital ga\u00facha, com seu clima subtropical \u00famido,      \u00e9 uma das cidades mais arborizadas do pa\u00eds, al\u00e9m de ter um p\u00f4r-do-sol considerado      um dos mais lindos do mundo. No dia 26, esta bela metr\u00f3pole, nascida em 1772      e batizada com o nome de Freguesia de S\u00e3o Francisco do Porto dos Casais, completa      235 anos. Durante este per\u00edodo, mudou v\u00e1rias vezes de nome: Porto de Viam\u00e3o      (s\u00e9culo XVIII), depois Porto do Dorneles, em seguida Porto de S\u00e3o Francisco      dos Casais e, finalmente, Nossa Senhora Madre de Deus de\u00a0Porto      Alegre.<\/p>\n<p>A cidade passou por lutas sangrentas para se firmar como capital, por isto      em sua bandeira est\u00e1 escrito \u0093Mui Leal e Valerosa Cidade dePorto Alegre\u0094.      Banhada pelo Lago Gua\u00edba, a cidade tem como padroeira N.S.dos Navegantes,      da\u00ed ser feriado local o dia 2 de fevereiro, quando ocorrem muitas cerim\u00f4nias      de f\u00e9, tanto por terra quanto por barcos.<\/p>\n<p>Porto Alegre\u00a0se tornou conhecida internacionalmente por sediar      o F\u00f3rum Mundial Social em 2001, 2002, 2003 e 2005, atraindo milhares de participantes      do mundo inteiro, e adquirindo o status de uma das capitais mais politizadas      do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Sua localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica \u00e9 igualmente elogiada, localizada no m\u00edstico paralelo      30\u00ba. Circundada por 40 morros e uma orla fluvial de 72km, ber\u00e7o de gente famosa      em todas as \u00e1reas, terra do Gr\u00eamio e do Inter, dos domingos no Brique da Reden\u00e7\u00e3o,      e tema de muitos poemas de M\u00e1rio Quintana,\u00a0Porto Alegre\u00a0\u00e9      demais&#8230;<\/p>\n<h2>A      Cidade<\/h2>\n<p><strong>Porto      Alegre, multicultural por natureza<\/strong><\/p>\n<p>Um conjunto de m\u00faltiplas express\u00f5es, de variadas faces, origens \u00e9tnicas e      religiosas faz de Porto Alegre um raro espa\u00e7o onde os contrastes e a diferen\u00e7a      s\u00e3o bem acolhidos e sempre bem-vindos. A cidade foi fundada em 1772 por casais      portugueses a\u00e7orianos. <\/p>\n<p>Ao longo dos s\u00e9culos seguintes, acolheu imigrantes de todo mundo, em particular      alem\u00e3es, italianos, espanh\u00f3is, africanos, poloneses e libaneses, entre cat\u00f3licos,      judeus, protestantes e mu\u00e7ulmanos.<\/p>\n<p>Assim      \u00e9 Porto Alegre, multicultural por natureza, terra de grandes escritores, intelectuais,      artistas e pol\u00edticos que marcaram a hist\u00f3ria do Brasil. A cidade, que \u00e9 capaz      de produzir e sediar eventos de grande porte, com express\u00e3o nacional e internacional,      \u00e9 tamb\u00e9m a capital que projetou do Estado do Rio Grande do Sul para o mundo      jogadores de futebol como Ronaldinho e Pato, campe\u00f5es ol\u00edmpicos como Daiane      dos Santos e Jo\u00e3o Derly, e celebridades como a \u00fcbermodel Gisele B\u00fcndchen.<\/p>\n<p>Port\u00e3o      de entrada de turistas no Estado e a apenas 120 quil\u00f4metros da apraz\u00edvel Serra      Ga\u00facha, Porto Alegre \u00e9 um movimentado p\u00f3lo de servi\u00e7os e de infraestrutura      de qualidade reconhecidas, base de grandes empresas nacionais e internacionais      e um dos principais destinos de eventos no Brasil.<\/p>\n<h2>Origens<\/h2>\n<p>Em      Porto Alegre diferentes forma\u00e7\u00f5es culturais delinearam uma cidade com tra\u00e7ados      que deixam ver a pluralidade e a heterogeneidade \u00e9tnica, cultural e social      que configura e singulariza seu territ\u00f3rio. O processo de cria\u00e7\u00e3o da cidade      tem nas m\u00e3os de estrangeiros a constru\u00e7\u00e3o de uma obra &#8211; tropeiros (s\u00e9culo      XVII), colonos a\u00e7orianos (1752), africanos, imigrante italianos e alem\u00e3es      (1820 &#8211; 1890), entre outros, apoderaram-se das terras ind\u00edgenas. As cren\u00e7as,      as lendas, os h\u00e1bitos, os costumes e as tecnologias dessas diferentes etnias      e culturas formam o mosaico cultural que identifica e apresenta a Porto Alegre      do s\u00e9culo XXI.<\/p>\n<h2>Geografia<\/h2>\n<p>Porto      Alegre possui espa\u00e7os de plan\u00edcie, mas est\u00e1 circundada por 40 morros que abrangem      65% da sua \u00e1rea, limitada por uma orla fluvial de 72km.<\/p>\n<h2>Clima<\/h2>\n<p>O      clima de<strong>\u00a0Porto Alegre\u00a0<\/strong>\u00e9      subtropical \u00famido, com as quatro esta\u00e7\u00f5es do ano bem definidas. O per\u00edodo      de chuvas compreende os meses de junho a agosto.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Temperatura: <\/strong>M\u00e9dia anual de 19,5\u00baC.<\/p>\n<p><strong>Outono (mar\u00e7o a junho): <\/strong>Entre 10\u00baC e 25\u00baC.<\/p>\n<p><strong>Inverno (junho a setembro): <\/strong>Entre 2\u00baC e 20\u00baC.<\/p>\n<p><strong>Primavera (setembro a dezembro): <\/strong>Entre 15\u00baC e 30\u00baC.<\/p>\n<p><strong>Ver\u00e3o (dezembro a mar\u00e7o): <\/strong>Entre 25\u00baC e 35\u00baC.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br<\/p>\n<h6>Porto Alegre<\/h6>\n<p><strong>Porto      Alegre<\/strong>\u00a0nasceu      de uma pequena col\u00f4nia de imigrantes a\u00e7orianos, que se estabeleceram na Ponta      de Pedra em 1752, dentro da Sesmaria de Santana, capitaneada por Jer\u00f4nimo      de Ornellas e Vasconcellos. A partir da\u00ed, a localidade come\u00e7ou a ser chamada      de Porto dos Casais.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa9.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><\/p>\n<p>Em      1763 os castelhanos, comandados por Don Pedro Cevallos, governador de Buenos      Aires, invadem o Rio Grande do Sul e tomam a cidade de Rio grande. Neste ano,      as popula\u00e7\u00f5es portuguesas do norte do estado migram para a regi\u00e3o de Viam\u00e3o      e Porto dos Casais.<\/p>\n<p>Em 26 de mar\u00e7o de 1772, um edital eclesi\u00e1stico divide a Freguesia de Nossa      Senhora da Concei\u00e7\u00e3o de Viam\u00e3o em duas. O antigo Porto dos Casais se transforma      na Freguesia de S\u00e3o Francisco. Quase um ano depois, em 18 de janeiro de 1773,      um novo edital rebatiza a pequena povoa\u00e7\u00e3o, que passa a se chamar de Madre      de Deus de Porto Alegre. <\/p>\n<p>O ent\u00e3o o governador da Prov\u00edncia de S\u00e3o Pedro do Rio Grande do Sul, Jos\u00e9      Marcelino de Figueiredo, ordena a transfer\u00eancia da C\u00e2mara Municipal de Viam\u00e3o      para Porto Alegre. A antiga col\u00f4nia a\u00e7oriana se transformava na capital da      prov\u00edncia. Al\u00e9m de centro administrativo, a cidade se transforma em \u00e1rea militar.      Pali\u00e7adas de madeira s\u00e3o constru\u00eddas em torno da cidade. <\/p>\n<p>As estreitas ruas da Porto Alegre colonial s\u00e3o projetadas como um labirinto,      possuindo n\u00edtido car\u00e1ter defensivo. A modesta capital prospera e, em 1804,      a Coroa Portuguesa instala a primeira alf\u00e2ndega do rio grande do Sul. Contudo,      se passaria algum tempo, at\u00e9 que o modesto n\u00facleo urbano se transforma-se      em vila, em 1809, e depois cidade, em 1822.<\/p>\n<p>Porto      Alegre nos primeiros anos do s\u00e9culo XIX, foi um dos primeiros n\u00facleos urbanos      de apoio as for\u00e7as portuguesas, instaladas no Delta do Jacu\u00ed, que desbravaram      o interior do Rio Grande do Sul. Al\u00e9m de centro comercial, administrativo      e militar, a cidade tamb\u00e9m oferecia servi\u00e7os de estaleiros. As embarca\u00e7\u00f5es      portuguesas, alem de se abastecerem com v\u00edveres, tamb\u00e9m podiam fazer pequenos      reparos no casco e no velame.<\/p>\n<p>Entre      1822 e 1835, cidade se desenvolve. A conquista das \u00e1reas meridionais do Brasil      e as campanhas portuguesas trazem a Porto Alegre novos contingentes militares.      \u00c9 a \u00e9poca da constru\u00e7\u00e3o dos grandes casar\u00f5es coloniais portugueses na cidade,      como por exemplo, o Solar dos C\u00e2mara e outros pr\u00e9dios administrativos no mesmo      estilo.<\/p>\n<p>Em      1835, o Rio Grande do Sul mergulha em uma guerra de car\u00e1ter libert\u00e1rio. Veteranos      das campanhas das Guerras do Prata, aliados a Guarda Nacional e outros descontentes      se organizam em uma mil\u00edcia, que foi chamado posteriormente, Farroupilha.      Porto Alegre se encontrava fortificada, mas isso n\u00e3o impediu que em 20 de      setembro de 1835, esta fosse invadida pelas tropas rebeldes.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa10.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><\/p>\n<p>Os      Imperiais retomaram a cidade em 1836 e, que a partir de ent\u00e3o, sofreria tr\u00eas      intermin\u00e1veis cercos at\u00e9 o ano de 1838. Foi a resist\u00eancia a esses cercos,      que deram o t\u00edtulo a cidade de &#8220;Mui Leal e Valorosa&#8221;. Apesar do      incha\u00e7o populacional daqueles tempos, a cidade s\u00f3 voltaria a crescer sua malha      urbana ap\u00f3s 1845. A guerra n\u00e3o impediu que tr\u00eas anos antes, o primeiro Mercado      P\u00fablico fosse constru\u00eddo, organizando o com\u00e9rcio nas \u00e1reas centrais.<\/p>\n<p>S\u00e3o      anos pr\u00f3speros, \u00e9poca em que os primeiros imigrantes alem\u00e3es e italianos desembarcam      na capital, instalando restaurantes, pens\u00f5es, pequenas manufaturas, olarias,      alambiques e diversos estabelecimentos comerciais.<\/p>\n<p>A Guerra do Paraguai (1865\/70), transforma a capital ga\u00facha na cidade mais      pr\u00f3xima do teatro de opera\u00e7\u00f5es. A cidade recebe dinheiro do governo central,      al\u00e9m de servi\u00e7o telegr\u00e1fico, novos estaleiros, quart\u00e9is, melhorias na \u00e1rea      portu\u00e1ria, al\u00e9m da constru\u00e7\u00e3o do primeiro andar do novo Mercado P\u00fablico.O      fim da campanha do Paraguai faz o Imp\u00e9rio do Brasil mergulhar numa crise pol\u00edtica      &#8211; administrativa. <\/p>\n<p>O governo perdia lentamente o controle sobre as comunidades de escravos,      e em 1884, o governo municipal liberta os cativos da cidade. Era a prepara\u00e7\u00e3o      para o advento da Rep\u00fablica em 1889.Estes primeiros governos republicanos      &#8211; que no Rio Grande do Sul seguiam a filosofia positivista de Augusto Comte      &#8211; deixaram profundas marcas na capital ga\u00facha.<\/p>\n<p>Estes homens defendiam uma sociedade comandada pela ditadura do presidencialismo,      pelos homens \u00edntegros e s\u00e1bios. Grandes quantidades de pr\u00e9dios p\u00fablicos s\u00e3o      constru\u00eddos nessa \u00e9poca, ornados com magn\u00edfica estatu\u00e1ria simb\u00f3lica positivista.    <\/p>\n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o desse grupo pol\u00edtico com as benfeitorias e melhorias do espa\u00e7o      urbano vai transformar o antigo aspecto colonial da cidade. Existe uma enorme      preocupa\u00e7\u00e3o com o saneamento das \u00e1reas centrais. <\/p>\n<p>S\u00e3o destru\u00eddos os corti\u00e7os e os mal conservados pr\u00e9dios do centro. Durante      as administra\u00e7\u00f5es republicanas(1889 a 1940), foram instalados na cidade a      eletricidade, a ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica, rede de esgotos, transporte el\u00e9trico,      \u00e1gua encanada, as primeiras faculdades, hospitais, ambul\u00e2ncia, a telefonia,      industrias, o r\u00e1dio desenvolvidos uma s\u00e9rie de planos diretores, alguns dos      quais implantados d\u00e9cadas depois, como o Plano Maciel de Melhorias de 1914,      que seria viabilizado s\u00f3 nas d\u00e9cadas de 30 e 40.<\/p>\n<p>A cidade a partir da d\u00e9cada de 40 assume, definitivamente, seu car\u00e1ter de      centro administrativo, comercial, industrial e financeiro do estado. Os animais      de carga, que dominavam o cen\u00e1rio urbano, s\u00e3o substitu\u00eddos pelos modernos      autom\u00f3veis. S\u00e3o anos de amplia\u00e7\u00e3o das malhas vi\u00e1ria da cidade. S\u00e3o abertas      na cidades grandes avenidas, como a Farrapos, a Borges de Medeiros e a Salgado      Filho. <\/p>\n<p>Outras s\u00e3o pavimentadas, como a Azenha e a Jo\u00e3o Pessoa.A expans\u00e3o do centro      urbano, ent\u00e3o, come\u00e7ava a se direcionar para as \u00e1reas sul e norte da pen\u00ednsula.      Nas d\u00e9cadas de 60 e 70, grandes obras vi\u00e1rias s\u00e3o feitas na capital. S\u00e3o constru\u00eddos      os viadutos da Borges de Medeiros, da Jo\u00e3o Pessoa, o Ubirici, Tiradentes e      Ildo Meneghetti. Essas obras melhoraram o fluxo de ve\u00edculos na \u00e1rea densamente      povoada da capital.<\/p>\n<p><strong>Porto      Alegre Roteiros Hist\u00f3rico-Culturais<\/strong><\/p>\n<p>Nas      obras arquitet\u00f4nicas, nos monumentos e nas esculturas, nas pra\u00e7as e nos parques      ou, ainda, nas avenidas, portanto, no vai-e-vem entre t\u00e9cnica e arte, a est\u00e9tica      da cidade, do s\u00e9culo XVIII ao XXI, assume seus contornos singulares. Exibe      na tangibilidade dos bens art\u00edsticos a sensibilidade das diferentes contribui\u00e7\u00f5es      culturais que delinearam uma identidade emblem\u00e1tica, constrativa e valorativa      \u00e0 Porto Alegre.<\/p>\n<p>O      centro da cidade que margeia o lago Gua\u00edba e seu porto &#8211; onde tudo entra e      tudo sai -, \u00e9 um espa\u00e7o privilegiado de concentra\u00e7\u00e3o desse vai-e-vem entre      arte e t\u00e9cnica. A\u00ed \u00e9 poss\u00edvel subjetivar nosso olhar atrav\u00e9s de \u00edcones de      diferentes s\u00e9culos, de diferentes escolas art\u00edsticas, de diferentes obras.<\/p>\n<p>Fonte: www.brasilmacom.com.br<\/p>\n<h6>Porto Alegre<\/h6>\n<table border=\"0\">\n<tr>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa11.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><strong><br \/>\n           ANFITEATRO P\u00d4R-DO-SOL<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa12.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><strong><br \/>\n           ARQUIVO P\u00daBLICO ESTADUAL<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa13.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><strong><br \/>\n           ASSEMBL\u00c9IA LEGISLATIVA<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa14.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><strong><br \/>\n           AUDIT\u00d3RIO ARA\u00daJO VIANNA<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa15.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><strong><br \/>\n           BIBLIOTECA P\u00daBLICA<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa16.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><strong><br \/>\n           CAIS DO PORTO<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa17.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><strong><br \/>\n           CASA DE CULT. MARIO QUINTANA<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa18.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><strong><br \/>\n           CASA TORELLY<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa19.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><strong><br \/>\n           CASA DA JUNTA<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa20.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><br \/>\n<strong>CATEDRAL METROPOLITANA<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa21.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><br \/>\n<strong>JARDIM BOT\u00c2NICO<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa22.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><br \/>\n<strong>CHAL\u00c9 DA PRA\u00c7A XV<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa23.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><strong><br \/>\n           EST\u00c1DIO BEIRA RIO &#8211; INTER<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa24.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><strong><br \/>\n           EST\u00c1DIO OL\u00cdMPICO &#8211; GR\u00caMIO<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa25.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><br \/>\n<strong>IGREJA N. SRA. DAS DORES<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"left\"><strong>I<\/strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa26.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><strong><br \/>\n           IPANEMA<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa27.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><strong><br \/>\n           MEMORIAL DO RGS<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa28.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><br \/>\n<strong>MERCADO P\u00daBLICO<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa29.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><strong><br \/>\n           MONUMENTO A\u00c7ORIANOS<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa30.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><strong><br \/>\n           PLANET\u00c1RIO<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa31.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><strong><br \/>\n           TEATRO S\u00c3O PEDRO<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p>Fonte: www.portobusca.com.br<\/p>\n<h6>Porto Alegre<\/h6>\n<p>O turismo em<strong>\u00a0Porto Alegre\u00a0<\/strong>com seus      atrativos tur\u00edsticos, proporcionado pela receptividade que a Secretaria de      Turismo do Munic\u00edpio esfor\u00e7a-se constantemente para aprimorar cada vez mais      seus roteiros, e criar novos eventos, e tamb\u00e9m a Secretaria de Turismo do      Estado que divulga o turismo do Rio Grande do Sul em outras capitais do Brasil,      e no exterior somam esfor\u00e7os estas duas institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas para atrair      sempre cada vez mais visitantes a capital do Estado. <\/p>\n<p>Assim como o Convention Visitors Bureau que trabalha em conjunto, atrav\u00e9      de parcerias, com o setor p\u00fablico, neste caso a Secretaria de turismo da Prefeitura      municipal de Porto Alegre. e a parceria da iniciativa privada produzido bons      resultados na capta\u00e7\u00e3o de eventos, no planejamento de novos roteiros, cria\u00e7\u00e3o      de novos servi\u00e7os tur\u00edstico em Porto Alegre no papel de desenvolver seus servi\u00e7os      dando sempre aten\u00e7\u00e3o, e proprocionando hospitalidade a seus turistas.<\/p>\n<p>Sendo a cidade de Porto Alegre uma refer\u00eancia nacional no planejamento e      organiza\u00e7\u00e3o de grandes eventos como o Forum Mundial, que atrai milhares de      visitantes do Brasil, e do estrangeiro e conduzindo de maneira coordenada      todo o setor tur\u00edstico de Porto Alegre, rede hoteleira, gastron\u00f4mica, locadoras      de ve\u00edculos, ag\u00eancias de viagem, setor a\u00e9reo, rodovi\u00e1ria, com seus postos      de informa\u00e7\u00f5es tur\u00edsticas por diversos pontos da capital, torna a cidade merecedora      de grande eventos. <\/p>\n<p>Passeios tur\u00edsticos com acompanhamento de profissionais habilitados, city      tour com guias bilingues, recep\u00e7\u00e3o junto ao Aeroporto Internacional Salgado      Filho, tudo bem planejado sempre tr\u00e1s o reconhecimento pelo setor.<\/p>\n<p>Com estas qualidades apresentadas em grande eventos realizados na cidade      de Porto Alegre, a mesma mostra-se habilitada em fazer parte de uma das cidades      do Brasil que ser\u00e3o sedes dos jogos de futebol da Copa do Mundo de 2014. <\/p>\n<p>Para isto muitos esfor\u00e7os s\u00e3o conduzidos no sentido de trazer para a capital      ga\u00facha a realiza\u00e7\u00e3o dos jogos da copa do mundo de 2014. Foi confirmado em      junho, a cidade de Porto Alegre como uma das capitais sede dos jogos.<\/p>\n<p>A      rede hoteleira da cidade de Porto Alegre, com sua infraestrutura para hospedagem      em hot\u00e9is, apart hot\u00e9is, flats, pousadas, resorts, albergues tem acomodado      grandes eventos na cidade, com grande n\u00famero de turistas, e que aproveitam      para conhecer a cidade, atrav\u00e9s de um city tour, visitando seus pontos tur\u00edsticos,      museus parques, memoriais, patrim\u00f4nio hist\u00f3rico, roteiros tur\u00edsticos desenvolvidos.<\/p>\n<p>O grande interesse dos turistas quando est\u00e3o na cidade \u00e9 conhecer al\u00e9m dos      pontos tur\u00edsticos, feitos pelo city tour, \u00e9 tamb\u00e9m buscar o diferencial que      a cidade e o Estado do Rio Grande do Sul tem em especial, que \u00e9 a sua identidade      local, a sua cultura gaucha. <\/p>\n<p>O Estado do Rio Grande do Sul, as entidades e \u00f3rg\u00e3os do turismo ir\u00e3o voltar-se      com o tempo, para este grande potencial adormecido, que \u00e9 abrir mais a porteira      do Rio Grande do Sul e divulgar a tradi\u00e7\u00e3o e o folclore ga\u00facho.<\/p>\n<p>Quando visitamos a cidade de Buenos Aires, al\u00e9m dos pontos tur\u00edsticos da      cidade, os turistas em um modo geral querem assistir a um aut\u00eantico tango      argentino e buscam conhecer atrav\u00e9s do tango show, o espet\u00e1culo que as casas      de tango na Argentina proporcionam aos turistas todas as noites, com casas      gralmente cheias. <\/p>\n<p>Da mesma forma, no Rio Grande do Sul temos museus, ctgs, a m\u00fasica, o folclore,      e qual turista n\u00e3o deseja ir a uma churrascaria para poder dizer depois que      saboreou um aut\u00eantico churrasco ga\u00facho, tirndo at\u00e9 mesmo fotos do restaurante,      da gastronomia. Assim, a cultura gaucha come\u00e7a a apontar como atra\u00e7\u00e3o aos      turistas, em saber sua hist\u00f3ria, suas lendas, seus h\u00e1bitos e costumes do ga\u00facho.<\/p>\n<p><strong>Aeroporto      Internacional Salgado Filho na cidade de Porto Alegre<\/strong><\/p>\n<p>O moderno Aeroporto Internacional Salgado Filho, no Rio Grande do Sul, junto      a cidade de Porto Alegre, tendo o Gua\u00edba na sua aproxima\u00e7\u00e3o, a base a\u00e9rea      de Canoas, e vista do Centro de Porto Alegre, com seus imponentes edif\u00edcios,      ao aterrissar os avi\u00f5es passando por Gua\u00edba, Eldorado do Sul, tendo as \u00e1guas      do Gua\u00edba antecedendo a cabeceira da pista. <\/p>\n<p>Em Porto Alegre, tem-se o antigo aeroporto que encontra-se junto ao novo,      bem como os angares das empresas a\u00e9reas. No aeroporto, lojas de conveni\u00eancias,      livrarias, arteanato, \u00e1rea de alimenta\u00e7\u00e3o, no segundo pavimento, onde voc\u00ea      podo almo\u00e7ar enxergando a pista do Aeroporto Internacional Salgado Filho.    <\/p>\n<p>Os guich\u00eas das empresas a\u00e9reas est\u00e3o localizadas na parte t\u00e9rrea do aeroproto,      assim como h\u00e1 a disposi\u00e7\u00e3o uma central de informa\u00e7\u00f5es turisticas, com escrit\u00f3rio      com material de divulga\u00e7\u00e3o da cidade, mapas, material gr\u00e1fico de hoteis, locadoras      de carros, gstronomia, shopings, city tour, o setor tur\u00edstico, com administra\u00e7\u00e3o      da prefeitura municipal de Porto Alegre, atrav\u00e9s da Secretaria de turismo,      para assessorar o turista na estadia junto a capital ga\u00facha. <\/p>\n<p>Existe uma torre em forma de cilindro, na parte externa do aeroporto, para      o viajante poder deixar o seu carro junto a este estacionamento constru\u00eddo      para comodidade dos passageiros. Tem uma linha de \u00f4nibus que passa junto ao      aeroporto, que leva os turistas at\u00e9 o centro da cidade e tamb\u00e9m ponto de taxi      no sagu\u00e3o de entrada do mesmo para trasportar os turistas, visitantes, passageiros      em geral at\u00e9 o seu destino. <\/p>\n<p>Da mesma forma, em termos de transporte na sa\u00edda do aeroporto, a cerca de      uns 500 metros tem a esta\u00e7\u00e3o aeroporto, que \u00e9 uma linha de trem chamada TrensUrb,      que tem destinos Porto Alegre, ou no sentido contr\u00e1rio a cidade de S\u00e3o Leopoldo,      entre outras tantas esta\u00e7\u00f5es e o pre\u00e7o da passagem \u00e9 acess\u00edvel por se tratar      de transporte coletivo urbano. <\/p>\n<p>Pode-se fazer uso tamb\u00e9m junto ao aeroporto do aluguel de autom\u00f3vel, bastando      contratar os servi\u00e7os de uma empresa que o carro fica a disposi\u00e7\u00e3o do passageiro,      sendo que at\u00e9 o centro de Porto Alegre, leva-se cerca de uns 10 a 15 minutos      aproximadamente. <\/p>\n<p>As ag\u00eancias de viagem e turismo, prestam servi\u00e7os quanto a aluguel de autom\u00f3vel,      para o deslocamento de carro a partir do aeroporto. Junto ao aeorporto tem      um agrad\u00e1vel restaurante, bem amplo, a alf\u00e2ndega na parte t\u00e9rrea com sua infraestrutura      que recebe diariamente milhares de passageiros junto ao aeroporto, assim como      um setor da Pol\u00edcia Federal, por ser um aeroporto Internacional. <\/p>\n<p>Pr\u00f3ximo ao aeroporto tem a presen\u00e7a de hot\u00e9is, assim como a maior parte est\u00e1      concentrado junto ao centro da cidade, e em seus bairros, bem como a cidade      pr\u00f3xima de Porto Alegre, chamada Canoas.<\/p>\n<p><strong>Arte      e cultura em Porto Alegre<\/strong><\/p>\n<p>Em      Porto Alegre, fazer passeios por diversos pontos tur\u00edsticos da cidade com      visita\u00e7\u00e3o aos museus, apreciando o patrim\u00f4nio hist\u00f3rico da cidade, atrav\u00e9s      de seu roteiro cultural, indo de encontro ao Memorial Iber\u00ea Camargo, qeu possui      uma bela arquitetura, e um excelente acervo art\u00edstico cultural, assim como      passeios onde os guias de turismo, ir\u00e3o proporcionar v\u00e1rios encontros com      a arte e cultura do Rio Grande do sul.<\/p>\n<p>Ao preparar sua viagem para Porto Alegre, inclua em seus passeios uma ida      ao teatro para assistir uma pe\u00e7a em cartaz, assim como agendar uma ida a um      musical que esteja em apresenta\u00e7\u00e3o, bem como solicitar a sua ag\u00eancia de viagem      e turismo reservas em um ctg, para conhecer a riqueza do tradicionalismo,      a arte da cultura gaucha, ou a um espet\u00e1culo art\u00edstico da capital. <\/p>\n<p>Pois a cidade de Porto alegre, guarda com carinho os seus encantos da arte      cultura, pois o turista a noite ter\u00e1 op\u00e7\u00f5es de passeios, poder\u00e1 tanquilamente      sair de seu hotel para jantar e ir posteriormente a uma pe\u00e7a de teatro, a      uma galeria de arte, a uma exposi\u00e7\u00e3o de obras de arte, assim como a um concerto      musical, bem como tamb\u00e9m a um fandango.<\/p>\n<p><strong>Artesanato      em Porto Alegre<\/strong><\/p>\n<p>Os      artes\u00e3os em Porto Alegre, est\u00e3o com suas mercadorias expostas em v\u00e1rios pontos      da cidade, e principalmente nos domingos junto a feira da reden\u00e7\u00e3o, para que      os turistas levem para suas casas lembran\u00e7as de Porto Alegre, objetos de arte,      esculturas, quadros, objetos em madeira, metal, vidro, cer\u00e2mica. As ag\u00eancias      de viagem e turismo preparam passeios para visita\u00e7\u00e3o aos pontos tur\u00edsticos      da cidade, e ao mesmo tempo indicam bons lugares para comprar lembran\u00e7as de      Porto Alegre, produtos artesanais.<\/p>\n<p>Viajar      para Porto Alegre, atrav\u00e9s de uma ag\u00eancia de viagem, e participa de eventos,      ou a neg\u00f3cios, assim como a lazer, fazer turismo no Rio Grande do Sul, \u00e9 apreciar      a arte ga\u00facha, atrav\u00e9s de diversas formas, como visitar, seus museus, seus      patrim\u00f4nios hist\u00f3ricos, suas galerias de arte, e apreciar as obras produzidas      pelos artes\u00e3os, que criam objetos pr\u00f3prios para os turistas, junto de suas      bancas de exposi\u00e7\u00f5es, lojas, feiras de artesanato, que fazem parte dos atrativos      tur\u00edsticos da cidade, as feiras artesanais, com objetos e que mostram a cultura,      os costumes, do Rio Grande do Sul, coo a cuia de chimarr\u00e3o feita de porongo,      r\u00e9plica do gaucho la\u00e7ador, que s\u00e3o os \u00edcones da cultura ga\u00facha.<\/p>\n<p><strong>Carnaval em Porto Alegre<\/strong><\/p>\n<p>O carnaval de Porto Alegre, com desfile das escolas de samba, junto ao p\u00fablico      presente na avenida assistindo ao desfile das arquibancadas e tamb\u00e9m dos camarotes,      prestigiando a realiza\u00e7\u00e3o do trabalho das entidades carnavalescas da capital      do Rio Grande do Sul. <\/p>\n<p>Turistas que visitam Porto Alegre fazem suas reservas junto as ag\u00eancias de      viagem, tornando uma atra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica do sul do Brasil, no m\u00eas de fevereiro,      acompanhando a passagem na avenida das escolas de samba, como as Imperadores      do Samba, com as suas alas, blocos, os carros aleg\u00f3ricos, e a euforia contagiante      dos foli\u00f5es, onde os turistas acompanham a letra da m\u00fasicas, sambam com os      carnavalescos, incentivando as escolas de samba. <\/p>\n<p>Os clubes da cidade, com seus blocos de carnaval, o desfile das escolas de      samba durante os dias de carnaval, s\u00e3o de muita alegria e divers\u00e3o, como acontece      com a Imperatriz Dona Leopoldina, muita folia entre os carnavalescos, e o      turista aproveita para conhecer de perto, participar desta festa contagiante      que \u00e9 o carnaval.<\/p>\n<p>As escolas de samba, como a Unidos da Vila Isabel est\u00e1 em seus ensaios junto      a sua quadra de samba como as demais entidades carnavalescas, ensaiando e      aproveitando para alegrar as noite que antecedem o carnaval com a comunidades      de suas agremia\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>Nas quadras das escolas de samba, como na Acad\u00eamicos da Orgia os ensaios      acontecem durante as noites, principalmente no s\u00e1bado, e domingo. A Prefeitura      Municipal de Porto Alegre, atrav\u00e9s de sua Secretaria de Cultura est\u00e1 sempre      aprimorando as atividades do carnaval em Porto Alegre, juntamente com a secretaria      de turismo, em comunh\u00e3o com as escolas de samba, como o Imp\u00e9rio da Zona Norte,      procurando oferecer um grande espet\u00e1culo para o p\u00fablico que vai at\u00e9 o desfile      na avenida, prestigiar o carnaval ga\u00facho, assim como a participa\u00e7\u00e3o das demais      escolas de samba de Porto Alegre.<\/p>\n<p><strong>Gastron\u00f4mia      em Porto Alegre Turismo<\/strong><\/p>\n<p>Estar      em Porto Alegre, conhecer a capital do Rio Grande do Sul, saborear um aut\u00eantico      churrasco ga\u00facho, e as cozinhas que o setor gastron\u00f4mico disponibiliza em      seus restaurantes, cantinas, estabelecidas nos shoppings, nos bairros, no      centro da cidade, at\u00e9 mesmo junto aos hot\u00e9is sendo que as ag\u00eancia de viagem      e turismo tem muitas op\u00e7\u00f5es para o turista almo\u00e7ar assim como jantar, com      seu grupo.<\/p>\n<p>Fazer reservas para almo\u00e7o, jantar fica o guia tur\u00edstico encarregado de proporcionar      aos seus turistas em viagem a Porto Alegre, a escolha dos mais diversos restaurantes,      pizzarias, cantinas, e cozinhas com seus pratos t\u00edpicos, com a culin\u00e1ria pronta      para ser apreciada pelos clientes. <\/p>\n<p>Para conhecer melhor a rede gastron\u00f4mica de Porto Alegre, basta informar-se      com as ag\u00eancia de viagem, que tem o conhecimento dos lugares dispon\u00edveis para      receber grupos, turistas, que est\u00e3o em Porto Alegre, participando de eventos,      encontros, semin\u00e1rios, palestras, foruns, assim como a neg\u00f3cio, a lazer, e      tem as ag\u00eancias o papel de orientar seus turistas na estadia em Porto Alegre.<\/p>\n<p><strong>Parque      em Porto Alegre<\/strong><\/p>\n<p>A cidade de Porto Alegre, com o Gua\u00edba, com passeios n\u00e1uticos, geralmente      com uma hora de dura\u00e7\u00e3o, em barcos espa\u00e7osos, com restaurante, avistando suas      ilhas, seus canais, margeando o Parque Marinha do Brasil, junto ao estado      Beira Rio, na Avenida Borges de Medeiros, no bairro Menino Deus, junto ao      Shopping Praia de Belas, entre as avenidas Ipiranga e A Avenida Borges de      Medeiros. Lugar espa\u00e7oso com suas quadras de esporte, o Parque Marinha do      Brasil, sua pista de skate, muito verde, muitas \u00e1rvores e sombra, assim como      os demais parques e pra\u00e7as da cidade. <\/p>\n<p>O turista ao fazer um city tour atrav\u00e9s do Lardo do Carmo, junto ao ponto      de partida do mesmo, em frente a Secretaria de Turismo de Porto Alegre, fazendo      o passeio no Linha Turismo, que \u00e9 o \u00f4nibus e dois andares, sendo que a parte      superior do mesmo \u00e9 descoberta, ficando o turista com vis\u00e3o de todos os \u00e2ngulos.      Ao percorrer o roteiro ir\u00e1 observar as pra\u00e7as da cidade de Porto Alegre, seus      parques, suas igrejas, os monumentos, os teatros, o centro da cidade com a      sua Catedral metropolitana, e a pra\u00e7a matriz.