{"id":46542,"date":"2016-06-13T18:05:28","date_gmt":"2016-06-13T18:05:28","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=46542"},"modified":"2016-06-13T18:24:08","modified_gmt":"2016-06-13T18:24:08","slug":"rondonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/rondonia","title":{"rendered":"Rond\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<p class=\"imagem\">  <img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rondonia-001.jpg\" alt=\"Rond\u00f4nia\" title=\"Rond\u00f4nia\" width=\"400\" height=\"279\" \/><\/p>\n<h2>Hist\u00f3ria de Rond\u00f4nia<\/h2>\n<p>      O primeiro explorador europeu que teria alcan\u00e7ado o vale do rio Guapor\u00e9 foi      o espanhol \u00d1uflo de Ch\u00e1vez, de passagem entre 1541 e 1542.<\/p>\n<p>      Mais tarde, no s\u00e9culo XVII, a regi\u00e3o foi percorrida pela \u00e9pica bandeira de      Ant\u00f4nio Raposo Tavares, que, entre 1648 e 1651, partindo de S\u00e3o Paulo, desceu      o curso do rio Paran\u00e1, subiu o rio Paraguai, alcan\u00e7ou o vale do rio Guapor\u00e9,      atravessou o rio Mamor\u00e9, seguiu pelo rio Madeira alcan\u00e7ando o rio Amazonas,      cujo curso finalmente desceu at\u00e9 alcan\u00e7ar Bel\u00e9m do Par\u00e1.<\/p>\n<p>      Tendo ainda alguns mission\u00e1rios se aventurado isoladamente pela regi\u00e3o, no      s\u00e9culo seguinte, a partir da descoberta de ouro no vale do rio Cuiab\u00e1, os      bandeirantes come\u00e7aram a explorar o vale do Guapor\u00e9.<\/p>\n<p>      Por esse motivo, em 1748, as instru\u00e7\u00f5es da Coroa portuguesa para o primeiro      Governador e Capit\u00e3o General da Capitania do Mato Grosso, Ant\u00f4nio Rolim de      Moura Tavares (1751-1764), foram as de que mantivesse &#8211; a qualquer custo &#8211;      a ocupa\u00e7\u00e3o da margem direita do rio Guapor\u00e9, amea\u00e7ada por incurs\u00f5es espanholas      e ind\u00edgenas, oriundas dos povoados instalados \u00e0 margem esquerda desse curso      fluvial desde 1743 (a saber: Sant&#8217;Ana, na foz do ribeir\u00e3o deste nome; S\u00e3o      Miguel, na foz do rio deste nome; e Santa Rosa, nos campos deste nome, depois      transferida para o local onde foi conquistada por tropas portuguesas, na margem      direita do rio Guapor\u00e9).<\/p>\n<p>      Rolim de Moura instalou a sua capital em Vila Bela da Sant\u00edssima Trindade      (19 de mar\u00e7o de 1752), tomando as primeiras provid\u00eancias para a defesa da      Capitania que lhe fora confiada. Assim que atendeu as necessidades das demarca\u00e7\u00f5es      requeridas pelo Tratado de Madrid (1750), em 1753 incursionou sobre a povoa\u00e7\u00e3o      espanhola de Santa Rosa Velha, na margem direita do Guapor\u00e9, e ali fez instalar      um pequeno posto de vigil\u00e2ncia (uma &#8220;guarda&#8221;), sem modificar o nome      do local para evitar protestos dos vizinhos espanh\u00f3is. Mais tarde, diante      da solicita\u00e7\u00e3o do governador de Santa Cruz de la Sierra para a imediata evacua\u00e7\u00e3o      do posto, Rolim de Moura transformou a antiga Guarda em um forte, sob a invoca\u00e7\u00e3o      de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o (Pres\u00eddio de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o) (1759).<\/p>\n<p>      Frente \u00e0s renovadas incurs\u00f5es espanholas e aos rigores clim\u00e1ticos, em poucos      anos este Pres\u00eddio se encontrava em ru\u00ednas. Por estas raz\u00f5es foi reconstru\u00eddo      e posteriormente rebatizado pelo Governador Lu\u00eds Pinto de Sousa Coutinho (1769-1772),      com o nome de Forte de Bragan\u00e7a (1769), que, por sua vez em ru\u00ednas, foi substitu\u00eddo      em definitivo pelo Real Forte Pr\u00edncipe da Beira (1776).<\/p>\n<p>      Nesse per\u00edodo, em 1772, Francisco de Melo Palheta, partindo de Bel\u00e9m do Par\u00e1,      atingiu sucessivamente o rio Madeira, o rio Mamor\u00e9 e o rio Guapor\u00e9, alcan\u00e7ando      Santa Cruz de la Sierra.<\/p>\n<p>      Com o decl\u00ednio da minera\u00e7\u00e3o, e a Independ\u00eancia do Brasil, a regi\u00e3o perdeu      import\u00e2ncia econ\u00f4mica at\u00e9 que, ao final do s\u00e9culo XIX, com o auge da explora\u00e7\u00e3o      da borracha, passou a receber imigrantes nordestinos para o trabalho nos seringais      amaz\u00f4nicos.<\/p>\n<p>      O in\u00edcio da constru\u00e7\u00e3o da Estrada de Ferro Madeira-Mamor\u00e9, em virtude da assinatura      do Tratado de Petr\u00f3polis (1903), constituiu outro poderoso impulso para o      povoamento.<\/p>\n<p>      Durante a Segunda Guerra Mundial, o Decreto-lei n\u00ba 5.812 (13 de setembro de      1943) criou o Territ\u00f3rio Federal do Guapor\u00e9, com partes desmembradas dos estados      do Amazonas e do Mato Grosso.<\/p>\n<p>      Com uma economia baseada na explora\u00e7\u00e3o de borracha e de castanha-do-par\u00e1,      pela Lei de 17 de fevereiro de 1956 passou a se denominar Territ\u00f3rio Federal      de Rond\u00f4nia, em justa homenagem ao sertanista Marechal C\u00e2ndido Mariano da      Silva Rondon (1865-1958). A descoberta de jazidas de cassiterita e a abertura      de rodovias estimularam a sua economia e o seu povoamento, passando este Territ\u00f3rio      \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de Estado a partir de 1982. J\u00e1 naquela \u00e9poca, milhares de fam\u00edlias      que viviam na regi\u00e3o aguardavam a distribui\u00e7\u00e3o de terras pelo Incra, situa\u00e7\u00e3o      que ainda n\u00e3o encontrou uma solu\u00e7\u00e3o definitiva.<\/p>\n<p>      <strong>Localiza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>      Localizado na parte oeste da Regi\u00e3o Norte do Brasil, o Estado de Rond\u00f4nia      encontra-se em \u00e1rea abrangida pela Amaz\u00f4nia Ocidental. A maior parte do territ\u00f3rio      do Estado de Rond\u00f4nia encontra-se inclu\u00edda no Planalto Sul-Amaz\u00f4nico, uma      das parcelas do Planalto Central Brasileiro.<\/p>\n<p>      <strong>Limites<\/strong><\/p>\n<p>      <strong>Norte :<\/strong>\u00a0Estado      do Amazonas<\/p>\n<p>      <strong>Leste e Sudeste      :\u00a0<\/strong>Estado de Mato      Grosso<\/p>\n<p>      <strong>Sudeste:\u00a0<\/strong>Estado      de Mato Grosso e Bol\u00edvia<\/p>\n<p>      <strong>Oeste :<\/strong>\u00a0Bol\u00edvia<\/p>\n<p>      <strong>Noroeste :<\/strong>\u00a0Estados      do Amazonas e Acre.<\/p>\n<p>      <strong>Dados Geogr\u00e1ficos<\/strong><\/p>\n<p>      Capital Porto Velho<\/p>\n<p>      \u00c1rea (km\u00b2) 237.576,167<\/p>\n<p>      N\u00famero de Munic\u00edpios 52<\/p>\n<p>      Popula\u00e7\u00e3o Estimada 2007 1.453.756<\/p>\n<p>      <strong>Relevo<\/strong><\/p>\n<p>      O relevo do Estado \u00e9 pouco acidentado, n\u00e3o apresentando grandes eleva\u00e7\u00f5es      ou depress\u00f5es, com varia\u00e7\u00f5es de altitudes que v\u00e3o de 70 metros a pouco mais      de 500 metros. A regi\u00e3o norte e noroeste, pertencente \u00e0 grande Plan\u00edcie Amaz\u00f4nica,      situa-se no vale do rio Madeira e apresenta \u00e1rea de terras baixas e sedimentares.      