{"id":46751,"date":"2016-06-13T18:57:02","date_gmt":"2016-06-13T18:57:02","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=46751"},"modified":"2016-06-14T11:48:43","modified_gmt":"2016-06-14T11:48:43","slug":"curitiba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/curitiba","title":{"rendered":"Curitiba"},"content":{"rendered":"<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-001.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"263\" height=\"189\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Em 29 de mar\u00e7o de 1693, <b>Curitiba<\/b>, capital do estado do Paran\u00e1, era      fundada. S\u00e3o 311 anos de hist\u00f3ria para contar sobre esta cidade, considerada      modelo de planejamento urbano e qualidade de vida.<\/p>\n<h4>Quem veio para ficar<\/h4>\n<p>Marcada pela imigra\u00e7\u00e3o, Curitiba abriga gente de v\u00e1rios pa\u00edses que l\u00e1 escolheram      para viver. At\u00e9 o s\u00e9culo 18, eram os \u00edndios, mamelucos, portugueses e espanh\u00f3is      que predominavam na cidade. Com a emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do Paran\u00e1 (1854) e      o incentivo governamental \u00e0 coloniza\u00e7\u00e3o na segunda metade do s\u00e9culo 19, <b>      Curitiba <\/b>recebeu uma grande leva de europeus.<\/p>\n<p>Alem\u00e3es, franceses, su\u00ed\u00e7os, austr\u00edacos, s\u00edrios, libaneses, poloneses, italianos,      ucranianos presentes nos centros urbanos ou nos n\u00facleos coloniais, conferiram      um novo ritmo de crescimento \u00e0 cidade e influenciaram de forma marcante os      h\u00e1bitos e costumes locais.<\/p>\n<h4>H\u00e1 muitos anos&#8230;<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-002.jpg\" alt=\"Curitiba\" title=\"Curitiba\" \/><br \/>\n<strong>Pra\u00e7a Generoso Marques &#8211; 1910<\/strong><\/p>\n<p>Com o nome de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, Curitiba foi fundada pelo      capit\u00e3o Matheus Martins Leme em 1693. Em 1721, a vila passa a se chamar Curitiba      com a visita do ouvidor Raphael Pires Pardinho, a primeira autoridade a se      preocupar com o meio ambiente colocando a cidade como uma das principais no      mundo quando este \u00e9 o assunto.<\/p>\n<p>A cidade vivia em extrema pobreza at\u00e9 1812 quando foi usada como rota dos      tropeiros. O com\u00e9rcio cresceu e prosperou com lojas, armaz\u00e9ns e neg\u00f3cios ligados      a transporte de gado. Quarenta e um anos mais tarde, Curitiba ganha status      de capital do Paran\u00e1 e d\u00e1 in\u00edcio ao planejamento urbano com obras de infra-estrutura      e reformula\u00e7\u00e3o no tra\u00e7ado urbano.<\/p>\n<p>Fonte:Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica<\/p>\n<h6>Curitiba<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O ano era 1649. O General Eleodoro \u00c9bano Pereira comanda uma expedi\u00e7\u00e3o para      subir os rios, passar a Serra do Mar e alcan\u00e7ar o Planalto. Tem o objetivo      de encontrar ouro e \u00edndios e para isso recruta habitantes da Vila de Nossa      Senhora do Ros\u00e1rio de Paranagu\u00e1, primeiro n\u00facleo urbano do Paran\u00e1 destinado      \u00e0 explora\u00e7\u00e3o do ouro. Os \u00edndios Tupi-guarani, J\u00ea e Tingui que j\u00e1 habitavam      a regi\u00e3o do planalto denominavam-na Core-Etuba , cujo significado era &#8220;pinhal&#8221;      ou &#8220;muito pinh\u00e3o&#8221;. A princ\u00edpio se estabeleceram nas margens do rio      Atuba, na localidade chamada Vilinha e, em seguida, mudaram a povoa\u00e7\u00e3o para      onde hoje conhecemos o centro da cidade, a Pra\u00e7a Tiradentes, e ali cresceria      a Vila Nossa Senhora Da Luz dos Pinhais.<\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>Como quase todas as cidades brasileiras, Curitiba teve como primeiros habitantes      os \u00edndios das na\u00e7\u00f5es Tupi, Guarani e J\u00ea, que tiveram suas culturas transfiguradas      com a chegada dos garimpeiros por volta de 1649, em busca de ouro e riquezas      da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Surgiram os primeiros arraiais e conta a lenda que uma capela foi erguida      no lugar indicado por Nossa Senhora da Luz. Assim, nascia em 29 de mar\u00e7o de      1693 a Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais. Nesta \u00e9poca o cacique Tindiquera      da tribo Tingui pronunciou pela primeira vez o nome da cidade de Curitiba      \u0096 &#8220;Cor\u00e9-Tuba&#8221;, que significa muito pinh\u00e3o.<\/p>\n<p>Curitiba, conhecida como &#8220;Cidade Sorriso&#8221;, foi tropeira nos anos      1700, quando os condutores de gados implantaram h\u00e1bitos, abriram caminhos,      criaram e estimularam o com\u00e9rcio.<\/p>\n<p>Em 1842 a vila ascendeu \u00e0 categoria de cidade, com o nome definitivo de Curitiba,      e em 1854 passou a ser a capital do Estado do Paran\u00e1.<\/p>\n<p>A partir do s\u00e9culo XIX passou a ser um pouco europ\u00e9ia, com as imigra\u00e7\u00f5es      em massa que mudaram o aspecto portugu\u00eas da cidade. Os alem\u00e3es chegaram em      1833, seguidos por poloneses, italianos, ucranianos e orientais no final do      s\u00e9culo, o que resultou numa alegre mistura que &#8220;fez a Am\u00e9rica&#8221; em      Curitiba.<\/p>\n<p>A vinda destes imigrantes contribuiu para uma diversifica\u00e7\u00e3o de interesses      da popula\u00e7\u00e3o tradicional, coincidindo com a cria\u00e7\u00e3o e o in\u00edcio da aplica\u00e7\u00e3o      da tecnologia na agricultura, com a cria\u00e7\u00e3o de ferrovias e rodovias, e tamb\u00e9m      com o surgimento de uma mentalidade sindical e cooperativista, exemplificada      pelas associa\u00e7\u00f5es institu\u00eddas na \u00e9poca e suas &#8220;caixas de socorro&#8221;.      Tamb\u00e9m na arquitetura houve uma mudan\u00e7a radical: basta andar pelas ruas e      olhar as igrejas de c\u00fapulas bizantinas, as casas com lambrequins e outras      constru\u00e7\u00f5es que s\u00e3o uma influ\u00eancia da imigra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s de tr\u00eas grandes planos urbanos, p\u00f3s-Prov\u00edncia com Taulois, dos anos      40 com Agache e Seret\/IPPUC de 1965\/1970, Curitiba promoveu quatro grandes      transforma\u00e7\u00f5es: urbana, cultural, ambiental e econ\u00f4mica. Neste processo, organizou      sua estrutura vi\u00e1ria, disciplinou a ocupa\u00e7\u00e3o do solo, montou um sistema eficiente      de transporte coletivo, implantou um grande programa de prote\u00e7\u00e3o ao meio ambiente      e atingiu n\u00edveis invej\u00e1veis de qualidade de vida.<\/p>\n<p><strong>Geografia<\/strong><\/p>\n<p>Com uma popula\u00e7\u00e3o de mais de 1 milh\u00e3o e meio de habitantes consegue manter      uma \u00e1rea verde de 55m2 por habitante.<\/p>\n<p>A cidade de Curitiba, capital do Estado do Paran\u00e1, est\u00e1 situada na Regi\u00e3o      Sul do Brasil: latitude 25\u00ba25&#8217;48&#8221; Sul e Longitude 49\u00ba16&#8217;15&#8221; Oeste. Ocupa      uma \u00e1rea de 432,14 km2 . A altitude m\u00e9dia \u00e9 de 934,6m acima do n\u00edvel do mar.      Seu clima \u00e9 temperado, e com temperaturas m\u00e9dias de 21\u00baC, no ver\u00e3o, e de 13\u00baC,      no inverno.<\/p>\n<p><strong>Origem<\/strong><\/p>\n<p>Curitiba deve seu nome \u00e0 prodigiosa quantidade de arauc\u00e1rias (pinheiro do      Paran\u00e1) que crescem em seus arredores. em L\u00edngua ind\u00edgena tupi-guarani &#8220;curii-tyba&#8221;      significa muito pinh\u00e3o ou muito pinheiro. A cidade foi fundada em 29 de mar\u00e7o      de 1693. A maior parte de sua popula\u00e7\u00e3o de 1,5 milh\u00e3o de habitantes descende      de imigrantes italianos, poloneses, alem\u00e3es, ucranianos, japoneses, s\u00edrios      e libaneses.<\/p>\n<p><strong>Capital Ecol\u00f3gica<\/strong><\/p>\n<p>Com 26 grandes parques e bosques, centenas de pra\u00e7as e jardinetes, conta      com o maior parque urbano do Brasil, o Parque Regional do Igua\u00e7u, com 8 milh\u00f5es      de metros quadrados. Ostenta o \u00edndice de 52 metros quadrados de \u00e1rea verde      por habitante, que junto com programas de educa\u00e7\u00e3o ambiental e reciclagem      do lixo, lhe deram o t\u00edtulo de Capital Ecol\u00f3gica do Brasil.<\/p>\n<p><strong>Transporte Coletivo<\/strong><\/p>\n<p>Reconhecida internacionalmente por solu\u00e7\u00f5es inovadoras, algumas premiadas      pela ONU, a circula\u00e7\u00e3o pela cidade \u00e9 r\u00e1pida e segura, garantida por um sistema      trin\u00e1rio de vias, com canaletas exclusivas para o transporte coletivo. Curitiba      tem o mais eficiente sistema de transporte coletivo do pa\u00eds, com os \u00f4nibus      da linha direta, os populares &#8220;ligeirinhos&#8221;, as esta\u00e7\u00f5es-tubo e      os \u00f4nibus biarticulados que transportam 270 passageiros.<\/p>\n<p><strong>Atualidade<\/strong><\/p>\n<p>Hoje Curitiba \u00e9 uma cidade moderna, com uma economia baseada na exist\u00eancia      de ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o e beneficiamento, com\u00e9rcio, turismo e presta\u00e7\u00e3o      de servi\u00e7os. \u00c9 uma cidade que vem desenvolvendo projetos com objetivos de      uma maior e completa integra\u00e7\u00e3o e humaniza\u00e7\u00e3o da mesma.<\/p>\n<p>Fonte:www.curitibasites.com<\/p>\n<h6>Curitiba<\/h6>\n<p><strong>Funda\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Em 29 de mar\u00e7o de 1693, o capit\u00e3o-povoador Matheus Martins Leme, ao coroar      os &#8220;apelos de paz, quieta\u00e7\u00e3o e bem comum do povo&#8221;, promoveu a primeira      elei\u00e7\u00e3o para a C\u00e2mara de Vereadores e a instala\u00e7\u00e3o da Vila, como exigiam as      Ordena\u00e7\u00f5es Portuguesas. Estava fundada a Vila de Nossa Senhora da Luz dos      Pinhais, depois Curitiba.<\/p>\n<p><strong>Origem do Nome<\/strong><\/p>\n<p>A mudan\u00e7a do nome da vila e da rotina do povoado veio em 1721, com a visita      do ouvidor Raphael Pires Pardinho, hoje nome de pra\u00e7a na cidade. Ele foi,      provavelmente, a primeira autoridade a se preocupar com o meio ambiente da      cidade, iniciando uma tradi\u00e7\u00e3o pela qual Curitiba hoje \u00e9 reconhecida internacionalmente.<\/p>\n<p>J\u00e1 naquela \u00e9poca, o ouvidor determinou aos habitantes que tivessem determinados      cuidados com a natureza. O corte de \u00e1rvores, por exemplo, s\u00f3 poderia ser feito      em \u00e1reas delimitadas. E os moradores ficavam obrigados a limpar o Ribeiro      (hoje Rio Bel\u00e9m), a fim de evitar o banhado em frente \u00e0 igreja matriz. O ouvidor      Pardinho estabeleceu tamb\u00e9m que as casas n\u00e3o poderiam ser constru\u00eddas sem      autoriza\u00e7\u00e3o da C\u00e2mara e deveriam ser cobertas com telhas. As ruas j\u00e1 iniciadas      teriam de ser continuadas, para que a vila crescesse com uniformidade.<\/p>\n<p>Esquecida pelos governantes da Capitania de S\u00e3o Paulo, Curitiba passou por      um per\u00edodo de extrema pobreza. A prosperidade s\u00f3 viria a partir de 1812, com      o tropeirismo. Ponto estrat\u00e9gico do caminho do Viam\u00e3o a S\u00e3o Paulo e \u00e0s Minas      Gerais, o povoado viu crescer o com\u00e9rcio com a passagem dos tropeiros.<\/p>\n<p>O aluguel de fazendas para as invernadas transferia os habitantes do campo      para o povoado. Surgiram lojas, armaz\u00e9ns e escrit\u00f3rios de neg\u00f3cios ligados      ao transporte de gado. Junto com o desenvolvimento, em 1853 foi conquistada      a emancipa\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1. Curitiba se tornou capital, dona de seu destino.<\/p>\n<p>Curitiba \u00e9 uma palavra de origem Guarani: kur yt yba quer dizer \u0093grande quantidade      de pinheiros, pinheiral\u0094, na linguagem dos \u00edndios, primeiros habitantes do      territ\u00f3rio. Nos prim\u00f3rdios da ocupa\u00e7\u00e3o humana, as terras onde hoje est\u00e1 Curitiba      apresentavam grande quantidade de Araucaria angustifolia, o pinheiro-do-Paran\u00e1.      A \u00e1rvore adulta tem a forma de uma ta\u00e7a. Sua semente \u00e9 o pinh\u00e3o, fonte de      prote\u00edna e alimento de grande consumo, in natura ou como ingrediente da culin\u00e1ria      regional paranaense. O pinh\u00e3o servia de alimento a um p\u00e1ssaro tamb\u00e9m encontrado      em grande quantidade no come\u00e7o da ocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio: a gralha-azul (Cyanocorax      caeruleus). De corpo azulado e cabe\u00e7a preta, a gralha-azul, diz uma lenda,      colhia o pinh\u00e3o com o bico e o enterrava no solo para consumo posterior. Desses      pinh\u00f5es enterrados acabavam nascendo novos pinheiros.<\/p>\n<h4>Locais Tur\u00edsticos<\/h4>\n<h4>Rua 24 Horas<\/h4>\n<p>Criada em 1992, \u00e9 a primeira rua do Pa\u00eds projetada em espa\u00e7o fechado. Seu      restaurante, lanchonetes, bares e lojas (s\u00e3o 42) nunca fecham. Nos 120 metros      de comprimento da Rua 24 horas &#8211; com estrutura met\u00e1lica em arcos e cobertura      de vidro &#8211; os turistas e curitibanos se divertem e fazem compras. O grande      rel\u00f3gio na entrada mostra que n\u00e3o existe hora para um bom bate-papo, regado      a chope ou caf\u00e9.<\/p>\n<h4>Teatro Guaira<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-003.jpg\" alt=\"Curitiba\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Criado em 1912, o Teatro Gua\u00edra foi sucessor do primeiro teatro oficial do      Paran\u00e1, o Theatro S\u00e3o Theodoro, cuja constru\u00e7\u00e3o data de 1884. A constru\u00e7\u00e3o      do pr\u00e9dio atual do Teatro Gua\u00edra foi iniciada em 1952, pelo ent\u00e3o governador      Bento Munhoz da Rocha Netto, com projeto do engenheiro Rubens Meister. Foi      constru\u00eddo em etapas e inaugurado, finalmente, em 1974.<\/p>\n<p>Este importante espa\u00e7o cultural, um conjunto arquitet\u00f4nico majestoso com      12.500 metros quadrados, abriga tr\u00eas salas de espet\u00e1culos: o audit\u00f3rio Bento      Munhoz da Rocha com 2.173 lugares, o audit\u00f3rio Salvador de Ferrante com 504      e o audit\u00f3rio Glauco Flores de S\u00e1 Brito com 113 lugares.<\/p>\n<h4>pera de Arame<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-004.jpg\" alt=\"Curitiba\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Uma passarela elevada, sobre um lago de 7.200 m\u00b2, d\u00e1 acesso a esse teatro      constru\u00eddo em uma pedreira desativa, inaugurado em 1992. A \u00d3pera \u00e9 uma das      principais atra\u00e7\u00f5es da cidade. S\u00e3o 1.998 lugares, entre plat\u00e9ia e camarotes,      e 400 m\u00b2 de palco. Projetado pelo arquiteto Domingos Bongestabs, foi todo      constru\u00eddo em a\u00e7o e coberto com policarbonato transparente. Completa o cen\u00e1rio      uma cascata de dez metros de altura.<\/p>\n<h4>Torre Panor\u00e2mica<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-005.jpg\" alt=\"Curitiba\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Suporte dos servi\u00e7os de telecomunica\u00e7\u00f5es, tem 109,5 metros de altura, o que      equivale a um edif\u00edcio de 40 andares. Constru\u00edda pela Telepar e inaugurada      em dezembro de 1991, permite do mirante uma vis\u00e3o de 360 graus da cidade.      No t\u00e9rreo h\u00e1 uma exposi\u00e7\u00e3o de telefones antigos e salas de proje\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos.      As visitas s\u00e3o coordenadas pela Secretaria Municipal de Turismo.<\/p>\n<h4>Teatro Paiol<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-006.jpg\" alt=\"Curitiba\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Antigo dep\u00f3sito de p\u00f3lvora do Ex\u00e9rcito, de constru\u00e7\u00e3o circular, constru\u00eddo      em 1906. Anos depois de desativado, foi transformado pela Prefeitura em espa\u00e7o      de artes c\u00eanicas e musicais em 27 de dezembro de 1971. Mantendo as caracter\u00edsticas      da constru\u00e7\u00e3o original, o projeto do arquiteto Abr\u00e3o Assad adaptou ao antigo      paiol um teatro em formato de arena com 225 lugares. No espet\u00e1culo inaugural,      o palco reuniu Vin\u00edcius de Moraes, Toquinho, Mar\u00edlia Medalha e o Trio Mocot\u00f3.      O poeta batizou a casa com uma dose de u\u00edsque e para ela comp\u00f4s a m\u00fasica &#8220;Paiol      de P\u00f3lvora&#8221;.<\/p>\n<h4>Memorial \u00c1rabe<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-007.jpg\" alt=\"Curitiba\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Homenagem \u00e0 col\u00f4nia \u00e1rabe, integrada \u00e0 cidade desde o in\u00edcio deste s\u00e9culo,      com expressiva contribui\u00e7\u00e3o ao desenvolvimento do com\u00e9rcio. Localizado na      Pra\u00e7a Gibran Khalil Gibran, em frente ao Passeio P\u00fablico, o Memorial \u00c0rabe      abriga uma biblioteca p\u00fablica, com significativo acervo universal e espec\u00edfico      da cultura \u00e1rabe, e conex\u00e3o com a internet.<\/p>\n<h5>Memorial Japon\u00eas<\/h5>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-008.jpg\" alt=\"Curitiba\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Em 1993, a Pra\u00e7a do Jap\u00e3o foi revitalizada e ganhou a Casa da Cultura, um      memorial de integra\u00e7\u00e3o. Nesse pagode \u00e9 poss\u00edvel conhecer as min\u00facias das dobraduras      de papel (origami), da arte floral (ikebana) e dos poemas de tr\u00eas versos (hai-kais).      O Buda no centro do lago marca a irmandade entre Curitiba e Himeji, e transmite      toda a paci\u00eancia e arte dos japoneses, no Brasil desde 1908.<\/p>\n<h4>Memorial Ucraniano<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-009.jpg\" alt=\"Curitiba\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>\u00c9 uma homenagem ao centen\u00e1rio da chegada dos primeiros ucranianos a Curitiba.      Implantado no Parque Ting\u00fci em 1995, o memorial exp\u00f5e uma r\u00e9plica da mais      antiga igreja ucraniana do Brasil, a de S\u00e3o Miguel da Serra do Tigre, em Mallet,      interior do Paran\u00e1. As telhas de pinho e a c\u00fapula de bronze abrigam hoje um      museu. No palco ao ar livre acontecem apresenta\u00e7\u00f5es de dan\u00e7as t\u00edpicas desse      pa\u00eds do leste europeu.<\/p>\n<h4>Memorial da Imigra\u00e7\u00e3o Polonesa (Bosque do Papa)<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-010.jpg\" alt=\"Curitiba\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Verdadeiro museu ao ar livre, \u00e9 composto de sete casas de troncos encaixados,      sem pregos, transplantados das antigas col\u00f4nias de poloneses do entorno de      Curitiba. Fala das lutas e da f\u00e9 dos pioneiros da etnia, aqui estabelecida      desde 1871. Inaugurado em 1980, logo ap\u00f3s a visita do Papa Jo\u00e3o Paulo II a      Curitiba.<\/p>\n<h4>Bosque Alem\u00e3o<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-011.jpg\" alt=\"Curitiba\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Lembra as tradi\u00e7\u00f5es dos povos de l\u00edngua alem\u00e3, que fazem parte da hist\u00f3ria      da cidade desde 1833. Situado no Jardim Schaffer, um dos pontos mais altos      de Curitiba, tem a trilha de Jo\u00e3o e Maria, dos contos dos irm\u00e3os Grimm, a      Casa Encantada, o Orat\u00f3rio Bach e a Torre dos Fil\u00f3sofos.<\/p>\n<h4>Mercado Municipal<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-012.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"250\" height=\"148\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Fundado em 02 de agosto de 1958, at\u00e9 hoje o Mercado Municipal \u00e9 o principal      e mais tradicional endere\u00e7o para compras de Curitiba. Nas bancas de hortigranjeiros      e nas lojas de delicatessens, o consumidor encontra produtos como: bebidas,      queijos e vinhos de diversas proced\u00eancias, ervas medicinais, temperos e especiarias,      iguarias, conservas,<\/p>\n<p>pescados, embutidos, carnes ex\u00f3ticas e com cortes especiais. Pode-se curtir      momentos agrad\u00e1veis nos restaurantes etnicos na pra\u00e7a da alimenta\u00e7\u00e3o onde      \u00e9 ponto de encontro dos curitibanos de diversas gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4>Perfil<\/h4>\n<p>Curitiba \u00e9 a capital do Paran\u00e1, um dos tr\u00eas Estados que comp\u00f5em a Regi\u00e3o      Sul do Brasil. Sua funda\u00e7\u00e3o oficial data de 29 de mar\u00e7o de 1693, quando foi      criada a C\u00e2mara.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XVII, sua principal atividade econ\u00f4mica era a minera\u00e7\u00e3o, aliada      \u00e0 agricultura de subsist\u00eancia.O ciclo seguinte, que perdurou pelos s\u00e9culos      XVIII e XIX, foi o da atividade tropeira, derivada da pecu\u00e1ria. Tropeiros      eram condutores de gado que circulavam entre Viam\u00e3o, no Rio Grande do Sul,      e a Feira de Sorocaba, em S\u00e3o Paulo, conduzindo gado cujo destino final eram      as Minas Gerais. O longo caminho e as intemp\u00e9ries faziam com que os tropeiros      fizessem invernadas, \u00e0 espera do fim dos invernos rigorosos, em fazendas como      as localizadas nos &#8220;campos de Curitiba&#8221;. Aos tropeiros se devem      costumes como o fogo de ch\u00e3o para assar a carne e contar &#8220;causos&#8221;,      a fala escandida &#8211; o sotaque leitE quentE -, o chimarr\u00e3o (erva-mate com \u00e1gua      quente, na cuia, porque os \u00edndios a utilizavam na forma de terer\u00ea, com \u00e1gua      fria), o uso de ponchos de l\u00e3, a abertura de caminhos e a forma\u00e7\u00e3o de povoados.<\/p>\n<p>No final do s\u00e9culo XIX, com o ciclo da erva-mate e da madeira em expans\u00e3o,      dois acontecimentos foram bem marcantes: a chegada em massa de imigrantes      europeus e a constru\u00e7\u00e3o da Estrada de Ferro Paranagu\u00e1-Curitiba, ligando o      Litoral ao Primeiro Planalto paranaense.<\/p>\n<p>Os imigrantes &#8211; europeus e de outros continentes -, ao longo do s\u00e9culo XX,      deram nova conota\u00e7\u00e3o ao cotidiano de Curitiba. Seus modos de ser e de fazer      se incorporaram de tal maneira \u00e0 cidade que hoje s\u00e3o bem curitibanas festas      c\u00edvicas e religiosas de diversas etnias, dan\u00e7a, m\u00fasica, culin\u00e1ria, express\u00f5es      e a mem\u00f3ria dos antepassados. Esta \u00e9 representada nos diversos memoriais da      imigra\u00e7\u00e3o, em espa\u00e7os p\u00fablicos como parques e bosques municipais.<\/p>\n<p>A &#8220;m\u00edtica imigrante do trabalho&#8221; (observa\u00e7\u00e3o do poeta Paulo Leminski,      falecido no s\u00e9culo passado) aliada a gest\u00f5es municipais sem quebra de continuidade,      acabou criando uma Curitiba planejada &#8211; e premiada internacionalmente, em      gest\u00e3o urbana, meio ambiente e transporte coletivo.<\/p>\n<p>A capital do Estado do Paran\u00e1, formada num altiplano 934 metros acima do      n\u00edvel do mar, carente de marcos de paisagem oferecidos pela natureza, acabou      criando suas principais refer\u00eancias pela ci\u00eancia e pela m\u00e3o humana.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XX, no cen\u00e1rio da cidade planejada, a ind\u00fastria se agregou com      for\u00e7a ao perfil econ\u00f4mico antes embasado nas atividades comerciais e do setor      de servi\u00e7os. A cidade enfrentou, especialmente nos anos 1970, a urbaniza\u00e7\u00e3o      acelerada, em grande parte provocada pelas migra\u00e7\u00f5es do campo, oriundas da      substitui\u00e7\u00e3o da m\u00e3o-de-obra agr\u00edcola pelas m\u00e1quinas.<\/p>\n<p>Curitiba enfrenta agora o desafio de grande metr\u00f3pole, onde a quest\u00e3o urbana      \u00e9 repensada sob o enfoque humanista de que a cidade \u00e9 primordialmente de quem      nela vive. Seu povo, um admir\u00e1vel cadinho que reuniu estrangeiros de todas      as partes do mundo e brasileiros de todos os recantos, ensina no dia-a-dia      a arte do encontro e da conviv\u00eancia. Curitiba renasce a cada dia com a esperan\u00e7a      e o trabalho nas veias, como nas alvoradas de seus pioneiros.<\/p>\n<p>Fonte:www.curitiba.pr.gov.br<\/p>\n<h4>Igrejas e Templos em Curitiba<\/h4>\n<p><strong>Catedral Bas\u00edlica Menor de Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>Localizada onde Curitiba nasceu como cidade, na Pra\u00e7a Tiradentes, inicialmente      era uma pequena capela de madeira, que em 1715 foi elevada \u00e0 Primeira Igreja      Matriz. Foi ent\u00e3o erguida uma outra matriz, de pedra e barro, em estilo colonial.      Em 1860, por ocasi\u00e3o do levantamento das torres, a constru\u00e7\u00e3o apresentou rachaduras      o que motivou, em 1875, sua completa demoli\u00e7\u00e3o. Neste per\u00edodo a Igreja Matriz      passou a ser a Igreja do Ros\u00e1rio. A inaugura\u00e7\u00e3o da atual Igreja foi em 1893,      constru\u00edda em estilo neog\u00f3tico e inspirada na S\u00e9 de Barcelona. A imagem original,      dedicada a Nossa Senhora da Luz, veio de Portugal sendo entronizada em 1640.      Encontra-se hoje no Museu Paranaense, sendo a imagem que est\u00e1 atualmente na      igreja, a terceira de uma s\u00e9rie. Em seu interior existem vitrais, doados por      fam\u00edlias tradicionais curitibanas; m\u00f3veis e p\u00falpitos em alto relevo, entalhados      em imbu\u00eda. Foi restaurada em 1993, e em 08 de setembro do mesmo ano passou      a denominar-se Catedral Bas\u00edlica Menor. Localiza-se na Rua Bar\u00e3o do Serro      Azul, 31.<\/p>\n<p><strong>Igreja da Ordem Terceira de S\u00e3o Francisco das Chagas<\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00edda em 1737, \u00e9 a mais antiga de Curitiba. Seu nome original era Nossa      Senhora do Ter\u00e7o, s\u00f3 mudado com o surgimento da Ordem de S\u00e3o Francisco em      Curitiba, em 1746. Em anexo, foi constru\u00eddo em 1752, um convento que funcionou      at\u00e9 1783, dirigido por religiosos franciscanos. Em 1834\/35 desabou o vigamento      da igreja e apesar da reconstru\u00e7\u00e3o da parte desmoronada, continuou em p\u00e9ssimas      condi\u00e7\u00f5es. Mesmo assim, com a chegada dos colonos poloneses, serviu-lhes de      par\u00f3quia. Em 1880, com a visita do imperador D. Pedro II, foi promovida a      restaura\u00e7\u00e3o definitiva da igreja. A torre foi conclu\u00edda em 1883 e os sinos      doados pelos senhores da erva-mate. A partir de ent\u00e3o, tornou-se sede da vida      espiritual dos alem\u00e3es, sendo os of\u00edcios celebrados no idioma alem\u00e3o at\u00e9 1937.      Estas reformas descaracterizaram suas linhas arquitet\u00f4nicas, originariamente      coloniais, dando-lhe caracter\u00edsticas indefinidas, com a torre lembrando o      estilo mourisco segundo alguns, ou neog\u00f3tico, segundo outros. Foi tombada      em 1965 e novamente restaurada no per\u00edodo de 1978\/80, dentro de uma filosofia      conservadora, marcando a autenticidade de nossa paisagem hist\u00f3rica. Localiza-se      no Largo da Ordem &#8211; Setor Hist\u00f3rico.<\/p>\n<p><strong>Igreja de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio de S\u00e3o Benedito<\/strong><\/p>\n<p>Consta como sendo a segunda Igreja de Curitiba, constru\u00edda por escravos em      1737. Era a Igreja dos Pretos de S\u00e3o Benedito. Com a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura,      perdeu sua raz\u00e3o de ser, s\u00f3 sendo conservada por estar localizada junto ao      caminho do cemit\u00e9rio. Passou a ser chamada a igreja dos mortos, por ser ali      um local de encomenda\u00e7\u00e3o. Durante a constru\u00e7\u00e3o da atual catedral de Curitiba,      serviu de matriz (1875-1893). Seu estilo era originariamente colonial. Em      1931 foi demolida dado o seu p\u00e9ssimo estado de conserva\u00e7\u00e3o. Em 1946, a nova      Igreja do Ros\u00e1rio foi inaugurada. Em estilo barroco tardio, t\u00eam a fachada      em azulejos, originais da antiga capela. Enfeitam suas paredes os passos da      Paix\u00e3o em azulejaria recente, em estilo portugu\u00eas. Em sua entrada est\u00e1 o t\u00famulo      do Monsenhor Celso, p\u00e1roco da cidade e cura da Catedral por 21 anos, falecido      em 1931. Localiza-se na Pra\u00e7a Garibaldi, s\/n\u00ba Setor Hist\u00f3rico.<\/p>\n<p><strong>Igreja de Nossa Senhora do Perp\u00e9tuo Socorro<\/strong><\/p>\n<p>Os padres redentoristas chegaram ao Paran\u00e1 por volta de 1945, estes usaram      a pequena igreja da fam\u00edlia Le\u00e3o, situada na Avenida Jo\u00e3o Gualberto e dedicada      a Nossa Senhora da Gl\u00f3ria. Em 1960 foi realizada a primeira novena que contava      com 60 pessoas. Com o aumento do n\u00famero de fi\u00e9is, fez-se necess\u00e1ria \u00e0 constru\u00e7\u00e3o      de uma igreja maior. O local onde est\u00e1 atualmente a igreja pertencia na \u00e9poca      \u00e0 col\u00f4nia portuguesa que ali iria construir a Pra\u00e7a de Portugal. Conforme      acordo entre a Prefeitura de Curitiba e a col\u00f4nia, foi cedido o local para      sua constru\u00e7\u00e3o. Suas obras foram iniciadas em 1966 e conclu\u00eddas em 1969. A      execu\u00e7\u00e3o do projeto \u00e9 do engenheiro Kassai. Seu estilo \u00e9 oriental moderno,      de linhas arrojadas e com uma imensa c\u00fapula. Sua torre \u00e9 separada do pr\u00e9dio      da igreja e as paredes s\u00e3o em pedra-ferro, com o interior funcional. Na sala      ao lado direito da entrada, existem cadeiras especiais para as m\u00e3es sentarem      com seus filhos no colo durante a novena. O quadro original de Nossa Senhora      do Perp\u00e9tuo Socorro teria sido pintado, segundo a vers\u00e3o tradicional, por      S\u00e3o Lucas. Foi venerado durante muitos anos na Igreja de Santa Sofia, transformada      numa mesquita em Constantinopla, hoje Istambul. Este quadro foi destru\u00eddo,      ficando, por\u00e9m, algumas c\u00f3pias do original. Seu estilo \u00e9 bizantino e traz      Maria, M\u00e3e de Jesus, o Menino Deus e os arcanjos S\u00e3o Gabriel e S\u00e3o Miguel.      Localiza-se na Pra\u00e7a Portugal, s\/n\u00ba em frente ao Est\u00e1dio Couto Pereira &#8211; Alto      da Gl\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>Templo Rosacruz<\/strong><\/p>\n<p>A atual Grande Loja da Jurisdi\u00e7\u00e3o de L\u00edngua Portuguesa nasceu com a denomina\u00e7\u00e3o      de Grande Loja do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1956. Em 1960 foi transferida      para Curitiba, no Paran\u00e1, quando foi dado in\u00edcio a constru\u00e7\u00e3o da sua sede      pr\u00f3pria inaugurada em 1964. O Templo faz parte de um conjunto arquitet\u00f4nico      de sete edif\u00edcios, onde funcionam a Administra\u00e7\u00e3o Geral, o Audit\u00f3rio H. Spencer      Lewis, Biblioteca Alexandria, o Espa\u00e7o de Artes Francis Bacon, a Escola Rosacruz      Integrada-ERCI, o Memorial, cuja constru\u00e7\u00e3o foi inspirada no Aknaton&#8217;s Shrine,      do Parque Rosacruz de San Jos\u00e9 na Calif\u00f3rnia-EUA, o Museu Eg\u00edpcio e Rosa Cruz      com um acervo constitu\u00eddo de reprodu\u00e7\u00f5es de pe\u00e7as eg\u00edpcias de v\u00e1rias dinastias.      \u00c9 o \u00fanico museu de r\u00e9plicas eg\u00edpcias na Am\u00e9rica do Sul, e o segundo no Brasil      com uma m\u00famia aut\u00eantica da XXII Dinastia, Novo Imp\u00e9rio, vinda do Museu Eg\u00edpcio      de San Jos\u00e9 na Calif\u00f3rnia-EUA. Destaca-se ainda a Morada do Sil\u00eancio, local      de retiro m\u00edstico situado a 40 km de Curitiba, no munic\u00edpio de quatro Barras.      A Ordem \u00e9 atualmente conhecida por AMORC-Antiga e M\u00edstica Ordem Rosae Crucis,      que tem por finalidade a investiga\u00e7\u00e3o, o estudo e a aplica\u00e7\u00e3o das leis naturais      e espirituais.<br \/>\n     Localiza-se na Rua Nicar\u00e1gua, 2453 Bacacheri.<\/p>\n<p><strong>Templo das Musas<\/strong><\/p>\n<p>Em estilo grego cl\u00e1ssico, inaugurada em 22 de setembro de 1918. \u00c9 sede mundial      do Instituto Neo-Pitag\u00f3rico fundado pelo paranaense Dario Vellozo em 26 de      novembro de 1909. Destina-se ao estudo, ao desenvolvimento das faculdades      superiores do Ser, ao altru\u00edsmo, inspirado nos Versos de Ouro de Pit\u00e1goras,      para a Cultura, para a Verdade, para a Justi\u00e7a, para a Liberdade, para a Paz,      para a Fraternidade e para a Harmonia. Possui biblioteca especializada e a      consulta somente \u00e9 permitida mediante hora marcada. Localiza-se na Rua Dario      Vellozo, 460 &#8211; Vila Izabel.<\/p>\n<p><strong>Templo Budista Honpa Hongwandji<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em 28 de abril de 1996, \u00e9 o primeiro templo budista da cidade.      Constru\u00eddo com recursos vindos do Jap\u00e3o e da comunidade local, o templo ostenta      uma arquitetura moderna, por\u00e9m guarda tra\u00e7os das edifica\u00e7\u00f5es tradicionais      japonesas. Suas instala\u00e7\u00f5es foram projetadas para sediar cultos, semin\u00e1rios,      palestras e outros eventos.<\/p>\n<p>O Budismo teve sua base inicial na \u00cdndia no s\u00e9culo V &#8211; A.C. sendo mais tarde      levado \u00e0 China e ao Jap\u00e3o e conta com aproximadamente 500 milh\u00f5es de adeptos      em todo o mundo, sendo que atualmente h\u00e1 55 templos budistas no Brasil. No      Paran\u00e1 calcula-se que existam 10.000 adeptos, com templos tamb\u00e9m em Londrina      e Maring\u00e1. Localiza-se na Rua Gilda Pitarch Forcadell, 155 Uberaba.<\/p>\n<p><strong>Mesquita Mu\u00e7ulmana de Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m denominada de Mesquita de Al Imam Ali Ibn Abi Taleb, n\u00e3o possui detalhes      t\u00e3o complexos como as do Oriente, mas \u00e9 considerado um pr\u00e9dio de grande semelhan\u00e7a,      inclusive em suas torres. Constru\u00edda em 1977, possui eventos expressivos,      delineados pelos cinco pilares do Islam, que s\u00e3o as estruturas b\u00e1sicas da      vida espiritual: Declara\u00e7\u00e3o de F\u00e9, Ora\u00e7\u00e3o, Jejum durante o m\u00eas Sagrado de      Ramadam, Zakat e Peregrina\u00e7\u00e3o. Visitas para grupos, mediante pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o.      Localiza-se na Rua Kellers, 383 &#8211; S\u00e3o Francisco.<\/p>\n<h4>Museus em Curitiba<\/h4>\n<p><strong>Museu Paranaense<\/strong><\/p>\n<p>Fundado em 1876 pelo desembargador e historiador Agostinho Ermelino de Le\u00e3o,      teve v\u00e1rias sedes desde sua funda\u00e7\u00e3o. A primeira foi na Pra\u00e7a Zacarias, l\u00e1      permanecendo por vinte e cinco anos, mas devido ao aumento de seu acervo,      foi transferido para Rua Dr. Muricy, ali ficou por treze anos, mudando-se      depois para a Rua S\u00e3o Francisco, onde funcionou por dezessete anos sob a administra\u00e7\u00e3o      de seu diretor, o historiador Rom\u00e1rio Martins. Por\u00e9m o museu sofreu nova transfer\u00eancia      para o Batel. A nova sede foi demolida, obrigando a mudan\u00e7a para uma resid\u00eancia      particular, na Rua Treze de Maio, onde permaneceu em p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es at\u00e9      ser transferido para a Pra\u00e7a Generoso Marques. Este edif\u00edcio apresenta caracter\u00edsticas      neocl\u00e1ssicas e &#8220;art-nouveau&#8221;. Inaugurado em 1916 com a finalidade      de abrigar a Prefeitura de Curitiba, que ali permaneceu at\u00e9 1969. Foi projetado      pelo ent\u00e3o prefeito, o engenheiro C\u00e2ndido Ferreira de Abreu, com a colabora\u00e7\u00e3o      do escultor Roberto Lacombi e tombado pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico      do Paran\u00e1 em 1964. Seu acervo foi tombado pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico      do Paran\u00e1 e Nacional em 1972.<\/p>\n<p>Desde dezembro de 2002, ocupa uma nova sede, o Pal\u00e1cio S\u00e3o Francisco, constru\u00eddo      na d\u00e9cada de 20 para moradia da fam\u00edlia Garmatter, que entre 1938 e 1953 funcionou      como Pal\u00e1cio do Governo Estadual. De mar\u00e7o de 1987 a novembro de 2002 abrigou      o Museu de Arte do Paran\u00e1, hoje extinto.<\/p>\n<p>Sua sede est\u00e1 estruturada para a realiza\u00e7\u00e3o de projetos e atividades culturais,      atingindo os diversos segmentos sociais. Possui laborat\u00f3rios, biblioteca,      audit\u00f3rio, al\u00e9m de salas de exposi\u00e7\u00f5es permanentes e exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias.<\/p>\n<p><strong>Museu Oscar Niemeyer<\/strong><\/p>\n<p>Com caracter\u00edsticas de museu do s\u00e9culo XXI, tev\u00ea sua inaugura\u00e7\u00e3o em 22 de      novembro de 2002, com a presen\u00e7a do Presidente da Rep\u00fablica Fernando Henrique      Cardoso e do arquiteto Oscar Niemeyer.<\/p>\n<p>O projeto \u00e9 assinado por Oscar Niemeyer, considerado o maior arquiteto do      Brasil, que, a convite do Governo do Paran\u00e1, aceitou modificar o projeto original      do Edif\u00edcio Castello Branco, de sua autoria. C onstru\u00eddo em 1976 para abrigar      o Instituto de Educa\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1, funcionava como \u00e1rea administrativa do      Estado, numa constru\u00e7\u00e3o de concreto protendido com v\u00e3os e balan\u00e7os incompar\u00e1veis      em outros edif\u00edcios p\u00fablicos e com espa\u00e7os livres maiores. Al\u00e9m de reformular      a estrutura do pr\u00e9dio j\u00e1 existente, com 27.000 m\u00b2, houve uma amplia\u00e7\u00e3o no      projeto, com melhorias gerais para atender os padr\u00f5es internacionais de instala\u00e7\u00f5es      museol\u00f3gicas, dando origem a uma arrojada estrutura em concreto armado, em      formato de &#8220;olho&#8221;, que abriga um sal\u00e3o de exposi\u00e7\u00f5es de 2100 m\u00b2.<\/p>\n<p>O Edif\u00edcio Castello Branco foi remodelado e conta com tr\u00eas pisos: Piso Inferior      (sal\u00e3o de ingresso, cafeteria, livraria, lojas e \u00e1reas diversas de estar,      exposi\u00e7\u00f5es, servi\u00e7os de apoio, manuten\u00e7\u00e3o de acervos, etc); Piso T\u00e9rreo (exposi\u00e7\u00f5es      p\u00fablicas, audit\u00f3rio com 400 lugares, restaurante e \u00e1rea para a recep\u00e7\u00e3o de      visitantes); e Piso Superior (\u00e1reas destinadas a exposi\u00e7\u00f5es, administra\u00e7\u00e3o,      centro de documenta\u00e7\u00e3o, setor de comunica\u00e7\u00e3o, \u00e1rea de apoio a curadorias).<\/p>\n<p><strong>Museu de Arte Sacra<\/strong><\/p>\n<p>O Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba \u00e9 o coroamento do processo      de restaura\u00e7\u00e3o do mais antigo templo existente na cidade &#8211; a Igreja da Ordem      Terceira de S\u00e3o Francisco das Chagas. Ocupou anteriormente as depend\u00eancias      do Semin\u00e1rio Menor da Arquidiocese, na Rodovia do Caf\u00e9. Com a restaura\u00e7\u00e3o      da Igreja da Ordem em 1978, optou-se pela cria\u00e7\u00e3o de um espa\u00e7o definitivo      para o museu, que foi inaugurado ao anexo da igreja, em 1981. A pe\u00e7a mais      valiosa do acervo \u00e9 o altar-ret\u00e1bulo lateral da antiga Matriz, um resgate      do passado barroco da cidade. H\u00e1 rel\u00edquias das principais igrejas de Curitiba;      a da Ordem Terceira, da Catedral Metropolitana, de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio      e a de S\u00e3o Francisco de Paula (nunca conclu\u00edda com parte da constru\u00e7\u00e3o conservada      ainda na Pra\u00e7a Jo\u00e3o C\u00e2ndido). Em seu acervo existem pe\u00e7as preciosas como a      imagem de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, datada da segunda metade do s\u00e9culo      XVIII; a do Bom Jesus dos Pinhais, em terracota, de fins do s\u00e9culo XVII e      a de Nossa Senhora do Ter\u00e7o, em madeira policromada, entre outras pe\u00e7as. Existe      ainda um espa\u00e7o reservado \u00e0s exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias.<\/p>\n<p><strong>Museu do Expedicion\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>Mantido pela Legi\u00e3o Paranaense do Expedicion\u00e1rio, \u00f3rg\u00e3o dos ex-combatentes      residentes no Paran\u00e1 e que serviram na For\u00e7a Expedicion\u00e1ria Brasileira (FEB)      durante a II Guerra Mundial. Foi criado em 1946, e desde 1980 \u00e9 vinculado      \u00e0 Secretaria de Estado da Cultura. Seu acervo \u00e9 composto por material b\u00e9lico,      medalh\u00edstica, indument\u00e1ria, fotografias, documentos e jornais referentes a      II Guerra Mundial.<\/p>\n<p><strong>Museu de Arte Contempor\u00e2nea<\/strong><\/p>\n<p>Seu acervo \u00e9 formado de pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e outras      manifesta\u00e7\u00f5es de artistas brasileiros, em especial paranaenses, tendo por      finalidade preservar e divulgar a arte contempor\u00e2nea. Foi criado em 1970,      sendo que desde 1974 se encontra na Pra\u00e7a Zacarias, que em 1978 sofreu ampla      reforma e restaura\u00e7\u00e3o. Este pr\u00e9dio, tombado pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico, teve      sua constru\u00e7\u00e3o iniciada em 1926 e foi inaugurado em 1928, como sede da Secretaria      de Sa\u00fade P\u00fablica, depois da Secretaria do Trabalho e Assist\u00eancia Social que      ocupou at\u00e9 1973. O Museu oferece para escolas e grupos interessados, visitas      monitoradas de segunda-feira a sexta-feira das 10h \u00e0s 12h e das 14 \u00e0s 18h,      com pr\u00e9vio agendamento.<\/p>\n<p><strong>Museu da Imagem e do Som<\/strong><\/p>\n<p>Criado em 1969 junto ao Museu de Arte Contempor\u00e2nea ficou desativado de 1980      a 1984, voltando a funcionar em 1985. Tem como finalidade preservar e resgatar      a mem\u00f3ria audiovisual do Paran\u00e1, atrav\u00e9s de discos, filmes, fitas de \u00e1udio      e de v\u00eddeo, depoimentos e registros da hist\u00f3ria oral, partituras, fotografias,      documentos e equipamentos fotogr\u00e1ficos e de som. Informa\u00e7\u00f5es Tel. (0xx41)      3351-6682 \/ 3351-6687 e-mail: mis@pr.gov.br . Localiza-se na Rua M\u00e1ximo Jo\u00e3o      Kopp, 274 &#8211; Santa C\u00e2ndida.