<\/p>\n<p>Os parque s de Porto Alegre, s\u00e3o as \u00e1reas verdes, pr\u00f3pria para os turistas      conhecerem, caminharem, percorrerem, ver de perto seus monumentos e Porto      Alegre, tem um bom n\u00famero de parques espalhados pela cidade, como por exemplo      o Parque Farroupilha, na cidade baixa, com o encontro da cultura ga\u00facha, junto      ao galp\u00e3o crioulo que atrai turistas, principalmente na semana farroupilha,      no m\u00eas de setembro e que fazem parte de roteiros tur\u00edsticos da capital o passeio      junto seus pontos tur\u00edsticos, assim como a visita\u00e7\u00e3o ao patrim\u00f4nio hist\u00f3rico      da cidade. <\/p>\n<p>Um exemplo de cidade que tem preocupa\u00e7\u00e3o com suas \u00e1reas verde, suas pra\u00e7as,      e eu tem mais de 100 pra\u00e7as, \u00e9 a cidade de Goi\u00e2nia, assim como tamb\u00e9m um bom      n\u00famero de parques, e que \u00e9 um exemplo a ser seguido pela cidade ga\u00facha de      Porto Alegre, mantendo e conservando o verde de suas \u00e1rvores, de seus parque,      e pra\u00e7as.<\/p>\n<h2>Pontos      Tur\u00edsticos<\/h2>\n<p><strong>Mercado      P\u00fablico Central<\/strong><\/p>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio come\u00e7ou em 29 de agosto de 1864, sobre o primeiro      aterro da cidade. Foi entregue a comunidade em 1\u00ba de janeiro de 1870. Originalmente      possu\u00eda s\u00f3 um andar, que abrigava em seu interior pomares, potreiros e galinheiros.    <\/p>\n<p>Em 1871, o p\u00e1tio do Mercado \u00e9 cal\u00e7ado, melhorando o aspecto e a higiene do      estabelecimento. Novas reformas se sucederam, mas na virada do s\u00e9culo o antigo      Mercado tinha se tornado pequeno, principalmente devido ao aumento das atividades      do Cais do Porto. <\/p>\n<p>A amplia\u00e7\u00e3o se inicia em 1909, com a constru\u00e7\u00e3o do segundo piso, em que foram      adotados tra\u00e7os n\u00edtidos da arquitetura positivista, diferente da primeira      fase da constru\u00e7\u00e3o, onde predominavam os tra\u00e7os neocl\u00e1ssicos. Em 1912, um      grande inc\u00eandio irrompe no p\u00e1tio, destruindo completamente os chal\u00e9s e bancas      internas. <\/p>\n<p>Entre os anos de 1995 e 1996 passou por grande reforma interna e externa.      Ainda hoje, o Mercado P\u00fablico Central \u00e9 o principal centro comercial de Porto      Alegre, possuindo mais de cem bancas dos mais variados artigos, especiarias      e tradicionais restaurantes da cidade, como o Gambrinus que funciona h\u00e9 mais      de 100 anos, administrado por descendentes da mesma fam\u00edlia desde sua fun\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Chal\u00e9      da Pra\u00e7a XV<\/strong><\/p>\n<p>O      primeiro chal\u00e9 da Pra\u00e7a XV foi construido entre os anos de 1881 e 1885, todo      em madeira. Sua finalidade era &#8220;abastecer o centro de bebidas e sorvetes&#8221;.      Em 1908, come\u00e7a a constru\u00e7\u00e3o do novo Chal\u00e9, entregue \u00e0 cidade em 1911. Em      estilo b\u00e1varo, com tra\u00e7os &#8220;art nouveau&#8221;, foi fabricado em a\u00e7o desmont\u00e1vel      ingl\u00eas. Restaurado em 1998, abriga hoje uma escola de hotelaria cuja especialidade      \u00e9 a culin\u00e1ria ga\u00facha.<\/p>\n<p><strong>Pal\u00e1cio      Piratini<\/strong><\/p>\n<p>Sua      constru\u00e7\u00e3o come\u00e7ou em 1898, no primeiro ano do mandato de Borges de Medeiros,      e terminou em 1921. Possui caracter\u00edsticas cl\u00e1ssicas e duas esculturas do      franc\u00eas Raul Landowski, representando a ind\u00fastria e o com\u00e9rcio, al\u00e9m de afrescos      do pintor Aldo Locattelli, de 1951. S\u00e3o 18 pain\u00e9is que tratam da forma\u00e7\u00e3o      do povo ga\u00facho, a odiss\u00e9ia dos bandeirantes no Tape e a lenda do Negrinho      do Pastoreio.<\/p>\n<p><strong>Catedral      Metropolitana<\/strong><\/p>\n<p>A      constru\u00e7\u00e3o \u00e9 do per\u00edodo entre 1920 e 1972. Possui v\u00e1rios estilos e afrescos      romanos no seu front\u00e3o, produzidos nas oficinas do Vaticano, representando      a catequiza\u00e7\u00e3o dos \u00edndios no Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p><strong>Museu      J\u00falio de Castilhos<\/strong><\/p>\n<p>Pr\u00e9dio de 1897, foi moradia da fam\u00edlia do presidente do Partido Republicano      Rio-Grandense, J\u00falio de Castilhos. Foi tamb\u00e9m o local da morte de Castilhos,      em 1903, e do suic\u00eddio de sua esposa Honorina, em janeiro de 1905. Comenta-se      que durante a noite seu esp\u00edrito assombra os antigos aposentos da casa e seu      choro pode ser ouvido pelos populares na rua. <\/p>\n<p>O estilo da resid\u00eancia \u00e9 o neocl\u00e1ssico, com fachada revestida em gr\u00eas vermelho.      \u00c9 um exemplo de resid\u00eancia urbana nobre do s\u00e9culo XIX. Hoje, abriga o Museu      J\u00falio de Castilhos, o mais antigo do Rio Grande do Sul, inaugurado em 1903.<\/p>\n<p><strong>Monumento      a J\u00falio de Castilhos Constru\u00eddo na Fran\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9      um exemplo de estatu\u00e1ria monumental positivista do Estado do Rio Grande do      Sul.Pode se observar nele a trajet\u00f3ria da vida do pol\u00edtico ga\u00facho em tr\u00eas      momentos: a fase da propaganda republicana, a fase da organiza\u00e7\u00e3o do governo      positivista e a fase posterior a sua retirada do governo.<\/p>\n<p><strong>Casa      de Cultura Mario Quintana<\/strong><\/p>\n<p>O conjunto arquitet\u00f4nico \u00e9 formado por dois pr\u00e9dios, constru\u00eddos entre 1910      e 1933. \u00c0 \u00e9poca, possuia um trapiche iluminado, no local onde hoje se encontra      a avenida Sete de Setembro, de uso exclusivo do Hotel. <\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 30 o pr\u00e9dio recebeu amplia\u00e7\u00f5es, finalizadas para as comemora\u00e7\u00f5es      dos 100 anos da Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha, em 1935. Rico em detalhes ornamentais,      dos gradis aos beirais e das sacadas aos suportes, \u00e9 uma s\u00edntese de elementos      que combinados conferem um ar majestoso ao pr\u00e9dio, sendo tombado no ano de      1985.<\/p>\n<p><strong>Igreja      Nossa Senhora das Dores<\/strong><\/p>\n<p>Em 1818, foi constru\u00edda a primeira Capela de Nossa Senhora das Dores, que      era uma modesta constru\u00e7\u00e3o. A nova igreja come\u00e7ou a ser erguida no ano de      1833 e levou 97 anos para ser conclu\u00edda. A obra possui v\u00e1rias linhas do barroco      portugu\u00eas e sua fachada tem estilo alem\u00e3o, mostrando a evolu\u00e7\u00e3o das diferentes      tend\u00eancias arquitet\u00f4nicas presente na cidade de Porto Alegre. <\/p>\n<p>As est\u00e1tuas da fachada representam a f\u00e9, a esperan\u00e7a e a caridade. Conta      uma lenda que a maldi\u00e7\u00e3o de um escravo, que teria morrido a\u00e7oitado em frente      ao pr\u00e9dio, seria o motivo de imenso atraso na obra. Theatro S\u00e3o Pedro As obras      de constru\u00e7\u00e3o do Theatro S\u00e3o Pedro come\u00e7aram em 1833. Quando suas paredes      come\u00e7avam a ser erquidas, irrompeu a Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha, a guerra civil      dos ga\u00fachos, paralisando completamente a constru\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>O trabalho s\u00f3 seria retomado em 1846 e terminado em 1858. Apesar das in\u00fameras      reformas sofridas no \u00faltimo s\u00e9culo, o pr\u00e9dio preserva as caracter\u00edsticas do      barroco portugu\u00eas desde sua funda\u00e7\u00e3o. A mais antiga casa de espet\u00e1culos da      capital ga\u00facha passou por um longo per\u00edodo de reformas, conclu\u00eddo em 1984,      ano em que o pr\u00e9dio foi tombado pelo patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e cultural.<\/p>\n<p><strong>Solar      dos C\u00e2mara<\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00eddo      em 1818, segue o padr\u00e3o arquitet\u00f4nico dos antigos casar\u00f5es coloniais portugueses.      Foi durante muito tempo resid\u00eancia dos C\u00e2mara &#8211; fam\u00edlia de grande prest\u00edgio      pol\u00edtico no Estado. O pr\u00e9dio \u00e9 cercado de magn\u00edficos jardins, fontes e um      majestoso p\u00f3rtico, onde se observa o bras\u00e3o da fam\u00edlia C\u00e2mara. O interior      da casa guarda afrescos de diferentes momentos, mostrando a tentativa dos      moradores de adequ\u00e1-la ao gosto da \u00e9poca. A resid\u00eancia possui, ainda, senzala      e estrebaria.<\/p>\n<p><strong>Largo      Gl\u00eanio<\/strong><\/p>\n<p>Peres      Inaugurado em 1992, \u00e9 um amplo espa\u00e7o para manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas, culturais      e pol\u00edticas dos cidad\u00e3os de Porto Alegre, localizado entre o antigo abrigo      de bondes da Pra\u00e7a XV e o Mercado P\u00fablico.<\/p>\n<p><strong>Prefeitura      Municipal de Porto Alegre<\/strong><\/p>\n<p>O      pr\u00e9dio \u00e9 um projeto do arquiteto italiano Luis Carrara Colfosco. Sua constru\u00e7\u00e3o      ocorreu entre 1898 e 1901, para abrigar a sede do governo municipal da cidade.      Em estilo neocl\u00e1ssico, possui v\u00e1rias est\u00e1tuas que mostram a forte influ\u00eancia      positivista, doutrina pol\u00edtica dominante no Rio Grande do Sul ap\u00f3s a Proclama\u00e7\u00e3o      da Rep\u00fablica. Fonte Talavera La Reina Bela fonte de azulejos, est\u00e1 localizada      no no Pa\u00e7o Municipal. Constru\u00edda em 1935, proveniente de Talavera, Espanha,      foi um presente da Col\u00f4nia espanhola no Rio Grande do Sul em comemora\u00e7\u00e3o aos      100 anos da Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha.<\/p>\n<p><strong>Cais      do Porto<\/strong><\/p>\n<p>O      Cais da Pra\u00e7a da Alf\u00e2ndega come\u00e7ou a ser constru\u00eddo em 1911 e as obras se      estenderam at\u00e9 1913. O P\u00f3rtico do cai veio de Paris, Fran\u00e7a,em 1922. \u00c9 uma      leve estrutura de ferro e vitrais coloridos. Os armaz\u00e9ns, constru\u00eddos entre      novembro de 1919 e maio de 1922, se encontram alinhados na orla do Lago Gua\u00edba.<\/p>\n<p><strong>Linha      Turismo<\/strong><\/p>\n<p>Em funcionamento desde janeiro de 2003, a Linha Turismo \u00e9 hoje um dos grandes      atrativos da capital ga\u00facha, n\u00e3o apenas para visitantes de fora como para      os pr\u00f3prios porto-alegrenses. Mais de 75 mil pessoas j\u00e1 se encantaram com      o roteiro tur\u00edstico di\u00e1rio dentro de Porto Alegre, que permite aos passageiros      conhecerem as belezas e atrativos da cidade, ou redescobrir detalhes e a hist\u00f3ria      de suas ruas e recantos. <\/p>\n<p>O roteiro \u00e9 executado em um \u00f4nibus double deck, equipado com sistema de \u00e1udio      em tr\u00eas idiomas (portugu\u00eas, espanhol e ingl\u00eas), c\u00e2maras de seguran\u00e7a e janelas      panor\u00e2micas. O andar superior \u00e9 aberto e, por isso, o mais disputado em dias      ensolarados. A porta central do ve\u00edculo possibilita o acesso de pessoas portadoras      de defici\u00eancia. <\/p>\n<p>O servi\u00e7o est\u00e1 sendo refer\u00eancia na implanta\u00e7\u00e3o de iniciativas similares no      pa\u00eds. O passeio dura 90 minutos e percorre as principais atra\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas,      naturais e culturais da cidade. Todo o roteiro \u00e9 acompanhado por guias especializados,      que informam os viajantes, em tr\u00eas idiomas, sobre os locais e suas peculiaridades.