As \u00e1reas mais acidentadas encontram-se localizadas na regi\u00e3o sul, onde ocorrem      eleva\u00e7\u00f5es e depress\u00f5es, com altitudes que chegam a alcan\u00e7ar 800 metros na      Serra dos Paca\u00e1s Novos, que se dirige de noroeste para sudeste e \u00e9 o divisor      entre a bacia do rio Guapor\u00e9 e as bacias dos afluentes do rio Madeira (Jaci-Paran\u00e1,      Candeias e Jamari).<\/p>\n<p>      <strong>Solo<\/strong><\/p>\n<p>      A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (EMBRAPA) identificou no Estado      de Rond\u00f4nia, 186.442 km\u00b2 de solos aptos para lavouras, 8.626 km\u00b2 para pastagem      plantada e ainda 6.549 km\u00b2 com possibilidades de utiliza\u00e7\u00e3o para silvicultura      e pastagem natural.<\/p>\n<p>      <strong>Hidrografia<\/strong><\/p>\n<p>      A rede hidrogr\u00e1fica do Estado de Rond\u00f4nia \u00e9 representada pelo rio Madeira      e seus afluentes, que formam oito bacias significativas: Bacia do Guapor\u00e9,      Bacia do Mamor\u00e9, Bacia do Abun\u00e3, Bacia do Mutum-Paran\u00e1, Bacia do Jacy-Paran\u00e1,      Bacia do Jamari, Bacia do Ji-Paran\u00e1 e Bacia do Aripuan\u00e3. O rio Madeira, principal      afluente do rio Amazonas, tem 1.700 km de extens\u00e3o em territ\u00f3rio brasileiro      e vaz\u00e3o m\u00e9dia de 23.000 m3 por segundo. \u00c9 formado pelos rios Guapor\u00e9, Mamor\u00e9      e Beni, origin\u00e1rios dos planaltos andinos, e apresenta dois trechos distintos      em seu curso, denominados Alto e Baixo Madeira.<\/p>\n<p>      O primeiro trecho, de 360 km, at\u00e9 as proximidades da cidade de Porto Velho,      capital do Estado, n\u00e3o apresenta condi\u00e7\u00f5es de navegabilidade devido \u00e0 grande      quantidade de cachoeiras existentes. S\u00e3o 18 cachoeiras ao todo, com desn\u00edvel      de cerca de 72 metros e \u00edndice de declividade da ordem de 20 cm a cada quil\u00f4metro.      O Baixo Madeira, trecho em que o rio \u00e9 francamente naveg\u00e1vel, corre numa extens\u00e3o      de 1.340 km, a partir da Cachoeira de Santo Antonio at\u00e9 sua foz, no rio Amazonas.<\/p>\n<p>      O tr\u00e2nsito fluvial entre Porto Velho e Bel\u00e9m, capital do Estado do Par\u00e1, \u00e9      poss\u00edvel durante todo o ano nesta hidrovia de cerca de 3.750 km, formada pelos      rios Madeira e Amazonas. Atrav\u00e9s do rio Madeira circula quase toda a carga      entre Porto Velho e Manaus, capital do Estado do Amazonas, principalmente      os produtos fabricados nas ind\u00fastrias da Zona Franca de Manause destinados      aos mercados consumidores de outras regi\u00f5es.<\/p>\n<p>\n     O rio Guapor\u00e9, em todo o seu percurso, forma a linha divis\u00f3ria entre o Brasil      e a Bol\u00edvia, apresentando condi\u00e7\u00f5es de navigabilidade para embarca\u00e7\u00f5es de      pequeno e m\u00e9dio calados na \u00e9poca da vazante. A bacia do Mamor\u00e9 ocupa \u00e1rea      de 30.000 km\u00b2 dentro de Rond\u00f4nia e, juntamente com a bacia do Guapor\u00e9 forma      uma rede hidrovi\u00e1ria de capital import\u00e2ncia para o Estado, que utiliza a hidrovia      como seu principal meio de transporte e comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>      O rio Mamor\u00e9 nasce na Bol\u00edvia e recebe o rio Beni, ocasi\u00e3o em que forma tamb\u00e9m      a linha fronteiri\u00e7a do Brasil com a Bol\u00edvia. \u00c9 naveg\u00e1vel a embarca\u00e7\u00f5es de      m\u00e9dio calado em qualquer \u00e9poca do ano. A bacia do rio Mutum-Paran\u00e1 ocupa superf\u00edcie      de 8.840 km\u00b2 e \u00e9 de import\u00e2ncia apenas relativa para o Estado, servindo principalmente      como via de penetra\u00e7\u00e3o para o interior.<\/p>\n<p>      O rio Abun\u00e3 \u00e9 importante por ser respons\u00e1vel pela demarca\u00e7\u00e3o da linha divis\u00f3ria      dos limites internacionais entre Brasil e Bol\u00edvia no extremo oeste do Estado.      A \u00e1rea de abrang\u00eancia de sua bacia hidrogr\u00e1fica \u00e9 de aproximadamente 4.600      km\u00b2 numa regi\u00e3o onde o grande n\u00famero de cachoeiras e corredeiras dificulta      a navega\u00e7\u00e3o. A bacia do rio Jaci-Paran\u00e1 se estende por 12.000 km\u00b2e apresenta      as mesmas caracter\u00edsticas do rio Mutum-Paran\u00e1.<\/p>\n<p>      O rio Jamari tem grande significa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica para Rond\u00f4nia, por ter sido      represado para a forma\u00e7\u00e3o da primeira usina hidrel\u00e9trica do Estado e servir      como importante via de transporte de passageiros e cargas na regi\u00e3o compreendida      entre os munic\u00edpios de Porto Velho e Ariquemes. Sua bacia ocupa \u00e1rea de 31.300      km\u00b2 aproximadamente.<\/p>\n<p>      O rio Ji-Paran\u00e1 \u00e9 o mais importante afluente do rio Madeira em Rond\u00f4nia, dada      a longa extens\u00e3o de seu curso, que corta todo o Estado no sentido sudeste\/nordeste.      Seu complexo hidrogr\u00e1fico abrange superf\u00edcie de aproximadamente 92.500 km\u00b2.      Embora tenha 50 cachoeiras e corredeiras ao longo de seu percurso, em alguns      trechos o rio apresenta-se naveg\u00e1vel, atendendo ao escoamento dos produtos      oriundos do extrativismo vegetal na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>      A bacia do rio Aripuan\u00e3 est\u00e1 localizada na regi\u00e3o sudeste do Estado e ocupa      \u00e1rea de aproximadamente 10.000 km\u00b2. Seus rios s\u00e3o extremamente encachoeirados,      oferecendo grande potencial hidrel\u00e9trico, mas se encontram, em sua maioria,      dentro de \u00e1reas ind\u00edgenas, n\u00e3o podendo, portanto, ser explorados.<\/p>\n<p>      <strong>Clima<\/strong><\/p>\n<p>      O clima do Estado de Rond\u00f4nia \u00e9 equatorial e a varia\u00e7\u00e3o da temperatura se      d\u00e1 em fun\u00e7\u00e3o das chuvas e da altitude. As temperaturas m\u00e9dias anuais variam      entre 24 e 26\u00ba C, podendo as m\u00e1ximas oscilar entre 28 e 33\u00ba C e as m\u00ednimas      chegar a 18 ou 21\u00ba C nas regi\u00f5es de maior altitude, no munic\u00edpio de Vilhena.      A precipita\u00e7\u00e3o anual varia de 1.800 a 2.400 mm. A menor queda pluviom\u00e9trica      ocorre no trimestre de junho a agosto, sendo o per\u00edodo de dezembro a maio      o mais \u00famido.<\/p>\n<p>      <strong>Parques e Reservas      Naturais<\/strong><\/p>\n<p>      Com o objetivo de proteger a natureza e garantir a preserva\u00e7\u00e3o ambiental de      extensas \u00e1reas n\u00e3o habitadas, o Governo Federal passou a criar parques e reservas      naturais na regi\u00e3o Amaz\u00f4nica. O Parque Nacional de Paca\u00e1s Novos foi criado      em 1979 e ocupa \u00e1rea de 765.000 hectares (1.913.000 acres) nos munic\u00edpios      de Porto Velho, Guajar\u00e1-Mirim, Ariquemes e Ji-Paran\u00e1. Com extensa \u00e1rea de      plateau coberta por espessa vegeta\u00e7\u00e3o de cerrado, nele se encontra a Chapada      dos Paca\u00e1s Novos, na regi\u00e3o oeste do Estado.