{"id":46539,"date":"2016-06-13T18:05:39","date_gmt":"2016-06-13T18:05:39","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=46539"},"modified":"2016-06-13T18:20:08","modified_gmt":"2016-06-13T18:20:08","slug":"macapa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/macapa","title":{"rendered":"Macap\u00e1"},"content":{"rendered":"<p>Encravada      na Amaz\u00f4nia, a capital do Amap\u00e1 \u00e9 lugar certo para o pouso de aves migrat\u00f3rias,      que se somam aos flamingos, tucanos, guar\u00e1s, tartarugas marinhas e de rio,      jacar\u00e9s-a\u00e7u, peixes-boi, tamandu\u00e1s-bandeira, tatus-canastra e tantos outros      animais que completam a rica fauna da regi\u00e3o e d\u00e3o um colorido especial ao      verde da floresta. Em Macap\u00e1 , o rio Amazonas tem suas \u00e1guas domadas nas praias      da Fazendinha e do Arax\u00e1, permitindo deliciosos banhos.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa18.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"316\" height=\"131\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p>Cortada      pela linha do Equador, Macap\u00e1 guarda a mem\u00f3ria do estado em alguns de seus      monumentos hist\u00f3ricos. Um deles \u00e9 o Forte de S\u00e3o Jos\u00e9, na entrada da cidade.      Conclu\u00eddo em 1782, depois de 18 anos de trabalho de \u00edndios e de escravos,      o forte \u00e9 um exemplo da influ\u00eancia francesa na cultura regional e um dos monumentos      militares mais bem preservados do Brasil.<\/p>\n<p>A mem\u00f3ria do Amap\u00e1 tamb\u00e9m est\u00e1 representada na igreja de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1      , de 1761. A igreja \u00e9 o monumento mais antigo da cidade e preserva tra\u00e7os      coloniais na vers\u00e3o mais despojada dos jesu\u00edtas. Como lembran\u00e7a, na Casa do      Artes\u00e3o pode-se comprar cer\u00e2mica revestida em p\u00f3 de mangan\u00eas e arte ind\u00edgena.    <\/p>\n<p>A beleza do artesanato ind\u00edgena se destaca nos armamentos produzidos com      madeiras nativas e na diversifica\u00e7\u00e3o de utens\u00edlios e ornamentos confeccionados      com dentes, ossos de animais, penas de p\u00e1ssaros, sementes e fibras vegetais.<\/p>\n<h4>Forte      de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa19.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"314\" height=\"188\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p>O      Forte de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 , constru\u00eddo entre 1764 e 1784, numa l\u00edngua de      terra que avan\u00e7a pelo rio Amazonas, \u00e9 um atrativo da cidade que encontra-se      em sua zona central.<\/p>\n<p>A      Fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9 foi constru\u00edda a partir de uma grande muralha de pedra.      Os portugueses tomaram a decis\u00e3o de construir este complexo militar para garantir      o dom\u00ednio sobre o extremo norte do Brasil constantemente amea\u00e7ado pelos invasores      estrangeiros.<\/p>\n<p>No      interior da fortaleza tudo se organiza em torno da pra\u00e7a principal. Ao redor      dela est\u00e3o dispostas a capela, a cadeia e as casas de soldados e oficiais      e nos extremos, as torres de vigia.<br \/>\n     A obra come\u00e7ou em 1764 e s\u00f3 ficou pronta em 1782, dezoito anos mais tarde.      \u00edndios e, principalmente, negros foram utilizados como m\u00e3o-de-obra escrava.      Parte dessa hist\u00f3ria est\u00e1 presente na Vila de Curia\u00fa onde vivem apenas os      descendentes desses negros que conservam a cultura e a tradi\u00e7\u00e3o de seus ancestrais.<\/p>\n<p>A      Fortaleza \u00e9 a maior fortifica\u00e7\u00e3o constru\u00edda pelos portugueses no Brasil e      por causa dessa import\u00e2ncia hist\u00f3rica e da sua arquitetura que foi elevada      \u00e0 categoria de patrim\u00f4nio nacional em 1950.<\/p>\n<h4><strong>Marco Zero<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa20.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"314\" height=\"190\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p>Conhecida      como Marco Zero, ou seja, com sua latitude de 0 grau, encontra-se a 5 km do      centro da cidade de Macap\u00e1 e pode ser alcan\u00e7ada pela Rodovia Juscelino Kubitscheck.<\/p>\n<p>Para      representar a import\u00e2ncia do local, foi constru\u00eddo um monumento, com rel\u00f3gio      de sol e terra\u00e7o para observa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4><strong>Porto de Santana<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa21.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"310\" height=\"181\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p>A      partir do Porto de Santana, 28 km ao sul de Macap\u00e1 , existe uma variedade      de passeios de barco que podem ser feitos pelas ilhas do rio Amazonas, incluindo      a ilha de Maraj\u00f3, os igarap\u00e9s, os estreitos canais entre as ilhas e, na dire\u00e7\u00e3o      do Oiapoque, ao norte, pode ser visitada a \u00e1rea de fronteira com a Guiana      Francesa.<\/p>\n<p>Fonte: www.brasilviagem.com<\/p>\n<h6>Macap\u00e1<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4>Porto      de Macap\u00e1<\/h4>\n<p><strong>ORIGEM<\/strong><\/p>\n<p>A      constru\u00e7\u00e3o do porto de Macap\u00e1 foi iniciada em 1980, originalmente com a finalidade      de atender \u00e0 movimenta\u00e7\u00e3o de mercadorias por via fluvial, transportadas para      o estado do Amap\u00e1 e a ilha de Maraj\u00f3.<\/p>\n<p>A      inaugura\u00e7\u00e3o oficial das instala\u00e7\u00f5es ocorreu em 6 de maio de 1982. A partir      de 14 de dezembro de 2002, atrav\u00e9s do Conv\u00eanio de Delega\u00e7\u00e3o n\u00ba 009\/02 do Minist\u00e9rio      dos Transportes e a Prefeitura de Santana, com a interveni\u00eancia da Companhia      Docas do Par\u00e1 foi criada a Companhia Docas de Santana, Empresa P\u00fablica de      direito privado para exercer a fun\u00e7\u00e3o de Autoridade Portu\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>ADMINISTRA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>O      porto \u00e9 administrado pela Companhia Docas de Santana &#8211; CDSA, vinculada \u00e0 Prefeitura      Municipal de Santana.<\/p>\n<p><strong>LOCALIZA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Est\u00e1      localizado na margem esquerda do rio Amazonas, no canal de Santana, em frente      \u00e0 ilha de mesmo nome, a 18km da cidade de Macap\u00e1 , capital do estado do Amap\u00e1.<\/p>\n<p><strong>\u00c1REA      DE INFLU\u00caNCIA<\/strong><\/p>\n<p>Compreende      o estado do Amap\u00e1 e os munic\u00edpios paraenses de Afu\u00e1 e Chaves, situados na      foz do rio Amazonas, a noroeste da ilha de Maraj\u00f3.<\/p>\n<p><strong>\u00c1REA      DO PORTO ORGANIZADO<\/strong><\/p>\n<p>Conforme      Portaria-MT n\u00ba 71, de 15\/03\/00 (D.O.U. de 16\/03\/00, a \u00e1rea do Porto Organizado      de Macap\u00e1 , no Munic\u00edpio de Santana, no Estado do Amap\u00e1, \u00e9 constitu\u00edda:<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>A)\u00a0<\/strong>pelas        instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias terrestres existentes no Munic\u00edpio de Santana(AP),        tendo como limites extremos, a leste a foz do rio Matapi e a oeste a localidade        de Fazendinha, ambos projetados em dire\u00e7\u00e3o ao rio Amazonas, abrangendo todos        os cais, docas, pontes e piers de atraca\u00e7\u00e3o e de acostagem, armaz\u00e9ns, edifica\u00e7\u00f5es        em geral e vias internas de circula\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1rias e ferrovias, e, ainda,        os terrenos ao longo dessas faixas marginais e suas adjac\u00eancias, pertencentes        \u00e0 Uni\u00e3o, incorporadas ou n\u00e3o ao patrim\u00f4nio do Porto de Macap\u00e1 ou sob sua        guarda e responsabilidade.<\/p>\n<p><strong>B)\u00a0<\/strong>pela        infra-estrutura de prote\u00e7\u00e3o e acessos aquavi\u00e1rios, compreendendo as \u00e1reas        de fundeio, bacias de evolu\u00e7\u00e3o, canal de acesso e \u00e1reas adjacentes a estes        at\u00e9 \u00e0s margens das instala\u00e7\u00f5es do Porto Organizado, conforme definido na        al\u00ednea &#8220;a&#8221; desta Portaria, existentes ou que venham a ser constru\u00eddas        e mantidas pela Administra\u00e7\u00e3o do Porto ou por outro \u00f3rg\u00e3o do Poder P\u00fablico.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A      Administra\u00e7\u00e3o do Porto de Macap\u00e1 far\u00e1 a demarca\u00e7\u00e3o em planta da \u00e1rea constitu\u00edda      pela poligonal de pontos:A (00\u00ba 03&#8242; S&#8221; e 51\u00ba 12&#8242; 30&#8221; W), B (00\u00ba 04&#8242; 06&#8221;      S e 51\u00ba 12&#8242; 30&#8221; W), C (00\u00ba 04&#8242; 06&#8221; S e 51\u00ba 06&#8242; 46&#8221; W) e D (00\u00ba 03&#8242; 00&#8221;      S e 51\u00ba 06&#8242; 46&#8221; W).<\/p>\n<h4><strong>ACESSOS<\/strong><\/h4>\n<p><strong>RODOVI\u00c1RIO<\/strong><\/p>\n<p>Pelas      rodovias AP-010, ligando as cidades de Macap\u00e1 e Mazag\u00e3o, BR- 210 (Perimetral      Norte), encontrando a BR-156 pr\u00f3ximo a Macap\u00e1 , e, j\u00e1 na \u00e1rea urbana, pela      rua Filinto M\u00fcller, que alcan\u00e7a as instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias.<\/p>\n<p><strong>FERROVI\u00c1RIO<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o      existe acesso ferrovi\u00e1rio; no entanto, uma ferrovia da regi\u00e3o, a Estrada de      Ferro Amap\u00e1 (EFA), com 194km desde a Serra do Navio at\u00e9 o terminal privativo      da Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio de Min\u00e9rios S.A. (Icomi), em Santana, fica a 2km do      porto de Macap\u00e1 .<\/p>\n<p><strong>MAR\u00cdTIMO<\/strong><\/p>\n<p>Pelo      rio Amazonas, tanto pela Barra Norte, situada entre as ilhas Janaucu e Curu\u00e1,      como pela Barra Sul, delimitada pelas ilhas de Maraj\u00f3 e Mexiana. Para o ingresso      no porto \u00e9 utilizado o canal natural de Santana, bra\u00e7o norte do rio Amazonas,      com largura vari\u00e1vel entre 500m e 800m e profundidade m\u00ednima de 10m.<\/p>\n<p><strong>FLUVIAL<\/strong><\/p>\n<p>Compreende      o Amazonas e seus afluentes, principalmente o Jari.<\/p>\n<h4><strong>INSTALA\u00c7\u00d5ES<\/strong><\/h4>\n<p>O      porto disp\u00f5e de dois cais para atraca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Cais        A &#8211;\u00a0<\/strong>com 60m de        extens\u00e3o e profundidade de 10m, dotado de um ber\u00e7o, recebe embarca\u00e7\u00f5es fluviais        de pequeno porte.<\/p>\n<p><strong>Cais        B &#8211;<\/strong>\u00a0com        um ber\u00e7o de 200m de comprimento e profundidade de 12m, atende \u00e0 navega\u00e7\u00e3o        de longo curso.