{"id":46750,"date":"2016-06-13T18:58:11","date_gmt":"2016-06-13T18:58:11","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=46750"},"modified":"2016-06-14T11:49:54","modified_gmt":"2016-06-14T11:49:54","slug":"campinas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/campinas","title":{"rendered":"Campinas"},"content":{"rendered":"<p>A origem do povoamento de\u00a0<strong>Campinas<\/strong>\u00a0est\u00e1      ligada \u00e0 abertura dos caminhos para o sert\u00e3o de Goi\u00e1s e Mato Grosso, feita      pelos paulistas do Planalto de Piratininga. Uma dessas trilhas, aberta entre      1721 e 1730, chamou-se &#8220;Caminho dos Goiases&#8221;. <\/p>\n<p>Logo instalou-se um pouso para descanso dos tropeiros que utilizavam esse      caminho entre as vilas de Jundia\u00ed e Mogi-Mirim. Esse pouso ficou conhecido      pelo nome de &#8220;Campinas do Mato Grosso&#8221; em raz\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o de tr\u00eas      pequenos descampados ou &#8220;campinhos&#8221; em meio \u00e0 densa mata.<\/p>\n<p>O povoamento efetivo come\u00e7ou com a chegada de Francisco Barreto Leme, vindo      de Taubat\u00e9 entre 1739 e 1744. Veio com sua fam\u00edlia e conterr\u00e2neos e fixou-se      em terras adquiridas do que era uma antiga sesmaria.<\/p>\n<p>No ano de 1767, eram 185 as pessoas que moravam no bairro de Mato Grosso,      segundo um recenseamento. A economia baseada na agricultura de subsist\u00eancia      e os recursos dispon\u00edveis eram m\u00ednimos Em 1772 foi solicitada licen\u00e7a para      a constru\u00e7\u00e3o de uma capela devido \u00e0 grande dist\u00e2ncia das igrejas, mais pr\u00f3ximas      de Jundia\u00ed. <\/p>\n<p>Atrav\u00e9s de press\u00f5es pol\u00edticas as autoridades eclesi\u00e1sticas concederam, em      1773, autoriza\u00e7\u00e3o para a constru\u00e7\u00e3o de uma igreja Matriz, ao inv\u00e9s de uma      simples capela. Isso significou a emancipa\u00e7\u00e3o religiosa de Campinas, embora      a vila continuasse dependente politicamente de Jundia\u00ed No m\u00eas de maio de 1774,      o ent\u00e3o governador da Capitania de S\u00e3o Paulo, Morgado Mateus outorgou a Barreto      Leme a funda\u00e7\u00e3o do n\u00facleo e estipulou algumas medidas urban\u00edsticas b\u00e1sicas      para o local. <\/p>\n<p>No dia 14 de julho de 1774, em uma capela provis\u00f3ria, foi celebrada a primeira      missa por Frei Antonio de P\u00e1dua, primeiro vig\u00e1rio da nova par\u00f3quia. Essa data      ficou sendo a data of icial da funda\u00e7\u00e3o de Campinas. J\u00e1 em 1775, foi criado      o Distrito de Concei\u00e7\u00e3o de Campinas. Em 1797 foi elevado \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de vila      com o nome de S\u00e3o Carlos, surgindo assim o munic\u00edpio com territ\u00f3rio desmembrado      de Jundia\u00ed. <\/p>\n<p>Eram 2107 habitantes e pouco mais de quatrocentas casas. A denomina\u00e7\u00e3o de      S\u00e3o Carlos nunca prevaleceu junto \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, tanto que no ano de 1842 a      vila foi elevada \u00e0 categoria de cidade com o nome, j\u00e1 tradicional, de Campinas.<\/p>\n<p>A economia regional foi marcada inicialmente pela lavoura canavieira e a      ind\u00fastria a\u00e7ucareira, com uso significativo de m\u00e3o-de-obra escrava. A economia      passou, gradativamente, da monocultura a\u00e7ucareira para a monocultura cafeeira      no in\u00edcio do s\u00e9culo XIX. Em 1830, o caf\u00e9 j\u00e1 estava consolidado na regi\u00e3o,      de modo que em 1854 haviam em Campinas 117 fazendas com a produ\u00e7\u00e3o anual de      mais de trezentas mil arrobas de caf\u00e9. <\/p>\n<p>A seguir, vieram os imigrantes europeus, substituindo&#8221;gradualmente,      a m\u00e3o-de-obra escrava nas fazendas, nas ferrovias, a partir da d\u00e9cada de 1870.      Aos poucos, apesar de ser uma sociedade conservadora devido \u00e0 monocultura,      ao patriarcalismo e a escravid\u00e3o, o ac\u00famulo de capital gerado pela agricultura      desenvolveu o setor terci\u00e1rio (com\u00e9rcio e finan\u00e7as), criando a infra-estrutura      capaz de organizar o crescimento industrial a partir do final do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p> Atualmente Campinas tem uma \u00e1rea de 801 quil\u00f4metros quadrados, (fonte &#8211;      Funda\u00e7\u00e3o Seade 93) com cerca de 910.663 habitantes (Fonte\u00b6 Seplama &#8211; Deplan).      O munic\u00edpio possui quatro distritos: Joaquim Eg\u00eddio Sousas, Bar\u00e3o Geraldo      e Nova Aparecida.<\/p>\n<p>Hoje Campinas \u00e9 uma das cidades que mais cresce no interior do Estado. Tem      cerca de um milh\u00e3o de habitantes e uma renda percapta de US 5.800 d\u00f3lares,      segundo estimativa da Secretaria Municipal de Planejamento.<\/p>\n<p>Como todo grande centro, n\u00e3o perdeu de vista a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os e a      proposta de dar boa qualidade de vida a seus habitantes, acompanhando as novas      tend\u00eancias de mercado.<\/p>\n<p>Campinas \u00e9 geralmente apontada como uma terra de tradi\u00e7\u00f5es. Coisa do seu      passado, n\u00e3o se demora entretanto, na contempla\u00e7\u00e3o dos feitos de seus filhos,      os quais durante dois s\u00e9culos, trabalharam para construir uma grande cidade      e se destacaram a impulsionar a economia paulista e lan\u00e7ar as bases do sistema      ferrovi\u00e1rio que conquistou as melhores terras para o caf\u00e9, trazido do Vale      do Para\u00edba.<\/p>\n<p>Esse passado glorioso, a gente campineira procura honrar, trabalhando para      o futuro. Aqui a escolas de todos os graus, inclusive as suas Universidades,      est\u00e3o abertas para servir a S\u00e3o Paulo e ao Brasil. A sua rede hospitalar e      procurada por brasileiros de todos os Estadas. A ind\u00fastria em expans\u00e3o e seu      ativo com\u00e9rcio oferecem a S\u00e3o Paulo e ao pa\u00eds, not\u00e1vel contribui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A excel\u00eancia dos servi\u00e7os p\u00fablicos concorre tamb\u00e9m para tornar Campinas uma      cidade magn\u00edfica, onde se pode morar com conforto. Por isso somos uma cidade      feliz, recebendo com alegria todos aqueles que nos visitam e apreciam a moderna      arquitetura que roubou a cidade seu aspecto colonial. <\/p>\n<p>Nas ruas \u00e9 marcante a presen\u00e7a da mocidade estudioso e no placidez dos bairros,      jardins eternamente floridos enfeitam as resid\u00eancias, mesmo as mais modestas.      Esses s\u00e3o aspectos caracter\u00edsticos de Campinas, a despertar a aten\u00e7\u00e3o dos      visitantes, que se deliciam no Bosque dos Jequitibas ou contemplam a grandiosidade      da cidade do alto do Castelo.<\/p>\n<p>Queremos que nos visitem, pois mais frequente mente poderemos oferecer a      hospitalidade da boa gente campineira. E que o visitante aqui se encontre      como em sua terra natal, porque Campinas orgulha-se em ser um peda\u00e7o de S\u00e3o      Paulo, a servi\u00e7o do Brasil.<\/p>\n<h4><strong>Tend\u00eancias<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin8.jpg\" alt=\"Campinas\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>Qualidade, tecnologia, respeito, conforto e aten\u00e7\u00e3o. Estas s\u00e3o as exig\u00eancias      do consumidor moderno, que hoje e bem informado, seletivo e em condi\u00e7\u00f5es de      exercer seus direitos de escolha cidadania.<\/p>\n<p>Enfim, uma pessoa que n\u00e3o se contenta mais com bons pre\u00e7os apenas. Para atender      este consumidor, surgem novos tipos de com\u00e9rcio e a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os      e cada vez mais constante. A exig\u00eancia deixou de estar somente entre as pessoas      com alto poder aquisitivo e as ind\u00fastrias e o com\u00e9rcio criam a cada dia novas      tecnologias para contentar clientes das mais diversas classes sociais.<\/p>\n<p>A grande concentra\u00e7\u00e3o de renda entre a minoria da popula\u00e7\u00e3o brasileira obrigou      o com\u00e9rcio e a industria a se preocuparem mais com a qualidade e produtos      de alto valor.<\/p>\n<p>O economista da \u00e1rea de conjuntura do Seade (funda\u00e7\u00e3o Sistema de An\u00e1lise      e Dados), Paulo Borges Lemos, cita como exemplo a explos\u00e3o na compra de carros      importados. &#8220;Por outro lado, a ind\u00fastria automobil\u00edstica nacional come\u00e7a      a atender um p\u00fablico como menor poder aquisitivo, fabricando ve\u00edculos mais      baratos com conforto e qualidade-os carros populares&#8221;, a firma Borges      Lemos, acrescentando que o com\u00e9rcio e a ind\u00fastria hoje est\u00e3o se adaptando      a todos os tipos de consumidor.<\/p>\n<p>O primeiro nome de Campinas foi Campinas de Mato Grosso, devido \u00e0 floresta      densa e inexplorada que caracterizava a regi\u00e3o. Era passagem obrigat\u00f3ria das      Miss\u00f5es dos Bandeirantes que iam para as minas de ouro no interior.<\/p>\n<p>O povoamento de fato teve in\u00edcio entre 1.739 e 1.744 com a vinda de Taubat\u00e9      de Francisco Barreto Leme.<br \/>\n     Em 14 de julho de 1.774, numa capela provis\u00f3ria, foi celebrada a primeira      missa oficializando a funda\u00e7\u00e3o da Freguesia Nossa Senhora de Concei\u00e7\u00e3o de      Campinas.<\/p>\n<p>Em 1.797 \u00e9 elevada a Vila e altera o nome para Vila de S\u00e3o Carlos.<\/p>\n<p>Em 05 de fevereiro de 1.842, j\u00e1 com 2.107 habitantes , e cerca de 40 casas,      foi elevada \u00e0 categoria de cidade com o nome de Campinas.<\/p>\n<p>Em 11 de julho de 1.836 , nasce em Campinas , o &#8220;filho da terra&#8221;      , o autor e compositor Carlos Gomes, o primeiro artista das Am\u00e9ricas a ser      reconhecido pela aristocracia europ\u00e9ia pelas suas consagradas e inesquec\u00edveis      obras, com especial destaque para, \u0093O Guarani\u0094.<\/p>\n<p>Em 1872, gra\u00e7as ao plantio de caf\u00e9 e a constru\u00e7\u00e3o da Companhia Paulista de      Estradas de Ferro, Campinas passa a ser uma das maiores cidades do Pa\u00eds.<br \/>\n     Conhecida como a \u0093Cidade das Andorinhas\u0094 porque durante muitos e      muitos anos, milhares de Andorinhas-P\u00farpura (Progne Subis), que eram s\u00edmbolo      da liberdade, fugiam do rigoroso inverno Canadense, fazendo com que aqui fosse,      sua rota de migra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Campinas teve na sua economia inicial, a lavoura canavieira e a ind\u00fastria      a\u00e7ucareira, passando Gradativamente para a monocultura cafeeira no in\u00edcio      do s\u00e9culo XIX .&lt;<br \/>\n     Aos poucos desenvolveu-se o setor terci\u00e1rio (com\u00e9rcio e finan\u00e7as) criando-se      infra-estrutura necess\u00e1ria para capacitar e organizar o crescimento industrial.<\/p>\n<p>Hoje, Campinas \u00e9 a 3a. maior cidade do estado de S\u00e3o Paulo. Est\u00e1 localizada      numa \u00e1rea de 850 Km2, situando-se a 90 Km de dist\u00e2ncia da capital, e segundo      as estat\u00edsticas, j\u00e1 conta com uma popula\u00e7\u00e3o de mais de um milh\u00e3o de habitantes.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p>a b Divis\u00e3o Territorial do Brasil. Divis\u00e3o Territorial do Brasil e Limites      Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) (1 de      julho de 2008). P\u00e1gina visitada em 11 de outubro de 2008.&lt;<br \/>\n     a b c d IBGE divulga as estimativas populacionais dos munic\u00edpios em 2009 (HTML).      Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) (14 de agosto de 2009).      P\u00e1gina visitada em 5 de setembro de 2008.