<\/p>\n<p>      Na fronteira com o Estado de Mato Grosso \u00e0s margens do rio Ji-Paran\u00e1, encontra-se      a Reserva Biol\u00f3gica Nacional do Jaru, com \u00e1rea de 268.150 hectares (670.375      acres), tamb\u00e9m criada em 1979.<\/p>\n<p>      Na regi\u00e3o sul do Estado encontra-se a Reserva Natural de Guapor\u00e9, que cobre      uma \u00e1rea de 600.000 hectares (1.500.000 acres). O acesso \u00e0 regi\u00e3o \u00e9 feito      por barco. Dentro da reserva, a tr\u00eas dias de viagem da cidade de Guajar\u00e1-Mirim,      podem ser visitadas as ru\u00ednas do forte Pr\u00edncipe da Beira, constru\u00eddo no s\u00e9culo      XVIII pelos colonizadores portugueses.<\/p>\n<p>      Existe ainda no Estado a Reserva Extrativista Rio Ouro Preto, que abrange      \u00e1rea de 204.583 hectares, localizada nos munic\u00edpios de Guajar\u00e1-Mirim e Nova      Mamor\u00e9 e a Reserva Ecol\u00f3gica Nacional Ouro Preto do Oeste, com \u00e1rea de 138      hectares, no Munic\u00edpio de Ouro Preto do Oeste, regi\u00e3o sudoeste do Estado.<\/p>\n<p>      <strong>Gent\u00edlico<\/strong><\/p>\n<p>      Rondoniano.<\/p>\n<p>      <strong>Hora local<\/strong><\/p>\n<p>      -1h em rela\u00e7\u00e3o a Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>      <strong>CAPITAL DO ESTADO      &#8211; PORTO VELHO<\/strong><\/p>\n<p>      O in\u00edcio do povoamento se deu efetivamente a partir de 1907, depois da assinatura      do Tratado de Petr\u00f3polis ( 17 de Novembro de 1903 ) em que o Brasil se comprometia      com a Bol\u00edvia em construir uma estrada de ferro que ligasse a fronteira boliviana      do rio Mamor\u00e9, onde hoje est\u00e1 a cidade de Guajar\u00e1 Mirim, at\u00e9 a cabeceira naveg\u00e1vel      do rio Madeira, hoje Porto Velho.<\/p>\n<p>      Em contrapartida o Governo boliviano passava para o Brasil as terras do extremo      oeste que formam hoje o Estado do Acre. A Bol\u00edvia necessitava escoar sua produ\u00e7\u00e3o      para a Europa e Estados Unidos e por n\u00e3o ter oceano o meio mais vi\u00e1vel \u00e0 \u00e9poca      era rumo norte, via os rios Mamor\u00e9, Madeira, Amazonas e Oceano Atl\u00e2ntico.      Entretanto a dificuldade dessa navegabilidade estava nos Rios Mamor\u00e9 e Madeira,      pois em seus leitos haviam vinte e tr\u00eas cachoeiras, impossibilitando qualquer      empreitada.<\/p>\n<p>      Sem estradas e diante do problema, a ferrovia era a sa\u00edda. Foi ent\u00e3o que o      Brasil concess\u00e3o para se construir uma ferrovia em plena selva amaz\u00f4nica margeando      todo o leito dos rios: a Estrada de Ferro Madeira-Mamor\u00e9 ( EFMM ), nome que      referenciava os dois rios a serem ligados.<\/p>\n<p>      Vieram, ent\u00e3o, para c\u00e1 cidad\u00e3os de diversas nacionalidades, entre eles ingleses,      norte-americanos, caribenhos e asi\u00e1ticos, todos determinados a desbravar essa      fronteira e a construir a maior obra humana na Amaz\u00f4nia Ocidental.<\/p>\n<p>      Como a melhor tecnologia era a estrangeira, eles chegaram prontos a construir      uma esta\u00e7\u00e3o completa, dotada do que havia de b\u00e1sico e imprescind\u00edvel para      o bom andamento do empreendimento e o bem-estar de seus usu\u00e1rios. Com a chegada      dos trabalhadores e o desenvolvimento, a pequena vila de Santo Ant\u00f4nio da      Madeira, situada a 7 km ao sul do porto Madeira, ao passar dos anos foi gradualmente      se transferindo para as proximidades da nova esta\u00e7\u00e3o central. Nascia, ent\u00e3o,      a cidade de Porto Velho.<\/p>\n<p>      O nome Porto Velho tem sua origem exata ainda n\u00e3o comprovada historicamente.      A primeira vers\u00e3o \u00e9 de que o nome se deu em fun\u00e7\u00e3o de um antigo agricultor      que morava nas proximidades do local, chamado &#8220;Velho Pimentel&#8221;,      o qual tinha um pequeno porto onde as embarca\u00e7\u00f5es que se destinavam \u00e0 Vila      de Santo Ant\u00f4nio atracavam. Era o &#8220;Porto do Velho&#8221;, e, portanto,      mais tarde &#8220;Porto Velho&#8221;.<\/p>\n<p>      A segunda hip\u00f3tese \u00e9 a de um ponto de apoio e estrat\u00e9gico deixado pelo Ex\u00e9rcito      brasileiro durante a Guerra do Paraguai, quando essa fronteira se encontrava      desguarnecida. A guerra acabou e o ponto log\u00edstico ficou, restando apenas      a denomina\u00e7\u00e3o &#8220;Porto Velho&#8221;.<\/p>\n<p>      As instala\u00e7\u00f5es do complexo ferrovi\u00e1rio crescia, a renda per capta era alta,      o com\u00e9rcio vigoroso e o fluxo de estrangeiros intenso. Foi o que bastou para      o pequena cidade chamar a aten\u00e7\u00e3o de na\u00e7\u00f5es distantes com interesses especiais:      um pequeno povoado em franco desenvolvimento, uma estrada de ferro e um eldorado      latente em plena selva brasileira.<\/p>\n<p>      Em 2 de outubro de 1914, Porto Velho era conhecida pol\u00edtico-administrativamente      como Munic\u00edpio e em 13 de setembro de 1943 como capital de novo Territ\u00f3rio      Federal do Guapor\u00e9, que mais tarde, em 17 de fevereiro de 1956, passava a      se chamar de Territ\u00f3rio Federal de Rond\u00f4nia, em homenagem ao Marechal C\u00e2ndido      da Silva Rondon.<\/p>\n<p>      Em 10 de Abril de 1979 chegava para governar o ent\u00e3o Territ\u00f3rio, o Coronel      Jorge Teixeira de Oliveira, o \u00faltimo Governador do Territ\u00f3rio e o primeiro      do Estado.<\/p>\n<p>      Jorge Teixeira tinha a miss\u00e3o de transformar Rond\u00f4nia em Estado, preparando      o Territ\u00f3rio e organizando a capital Porto Velho para receber os poderes constitu\u00eddos.      O eldorado estava aberto: foi a explos\u00e3o demogr\u00e1fica mais impressionante no      Brasil da \u00e9poca, Porto Velho finalmente se consolidara como capital forte      e pr\u00f3spera da \u00faltima fronteira do pa\u00eds.<\/p>\n<p>      <strong>A origem do nome<\/strong><\/p>\n<p>      Desde meados do sec. XIX, nos primeiros movimentos para construir uma ferrovia      que possibilitasse superar o trecho encachoeirado do rio Madeira (cerca de      380km) e dar vaz\u00e3o \u00e0 borracha produzida na Bol\u00edvia e na regi\u00e3o de Guajar\u00e1      Mirim, a localidade escolhida para constru\u00e7\u00e3o do porto onde o caucho seria      transbordado para os navios seguindo ent\u00e3o para a Europa e os EUA, foi Santo      Ant\u00f4nio do Madeira, prov\u00edncia de Mato Grosso.<\/p>\n<p>      As dificuldades de constru\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o de um porto fluvial, em frente aos      rochedos da cachoeira de Santo Ant\u00f4nio, fizeram com que construtores e armadores      utilizassem o pequeno porto amaz\u00f4nico localizado 7km abaixo, em local muito      mais favor\u00e1vel. Era chamado por alguns de &#8220;porto velho dos militares&#8221;,      numa refer\u00eancia ao abandonado acampamento da guarni\u00e7\u00e3o militar que ali acampara      durante a Guerra do Paraguai (essa guarni\u00e7\u00e3o ali estivera como precau\u00e7\u00e3o do      Governo Imperial contra uma temida invas\u00e3o por parte da Bol\u00edvia, aparentemente      favor\u00e1vel a Solano Lopes).