<\/p>\n<p><strong>Cais        C &#8211;<\/strong>\u00a0com        136m de comprimento com dois ber\u00e7os, atende \u00e0s navega\u00e7\u00f5es de longo curso        e de cabotagem.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>As      instala\u00e7\u00f5es de armazenagem re\u00fanem um armaz\u00e9m para carga geral com 3.570m2,      na retaguarda do cais B, um galp\u00e3o com 1.500m2 e um p\u00e1tiomedindo 3.000m2,      circundando o armaz\u00e9m, que pode servir tamb\u00e9m de dep\u00f3sito. O p\u00e1tio entre o      galp\u00e3o e o armaz\u00e9m acresce \u00e0 \u00e1rea de estocagem 16.500m2.<\/p>\n<p>Existem      dois terminais de uso privativo: o da Icomi, com 270m de cais, operando na      exporta\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio de mangan\u00eas, extra\u00eddo da Serra do Navio, e o da Texaco,      movimentando combust\u00edveis em um cais com 120m. Ambos os terminais possuem      profundidades m\u00ednimas de 10m.<\/p>\n<p>A      partir de dezembro de 1992, passou a operar, na \u00e1rea do pr\u00f3prio porto, um      sistema de carga de gran\u00e9is s\u00f3lidos, pertencente \u00e0 AMCEL, destinado \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o      de cavacos de madeira, na quantidade m\u00ednima prevista de 100.000t\/ano.<\/p>\n<h4><strong>EQUIPAMENTOS<\/strong><\/h4>\n<p>Guindaste      Grove modelo GMK-5130 para at\u00e9 130t com spreaders manuais de 20&#8242; e 40&#8242;; 2      empilhadeira com lan\u00e7a telesc\u00f3pica e spreader eletrohidr\u00e1ulico para cont\u00eaineres,      marca Belotti, para altura de at\u00e9 tr\u00eas (3) cont\u00eaineres; 1 empilhadeira Hyster      com garfos frontais \u00e0 diesel &#8211; 7t; 2 empilhadeira Yale para pallets\u00e0 g\u00e1s &#8211;      3t; 2 trator Ford CBT \u00e0 diesel para reboque de carretas; 6 carretas para cont\u00eaineres;      6 carretas para paletes; 2 transportadores de correia m\u00f3vel e el\u00e9trica; 1      balan\u00e7a rodovi\u00e1ria eletr\u00f4nica &#8211; 80t; 1 ship-loader para cavaco (Amcel).<\/p>\n<p><strong>Fonte<\/strong>:\u00a0www.antaq.gov.br<\/p>\n<h6>Macap\u00e1<\/h6>\n<p>Em      1758 foi fundada a cidade de Macap\u00e1 , capital do Amap\u00e1, a \u00fanica banhada pelo      rio Amazonas.<\/p>\n<p>Localizada      a 14,4 m acima do n\u00edvel do mar e a 345 Km de Bel\u00e9m, capital do estado do Par\u00e1,      a cidade \u00e9 cortada pela linha imagin\u00e1ria do Equador e seu acesso s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel      via a\u00e9rea ou de barco por ser um porto fluvial.<\/p>\n<p>Para      saber mais sobre o munic\u00edpio, n\u00e3o deixe de ler o que o IBGE preparou para      homenage\u00e1-lo na \u00e9poca de seu anivers\u00e1rio.<\/p>\n<h4><strong>Origens<\/strong><\/h4>\n<p>O      nome Macap\u00e1 tem origem na l\u00edngua tupi, sendo uma varia\u00e7\u00e3o do termo &#8220;macapaba&#8221;      que significa &#8220;lugar de muitos bacabas&#8221;.<\/p>\n<p>Antes      de ser assim chamada, Macap\u00e1 recebeu dois nomes. Foi batizada como Adelantado      de Nueva Andaluzia em 1544 pelo ent\u00e3o Rei da Espanha, Carlos V, recebendo      mais tarde, na \u00e9poca de sua funda\u00e7\u00e3o, o nome de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 .<\/p>\n<p>A      cidade foi criada a partir de um destacamento militar criado em 1738. Vinte      anos depois, no dia 4 de fevereiro, o governador do Gr\u00e3o-Par\u00e1, Francisco Xavier      de Mendon\u00e7a Furtado, fundava Macap\u00e1 , habitada nos seus prim\u00f3rdios por casais      de a\u00e7orianos que l\u00e1 aportaram.<\/p>\n<p>O      governador chegou com a miss\u00e3o de demarcar fronteiras na regi\u00e3o Amaz\u00f4nica,      atrav\u00e9s do Tratado de Madri, assinado em 1750, aproveitando para transformar      o povoado em cidade.<\/p>\n<p>Em      1943, Macap\u00e1 passou a ser capital do territ\u00f3rio do Amap\u00e1, o qual s\u00f3 ganharia      status de estado em 1988.<\/p>\n<h4><strong>Marco Zero<\/strong><\/h4>\n<p>Macap\u00e1      \u00e9 a \u00fanica capital brasileira cortada pela linha imagin\u00e1ria do Equador. Para      registr\u00e1-la, foi constru\u00eddo um monumento, chamado de Marco Zero, localizado      a 5 Km do centro da cidade que cont\u00e9m um rel\u00f3gio de sol e um terra\u00e7o para      visita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por      estar posicionado estrategicamente entre os dois hemisf\u00e9rios, o marco permite      ao visitante trocar de hemisf\u00e9rio a todo momento.<\/p>\n<p>O      mesmo acontece no est\u00e1dio de futebol conhecido como Zer\u00e3o. O campo \u00e9 demarcado      pela linha do equador, fazendo com que os times joguem em hemisf\u00e9rios diferentes.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa1.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"316\" height=\"207\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p>O      Marco Zero tamb\u00e9m \u00e9 considerado um excelente local para apreciar o fen\u00f4meno      do Equin\u00f3cio* que acontece entre os dias 21 de mar\u00e7o e 23 de setembro. Nesta      \u00e9poca, os dias e as noites duram exatamente doze horas em qualquer lugar do      planeta.<\/p>\n<p>Equin\u00f3cio:      passagem do sol sobre a linha do Equador, marcando o in\u00edcio das diferentes      esta\u00e7\u00f5es (outono e primavera) nos dois hemisf\u00e9rios.<\/p>\n<h4>Festas      tradicionais<\/h4>\n<p><strong>Marabaixo<\/strong><\/p>\n<p>Em      homenagem ao Divino Esp\u00edrito Santo, a festa de Marabaixo foi criada pelos      escravos negros que participaram da constru\u00e7\u00e3o da Fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9, importante      monumento militar do per\u00edodo colonial.<\/p>\n<p>Todo      ano, seus descendentes, que vivem na chamada Vila de Curia\u00fa, se re\u00fanem para      os festejos que come\u00e7am na quaresma e duram v\u00e1rios meses.<\/p>\n<p>Para      dan\u00e7ar, os participantes formam um c\u00edrculo ao som dos tambores. O ponto alto      da festa \u00e9 o Encontro dos Tambores, quando os grupos exibem mastros decorados      com flores e uma bandeira do Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa2.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"319\" height=\"220\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p><strong>Festa      de S\u00e3o Tiago<\/strong><\/p>\n<p>Importada      por fam\u00edlias portuguesas que chegaram a Macap\u00e1 no s\u00e9culo 18, a festa homenageia      S\u00e3o Tiago que, segundo consta, foi um soldado que lutou contra o dom\u00ednio dos      mouros.<\/p>\n<p>A      festa acontece entre os dias 16 e 27 de julho em Masag\u00e3o, a 35 Km de Macap\u00e1      . Os moradores revivem v\u00e1rios epis\u00f3dios da guerra entre crist\u00e3os e mu\u00e7ulmanos      at\u00e9 culminar com uma missa e com a ladainha de S\u00e3o Tiago agradecendo a vit\u00f3ria      dos crist\u00e3os.<\/p>\n<p><strong>Boi      Bumb\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Uma      das festas mais tradicionais da regi\u00e3o, o Boi-bumb\u00e1 leva pessoas de todas      as idades a se fantasiarem para contar a hist\u00f3ria do boi que ressuscita ap\u00f3s      os feiti\u00e7os de um paj\u00e9.<\/p>\n<p>Reza      a lenda que uma mulher gr\u00e1vida tem o desejo de comer a carne do boi mais apreciado      pelo patr\u00e3o. Para atend\u00ea-lo, o marido mata o boi mas o patr\u00e3o descobre e ordena      que o animal seja devolvido vivo. O marido invoca os poderes do paj\u00e9 que consegue      ressuscitar o boi.<\/p>\n<p>Fonte: Instituto      Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica<\/p>\n<h6>Macap\u00e1<\/h6>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>Macap\u00e1      a capital do Amap\u00e1 fica situada a 345 km de Bel\u00e9m do Par\u00e1. O nome \u00e9 de origem      tupi, com uma varia\u00e7\u00e3o de macapaba, que quer dizer lugar de muitas bacabas,      um fruto de palmeira nativa da regi\u00e3o. Antes de ter o nome de Macap\u00e1 , o primeiro      nome concedido oficialmente a essa terra foi Adelantado de Nueva Andaluzia,      em 1544, por Carlos V, o rei da Espanha da \u00e9poca.<\/p>\n<p>A      hist\u00f3ria de Macap\u00e1 se inicia nos tempos coloniais, e est\u00e1 ligada com a defesa      e a fortifica\u00e7\u00e3o das fronteiras do Brasil, al\u00e9m da preocupa\u00e7\u00e3o em garantir      a presen\u00e7a do homem as terras brasileiras. E assim esta cidade surgiu de um      destacamento militar criado em 1738.<\/p>\n<p>Na Pra\u00e7a Veiga Cabral, no dia 4 de fevereiro de 1758 quando ainda chamava-se      Pra\u00e7a S\u00e3o Sebasti\u00e3o acontecia exatamente nessa pra\u00e7a o levantamento do pelourinho      e o governador do Gr\u00e3o Par\u00e1, Francisco Xavier de Mendon\u00e7a Furtado, fundava      naquele dia a Vila de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 . <\/p>\n<p>Nessa \u00e9poca foram surgindo pr\u00e9dios que at\u00e9 hoje s\u00e3o preservados, e constituem      verdadeiro patrim\u00f4nio cultural como a Fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 , uma      constru\u00e7\u00e3o feita nos tempos escravos com m\u00e3o de obra de negros e \u00edndios.<\/p>\n<p>No      dia 2 de janeiro de 1764 iniciaram-se o delineamento do solo e no dia 29 de      junho do mesmo ano foi lan\u00e7ada a pedra fundamental do monumento.<\/p>\n<p>A      constru\u00e7\u00e3o demorou 18 anos, mas essa demora n\u00e3o foi pelo tamanho da obra e      sim pelos problemas que foram aparecendo com a falta de m\u00e3o de obra e a escassez      de material que de vez em quando fazia parar tudo. Os \u00edndios eram perseguidos      pelas doen\u00e7as e oprimidos pelo rigor da disciplina militar, e este era o grande      motivo de fuga do engenho. Os negros quando fugiam n\u00e3o iam longe deixavam-se      prender facilmente.<\/p>\n<p>O      falecimento de D. Jos\u00e9 I, fez com que a obra parasse quase 6 anos. O autor      do projeto Henrique Gal\u00facio, faleceu 5 anos ap\u00f3s o in\u00edcio das obras. A Intend\u00eancia      de Macap\u00e1 , hoje em dia, \u00e9 o Museu Hist\u00f3rico Joaquim Caetano da Silva. A data      da concretiza\u00e7\u00e3o deste pr\u00e9dio \u00e9 de 15 de novembro de 1895. O intendente era      Coriolano Juc\u00e1.<\/p>\n<p>O Pr\u00e9dio foi usado desde o per\u00edodo de Vila at\u00e9 o extinto Territ\u00f3rio Federal      do Amap\u00e1, e o mesmo foi constru\u00eddo tipo pal\u00e1cio no estilo neocl\u00e1ssico, ornado      com esculturas e figuras antropomorfas que representam as artes e a ind\u00fastria.      As pilhas louvres e vasos foram confeccionados na arte da falanza em Portugal      em 1932. <\/p>\n<p>Foi restaurado para funcionar a prefeitura de Macap\u00e1 tendo como interventor      do estado do Par\u00e1 o major Magalh\u00e3es Barata e como prefeito tamb\u00e9m o major      Eliezer Levy. A Igreja de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 \u00e9 um marco hist\u00f3rico. Esta igreja      come\u00e7ou a sua constru\u00e7\u00e3o em 1752, seis anos antes da cria\u00e7\u00e3o oficial da Vila      de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 .