<\/p>\n<p><strong>Museu Alfredo Andersen<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s o falecimento de Alfredo Andersen, sua resid\u00eancia foi desapropriada      pelo Estado, para nela ser realizado o sonho que o Mestre acalentou em vida;      uma escola de artes acess\u00edvel a toda a comunidade. Nesta edifica\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo      XIX, foi criada em 1947 a Casa de Alfredo Andersen, que em 1979 passou a denominar-se      Museu Alfredo Andersen e vinculada a Secretaria de Estado da Cultura. Esta      casa onde Andersen viveu e ensinou sua arte de 1915 a 1935, tem por finalidade      cadastrar, expor, preservar, e divulgar a obra e a mem\u00f3ria do Mestre, cuja      contribui\u00e7\u00e3o para as artes pl\u00e1sticas lhe valeu o t\u00edtulo de &#8220;Pai da Pintura      Paranaense&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Museu Metropolitano de Arte de Curitiba &#8211; MUMA<\/strong><\/p>\n<p>Projetado em 1977, para ser o Centro Comercial do Terminal de Transporte      Coletivo do Port\u00e3o, a constru\u00e7\u00e3o nunca chegou a funcionar como o previsto.      Ap\u00f3s a doa\u00e7\u00e3o \u00e0 Prefeitura Municipal, em 1985, do acervo particular do artista      paranaense Poty Lazzarotto, contendo obras de v\u00e1rios artistas e exemplares      de arte popular, optou-se pela adapta\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio, com a inaugura\u00e7\u00e3o do Museu      Municipal de Arte, em 5 de maio de 1988. Em 22 de agosto de 1996 o espa\u00e7o      \u00e9 renomeado para Museu Metropolitano de Arte de Curitiba &#8211; MUMA, um espa\u00e7o      aberto para todas as manifesta\u00e7\u00f5es das artes pl\u00e1sticas, com o objetivo de      preservar, conservar e divulgar o acervo de arte do munic\u00edpio.<\/p>\n<p><strong>Museu de Hist\u00f3ria Natural &#8211; Bosque Cap\u00e3o da Imbuia<\/strong><\/p>\n<p>O acervo existente desde 1935 esteve abrigado no Museu Paranaense at\u00e9 1956.      Desta data em diante, se integrou a diversas institui\u00e7\u00f5es, sendo que em 1981      passou a ser administrado pela Prefeitura Municipal, em sede pr\u00f3pria no Cap\u00e3o      da Imbuia.<\/p>\n<p>Ligado a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, desenvolve pesquisas na \u00e1rea      zool\u00f3gica, abrangendo mam\u00edferos, aves, r\u00e9pteis, anf\u00edbios, peixes, insetos,      aracn\u00eddeos, moluscos e parasitas, estando cada uma dessas \u00e1reas representadas      por cole\u00e7\u00f5es cient\u00edficas. Tamb\u00e9m se realizam trabalhos de pesquisas em esp\u00e9cies      amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o nas diversas regi\u00f5es do Estado.<\/p>\n<p>Ocupando uma \u00e1rea de 36.000 m\u00b2, conta com um setor expositivo voltado ao      p\u00fablico em geral, sendo que na exposi\u00e7\u00e3o externa &#8220;No Caminho das Arauc\u00e1rias&#8221;      em meio ao bosque, existem 12 vitrines e pain\u00e9is ao longo de uma passarela      elevada de aproximadamente 400 metros que mostra as inter-rela\u00e7\u00f5es encontradas      na floresta de arauc\u00e1ria angustifolia. A exposi\u00e7\u00e3o interna enfoca o tema &#8220;Ecossistemas      Brasileiros&#8221; onde est\u00e3o representados a Floresta com Arauc\u00e1ria, a Floresta      Tropical, o Cerrado e o Banhado, mostrando a extraordin\u00e1ria diversidade de      vida animal e vegetal existente e a import\u00e2ncia de sua conserva\u00e7\u00e3o. O Museu      encontra-se dentro do Bosque Cap\u00e3o da Imbuia.<\/p>\n<h4>Centros Culturais e Constru\u00e7\u00f5es Hist\u00f3ricas em Curitiba<\/h4>\n<p><strong>Conservat\u00f3rio de M\u00fasica Popular Brasileira de Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>Foi inaugurado no ano de 1992 e em outubro de 1993 mudou-se para a sua sede      definitiva, cujo pr\u00e9dio \u00e9 um projeto de reciclagem do Solar dos Guimar\u00e3es,      edifica\u00e7\u00e3o de tr\u00eas pavimentos em pedra e tijolo constru\u00edda no \u00faltimo quartel      do s\u00e9culo XIX, no Setor Hist\u00f3rico. Destru\u00eddo por um inc\u00eandio em 1979 que deixou      em p\u00e9 apenas as paredes externas, o sobrado serviu tamb\u00e9m como hotel e casa      comercial.<\/p>\n<p>No campo do ensino o Conservat\u00f3rio vem se firmando como escola de excel\u00eancia      desenvolvendo diversos projetos que re\u00fanem os melhores instrumentistas e professores      do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Funciona ali uma biblioteca com volumes espec\u00edficos de m\u00fasicas, reportagens      sobre artistas da MPB e fonoteca. O Conservat\u00f3rio promove tamb\u00e9m Bate Papos      Musicais com artistas de renome nacional de passagem por Curitiba e na Pra\u00e7a      Jacob do Bandolim (anexo ao local) abre espa\u00e7o para m\u00fasicos e grupos locais      apresentarem seus trabalhos. Possui ainda quatro corpos art\u00edsticos; a Orquestra      \u00c0 Base de Corda, a Orquestra \u00c0 Base de Sopro, o Vocal Brasileir\u00e3o (adultos)      e o Coral Brasileirinho (crian\u00e7as), cujo objetivo \u00e9 o est\u00edmulo, registro e      a mem\u00f3ria das muitas express\u00f5es da musicalidade do povo.<\/p>\n<p><strong>Casa Rom\u00e1rio Martins<\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00e7\u00e3o em estilo colonial do s\u00e9culo XVIII \u00e9 o segundo pr\u00e9dio mais antigo      da cidade, ao lado do primeiro ainda preservado, a Igreja da Ordem. A edifica\u00e7\u00e3o      foi desapropriada pela prefeitura em 1970 e os trabalhos de restaura\u00e7\u00e3o iniciaram-se      em 1973. O arquiteto respons\u00e1vel foi Cyro Corr\u00eaa Lyra. As transforma\u00e7\u00f5es,      realizadas ao longo de dois s\u00e9culos, haviam desfigurado totalmente o interior      e o exterior do velho pr\u00e9dio, por reformas indevidas ou placas de propaganda      em sua fachada. Antes funcionava ali um armaz\u00e9m de secos e molhados e com      a restaura\u00e7\u00e3o foi basicamente, recuperado o aspecto externo. Interiormente      o pr\u00e9dio quase n\u00e3o possui divis\u00f5es, apenas um miolo fechado, e o restante      funciona como galeria. Inaugurada no final de 1973, com a presen\u00e7a de sua      filha Azurita Martins Alice. Ao contr\u00e1rio do que se pensa, Rom\u00e1rio Martins,      nunca teve, em vida, uma liga\u00e7\u00e3o a esta casa. Seu nome \u00e9 uma homenagem p\u00f3stuma      ao brilhante escritor e historiador que nos legou uma bagagem cultural importante,      colaborando em v\u00e1rios setores de nossa vida p\u00fablica. \u00c9 vinculada \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o      Cultural de Curitiba e objetiva a promo\u00e7\u00e3o de exposi\u00e7\u00f5es de artistas paranaenses.<\/p>\n<p><strong>Casa Culpi<\/strong><\/p>\n<p>Quando Santa Felicidade fazia parte da rota que levava ao Norte Pioneiro      do Paran\u00e1, o principal ponto de encontro dos caminhoneiros foi o armaz\u00e9m Culpi,      uma das primeiras casa constru\u00eddas em Curitiba pelos imigrantes italianos,      em 1897 a &#8220;Casa Culpi&#8221; foi vendida \u00e0 Prefeitura Municipal, em 1\u00ba      de abril de 1990, depois de restaurada, se transformou em um Memorial da Imigra\u00e7\u00e3o      Italiana, reconstituindo o estilo de vida dos italianos que chegaram \u00e0 cidade      no s\u00e9culo passado. Ali, tamb\u00e9m funcionam os cursos de l\u00edngua italiana e artes      pl\u00e1sticas, al\u00e9m de exposi\u00e7\u00f5es permanentes e tempor\u00e1rias.<\/p>\n<p><strong>Casa Andrade Muricy<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurada em 26 de junho de 1998, se prop\u00f5e a realizar, em suas depend\u00eancias,      mostras de consagrados artistas nacionais e internacionais, promover interc\u00e2mbio      com institui\u00e7\u00f5es afins, realizar atividades culturais e did\u00e1ticas e apoiar      iniciativas de entidades cong\u00eaneres.<\/p>\n<p>O pr\u00e9dio foi constru\u00eddo entre 1923 e 1926, a antiga constru\u00e7\u00e3o inaugurada      na gest\u00e3o do ent\u00e3o Presidente do Estado, Caetano Munhoz da Rocha abrigou,      al\u00e9m das Coletorias Estaduais, a Reparti\u00e7\u00e3o de \u00c1gua e Esgoto e a Junta Comercial.      Ali tamb\u00e9m funcionou a Secretaria de Finan\u00e7as, algumas Coordenadorias da Secretaria      da Cultura, a Sala Miguel Bakun e setores voltados para a m\u00fasica. O subsolo      sediou o escrit\u00f3rio da Funarte e mais tarde a Bienal do Design. Ocupando toda      a testada da quadra, a edifica\u00e7\u00e3o tombada pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico      do Paran\u00e1 em 1977, possui tr\u00eas fachadas: a principal voltada para a Alameda      Doutor Muricy e as demais para as Ruas Saldanha Marinho e Cruz Machado. Na      sua parte posterior est\u00e1 interligado ao pr\u00e9dio da Secretaria de Estado da      Cultura. Representante do ecletismo arquitet\u00f4nico dominante \u00e0 \u00e9poca de sua      constru\u00e7\u00e3o, o edif\u00edcio tem as fachadas ornamentadas com ressaltos de motivos      vegetais, envolvendo v\u00e3os do pavimento t\u00e9rreo. A composi\u00e7\u00e3o da fachada principal      \u00e9 sim\u00e9trica, tendo o eixo central marcado pela porta de entrada, ladeada por      colunas j\u00f4nicas encimadas por sacada sustentada por modilh\u00f5es e guarnecida      por guarda-corpo de delicada serralheria. No interior do edif\u00edcio, pelo tratamento      mais requintado destaca-se o vest\u00edbulo, enriquecido por escadaria em m\u00e1rmore      branco que d\u00e1 acesso ao andar superior; \u00e9 iluminado, ao n\u00edvel do patamar intermedi\u00e1rio      da escada, por um precioso vitral policromado desenhado com motivos florais.<\/p>\n<p><strong>Solar do Bar\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O pr\u00e9dio foi constru\u00eddo entre 1880 e 1883 pertencia a Ildefonso Pereira Correia,      o Bar\u00e3o do Serro Azul, sediando por v\u00e1rios anos o comando da 5\u00aa Regi\u00e3o Militar.      O trabalho de restaura\u00e7\u00e3o foi feito pelo arquiteto Cyro Corr\u00eaa Lyra e o mesmo      \u00e9 composto por tr\u00eas unidades; Bloco Central &#8211; de maior valor hist\u00f3rico; Bloco      B &#8211; que serviu de casa para a Baronesa depois da morte do Bar\u00e3o e o Bloco      C constru\u00eddo pelo ex\u00e9rcito h\u00e1 aproximadamente 40 anos. Atualmente, funciona      como um Centro de Arte e Lazer, mantendo diversos cursos; ensaios, inclusive      da Camerata Anticqua, Orquestra de Harm\u00f4nicas e Coral de Curitiba; audit\u00f3rio;      exposi\u00e7\u00f5es de fotos e jornais; gibiteca, centro de documenta\u00e7\u00e3o, laborat\u00f3rio      fotogr\u00e1fico; oficina de serigrafia em papel; atelier de xilogravura, litografia      e gravura em metal; os Museus do Cartaz, da Gravura e de Fotografia.<\/p>\n<p><strong>Palacete Wolf<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 evid\u00eancias de que tenha sido mandado construir em 1880, por Fredolin Wolf,      filho de Jos\u00e9 Wolf, o primeiro membro da fam\u00edlia austr\u00edaca que chegou em Curitiba      por volta de 1854. Apesar das diversas loca\u00e7\u00f5es e subloca\u00e7\u00f5es servindo \u00e0s      mais diferentes finalidades, o casar\u00e3o sempre pertenceu a fam\u00edlia Wolf, que      nunca por\u00e9m, nele residiu.<\/p>\n<p>Da presum\u00edvel data de sua constru\u00e7\u00e3o at\u00e9 1888, o palacete situado na ent\u00e3o      Pra\u00e7a Doutor Faria Sobrinho, mais tarde denominada Pra\u00e7a do Ros\u00e1rio e hoje      Pra\u00e7a Garibaldi, abrigou dois col\u00e9gios: o Parthenon Paranaense e o Col\u00e9gio      dos Franciscanos. Quando da Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica em 1889, residia na mans\u00e3o,      a fam\u00edlia do Doutor Joaquim Monteiro de Carvalho e Silva que em 1891 integrou      a Junta Governativa do Governo Provis\u00f3rio, juntamente com Lamenha Lins e o      Coronel Roberto Faria, obrigando-se a transformar sua resid\u00eancia, em sede      da Junta Governativa.<\/p>\n<p>Com a chegada de Gumercindo Saraiva, l\u00edder rebelde da Revolu\u00e7\u00e3o Federalista,      o casar\u00e3o passou a sediar tamb\u00e9m o Quartel do 5\u00ba Distrito (equivalente ao      atual Quartel da regi\u00e3o).<\/p>\n<p>Sabe-se ainda, que em 1897 foi sede do Quartel da For\u00e7a Policial, que ali      permaneceu at\u00e9 o ano de 1900. Abrigou tamb\u00e9m o Col\u00e9gio Internacional e entre      os anos de 1911 a 1913 foi sede da C\u00e2mara e da Prefeitura Municipal. Em 1914,      instalou-se na parte superior a Loja Ma\u00e7\u00f4nica e na parte t\u00e9rrea, o atelier      da pintura e professora Gina Bianchi, que entre seus alunos destacou-se Theodoro      de Bona. Com a mudan\u00e7a da Loja Ma\u00e7\u00f4nica, a fam\u00edlia Bianchi transferiu-se e      sublocou a parte t\u00e9rrea, l\u00e1 permanecendo at\u00e9 1956. Sediou, ainda, a Livraria      Braun, entre os anos de 1958 e o in\u00edcio dos anos 1970, quando a Prefeitura      Municipal adquiriu e restaurou o im\u00f3vel.<\/p>\n<p>Pelo Decreto Municipal 145\/74 o palacete foi declarado de Utilidade Hist\u00f3rica,      sendo reinaugurado a 5 de mar\u00e7o de 1975 e desde ent\u00e3o, abriga a sede da Funda\u00e7\u00e3o      Cultural de Curitiba.<\/p>\n<p><strong>Sociedade Giuseppe Garibaldi<\/strong><\/p>\n<p>A &#8220;Societ\u00e0 Giuseppe Garibaldi di Beneficenza&#8221; foi fundada em 1\u00ba      de julho de 1883 com o objetivo de proporcionar aos italianos radicados em      Curitiba, uma maior integra\u00e7\u00e3o, prote\u00e7\u00e3o e aux\u00edlio em horas dif\u00edceis. Em 1895,      o terreno foi doado pelo Governo do Estado e o c\u00f4nsul da It\u00e1lia concedeu um      empr\u00e9stimo \u00e0 comunidade Italiana, que lan\u00e7ou a pedra fundamental do atual      pr\u00e9dio. O projeto foi do engenheiro italiano Ernesto Guaita e teve seu t\u00e9rmino      em 1990, em estilo neocl\u00e1ssico. Foi restaurado de 1992 a 1996, faz parte de      suas atividades um grupo folcl\u00f3rico.<\/p>\n<p><strong>Pal\u00e1cio Avenida<\/strong><\/p>\n<p>Um dos primeiros edif\u00edcios de porte da cidade foi constru\u00eddo pelo imigrante      s\u00edrio-liban\u00eas Feres Merhy, que chegando ao Brasil em 1895, se estabeleceu      em Curitiba. Assim, em 1927, deu in\u00edcio \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do primeiro cine-teatro      do Paran\u00e1, o Avenida, que teve sua inaugura\u00e7\u00e3o em 04 de abril de 1929. Abrigou      entre outros pontos comerciais um caf\u00e9, o folcl\u00f3rico Bar Guairac\u00e1 e o Cine      Avenida, um dos primeiros cinemas de Curitiba.<\/p>\n<p>O importante monumento arquitet\u00f4nico ocupa uma \u00e1rea de 17.700 m\u00b2, \u00e9 um projeto      original de Valentim Freitas, Bortolo Bergonse e Bernardino d&#8217;Assump\u00e7\u00e3o Oliveira.      Passou por quatro reformas at\u00e9 sua inaugura\u00e7\u00e3o em 05 de mar\u00e7o de 1991, sendo      que o projeto de restaura\u00e7\u00e3o do Avenida, \u00e9 assinado por Rubens Meister e Elias      Lipatin Furman, preservando totalmente a fachada e transformando seu interior      num dos mais modernos projetos arquitet\u00f4nicos. Abriga al\u00e9m da ag\u00eancia banc\u00e1ria      e do setor administrativo, o Audit\u00f3rio Bamerindus, com capacidade para 250      pessoas e o objetivo de desenvolver atividades culturais, a exemplo do &#8220;Natal      no Avenida&#8221; que re\u00fane num coral, crian\u00e7as carentes e idosos, numa mensagem      de paz e esperan\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Edif\u00edcio Garcez<\/strong><\/p>\n<p>Primeiro edif\u00edcio arranha-c\u00e9u de Curitiba teve sua constru\u00e7\u00e3o iniciada em      1927, pelo engenheiro Jo\u00e3o Moreira Garcez. Exemplar arquitet\u00f4nico do estilo      art-d\u00e9co com revestimento em p\u00f3 de pedra preto, linhas retas e ao inv\u00e9s de      pilares de concreto, grandes troncos de madeira protegidos com \u00f3leo cru. Constru\u00eddo      no auge do movimento paranista com frisos, bala\u00fastres e gradis estilizando      pinh\u00f5es; os elevadores foram instalados em 1934, e o \u00faltimo pavimento, o oitavo,      s\u00f3 foi conclu\u00eddo em 1946. O pr\u00e9dio abrigou reparti\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, escolas,      associa\u00e7\u00f5es etc. Num projeto do arquiteto Eduardo Pereira Guimar\u00e3es, foi restaurado      e reaberto em 06 de outubro de 1988 como propriedade do Grupo Hermes Macedo      que em 1989 ganhou dos EUA o trof\u00e9u &#8220;Worldstore&#8221;, o mais importante      do mundo no g\u00eanero.<\/p>\n<p><strong>Farol do Saber<\/strong><\/p>\n<p>Com o objetivo de diversificar oportunidades de acesso ao saber, expandindo      o espa\u00e7o do ensino formal, foram constru\u00eddas bibliotecas comunit\u00e1rias que      funcionam articuladas \u00e0s escolas municipais, constituindo-se em pontos de      refer\u00eancia cultural e lazer para a comunidade. Estas bibliotecas foram denominadas      Farol do Saber, evocando a c\u00e9lebre Biblioteca de Alexandria, cidade que representando      um importante centro cultural e econ\u00f4mico, aproximou os povos e iluminou a      antig\u00fcidade com a luz do conhecimento. S\u00e3o constru\u00e7\u00f5es modulares de 88 m\u00b2      com uma torre de 10 metros de altura com sinal luminoso, destinadas ao atendimento      do p\u00fablico em geral com acervo referencial de aproximadamente 5.000 livros.      S\u00e3o 47 bibliotecas comunit\u00e1rias instaladas em diferentes bairros da cidade,      sendo que a primeira foi inaugurada em 19 de novembro de 1994 com o nome de      Machado de Assis no bairro Merc\u00eas. Destaca-se o Farol das Cidades, \u00fanico no      seu g\u00eanero, que se diferencia dos demais pelo seu acervo voltado principalmente      ao planejamento urbano, composto por livros, v\u00eddeos e cd-rom, estando equipado      com computadores conectados \u00e0 Internet e ao geoprocessamento da Prefeitura,      com acesso livre e gratuito \u00e0 popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Centro de Conven\u00e7\u00f5es de Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>Instalado no antigo pr\u00e9dio do Cine Vit\u00f3ria, tradicional espa\u00e7o das artes      e da cultura, por onde passaram in\u00fameras celebridades. Como maior cinema de      Curitiba (1800 lugares) num projeto de Lot\u00e1rio Seigert de 20 de novembro de      1964, teve suas atividades encerradas em janeiro de 1987, ap\u00f3s 23 anos de      exist\u00eancia, quando foi adquirido pelo Governo do Estado, com o objetivo de      sediar o Centro de Conven\u00e7\u00f5es de Curitiba, local de realiza\u00e7\u00e3o de simp\u00f3sios,      exposi\u00e7\u00f5es, congressos, feiras, shows, etc. Possui 8426 m\u00b2 de constru\u00e7\u00e3o,      distribu\u00eddos em 3 blocos: o primeiro constru\u00eddo especialmente para a fun\u00e7\u00e3o,      abriga a administra\u00e7\u00e3o, o setor comercial, os servi\u00e7os de apoio e as exposi\u00e7\u00f5es;      o segundo trata-se do antigo cinema reformado, abrigando o setor de conven\u00e7\u00f5es,      de exposi\u00e7\u00f5es, servi\u00e7os gerais e a entrada principal; o terceiro, abriga parte      dos servi\u00e7os de apoio e d\u00e1 frente para a Rua Pedro Ivo. Todos s\u00e3o interligados,      num projeto arquitet\u00f4nico moderno e arrojado de estruturas de concreto e fachadas      de vidro laminado azul e transparente com detalhes em granito cinza de autoria      de Rafael Dely, Zenon Segundo de Braga Pech, Ricardo Pereira e Abr\u00e3o Assad.      Possui quatro audit\u00f3rios: dois com 184 lugares, um com 215 e outro com 900      lugares &#8211; onde est\u00e1 o palco &#8211; todos s\u00e3o modulares com divis\u00f3rias m\u00f3veis que      permitem formar apenas um grande audit\u00f3rio de 1.483 lugares; al\u00e9m de parlat\u00f3rio,      salas de exposi\u00e7\u00f5es, salas de reuni\u00f5es, lojas, camarins e posto m\u00e9dico.<\/p>\n<p><strong>Castelo Lupion &#8211; Canal 12<\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00eddo na d\u00e9cada de 20, em um terreno de quase 10.000m 2 , pelo ervateiro      e cafeicultor Luiz Guimar\u00e3es, que ap\u00f3s viagem pela Fran\u00e7a ficou impressionado      com os castelos do Loire. Contratou o engenheiro paranaense Dr. Carvalho Chaves,      o qual viajou \u00e0 Fran\u00e7a para fazer as observa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias ao projeto. Em      1928, a casa foi inaugurada e, vinte anos mais tarde, passou a ser propriedade      da fam\u00edlia Lupion, que concluiu a decora\u00e7\u00e3o construindo a garagem, depend\u00eancias      de empregados, piscina, pavilh\u00f5es, bar e churrasqueira. Artistas como Jo\u00e3o      Turim, trabalharam no castelo. Theodoro de Bona retratou Herm\u00ednia, mulher      de Mois\u00e9s Lupion, Guido Viaro retratou sua filha Leovegilda, Miguel Bakum      residiu por alguns meses e decorou o \u00faltimo andar e a parte superior da torre.      Alfredo Andersen decorou o vidro da entrada que representa as Cataratas do      Igua\u00e7u.<\/p>\n<p>Autoridades do Brasil e do exterior hospedaram-se no castelo que foi tombado      em 1974 pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Paran\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Palacete Le\u00e3o J\u00fanior<\/strong><\/p>\n<p>O Palacete \u00e9 considerado patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e arquitet\u00f4nico brasileiro,      foi constru\u00eddo no final do s\u00e9culo XIX (1866-1907), em estilo neocl\u00e1ssico por      C\u00e2ndido de Abreu para abrigar a fam\u00edlia Agostinho Ermelino de Le\u00e3o J\u00fanior,      importante ervateiro do ciclo da erva-mate no Paran\u00e1. A fam\u00edlia mudou-se para      o Palacete em 1902. Em 1906 quando o ent\u00e3o Presidente da Rep\u00fablica, Afonso      Pena visitou Curitiba ficou nele hospedado. O casar\u00e3o, um dos mais luxuosos      constru\u00eddos em Curitiba, teve portas, janelas, pain\u00e9is e entalhes em pau-brasil;      vidros e porcelanas importados da Fran\u00e7a e B\u00e9lgica. A propriedade foi inteiramente      restaurada, num trabalho que durou cerca de ano e meio. Foi inaugurado em      24 de outubro de 1987 com o objetivo de se transformar em um espa\u00e7o cultural,      agrupando, organizando e colocando ao acesso de todos, informa\u00e7\u00f5es e exposi\u00e7\u00f5es      sobre a nossa hist\u00f3ria, economia, vida associativa e art\u00edstica a ser fornecida      a todos os interessados. \u00c9 uma central de intelig\u00eancia e preserva\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria      do Estado do Paran\u00e1, na cultura deste final de mil\u00eanio.<\/p>\n<p><strong>Solar do Ros\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>Conhecido como &#8220;Solar de Sinh\u00e1 Fran\u00e7a&#8221;, foi, nos idos de 1890 a      resid\u00eancia da fam\u00edlia Paula Fran\u00e7a. Pelos registros, o industrial Ign\u00e1cio      de Paula Fran\u00e7a &#8220;exerceu elevados cargos nesta capital tendo sido Presidente      da C\u00e2mara Municipal, Prefeito, Tesoureiro da Delegacia Fiscal, dedicando-se      nos \u00faltimos tempos de vida \u00e0 sua ind\u00fastria&#8221;, que teria sido a f\u00e1brica      de Cer\u00e2mica das Merc\u00eas. Posteriormente foi adquirido pelo historiador e colecionador      de arte Newton Carneiro, que teve a inten\u00e7\u00e3o n\u00e3o concretizada de transform\u00e1-lo      em pousada. At\u00e9 o ano de 1988, foi sede do Instituto Goethe do Paran\u00e1 que      ministrava cursos e atividades culturais. Em 1989 foi entregue a uma entidade      sem fins lucrativos, que tinha como objetivo resgatar sua mem\u00f3ria atrav\u00e9s      do desenvolvimento de atividades culturais. Dentro desse prop\u00f3sito o casar\u00e3o      foi submetido a um projeto de restaura\u00e7\u00e3o do arquiteto paranaense Ernesto      Zanon conclu\u00eddo em janeiro de 1992. Em maio desse mesmo ano, o Solar do Ros\u00e1rio,      que possui este nome devido \u00e0 proximidade com a Igreja do Ros\u00e1rio, foi inaugurado      como espa\u00e7o de arte e cultura. Hoje, o Solar do Ros\u00e1rio \u00e9 uma iniciativa privada      em forma associativa que abriga um espa\u00e7o particular vivo e atuante de arte      e cultura. Pequeno complexo cultural que envolve galeria de arte, cursos,      oficinas, livraria, molduraria, restaurante, casa de ch\u00e1 e jardim de esculturas.<\/p>\n<h4>Teatros em Curitiba<\/h4>\n<p><strong>Teatro Gua\u00edra<\/strong><\/p>\n<p>Antigo Teatro S\u00e3o Theodoro, em homenagem a Theodoro \u00c9bano Pereira, foi inaugurado      em 1884, na Rua Dr. Muricy, onde hoje est\u00e1 a Biblioteca P\u00fablica do Paran\u00e1.      No per\u00edodo da Revolu\u00e7\u00e3o Federalista (1893-1895), serviu de pris\u00e3o pol\u00edtica      para os desafetos de Gumercindo Saraiva durante as desaven\u00e7as entre Picapaus      e Maragatos.<\/p>\n<p>S\u00f3 voltou a funcionar em 1900 quando passou a adotar o nome de Teatro Guayr\u00e1,      na linguagem ind\u00edgena &#8220;n\u00e3o passar\u00e1s adiante&#8221;, nome que homenageava      tamb\u00e9m o salto do Rio Paran\u00e1. Foi demolido em 1935, e em 1952, iniciou-se      a constru\u00e7\u00e3o do novo teatro, situado entre as Ruas XV de Novembro, Conselheiro      Laurindo, Tibagi e Amintas de Barros. A constru\u00e7\u00e3o fazia parte das comemora\u00e7\u00f5es      do Centen\u00e1rio de Emancipa\u00e7\u00e3o Pol\u00edtica do Estado, em 1953. O pequeno audit\u00f3rio,      o Salvador de Ferrante, foi inaugurado em 1954. Em 1970, o teatro \u00e9 atingido      por grande inc\u00eandio que destruiu o seu teto, danificou noventa por cento dos      seus vidros, comprometeu toda a estrutura de concreto armado da plat\u00e9ia do      grande audit\u00f3rio.<\/p>\n<p>Seria inaugurado naquele ano, mas em decorr\u00eancia disto, sua inaugura\u00e7\u00e3o foi      quatro anos ap\u00f3s, em 1974, com a montagem da pe\u00e7a &#8220;Paran\u00e1, Terra de Todas      as Gentes&#8221;. Possui tr\u00eas salas de espet\u00e1culos; a Bento Munhoz da Rocha      Neto, com 2173 lugares, o pequeno audit\u00f3rio Salvador de Ferrante ou &#8220;Guairinha&#8221;,      com capacidade para 504 espectadores e o \u00faltimo, Glauco Flores de S\u00e1 Brito,      ou mini-audit\u00f3rio, com capacidade para 113 espectadores. O projeto arquitet\u00f4nico      do teatro \u00e9 de Rubens Meister.<\/p>\n<p>O grande audit\u00f3rio \u00e9 considerado um dos maiores da Am\u00e9rica Latina em tamanho      e equipamentos, com seis vag\u00f5es elevadores de palco, po\u00e7o de orquestra elevadi\u00e7o,      dentre outras aparelhagens que permitem trocar de cen\u00e1rios em alguns segundos.      Na entrada sobre as portas principais, existe um painel em alto-relevo de      autoria de Poty Lazzarotto. O teatro mant\u00e9m nos seus v\u00e1rios setores, Bal\u00e9      Teatro Gua\u00edra, Companhia de Dan\u00e7a e a Orquestra Sinf\u00f4nica do Paran\u00e1, al\u00e9m      de outras atividades como a Escola de Dan\u00e7a e o Teatro de Bonecos. O Teatro      Guair\u00e1 \u00e9 roteiro dos grandes espet\u00e1culos nacionais e internacionais. As visitas      devem ser previamente agendadas.<\/p>\n<p><strong>Teatro Paiol<\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00eddo no per\u00edodo de 1905-1906, tinha por finalidade abrigar um dep\u00f3sito      de p\u00f3lvora. Foi transformado e modificado por diversas vezes, sendo que ap\u00f3s      1917 abrigou os arquivos municipais. Mais tarde funcionou como sede de uma      Diretoria encarregada de preparar o asfalto para a pavimenta\u00e7\u00e3o das ruas.      Foi restaurado pelo arquiteto Abr\u00e3o Assad, que procurou manter suas caracter\u00edsticas,      com tra\u00e7os arquitet\u00f4nicos romanos em forma circular. O pr\u00e9dio foi inaugurado      como teatro em 1971, com show de Vin\u00edcius de Moraes. Sua capacidade \u00e9 para      220 espectadores.<\/p>\n<p><strong>Teatro Universit\u00e1rio de Curitiba &#8211; TUC<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em setembro de 1976, tem por finalidade colaborar com os anseios      universit\u00e1rios, seus idealizadores, tendo capacidade para 108 espectadores.      Atualmente a programa\u00e7\u00e3o e a administra\u00e7\u00e3o do teatro \u00e9 inteiramente de responsabilidade      da Funda\u00e7\u00e3o Cultural de Curitiba.<\/p>\n<p><strong>Teatro Fernanda Montenegro<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em setembro de 1993, com a presen\u00e7a da atriz homenageada, e a      estr\u00e9ia da pe\u00e7a &#8220;O C\u00e9u Pode Esperar&#8221; com Paulo Autran. Possui 550      lugares e se constitui numa das concep\u00e7\u00f5es mais modernas e atualizadas do      g\u00eanero, que traz como principal novidade os ordenamentos laterais. \u00c9 destinada      a exibi\u00e7\u00e3o de espet\u00e1culos de alto n\u00edvel, podendo ser shows musicais, pe\u00e7as      de teatro, concertos etc.<\/p>\n<h4>Bosques e Parques Curitiba<\/h4>\n<p><strong>Bosque Jo\u00e3o Paulo II<\/strong><\/p>\n<p>Criado ap\u00f3s a visita do Papa a Curitiba, caracteriza-se como Memorial da      Imigra\u00e7\u00e3o Polonesa no Paran\u00e1. Inaugurado em 8 de dezembro de 1980, compreende      uma \u00e1rea de 40.000 m\u00b2, entregue ao Governo do Estado e \u00e0 Prefeitura de Curitiba,      como resultado da desapropria\u00e7\u00e3o conjunta com a antiga f\u00e1brica de velas Estearina,      no Centro C\u00edvico. Em suas alamedas possui cal\u00e7adas de pedras valorizando o      pinheiral ali existente. Foi canalizado o trecho do Rio Bel\u00e9m entre a Avenida      C\u00e2ndido de Abreu e a Rua Celeste Santi no Ah\u00fa, acompanhando o tra\u00e7ado original      daquele curso d&#8217;\u00e1gua. Com seu conjunto de edifica\u00e7\u00f5es em troncos de madeira,      t\u00edpica da arquitetura polonesa, se constitui num museu ao ar livre. A principal      \u00e9 a Casa dos Troncos da Col\u00f4nia Thomaz Coelho, constru\u00edda em 1883, segundo      consta gravado em uma de suas toras. Foi doada pela col\u00f4nia \u00e0 cidade por ocasi\u00e3o      da visita do Papa a Curitiba e, transformada na Capela Jo\u00e3o Paulo II. Em seu      interior est\u00e1 a imagem de Nossa Senhora de Czestochowa ou Nossa Senhora de      Montes Claros, Padroeira da Pol\u00f4nia.<\/p>\n<p>O paiol, constru\u00e7\u00e3o de 1876, ano de in\u00edcio da coloniza\u00e7\u00e3o polonesa na regi\u00e3o      da Grande Curitiba doado por Pedro e Sophia Patek, habitantes da Col\u00f4nia Thomaz      Coelho e, as outras casas, abrigam o acervo, composto de mobili\u00e1rio, utens\u00edlios      dom\u00e9sticos e instrumentos agr\u00edcolas; ou destinam-se a exposi\u00e7\u00f5es espor\u00e1dicas      e manifesta\u00e7\u00f5es que dizem respeito \u00e0 vida do imigrante ou foram adaptados      para fun\u00e7\u00f5es administrativas e venda de artesanato t\u00edpico polon\u00eas.<\/p>\n<p>Uma est\u00e1tua com a imagem de Jo\u00e3o Paulo II, numa das ruelas do bosque, atesta      que, acima de tudo, o local \u00e9 o marco da passagem prof\u00e9tica de Jo\u00e3o de Deus      em julho de 1980. Possui tamb\u00e9m um palco para apresenta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas.<\/p>\n<p><strong>Bosque Jo\u00e3o Carlos Hartley Gutierrez<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em 22 de mar\u00e7o de 1989 o Bosque Gutierrez possui \u00e1rea total de      36.000 m\u00b2, abrigando um bosque de preserva\u00e7\u00e3o permanente com 18.000 m\u00b2 e uma      pra\u00e7a com 6.590 m\u00b2. Mas, o que chama a aten\u00e7\u00e3o no Bosque, \u00e9 o memorial ao      ecologista Chico Mendes, assassinado em dezembro de 1988. Lembrando sua luta      pela preserva\u00e7\u00e3o da floresta amaz\u00f4nica, foi gravada em pedra, a r\u00e9plica da      carta por ele enviada ao Juiz de Xapuri, no Acre, denunciando que era amea\u00e7ado      de morte. Tal carta \u00e9 permanentemente envolvida por uma cortina de \u00e1gua mineral,      que nasce no Bosque, e que serve tamb\u00e9m aos visitantes, atrav\u00e9s de v\u00e1rias      torneiras ali instaladas. Possui ainda dois pequenos lagos, trilhas de observa\u00e7\u00e3o,      Casa do Seringueiro, Escola Amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p><strong>Bosque de Portugal<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em mar\u00e7o de 1994 com a presen\u00e7a do Presidente M\u00e1rio Soares, uma      \u00e1rea verde de 20.850 m\u00b2 no fundo do vale do c\u00f3rrego Tarum\u00e3, o Bosque \u00e9 composto      de elementos da arquitetura luso-brasileira e inclui duas partes: a \u00e1rea de      anima\u00e7\u00e3o e a Alameda dos Cantares Portugueses.<\/p>\n<p>A \u00e1rea de anima\u00e7\u00e3o foi constru\u00edda em piso mosaico Portugu\u00eas com desenhos      que lembram o mar e uma caravela estilizada, fazendo men\u00e7\u00e3o \u00e0s grandes navega\u00e7\u00f5es      portuguesas. Est\u00e1 circundada por sete colunas com os nomes dos pa\u00edses de l\u00edngua      portuguesa (Portugal, Mo\u00e7ambique, S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe, Brasil, Cabo Verde,      Angola e Guin\u00e9 Bissau). Uma pista de cooper faz o elo de liga\u00e7\u00e3o contornando      todo o bosque, passando por tr\u00eas pontos cobertos que lembram a arquitetura      portuguesa.<\/p>\n<p>A Alameda dos Cantares Portugueses \u00e9 um caminho de pedras aberto no meio      da mata ao longo do c\u00f3rrego, onde est\u00e3o distribu\u00eddos 22 pilares erguidos para      servir de base a azulejos portugueses pintados \u00e0 m\u00e3o, com trechos de poesias      da l\u00edngua portugu\u00eas.<\/p>\n<p><strong>Bosque Alem\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em 1996, o bosque garante a preserva\u00e7\u00e3o de 38.000 m\u00b2, de mata      nativa, que faziam parte da antiga ch\u00e1cara da fam\u00edlia Schaffer. Na entrada      da parte superior do bosque uma das principais atra\u00e7\u00f5es \u00e9 o Orat\u00f3rio de Bach      &#8211; r\u00e9plica de uma antiga Igreja Presbiteriana de madeira do bairro Semin\u00e1rio,      constru\u00edda sobre uma base de alvenaria que funciona como sala de concertos      com capacidade para 100 pessoas. Ao lado um espelho d&#8217;\u00e1gua forma uma cascata      semicircular sobre a qual uma passarela permite o acesso \u00e0 torre de 15 metros      de altura, onde se localiza o mirante em madeira que permite vista panor\u00e2mica      da cidade e da Serra do Mar. Da base da torre um caminho leva \u00e0 &#8220;Casa      dos Contos&#8221; (reprodu\u00e7\u00e3o da Casa da Bruxa), onde est\u00e1 instalada a biblioteca      com livros infantis, acontece a hora do conto. Atravessando outro espelho      d&#8217;\u00e1gua, uma ponte leva ao caminho da entrada inferior, onde est\u00e1 um palco      ao ar livre que tem como fundo de cena o &#8220;Mural de Fausto&#8221;, ladeado      por canteiros de flores. Doze murais em azulejos, abrigados em estrutura de      madeira, contam a hist\u00f3ria de Jo\u00e3o e Maria (Hanz e Gretel) compilada pelos      irm\u00e3os Grinn na Alemanha e que se transformou ao longo dos s\u00e9culos num dos      mais populares contos da literatura infantil. Um p\u00f3rtico reconstitui o front\u00e3o      da Casa Mila do in\u00edcio do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p><strong>Bosque Reinhard Maack<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em 1989, o bosque \u00e9 uma homenagem da cidade ao ge\u00f3logo e pesquisador      alem\u00e3o radicado no Paran\u00e1, cujo trabalho em muito contribuiu para a preserva\u00e7\u00e3o      do meio ambiente do Paran\u00e1. O Bosque possui uma \u00e1rea com 78.000 m\u00b2 de mata      remanescente de arauc\u00e1ria angustifolia, com esp\u00e9cies \u00fanicas em toda a regi\u00e3o;      al\u00e9m de estacionamento, portal, trilha de aventura num percurso de 900 m,      com brinquedos educativos e ecol\u00f3gicos, equipamentos para recrea\u00e7\u00e3o, casa      de educa\u00e7\u00e3o ambiental al\u00e9m de sanit\u00e1rios.<\/p>\n<p><strong>Bosque da Fazendinha<\/strong><\/p>\n<p>Possui 73.000 m\u00b2 de \u00e1rea verde, al\u00e9m de completa infra-estrutura de recrea\u00e7\u00e3o:      palco ao ar livre, canchas esportivas, playground, churrasqueiras, trilhas      ecol\u00f3gicas, mirante e estacionamento.<\/p>\n<p>No bosque, procurou-se resgatar a hist\u00f3ria da Fazendinha com sua trilha,      por onde os viajantes se dirigiam entre S\u00e3o Jos\u00e9 dos Pinhais e os Campos Gerais      al\u00e9m da coloniza\u00e7\u00e3o do bairro pela fam\u00edlia Klemtz, cujo ancestral Francisco,      fundou no final do s\u00e9culo passado uma olaria, cuja chamin\u00e9 permanece como      ponto de refer\u00eancia na regi\u00e3o. Sua casa em estilo neocl\u00e1ssico foi constru\u00edda      em 1896.<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: diariamente das 8h \u00e0s 18h.<\/p>\n<p><strong>Parque Barig\u00fci<\/strong><\/p>\n<p>O nome Barig\u00fci tem origem ind\u00edgena e significa &#8220;rio do fruto espinhoso&#8221;,      em alus\u00e3o \u00e0s pinhas das arauc\u00e1rias nativas, ainda remanescentes. O lugar,      uma antiga &#8220;sesmaria&#8221; pertencente a Martins Mateus Leme, foi transformado      em parque em 1972 pelo ent\u00e3o Prefeito Jaime Lerner. Com uma \u00e1rea de 1.400.000      m\u00b2, o parque foi projetado pelo arquiteto Lubomir Ficinski. Possui ainda uma      \u00e1rea de 500.000 m\u00b2 divididos em tr\u00eas bosques formados por cap\u00e3o de floresta      prim\u00e1ria nativa e por florestas secund\u00e1rias, que se constituem ref\u00fagio de      diversos animais nativos ou migrat\u00f3rios como gar\u00e7as-brancas, pre\u00e1s, quero-queros,      tico-ticos, gamb\u00e1s e outros. Com sorte o visitante poder\u00e1 encontrar tamb\u00e9m      uma das figuras mais populares da cidade, o pol\u00eamico jacar\u00e9 do Barig\u00fci. Um      jacar\u00e9-do-papo-amarelo adulto que costumeiramente toma seus banhos de sol      \u00e0s margens do lago. H\u00e1 anos ele vive no local sem nunca ter incomodado os      demais usu\u00e1rios do parque.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de ref\u00fagio para animais, o parque \u00e9 tamb\u00e9m a grande \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o      natural da regi\u00e3o central da cidade. Seus bosques ajudam a regular a qualidade      do ar enquanto que o seu imenso lago, com 230.000 m\u00b2, ajuda a conter as enchentes      do rio Barig\u00fci, que antigamente eram t\u00e3o comuns em alguns trechos da parte      mais baixa de Curitiba. Dentro da \u00e1rea do parque, est\u00e1 a sede da Secretaria      Municipal do Meio Ambiente, uma academia de gin\u00e1stica a qual foi implantada      em uma antiga olaria existente no parque, hoje administrada pela Secretaria      Municipal de Esporte e Lazer. Tamb\u00e9m, uma casa hist\u00f3rica foi readequada para      instala\u00e7\u00e3o de um Bistr\u00f4, dirigido pela Funda\u00e7\u00e3o de A\u00e7\u00e3o Social. J\u00e1 o Sal\u00e3o      de Atos tem sua coordena\u00e7\u00e3o feita pelo Instituto Municipal de Administra\u00e7\u00e3o      P\u00fablica &#8211; IMAP.<\/p>\n<p>Dentre os equipamentos que o parque possui constam: lago, pavilh\u00e3o de exposi\u00e7\u00f5es,      parque de divers\u00f5es, Museu do Autom\u00f3vel, restaurante, pista de bicicross,      canchas esportivas, pistas de Cooper, ciclovias, trilhas, sanit\u00e1rios p\u00fablicos,      pista de patina\u00e7\u00e3o, heliponto, churrasqueiras, lanchonetes, equipamentos de      gin\u00e1stica, portal, pontes, sede de grupo escoteiro e estacionamentos. Localiza-se      entre a Avenida Manoel Ribas e a BR 277 (Rodovia do Caf\u00e9), com acessos pela      Avenida C\u00e2ndido Hartmann e BR 277.<\/p>\n<p><strong>Parque Municipal do Igua\u00e7u &#8211; Zool\u00f3gico<\/strong><\/p>\n<p>Criado em 1982 possui uma \u00e1rea de aproximadamente 8.264.316 m\u00b2 e localiza-se      na regi\u00e3o Sul e Sudoeste de Curitiba, entre a RFFSA e o Rio Igua\u00e7u. Divide-se      em sete setores diferentes: o esportivo com canchas de esportes, equipamentos      de recrea\u00e7\u00e3o, est\u00e1dio de beisebol; o setor n\u00e1utico, onde est\u00e3o \u00e0s raias de      remo, a esta\u00e7\u00e3o de piscicultura, a praia fluvial; os pomares p\u00fablicos; os      bosques naturais e o setor pesqueiro, complementado com estacionamentos, churrasqueiras,      vesti\u00e1rios, sanit\u00e1rios, lanchonetes, a Casa de Acantonamento e ainda o zool\u00f3gico      com uma \u00e1rea de mata nativa de 530.000 m\u00b2, abrigando aproximadamente 80 esp\u00e9cies      de animais, constituindo-se em local de pesquisa e um dos maiores centros      de reprodu\u00e7\u00e3o de animais em cativeiro .