<\/p>\n<p>      Em 15\/01\/1873, o Imperador Pedro II assinou o Decreto-Lei n\u00ba 5.024, autorizando      navios mercantes de todas as na\u00e7\u00f5es subirem o Rio Madeira. Em decorr\u00eancia,      foram constru\u00eddas modernas facilidades de atraca\u00e7\u00e3o em Santo Ant\u00f4nio, que      passou a ser denominado &#8220;porto dos vapores&#8221; ou, no linguajar dos      trabalhadores, &#8220;porto novo&#8221;.<\/p>\n<p>      O porto velho dos militares continuou a ser usado por sua maior seguran\u00e7a,      apesar das dificuldades operacionais e da dist\u00e2ncia at\u00e9 S. Ant\u00f4nio, ponto      inicial da EFMM. Percival Farquar, propriet\u00e1rio da empresa que afinal conseguiu      concluir a ferrovia em 1912, desde 1907 usava o velho porto para descarregar      materiais para a obra e, quando decidiu que o ponto inicial da ferrovia seria      aquele (j\u00e1 na prov\u00edncia do Amazonas), tornou-se o verdadeiro fundador da cidade      que, quando foi afinal oficializada pela Assembl\u00e9ia do Amazonas, recebeu o      nome Porto Velho . Hoje, \u00e9 a capital de Rond\u00f4nia.<\/p>\n<p>            Fonte:\u00a0Cairo Nunes      Melchiades<\/p>\n<h6>Rond\u00f4nia<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h2>      O BRAS\u00c3O DAS ARMAS DO ESTADO DE ROND\u00d4NIA<\/h2>\n<p class=\"imagem\">      <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rondonia-002.gif\" alt=\"Rond\u00f4nia\" title=\"Rond\u00f4nia\" width=\"300\" height=\"443\" \/><\/p>\n<p>      No Bras\u00e3o das Armas do Estado de Rond\u00f4nia, o escudo formado pelo quadrado      central azul com os quatro cantos em formato de los\u00e2ngulo, contornado por      linhas em vermelho, representa o formato das muralhas do Real Forte Pr\u00edncipe      da Beira, fortaleza constru\u00edda pelo reino de Portugal entre 1776 e 1783, \u00e0s      margens do rio Guapor\u00e9, fronteira entre o Brasil e a Bol\u00edvia.<\/p>\n<p>      O n\u00famero 1943 \u00e0 esquerda representa o ano da cria\u00e7\u00e3o do Territ\u00f3rio Federal      do Guapor\u00e9 e o n\u00famero 1981, \u00e0 direita, o ano em que o Estado de Rond\u00f4nia foi      emancipado.<\/p>\n<p>      Os trilhos em forma de \u0093U\u0094 representam a Estrada de Ferro Madeira-Mamor\u00e9,      cercados ao lado esquerdo por um ramo de caf\u00e9 e \u00e0 direita por um ramo de cacau,      produzidos na regi\u00e3o.<\/p>\n<h2>      Hino de Rond\u00f4nia<\/h2>\n<p>      <strong>C\u00e9us de Rond\u00f4nia<\/strong><\/p>\n<p>      Letra por Joaquim de Ara\u00fajo Lima\u00a0<br \/>\n     Melodia por Jos\u00e9 de Mello e Silva<\/p>\n<p>      Quando nosso c\u00e9u se faz moldura\u00a0<br \/>\n     Para engalanar a natureza\u00a0<br \/>\n     N\u00f3s, os bandeirantes de Rond\u00f4nia,\u00a0<br \/>\n     Nos orgulhamos de tanta beleza.<\/p>\n<p>      Como sentinelas avan\u00e7adas,\u00a0<br \/>\n     Somos destemidos pioneiros\u00a0<br \/>\n     Que nestas paragens do poente\u00a0<br \/>\n     Gritam com for\u00e7a: somos brasileiros!<\/p>\n<p>      Nesta fronteira, de nossa p\u00e1tria,\u00a0<br \/>\n     Rond\u00f4nia trabalha febrilmente\u00a0<br \/>\n     Nas oficinas e nas escolas\u00a0<br \/>\n     A orquestra\u00e7\u00e3o empolga toda gente;<\/p>\n<p>      Bra\u00e7os e mentes forjam cantando\u00a0<br \/>\n     A apoteose deste rinc\u00e3o\u00a0<br \/>\n     Que com orgulho exaltaremos,\u00a0<br \/>\n     Enquanto nos palpita o cora\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>      Azul, nosso c\u00e9u \u00e9 sempre azul &#8211;\u00a0<br \/>\n     Que Deus o mantenha sem rival,\u00a0<br \/>\n     Cristalino sempre puro\u00a0<br \/>\n     E o conserve sempre assim.<\/p>\n<p>      Aqui toda vida se engalana\u00a0<br \/>\n     De belezas tropicais,\u00a0<br \/>\n     Nossos lagos, nossos rios\u00a0<br \/>\n     Nossas matas, tudo enfim&#8230;.<\/p>\n<p class=\"imagem\">\n<h2>      Turismo<\/h2>\n<h2>      Festas t\u00edpicas<\/h2>\n<p>      <strong>Arraial &#8211; \u00cdndia      Boi Bumb\u00e1<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\">      <strong> <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Rondonia-.gif\" alt=\"Rond\u00f4nia\" title=\"Rond\u00f4nia\" width=\"255\" height=\"338\" \/><\/strong><\/p>\n<p>      Botos que dan\u00e7am nas festas e emprenham donzelas. Iaras que seduzem os homens      e os levam para seus reinos encantados. Cobras-grandes, Curupiras, Caaporas,      Matintapereira, cabe\u00e7as voadoras de pessoas transformadas em duendes que vagam      \u00e0 noite.<\/p>\n<p>      O folclore rondoniense \u00e9, acima de tudo, um espet\u00e1culo de lendas. Todas com      influ\u00eancia ind\u00edgena e amazonense. E uma das grandes festas folcl\u00f3ricas \u00e9 o      Arraial Flor de Maracuj\u00e1 em Porto Velho.<\/p>\n<p>      \u00c9 nesta festa que o Boi Bumb\u00e1 se manifesta. Herdado do Nordeste, o bumba-meu-boi      \u00e9 uma manifesta\u00e7\u00e3o folcl\u00f3rica que resume elementos culturais portugueses,      africanos e ind\u00edgenas. A festa \u00e9 quando Porto Velho vira um verdadeiro arraial,      com milhares de bandeirinhas coloridas nas barracas das pra\u00e7as e ruas, onde      \u00e9 servida grande variedade de pratos t\u00edpicos.<\/p>\n<p>      A quadrilha \u00e9 comandada pelo \u0093marcante\u0094, uma pessoa que conduz o desenvolvimento      e a mudan\u00e7a dos movimentos de dan\u00e7a, executada por milhares de participantes      vestidos de caipira. \u00c9 uma manifesta\u00e7\u00e3o popular das mais interessantes e ocorre      simultaneamente \u00e0 \u00e9poca das festas juninas.<\/p>\n<p class=\"imagem\">      <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Rondonia-1.gif\" alt=\"Rond\u00f4nia\" title=\"Rond\u00f4nia\" width=\"263\" height=\"175\" \/><\/strong><\/p>\n<p>      <strong>Arraial Flor de      Maracuj\u00e1- folclore<\/strong><\/p>\n<p>      Botos que dan\u00e7am nas festas e emprenham donzelas. Iaras que seduzem os homens      e os levam para seus reinos encantados.<\/p>\n<p>      Cobras-grandes, Curupiras, Caaporas, Matintapereira, cabe\u00e7as voadoras de pessoas      transformadas em duendes que vagam \u00e0 noite. O folclore rondoniense \u00e9, acima      de tudo, um espet\u00e1culo de lendas. Todas com influ\u00eancia ind\u00edgena e amazonense.      E uma das grandes festas folcl\u00f3ricas \u00e9 o Arraial Flor de Maracuj\u00e1 em Porto      Velho.<\/p>\n<p>      \u00c9 nesta festa que o Boi Bumb\u00e1 se manifesta. Herdado do Nordeste, o bumba-meu-boi      \u00e9 uma manifesta\u00e7\u00e3o folcl\u00f3rica que resume elementos culturais portugueses,      africanos e ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>      A festa \u00e9 quando Porto Velho vira um verdadeiro arraial, com milhares de bandeirinhas      coloridas nas barracas das pra\u00e7as e ruas, onde \u00e9 servida grande variedade      de pratos t\u00edpicos.