<\/p>\n<p><strong>Biblioteca      P\u00fablica Estadual<\/strong><\/p>\n<p>Pr\u00e9dio      de estilo neocl\u00e1ssico, constru\u00eddo entre 1912 e 1919. Possui grande acervo      de afrescos e esculturas de artistas como Ferdinand Schlatter, Alfred Adloff,      Giuseppe Gaudenzi e Eduardo S\u00e1. Est\u00e1 localizado no antigo s\u00edtio do Audit\u00f3rio      Ara\u00fajo Vianna. Sua constru\u00e7\u00e3o incorpora materiais nobres, como m\u00e1rmore e madeira,      e modernos, como vidro e alum\u00ednio.<\/p>\n<p><strong>Usina      do Gas\u00f4metro<\/strong><\/p>\n<p>O pr\u00e9dio principal da Usina Termel\u00e9trica da Volta do Gas\u00f4metro foi inaugurado      em 1928 para abrigar a Companhia Brasileira de For\u00e7a El\u00e9trica, subsidi\u00e1ria      da Eletric, Bond &amp; Share Co., empresa norte-americana que teve o monop\u00f3lio      da eletricidade e do transporte el\u00e9trico em Porto Alegre at\u00e9 1954<\/p>\n<p>.A constru\u00e7\u00e3o, a arquitetura, a liga\u00e7\u00e3o com a mem\u00f3ria da cidade, a localiza\u00e7\u00e3o      \u00e0 beira do Gua\u00edba e a ocupa\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os pelas mais diversas formas de express\u00e3o      da cultura tornaram o local, tamb\u00e9m, ponto de refer\u00eancia entre os atrativos      tur\u00edsticos da capital.<\/p>\n<p>Fonte: www.portoalegretur.com.br<\/p>\n<h6>Porto Alegre<\/h6>\n<h2>Parques<\/h2>\n<p>Considerada      uma das cidades mais arborizadas do Brasil, com 700 mil \u00e1rvores em vias p\u00fablicas,      e apresentando um \u00edndice de 15,83 m\u00b2 de \u00e1rea verde por habitante, Porto Alegre      possui 8 (oito) parques urbanos, 1 (uma) reserva biol\u00f3gica e v\u00e1rias \u00e1reas      de preserva\u00e7\u00e3o natural.<\/p>\n<p><strong>Parque      Farroupilha<\/strong><\/p>\n<p>O      mais famoso, popular e tradicional parque de Porto Alegre, com 75 hectares      no centro da cidade.<\/p>\n<p><strong>Parque      Moinhos de Vento<\/strong><\/p>\n<p>15      hectares em uma das \u00e1reas mais ricas da cidade.<\/p>\n<p><strong>Parque      Mauricio Sirotsky Sobrinho (Parque da Harmonia)<\/strong><\/p>\n<p>55      hectares \u00e0s margens do rio Gua\u00edba. Mant\u00e9m atividades relacionadas \u00e0 cultura      do ga\u00facho.<\/p>\n<p><strong>Parque      Marinha do Brasil<\/strong><\/p>\n<p>75      hectares, essencialmente esportivo.<\/p>\n<p><strong>Parque      Saint-Hilaire<\/strong><\/p>\n<p>Linda      \u00e1rea, com 1.180 hectares.<\/p>\n<p><strong>Parque      Chico Mendes<\/strong><\/p>\n<p>25      hectares, na zona norte da cidade.<\/p>\n<p><strong>Parque      Mascarenhas de Morais<\/strong><\/p>\n<p>35      hectares, na zona oeste da cidade.<\/p>\n<p><strong>Parque      do Morro do Osso<\/strong><\/p>\n<p>112      hectares que preservam a floresta t\u00edpica da regi\u00e3o. De seu topo, pode-se ter      uma das vistas mais lindas de Porto Alegre.<\/p>\n<h2>Briques      e Feiras<\/h2>\n<p><strong>Pra\u00e7a      da Alf\u00e2ndega<\/strong><\/p>\n<p>Abriga      uma feira de couro, tecido, madeira, pedras e metais.<\/p>\n<p><strong>Rua      da Praia<\/strong><\/p>\n<p>A      mais velha e conhecida rua de Porto Alegre tornou-se um importante local de      compras. S\u00e3o dois quil\u00f4metros de extens\u00e3o, onde tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel encontrar      artistas de rua, cantadores e m\u00fasicos locais, m\u00edmicos, acrobatas e palha\u00e7os.<\/p>\n<p><strong>Parque      Farroupilha<\/strong><\/p>\n<p>Abriga      o Brique da Reden\u00e7\u00e3o, feira que re\u00fane antiqu\u00e1rios, tendas de artes pl\u00e1sticas      e de artesanato. Acontece todos os domingos, das 09h \u00e0s 15h, chegando a reunir      mais de 400 (quatrocentas) tendas. Evento imperd\u00edvel para o visitante que      deseja conhecer a cultura local. Militantes de todos os partidos defendem      suas opini\u00f5es na feira, artistas de teatro apresentam sketches das pe\u00e7as que      est\u00e3o em cartaz na cidade, capoeiristas apresentam-se no meio da rua e m\u00fasicos      (incluindo os l\u00edricos) cantam entre as barracas.<\/p>\n<h2>Museus<\/h2>\n<p>Em      busca de crescente integra\u00e7\u00e3o com setores comunit\u00e1rios e respondendo aos desafios      da informa\u00e7\u00e3o, muitos Museus oferecem seus espa\u00e7os para a realiza\u00e7\u00e3o de exposi\u00e7\u00f5es      tempor\u00e1rias, cursos, palestras, visitas monitoradas e mostras itinerantes.      As visitas aos Museus servem n\u00e3o apenas ao prop\u00f3sito &#8220;intelectual&#8221;      de divulgar a cultura, a hist\u00f3ria e o conhecimento de todas as \u00e9pocas, como      ademais \u00e0 meta &#8220;existencial&#8221; de redimensionar as vis\u00f5es de mundo      e de vida dos visitantes.<\/p>\n<p><strong>Museu      de Arte do Rio Grande do Sul &#8211; MARGS<\/strong><\/p>\n<p>Instalado      em um dos pr\u00e9dios hist\u00f3ricos mais importantes de Porto Alegre (Conferir em      Pr\u00e9dios Hist\u00f3ricos).<\/p>\n<p><strong>Museu      do Trabalho<\/strong><\/p>\n<p>Est\u00e1      localizado na Usina do Gas\u00f4metro (Conferir em Pr\u00e9dios Hist\u00f3ricos)<\/p>\n<p><strong>Museu      de Comunica\u00e7\u00e3o Social Hip\u00f3lito Jos\u00e9 da Costa<\/strong><\/p>\n<p>Rua      Riachuelo, 295 \u0096 Centro<\/p>\n<p><strong>Museu      de Arte Contempor\u00e2nea<\/strong><\/p>\n<p>Rua      dos Andradas, , 736 \u0096 6\u00ba andar da Casa de Cultura Mario Quintana \u0096      Centro<\/p>\n<p><strong>Museu      J\u00falio de Castilhos<\/strong><\/p>\n<p>Rua      Duque de Caxias, 1231 \u0096 Centro<\/p>\n<p><strong>Museu      de Eletricidade do Rio Grande do Sul<\/strong><\/p>\n<p>Rua      dos Andradas, 1223 \u0096 Centro<\/p>\n<p><strong>Museu      Antropol\u00f3gico do Rio Grande do Sul<\/strong><\/p>\n<p>Rua      Carlos Chagas, 55 \u0096 Centro<\/p>\n<p><strong>Museu      da Caixa Econ\u00f4mica Federal<\/strong><\/p>\n<p>Pra\u00e7a      da Alf\u00e2ndega, s\/n \u0096 Centro<\/p>\n<p><strong>Museu      Meridional<\/strong><\/p>\n<p>Rua      7 de Setembro, 1028 \u0096 Matriz do Banco do Meridional \u0096 Centro<\/p>\n<p><strong>Museu      do Vinho e Enoteca<\/strong><\/p>\n<p>Avenida      Presidente Jo\u00e3o Goulart, 551 \u0096 Espa\u00e7o Cultural do Trabalho, na Usina      do Gas\u00f4metro \u0096 Centro<\/p>\n<p><strong>Museu      Anchieta de Ci\u00eancias Naturais<\/strong><\/p>\n<p>Avenida      Dr. Nilo Pe\u00e7anha, 152 \u0096 Bairro Tr\u00eas Figueiras<\/p>\n<p><strong>Museu      Piratini<\/strong><\/p>\n<p>Rua      Corr\u00eaa Lima, 2118 \u0096 Morro Santa Thereza<\/p>\n<p><strong>Museu      Joaquim Felizardo (Antigo Museu de Porto Alegre)<\/strong><\/p>\n<p>Rua      Jo\u00e3o Alfredo, 582 \u0096 Cidade Baixa<\/p>\n<p><strong>Museu      de Ci\u00eancias e Tecnologia da Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica\/RS<\/strong><\/p>\n<p>Av.      Ipiranga, 6681 \u0096 Jardim Bot\u00e2nico<\/p>\n<p><strong>Museu      de Ci\u00eancias Naturais<\/strong><\/p>\n<p>Rua      Salvador Fran\u00e7a, 1427 \u0096 Jardim Bot\u00e2nico<\/p>\n<p><strong>Museu      da Brigada Militar<\/strong><\/p>\n<p>Av.      Apar\u00edcio Borges, 2001 \u0096 Partenon<\/p>\n<h2>Arte      Sepulcral<\/h2>\n<p>Como na maioria das tradicionais capitais do mundo, os cemit\u00e9rios de Porto      Alegre formam um museu ao ar livre. S\u00e3o em torno de 300 bel\u00edssimas est\u00e1tuas      que guardam t\u00famulos do per\u00edodo 1900-1940, \u00e9poca em que havia disputa entre      as fam\u00edlias abastadas na arte de ornamentar os jazigos. <\/p>\n<p>As est\u00e1tuas eram, em geral, encomendadas a escultores italianos, espanh\u00f3is      e alem\u00e3es. Os cemit\u00e9rios com maior n\u00famero de est\u00e1tuas s\u00e3o o S\u00e3o Miguel e Almas,      situado na Avenida Oscar Pereira, 418 e o da Santa Casa de Miseric\u00f3rdia (ao      lado do S\u00e3o Miguel).<\/p>\n<h2>Monumentos<\/h2>\n<p><strong>Monumento      a J\u00falio de Castilhos<\/strong><\/p>\n<p>Pra\u00e7a      Marechal Deodoro \u0096 Centro<\/p>\n<p>Executado      na Fran\u00e7a pelo escultor brasileiro D\u00e9cio Villares, foi inaugurado em 1913.      Constitui a obra de inspira\u00e7\u00e3o positivista mais importante no Estado. Representa      as tr\u00eas fases mais marcantes da vida do estadista: a da Propaganda Republicana,      a da Organiza\u00e7\u00e3o do Governo Positivista e a sua retirada do Governo. Possui      22,5 m de altura.<\/p>\n<p><strong>Fonte      Talavera de la Reina<\/strong><\/p>\n<p>Pra\u00e7a      Montevid\u00e9u \u0096 Centro<\/p>\n<p>Situada      no marco zero de Porto Alegre. Recebe o nome da cidade onde foi constru\u00edda,      pertencente \u00e0 Prov\u00edncia de Toledo, Espanha. Doada pela col\u00f4nia espanhola de      Porto Alegre, em 1935.<\/p>\n<p><strong>Monumento      aos A\u00e7orianos<\/strong><\/p>\n<p>Parque      dos A\u00e7orianos \u0096 Centro<\/p>\n<p>Homenagem      aos colonizadores portugueses. Lembra uma caravela de corpos humanos projetando-se      para o futuro.<\/p>\n<p><strong>Ponte      de Pedra<\/strong><\/p>\n<p>Parque      dos A\u00e7orianos \u0096 Centro<br \/>\n     Obras conclu\u00eddas em 1854, durante o Governo de Duque de Caxias.<\/p>\n<p><strong>La\u00e7ador<\/strong><\/p>\n<p>Pra\u00e7a      do Bombeador \u0096 S\u00e3o Jo\u00e3o<br \/>\n     Est\u00e1tua de bronze sobre pedestal de granito. Representa o ga\u00facho em sua vestimenta      t\u00edpica. Inaugurada em 1954, foi obra do escultor Ant\u00f4nio Caringi.<\/p>\n<p><strong>Monumento      ao Expedicion\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>Parque      Farroupilha. Inaugurado em 1953 em homenagem \u00e0 For\u00e7a Expedicion\u00e1ria Brasileira,      que representou a participa\u00e7\u00e3o do Brasil na Segunda Guerra Mundial.<\/p>\n<p>Fonte: www2.mre.gov.br<\/p>\n<h6>Porto Alegre<\/h6>\n<h2>Jardim      Bot\u00e2nico<\/h2>\n<p>Local      para caminhadas e contempla\u00e7\u00e3o da flora nativa e esp\u00e9cies ornamentais. Abriga      o Museu de Ci\u00eancias Naturais. Localiza-se \u00e0 Rua Salvador Fran\u00e7a, 1427.<\/p>\n<p>\u00c9      um dos recantos mais tranq\u00fcilos da Capital. Nele se encontram apraz\u00edveis recantos      com a flora nativa do sul do pa\u00eds, flora que \u00e9 objeto de pesquisas por especialistas.<\/p>\n<h2>Morro      do Osso<\/h2>\n<p>Com      143 metros de altitude, localiza-se pr\u00f3ximo ao Rio Gua\u00edba, na zona sul da      cidade, tendo em seu entorno os bairros Tristeza, Ipanema, Camaqu\u00e3 e Cavalhada.<\/p>\n<h2>Morro      do Sabi\u00e1<\/h2>\n<p>Possui      41m e aproximadamente 5ha de \u00e1rea verde. Parte do morro \u00e9 de propriedade particular      e oferece, a grupos, ampla infra-estrutura com alojamentos, quadras de esporte,      churrasqueira e restaurante que serve caf\u00e9 colonial, al\u00e9m de uma escadaria      que leva at\u00e9 \u00e0 beira do Gua\u00edba.<\/p>\n<h2>Morro      Santa Teresa<\/h2>\n<p>Com      148m \u00e9 conhecido por abrigar v\u00e1rias emissoras de r\u00e1dio e TV, al\u00e9m do Belvedere      Dep. Rui Ramos, de onde se tem uma das mais belas vistas da cidade, principalmente      durante o p\u00f4r do sol no Gua\u00edba.