&lt;<br \/>\n     Ranking decrescente do IDH-M dos munic\u00edpios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento      Humano. Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). P\u00e1gina      visitada em 11 de outubro de 2008.&lt;<br \/>\n     a b c Produto Interno Bruto dos Munic\u00edpios 2003-2007. Instituto Brasileiro      de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) (16 de dezembro de 2009). P\u00e1gina visitada      em 16 de dezembro de 2009.&lt;<br \/>\n     a b Unicamp \u0096 Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o e Imprensa 17 de Junho de 2005&lt;<br \/>\n     Tabela 793 \u0096 Popula\u00e7\u00e3o residente, em 1\u00ba de abril de 2007: Publica\u00e7\u00e3o      Completa. Sistema IBGE de Recupera\u00e7\u00e3o Autom\u00e1tica (SIDRA) (14 de novembro de      2007). P\u00e1gina visitada em 10 de agosto de 2008.&lt;<br \/>\n     &#8220;A primeira macrometr\u00f3pole do hemisf\u00e9rio sul&#8221;, Jornal Estad\u00e3o. P\u00e1gina      visitada em 12-10-2008.&lt;<br \/>\n     CIATEC Campinas, sobre relevo, Acessado em 9 de Abril, 2007&lt;<br \/>\n     P\u00e1gina oficial de Campinas: Observat\u00f3rio Municipal de Campinas (em portugu\u00eas).&lt;<br \/>\n     Clima de Campinas &#8211; Cepagri Acessado em 25 de mar\u00e7o de 2009&lt;<br \/>\n     Geadas &#8211; CepagriAcesso em 25 de mar\u00e7o de 2009&lt;<br \/>\n     Cepagri Clima de Campinas, Acessado em 9 de abril de 2007&lt;<br \/>\n     Informa\u00e7\u00e3o Meteorol\u00f3gica de Campinas.&lt;<br \/>\n     Cidades Irm\u00e3s &#8211; Prefeitura de CampinasAcessado em 2 de abril de 2009&lt;<br \/>\n     T\u00edtulo ainda n\u00e3o informado (favor adicionar).&lt;<br \/>\n     T\u00edtulo ainda n\u00e3o informado (favor adicionar).&lt;<br \/>\n     a b c Infraero \u0096 Movimento nos Aeroportos&lt;<br \/>\n     Campinas prepara o seu fura-filaAcessado em 2 de abril de 2009.<\/p>\n<p>Fonte: www.achetudoeregiao.com.br<\/p>\n<h6>Campinas<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p><strong>Campinas: uma hist\u00f3ria de supera\u00e7\u00e3o e sucesso<\/strong><\/p>\n<p>Com seus 235 anos, a cidade de Campinas tem sido uma das que mais se destaca      na gera\u00e7\u00e3o de empregos, atra\u00e7\u00e3o de empresas e na melhora da qualidade de vida      da popula\u00e7\u00e3o. E n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 isso: com voca\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e acad\u00eamica, localiza\u00e7\u00e3o      estrat\u00e9gica, mercado consumidor e capital humano, com m\u00e3o de obra qualificada,      a cidade se firma como um dos destinos mais atraentes para quem quer passear,      investir ou viver.<\/p>\n<p>Agora Campinas d\u00e1 mais um importante passo, com a vinda do TAV \u0096 Trem      de Alta Velocidade &#8211; para a cidade. Indo ao encontro da sua voca\u00e7\u00e3o para as      ferrovias, o munic\u00edpio mais uma vez entra, com pioneirismo, na rota do desenvolvimento.    <\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, outros projetos, j\u00e1 em andamento, como a amplia\u00e7\u00e3o do Aeroporto      Internacional de Viracopos, a expans\u00e3o da Ciatec, p\u00f3lo tecnol\u00f3gico da cidade;      o prolongamento do corredor log\u00edstico Anhanguera-Bandeirantes-D.Pedro; a Expans\u00e3o      do Tecno Park; e a cria\u00e7\u00e3o do P\u00f3lo Anhanguera, com centro de conven\u00e7\u00f5es e      exposi\u00e7\u00e3o, e arena esportiva; expans\u00e3o da malha ferrovi\u00e1ria e revitaliza\u00e7\u00e3o      do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e cultural da cidade.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin9.jpg\" alt=\"Campinas\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>Mas, para chegar onde est\u00e1, Campinas teve que galgar um hist\u00f3rico de supera\u00e7\u00e3o      e busca pelo desenvolvimento social e econ\u00f4mico, com foco, principalmente,      na \u00e1rea de saneamento b\u00e1sico. No s\u00e9culo XIX uma epidemia de febre amarela      dizimou 30% de sua popula\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Antes desta trag\u00e9dia a cidade era uma das mais ricas e modernas n\u00e3o s\u00f3 do      estado de S\u00e3o Paulo, mas do Brasil. E Campinas &#8211; assim como a Phoenix, s\u00edmbolo      da cidade \u0096 &#8220;ressurgiu das cinzas\u0094 e reconquistou seu espa\u00e7o      de destaque no cen\u00e1rio estadual e nacional.<\/p>\n<h4><strong>Hist\u00f3ria da Cidade<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin10.jpg\" alt=\"Campinas\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>O povoamento que deu origem \u00e0 Campinas teve in\u00edcio entre 1739 e 1744 com      a vinda do Capit\u00e3o Francisco Barreto Leme do Prado, de Taubat\u00e9. Em 14 de julho      de 1774, numa capela provis\u00f3ria, foi celebrada a primeira missa oficializando      a funda\u00e7\u00e3o da Freguesia Nossa Senhora de Concei\u00e7\u00e3o de Campinas.<\/p>\n<p>A agricultura foi um dos destaques na hist\u00f3ria da cidade, primeiro com a      cana-de-a\u00e7\u00facar e depois com as lavouras de caf\u00e9. Em pouco tempo a economia      cafeeira impulsionou um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. E em 1872,      com a vinda da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, Campinas passou a      ter um dos maiores entroncamentos ferrovi\u00e1rios do estado de S\u00e3o Paulo. <\/p>\n<p>Os trilhos partiam para o Sul de Minas Gerais (pela Mogiana), para o Interior      do Estado e Mato Grosso do Sul (pela Paulista e pela Sorocabana) e duas pequenas      linhas extintas: uma para Paul\u00ednia (a Funilense) e a outra, para Sousas.<\/p>\n<p>Com a crise da economia cafeeira, a partir da d\u00e9cada de 1930, a economia      de Campinas assumiu um perfil mais industrial e de servi\u00e7os. A cidade ent\u00e3o      recebeu imigrantes provenientes de todo o mundo (destacando-se a imigra\u00e7\u00e3o      italiana), atra\u00eddos pela instala\u00e7\u00e3o de um novo parque produtivo.<\/p>\n<p>Entre as d\u00e9cadas de 1970 e 1980, a cidade praticamente duplicou de tamanho,      por conta de fluxos migrat\u00f3rios internos. Devido ao seu grande progresso,      a cidade, localizada no oeste do estado, passou a ser conhecida como a &#8220;Princesa      d&#8217;Oeste&#8221;.<\/p>\n<p>Com a constru\u00e7\u00e3o de grandes rodovias como a Rodovia Anhanguera (1948), a      Rodovia dos Bandeirantes (1978), a Rodovia Santos Dumont (d\u00e9cada de 1980),      a Rodovia Dom Pedro I, Rodovia Governador Adhemar de Barros, a Rodovia Jornalista      Francisco Aguirre Proen\u00e7a e a Rodovia General Milton Tavares de Souza (ou      Tapet\u00e3o), que \u00e9 o principal acesso \u00e0 REPLAN (Refinaria do Planalto Paulista),      Campinas consolidou-se como importante entroncamento rodovi\u00e1rio.<\/p>\n<h4>Na rota do desenvolvimento<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin11.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"354\" height=\"257\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>Antes mesmo de ser considerada a \u0093esquina do mundo\u0094, em raz\u00e3o da      presen\u00e7a do mais importante entroncamento rodovi\u00e1rio do Pa\u00eds, em conjun\u00e7\u00e3o      com o Aeroporto de Viracopos e com uma infra-estrutura vigorosa na \u00e1rea de      transportes e armazenagem de cargas e mercadorias, a cidade de Campinas teve      participa\u00e7\u00e3o ativa e marcante em v\u00e1rios momentos e epis\u00f3dios da Hist\u00f3ria do      Brasil.<\/p>\n<p>Assim, a escolha de Campinas para integrar o tra\u00e7ado do TAV, a amplia\u00e7\u00e3o      do Aeroporto Internacional de Viracopos, entre outros aspectos, s\u00e3o conquistas      de uma cidade pujante que, desde sua funda\u00e7\u00e3o, sempre esteve na rota do desenvolvimento      do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>No caminho de bandeirantes e de tropeiros, que seguiam em busca de diamantes      em Goi\u00e1s, a cidade foi se sedimentando a partir do final do s\u00e9culo XVIII.      No epis\u00f3dio her\u00f3ico da Guerra do Paraguai, tropas recrutadas em 1866 no Rio      de Janeiro para atacar o pa\u00eds inimigo pelo flanco norte, permaneceram estacionadas      ao longo de 66 dias em Campinas &#8211; mais precisamente no Largo Santa Cruz -,      antes de partirem para a luta que ficou conhecida como A Retirada de Laguna.<\/p>\n<p>A epop\u00e9ia e a festiva estada em Campinas s\u00e3o relatadas no livro, com o mesmo      nome, de autoria de Alfredo D\u0092Escragnolle Taunay, o Visconde de Taunay,      que, com entusiasmo e alegria destaca o perfeito entrosamento dos soldados      com a elite cafeeira da cidade.<\/p>\n<p>Por essa ocasi\u00e3o, em meados do s\u00e9culo XIX, o Estado de S\u00e3o Paulo amplia sua      fronteira agr\u00edcola, estendendo o cultivo de caf\u00e9 para o interior. O produto      que faz a riqueza do Brasil passa a necessitar de um escoamento r\u00e1pido e eficiente,      e, mais uma vez, Campinas \u0096 ent\u00e3o capital agr\u00edcola do Estado \u0096 ingressa      na rota da Hist\u00f3ria, tornando-se o mais importante entroncamento ferrovi\u00e1rio      do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Com a implanta\u00e7\u00e3o da linha da S\u00e3o Paulo Railway, ligando Santos a Jundia\u00ed,      seu prolongamento at\u00e9 Campinas tornou-se imprescind\u00edvel. Cafeicultores da      regi\u00e3o, liderados por Saldanha Marinho, presidente da Prov\u00edncia de S\u00e3o Paulo,      criaram a Companhia Paulista de Estradas de Ferro, abrindo perspectivas de      expans\u00e3o de novos trechos, para atender \u00e0s regi\u00f5es de Limeira, Rio Claro,      Piracicaba, Capivari, Descalvado, Pirassununga, S\u00e3o Carlos e Araraquara.<\/p>\n<p>A linha entre Jundia\u00ed e Campinas come\u00e7ou a operar em 1872, impulsionando      a economia de uma vasta regi\u00e3o paulista e levando \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de novos trechos      de ferrovias importantes, como os da Mogiana, Alta Araraquarense e Sorocabana,      sucessivamente, at\u00e9 1880. Esse entroncamento foi, em grande parte, respons\u00e1vel      pelo surto de crescimento de Campinas e do estado de S\u00e3o Paulo, at\u00e9 meados      do s\u00e9culo XX.<\/p>\n<h4>Saneamento<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin12.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"356\" height=\"258\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>Quando Campinas foi praticamente dizimada pela febre amarela, ela contava      com apenas 0,3% de tratamento sanit\u00e1rio. Al\u00e9m disso, a cidade enfrentava uma      situa\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria, com grande parte da popula\u00e7\u00e3o formada por negros alforriados,      sem condi\u00e7\u00f5es dignas de vida, al\u00e9m do alto n\u00famero de corti\u00e7os.<\/p>\n<p>Como n\u00e3o se pode falar em desenvolvimento sem saneamento b\u00e1sico, em 1875      Campinas inaugurou o primeiro abastecimento p\u00fablico. A \u00e1gua, gratuita para      a popula\u00e7\u00e3o, vinha das nascentes do c\u00f3rrego Tanquinho, que se localizam sob      a quadra formada pelas avenidas Francisco Glic\u00e9rio e Aquidab\u00e3 e as ruas Regente      Feij\u00f3 e Uruguaiana, seguindo em tubos de ferro fundido at\u00e9 os chafarizes.      A obra demorou 18 meses para ser conclu\u00edda.<\/p>\n<p>A partir da\u00ed, passou-se a investir tanto em tratamento de \u00e1gua como no tratamento      de esgoto. Por\u00e9m, o salto significativo para o \u00edndice de tratamento de esgoto      no qual Campinas se encontra, foi dado a partir de 2005, quando a cidade aumentou      sua capacidade de tratamento de 11% para 80%.