<\/p>\n<p>      A quadrilha \u00e9 comandada pelo \u0093marcante\u0094, uma pessoa que conduz o desenvolvimento      e a mudan\u00e7a dos movimentos de dan\u00e7a, executada por milhares de participantes      vestidos de caipira.<\/p>\n<p>      \u00c9 uma manifesta\u00e7\u00e3o popular das mais interessantes e ocorre simultaneamente      \u00e0 \u00e9poca das festas juninas.<\/p>\n<p class=\"imagem\">      <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Rondonia-2.gif\" alt=\"Rond\u00f4nia\" title=\"Rond\u00f4nia\" width=\"257\" height=\"337\" \/><\/strong><\/p>\n<p>      <strong>Festa do Divino<\/strong><\/p>\n<p>      Tradi\u00e7\u00e3o de origem portuguesa, a Festa do Divino Esp\u00edrito Santo \u00e9 uma das      mais cultuadas em Rond\u00f4nia. Trata-se de um verdadeiro ato de f\u00e9 e religiosidade      entre crist\u00e3os e visitantes dos mais diversos lugares do Brasil.<\/p>\n<p>      A festa consegue reunir centenas de fi\u00e9is nos meses de abril, maio e junho      num memor\u00e1vel e belo espet\u00e1culo. Segundo moradores, o Divino \u00e9 festejado desde      1899, mas a origem est\u00e1 em Portugal, sendo oficializada pela rainha Dona Isabel,      em peregrina\u00e7\u00f5es feitas por crist\u00e3os que carregavam uma bandeira com o s\u00edmbolo      do Divino, a pomba.<\/p>\n<p>      Adaptada aqui no Brasil, a festa tem como principal meta de peregrina\u00e7\u00e3o a      coleta de donativos em benef\u00edcio da comunidade, mas tem tamb\u00e9m a parte profana,      com muita alegria, m\u00fasica e apresenta\u00e7\u00f5es. Uma grande e emocionante manifesta\u00e7\u00e3o      de f\u00e9 em pleno Vale do Guapor\u00e9, na regi\u00e3o central rondoniense.<\/p>\n<p class=\"imagem\">      <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rondonia-006.jpg\" alt=\"Rond\u00f4nia\" title=\"Rond\u00f4nia\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/strong><\/p>\n<p>      <strong>Jerusal\u00e9m da Amaz\u00f4nia<\/strong><\/p>\n<p>      Jerusal\u00e9m da Amaz\u00f4nia \u00e9 a segunda maior cidade cenogr\u00e1fica do mundo onde se      encena a Paix\u00e3o de Cristo durante a Semana Santa, perdendo somente para Recife.<\/p>\n<p>      Local de constru\u00e7\u00e3o r\u00fastica com amplo espa\u00e7o, Jerusal\u00e9m fica a 21 km do centro      de Porto Velho. Para n\u00e3o coincidir com o calend\u00e1rio de outras festas do Estado,      a encena\u00e7\u00e3o normalmente \u00e9 realizada na segunda quinzena de maio. BR 364 &#8211;      km 15 \u0096 sentido Cuiab\u00e1.<\/p>\n<h2>      Pontos Tur\u00edsticos<\/h2>\n<p>\n     Rond\u00f4nia \u00e9 o segundo Estado mais jovem do Brasil. Gra\u00e7as \u00e0s suas manifesta\u00e7\u00f5es      culturais e belezas naturais, se tornou tamb\u00e9m um grande atrativo para o turismo      brasileiro, em especial, para o ecoturismo. Rica em fauna e flora, a regi\u00e3o      encanta os visitantes que apreciam visitas a patrim\u00f4nios hist\u00f3ricos ou aventuras      mais radicais. De trekkings pela Floresta Amaz\u00f4nica ou no pantanal rondoniense,      a mergulhos e rappel, a regi\u00e3o, que foi palco da s\u00e9rie Global \u0093Mad Maria\u0094,      \u00e9 um cen\u00e1rio aben\u00e7oado pela natureza.<\/p>\n<p>      <strong>P\u00f3lo Porto Velho<\/strong><\/p>\n<p>      O local \u00e9 ideal para quem busca, num passeio, curtir desde um turismo hist\u00f3rico-cultural,      at\u00e9 pesca e ecoturismo em bases comunit\u00e1rias. Se o turista curte aventura,      as corredeiras do Rio Machado s\u00e3o especiais para a pr\u00e1tica do rafting -n\u00edveis      II a V, da canoagem e do b\u00f3ia-cross.<\/p>\n<p>      O rio tamb\u00e9m \u00e9 pr\u00f3prio para a pesca esportiva e possui boas op\u00e7\u00f5es de pousadas      para hospedagens integradas \u00e0 natureza. A descida pelas corredeiras do rio      \u00e9 o grande atrativo em fun\u00e7\u00e3o da beleza do local, aliada \u00e0 emo\u00e7\u00e3o do percurso      cheio de corredeiras.<\/p>\n<p>      Mas para isso \u00e9 preciso ficar de olho na programa\u00e7\u00e3o porque o rafting s\u00f3 \u00e9      realizado no per\u00edodo de junho a novembro. Outra op\u00e7\u00e3o \u00e9 conhecer o \u00daltimo      Tombo do Rio Machado, cachoeira visitada diariamente por turistas de todo      o mundo.<\/p>\n<p>      <strong>POLO GUAJAR\u00c1 MIRIM<\/strong><\/p>\n<p>      Essa regi\u00e3o destaca-se pela pesca esportiva no Rio Mamor\u00e9 e nos seus afluentes,      trilhas dentro da Floresta Amaz\u00f4nica, visitas a comunidades caboclas e ind\u00edgenas,      visita \u00e0 Bol\u00edvia para compras e hospedagem integrada \u00e0 natureza. Tudo isso      \u00e9 muito f\u00e1cil se encontrar por l\u00e1. Se o visitante deseja um turismo mais emocionante,      esse \u00e9 o local ideal, principalmente por se localizar num relevo que lembra      as chapadas brasileiras, com forma\u00e7\u00f5es florestais nos vales e nas encostas      onde nascem os principais rios do estado.<\/p>\n<p>      Com sua beleza \u00fanica, em fun\u00e7\u00e3o da fauna e flora, \u00e9 poss\u00edvel fazer um rappel      de 120 metros num pared\u00e3o na cordilheira dos Paca\u00e1s Novos. A emo\u00e7\u00e3o n\u00e3o p\u00e1ra      por a\u00ed. A dica \u00e9 seguir pela Trilha do Pompeu, descer o Rio Outro Preto para      chegar ao rio Paca\u00e1s Novos, lugar ideal para um mergulho renovador em meios      aos peixes da regi\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"imagem\">      <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rondonia-007.jpg\" alt=\"Rond\u00f4nia\" title=\"Rond\u00f4nia\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>      <strong>Complexo Ferrovi\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>      Estrada de Ferro Madeira-Mamor\u00e9: \u00c9 num grande passeio de trem que voc\u00ea fica      por dentro da empolgante hist\u00f3ria de Porto Velho e de Rond\u00f4nia. A lend\u00e1ria      e hist\u00f3rica E. F. M. M. teve sua constru\u00e7\u00e3o iniciada em 1907 e conclu\u00edda em      1912.<\/p>\n<p>      S\u00e3o 364 km representando um marco importante para a hist\u00f3ria da Amaz\u00f4nia,      uma grandiosa constru\u00e7\u00e3o. Desativada em 1972, voltou a funcionar parcialmente      em 1981, quando seus 7 km iniciais passaram a ser usados como passeio tur\u00edstico      aos domingos.<\/p>\n<p>      A atra\u00e7\u00e3o permanece at\u00e9 hoje com emo\u00e7\u00e3o total. Cem anos de hist\u00f3ria contados      durante um emocionante passeio de 7 km entre Porto Velho e Cachoeira de Santo      Ant\u00f4nio, a bordo da famosa \u0093Maria Fuma\u00e7a\u0094.