<\/p>\n<p><strong>Parque S\u00e3o Louren\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p>Com 203.918 m\u00b2, possui \u00e1rea de recrea\u00e7\u00e3o que compreende, dentre outras coisas,      uma grande pista para carrinhos de rolim\u00e3. Seu principal equipamento \u00e9 o Centro      de Criatividade, inaugurado em 1972 e administrado pela Funda\u00e7\u00e3o Cultural      de Curitiba. Dedica-se \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de atividades ligadas as artes pl\u00e1sticas,      pesquisa de som, luz e movimento. L\u00e1 funciona uma biblioteca, um local para      exposi\u00e7\u00f5es, audit\u00f3rio, sala de proje\u00e7\u00e3o e s\u00e3o ministrados, ao longo do ano,      cursos de arte, sob a orienta\u00e7\u00e3o de pessoas especializadas. Nesta constru\u00e7\u00e3o      de 2.500 m\u00b2 funcionava uma antiga f\u00e1brica de cola que aproveitava as \u00e1guas      represadas do Rio Bel\u00e9m. Por ocasi\u00e3o das chuvas intensas, em 1970 o rompimento      do tanque S\u00e3o Louren\u00e7o desativou a antiga f\u00e1brica. Aproveitando o local, a      Prefeitura de Curitiba desapropriou a \u00e1rea e iniciou as obras de paisagismo,      restaurando o lago e adaptando a antiga f\u00e1brica a seu atual objetivo. As pesadas      m\u00e1quinas e caldeiras que serviam \u00e0 f\u00e1brica foram mantidas e pintadas, transformando-se      em enormes esculturas, elementos decorativos do local. Localiza-se na Rua      Mateus Leme esquina com a Rua Nilo Brand\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Parque Municipal da Barreirinha<\/strong><\/p>\n<p>Criado em 1959, mas transformado em parque e entregue \u00e0 popula\u00e7\u00e3o apenas      em 1972, tem uma \u00e1rea de 275.380 m\u00b2. Considerado o mais belo parque da cidade,      l\u00e1 se pode apreciar arauc\u00e1rias angustifolia, aroeiras, canelas, bracatingas,      p\u00e9s de erva-mate e outras esp\u00e9cies nativas. Sua \u00e1rea verde, que serve como      importante regulador da qualidade do ar da regi\u00e3o, \u00e9 utilizada por estudantes      e professores universit\u00e1rios em aulas pr\u00e1ticas de Bot\u00e2nica. O Horto Municipal,      anexo ao parque, desempenha fun\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e educativa &#8211; \u00e9 respons\u00e1vel      pela pesquisa e produ\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cimes vegetais. Entre seus equipamentos est\u00e3o      os bosques com mais de 200.000 m\u00b2 de vegeta\u00e7\u00e3o t\u00edpica, biblioteca infantil,      playground, cabana r\u00fastica, lanchonete, churrasqueiras e estacionamento.<\/p>\n<p><strong>Parque Ting\u00fci<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em outubro de 1994, com \u00e1rea de 380.000 m\u00b2, tem a fun\u00e7\u00e3o de preservar      o fundo de vale do Rio Barig\u00fci, servindo de solu\u00e7\u00e3o aos problemas de enchentes      e ocupa\u00e7\u00e3o desordenada do solo. Seu nome \u00e9 uma refer\u00eancia a tribo Ind\u00edgena      que habitava a regi\u00e3o de Curitiba, quando da chegada dos primeiros colonizadores      portugueses, e significa &#8220;nariz afilado&#8221;. Possui uma est\u00e1tua de      autoria de Elvo Benito Damo, representando o cacique Tindiq\u00fcera, que teria      indicado aos colonizadores o local onde deveria ser instalada a Vila de Nossa      Senhora da Luz dos Pinhais. Tamb\u00e9m integra o Parque, o Memorial da Imigra\u00e7\u00e3o      Ucraniana, inaugurado em 26 de outubro de 1995, homenageando um dos principais      grupos \u00e9tnicos radicados no munic\u00edpio. Comp\u00f5e o conjunto uma reprodu\u00e7\u00e3o da      Igreja de S\u00e3o Miguel Arcanjo, com 150 m\u00b2, constru\u00edda no final do s\u00e9culo XIX      na localidade de Serra do Tigre, no Munic\u00edpio de Mallet, considerado um dos      monumentos ucranianos mais antigos do Brasil. A constru\u00e7\u00e3o segue normas do      rito ucra\u00edno-cat\u00f3lico, como c\u00fapula oitavada, revestida externamente em cobre,      com as faces representando os quadrantes do entendimento humano. O altar \u00e9      voltado para o leste e a cobertura em telhas de pinho. O local n\u00e3o tem fun\u00e7\u00e3o      religiosa, apenas serve para mostrar as tradi\u00e7\u00f5es ucranianas, tais como os      \u00edcones (pinturas religiosas) e as p\u00eassankas (ovos pintados \u00e0 m\u00e3o). Ainda fazem      parte do conjunto, um campan\u00e1rio, um palco para apresenta\u00e7\u00f5es folcl\u00f3ricas,      um portal em loja de arte sacra.<\/p>\n<p><strong>Parque dos Tropeiros<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em 25 de setembro de 1994, com \u00e1rea de 173.474 m\u00b2, \u00e9 um memorial      da cultura gauchesca, resgatando a mem\u00f3ria da ocupa\u00e7\u00e3o do Brasil meridional      atrav\u00e9s do antigo Caminho de Viam\u00e3o, uma rota colonial dos s\u00e9culos XVIII e      XIX, entre os campos do Sul e feira de Sorocaba. Possui espa\u00e7os espec\u00edficos      para gineteadas, apresenta\u00e7\u00e3o de dan\u00e7as t\u00edpicas e rodeios. O projeto arquitet\u00f4nico      das instala\u00e7\u00f5es feitas em madeira \u00e9 das arquitetas Denise Murata e Tereza      Castor. No Parque h\u00e1 uma \u00e1rea para camping, destinada a abrigar os visitantes      durante a realiza\u00e7\u00e3o de eventos, bem como churrasqueiras, sanit\u00e1rios, estacionamento      e um bosque com esp\u00e9cies nativas.<\/p>\n<p><strong>Parque General Iber\u00ea de Mattos &#8211; Bacacheri<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em 05 de novembro de 1988, constitui-se em mais uma op\u00e7\u00e3o de lazer      da cidade. Ocupa uma \u00e1rea de 152.033 m\u00b2 e possui v\u00e1rias op\u00e7\u00f5es de lazer e      recrea\u00e7\u00e3o: canchas de futebol e de v\u00f4lei de areia, churrasqueiras, playground,      lago artificial e bosque com v\u00e1rias esp\u00e9cies vegetais nativas. O acesso principal      \u00e9 feito atrav\u00e9s de um portal constru\u00eddo com base em pir\u00e2mides de concreto      e arcos em tubo de ferro colorido, com o intuito de representar a entrada      para o para\u00edso, atrav\u00e9s dos bons flu\u00eddos das pir\u00e2mides compondo um harmonioso      conjunto com os arcos.<\/p>\n<p><strong>Parque Municipal do Passa\u00fana<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em 10 de mar\u00e7o de 1991, o Parque possui uma \u00e1rea de 6.500.000      m\u00b2 margeando a represa do Rio Passa\u00fana, respons\u00e1vel pelo fornecimento de 1\/3      da \u00e1gua consumida em Curitiba.<\/p>\n<p>Possui trilha ecol\u00f3gica beirando o lago com 3,5 km que permite a observa\u00e7\u00e3o      das esp\u00e9cies da flora e fauna do Parque, ancoradouro de barcos, choupanas,      locais para pesca, recantos para crian\u00e7as, lanchonete e um mirante de 46 metros      de altura e 27 metros de comprimento, cujo acesso possibilita uma vis\u00e3o da      \u00e1rea do Parque, al\u00e9m de uma esta\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica na antiga Olaria Alberto Klemtz,      onde funcionou a Olaria Santa Rosa, que abriga tamb\u00e9m museu, atelier de cer\u00e2mica      e lanchonete. Pelo decreto n\u00ba 80 de 06 de mar\u00e7o de 1991 o Prefeito Jaime Lerner      assegurou a prote\u00e7\u00e3o ambiental do manancial do Passa\u00fana no Munic\u00edpio de Curitiba.      Inicia-se no Bairro de S\u00e3o Miguel, na divisa com Arauc\u00e1ria e atinge a extremidade      do Bairro de Santa Felicidade, na divisa com Almirante Tamandar\u00e9.<\/p>\n<p><strong>Parque Tangu\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em novembro de 1996, ocupa uma \u00e1rea de 450.000 m\u00b2, formando com      os Parques Barig\u00fci e Ting\u00fci, um conjunto que preserva o Rio Barig\u00fci, desde      a divisa de Curitiba com Almirante Tamandar\u00e9 at\u00e9 a BR 277.<\/p>\n<p>O Parque possui pared\u00f5es de pedras, cascatas e lagos, sendo que uma das atra\u00e7\u00f5es      principais \u00e9 o t\u00fanel com aproximadamente 50 metros, escavado em uma de suas      paredes rochosas. Unindo o lago de um lado a outro, h\u00e1 dentro dele, uma passarela      de madeira que leva os visitantes at\u00e9 um mirante. Dois barcos fazem a travessia      entre os lagos, passando pelo t\u00fanel como as g\u00f4ndolas de Veneza, de onde foi      tirada a inspira\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Conta com infra-estrutura de lazer como pista de cooper, ciclovia, bistr\u00f4,      churrasqueiras, lanchonete, Jardim Poty Lazzarotto, loja de artesanato, pedalinho      e dois estacionamentos.<\/p>\n<h4>Pra\u00e7as em Curitiba<\/h4>\n<p><strong>Pra\u00e7a Tiradentes<\/strong><\/p>\n<p>A mais antiga pra\u00e7a da cidade, com 9.026 m\u00b2, era conhecida como Largo da      Matriz, por abrigar a pequena capela em torno da qual se desenvolveu a Vila      Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais. No mesmo local da antiga capela      est\u00e1 hoje a Catedral Metropolitana de Curitiba. Em 1880, quando da visita      do imperador ao Paran\u00e1, o Largo da Matriz mudou seu nome para Largo Dom Pedro      II e em 1889 passou a denominar-se Pra\u00e7a Tiradentes. Abriga bustos de personagens      importantes da hist\u00f3ria do Brasil como Get\u00falio Vargas, Marechal Floriano Peixoto      e Tiradentes, esta \u00faltima de Jo\u00e3o Turim. Al\u00e9m destes, tamb\u00e9m o Marco Zero      da cidade, de onde s\u00e3o medidas e encontradas todas as dist\u00e2ncias, assinaladas      as dire\u00e7\u00f5es de Santa Catarina, &#8220;Iguassu&#8221;, S\u00e3o Paulo e Paranagu\u00e1;      a refer\u00eancia de n\u00edvel de Curitiba; e o monolito que registra o local do Pelourinho      levantado por Gabriel de Lara, com a Cruz de Malta, que representa o poder      legalmente constitu\u00eddo do governo portugu\u00eas, a justi\u00e7a e a caracteriza\u00e7\u00e3o      das vilas. No in\u00edcio de 1994 foi reformada com o objetivo de alterar o tr\u00e1fego      do anel central, al\u00e9m de servir como terminal de transporte coletivo.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Garibaldi<\/strong><\/p>\n<p>Antes de ser inaugurada, em 1946, com o nome de Pra\u00e7a Garibaldi, sua denomina\u00e7\u00e3o      foi Pra\u00e7a Dr. Faria Sobrinho e, mais tarde Pra\u00e7a do Ros\u00e1rio. Abriga constru\u00e7\u00f5es      importantes que contam a hist\u00f3ria da cidade. Exemplo disso \u00e9 a sede da Funda\u00e7\u00e3o      Cultural de Curitiba, a Igreja do Ros\u00e1rio, o Rel\u00f3gio das Flores, galerias      de arte, a Sociedade Garibaldi em estilo neocl\u00e1ssico, lojas de antiguidades,      a Igreja Presbiteriana Independente &#8211; um projeto do engenheiro Henrique Estrela      Moreira de 1931 em estilo neocl\u00e1ssico com o interior em decora\u00e7\u00e3o alem\u00e3, a      antiga &#8220;Mans\u00e3o de Nh\u00e1 Fran\u00e7a&#8221; constru\u00edda em 1890 por Ign\u00e1cio de      Paula Fran\u00e7a e hoje transformada no Solar do Ros\u00e1rio e a Fonte da Mem\u00f3ria,      a escultura de uma cabe\u00e7a de cavalo em forma de fonte, feita pelo artista      pl\u00e1stico Ricardo Tod, recordando a \u00e9poca em que os colonos chegavam em carro\u00e7as      e davam \u00e1gua aos animais no bebedouro do Largo da Ordem. Aos domingos pela      manh\u00e3 acontece nesta pra\u00e7a a Feira de Arte e Artesanato, com antiguidades,      esculturas e talhas em madeiras e cer\u00e2mica, vidro, couro, metal e outros,      al\u00e9m de apresenta\u00e7\u00f5es musicais. Localiza-se no Setor Hist\u00f3rico.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Jo\u00e3o C\u00e2ndido<\/strong><\/p>\n<p>Com 27.500 m\u00b2, a pra\u00e7a est\u00e1 localizada entre as Ruas Jaime Reis, Dr. Kellers      e Ermelino de Le\u00e3o, num dos pontos mais altos da cidade e guarda vest\u00edgios      dos prim\u00f3rdios de Curitiba, com os muros de uma igreja inacabada dedicada      a S\u00e3o Francisco de Paula e iniciada no come\u00e7o do s\u00e9culo XIX. O local \u00e9 conhecido      por Ru\u00ednas de S\u00e3o Francisco. Nela encontra-se tamb\u00e9m o Museu de Arte do Paran\u00e1,      a Sociedade Beneficente e Protetora dos Oper\u00e1rios e a Uni\u00e3o C\u00edvica Feminina,      antiga r\u00e1dio em estilo art-nouveau, onde se re\u00fanem as intelectuais curitibanas.<\/p>\n<p>O nome da pra\u00e7a \u00e9 uma homenagem ao Dr. Jo\u00e3o C\u00e2ndido Ferreira, nascido na      Lapa e que exerceu diversos cargos p\u00fablicos, inclusive Presidente da Prov\u00edncia,      al\u00e9m de m\u00e9dico, professor, cientista e escritor.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Borges de Macedo<\/strong><\/p>\n<p>O Alferes Jos\u00e9 Borges de Macedo nasceu em Castro, entre muitas fun\u00e7\u00f5es que      desempenhou foi Presidente da C\u00e2mara. Delegado de Pol\u00edcia, Juiz de Paz, Administrador      dos Correios e o primeiro Prefeito de Curitiba em 1853 quando da reorganiza\u00e7\u00e3o      municipal. Nesta pequena pra\u00e7a, uma continua\u00e7\u00e3o da Pra\u00e7a Generoso Marques,      est\u00e1 uma placa comemorativa encomendada pela municipaliza\u00e7\u00e3o de Curitiba em      1968, assinalando o lugar onde, em 1668, foi levantado o Pelourinho da Vila      Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, por Gabriel de Lara. O resgate dessa mem\u00f3ria      \u00e9 feito atrav\u00e9s das Arcadas do Pelourinho, um equipamento com 342 m\u00b2 todo      em estrutura de ferro em arco, e cobertura em vidro laminado que abriga cafezinho,      bancas de revistas e floriculturas. Outro equipamento da pra\u00e7a \u00e9 a Fonte Maria      Lata D&#8217;\u00c1gua, inaugurada em maio de 1996, para celebrar a mem\u00f3ria do escultor      Erbo Stenzel (1911-1980).<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Generoso Marques<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma pra\u00e7a ladeada de pr\u00e9dios antigos, do per\u00edodo do ecletismo, um dos quais      com a inscri\u00e7\u00e3o &#8220;Tigre Royal&#8221;. No conjunto da pra\u00e7a destaca-se a      constru\u00e7\u00e3o, de 1916, em estilo art-nouveau, que abrigava o Museu Paranaense.      Nela encontra-se a est\u00e1tua do Bar\u00e3o do Rio Branco, grande brasileiro que durante      o primeiro per\u00edodo republicano (at\u00e9 1930) resolveu quase todas as quest\u00f5es      de limites, fixando as fronteiras do Brasil. Seu nome \u00e9 uma homenagem ao paranaense      Generoso Marques (1844-1928), 1\u00ba Presidente Provincial Republicano, eleito      pela Assembl\u00e9ia Constituinte do Paran\u00e1, em 1891. A preocupa\u00e7\u00e3o com o passado      \u00e9 contada atrav\u00e9s da restaura\u00e7\u00e3o das fachadas dos casar\u00f5es da pra\u00e7a, bem como      os da Rua Riachuelo.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Santos Andrade<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 chamada a &#8220;Pra\u00e7a da Cultura&#8221;, pois est\u00e3o nela localizados pr\u00e9dios      como a Universidade Federal do Paran\u00e1 e o Teatro Gua\u00edra. Todos os bustos e      est\u00e1tuas desta pra\u00e7a encontram-se voltados para a Universidade, em sinal de      rever\u00eancia \u00e0 cultura paranaense. S\u00e3o mais importantes os do fundador da Universidade      Professores Nilo Cairo, de Victor Ferreira do Amaral e Silva, de J\u00falia Wanderley      (professora, historiadora e 1\u00aa poetisa do Paran\u00e1), de Rui Barbosa e de Santos      Dumont &#8211; inaugurada em 1935 \u00e9 a primeira est\u00e1tua erigida no Brasil em sua      homenagem, por iniciativa do Aero Clube do Paran\u00e1. Dentre os v\u00e1rios pinheiros      existentes, um foi plantado em 1922, por ocasi\u00e3o do Centen\u00e1rio da Independ\u00eancia      do Brasil, no governo de Caetano Munhoz da Rocha. H\u00e1 um chafariz na parte      central, um dos mais bonitos da cidade.<\/p>\n<p>O nome da pra\u00e7a \u00e9 uma homenagem ao Dr. Jos\u00e9 Pereira dos Santos Andrade, natural      de Paranagu\u00e1, formado em Direito, Promotor P\u00fablico de Antonina, Deputado Provincial      por v\u00e1rias legislaturas, Senador Comandante do 7\u00ba Batalh\u00e3o da Guarda Nacional      e, em 1896, eleito Presidente do Estado do Paran\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a 19 de Dezembro<\/strong><\/p>\n<p>Localizada nas proximidades do Passeio P\u00fablico, entre as Ruas Bar\u00e3o do Serro      Azul e Riachuelo, no in\u00edcio da Estrutural Norte. O nome da pra\u00e7a e seu conjunto      escultural representam a data da Emancipa\u00e7\u00e3o Pol\u00edtica do Paran\u00e1 em 19 de dezembro      de 1853. O obelisco foi erigido em comemora\u00e7\u00e3o ao Centen\u00e1rio desta data, em      1953. O &#8220;Homem Nu&#8221;, de autoria de Erbo Stenzel, representa o Paran\u00e1      emancipado sem medo do futuro. A &#8220;Mulher Nua&#8221;, de autoria de Humberto      Cozzo, que originariamente ficava no fundo do Pal\u00e1cio Igua\u00e7u, foi trazida      para a pra\u00e7a a fim de complementar o conjunto e representar a Justi\u00e7a. O biombo      possui dois pain\u00e9is, um de Poty Lazzarotto, em azulejos, representando a evolu\u00e7\u00e3o      pol\u00edtica do Estado e o outro, de Erbo Stenzel, em alto relevo, representando      os ciclos econ\u00f4micos do Paran\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Rui Barbosa<\/strong><\/p>\n<p>Situada entre as Ruas Desembargador Westphalen, 24 de Maio, Andr\u00e9 de Barros      e Pedro Ivo, possui uma \u00e1rea de 22.095 m\u00b2. Foi inaugurada em 1913, e reformulada      por diversas vezes, sendo a maior delas em 1997, quando passou a abrigar a      Rua da Cidadania da Matriz, com 14.000 m\u00b2 de \u00e1rea constru\u00edda, que abriga al\u00e9m      dos servi\u00e7os p\u00fablicos municipais, 558 boxes para venda de artesanato e de      produtos dos ambulantes que foram relocados do cal\u00e7ad\u00e3o da pra\u00e7a, compondo      o Mercado Popular. Funciona ainda ali, um audit\u00f3rio com capacidade para 80      pessoas, um restaurante popular e um estacionamento. A grande novidade dessa      Rua da Cidadania \u00e9 a Internet, dispon\u00edvel em 20 terminais, onde todo o cidad\u00e3o      pode ter acesso.<\/p>\n<p>No seu entorno localizam-se a Igreja do Senhor Bom Jesus e a Santa Casa de      Miseric\u00f3rdia, al\u00e9m do Terminal de Transporte Coletivo &#8211; onde circulam cerca      de 200.000 pessoas\/dia.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a 29 de Mar\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p>Uma das maiores e mais movimentada pra\u00e7a de Curitiba, com completo playground      onde as crian\u00e7as podem realizar exerc\u00edcios e atividades recreativas. Constru\u00edda      em dois planos que simbolizam o presente e o passado entre eles, uma fonte      sugere que as \u00e1guas passam, mas est\u00e3o voltando, como as reminisc\u00eancias do      passado.<\/p>\n<p>Existe um baixo relevo de Poty Lazzarotto que conta \u00e0 hist\u00f3ria de Curitiba      at\u00e9 a d\u00e9cada de 1970, tratando tamb\u00e9m do folclore do Paran\u00e1, ressaltando a      participa\u00e7\u00e3o do \u00edndio, do caboclo litor\u00e2neo e dos imigrantes europeus. O nome      da pra\u00e7a \u00e9 a data do anivers\u00e1rio de Curitiba fundada em 29 de mar\u00e7o de 1693.      Localiza-se entre as ruas Brigadeiro Franco, Martin Afonso, Desembargador      Motta e Padre Anchieta.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Os\u00f3rio<\/strong><\/p>\n<p>Esta pra\u00e7a constitui uma homenagem ao grande soldado Manuel Luiz Os\u00f3rio,      Marqu\u00eas do Herval, her\u00f3i de v\u00e1rias batalhas durante a Guerra do Paraguai e      Ministro da Guerra em 1878. Situa-se no centro da cidade e marca o in\u00edcio      da Rua Comendador Ara\u00fajo, da Avenida Vicente Machado e da Avenida Luiz Xavier.      Abrangendo uma \u00e1rea de 14.860 m\u00b2, foi constru\u00edda em 1914. Seu antigo repuxo      foi transformado em fonte luminosa em 1962. Em suas \u00faltimas reformas foi enriquecida      com canchas de esportes, vesti\u00e1rios, sanit\u00e1rios p\u00fablicos e playground. \u00c9 uma      das pra\u00e7as mais arborizadas da cidade. Conservando a mem\u00f3ria de nosso passado      liter\u00e1rio, ali se encontram diversos bustos de poetas paranaenses e marcando      os ideais da Nova Rep\u00fablica, foi colocada uma placa incrustada em marco de      pedra e em alto relevo, com a imagem do eminente brasileiro Teot\u00f4nio Vilela.      Nas comemora\u00e7\u00f5es dos 300 anos de Curitiba, em 1993, a pra\u00e7a sofreu melhorias      e remodela\u00e7\u00f5es, sendo recolocada uma r\u00e9plica do rel\u00f3gio redondo com quatro      faces de visualiza\u00e7\u00e3o no pedestal localizado na sua entrada principal, a exemplo      de como era na \u00e9poca de sua constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Oswaldo Cruz<\/strong><\/p>\n<p>Sua \u00e1rea \u00e9 de 15.850 m\u00b2 e se constitui num Centro de Treinamento Modelo.      \u00c9 uma obra destinada \u00e0 inicia\u00e7\u00e3o esportiva e aperfei\u00e7oamento de atletas. O      Centro Esportivo \u00e9 formado basicamente por um gin\u00e1sio de esportes que possibilita      a pr\u00e1tica de todo e qualquer tipo de esporte de sal\u00e3o, inclusive a gin\u00e1stica      ol\u00edmpica. Fazem parte de seu equipamento: quadras esportivas; piscina semi-ol\u00edmpica      pr\u00f3pria para treinamento e corre\u00e7\u00e3o de estilos, com profundidade m\u00ednima de      1,50 metros; uma pista de atletismo de 250 metros destinada tamb\u00e9m \u00e0 corre\u00e7\u00e3o      de estilos; e amplo playground. H\u00e1 ainda salas ocupadas pelo setor de Artes      Florais e pela Administra\u00e7\u00e3o, e tamb\u00e9m para a pr\u00e1tica de boxe, muscula\u00e7\u00e3o,      capoeira e gin\u00e1stica aer\u00f3bica. O nome da pra\u00e7a \u00e9 uma homenagem ao eminente      brasileiro e higienista Oswaldo Cruz, inventor da vacina contra a febre amarela      e respons\u00e1vel pelo saneamento da cidade do Rio de Janeiro<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Zacarias<\/strong><\/p>\n<p>Foi inaugurada em 1871 com o nome de Chafariz, representando o in\u00edcio da      \u00e1gua encanada em Curitiba, cuja mem\u00f3ria \u00e9 resgatada atrav\u00e9s de suas fontes      e espelhos d&#8217;\u00e1gua. Em 1915, a pra\u00e7a foi reinaugurada com o nome de Zacarias      em homenagem ao primeiro Presidente da Prov\u00edncia do Paran\u00e1 quando de seu desmembramento      de S\u00e3o Paulo em 1853. Localiza-se na Rua Marechal Deodoro esquina com a Travessa      Oliveira Belo.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Carlos Gomes<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurada em 1925, funciona atualmente como terminal de transporte coletivo.      Possui um lago na parte central e o busto de bronze do compositor Carlos Gomes,      de autoria do escultor Jo\u00e3o Turim. Est\u00e1 localizada entre as Ruas Marechal      Floriano Peixoto, Monsenhor Celso, Jos\u00e9 Loureiro e Pedro Ivo.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Eufr\u00e1sio Corr\u00eaa<\/strong><\/p>\n<p>Foi um dos mais movimentados locais de Curitiba, pois marcava, no final do      s\u00e9culo XIX, a chegada dos viajantes da esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria. \u00c9 tamb\u00e9m conhecida      como Pra\u00e7a do Semeador, por estar nela a obra-prima do escultor Zaco Paran\u00e1,      &#8220;O Semeador&#8221;. Existe tamb\u00e9m um busto de Teixeira Soares, um dos      engenheiros respons\u00e1veis pela constru\u00e7\u00e3o da Estrada de Ferro Paranagu\u00e1-Curitiba.      Foi inaugurada em 1912, e seu nome \u00e9 uma homenagem a Eufr\u00e1sio Corr\u00eaa, irm\u00e3o      de Ildefonso Corr\u00eaa, o Bar\u00e3o do Serro Azul. Tem uma \u00e1rea de 11.500 m\u00b2 e nela      est\u00e3o a antiga sede da Esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria, datada de 1882, a sede da C\u00e2mara      Municipal de Curitiba, e o Pal\u00e1cio Rio Branco, de linhas ecl\u00e9ticas projetado      pelo engenheiro Ernesto Guaita em 1890. Localiza-se na conflu\u00eancia da Avenida      Sete de Setembro e Rua Bar\u00e3o do Rio Branco.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a do Expedicion\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>A pra\u00e7a homenageia os pracinhas da II Guerra Mundial. Nela encontra-se um      tanque de guerra, um avi\u00e3o Thunderbolt, uma \u00e2ncora, um torpedo, um canh\u00e3o      alem\u00e3o e o Museu do Expedicion\u00e1rio.<\/p>\n<p>Constru\u00edda em honra \u00e0 &#8220;For\u00e7a Expedicion\u00e1ria Brasileira&#8221; e ao &#8220;Dia      do Soldado&#8221; pelo Decreto Lei n\u00ba 112 de 22 de outubro de 1945. Possui      um grupo escultural, representando o hasteamento do pavilh\u00e3o nacional, em      Monte Castelo, It\u00e1lia &#8211; de autoria de Humberto Cozzo. De acordo com a constitui\u00e7\u00e3o      do Paran\u00e1 \u00e9 considerado monumento de valor hist\u00f3rico. O cal\u00e7amento da pra\u00e7a      apresenta na frente da Casa do Expedicion\u00e1rio o distintivo da FEB (For\u00e7a Expedicion\u00e1ria      Brasileira), que \u00e9 o desenho de uma cobra fumando. Localiza-se nas ruas Saldanha      da Gama com Ubaldino do Amaral.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a do Jap\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Uma pra\u00e7a de 14.000 m\u00b2, homenagem aos filhos do &#8220;Sol Nascente&#8221;      que aqui se radicaram dedicando-se \u00e0 agricultura. \u00c9 um logradouro p\u00fablico      de beleza envolvente que bem diz do long\u00ednquo e fascinante pa\u00eds e de sua gente      laboriosa e amiga. Seu projeto de constru\u00e7\u00e3o foi iniciado em 1958 e conclu\u00eddo      em 1962, \u00e0s expensas da col\u00f4nia japonesa, auxiliada pela Prefeitura Municipal.      Existem espalhadas pela pra\u00e7a 30 cerejeiras do Jap\u00e3o enviadas pelo Imp\u00e9rio      Nip\u00f4nico em homenagem \u00e0 col\u00f4nia japonesa radicada no Paran\u00e1. H\u00e1 tamb\u00e9m pequenos      lagos artificiais, nos moldes dos japoneses. Incrustada em marco de pedra      h\u00e1 uma placa comemorativa \u00e0 chegada dos imigrantes desta etnia ao Brasil.      Como resultado de reformas efetuadas em 1993, foram constru\u00eddos o Portal Japon\u00eas,      a Casa da Cultura, um memorial de integra\u00e7\u00e3o e a Casa de Ch\u00e1. Localiza-se      entre a Avenida Sete de Setembro e a Rua Saint Hilaire.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Rio Igua\u00e7u<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurada em dezembro de 1994, conta com uma \u00e1rea gramada e cal\u00e7ada de petit-pav\u00ea,      onde se destaca o painel em azulejos, uma homenagem da cidade de Curitiba      a todos que povoaram os sert\u00f5es do Paran\u00e1, ao longo do Rio Igua\u00e7u, desde 1535,      quando foi revelado aos europeus, por D. Alvar Nu\u00f1ez Cabeza de Vaca. Localiza-se      na esquina das Ruas Deputado M\u00e1rio de Barros e Marechal Hermes &#8211; Centro C\u00edvico.<\/p>\n<p><strong>Largo Coronel En\u00e9as<\/strong><\/p>\n<p>Localizado no Setor Hist\u00f3rico de Curitiba que compreende ainda a Rua S\u00e3o      Francisco e as Pra\u00e7as Garibaldi, Jo\u00e3o C\u00e2ndido e Generoso Marques \u00e9 conhecido      como Largo da Ordem, pois nele se encontra a Igreja da Ordem Terceira de S\u00e3o      Francisco das Chagas, a mais antiga da cidade. Desempenha significativo papel      hist\u00f3rico-cultural e social na vida do curitibano, sendo que em seu entorno      localizam-se diversos exemplares da arquitetura dos s\u00e9culos XVIII e XIX, hoje      restaurados e adaptados, em sua maioria, para o desempenho de fun\u00e7\u00f5es culturais,      como a Casa Vermelha e a Casa Rom\u00e1rio Martins, institui\u00e7\u00f5es de ensino, restaurantes,      mini-shopping, pubs etc. Desde o s\u00e9culo XVIII, o Largo abrigou intenso e variado      com\u00e9rcio, quando os colonos vindos com suas carro\u00e7as, traziam produtos hortifrutigranjeiros      e faziam compras nas casas comerciais existentes. Os animais utilizavam-se      do bebedouro ali localizado, provavelmente constru\u00eddo em 1853 com o pedestal      de pedra e a bacia em ferro.<\/p>\n<p><strong>Rel\u00f3gio das Flores<\/strong><\/p>\n<p>O Rel\u00f3gio das Flores foi inaugurado em 1972, tem 6 m. de di\u00e2metro e os ponteiros      s\u00e3o em fibra de vidro.<\/p>\n<p>Seu sistema de funcionamento \u00e9 baseado na emiss\u00e3o vibr\u00e1til do quartzo, que      oferece maior precis\u00e3o, apresentando uma diferen\u00e7a m\u00e1xima de 30 segundos por      ano. O Rel\u00f3gio de canteiros recebe impulsos eletr\u00f4nicos de rel\u00f3gio-comando      instalado a dist\u00e2ncia. A partir de 1978, as flores do canteiro come\u00e7aram a      ser repostas a cada trimestre, obedecendo a flora\u00e7\u00e3o de cada esta\u00e7\u00e3o. Em 1980,      a constru\u00e7\u00e3o do belvedere permitiu melhor visualiza\u00e7\u00e3o do rel\u00f3gio. Est\u00e1 situado      na Pra\u00e7a Garibaldi &#8211; Setor Hist\u00f3rico.<\/p>\n<p><strong>Ru\u00ednas de S\u00e3o Francisco<\/strong><\/p>\n<p>As Ru\u00ednas de S\u00e3o Francisco representam o in\u00edcio da constru\u00e7\u00e3o da Igreja de      S\u00e3o Francisco de Paula, em 1809 presumivelmente, da qual este vest\u00edgio seria      o seu frontal. \u00c9 um local envolto em mist\u00e9rios e lendas, uma das quais relata      a exist\u00eancia de um tesouro ali enterrado de propriedade do pirata Zulmiro      que, ap\u00f3s a sua morte, vinha assustar as pessoas que dele se aproximassem.      Fechadas com grades, de maneira a proteg\u00ea-las da depreda\u00e7\u00e3o e do mau uso,      junto a ela, est\u00e1 um anfiteatro ao ar livre e sob sua arquibancada foram constru\u00eddas      as Arcadas das Ru\u00ednas de S\u00e3o Francisco, abrigando lojas de souvenir e presentes,      pizzaria, bar, confeitaria, antiqu\u00e1rio, cabeleireiro, floricultura, banca      de revistas, al\u00e9m de sanit\u00e1rios p\u00fablicos e posto da Guarda Municipal.<\/p>\n<h4>Est\u00e1dios de Futebol em Curitiba<\/h4>\n<p><strong>Est\u00e1dio de Futebol Major Antonio Couto Pereira<\/strong><\/p>\n<p>Com capacidade para 55.000 pessoas, j\u00e1 teve nome de Belfort Duarte, sendo      inaugurado em novembro de 1932 com o jogo Coritiba e Am\u00e9rica do Rio o est\u00e1dio      pertence ao Coritiba Futebol Clube. Possui infra-estrutura, com 5 vesti\u00e1rios,      26 cabines para imprensa, local para concentra\u00e7\u00e3o dos atletas, sala especial      para jornalistas e instala\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas, al\u00e9m dos departamentos administrativos.<\/p>\n<p><strong>Est\u00e1dio do Pinheir\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Teve sua primeira etapa inaugurada em 15 de junho de 1985 com capacidade      para 52.000 espectadores, sendo que o projeto global prev\u00ea condi\u00e7\u00f5es de abrigar      120.000 torcedores. O projeto de constru\u00e7\u00e3o foi liderado por Cirus Itiber\u00ea      da Cunha.Pertence a Federa\u00e7\u00e3o Paranaense de Futebol. Possui vesti\u00e1rios com      salas de aquecimento, alojamento, sala de imprensa, departamento antidoping,      sanit\u00e1rio e lanchonetes, al\u00e9m de pista ol\u00edmpica e canchas esportivas que visam      valorizar o esporte amador do Estado.<\/p>\n<p><strong>Est\u00e1dio Joaquim Am\u00e9rico<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 o mais antigo est\u00e1dio do Paran\u00e1, inaugurado em 6 de setembro de 1914, quando      se inaugurou as arquibancadas cobertas, que eram em madeira. O primeiro jogo      internacional ali realizado foi em 1935 (Atlanta da Argentina contra Sele\u00e7\u00e3o      do Paran\u00e1), sendo que, a arquibancada de concreto foi inaugurada em 1939.<\/p>\n<p>Em 1994 o est\u00e1dio foi totalmente reconstru\u00eddo e ampliado, aumentando sua      capacidade para 20.000 torcedores, sendo que na ocasi\u00e3o jogaram os mesmos      clubes que protagonizaram sua inaugura\u00e7\u00e3o: o Clube de Regatas Flamengo e International      Sport Club (que junto com o Am\u00e9rica Sport Club, fundiu-se e deu origem ao      Clube Atl\u00e9tico Paranaense em 1924). Em 1997 o est\u00e1dio foi demolido e reconstru\u00eddo,      sendo reinaugurado em junho de 1999 com o nome de Arena da Baixada, com capacidade      para 32.000 espectadores. Possui ainda, lojas, camarotes, central de TV, restaurantes,      pra\u00e7a de alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 chamado o &#8220;Caldeir\u00e3o do Diabo&#8221; ou &#8220;Baixada da Paix\u00e3o&#8221;,      pois segundo seus torcedores os advers\u00e1rios tremem com o grito da torcida      atleticana no Joaquim Am\u00e9rico.<\/p>\n<p><strong>Est\u00e1dio Durival Brito e Silva<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em 23 de janeiro de 1947 com o jogo Clube Atl\u00e9tico Ferrovi\u00e1rio      e Fluminense Futebol Clube do Rio de Janeiro, sendo na \u00e9poca o mais moderno      e confort\u00e1vel que existia com capacidade para 15.000 espectadores. Foi constru\u00eddo      com a finalidade de sediar jogos da Copa do Mundo de 1950. No dia 25 de junho      do mesmo ano a Espanha venceu os Estados Unidos e no dia 29 jogaram ali Paraguai      e Su\u00e9cia.<\/p>\n<p>Antigo patrim\u00f4nio do Clube Atl\u00e9tico Ferrovi\u00e1rio, agora o est\u00e1dio que tamb\u00e9m      \u00e9 conhecido como Est\u00e1dio da Vila Capanema, pertence ao Paran\u00e1 Clube.<\/p>\n<p><strong>Est\u00e1dio Erton Coelho de Queiroz<\/strong><\/p>\n<p>Faz parte do complexo da Vila Ol\u00edmpica, inserida em uma \u00e1rea de 66.000 m\u00b2,      que al\u00e9m do est\u00e1dio possui centro de treinamento para profissionais e amadores,      sala de muscula\u00e7\u00e3o, fisioterapia, escolinha de futebol, casa do atleta (serve      para abrigar jogadores amadores), sub-sede social e duas piscinas ol\u00edmpicas.      Hoje \u00e9 utilizado para jogos de categoria de base.<\/p>\n<p>O Est\u00e1dio com capacidade para 15.000 espectadores foi inaugurado no dia 7      de setembro de 1983, sendo que anteriormente fazia parte do Esporte Clube      Pinheiros, hoje integra o patrim\u00f4nio do Paran\u00e1 Clube.<\/p>\n<p>Fonte:www.curitibaturismo.com.br<\/p>\n<h6>Curitiba<\/h6>\n<p><strong>Bosque Cap\u00e3o da Imbuia \/ Museu de Hist\u00f3ria Natural<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-013.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"292\" height=\"193\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Ocupa uma \u00e1rea de 36.000 m\u00b2, com exposi\u00e7\u00e3o interna de dioramas, animais taxidermizados      e vegetais desidratados.<\/p>\n<p>Na \u00e1rea externa est\u00e1 o \u0093Caminho das Arauc\u00e1rias\u0094, um bosque remanescente de      Floresta Arauc\u00e1ria, onde uma passarela elevada percorre uma trilha com 400      metros de comprimento, com 12 vitrines e pain\u00e9is que mostram as inter-rela\u00e7\u00f5es      dos elementos naturais encontrados na Floresta Arauc\u00e1ria e tamb\u00e9m os v\u00e1rios      produtos desta forma\u00e7\u00e3o vegetal, obtidos e utilizados pelo homem.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Rua Benedito Concei\u00e7\u00e3o, 407 Cap\u00e3o da Imbuia<\/p>\n<p><strong>Bosque da Fazendinha<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-014.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"302\" height=\"212\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>O<strong>bosque<\/strong>procura resgatar a hist\u00f3ria da Fazendinha com sua      trilha, por onde os viajantes percorriam a dist\u00e2ncia entre S\u00e3o Jos\u00e9 dos Pinhais      e os Campos Gerais, e a coloniza\u00e7\u00e3o do bairro pela fam\u00edlia Klemtz, cujo ancestral      Francisco fundou uma olaria no final do s\u00e9culo passado. A chamin\u00e9 da olaria      permanece como ponto de refer\u00eancia na regi\u00e3o. Uma casa em estilo neocl\u00e1ssico      foi constru\u00edda em 1896.<\/p>\n<p>Possui 73.000 m\u00b2 de \u00e1rea verde com uma completa infra-estrutura de recrea\u00e7\u00e3o:      palco ao ar livre, canchas esportivas, playground, churrasqueiras, trilhas      ecol\u00f3gicas, mirante e estacionamento.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Rua Carlos Klemtz, 00 Fazendinha<\/p>\n<p><strong>Bosque de Portugal<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-015.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"261\" height=\"179\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Inaugurado em mar\u00e7o de 1994 com a presen\u00e7a do Presidente M\u00e1rio Soares, possui      uma \u00e1rea verde de 20.850 m2 no fundo do vale do c\u00f3rrego Tarum\u00e3 e \u00e9 composto      por elementos da arquitetura luso-brasileira. Inclui duas partes: a \u00e1rea de      anima\u00e7\u00e3o e a Alameda dos Cantares Portugueses.<\/p>\n<p>A \u00e1rea de anima\u00e7\u00e3o foi constru\u00edda em piso mosaico portugu\u00eas, com desenhos      que lembram o mar e uma caravela estilizada, em men\u00e7\u00e3o \u00e0s grandes navega\u00e7\u00f5es      portuguesas. Est\u00e1 circundada por sete colunas com os nomes dos pa\u00edses de l\u00edngua      portuguesa (Portugal, Mo\u00e7ambique, S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe, Brasil, Cabo Verde,      Angola e Guin\u00e9 Bissau). Uma pista de cooper contorna todo o bosque, passando      por tr\u00eas pontos cobertos que remetem \u00e0 arquitetura portuguesa.<\/p>\n<p>A Alameda dos Cantares Portugueses \u00e9 um caminho de pedras aberto no meio      da mata ao longo do c\u00f3rrego. Nela est\u00e3o distribu\u00eddos 22 pilares erguidos para      servir de base a azulejos portugueses pintados \u00e0 m\u00e3o, com trechos de poesias      da l\u00edngua portuguesa.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Rua Fagundes Varela, 00 Jardim Social<\/p>\n<p><strong>Bosque Jo\u00e3o Carlos Hartley Gutierrez<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-016.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"251\" height=\"177\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Inaugurado em 22 de mar\u00e7o de 1989, o Bosque Gutierrez possui uma \u00e1rea total      de 36.000 m2. Abriga um bosque de preserva\u00e7\u00e3o permanente com 18.000 m\u00b2 e uma      pra\u00e7a com 6.590 m\u00b2. Por\u00e9m, o ponto mais atrativo do Bosque \u00e9 o Memorial ao      ecologista Chico Mendes, assassinado em dezembro de 1988.<\/p>\n<p>Lembrando sua luta pela preserva\u00e7\u00e3o da floresta amaz\u00f4nica, a r\u00e9plica da carta      enviada por Mendes ao Juiz de Xapuri\/Acre, denunciando que estava sendo amea\u00e7ado      de morte, foi gravada em pedra. A reprodu\u00e7\u00e3o da carta \u00e9 permanentemente envolvida      por uma cortina de \u00e1gua mineral, que nasce no Bosque. A \u00e1gua serve tamb\u00e9m      aos visitantes, atrav\u00e9s de v\u00e1rias torneiras ali instaladas. O Bosque possui      ainda dois pequenos lagos, trilhas de observa\u00e7\u00e3o, a Casa do Seringueiro e      a Escola Amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Rua Albino Raschendorfer, 00 Merc\u00eas<\/p>\n<p>\n<strong>Bosque Jo\u00e3o Paulo II<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-017.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"279\" height=\"209\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>O Bosque Jo\u00e3o Paulo II foi inaugurado em 1980, logo ap\u00f3s a visita do Papa      \u00e0 cidade. Utiliza seus 50.000 m\u00b2 para propagar a cultura polonesa, sua arquitetura      t\u00edpica, artesanato e estilo de vida.<\/p>\n<p>As alamedas com cal\u00e7adas de pedras, o pinheiral, as edifica\u00e7\u00f5es em tronco      de madeira, tudo remete \u00e0s col\u00f4nias polonesas instauradas na regi\u00e3o e faz      do bosque um Museu ao ar livre. Outras constru\u00e7\u00f5es t\u00edpicas foram adaptadas      e, hoje, possuem fun\u00e7\u00e3o administrativa ou ent\u00e3o tornaram-se lojas de artesanato.<\/p>\n<p>A principal casa foi constru\u00edda em 1883 e doada pela Col\u00f4nia Thomaz Coelho      \u00e0 cidade, em uma homenagem \u00e0 visita do Papa. A casa foi transformada na Capela      Jo\u00e3o Paulo II e possui em seu interior a imagem de Nossa Senhora Czestochowa,      a Padroeira da Pol\u00f4nia. O bosque conta, ainda, com uma est\u00e1tua de Jo\u00e3o Paulo      II e com um palco para apresenta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Rua Mateus Leme, 00 Centro C\u00edvico<\/p>\n<p><strong>Bosque Reinhard Maack<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-018.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"270\" height=\"204\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Inaugurado em 1989, o bosque \u00e9 uma homenagem da cidade ao ge\u00f3logo e pesquisador      alem\u00e3o radicado no Paran\u00e1, cujo trabalho em muito contribuiu para a preserva\u00e7\u00e3o      do meio ambiente do estado: Reinhard Maak.<\/p>\n<p>O Bosque possui uma \u00e1rea com 78.000 m\u00b2 de mata remanescente de Arauc\u00e1ria,      com esp\u00e9cies \u00fanicas em toda a regi\u00e3o. Para as crian\u00e7as, apresenta uma trilha      de aventura com um percurso de 900 metros e com brinquedos educativos e ecol\u00f3gicos,      equipamentos para recrea\u00e7\u00e3o e uma casa de educa\u00e7\u00e3o ambiental. Conta ainda      com estacionamento, portal e sanit\u00e1rios.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Rua Chanceler Oswaldo Aranha, 00 Hauer<\/p>\n<p><strong>Bosque Zaninelli e Universidade Livre do Meio Ambiente<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-019.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"262\" height=\"194\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Com uma \u00e1rea de 36.794 m2 de mata nativa, o Bosque Zaninelli &#8211; onde existe      desde 1947 uma das maiores canteiras da cidade &#8211; foi transformado em 15 de      junho de 1992 em \u00e1rea municipal de preserva\u00e7\u00e3o, sendo inaugurado pelo pesquisador      franc\u00eas Jacques Ives Cousteau.<\/p>\n<p>Curitiba, ao criar a Universidade Livre, buscou manter um espa\u00e7o de pesquisa      e transmiss\u00e3o de conhecimentos relacionados ao meio ambiente, \u00e0 ecologia e      \u00e0 popula\u00e7\u00e3o em geral, mantendo desde ent\u00e3o cursos regulares. Possui uma rampa      em forma de espiral de 22 metros, que permite uma vista panor\u00e2mica do lago      artificial e de todo o local. O bosque tamb\u00e9m abriga o Centro de Estudos Ambientais.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Rua Victor Benato, 00 Pilarzinho<\/p>\n<p><strong>Casa Andrade Muricy<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-020.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"276\" height=\"213\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Inaugurada em 26 de junho de 1998, a Casa realiza em suas depend\u00eancias mostras      de consagrados artistas nacionais e internacionais, promove interc\u00e2mbio com      institui\u00e7\u00f5es afins, realiza atividades culturais e did\u00e1ticas e apoia iniciativas      de entidades cong\u00eaneres.