<\/p>\n<p>A nova ETE Capivari II, prevista para ser entregue no final de 2010, elevar\u00e1      este \u00edndice para 100%. Campinas ser\u00e1 a primeira no pa\u00eds a alcan\u00e7ar este patamar      de tratamento de esgoto. No pa\u00eds, a m\u00e9dia de tratamento de esgoto \u00e9 de 54%,      segundo o GEO Brasil, da Ag\u00eancia Nacional de \u00c1guas. O projeto da ETE Capivari      II tamb\u00e9m inclui a constru\u00e7\u00e3o de coletores tronco e interceptores de esgoto.      A ETE produzir\u00e1 \u00e1gua para reuso industrial, sendo pioneira no Brasil neste      quesito.<\/p>\n<h4>Nova Rodovi\u00e1ria Ramos de Azevedo<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin13.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"357\" height=\"247\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>O novo Terminal foi constru\u00eddo para suprir uma demanda de mais de 30 anos,      com benef\u00edcios para todos que utilizam o transporte municipal, metropolitano,      intermunicipal e interestadual.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a obra traz altera\u00e7\u00f5es para toda a regi\u00e3o na qual est\u00e1 situada      e para o entorno da antiga rodovi\u00e1ria, \u00e1reas que foram abandonadas por muito      tempo e agora receber\u00e3o os benef\u00edcios de projetos de revitaliza\u00e7\u00e3o, restaura\u00e7\u00e3o      e desenvolvimento econ\u00f4mico, comercial e social.<\/p>\n<p>A nova Rodovi\u00e1ria foi projetada para operar dentro de padr\u00f5es de qualidade,      acessibilidade, seguran\u00e7a e opera\u00e7\u00e3o. O projeto \u00e9 assinado pelos arquitetos      Ricardo de Souza Campos Badar\u00f3 e Caio Ferreira, radicados na cidade.<\/p>\n<p>O Terminal tamb\u00e9m faz uma homenagem ao ilustre arquiteto do s\u00e9culo XX, Ramos      de Azevedo, que possui uma forte liga\u00e7\u00e3o com Campinas pelo conjunto de obras      projetadas para o patrim\u00f4nio da cidade, entre elas o Mercado Municipal (Mercad\u00e3o),      a Catedral Metropolitana Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o e a Escola Estadual Francisco      Glic\u00e9rio.<\/p>\n<p>O novo Terminal chama-se Multimodal porque re\u00fane num mesmo projeto os v\u00e1rios      modais de transporte: sobre pneus (rodovi\u00e1rio, urbano e metropolitano) e,      no futuro, sobre trilhos (ferrovi\u00e1rio).<\/p>\n<h4>Voca\u00e7\u00f5es<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin14.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"358\" height=\"231\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>Campinas tamb\u00e9m \u00e9 uma cidade de voca\u00e7\u00f5es. O munic\u00edpio tem tradi\u00e7\u00e3o na cultura.      Al\u00e9m de ser a terra de Carlos Gomes e Guilherme de Almeida, a Orquestra Sinf\u00f4nica      Municipal de Campinas \u00e9 reconhecida entre as tr\u00eas melhores do Brasil, ao lado      da OSESP e da OSB.<\/p>\n<p>Foi em Campinas que nasceu Ant\u00f4nio Carlos Gomes, o Nh\u00f4 Tonico, mais importante      compositor de \u00f3pera brasileiro. Carlos Gomes destacou-se pelo seu estilo rom\u00e2ntico,      tendo uma carreira de destaque na Europa. \u00c9 o autor da \u00f3pera O Guarani, que      o consagrou como compositor.<\/p>\n<p>Outra figura ilustre, orgulho dos campineiros, \u00e9 Guilherme de Almeida. Poeta,      ensa\u00edsta, tradutor e cr\u00edtico ele teve publicados vinte e dois livros de poesia,      seis livros de prosa e dois conjuntos de obras e antologia, um deles com seis      volumes.<\/p>\n<p>Suas principais obras po\u00e9ticas incluem N\u00f3s (1917), A dan\u00e7a das horas (1919),      Messidor (1919), Era uma vez&#8230; (1922), A Flauta que eu perdi (1924), Simplicidade      (1929), Cartas a minha noiva (1931), Voc\u00ea (1931), Acaso (1939), Tempo (1944),      Poesia v\u00e1ria (1947), O anjo de sol (1951), Pequeno cancioneiro (1957) e Rua      (1962).<\/p>\n<h4>Esportes<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin15.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"357\" height=\"258\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>A cidade tamb\u00e9m \u00e9 o ber\u00e7o de esportistas famosos, que j\u00e1 representaram o      Pa\u00eds em diversas competi\u00e7\u00f5es, entre eles Careca (futebol), Maur\u00edcio (v\u00f4lei)      e Concei\u00e7\u00e3o Geremias (atletismo). E para resgatar essa tradi\u00e7\u00e3o, em breve      a cidade contar\u00e1 com o Centro Esportivo de Alto Rendimento, o \u00fanico deste      tipo sediado na regi\u00e3o Sudeste do Pa\u00eds e que est\u00e1 sendo constru\u00eddo na regi\u00e3o      do Swiss Park (antiga Fazenda Bradesco).<\/p>\n<p>O Centro ter\u00e1 equipamentos para atender diversas modalidades esportivas.      Ser\u00e1 composto por uma Vila Ol\u00edmpica, pista de atletismo, quadras de t\u00eanis,      parque aqu\u00e1tico, gin\u00e1sio coberto com capacidade para cerca de 4,5 mil pessoas,      pista de bicicross, centro de conviv\u00eancia, audit\u00f3rio, vesti\u00e1rios e depend\u00eancias      administrativas e um alojamento para 1,4 mil atletas. \u00c9 Campinas resgatando      sua tradi\u00e7\u00e3o esportiva.<\/p>\n<h4>Qualidade de vida<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin16.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"356\" height=\"230\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>Como um dos fatores que contribuem para a qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o      campineira, as \u00e1reas verdes s\u00e3o outro diferencial da cidade. S\u00e3o 26 parques,      1.800 pra\u00e7as e \u00e1reas verdes, parques lineares, \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o permanente,      corredores ambientais estrat\u00e9gicos. <\/p>\n<p>Campinas tamb\u00e9m possui a 2\u00aa maior floresta urbana do Brasil &#8211; a Reserva Ecol\u00f3gica      da Mata Santa Genebra &#8211; e a APA (\u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental) com 223 km\u00b2.      A meta da Prefeitura \u00e9 atingir, nos pr\u00f3ximos anos, a diretriz da ONU \u0096      Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas \u0096 que recomenda a oferta de 12km\u00b2 de \u00e1rea      verde por habitante.<\/p>\n<p>A Lagoa do Taquaral \u00e9 uma das op\u00e7\u00f5es de lazer da cidade. Em plena \u00e1rea nobre      da cidade, o Parque oferece n\u00e3o s\u00f3 uma grande \u00e1rea verde, como tamb\u00e9m espa\u00e7o      para atividades culturais e esportivas. Al\u00e9m dos passeios de pedalinhos e      bondinhos, o local conta com o Audit\u00f3rio Beethoven (com capacidade para duas      mil pessoas), concha ac\u00fastica, kart\u00f3dromo, gin\u00e1sio de bocha, pista de cooper,      pista de aeromodelismo, balne\u00e1rio, piscinas abertas ao p\u00fablico e um gin\u00e1sio      de esportes.<\/p>\n<p>Outra op\u00e7\u00e3o, recentemente inaugurada, \u00e9 o Parque das \u00c1guas, com uma \u00e1rea      de 300 mil m\u00b2, localizado entre os bairros Parques Prado e Jambeiro, o local      privilegia o lazer a as atividade f\u00edsicas. Os visitantes podem desfrutar de      um ambiente com muito verde, caminhar pela Trilha Ecol\u00f3gica ou pela Trilha      da Sa\u00fade. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m h\u00e1 espa\u00e7o para as crian\u00e7as, que contam com brinquedos      l\u00fadicos, que estimulam a criatividade, e tamb\u00e9m com playground tradicional.<\/p>\n<p>Para contato e integra\u00e7\u00e3o com a natureza, foram constru\u00eddos decks de observa\u00e7\u00e3o      dentro dos lagos do Parque para que as pessoas possam se relacionar com a      fauna e flora se integrando com o meio ambiente. Al\u00e9m disso, o Parque abriga      o Centro de Conhecimento da \u00c1gua, que tem por objetivo ser um espa\u00e7o de aprendizagem      e de pesquisa, visando a conscientiza\u00e7\u00e3o da import\u00e2ncia da preserva\u00e7\u00e3o da      \u00e1gua e do meio ambiente.<\/p>\n<p>Mas para quem gosta de curtir a natureza, as op\u00e7\u00f5es v\u00e3o al\u00e9m. Tem ainda a      Mata Santa Genebra, o Bosque dos Jequitib\u00e1s, o Parque Ecol\u00f3gico Monsenhor      Em\u00edlio Jos\u00e9 Salim, o Bosque dos Italianos, a Fazenda Santa Elisa, o Bosque      dos Artistas, entre outros.<\/p>\n<h4>Pr\u00e9dios hist\u00f3ricos<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin17.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"470\" height=\"334\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>Campinas tamb\u00e9m preserva a sua hist\u00f3ria e oferece \u00e0 popula\u00e7\u00e3o uma op\u00e7\u00e3o de      lazer cultural, que \u00e9 a visita aos pr\u00e9dios hist\u00f3ricos. Quem vem \u00e0 Campinas      n\u00e3o deve deixar de visitar suas Sete Maravilhas, como por exemplo, a Catedral      Metropolitana, que foi constru\u00edda entre 1807 e 1883. O acabamento interno      do pr\u00e9dio \u00e9 todo ornamentado em cedro vermelho, no estilo barroco brasileiro,      cujo principal artista foi o baiano Vitoriano dos Anjos.<\/p>\n<p>Outro pr\u00e9dio que n\u00e3o pode deixar se visitado \u00e9 a Esta\u00e7\u00e3o Cultura. O edif\u00edcio,      tombado em 1982 pelo Condephaat, apresenta padr\u00f5es arquitet\u00f4nicos ingleses      do s\u00e9culo XX, no estilo g\u00f3tico vitoriano e hoje sedia diversos projetos culturais.<\/p>\n<p>A Pal\u00e1cio dos Azulejos tamb\u00e9m retrata bem a hist\u00f3ria de Campinas. Constru\u00eddo      na \u00e9poca em que a cidade era um centro famoso do Brasil por suas fazendas      de caf\u00e9, ele foi constru\u00eddo com material importado da Europa, como m\u00e1rmore      espanhol, grades inglesas e azulejos feitos da mais fina lou\u00e7a portuguesa.      No come\u00e7o do s\u00e9culo, o pr\u00e9dio foi adquirido pela Prefeitura, onde passou a      funcionar diversos servi\u00e7os municipais. Hoje, no local funciona o MIS \u0096      Museu da Imagem e do Som.<\/p>\n<p>O Centro de Conviv\u00eancia Cultural, os diversos museus, o Planet\u00e1rio de Campinas      e o Aqu\u00e1rio Municipal tamb\u00e9m devem fazer parte do roteiro de visitas \u00e0 cidade.<\/p>\n<h4>Educa\u00e7\u00e3o de qualidade<\/h4>\n<p>Outra voca\u00e7\u00e3o de Campinas \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de profissionais qualificados, disputados      no mercado de trabalho. S\u00e3o mais de 680 institui\u00e7\u00f5es de ensino entre pr\u00e9-escola,      ensino fundamental e t\u00e9cnico. Al\u00e9m disso, a cidade conta com 13 institui\u00e7\u00f5es      de ensino superior, entre elas Unicamp, uma das mais conceituadas do Pa\u00eds.      E n\u00e3o para por a\u00ed. Campinas tem o terceiro maior \u00edndice de leitura de jornais      e 19% da sua popula\u00e7\u00e3o tem n\u00edvel superior.<\/p>\n<p>Projetos da Prefeitura tamb\u00e9m contribuem para que Campinas se desenvolva      cada vez mais. O Ceprocamp -Centro de Educa\u00e7\u00e3o Profissional de Campinas &#8220;Prefeito      Antonio da Costa Santos&#8221;- por exemplo, investe na forma\u00e7\u00e3o profissional      e educacional de jovens campineiros. <\/p>\n<p>\u00c9 a primeira escola p\u00fablica municipal a oferecer cursos de forma\u00e7\u00e3o \u00e0 uma      parcela mais carente da popula\u00e7\u00e3o, garantindo acesso ao mercado de trabalho.      Dentro desta mesma linha, o Jovem.Com, \u00e9 outro exemplo. O programa trabalha      a inclus\u00e3o digital de jovens carentes de diversos pontos da cidade.