<\/p>\n<p>A      igreja matriz foi inaugurada 5 de mar\u00e7o de 1761 sendo o Padre Joaquim Pair      o 1\u00ba vig\u00e1rio, a imagem original do padroeiro S\u00e3o Jos\u00e9, esculpido em madeira      tem 35 cm de altura, ainda \u00e9 uma das rel\u00edquias sacras mais importantes do      estado. Nas paredes os quadros do padre F\u00falvio, retratam o talento art\u00edstico      e a beleza de uma passagem b\u00edblica. J\u00e1 teve um per\u00edodo em que a par\u00f3quia ficou      sem vig\u00e1rio por 40 anos.<\/p>\n<p>Em 1904 o padre Francisco Hiller e o intendente coronel Teodoro Mendes restauraram      da igreja. A primeira escola em alvenaria de Macap\u00e1 foi inaugurada em 13 de      setembro de 1946, que \u00e9 a Escola de 1\u00ba Grau Bar\u00e3o do Rio Branco, criada pelo      governo do Territ\u00f3rio Federal do Amap\u00e1 na gest\u00e3o do capit\u00e3o Janarv Nunes.    <\/p>\n<p>Nesta escola tamb\u00e9m funcionou o 1\u00ba cinema de Macap\u00e1 , o Ex-Cine Territorial.      As m\u00e1quinas n\u00e3o foram mais usadas e tudo est\u00e1 no mais completo abandono. Outros      pr\u00e9dios como o Mercado Central, o Hospital de Especialidades e a Maternidade      M\u00e3e Luzia tamb\u00e9m fazem parte de antigas constru\u00e7\u00f5es das d\u00e9cadas de 40, 50      e 60.<\/p>\n<h4>Dados      Gerais<\/h4>\n<p><strong>Limites<\/strong><\/p>\n<p>Limita-se      ao norte com os munic\u00edpios de Ferreira Gomes, Cutias e Itaubal, ao sul com      o munic\u00edpio de Santana, a oeste com o munic\u00edpio de Porto Grande.<\/p>\n<p>Macap\u00e1      \u00e9 a \u00fanica cidade brasileira que est\u00e1 \u00e1 margem esquerda do rio Amazonas, e      que \u00e9 cortada pela linha do Equador.<\/p>\n<p><strong>Clima      \/ Temperatura<\/strong><\/p>\n<p>O      clima \u00e9 equatorial, quente e \u00famido.<\/p>\n<p><strong>Hino      de Macap\u00e1<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Os raios        f\u00falgidos do sol do equador<br \/>\n       Fertilizaram esta terra promiss\u00e3o<br \/>\n       Teve seu nome brotado da palmeira<br \/>\n       Como uma rosa desabrocha do bot\u00e3o;<\/p>\n<p>Nossa floresta        amaz\u00f4nica gigante<br \/>\n       De esperan\u00e7a e mil riquezas a acercou<br \/>\n       Em sinfonia com os sons da natureza<br \/>\n       Seu povo her\u00f3ico de um novo brado ecoou;<\/p>\n<p>Glorioso        \u00e9 teu passado<br \/>\n       Teu presente \u00e9 varonil<br \/>\n       Teu futuro \u00e9 majestoso<br \/>\n       Macap\u00e1 tu \u00e9s Brasil<\/p>\n<p>Teu destino        \u00e9 conquistar as gera\u00e7\u00f5es<br \/>\n       \u00d3 Macap\u00e1 , a capital de intenso amor<br \/>\n       Nas doces \u00e1guas do teu rio Amazonas<br \/>\n       Tu \u00e9s banhada de energia e olor<\/p>\n<p>Deus te        salve \u00f3 sentinela altaneira<br \/>\n       Rinc\u00e3o sagrado onde a vida fez morada<br \/>\n       N\u00f3s, os teus filhos, orgulhoso te saudamos,<br \/>\n       Terra querida pelos c\u00e9us aben\u00e7oada<\/p>\n<p>Glorioso        \u00e9 teu passado<br \/>\n       Teu presente \u00e9 varonil<br \/>\n       Teu futuro \u00e9 majestoso<br \/>\n       Macap\u00e1 tu \u00e9s Brasil!<br \/>\n       Macap\u00e1 ! Macap\u00e1 !<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Bras\u00e3o      do Munic\u00edpio de Macap\u00e1<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa3.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"151\" height=\"133\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<h4>Atra\u00e7\u00f5es      Tur\u00edsticas: Atrativos Naturais<\/h4>\n<p><strong>Arquip\u00e9lago      de Bailique<\/strong><\/p>\n<p>Fica      a 185 km a partir de Macap\u00e1 em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 foz do Amazonas. O arquip\u00e9lago de      oito ilhas \u00e9 formado pelo encontro das \u00e1guas do Rio Amazonas com o oceano      Atl\u00e2ntico. Nas oito ilhas existem cerca de 5 mil habitantes, distribu\u00eddos      em 38 comunidades que vivem basicamente de pesca, agricultura extrativa, apicultura,      carpintaria naval e agropecu\u00e1ria. O ecossistema \u00e9 rico, constitu\u00eddo de florestas      de v\u00e1rzea, campos naturais, igarap\u00e9s, manguezais e praias.<\/p>\n<p><strong>Balne\u00e1rio      Arax\u00e1<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa4.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"267\" height=\"174\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p>\u00c9      o maior centro do artesanato amapaense, o principal objetivo dessa institui\u00e7\u00e3o      \u00e9 fomentar a atividade artesanal no Estado e promover a gera\u00e7\u00e3o de trabalho      e renda aos artes\u00e3os locais, possibilitando assim, a exposi\u00e7\u00e3o e a comercializa\u00e7\u00e3o      de seus produtos. O artesanato ind\u00edgena tamb\u00e9m est\u00e1 presente, representado      pelos trabalhos dos povos Wai\u00e3pi, Karipuna, Palikur, Galibi, Apari, Waina,      Tiri\u00f3 e Kaxuiana. Na confec\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as s\u00e3o utilizados o vime, madeira, argila,      fibra vegetal, sementes, penas, entre outros elementos retirados da natureza,      sem impactar o meio ambiente.<\/p>\n<p><strong>Lago      Amb\u00e9<\/strong><\/p>\n<p>O      lago Amb\u00e9 localiza-se a 74 km de Macap\u00e1 , na regi\u00e3o das pedreiras, constitu\u00edda      por campos, lagos e igarap\u00e9s, que juntamente com a fauna e a flora da Amaz\u00f4nia,      formam um quadro paisag\u00edstico de beleza impar. O lago \u00e9 bastante visitado      por praticantes de pescarias, al\u00e9m de proporcionar banhos refrescantes nas      \u00e1guas frias e um contato direto com a natureza.<\/p>\n<p><strong>Lago      do Curia\u00fa<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa5.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"270\" height=\"154\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p>O      lago do Curia\u00fa, oferece fauna abundante, como gar\u00e7as e outras aves e p\u00e1ssaros      s\u00e3o vistos sobrevoando ou deslizando sobre o lago cujas \u00e1guas t\u00eam reflexos      verdes tornando a paisagem de beleza singular. \u00c9 formado pelo Rio Curia\u00fa,      que des\u00e1gua no Rio Amazonas.<\/p>\n<p><strong>Lagoa      dos \u00cdndios<\/strong><\/p>\n<p>Localiza-se      no km 03 da rodovia Duque de Caxias ( Macap\u00e1 \/Santana), apresentando um dos      mais belos panoramas da cidade, oferecendo aos visitantes uma a vis\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o      aqu\u00e1tica e campos alagados e verdes, povoado por gar\u00e7as brancas que fazem      um belo contraste.<\/p>\n<p><strong>Parque      Zoobot\u00e2nico<\/strong><\/p>\n<p>O      parque re\u00fane esp\u00e9cimes representativas da natureza amaz\u00f4nica, com amostras      da fauna e flora regional, tendo, inclusive animais de grande porte em cativeiro      e exposi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Praia      da Fazendinha<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa6.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"270\" height=\"187\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p>Ao      longo da margem esquerda do rio Amazonas destaca-se a Praia da Fazendinha      distante cerca de 13 km de Macap\u00e1, onde se pode saborear o camar\u00e3o regional      e praticar esportes n\u00e1uticos.<\/p>\n<p><strong>Atrativos      Culturais<\/strong><\/p>\n<p><strong>Antigo      F\u00f3rum<\/strong><\/p>\n<p>Localizado no conjunto paisag\u00edstico da cidade, voltado para o rio Amazonas.      Com arquitetura civil, obedece sua constru\u00e7\u00e3o ao estilo neocl\u00e1ssico hist\u00f3rico,      apresentando aspecto s\u00f3brio e majestoso com linhas greco-romanas. <\/p>\n<p>Sua fachada principal apresenta sob o front\u00e3o colunas \u00b4Corintias` em pedra      de lio. \u00c0 sua frente dois le\u00f5es, caracter\u00edstica do per\u00edodo neocl\u00e1ssico. Atualmente      funciona como pr\u00e9dio da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).<\/p>\n<p><strong>Casa      do Artes\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa7.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"268\" height=\"154\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p>\u00c9 o maior centro do artesanato amapaense, o principal objetivo dessa institui\u00e7\u00e3o      \u00e9 fomentar a atividade artesanal no Estado e promover a gera\u00e7\u00e3o de trabalho      e renda aos artes\u00e3os locais, possibilitando assim, a exposi\u00e7\u00e3o e a comercializa\u00e7\u00e3o      de seus produtos. <\/p>\n<p>O artesanato ind\u00edgena tamb\u00e9m est\u00e1 presente, representado pelos trabalhos      dos povos Wai\u00e3pi, Karipuna, Palikur, Galibi, Apari, Waina, Tiri\u00f3 e Kaxuiana.      Na confec\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as s\u00e3o utilizados o vime, madeira, argila, fibra vegetal,      sementes, penas, entre outros elementos retirados da natureza, sem impactar      o meio ambiente.<\/p>\n<p><strong>Centro      de Cultura Negra<\/strong><\/p>\n<p>Quarenta e cinco por cento da popula\u00e7\u00e3o do Amap\u00e1 \u00e9 formada por negro. Para      homenagear parte do povo amapaense, no dia 5 de setembro de 1998, no bairro      do Laguinho, foi inaugurado o Centro de Cultura Negra. O espa\u00e7o representa      a revitaliza\u00e7\u00e3o e a valoriza\u00e7\u00e3o da cultura negra no Amap\u00e1. <\/p>\n<p>Com seis blocos edificados numa a\u00e9rea de 7,2 mil m2, compreende um Anfiteatro,      Museu do Negro, Audit\u00f3rio, Espa\u00e7o Afro-Religioso, Sala de M\u00faltiplo Uso e Administra\u00e7\u00e3o.      Trata-se de um espa\u00e7o democr\u00e1tico, que \u00e9 utilizado, principalmente, para divulgar      e preservar a cultura afro-brasileira.<\/p>\n<p><strong>Comunidade      quilombola do Curia\u00fa<\/strong><\/p>\n<p>Reconhecida      como uma comunidade quilombola em 1988, o grupo de fam\u00edlias ( aproximadamente      1.500 pessoas ), tendo como l\u00edder comunit\u00e1rio o Sr. Joaquim, procura preservar      as tradi\u00e7\u00f5es, costumes e cultura dos negro que chegaram ao Estado para trabalhar      como escravos na lavoura da regi\u00e3o e na constru\u00e7\u00e3o da Fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9      de Macap\u00e1 .<\/p>\n<p>Localizada      a aproximadamente 12 qul\u00f4metros da cidade, a comunidade produz alguns itens      necess\u00e1rios para a sua sobreviv\u00eancia e, com o apoio do Sebrae &#8211; AP, est\u00e1 se      organizando para abrir outras frentes de trabalho e gera\u00e7\u00e3o de renda. Dentre      elas, destaca-se o turismo, a partir da cria\u00e7\u00e3o de eventos que motivem a visita      da popula\u00e7\u00e3o da cidade e regi\u00e3o para prestigiarem as festas promovidas pela      comunidade.