<\/p>\n<p>      Este percurso tamb\u00e9m \u00e9 conhecido como \u0093Ferrovia dos Trilhos de Ouro\u0094 ou \u0093Ferrovia      do Diabo, gra\u00e7as \u00e0 lenda de que cada um dos 549 mil dormentes correspondia      \u00e0 vida de um homem que trabalhou em sua constru\u00e7\u00e3o. Ainda fazem parte deste      complexo ferrovi\u00e1rio o Museu da E. F. M. M., o Museu Geol\u00f3gico, o Pr\u00e9dio do      Rel\u00f3gio, as Tr\u00eas Marias e a Capela de Santo Ant\u00f4nio, lugares imperd\u00edveis \u00e0      visita\u00e7\u00e3o. Hor\u00e1rios do passeio dominical: 9:00, 10:30, 15:00 e 16:30 horas.<\/p>\n<p class=\"imagem\">      <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rondonia-008.jpg\" alt=\"Rond\u00f4nia\" title=\"Rond\u00f4nia\" width=\"246\" height=\"316\" \/><\/p>\n<p>      <strong>Museu da Estrada      de Ferro<\/strong><\/p>\n<p>      Foi gra\u00e7as \u00e0 desativa\u00e7\u00e3o da E. F. M. M. que um de seus galp\u00f5es \u00e0 margem do      Rio Madeira foi transformado em Museu. Preservando os bens hist\u00f3ricos da ferrovia,      o Museu re\u00fane v\u00e1rias pe\u00e7as da \u00e9poca de sua constru\u00e7\u00e3o e funcionamento.<\/p>\n<p>      Al\u00e9m da primeira locomotiva trazida para a Amaz\u00f4nia, a Cel. Churchill, pode-se      apreciar tamb\u00e9m uma Cegonha e um Veloc\u00edpede, usados no transporte de feitores      que fiscalizavam a linha, tornos, m\u00e1quinas, m\u00f3veis, fotografias de oper\u00e1rios,      livros, documentos e muito mais. Av. 7 de setembro &#8211; Pra\u00e7a da Estrada de Ferro      Madeira-Mamor\u00e9 \u0096 Centro.<\/p>\n<h2>      Hidrovias<\/h2>\n<p>      <strong>PORTO E ASPECTOS      HIDROVI\u00c1RIOS<\/strong><\/p>\n<p>      O seu elevado \u00edndice pluviom\u00e9trico de 1800 mm\/ano, garante significativa possibilidade      agr\u00edcola , que faz de Rond\u00f4nia atingir a 10a (ANULPEC\/99 &#8211; FNP &#8211; Consultoria)      posi\u00e7\u00e3o no ranking do rebanho bovino brasileiro com 5,2 milh\u00f5es cabe\u00e7as. (IDARON\/99)O      conhecimento b\u00e1sico dos meios f\u00edsicos e bi\u00f3ticos, possibilitar\u00e1 o emprego      de tecnologia de explora\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel de recursos minerais e natural que      possam atender e melhorar o desenvolvimento das atividades produtivas do Estado.<\/p>\n<p class=\"imagem\">      <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rondonia-009.jpg\" alt=\"Rond\u00f4nia\" title=\"Rond\u00f4nia\" width=\"400\" height=\"232\" \/><\/p>\n<p>      As forma\u00e7\u00f5es rochosas e o potencial hidrogr\u00e1fico formado pelo rio Madeira,      o maior afluente do rio Amazonas, com uma vaz\u00e3o m\u00e9dia de 23 mil m3 \/segundo,      com seus 1.700 km de extens\u00e3o em territ\u00f3rio brasileiro. Tamb\u00e9m constituindo-se      um dos maiores do mundo, al\u00e9m de 08 principais bacias, se destacando a bacia      do Guapor\u00e9, o que demonstra um potencial tur\u00edstico com destaque para o ecol\u00f3gico,      em raz\u00e3o da grande biodiversidade da floresta amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p class=\"imagem\">      <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rondonia-010.jpg\" alt=\"Rond\u00f4nia\" title=\"Rond\u00f4nia\" width=\"400\" height=\"353\" \/><\/p>\n<h2>      Porto de Porto Velho<\/h2>\n<p>      Hist\u00f3ria<\/p>\n<p>      O Porto de Porto Velho come\u00e7ou a ser constru\u00eddo em 20 de abril de 1973 pelo      departamento Nacional de Portos e Vias Naveg\u00e1veis do Minist\u00e9rio dos Transportes.      Inicialmente o objetivo da obra era substituir as antigas rampas implantadas      pela Estrada de Ferro Madeira Mamor\u00e9 \u0096 EFMM, na d\u00e9cada de 1920. Com o tempo      essa id\u00e9ia mudou e o porto passou ter as caracter\u00edsticas que permanecem at\u00e9      hoje.<\/p>\n<p>      As mudan\u00e7as come\u00e7aram a partir de 1976, quando a Empresa de Portos do Brasil      S.A. (Portobr\u00e1s) deu prosseguimento a diversas obras. A primeira delas foi      a constru\u00e7\u00e3o do terminal de opera\u00e7\u00f5es (RO-RO). Em 1986, foi iniciada a constru\u00e7\u00e3o      do novo cais, que foi conclu\u00eddo dois anos depois.<\/p>\n<p>      <strong>O Porto Hoje<\/strong><\/p>\n<p>      Hoje, as opera\u00e7\u00f5es no principal porto do Estado s\u00e3o realizadas por tr\u00eas terminais.      Um para opera\u00e7\u00f5es RO-RO, contendo duas rampas paralelas que se prolongam at\u00e9      um p\u00e1tio pavimentado de estacionamento descoberto com 10.000m 2 dispondo,      ainda, de outro p\u00e1tio, tamb\u00e9m pavimentado, e com mesma metragem. Por esse      terminal (RO-RO), que serve para atraca\u00e7\u00e3o de balsa, s\u00e3o carregadas em m\u00e9dia      100 carretas por semana que transportam, na maioria, autom\u00f3veis, britas, hortifrutigranjeiro      para Manaus e v\u00e1rias partes do mundo.<\/p>\n<p>      O segundo terminal, chamado de P\u00e1tio das Gruas, possui tr\u00eas gruas que s\u00e3o      respons\u00e1veis pelo carregamento, em m\u00e9dia, de cinco balsas por semana. Por      essas gruas passam diversos produtos como a\u00e7\u00facar, tubula\u00e7\u00f5es e telhas que      se destinam ao Amazonas e Bel\u00e9m. Esse terminal conta ainda com um p\u00e1tio de      10.000 m 2 para movimenta\u00e7\u00e3o de caminh\u00f5es e cargas.<\/p>\n<p>      O terceiro terminal, dotado de um cais flutuante de 115 metros de comprimento,      \u00e9 ligado \u00e0 margem por uma ponte met\u00e1lica de 113,5 metros de v\u00e3o. O cais possui      cinco ber\u00e7os de acostagem, para a atraca\u00e7\u00e3o de balsas que transportam, em      sua maioria, soja, adubo, madeira, e containeres.<\/p>\n<p>      Pelo Porto de Porto Velho \u00e9 embarcada boa parte das riquezas produzidas em      nosso estado e nos estados vizinhos. Com isso, o Porto assume um papel importante      no escoamento da nossa produ\u00e7\u00e3o, tornando-se fundamental no desenvolvimento      econ\u00f4mico do estado de Rond\u00f4nia. Hoje, o Porto encontra-se realizando opera\u00e7\u00f5es      de exporta\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de sua \u00e1rea plenamente alfandegada. A estrutura conta      com um armaz\u00e9m com capacidade de 720 m 3 de \u00e1rea \u00fatil e p\u00e1tio asfaltado cercado      com alambrado, perfazendo \u00e1rea total de mais de 3.000 m 2 .<\/p>\n<p>      As exporta\u00e7\u00f5es de mercadorias com desembara\u00e7o aduaneiro em Porto Velho , colocam      Rond\u00f4nia no mapa de Estado exportador, situando-se n\u00e3o apenas como territ\u00f3rio      de passagem do corredor de exporta\u00e7\u00e3o da Hidrovia do Madeira, mas tamb\u00e9m como      estado produtor.<\/p>\n<p>      <strong>Projetos de melhoria<\/strong><\/p>\n<p>      O Porto possui projetos de melhorias e amplia\u00e7\u00e3o das suas instala\u00e7\u00f5es f\u00edsicas      e pretende dar in\u00edcio, t\u00e3o logo seja poss\u00edvel, a constru\u00e7\u00e3o de um segundo      cais flutuante, com 115m de comprimento por 25m de largura, que ampliar\u00e1 de      cinco para dez, o n\u00famero de ber\u00e7os de acostagem de balsas. O novo cais possibilitar\u00e1      o aumento da capacidade de opera\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>      <strong>Tamb\u00e9m est\u00e3o previstos,      para os pr\u00f3ximos quatro anos, as seguintes obras:<\/strong><\/p>\n<p>      P\u00e1tio coberto para fiscaliza\u00e7\u00e3o.