<\/p>\n<p>A educa\u00e7\u00e3o de base tamb\u00e9m \u00e9 uma preocupa\u00e7\u00e3o. Por conta disso, a Prefeitura      tem entregue \u00e0 popula\u00e7\u00e3o unidades da Nave M\u00e3e, um novo conceito de creche,      onde al\u00e9m das crian\u00e7as, as m\u00e3es tamb\u00e9m s\u00e3o atendidas, uma vez que as unidades      oferecem cursos profissionalizantes.<\/p>\n<h4>Sa\u00fade<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin18.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"471\" height=\"359\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>Campinas possui 325 estabelecimentos de sa\u00fade, entre unidades p\u00fablicas e      privadas, com 4,84 m\u00e9dicos por mil habitantes. A expectativa de vida \u00e9 de      74,8 anos, bem acima da m\u00e9dia nacional que hoje \u00e9 de 71 anos. A mortalidade      infantil tamb\u00e9m apresenta um dos melhores \u00edndices do pa\u00eds, 9,8 para cada mil      crian\u00e7as nascidas. E isso n\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa. A Sa\u00fade recebe, em Campinas, 24% do      or\u00e7amento total da Prefeitura.<\/p>\n<p>Dentro da rede p\u00fablica de sa\u00fade, a popula\u00e7\u00e3o conta com o Complexo Ouro Verde,      o Hospital M\u00e1rio Gatti, o Pronto Socorro Infantil do Hospital M\u00e1rio Gatti,      os Prontos Socorros Centro e Campo Grande, os Centros de Refer\u00eancia \u0096      Idoso, DSTs\/Aids, em Sa\u00fade do Trabalhador \u0096 63 Centros de Sa\u00fade, Centros      de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial, SAMU, duas Policl\u00ednicas de especialidades, Centro      de Lacta\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m o Hospital das Cl\u00ednicas da Unicamp.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, v\u00e1rios programas municipais, entre eles os relativos \u00e0 sa\u00fade      da mulher e o atendimento aos portadores do v\u00edrus HIV, receberam pr\u00eamios nacionais      e internacionais.<\/p>\n<h4>Acesso \u00e0 infraestrutura<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin19.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"557\" height=\"434\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p><b>Campinas\u00a0<\/b>\u00e9 considerada hoje a 5\u00aa cidade brasileira com      melhor infraestrutura urbana. Seus \u00edndices de saneamento b\u00e1sico, pavimenta\u00e7\u00e3o      e energia el\u00e9trica est\u00e3o no mesmo patamar de outras metr\u00f3poles mundiais.<\/p>\n<p>Na cidade, a \u00e1gua encanada chega a 96% da popula\u00e7\u00e3o e o \u00edndice de tratamento      de esgoto, at\u00e9 o final de 2010, chegar\u00e1 a 100%, o que far\u00e1 de Campinas a cidade      brasileira com maior cobertura sanit\u00e1ria entre os munic\u00edpios com mais de 500      mil habitantes.<\/p>\n<p>E todas as vantagens que Campinas oferece t\u00eam atra\u00eddo cada vez mais empresas.      Com um PIB de R$ 20 bilh\u00f5es, o equivalente a pa\u00edses como Bol\u00edvia e Paraguai,      a cidade concentra 50 mil empresas e o terceiro maior parque industrial do      pa\u00eds. Al\u00e9m disso, 50 das 500 maiores empresas do mundo est\u00e3o instaladas em      Campinas e sua regi\u00e3o metropolitana.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p>Campinas \u0096 o v\u00f4o do saneamento. Jos\u00e9 Pedro Soares Martins. Editora Komedi,      2008.<br \/>\n     Campinas do Matto Grosso. Da febre amarela \u00e0 c\u00f3lera dos rios. Jos\u00e9 Pedro Soares      Martins. Campinas, 1997.<br \/>\n     Campinas para investir, produzir e viver. Guia de Investimentos. Indicadores      de Excel\u00eancia. Prefeitura de Campinas e Funda\u00e7\u00e3o Instituto de Pesquisas Econ\u00f4micas      (FIPE). Campinas, 2008.<br \/>\n     Portal da Prefeitura \u0096 www.campinas.sp.gov.br<br \/>\n     Portal Wikip\u00e9dia \u0096 www.wikipedia.org<\/p>\n<p><strong>Fonte<\/strong>:www.tavcampinas.com.br<\/p>\n<h6>Campinas<\/h6>\n<h4><strong>Atrativos Culturais<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Catedral Metropolitana Nsa. Sra, da Concei\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Localiza-se na Pra\u00e7a Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio Sua constru\u00e7\u00e3o foi iniciada em 06 de      outubro de 1807 e terminada em 08 de dezembro de 1883.<\/p>\n<p>O desenho da fachada \u00e9 obra do arquiteto Cristovan Binini e seu acabamento      realizado pelo engenheiro Francisco de Paula Ramos de Azevedo. a fachada comp\u00f5em-se      de tr\u00eas corpos sobre postos, em forma de torre assiriana, decorada em estilo      cl\u00e1ssico.<\/p>\n<p>O primeiro \u00e9 de ordem J\u00f4nica, a parte central saliente coroada por um front\u00e3o      triangular. Est\u00e1 servida por tr\u00eas entradas, sobre as quais est\u00e3o colocadas      uma s\u00e9rie de quadros em relevo onde se acham gravadas as principais datas      hist\u00f3ricas do templo.<\/p>\n<p>O segundo corpo \u00e9 de ordem Cor\u00edntia composta, onde se acha o rel\u00f3gio de grandes      dimens\u00f5es ladeado por duas janelas em arcadas.<\/p>\n<p>O terceiro corpo, assenta em base quadrada, tendo apenas uma janela ao centro,      franqueada por espa\u00e7osos passeios, sobre este corpo, eleva-se a pir\u00e2mide coroa      mento, encimado por esfera a uma cruz de ferro.<\/p>\n<p>Em 1923, a Catedral passou por importantes reformas, destacando-se como importante      realiza\u00e7\u00e3o nessa ocasi\u00e3o, a grande c\u00fapula de cimento encimada pela imagem      da Virgem Maria, substituindo-se assim o pequeno Zimb\u00f3rio de vidros coloridos      ent\u00e3o existentes.<\/p>\n<p>O acabamento interno \u00e9 todo ornamentado em cedro vermelho, no estilo barroco      brasileiro, cujo principal artista foi o baiano Vitoriano do Anjos.<\/p>\n<p><strong>Centro de Conviv\u00eancia Cultural<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin20.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"276\" height=\"219\" title=\"Campinas\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Localizado na Pra\u00e7a Tom Jobim, no bairro do Cambu\u00ed, um dos pontos de maior      concentra\u00e7\u00e3o de bares noturnos da cidade, ele \u00e9 um dos locais de encontro      da popula\u00e7\u00e3o para as apresenta\u00e7\u00f5es da Orquestra Sinf\u00f4nica Municipal (OSM).<\/p>\n<p>Com uma grande concha ac\u00fastica, o Centro de Conviv\u00eancia \u00e9 um conjunto arquitet\u00f4nico      que re\u00fane ainda dois teatros, uma galeria interna para exposi\u00e7\u00f5es de arte,      a sede da OSM e um bar.<\/p>\n<p><strong>Museu 9 de Julho<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Acervo:<\/strong>\u00a0Armas e muni\u00e7\u00e3o da Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista        de 1932; reprodu\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00f3leo, do pano de boca do antigo Teatro Municipal.<\/p>\n<p><strong>Local:<\/strong>Rua Cel Quirino, 02 &#8211; Bosque dos Jequitib\u00e1s<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Museu Arquidiocesano de Campinas<\/strong><\/p>\n<p><strong>Museu hist\u00f3rico, tendo como principal se\u00e7\u00e3o a de Arte Sacra<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Local:<\/strong>Rua Arquidab\u00e3, 734<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Museu Carlos Gomes<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Acervo:<\/strong>Objetos pessoais, piano, harpa e outros objetos        pertencentes \u00e0 Carlos Gomes.<\/p>\n<p><strong>Local:<\/strong>Centro de Ci\u00eancias, Letras e Artes. Rua Bernardino        de Campos, 989 &#8211; Centro<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Museu de Arte Contemporanea de Campinas<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Acervo:<\/strong>\u00a0pinturas, esculturas, publica\u00e7\u00f5es        e &#8220;slides&#8221;<\/p>\n<p><strong>Local:<\/strong>\u00a0Av. Anchieta, 200 &#8211; Centro<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Museu de Historia Natural<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Acervo:<\/strong>Animais embalsamados, insetos, pecas de mineralogia,        pecas de vegetais, painel do ciclo do bicho-da-seda, conchas e animais marinhos,        ovos, etc.<\/p>\n<p><strong>Local:<\/strong>\u00a0Rua Coronel Quirino, 02 &#8211; Bosque dos        Jequitib\u00e1s<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Museu do Folclore<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Acervo:<\/strong>\u00a0342 pecas, est\u00e1tuas do Vale do Para\u00edba.<\/p>\n<p><strong>Local:<\/strong>\u00a0Rua Cel. Quirino, 02 &#8211; Bosque dos Jaquitib\u00e1s<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Museu do Indio<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Acervo:<\/strong>\u00a0cer\u00e2mica, utens\u00edlios de palha, instrumentos        ind\u00edgenas, pedras e sambaquis.<\/p>\n<p><strong>Local:<\/strong>\u00a0Rua Cel Quirino, 02 &#8211; Bosque dos Jequitib\u00e1s<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Museu Historico<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Acervo:<\/strong>\u00a0Objetos de tortura dos escravos, liteira,        armas da Guerra do Paraguai e objetos pertencentes ao Marqu\u00eas de Tr\u00eas Rios<\/p>\n<p>Possui um total de 807 pecas<\/p>\n<p><strong>Local:<\/strong>\u00a0Rua Gel. Quirino, 02 &#8211; Bosque dos Jequitib\u00e1s<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Observat\u00f3rio do Capric\u00f3rnio (Prof. Jean Nicolini)<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin21.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"325\" height=\"244\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>O observat\u00f3rio iniciou suas atividades em Campinas a 15 de novembro de 1977.      O observat\u00f3rio realiza v\u00e1rios cursos de astronomis em diversos n\u00edveis, desde      o infantil at\u00e9 o universit\u00e1rio. Possui publica\u00e7\u00f5es did\u00e1ticas especiais de      temas sobre astronomia.<\/p>\n<p><strong>Local:<\/strong>Monte Ur\u00e2nia, distrito de Joaquim Eg\u00eddio.<\/p>\n<p><strong>Planetario de Campinas<\/strong><\/p>\n<p>O Planet\u00e1rio de Campinas \u00e9 o modelo pequeno ZKP 2, da firma Zeisa Jane, da      Alemanha Oriental, \u00c9 o \u00fanico deste tipo atualmente existente no Brasil, sendo      constitu\u00eddo por sistemas \u00f3pticos mec\u00e2nicos e eletr\u00f4nicos de alta precis\u00e3o.<\/p>\n<p>O pr\u00e9dio que o abriga possui a forma de um tronco de pir\u00e2mide em cujo interior      encontra-se uma c\u00fapula ou ab\u00f3bada semi-esf\u00e9rica que representa o c\u00e9u, onde      s\u00e3o realizadas proje\u00e7\u00f5es do Planet\u00e1rio propriamente dito.<\/p>\n<h4><strong>Atrativos Diversos<\/strong><\/h4>\n<p>Bosque dos Alem\u00e3es &#8211; Pra\u00e7a Le\u00e3o Lech Jr<\/p>\n<p>Uma \u00e1rea de 20.900 m\u00b2, destinados a passeios, lazer a recrea\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as,      com playground.<\/p>\n<p>A flora, componente do bosque, \u00e9 constitu\u00edda de \u00e1rvores naturais assim como:      angico, peroba, pau-ferro, jequitib\u00e1, cabre\u00fava, etc<\/p>\n<p><strong>Castelo<\/strong><\/p>\n<p>Localiza-se no Jardim Chapad\u00e3o. Mirante que oferece aos visitantes uma vista      panor\u00e2mica da cidade.<\/p>\n<p><strong>Fazenda Monte D\u00b4Este<\/strong><\/p>\n<p><strong>Museu do caf\u00e9, senzala e se da fazenda (1850)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Palacio dos Azuleijos<\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00eddo na \u00e9poca em que Campinas era um centro famoso do Brasil por suas      fazendas de caf\u00e9.