<\/p>\n<p><strong>Escola      Samb\u00f3dromo de Artes Populares<\/strong><\/p>\n<p>Foi      projetado para ser um centro de cultura e lazer, funcionando durante o per\u00edodo      escolar como n\u00facleo educacional para forma\u00e7\u00e3o de artes populares. Inaugurada      em 4 de Fevereiro de 1998, a proposta da Escola Samb\u00f3dromo de Artes Populares      do Amap\u00e1, visa oferecer um espa\u00e7o de valoriza\u00e7\u00e3o da cultura e da arte amapaense,      introduzindo experi\u00eancias para a preserva\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento do patrim\u00f4nio      cultural, seguindo os moldes e pelos meios que a pr\u00f3pria cultura possibilita.<\/p>\n<p>Tal      proposta, est\u00e1 consolidada na intera\u00e7\u00e3o do homem com o ambiente, numa rela\u00e7\u00e3o      din\u00e2mica de aprender a aprender, que configura a constru\u00e7\u00e3o do conhecimento      fundado no saber pensar e saber fazer.<\/p>\n<p>\u00c9      utilizado tamb\u00e9m para o desfile das escolas de samba, dos blocos carnavalescos,      o festival da quadra junina e os grandes shows musicais. Tem capacidade para      aproximadamente 18 mil pessoas. O pr\u00e9dio possu\u00ed 04 m\u00f3dulos de arquibancadas      com 33 metros de extens\u00e3o cada, possu\u00ed 14 camarotes com capacidade para 30      pessoas, pista de 600 metros, hall de entrada para 200 mesas, cozinha industrial,      audit\u00f3rio e bloco administrativo.<\/p>\n<p><strong>Farm\u00e1cia      do IEPA<\/strong><\/p>\n<p>O Instituto de Pesquisas Cient\u00edficas e Tecnol\u00f3gicas do Estado do Amap\u00e1 &#8211;      IEPA foi credenciado em 2005 como institui\u00e7\u00e3o fiel deposit\u00e1ria de sub-amostras      de componentes do patrim\u00f4nio gen\u00e9tico no Amap\u00e1. <\/p>\n<p>O projeto \u00b4Farm\u00e1cia da Terra` busca manter vivo o conhecimento relacionado      \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o de plantas medicinais no tratamento de doen\u00e7as menos complexas      que aflige toda popula\u00e7\u00e3o. Esta t\u00e9cnica de uso de plantas medicinais j\u00e1 \u00e9      utilizada a algum tempo, tendo na pessoa do Sr. Sacaca, um representante que      marcou \u00e9poca no Estado do Amap\u00e1, a partir do desenvolvimento de suas populares      \u00b4garrafadas`. Atualmente a Farm\u00e1cia do IEPA comercializa uma grande gama de      produtos originados em experi\u00eancias laboratoriais e atende a popula\u00e7\u00e3o da      regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Um      exemplo do desenvolvimento comercial do trabalho desenvolvido no IEPA encontramos      na vela produzida a partir da planta Urucuri. Este produto j\u00e1 \u00e9 produzido      de forma industrial e comercializado em v\u00e1rias regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>Fortaleza      de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa8.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"269\" height=\"175\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p>S\u00e3o      encontradas por toda a Costa litor\u00e2nea do Brasil e por todas as fronteiras      terrestres, velhas fortifica\u00e7\u00f5es, edificadas no per\u00edodo colonial.<\/p>\n<p>Iremos      sentir que essa Fortaleza \u00e9 o s\u00edmbolo de uma \u00e9poca remota, com as quais garantimos      a exist\u00eancia desde o come\u00e7o.<\/p>\n<p>A      Fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 , foi arquitetada no mesmo local da Fortaleza      de Santo Ant\u00f4nio de Macap\u00e1 . Foi idealizada devido a necessidade de afastar      flibusteiros ingleses e holandeses, assegurando ainda a conquista definitiva      do Rio Amazonas.<\/p>\n<p>Assim      o fizeram os governadores do Gr\u00e3o-Par\u00e1, Jo\u00e3o de Abreu Castelo Branco, em 5      de outubro de 1738, Francisco Pedro de Mendon\u00e7a Gurj\u00e3o, em 8 de mar\u00e7o de 1749      e Francisco Xavier de Mendon\u00e7a Furtado, em 1\u00ba de novembro de 1752, quando      resolveu D. Jos\u00e9 I, Rei de Portugal e Brasil, aprovar o plano de organiza\u00e7\u00e3o      da Companhia do Gr\u00e3o-Par\u00e1, idealizada em 4 de novembro de 1758 e a constru\u00e7\u00e3o      de uma poderosa fortifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Foi      em 1764 que se tratou de levantar a planta da Fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1      e dar princ\u00edpio \u00e0 constru\u00e7\u00e3o. Em janeiro desse ano o Governador e Capit\u00e3o-General      Fernando da Costa de Athayde Teive foi \u00e0 Vila de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 , e, em      companhia do Engenheiro Henrique Gall\u00facio e outros profissionais, astr\u00f4nomos      Jo\u00e3o Brun\u00e9lli e Miguel Ant\u00f4nio C\u00edcero, e os engenheiros Gaspar Jo\u00e3o Geraldo      de Gronfelts, Domingos Sambucete e Ant\u00f4nio Laude, examinaram o terreno e aprovaram      o plano da Fortaleza.<\/p>\n<p>Ainda      no mesmo ano, em 29 de junho, dia de S\u00e3o Pedro, lan\u00e7ou-se a primeira pedra      no \u00e2ngulo do baluarte sob a invoca\u00e7\u00e3o deste santo, com o cerimonial do estilo,      achando-se presente o Governador Athayde , o Coronel Nuno da Cunha de Athayde      Verona, comandante militar da pra\u00e7a, o engenheiro Gall\u00facio, o Senado da C\u00e2mara      e todas as autoridades civis, militares e religiosas da vila.<\/p>\n<p>Considerado      o mais belo, o mais imponente e o mais s\u00f3lido monumento militar do Brasil      no per\u00edodo colonial, a planta era do engenheiro Henrique Ant\u00f4nio Gall\u00facio,      estilo Vauban, de oitava classe, em quadrado e seus baluartes pentagonais      nos v\u00e9rtices. A estes baluartes deu o governador os nomes de Madre de Deus,      S\u00e3o Pedro, Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o e S\u00e3o Jos\u00e9. Em julho de 1766, achavam-se      conclu\u00eddos os baluartes de S\u00e3o Pedro, Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o e o terceiro      em vias de conclus\u00e3o.<\/p>\n<p>Os      engenheiros e t\u00e9cnicos que a constru\u00edram, enfrentaram grandes dificuldades      na movimenta\u00e7\u00e3o do terreno, na condu\u00e7\u00e3o dos blocos de pedras, na edifica\u00e7\u00e3o      do monumento propriamente dita. Trabalharam durante dezoito anos at\u00e9 darem      por conclu\u00edda a empreitada gigantesca que iniciaram.<\/p>\n<p>A      Fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 \u00e9 Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico, tombado pelo<\/p>\n<p>Instituto      Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (IPHAN), sob o processo<\/p>\n<p>n\u00ba      432\/T\/50, inscri\u00e7\u00e3o n\u00ba 269 no livro do Tombo Hist\u00f3rico em 22 de mar\u00e7o de 1950.<\/p>\n<p>Em      1997, o Governo do Estado do Amap\u00e1 iniciou o processo de restaura\u00e7\u00e3o da Fortaleza      de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 , estando atualmente em fase conclusiva das obras interiores.<\/p>\n<p>A      implanta\u00e7\u00e3o de atividades educativas, cient\u00edficas e de lazer nas depend\u00eancias      desta Fortifica\u00e7\u00e3o s\u00e3o atividades necess\u00e1rias para preserv\u00e1-la e valoriz\u00e1-la.      Neste sentido, o uso p\u00fablico \u00e9 o dado balizador para apropria\u00e7\u00e3o da heran\u00e7a      patrimonial da humanidade.<\/p>\n<p><strong>Fonte<\/strong>:\u00a0cnm.org.br<\/p>\n<h6>Macap\u00e1<\/h6>\n<p><strong>RIOS<\/strong><\/p>\n<p>Macap\u00e1      \u00e9 banhada pelas \u00e1guas do rio Amazonas, que nasce no rio Lauricocha, no Peru      e percorre mais de 5.000 km at\u00e9 alcan\u00e7ar sua foz, recebendo em toda sua extens\u00e3o      mais de 1.000 afluentes, formando a maior bacia hidrogr\u00e1fica do mundo. \u00c9 o      maior rio do mundo em volume de \u00e1gua e o segundo em comprimento depois do      Nilo.<\/p>\n<p>Macap\u00e1      , que fica localizado em sua foz, \u00e0 margem esquerda, tem o privil\u00e9gio de ser      a \u00fanica capital brasileira banhada pelas \u00e1guas deste imponente atrativo natural.      Um tour pelo maior rio do mundo \u00e9 sempre uma aventura inesquec\u00edvel, apresentando      logo \u00e1 sua frente a maravilhosa vista do canal norte e suas numerosas ilhas,      formando em seu fluxo perene praias fluviais, al\u00e9m de poder conferir como      vive o amaz\u00f4nico t\u00edpico, em suas palafitas sobre as \u00e0guas.<\/p>\n<p><strong>LAGOAS<\/strong><\/p>\n<p>A      mais importante \u00e9 a lagoa dos \u00cdndios que localiza-se no km 03 da rodovia Duque      de Caxias ( Macap\u00e1 \/Santana), apresentando um dos mais belos panoramas da      cidade, oferecendo aos visitantes uma amostra da vegeta\u00e7\u00e3o aqu\u00e1tica e campos      que na maioria do tempo s\u00e3o alagados e verdes, propiciando o aparecimento      de gar\u00e7as brancas que fazem um belo contraste. Local ideal e magnifico para      fotogr\u00e1fias.<\/p>\n<p><strong>LAGOS<\/strong><\/p>\n<p>Distante      a 74 km de Macap\u00e1 , o lago Amb\u00e9 localiza-se na regi\u00e3o das pedreiras. \u00c9 uma      regi\u00e3o constitu\u00edda por campos, lagos e igarap\u00e9s, que juntamente com a fauna      e a flora da Amaz\u00f4nia, formam um quadro paisag\u00edstico de beleza impar. O lago      \u00e9 bastante visitado pelos aficcionados pela pesca, al\u00e9m de proporcionar banhos      refrescantes nas \u00e1guas frias e um contato direto com a natureza.<\/p>\n<p>Outro      destaque \u00e9 o lago do Curia\u00fa, onde a fauna Amaz\u00f4nica, como gar\u00e7as e outros      pass\u00e1ros s\u00e3o vistos tranquilo sobre o imenso relvado que o lago transforma      no per\u00edodo de estiagem, onde nuan\u00e7as verdes contrasta com os b\u00fafalos das fazendas      pr\u00f3ximas.<\/p>\n<p><strong>PRAIAS<\/strong><\/p>\n<p>No      rio Amazonas destaca-se as praias: Fazendinha distante cerca de 13 km de Macap\u00e1      , onde se pode saborear o camar\u00e3o regional e pr\u00e1ticar esportes na\u00faticos como      jet-skis, caiaques e passeio de voadeiras. Outra praia e a do Arax\u00e1 que localiza-se      no per\u00edmetro urbano da cidade.<\/p>\n<p><strong>BASE      A\u00c9REA DO AMAP\u00c1<\/strong><\/p>\n<p>Localizado      a 15 Km do Munic\u00edpio do Amap\u00e1 e a 300 quil\u00f4metros da capital ( Macap\u00e1 ), teve      sua constru\u00e7\u00e3o iniciada no dia 29 de outubro de 1941, por uma equipe de engenheiros,      arquitetos, top\u00f3grafos e fot\u00f3grafos, sob o comando da Marinha Americana Base      A\u00e9rea. De grande import\u00e2ncia para a hist\u00f3ria contempor\u00e2nea do Ocidente seu      valor \u00e9 fundamentado na estrategia e no objetivo de prestar apoio \u00e0s for\u00e7as      aliadas durante a Segunda Guerra Mundial.