<\/p>\n<h2>Morro      Santana<\/h2>\n<p>\u00c9      o ponto mais alto de Porto Alegre com 311m. S\u00e3o encontrados, no local, v\u00e1rias      paisagens naturais com campos, lagos, cachoeiras e cascatas. Sua flora apresenta      diversas esp\u00e9cies de \u00e1rvores nativas e ex\u00f3ticas que podem ser observadas nas      caminhadas por dentro da mata. O morro tem sua import\u00e2ncia hist\u00f3rica por ter      abrigado, em 1740, uma sentinela de propriedade de Jer\u00f4nimo de Ornellas Menezes,      fundador oficial de Porto Alegre.<\/p>\n<h2>Parque      Harmonia<\/h2>\n<p>Nos      fins de semana os portoalegrenses v\u00e3o para o parque, onde assam seu churrasco,      \u00e0 sombra das frondosas \u00e1rvores ali existentes. E no m\u00eas de setembro o parque      se transforma em um enorme acampamento crioulo, onde est\u00e3o presentes todos      os piquetes e centros de tradi\u00e7\u00e3o do estado.<\/p>\n<h2>Parque      Marinha do Brasil<\/h2>\n<p>\u00c9      um dos maiores e mais bem equipados da cidade. Possui quadras de esportes,      como futebol, volei e basquete, e pistas de skate, patina\u00e7\u00e3o, ciclismo, atletismo,      equipamento de gin\u00e1stica, n\u00e3o faltando, uma pra\u00e7a infantil<\/p>\n<h2>P\u00f3rtico      Central do Cais do Porto<\/h2>\n<p>Encomendado      em Paris no ano de 1919, \u00e9 uma lev\u00edssima estrutura de ferro emoldurada com      &#8220;vitreaux&#8221;. Servia de entrada principal da cidade numa \u00e9poca em      que os ilustres visitantes chegavam \u00e0 cidade a bordo dos &#8220;paquetes&#8221;,      as embarca\u00e7\u00f5es da \u00e9poca. Tombado pelo Patrim\u00f4nio Nacional em 1983.<\/p>\n<h2>Biblioteca      P\u00fablica Estadual<\/h2>\n<p>Constru\u00e7\u00e3o      iniciada em 1912 e conclu\u00edda em 1922. Em estilo neocl\u00e1ssico, seu interior      e fachada apresentam tra\u00e7os da doutrina positivista de Augusto Comte. O acervo      da Biblioteca e um dos mais bem equipados do sul do pa\u00eds. No Sal\u00e3o Mourisco,      recoberto em ouro e dedicado a recitais, encontra-se o acervo art\u00edstico do      legado mouro. Tombado pelo Patrim\u00f4nio Estadual em 1986.<\/p>\n<h2>Casa      de Cultura M\u00e1rio Quintana<\/h2>\n<p>Pr\u00e9dio      em estilo barroco constru\u00eddo no in\u00edcio do s\u00e9culo, com projeto do arquiteto      alem\u00e3o Theo Wiederspahn. O antigo Hotel Majestic, foi resid\u00eancia de uma das      mais ilustres figuras do RS e do Brasil: o poeta M\u00e1rio Quintana. Restaurado      em 1990, passou a abrigar um dos mais completos centros culturais da Am\u00e9rica      Latina. Tombado pelo Patrim\u00f4nio Estadual em 1982.<\/p>\n<h2>Catedral      Metropolitana Nossa Senhora Madre de Deus<\/h2>\n<p>A      Catedral teve sua pedra fundamental lan\u00e7ada em 1921, mas sua constru\u00e7\u00e3o deu-se      por conclu\u00edda somente em 1986. Apresenta estilo inspirado na Renascen\u00e7a Italiana      sendo que as torres, inauguradas em 1971, lembram o modelo das constru\u00eddas,      no RS, na \u00e9poca das miss\u00f5es jesu\u00edticas. A c\u00fapula, de 75m de altura e 18m de      di\u00e2metro \u00e9 uma das maiores do mundo. Os tr\u00eas pain\u00e9is de mosaico, na fachada,      foram executados nas oficinas do Vaticano.<\/p>\n<h2>Chal\u00e9      da Pra\u00e7a XV<\/h2>\n<p>Situado      junto ao Largo Gl\u00eanio Peres, \u00e9 um dos mais tradicionais bar-chopp-restaurante      da cidade e onde se concentram os \u00faltimos fot\u00f3grafos lambe-lambe. Em estilo      b\u00e1varo com tra\u00e7os &#8220;art noveau&#8221;, o centen\u00e1rio Chal\u00e9 foi fabricado      em estrutura de a\u00e7o desmont\u00e1vel, mantendo at\u00e9 hoje os lustres e ladrilhos      originais.<\/p>\n<h2>Correios      e Tel\u00e9grafos<\/h2>\n<p>Constru\u00eddo      no in\u00edcio do s\u00e9culo, o pr\u00e9dio se caracteriza pela influ\u00eancia da arquitetura      barroca germ\u00e2nica. As torres assim\u00e9tricas, com c\u00fapulas em bronze, lembram      os capacetes do ex\u00e9rcito prussiano. Ao centro do pr\u00e9dio est\u00e1 o Atlante, personagem      da mitologia grega condenado a sustentar o mundo em suas costas. Uma figura      feminina representando o velho continente, a figura de um adolescente masculino,      representando o novo continente, integram o conjunto. Tombado pelo Patrim\u00f4nio      Nacional em 1981.<\/p>\n<h2>Est\u00e1tua      do La\u00e7ador<\/h2>\n<p>Est\u00e1tua      em bronze sobre pedestal de granito. Representa o ga\u00facho em sua vestimenta      t\u00edpica campeira. Foi executada pelo escultor Ant\u00f4nio Caringi que teve como      modelo o tradicionalista Paix\u00e3o C\u00f4rtes. Inaugurada em 1954 como s\u00edmbolo dos      votos de boas-vindas \u00e0queles que chegam \u00e0 capital do RS.<\/p>\n<h2>Fonte      Talavera de La Reina<\/h2>\n<p>Constru\u00edda      em Talavera de La Reina, Prov\u00edncia de Toledo, Espanha, foi doada \u00e0 cidade      pela col\u00f4nia espanhola de Porto Alegre em 1935, por ocasi\u00e3o do Centen\u00e1rio      da Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha. \u00c9 onde se localiza o marco zero da cidade. Tombada      pelo munic\u00edpio em 1979.<\/p>\n<h2>Igreja      Nossa Senhora das Dores<\/h2>\n<p>\u00c9      a igreja mais antiga da cidade. Sua constru\u00e7\u00e3o estendeu-se por 97 anos &#8211; de      1807 a 1904 -iniciando sobre o risco t\u00edpico do barroco portugu\u00eas, e terminando      com um certo resqu\u00edcio germ\u00e2nico em sua fachada. As tr\u00eas esculturas da fachada,      obras do artista Jo\u00e3o Vicente Friederichs, representam a Esperan\u00e7a, a Caridade      e a F\u00e9. Foi tombada pelo Patrim\u00f4nio Federal em 1938. Segundo a lenda, a maldi\u00e7\u00e3o      de um escravo impediu que a constru\u00e7\u00e3o da igreja fosse conclu\u00edda.<\/p>\n<h2>Igreja      S\u00e3o Jos\u00e9<\/h2>\n<p>Igreja      come\u00e7ou a funcionar em uma casa, na Rua Marechal Floriano. Depois passou para      a Rua S\u00e3o Rafael (atual Alberto Bins), quando descendentes de imigrantes alem\u00e3es      decidiram construir um templo condigno. Encomendaram de Jos\u00e9 Lutzenberger,      arquiteto e desenhista alem\u00e3o, radicado na cidade, o projeto arquitet\u00f4nico,      iniciando-se as obras em 1924. Os altares de m\u00e1rmore foram foram confeccionados      pelo escultor Andr\u00e9 Arjonas.Hoje, com o seu interior reformado, a Igreja S\u00e3o      Jos\u00e9, onde se realizam concertos em finais de semana, constitui-se em uma      dos mais belos templos de Porto Alegre.<\/p>\n<h2>Largo      Gl\u00eanio Peres<\/h2>\n<p>Inaugurado      em 1922, d\u00e1 lugar a manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edstico culturais e pol\u00edticas. A pavimenta\u00e7\u00e3o      resgata o desenho que existia em frente ao pr\u00e9dio da Prefeitura na d\u00e9cada      de 30, semelhante a um tapete persa composto por lajotas em basalto cinza      e pedras portuguesas nas cores preto, branco e rosa. \u00c9 onde est\u00e1 localizado      o Bonde modelo J.G. Brill, utilizado na d\u00e9cada de 30.<\/p>\n<h2>Mercado      P\u00fablico Central<\/h2>\n<p>Inaugurado      em 1869, apresenta estilo neocl\u00e1ssico. O segundo piso s\u00f3 foi conclu\u00eddo no      ano de 1913, ap\u00f3s ter sofrido um inc\u00eandio. Entre os anos de 1995 e 1996 passou      por uma grande reforma modificando sua estrutura interna e restaurando sua      parte externa. Em suas mais de cem lojas encontram-se especiarias e produtos      t\u00edpicos da cultura ga\u00facha em suas 117 lojas. Restaurantes, lanchonetes e sorveterias      complementam a oferta de bens e servi\u00e7os. Foi tombado pelo munic\u00edpio em 1979.<\/p>\n<h2>Monumento      \u00e0 J\u00falio de Castilhos<\/h2>\n<p>Executado      na Fran\u00e7a pelo escultor brasileiro D\u00e9cio Villares, foi inaugurado pelo Governo      do Estado em janeiro de 1913. De concep\u00e7\u00e3o positivista, representa as tr\u00eas      fases mais marcantes da vida do estadista: a da Propaganda Republicana, a      da Organiza\u00e7\u00e3o do Governo Positivista e a fase posterior \u00e0 sua retirada do      Governo. Possui 22,5m de altura.<\/p>\n<h2>Monumento      ao Expedicion\u00e1rio<\/h2>\n<p>Inaugurado      em 1953 numa homenagem \u00e0 For\u00e7a Expedicion\u00e1ria Brasileira. Constru\u00eddo em granito,      apresenta-se como um duplo Arco do Triunfo com esculturas em relevo que representam      os soldados das diversas armas da F.E.B.<\/p>\n<h2>Monumento      aos A\u00e7orianos ( Parque )<\/h2>\n<p>Obra      de Carlos Thenius em homenagem aos colonizadores portugueses. O Monumento      lembra uma caravela composta de corpos humanos projetando-se para o futuro.<\/p>\n<h2>Museu      de Arte do Rio Grande do Sul &#8211; MARGS<\/h2>\n<p>De      estilo predominantemente neocl\u00e1ssico, o pr\u00e9dio foi projetado pelo arquiteto      alem\u00e3o Theo Wiederspahn. Originalmente era sede da Delegacia Fiscal do Tesouro      Nacional. Atualmente, abriga a maior cole\u00e7\u00e3o de obras do RS, muitas delas      assinadas por renomados artistas locais, nacionais e internacionais. Os espa\u00e7os      internos apresentam ilumina\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de &#8220;vitreaux&#8221; que ornamenta      o teto do sal\u00e3o principal, caracter\u00edstica que passou a ser desenvolvida na      Europa na d\u00e9cada de 20. O pr\u00e9dio foi tombado pelo Patrim\u00f4nio Estadual em 1983.<\/p>\n<h2>Museu      de Comunica\u00e7\u00e3o Social Hip\u00f3lito Jos\u00e9 da Costa<\/h2>\n<p>De      estilo ecl\u00e9tico, o hist\u00f3rico pr\u00e9dio foi sede do Jornal &#8220;A Federa\u00e7\u00e3o&#8221;,      ve\u00edculo ligado ao Partido Republicano Rio-Grandense no per\u00edodo de 1922 a 1937.      O Museu foi criado em 1974 e conta com cerca de 8 mil t\u00edtulos, entre completas      cole\u00e7\u00f5es de jornais e revistas, datados desde o ano de 1920. Apresenta, tamb\u00e9m,      acervo relacionado \u00e0 imagem e ao som. Tombado pelo Patrim\u00f4nio Estadual em      1982.<\/p>\n<h2>Museu      do Trabalho<\/h2>\n<p>Inaugurado      em dezembro de 1982, apresenta acervo composto por equipamentos e materiais      que retratam a evolu\u00e7\u00e3o das atividades produtivas no RS e sua dimens\u00e3o sociol\u00f3gica.      Abriga, ainda, exposi\u00e7\u00e3o de artes pl\u00e1sticas, e atividades relacionadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o      cultural.<\/p>\n<h2>Museu      J\u00falio de Castilhos<\/h2>\n<p>O      pr\u00e9dio, constru\u00eddo em 1887, \u00e9 um belo modelo de resid\u00eancia urbana e nobre      do s\u00e9culo XIX. Nela residiu, entre 1898 e 1903, o ex-presidente do Estado      J\u00falio de Castilhos. \u00c9 o mais antigo museu do Rio Grande do Sul, instalado      no casar\u00e3o em 1905. Conta com valioso acervo hist\u00f3rico, art\u00edstico e cultural      ligado \u00e0 hist\u00f3ria e \u00e0 forma\u00e7\u00e3o do povo ga\u00facho, o qual foi tombado pelo Patrim\u00f4nio      Nacional em 1938. J\u00e1 o Pr\u00e9dio foi tombado pelo Patrim\u00f4nio Estadual em 1982.