<\/p>\n<p>O pr\u00e9dio foi constru\u00eddo entre 1923 e 1926 e inaugurado durante a gest\u00e3o do      presidente do estado Caetano Munhoz da Rocha. A antiga constru\u00e7\u00e3o abrigou      Coletorias Estaduais, a Reparti\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e Esgoto e a Junta Comercial. Ali      tamb\u00e9m funcionou a Secretaria de Finan\u00e7as, algumas coordenadorias da Secretaria      da Cultura, a Sala Miguel Bakun e setores voltados para a m\u00fasica. No subsolo,      funcionou o escrit\u00f3rio da Funarte e, mais tarde, a Bienal do Design. A edifica\u00e7\u00e3o,      tombada pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Paran\u00e1 em 1977, possui tr\u00eas      fachadas: a principal voltada para a Alameda Doutor Muricy e as demais para      as Ruas Saldanha Marinho e Cruz Machado. Est\u00e1 interligada ao pr\u00e9dio da Secretaria      de Estado da Cultura por sua parte posterior.<\/p>\n<p>Representante do ecletismo arquitet\u00f4nico dominante \u00e0 \u00e9poca de sua constru\u00e7\u00e3o,      o edif\u00edcio tem as fachadas ornamentadas com ressaltos de motivos vegetais,      envolvendo v\u00e3os do pavimento t\u00e9rreo.<\/p>\n<p>A composi\u00e7\u00e3o da fachada principal \u00e9 sim\u00e9trica, tendo o eixo central marcado      pela porta de entrada, ladeada por colunas j\u00f4nicas encimadas por sacada sustentada      por modilh\u00f5es e guarnecida por guarda-corpo de delicada serralheria. No interior      do edif\u00edcio, destaca-se o requintado vest\u00edbulo, enriquecido por escadaria      em m\u00e1rmore branco que d\u00e1 acesso ao andar superior. Um precioso vitral policromado      desenhado com motivos florais ilumina o n\u00edvel do patamar intermedi\u00e1rio da      escada.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Alameda Doutor Muricy, 915 Centro<\/p>\n<p><strong>Casa Culpi<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-021.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"304\" height=\"225\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Quando Santa Felicidade fazia parte da rota que levava ao Norte Pioneiro      do Paran\u00e1, o principal ponto de encontro dos caminhoneiros era o armaz\u00e9m Culpi,      uma das primeiras casa constru\u00eddas em Curitiba pelos imigrantes italianos.<\/p>\n<p>Em 1897 a &#8220;Casa Culpi&#8221; foi vendida \u00e0 Prefeitura Municipal e, em      1\u00ba de abril de 1990, foi restaurada e transformou-se em um Memorial da Imigra\u00e7\u00e3o      Italiana, reconstituindo o estilo de vida dos italianos que chegaram \u00e0 cidade      no s\u00e9culo passado. Ali tamb\u00e9m funcionam cursos de l\u00edngua italiana e artes      pl\u00e1sticas, al\u00e9m de exposi\u00e7\u00f5es permanentes e tempor\u00e1rias.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Av. Manoel Ribas, 8450, 8450 Santa Felicidade<\/p>\n<p><strong>Casa Hoffmann<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-022.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"293\" height=\"199\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Administrada pela Funda\u00e7\u00e3o Cultural de Curitiba, a Casa Hoffmann \u00e9 a sede      do Centro de Estudos do Movimento, que se destina ao estudo e \u00e0 explora\u00e7\u00e3o      de novas est\u00e9ticas do movimento, sendo um local de refer\u00eancia para artistas      e outros profissionais com atua\u00e7\u00e3o nas \u00e1reas de dan\u00e7a, teatro, artes pl\u00e1sticas      e educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3rico<\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00edda em 1890, a Casa Hoffmann serviu de resid\u00eancia e com\u00e9rcio para      a fam\u00edlia de imigrantes austr\u00edacos do ramo da tecelagem. Com arquitetura ecl\u00e9tica,      a Casa funcionou at\u00e9 1974 como o com\u00e9rcio de tecidos e armarinhos. Depois,      o im\u00f3vel foi alugado para o Col\u00e9gio Dezenove de Dezembro, que funcionou ali      at\u00e9 1996. Antes disso, em 1993, a Casa Hoffmann foi desapropriada pela Prefeitura      para a sua preserva\u00e7\u00e3o como unidade hist\u00f3rica. Logo ap\u00f3s a sa\u00edda do Col\u00e9gio,      o im\u00f3vel sofreu um inc\u00eandio que poupou apenas a fachada e as paredes externas.      A Prefeitura recuperou a edifica\u00e7\u00e3o. Os trabalhos de restauro encerraram em      2002 e a Casa foi reinaugurada em mar\u00e7o de 2003.<\/p>\n<p><strong>Principal<\/strong><\/p>\n<p>As atividades contam com infra-estrutura necess\u00e1ria ao desenvolvimento art\u00edstico:      biblioteca, videoteca e cursos ministrados por artistas e pensadores renomados,      com abordagem de temas variados, entre eles a explora\u00e7\u00e3o do movimento, cr\u00edtica      da dan\u00e7a, est\u00e9tica, filosofia e design c\u00eanico.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Rua Claudino dos Santos, 38 Centro<\/p>\n<p><strong>Jardim Bot\u00e2nico<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-023.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"242\" height=\"174\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Um dos pontos tur\u00edsticos mais visitados de Curitiba, inaugurado em 1991.      Criado \u00e0 imagem dos jardins franceses, estende seu tapete de flores aos visitantes      logo na entrada. A estufa, em estrutura met\u00e1lica, abriga esp\u00e9cies bot\u00e2nicas      que s\u00e3o refer\u00eancia nacional, al\u00e9m de uma fonte d\u0092\u00e1gua. A mata nativa est\u00e1      ponteada de trilhas para percursos a p\u00e9.<\/p>\n<p>O<strong>Museu Bot\u00e2nico<\/strong>, dirigido por Gert Hatschbach, atrai pesquisadores      de todo o mundo. Tem espa\u00e7o para exposi\u00e7\u00f5es, biblioteca e audit\u00f3rio. Atr\u00e1s      da estufa est\u00e1 localizado o espa\u00e7o cultural Frans Krajcberg com exposi\u00e7\u00e3o      permanente de 114 esculturas desse artista\/ambientalista.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Rua Engenheiro Ostoja Roguski, 00 Jardim Bot\u00e2nico<\/p>\n<p><strong>Largo da Ordem<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-024.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"256\" height=\"190\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Localizado no Setor Hist\u00f3rico de Curitiba, o Largo Coronel En\u00e9as ficou popularmente      conhecido como Largo da Ordem por abrigar a Igreja da Ordem Terceira de S\u00e3o      Francisco das Chagas, a mais antiga da cidade. Possui edifica\u00e7\u00f5es dos s\u00e9culos      XVIII e XIX, resultando em uma arquitetura diversificada. Restauradas e adaptadas,      hoje estas obras s\u00e3o utilizadas na propaga\u00e7\u00e3o da cultura e tamb\u00e9m como institui\u00e7\u00f5es      de ensino, restaurantes, mini-shoppings, pubs e lojas.<\/p>\n<p>\u00edcone hist\u00f3rico-cultural de Curitiba, o Largo da Ordem abriga intenso e variado      com\u00e9rcio desde o s\u00e9culo XVIII. Em outras \u00e9pocas, como ponto de venda de hortifrutigranjeiros      produzidos por colonos e, hoje, como local da Feirinha Hippie. A Feira de      Artes e Artesanato acontece desde 1973 e, com 1 km de extens\u00e3o e mais de 900      expositores, \u00e9 a segunda maior feira de artesanatos do Brasil. Acontece todos      os domingos e atrai milhares de turistas e moradores da cidade interessados      em comprar roupas, quadros, esculturas, bibel\u00f4s, bijuterias, entre outros      produtos.<\/p>\n<p><strong>Memorial \u00c1rabe<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-025.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"224\" height=\"134\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Homenageando a cultura do Oriente M\u00e9dio, funciona como biblioteca especializada.      O pr\u00e9dio lembra o estilo arquitet\u00f4nico das edifica\u00e7\u00f5es mouriscas por elementos      como a ab\u00f3bada, as colunas, os arcos e os vitrais.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Pra\u00e7a Gibran Khalil Gibran, 00 Centro<\/p>\n<p><strong>Memorial de Curitiba<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-026.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"243\" height=\"171\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>O Largo da Ordem abriga uma permanente fonte de humanidade: o Memorial de      Curitiba. Um espa\u00e7o para a arte e o folclore, a informa\u00e7\u00e3o e a mem\u00f3ria, o      passado e o futuro.<\/p>\n<p>Constru\u00eddo num terreno irregular, seu projeto arquitet\u00f4nico permite a cria\u00e7\u00e3o      de espa\u00e7os e instala\u00e7\u00f5es funcionais e criativas. Sua c\u00fapula, em forma de pintura,      evidencia o papel de sementeira cultural da obra.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Rua Claudino dos Santos, 00 S\u00e3o Francisco<\/p>\n<p><strong>Memorial Ucraniano<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-027.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"288\" height=\"210\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Localizado no Parque Ting\u00fci, o Memorial Ucraniano presta homenagem aos imigrantes      ucranianos de Curitiba. Inaugurado em 1995, ano em que se comemorou o centen\u00e1rio      da chegada desses imigrantes a Curitiba.<\/p>\n<p>O Memorial \u00e9 composto, principalmente por uma r\u00e9plica da igreja de S\u00e3o Miguel      Arcanjo (veja quadro abaixo), uma casa t\u00edpica, palco ao ar livre e o portal.      Todas as constru\u00e7\u00f5es feitas com madeira encaixada, ao estilo ucraniano.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Entre as Ruas Fredolin Wolf e Jos\u00e9 Valle, 00 Ting\u00fci<\/p>\n<p><strong>Mercado Municipal<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-028.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"288\" height=\"214\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Fundado em 02 de agosto de 1958, at\u00e9 hoje o Mercado Municipal \u00e9 o principal      e mais tradicional endere\u00e7o para compras de Curitiba. Nas bancas de hortigranjeiros      e nas lojas de delicatessens, o consumidor encontra produtos como: bebidas,      queijos e vinhos de diversas proced\u00eancias, ervas medicinais, temperos e especiarias,iguarias,      conservas, pescados, embutidos, carnes ex\u00f3ticas e com cortes especiais.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Av. Sete de Setembro, 1865 Centro<\/p>\n<p><strong>Museu Ferrovi\u00e1rio de Curitiba<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-029.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"273\" height=\"198\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o permanente de um acervo \u00fanico, coletado pela Rede Ferrovi\u00e1ria de      dentro de suas esta\u00e7\u00f5es e locomotivas. \u00e9 a preserva\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria ferrovi\u00e1ria,      que explica e justifica a hist\u00f3ria da economia paranaense e brasileira, de      her\u00f3is an\u00f4nimos ou n\u00e3o. Um resgate de sua dedica\u00e7\u00e3o, que colocaram nosso estado      no rumo do crescimento. Sem d\u00favida, o passado dentro do futuro.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Av. Sete Setembro, 2775 Centro<\/p>\n<p><strong>Museu Oscar Niemeyer<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-030.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"271\" height=\"219\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Com caracter\u00edsticas de um museu do s\u00e9culo XXI, foi inaugurado em 22 de novembro      de 2002 e contou com a presen\u00e7a do ent\u00e3o Presidente da Rep\u00fablica, Fernando      Henrique Cardoso e do arquiteto Oscar Niemeyer. O Museu possui 144 mil m\u00b2,      sendo 33.000 de \u00e1rea constru\u00edda. Estas dimens\u00f5es fazem da obra o maior museu      da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>O projeto assinado por Oscar Niemeyer \u00e9, na realidade, uma reformula\u00e7\u00e3o do      projeto original do Edif\u00edcio Castello Branco, de autoria do mesmo arquiteto.      Conta com uma cafeteria, uma livraria, um restaurante e diversas \u00e1reas de      estar.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Rua Marechal Hermes, 999 Centro C\u00edvico<\/p>\n<p><strong>Parque Barigui<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-031.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"272\" height=\"190\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>O nome Barigui tem origem ind\u00edgena e significa &#8220;rio do fruto espinhoso&#8221;,      em alus\u00e3o \u00e0s pinhas das arauc\u00e1rias nativas, ainda remanescentes. O lugar,      uma antiga &#8220;sesmaria&#8221; pertencente a Martins Mateus Leme, foi transformado      em parque em 1972 pelo ent\u00e3o prefeito Jaime Lerner. Por sua localiza\u00e7\u00e3o, pr\u00f3ximo      ao centro da cidade, e sua infraestrutura, o Barigui \u00e9 o parque mais freq\u00fcentado      de Curitiba.<\/p>\n<p>No Parque Barigui a popula\u00e7\u00e3o encontra tamb\u00e9m diversas op\u00e7\u00f5es de lazer. Seja      na pr\u00e1tica de esportes, no churrasco de domingo, nas feiras do pavilh\u00e3o de      exposi\u00e7\u00f5es, no Museu do Autom\u00f3vel ou simplesmente nas caminhadas por um dos      circuitos a beira do lago.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Entre a Av. Manoel Ribas e a BR-277, acessos: BR-277      e Av. C\u00e2ndido Hartmann, 00 Santo In\u00e1cio<\/p>\n<p><strong>Parque da Barreirinha<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-032.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"284\" height=\"209\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Criado em 1959 mas transformado em parque e entregue \u00e0 popula\u00e7\u00e3o apenas em      1972, tem 275.380 metros quadrados de \u00e1rea. Considerado o mais belo parque      da cidade, l\u00e1 se pode apreciar arauc\u00e1rias, aroeiras, canelas, bracatingas,      p\u00e9s de erva-mate e outras esp\u00e9cies nativas.<\/p>\n<p>Sua \u00e1rea verde, que serve como importante regulador da qualidade do ar da      regi\u00e3o, \u00e9 utilizada por estudantes e professores universit\u00e1rios em aulas pr\u00e1ticas      de Bot\u00e2nica.<\/p>\n<p>O Horto Municipal, anexo ao parque, desempenha fun\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e educativa      &#8211; \u00e9 respons\u00e1vel pela pesquisa e produ\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cimes vegetais. Entre seus      equipamentos est\u00e3o os bosques com mais de 200 mil metros quadrados de vegeta\u00e7\u00e3o      t\u00edpica, biblioteca infantil, playground, cabana r\u00fastica, lanchonete, churrasqueiras      e estacionamento.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Av. Anita Garibaldi, 6010 Barreirinha<\/p>\n<p><strong>Parque do Passa\u00fana<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-033.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"286\" height=\"208\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Seus 6,5 milh\u00f5es de metros quadrados se situam dentro da Bacia do Passa\u00fana,      a oeste de Curitiba. Quase 3,5 milh\u00f5es de metros quadrados s\u00e3o do lago criado      pela represa da Esta\u00e7\u00e3o de Abastecimento de \u00e1gua. Muita natureza que se pode      olhar de cima do mirante, onde uma vista panor\u00e2mica surpreende pela grandiosidade      e beleza. Trilhas ecol\u00f3gicas e a Esta\u00e7\u00e3o Biol\u00f3gica, que j\u00e1 foi uma antiga      olaria, valem ser visitadas.<\/p>\n<p><strong>Parque Iber\u00ea De Matos \/ Bacacheri<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-034.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"258\" height=\"188\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Possui v\u00e1rias op\u00e7\u00f5es de lazer e recrea\u00e7\u00e3o: canchas de futebol e de v\u00f4lei      de areia, churrasqueiras, play-ground, lago artificial e bosque com esp\u00e9cies      nativas. O portal de acesso \u00e9 constru\u00eddo com base em pir\u00e2mides de concreto      e arcos em tubo de ferro colorido, com o intuito de representar a entrada      para o para\u00edso, atrav\u00e9s dos bons flu\u00eddos das pir\u00e2mides.<\/p>\n<p><strong>Parque Igua\u00e7\u00fa &#8211; Zool\u00f3gicos<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-035.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"303\" height=\"208\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Inaugurado em 1976, o zool\u00f3gico est\u00e1 situado na regi\u00e3o sul sudeste da cidade,      no Parque Regional do Igua\u00e7u, o maior parque urbano do Brasil, com seus 569      mil metros quadrados.<\/p>\n<p>No zool\u00f3gico, voc\u00ea pode ver mais de mil animais: aves naturais de toda a      Am\u00e9rica do Sul, r\u00e9pteis e mam\u00edferos das mais variadas origens, preservados      num ambiente mais pr\u00f3ximo do seu habitat natural.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Av. Marechal Floriano Peixoto, 00 Alto Boqueir\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Parque S\u00e3o Louren\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-036.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"261\" height=\"189\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>A enchente de 1970 deu lugar ao mar de verde. Implantado em 1972, o parque      nasceu da necessidade de reparar os estragos do estouro da represa do S\u00e3o      Louren\u00e7o.<\/p>\n<p>Aqui, a criatividade flui em meio \u00e0 paz do campo, onde pl\u00e1cidos carneiros      se destacam na paisagem. Aos s\u00e1bados, uma feira de artesanato acontece das      10h \u00e0s 17h.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Rua Mateus Leme, esquina com Rua Nilo Brand\u00e3o ,      00 S\u00e3o Louren\u00e7o<\/p>\n<p><strong>Parque Tangu\u00e1<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-037.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"272\" height=\"206\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Inaugurado em novembro de 1996, representa mais uma etapa do projeto de preserva\u00e7\u00e3o      do curso do rio Barig\u00fci, juntamente com os parques Tingui e Barig\u00fci. Com \u00e1rea      total de 450 mil m2 , destacam-se no parque duas pedreiras, unidas por um      t\u00fanel de 45 metros de extens\u00e3o, que pode ser atravessado a p\u00e9, por uma passarela      sobre a \u00e1gua. O parque conta ainda com pista de cooper, ciclovia, mirante      , lanchonete e o Jardim Poty Lazzarotto.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Rua Oswaldo Maciel, 00 Pilarzinho<\/p>\n<p><strong>Parque Tingui<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-038.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"266\" height=\"201\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Parte do maior parque ambiental linear do pa\u00eds, implantado \u00e0s margens do      rio Barig\u00fci, recorda os ind\u00edgenas que aqui habitavam, atrav\u00e9s da est\u00e1tua do      Cacique Tindiq\u00fcera. Abriga tamb\u00e9m o Memorial Ucraniano, homenagem aos imigrantes,      na forma de r\u00e9plica de uma igreja ortodoxa, originalmente constru\u00edda no interior      do estado, a qual abriga exposi\u00e7\u00e3o de p\u00eassankas e \u00edcones.<\/p>\n<p><strong>Passeio P\u00fablico<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-039.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"259\" height=\"179\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Primeiro parque p\u00fablico de Curitiba, foi inaugurado pelo presidente da Prov\u00edncia      do Paran\u00e1, Alfredo d\u0092Escragnolle Taunay, em 2 de maio de 1886.<\/p>\n<p>Foi a primeira grande obra de saneamento da cidade, transformando um charco      num espa\u00e7o de lazer, com lagos, pontes e ilhas em meio ao verde. Zool\u00f3gico      pioneiro de Curitiba, abriga at\u00e9 hoje pequenos animais. Seu port\u00e3o \u00e9 c\u00f3pia      do que existiu no Cemit\u00e9rio de C\u00e3es de Paris.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Rua Carlos Cavalcanti, Av. Jo\u00e3o Gualberto e Rua      Presidente Faria, 00 Centro<\/p>\n<p><strong>Pedreira Paulo Leminski<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-040.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"294\" height=\"202\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>A<strong>Pedreira Paulo Leminski<\/strong>\u00e9 uma casa de espet\u00e1culos ao ar      livre em Curitiba com capacidade para at\u00e9 trinta mil pessoas. Seu nome \u00e9 uma      homenagem a Paulo Leminski, escritor curitibano do s\u00e9culo XX, e ao fato do      local antigamente ter servido como a Pedreira Municipal, al\u00e9m de uma usina      de asfalto. Ainda hoje o local \u00e9 cercado por um pared\u00e3o de rocha de trinta      metros. Localizada no bairro do Abranches, o local possui cerca de 103,5 mil      m\u00b2, e seu palco possui cerca de 480m\u00b2. Foi implantado em 1990.<\/p>\n<p>Durante o anivers\u00e1rio de trezentos anos da cidade, a pedreia foi palco do      tenor Jos\u00e9 Carreras, acompanhado pela Orquestra Sinf\u00f4nica Brasileira. Outros      artistas e bandas renomadas que j\u00e1 passaram pelo palco incluem Iron Maiden,      Ramones, Paul McCartney, David Bowie, Milton Nascimento e Roberto Carlos.<\/p>\n<p>Pr\u00f3ximo \u00e0 pedreira est\u00e1 a \u00f3pera de Arame, aberta em 1992 por causa do primeiro      Festival de Teatro de Curitiba. Juntos, os dois locais formam o Parque das      Pedreiras.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a do Jap\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-041.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"285\" height=\"205\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Av. Sete de Setembro, 00 \u00c1gua Verde<\/p>\n<p>Homenagem aos filhos do \u0093Sol Nascente\u0094 que aqui se radicaram dedicando-se      \u00e0 agricultura. Existem espalhadas pela pra\u00e7a 30 cerejeiras enviadas do Jap\u00e3o      pelo Imp\u00e9rio Nip\u00f4nico, e lagos artificiais nos moldes japoneses. Em 1993,      foi constru\u00eddo o Portal Japon\u00eas, a Casa da Cultura e a Casa de Ch\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Rui Barbosa<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-042.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"265\" height=\"202\" title=\"Curitiba\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Inaugurada em 1913, com o nome de Pra\u00e7a da Rep\u00fablica &#8211; ela foi rebatizada      como Rui Barbosa na d\u00e9cada de 20.<\/p>\n<p>Ponto chave de Curitiba, por onde passam diversas pessoas todo dia. Localizam-se      diversos pontos de \u00f4nibus.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Pra\u00e7a Rui Barbosa, 00 Centro<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Santos Andrade<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-043.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"292\" height=\"206\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Foi Largo Lobo de Moura, Largo Duque de Caxias e Largo da Imperatriz. O nome      atual homenageia a mem\u00f3ria do promotor e presidente do Estado Jos\u00e9 Pereira      dos Santos Andrade. Tem fonte luminosa, com memor\u00e1veis espet\u00e1culos de dan\u00e7a      das \u00e1guas na lembran\u00e7a dos curitibanos. Em lados opostos da pra\u00e7a est\u00e3o a      Universidade Federal do Paran\u00e1 e o majestoso Teatro Gua\u00edra.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Rua Amintas de Barros, Rua Conselheiro Laurindo,      Rua XV de Novembro, 00 Centro<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Tiradentes<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-044.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"291\" height=\"213\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>\u00c9 a principal pra\u00e7a de Curitiba, dominada pela Catedral Bas\u00edlica Menor de      Nossa Senhora da Luz, centen\u00e1ria em 1993. Nesta regi\u00e3o, em 29 de mar\u00e7o de      1693, foi fundada Curitiba.<\/p>\n<p>Antigamente conhecida como Largo da Matriz, a pra\u00e7a \u00e9 o Marco Zero da cidade.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong>Rua Bar\u00e3o do Serro Azul &#8211; em frente \u00e0 Catedral,      00 Centro<\/p>\n<p><strong>Casa Andrade Muricy<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-054.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"264\" height=\"174\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Inaugurada em 26 de junho de 1998, se prop\u00f5e a realizar, em suas depend\u00eancias,      mostras de consagrados artistas nacionais e internacionais, promover interc\u00e2mbio      com institui\u00e7\u00f5es afins, realizar atividades culturais e did\u00e1ticas e apoiar      iniciativas de entidades cong\u00eaneres.<\/p>\n<p>O pr\u00e9dio foi constru\u00eddo entre 1923 e 1926, a antiga constru\u00e7\u00e3o inaugurada      na gest\u00e3o do ent\u00e3o Presidente do Estado, Caetano Munhoz da Rocha abrigou,      al\u00e9m das Coletorias Estaduais, a Reparti\u00e7\u00e3o de \u00c1gua e Esgoto e a Junta Comercial.      Ali tamb\u00e9m funcionou a Secretaria de Finan\u00e7as, algumas Coordenadorias da Secretaria      da Cultura, a Sala Miguel Bakun e setores voltados para a m\u00fasica. O subsolo      sediou o escrit\u00f3rio da Funarte e mais tarde a Bienal do Design. Ocupando toda      a testada da quadra, a edifica\u00e7\u00e3o tombada pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico      do Paran\u00e1 em 1977, possui tr\u00eas fachadas: a principal voltada para a Alameda      Doutor Muricy e as demais para as Ruas Saldanha Marinho e Cruz Machado. Na      sua parte posterior est\u00e1 interligado ao pr\u00e9dio da Secretaria de Estado da      Cultura.<\/p>\n<p>Representante do ecletismo arquitet\u00f4nico dominante \u00e0 \u00e9poca de sua constru\u00e7\u00e3o,      o edif\u00edcio tem as fachadas ornamentadas com ressaltos de motivos vegetais,      envolvendo v\u00e3os do pavimento t\u00e9rreo. A composi\u00e7\u00e3o da fachada principal \u00e9 sim\u00e9trica,      tendo o eixo central marcado pela porta de entrada, ladeada por colunas j\u00f4nicas      encimadas por sacada sustentada por modilh\u00f5es e guarnecida por guarda-corpo      de delicada serralheria. No interior do edif\u00edcio, pelo tratamento mais requintado      destaca-se o vest\u00edbulo, enriquecido por escadaria em m\u00e1rmore branco que d\u00e1      acesso ao andar superior; \u00e9 iluminado, ao n\u00edvel do patamar intermedi\u00e1rio da      escada, por um precioso vitral policromado desenhado com motivos florais.      Localiza-se na Alameda Doutor Muricy, 915. Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: ter\u00e7a-feira      a domingo das 10h \u00e0s 19h.<\/p>\n<p><strong>Casa Culpi<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-055.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"273\" height=\"201\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Quando Santa Felicidade fazia parte da rota que levava ao Norte Pioneiro      do Paran\u00e1, o principal ponto de encontro dos caminhoneiros foi o armaz\u00e9m Culpi,      uma das primeiras casa constru\u00eddas em Curitiba pelos imigrantes italianos,      em 1897 a &#8220;Casa Culpi&#8221; foi vendida \u00e0 Prefeitura Municipal, em 1\u00ba      de abril de 1990, depois de restaurada, se transformou em um Memorial da Imigra\u00e7\u00e3o      Italiana, reconstituindo o estilo de vida dos italianos que chegaram \u00e0 cidade      no s\u00e9culo passado. Ali, tamb\u00e9m funcionam os cursos de l\u00edngua italiana e artes      pl\u00e1sticas, al\u00e9m de exposi\u00e7\u00f5es permanentes e tempor\u00e1rias. Localiza-se na Avenida      Manoel Ribas, 8450 &#8211; Santa Felicidade. Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: segunda-feira      a sexta-feira as 8h20 \u00e0s 12h e das 14h as 18 e s\u00e1bado \u00e0s 8h \u00e0s 12h.<\/p>\n<p><strong>Casa Rom\u00e1rio Martins<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-056.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"278\" height=\"203\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Constru\u00e7\u00e3o em estilo colonial do s\u00e9culo XVIII \u00e9 o segundo pr\u00e9dio mais antigo      da cidade, ao lado do primeiro ainda preservado, a Igreja da Ordem. A edifica\u00e7\u00e3o      foi desapropriada pela prefeitura em 1970 e os trabalhos de restaura\u00e7\u00e3o iniciaram-se      em 1973. O arquiteto respons\u00e1vel foi Cyro Corr\u00eaa Lyra. As transforma\u00e7\u00f5es,      realizadas ao longo de dois s\u00e9culos, haviam desfigurado totalmente o interior      e o exterior do velho pr\u00e9dio, por reformas indevidas ou placas de propaganda      em sua fachada. Antes funcionava ali um armaz\u00e9m de secos e molhados e com      a restaura\u00e7\u00e3o foi basicamente, recuperado o aspecto externo. Interiormente      o pr\u00e9dio quase n\u00e3o possui divis\u00f5es, apenas um miolo fechado, e o restante      funciona como galeria. Inaugurada no final de 1973, com a presen\u00e7a de sua      filha Azurita Martins Alice. Ao contr\u00e1rio do que se pensa, Rom\u00e1rio Martins,      nunca teve, em vida, uma liga\u00e7\u00e3o a esta casa. Seu nome \u00e9 uma homenagem p\u00f3stuma      ao brilhante escritor e historiador que nos legou uma bagagem cultural importante,      colaborando em v\u00e1rios setores de nossa vida p\u00fablica. \u00c9 vinculada \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o      Cultural de Curitiba e objetiva a promo\u00e7\u00e3o de exposi\u00e7\u00f5es de artistas paranaenses.      Localiza-se no Largo Coronel En\u00e9as, 30 &#8211; Setor Hist\u00f3rico. Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o:      segunda-feira a sexta-feira das 9h \u00e0s 12h e das 14h \u00e0s 18h, s\u00e1bado e domingo      das 9h \u00e0s 14h.<\/p>\n<p><strong>Castelo Lupion &#8211; Canal 12<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-057.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"263\" height=\"183\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Constru\u00eddo na d\u00e9cada de 20, em um terreno de quase 10.000m 2 , pelo ervateiro      e cafeicultor Luiz Guimar\u00e3es, que ap\u00f3s viagem pela Fran\u00e7a ficou impressionado      com os castelos do Loire. Contratou o engenheiro paranaense Dr. Carvalho Chaves,      o qual viajou \u00e0 Fran\u00e7a para fazer as observa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias ao projeto. Em      1928, a casa foi inaugurada e, vinte anos mais tarde, passou a ser propriedade      da fam\u00edlia Lupion, que concluiu a decora\u00e7\u00e3o construindo a garagem, depend\u00eancias      de empregados, piscina, pavilh\u00f5es, bar e churrasqueira. Artistas como Jo\u00e3o      Turim, trabalharam no castelo. Theodoro de Bona retratou Herm\u00ednia, mulher      de Mois\u00e9s Lupion, Guido Viaro retratou sua filha Leovegilda, Miguel Bakum      residiu por alguns meses e decorou o \u00faltimo andar e a parte superior da torre.      Alfredo Andersen decorou o vidro da entrada que representa as Cataratas do      Igua\u00e7u.<\/p>\n<p>Autoridades do Brasil e do exterior hospedaram-se no castelo que foi tombado      em 1974 pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Paran\u00e1. Localiza-se na Avenida      Batel, 1323.<\/p>\n<p><strong>Catedral Bas\u00edlica Menor de Curitiba<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-058.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"291\" height=\"193\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Localizada onde Curitiba nasceu como cidade, na Pra\u00e7a Tiradentes, inicialmente      era uma pequena capela de madeira, que em 1715 foi elevada \u00e0 Primeira Igreja      Matriz. Foi ent\u00e3o erguida uma outra matriz, de pedra e barro, em estilo colonial.      Em 1860, por ocasi\u00e3o do levantamento das torres, a constru\u00e7\u00e3o apresentou rachaduras      o que motivou, em 1875, sua completa demoli\u00e7\u00e3o. Neste per\u00edodo a Igreja Matriz      passou a ser a Igreja do Ros\u00e1rio. A inaugura\u00e7\u00e3o da atual igreja, foi em 1893,      constru\u00edda em estilo neo-g\u00f3tico e inspirada na S\u00e9 de Barcelona. A imagem original,      dedicada a Nossa Senhora da Luz, veio de Portugal sendo entronizada em 1640.      Encontra-se hoje no Museu Paranaense, Sendo a imagem que est\u00e1 atualmente na      igreja, a terceira de uma s\u00e9rie. Em seu interior existem vitrais, doados por      fam\u00edlias tradicionais curitibanas; m\u00f3veis e p\u00falpitos em alto relevo, entalhados      em imbu\u00eda. Foi restaurada em 1993, e em 08 de setembro do mesmo ano passou      a denominar-se Catedral Bas\u00edlica Menor.<\/p>\n<p><strong>Centro C\u00edvico<\/strong><\/p>\n<p>O Centro C\u00edvico foi projetado pelo arquiteto David Xavier de Azambuja, auxiliado      por S\u00e9rgio Rodrigues, autor do Pal\u00e1cio da Justi\u00e7a, Olavo Campos, idealizador      do conjunto da Assembl\u00e9ia Legislativa e Fl\u00e1vio Am\u00edlcar Regis. Nele concentram-se      os edif\u00edcios que abrigam o poder Executivo, Legislativo e Judici\u00e1rio, tais      como o Pal\u00e1cio Igua\u00e7u, a Assembl\u00e9ia Legislativa; o Edif\u00edcio Humberto de Alencar      Castelo Branco de autoria de Oscar Niemeyer, atualmente Museu Oscar Niemeyer      e os dois blocos formados pelos Edif\u00edcios Caetano Munhoz da Rocha e Affonso      Alves de Camargo de autoria de Lu\u00eds Forte Netto, Orlando Bussarello e Diva      C\u00e2ndida S. Bussarello, que abrigam algumas Secretarias do Estado e o Minist\u00e9rio      P\u00fablico (a partir de junho de 2003). Em frente ao Pal\u00e1cio Igua\u00e7u encontra-se      um palanque para atos c\u00edvicos. Ainda no Centro C\u00edvico funcionam o Tribunal      de Contas, projetado por Jos\u00e9 Sanchotene e Roberto Luiz Gandolfi; o Tribunal      do J\u00fari; o F\u00f3rum de Curitiba e a Prefeitura Municipal, este \u00faltimo pr\u00e9dio      de autoria de Rubens Meister, al\u00e9m da Pra\u00e7a Nossa Senhora da Salete, com 52.000      m\u00b2 e paisagismo de Burle Marx.<\/p>\n<p><strong>Centro de Conven\u00e7\u00f5es de Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>Instalado no antigo pr\u00e9dio do Cine Vit\u00f3ria, tradicional espa\u00e7o das artes      e da cultura, por onde passaram in\u00fameras celebridades. Como maior cinema de      Curitiba (1800 lugares) num projeto de Lot\u00e1rio Seigert de 20 de novembro de      1964, teve suas atividades encerradas em janeiro de 1987, ap\u00f3s 23 anos de      exist\u00eancia, quando foi adquirido pelo Governo do Estado, com o objetivo de      sediar o Centro de Conven\u00e7\u00f5es de Curitiba, local de realiza\u00e7\u00e3o de simp\u00f3sios,      exposi\u00e7\u00f5es, congressos, feiras, shows, etc. Possui 8426 m\u00b2 de constru\u00e7\u00e3o,      distribu\u00eddos em 3 blocos: o primeiro constru\u00eddo especialmente para a fun\u00e7\u00e3o,      abriga a administra\u00e7\u00e3o, o setor comercial, os servi\u00e7os de apoio e as exposi\u00e7\u00f5es;      o segundo trata-se do antigo cinema reformado, abrigando o setor de conven\u00e7\u00f5es,      de exposi\u00e7\u00f5es, servi\u00e7os gerais e a entrada principal; o terceiro, abriga parte      dos servi\u00e7os de apoio e d\u00e1 frente para a Rua Pedro Ivo. Todos s\u00e3o interligados,      num projeto arquitet\u00f4nico moderno e arrojado de estruturas de concreto e fachadas      de vidro laminado azul e transparente com detalhes em granito cinza de autoria      de Rafael Dely, Zenon Segundo de Braga Pech, Ricardo Pereira e Abr\u00e3o Assad.      Possui quatro audit\u00f3rios: dois com 184 lugares, um com 215 e outro com 900      lugares &#8211; onde est\u00e1 o palco &#8211; todos s\u00e3o modulares com divis\u00f3rias m\u00f3veis que      permitem formar apenas um grande audit\u00f3rio de 1.483 lugares; al\u00e9m de parlat\u00f3rio,      salas de exposi\u00e7\u00f5es, salas de reuni\u00f5es, lojas, camarins e posto m\u00e9dico. Localiza-se      na Rua Bar\u00e3o do Rio Branco, 370.<\/p>\n<p><strong>Cidade Industrial de Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>As atividades econ\u00f4micas de Curitiba baseiam-se na ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o      e beneficiamento, com\u00e9rcio e presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os. Para o setor industrial      foi implantada, em 1973, a Cidade Industrial de Curitiba &#8211; CIC. Est\u00e1 localizada      a Oeste da Capital, no vale do Rio Barig\u00fci, entre os bairros do Pinheirinho      e Campo Comprido, aproximadamente 10 km do centro.<\/p>\n<p>Sua \u00e1rea \u00e9 de 43 milh\u00f5es de m\u00b2 dos quais 5,6 milh\u00f5es destinam-se a preserva\u00e7\u00e3o      de \u00e1reas verdes, 6,7 milh\u00f5es ao sistema vi\u00e1rio, 6 milh\u00f5es a \u00e1reas habitacionais,      quase 3 milh\u00f5es para \u00e1reas mistas de servi\u00e7os e 25 milh\u00f5es para implanta\u00e7\u00e3o      de ind\u00fastrias. Da \u00e1rea das ind\u00fastrias, somente na metade dos terrenos podem      ser constru\u00eddas edifica\u00e7\u00f5es; o restante \u00e9 preservado com \u00e1reas verdes. A Cidade      Industrial possibilitou resolver problemas de urbanismo, tr\u00e1fego e habita\u00e7\u00e3o,      concentrando de forma apropriada os empreendimentos industriais, hoje em n\u00famero      aproximado de 4.237 empresas (427 ind\u00fastrias, cerca de 1.630 estabelecimentos      comerciais e outros 2.180 de servi\u00e7os). O local \u00e9 servido por escolas, hospitais,      posto m\u00e9dico e conjuntos habitacionais. As empresas s\u00e3o procedentes das mais      diversas localidades. Localiza-se Rua Marechal Deodoro, 933 (administra\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p><strong>Col\u00e9gio Estadual do Paran\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Criado em 1846 pela lei n\u00ba 33, com nome de Gin\u00e1sio Paranaense, instalado      onde funciona hoje a Secretaria de Estado da Cultura. O terreno da atual edifica\u00e7\u00e3o      foi desapropriado no Governo de Manoel Ribas e o pr\u00e9dio, atualmente com 18.968      m\u00b2 de \u00e1rea, foi constru\u00eddo durante o mandato de Mois\u00e9s Lupion. Localiza-se      na Avenida Jo\u00e3o Gualberto, 250.<\/p>\n<p><strong>Conservat\u00f3rio de M\u00fasica Popular Brasileira de Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>Foi inaugurado no ano de 1992 e em outubro de 1993 mudou-se para a sua sede      definitiva, cujo pr\u00e9dio \u00e9 um projeto de reciclagem do Solar dos Guimar\u00e3es,      edifica\u00e7\u00e3o de tr\u00eas pavimentos em pedra e tijolo constru\u00edda no \u00faltimo quartel      do s\u00e9culo XIX, no Setor Hist\u00f3rico. Destru\u00eddo por um inc\u00eandio em 1979 que deixou      em p\u00e9 apenas as paredes externas, o sobrado serviu tamb\u00e9m como hotel e casa      comercial.<\/p>\n<p>No campo do ensino o Conservat\u00f3rio vem se firmando como escola de excel\u00eancia      desenvolvendo diversos projetos que re\u00fanem os melhores instrumentistas e professores      do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Funciona ali uma biblioteca com volumes espec\u00edficos de m\u00fasicas, reportagens      sobre artistas da MPB e fonoteca. O Conservat\u00f3rio promove tamb\u00e9m Bate Papos      Musicais com artistas de renome nacional de passagem por Curitiba e na Pra\u00e7a      Jacob do Bandolim (anexo ao local) abre espa\u00e7o para m\u00fasicos e grupos locais      apresentarem seus trabalhos. Possui ainda quatro corpos art\u00edsticos; a Orquestra      \u00c0 Base de Corda, a Orquestra \u00c0 Base de Sopro, o Vocal Brasileir\u00e3o (adultos)      e o Coral Brasileirinho (crian\u00e7as), cujo objetivo \u00e9 o est\u00edmulo, registro e      a mem\u00f3ria das muitas express\u00f5es da musicalidade do povo. Localiza-se na Rua      Mateus Leme, 66 &#8211; Setor Hist\u00f3rico.<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: segunda-feira a sexta-feira das 9h \u00e0s 12h e das 14h      \u00e0s 18h.<\/p>\n<p><strong>Edif\u00edcio Garcez<\/strong><\/p>\n<p>Primeiro edif\u00edcio arranha-c\u00e9u de Curitiba teve sua constru\u00e7\u00e3o iniciada em      1927, pelo engenheiro Jo\u00e3o Moreira Garcez. Exemplar arquitet\u00f4nico do estilo      art-d\u00e9co com revestimento em p\u00f3 de pedra preto, linhas retas e ao inv\u00e9s de      pilares de concreto, grandes troncos de madeira protegidos com \u00f3leo cru. Constru\u00eddo      no auge do movimento paranista com frisos, bala\u00fastres e gradis estilizando      pinh\u00f5es; os elevadores foram instalados em 1934, e o \u00faltimo pavimento, o oitavo,      s\u00f3 foi conclu\u00eddo em 1946. O pr\u00e9dio abrigou reparti\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, escolas,      associa\u00e7\u00f5es etc. Num projeto do arquiteto Eduardo Pereira Guimar\u00e3es, foi restaurado      e reaberto em 06 de outubro de 1988 como propriedade do Grupo Hermes Macedo      que em 1989 ganhou dos EUA o trof\u00e9u &#8220;Worldstore&#8221;, o mais importante      do mundo no g\u00eanero. Atualmente se constitui num centro comercial. Localiza-se      na Avenida Luiz Xavier, 103.<\/p>\n<p><strong>Est\u00e1dio de Futebol Major Antonio Couto Pereira<\/strong><\/p>\n<p>Com capacidade para 55.000 pessoas, j\u00e1 teve nome de Belfort Duarte, sendo      inaugurado em novembro de 1932 com o jogo Coritiba e Am\u00e9rica do Rio o est\u00e1dio      pertence ao Coritiba Futebol Clube. Possui infra-estrutura, com 5 vesti\u00e1rios,      26 cabines para imprensa, local para concentra\u00e7\u00e3o dos atletas, sala especial      para jornalistas e instala\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas, al\u00e9m dos departamentos administrativos.      