<\/p>\n<p>Constru\u00e7\u00e3o esmerada em que foi usado material importado da Europa, como m\u00e1rmore      espanhol, grades inglesas e azulejos feitos da mais fina louca portuguesa,      como era de costume na \u00e9poca.<\/p>\n<p>Os Bar\u00f5es do Caf\u00e9 mandavam construir suas vivendas nos pontos centrais da      cidade. Por causa da impon\u00eancia dos pr\u00e9dio e sua localiza\u00e7\u00e3o, \u00e9 que no come\u00e7o      da s\u00e9culo, a Prefeitura Municipal adquiriu para suas instala\u00e7\u00f5es o grande      sobrado localizado na esquina das Ruas Regente Feij\u00f3 e Ferreira Penteado,      antiga resid\u00eancia do Bar\u00e3o de Itapura, Joaquim Ferreira Penteado.<\/p>\n<p><strong>Parque dos Guarant\u00e3s e Centro Esportivo Bernardo Kaplan<\/strong><\/p>\n<p>O Parque dos Guarant\u00e3s \u00e9 a terceira maior \u00e1rea verde do munic\u00edpio. Localizado      no Jardim Europa, beneficia diretamente toda a regi\u00e3o sul da cidade. Tem cerca      de 100 metros quadrados al\u00e9m de vasta vegeta\u00e7\u00e3o, conta com centro esportivo      completo, lago, playground, campos de futebol, quadras poliesportivas, canha      de malha, equipamentos para gin\u00e1stica e \u00e1rea de pic-nic com churrasqueiras.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Carlos Gomes<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin22.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"321\" height=\"230\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>Localizada no Centro de Campinas, a Pra\u00e7a, em homenagem ao maestro e compositor      l\u00edrico campineiro Carlos Gomes (autor de &#8220;O Guarani&#8221;), \u00e9 um espa\u00e7o      de concentra\u00e7\u00e3o popular. Recuperada seguindo os padr\u00f5es do seu projeto original,      do s\u00e9culo passado, a Pra\u00e7a tem um espa\u00e7o ajardinado com o seu tradicional      coreto no centro. Ao todo s\u00e3o 80 bancos, ilumina\u00e7\u00e3o especial e um sistema      de som ambiente.<\/p>\n<p><strong>Tumulo de Carlos Gomes<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado a 12 de julho de 1965, o projeto foi realizado pelo escultor Rodolfo      Bernadelli.<\/p>\n<p>Mausol\u00e9u-t\u00famulo com os restos mortais do maestro campineiro Carlos Gomes,      De bronze e granito claro, com uma figura de mulher, representando a cidade      de Campinas, \u00e9 uma figura do tamanho do maestro, em posi\u00e7\u00e3o de reg\u00e2ncia.<\/p>\n<p><strong>Bosque Augusto Rucchi<\/strong><\/p>\n<p>Localizado na Rua Carlos Roberto Grilo no Distrito Industrial I, possui uma      \u00e1rea de 26.000m2 com lagos e playground.<\/p>\n<p><strong>Bosque da Paz &#8220;Yitzhak Rabin&#8221;<\/strong><\/p>\n<p>Localizado na Av. Carlos Grimaldi, Vila Marieta, o Bosque da Paz tem uma      \u00e1rea de 63.754 m2 sendo 25 mil destes de mata nativa. O bosque atende a popula\u00e7\u00e3o      da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>No local h\u00e1 pista de cooper, quadras poliesportivas, \u00e1reas para piqueniques      e jogos, lagos naturais e playground. O Bosque da Paz foi a primeira homenagem      oficial no Brasil \u00e0 mem\u00f3ria do l\u00edder e presidente de Israel.<\/p>\n<p><strong>Bosque dos Italianos<\/strong><\/p>\n<p>Localizado na rua Dr. Albano de Almeida Lima.<\/p>\n<p>Possui uma \u00e1rea de 14.411,80 Km2, com equipamentos de lazer e recrea\u00e7\u00e3o,      playground.<\/p>\n<p><strong>Bosque dos Jequitib\u00e1s<\/strong><\/p>\n<p>Possui uma \u00e1rea de 04 alqueires com reserva florestal de Mata Atl\u00e2ntica do      Interior, fontes; bicas de \u00e1gua pot\u00e1vel; Zool\u00f3gico reconhecido pelo Ibama      com 1.000 aves, sendo: 85 esp\u00e9cies, Mam\u00edferos: anta, veado, le\u00f5es, macacos,      babu\u00ednos, hipop\u00f3tamos, tigre, on\u00e7a e capivara.<\/p>\n<p>Cont\u00e9m aqu\u00e1rio, teatro para a apresenta\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as infantis, playground,      pista de cooper, lanchonetes e trenzinho que circula no interior do bosque,      quiosques, lanchonete e 5 museus entre eles o museu de hist\u00f3ria natural.<\/p>\n<p>Localizado na Rua Cel Quirino, 02 &#8211; Tombado pelo CONDEPHAAT<\/p>\n<p><strong>Parque Ecol\u00f3gico Monsenhor Em\u00edlio Jos\u00e9 Salim<\/strong><\/p>\n<p>Localizado na \u00e1rea da antiga Fazenda Mato Dentro, \u00e0s margens da rodovia Heitor      Penteado (altura do km 3,2), ocupa uma \u00e1rea de 2.850.000 m2 e tem um patrim\u00f4nio      arquitet\u00f4nico tombado, formado pelo Casar\u00e3o, Tulha e Capela. No seu interior      as pessoas encontram playground, \u00e1reas para piquenique, lanchonetes, quadras      poliesportivas, pista de cooper e trilhas para passeios e caminhadas.<\/p>\n<p><strong>Parque Portugal ( Lagoa do Taquaral )<\/strong><\/p>\n<p>Possui uma \u00e1rea de 33 alqueires, destinados ao lazer, contando com lagoa,      tr\u00eas lagos, bosques destinado \u00e0 pic-nic, conjunto este constru\u00eddo artificialmente.      Existe a possibilidade de um passeio pela lagoa em pedalinhos, ou ainda aos      s\u00e1bados, domingos e feriados, um passeio pelo circuito interno do Parque,      por tradicionais bondinhos.<\/p>\n<p>O parque possui ainda: Audit\u00f3rio Beethoven &#8211; capacidade para 2.000 pessoas,      Concha Ac\u00fastica, Kart\u00f3dromo &#8220;Afr\u00e2nio Pereira, gin\u00e1sio de bocha, pista      de teste de cooper, pista de aeromodelismo, balne\u00e1rio, piscinas abertas ao      p\u00fablico, gin\u00e1sio de esportes &#8220;Dr. Alberto Jordano Ribeiro &#8220;.<\/p>\n<p>A pesca tamb\u00e9m \u00e9 permitida aos s\u00e1bados, domingos e feriados.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Ulisses Guimar\u00e3es (Pedreira do Chapad\u00e3o)<\/strong><\/p>\n<p>Localizada \u00e0 rua Marechal Rondon, s\/n\u00ba, no Jardim Chapad\u00e3o, a Pedreira do      Chapad\u00e3o tem \u00e1rea livre com cerca de 130.000 m2. Al\u00e9m de uma pra\u00e7a central      para shows, h\u00e1 um espelho d&#8217;\u00e1gua com cascata, canteiros e plantas e uma pista      de cooper e de ciclismo. Na Pedreira tamb\u00e9m est\u00e1 localizado o Memorial Ulisses      Guimar\u00e3es, com um grande busto em ferro do &#8220;Senhor Diretas&#8221; incrustado      na rocha.<\/p>\n<p>Fonte: www.citybrazil.com.br<\/p>\n<h6>Campinas<\/h6>\n<h4><strong>Por que ir<\/strong><\/h4>\n<p>A concentra\u00e7\u00e3o de multinacionais, institutos de pesquisa e universidades      faz de Campinas um dos principais p\u00f3los de neg\u00f3cios do pa\u00eds. Para o p\u00fablico      que viaja para a cidade \u00e0 trabalho, h\u00e1 hot\u00e9is modernos e restaurantes sofisticados<\/p>\n<p>Os executivos, por\u00e9m, n\u00e3o s\u00e3o os \u00fanicos visitantes que ficam satisfeitos      com a cidade. Para os turistas de lazer, h\u00e1 bons e buc\u00f3licos programas de      fim de semana, a come\u00e7ar pelos preferidos dos moradores: passear nos parques.      No Bosque dos Jequitib\u00e1s, as caminhadas s\u00e3o feitas em meio \u00e1rvores que formam      verdadeiros t\u00faneis.<\/p>\n<p>O espa\u00e7o oferece ainda playground, lanchonetes, museu de r\u00e9pteis, aqu\u00e1rio      e um pequeno zool\u00f3gico. J\u00e1 o Parque Portugal \u00e9 procurado pela turma da corrida,      que encontra uma excelente pista \u00e0s margens da Lagoa do Taquaral. Quadras      poliesportivas e rinque de patina\u00e7\u00e3o completam as op\u00e7\u00f5es de atividades f\u00edsicas.<\/p>\n<p><strong>Parque Portugal \u00e9 frequentado pelas turmas da corrida e dos patins<\/strong><\/p>\n<p>Quem viaja com a crian\u00e7ada n\u00e3o pode perder a hora do passeio de Maria-Fuma\u00e7a      que acontecem aos s\u00e1bados e domingos.<\/p>\n<p>O trem parte da esta\u00e7\u00e3o Anhumas e leva \u00e0 Jaguari\u00fana.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin23.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"354\" height=\"258\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p><strong>Maria-Fuma\u00e7a:<\/strong>Passeios acontecem nos finais de semana e s\u00e3o      acompanhados por guias<\/p>\n<p>S\u00e3o tr\u00eas horas de viagem &#8211; ida e volta &#8211; com direito a monitores que contam      a hist\u00f3ria das locomotivas e da ferrovia, al\u00e9m de detalhes do caminho e das      fazendas da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Por falar no mundo rural, agende uma visita \u00e0 Fazenda Tozan, uma preservada      propriedade hist\u00f3rica.<\/p>\n<p>O tour dura duas horas e come\u00e7a com degusta\u00e7\u00e3o de frutas produzidos na fazenda.      Em seguida, o guia conduz ao Museu do Caf\u00e9, onde est\u00e3o m\u00e1quinas de \u00e9poca,      registros da hist\u00f3ria da fazenda e da chegada dos imigrantes italianos e dos      escravos.<\/p>\n<p>Dali, o passeio continua em dire\u00e7\u00e3o ao cafezal, ao mirante e \u00e0 senzala, terminando      com um cafezinho. Outra boa op\u00e7\u00e3o para o final de semana \u00e9 curtir os distritos      de Sousas e Joaquim Eg\u00eddio, com restaurantes r\u00fasticos e locais para pesca      e caminhada.<\/p>\n<p>Fonte: www.feriasbrasil.com.br<\/p>\n<h6><strong>Campinas<\/strong><\/h6>\n<h4><strong>Hino de Campinas<\/strong><\/h4>\n<p>Progresso! Progresso!<br \/>\n     Seja a nossa divisa.<br \/>\n     Progresso! Progresso!<br \/>\n     Seja a nossa divisa.<\/p>\n<p>Porvir!<br \/>\n     Das Ind\u00fastrias no enorme Congresso.<br \/>\n     Precisamos galhardos agir.<br \/>\n     Precisamos galhardos agir.<\/p>\n<p>Honra ao povo que sabe,<br \/>\n     Os louros da gl\u00f3ria colher.<br \/>\n     E co a alma de luzes<br \/>\n     Sedenta, sedenta a luz<\/p>\n<p>Do trabalho vai colher!<br \/>\n     Honra ao povo que sabe,<br \/>\n     Os louros da gl\u00f3ria, da gl\u00f3ria colher.<br \/>\n     Honra ao povo que sabe,<\/p>\n<p>Os louros da gl\u00f3ria colher<br \/>\n     Ao povo&#8230; ao povo que sabe<br \/>\n     Da gl\u00f3ria os louros colher.<br \/>\n     Progresso! Progresso!<\/p>\n<p>Seja a nossa conquista: Porvir!<br \/>\n     Progresso!<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p class=\"imagem\">\n<p>Fonte: letras.terra.com.br<\/p>\n<h6><strong>Campinas<\/strong><\/h6>\n<h4><strong>S\u00edmbolos Municipais<\/strong><\/h4>\n<p>Os s\u00edmbolos municipais s\u00e3o figuras emblem\u00e1ticas que retratam a hist\u00f3ria e      as caracter\u00edsticas de cada comunidade e traduzem seus elementos mais expressivos      como sua identidade, sua evolu\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, administrativa e econ\u00f4mica, seus      costumes e tradi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A confec\u00e7\u00e3o de s\u00edmbolos deve obedecer a normas universalmente aceitas. A      Her\u00e1ldica e a Vexilologia s\u00e3o ci\u00eancias que estudam, respectivamente, os bras\u00f5es      e as bandeiras<\/p>\n<p>O nome \u0093Her\u00e1ldica\u0094 vem de heraldo, ou arauto, que deriva do alem\u00e3o      antigo \u0093heer&#8217;, que quer dizer \u0093devotado\u0094, ou \u0093har\u0094,      \u0093gritar\u0094 ou \u0093chamar\u0094<\/p>\n<p>Os heraldos ou arautos, na Idade M\u00e9dia, eram os representantes dos senhores      junto ao povo e tinham a miss\u00e3o de percorrer as cidades anunciando as novidades      e comunica\u00e7\u00f5es vindas dos governantes, levar declara\u00e7\u00f5es de guerra, publicar      datas de celebra\u00e7\u00f5es e torneios e zelar pelos s\u00edmbolos da nobreza<\/p>\n<p>Nos torneios de combate, eles verificavam os escudos dos cavaleiros colocando-os      em local vis\u00edvel e, se n\u00e3o encontrassem defeito, proclamavam-nos a toque de      trombeta<\/p>\n<p>Da\u00ed alguns autores atribu\u00edrem a origem da palavra \u0093bras\u00e3o\u0094 do alem\u00e3o      \u0093blasen\u0094, que significa \u0093soprar\u0094. Os heraldos tamb\u00e9m sorteavam      os cavaleiros que lutariam em posi\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao sol. O voc\u00e1bulo      Vexilologia prov\u00e9m de vexillum, nome dos estandartes utilizados no ex\u00e9rcito      romano<\/p>\n<p><strong>O art. 3\u00ba da Lei Org\u00e2nica do Munic\u00edpio de Campinas disp\u00f5e:<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u0093Art. 3\u00ba. S\u00e3o s\u00edmbolos do Munic\u00edpio a bandeira, o bras\u00e3o e o      hino, institu\u00eddos em lei.