<\/p>\n<h2>Pal\u00e1cio      Piratini<\/h2>\n<p>Sede      do Governo Estadual desde 1921. Em estilo Luiz XVI, foi projetado pelo arquiteto      franc\u00eas Maurice Gras. Possui pain\u00e9is internos assinados pelo renomado pintor      italiano Aldo Locatelli, destacando-se os que retratam a Lenda do Negrinho      do Pastoreio, a mais popular do RS. As duas figuras na porta de entrada representam      a Agricultura e a Ind\u00fastria. Tombado pelo Patrim\u00f4nio Estadual em 1986.<\/p>\n<h2>Ponte      de Pedra<\/h2>\n<p>Constru\u00edda      durante o governo de Duque de Caxias, suas obras foram conclu\u00eddas em 1854.      A ponte, de tr\u00eas arcos planos, permitia a liga\u00e7\u00e3o vi\u00e1ria do centro com as      antigas ch\u00e1caras da cidade. Tombada pelo munic\u00edpio em 1979, \u00e9 valorizada por      sua completa integra\u00e7\u00e3o ao projeto paisag\u00edstico da capital.<\/p>\n<h2>Prefeitura      de Porto Alegre &#8211; Pa\u00e7o dos A\u00e7orianos<\/h2>\n<p>Em      estilo neocl\u00e1ssico, sua constru\u00e7\u00e3o teve in\u00edcio em 1898. A import\u00e2ncia hist\u00f3rica      desta edifica\u00e7\u00e3o mostra, nas formas e na estatut\u00e1ria, a influ\u00eancia da doutrina      positivista. Em frente \u00e0 Prefeitura encontra-se a Fonte Talavera de La Reina,      presente da col\u00f4nia espanhola em 1935, em ocasi\u00e3o da comemora\u00e7\u00e3o do centen\u00e1rio      da Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha. As esculturas que ornamentam a fachada representam      a Economia, a Educa\u00e7\u00e3o e a Pol\u00edtica. Foi tombada pelo munic\u00edpio em 1979.\u00c9      onde se localiza o marco zero da cidade.<\/p>\n<h2>Solar      dos C\u00e2mara<\/h2>\n<p>Constru\u00eddo      em 1818, no estilo dos casar\u00f5es coloniais portugueses, serviu de resid\u00eancia      a importantes personagens da hist\u00f3ria pol\u00edtica do Brasil, e, em especial,      do Rio Grande do Sul. No seu interior encontram-se pinturas murais de v\u00e1rios      estilos decorativos, de acordo com a varia\u00e7\u00e3o da moda da \u00e9poca. Tombado pelo      Patrim\u00f4nio Nacional em 1963, atualmente abriga o Centro de Documenta\u00e7\u00e3o da      Hist\u00f3ria Pol\u00edtica do RS.<\/p>\n<h2>Theatro      S\u00e3o Pedro<\/h2>\n<p>De      estilo barroco portugu\u00eas, foi inaugurado em Junho de 1858, \u00e9poca em que Porto      Alegre denominava-se Prov\u00edncia de S\u00e3o Pedro. \u00c9 uma das mais belas casas de      espet\u00e1culo do pa\u00eds, decorada em veludo e ouro, sendo a plat\u00e9ia em forma de      ferradura. Tombado pelo Patrim\u00f4nio Estadual em 1984.<\/p>\n<h2>Travessa      dos Venezianos<\/h2>\n<p>S\u00e3o      15 casas populares constru\u00eddas no in\u00edcio deste s\u00e9culo, caracterizando-se como      um exemplar remanescente das antigas &#8220;avenidas&#8221; constru\u00eddas em terrenos      particulares para abrigar o proletariado. Tombada pelo munic\u00edpio em 1980.<\/p>\n<p>Fonte: www.citybrazil.com.br<\/p>\n<h6>Porto Alegre<\/h6>\n<h2>Clima      de Porto Alegre<\/h2>\n<p>Em      Porto Alegre as quatro esta\u00e7\u00f5es s\u00e3o bem definidas.<\/p>\n<p><strong>As      temperaturas variam de acordo com a esta\u00e7\u00e3o e seguem essas m\u00e9dias:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Primavera      (23 de setembro a 21 de dezembro)<\/strong><\/p>\n<p>M\u00e9dias      de 15\u00b0C a 30\u00b0C.<\/p>\n<p><strong>Ver\u00e3o      (21 de dezembro a 21 de mar\u00e7o)<\/strong><\/p>\n<p>M\u00e9dias      25\u00b0C a 38\u00b0C.<\/p>\n<p><strong>Outono      (21 de mar\u00e7o a 21 de junho)<\/strong><\/p>\n<p>M\u00e9dias      de 10\u00b0C a 25\u00b0C.<\/p>\n<p><strong>Inverno      (21 de junho a 23 de setembro)<\/strong><\/p>\n<p>M\u00e9dias      2\u00b0C a 15\u00b0C.<\/p>\n<h2>Como      chegar a Porto Alegre<\/h2>\n<p>O      acesso a Porto Alegre para quem vem do norte, pelo litoral, \u00e9 a BR-101. Muito      cuidado, porque ela \u00e9 movimentada, especialmente no trecho Florian\u00f3polis-Os\u00f3rio.      A partir de Maquin\u00e9, j\u00e1 no Rio Grande do Sul, a estrada passa a ser a BR-290,      e percorre-se mais 105 quil\u00f4metros at\u00e9 a capital ga\u00facha.<\/p>\n<p>H\u00e1      voos para a capital ga\u00facha saindo das principais cidades brasileiras. O Aeroporto      Internacional Salgado Filho (Avenida Severo Dulius, 90010.<\/p>\n<p>Tem      37,6 mil metros quadrados de \u00e1rea constru\u00edda e quatro pavimentos, podendo      receber at\u00e9 28 aeronaves de grande porte, simultaneamente.<\/p>\n<h2><strong>Gastronomia<\/strong><\/h2>\n<p>Apenas      os vegetarianos visitam Porto Alegre sem se esbaldar com o famoso churrasco      ga\u00facho. A culin\u00e1ria da cidade se baseia na tradi\u00e7\u00e3o ga\u00facha, que une a gastronomia      \u00e9tnica e t\u00edpica. T\u00edpico na cidade \u00e9 visitar uma churrascaria que apresente      shows ao vivo com m\u00fasicas nativistas e dan\u00e7as folcl\u00f3ricas. Os CTGs (Centros      de Tradi\u00e7\u00f5es Ga\u00fachas) tamb\u00e9m s\u00e3o uma boa dica para conhecer a tradicional      gastronomia da cidade. Como nem s\u00f3 de \u00f3timas carnes vive a cidade, o bairro      Moinhos de Vento concentra muitas op\u00e7\u00f5es gastron\u00f4micas de qualidade.<\/p>\n<h2>Atra\u00e7\u00f5es      em Porto Alegre<\/h2>\n<p><strong>Brique      da Reden\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>As      crian\u00e7as v\u00e3o se esbaldar nessa imensa \u00e1rea verde, tamb\u00e9m chamada de Parque      Farroupilha. Localizado perto do centro de Porto Alegre, o Brique tem quadras      esportivas e um parque de divers\u00f5es, para a alegria da garotada. Um pequeno      zool\u00f3gico tamb\u00e9m est\u00e1 entre as atra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Jardim      Bot\u00e2nico<\/strong><\/p>\n<p>Um      complexo, formado pelo Jardim Bot\u00e2nico e pelo Museu de Ci\u00eancias Naturais,      exibe um acervo natural com mais de 100 esp\u00e9cies. Aberto em 1958, o Jardim      Bot\u00e2nico de Porto Alegre \u00e9 hoje considerado um dos cinco maiores do Brasil.      Ele possui uma \u00e1rea de 39 hectares e disp\u00f5e de visitas guiadas, mediante agendamento.<\/p>\n<p><strong>Parque      Marinha do Brasil<\/strong><\/p>\n<p>Avenida      Borges de Medeiros \u0096 Praia de Belas.<\/p>\n<p>Inaugurado      em 1978, o parque tem \u00e1rea de 715 mil metros quadrados e ocupa um espa\u00e7o sobre      a \u00e1rea aterrada na orla do Gua\u00edba. Ligando o centro de Porto Alegre \u00e0 zona      sul, o Parque Marinha do Brasil oferece equipamentos de lazer e de esportes.      H\u00e1 quadras de futebol de sal\u00e3o, v\u00f4lei, t\u00eanis, basquete, al\u00e9m de pistas de      patina\u00e7\u00e3o, skate (a maior do Brasil), ciclismo e atletismo. O local \u00e9 bem      disputado para caminhadas e passeios de bicicleta. De l\u00e1 tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel      avistar o p\u00f4r-do-sol da cidade.<\/p>\n<h2>Arredores      de Porto Alegre<\/h2>\n<p><strong>Praia      do Lami<\/strong><\/p>\n<p>Fica      a cerca de 39 quil\u00f4metros do centro de Porto Alegre e \u00e9 um balne\u00e1rio de \u00e1gua      doce com extens\u00e3o de aproximadamente 1500 metros, \u00e0 margem esquerda do Lago      Gua\u00edba. Muitas fam\u00edlias frequentam o local, e uma das atra\u00e7\u00f5es \u00e9 fazer \u0093churrascada\u0094      debaixo das \u00e1rvores.<\/p>\n<p><strong>Bel\u00e9m      Novo<\/strong><\/p>\n<p>Outra      praia de \u00e1gua doce, \u00e0 margem do Gua\u00edba, Bel\u00e9m Novo fica a 20 quil\u00f4metros do      centro de Porto Alegre.<\/p>\n<p><strong>Parque      de Itapu\u00e3<\/strong><\/p>\n<p>Fica      a 57 quil\u00f4metros de Porto Alegre. Vale a pena visitar esse lugar que concentra      campos, matas, dunas, praias, lagoas e morros, tudo \u00e0s margens do lago Gua\u00edba      e da laguna dos Patos. Criado em 1973, o Parque de Itapu\u00e3 chegou a ficar bastante      tempo fechado, mas reabriu em abril de 2002. Ele ocupa uma \u00e1rea de 5,5 mil      hectares de solo hist\u00f3rico: ali foi palco de combate durante a Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha.      As praias abertas para visita\u00e7\u00e3o s\u00e3o a das Pombas, da Pedreira e Praia de      Fora. H\u00e1, ainda, trilhas, como a da On\u00e7a, ideal para iniciantes, e a da Vis\u00e3o,      com as melhores vistas de Itapu\u00e3.<\/p>\n<p><strong>Caminhos      Rurais<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9      poss\u00edvel se sentir na zona rural mesmo dentro de Porto Alegre. A capital ga\u00facha      tem uma rica \u00e1rea rural, a segunda maior do Brasil em uma capital, localizada      na zona sul, onde as pessoas podem usufruir do contato com a natureza, colher      frutas do p\u00e9, entre outras atividades. Os Caminhos Rurais de Porto Alegre      \u00e9 uma chance de misturar lazer com essa experi\u00eancia, al\u00e9m de fazer trilhas      ecol\u00f3gicas, visita\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o ambiental e a\u00e7udes para pesca      e recrea\u00e7\u00e3o infantil. Uma dica \u00e9 a visita ao Santu\u00e1rio M\u00e3e de Deus, que oferece      vista panor\u00e2mica da cidade, no Morro Pedra Redonda.<\/p>\n<p><strong>Torres<\/strong><\/p>\n<p>Quem      estiver disposto a se afastar mais de Porto Alegre pode conhecer Torres, a      197 quil\u00f4metros da capital ga\u00facha, no litoral norte e j\u00e1 na divisa com Santa      Catarina. A cidade \u00e9 muito procurada por surfistas. As praias quase desertas      atraem pessoas em busca de um contato tranquilo com a natureza.<\/p>\n<p>Fonte: turismo.ig.com.br<\/p>\n<h6>Porto Alegre<\/h6>\n<p>A      capital de estado mais ao sul do Brasil tem um nome sugestivo. S\u00f3 as palavras      &#8216;Porto&#8217; e &#8216;Alegre&#8217; passam a quem n\u00e3o conhece uma grande tranquilidade e d\u00e3o      a ideia de um lugar calmo e feliz. Apesar de ter 1,5 milh\u00e3o de habitantes,      ainda conserva os ares e as tradi\u00e7\u00f5es de uma cidade pequena, n\u00e3o faltando      quem queira passear pelos parques domingo de manh\u00e3, preparar um bom churrasco      ou se deliciar num chimarr\u00e3o com o vizinho.<\/p>\n<p>Em      Porto Alegre, a fala quase cantada dos ga\u00fachos \u00e9 capaz de encantar quem n\u00e3o      est\u00e1 acostumado ou quem adora ouvir os sotaques dos quatro cantos do Brasil.      Com um ar europeu e clima mais ainda, na cidade hoje se proliferam os caf\u00e9s      &#8211; \u00f3timos lugares para voc\u00ea descansar das andan\u00e7as pelo Centro.<\/p>\n<h2>&#8221;      Na hora das compras, todos os caminhos levam ao Mercado P\u00fablico Municipal      &#8220;<\/h2>\n<p>A      cidade do grande poeta Mario Quintana (que hoje tem uma Casa de Cultura em      sua homenagem) e do pai da dor-de-cotovelo &#8211; Lupic\u00ednio Rodrigues &#8211; \u00e9 famosa      por seu Centro, onde h\u00e1 tr\u00eas importantes n\u00facleos hist\u00f3rico-culturais. No da      Pra\u00e7a da Alf\u00e2ndega, est\u00e3o o Museu de Artes do Rio Grande do Sul, o Memorial      do Rio Grande do Sul, o Clube do Com\u00e9rcio etc.