<\/p>\n<p><strong>O      fen\u00f4meno da Pororoca<\/strong><\/p>\n<p>A pororoca pode ser um espet\u00e1culo aterrador ou fant\u00e1stico dependendo de onde      voc\u00ea estiver. Em seguran\u00e7a, pode-se presenciar a \u00fanica ocasi\u00e3o em que o oceano      Atl\u00e2ntico vence a resist\u00eancia do rio. A pororoca pode ser um espet\u00e1culo aterrador      ou fant\u00e1stico dependendo de onde voc\u00ea estiver. <\/p>\n<p>Em seguran\u00e7a, pode-se presenciar a \u00fanica ocasi\u00e3o em que o oceano Atl\u00e2ntico      vence a resist\u00eancia do rio. Velocidade: A proximamente 20 Km\/h Per\u00edodo de      maior intensidade: \u00e9poca das chuvas, nos meses de Janeiro a maio e no m\u00eas      de Setembro, durante as luas novas e cheias.<\/p>\n<p>Altura      das ondas: tr\u00eas a seis metros. Dura\u00e7\u00e3o da onda: 40 minutos.<\/p>\n<p><strong>Cachoeira      de Santo Ant\u00f4nio<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa9.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"226\" height=\"153\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p>Cachoeira      de Santo Antonio localiza-se no Munic\u00edpio de Laranjal do Jar\u00ed, a 270 Km de      Macap\u00e1 , Capital do Estado do Amap\u00e1.<\/p>\n<p>Formada      por processos vulc\u00e2nicos ocorridos h\u00e1 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, com quedas d`\u00e1gua      a despencar de uma altura de trinta metros, a Cachoeira de Santo Ant\u00f4nio \u00e9      uma das mais belas paisagens naturais do Amap\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Cabo      Orange<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa10.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"188\" height=\"182\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p>Engana-se      quem percorrer a costa brasileira de um ponto ao outro &#8211; consagrados na frase      do Oiapoque ao Chu\u00ed &#8211; e, no final da jornada, acreditar que nada ficou de      fora. Na verdade, acima do Oiapoque, o rio e a cidade, \u00e9 ali que est\u00e1 o extremo      Norte do pa\u00eds, no Amap\u00e1, avan\u00e7ando pelo Atl\u00e2ntico: o Cabo Orange.<\/p>\n<p>Uma      regi\u00e3o que por quase dois s\u00e9culos a Coroa Portuguesa disputou com os franceses,      para afinal vencer a batalha em 1900. Recentemente a pend\u00eancia foi julgada      na Europa, por um conselho su\u00ed\u00e7o, que estabeleceu o rio Oiapoque como fronteira      com a Guiana Francesa.<\/p>\n<p>Foram      necess\u00e1rias outras pequenas batalhas, estas pac\u00edficas, para que a natureza      quase intocada da \u00e1rea e sua rica biodiversidade justificassem a cria\u00e7\u00e3o,em      1980, do Parque<\/p>\n<p>Nacional      do Cabo Orange. Os 619 mil hectares do Parque s\u00f3 s\u00e3o acess\u00edveis de barco.      Podem ser alcan\u00e7ados pela foz do rio Oiapoque, a partir da cidade de mesmo      nome, ou ao norte e a leste pelo Oceano Atl\u00e2ntico. Ao sul, o Parque encosta      na reserva ind\u00edgena do Ua\u00e7\u00e1, que abriga \u00edndios aculturados de tr\u00eas na\u00e7\u00f5es      &#8211; Palikur, Galibi e Karipuna.<\/p>\n<p><strong>VILA      DO CURIA\u00da<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa11.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"246\" height=\"174\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p>Tendo      o nome se originado dos termos CRIA (de criar) e M\u00da (de gado), convergindo      o voc\u00e1bulo para CRIA-UM e posteriormente a Vila de C\u00faria\u00fa, situa-se a 08 Km      de Macap\u00e1 e se lan\u00e7a no Amazonas, localiza\u00e7\u00e3o esta de fundamental import\u00e2ncia      hist\u00f3rica.<\/p>\n<p>\u00c9      um povoado habitado por remanescente de escravos, que ali, originalmente formaram      um quilombo para refugiarem-se dos maus tratos a que eram for\u00e7ados na \u00e9poca      da constru\u00e7\u00e3o da bicenten\u00e1ria Fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 .<\/p>\n<p>Nos      dias atuais a comunidade negra \u00e9 preservada por seus descendentes, mantendo      os mesmos costumes e tradi\u00e7\u00f5es de seus antepassados africanos. Destacando-se      pela produ\u00e7\u00e3o da farinha de mandioca e pelas manifesta\u00e7\u00f5es folcl\u00f3ricas e do      batuque.<\/p>\n<p><strong>Esta\u00e7\u00e3o      Rodovi\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa12.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"215\" height=\"142\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p>Localizada      na Zona Norte de Macap\u00e1 (Bairro S\u00e3o L\u00e1zaro), particamente na BR-156, foi inaugurado      em novembro de 1999, \u00e9 onde se cruzam pessoas em tr\u00e2nsito por todos os munic\u00edpios      do Estado.A beleza arquitet\u00f4nica da Esta\u00e7\u00e3o, promove a satisfa\u00e7\u00e3o no ir e      vir das pessoas, deixando-as satisfeitas pela qualidade dos servi\u00e7os<\/p>\n<p><strong>Est\u00e1dio      Zer\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa13.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"227\" height=\"168\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p>O      nome zer\u00e3o \u00e9 alusivo ao fato de o mesmo ter sido constru\u00eddo no mesmo local      onde passa a linha imagin\u00e1ria do equador, ou seja Marco Zero. Foi projetado,      de maneira que esta linha dividisse o campo ao meio. inaugurado em 17 de outubro      1990, est\u00e1 no km 2 da rodovia Juscelino Kubischeck. \u00c9 um dos tr\u00eas \u00fanicos est\u00e1dios      no meio do mundo, com uma capacidade aproximada de 10 mil espectadores.<\/p>\n<p><strong>Igreja      de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurada      em 06 de mar\u00e7o de 1761 e sua constru\u00e7\u00e3o \u00e9 um exemplo do estilo de arquitetura      que os jesu\u00edtas trouxeram da Europa, ainda no s\u00e9culo XVI. Algumas modifica\u00e7\u00f5es,      na estrutura do pr\u00e9dio, foram realizadas ap\u00f3s a chegada dos padres do PIME,      em 1948.<\/p>\n<p>A      localiza\u00e7\u00e3o da igreja est\u00e1 no que seus antigos moradores chamam de &#8220;beco      do formigueiro&#8221;, pois, na \u00e9poca em que Macap\u00e1 era apenas um povoado,      l\u00e1 existia um imenso formigueiro. Joke, o beco do formigueiro, chama-se passagem      Bar\u00e3o do rio branco<\/p>\n<p><strong>Marco      Zero do Equador<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa14.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"225\" height=\"157\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p>O      Marco Zero do Equador \u00e9 um monumento que est\u00e1 localizado aproximadamente a      4 KM da fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 , no hemisf\u00e9rio norte; cerca de 17      Km do porto de Santana, no hemisf\u00e9rio sul e a 2 Km do centro de Macap\u00e1 .<\/p>\n<p><strong>Equin\u00f3cio<\/strong><\/p>\n<p>Fen\u00f4meno      em que os raios do sol, no seu movimento aparente, incidem diretamente sobre      a linha do Equador. Nesses dias, os dias e as noites t\u00eam a mesma dura\u00e7\u00e3o em      todo o planeta. Ocorre em mar\u00e7o no dia 20 ou 21, Equin\u00f3cio da Primavera, que      em Macap\u00e1 coincide com o per\u00edodo das chuvas, e 22 ou 23 de setembro, Equin\u00f3cio      de Outono, que para n\u00f3s corresponde \u00e0 esta\u00e7\u00e3o do ver\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Antiga      Intend\u00eancia de Macap\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9      uma constru\u00e7\u00e3o do final do s\u00e9culo XIX, mais precisamente de 1895, edificada      na administra\u00e7\u00e3o do intendente Coriolano Juc\u00e1, para funcionar a Intend\u00eancia      de Macap\u00e1 . Pelo seu valor hist\u00f3rico, art\u00edstico e arquitet\u00f4nico, \u00e9 considerado      patrim\u00f4nio hist\u00f3rico do estado, de grande significado, pois \u00e9 o \u00fanico nesse      estilo que ainda sobrevive a desafiar o pr\u00f3prio tempo, reavivando na mem\u00f3ria      do povo amapaense fatos inesquec\u00edveis de nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7as      Bar\u00e3o do Rio branco<\/strong><\/p>\n<p>Est\u00e1      localizada na Av. Fab, entre as ruas S\u00e3o Jos\u00e9, Candido Mendes e Coriolano      Juc\u00e1.<\/p>\n<p>A      pra\u00e7a Bar\u00e3o do Rio branco, recebeu esta denomina\u00e7\u00e3o em homenagem ao Bar\u00e3o      do Rio Branco, grande defensor do Amap\u00e1 nas quest\u00f5es de fronteira.<br \/>\n     Inaugurada em primeiro de dezembro de 1950, \u00e9 uma pra\u00e7a arborizada e utilizada      pelos jovens da cidade, como lazer.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a      de S\u00e3o Sebasti\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Situada      em frente a igreja de S\u00e3o Jos\u00e9, conhecida hoje como Veiga Cabral, foi local      de celebra\u00e7\u00e3o da instala\u00e7\u00e3o oficial da vila de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 , em 4 de      fevereiro de 1758, por Francisco Xavier de Mendon\u00e7a Furtado.<\/p>\n<p>Nela      foi erguido o &#8220;pelourinho&#8221;, monumento que simboliza a franquia municipal,      assim como foi celebrada a cerim\u00f4nia de lan\u00e7amento da pedra fundamental da      igreja de S\u00e3o Jos\u00e9.<\/p>\n<p><strong>Pedra      do guindaste<\/strong><\/p>\n<p>Monumento      localizado e frente \u00e0 cidade de Macap\u00e1 , ao lado do trapiche Eliezer Levy,      dentro do rio amazonas. A famosa pedra \u00e9 conhecida pelas suas lendas que fazem      parte da rica cultura cabloca amapaense.<\/p>\n<p><strong>BALNE\u00c1RIO      DO ARAX\u00c1<\/strong><\/p>\n<p>Localizado      na orla do rio Amazonas, banhado pelo mesmo rio, distante do centro de Macap\u00e1      02 Km, seu percurso pode ser feito pela orla, tem areias escuras, \u00f3timo local      para o lazer e passar o final da tarde. Possui quadras de esportes, restaurantes      e uma ampla area para shows.<\/p>\n<p><strong>BALNE\u00c1RIO      DO ATURI\u00c1<\/strong><\/p>\n<p>Localizada      \u00e0 03 Km do centro de Macap\u00e1 , vizinho do Arax\u00e1, possui uma beleza nativa,      banhado pelo rio Amazonas, na mar\u00e9 cheia torna-se excelente para o banho de      rio e passeios de jet-ski.