\u0094<\/strong><\/p>\n<p>O Desenho do bras\u00e3o original de Campinas foi aprovado em reuni\u00e3o da C\u00e2mara      Municipal de 30 de dezembro de 1889, conforme proposta apresentada pelo vereador      Dr. Ricardo Gumbleton Daunt, m\u00e9dico irland\u00eas que se mudara para Campinas em      1842<\/p>\n<p>A comiss\u00e3o especial encarregada de dar parecer sobre o escudo d&#8217;armas opinou      pela aceita\u00e7\u00e3o do desenho \u0093eliminando-se o timbre\u0094 (que mais tarde      se descobriu tratar-se da coroa mural). O parecer foi o ato que oficializou      a institui\u00e7\u00e3o do Bras\u00e3o de Armas de Campinas, n\u00e3o havendo lei municipal ou      outro ato normativo que o adotasse expressamente<\/p>\n<p>&#8220;Os primeiros bras\u00f5es a surgirem no Brasil foram os dos titulares do      Imp\u00e9rio (bras\u00e3o de fam\u00edlia), ou aqueles que, por hereditariedade, vieram de      Portugal. O primeiro bras\u00e3o de dom\u00ednio (cidade) existente no Brasil foi o      da cidade de Salvador, institu\u00eddo em 1552. Em S\u00e3o Paulo presume-se que o primeiro      bras\u00e3o tenha sido o de Campinas, logo seguido de Concei\u00e7\u00e3o de Itanha\u00e9m e Santos.\u0094      (Fonte: http:\/\/www.novomilenio.inf.br\/santos\/h0208.htm#Bastardos)<\/p>\n<p>No regime republicano, Campinas foi a primeira cidade a adotar a sua pedra      de armas. At\u00e9 aquela data, o Brasil havia conhecido apenas vinte e um emblemas      de prov\u00edncias e cidades, sendo seis bras\u00f5es portugueses e nove holandeses      no per\u00edodo colonial e mais seis durante o Imp\u00e9rio<\/p>\n<p>Conquanto seja o primeiro escudo municipal adotado na Rep\u00fablica, uma classifica\u00e7\u00e3o      rigorosa deveria registr\u00e1-lo como o \u00faltimo bras\u00e3o do Imp\u00e9rio eis que o esp\u00edrito      que lhe presidiu a institui\u00e7\u00e3o foi preponderantemente mon\u00e1rquico<\/p>\n<p>Com efeito, naquele ano de 1889 o pa\u00eds acabara de assistir \u00e0 queda da Coroa      Imperial e o choque das ideologias pol\u00edticas desorientava o povo. A Rep\u00fablica      era avessa a usan\u00e7as antigas e n\u00e3o suportava a id\u00e9ia de bras\u00f5es, porquanto      os associava \u00e0 nobreza ou fidalguia. Logo, uma cidade republicana n\u00e3o poderia      adotar, naquele momento hist\u00f3rico, um s\u00edmbolo encimado por uma coroa &#8211; s\u00edmbolo      de soberania &#8211; ainda que isso representasse a autonomia administrativa da      cidade, uma cidade forte e vigorosa<\/p>\n<p>Quase simultaneamente ao de Campinas alterou-se o emblema da cidade do Rio      de Janeiro eliminado-se sua coroa mural e substituindo-a por uma estrela.      Este emblema n\u00e3o durou quatro anos, pois foi novamente alterado em 1893, quando      foi restabelecida a coroa mural<\/p>\n<p>No desenho original de Campinas, o escudo da cidade apresenta no centro a      figura da ave simb\u00f3lica, a F\u00eanix, ressurgindo de suas cinzas. Ela se coloca      no escudo de frente e em cima de uma fogueira ardente. Sobre o escudo h\u00e1 uma      coroa mural e, em sua base, v\u00ea-se um la\u00e7o de fita (listel) azul com a seguinte      inscri\u00e7\u00e3o: \u0093Labore virtute civitas floret.\u0094<\/p>\n<p>O quadro com o desenho se encontrava em 1900 no sobrado localizado na Av.      Bar\u00e3o de Jaguara, no 43, onde funcionava a Sala de Sess\u00f5es da C\u00e2mara Municipal,      consoante se l\u00ea na obra, organizada por Leopoldo Amaral \u0093A Cidade de      Campinas em 1901\u0094 (p. 119, edi\u00e7\u00e3o da Casa Livro Azul)<\/p>\n<p>Do exame do desenho observa-se que houve um peda\u00e7o de papel colado sobre      a coroa mural que deve t\u00ea-la encoberto por longa data, revelando que este      ornamento foi aquilo que a Comiss\u00e3o da C\u00e2mara Municipal, que opinou sobre      o escudo de armas, apontou como o timbre a ser eliminado<\/p>\n<p><strong>Eis a reprodu\u00e7\u00e3o fotogr\u00e1fica do desenho original:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin24.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"189\" height=\"243\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>A Resolu\u00e7\u00e3o 1.001, de 25 de setembro de 1937, modificou o escudo e instituiu      novo bras\u00e3o da cidade por sugest\u00f5es de Aristides Monteiro de Carvalho e Silva      e Roberto Thut, membros do Instituto Her\u00e1ldico-Geneal\u00f3gico de S\u00e3o Paulo, contidas      no livro \u0093A Pedra D&#8217;Armas de Campinas\u0094<\/p>\n<p>At\u00e9 a publica\u00e7\u00e3o dessa monografia pela Revista do Arquivo Municipal de S\u00e3o      Paulo, a hist\u00f3ria das armas de Campinas era quase inteiramente desconhecida      e dela havia apenas not\u00edcias esparsas e por vezes contradit\u00f3rias<\/p>\n<p>Por proposta destes heraldistas, no primitivo bras\u00e3o, que vinha sendo adotado,      desde 30 de dezembro de 1.889, fora eliminada a cartela sobre a qual se apoiava      o escudo. O escudo irregular tamb\u00e9m fora substitu\u00eddo por novo escudo de forma      boleada e foram introduzidos os suportes: a haste de cana-de-a\u00e7\u00facar e um ramo      de caf\u00e9 com frutos<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, fora incorporado um escudete de azul carregado de um crescente      de ouro, representando o escudete (figura com contornos iguais ao do escudo      de tamanho menor) a prote\u00e7\u00e3o segura do orago da cidade e o crescente (carregado      de ouro), um atributo a Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o e o predom\u00ednio da f\u00e9 crist\u00e3<\/p>\n<p>A F\u00eanix original fora alterada pela mesma ave mitol\u00f3gica estilizada, de tra\u00e7os      modernizantes, cujo desenho assemelha-se ao corpo de um \u0093galin\u00e1cio que      caiu n&#8217;\u00e1gua\u0094 (Celso Maria de Mello Pupo, em seu livro \u0093Campinas,      seu Ber\u00e7o e Juventude\u0094, p. 219)<\/p>\n<p>A coroa mural de ouro, que era representada por tr\u00eas torres e cinco janelas,      passa a ter quatro torres com uma porta cada uma, sendo tr\u00eas torres vis\u00edveis,      uma no centro e meia de cada lado. Confira-se:<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin25.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"198\" height=\"215\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>Algum tempo depois, Lei Federal proibiu o uso de bras\u00f5es, bandeiras e outros      s\u00edmbolos por parte das unidades da Federa\u00e7\u00e3o. Com efeito, a Constitui\u00e7\u00e3o do      Estado Novo, de 10 de novembro de 1937, em seu art. 2o, aboliu os s\u00edmbolos      representativos dos Estados e Munic\u00edpios<\/p>\n<p>Campinas teve seu bras\u00e3o restabelecido pelo Decreto-lei Municipal 386, de      9 de junho de 1.947, que fora poss\u00edvel por for\u00e7a da Constitui\u00e7\u00e3o de 1946,      que estabelecia em seu art. 195, par\u00e1grafo \u00fanico, que \u0093os Estados e os      Munic\u00edpios podem ter s\u00edmbolos pr\u00f3prios.\u0094<\/p>\n<p>Restabelecido legalmente o s\u00edmbolo municipal campineiro, este perdurou at\u00e9      fins de 1973 quando sofreu altera\u00e7\u00f5es com o advento da Lei Municipal no 4.335,      de 6 de novembro de 1.973<\/p>\n<p>De fato, a Lei Municipal no 4.335, de 6 de novembro de 1.973, introduziu      altera\u00e7\u00f5es no Bras\u00e3o de Campinas adotado pela Resolu\u00e7\u00e3o 1.001\/37 e restitu\u00eddo      pelo Decreto-lei 386\/47. Substancialmente a modifica\u00e7\u00e3o retirou do bras\u00e3o      o \u0093escudete de blau carregado de um crescente\u0094, alterou a coroa      mural de ouro para de prata com oito torres sendo apenas cinco aparentes e      resgatou, ainda, o desenho original da F\u00eanix do primitivo bras\u00e3o de 1.889<\/p>\n<p>O desenho prescrito na Lei Municipal 4.355\/73, que se encontra em vig\u00eancia      at\u00e9 hoje, assim se descreve: Escudo redondo de blau (azul), com uma f\u00eanix      renascente de sua imortalidade, de ouro, cujo desenho obedece ao desenho original      constante do Bras\u00e3o de Armas de Campinas aprovado em 1.889. O escudo \u00e9 encimado      por coroa mural de prata com oito torres, suas portas abertas de goles (vermelho)      e tem como suporte, \u00e0 direita, uma haste de cana-de-a\u00e7\u00facar folhada e, \u00e0 esquerda,      um ramo de caf\u00e9 folhado e frutado, ambos ao natural, entrecruzados em ponta.      Listel de blau (azul) com a divisa \u0093LABORE VIRTUTE CIVITAS FLORET\u0094,      de ouro<\/p>\n<p>Na her\u00e1ldica, a destra ou direita do escudo corresponde \u00e0 esquerda do leitor      e a sinistra ou esquerda corresponde \u00e0 direita do leitor, porque a descri\u00e7\u00e3o      se refere ao ponto de vista do portador do escudo, e n\u00e3o do seu observador<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin26.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"206\" height=\"211\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p><strong>USO OBRIGAT\u00d3RIO E FACULTATIVO DO BRAS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>A Lei Municipal no 1.727, de 25 de mar\u00e7o de 1.957, obriga o uso do bras\u00e3o      municipal \u0093nos pr\u00e9dios em que se localizem reparti\u00e7\u00f5es municipais, nos      pap\u00e9is de expediente das reparti\u00e7\u00f5es p\u00fablicas municipais, nas publica\u00e7\u00f5es      oficiais, nos diplomas e certificados expedidos pelas escolas municipais ou      para premiar concursos institu\u00eddos pelo Munic\u00edpio\u0094<\/p>\n<p>O Decreto Municipal no 1.219, de 27 de fevereiro de 1.958, que regulamenta      a Lei 1.727\/57, obriga o uso do bras\u00e3o \u0093na entrada principal dos pr\u00e9dios      em que se localizem reparti\u00e7\u00f5es municipais; no cabe\u00e7alho dos pap\u00e9is de expediente      das reparti\u00e7\u00f5es p\u00fablicas municipais; nos envelopes utilizados pelas reparti\u00e7\u00f5es      para a expedi\u00e7\u00e3o de pap\u00e9is e of\u00edcios; no cabe\u00e7alho dos pap\u00e9is da Prefeitura,      destinados ao andamento em outras reparti\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e em ju\u00edzo; nas publica\u00e7\u00f5es      oficiais da Prefeitura, inclusive das Secretarias e Departamentos; nos diplomas      e certificados expedidos pelas escolas municipais; nos diplomas e certificados      destinados a premiar concursos institu\u00eddos pelo Munic\u00edpio\u0094<\/p>\n<p>A Lei Municipal no 4.335\/73 determina que o Bras\u00e3o de Armas seja usado obrigatoriamente      \u0093nos pap\u00e9is, demais documentos e correspond\u00eancia oficial; no gabinete      do Prefeito Municipal e na Sala das Sess\u00f5es da C\u00e2mara dos Vereadores; nas      escolas municipais\u0094 e facultativamente \u0093na fachada dos edif\u00edcios      p\u00fablicos; nos ve\u00edculos oficiais; nos locais onde se realizem festividades      promovidas pela Municipalidade\u0094 e, ainda, pro\u00edbe a reprodu\u00e7\u00e3o do Bras\u00e3o      de Armas de Campinas em propaganda comercial ou pol\u00edtica, bem como sua apresenta\u00e7\u00e3o      em qualquer lugar incompat\u00edvel com o decoro devido aos S\u00edmbolos Municipais<\/p>\n<p><strong>JUSTIFICA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p><strong>ESCUDO PORTUGU\u00caS ANTIGO<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin27.