<br \/>\n     Galp\u00e3o para transbordo de mercadorias.<br \/>\n     Blocos de fiscaliza\u00e7\u00e3o Federal e sindicatos que operam no Porto.<br \/>\n     Constru\u00e7\u00e3o de mais um m\u00f3dulo de cais com 115 metros e 5 ber\u00e7os de atraca\u00e7\u00e3o<br \/>\n     Constru\u00e7\u00e3o de duas rampas RO-RO<br \/>\n     Constru\u00e7\u00e3o de muros e guaritas de seguran\u00e7a.<br \/>\n     Amplia\u00e7\u00e3o do sistema el\u00e9trico<br \/>\n     Aquisi\u00e7\u00e3o de duas carretas para movimenta\u00e7\u00e3o de container<br \/>\n     Aquisi\u00e7\u00e3o de um rebocador para opera\u00e7\u00e3o paliteiro e dragagem<br \/>\n     Aquisi\u00e7\u00e3o de duas rampas chariot<br \/>\n     Aquisi\u00e7\u00e3o de duas esteiras rolantes<br \/>\n     Aquisi\u00e7\u00e3o de um caminh\u00e3o ca\u00e7amba<br \/>\n     Aquisi\u00e7\u00e3o de sete empilhadeiras<br \/>\n     Aquisi\u00e7\u00e3o de duas empilhadeiras para cont\u00eainer (capacidade de 40 toneladas)<br \/>\n     Administra\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>      Desde 11 de novembro de 1997, o Porto de Porto Velho passou a ser administrado      pela Sociedade de Portos e Hidrovias de Rond\u00f4nia (SOPH), por delega\u00e7\u00e3o ao      estado de Rond\u00f4nia.<\/p>\n<p>      <strong>Localiza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>      Est\u00e1 localizado na margem direita do rio Madeira, a 2km da cidade de Porto\u00a0<br \/>\n     Velho (RO). O Porto pertence ao estado de Rond\u00f4nia, ao sul do estado do Amazonas      e ao leste do do Acre.<\/p>\n<p>      <strong>Acessos<\/strong><\/p>\n<p>      <strong>RODOVI\u00c1RIO \u0096<\/strong>\u00a0Pelas      rodovias BR-319 (Manaus \u0096 Porto Velho), BR-364 (Cuiab\u00e1 \u0096 Porto Velho) e BR-425      (Porto Velho \u0096 Guajar\u00e1-Mirim).<\/p>\n<p>      <strong>FERROVI\u00c1RIO \u0096<\/strong>\u00a0N\u00e3o      h\u00e1.<\/p>\n<p>      <strong>FLUVIAL \u0096<\/strong>\u00a0Pelo      rio Madeira.<\/p>\n<p>      <strong>MAR\u00cdTIMO \u0096<\/strong>\u00a0Pelo      rio Amazonas, at\u00e9 a embocadura do rio Madeira, e, pelo rio Madeira, at\u00e9 o      porto.<br \/>\n     Um PIB em crescimento<\/p>\n<p>      O Estado de Rond\u00f4nia possui o 3\u00b0 PIB regional, superado apenas pelo Par\u00e1 e      Amazonas. Enquanto o pa\u00eds apresentava no in\u00edcio da d\u00e9cada de noventa, mais      precisamente nos anos 91 e 92 taxas de crescimento 1,1% e 9% respectivamente,      a economia rondoniense teve um crescimento de 14,3% no exerc\u00edcio 91\/92 para      37,04% no per\u00edodo de 1994\/95, contra somente 21,23% da economia brasileira.<\/p>\n<p>      Isto demonstra o maior dinamismo da economia estadual face a nacional.<\/p>\n<p>            Fonte:\u00a0www.rondonia.ro.gov.br<\/p>\n<p>         Rond\u00f4nia   <\/p>\n<h2>      Prazer em Conhecer! Veja principais caracter\u00edsticas a seguir&#8230;<\/h2>\n<p>      Os P\u00f3los de Ecoturismo em Rond\u00f4nia s\u00e3o ricos em atrativos naturais e hist\u00f3rico      culturais apresentam exuberantes florestas tropicais, cerrados, campos naturais,      com alto valor ecol\u00f3gico, alta biodiversidade, esp\u00e9cies \u00fanicas, raras ou end\u00eamicas;      serras e plan\u00edcies; rios com corredeiras, cachoeiras, lagos, monumentos hist\u00f3ricos      da ocupa\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, povos da floresta e sua cultura&#8230; Localizam-se ao      longo e nas \u00e1reas de abrang\u00eancia dos Rios Guapor\u00e9, Mamor\u00e9, Madeira e parte      do Rio Machado, onde est\u00e3o localizadas a maioria das unidades de conserva\u00e7\u00e3o      e terras ind\u00edgenas formando um sistema de \u00e1reas protegidas com amostras de      ecossistemas Amaz\u00f4nico, Cerrado e Pantanal do Guapor\u00e9.<\/p>\n<p>      Proporcionando condi\u00e7\u00f5es ao desenvolvimento de in\u00fameras atividades ecoturisticas      tais como: Observa\u00e7\u00e3o da flora, fauna, bird watching em trilhas, passeios      de barco ou com a utiliza\u00e7\u00e3o de mirantes, s\u00e1fari fotogr\u00e1fico, pesca esportiva,      canoagem ou rafting, b\u00f3ia cross ou Acquaraid, mergulho livre ou snorkeling,      mergulho aut\u00f4nomo ou scuba diving, ciclismo ou biking, cavalgada ou equita\u00e7\u00e3o,      Caminhada com pernoite ou trekking &#8211; montanhismo, escalada em rocha ou rock      climbing, balonismo, v\u00f4o livre, paraquedismo e paraglyder, acampamentos ou      camping, visitas a s\u00edtios arqueol\u00f3gicos, visitas \u00e0s comunidades.<\/p>\n<p>      <strong>Visite PORTO VELHO      capital de Rond\u00f4nia<\/strong><\/p>\n<p>      Ao lado da Estrada de Ferro Madeira-Mamor\u00e9, constru\u00edda em plena selva amaz\u00f4nica      cresceu Porto Velho, capital do atual Estado e ent\u00e3o territ\u00f3rio de Rond\u00f4nia.      Deficit\u00e1ria, a ferrovia constru\u00edda entre 1907 a 1912 tinha 364 Km de estrada,      tornou-se famosa pela ousadia da empreitada na \u00e9poca; foi desativada em 1972.      Em 1981, seus 7 quil\u00f4metros iniciais passaram a ser novamente utilizados&#8230;      Hoje, a estrada de ferro \u00e9 utilizada para passeios tur\u00edsticos que, ao longo      do percurso, encontram-se as ru\u00ednas do que foi a Madeira-Mamor\u00e9 e suas esta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>      O trajeto acompanha as curvas do rio Madeira e \u00e9 um passeio selva adentro,      atrav\u00e9s de trechos recobertos por exemplares centen\u00e1rios de \u00e1rvores da Floresta      Amaz\u00f4nica; \u00e9 um passeio muito interessante&#8230;<\/p>\n<p>      O Museu Ferrovi\u00e1rio, Instalado pr\u00f3ximo ao rio Madeira, que abriga pe\u00e7as e      vag\u00f5es da antiga Estrada de Ferro Madeira-Mamor\u00e9 &#8211; EFMM, inclusive a &#8220;Maria      Fuma\u00e7a&#8221;, m\u00e1quina a vapor que fazia parte do complexo. O Museu Ferrovi\u00e1rio,      ao contar sua hist\u00f3ria, conta tamb\u00e9m a do auge da explora\u00e7\u00e3o da borracha neste      Estado que j\u00e1 foi farto em seringais&#8230; Na cidade tem tamb\u00e9m o Museu de Rond\u00f4nia,      onde se encontram f\u00f3sseis de animais pr\u00e9-hist\u00f3ricos e um precioso acervo dos      ind\u00edgenas que habitavam a regi\u00e3o. Ponto de encontro de habitantes e turistas.<\/p>\n<p>      <strong>Pr\u00e9dio Sede da      Antiga Administra\u00e7\u00e3o da EFMM:\u00a0<\/strong>Tem      a forma arquitet\u00f4nica de uma locomotiva estilizada, homenagem aos primeiros      colonizadores da regi\u00e3o&#8230; Memorial Jorge Teixeira: Acervo de mais de 300      pe\u00e7as que conta a hist\u00f3ria da capital.