Localiza-se na Rua Ubaldino do Amaral, 37 Alto da Gl\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>Est\u00e1dio do Pinheir\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Teve sua primeira etapa inaugurada em 15 de junho de 1985 com capacidade      para 52.000 espectadores, sendo que o projeto global prev\u00ea condi\u00e7\u00f5es de abrigar      120.000 torcedores. O projeto de constru\u00e7\u00e3o foi liderado por Cirus Itiber\u00ea      da Cunha.Pertence a Federa\u00e7\u00e3o Paranaense de Futebol. Possui vesti\u00e1rios com      salas de aquecimento, alojamento, sala de imprensa, departamento antidoping,      sanit\u00e1rio e lanchonetes, al\u00e9m de pista ol\u00edmpica e canchas esportivas que visam      valorizar o esporte amador do Estado. Localiza-se na Avenida Victor Ferreira      do Amaral, 1930 Tarum\u00e3.<\/p>\n<p><strong>Est\u00e1dio Durival Brito e Silva<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em 23 de janeiro de 1947 com o jogo Clube Atl\u00e9tico Ferrovi\u00e1rio      e Fluminense Futebol Clube do Rio de Janeiro, sendo na \u00e9poca o mais moderno      e confort\u00e1vel que existia com capacidade para 15.000 espectadores. Foi constru\u00eddo      com a finalidade de sediar jogos da Copa do Mundo de 1950. No dia 25 de junho      do mesmo ano a Espanha venceu os Estados Unidos e no dia 29 jogaram ali Paraguai      e Su\u00e9cia.<\/p>\n<p>Antigo patrim\u00f4nio do Clube Atl\u00e9tico Ferrovi\u00e1rio, agora o est\u00e1dio que tamb\u00e9m      \u00e9 conhecido como Est\u00e1dio da Vila Capanema, pertence ao Paran\u00e1 Clube. Localiza-se      na Rua Engenheiros Rebou\u00e7as, 1100.<\/p>\n<p><strong>Est\u00e1dio Erton Coelho de Queiroz<\/strong><\/p>\n<p>Faz parte do complexo da Vila Ol\u00edmpica, inserida em uma \u00e1rea de 66.000 m\u00b2,      que al\u00e9m do est\u00e1dio possui centro de treinamento para profissionais e amadores,      sala de muscula\u00e7\u00e3o, fisioterapia, escolinha de futebol, casa do atleta (serve      para abrigar jogadores amadores), sub-sede social e duas piscinas ol\u00edmpicas.      Hoje \u00e9 utilizado para jogos de categoria de base.<\/p>\n<p>O Est\u00e1dio com capacidade para 15.000 espectadores foi inaugurado no dia 7      de setembro de 1983, sendo que anteriormente fazia parte do Esporte Clube      Pinheiros, hoje integra o patrim\u00f4nio do Paran\u00e1 Clube. Localiza-se \u00e0 Rua Pastor      Antonio Polito, 6 (pr\u00f3ximo do terminal) &#8211; Boqueir\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Est\u00e1dio Joaquim Am\u00e9rico<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 o mais antigo est\u00e1dio do Paran\u00e1, inaugurado em 6 de setembro de 1914, quando      se inaugurou as arquibancadas cobertas, que eram em madeira. O primeiro jogo      internacional ali realizado foi em 1935 (Atlanta da Argentina contra Sele\u00e7\u00e3o      do Paran\u00e1) sendo que, a arquibancada de concreto foi inaugurada em 1939.<\/p>\n<p>Em 1994 o est\u00e1dio foi totalmente reconstru\u00eddo e ampliado, aumentando sua      capacidade para 20.000 torcedores, sendo que na ocasi\u00e3o jogaram os mesmos      clubes que protagonizaram sua inaugura\u00e7\u00e3o: o Clube de Regatas Flamengo e International      Sport Club (que junto com o Am\u00e9rica Sport Club, fundiu-se e deu origem ao      Clube Atl\u00e9tico Paranaense em 1924). Em 1997 o est\u00e1dio foi demolido e reconstru\u00eddo,      sendo reinaugurado em junho de 1999 com o nome de Arena da Baixada, com capacidade      para 32.000 espectadores. Possui ainda, lojas, camarotes, central de TV, restaurantes,      pra\u00e7a de alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 chamado o &#8220;Caldeir\u00e3o do Diabo&#8221; ou &#8220;Baixada da Paix\u00e3o&#8221;,      pois segundo seus torcedores os advers\u00e1rios tremem com o grito da torcida      atleticana no Joaquim Am\u00e9rico. Localiza-se na Rua Buenos Aires, 1270<\/p>\n<p><strong>Farol do Saber<\/strong><\/p>\n<p>Com o objetivo de diversificar oportunidades de acesso ao saber, expandindo      o espa\u00e7o do ensino formal, foram constru\u00eddas bibliotecas comunit\u00e1rias que      funcionam articuladas \u00e0s escolas municipais, constituindo-se em pontos de      refer\u00eancia cultural e lazer para a comunidade. Estas bibliotecas foram denominadas      Farol do Saber, evocando a c\u00e9lebre Biblioteca de Alexandria, cidade que representando      um importante centro cultural e econ\u00f4mico, aproximou os povos e iluminou a      antig\u00fcidade com a luz do conhecimento. S\u00e3o constru\u00e7\u00f5es modulares de 88 m\u00b2      com uma torre de 10 metros de altura com sinal luminoso, destinadas ao atendimento      do p\u00fablico em geral com acervo referencial de aproximadamente 5.000 livros.      S\u00e3o 47 bibliotecas comunit\u00e1rias instaladas em diferentes bairros da cidade,      sendo que a primeira foi inaugurada em 19 de novembro de 1994 com o nome de      Machado de Assis no bairro Merc\u00eas. Destaca-se o Farol das Cidades, \u00fanico no      seu g\u00eanero, que se diferencia dos demais pelo seu acervo voltado principalmente      ao planejamento urbano, composto por livros, v\u00eddeos e cd-rom, estando equipado      com computadores conectados \u00e0 Internet e ao geoprocessamento da Prefeitura,      com acesso livre e gratuito \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Localiza-se na Rua Jo\u00e3o Gava, s\/n\u00ba      &#8211; pr\u00f3ximo a Pedreira Paulo Leminski. Hor\u00e1rio de atendimento: segunda-feira      a sexta-feira das 9h \u00e0s 21h e s\u00e1bado das 9h \u00e0s 13h.<\/p>\n<p><strong>Igreja da Ordem Terceira de S\u00e3o Francisco das Chagas<\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00edda em 1737, \u00e9 a mais antiga de Curitiba. Seu nome original era Nossa      Senhora do Ter\u00e7o, s\u00f3 mudado com o surgimento da Ordem de S\u00e3o Francisco em      Curitiba, em 1746. Em anexo, foi constru\u00eddo em 1752, um convento que funcionou      at\u00e9 1783, dirigido por religiosos franciscanos. Em 1834\/35 desabou o vigamento      da igreja e apesar da reconstru\u00e7\u00e3o da parte desmoronada, continuou em p\u00e9ssimas      condi\u00e7\u00f5es. Mesmo assim, com a chegada dos colonos poloneses, serviu-lhes de      par\u00f3quia. Em 1880, com a visita do imperador D. Pedro II, foi promovida a      restaura\u00e7\u00e3o definitiva da igreja. A torre foi conclu\u00edda em 1883 e os sinos      doados pelos senhores da erva-mate. A partir de ent\u00e3o, tornou-se sede da vida      espiritual dos alem\u00e3es, sendo os of\u00edcios celebrados no idioma alem\u00e3o at\u00e9 1937.      Estas reformas descaracterizaram suas linhas arquitet\u00f4nicas, originariamente      coloniais, dando-lhe caracter\u00edsticas indefinidas, com a torre lembrando o      estilo mourisco segundo alguns, ou neo-g\u00f3ticos, segundo outros. Foi tombada      em 1965 e novamente restaurada no per\u00edodo de 1978\/80, dentro de uma filosofia      conservadora, marcando a autenticidade de nossa paisagem hist\u00f3rica.<\/p>\n<p>Localiza-se no Largo da Ordem &#8211; Setor Hist\u00f3rico.<\/p>\n<p><strong>Igreja de Nossa Senhora do Perp\u00e9tuo Socorro<\/strong><\/p>\n<p>Os padres redentoristas chegaram ao Paran\u00e1 por volta de 1945, estes usaram      a pequena igreja da fam\u00edlia Le\u00e3o, situada na Avenida Jo\u00e3o Gualberto e dedicada      a Nossa Senhora da Gl\u00f3ria. Em 1960 foi realizada a primeira novena que contava      com 60 pessoas. Com o aumento do n\u00famero de fi\u00e9is, fez-se necess\u00e1ria \u00e0 constru\u00e7\u00e3o      de uma igreja maior. O local onde est\u00e1 atualmente a igreja pertencia na \u00e9poca      \u00e0 col\u00f4nia portuguesa que ali iria construir a Pra\u00e7a de Portugal. Conforme      acordo entre a Prefeitura de Curitiba e a col\u00f4nia, foi cedido o local para      sua constru\u00e7\u00e3o. Suas obras foram iniciadas em 1966 e conclu\u00eddas em 1969. A      execu\u00e7\u00e3o do projeto \u00e9 do engenheiro Kassai. Seu estilo \u00e9 oriental moderno,      de linhas arrojadas e com uma imensa c\u00fapula. Sua torre \u00e9 separada do pr\u00e9dio      da igreja e as paredes s\u00e3o em pedra-ferro, com o interior funcional. Na sala      ao lado direito da entrada, existem cadeiras especiais para as m\u00e3es sentarem      com seus filhos no colo durante a novena. O quadro original de Nossa Senhora      do Perp\u00e9tuo Socorro teria sido pintado, segundo a vers\u00e3o tradicional, por      S\u00e3o Lucas. Foi venerado durante muitos anos na Igreja de Santa Sofia, transformada      numa mesquita em Constantinopla, hoje Istambul. Este quadro foi destru\u00eddo,      ficando, por\u00e9m, algumas c\u00f3pias do original. Seu estilo \u00e9 bizantino e traz      Maria, M\u00e3e de Jesus, o Menino Deus e os arcanjos S\u00e3o Gabriel e S\u00e3o Miguel.      Localiza-se na Pra\u00e7a Portugal, s\/n\u00ba em frente ao Est\u00e1dio Couto Pereira &#8211; Alto      da Gl\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>Igreja de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio de S\u00e3o Benedito<\/strong><\/p>\n<p>Consta como sendo a segunda igreja de Curitiba, constru\u00edda por escravos em      1737. Era a Igreja dos Pretos de S\u00e3o Benedito. Com a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura,      perdeu sua raz\u00e3o de ser, s\u00f3 sendo conservada por estar localizada junto ao      caminho do cemit\u00e9rio. Passou a ser chamada a igreja dos mortos, por ser ali      o local de sua encomenda\u00e7\u00e3o. Durante a constru\u00e7\u00e3o da atual catedral de Curitiba,      serviu de matriz (1875-1893). Seu estilo era originariamente colonial. Em      1931 foi demolida dado o seu p\u00e9ssimo estado de conserva\u00e7\u00e3o. Em 1946, a nova      Igreja do Ros\u00e1rio foi inaugurada. Em estilo barroco tardio, tem a fachada      em azulejos, originais da antiga capela. Enfeitam suas paredes os passos da      Paix\u00e3o em azulejaria recente, em estilo portugu\u00eas. Em sua entrada est\u00e1 o t\u00famulo      do Monsenhor Celso, p\u00e1roco da cidade e cura da Catedral por 21 anos, falecido      em 1931.<\/p>\n<p>Aos domingos \u00e0s 08h00 \u00e9 celebrada a Missa do Turista.<\/p>\n<p>Situa-se na Pra\u00e7a Garibaldi, s\/n &#8211; Setor Hist\u00f3rico.<\/p>\n<p><strong>Jardim Bot\u00e2nico Fanchette Rischbieter<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em 05 de outubro de 1991, o Jardim Bot\u00e2nico possui uma \u00e1rea de      245.000 m\u00b2, com uma estufa inspirada nos pal\u00e1cios de cristal ingleses do s\u00e9culo      passado, que exp\u00f5e permanentemente plantas origin\u00e1rias dos mais diversos pontos      do territ\u00f3rio brasileiro.<\/p>\n<p>Conta ainda com jardins em estilo franc\u00eas e trilhas que cortam o bosque,      de onde podem ser vistos os pinheiros-do-paran\u00e1, pitangueiras, pessegueiros      entre outros.<br \/>\n     O projeto \u00e9 do arquiteto Abr\u00e3o Assad e dele consta ainda o Museu Bot\u00e2nico,      com espa\u00e7o para biblioteca especializada, centro de pesquisas, audit\u00f3rio,      sala de exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias e permanentes.<\/p>\n<p>Localiza-se na Rua Ostoja Roguski (Primeira Perimetral dos Bairros) &#8211; Capanema.<\/p>\n<p><strong>Largo Coronel En\u00e9as ( Largo da Ordem )<\/strong><\/p>\n<p>Localizado no Setor Hist\u00f3rico de Curitiba que compreende ainda a Rua S\u00e3o      Francisco e as pra\u00e7as Garibaldi, Jo\u00e3o C\u00e2ndido e Generoso Marques, \u00e9 conhecido      como Largo da Ordem, pois nele se encontra a Igreja da Ordem Terceira de S\u00e3o      Francisco das Chagas, a mais antiga da cidade.<\/p>\n<p>Desempenha significativo papel hist\u00f3rico-cultural e social na vida do curitibano,      sendo que em seu entorno localizam-se diversos exemplares da arquitetura dos      s\u00e9culos XVIII e XIX, hoje restaurados e adaptados, em sua maioria, para o      desempenho de fun\u00e7\u00f5es culturais, como a Casa Vermelha e a Casa Rom\u00e1rio Martins,      institui\u00e7\u00f5es de ensino, restaurantes, mini-shopping, pubs etc.<\/p>\n<p>Desde o s\u00e9culo XVIII, o Largo abrigou intenso e variado com\u00e9rcio, quando      os colonos vindos com suas carro\u00e7as, traziam produtos hortifrutigranjeiros      e faziam compras nas casas comerciais existentes. Os animais utilizavam-se      do bebedouro ali localizado, provavelmente constru\u00eddo em 1853 com o pedestal      de pedra e a bacia em ferro.<\/p>\n<p><strong>Memorial a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em 08 de setembro de 1993, constitui-se de uma imagem da padroeira      de Curitiba, com 2,5 metros e 650 quilos, colocado sobre um pedestal cil\u00edndrico      de 10 metros de altura. A autora do molde em gesso foi a artista Maria In\u00eas      Di Bella, tendo sido o projeto em bronze realizado pela Fundi\u00e7\u00e3o Adalberto      Baso. Esta \u00e9 a quarta imagem de Nossa Senhora da Luz existente na cidade.      A primeira delas chegou ao planalto curitibano em 1640, trazida pelos colonizadores      portugueses. A esta imagem atribui-se a transfer\u00eancia da povoa\u00e7\u00e3o inicial,      estabelecida \u00e0s margens do rio Atuba, para a atual Pra\u00e7a Tiradentes. Confeccionada      em barro cozido, encontra-se atualmente no Museu Paranaense. A segunda imagem      pertencente ao acervo do Museu de Arte Sacra chegou a Curitiba em 1720, sendo      por muitos anos exposta \u00e0 devo\u00e7\u00e3o na antiga Igreja Matriz de Curitiba demolida      em 1875. A terceira imagem, esculpida em cedro do Mar B\u00e1ltico, chegou a Curitiba      entre 1882 e 1889 para ser colocada no altar da Catedral Metropolitana, onde      at\u00e9 hoje se encontra. A devo\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora da Luz teve in\u00edcio no s\u00e9culo      XV, em Portugal. O Dia da Padroeira \u00e9 comemorado em 08 de setembro. Localiza-se      na conflu\u00eancia das Ruas Bar\u00e3o do Serro Azul e S\u00e3o Francisco.<\/p>\n<p><strong>Memorial \u00c1rabe<\/strong><\/p>\n<p>Com aproximadamente 140 m\u00b2, o memorial \u00e9 uma esp\u00e9cie de colagem do estilo      arquitet\u00f4nico das edifica\u00e7\u00f5es mouriscas lembradas no pr\u00e9dio, por elementos      como a ab\u00f3bada, as colunas, os arcos e os vitrais, tendo o formato de um cubo,      est\u00e1 situado sobre um espelho d&#8217;\u00e1gua. Em seu interior funciona: uma biblioteca      com capacidade para 10.000 volumes e uma pinacoteca ambos constitu\u00eddas por      obras de autores, cujo tema \u00e9 essencialmente a cultura \u00e1rabe, de onde tamb\u00e9m      \u00e9 poss\u00edvel acessar a Internet.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de valorizar a Pra\u00e7a Gibran Kalil Gibran, nas proximidades do Passeio      P\u00fablico, o memorial serve de referencial n\u00e3o s\u00f3 para a comunidade \u00e1rabe, mas      para a popula\u00e7\u00e3o e visitantes que procuram conhecer um pouco mais sobre a      hist\u00f3ria, a riqueza e a singularidade do Oriente M\u00e9dio. Localiza-se na Rua      Luiz Le\u00e3o esquina com Rua Jo\u00e3o Gualberto &#8211; Centro.<\/p>\n<p><strong>Memorial da Cidade<\/strong><\/p>\n<p>A obra com 5000 m2, tem como autor do projeto arquitet\u00f4nico, Fernando Popp,      sendo um espa\u00e7o dedicado as artes, folclore, informa\u00e7\u00f5es, mem\u00f3ria , al\u00e9m de      expor pe\u00e7as art\u00edsticas como as Quatro Esta\u00e7\u00f5es de Jo\u00e3o Turim, uma cabe\u00e7a do      pensador Voltaire de Zaco Paran\u00e1 e ainda um Leonardo da Vinci esculpido por      Poty Lazarotto.<\/p>\n<p>O pr\u00e9dio em forma estilizada de pinheiro, \u00e1rvore s\u00edmbolo do Paran\u00e1, tem estrutura      de ferro, com as paredes laterais e cobertura de vidro laminado, possui quatro      pavimentos e um terra\u00e7o panor\u00e2mico com vista para o entorno.<\/p>\n<p>No t\u00e9rreo, h\u00e1 um c\u00f3rrego denominado &#8220;Rio de Pinh\u00f5es&#8221; do escultor      Elvo Benito Damo, cujo leito \u00e9 revestido de pinhas e pinh\u00f5es. Em cima do local      destinado \u00e0 apresenta\u00e7\u00f5es musicais, existe um mapa hist\u00f3rico-geogr\u00e1fico, em      azulejos executado por Poty Lazarotto e um painel de Antonio Maria representando      gralhas-azuis.<\/p>\n<p>O primeiro e segundo pavimentos abrigam exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias, tendo como      tema inaugural a mostra &#8220;Caminhos da Igualdade&#8221; exposi\u00e7\u00e3o fotogr\u00e1fica      com 3500 obras formadas por tapetes e caleidosc\u00f3pios de fotos.<\/p>\n<p>No primeiro andar, no fundo do sal\u00e3o, existe a Capela da Funda\u00e7\u00e3o, com dois      altares restaurados da antiga Igreja Matriz de Curitiba, uma imagem de Nossa      Senhora da Luz e o livro da funda\u00e7\u00e3o de Curitiba, expostos num espa\u00e7o especialmente      desenhado para abrigar as pe\u00e7as do in\u00edcio de nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>No segundo andar, sobre os altares existem pinturas em afresco, num trabalho      de S\u00e9rgio Ferro.<\/p>\n<p>O terceiro andar, totalmente climatizado, tamb\u00e9m abriga exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias      e proporciona acesso ao terra\u00e7o panor\u00e2mico. O Memorial da Cidade ou de Curitiba,      inaugurado no dia 15 de agosto de 1996, d\u00e1 acesso a Casa Vermelha e futuramente      se interligar\u00e1 com o pr\u00e9dio cont\u00edguo onde funcionava um hospital e com a Casa      Hofmann, um novo espa\u00e7o de cultura e lazer. Localiza-se \u00e0 Rua Claudino dos      Santos &#8211; Setor Hist\u00f3rico.<\/p>\n<p><strong>Memorial da Imigra\u00e7\u00e3o Ucraniana ( Parque Tingui )<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-059.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"306\" height=\"183\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Inaugurado em 26 de outubro de 1995, homenageando um dos principais grupos      \u00e9tnicos da cidade. Comp\u00f5em o conjunto uma reprodu\u00e7\u00e3o da Igreja de S\u00e3o Miguel      Arcanjo, com 150 m\u00b2, constru\u00edda no final do s\u00e9culo passado na localidade de      Serra do Tigre, no munic\u00edpio de Marechal Mallet, considerada um dos monumentos      ucranianos mais antigos do Brasil. A constru\u00e7\u00e3o segue normas da religi\u00e3o Ortodoxa,      como c\u00fapula oitavada, revestida externamente em cobre, com as faces representando      os quadrantes do entendimento humano. O altar \u00e9 voltado para o leste e a cobertura      em telhas de pinho. O local n\u00e3o tem fun\u00e7\u00e3o religiosa, apenas serve para mostrar      as tradi\u00e7\u00f5es ucranianas, tais como os \u00edcones (pinturas religiosas) e as p\u00eassankas      (ovos pintados \u00e0 m\u00e3o). Ainda fazem parte do conjunto, um campan\u00e1rio, um palco      para apresenta\u00e7\u00f5es folcl\u00f3ricas e um portal.<\/p>\n<p><strong>Mesquita Mu\u00e7ulmana de Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m denominada de Mesquita de Al Imam Ali Ibn Abi Taleb, n\u00e3o possui detalhes      t\u00e3o complexos como as do Oriente, mas \u00e9 considerado um pr\u00e9dio de grande semelhan\u00e7a,      inclusive em suas torres. Constru\u00edda em 1977, possui eventos expressivos,      delineados pelos cinco pilares do Islam, que s\u00e3o as estruturas b\u00e1sicas da      vida espiritual: Declara\u00e7\u00e3o de F\u00e9, Ora\u00e7\u00e3o, Jejum durante o m\u00eas Sagrado de      Ramadam, Zakat e Peregrina\u00e7\u00e3o. Visitas para grupos, mediante pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o.      Localiza-se na Rua Kellers, 383 &#8211; S\u00e3o Francisco.<\/p>\n<p><strong>Museu Alfredo Andersen<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s o falecimento de Alfredo Andersen, sua resid\u00eancia foi desapropriada      pelo Estado, para nela ser realizado o sonho que o Mestre acalentou em vida;      uma escola de artes acess\u00edvel a toda a comunidade. Nesta edifica\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo      XIX, foi criada em 1947 a Casa de Alfredo Andersen, que em 1979 passou a denominar-se      Museu Alfredo Andersen e vinculada a Secretaria de Estado da Cultura. Esta      casa onde Andersen viveu e ensinou sua arte de 1915 a 1935, tem por finalidade      cadastrar, expor, preservar, e divulgar a obra e a mem\u00f3ria do Mestre, cuja      contribui\u00e7\u00e3o para as artes pl\u00e1sticas lhe valeu o t\u00edtulo de &#8220;Pai da Pintura      Paranaense&#8221;. Localiza-se na Rua Mateus Leme, 336.<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: ter\u00e7a-feira a sexta-feira, das 9h \u00e0s 18h, s\u00e1bado e      domingo das 10h \u00e0s 16h.<\/p>\n<p><strong>Museu da Imagem e do Som<\/strong><\/p>\n<p>Criado em 1969 junto ao Museu de Arte Contempor\u00e2nea ficou desativado de 1980      a 1984, voltando a funcionar em 1985. Tem como finalidade preservar e resgatar      a mem\u00f3ria audiovisual do Paran\u00e1, atrav\u00e9s de discos, filmes, fitas de \u00e1udio      e de v\u00eddeo, depoimentos e registros da hist\u00f3ria oral, partituras, fotografias,      documentos e equipamentos fotogr\u00e1ficos e de som. Localiza-se na Rua M\u00e1ximo      Jo\u00e3o Kopp, 274 &#8211; Santa C\u00e2ndida. Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: segunda-feira a sexta-feira,      das 9h \u00e0s 17h.<\/p>\n<p><strong>Museu de Arte Contempor\u00e2nea<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-060.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"288\" height=\"176\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Seu acervo \u00e9 formado de pinturas, esculturas, desenhos, gravuras etc, de      artistas brasileiros, em especial paranaenses, tendo por finalidade preservar      e divulgar a arte contempor\u00e2nea. Foi criado em 1970, sendo que desde 1974      se encontra na atual sede na Pra\u00e7a Zacarias, que em 1978 sofreu ampla reforma      e restaura\u00e7\u00e3o. Este pr\u00e9dio, tombado pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico, teve sua constru\u00e7\u00e3o      iniciada em 1926 e foi inaugurado em 1928, como sede da Secretaria de Sa\u00fade      P\u00fablica, depois da Secretaria do Trabalho e Assist\u00eancia Social que ocupou      at\u00e9 1973.<\/p>\n<p>Rua Desembargador Westphalen, 16.<\/p>\n<p><strong>Museu de Arte do Paran\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>O Pal\u00e1cio S\u00e3o Francisco, constru\u00eddo na d\u00e9cada de 20 para moradia da fam\u00edlia      Garmatter foi, posteriormente, entre 1938 &#8211; 1953 sede do Governo Estadual.      Restaurado para abrigar o Museu de Arte do Paran\u00e1, cuja inaugura\u00e7\u00e3o ocorreu      no dia 10 de mar\u00e7o de 1987 \u00e9 reposit\u00f3rio de obras de artistas que projetam      o Estado no cen\u00e1rio nacional, tais como Andersen, Guido Viaro, Poty, Bakum,      De Bona, Lange de Morretes e tantos outros, a pinacoteca foi formada por obras      origin\u00e1rias de diversos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos e de colecionadores particulares.      Al\u00e9m do acervo em exposi\u00e7\u00e3o permanente faz parte do Museu uma biblioteca,      o setor educativo respons\u00e1vel pela monitoria \u00e0s escolas visitantes e a sala      do artista que promove a cada m\u00eas uma exposi\u00e7\u00e3o de obras de artistas paranaenses.<\/p>\n<p>Situa-se na Pra\u00e7a Jo\u00e3o C\u00e2ndido, 40 &#8211; Alto S\u00e3o Francisco.<\/p>\n<p><strong>Museu de Arte Sacra<\/strong><\/p>\n<p>restaura\u00e7\u00e3o do mais antigo templo existente na cidade &#8211; a Igreja da Ordem      Terceira de S\u00e3o Francisco das Chagas. Ocupou anteriormente as depend\u00eancias      do Semin\u00e1rio Menor da Arquidiocese, na Rodovia do Caf\u00e9. Com a restaura\u00e7\u00e3o      da Igreja da Ordem em 1978, optou-se pela cria\u00e7\u00e3o de um espa\u00e7o definitivo      para o museu, que foi inaugurado ao anexo da igreja, em 1981.<\/p>\n<p>A pe\u00e7a mais valiosa do acervo \u00e9 o altar-ret\u00e1bulo lateral da antiga Matriz,      um resgate do passado barroco da cidade. H\u00e1 rel\u00edquias das principais igrejas      de Curitiba: a da Ordem Terceira, da Catedral Metropolitana, de Nossa Senhora      do Ros\u00e1rio e a de S\u00e3o Francisco de Paula (nunca conclu\u00edda, com parte da constru\u00e7\u00e3o      conservada ainda na Pra\u00e7a Jo\u00e3o C\u00e2ndido). Em seu acervo existem pe\u00e7as preciosas      como a imagem de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, datada da segunda metade      do s\u00e9culo XVIII; a do Bom Jesus dos Pinhais, em terracota, de fins do s\u00e9culo      XVII e a de Nossa Senhora do Ter\u00e7o, em madeira policromada, entre outras pe\u00e7as.      Existe ainda um espa\u00e7o reservado \u00e0s exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias.<\/p>\n<p><strong>Museu de Hist\u00f3ria Natural<\/strong><\/p>\n<p>O acervo existente desde 1935 esteve abrigado no Museu Paranaense at\u00e9 1956,      desta data em diante, at\u00e9 hoje integrou-se a diversas institui\u00e7\u00f5es, sendo      que em 1981 passou a ser administrado pela Prefeitura Municipal.<\/p>\n<p>Ligado a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, desenvolve pesquisas na \u00e1rea      zool\u00f3gica, abrangendo mam\u00edferos, aves, r\u00e9pteis, anf\u00edbios, peixes, insetos,      aracn\u00eddeos, moluscos e parasitas, estando cada uma dessas \u00e1reas representadas      por cole\u00e7\u00f5es cient\u00edficas. Tamb\u00e9m realizam-se trabalhos de pesquisas em esp\u00e9cies      amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o nas diversas regi\u00f5es do Estado.<\/p>\n<p>Ocupando uma \u00e1rea de 36.000 m2, conta com um setor expositivo voltado ao      p\u00fablico em geral, sendo que na exposi\u00e7\u00e3o externa &#8220;No Caminho das Arauc\u00e1rias&#8221;      em meio ao bosque, existem 12 vitrines e pain\u00e9is ao longo de uma passarela      elevada de aproximadamente 400 m que mostra as inter-rela\u00e7\u00f5es encontradas      na floresta com arauc\u00e1ria. A exposi\u00e7\u00e3o interna enfoca o tema &#8220;Ecossistemas      Brasileiros&#8221; onde est\u00e3o representados a Floresta com Arauc\u00e1ria, a Floresta      Tropical, o Cerrado e o Banhado, mostrando a extraordin\u00e1ria diversidade de      vida animal e vegetal existente e a import\u00e2ncia de sua conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Encontra-se na Rua Benedito Concei\u00e7\u00e3o, 407 &#8211; Cap\u00e3o da Imbu\u00eda.<\/p>\n<p><strong>Museu do Expedicion\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 mantido pela Legi\u00e3o Paranaense do Expedicion\u00e1rio, \u00f3rg\u00e3o dos ex-combatentes      residentes no Paran\u00e1 e que serviram na For\u00e7a Expedicion\u00e1ria Brasileira (FEB)      durante a II Guerra Mundial. Foi criado em 1946, e desde 1980 \u00e9 vinculado      \u00e0 Secretaria de Estado da Cultura. Seu acervo \u00e9 composto por material b\u00e9lico,      medalh\u00edstica, indument\u00e1ria, fotografias, documentos e jornais referentes a      II Guerra Mundial.<\/p>\n<p><strong>Museu Metropolitano de Arte de Curitiba &#8211; MUMA<\/strong><\/p>\n<p>Projetado em 1977, para ser o Centro Comercial do Terminal de Transporte      Coletivo do Port\u00e3o, a constru\u00e7\u00e3o nunca chegou a funcionar como o previsto.      Ap\u00f3s a doa\u00e7\u00e3o \u00e0 Prefeitura Municipal, em 1985, do acervo particular do artista      paranaense Poty Lazzarotto, contendo obras de v\u00e1rios artistas e exemplares      de arte popular, optou-se pela adapta\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio, com a inaugura\u00e7\u00e3o do Museu      Municipal de Arte, em 5 de maio de 1988. Em 22 de agosto de 1996 o espa\u00e7o      \u00e9 renomeado para Museu Metropolitano de Arte de Curitiba &#8211; MUMA, um espa\u00e7o      aberto para todas as manifesta\u00e7\u00f5es das artes pl\u00e1sticas, com o objetivo de      preservar, conservar e divulgar o acervo de arte do munic\u00edpio. Localiza-se      no Centro Cultural do Port\u00e3o, Avenida Rep\u00fablica Argentina, 3340.<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: ter\u00e7a-feira a quinta-feira das 13h \u00e0s 19h, sexta-feira      das 13h \u00e0s 21h, s\u00e1bado e domingo das 15h \u00e0s 19h.<\/p>\n<p><strong>Museu Oscar Niemeyer<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-061.jpg\" alt=\"Curitiba\" width=\"296\" height=\"215\" title=\"Curitiba\" \/><\/p>\n<p>Com caracter\u00edsticas de museu do s\u00e9culo XXI, tev\u00ea sua inaugura\u00e7\u00e3o em 22 de      novembro de 2002, com a presen\u00e7a do Presidente da Rep\u00fablica Fernando Henrique      Cardoso e do arquiteto Oscar Niemeyer.<\/p>\n<p>O projeto \u00e9 assinado por Oscar Niemeyer, considerado o maior arquiteto do      Brasil, que, a convite do Governo do Paran\u00e1, aceitou modificar o projeto original      do Edif\u00edcio Castello Branco, de sua autoria. Constru\u00eddo em 1976 para abrigar      o Instituto de Educa\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1, funcionava como \u00e1rea administrativa do      Estado, numa constru\u00e7\u00e3o de concreto protendido com v\u00e3os e balan\u00e7os incompar\u00e1veis      em outros edif\u00edcios p\u00fablicos e com espa\u00e7os livres maiores. Al\u00e9m de reformular      a estrutura do pr\u00e9dio j\u00e1 existente, com 27.000 m\u00b2, houve uma amplia\u00e7\u00e3o no      projeto, com melhorias gerais para atender os padr\u00f5es internacionais de instala\u00e7\u00f5es      museol\u00f3gicas, dando origem a uma arrojada estrutura em concreto armado, em      formato de &#8220;olho&#8221;, que abriga um sal\u00e3o de exposi\u00e7\u00f5es de 2100 m\u00b2.<\/p>\n<p>O Edif\u00edcio Castello Branco foi remodelado e conta com tr\u00eas pisos: Piso Inferior      (sal\u00e3o de ingresso, cafeteria, livraria, lojas e \u00e1reas diversas de estar,      exposi\u00e7\u00f5es, servi\u00e7os de apoio, manuten\u00e7\u00e3o de acervos, etc); Piso T\u00e9rreo (exposi\u00e7\u00f5es      p\u00fablicas, audit\u00f3rio com 400 lugares, restaurante e \u00e1rea para a recep\u00e7\u00e3o de      visitantes); e Piso Superior (\u00e1reas destinadas a exposi\u00e7\u00f5es, administra\u00e7\u00e3o,      centro de documenta\u00e7\u00e3o, setor de comunica\u00e7\u00e3o, \u00e1rea de apoio a curadorias).      Localiza-se na Rua Marechal Hermes, 999. Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: ter\u00e7a-feira      a domingo das 10 \u00e0s 20h.<\/p>\n<p><strong>Museu Paranaense<\/strong><\/p>\n<p>No s\u00e9culo XIX, exposi\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais eram organizadas na      Europa e na Am\u00e9rica como meio dos pa\u00edses estabelecerem rela\u00e7\u00f5es comerciais      e industriais, assim como instrumentos divulgadores da sua pol\u00edtica.<\/p>\n<p>No Brasil, as exposi\u00e7\u00f5es colocavam \u00e0 mostra os produtos oriundos de suas      prov\u00edncias. Para sua organiza\u00e7\u00e3o formavam-se comiss\u00f5es provinciais, movimentando      as vilas, que forneciam e enviavam os produtos para a capital da prov\u00edncia.      Tal comiss\u00e3o acondicionava os produtos, elaborava o texto explicativo e os      enviava \u00e0 capital do Imp\u00e9rio, onde se realizava a exposi\u00e7\u00e3o nacional, ou eram      enviados para as exposi\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n<p>Em janeiro de 1874, o desembargador Agostinho Ermelino de Le\u00e3o e o m\u00e9dico      Jos\u00e9 C\u00e2ndido da Silva Murici, que integraram comiss\u00f5es encarregadas de preparar      material para exposi\u00e7\u00f5es, propuseram &#8220;a cria\u00e7\u00e3o de um museu agr\u00edcola      e um jardim de aclima\u00e7\u00e3o&#8221; no Paran\u00e1.<\/p>\n<p>A proposta recebeu apoio oficial e em 25 de setembro de 1875 foi criada a      Sociedade de Aclima\u00e7\u00e3o. Em 25 de setembro de 1876, \u00e0s 17horas, foi inaugurado      o Museu &#8220;Paranaense&#8221;, com um acervo de 600 objetos, compreendendo      artefatos ind\u00edgenas, moedas, pedras, conchas, insetos, raridades, colibris      e borboletas. Era o primeiro do Paran\u00e1 e o terceiro do Brasil.<\/p>\n<p>O Jardim de Aclima\u00e7\u00e3o logo mudou de sede, permanecendo o Museu no Largo Conselheiro      Zacarias, recebendo continuadamente doa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de objetos inanimados, o museu possu\u00eda como acervo animais empalhados      e vivos, compondo um pequeno zool\u00f3gico. Definia-se n\u00e3o apenas como um museu      de agricultura como idealizado, mas de hist\u00f3ria natural, que enfatizava prioritariamente      as riquezas da terra e tudo que dela se extra\u00eda.<\/p>\n<p>Em 1882, o Museu passou da esfera particular para a esfera provincial com      o nome de Museu Paranaense.<\/p>\n<p>O Museu Paranaense era concebido como elemento capaz de afirmar a tradi\u00e7\u00e3o      cultural da antiga 5.a Comarca de S\u00e3o Paulo e rec\u00e9m-criada Prov\u00edncia do Paran\u00e1,      mostrando sua identidade e especificidade. Especificidade esta que se apresentava      marcada pela diversidade \u00e9tnica e de riquezas naturais.<\/p>\n<p>Em 1886, junto ao museu instalou-se a Biblioteca P\u00fablica e a Pinacoteca Paranaense,      esta \u00faltima destinada a colecionar retratos de pessoas importantes, futura      &#8220;galeria p\u00fablica de pintura&#8221;.<\/p>\n<p>A concep\u00e7\u00e3o positivista evolucionista, dominante no s\u00e9culo XIX, deixou marcas      no acervo do Museu Paranaense, onde o passado era conservado como express\u00e3o      do dom\u00ednio do homem sobre a natureza, indicando o progresso da sociedade.      Estudar a natureza e aqueles que vivem muito pr\u00f3ximos a ela, \u00e9 uma orienta\u00e7\u00e3o      que permaneceu por longo tempo.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1930, o acervo continha basicamente elementos de hist\u00f3ria natural      (aves, mam\u00edferos, peixes, insetos, r\u00e9pteis e bot\u00e2nica) e as exposi\u00e7\u00f5es estavam      relacionadas com as seguintes tem\u00e1ticas: numism\u00e1tica, hist\u00f3ria natural, geologia,      bot\u00e2nica, arqueologia ind\u00edgena, armas em geral, pinacoteca e hist\u00f3ria p\u00e1tria.<\/p>\n<p>Em 1937 o Museu Paranaense apresentou uma proposta diversa daquela da \u00e9poca      da sua cria\u00e7\u00e3o. &#8220;Deixa de ser um simples dep\u00f3sito de produtos do estado      para transformar-se no maior centro de instru\u00e7\u00e3o popular&#8221;, como registra      o relat\u00f3rio de Jos\u00e9 Loureiro Fernandes.<\/p>\n<p>A coopera\u00e7\u00e3o entre os pesquisadores do Museu Paranaense e especialistas estrangeiros      era intensa, propiciando a vinda de &#8220;miss\u00f5es cient\u00edficas&#8221; para o      Paran\u00e1 e est\u00e1gio de pesquisadores brasileiros no exterior. O Museu Paranaense      assessorava institui\u00e7\u00f5es paranaenses e nacionais na \u00e1rea de entomologia, bot\u00e2nica      e paleontologia. Por\u00e9m, a pesquisa e a produ\u00e7\u00e3o sobre temas hist\u00f3ricos era      ainda reduzida.<\/p>\n<p>Nesse per\u00edodo fervilhavam as atividades cient\u00edficas, relacionando-se estreitamente      com a Universidade do Paran\u00e1, que em 1942 utilizava o acervo da biblioteca      do Museu Paranaense, assim como as cole\u00e7\u00f5es de mineralogia, invertebrados,      bot\u00e2nica, paleontologia, taxidermia e geologia, para obter reconhecimento      para o curso de Hist\u00f3ria Natural da Universidade. Tamb\u00e9m do museu eram os      professores do referido curso.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1940, o acervo cresceu com as pesquisas em hist\u00f3ria natural      e a \u00e1rea de hist\u00f3ria se diversificou. Document\u00e1rios cinematogr\u00e1ficos registraram      pesquisas dos especialistas, assim como fatos hist\u00f3ricos da \u00e9poca.<\/p>\n<p>O museu foi pensado como o \u00f3rg\u00e3o de pesquisas do estado e o local de exposi\u00e7\u00e3o      das mesmas, enquanto a universidade era o local de ensino.<\/p>\n<p>Em 1956 efetivou-se o projeto de desmembramento do acervo, criando-se o Museu      de Hist\u00f3ria Natural, permanecendo no &#8220;velho casar\u00e3o da Buenos Aires&#8221;      o acervo de hist\u00f3ria, antropologia e etnologia. No ano seguinte, o rec\u00e9m-criado      Museu de Hist\u00f3ria Natural tornou-se o Instituto de Hist\u00f3ria Natural do Paran\u00e1,      formado pelos pesquisadores oriundos do Museu Paranaense, que simultaneamente      exerciam o cargo de professores da Universidade Federal do Paran\u00e1.<\/p>\n<p>A partir de ent\u00e3o, n\u00e3o mais contando com a equipe de especialistas da \u00e1rea      de hist\u00f3ria natural, o Museu Paranaense desenvolveu trabalhos nos setores      em que permaneciam alguns especialistas.<\/p>\n<p>O aumento crescente de acervo e a antiga reivindica\u00e7\u00e3o de uma sede apropriada      para o museu levou os seus especialistas e pesquisadores a se empenharem na      constru\u00e7\u00e3o de sede pr\u00f3pria do Museu Paranaense, o que n\u00e3o se efetivou, sendo      sua sede demolida. Desde sua inaugura\u00e7\u00e3o ocupou seis sedes, at\u00e9 fixar-se na      Pra\u00e7a Generoso Marques em emblem\u00e1tico edif\u00edcio da cidade.<\/p>\n<p>Atualmente, o Museu Paranaense desenvolve estudos nas \u00e1reas de arqueologia,      hist\u00f3ria, etnologia e numism\u00e1tica e se empenha na amplia\u00e7\u00e3o do acervo hist\u00f3rico,      a fim de viabilizar exposi\u00e7\u00f5es e publica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Define-se o perfil da institui\u00e7\u00e3o como museu que revela a hist\u00f3ria do Paran\u00e1,      desde a pr\u00e9-hist\u00f3ria at\u00e9 o presente. Hoje, a institui\u00e7\u00e3o se aproxima do ideal      de seus dirigentes em 1937, ou seja, &#8220;um centro de instru\u00e7\u00e3o popular&#8221;,      pois tem como proposta mostrar a ocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio e facilitar o reconhecimento      da identidade paranaense.<\/p>\n<p>No Museu Paranaense, dinamizado por novo circuito de exposi\u00e7\u00f5es de longa      e curta dura\u00e7\u00e3o, o visitante tem oportunidade de conhecer a hist\u00f3ria paranaense.      Esta \u00e9 a fun\u00e7\u00e3o principal deste museu, isto \u00e9, materializar a hist\u00f3ria do      Paran\u00e1, obedecendo a projetos orientados pelo Plano Diretor, aprovado pelo      Conselho Estadual de Cultura em 1996.<\/p>\n<p>O novo circuito de exposi\u00e7\u00e3o de longa dura\u00e7\u00e3o prioriza o acervo (atualmente      197.100 pe\u00e7as de arqueologia, etnologia e hist\u00f3ria), seja ergon\u00f4mico, documental,      pict\u00f3rico ou cinematogr\u00e1fico, atrav\u00e9s do qual descreve o processo de ocupa\u00e7\u00e3o      do territ\u00f3rio paranaense. As exposi\u00e7\u00f5es de curta dura\u00e7\u00e3o aprofundam temas      indicados na exposi\u00e7\u00e3o de longa dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O Museu Paranaense assessora \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos na \u00e1rea de pesquisa e de ensino,      assim como outros museus do estado. Possibilita est\u00e1gios a estudantes universit\u00e1rios      e de segundo grau em todos os seus setores.<\/p>\n<p>As atividades de extens\u00e3o educativa junto \u00e0s escolas de Curitiba e da Regi\u00e3o      Metropolitana v\u00eam crescendo substancialmente, motivadas pelas exposi\u00e7\u00f5es de      curta dura\u00e7\u00e3o e pelo novo circuito de longa dura\u00e7\u00e3o. Em 1997 os escolares      representaram 19% dos 72.216 visitantes registrados em livro de presen\u00e7as,      sendo que em 1998 atingiram 27% dos 59.565 visitantes at\u00e9 31 de outubro (50%      em abril).<\/p>\n<p>No Museu Paranaense, as atividades de pesquisa n\u00e3o se limitam ao conte\u00fado      de seu acervo. Est\u00e3o em fase final os trabalhos de salvamento arqueol\u00f3gico      que a equipe do Museu Paranaense est\u00e1 realizando na \u00e1rea de alagamento da      Usina Hidrel\u00e9trica de Salto Caxias. Com o apoio da funda\u00e7\u00e3o VITAE, est\u00e1-se      procedendo \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o de parte dos filmes etnogr\u00e1ficos deixados pelo cineasta      e pesquisador Vladimir Koz\u00e1k e sua divulga\u00e7\u00e3o ser\u00e1 feita atrav\u00e9s de v\u00eddeos      educativos. Projetos de recupera\u00e7\u00e3o do acervo fotogr\u00e1fico e de exposi\u00e7\u00f5es      itinerantes est\u00e3o recebendo apoio do Minist\u00e9rio da Cultura e dever\u00e3o circular      nas escolas da rede p\u00fablica, divulgando o acervo do Museu Paranaense.<\/p>\n<p>Sua biblioteca especializada atende aos pesquisadores do museu, assim como      o p\u00fablico em geral.<\/p>\n<p>Respons\u00e1vel pelos objetos doados pela popula\u00e7\u00e3o desde 1876, o Museu Paranaense      dever\u00e1 continuadamente realizar pesquisa sobre eles e exp\u00f4-los, como modo      de retornar \u00e0 sociedade aquilo que ela selecionou da hist\u00f3ria dos homens no      Paran\u00e1.<\/p>\n<p>A institui\u00e7\u00e3o espera que tal interesse por ela cres\u00e7a por um envolvimento      de todos a respeito de um patrim\u00f4nio que \u00e9 coletivo, conscientes de que somos      herdeiros de nossos antepassados e transmissores respons\u00e1veis em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s      \u00e0s gera\u00e7\u00f5es futuras.