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"149\" height=\"160\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>O escudo portugu\u00eas antigo foi usado na Pen\u00ednsula ib\u00e9rica durante toda a Idade      M\u00e9dia e era usado em Portugal na \u00e9poca do descobrimento do Brasil<\/p>\n<p>Esse escudo quadrado na parte superior e arredondado na base \u00e9 denominado      escudo peninsular, ou espanhol, ou portugu\u00eas, ou ainda, escudo cl\u00e1ssico flamengo      ib\u00e9rico. Ele \u00e9 tradicionalmente composto de nove partes ou zonas, com vista      \u00e0 descri\u00e7\u00e3o da localiza\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as no seu campo e possui a dimens\u00e3o 7&#215;8,      ou seja, sete m\u00f3dulos de largura por oito de altura, entendendo-se por m\u00f3dulo      qualquer unidade convencional para estabelecer propor\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Na her\u00e1ldica brasileira, evoca a origem da nossa ra\u00e7a &#8211; o portugu\u00eas como      elemento \u00e9tnico primordial. Representa, portanto, homenagem aos seus primeiros      colonizadores e desbravadores de nossa p\u00e1tria<\/p>\n<p>No bras\u00e3o de Campinas alude \u00e0 primeira imigra\u00e7\u00e3o de lavradores portugueses      subsidiada pelo munic\u00edpio, que ocorreu durante a reg\u00eancia de D. Jo\u00e3o VI. Esses      portugueses fixaram-se na Vila de S\u00e3o Carlos e tornaram-se propriet\u00e1rios de      s\u00edtios, contribuindo para seu desenvolvimento<\/p>\n<p><strong>EM CAMPO DE BLAU (AZUL)<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin28.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"145\" height=\"168\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>O escudo com campo coberto de azul representa o c\u00e9u, nobreza, majestade,      serenidade e os seus portadores estavam obrigados a fomentar a agricultura      e tamb\u00e9m a socorrer os servidores despedidos injustamente ou que se encontrassem      sem remunera\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Entre todas, o azul \u00e9 a cor profunda; eleva o pensamento para a imensid\u00e3o      luminosa e faz sonhar na desmesurada grandeza das coisas extraterrenas<\/p>\n<p>A F\u00eanix, renascida, livra suas longas asas no azul e al\u00e7a seu v\u00f4o imenso,      ascensional e sem fim; a cidade, recuperada da desgra\u00e7a, firma-se na sua f\u00e9      e, apoiada pelo c\u00e9u, percorre a trilha de um progresso vertiginoso e cada      vez mais not\u00e1vel<\/p>\n<p>Essa cor representa o firmamento e indica devo\u00e7\u00e3o, justi\u00e7a, fidelidade, vigil\u00e2ncia,      nobreza, for\u00e7a, const\u00e2ncia, perseveran\u00e7a, formosura, zelo, lealdade, do\u00e7ura,      amenidade, bondade, firmeza incorrupt\u00edvel, gl\u00f3ria, virtude, amor \u00e0 p\u00e1tria<\/p>\n<p><strong>Uma F\u00eanix<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin29.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"225\" height=\"212\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>Figura mitol\u00f3gica que se acreditava imortal, ressurgindo das pr\u00f3prias cinzas.      Habitava os confins do deserto da Ar\u00e1bia e quando se sentia morrer, fazia      seu ninho com ervas e ess\u00eancias perfumadas e ficava ali aninhada deixando      o sol incendiar tudo. Por\u00e9m, acontecia que sempre ressurgia das suas pr\u00f3prias      cinzas<\/p>\n<p>Representa a longevidade, fama imorredoura e ressurrei\u00e7\u00e3o, afirmando a for\u00e7a      vivificadora de Campinas para superar suas quedas, a capacidade de uni\u00e3o do      povo de Campinas diante da adversidade comum e seu esp\u00edrito bravo capaz de      enfrentar os maiores obst\u00e1culos e as mais terr\u00edveis desgra\u00e7as para, ao final,      venc\u00ea-los<\/p>\n<p>A F\u00eanix evoca o reerguimento do munic\u00edpio ap\u00f3s os estragos causados pela      horrorosa, terr\u00edvel e catastr\u00f3fica epidemia de febre amarela que se alastrou      pela prov\u00edncia no agitado ano de 1889 e castigou a cidade por mais de meia      d\u00e9cada sem, contudo, conseguir aniquil\u00e1-la<\/p>\n<p>A energia, a magnanimidade, a f\u00e9, a const\u00e2ncia, a moral elevada, a fortaleza      de esp\u00edrito que n\u00e3o se abate virtudes pertinentes a seus cidad\u00e3os fizeram      com que a cidade renascesse mais bela, marcando o in\u00edcio do per\u00edodo \u00e1ureo      de sua hist\u00f3ria<\/p>\n<p>Esse impulso de renova\u00e7\u00e3o e progresso para Campinas, contido na for\u00e7a misteriosa,      lend\u00e1ria, eterna e latente da F\u00eanix, tornou-se constante, confirma-se no seu      presente &#8211; hoje ela \u00e9 uma das grandes cidades do pa\u00eds &#8211; e prenuncia um porvir      grandioso e risonho \u00e0s gera\u00e7\u00f5es futuras<\/p>\n<p>A pot\u00eancia moral do povo, que fez ressurgir a cidade com seus pr\u00f3prios recursos,      n\u00e3o p\u00f4de ser mais bem simbolizada: a F\u00eanix renascente \u00e9 para todos os campineiros      um est\u00edmulo e um modelo de en\u00e9rgica virtude<\/p>\n<p>A f\u00e1bula conta que a F\u00eanix n\u00e3o tem par, era s\u00f3, era \u00fanica. Por se tratar      de figura quim\u00e9rica, n\u00e3o h\u00e1 modelo no reino animal. Todavia, segundo a lenda,      a f\u00eanix tem o corpo semelhante a uma \u00e1guia. Ela se representa com a cabe\u00e7a      de perfil, com o bico aberto voltado para a direita do escudo e as asas estendidas      sobre uma fogueira chamada imortalidade<\/p>\n<p>A ave mitol\u00f3gica retrata a imagem daquele que n\u00e3o se deixa abater, do esp\u00edrito      que n\u00e3o morre, simboliza a renova\u00e7\u00e3o das exist\u00eancias, imortalidade, ressurrei\u00e7\u00e3o,      fama imorredoura, longevidade, esp\u00edrito ardente, que aspira a proeza da gl\u00f3ria      imortal. Nos monumentos antigos representava eternidade, imortalidade e nos      modernos, ressurrei\u00e7\u00e3o, mas ressurrei\u00e7\u00e3o em sentido lato de restaura\u00e7\u00e3o e      arrancada para o futuro, representando tudo o que se reergue, progride, engrandece      e enobrece<\/p>\n<p><strong>RENASCENTE DE SUA IMORTALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>A fogueira ardente sobre a qual se coloca a F\u00eanix \u00e9, em her\u00e1ldica, denominada      imortalidade e constitui complemento cl\u00e1ssico e caracter\u00edstico da ave simb\u00f3lica,      da qual a qualidade renascente \u00e9 seu pr\u00f3prio atributo<\/p>\n<p><strong>DE OURO<\/strong><\/p>\n<p>O ouro (jalde) \u00e9 o primeiro e o mais nobre dos metais. \u00c9 o s\u00edmbolo da nobreza,      riqueza, esplendor. Significa , gl\u00f3ria, poder, for\u00e7a, f\u00e9, justi\u00e7a, clem\u00eancia,      eleva\u00e7\u00e3o d&#8217;alma, caridade, temperan\u00e7a; const\u00e2ncia, liberdade, sabedoria, honra,      generosidade; pureza, fidelidade, benignidade, cavalheirismo, sa\u00fade, solidez,      alegria, prosperidade, longa vida, eternidade<\/p>\n<p>A combina\u00e7\u00e3o ouro e azul produz not\u00e1vel efeito e uma das mais belas combina\u00e7\u00f5es      de esmaltes her\u00e1ldicos<\/p>\n<p><strong>COROA MURAL<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin30.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"212\" height=\"95\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>A coroa mural representa a autonomia e a evolu\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e administrativa      dos munic\u00edpios. Ela se coloca em cima das armas das cidades e se representa      em formatos diversos, constituindo atributo ou ornamento exterior \u00e0 pedra      de armas. Seu desenho inspira-se em torres e castelos her\u00e1ldicos e representa-se      por muros constru\u00eddos em torno das antigas povoa\u00e7\u00f5es, com torres, destinados      a sua defesa para simbolizar a cidade aut\u00f4noma<\/p>\n<p>A coroa em metal prata (argente) com oito torres \u00e9 privativa das cidades.      Das oito torres, cinco est\u00e3o aparentes e as duas das extremidades s\u00e3o vistas      pela metade, dando a id\u00e9ia de que suas outras metades estariam dando volta      para a parte de tr\u00e1s<\/p>\n<p>S\u00e3o desenhadas uma porta em cada uma das torres, sendo que nas torres das      extremidades ela \u00e9 desenhada pela metade, para dar justamente a id\u00e9ia de que      suas outras metades estariam dando volta para a parte de tr\u00e1s. As portas abertas      afirmam o car\u00e1ter hospitaleiro do povo de Campinas e a cor vermelho (goles),      que no Brasil se identifica ao Direito e \u00e0 justi\u00e7a, na posi\u00e7\u00e3o em que se situa      na coroa mural, quer significar: \u0093Dentro destas portas encontrareis a      Justi\u00e7a.\u0094<\/p>\n<p>Na her\u00e1ldica brasileira, a Coroa mural (coroa murae) tem duas fun\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas:      1) Mostrar atrav\u00e9s de seu desenho pr\u00f3prio que o bras\u00e3o \u00e9 de um domic\u00edlio (bras\u00e3o      de dom\u00ednio), e n\u00e3o de uma pessoa natural. 2) Mostrar atrav\u00e9s das duas cores      b\u00e1sicas dos metais e do n\u00famero de torres se \u00e9 uma cidade capital de estado      (coroa mural de ouro com 5 torres \u00e0 vista), cidade (coroa mural de prata com      5 torres \u00e0 vista), vila (coroa mural de prata com 4 torres \u00e0 vista) ou aldeia      e demais povoa\u00e7\u00f5es (coroa mural de prata com 3 torres \u00e0 vista)<\/p>\n<p>A coroa mural, tamb\u00e9m chamada de Urbe, denuncia Campinas pujante e forte      gra\u00e7as a seus elementos pr\u00f3prios de vida e ao amor de seus filhos<\/p>\n<p><strong>UMA HASTE DE CANA DE A\u00c7\u00daCAR \u00c0 DESTRA<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin31.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"141\" height=\"179\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p><strong>UM RAMO DE CAF\u00c9 FRUTIFICADO \u00c0 SINISTRA<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin32.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"146\" height=\"187\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>Relembra a extensa e riqu\u00edssima cultura de cafeeiros que tomando incremento      nas primeiras d\u00e9cadas de 1800, se alastrou por todas as terras do munic\u00edpio,      tornando seu caf\u00e9 um dos mais not\u00e1veis do estado e do pa\u00eds, a ponto de irradiar-se      a sua fama at\u00e9 ao estrangeiro<\/p>\n<p>O caf\u00e9 deste munic\u00edpio destacava-se no mercado com a denomina\u00e7\u00e3o de \u0093Caf\u00e9      Campinas\u0094 pela superioridade que apresentava, n\u00e3o s\u00f3 quanto \u00e0 qualidade,      mas principalmente quanto ao beneficiamento<\/p>\n<p>Na her\u00e1ldica brasileira, o caf\u00e9 representa-se no estado de frutifica\u00e7\u00e3o com      seus frutos vermelhos<\/p>\n<p><strong>AMBOS DE SUA COR<\/strong><\/p>\n<p>As riquezas agr\u00edcolas (cana-de-a\u00e7\u00facar e caf\u00e9) s\u00e3o representadas com as suas      cores naturais, porque em armaria, \u00e9 de bom uso a representa\u00e7\u00e3o dos suportes      desta maneira<\/p>\n<p>Na her\u00e1ldica brasileira, em desenho colorido o ramo de caf\u00e9 \u00e9 apresentado      com seus frutos vermelhos e a haste de cana-de-a\u00e7\u00facar apresenta-se inteiramente      enfolhada e toda verde<\/p>\n<p><strong>DIVISA \u0093LABORE VIRTUTE CIVITAS FLORET\u0094 DE OURO EM LIST\u00c3O      (LISTEL) DE BLAU<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin33.