<\/p>\n<p><strong>BALNE\u00c1RIO      DA FAZENDINHA<\/strong><\/p>\n<p>Localizado      \u00e0 16 Km de Macap\u00e1 , \u00e1guas do rio Amazonas, oferece aos banhistas uma bela      paisagem. \u00c9 um dos melhores lugares para se conhecer em Macap\u00e1 , pois possui      uma boa estrutura com varios restaurantes, que disp\u00f5e os melhores pratos de      camar\u00e3o e peixe<\/p>\n<p><strong>Fortaleza      de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>A      constru\u00e7\u00e3o da fortaleza foi autorizada no reinado de D. Jos\u00e9 I (Julho\/1750      &#8211; fevereiro\/1777), que teve como primeiro ministro, o marqu\u00eas de pombal, um      representante do despotismo esclarecido. Pela sua grandiosidade esta fortaleza,      configura o particular interesse geo-politico lusitano em garantir o dom\u00ednio      sobre as terras conquistas com base no tratado de madri &#8211; janeiro de 1750,      entre portugal e espanha, por onde se definiu os limites fronteiri\u00e7o ao norte      da col\u00f4nia brasileira.<\/p>\n<p><strong>Sambodromo      de Macap\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Entregue      a popula\u00e7\u00e3o amapaense em fevereiro de 97, foi projetado para ser um centro      de cultura e lazer, funcionando durante o per\u00edodo escolar como N\u00facleo Educacional      para forma\u00e7\u00e3o de artes populares. Sua \u00e9 de capacidade para 6 mil pessoas nas      arquibancadas e camarotes.<\/p>\n<p><strong>Trapiche      Elieser Lev\u00ed<\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00eddo      na d\u00e9cada de 30 servia de para a atraca\u00e7\u00e3o das embarca\u00e7\u00f5es que chegavam e      partiam de Macap\u00e1 .<\/p>\n<p>Atualmente      \u00e9 todo cconstru\u00eddo em concreto armado e um padr\u00e3o estrutural permanente que      faz parte de um projeto mais amplo de melhoria urban\u00edstica do Estado. A antiga      estrutura de madeira do trapiche com 440 metros, foi reduzida a 386 metros      e substitu\u00edda por um padr\u00e3o novo e permanente.<\/p>\n<p>O      novo trapiche, inaugurado em 1999, conta com espa\u00e7o coberto na entrada, esta\u00e7\u00e3o      de embarque, restaurante, sorveteria, uma pequena pra\u00e7a e um bondinho el\u00e9trico      para transporte de turistas.<\/p>\n<p><strong>Museu      Sacaca<\/strong><\/p>\n<p>O      Museu \u00e9 aberto \u00e0 visita\u00e7\u00e3o p\u00fablica. A maior participa\u00e7\u00e3o vem das institui\u00e7\u00f5es      educacionais e culturais, como escolas p\u00fablicas e particulares, voltadas para      educa\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as, jovens e adultos.<\/p>\n<p><strong>MUSEU      VALDEMIRO DE OLIVEIRA GOMES<\/strong><\/p>\n<p>Criado      pelo governo estadual, o museu abriga vasto acervo distribuido em galerias,      sobre as pesquisas e os objetos pessoais do seu fundador Valdemiro de Oliveira      Gomes, produtos da flora medicinal da Amaz\u00f4nia, a cultura ind\u00edgena, composta      de armamento, indument\u00e1rias e pe\u00e7as, cole\u00e7\u00e3o de sementes, produ\u00e7\u00e3o de mudas,      carpoteca (cole\u00e7\u00e3o de frutas) e laborat\u00f3rio de fitoterapia, tinturas homeop\u00e1ticas      e vegetais.<\/p>\n<p><strong>MUSEU      HIST\u00d3RICO JOAQUIM CAETANO DA SILVA<\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00eddo      em 1895 na administra\u00e7\u00e3o do intendente Coronel Coriolano Juc\u00e1. A constru\u00e7\u00e3o      \u00e9 um vest\u00edgio da arquitetura de porte monumental e edifica\u00e7\u00e3o tipo Pal\u00e1cio      utilizada para fins administrativos, apresentando caracter\u00edsticas marcantes      do per\u00edodo neocl\u00e1ssico. Ap\u00f3s a restaura\u00e7\u00e3o, o pr\u00e9dio foi adaptado museologicamente      para funcionar como Museu Hist\u00f3rico do Amap\u00e1, possuindo um acervo composto      de pe\u00e7as arqueol\u00f3gicas de cer\u00e2mica, pe\u00e7as hist\u00f3ricas e ind\u00edgenas, caracterizando      o per\u00edodo da pr\u00e9-hist\u00f3ria e hist\u00f3ria do Amap\u00e1.<\/p>\n<p><strong>MUSEU      \u00c2NGELO MOREIRA DA COSTA LIMA<\/strong><\/p>\n<p>Localizado      no km 10 da rodovia Juscelino Kubitscheck, contendo um acervo variado da fauna      e flora amapaense com pe\u00e7as em cole\u00e7\u00f5es seriadas para estudos e exposi\u00e7\u00e3o.      Desenvolve pesquisas e estudos nas \u00e0reas de zoologia, bot\u00e2nica e geologia.<\/p>\n<p><strong>PARQUE      ZOOBOT\u00c2NICO<\/strong><\/p>\n<p>O      parque comp\u00f5e-se de um agrad\u00e1vel recanto da natureza amaz\u00f4nica, com amostras      de esp\u00e9cimes da fauna e flora regional, tendo, inclusive animais de grande      porte em cativeiro e exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>COMPLEXO      BEIRA RIO<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9      o mais novo cart\u00e3o postal da cidade, composto pela Pra\u00e7a Abdallah Houat e      diversos quiosques de alimenta\u00e7\u00e3o a poucos metros do rio Amazonas, oferecendo      \u00e1rea de mezanino e passarela a c\u00e9u aberto, com pista de patins e de cooper,      playground infantil e espa\u00e7o livre para o lazer.<\/p>\n<p><strong>FESTA      DE S\u00c3O JOS\u00c9 DE Macap\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Festa      em homenagem ao padroeiro da cidade de Macap\u00e1 . Consta de arraial e parque      de divers\u00e3o. Durante as festividade ocorre a prociss\u00e3o que pela beleza e simplicidade      da f\u00e9, j\u00e1 se constitui em grande atra\u00e7\u00e3o. \u00c9 comemorado na 2\u00aa quinzena de mar\u00e7o.<\/p>\n<p><strong>C\u00cdRIO      DE NAZAR\u00c9<\/strong><\/p>\n<p>Festejo      em louvor a virgem de Nazar\u00e9, com a realiza\u00e7\u00e3o da prociss\u00e3o no 2\u00ba Domingo      de outubro por diversos bairros da cidade, novenas, missas e o arraial em      louvor a santa.<\/p>\n<p><strong>FESTA      DE S\u00c3O JOAQUIM<\/strong><\/p>\n<p>A      Festa de S\u00e3o Joaquim \u00e9 realizada de 09 a 19 de agosto e tem caracter\u00edsticas      religiosas e profanas. As ladainhas, a prociss\u00e3o e a folia retratam com profundidade      a devo\u00e7\u00e3o e a f\u00e9 que os habitantes do Curia\u00fa tem para com seus santos.<\/p>\n<p><strong>MARABAIXO<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9      um ritual de origem africana, que se realiza durante as comemora\u00e7\u00f5es da Semana      Santa, a partir do Domingo de P\u00e1scoa, prolongando-se por cerca de 64 dias.      A dan\u00e7a e o canto do Marabaixo constituem o lado profano das festividades      em homenagem a Sant\u00edssima Trindade e ao Divino Espirito Santo. Ao som de caixas(tambores)      rusticamente confec\u00e7ionadas, os participantes, na sua maioria negros e mulatos      de idades variadas, dan\u00e7am ao redor dos tocadores respondendo em coro o ladr\u00e3o,      tirado por um cantor ou cantora.<\/p>\n<p><strong>BATUQUE<\/strong><\/p>\n<p>O      Batuque \u00e9 uma das dan\u00e7as manifesta\u00e7\u00f5es de dan\u00e7a, mais expressiva do Amap\u00e1,      tem suas ra\u00edzes ligadas a cultura africana. Dan\u00e7a-se normalmente em louvor      aos santos de predile\u00e7\u00e3o das comunidades, o Batuque \u00e9 dan\u00e7ado ao som de dois      tambores chamados macacose de pandeiros.<\/p>\n<p>Os      batuqueiros tocam os tambores sentado sobre estes que ficam superpostos num      tarugo de acaj\u00fa. Os cantores e tocadores de pandeiro e tocadores ficam junto      no centro do sal\u00e3o, enquanto os dan\u00e7adores fazem r\u00e1pidas evolu\u00e7\u00f5es sobre si      e ao redor dos batuqueiros, sempre no sentido inverso aos dos ponteiros do      rel\u00f3gio. As mulheres com suas saias abaixo do joelho, rodadas e coloridas,      tomam conta do sal\u00e3o quando fazem evolu\u00e7\u00f5es. Os gritos e a queda de corpo      dos homens tamb\u00e9m d\u00e3o ao espet\u00e1culo um movimento \u00edmpar de dan\u00e7a t\u00edpica do      folclore do Amap\u00e1.<\/p>\n<p><strong>FESTA      DE NOSSA SENHORA DA PIEDADE<\/strong><\/p>\n<p>Manifesta\u00e7\u00e3o      folcl\u00f3rica realizada aprox\u00edmadamente h\u00e1 80 anos, e executada pelos moradores      da Comunidade de Igarap\u00e9 do Lago h\u00e1 80 km de Macap\u00e1 em homenagem a sua padroeira      Nossa Senhora da Piedade.<\/p>\n<p>Os      festejos tem in\u00edcio no dia 24 de junho constando de ladainhas, novenas e festas,      e no dia 02 de julho \u00e9 apresentado o tradicional batuque e uma feira com venda      de produtosagr\u00edcolas locais, encerrando os festejos.<\/p>\n<p><strong>ARTESANATO<\/strong><\/p>\n<p>O      artesanto Macapaense caracteriza-se pela utiliza\u00e7\u00e3o de mat\u00e9rias primas regional      tais como o mangan\u00eas, argila, chifres, castanha do Brasil, cip\u00f3, tucur\u00ed, taboca,      talas, palhas e madeira(entalhe), de onde s\u00e3o produzidos pe\u00e7as ornamentais      e utilit\u00e1rias.<\/p>\n<p>Em      Macap\u00e1 destaca-se a cer\u00e2mica revestida em Mangan\u00eas, trabalho feito em argila      que ap\u00f3s prontas s\u00e3o revestidas com min\u00e9rio de mangan\u00eas trazendo em sua \u00edntegra      uma arte singular conhecida internacionalmente.<\/p>\n<p>Ainda      em cer\u00e2mica s\u00e3o difundidos com motivos marajoaras os objetos artesanais tais      como: vasos, pratos, m\u00e1scaras e etc&#8230;<\/p>\n<p><strong>Fonte<\/strong>:\u00a0ap.anasps.org.br<\/p>\n<h6>Macap\u00e1<\/h6>\n<p>A      hist\u00f3ria da cidade de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 , remonta aos idos coloniais e est\u00e1      relacionada \u00e0 defesa e fortifica\u00e7\u00e3o das fronteiras do Brasil, bem como \u00e0 preocupa\u00e7\u00e3o      em garantir a fixa\u00e7\u00e3o do homem em terras brasileiras, assegurando, assim,      a soberania de Portugal nas terras conquistadas.<\/p>\n<p>No      extremo norte do Brasil formou-se o primeiro n\u00facleo de coloniza\u00e7\u00e3o (1738),      ap\u00f3s v\u00e1rios conflitos com os franceses de Caiena. Este n\u00facleo pertencia a      ent\u00e3o prov\u00edncia do Maranh\u00e3o e Gr\u00e3o-Par\u00e1, cujo governador (Jo\u00e3o de Abreu castelo      Branco) enviou destacamento militar para o local onde hoje se encontra a Fortaleza      de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 . Por falta de recursos financeiros, conservou o destacamento,      sem, no entanto, procurar desenvolv\u00ea-lo. Mas alertou ao rei de Portugal sobre      a urg\u00eancia de implementa\u00e7\u00e3o de povoamento e fortifica\u00e7\u00e3o da foz do Amazonas.      Francisco Pedro Gurj\u00e3o, seu sucessor, reiterou essas reivindica\u00e7\u00f5es. Apesar      disto, o \u00fanico m\u00e9rito de D. Jo\u00e3o V, foi o de haver em 1748, oficialmente denominado      a regi\u00e3o de Prov\u00edncia dos Tucuju ou Tucujul\u00e2ndia, mantendo, portanto, inalterada      sua condi\u00e7\u00f5e administrativa.<\/p>\n<p>No      ano de 1751, o governador do Gr\u00e3o-Par\u00e1 e Maranh\u00e3o, Francisco Xavier de Mendon\u00e7a      Furtado, irm\u00e3o do Marqu\u00eas de Pombal  ministro de D. Jos\u00e9 I, continuou      a coloniza\u00e7\u00e3o, trazendo algumas fam\u00edlias (colonos) vindos das ilhas de A\u00e7ores,      com o objetivo de iniciar uma pequena povoa\u00e7\u00e3o e construir barracos para servirem      de alojamento aos soldados que viriam para c\u00e1. O povoado rapidamente progrediu,      mas a insalubridade do local vem a ser um grave problema para os colonos.      