<\/p>\n<p><strong>Observat\u00f3rio Astron\u00f4mico e Planet\u00e1rio do Col\u00e9gio Estadual do Paran\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>O Planet\u00e1rio faz parte de um complexo astron\u00f4mico, e funciona desde sua inaugura\u00e7\u00e3o      em 1978, num edif\u00edcio com a forma de tronco de pir\u00e2mide. Sua sala de proje\u00e7\u00e3o      &#8211; com capacidade para 80 pessoas, est\u00e1 encimada por uma c\u00fapula de 6 metros      de di\u00e2metro, na qual o instrumento alem\u00e3o tipo &#8220;Zeiss&#8221; permite a      proje\u00e7\u00e3o do c\u00e9u no passado, presente e futuro, al\u00e9m do firmamento de qualquer      cidade do Brasil e do mundo. Projeta ainda o c\u00e9u estelar, o sistema solar      e outros fen\u00f4menos celestes. Linhas e c\u00edrculos da esfera tamb\u00e9m s\u00e3o projetados,      de modo a permitir a fiel ilustra\u00e7\u00e3o dos requisitos e problemas da Astronomia      Esf\u00e9rica.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m faz parte do complexo astron\u00f4mico do Estado o Observat\u00f3rio Astron\u00f4mico      Professor Leonel Moro, constru\u00eddo numa \u00e1rea de 5.000 m\u00b2 no munic\u00edpio de Campo      Magro, a uma altura de 1059 metros, distando 20 km de Curitiba. Possui 222      m\u00b2 de \u00e1rea constru\u00edda e uma c\u00fapula de 3,5 metros de di\u00e2metro, abrigando o      telesc\u00f3pio principal, al\u00e9m de oficinas de apoio, biblioteca, anfiteatro, sala      de estudos e laborat\u00f3rio fotogr\u00e1fico. Seus modernos equipamentos auxiliam      em disciplinas como F\u00edsica, Matem\u00e1tica e Geografia, fazendo com o que o laborat\u00f3rio      tenha fun\u00e7\u00f5es did\u00e1tico-pedag\u00f3gicas e cient\u00edficas. Visitas mediante autoriza\u00e7\u00e3o.      Localiza-se na Avenida Jo\u00e3o Gualberto 250<\/p>\n<p><strong>\u00d3pera de Arame &#8211; Parque das Pedreiras<\/strong><\/p>\n<p>Equipamento cultural inaugurado em 18 de mar\u00e7o de 1992 destinado \u00e0 apresenta\u00e7\u00f5es      art\u00edsticas e culturais. Faz parte, juntamente com o Espa\u00e7o Cultural Paulo      Leminski, do Parque das Pedreiras &#8211; antigo local da Pedreira Jo\u00e3o Gava, com      capacidade para 60.000 pessoas.<\/p>\n<p>Foi edificada em ferro tubular e revestida em tela aramada, numa estrutura      semelhante \u00e0 \u00d3pera de Paris. S\u00e3o 4000 m\u00b2 de \u00e1rea constru\u00edda em tr\u00eas n\u00edveis,      que abrigam 1800 lugares na plat\u00e9ia e 46 camarotes com capacidade total de      600 espectadores, num projeto do arquiteto Domingos Bongestabs.<\/p>\n<p>Toda a \u00d3pera \u00e9 cercada por um lago de 50 por 150 m, al\u00e9m de na \u00e1rea existir      uma cascata &#8211; origin\u00e1ria de uma das nascentes do local, uma passarela aramada      de entrada e um bonito paisagismo.<\/p>\n<p>Situa-se na Rua Jo\u00e3o Gava, s\/n &#8211; Pilarzinho.<\/p>\n<p><strong>Palacete Le\u00e3o J\u00fanior<\/strong><\/p>\n<p>O Palacete \u00e9 considerado patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e arquitet\u00f4nico brasileiro,      foi constru\u00eddo no final do s\u00e9culo XIX (1866-1907), em estilo neocl\u00e1ssico por      C\u00e2ndido de Abreu para abrigar a fam\u00edlia Agostinho Ermelino de Le\u00e3o J\u00fanior,      importante ervateiro do ciclo da erva-mate no Paran\u00e1. A fam\u00edlia mudou-se para      o Palacete em 1902. Em 1906 quando o ent\u00e3o Presidente da Rep\u00fablica, Afonso      Pena visitou Curitiba ficou nele hospedado. O casar\u00e3o, um dos mais luxuosos      constru\u00eddos em Curitiba, teve portas, janelas, pain\u00e9is e entalhes em pau-brasil;      vidros e porcelanas importados da Fran\u00e7a e B\u00e9lgica. A propriedade foi inteiramente      restaurada, num trabalho que durou cerca de ano e meio. Foi inaugurado em      24 de outubro de 1987 com o objetivo de se transformar em um espa\u00e7o cultural,      agrupando, organizando e colocando ao acesso de todos, informa\u00e7\u00f5es e exposi\u00e7\u00f5es      sobre a nossa hist\u00f3ria, economia, vida associativa e art\u00edstica a ser fornecida      a todos os interessados. \u00c9 uma central de intelig\u00eancia e preserva\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria      do Estado do Paran\u00e1, na cultura deste final de mil\u00eanio. Localiza-se na Avenida      Jo\u00e3o Gualberto, 530\/570 .<\/p>\n<p><strong>Palacete Wolf<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 evid\u00eancias de que tenha sido mandado construir em 1880, por Fredolin Wolf,      filho de Jos\u00e9 Wolf, o primeiro membro da fam\u00edlia austr\u00edaca que chegou em Curitiba      por volta de 1854. Apesar das diversas loca\u00e7\u00f5es e subloca\u00e7\u00f5es servindo \u00e0s      mais diferentes finalidades, o casar\u00e3o sempre pertenceu a fam\u00edlia Wolf, que      nunca por\u00e9m, nele residiu.<\/p>\n<p>Da presum\u00edvel data de sua constru\u00e7\u00e3o at\u00e9 1888, o palacete situado na ent\u00e3o      Pra\u00e7a Doutor Faria Sobrinho, mais tarde denominada Pra\u00e7a do Ros\u00e1rio e hoje      Pra\u00e7a Garibaldi, abrigou dois col\u00e9gios: o Parthenon Paranaense e o Col\u00e9gio      dos Franciscanos. Quando da Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica em 1889, residia na mans\u00e3o,      a fam\u00edlia do Doutor Joaquim Monteiro de Carvalho e Silva que em 1891 integrou      a Junta Governativa do Governo Provis\u00f3rio, juntamente com Lamenha Lins e o      Coronel Roberto Faria, obrigando-se a transformar sua resid\u00eancia, em sede      da Junta Governativa.<\/p>\n<p>Com a chegada de Gumercindo Saraiva, l\u00edder rebelde da Revolu\u00e7\u00e3o Federalista,      o casar\u00e3o passou a sediar tamb\u00e9m o Quartel do 5\u00ba Distrito (equivalente ao      atual Quartel da regi\u00e3o).<\/p>\n<p>Sabe-se ainda, que em 1897 foi sede do Quartel da For\u00e7a Policial, que ali      permaneceu at\u00e9 o ano de 1900. Abrigou tamb\u00e9m o Col\u00e9gio Internacional e entre      os anos de 1911 a 1913 foi sede da C\u00e2mara e da Prefeitura Municipal. Em 1914,      instalou-se na parte superior a Loja Ma\u00e7\u00f4nica e na parte t\u00e9rrea, o atelier      da pintura e professora Gina Bianchi, que entre seus alunos destacou-se Theodoro      de Bona. Com a mudan\u00e7a da Loja Ma\u00e7\u00f4nica, a fam\u00edlia Bianchi transferiu-se e      sublocou a parte t\u00e9rrea, l\u00e1 permanecendo at\u00e9 1956. Sediou, ainda, a Livraria      Braun, entre os anos de 1958 e o in\u00edcio dos anos 1970, quando a Prefeitura      Municipal adquiriu e restaurou o im\u00f3vel.<\/p>\n<p>Pelo Decreto Municipal 145\/74 o palacete foi declarado de Utilidade Hist\u00f3rica,      sendo reinaugurado a 5 de mar\u00e7o de 1975 e desde ent\u00e3o, abriga a sede da Funda\u00e7\u00e3o      Cultural de Curitiba. Localiza-se na Pra\u00e7a Garibaldi, 7 &#8211; Setor Hist\u00f3rico<\/p>\n<p><strong>Pal\u00e1cio Avenida<\/strong><\/p>\n<p>Um dos primeiros edif\u00edcios de porte da cidade foi constru\u00eddo pelo imigrante      s\u00edrio-liban\u00eas Feres Merhy, que chegando ao Brasil em 1895, se estabeleceu      em Curitiba. Assim, em 1927, deu in\u00edcio \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do primeiro cine-teatro      do Paran\u00e1, o Avenida, que teve sua inaugura\u00e7\u00e3o em 04 de abril de 1929. Abrigou      entre outros pontos comerciais um caf\u00e9, o folcl\u00f3rico Bar Guairac\u00e1 e o Cine      Avenida, um dos primeiros cinemas de Curitiba.<\/p>\n<p>O importante monumento arquitet\u00f4nico ocupa uma \u00e1rea de 17.700 m\u00b2, \u00e9 um projeto      original de Valentim Freitas, Bortolo Bergonse e Bernardino d&#8217;Assump\u00e7\u00e3o Oliveira.      Passou por quatro reformas at\u00e9 sua inaugura\u00e7\u00e3o em 05 de mar\u00e7o de 1991, sendo      que o projeto de restaura\u00e7\u00e3o do Avenida, \u00e9 assinado por Rubens Meister e Elias      Lipatin Furman, preservando totalmente a fachada e transformando seu interior      num dos mais modernos projetos arquitet\u00f4nicos. Abriga al\u00e9m da ag\u00eancia banc\u00e1ria      e do setor administrativo, o Audit\u00f3rio Bamerindus, com capacidade para 250      pessoas e o objetivo de desenvolver atividades culturais, a exemplo do &#8220;Natal      no Avenida&#8221; que re\u00fane num coral, crian\u00e7as carentes e idosos, numa mensagem      de paz e esperan\u00e7a. Localiza-se na Travessa Oliveira Belo, 11. Hor\u00e1rio de      visita\u00e7\u00e3o: diariamente das 9h \u00e0s 21h.<\/p>\n<p><strong>Pal\u00e1cio Hyogo<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em 1996, foi o local onde o casal imperial japon\u00eas recebeu as      primeiras homenagens em sua visita a Curitiba no dia 7 de junho de 1997.<\/p>\n<p>O Pal\u00e1cio abriga a C\u00e2mara de Com\u00e9rcio e o Instituto Cultural e Cient\u00edfico      Brasil &#8211; Jap\u00e3o e leva o nome dos estado japon\u00eas considerado irm\u00e3o do Paran\u00e1.      \u00c9 um projeto da arquiteta Cristina Sato e possui biblioteca, audit\u00f3rio, sala      de exposi\u00e7\u00f5es, al\u00e9m da Sala Himeje, que possui fotos e informa\u00e7\u00f5es de Himeje      a cidade japonesa irm\u00e3 de Curitiba.<\/p>\n<p><strong>Parque Barig\u00fci<\/strong><\/p>\n<p>Criado em 1972, com uma \u00e1rea de 1.400.000 m2, o parque foi projetado pelo      arquiteto Lubomir Ficinski. Possui uma \u00e1rea de 500.000 m2 de bosque, \u00e0 sombra      do qual foram constru\u00eddas churrasqueiras. \u00c9 equipado com um Centro de Exposi\u00e7\u00f5es,      inaugurado em 1976 com 8700 m2 de \u00e1rea constru\u00edda, mais estacionamento e local      para exposi\u00e7\u00f5es externas.<\/p>\n<p>O parque abriga ainda Centro de Conven\u00e7\u00f5es e de Exposi\u00e7\u00f5es, pistas de aeromodelismo      e bicicross, canchas de futebol e voleibol, trilha para trekking ou cooper,      parque de divers\u00f5es, Esta\u00e7\u00e3o da Maria Fuma\u00e7a, um lago formado pela represa,      pedalinhos, vest\u00edgios da constru\u00e7\u00e3o de uma antiga olaria, em parte hoje transformada      numa academia de gin\u00e1stica e em lanchonete. L\u00e1 funciona ainda, o Museu do      Autom\u00f3vel, fundado em 1969 com sua primeira sede no Bairro do Parolin e desde      1973 no Parque Barig\u00fci, possuindo um acervo com dezenas de ve\u00edculos antigos,      al\u00e9m de outras antig\u00fcidades mec\u00e2nicas e uma biblioteca especializada no assunto.      \u00c9 atingido pela Rodovia BR 277 (trecho comum com a BR 376) sentido Ponta Grossa      ou pela Avenida C\u00e2ndido Hartmann. O nome Barig\u00fci tem origem ind\u00edgena e significa      &#8220;rio do fruto espinhoso&#8221;, em alus\u00e3o \u00e0s pinhas das arauc\u00e1rias nativas,      ainda remanescentes. O lugar, uma antiga &#8220;sesmaria&#8221; pertencente      a Martins Mateus Leme, foi transformado em parque em 1972 pelo ent\u00e3o Prefeito      Jaime Lerner. Com uma \u00e1rea de 1.400.000 m\u00b2, o parque foi projetado pelo arquiteto      Lubomir Ficinski. Possui ainda uma \u00e1rea de 500.000 m\u00b2 divididos em tr\u00eas bosques      formados por cap\u00e3o de floresta prim\u00e1ria nativa e por florestas secund\u00e1rias,      que se constituem ref\u00fagio de diversos animais nativos ou migrat\u00f3rios como      gar\u00e7as-brancas, pre\u00e1s, quero-queros, tico-ticos, gamb\u00e1s e outros. Com sorte      o visitante poder\u00e1 encontrar tamb\u00e9m uma das figuras mais populares da cidade,      o pol\u00eamico jacar\u00e9 do Barig\u00fci. Um jacar\u00e9-do-papo-amarelo adulto que costumeiramente      toma seus banhos de sol \u00e0s margens do lago. H\u00e1 anos ele vive no local sem      nunca ter incomodado os demais usu\u00e1rios do parque.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de ref\u00fagio para animais, o parque \u00e9 tamb\u00e9m a grande \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o      natural da regi\u00e3o central da cidade. Seus bosques ajudam a regular a qualidade      do ar enquanto que o seu imenso lago, com 230.000 m\u00b2, ajuda a conter as enchentes      do rio Barig\u00fci, que antigamente eram t\u00e3o comuns em alguns trechos da parte      mais baixa de Curitiba. Dentro da \u00e1rea do parque, est\u00e1 a sede da Secretaria      Municipal do Meio Ambiente, uma academia de gin\u00e1stica a qual foi implantada      em uma antiga olaria existente no parque, hoje administrada pela Secretaria      Municipal de Esporte e Lazer. Tamb\u00e9m, uma casa hist\u00f3rica foi readequada para      instala\u00e7\u00e3o de um Bistr\u00f4, dirigido pela Funda\u00e7\u00e3o de A\u00e7\u00e3o Social. J\u00e1 o Sal\u00e3o      de Atos tem sua coordena\u00e7\u00e3o feita pelo Instituto Municipal de Administra\u00e7\u00e3o      P\u00fablica &#8211; IMAP.<\/p>\n<p>Dentre os equipamentos que o parque possui constam: lago, pavilh\u00e3o de exposi\u00e7\u00f5es,      parque de divers\u00f5es, Museu do Autom\u00f3vel, restaurante, pista de bicicross,      canchas esportivas, pistas de Cooper, ciclovias, trilhas, sanit\u00e1rios p\u00fablicos,      pista de patina\u00e7\u00e3o, heliponto, churrasqueiras, lanchonetes, equipamentos de      gin\u00e1stica, portal, pontes, sede de grupo escoteiro e estacionamentos. Localiza-se      entre a Avenida Manoel Ribas e a BR 277 (Rodovia do Caf\u00e9), com acessos pela      Avenida C\u00e2ndido Hartmann e BR 277.<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: diariamente<\/p>\n<p><strong>Parque dos Tropeiros<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em 25 de setembro de 1994, com \u00e1rea de 173.474 m\u00b2, \u00e9 um memorial      da cultura gauchesca, resgatando a mem\u00f3ria da ocupa\u00e7\u00e3o do Brasil meridional      atrav\u00e9s do antigo Caminho de Viam\u00e3o, uma rota colonial dos s\u00e9culos XVIII e      XIX, entre os campos do Sul e feira de Sorocaba. Possui espa\u00e7os espec\u00edficos      para gineteadas, apresenta\u00e7\u00e3o de dan\u00e7as t\u00edpicas e rodeios. O projeto arquitet\u00f4nico      das instala\u00e7\u00f5es feitas em madeira \u00e9 das arquitetas Denise Murata e Tereza      Castor. No Parque h\u00e1 uma \u00e1rea para camping, destinada a abrigar os visitantes      durante a realiza\u00e7\u00e3o de eventos, bem como churrasqueiras, sanit\u00e1rios, estacionamento      e um bosque com esp\u00e9cies nativas. Localiza-se na Rua Maria L\u00facia Locher de      Athayde, 10.000 &#8211; Cidade Industrial. Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: s\u00e1bados e domingos      das 8h \u00e0s 19h.<\/p>\n<p><strong>Parque General Iber\u00ea de Mattos &#8211; Bacacheri<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em 05 de novembro de 1988, constitui-se em mais uma op\u00e7\u00e3o de lazer      da cidade. Ocupa uma \u00e1rea de 152.033 m\u00b2 e possui v\u00e1rias op\u00e7\u00f5es de lazer e      recrea\u00e7\u00e3o: canchas de futebol e de v\u00f4lei de areia, churrasqueiras, playground,      lago artificial e bosque com v\u00e1rias esp\u00e9cies vegetais nativas. O acesso principal      \u00e9 feito atrav\u00e9s de um portal constru\u00eddo com base em pir\u00e2mides de concreto      e arcos em tubo de ferro colorido, com o intuito de representar a entrada      para o para\u00edso, atrav\u00e9s dos bons flu\u00eddos das pir\u00e2mides compondo um harmonioso      conjunto com os arcos. Localiza-se na Rua Paulo Nadolny, s\/n\u00ba entre a Rua      Canad\u00e1 e Avenida Erasto Gaertner &#8211; Bacacheri. Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: diariamente      das 7h \u00e0s 20h.<\/p>\n<p><strong>Parque Municipal do Passa\u00fana<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em 10 de mar\u00e7o de 1991, o Parque possui uma \u00e1rea de 6.500.000      m2 margeando a represa do rio Passa\u00fana, respons\u00e1vel pelo fornecimento de 1\/3      da \u00e1gua consumida em Curitiba.<\/p>\n<p>Possui trilha ecol\u00f3gica beirando o lago, com 3,5 km que permite a observa\u00e7\u00e3o      das esp\u00e9cies da flora e fauna do Parque, ancoradouro de barcos, choupanas,      recantos pesqueiros, recantos para crian\u00e7as, lanchonete e um mirante de 46      m de altura e 27 m de comprimento, cujo acesso possibilita uma vis\u00e3o da \u00e1rea      do Parque. Do projeto consta ainda a constru\u00e7\u00e3o de outro portal de entrada,      al\u00e9m de uma esta\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica na antiga Olaria Alberto Klemtz e do Centro      de Educa\u00e7\u00e3o Ambiental, onde funcionou a Olaria Santa Rosa, que abriga tamb\u00e9m      museu, atelier de cer\u00e2mica e lanchonete. Pelo decreto n\u00ba 80 de 06 de mar\u00e7o      de 1991 o Prefeito Jaime Lerner assegurou a prote\u00e7\u00e3o ambiental do manancial      do Passa\u00fana no Munic\u00edpio de Curitiba. Inicia-se no Bairro de S\u00e3o Miguel, na      divisa com Arauc\u00e1ria e atinge a extremidade do Bairro de Santa Felicidade,      na divisa com Almirante Tamandar\u00e9. O mirante e o portal &#8211; ex\u00f3tica obra de      troncos, localizam-se no Bairro Augusta, distando 12 km do centro de Curitiba.<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: diariamente em hor\u00e1rio livre.<\/p>\n<p><strong>Parque S\u00e3o Louren\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p>Com 203.918 m\u00b2, possui \u00e1rea de recrea\u00e7\u00e3o que compreende, dentre outras coisas,      uma grande pista para carrinhos de rolim\u00e3. Seu principal equipamento \u00e9 o Centro      de Criatividade, inaugurado em 1972 e administrado pela Funda\u00e7\u00e3o Cultural      de Curitiba. Dedica-se \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de atividades ligadas as artes pl\u00e1sticas,      pesquisa de som, luz e movimento. L\u00e1 funciona uma biblioteca, um local para      exposi\u00e7\u00f5es, audit\u00f3rio, sala de proje\u00e7\u00e3o e s\u00e3o ministrados, ao longo do ano,      cursos de arte, sob a orienta\u00e7\u00e3o de pessoas especializadas. Nesta constru\u00e7\u00e3o      de 2.500 m\u00b2 funcionava uma antiga f\u00e1brica de cola que aproveitava as \u00e1guas      represadas do Rio Bel\u00e9m. Por ocasi\u00e3o das chuvas intensas, em 1970 o rompimento      do tanque S\u00e3o Louren\u00e7o desativou a antiga f\u00e1brica. Aproveitando o local, a      Prefeitura de Curitiba desapropriou a \u00e1rea e iniciou as obras de paisagismo,      restaurando o lago e adaptando a antiga f\u00e1brica a seu atual objetivo. As pesadas      m\u00e1quinas e caldeiras que serviam \u00e0 f\u00e1brica foram mantidas e pintadas, transformando-se      em enormes esculturas, elementos decorativos do local. Localiza-se na Rua      Mateus Leme esquina com a Rua Nilo Brand\u00e3o. Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: diariamente      das 7h \u00e0s 18h.<\/p>\n<p><strong>Parque Ting\u00fci<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em outubro de 1994, com \u00e1rea de 380.000 m\u00b2, tem a fun\u00e7\u00e3o de preservar      o fundo de vale do Rio Barig\u00fci, servindo de solu\u00e7\u00e3o aos problemas de enchentes      e ocupa\u00e7\u00e3o desordenada do solo. Seu nome \u00e9 uma refer\u00eancia a tribo Ind\u00edgena      que habitava a regi\u00e3o de Curitiba, quando da chegada dos primeiros colonizadores      portugueses, e significa &#8220;nariz afilado&#8221;. Possui uma est\u00e1tua de      autoria de Elvo Benito Damo, representando o cacique Tindiq\u00fcera, que teria      indicado aos colonizadores o local onde deveria ser instalada a Vila de Nossa      Senhora da Luz dos Pinhais. Tamb\u00e9m integra o Parque, o Memorial da Imigra\u00e7\u00e3o      Ucraniana, inaugurado em 26 de outubro de 1995, homenageando um dos principais      grupos \u00e9tnicos radicados no munic\u00edpio. Comp\u00f5e o conjunto uma reprodu\u00e7\u00e3o da      Igreja de S\u00e3o Miguel Arcanjo, com 150 m\u00b2, constru\u00edda no final do s\u00e9culo XIX      na localidade de Serra do Tigre, no Munic\u00edpio de Mallet, considerado um dos      monumentos ucranianos mais antigos do Brasil. A constru\u00e7\u00e3o segue normas do      rito ucra\u00edno-cat\u00f3lico, como c\u00fapula oitavada, revestida externamente em cobre,      com as faces representando os quadrantes do entendimento humano. O altar \u00e9      voltado para o leste e a cobertura em telhas de pinho. O local n\u00e3o tem fun\u00e7\u00e3o      religiosa, apenas serve para mostrar as tradi\u00e7\u00f5es ucranianas, tais como os      \u00edcones (pinturas religiosas) e as p\u00eassankas (ovos pintados \u00e0 m\u00e3o). Ainda fazem      parte do conjunto, um campan\u00e1rio, um palco para apresenta\u00e7\u00f5es folcl\u00f3ricas,      um portal em loja de arte sacra. Localiza-se entre as Ruas Fredolin Wolf e      Jos\u00e9 Valle. Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: Parque: diariamente 6h \u00e0s 19h, Memorial:      ter\u00e7a-feira a domingo das 9h \u00e0s 18h e a Loja de Artesanato: ter\u00e7a-feira a      domingo das 14h20 \u00e0s 18h.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a 19 de Dezembro<\/strong><\/p>\n<p>Localizada nas proximidades do Passeio P\u00fablico, entre as Ruas Bar\u00e3o do Serro      Azul e Riachuelo, no in\u00edcio da Estrutural Norte. O nome da pra\u00e7a e seu conjunto      escultural representam a data da Emancipa\u00e7\u00e3o Pol\u00edtica do Paran\u00e1 em 19 de dezembro      de 1853. O obelisco foi erigido em comemora\u00e7\u00e3o ao Centen\u00e1rio desta data, em      1953. O &#8220;Homem Nu&#8221;, de autoria de Erbo Stenzel, representa o Paran\u00e1      emancipado sem medo do futuro. A &#8220;Mulher Nua&#8221;, de autoria de Humberto      Cozzo, que originariamente ficava no fundo do Pal\u00e1cio Igua\u00e7u, foi trazida      para a pra\u00e7a a fim de complementar o conjunto e representar a Justi\u00e7a. O biombo      possui dois pain\u00e9is, um de Poty Lazzarotto, em azulejos, representando a evolu\u00e7\u00e3o      pol\u00edtica do Estado e o outro, de Erbo Stenzel, em alto relevo, representando      os ciclos econ\u00f4micos do Paran\u00e1..<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Borges de Macedo<\/strong><\/p>\n<p>O Alferes Jos\u00e9 Borges de Macedo nasceu em Castro, entre muitas fun\u00e7\u00f5es que      desempenhou foi Presidente da C\u00e2mara. Delegado de Pol\u00edcia, Juiz de Paz, Administrador      dos Correios e o primeiro Prefeito de Curitiba em 1853 quando da reorganiza\u00e7\u00e3o      municipal. Nesta pequena pra\u00e7a, uma continua\u00e7\u00e3o da Pra\u00e7a Generoso Marques,      est\u00e1 uma placa comemorativa encomendada pela municipaliza\u00e7\u00e3o de Curitiba em      1968, assinalando o lugar onde, em 1668, foi levantado o Pelourinho da Vila      Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, por Gabriel de Lara. O resgate dessa mem\u00f3ria      \u00e9 feito atrav\u00e9s das Arcadas do Pelourinho, um equipamento com 342 m\u00b2 todo      em estrutura de ferro em arco, e cobertura em vidro laminado que abriga cafezinho,      bancas de revistas e floriculturas. Outro equipamento da pra\u00e7a \u00e9 a Fonte Maria      Lata D&#8217;\u00c1gua, inaugurada em maio de 1996, para celebrar a mem\u00f3ria do escultor      Erbo Stenzel (1911-1980).<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Carlos Gomes<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurada em 1925, funciona atualmente como terminal de transporte coletivo.      Possui um lago na parte central e o busto de bronze do compositor Carlos Gomes,      de autoria do escultor Jo\u00e3o Turim. Est\u00e1 localizada entre as Ruas Marechal      Floriano Peixoto, Monsenhor Celso, Jos\u00e9 Loureiro e Pedro Ivo.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a do Expedicion\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>A pra\u00e7a homenageia os pracinhas da II Guerra Mundial. Nela encontra-se um      tanque de guerra, um avi\u00e3o Thunderbolt, uma \u00e2ncora, um torpedo, um canh\u00e3o      alem\u00e3o e o Museu do Expedicion\u00e1rio.<\/p>\n<p>Constru\u00edda em honra \u00e0 &#8220;For\u00e7a Expedicion\u00e1ria Brasileira&#8221; e ao &#8220;Dia      do Soldado&#8221; pelo Decreto Lei n\u00ba 112 de 22 de outubro de 1945. Possui      um grupo escultural, representando o hasteamento do pavilh\u00e3o nacional, em      Monte Castelo, It\u00e1lia &#8211; de autoria de Humberto Cozzo. De acordo com a constitui\u00e7\u00e3o      do Paran\u00e1 \u00e9 considerado monumento de valor hist\u00f3rico. O cal\u00e7amento da pra\u00e7a      apresenta na frente da Casa do Expedicion\u00e1rio o distintivo da FEB (For\u00e7a Expedicion\u00e1ria      Brasileira), que \u00e9 o desenho de uma cobra fumando. Localiza-se nas ruas Saldanha      da Gama com Ubaldino do Amaral.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a do Jap\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Uma pra\u00e7a de 14.000 m\u00b2, homenagem aos filhos do &#8220;Sol Nascente&#8221;      que aqui se radicaram dedicando-se \u00e0 agricultura. \u00c9 um logradouro p\u00fablico      de beleza envolvente que bem diz do long\u00ednquo e fascinante pa\u00eds e de sua gente      laboriosa e amiga. Seu projeto de constru\u00e7\u00e3o foi iniciado em 1958 e conclu\u00eddo      em 1962, \u00e0s expensas da col\u00f4nia japonesa, auxiliada pela Prefeitura Municipal.      Existem espalhadas pela pra\u00e7a 30 cerejeiras do Jap\u00e3o enviadas pelo Imp\u00e9rio      Nip\u00f4nico em homenagem \u00e0 col\u00f4nia japonesa radicada no Paran\u00e1. H\u00e1 tamb\u00e9m pequenos      lagos artificiais, nos moldes dos japoneses. Incrustada em marco de pedra      h\u00e1 uma placa comemorativa \u00e0 chegada dos imigrantes desta etnia ao Brasil.      Como resultado de reformas efetuadas em 1993, foram constru\u00eddos o Portal Japon\u00eas,      a Casa da Cultura, um memorial de integra\u00e7\u00e3o e a Casa de Ch\u00e1. Localiza-se      entre a Avenida Sete de Setembro e a Rua Saint Hilaire.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Eufr\u00e1sio Corr\u00eaa<\/strong><\/p>\n<p>Foi um dos mais movimentados locais de Curitiba, pois marcava, no final do      s\u00e9culo XIX, a chegada dos viajantes da esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria. \u00c9 tamb\u00e9m conhecida      como Pra\u00e7a do Semeador, por estar nela a obra-prima do escultor Zaco Paran\u00e1,      &#8220;O Semeador&#8221;. Existe tamb\u00e9m um busto de Teixeira Soares, um dos      engenheiros respons\u00e1veis pela constru\u00e7\u00e3o da Estrada de Ferro Paranagu\u00e1-Curitiba.      Foi inaugurada em 1912, e seu nome \u00e9 uma homenagem a Eufr\u00e1sio Corr\u00eaa, irm\u00e3o      de Ildefonso Corr\u00eaa, o Bar\u00e3o do Serro Azul. Tem uma \u00e1rea de 11.500 m\u00b2 e nela      est\u00e3o a antiga sede da Esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria, datada de 1882, a sede da C\u00e2mara      Municipal de Curitiba, e o Pal\u00e1cio Rio Branco, de linhas ecl\u00e9ticas projetado      pelo engenheiro Ernesto Guaita em 1890. Localiza-se na conflu\u00eancia da Avenida      Sete de Setembro e Rua Bar\u00e3o do Rio Branco.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Garibaldi<\/strong><\/p>\n<p>Antes de ser inaugurada, em 1946, com o nome de Pra\u00e7a Garibaldi, sua denomina\u00e7\u00e3o      foi Pra\u00e7a Dr. Faria Sobrinho e, mais tarde Pra\u00e7a do Ros\u00e1rio. Abriga constru\u00e7\u00f5es      importantes que contam a hist\u00f3ria da cidade. Exemplo disso \u00e9 a sede da Funda\u00e7\u00e3o      Cultural de Curitiba, a Igreja do Ros\u00e1rio, o Rel\u00f3gio das Flores, galerias      de arte, a Sociedade Garibaldi em estilo neocl\u00e1ssico, lojas de antiguidades,      a Igreja Presbiteriana Independente &#8211; um projeto do engenheiro Henrique Estrela      Moreira de 1931 em estilo neocl\u00e1ssico com o interior em decora\u00e7\u00e3o alem\u00e3, a      antiga &#8220;Mans\u00e3o de Nh\u00e1 Fran\u00e7a&#8221; constru\u00edda em 1890 por Ign\u00e1cio de      Paula Fran\u00e7a e hoje transformada no Solar do Ros\u00e1rio e a Fonte da Mem\u00f3ria,      a escultura de uma cabe\u00e7a de cavalo em forma de fonte, feita pelo artista      pl\u00e1stico Ricardo Tod, recordando a \u00e9poca em que os colonos chegavam em carro\u00e7as      e davam \u00e1gua aos animais no bebedouro do Largo da Ordem. Aos domingos pela      manh\u00e3 acontece nesta pra\u00e7a a Feira de Arte e Artesanato, com antiguidades,      esculturas e talhas em madeiras e cer\u00e2mica, vidro, couro, metal e outros,      al\u00e9m de apresenta\u00e7\u00f5es musicais. Localiza-se no Setor Hist\u00f3rico.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Jo\u00e3o C\u00e2ndido<\/strong><\/p>\n<p>Com 27.500 m\u00b2, a pra\u00e7a est\u00e1 localizada entre as Ruas Jaime Reis, Dr. Kellers      e Ermelino de Le\u00e3o, num dos pontos mais altos da cidade e guarda vest\u00edgios      dos prim\u00f3rdios de Curitiba, com os muros de uma igreja inacabada dedicada      a S\u00e3o Francisco de Paula e iniciada no come\u00e7o do s\u00e9culo XIX. O local \u00e9 conhecido      por Ru\u00ednas de S\u00e3o Francisco. Nela encontra-se tamb\u00e9m o Museu de Arte do Paran\u00e1,      a Sociedade Beneficente e Protetora dos Oper\u00e1rios e a Uni\u00e3o C\u00edvica Feminina,      antiga r\u00e1dio em estilo art-nouveau, onde se re\u00fanem as intelectuais curitibanas.<\/p>\n<p>O nome da pra\u00e7a \u00e9 uma homenagem ao Dr. Jo\u00e3o C\u00e2ndido Ferreira, nascido na      Lapa e que exerceu diversos cargos p\u00fablicos, inclusive Presidente da Prov\u00edncia,      al\u00e9m de m\u00e9dico, professor, cientista e escritor.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Generoso Marques<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma pra\u00e7a ladeada de pr\u00e9dios antigos, do per\u00edodo do ecletismo, um dos quais      com a inscri\u00e7\u00e3o &#8220;Tigre Royal&#8221;. No conjunto da pra\u00e7a destaca-se a      constru\u00e7\u00e3o, de 1916, em estilo art-nouveau, que abrigava o Museu Paranaense.      Nela encontra-se a est\u00e1tua do Bar\u00e3o do Rio Branco, grande brasileiro que durante      o primeiro per\u00edodo republicano (at\u00e9 1930) resolveu quase todas as quest\u00f5es      de limites, fixando as fronteiras do Brasil. Seu nome \u00e9 uma homenagem ao paranaense      Generoso Marques (1844-1928), 1\u00ba Presidente Provincial Republicano, eleito      pela Assembl\u00e9ia Constituinte do Paran\u00e1, em 1891. A preocupa\u00e7\u00e3o com o passado      \u00e9 contada atrav\u00e9s da restaura\u00e7\u00e3o das fachadas dos casar\u00f5es da pra\u00e7a, bem como      os da Rua Riachuelo.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Os\u00f3rio<\/strong><\/p>\n<p>Esta pra\u00e7a constitui uma homenagem ao grande soldado Manuel Luiz Os\u00f3rio,      Marqu\u00eas do Herval, her\u00f3i de v\u00e1rias batalhas durante a Guerra do Paraguai e      Ministro da Guerra em 1878. Situa-se no centro da cidade e marca o in\u00edcio      da Rua Comendador Ara\u00fajo, da Avenida Vicente Machado e da Avenida Luiz Xavier.      Abrangendo uma \u00e1rea de 14.860 m\u00b2, foi constru\u00edda em 1914. Seu antigo repuxo      foi transformado em fonte luminosa em 1962. Em suas \u00faltimas reformas foi enriquecida      com canchas de esportes, vesti\u00e1rios, sanit\u00e1rios p\u00fablicos e playground. \u00c9 uma      das pra\u00e7as mais arborizadas da cidade. Conservando a mem\u00f3ria de nosso passado      liter\u00e1rio, ali se encontram diversos bustos de poetas paranaenses e marcando      os ideais da Nova Rep\u00fablica, foi colocada uma placa incrustada em marco de      pedra e em alto relevo, com a imagem do eminente brasileiro Teot\u00f4nio Vilela.      Nas comemora\u00e7\u00f5es dos 300 anos de Curitiba, em 1993, a pra\u00e7a sofreu melhorias      e remodela\u00e7\u00f5es, sendo recolocada uma r\u00e9plica do rel\u00f3gio redondo com quatro      faces de visualiza\u00e7\u00e3o no pedestal localizado na sua entrada principal, a exemplo      de como era na \u00e9poca de sua constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Oswaldo Cruz<\/strong><\/p>\n<p>Sua \u00e1rea \u00e9 de 15.850 m\u00b2 e se constitui num Centro de Treinamento Modelo.      \u00c9 uma obra destinada \u00e0 inicia\u00e7\u00e3o esportiva e aperfei\u00e7oamento de atletas. O      Centro Esportivo \u00e9 formado basicamente por um gin\u00e1sio de esportes que possibilita      a pr\u00e1tica de todo e qualquer tipo de esporte de sal\u00e3o, inclusive a gin\u00e1stica      ol\u00edmpica. Fazem parte de seu equipamento: quadras esportivas; piscina semi-ol\u00edmpica      pr\u00f3pria para treinamento e corre\u00e7\u00e3o de estilos, com profundidade m\u00ednima de      1,50 metros; uma pista de atletismo de 250 metros destinada tamb\u00e9m \u00e0 corre\u00e7\u00e3o      de estilos; e amplo playground. H\u00e1 ainda salas ocupadas pelo setor de Artes      Florais e pela Administra\u00e7\u00e3o, e tamb\u00e9m para a pr\u00e1tica de boxe, muscula\u00e7\u00e3o,      capoeira e gin\u00e1stica aer\u00f3bica. O nome da pra\u00e7a \u00e9 uma homenagem ao eminente      brasileiro e higienista Oswaldo Cruz, inventor da vacina contra a febre amarela      e respons\u00e1vel pelo saneamento da cidade do Rio de Janeiro. Localiza-se entre      as Avenidas Visconde de Guarapuava e Sete de Setembro.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Rio Igua\u00e7u<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurada em dezembro de 1994, conta com uma \u00e1rea gramada e cal\u00e7ada de petit-pav\u00ea,      onde se destaca o painel em azulejos, uma homenagem da cidade de Curitiba      a todos que povoaram os sert\u00f5es do Paran\u00e1, ao longo do Rio Igua\u00e7u, desde 1535,      quando foi revelado aos europeus, por D. Alvar Nu\u00f1ez Cabeza de Vaca. Localiza-se      na esquina das Ruas Deputado M\u00e1rio de Barros e Marechal Hermes &#8211; Centro C\u00edvico.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Rui Barbosa<\/strong><\/p>\n<p>Situada entre as Ruas Desembargador Westphalen, 24 de Maio, Andr\u00e9 de Barros      e Pedro Ivo, possui uma \u00e1rea de 22.095 m\u00b2. Foi inaugurada em 1913, e reformulada      por diversas vezes, sendo a maior delas em 1997, quando passou a abrigar a      Rua da Cidadania da Matriz, com 14.000 m\u00b2 de \u00e1rea constru\u00edda, que abriga al\u00e9m      dos servi\u00e7os p\u00fablicos municipais, 558 boxes para venda de artesanato e de      produtos dos ambulantes que foram relocados do cal\u00e7ad\u00e3o da pra\u00e7a, compondo      o Mercado Popular. Funciona ainda ali, um audit\u00f3rio com capacidade para 80      pessoas, um restaurante popular e um estacionamento. A grande novidade dessa      Rua da Cidadania \u00e9 a Internet, dispon\u00edvel em 20 terminais, onde todo o cidad\u00e3o      pode ter acesso.<\/p>\n<p>No seu entorno localizam-se a Igreja do Senhor Bom Jesus e a Santa Casa de      Miseric\u00f3rdia, al\u00e9m do Terminal de Transporte Coletivo &#8211; onde circulam cerca      de 200.000 pessoas\/dia.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Santos Andrade<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 chamada a &#8220;Pra\u00e7a da Cultura&#8221;, pois est\u00e3o nela localizados pr\u00e9dios      como a Universidade Federal do Paran\u00e1 e o Teatro Gua\u00edra. Todos os bustos e      est\u00e1tuas desta pra\u00e7a encontram-se voltados para a Universidade, em sinal de      rever\u00eancia \u00e0 cultura paranaense. S\u00e3o mais importantes os do fundador da Universidade      Professores Nilo Cairo, de Victor Ferreira do Amaral e Silva, de J\u00falia Wanderley      (professora, historiadora e 1\u00aa poetisa do Paran\u00e1), de Rui Barbosa e de Santos      Dumont &#8211; inaugurada em 1935 \u00e9 a primeira est\u00e1tua erigida no Brasil em sua      homenagem, por iniciativa do Aero Clube do Paran\u00e1. Dentre os v\u00e1rios pinheiros      existentes, um foi plantado em 1922, por ocasi\u00e3o do Centen\u00e1rio da Independ\u00eancia      do Brasil, no governo de Caetano Munhoz da Rocha. H\u00e1 um chafariz na parte      central, um dos mais bonitos da cidade.<\/p>\n<p>O nome da pra\u00e7a \u00e9 uma homenagem ao Dr. Jos\u00e9 Pereira dos Santos Andrade, natural      de Paranagu\u00e1, formado em Direito, Promotor P\u00fablico de Antonina, Deputado Provincial      por v\u00e1rias legislaturas, Senador Comandante do 7\u00ba Batalh\u00e3o da Guarda Nacional      e, em 1896, eleito Presidente do Estado do Paran\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Tiradentes<\/strong><\/p>\n<p>A mais antiga pra\u00e7a da cidade, com 9026 m2, era conhecida como Largo da Matriz,      por abrigar a pequena capela em torno da qual se desenvolveu a Vila Nossa      Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais. No mesmo local da antiga capela est\u00e1      hoje a Catedral Metropolitana de Curitiba. Em 1880, quando da visita do imperador      ao Paran\u00e1, o Largo da Matriz mudou seu nome para Largo Dom Pedro II e em 1889      passou a denominar-se Pra\u00e7a Tiradentes. Abriga bustos de personagens importantes      da hist\u00f3ria do Brasil como Get\u00falio Vargas, Marechal Floriano Peixoto e Tiradentes,      esta \u00faltima de Jo\u00e3o Turim. Al\u00e9m destes, tamb\u00e9m o Marco Zero da cidade, de      onde s\u00e3o medidas e encontradas todas as dist\u00e2ncias, assinaladas as dire\u00e7\u00f5es      de Santa Catarina, &#8220;Iguassu&#8221;, S\u00e3o Paulo e Paranagu\u00e1; a refer\u00eancia      de n\u00edvel de Curitiba; e o monolito que registra o local do Pelourinho levantado      por Gabriel de Lara, com a Cruz de Malta, que representa o poder legalmente      constitu\u00eddo do governo portugu\u00eas, a justi\u00e7a e a caracteriza\u00e7\u00e3o das vilas.      No in\u00edcio de 1994 foi reformada com o objetivo de alterar o tr\u00e1fego do anel      central, al\u00e9m de servir como terminal de algumas linhas de \u00f4nibus urbanos,      al\u00e9m de servir como ponto de partida da Linha Turismo (Jardineira)<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Zacarias<\/strong><\/p>\n<p>Foi inaugurada em 1871 com o nome de Chafariz, representando o in\u00edcio da      \u00e1gua encanada em Curitiba, cuja mem\u00f3ria \u00e9 resgatada atrav\u00e9s de suas fontes      e espelhos d&#8217;\u00e1gua. Em 1915, a pra\u00e7a foi reinaugurada com o nome de Zacarias      em homenagem ao primeiro Presidente da Prov\u00edncia do Paran\u00e1 quando de seu desmembramento      de S\u00e3o Paulo em 1853. Localiza-se na Rua Marechal Deodoro esquina com a Travessa      Oliveira Belo.<\/p>\n<p><strong>Rel\u00f3gio das Flores<\/strong><\/p>\n<p>Rel\u00f3gio das Flores foi inaugurado em 1972, tem 6 m de di\u00e2metro e os ponteiros      s\u00e3o em fibra de vidro.<\/p>\n<p>Seu sistema de funcionamento \u00e9 baseado na emiss\u00e3o vibr\u00e1til do quartzo, que      oferece maior precis\u00e3o, apresentando uma diferen\u00e7a m\u00e1xima de 30 segundos por      ano. O Rel\u00f3gio de canteiros recebe impulsos eletr\u00f4nicos de rel\u00f3gio-comando      instalado a dist\u00e2ncia. A partir de 1978, as flores do canteiro come\u00e7aram a      ser repostas a cada trimestre, obedecendo a flora\u00e7\u00e3o de cada esta\u00e7\u00e3o. Em 1980,      a constru\u00e7\u00e3o do belvedere permitiu melhor visualiza\u00e7\u00e3o do rel\u00f3gio.<\/p>\n<p>Est\u00e1 situado na Pra\u00e7a Garibaldi &#8211; Setor Hist\u00f3rico.<\/p>\n<p><strong>Rodoferrovi\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p>A Esta\u00e7\u00e3o Rodoferrovi\u00e1ria de Curitiba \u00e9 o primeiro terminal de transporte      integrado do Pa\u00eds. Centralizando o sistema rodovi\u00e1rio e ferrovi\u00e1rio, estadual      e interestadual, foi inaugurada em 1972. Sua \u00e1rea constru\u00edda totaliza 24.400      m\u00b2 distribu\u00eddos em blocos rodovi\u00e1rio, ferrovi\u00e1rio e o de liga\u00e7\u00e3o. No bloco      rodovi\u00e1rio funciona ininterruptamente um centro comercial com restaurantes,      bancos, livrarias, lojas, central telef\u00f4nica, correio, farm\u00e1cia, ag\u00eancia de      turismo, posto de informa\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os de utilidade p\u00fablica como o DER,      Assist\u00eancia Social, Juizado de Menores, Pol\u00edcia Civil, Militar e Federal.      O bloco ferrovi\u00e1rio possui duas plataformas de embarque e p\u00e1tio de carga e      descarga. No bloco de liga\u00e7\u00e3o funcionam a URBS &#8211; Urbaniza\u00e7\u00e3o de Curitiba S.A.,      um pavilh\u00e3o social e passagem subterr\u00e2nea para ve\u00edculos. A Rodoferrovi\u00e1ria      compreende ainda tr\u00eas estacionamentos, jardins e \u00e1reas para circula\u00e7\u00e3o dos      \u00f4nibus, t\u00e1xis e autom\u00f3veis. Localiza-se na Avenida Afonso Camargo, 330.<\/p>\n<p><strong>Rua 24 Horas<\/strong><\/p>\n<p>Totalmente coberta em vidro transparente e estrutura de tubo met\u00e1lico em      forma de arco e com uma extens\u00e3o de 116 m, numa concep\u00e7\u00e3o futurista. Funcionando      dia e noite, a rua oferece servi\u00e7os \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, visando revitalizar o centro      da cidade fora do hor\u00e1rio comercial, atrav\u00e9s da oferta de lojas de conveni\u00eancias,      revistaria e papelaria, farm\u00e1cia, loja de artesanato, \u00f3tica, mercearia, floricultura,      banco 24 horas, \u00e1rea de alimenta\u00e7\u00e3o com 12 lojas, entre outros.<\/p>\n<p>\u00c9 administrada pela URBS e teve a sua inaugura\u00e7\u00e3o em 12 de setembro de 1991.      O projeto \u00e9 dos arquitetos Abr\u00e3o Assad, C\u00e9lia Bim e Simone Soares, e conta      ainda com rel\u00f3gios estilizados em modernos portais, fixados nos pontos de      acesso \u00e0 esta rua, representando a id\u00e9ia do funcionamento &#8220;dia e noite&#8221;      com seus ponteiros passando por todas as 24 horas, pesando em m\u00e9dia 60 quilos,      iluminados e comandados por uma central eletr\u00f4nica a quartzo.<\/p>\n<p>Localizada na Rua Coronel Mena Barreto entre as ruas Visconde do Rio Branco      e Visconde de Nacar.