\u00a0<\/p>\n<p>No      n\u00facleo da Pra\u00e7a da Matriz est\u00e3o a Catedral Metropolitana (que al\u00e9m de ter      uma das maiores c\u00fapulas do mundo, tem tr\u00eas pain\u00e9is na fachada executados na      oficina do Vaticano), o monumento a J\u00falio de Castilhos (presidente do estado      do RS no final do s\u00e9culo XIX), a Biblioteca P\u00fablica, a sede do governo estadual      e a Assembl\u00e9ia Legislativa, dentre outros. Nas proximidades est\u00e3o o Museu      J\u00falio de Castilhos, com pe\u00e7as das culturas ga\u00facha, ind\u00edgena, missioneira,      da Farroupilha e Guerra do Paraguai e o Solar dos C\u00e2mara, um espa\u00e7o cultural      com centro de documenta\u00e7\u00e3o, pesquisa e biblioteca.<\/p>\n<p>E      no terceiro n\u00facleo, o das pra\u00e7as XV e Montevid\u00e9u, est\u00e3o o Largo Gl\u00eanio Peres,      o charmoso chal\u00e9 da Pra\u00e7a XV, a Fonte Talavera de la Reina, a Prefeitura e      o Mercado P\u00fablico Municipal, um \u00f3timo lugar para fazer compras. S\u00f3 de imaginar      Porto Alegre e seu Centro Hist\u00f3rico, j\u00e1 d\u00e1 a maior vontade de conhecer. E      o melhor \u00e9 que \u00e9 tudo pertinho, voc\u00ea pode ir a p\u00e9. Se preferir, h\u00e1 passeios      gratuitos, que acontecem aos s\u00e1bados, especialmente para levar os visitantes      a esses tr\u00eas n\u00facleos. \u00c9 o Viva o Centro a P\u00e9, um projeto orientado por especialistas      em Hist\u00f3ria e Arquitetura.<\/p>\n<p>A      caracter\u00edstica de cidade pequena est\u00e1 presente em Porto Alegre tamb\u00e9m no contato      com a natureza. Ao chegar na cidade, voc\u00ea logo vai ouvir falar no famoso &#8216;Brique      da Reden\u00e7\u00e3o&#8217;. Antes que voc\u00ea tente adivinhar o que seria o &#8216;brique&#8217;, explicamos:      O Parque Farroupilha, a mais antiga e a principal \u00e1rea de lazer da capital,      \u00e9 conhecido como &#8216;Reden\u00e7\u00e3o&#8217; pelos porto-alegrenses. Aos domingos, vira ponto      de encontro para os moradores na tradicional feira, uma esp\u00e9cie de Mercado      de Pulgas &#8211; que \u00e9 o brique. Coisas para fazer no parque n\u00e3o faltam: voc\u00ea pode      andar de pedalinho, levar seu filho ao parque de divers\u00f5es e ao minizool\u00f3gico.<\/p>\n<p>Pessoas      bonitas est\u00e3o em todos os cantos de Porto Alegre, mas se voc\u00ea procura o point,      v\u00e1 ao Parque Moinhos de Vento (ou Parc\u00e3o, para os moradores da cidade). Situado      numa das \u00e1reas nobres de Porto Alegre, tem lago, minicascata, r\u00e9plica de um      moinho de vento e pista para caminhadas. E ao redor h\u00e1 bares, cinemas, lojas      e academias, o que faz do lugar um ponto de encontro dia e noite.<\/p>\n<p>Ligando      o centro da cidade \u00e0 zona sul est\u00e1 o Parque Marinha do Brasil &#8211; e quase unido      a ele, o Parque Maur\u00edcio Sirotsky Sobrinho &#8211; um complexo tur\u00edstico junto ao      rio Gua\u00edba, perfeito para apreciar o p\u00f4r-do-sol. E que tal um passeio de barco      pelas \u00e1guas do Gua\u00edba? O visual \u00e9 maravilhoso e a viagem, com certeza, inesquec\u00edvel.      As sa\u00eddas s\u00e3o do Port\u00e3o Central do Cais do Porto ou do ancoradouro da Usina      do Gas\u00f4metro.<\/p>\n<p>Ir      a Porto Alegre e n\u00e3o experimentar um verdadeiro churrasco ga\u00facho \u00e9 como ir      a Roma e n\u00e3o ver o Papa. Para voc\u00ea que n\u00e3o mora na regi\u00e3o sul, n\u00e3o pense que      o churrasco que voc\u00ea est\u00e1 acostumado a comer \u00e9 o tradicional ga\u00facho. De acordo      com os moradores, a melhor carne \u00e9 a costela de gado, mas o churrasco pode      ser feito at\u00e9 com carne de ovelha.<\/p>\n<p>J\u00e1      consumida pelos \u00edndios tupis-guaranis, a erva mate chegou a ser condenada      pelos jesu\u00edtas. Hoje \u00e9 um h\u00e1bito do ga\u00facho. Mesmo em Porto Alegre, \u00e9 comum      ver pelas ruas homens com cuias, bombas e garrafas t\u00e9rmicas com \u00e1guas quentes      para degustar a erva-mate sem a\u00e7\u00facar &#8211; o tradicional chimarr\u00e3o. Para conhecer      um pouco mais dessa cultura, v\u00e1 ao Mercado P\u00fablico. Nas bancas voc\u00ea encontra      expostos os diversos tipos de erva e os utens\u00edlios para prepar\u00e1-la.<\/p>\n<p>Fonte: www.feriasbrasil.com.br<\/p>\n<h6>Porto Alegre<\/h6>\n<h2>Hino      de Porto Alegre<\/h2>\n<p><strong>Composi\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Breno      Outeiral<br \/>\n<strong>Decreto n\u00ba:<\/strong>\u00a08451      de 24\/07\/84<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong>Porto      Alegre Valerosa<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\">Porto      Alegre &#8220;Valerosa&#8221;<br \/>\n     Com teu c\u00e9u de puro azul<br \/>\n     \u00c9s a j\u00f3ia mais preciosa<br \/>\n     Do meu Rio Grande do Sul<\/p>\n<p class=\"imagem\">Tuas      mulheres s\u00e3o belas<br \/>\n     T\u00eam a do\u00e7ura e a gra\u00e7a<br \/>\n     Das \u00e1guas, espelho delas,<br \/>\n     Do Gua\u00edba que te abra\u00e7a<\/p>\n<p class=\"imagem\">E      quem viu teu sol poente<br \/>\n     N\u00e3o esquece tal vis\u00e3o<br \/>\n     Quem viveu com tua gente<br \/>\n     Deixa aqui o cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>Bandeira      de Porto Alegre<\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa32.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><\/p>\n<p>A\u00a0<strong>Bandeira      do Munic\u00edpio de Porto Alegre<\/strong>\u00a0foi      criada em 12 de julho de 1974 no governo do Prefeito Telmo Thompson Flores,      atrav\u00e9s da lei n\u00famero 3893.<\/p>\n<p>A      Bandeira, \u00e9 toda branca tendo ao centro, em sentido vertical, a aplica\u00e7\u00e3o      do bras\u00e3o de armas da cidade.<\/p>\n<p><strong>Sua      confec\u00e7\u00e3o, em tecido, pode ser executada em v\u00e1rias dimens\u00f5es adotadas para      a confec\u00e7\u00e3o de bandeiras oficiais, que podem ser as seguintes:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Tipo      1:<\/strong>\u00a0com      um pano de 45 cent\u00edmetros de largura;<br \/>\n<strong>Tipo 2:\u00a0<\/strong>com      dois panos de largura;<br \/>\n<strong>Tipo 3:\u00a0<\/strong>tr\u00eas      panos de largura;<br \/>\n<strong>Tipo 4:\u00a0<\/strong>quatro      panos de largura;<br \/>\n<strong>Tipo 5:\u00a0<\/strong>cinco      panos de largura;<br \/>\n<strong>Tipo 6:\u00a0<\/strong>seis      panos de largura;<br \/>\n<strong>Tipo 7:\u00a0<\/strong>sete      panos de largura.<\/p>\n<p>Al\u00e9m      dos tipos normais poder\u00e3o ser fabricadas em dimens\u00f5es maiores, menores ou      intermedi\u00e1rias, conforme exigirem as condi\u00e7\u00f5es de uso, dever\u00e1 ser mantida,      no entanto, as propor\u00e7\u00f5es devidas.<\/p>\n<h2>Bras\u00e3o      de Porto Alegre<\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa33.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><\/p>\n<p>O      bras\u00e3o de Porto Alegre foi desenhado por Francisco Bellanca e aprovado pela      Lei no. 1030, de 22 de janeiro de 1953. Durante a gest\u00e3o do Prefeito Ildo      Meneghetti foi mandado confeccionar o bras\u00e3o de Porto Alegre, atrav\u00e9s da Lei      no. 1947.<\/p>\n<p><strong>Significadodos      s\u00edmbolos apresentados:<\/strong><\/p>\n<p><strong>A      cruz de Cristo<\/strong><\/p>\n<p>Recorda      a origem crist\u00e3 e portuguesa da nossa gente, foi usada na \u00e9poca dos descobrimentos.<\/p>\n<p><strong>O      Port\u00e3o Colonial<\/strong><\/p>\n<p>Era      o marco da entrada da cidade. Ele existiu em Porto Alegre, foi constru\u00eddo      em 1773 quando Jos\u00e9 Marcelino de Figueiredo transportou a capital da Capitania      de S\u00e3o Pedro. Relembra a organiza\u00e7\u00e3o da cidade, pois era fechado \u00e0s 22 horas,      separando o centro da cidade dos arrabaldes.<\/p>\n<p>A      vida da cidade passou a acontecer a partir do Largo do Port\u00e3o, em suas imedia\u00e7\u00f5es      construiu-se a Santa Casa de Miseric\u00f3rdia, e a Pra\u00e7a do Port\u00e3o passou a denominar-se      em 1873 Pra\u00e7a General Marques e, em 1912, Conde do Porto Alegre. O Port\u00e3o      Colonial tamb\u00e9m relembra a instala\u00e7\u00e3o do Clero, do Senado, da C\u00e2mara e da      Justi\u00e7a.<\/p>\n<p>Sustentado      por um pali\u00e7al e assentado sobre um filete de outro que representa o solo      rico da cidade, pois todo o terreno era plantado, agricultado e repleto de      granito do qual saiu a maioria dos pedestais que sustentam os monumentos de      Porto Alegre.<\/p>\n<p><strong>A      Caravela<\/strong><\/p>\n<p>Recorda      a Nau da Nossa Senhora da Alminha que, segundo a tradi\u00e7\u00e3o, trouxe \u00e0 regi\u00e3o      do ent\u00e3o Porto dos Dornelles ou de Viam\u00e3o, os casais de a\u00e7orianos que inauguram      em 1751 o povoamento oficial do lugar, hoje Porto Alegre.<\/p>\n<p><strong>A      Coroa Mural de Ouro<\/strong><\/p>\n<p>A      Coroa Mural de Ouro, de cinco torres, significa cidade grande, cidade cabe\u00e7a,      capital. Na fam\u00edlia, o homem \u00e9 o cabe\u00e7a do lar, segundo a B\u00edblia o homem \u00e9      a cabe\u00e7a do casal e a mulher \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o. Assim, tamb\u00e9m, em um Estado, a capital      \u00e9 a cidade cabe\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>O      Listel de Gole<\/strong><\/p>\n<p>Carregado      das letras de prata, recorda o hero\u00edsmo da nossa gente nas lutas pol\u00edticas      e sociais.<\/p>\n<p><strong>O      Conjunto de Esmaltes e Metais<\/strong><\/p>\n<p>Relembra      as cores das bandeiras do Brasil e do Rio Grande do Sul. O ouro \u00e9 o s\u00edmbolo      de fidelidade. O azul \u00e9 o c\u00e9u sereno do Rio Grande do Sul. O verde, as \u00e1guas      mansas do Gua\u00edba e tamb\u00e9m as campinas verdejantes do sagrado solo ga\u00facho.      O vermelho significa a f\u00e9 e o amor. A prata, a seriedade e o car\u00e1ter nobre      e altivo de nossa gente.<\/p>\n<p><strong>A      Frase<\/strong><\/p>\n<p>A      frase &#8220;leal e valerosa cidade de Porto Alegre&#8221; \u00e9 o t\u00edtulo nobili\u00e1rquico      que Dom Pedro II, em 1841, outorgou \u00e0 Porto Alegre pela sua const\u00e2ncia e fidelidade      ao trono.<\/p>\n<h2>Locais      de Porto Alegre<\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa34.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><strong><br \/>\n           Banrisul, Ag. Central<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa35.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><br \/>\n<strong>Edif\u00edcio Solar Meridien<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/portoa36.jpg\" alt=\"Porto Alegre\" title=\"Porto Alegre\" \/><strong><br \/>\n           Morro Apamecor<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: inutep.adm.ufrgs.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, Hist\u00f3ria, Pontos Tur\u00edsticos, Capital, RS, Cidade, Geografia, Clima, Cultura, Hino, Bandeira, Porto 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