Em 1752 grassa no povoado uma epidemia de c\u00f3lera.<\/p>\n<p>A      not\u00edcia chegou \u00e0 Bel\u00e9m em 7 de mar\u00e7o daquele mesmo ano. Inesperadamente, Mendon\u00e7a      Furtado aporta na povoa\u00e7\u00e3o, trazendo, al\u00e9m de medicamentos, o \u00fanico m\u00e9dico      que havia na capital e consegue controlar a mol\u00e9stia. Constituem as origens      do Amap\u00e1, portanto, esses colonos degredados de Portugal (bandidos, prostitutas,      presos pol\u00edticos etc, negros africanos ou oriundos da Bahia e do Rio de Janeiro,      al\u00e9m dos \u00edndios que j\u00e1 habitavam o local).<\/p>\n<p>Mas      um fato triste veio determinar a coloniza\u00e7\u00e3o de Macap\u00e1 : foi um grande terremoto      ocorrido em 1755 na Europa, que ceifou a vida de milhares de lisbonenses e      provocou um \u00eaxodo for\u00e7ado da popula\u00e7\u00e3o. Assumindo o imp\u00e9rio portugu\u00eas, o rei      d. Jos\u00e9 I nomeia o Marqu\u00eas de Pombal para a reconstru\u00e7\u00e3o de Lisboa.<\/p>\n<p>Com      plenos poderes, Pombal conseguiu frear esse \u00eaxodo, e empreendeu uma forte      campanha de constru\u00e7\u00e3o de cidades-fortificadas em suas col\u00f4nias na \u00c1frica      e no Novo Mundo, para que pudessem ser centralizadas todas as riquezas extra\u00eddas      do local, que passaram a ser enviadas para a Europa, onde eram utilizadas      tanto para a manuten\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o da capital portuguesa, assim como sua      reconstru\u00e7\u00e3o. Assim, no extremo-norte do Brasil, come\u00e7ou o projeto de constru\u00e7\u00e3o      de fortifica\u00e7\u00f5es, entre eles a Fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 (1758).<\/p>\n<p>Em      1761 inaugurava-se o mais antigo monumento da cidade de Macap\u00e1 : a Igreja      de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 .<\/p>\n<p>Foi      o governador do Gr\u00e3o-Par\u00e1 e Maranh\u00e3o, Mendon\u00e7a Furtado que elevou Macap\u00e1 ,      antes povoado, \u00e0 categoria de Vila de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 , em 04 de fevereiro      de 1758, na presen\u00e7a do povo tucujuense, precisamente na pra\u00e7a denominada      de S\u00e3o Sebasti\u00e3o.<\/p>\n<p>Era      necess\u00e1rio fortificar a Vila. O ent\u00e3o governador do Gr\u00e3o-Par\u00e1 e Maranh\u00e3o,      Fernando da Costa Ata\u00edde Teive, autorizou, em 1764, a constru\u00e7\u00e3o da Fortaleza      de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 . Em 19 de mar\u00e7o de 1782, foi inaugurada a maior fortifica\u00e7\u00e3o      constru\u00edda pelos portugueses no Brasil. A vila foi prosperando e se expandindo      em volta do forte.<\/p>\n<p>Era      o ano de 1808. A Fam\u00edlia Real chegara ao Brasil. D. Jo\u00e3o VI determina a integra\u00e7\u00e3o      da Fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 \u00e0 fronteira do Reino Unido de Portugal,      Brasil e Algarves.<\/p>\n<p>Em      7 de janeiro de 1835 eclode a Cabanagem, revolta armada encabe\u00e7ada basicamente      por humildes habitantes ribeirinhos que moravam em cabanas, da\u00ed o nome do      movimento.<\/p>\n<p>A      not\u00edcia da eclos\u00e3o desta revolta chega \u00e0 Macap\u00e1 , atrav\u00e9s do sub-comandante      da Fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9, Francisco Pereira Brito, que se encontrava em Bel\u00e9m.<\/p>\n<p>A      cabanagem, sendo um movimento reformista composto por mesti\u00e7os, n\u00e3o conseguiu      a ades\u00e3o dos macapaenses, descendentes de antigos colonos portugueses (n\u00e3o      miscigenados). O temor da perda de privil\u00e9gios os levou a formar uma frente      de rea\u00e7\u00e3o aos cabanos com o apoio das Vilas de Gurup\u00e1, Monte Alegre, Santar\u00e9m      e Camet\u00e1.<\/p>\n<p>Provid\u00eancias      militares foram tomadas para conter o avan\u00e7o da regi\u00e3o. Em Macap\u00e1 , a defesa      da Vila e seus dom\u00ednios foi organizada pelo presidente da C\u00e2mara Municipal,      Manoel Ant\u00f4nio Pican\u00e7o, pelo Juiz de Direito Manoel Gon\u00e7alves de Azevedo,      pelo Promotor P\u00fablico Estev\u00e3o Jos\u00e9 Pican\u00e7o e pelos capit\u00e3es Francisco Valente      Barreto e Jos\u00e9 Joaquim Rom\u00e3o. Este \u00faltimo comandante da Fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9.<\/p>\n<p>A      luta entre cabanos e tropas imperiais intensificava-se. Perseguidos no Baixo-Amazonas,      os cabanos refugiaram-se no Munic\u00edpio de Macap\u00e1 , nas ilhas de Santana e Vieirinha,      bem como na localidade de Furo de Beija-flor. Em 20 de dezembro de 1835, foram      atacados por tropas macapaenses e mazaganenses e expulsos da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Somente      no Segundo Reinado, atrav\u00e9s da lei provincial do Par\u00e1 de n\u00ba 281, Macap\u00e1 foi      elevada \u00e0 categoria de cidade, em 06 de setembro de 1856.<\/p>\n<p>No      governo de Get\u00falio Vargas, atrav\u00e9s do Decreto-lei n\u00ba 5812, de 13 de setembro      de 1943, foi criado o Territ\u00f3rio Federal do Amap\u00e1. A partir desta data o Amap\u00e1      passou a ter governo pr\u00f3prio, embora nomeado pelo Governo Federal.<\/p>\n<p>Em      31 de maio de 1944, Macap\u00e1 foi promovida \u00e0 categoria de capital do Territ\u00f3rio,      hoje Estado do Amap\u00e1.<\/p>\n<p>Macap\u00e1      \u00e9 o Munic\u00edpio mais importante do Estado do Amap\u00e1, pois configura a capital      do Estado do Amap\u00e1. Al\u00e9m de ser a sede do governo e demais poderes que regem      a administra\u00e7\u00e3o, \u00e9 o munic\u00edpio mais estruturado, concentrando pr\u00e9dios de arquitetura      moderna e monumentos hist\u00f3ricos. Macap\u00e1 \u00e9 a \u00fanica capital brasileira que est\u00e1      situada \u00e0 margem esquerda do rio Amazonas e \u00e9 cortada pela linha do equador.<\/p>\n<p>A      partir da transforma\u00e7\u00e3o do Amap\u00e1 em Estado, atendendo preceitos da Constitui\u00e7\u00e3o      de 1988, ocorreram substanciais mudan\u00e7as em sua din\u00e2mica espacial. O esgotamento      das jazidas mangan\u00edferas, de fundamental import\u00e2ncia para a economia do Estado,      obrigou aos governos, tanto estaduais quanto federais, buscarem novas alternativas      econ\u00f4micas para o Amap\u00e1. O principal elemento dessa tomada de decis\u00e3o foi      a cria\u00e7\u00e3o pelo Governo Federal, da \u00e1rea de livre com\u00e9rcio de Macap\u00e1 e Santana      em 1991.<\/p>\n<p>Apesar      da suspens\u00e3o do Imposto de Importa\u00e7\u00e3o (II) e do Imposto Sobre Produtos Industrializados      (IPI) sobre as mercadorias estrangeiras, que se constitui em grande perda      na arrecada\u00e7\u00e3o do Estado, o setor terci\u00e1rio ainda \u00e9 um dos maiores alavancadores      da economia estadual, al\u00e9m de propiciar vantagens tamb\u00e9m no campo social,      pois gera empregos para centenas de pessoas.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria      de Macap\u00e1<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa15.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"316\" height=\"210\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p>Apesar      dos primeiros contatos entre o \u00edndio e o europeu terem ocorrido no in\u00edcio      do s\u00e9culo XV com espanh\u00f3is, a coloniza\u00e7\u00e3o do Amap\u00e1 inicia somente a partir      do s\u00e9culo XVIII com os portugueses. Macap\u00e1 , a atual capital, se originou      de um destacamento militar que se fixou no mesmo local das ru\u00ednas da antiga      Fortaleza de Santo Ant\u00f4nio, a partir de 1740. Este destacamento surgiu em      raz\u00e3o de constantes pedidos feitos pelo governo da Prov\u00edncia do Par\u00e1 (a quem      as terras do Amap\u00e1 estavam juridicamente anexadas), na pessoa de Jo\u00e3o de Abreu      Castelo Branco que, desde 1738, sentindo o estado de abandono em que se encontrava      a fortaleza, solicitava \u00e0 Coroa portuguesa provid\u00eancias urgentes. Assim, os      insulares dos A\u00e7ores colonizaram Macap\u00e1 , e os do Marrocos Mazag\u00e3o, entre      1740 e 1772.<\/p>\n<p><strong>Chegam      os colonos dos A\u00e7ores<\/strong><\/p>\n<p>Afluente      do rio Amazonas Depois que o rei D. Jos\u00e9 I assume o trono portugu\u00eas, o Marqu\u00eas      de Pombal fica com o Minist\u00e9rio Real. A primeira provid\u00eancia do novo &#8220;Richelieu      luso&#8221; \u00e9 nomear seu irm\u00e3o, Francisco Xavier de Mendon\u00e7a Furtado para o      comando das Armas do Par\u00e1 e dire\u00e7\u00e3o da Capitania do Maranh\u00e3o e Gr\u00e3o-Par\u00e1,      gozando de plenos poderes para promover a funda\u00e7\u00e3o e coloniza\u00e7\u00e3o de vilas      na Amaz\u00f4nia Setentrional. \u00c9 nesta \u00e9poca que Macap\u00e1 assiste \u00e0 chegada de colonos      oriundos das Ilhas dos A\u00e7ores, sob o comando do coronel Jo\u00e3o Batista do Livramento      e do padre jesu\u00edta Miguel \u00c2ngelo de Morais.<\/p>\n<p>Mas      as depend\u00eancias e imposi\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas do povoado, assim como a mal\u00e1ria      e outros males tropicais, al\u00e9m da inadaptabilidade dos a\u00e7orianos aliada aos      constantes desentendimentos entre o jesu\u00edta Miguel \u00c2ngelo e o coronel Livramento,      contribu\u00edram para que os primeiros colonos de Macap\u00e1 n\u00e3o conseguissem sucesso      em seu trabalho (2).<\/p>\n<p>O      arquip\u00e9lago dos A\u00e7ores, de onde vieram esses colonos, ainda constitui parte      do territ\u00f3rio insular de Portugal. Em 1580 sua popula\u00e7\u00e3o lutou bravamente      contra os espanh\u00f3is, apesar da derrota e instaura\u00e7\u00e3o da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica      (Dom\u00ednio Espanhol, 1580 a 1640). As ilhas tornaram-se ponto de reuni\u00e3o das      armadas que traziam riquezas das \u00cdndias, bem como palco da guerra mar\u00edtima      entre os ingleses e as pot\u00eancias ib\u00e9ricas.<\/p>\n<p>Como      parte da estrat\u00e9gia de expans\u00e3o e coloniza\u00e7\u00e3o das posses portuguesas no Novo      Mundo, o governo luso promove uma ampla campanha de remanejamento em Cabo      Verde e A\u00e7ores, culminando com o envio de centenas de fam\u00edlias, com seus escravos,      para povoar n\u00facleos coloniais ao Norte e Sul do Brasil.<\/p>\n<p>Assim      chegaram, em Macap\u00e1 , os a\u00e7orianos entre 1730 e 1750. Apesar de n\u00e3o terem      se adaptado ao clima e \u00e0 insalubridade da regi\u00e3o, eles passam para a hist\u00f3ria      de Macap\u00e1 como seus primeiros desbravadores.