<\/p>\n<p><strong>Rua da Cidadania<\/strong><\/p>\n<p>Com o objetivo de descentralizar os servi\u00e7os p\u00fablicos e valorizar os bairros,      a Prefeitura criou as Ruas da Cidadania junto a terminais de transporte coletivo.      Re\u00fane v\u00e1rios postos de \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos ligados \u00e0s \u00e1reas de sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o,      esporte, abastecimento, habita\u00e7\u00e3o, meio ambiente, urbanismo e servi\u00e7o social,      al\u00e9m de lojas particulares e lanchonetes. S\u00e3o seis unidades espalhadas pela      cidade; Rua da Cidadania da Boa Vista, Rua da Cidadania do Boqueir\u00e3o, Rua      da Cidadania da Fazendinha, Rua da Cidadania do Pinheirinho, Rua da Cidadania      de Santa Felicidade e Rua da Cidadania da Matriz, situada na Pra\u00e7a Rui Barbosa      e que concentra, al\u00e9m dos servi\u00e7os essenciais da Prefeitura e espa\u00e7os comerciais,      pontos de venda de produtos artesanais e semi-industriais, frutas e verduras      e um amplo estacionamento. A primeira delas, inaugurada em 29 de mar\u00e7o de      1995, com \u00e1rea total de 20.000 m\u00b2, est\u00e1 instalada no Terminal do Carmo no      Bairro Boqueir\u00e3o.<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio de atendimento: segunda-feira a sexta-feira das 8h \u00e0s 19h e s\u00e1bado      das 8h \u00e0s 18h.<\/p>\n<p><strong>Rua das Flores<\/strong><\/p>\n<p>Ouvidor Pardinho determinou, em 1720, as primeiras normas urban\u00edsticas para      Curitiba. Na Rua das Flores n\u00e3o se admitia alinhamentos mal tra\u00e7ados, pois      j\u00e1 era foco dos acontecimentos, a rua principal da cidade. Em 1846, foi cal\u00e7ada      e recebeu os primeiros lampi\u00f5es de g\u00e1s para sua ilumina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1880 transformou-se em Rua da Imperatriz, uma homenagem a visita imperial      ao Paran\u00e1. Em 1889 passou a ser a Rua XV de Novembro, homenagem c\u00edvica \u00e0 Proclama\u00e7\u00e3o      da Rep\u00fablica. Foi asfaltada em 1926 e, desde 1972, o trecho recebeu novamente      o nome de Rua das Flores cal\u00e7ado com petit-pav\u00ea e abrangendo a Avenida Lu\u00eds      Xavier e Rua XV de Novembro, desde a Pra\u00e7a Os\u00f3rio at\u00e9 a Rua Presidente Faria.      Ela \u00e9 hoje um grande jardim. Voltou a ser de seus antigos propriet\u00e1rios, os      pedestres. Seu principal papel hist\u00f3rico \u00e9 o ser ponto de encontro da cidade,      da\u00ed suas quatro fun\u00e7\u00f5es essenciais: o social, o econ\u00f4mico, o cultural e o      pol\u00edtico. \u00c9 por isso que nela encontramos flores, \u00e1rvores, o famoso cal\u00e7ad\u00e3o,      bancos, um variado centro comercial, um rel\u00f3gio com term\u00f4metro, lanchonetes,      restaurantes, cinemas, ilumina\u00e7\u00e3o apropriada, al\u00e9m da boa conserva\u00e7\u00e3o da fachada      dos antigos sobrados. Um dos principais atrativos da Rua das Flores \u00e9 a Boca      Maldita, ponto de encontro de homens ligados aos diversos setores de Curitiba,      lugar ideal para um bom papo, saboreando um delicioso cafezinho. Est\u00e1 localizada      na menor avenida do mundo, a Luiz Xavier, que aos s\u00e1bados sedia a feira de      Artes Pl\u00e1sticas. O que se conhece hoje por Galeria Schaffer, \u00e9 o conjunto      de lojas, restaurantes, caf\u00e9, o Cine Groff, com a apresenta\u00e7\u00e3o de filmes de      arte, e a Confeitaria Schaffer. Desde a sua inaugura\u00e7\u00e3o, em 1918, \u00e9 o mais      tradicional ponto de encontro de Curitiba, com seus gar\u00e7ons gentis e conhecidos      por todos, al\u00e9m de sua sempre lembrada coalhada.<\/p>\n<p>Completando o cen\u00e1rio da secular Rua das Flores, encontra-se nela o &#8220;Bondinho&#8221;,      remanescente de nosso passado, hoje funcionando como &#8220;Estacionamento      de Crian\u00e7as&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Ru\u00ednas de S\u00e3o Francisco<\/strong><\/p>\n<p>As Ru\u00ednas de S\u00e3o Francisco representam o in\u00edcio da constru\u00e7\u00e3o da Igreja de      S\u00e3o Francisco de Paula, em 1809 presumivelmente, da qual este vest\u00edgio seria      o seu frontal. \u00c9 um local envolto em mist\u00e9rios e lendas, uma das quais relata      a exist\u00eancia de um tesouro ali enterrado de propriedade do pirata Zulmiro      que, ap\u00f3s a sua morte, vinha assustar as pessoas que dele se aproximassem.<\/p>\n<p>Fechadas com grades, de maneira a proteg\u00ea-las da depreda\u00e7\u00e3o e do mau uso,      junto a ela, est\u00e1 um anfiteatro ao ar livre e sob sua arquibancada foram constru\u00eddas      as Arcadas das Ru\u00ednas de S\u00e3o Francisco, abrigando lojas de souvenirs e presentes,      pizzaria, bar, confeitaria, antiqu\u00e1rio, cabeleireiro, floricultura, banca      de revistas, al\u00e9m de sanit\u00e1rios p\u00fablicos e posto da Guarda Municipal.<\/p>\n<p>Localiza-se na Pra\u00e7a Jo\u00e3o C\u00e2ndido entre as ruas Dr. Kellers e Jaime Reis      &#8211; Setor Hist\u00f3rico<\/p>\n<p><strong>Sanepar &#8211; Reservat\u00f3rio Alto S\u00e3o Francisco<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em 1908, foi o primeiro reservat\u00f3rio de Curitiba, projetado e      executado para uma capacidade de 6.881 m\u00b3, com rede de distribui\u00e7\u00e3o de 34.838      metros e 28 torneiras p\u00fablicas espalhadas em pontos estrat\u00e9gicos da cidade.      Sua constru\u00e7\u00e3o apresenta tra\u00e7os de arquitetura ecl\u00e9tica e elementos em art-nouveau,      em alvenaria de tijolos, em arco pleno, sobre embasamento de pedras. Foi tombado      pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Estado, no dia 10 de abril de 1990,      recebendo a inscri\u00e7\u00e3o n\u00b0 97 no Livro do Tombo, sendo que as obras de restaura\u00e7\u00e3o      tiveram in\u00edcio em agosto de 1998 e inauguradas em 28 de janeiro de 1999. No      restauro foram preservadas todas as caracter\u00edsticas originais, inclusive as      cores. O Reservat\u00f3rio abriga tamb\u00e9m uma das unidades do Ecomuseu do Saneamento      da Regi\u00e3o Metropolitana de Curitiba. Localiza-se na Rua dos Presb\u00edteros esquina      com a Avenida Jaime Reis ao lado da Igreja S\u00e3o Vicente de Paulo &#8211; S\u00e3o Francisco.<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: ter\u00e7a-feira a sexta-feira das 9h \u00e0s 17h, s\u00e1bado e domingo      das 9h \u00e0s 13h.<\/p>\n<p><strong>Sociedade Giuseppe Garibaldi<\/strong><\/p>\n<p>A &#8220;Societ\u00e0 Giuseppe Garibaldi di Beneficenza&#8221; foi fundada em 1\u00ba      de julho de 1883 com o objetivo de proporcionar aos italianos radicados em      Curitiba, uma maior integra\u00e7\u00e3o, prote\u00e7\u00e3o e aux\u00edlio em horas dif\u00edceis. Em 1895,      o terreno foi doado pelo Governo do Estado e o c\u00f4nsul da It\u00e1lia concedeu um      empr\u00e9stimo \u00e0 comunidade Italiana, que lan\u00e7ou a pedra fundamental do atual      pr\u00e9dio. O projeto foi do engenheiro italiano Ernesto Guaita e teve seu t\u00e9rmino      em 1990, em estilo neocl\u00e1ssico. Foi restaurado de 1992 a 1996, faz parte de      suas atividades um grupo folcl\u00f3rico. Localiza-se na Pra\u00e7a Garibaldi, 12.<\/p>\n<p><strong>Solar do Bar\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O pr\u00e9dio foi constru\u00eddo entre 1880 e 1883 pertencia a Ildefonso Pereira Correia,      o Bar\u00e3o do Serro Azul, sediando por v\u00e1rios anos o comando da 5\u00aa Regi\u00e3o Militar.      O trabalho de restaura\u00e7\u00e3o foi feito pelo arquiteto Cyro Corr\u00eaa Lyra e o mesmo      \u00e9 composto por tr\u00eas unidades; Bloco Central &#8211; de maior valor hist\u00f3rico; Bloco      B &#8211; que serviu de casa para a Baronesa depois da morte do Bar\u00e3o e o Bloco      C constru\u00eddo pelo ex\u00e9rcito h\u00e1 aproximadamente 40 anos. Atualmente, funciona      como um Centro de Arte e Lazer, mantendo diversos cursos; ensaios, inclusive      da Camerata Anticqua, Orquestra de Harm\u00f4nicas e Coral de Curitiba; audit\u00f3rio;      exposi\u00e7\u00f5es de fotos e jornais; gibiteca, centro de documenta\u00e7\u00e3o, laborat\u00f3rio      fotogr\u00e1fico; oficina de serigrafia em papel; atelier de xilogravura, litografia      e gravura em metal; os Museus do Cartaz, da Gravura e de Fotografia. Localiza-se      na Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533.<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: segunda-feira a sexta-feira das 9h \u00e0s 12h e das 14h      \u00e0s 18h, s\u00e1bado e domingo das 12h \u00e0s 18h.<\/p>\n<p><strong>Solar do Ros\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>Conhecido como &#8220;Solar de Sinh\u00e1 Fran\u00e7a&#8221;, por ter sido, nos idos      de 1890 a resid\u00eancia da fam\u00edlia Paula Fran\u00e7a. Pelos registros, o industrial      Ign\u00e1cio de Paula Fran\u00e7a &#8220;exerceu elevados cargos nesta capital tendo      sido Presidente da C\u00e2mara Municipal, Prefeito, Tesoureiro da Delegacia Fiscal,      dedicando-se nos \u00faltimos tempos de vida \u00e0 sua ind\u00fastria&#8221;, que teria sido      a f\u00e1brica de Cer\u00e2mica das Merc\u00eas.<\/p>\n<p>Posteriormente foi adquirido pelo historiador e colecionador de arte Newton      Carneiro, que teve a inten\u00e7\u00e3o n\u00e3o concretizada de transform\u00e1-lo em pousada.      At\u00e9 o ano de 1988, foi sede do Instituto Goethe do Paran\u00e1 que ministrava cursos      e atividades culturais. Em 1989 foi entregue a uma entidade sem fins lucrativos,      que tinha como objetivo resgatar sua mem\u00f3ria atrav\u00e9s do desenvolvimento de      atividades culturais. Dentro desse prop\u00f3sito o casar\u00e3o foi submetido a um      projeto de restaura\u00e7\u00e3o do arquiteto paranaense Ernesto Zanon conclu\u00eddo em      janeiro de 1992. Em maio desse mesmo ano, o Solar do Ros\u00e1rio, que possui este      nome devido a proximidade com a Igreja do Ros\u00e1rio, foi inaugurado como espa\u00e7o      de arte e cultura. Possui galeria de arte, antiqu\u00e1rio, caf\u00e9 colonial e cursos      na \u00e1rea e cultura.<br \/>\n     Localiza-se na Rua Duque de Caxias, 4 &#8211; Setor Hist\u00f3rico.<\/p>\n<p><strong>Solar do Ros\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>Conhecido como &#8220;Solar de Sinh\u00e1 Fran\u00e7a&#8221;, foi, nos idos de 1890 a      resid\u00eancia da fam\u00edlia Paula Fran\u00e7a. Pelos registros, o industrial Ign\u00e1cio      de Paula Fran\u00e7a &#8220;exerceu elevados cargos nesta capital tendo sido Presidente      da C\u00e2mara Municipal, Prefeito, Tesoureiro da Delegacia Fiscal, dedicando-se      nos \u00faltimos tempos de vida \u00e0 sua ind\u00fastria&#8221;, que teria sido a f\u00e1brica      de Cer\u00e2mica das Merc\u00eas. Posteriormente foi adquirido pelo historiador e colecionador      de arte Newton Carneiro, que teve a inten\u00e7\u00e3o n\u00e3o concretizada de transform\u00e1-lo      em pousada. At\u00e9 o ano de 1988, foi sede do Instituto Goethe do Paran\u00e1 que      ministrava cursos e atividades culturais. Em 1989 foi entregue a uma entidade      sem fins lucrativos, que tinha como objetivo resgatar sua mem\u00f3ria atrav\u00e9s      do desenvolvimento de atividades culturais. Dentro desse prop\u00f3sito o casar\u00e3o      foi submetido a um projeto de restaura\u00e7\u00e3o do arquiteto paranaense Ernesto      Zanon conclu\u00eddo em janeiro de 1992. Em maio desse mesmo ano, o Solar do Ros\u00e1rio,      que possui este nome devido \u00e0 proximidade com a Igreja do Ros\u00e1rio, foi inaugurado      como espa\u00e7o de arte e cultura. Hoje, o Solar do Ros\u00e1rio \u00e9 uma iniciativa privada      em forma associativa que abriga um espa\u00e7o particular vivo e atuante de arte      e cultura. Pequeno complexo cultural que envolve galeria de arte, cursos,      oficinas, livraria, molduraria, restaurante, casa de ch\u00e1 e jardim de esculturas.      Localiza-se na Rua Duque de Caxias, 4 &#8211; Setor Hist\u00f3rico.<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: segunda-feira a sexta-feira das 9h \u00e0s 20h, s\u00e1bado e      domingo das 10h \u00e0s 13h<\/p>\n<p><strong>Teatro Fernanda Montenegro<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em setembro de 1993, com a presen\u00e7a da atriz homenageada, e a      estr\u00e9ia da pe\u00e7a &#8220;O C\u00e9u Pode Esperar&#8221; com Paulo Autran. Possui 550      lugares e se constitui numa das concep\u00e7\u00f5es mais modernas e atualizadas do      g\u00eanero, que traz como principal novidade os ordenamentos laterais. \u00c9 destinada      a exibi\u00e7\u00e3o de espet\u00e1culos de alto n\u00edvel, podendo ser shows musicais, pe\u00e7as      de teatro, concertos etc. Localiza-se na Alameda Coronel Dulc\u00eddio, 517 &#8211; Shopping      Novo Batel.<\/p>\n<p><strong>Teatro Gua\u00edra<\/strong><\/p>\n<p>Antigo Theatro S\u00e3o Theodoro, em homenagem a Theodoro \u00c9bano Pereira, foi inaugurado      em 1884, na Rua Dr. Muricy, antiga Rua Nova. No per\u00edodo da Revolu\u00e7\u00e3o Federalista      (1893-1895), serviu de pris\u00e3o pol\u00edtica para os desafetos de Gumercindo Saraiva      durante as desaven\u00e7as entre Picapaus e Maragatos.<\/p>\n<p>S\u00f3 voltou a funcionar em 1900 quando passou a adotar o nome de Teatro Guayr\u00e1,      na linguagem ind\u00edgena &#8220;n\u00e3o passar\u00e1s adiante&#8221;, nome que homenageava      tamb\u00e9m o salto do Rio Paran\u00e1. Foi demolido em 1935, e em 1952, iniciou-se      a constru\u00e7\u00e3o do novo teatro, situado entre as ruas XV de Novembro, Conselheiro      Laurindo, Tibagi e Amintas de Barros. A constru\u00e7\u00e3o fazia parte das comemora\u00e7\u00f5es      do Centen\u00e1rio de Emancipa\u00e7\u00e3o Pol\u00edtica do Estado, em 1953. O pequeno audit\u00f3rio,      o Salvador de Ferrante, foi inaugurado em 1954. Em 1970, o teatro \u00e9 atingido      por grande inc\u00eandio que destruiu o seu teto, danificou noventa por cento dos      seus vidros, comprometeu toda a estrutura de concreto armado da plat\u00e9ia do      grande audit\u00f3rio.<\/p>\n<p>Seria inaugurado naquele ano, mas em decorr\u00eancia disto, sua inaugura\u00e7\u00e3o foi      quatro anos depois, em 1974, com a montagem de pe\u00e7a &#8220;Paran\u00e1, Terra de      Todas as Gentes&#8221;. Possui tr\u00eas salas de espet\u00e1culos: a Bento Munhoz da      Rocha Neto, com 2173 lugares, o pequeno audit\u00f3rio Salvador de Ferrante ou      &#8220;Guairinha&#8221;, com capacidade para 504 espectadores e o \u00faltimo, Glauco      Flores de S\u00e1 Brito, ou mini-audit\u00f3rio, com capacidade para 113 espectadores.O      projeto arquitet\u00f4nico do teatro \u00e9 de Rubens Meister.<\/p>\n<p>O grande audit\u00f3rio \u00e9 considerado um dosmaiores da Am\u00e9rica Latina em tamanho      e equipamentos, com seis vag\u00f5es elevadores de palco, po\u00e7o de orquestra elevadi\u00e7o,      dentre outras aparelhagens que permitem trocar de cen\u00e1rios em alguns segundos.      Na entrada sobre as portas principais, existe um painel em alto-relevo de      autoria de Poty Lazzarotto. O teatro mant\u00e9m nos seus v\u00e1rios setores, Curso      de Dan\u00e7as Cl\u00e1ssicas, o N\u00facleo de Teatro Amador, a Biblioteca, a Carreta Popular,      a Central de Produ\u00e7\u00e3o e a de Comunica\u00e7\u00f5es e o Museu do Teatro. Existe ainda      o Ballet Gua\u00edra e o Curso de Artes C\u00eanicas de n\u00edvel superior em conv\u00eanio com      a Funda\u00e7\u00e3o de Artes do Paran\u00e1.<\/p>\n<p>Rua XV de Novembro, s\/n &#8211;<\/p>\n<p><strong>Teatro Paiol<\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00eddo no per\u00edodo de 1905-1906, tinha por finalidade abrigar um dep\u00f3sito      de p\u00f3lvora. Foi transformado e modificado por diversas vezes, sendo que ap\u00f3s      1917 abrigou os arquivos municipais. Mais tarde funcionou como sede de uma      Diretoria encarregada de preparar o asfalto para a pavimenta\u00e7\u00e3o das ruas.<\/p>\n<p>Totalmente modificado, foi restaurado pelo arquiteto Abr\u00e3o Assad, que procurou      manter suas caracter\u00edsticas, com tra\u00e7os arquitet\u00f4nicos romanos em forma circular.      O pr\u00e9dio foi inaugurado como teatro em 1971, com show do Vin\u00edcius de Moraes.      Sua capacidade \u00e9 para 220 espectadores.<\/p>\n<p>Situa-se na Rua Coronel Zacarias, s\/n &#8211; junto \u00e0 Pra\u00e7a Guido Viaro &#8211; Prado      Velho.<\/p>\n<p><strong>Teatro Universit\u00e1rio de Curitiba &#8211; TUC<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em setembro de 1976, tem por finalidade colaborar com os anseios      universit\u00e1rios, seus idealizadores, tendo capacidade para 108 espectadores.      Atualmente a programa\u00e7\u00e3o e a administra\u00e7\u00e3o do teatro \u00e9 inteiramente de responsabilidade      da Funda\u00e7\u00e3o Cultural de Curitiba. Localiza-se na Galeria J\u00falio Moreira\/Largo      Coronel En\u00e9as no Setor Hist\u00f3rico.<\/p>\n<p><strong>Templo Budista Honpa Hongwandji<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em 28 de abril de 1996, \u00e9 o primeiro templo budista da cidade.      Constru\u00eddo com recursos vindos do Jap\u00e3o e da comunidade local, o templo ostenta      uma arquitetura moderna, por\u00e9m guarda tra\u00e7os das edifica\u00e7\u00f5es tradicionais      japonesas. Suas instala\u00e7\u00f5es foram projetadas para sediar cultos, semin\u00e1rios,      palestras e outros eventos.<\/p>\n<p>O Budismo teve sua base inicial na \u00cdndia no s\u00e9culo V &#8211; A.C. sendo mais tarde      levado \u00e0 China e ao Jap\u00e3o e conta com aproximadamente 500 milh\u00f5es de adeptos      em todo o mundo, sendo que atualmente h\u00e1 55 templos budistas no Brasil. No      Paran\u00e1 calcula-se que existam 10.000 adeptos, com templos tamb\u00e9m em Londrina      e Maring\u00e1. Localiza-se na Rua Gilda Pitarch Forcadell, 155 Uberaba.<\/p>\n<p><strong>Templo das Musas<\/strong><\/p>\n<p>Em estilo grego cl\u00e1ssico, inaugurada em 22 de setembro de 1918. \u00c9 sede mundial      do Instituto Neo-Pitag\u00f3rico fundado pelo paranaense Dario Vellozo em 26 de      novembro de 1909. Destina-se ao estudo, ao desenvolvimento das faculdades      superiores do Ser, ao altru\u00edsmo, inspirado nos Versos de Ouro de Pit\u00e1goras,      para a Cultura, para a Verdade, para a Justi\u00e7a, para a Liberdade, para a Paz,      para a Fraternidade e para a Harmonia. Possui biblioteca especializada e a      consulta somente \u00e9 permitida mediante hora marcada. Localiza-se na Rua Dario      Vellozo, 460 &#8211; Vila Izabel.<\/p>\n<p><strong>Templo Rosacruz<\/strong><\/p>\n<p>A atual Grande Loja da Jurisdi\u00e7\u00e3o de L\u00edngua Portuguesa nasceu com a denomina\u00e7\u00e3o      de Grande Loja do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1956. Em 1960 foi transferida      para Curitiba, no Paran\u00e1, quando foi dado in\u00edcio a constru\u00e7\u00e3o da sua sede      pr\u00f3pria inaugurada em 1964. O Templo faz parte de um conjunto arquitet\u00f4nico      de sete edif\u00edcios, onde funcionam a Administra\u00e7\u00e3o Geral, o Audit\u00f3rio H. Spencer      Lewis, Biblioteca Alexandria, o Espa\u00e7o de Artes Francis Bacon, a Escola Rosacruz      Integrada-ERCI, o Memorial, cuja constru\u00e7\u00e3o foi inspirada no Aknaton&#8217;s Shrine,      do Parque Rosacruz de San Jos\u00e9 na Calif\u00f3rnia-EUA, o Museu Eg\u00edpcio e Rosa Cruz      com um acervo constitu\u00eddo de reprodu\u00e7\u00f5es de pe\u00e7as eg\u00edpcias de v\u00e1rias dinastias.      \u00c9 o \u00fanico museu de r\u00e9plicas eg\u00edpcias na Am\u00e9rica do Sul, e o segundo no Brasil      com uma m\u00famia aut\u00eantica da XXII Dinastia, Novo Imp\u00e9rio, vinda do Museu Eg\u00edpcio      de San Jos\u00e9 na Calif\u00f3rnia-EUA. Destaca-se ainda a Morada do Sil\u00eancio, local      de retiro m\u00edstico situado a 40 km de Curitiba, no munic\u00edpio de quatro Barras.      A Ordem \u00e9 atualmente conhecida por AMORC-Antiga e M\u00edstica Ordem Rosae Crucis,      que tem por finalidade a investiga\u00e7\u00e3o, o estudo e a aplica\u00e7\u00e3o das leis naturais      e espirituais.<br \/>\n     Localiza-se na Rua Nicar\u00e1gua, 2453 Bacacheri,<\/p>\n<p><strong>Torre Merc\u00eas<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurada no dia 17 de dezembro de 1991, a Torre da Telepar &#8211; como tamb\u00e9m      \u00e9 conhecida &#8211; possui duas fun\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas: suporte para antenas de microondas      (para interliga\u00e7\u00e3o telef\u00f4nica da Regi\u00e3o Sul e pa\u00edses vizinhos) e mirante da      cidade. Conta com uma altura total de 109,5 metros, e de seu mirante a 95      metros do ch\u00e3o, tem-se uma bel\u00edssima vis\u00e3o da cidade e dos contornos da Serra      do Mar. Al\u00e9m do mirante, possui um mapa de metal em relevo com todos os detalhes      da cidade, o Museu do Telefone e sala de v\u00eddeo. localiza-se na Rua Jacarezinho      esquina com Rua Professor Lycio Veloso, 191 &#8211; Merc\u00eas. Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o:      ter\u00e7a-feira a sexta-feira das 11h \u00e0s 20h s\u00e1bado e domingo das 10h \u00e0s 20h.<\/p>\n<p><strong>Universidade Federal do Paran\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Gra\u00e7as aos esfor\u00e7os de Fernando Moreira, P\u00e2nfilo de Assun\u00e7\u00e3o, Victor Ferreira      do Amaral e Silva, Nilo Cairo, Carlos Cavalcanti, dentre outros, a Universidade      do Paran\u00e1 foi oficialmente fundada e instalada em 1912. Seu primeiro Reitor      foi Victor Ferreira do Amaral e Silva e as aulas foram iniciadas em 1913,      em pr\u00e9dio, situado na Rua Comendador Ara\u00fajo, com noventa e sete alunos inscritos.<\/p>\n<p>Foi a primeira universidade do Brasil. Neste mesmo ano foi lan\u00e7ada a pedra      fundamental na Pra\u00e7a Santos Andrade. S\u00f3 foi federalizada em 1950, pela lei      n\u00ba 1254. Em 1956, foi inaugurado o edif\u00edcio da Faculdade de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas,      dando in\u00edcio a todas as obras que hoje formam a reitoria. At\u00e9 1960, o pr\u00e9dio      central da Santos Andrade abrigou a maioria das faculdades que a Universidade      oferecia. Tamb\u00e9m em 1956 foram iniciados os estudos da constru\u00e7\u00e3o do Centro      Polit\u00e9cnico. Atualmente, a Institui\u00e7\u00e3o oferta no seu Concurso Vestibular 55      op\u00e7\u00f5es de cursos de gradua\u00e7\u00e3o. Mant\u00e9m 53 especializa\u00e7\u00f5es, 31 mestrados e 14      doutorados. Para melhor administrar a Universidade, ela foi dividida em seis      pr\u00f3-reitorias e nove setores. O pr\u00e9dio central foi reformado algumas vezes      e \u00e9 hoje um monumento arquitet\u00f4nico em estilo neocl\u00e1ssico, tombado pelo Patrim\u00f4nio      Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Paran\u00e1. Localiza-se na Pra\u00e7a Santos Andrade, 50.<\/p>\n<p>Fonte:www.citybrazil.com.br<\/p>\n<p><strong>Curitiba turismo<\/strong><\/p>\n<p>A cidade de<strong>Curitiba<\/strong>, localizada na regi\u00e3o sul do Brasil,      entre os Estados de S\u00e3o Paulo e de Santa Catarina e que tem como uma de suas      principais caracter\u00edsticas de seu munic\u00edpios, os parques que s\u00e3o visitados      pelos turistas e percebem a conserva\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o dos mesmos, das \u00e1reas      verdes existentes na cidade, como suas pra\u00e7as conservadas, o que mostra que      a cidade tem uma grande preocupa\u00e7\u00e3o com a educa\u00e7\u00e3o ambiental para o seu povo,      que atrav\u00e9s de sua limpeza, faz com que seus turistas procurem por estes lugares      para caminhar, passear.<\/p>\n<p>O seu planejamento urbano, com distribui\u00e7\u00e3o planejada de seus bairros, com\u00e9rcio,      ind\u00fastrias, setor de cultura, o seu transporte coletivo, fazem da cidade de      Curitiba ser elogiada pelos demais estados brasileiros, que buscam conhecer      a sua plataforma administrativa, bem como urban\u00edstica que fez de Curitiba      uma cidade muito admirada pelos arquitetos do Brasil inteiro.<\/p>\n<p>O bairro Santa Felicidade em Curitiba, que abriga boa parte do setor gastron\u00f4mico      cidade, onde mant\u00e9m concentrada as pizzarias, cantinas, restaurantes, churrascarias,      sorveterias, faz com que o turista comente que Curitiba tem um bairro Gastron\u00f4mico      chamado de Santa Felicidade, tornando-o mais e mais famoso pelos visitantes      que v\u00e3o conhecer a gastronomia curitibana.<\/p>\n<p>A rede hoteleira, em a disposi\u00e7\u00e3o de seus hospedes seus hot\u00e9is, apart hot\u00e9is,      flats, pousadas, hot\u00e9is fazenda, resorts. tendo a sua estrutura curitibana      no setor hoteleiro com capacidade de abrigar grandes eventos nacionais e internacionais,      o que faz com que seu calend\u00e1rio de eventos esteja sempre preenchido com \u00f3timos      eventos na capital.<\/p>\n<p>As ag\u00eancias de viagem de Curitiba, mant\u00e9m seu trabalho constante em proporcionar      a vinda de turistas de todas as regi\u00f5es do Brasil e do estrangeiro, atrav\u00e9s      da divulga\u00e7\u00e3o da cidade, de seus pacotes tur\u00edsticos, proporcionando v\u00e1rios      roteiros durante a estadia de seus visitantes, com guias especializados em      roteiros, e atendimento aos turistas.<\/p>\n<p>O setor de turismo de Curitiba, atrav\u00e9s de sua cadeia produtiva, envolve      totalmente, priorizando em servir bem seus visitantes, quer junto na sua cidade      na cidade atrav\u00e9s da chegada no aeroporto que tem a disposi\u00e7\u00e3o pontos de taxi,      locadoras de carros, linhas de \u00f4nibus direto ao centro da cidade. Da mesma      forma os turistas chegando na cidade atrav\u00e9s do \u00f4nibus junto a rodovi\u00e1ria      para fazer o translado dos mesmos, assim como em proporcionar a reserva nos      hot\u00e9is, oferecendo seus pacote tur\u00edsticos, produzindo desta forma novas formas      de desenvolver o turismo em Curitiba atrav\u00e9s de seus profissionais habilitados,      oferecendo total apoio ao turista qeu escolhem Curitiba pra ficar por alguns      dias.<\/p>\n<p><strong>Arte e cultura em Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>Os roteiros culturais em Curitiba s\u00e3o muito visitados pelos turistas que      buscam na capital do Paran\u00e1 conhecer os teatros, assistindo a um espet\u00e1culo      teatral, conhecer os parques da cidade, como o Parque Barigui, que possui      um lago, e um restaurante junto ao mesmo, para que as pessoas possam apreciar      o local, assim como visitar as galerias de arte da cidade de Curitiba, com      exposi\u00e7\u00f5es de obras de arte, pinturas, esculturas, \u00e9 um passeio que por meio      de uma ag\u00eancias de viagem o turista tem uma programa\u00e7\u00e3o completa atrav\u00e9s dos      roteiros tur\u00edsticos, programados. A cidade de Curitiba \u00e9 muita elogiada por      seus turistas que percebem nas \u00e1reas verdes existentes, como suas pra\u00e7as,      parques, a conserva\u00e7\u00e3o dos mesmos expostas atrav\u00e9s do cuidado que se tem com      o meio ambiente. Da mesma forma \u00e9 bonito ver na cidade os seus patrim\u00f4nios      hist\u00f3ricos do munic\u00edpio, o que proporciona uma beleza de harmonia do planejamento      urbano que \u00e9 Curitiba, que \u00e9 apreciado pela sua arquitetura, conserva\u00e7\u00e3o,      fachadas atraente. Com estas caracter\u00edsticas o turismo cultural de Curitiba,      atrav\u00e9s de sua arte vem atraindo a cada ano um n\u00famero expressivo de turistas      voltados ao setor dos festivais, como o festival internacional do teatro,      o seu festival do cinema, eventos que vem consolidando ano a ano, entre tantos      outros que a cidade promove fazendo parte de seu calend\u00e1rio de eventos, e      que seus museus, teatros,\u00a0 patrim\u00f4nio hist\u00f3rico, entre tantos outros      existentes na cidade \u00e9 poss\u00edvel conhecer atrav\u00e9s de roteiros que s\u00e3o ag\u00eancias      de turismo promovem, organizando grupos de visita\u00e7\u00f5es .<\/p>\n<p><strong>Artesanato em Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>Ao visitar a cidade de Curitiba, os turistas procuram conhecer suas feiras      de artesanato, pois elas s\u00e3o um atrativo que faz com que seja lembrado pelos      que passeiam na cidade por lazer, ou vem a neg\u00f3cios, assim como participam      de eventos, sempre tem em mente levar para casa, um presente, uma lembran\u00e7a      da cidade, e geralmente encontram nas feiras de artesanato, nas lojas lembran\u00e7as      em forma de artesanato. As pessoas que produzem os produtos artesanais, s\u00e3o      seus artes\u00e3os, que criam das mais diversas formas sua arte, que atraem aos      olhares dos turistas, que fazem seus passeios por lugares que est\u00e3o as feiras,      lojas, visitadas pelos roteiros tur\u00edstico. A produ\u00e7\u00e3o de lembran\u00e7as da cidade      de Curitiba s\u00e3o reproduzidas em s\u00edmbolos tur\u00edsticos, e que s\u00e3o refer\u00eancia      da cidade. Os hot\u00e9is d\u00e3o dicas onde adquirir produtos artesanais, assim como      passeando pelos pontos tur\u00edsticos da cidade, muitos dos lugares tem a disposi\u00e7\u00e3o      dos turistas um local pr\u00f3prio par exposi\u00e7\u00e3o, que geralmente as ag\u00eancias de      viagem informam onde adquirir, atrav\u00e9s de seus guias que conhecem todos os      lugares tur\u00edstico da capital curitibana.<\/p>\n<p><strong>Gastronomia da cidade de Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>Quando se fala o bairro Santa Felicidade, nos faz lembrar do bairro de Curitiba      voltado a gastronomia, e n\u00e3o \u00e9 somente o curitibano que lembra dele. Muitos      turistas que visitam a capital conhecem muito bem este lugar, e \u00e9 onde est\u00e1      concentrado os diversos restaurantes da cidade. Assim como as pizzarias, cantinas,      galeterias, os restaurante internacionais, os fast food, s\u00e3o o destino de      muitos turistas em Curitiba, junto aos shoppings tamb\u00e9m est\u00e3o concentrados      nas pra\u00e7as de alimenta\u00e7\u00e3o os saborosos card\u00e1pios da gastronomia curitibana,      al\u00e9m de ter o centro da cidade seus restaurantes pizzarias, galeterias, os      bairros de Curitiba s\u00e3o visitados pelos turistas que muitas vezes fazem suas      refei\u00e7\u00f5es, reservadas pela ag\u00eancia de viagem, que faz a pausa para o almo\u00e7o      para posteriormente continuar o city tour.<\/p>\n<p><strong>Museus em Curitiba Turismo<\/strong><\/p>\n<p>Os passeios na cidade de Curitiba, pelos seus museus, apreciando as paisagens      da cidade, bem como, andar pela cidade no Linha Turismo, \u00f4nibus tur\u00edstico      que passa por 25 pontos tur\u00edstico da cidade, deixando o turista em cerca de      5 deles, caso desejar, e embarcar novamente em outro \u00f4nibus da Linha Turismo,      faz com que a din\u00e2mica tur\u00edstica da capital curitibana seja apreciada na visita\u00e7\u00e3o      de seus pontos tur\u00edsticos.<\/p>\n<p>Apreciar as rel\u00edquias guardadas junto aos museus da cidade, vendo de perto      seus acervos, observando as obras de arte, esculturas, objetos antigos, documentos      hist\u00f3rico, faz de Curitiba uma grande vitrine, para mostra de seus museus,      que geralmente s\u00e3o visitados por grupos de turistas, excurs\u00f5es, acompanhados      pelos guias de turismo de ag\u00eancia de viagem. Neste quesito pode-se fazer um      turismo cultural por Curitiba, onde a ag\u00eancia de viagem e turismo ir\u00e1 buscar      voc\u00ea junto ao hotel para fazer um city tour percorrer a cidade, e fazendo      uma uma pausa para o almo\u00e7o em um restaurante, pizzaria, uma churrascaria,      tendo um roteiro do dia, que inclui a visita\u00e7\u00e3o aos museus.<\/p>\n<p><strong>Roteiros tur\u00edsticos de Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>Para quem viaja a cidade de Curitiba, para participar de eventos, conhecer      a cidade, fazer compras, visitar os atrativos tur\u00edsticos existentes, o melhor      \u00e9 aproveitar os roteiros tur\u00edsticos desenvolvidos pelo Instituto Tur\u00edstico      da Prefeitura Municipal de Curitiba, e tamb\u00e9m pelas ag\u00eancias de viagens, o      setor de turismo da capital, atrav\u00e9s dos empreendedores tur\u00edsticos, para que      seja sempre apresentado os pontos tur\u00edsticos da cidade para os visitantes,      sempre com um diferencial a mais, aos turistas que chegam a cidade todos os      dias e as empresas que fazem parte da cadeia produtiva do turismo, est\u00e3o sempre      prontas para bem atender seus visitantes.<\/p>\n<p>Fazer o passeio pela Linha Turismo, atrav\u00e9s de um guia especializado, e por      interm\u00e9dia de uma ag\u00eancia de viagem, para ser bem orientado quanto ao setor      de visita\u00e7\u00e3o que poder\u00e1 dar prioridade em conhecer de acordo com o tempo de      estadia na cidade. Assim o turista contratando os servi\u00e7os e utilizando os      roteiros tur\u00edsticos existentes, poder\u00e1 tirar suas fotos, visitar os museus,      teatros, shoppings, parques, o patrim\u00f4nio hist\u00f3rico da cidade, conhecer galerias      de arte, e diversos outros atrativos que a cidade tem a oferecer, atrav\u00e9s      de passeios programados. O turista chegando na cidade atrav\u00e9s do aeroporto,      ou da rodovi\u00e1ria, bem como se dirigindo a Curitiba de carro, tem a disposi\u00e7\u00e3o      todo atendimento necess\u00e1rio caso desejar contratar os servi\u00e7os de uma ag\u00eancia      de viagem, como aguardar junto a seu hotel, para fazer um passeio para conhecer      em um dia determinado setor do turismo, como o turismo ecol\u00f3gico, visitado      seus atrativos, assim como o turismo cultural visitando os museus com seu      acervos, entre tantos outros passeios, oferecidos atrav\u00e9s dos roteiros tur\u00edsticos.<\/p>\n<h4>Pontos Tur\u00edsticos<\/h4>\n<p><strong>Atrativos Tur\u00edsticos<\/strong><\/p>\n<p><strong>Catedral Bas\u00edlica Menor de Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>Localizada onde Curitiba nasceu como cidade, na Pra\u00e7a Tiradentes, inicialmente      era uma pequena capela de madeira, que em 1715 foi elevada \u00e0 Primeira Igreja      Matriz. Foi ent\u00e3o erguida uma outra matriz, de pedra e barro, em estilo colonial.      Em 1860, por ocasi\u00e3o do levantamento das torres, a constru\u00e7\u00e3o apresentou rachaduras      o que motivou, em 1875, sua completa demoli\u00e7\u00e3o. Neste per\u00edodo a Igreja Matriz      passou a ser a Igreja do Ros\u00e1rio. A inaugura\u00e7\u00e3o da atual Igreja foi em 1893,      constru\u00edda em estilo neog\u00f3tico e inspirada na S\u00e9 de Barcelona. A imagem original,      dedicada a Nossa Senhora da Luz, veio de Portugal sendo entronizada em 1640.      Encontra-se hoje no Museu Paranaense, sendo a imagem que est\u00e1 atualmente na      igreja, a terceira de uma s\u00e9rie. Em seu interior existem vitrais, doados por      fam\u00edlias tradicionais curitibanas; m\u00f3veis e p\u00falpitos em alto relevo, entalhados      em imbu\u00eda. Foi restaurada em 1993, e em 08 de setembro do mesmo ano passou      a denominar-se Catedral Bas\u00edlica Menor.<\/p>\n<p><strong>Igreja da Ordem Terceira de S\u00e3o Francisco das Chagas<\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00edda em 1737, \u00e9 a mais antiga de Curitiba. Seu nome original era Nossa      Senhora do Ter\u00e7o, s\u00f3 mudado com o surgimento da Ordem de S\u00e3o Francisco em      Curitiba, em 1746. Em anexo, foi constru\u00eddo em 1752, um convento que funcionou      at\u00e9 1783, dirigido por religiosos franciscanos. Em 1834\/35 desabou o vigamento      da igreja e apesar da reconstru\u00e7\u00e3o da parte desmoronada, continuou em p\u00e9ssimas      condi\u00e7\u00f5es. Mesmo assim, com a chegada dos colonos poloneses, serviu-lhes de      par\u00f3quia. Em 1880, com a visita do imperador D. Pedro II, foi promovida a      restaura\u00e7\u00e3o definitiva da igreja. A torre foi conclu\u00edda em 1883 e os sinos      doados pelos senhores da erva-mate. A partir de ent\u00e3o, tornou-se sede da vida      espiritual dos alem\u00e3es, sendo os of\u00edcios celebrados no idioma alem\u00e3o at\u00e9 1937.      Estas reformas descaracterizaram suas linhas arquitet\u00f4nicas, originariamente      coloniais, dando-lhe caracter\u00edsticas indefinidas, com a torre lembrando o      estilo mourisco segundo alguns, ou neog\u00f3tico, segundo outros. Foi tombada      em 1965 e novamente restaurada no per\u00edodo de 1978\/80, dentro de uma filosofia      conservadora, marcando a autenticidade de nossa paisagem hist\u00f3rica.<\/p>\n<p><strong>Igreja de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio de S\u00e3o Benedito<\/strong><\/p>\n<p>Consta como sendo a segunda Igreja de Curitiba, constru\u00edda por escravos em      1737. Era a Igreja dos Pretos de S\u00e3o Benedito. Com a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura,      perdeu sua raz\u00e3o de ser, s\u00f3 sendo conservada por estar localizada junto ao      caminho do cemit\u00e9rio. Passou a ser chamada a igreja dos mortos, por ser ali      um local de encomenda\u00e7\u00e3o. Durante a constru\u00e7\u00e3o da atual catedral de Curitiba,      serviu de matriz (1875-1893). Seu estilo era originariamente colonial. Em      1931 foi demolida dado o seu p\u00e9ssimo estado de conserva\u00e7\u00e3o. Em 1946, a nova      Igreja do Ros\u00e1rio foi inaugurada. Em estilo barroco tardio, t\u00eam a fachada      em azulejos, originais da antiga capela. Enfeitam suas paredes os passos da      Paix\u00e3o em azulejaria recente, em estilo portugu\u00eas. Em sua entrada est\u00e1 o t\u00famulo      do Monsenhor Celso, p\u00e1roco da cidade e cura da Catedral por 21 anos, falecido      em 1931.<\/p>\n<p><strong>Igreja de Nossa Senhora do Perp\u00e9tuo Socorro<\/strong><\/p>\n<p>Os padres redentoristas chegaram ao Paran\u00e1 por volta de 1945, estes usaram      a pequena igreja da fam\u00edlia Le\u00e3o, situada na Avenida Jo\u00e3o Gualberto e dedicada      a Nossa Senhora da Gl\u00f3ria. Em 1960 foi realizada a primeira novena que contava      com 60 pessoas. Com o aumento do n\u00famero de fi\u00e9is, fez-se necess\u00e1ria \u00e0 constru\u00e7\u00e3o      de uma igreja maior. O local onde est\u00e1 atualmente a igreja pertencia na \u00e9poca      \u00e0 col\u00f4nia portuguesa que ali iria construir a Pra\u00e7a de Portugal. Conforme      acordo entre a Prefeitura de Curitiba e a col\u00f4nia, foi cedido o local para      sua constru\u00e7\u00e3o. Suas obras foram iniciadas em 1966 e conclu\u00eddas em 1969. A      execu\u00e7\u00e3o do projeto \u00e9 do engenheiro Kassai. Seu estilo \u00e9 oriental moderno,      de linhas arrojadas e com uma imensa c\u00fapula. Sua torre \u00e9 separada do pr\u00e9dio      da igreja e as paredes s\u00e3o em pedra-ferro, com o interior funcional. Na sala      ao lado direito da entrada, existem cadeiras especiais para as m\u00e3es sentarem      com seus filhos no colo durante a novena. O quadro original de Nossa Senhora      do Perp\u00e9tuo Socorro teria sido pintado, segundo a vers\u00e3o tradicional, por      S\u00e3o Lucas. Foi venerado durante muitos anos na Igreja de Santa Sofia, transformada      numa mesquita em Constantinopla, hoje Istambul. Este quadro foi destru\u00eddo,      ficando, por\u00e9m, algumas c\u00f3pias do original. Seu estilo \u00e9 bizantino e traz      Maria, M\u00e3e de Jesus, o Menino Deus e os arcanjos S\u00e3o Gabriel e S\u00e3o Miguel.<\/p>\n<p><strong>Templo Rosacruz<\/strong><\/p>\n<p>A atual Grande Loja da Jurisdi\u00e7\u00e3o de L\u00edngua Portuguesa nasceu com a denomina\u00e7\u00e3o      de Grande Loja do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1956. Em 1960 foi transferida      para Curitiba, no Paran\u00e1, quando foi dado in\u00edcio a constru\u00e7\u00e3o da sua sede      pr\u00f3pria inaugurada em 1964. O Templo faz parte de um conjunto arquitet\u00f4nico      de sete edif\u00edcios, onde funcionam a Administra\u00e7\u00e3o Geral, o Audit\u00f3rio H. Spencer      Lewis, Biblioteca Alexandria, o Espa\u00e7o de Artes Francis Bacon, a Escola Rosacruz      Integrada-ERCI, o Memorial, cuja constru\u00e7\u00e3o foi inspirada no Aknaton&#8217;s Shrine,      do Parque Rosacruz de San Jos\u00e9 na Calif\u00f3rnia-EUA, o Museu Eg\u00edpcio e Rosa Cruz      com um acervo constitu\u00eddo de reprodu\u00e7\u00f5es de pe\u00e7as eg\u00edpcias de v\u00e1rias dinastias.      \u00c9 o \u00fanico museu de r\u00e9plicas eg\u00edpcias na Am\u00e9rica do Sul, e o segundo no Brasil      com uma m\u00famia aut\u00eantica da XXII Dinastia, Novo Imp\u00e9rio, vinda do Museu Eg\u00edpcio      de San Jos\u00e9 na Calif\u00f3rnia-EUA. Destaca-se ainda a Morada do Sil\u00eancio, local      de retiro m\u00edstico situado a 40 km de Curitiba, no munic\u00edpio de quatro Barras.      A Ordem \u00e9 atualmente conhecida por AMORC-Antiga e M\u00edstica Ordem Rosae Crucis,      que tem por finalidade a investiga\u00e7\u00e3o, o estudo e a aplica\u00e7\u00e3o das leis naturais      e espirituais.<\/p>\n<p><strong>Templo das Musas<\/strong><\/p>\n<p>Em estilo grego cl\u00e1ssico, inaugurada em 22 de setembro de 1918. \u00c9 sede mundial      do Instituto Neo-Pitag\u00f3rico fundado pelo paranaense Dario Vellozo em 26 de      novembro de 1909. Destina-se ao estudo, ao desenvolvimento das faculdades      superiores do Ser, ao altru\u00edsmo, inspirado nos Versos de Ouro de Pit\u00e1goras,      para a Cultura, para a Verdade, para a Justi\u00e7a, para a Liberdade, para a Paz,      para a Fraternidade e para a Harmonia. Possui biblioteca especializada e a      consulta somente \u00e9 permitida mediante hora marcada. Tel. (0xx41) 242-1840.      