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"202\" height=\"46\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>A divisa \u00e9 um ornamento exterior consistente em uma express\u00e3o afirmativa      de virtude, const\u00e2ncia, lealdade, coragem. Segundo os estudiosos, o tema da      divisa deve cuidar do presente e do futuro, jamais do passado<\/p>\n<p>Nas armas de Campinas, a divisa est\u00e1 expressa em latim e significa em portugu\u00eas      \u0093Pelo trabalho e pela virtude a cidade floresce\u0094 ou \u0093A cidade      floresce no trabalho e na virtude\u0094. Traduz a voca\u00e7\u00e3o e o prop\u00f3sito (trabalho      e progresso) da gente campineira, o \u00e2nimo e o anseio, o trabalho prof\u00edcuo      e a moral elevada de seu povo, causas ineg\u00e1veis do desenvolvimento de Campinas      cada vez mais brilhante no conceito das municipalidades paulistas e brasileiras<\/p>\n<p>A divisa campineira acaricia os ouvidos com a harmonia de suas palavras numa      sonoridade e cad\u00eancia r\u00edtmica primorosas, com acentua\u00e7\u00e3o da quinta s\u00edlaba      no decass\u00edlabo simbolista: LABORE VIRTUTE CIVITAS FLORET<\/p>\n<p>O bras\u00e3o recebe um list\u00e3o, listel, que \u00e9 a moldura ou o filete com os mesmos      esmaltes das armas. Em Campinas, as letras s\u00e3o de ouro &#8211; elas devem ser sempre      de metal &#8211; e o list\u00e3o tem cor azul<\/p>\n<p><strong>REPRESENTA\u00c7\u00c3O MONOCROM\u00c1TICA<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin34.jpg\" alt=\"Campinas\" width=\"212\" height=\"218\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>Na terminologia her\u00e1ldica, as tintas denominadas ESMALTES s\u00e3o divididas em      3 (tr\u00eas) grupos: as CORES (goles\/vermelho, blau\/azul, sinopla\/verde, sable\/preto      e p\u00farpura\/violeta), os METAIS (jalde\/ouro e argente\/prata), e as PELES (arminho,      veiro, contra-arminho, contra-veiro). <\/p>\n<p>Para a representa\u00e7\u00e3o monocroma, idealizou-se uma engenhosa combina\u00e7\u00e3o, que      marcou um avan\u00e7o nas artes gr\u00e1ficas, atribu\u00edda, pela maioria dos estudiosos,      ao s\u00e1bio jesu\u00edta italiano Padre Silvestre Pietra Santa que em 1634 comp\u00f4s      um tratado sobre bras\u00f5es e sinais de nobreza. Por esse sistema, o emprego      e a disposi\u00e7\u00e3o da superf\u00edcie lisa, do pontilhado e do tracejado indicam as      cores e metais her\u00e1ldicos desejados<\/p>\n<p><strong>Confira-se:<\/strong><\/p>\n<p><strong>CORES<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin35.jpg\" alt=\"Campinas\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p><strong>METAIS<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ccampin36.jpg\" alt=\"Campinas\" title=\"Campinas\" \/><\/p>\n<p>Em desenho monocrom\u00e1tico (preto e branco), n\u00e3o h\u00e1 tracejado convencional      universal apontado para as figuras ou objetos designados como \u0093ao natural\u0094      ou \u0093de sua cor\u0094<\/p>\n<p>Os pa\u00edses que n\u00e3o convencionaram uma reprodu\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica para tanto costumam      utilizar o branco para sua representa\u00e7\u00e3o correndo-se o risco de se confundir      com a representa\u00e7\u00e3o do metal prata. Por isso, essa pr\u00e1tica deve ser adotada      apenas quando a cor natural do objeto n\u00e3o coincidir com nenhum dos esmaltes      her\u00e1ldicos, recomendando utilizar o tracejado correspondente em caso de o      desenho possuir um dos esmaltes cl\u00e1ssicos.<\/p>\n<h4>Hino Oficial<\/h4>\n<p><strong>Progresso!<\/strong><\/p>\n<p><strong>Coro triunfal ao povo Campineiro<\/strong><\/p>\n<p>Institu\u00eddo pela Lei 7.945, de 27 de junho de 1.994, o Hino Oficial de Campinas      \u00e9 uma composi\u00e7\u00e3o musical do maestro campineiro Antonio Carlos Gomes, com letra      adaptada, provavelmente pelo pr\u00f3prio maestro, de um poema do jornalista Carlos      Ferreira, retirado do livro Alcyones.<\/p>\n<p>Segundo Lenita Waldige Mendes Nogueira, pesquisadora que publicou diversos      livros sobre o maestro Antonio Carlos Gomes, a composic\u00e3o foi resultado de      um convite feito pelo Comendador T\u00f3rlogo Dauntr\u00e9, atrav\u00e9s de uma carta enviada      em 14 de fevereiro de 1885, ao m\u00fasico, que se encontrava em Lecco, na It\u00e1lia,      para compor um hino a ser executado na inaugura\u00e7\u00e3o da 1\u00aa Exposi\u00e7\u00e3o Regional      de Campinas. Com esta exposi\u00e7\u00e3o, o munic\u00edpio desejava exibir seus progressos      no setor agr\u00edcola e industrial.<\/p>\n<p>Carlos Gomes, ent\u00e3o, comp\u00f4s uma pe\u00e7a para grande orquestra, coro, banda e      fanfarra, conclu\u00edda em 22 de mar\u00e7o do mesmo ano. Ainda segundo a pesquisadora,      \u0093provavelmente partes de coro impressas que existem no Museu Carlos Gomes      fazem parte desse lote; partes orquestrais impressas n\u00e3o foram localizadas.\u0094.      Lenita afirma que o hino foi restaurado a partir de manuscritos que est\u00e3o      no Museu Carlos Gomes, mas que, seguramente, nenhum documento existente sobre      a composi\u00e7\u00e3o \u00e9 original.<\/p>\n<p>A pe\u00e7a ficou conhecida como \u0093Progresso\u0094, primeira palavra entoada      pelo coro, muito embora o pr\u00f3prio maestro a tenha intitulado como \u0093Coro      Triunfal Ao Povo Campineiro\u0094. O hino foi executado pela primeira vez      em 25 de dezembro de 1885, no palacete onde foi instalada a exposi\u00e7\u00e3o, no      centro de Campinas, com o envolvimento de cerca de 150 m\u00fasicos, amadores e      profissionais, al\u00e9m da banda de m\u00fasica.<\/p>\n<p>O poema do qual foi feita a adapta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foi publicado em 25 de dezembro      de 1885, na Gazeta de Campinas, jornal que era de propriedade de Carlos Ferreira.      Como o poema era bastante extenso, o compositor, em sua adapta\u00e7\u00e3o, utilizou      apenas partes, para que houvesse o perfeito encaixamento entre letra e m\u00fasica.<\/p>\n<p>No encarte contido no CD (1) da Orquestra Sinf\u00f4nica Municipal de Campinas,      sob realiza\u00e7\u00e3o da C\u00e2mara Municipal de Campinas e da Prefeitura Municipal de      Campinas, do qual extra\u00edmos as quatro vers\u00f5es do hino, a letra cont\u00e9m partes      que, aparentemente, n\u00e3o s\u00e3o cantadas pelo coro, na primeira faixa.<\/p>\n<p>Contudo, h\u00e1 uma sobreposi\u00e7\u00e3o de textos: enquanto os sopranos cantam a melodia      com o texto \u0093Honra ao povo que sabe (&#8230;)\u0094, os tenores e baixos      fazem um contraponto, cantando \u0093Vamos todos com a fronte incendiada,      Honra e fama conquistar\u0094. Na 3\u00aa faixa, onde s\u00f3 h\u00e1 voz e piano, n\u00e3o h\u00e1      a sobreposi\u00e7\u00e3o de textos. A solista canta apenas a melodia, com seu respectivo      texto, sendo o contraponto cantado pela parte masculina suprimido.<\/p>\n<p>&#8220;Para alguns estudiosos, o fato de a composi\u00e7\u00e3o musical de Carlos Gomes      ser de alta complexidade, exigindo orquestra e coro de elevado preparo t\u00e9cnico,      o que dificulta que ele seja memorizado e cantado pelo povo em geral; o fato      de abordar um tema universal &#8211; O Progresso &#8211; que poderia ser executado em      qualquer cidade do mundo, sem nenhuma alus\u00e3o a feitos ou eventos hist\u00f3ricos      de peculiaridade local; a circunst\u00e2ncia de ser destinada especificamente &#8211;      1\u00aa Exposi\u00e7\u00e3o Regional de Campinas&#8221; &#8211; somada ao fato de ser ela composta      num ex\u00edguo espa\u00e7o de tempo, j\u00e1 que naquela ocasi\u00e3o a carta fora conduzida      por mar at\u00e9 a It\u00e1lia em 14 de fevereiro e a carta-resposta fora datada de      25 de mar\u00e7o, indicam que a m\u00fasica de Carlos Gomes n\u00e3o fora feita para ser      o Hino de Campinas.<\/p>\n<p>Entretanto, certo \u00e9 que todas as tentativas empreendidas pela C\u00e2mara dos      Vereadores no sentido de promover um concurso para a sele\u00e7\u00e3o de um novo hino      para Campinas que viesse a substituir o &#8220;Progresso&#8221;, sofreram duras      cr\u00edticas por parte dos defensores do maestro conterr\u00e2neo e restaram infrut\u00edferas.<\/p>\n<p>Assim, permanece em plena vig\u00eancia a Lei Municipal n\u00ba 7.945, de 27 de junho      de 1.994 que instituiu a composi\u00e7\u00e3o &#8220;Ao Povo Campineiro Progresso&#8221;      como hino oficial de Campinas.<\/p>\n<p>A Lei Municipal n\u00ba 11.999, de 16 de junho de 2.004 obriga a execu\u00e7\u00e3o do hino      oficial do Munic\u00edpio de Campinas em toda solenidade municipal e pelo menos      uma vez por m\u00eas nas escolas p\u00fablicas municipais de n\u00edvel fundamental.&#8221;(2)<\/p>\n<h4><strong>Letra<\/strong><\/h4>\n<p>Progresso! Progresso!<br \/>\n     Seja a nossa divisa.<br \/>\n     Progresso! Progresso!<br \/>\n     Seja a nossa divisa.<br \/>\n     Porvir!<br \/>\n     Das ind\u00fastrias no enorme Congresso,<br \/>\n     Precisamos galhardos agir.<br \/>\n     Precisamos galhardos agir.<br \/>\n     Progresso! Progresso!<br \/>\n     Honra ao povo que sabe<br \/>\n     Os louros da gl\u00f3ria colher.<br \/>\n     E co&#8217;a alma de luzes sedenta, sedenta,<br \/>\n     A luz do trabalho vai colher!<br \/>\n     Honra ao povo que sabe<br \/>\n     Os louros da gl\u00f3ria, da gl\u00f3ria colher!<br \/>\n     Honra ao povo que sabe<br \/>\n     Os louros da gl\u00f3ria colher.<br \/>\n     Sabe os louros colher da gl\u00f3ria.<br \/>\n     Ao povo, ao povo que sabe,<br \/>\n     Da gl\u00f3ria, os louros colher!<br \/>\n     Progresso! Progresso!<br \/>\n     Seja a nossa divisa.<br \/>\n     Progresso! Progresso!<br \/>\n     Seja a nossa divisa.<br \/>\n     Porvir!<br \/>\n     Das ind\u00fastrias no enorme Congresso,<br \/>\n     Precisamos galhardos agir.<br \/>\n     Precisamos galhardos agir.<br \/>\n     Progresso! Progresso!<br \/>\n     Honra ao povo que sabe<br \/>\n     Os louros da gl\u00f3ria colher.<br \/>\n     E co&#8217;a alma de luzes sedenta, sedenta,<br \/>\n     A luz do trabalho vai colher!<br \/>\n     Honra ao povo que sabe<br \/>\n     Os louros da gl\u00f3ria, da gl\u00f3ria colher!<br \/>\n     Honra ao povo que sabe<br \/>\n     Os louros da gl\u00f3ria colher.<br \/>\n     Sabe os louros colher da gl\u00f3ria.<br \/>\n     Ao povo, ao povo que sabe,<br \/>\n     Da gl\u00f3ria, os louros colher!<br \/>\n     Progresso! Progresso!<br \/>\n     Seja a nossa conquista porvir!<br \/>\n     Progresso!<\/p>\n<p>Fonte: www.campinas.sp.gov.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Campinas, Hist\u00f3ria, Origem, Tradi\u00e7\u00f5es, Cultura, Gastronomia, Turismo, Cidade, Lagoa do Taquaral, Museus, Igrejas, Localiza\u00e7\u00e3o, Campinas<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[88],"tags":[],"class_list":["post-46750","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-turismo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Campinas, Hist\u00f3ria, Origem, Tradi\u00e7\u00f5es, Cultura, Gastronomia Campinas<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Campinas, Hist\u00f3ria, Origem, Tradi\u00e7\u00f5es, 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