<\/p>\n<p>      <strong>Parque Circuito:\u00a0<\/strong>Em      Porto Velho. Lugar particularmente apraz\u00edvel com amplo espa\u00e7o distribu\u00eddo      por entre as \u00e1rvores de seringueiras, disp\u00f5e de pista do tipo circuito com      um quil\u00f4metro de extens\u00e3o, utilizada para caminhadas e corridas.<\/p>\n<p>      Para os que gostam de aventura, a 18 Km de Porto Velho est\u00e1 a Cachoeira de      Teot\u00f4nio, de \u00e1guas violentas que contrastam com a calma de Teot\u00f4nio, uma vila      de pescadores.<\/p>\n<p>      <strong>Parque Ecol\u00f3gico:\u00a0<\/strong>O      Parque Natural Municipal ou Parque Ecol\u00f3gico, com \u00e1rea de 390,8 ha. Tem educa\u00e7\u00e3o      ambiental promovidas pela FIMA e recebe um grande n\u00famero de visitantes. O      Parque situa-se ao norte da Capital, a cerca de 7km do per\u00edmetro urbano e      15 km do Centro. Hoje, associado \u00e0 \u00e1rea da vizinha Col\u00f4nia Penal \u00canio Pinheiro      e a outras entidades e particulares, constitue a \u00faltima mancha verde de dimens\u00f5es      significativas (cerca de 2000Ha) na \u00e1rea do citado projeto, entre Porto Velho      e o rio Madeira. Possui um pequeno Zoo. Existem aproximadamente 5 km de trilhas,      dando acesso a alguns locais interessantes, entre os quais destacam-se: o      mirante do Mapinguari, os cedros centen\u00e1rios, a cascatinha, as forma\u00e7\u00f5es later\u00edticas,      etc.<\/p>\n<p>      A fauna \u00e9 representada especialmente por aves &#8211; tucanos, japiins, araras,      inhambus, roedores, morcegos, of\u00eddios, e outros animais de pequeno porte.      O Parque recebe um grande n\u00famero de visitantes, especialmente nos fins de      semana, e est\u00e1 aberto \u00e0 visita\u00e7\u00e3o p\u00fablica de quinta-feira \u00e0 domingo.<\/p>\n<p>      Dentre Muitas, Veja Algumas Atra\u00e7\u00f5es Tur\u00edsticas Em Rond\u00f4nia<\/p>\n<p>      <strong>Guajar\u00e1-Mirim:<\/strong>\u00a0Uma      pequena cidade \u00e0 beira do rio Mamor\u00e9, na divisa entre o Brasil e a Bol\u00edvia.      A 320 Km da capital. O nome do munic\u00edpio significa: &#8220;cachoeira pequena&#8221;      em tupi-guarani, nasceu com a constru\u00e7\u00e3o da Estrada de Ferro Madeira-Mamor\u00e9,      no in\u00edcio do s\u00e9culo XX. Uma antiga locomotiva e objetos da \u00e9poca est\u00e3o expostos      no pequeno museu hist\u00f3rico da cidade.<\/p>\n<p>      A regi\u00e3o banhada pelo rio Mamor\u00e9 \u00e9 rica em fauna e flora amaz\u00f4nicas, e pode      ser conhecida em passeios de barco ou hospedando-se em um moderno hotel \u00e0      beira do rio. H\u00e1 tamb\u00e9m o Parque Estadual de Guajar\u00e1-Mirim, que merece visita.      Para quem gosta de compras, Guajar\u00e1-Mirim mant\u00e9m uma zona de livre com\u00e9rcio      com algumas lojas de produtos importados isentos de impostos.<\/p>\n<p>      <strong>Forte Pr\u00edncipe      da Beira:<\/strong>\u00a0Em Costa      Marques. Constru\u00e7\u00e3o fara\u00f4nica dentro da floresta amaz\u00f4nica e monumento hist\u00f3rico      mais antigo do estado, localizado \u00e0 margem direita do rio Guapor\u00e9, fronteira      natural entre o Brasil e a Bol\u00edvia. S\u00e3o 970 metros de extens\u00e3o e 10 de altura.      Constru\u00eddo a mando do Rei de Portugal com objetivos militares, sem nunca ter,      no entanto, servido para tal finalidade. Obra iniciada em 1776 e conclu\u00edda      em 1783.<\/p>\n<p>      <strong>Rio Mamor\u00e9:<\/strong>\u00a0Para      conhecer a regi\u00e3o, que concentra grande diversidade de fauna e flora, um passeio      de barco \u00e9 a melhor op\u00e7\u00e3o. O encontro dos rios Mamor\u00e9 e Paca\u00e1s Novos; com      \u00e1guas de cores diferentes, na jun\u00e7\u00e3o dos dois rios causa um curioso efeito.      V\u00e1rias excurs\u00f5es para pesca esportiva e observa\u00e7\u00e3o da natureza, s\u00e3o organizadas.      A pequena cidade boliviana de Guayaramerim, fica na margem oposta do rio Mamor\u00e9,      e para visit\u00e1-la, h\u00e1 catraias (pequenos barcos) que fazem a travessia.<\/p>\n<p>      <strong>Hotel de Selva:<\/strong>\u00a0A      20 km de Guajar\u00e1-Mirim, \u00e0 beira do rio Mamor\u00e9, encontra-se um dos mais bem      equipados hot\u00e9is de selva do Brasil, com cabanas confort\u00e1veis erguidas sobre      palafitas (casa constru\u00edda sobre rios, sustentada por estacas), centro de      conven\u00e7\u00f5es e quase 2 km de passarelas em meio \u00e0 floresta.<\/p>\n<p>      <strong>Vale Apertado:<\/strong>\u00a0Em      Pimenta Bueno. Cen\u00e1rios bel\u00edssimos ao longo do rio Comemora\u00e7\u00e3o, de canyous      com at\u00e9 60 metros de altura ao longo do rio, cachoeiras, cavernas e grutas.<\/p>\n<p>      <strong>Rio Madeira:<\/strong>\u00a0Uma      das maravilhas naturais que corta Porto Velho de Norte a Sul. Agrega a bacia      hidrogr\u00e1fica mais importante de Rond\u00f4nia ligando a capital a Bel\u00e9m (PA) e      Manaus (AM), possuindo, por isso, import\u00e2ncia econ\u00f4mica pela exporta\u00e7\u00e3o de      gr\u00e3os na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>      <strong>Lago Cuni\u00e3:\u00a0<\/strong>A      130 km de Porto Velho, na margem esquerda do Madeira, com extens\u00e3o de 104.000      hectares. E a maior reserva de reprodu\u00e7\u00e3o da vida aqu\u00e1tica do Estado de Rond\u00f4nia,      onde se destacam o pirarucu e o aruam\u00e1. Boas condi\u00e7\u00f5es para observa\u00e7\u00e3o da      flora, fauna e aves, principalmente gar\u00e7as brancas e cor-de-rosa.<\/p>\n<p>      <strong>E Mais:<\/strong>\u00a0Ponte      sobre o rio Jacy &#8211; Tem o maior ponto de v\u00e3o livre existente no pa\u00eds. Tr\u00eas      Marias &#8211; Em Porto Velho, as tr\u00eas Caixas D\u0092\u00e1gua, vindas em Kits dos EUA para      servir \u00e0 EFMM, constru\u00eddas em 1912; s\u00e3o s\u00edmbolos da cidade. Acervo L\u00edtico,      Ind\u00edgena e Natural (Ariquemes). Museu de Rondon (Ji-Paran\u00e1) e Casa de Rondon      (Vilhena), constru\u00edda em 1909 pelo Marechal Rondon, foi um dos primeiros postos      telegr\u00e1ficos da regi\u00e3o. Abriga pertences pessoais de Rondon, m\u00e1quinas telegr\u00e1ficas      e de pe\u00e7as da cultura ind\u00edgena da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>            Fonte:\u00a0www.asaida.org.br<\/p>\n<h6>      Rond\u00f4nia<\/h6>\n<h2>      Rond\u00f4nia \u00e9 Mais<\/h2>\n<p class=\"imagem\">\n<p>  Fonte:\u00a0youtube<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rond\u00f4nia, Pontos Tur\u00edsticos, Turismo, Hist\u00f3ria, Cultura, Costumes, Gastronomia, Culin\u00e1ria, Economia, Atra\u00e7\u00f5es Tur\u00edsticas, Locais, Festas Populares Rond\u00f4nia<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[88],"tags":[],"class_list":["post-46542","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-turismo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - 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