Localiza-se na Rua Dario Vellozo, 460 &#8211; Vila Izabel.<\/p>\n<p><strong>Templo Budista Honpa Hongwandji<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado em 28 de abril de 1996, \u00e9 o primeiro templo budista da cidade.      Constru\u00eddo com recursos vindos do Jap\u00e3o e da comunidade local, o templo ostenta      uma arquitetura moderna, por\u00e9m guarda tra\u00e7os das edifica\u00e7\u00f5es tradicionais      japonesas. Suas instala\u00e7\u00f5es foram projetadas para sediar cultos, semin\u00e1rios,      palestras e outros eventos. O Budismo teve sua base inicial na \u00cdndia no s\u00e9culo      V &#8211; A.C. sendo mais tarde levado \u00e0 China e ao Jap\u00e3o e conta com aproximadamente      500 milh\u00f5es de adeptos em todo o mundo, sendo que atualmente h\u00e1 55 templos      budistas no Brasil. No Paran\u00e1 calcula-se que existam 10.000 adeptos, com templos      tamb\u00e9m em Londrina e Maring\u00e1<\/p>\n<p><strong>Mesquita Mu\u00e7ulmana de Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m denominada de Mesquita de Al Imam Ali Ibn Abi Taleb, n\u00e3o possui detalhes      t\u00e3o complexos como as do Oriente, mas \u00e9 considerado um pr\u00e9dio de grande semelhan\u00e7a,      inclusive em suas torres. Constru\u00edda em 1977, possui eventos expressivos,      delineados pelos cinco pilares do Islam, que s\u00e3o as estruturas b\u00e1sicas da      vida espiritual: Declara\u00e7\u00e3o de F\u00e9, Ora\u00e7\u00e3o, Jejum durante o m\u00eas Sagrado de      Ramadam, Zakat e Peregrina\u00e7\u00e3o. Visitas para grupos, mediante pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Museu Paranaense<\/strong><\/p>\n<p>Fundado em 1876 pelo desembargador e historiador Agostinho Ermelino de Le\u00e3o,      teve v\u00e1rias sedes desde sua funda\u00e7\u00e3o. A primeira foi na Pra\u00e7a Zacarias, l\u00e1      permanecendo por vinte e cinco anos, mas devido ao aumento de seu acervo,      foi transferido para Rua Dr. Muricy, ali ficou por treze anos, mudando-se      depois para a Rua S\u00e3o Francisco, onde funcionou por dezessete anos sob a administra\u00e7\u00e3o      de seu diretor, o historiador Rom\u00e1rio Martins. Por\u00e9m o museu sofreu nova transfer\u00eancia      para o Batel. A nova sede foi demolida, obrigando a mudan\u00e7a para uma resid\u00eancia      particular, na Rua Treze de Maio, onde permaneceu em p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es at\u00e9      ser transferido para a Pra\u00e7a Generoso Marques. Este edif\u00edcio apresenta caracter\u00edsticas      neocl\u00e1ssicas e &#8220;art-nouveau&#8221;. Inaugurado em 1916 com a finalidade      de abrigar a Prefeitura de Curitiba, que ali permaneceu at\u00e9 1969. Foi projetado      pelo ent\u00e3o prefeito, o engenheiro C\u00e2ndido Ferreira de Abreu, com a colabora\u00e7\u00e3o      do escultor Roberto Lacombi e tombado pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico      do Paran\u00e1 em 1964. Seu acervo foi tombado pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico      do Paran\u00e1 e Nacional em 1972. Desde dezembro de 2002, ocupa uma nova sede,      o Pal\u00e1cio S\u00e3o Francisco, constru\u00eddo na d\u00e9cada de 20 para moradia da fam\u00edlia      Garmatter, que entre 1938 e 1953 funcionou como Pal\u00e1cio do Governo Estadual.      De mar\u00e7o de 1987 a novembro de 2002 abrigou o Museu de Arte do Paran\u00e1, hoje      extinto. Sua sede est\u00e1 estruturada para a realiza\u00e7\u00e3o de projetos e atividades      culturais, atingindo os diversos segmentos sociais. Possui laborat\u00f3rios, biblioteca,      audit\u00f3rio, al\u00e9m de salas de exposi\u00e7\u00f5es permanentes e exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias.\u00a0      Informa\u00e7\u00f5es<strong>Museu Oscar Niemeyer<\/strong><\/p>\n<p>Com caracter\u00edsticas de museu do s\u00e9culo XXI, tev\u00ea sua inaugura\u00e7\u00e3o em 22 de      novembro de 2002, com a presen\u00e7a do Presidente da Rep\u00fablica Fernando Henrique      Cardoso e do arquiteto Oscar Niemeyer. O projeto \u00e9 assinado por Oscar Niemeyer,      considerado o maior arquiteto do Brasil, que, a convite do Governo do Paran\u00e1,      aceitou modificar o projeto original do Edif\u00edcio Castello Branco, de sua autoria.      Constru\u00eddo em 1976 para abrigar o Instituto de Educa\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1, funcionava      como \u00e1rea administrativa do Estado, numa constru\u00e7\u00e3o de concreto\u00a0 com      v\u00e3os e balan\u00e7os incompar\u00e1veis em outros edif\u00edcios p\u00fablicos e com espa\u00e7os livres      maiores. Al\u00e9m de reformular a estrutura do pr\u00e9dio j\u00e1 existente, com 27.000      m\u00b2, houve uma amplia\u00e7\u00e3o no projeto, com melhorias gerais para atender os padr\u00f5es      internacionais de instala\u00e7\u00f5es museol\u00f3gicas, dando origem a uma arrojada estrutura      em concreto armado, em formato de &#8220;olho&#8221;, que abriga um sal\u00e3o de      exposi\u00e7\u00f5es de 2100 m\u00b2. O Edif\u00edcio Castello Branco foi remodelado e conta com      tr\u00eas pisos: Piso Inferior (sal\u00e3o de ingresso, cafeteria, livraria, lojas e      \u00e1reas diversas de estar, exposi\u00e7\u00f5es, servi\u00e7os de apoio, manuten\u00e7\u00e3o de acervos,      etc); Piso T\u00e9rreo (exposi\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, audit\u00f3rio com 400 lugares, restaurante      e \u00e1rea para a recep\u00e7\u00e3o de visitantes); e Piso Superior (\u00e1reas destinadas a      exposi\u00e7\u00f5es, administra\u00e7\u00e3o, centro de documenta\u00e7\u00e3o, setor de comunica\u00e7\u00e3o, \u00e1rea      de apoio a curadorias).<\/p>\n<p><strong>Museu de Arte Sacra<\/strong><\/p>\n<p>O Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba \u00e9 o coroamento do processo      de restaura\u00e7\u00e3o do mais antigo templo existente na cidade &#8211; a Igreja da Ordem      Terceira de S\u00e3o Francisco das Chagas. Ocupou anteriormente as depend\u00eancias      do Semin\u00e1rio Menor da Arquidiocese, na Rodovia do Caf\u00e9. Com a restaura\u00e7\u00e3o      da Igreja da Ordem em 1978, optou-se pela cria\u00e7\u00e3o de um espa\u00e7o definitivo      para o museu, que foi inaugurado ao anexo da igreja, em 1981. A pe\u00e7a mais      valiosa do acervo \u00e9 o altar-ret\u00e1bulo lateral da antiga Matriz, um resgate      do passado barroco da cidade. H\u00e1 rel\u00edquias das principais igrejas de Curitiba;      a da Ordem Terceira, da Catedral Metropolitana, de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio      e a de S\u00e3o Francisco de Paula (nunca conclu\u00edda com parte da constru\u00e7\u00e3o conservada      ainda na Pra\u00e7a Jo\u00e3o C\u00e2ndido). Em seu acervo existem pe\u00e7as preciosas como a      imagem de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, datada da segunda metade do s\u00e9culo      XVIII; a do Bom Jesus dos Pinhais, em terracota, de fins do s\u00e9culo XVII e      a de Nossa Senhora do Ter\u00e7o, em madeira policromada, entre outras pe\u00e7as. Existe      ainda um espa\u00e7o reservado \u00e0s exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias.<\/p>\n<p><strong>Museu do Expedicion\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>Mantido pela Legi\u00e3o Paranaense do Expedicion\u00e1rio, \u00f3rg\u00e3o dos ex-combatentes      residentes no Paran\u00e1 e que serviram na For\u00e7a Expedicion\u00e1ria Brasileira (FEB)      durante a II Guerra Mundial. Foi criado em 1946, e desde 1980 \u00e9 vinculado      \u00e0 Secretaria de Estado da Cultura. Seu acervo \u00e9 composto por material b\u00e9lico,      medalh\u00edstica, indument\u00e1ria, fotografias, documentos e jornais referentes a      II Guerra Mundial.<\/p>\n<p><strong>Museu de Arte Contempor\u00e2nea<\/strong><\/p>\n<p>Seu acervo \u00e9 formado de pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e outras      manifesta\u00e7\u00f5es de artistas brasileiros, em especial paranaenses, tendo por      finalidade preservar e divulgar a arte contempor\u00e2nea. Foi criado em 1970,      sendo que desde 1974 se encontra na Pra\u00e7a Zacarias, que em 1978 sofreu ampla      reforma e restaura\u00e7\u00e3o. Este pr\u00e9dio, tombado pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico, teve      sua constru\u00e7\u00e3o iniciada em 1926 e foi inaugurado em 1928, como sede da Secretaria      de Sa\u00fade P\u00fablica, depois da Secretaria do Trabalho e Assist\u00eancia Social que      ocupou at\u00e9 1973. O Museu oferece para escolas e grupos interessados, visitas      monitoradas de segunda-feira a sexta-feira das 10h \u00e0s 12h e das 14 \u00e0s 18h,      com pr\u00e9vio agendamento. Informa\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p><strong>Museu da Imagem e do Som<\/strong><\/p>\n<p>Criado em 1969 junto ao Museu de Arte Contempor\u00e2nea ficou desativado de 1980      a 1984, voltando a funcionar em 1985. Tem como finalidade preservar e resgatar      a mem\u00f3ria audiovisual do Paran\u00e1, atrav\u00e9s de discos, filmes, fitas de \u00e1udio      e de v\u00eddeo, depoimentos e registros da hist\u00f3ria oral, partituras, fotografias,      documentos e equipamentos fotogr\u00e1ficos e de som. Informa\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p><strong>Museu Alfredo Andersen<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s o falecimento de Alfredo Andersen, sua resid\u00eancia foi desapropriada      pelo Estado, para nela ser realizado o sonho que o Mestre acalentou em vida;      uma escola de artes acess\u00edvel a toda a comunidade. Nesta edifica\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo      XIX, foi criada em 1947 a Casa de Alfredo Andersen, que em 1979 passou a denominar-se      Museu Alfredo Andersen e vinculada a Secretaria de Estado da Cultura. Esta      casa onde Andersen viveu e ensinou sua arte de 1915 a 1935, tem por finalidade      cadastrar, expor, preservar, e divulgar a obra e a mem\u00f3ria do Mestre, cuja      contribui\u00e7\u00e3o para as artes pl\u00e1sticas lhe valeu o t\u00edtulo de &#8220;Pai da Pintura      Paranaense&#8221;. Tel. (0xx41) 222-8262. Localiza-se na Rua Mateus Leme, 336.      Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: ter\u00e7a-feira a sexta-feira, das 9h \u00e0s 18h, s\u00e1bado e domingo      das 10h \u00e0s 16h.<\/p>\n<p><strong>Museu Metropolitano de Arte de Curitiba &#8211; MUMA<\/strong><\/p>\n<p>Projetado em 1977, para ser o Centro Comercial do Terminal de Transporte      Coletivo do Port\u00e3o, a constru\u00e7\u00e3o nunca chegou a funcionar como o previsto.      Ap\u00f3s a doa\u00e7\u00e3o \u00e0 Prefeitura Municipal, em 1985, do acervo particular do artista      paranaense Poty Lazzarotto, contendo obras de v\u00e1rios artistas e exemplares      de arte popular, optou-se pela adapta\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio, com a inaugura\u00e7\u00e3o do Museu      Municipal de Arte, em 5 de maio de 1988. Em 22 de agosto de 1996 o espa\u00e7o      \u00e9 renomeado para Museu Metropolitano de Arte de Curitiba &#8211; MUMA, um espa\u00e7o      aberto para todas as manifesta\u00e7\u00f5es das artes pl\u00e1sticas, com o objetivo de      preservar, conservar e divulgar o acervo de arte do munic\u00edpio.<\/p>\n<p><strong>Museu de Hist\u00f3ria Natural &#8211; Bosque Cap\u00e3o da Imbuia<\/strong><\/p>\n<p>O acervo existente desde 1935 esteve abrigado no Museu Paranaense at\u00e9 1956.      Desta data em diante, se integrou a diversas institui\u00e7\u00f5es, sendo que em 1981      passou a ser administrado pela Prefeitura Municipal, em sede pr\u00f3pria no Cap\u00e3o      da Imbuia. Ligado a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, desenvolve pesquisas      na \u00e1rea zool\u00f3gica, abrangendo mam\u00edferos, aves, r\u00e9pteis, anf\u00edbios, peixes,      insetos, aracn\u00eddeos, moluscos e parasitas, estando cada uma dessas \u00e1reas representadas      por cole\u00e7\u00f5es cient\u00edficas. Tamb\u00e9m se realizam trabalhos de pesquisas em esp\u00e9cies      amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o nas diversas regi\u00f5es do Estado. Ocupando uma \u00e1rea de      36.000 m\u00b2, conta com um setor expositivo voltado ao p\u00fablico em geral, sendo      que na exposi\u00e7\u00e3o externa &#8220;No Caminho das Arauc\u00e1rias&#8221; em meio ao      bosque, existem 12 vitrines e pain\u00e9is ao longo de uma passarela elevada de      aproximadamente 400 metros que mostra as inter-rela\u00e7\u00f5es encontradas na floresta      de arauc\u00e1ria. A exposi\u00e7\u00e3o interna enfoca o tema &#8220;Ecossistemas Brasileiros&#8221;      onde est\u00e3o representados a Floresta com Arauc\u00e1ria, a Floresta Tropical, o      Cerrado e o Banhado, mostrando a extraordin\u00e1ria diversidade de vida animal      e vegetal existente e a import\u00e2ncia de sua conserva\u00e7\u00e3o. O Museu encontra-se      dentro do Bosque Cap\u00e3o da Imbuia.<\/p>\n<p><strong>Conservat\u00f3rio de M\u00fasica Popular Brasileira de Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>Foi inaugurado no ano de 1992 e em outubro de 1993 mudou-se para a sua sede      definitiva, cujo pr\u00e9dio \u00e9 um projeto de reciclagem do Solar dos Guimar\u00e3es,      edifica\u00e7\u00e3o de tr\u00eas pavimentos em pedra e tijolo constru\u00edda no \u00faltimo quartel      do s\u00e9culo XIX, no Setor Hist\u00f3rico. Destru\u00eddo por um inc\u00eandio em 1979 que deixou      em p\u00e9 apenas as paredes externas, o sobrado serviu tamb\u00e9m como hotel e casa      comercial. No campo do ensino o Conservat\u00f3rio vem se firmando como escola      de excel\u00eancia desenvolvendo diversos projetos que re\u00fanem os melhores instrumentistas      e professores do pa\u00eds. Funciona ali uma biblioteca com volumes espec\u00edficos      de m\u00fasicas, reportagens sobre artistas da MPB e fonoteca. O Conservat\u00f3rio      promove tamb\u00e9m Bate Papos Musicais com artistas de renome nacional de passagem      por Curitiba e na Pra\u00e7a Jacob do Bandolim (anexo ao local) abre espa\u00e7o para      m\u00fasicos e grupos locais apresentarem seus trabalhos. Possui ainda quatro corpos      art\u00edsticos; a Orquestra \u00c0 Base de Corda, a Orquestra \u00c0 Base de Sopro, o Vocal      Brasileir\u00e3o (adultos) e o Coral Brasileirinho (crian\u00e7as), cujo objetivo \u00e9      o est\u00edmulo, registro e a mem\u00f3ria das muitas express\u00f5es da musicalidade do      povo.<\/p>\n<p><strong>Casa Rom\u00e1rio Martins<\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00e7\u00e3o em estilo colonial do s\u00e9culo XVIII \u00e9 o segundo pr\u00e9dio mais antigo      da cidade, ao lado do primeiro ainda preservado, a Igreja da Ordem. A edifica\u00e7\u00e3o      foi desapropriada pela prefeitura em 1970 e os trabalhos de restaura\u00e7\u00e3o iniciaram-se      em 1973. O arquiteto respons\u00e1vel foi Cyro Corr\u00eaa Lyra. As transforma\u00e7\u00f5es,      realizadas ao longo de dois s\u00e9culos, haviam desfigurado totalmente o interior      e o exterior do velho pr\u00e9dio, por reformas indevidas ou placas de propaganda      em sua fachada. Antes funcionava ali um armaz\u00e9m de secos e molhados e com      a restaura\u00e7\u00e3o foi basicamente, recuperado o aspecto externo. Interiormente      o pr\u00e9dio quase n\u00e3o possui divis\u00f5es, apenas um miolo fechado, e o restante      funciona como galeria. Inaugurada no final de 1973, com a presen\u00e7a de sua      filha Azurita Martins Alice. Ao contr\u00e1rio do que se pensa, Rom\u00e1rio Martins,      nunca teve, em vida, uma liga\u00e7\u00e3o a esta casa. Seu nome \u00e9 uma homenagem p\u00f3stuma      ao brilhante escritor e historiador que nos legou uma bagagem cultural importante,      colaborando em v\u00e1rios setores de nossa vida p\u00fablica. \u00c9 vinculada \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o      Cultural de Curitiba e objetiva a promo\u00e7\u00e3o de exposi\u00e7\u00f5es de artistas paranaenses.<\/p>\n<p>Casa Culpi &#8211; Quando Santa Felicidade fazia parte da rota que levava ao Norte      Pioneiro do Paran\u00e1, o principal ponto de encontro dos caminhoneiros foi o      armaz\u00e9m Culpi, uma das primeiras casa constru\u00eddas em Curitiba pelos imigrantes      italianos, em 1897 a &#8220;Casa Culpi&#8221; foi vendida \u00e0 Prefeitura Municipal,      em 1\u00ba de abril de 1990, depois de restaurada, se transformou em um Memorial      da Imigra\u00e7\u00e3o Italiana, reconstituindo o estilo de vida dos italianos que chegaram      \u00e0 cidade no s\u00e9culo passado. Ali, tamb\u00e9m funcionam os cursos de l\u00edngua italiana      e artes pl\u00e1sticas, al\u00e9m de exposi\u00e7\u00f5es permanentes e tempor\u00e1rias.<\/p>\n<p><strong>Casa Andrade Muricy<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurada em 26 de junho de 1998, se prop\u00f5e a realizar, em suas depend\u00eancias,      mostras de consagrados artistas nacionais e internacionais, promover interc\u00e2mbio      com institui\u00e7\u00f5es afins, realizar atividades culturais e did\u00e1ticas e apoiar      iniciativas de entidades cong\u00eaneres. O pr\u00e9dio foi constru\u00eddo entre 1923 e      1926, a antiga constru\u00e7\u00e3o inaugurada na gest\u00e3o do ent\u00e3o Presidente do Estado,      Caetano Munhoz da Rocha abrigou, al\u00e9m das Coletorias Estaduais, a Reparti\u00e7\u00e3o      de \u00c1gua e Esgoto e a Junta Comercial. Ali tamb\u00e9m funcionou a Secretaria de      Finan\u00e7as, algumas Coordenadorias da Secretaria da Cultura, a Sala Miguel Bakun      e setores voltados para a m\u00fasica. O subsolo sediou o escrit\u00f3rio da Funarte      e mais tarde a Bienal do Design. Ocupando toda a testada da quadra, a edifica\u00e7\u00e3o      tombada pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Paran\u00e1 em 1977, possui tr\u00eas      fachadas: a principal voltada para a Alameda Doutor Muricy e as demais para      as Ruas Saldanha Marinho e Cruz Machado. Na sua parte posterior est\u00e1 interligado      ao pr\u00e9dio da Secretaria de Estado da Cultura. Representante do ecletismo arquitet\u00f4nico      dominante \u00e0 \u00e9poca de sua constru\u00e7\u00e3o, o edif\u00edcio tem as fachadas ornamentadas      com ressaltos de motivos vegetais, envolvendo v\u00e3os do pavimento t\u00e9rreo. A      composi\u00e7\u00e3o da fachada principal \u00e9 sim\u00e9trica, tendo o eixo central marcado      pela porta de entrada, ladeada por colunas j\u00f4nicas encimadas por sacada sustentada      por modilh\u00f5es e guarnecida por guarda-corpo de delicada serralheria. No interior      do edif\u00edcio, pelo tratamento mais requintado destaca-se o vest\u00edbulo, enriquecido      por escadaria em m\u00e1rmore branco que d\u00e1 acesso ao andar superior; \u00e9 iluminado,      ao n\u00edvel do patamar intermedi\u00e1rio da escada, por um precioso vitral policromado      desenhado com motivos florais.<\/p>\n<p><strong>Solar do Bar\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O pr\u00e9dio foi constru\u00eddo entre 1880 e 1883 pertencia a Ildefonso Pereira Correia,      o Bar\u00e3o do Serro Azul, sediando por v\u00e1rios anos o comando da 5\u00aa Regi\u00e3o Militar.      O trabalho de restaura\u00e7\u00e3o foi feito pelo arquiteto Cyro Corr\u00eaa Lyra e o mesmo      \u00e9 composto por tr\u00eas unidades; Bloco Central &#8211; de maior valor hist\u00f3rico; Bloco      B &#8211; que serviu de casa para a Baronesa depois da morte do Bar\u00e3o e o Bloco      C constru\u00eddo pelo ex\u00e9rcito h\u00e1 aproximadamente 40 anos. Atualmente, funciona      como um Centro de Arte e Lazer, mantendo diversos cursos; ensaios, inclusive      da Camerata Anticqua, Orquestra de Harm\u00f4nicas e Coral de Curitiba; audit\u00f3rio;      exposi\u00e7\u00f5es de fotos e jornais; gibiteca, centro de documenta\u00e7\u00e3o, laborat\u00f3rio      fotogr\u00e1fico; oficina de serigrafia em papel; atelier de xilogravura, litografia      e gravura em metal; os Museus do Cartaz, da Gravura e de Fotografia.<\/p>\n<p><strong>Sede da Funda\u00e7\u00e3o Cultural de Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>Acredita-se que esta casa tenha sido constru\u00edda no ano de 1880, a pedido      de Fredolin Wolf, filho de Jos\u00e9 Wolf, o primeiro membro da fam\u00edlia austr\u00edaca      que chegou em Curitiba por volta de 1854. Apesar das diversas loca\u00e7\u00f5es e subloca\u00e7\u00f5es,      o casar\u00e3o sempre pertenceu \u00e0 fam\u00edlia at\u00e9 1974, quando foi declarado de utilidade      p\u00fablica. A casa sediou diversos estabelecimentos e abrigou algumas fam\u00edlias.      Da data da constru\u00e7\u00e3o at\u00e9 1888, sediou o Col\u00e9gio Parthenon Paranaense e o      Col\u00e9gio dos Franciscanos. Em 1889, na \u00e9poca da Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica, residiu      ali a fam\u00edlia do Dr. Joaquim Monteiro de Carvalho e Silva que, em 1891, fazendo      parte da Junta Governativa do Governo Provis\u00f3rio, obrigou-se a transformar      sua resid\u00eancia em sede do Quartel General. Com a chegada de Gumercindo Saraiva,      passou a ser o Quartel do 5\u00ba Distrito. Do gabinete de Gumercindo Saraiva foi      assinada e expedida a ordem de fuzilamento, na Serra do Mar, do Bar\u00e3o do Serro      Azul e seus companheiros, partid\u00e1rios do Marechal Deodoro da Fonseca durante      a Revolu\u00e7\u00e3o Federalista. Em 1897, foi sede do Quartel da For\u00e7a Policial, que      l\u00e1 permaneceu at\u00e9 1900. Abrigou o Col\u00e9gio Internacional. De 1911 a 1913, foi      sede da C\u00e2mara e Prefeitura Municipal. Em 1914, instalou-se na parte superior      a Loja Ma\u00e7\u00f4nica e, na parte t\u00e9rrea, o atelier da pintora e professora Gina      Bianchi. Entre seus alunos destacou-se Theodoro de Bona. Com a mudan\u00e7a da      Loja Ma\u00e7\u00f4nica, a fam\u00edlia Bianchi transferiu-se para o andar superior e sublocou      a parte t\u00e9rrea, l\u00e1 permanecendo at\u00e9 1956. Acolheu a Livraria Braun, entre      1958 e o in\u00edcio dos anos 1970, quando o Munic\u00edpio adquiriu e restaurou o im\u00f3vel.      Desde 1975 \u00e9 sede administrativa da Funda\u00e7\u00e3o Cultural de Curitiba.<\/p>\n<p><strong>Sociedade Giuseppe Garibaldi<\/strong><\/p>\n<p>A &#8220;Societ\u00e0 Giuseppe Garibaldi di Beneficenza&#8221; foi fundada em 1\u00ba      de julho de 1883 com o objetivo de proporcionar aos italianos radicados em      Curitiba, uma maior integra\u00e7\u00e3o, prote\u00e7\u00e3o e aux\u00edlio em horas dif\u00edceis. Em 1895,      o terreno foi doado pelo Governo do Estado e o c\u00f4nsul da It\u00e1lia concedeu um      empr\u00e9stimo \u00e0 comunidade Italiana, que lan\u00e7ou a pedra fundamental do atual      pr\u00e9dio. O projeto foi do engenheiro italiano Ernesto Guaita e teve seu t\u00e9rmino      em 1990, em estilo neocl\u00e1ssico. Foi restaurado de 1992 a 1996, faz parte de      suas atividades um grupo folcl\u00f3rico.<\/p>\n<p><strong>Pal\u00e1cio Avenida<\/strong><\/p>\n<p>Um dos primeiros edif\u00edcios de porte da cidade foi constru\u00eddo pelo imigrante      s\u00edrio-liban\u00eas Feres Merhy, que chegando ao Brasil em 1895, se estabeleceu      em Curitiba. Assim, em 1927, deu in\u00edcio \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do primeiro cine-teatro      do Paran\u00e1, o Avenida, que teve sua inaugura\u00e7\u00e3o em 04 de abril de 1929. Abrigou      entre outros pontos comerciais um caf\u00e9, o folcl\u00f3rico Bar Guairac\u00e1 e o Cine      Avenida, um dos primeiros cinemas de Curitiba. O importante monumento arquitet\u00f4nico      ocupa uma \u00e1rea de 17.700 m\u00b2, \u00e9 um projeto original de Valentim Freitas, Bortolo      Bergonse e Bernardino d&#8217;Assump\u00e7\u00e3o Oliveira. Passou por quatro reformas at\u00e9      sua inaugura\u00e7\u00e3o em 05 de mar\u00e7o de 1991, sendo que o projeto de restaura\u00e7\u00e3o      do Avenida, \u00e9 assinado por Rubens Meister e Elias Lipatin Furman, preservando      totalmente a fachada e transformando seu interior num dos mais modernos projetos      arquitet\u00f4nicos. Abriga al\u00e9m da ag\u00eancia banc\u00e1ria e do setor administrativo,      o Audit\u00f3rio Bamerindus, com capacidade para 250 pessoas e o objetivo de desenvolver      atividades culturais, a exemplo do &#8220;Natal no Avenida&#8221; que re\u00fane      num coral, crian\u00e7as carentes e idosos, numa mensagem de paz e esperan\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Edif\u00edcio Garcez<\/strong><\/p>\n<p>Primeiro edif\u00edcio arranha-c\u00e9u de Curitiba teve sua constru\u00e7\u00e3o iniciada em      1927, pelo engenheiro Jo\u00e3o Moreira Garcez. Exemplar arquitet\u00f4nico do estilo      art-d\u00e9co com revestimento em p\u00f3 de pedra preto, linhas retas e ao inv\u00e9s de      pilares de concreto, grandes troncos de madeira protegidos com \u00f3leo cru. Constru\u00eddo      no auge do movimento paranista com frisos, bala\u00fastres e gradis estilizando      pinh\u00f5es; os elevadores foram instalados em 1934, e o \u00faltimo pavimento, o oitavo,      s\u00f3 foi conclu\u00eddo em 1946. O pr\u00e9dio abrigou reparti\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, escolas,      associa\u00e7\u00f5es etc. Num projeto do arquiteto Eduardo Pereira Guimar\u00e3es, foi restaurado      e reaberto em 06 de outubro de 1988 como propriedade do Grupo Hermes Macedo      que em 1989 ganhou dos EUA o trof\u00e9u &#8220;Worldstore&#8221;, o mais importante      do mundo no g\u00eanero.<\/p>\n<p><strong>Farol do Saber<\/strong><\/p>\n<p>Com o objetivo de diversificar oportunidades de acesso ao saber, expandindo      o espa\u00e7o do ensino formal, foram constru\u00eddas bibliotecas comunit\u00e1rias que      funcionam articuladas \u00e0s escolas municipais, constituindo-se em pontos de      refer\u00eancia cultural e lazer para a comunidade. Estas bibliotecas foram denominadas      Farol do Saber, evocando a c\u00e9lebre Biblioteca de Alexandria, cidade que representando      um importante centro cultural e econ\u00f4mico, aproximou os povos e iluminou a      antig\u00fcidade com a luz do conhecimento. S\u00e3o constru\u00e7\u00f5es modulares de 88 m\u00b2      com uma torre de 10 metros de altura com sinal luminoso, destinadas ao atendimento      do p\u00fablico em geral com acervo referencial de aproximadamente 5.000 livros.      S\u00e3o 47 bibliotecas comunit\u00e1rias instaladas em diferentes bairros da cidade,      sendo que a primeira foi inaugurada em 19 de novembro de 1994 com o nome de      Machado de Assis no bairro Merc\u00eas. Destaca-se o Farol das Cidades, \u00fanico no      seu g\u00eanero, que se diferencia dos demais pelo seu acervo voltado principalmente      ao planejamento urbano, composto por livros, v\u00eddeos e cd-rom, estando equipado      com computadores conectados \u00e0 Internet e ao geoprocessamento da Prefeitura,      com acesso livre e gratuito \u00e0 popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Centro de Conven\u00e7\u00f5es de Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>Instalado no antigo pr\u00e9dio do Cine Vit\u00f3ria, tradicional espa\u00e7o das artes      e da cultura, por onde passaram in\u00fameras celebridades. Como maior cinema de      Curitiba (1800 lugares) num projeto de Lot\u00e1rio Seigert de 20 de novembro de      1964, teve suas atividades encerradas em janeiro de 1987, ap\u00f3s 23 anos de      exist\u00eancia, quando foi adquirido pelo Governo do Estado, com o objetivo de      sediar o Centro de Conven\u00e7\u00f5es de Curitiba, local de realiza\u00e7\u00e3o de simp\u00f3sios,      exposi\u00e7\u00f5es, congressos, feiras, shows, etc. Possui 8426 m\u00b2 de constru\u00e7\u00e3o,      distribu\u00eddos em 3 blocos: o primeiro constru\u00eddo especialmente para a fun\u00e7\u00e3o,      abriga a administra\u00e7\u00e3o, o setor comercial, os servi\u00e7os de apoio e as exposi\u00e7\u00f5es;      o segundo trata-se do antigo cinema reformado, abrigando o setor de conven\u00e7\u00f5es,      de exposi\u00e7\u00f5es, servi\u00e7os gerais e a entrada principal; o terceiro, abriga parte      dos servi\u00e7os de apoio e d\u00e1 frente para a Rua Pedro Ivo. Todos s\u00e3o interligados,      num projeto arquitet\u00f4nico moderno e arrojado de estruturas de concreto e fachadas      de vidro laminado azul e transparente com detalhes em granito cinza de autoria      de Rafael Dely, Zenon Segundo de Braga Pech, Ricardo Pereira e Abr\u00e3o Assad.      Possui quatro audit\u00f3rios: dois com 184 lugares, um com 215 e outro com 900      lugares &#8211; onde est\u00e1 o palco &#8211; todos s\u00e3o modulares com divis\u00f3rias m\u00f3veis que      permitem formar apenas um grande audit\u00f3rio de 1.483 lugares; al\u00e9m de parlat\u00f3rio,      salas de exposi\u00e7\u00f5es, salas de reuni\u00f5es, lojas, camarins e posto m\u00e9dico<\/p>\n<p><strong>Castelo Lupion &#8211; Canal 12<\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00eddo na d\u00e9cada de 20, em um terreno de quase 10.000m 2 , pelo ervateiro      e cafeicultor Luiz Guimar\u00e3es, que ap\u00f3s viagem pela Fran\u00e7a ficou impressionado      com os castelos do Loire. Contratou o engenheiro paranaense Dr. Carvalho Chaves,      o qual viajou \u00e0 Fran\u00e7a para fazer as observa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias ao projeto. Em      1928, a casa foi inaugurada e, vinte anos mais tarde, passou a ser propriedade      da fam\u00edlia Lupion, que concluiu a decora\u00e7\u00e3o construindo a garagem, depend\u00eancias      de empregados, piscina, pavilh\u00f5es, bar e churrasqueira. Artistas como Jo\u00e3o      Turim, trabalharam no castelo. Theodoro de Bona retratou Herm\u00ednia, mulher      de Mois\u00e9s Lupion, Guido Viaro retratou sua filha Leovegilda, Miguel Bakum      residiu por alguns meses e decorou o \u00faltimo andar e a parte superior da torre.      Alfredo Andersen decorou o vidro da entrada que representa as Cataratas do      Igua\u00e7u. Autoridades do Brasil e do exterior hospedaram-se no castelo que foi      tombado em 1974 pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Paran\u00e1. Localiza-se      na Avenida Batel, 1323.<\/p>\n<p><strong>Palacete Le\u00e3o J\u00fanior<\/strong><\/p>\n<p>O Palacete \u00e9 considerado patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e arquitet\u00f4nico brasileiro,      foi constru\u00eddo no final do s\u00e9culo XIX (1866-1907), em estilo neocl\u00e1ssico por      C\u00e2ndido de Abreu para abrigar a fam\u00edlia Agostinho Ermelino de Le\u00e3o J\u00fanior,      importante ervateiro do ciclo da erva-mate no Paran\u00e1. A fam\u00edlia mudou-se para      o Palacete em 1902. Em 1906 quando o ent\u00e3o Presidente da Rep\u00fablica, Afonso      Pena visitou Curitiba ficou nele hospedado. O casar\u00e3o, um dos mais luxuosos      constru\u00eddos em Curitiba, teve portas, janelas, pain\u00e9is e entalhes em pau-brasil;      vidros e porcelanas importados da Fran\u00e7a e B\u00e9lgica. A propriedade foi inteiramente      restaurada, num trabalho que durou cerca de ano e meio. Foi inaugurado em      24 de outubro de 1987 com o objetivo de se transformar em um espa\u00e7o cultural,      agrupando, organizando e colocando ao acesso de todos, informa\u00e7\u00f5es e exposi\u00e7\u00f5es      sobre a nossa hist\u00f3ria, economia, vida associativa e art\u00edstica a ser fornecida      a todos os interessados. \u00c9 uma central de intelig\u00eancia e preserva\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria      do Estado do Paran\u00e1, na cultura deste final de mil\u00eanio. Localiza-se na Avenida      Jo\u00e3o Gualberto, 530\/570 &#8211; Alto da Gl\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>Solar do Ros\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>Conhecido como &#8220;Solar de Sinh\u00e1 Fran\u00e7a&#8221;, foi, nos idos de 1890 a      resid\u00eancia da fam\u00edlia Paula Fran\u00e7a. Pelos registros, o industrial Ign\u00e1cio      de Paula Fran\u00e7a &#8220;exerceu elevados cargos nesta capital tendo sido Presidente      da C\u00e2mara Municipal, Prefeito, Tesoureiro da Delegacia Fiscal, dedicando-se      nos \u00faltimos tempos de vida \u00e0 sua ind\u00fastria&#8221;, que teria sido a f\u00e1brica      de Cer\u00e2mica das Merc\u00eas. Posteriormente foi adquirido pelo historiador e colecionador      de arte Newton Carneiro, que teve a inten\u00e7\u00e3o n\u00e3o concretizada de transform\u00e1-lo      em pousada. At\u00e9 o ano de 1988, foi sede do Instituto Goethe do Paran\u00e1 que      ministrava cursos e atividades culturais. Em 1989 foi entregue a uma entidade      sem fins lucrativos, que tinha como objetivo resgatar sua mem\u00f3ria atrav\u00e9s      do desenvolvimento de atividades culturais. Dentro desse prop\u00f3sito o casar\u00e3o      foi submetido a um projeto de restaura\u00e7\u00e3o do arquiteto paranaense Ernesto      Zanon conclu\u00eddo em janeiro de 1992. Em maio desse mesmo ano, o Solar do Ros\u00e1rio,      que possui este nome devido \u00e0 proximidade com a Igreja do Ros\u00e1rio, foi inaugurado      como espa\u00e7o de arte e cultura. Hoje, o Solar do Ros\u00e1rio \u00e9 uma iniciativa privada      em forma associativa que abriga um espa\u00e7o particular vivo e atuante de arte      e cultura. Pequeno complexo cultural que envolve galeria de arte, cursos,      oficinas, livraria, molduraria, restaurante, casa de ch\u00e1 e jardim de esculturas.<\/p>\n<p><strong>Teatro Gua\u00edra<\/strong><\/p>\n<p>Antigo Theatro S\u00e3o Theodoro, em homenagem a Theodoro \u00c9bano Pereira, foi inaugurado      em 1884, na Rua Dr. Muricy, onde hoje est\u00e1 a Biblioteca P\u00fablica do Paran\u00e1.      No per\u00edodo da Revolu\u00e7\u00e3o Federalista (1893-1895), serviu de pris\u00e3o pol\u00edtica      para os desafetos de Gumercindo Saraiva durante as desaven\u00e7as entre Picapaus      e Maragatos. S\u00f3 voltou a funcionar em 1900 quando passou a adotar o nome de      Teatro Guayr\u00e1, na linguagem ind\u00edgena &#8220;n\u00e3o passar\u00e1s adiante&#8221;, nome      que homenageava tamb\u00e9m o salto do Rio Paran\u00e1. Foi demolido em 1935, e em 1952,      iniciou-se a constru\u00e7\u00e3o do novo teatro, situado entre as Ruas XV de Novembro,      Conselheiro Laurindo, Tibagi e Amintas de Barros. A constru\u00e7\u00e3o fazia parte      das comemora\u00e7\u00f5es do Centen\u00e1rio de Emancipa\u00e7\u00e3o Pol\u00edtica do Estado, em 1953.      O pequeno audit\u00f3rio, o Salvador de Ferrante, foi inaugurado em 1954. Em 1970,      o teatro \u00e9 atingido por grande inc\u00eandio que destruiu o seu teto, danificou      noventa por cento dos seus vidros, comprometeu toda a estrutura de concreto      armado da plat\u00e9ia do grande audit\u00f3rio. Seria inaugurado naquele ano, mas em      decorr\u00eancia disto, sua inaugura\u00e7\u00e3o foi quatro anos ap\u00f3s, em 1974, com a montagem      da pe\u00e7a &#8220;Paran\u00e1, Terra de Todas as Gentes&#8221;. Possui tr\u00eas salas de      espet\u00e1culos; a Bento Munhoz da Rocha Neto, com 2173 lugares, o pequeno audit\u00f3rio      Salvador de Ferrante ou &#8220;Guairinha&#8221;, com capacidade para 504 espectadores      e o \u00faltimo, Glauco Flores de S\u00e1 Brito, ou mini-audit\u00f3rio, com capacidade para      113 espectadores. O projeto arquitet\u00f4nico do teatro \u00e9 de Rubens Meister. O      grande audit\u00f3rio \u00e9 considerado um dos maiores da Am\u00e9rica Latina em tamanho      e equipamentos, com seis vag\u00f5es elevadores de palco, po\u00e7o de orquestra elevadi\u00e7o,      dentre outras aparelhagens que permitem trocar de cen\u00e1rios em alguns segundos.      Na entrada sobre as portas principais, existe um painel em alto-relevo de      autoria de Poty Lazzarotto. O teatro mant\u00e9m nos seus v\u00e1rios setores, Bal\u00e9      Teatro Gua\u00edra, Companhia de Dan\u00e7a e a Orquestra Sinf\u00f4nica do Paran\u00e1, al\u00e9m      de outras atividades como a Escola de Dan\u00e7a e o Teatro de Bonecos. O Teatro      Guair\u00e1 \u00e9 roteiro dos grandes espet\u00e1culos nacionais e internacionais. As visitas      devem ser previamente agendadas.<\/p>\n<p><strong>Teatro Paiol<\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00eddo no per\u00edodo de 1905-1906, tinha por finalidade abrigar um dep\u00f3sito      de p\u00f3lvora. Foi transformado e modificado por diversas vezes, sendo que ap\u00f3s      1917 abrigou os arquivos municipais. Mais tarde funcionou como sede de uma      Diretoria encarregada de preparar o asfalto para a pavimenta\u00e7\u00e3o das ruas.      Foi restaurado pelo arquiteto Abr\u00e3o Assad, que procurou manter suas caracter\u00edsticas,      com tra\u00e7os arquitet\u00f4nicos romanos em forma circular. O pr\u00e9dio foi inaugurado      como teatro em 1971, com show de Vin\u00edcius de Moraes. Sua capacidade \u00e9 para      220 espectadores<\/p>\n<p><strong>Teatro Universit\u00e1rio de Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>TUC -Inaugurado em setembro de 1976, tem por finalidade colaborar com os      anseios universit\u00e1rios, seus idealizadores, tendo capacidade para 108 espectadores.      Atualmente a programa\u00e7\u00e3o e a administra\u00e7\u00e3o do teatro \u00e9 inteiramente de responsabilidade      da Funda\u00e7\u00e3o Cultural de Curitiba.<\/p>\n<p>Teatro Fernanda Montenegro &#8211; Inaugurado em setembro de 1993, com a presen\u00e7a      da atriz homenageada, e a estr\u00e9ia da pe\u00e7a &#8220;O C\u00e9u Pode Esperar&#8221; com      Paulo Autran. Possui 550 lugares e se constitui numa das concep\u00e7\u00f5es mais modernas      e atualizadas do g\u00eanero, que traz como principal novidade os ordenamentos      laterais. \u00c9 destinada a exibi\u00e7\u00e3o de espet\u00e1culos de alto n\u00edvel, podendo ser      shows musicais, pe\u00e7as de teatro, concertos etc.<\/p>\n<p><strong>\u00d3pera de Arame &#8211; Parque das Pedreiras<\/strong><\/p>\n<p>Equipamento cultural inaugurado em 18 de mar\u00e7o de 1992 destinados a apresenta\u00e7\u00f5es      art\u00edsticas e culturais. Faz parte, juntamente com o Espa\u00e7o Cultural Paulo      Leminski, do Parque das Pedreiras &#8211; antigo local da Pedreira Jo\u00e3o Gava, com      capacidade para 60.000 pessoas. Foi edificada em ferro tubular e revestida      em tela aramada, numa estrutura semelhante \u00e0 \u00d3pera de Paris. S\u00e3o 4.000 m\u00b2      de \u00e1rea constru\u00edda em tr\u00eas n\u00edveis, que abrigam 1.800 lugares na plat\u00e9ia e      46 camarotes com capacidade total de 600 espectadores, num projeto do arquiteto      Domingos Bongestabs. Toda a \u00d3pera \u00e9 cercada por um lago de 50 por 150 metros      al\u00e9m de na \u00e1rea existir uma cascata &#8211; origin\u00e1ria de uma das nascentes do local,      uma passarela aramada de entrada e um bonito paisagismo.. Tel. (0xx41) 354-3266      \/ 355-0070. Localiza-se na Rua Jo\u00e3o Gava, s\/n\u00ba &#8211; Pilarzinho. Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o:      ter\u00e7a-feira a domingo das 8h \u00e0s 22h.<\/p>\n<p>Fonte:www.curitibatur.com.br<\/p>\n<h6>Curitiba<\/h6>\n<h4>Bandeira de Curitiba<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/curitiba-061.jpg\" alt=\"Bandeira de Curitiba\" title=\"Bandeira de Curitiba\" width=\"350\" height=\"250\" border=\"0\" style=\"border: 0px none; margin: 0px; padding: 0px\" \/><\/p>\n<h4>Letra do Hino de Curitiba<\/h4>\n<p><strong>Letra:<\/strong>Ciro Silva<br \/>\n<strong>M\u00fasica:<\/strong>Bento Mossurunga<\/p>\n<p><strong>I<\/strong><\/p>\n<p>Cidade linda e amorosa da terra de Guairac\u00e1.<br \/>\n     Jardim luz, cheio de rosa Capital do Paran\u00e1.<br \/>\n     Pela ridente paisagem<br \/>\n     Pela riqueza que encerra,<br \/>\n     Curitiba tem a imagem<br \/>\n     Dum para\u00edso na terra.<\/p>\n<p><strong>ll<\/strong><\/p>\n<p>Viver n\u0092ela \u00e9 um privil\u00e9gio<br \/>\n     Que goza quem n\u0092ela est\u00e1.<br \/>\n     Jardim luz, cheio de rosa<br \/>\n     Capital do Paran\u00e1.<br \/>\n     P\u00e9rola deste planalto<br \/>\n     Toda faceira e bonita.<br \/>\n     Na riqueza e na opul\u00eancia<br \/>\n     Vive, resplande, palpita<\/p>\n<p><strong>lll<\/strong><\/p>\n<p>Subindo pela colina<br \/>\n     Altiva sempre ser\u00e1.<br \/>\n     Jardim luz cheio de rosa<br \/>\n     Cora\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1.<br \/>\n     Salve! cidade querida<br \/>\n     Gl\u00f3ria de her\u00f3is fundadores.<br \/>\n     Curitiba, linda j\u00f3ia<br \/>\n     Feita de luz e de flores.<\/p>\n<h4>Gloss\u00e1rio<\/h4>\n<p><strong>Ridente:<\/strong>risonha, alegre.<br \/>\n<strong>Opul\u00eancia:<\/strong>riqueza.<br \/>\n<strong>Resplande:<\/strong>brilha.<br \/>\n<strong>Altiva:<\/strong>imponente.<\/p>\n<p>Fonte:www.cmc.pr.gov.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Curitiba, Hist\u00f3ria, Funda\u00e7\u00e3o, Pontos Tur\u00edsticos, Cidade, Capital, Cultura, Museus, Gastronomia, Paran\u00e1, Clima, Bandeira, Curitiba<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[88],"tags":[],"class_list":["post-46751","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-turismo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Curitiba, Hist\u00f3ria, Funda\u00e7\u00e3o, Pontos Tur\u00edsticos, Cidade, Capital Curitiba<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Curitiba, Hist\u00f3ria, Funda\u00e7\u00e3o, Pontos Tur\u00edsticos, Cidade, Capital, Cultura, 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