<\/p>\n<h4>Marroquinos      em Mazag\u00e3o<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa16.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"315\" height=\"211\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p>O      munic\u00edpio de Mazag\u00e3o teve sua origem de Mazag\u00e3o Velho, no Mutuac\u00e1, em 1770,      quando foi fundada a vila, pelo tenente-coronel In\u00e1cio de Alencar Moraes Sarmento.      A funda\u00e7\u00e3o se deu em cumprimento \u00e0s ordens da Coroa portuguesa de abrigar      163 fam\u00edlias de colonos portugueses crist\u00e3os, oriundos do Castelo de Mazagran      (hoje El Djadid\u00e1), no Marrocos, que se desentendiam historicamente com os      mouros (mazaganenses convertidos ao islamismo).<\/p>\n<p>Neste      local do Marrocos, os mouros passaram a reprimir quem n\u00e3o se adaptasse \u00e0s      leis isl\u00e2micas, resultando em in\u00fameros conflitos, alguns com vit\u00f3rias e derrotas      de um lado e de outro, culminando com a sa\u00edda dos crist\u00e3os da regi\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa17.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"316\" height=\"213\" title=\"Macap\u00e1\" \/><\/p>\n<p>Assim      chegaram os marroquinos a Mazag\u00e3o, por volta de 1771, fixando-se na vila que      passou tamb\u00e9m a se denominar Mazag\u00e3o, em homenagem \u00e0 terra africana.<\/p>\n<p>Entre      v\u00e1rias contribui\u00e7\u00f5es marroquinas, existe a Festa de S\u00e3o Tiago que, realizada      todos os anos em Mazag\u00e3o Velho (a 30 quil\u00f4metros de Mazag\u00e3o Novo)<\/p>\n<p><strong>Amap\u00e1,      uma conquista espanhola?<\/strong><\/p>\n<p>Muito      antes do descobrimento do Brasil (22 de abril de 1500), o navegador espanhol      Vicente Ya\u00f1ez Pinz\u00f3n teria chegado em janeiro do mesmo ano, ao norte do Cabo      Orange, atual fronteira entre o Brasil e a Guiana Francesa. Apesar desta tese      contrariar muitos historiadores castelhanos e lusos, alguns at\u00e9 mesmo a mencionar      que o desembarque das naus do navegador se deu no Cabo de Santo Agostinho      (Pernambuco), e enquanto n\u00e3o restar d\u00favida alguma, temos de acreditar que      Pinz\u00f3n (alguns preferem a grafia Pinson, sem o acento) teria chegado mesmo      ao Norte do Amap\u00e1. N\u00e3o fosse isso, como explicar o emprego de seu nome como      primeira denomina\u00e7\u00e3o do rio Oiapoque? Afinal de contas, o Amap\u00e1 \u00e9 uma conquista      lusa ou espanhola?<\/p>\n<p><strong>A      Costa Palic\u00faria<\/strong><\/p>\n<p>Como      vimos, as primeiras informa\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas do Amap\u00e1 t\u00eam in\u00edcio em 1500. Mas      as primeiras not\u00edcias da terra precederam o ciclo do descobrimento do Brasil.      Assim, as duas pot\u00eancias europ\u00e9ias (Portugal e Espanha) de ent\u00e3o, passam a      disputar, gradualmente, a corrida rumo a conquista de novas terras. Entre      os fatores que trouxeram os portugueses ao Brasil, faz-se relevo a necessidade      de um interc\u00e2mbio comercial mais amplo com o Oriente, a explora\u00e7\u00e3o de novas      terras e a busca de metais preciosos e produtos naturais. Os resultados foram      ben\u00e9ficos para Portugal que, mantendo as novas col\u00f4nias em seu poder, providenciava      de imediato a explora\u00e7\u00e3o dos metais preciosos e produtos naturais.<\/p>\n<p>Mas      enquanto Portugal se mantinha em explorar o Oriente, Espanha travava de confirmar      seus dom\u00ednios apossando-se das terras rec\u00e9m-descobertas. Um dos ilustres personagens      espanh\u00f3is, Alexandre VI, chega ao papado. Para a reparti\u00e7\u00e3o das novas terras      descobertas, o papa tinha o poder de reparti-las aos monarcas crist\u00e3os, mas      Portugal, por causa da presen\u00e7a de um pont\u00edfice espanhol que estava mais a      fim de beneficiar seu pa\u00eds, come\u00e7ou a reagir. Assim, surgiu em junho de 1494      o Tratado de Tordesilhas, o primeiro documento oficial que configura a posse      espanhola das terras do Amap\u00e1. Assim, o Brasil pode n\u00e3o ter sido descoberto      atrav\u00e9s do Amap\u00e1. Verdade ou n\u00e3o, \u00e9 ineg\u00e1vel o fato de que o Amap\u00e1 seja uma      conquista espanhola, e n\u00e3o lusa.<\/p>\n<p>Pelo      exposto, a conquista da Am\u00e9rica foi, antes de luto, um empreendimento ib\u00e9rico      e luso. O mesmo se deu no Amap\u00e1. J\u00e1 mencionamos que h\u00e1 contradi\u00e7\u00f5es sobre      a viagem de Pinz\u00f3n ao Oiapoque, mas oficialmente tem-se que, ao chegar aqui      em janeiro de 1500, os primeiros contatos com os \u00edndios, possivelmente os      Palicur, lhe permitiram desvendar o nome original predominante na regi\u00e3o:      Costa Palic\u00faria.<\/p>\n<p>Historicamente      esse parece ser o primeiro nome de nossa costa. Esses \u00edndios de l\u00edngua aruaque,      hoje habitando o Oiapoque, guardam com seus ancestrais um verdadeiro acervo      hist\u00f3rico narrativo que futuramente poder\u00e1 ser desvendado, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 presen\u00e7a      do homem pr\u00e9-pinz\u00f4nico no Amap\u00e1. Apesar do relato oral, e como protagonista      principal, o povo palicur tem muita coisa a passar para n\u00f3s que apenas iniciamos      essa peregrina\u00e7\u00e3o hist\u00f3rico-cultural.<\/p>\n<p>Em      sua breve passagem pelo Amap\u00e1, Pinz\u00f3n teria dado ao rio o seu pr\u00f3prio nome,      o que mais tarde criaria controv\u00e9rsias sobre a defini\u00e7\u00e3o de nossas fronteiras      com a Guiana Francesa.<\/p>\n<p>Assim      (e ressalvadas as controv\u00e9rsias) a presen\u00e7a de Pinz\u00f3n no Oiapoque foi o ponto      inicial da pr\u00f3pria presen\u00e7a europ\u00e9ia na nossa hist\u00f3ria. V\u00e1rias informa\u00e7\u00f5es      mais tarde, sobre a localiza\u00e7\u00e3o exata do rio, vieram a criar, j\u00e1 no final      do s\u00e9culo XIX, a c\u00e9lebre quest\u00e3o do Contestado.<\/p>\n<p>A      &#8220;descoberta do Amap\u00e1&#8221; por Pinz\u00f3n mereceu-lhe, dos reis cat\u00f3licos      Fernando de Arag\u00e3o e Isabel de Castela, a possa da Costa Palic\u00faria. Por raz\u00f5es      de dist\u00e2ncia geogr\u00e1fica ou mesmo pela falta de exatid\u00e3o do local, Pinz\u00f3n n\u00e3o      chegou a tomar posse da terra, vindo a falecer numa pequena ilha do Caribe      (Marguerita), ap\u00f3s exaustivas buscas pelo rio que havia navegado pela primeira      vez.<\/p>\n<p><strong>A      corrida do Ouro<\/strong><\/p>\n<p>Em      1893 (alguns mencionam 1894) os \u00e2nimos passam a se acelerar mais na regi\u00e3o      do Contestado. Dois garimpeiros brasileiros e naturais de Curu\u00e7\u00e1-Pa., os irm\u00e3os      Germano e Firmino Ribeiro, ap\u00f3s tanta procura, descobriram ouro na bacia do      rio Cal\u00e7oene. Isto causou uma verdadeira corrida sem precedentes, invadindo      a regi\u00e3o aventureiros de todas as nacionalidades. A descoberta do referido      metal tamb\u00e9m provocou um crescimento desordenado, aumentando inclusive a viol\u00eancia      e os problemas de sa\u00fade, consequenciados pela falta de saneamento. O incontentamento      grassou em toda a regi\u00e3o, atravessando fronteiras.<\/p>\n<p>Sabedor      do achado do ouro, o governador da Guiana Francesa, Mr. Charvein, cuidou logo      de colocar um representante da Fran\u00e7a l\u00e1. Assim, Eugene Voissien \u00e9 escolhido      para assumir a fun\u00e7\u00e3o de delegado da regi\u00e3o contestada. Com essa regalia,      Voissien passa a fiscalizar a regi\u00e3o. facilitando assim todo o trabalho de      coleta do ouro, que era desviado para o lado franc\u00eas, que se arvorava na cobran\u00e7a      de altas taxas de impostos.<\/p>\n<p>Esse      per\u00edodo, que vai de dezembro de 1893 at\u00e9 novembro de 1894 \u00e9, para alguns brasileiros      um per\u00edodo de intranquilidade, pois incont\u00e1veis vezes alguns garimpeiros foram      aprisionados por Voissien, que alegava nas suas faltas a pr\u00e1tica do contrabando.      Outros achavam que tais den\u00fancias eram vazias, defendendo um pouco a imparcialidade      discutida de Charvein.<\/p>\n<p>As      rea\u00e7\u00f5es dos brasileiros n\u00e3o tardaram, reunindo-se a popula\u00e7\u00e3o para nomear,      ali, um governo tri\u00fanviro sob a presid\u00eancia do c\u00f4nego Domingos Maltez, tendo      como seus auxiliares, Veiga Cabral e Desid\u00e9rio Antonio Coelho Esta decis\u00e3o      do Triunvirato foi uma id\u00e9ia do pr\u00f3prio Desid\u00e9rio Antonio Coelho, que antes      foi nomeado para dirigir a regi\u00e3o; mas opinava ele que isto poderia ser eficaz      com a nomea\u00e7\u00e3o de tr\u00eas pessoas. Quanto a Voissien, ele se contentou com o      cargo honor\u00edfico de Capit\u00e3o Honor\u00e1rio do Ex\u00e9rcito Defensor do Amap\u00e1.<\/p>\n<p>Em      1895 os \u00e2nimos se acirraram, provocando em 15 de maio, uma &#8216;invas\u00e3o&#8217; francesa,      sob o comando do Capit\u00e3o Lunier, ao Amap\u00e1. O paraense Francisco Xavier da      Veiga Cabral (o Cabralzinho) foi quem administrou a retirada dos &#8216;invasores&#8217;,      sagrando-se, com o feito, o Her\u00f3i do Amap\u00e1.<\/p>\n<p>Em      1897, um termo de compromisso assinado no Rio de Janeiro, em 10 de abril,      pelos delegados do Brasil (Ministro Gabriel e Piza) e da Fran\u00e7a, confiava      a resolu\u00e7\u00e3o do Contestado \u00e1 arbitragem do presidente da Confedera\u00e7\u00e3o Su\u00ed\u00e7a,      Walter Hauser, e o advogado Bar\u00e3o do Rio Branco ( Jos\u00e9 Maria. da Silva. Paranhos      ), especialista experiente em quest\u00f5es de fronteiras, \u00e9 escolhido para defender      o Brasil. Este encargo foi confiado, primeiramente, a Ruy Barbosa, mas este      hesitou em assumir a quest\u00e3o, indicando como mais experiente que ele nesses      assuntos, seu colega Bar\u00e3o do Rio Branco.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s      in\u00fameros estudos e confer\u00eancias, a senten\u00e7a foi pronunciada pelo governo su\u00ed\u00e7o,      tr\u00eas anos mais tarde, isto \u00e9; em 1\u00ba de dezembro de 1900, fixando ao Brasil      a posse definitiva da regi\u00e3o contestada, que se situava entre o Oiapoque e      o Araguari. A data de l\u00ba de dezembro ficou consolidada como o nascimento do      Amap\u00e1 como parte territorial integrativa.<\/p>\n<p><strong>Os      top\u00f4nimos Amap\u00e1 e Oiapoque<\/strong><\/p>\n<p><strong>Amap\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Na      l\u00edngua tupi, o nome Amap\u00e1 significa O Lugar da Chuva. Antonio Lopes (TOP\u00d4NIMOS      TUPIS, in &#8220;Revista de Geografia e Hist\u00f3ria&#8221;, n\u00ba 2, S\u00e3o Luiz, Maranh\u00e3o,      1947) diz que Amap\u00e1 veio de Ama (Chuva) Paba (Lugar, est\u00e2ncia, morada), significando,      portanto, Lugar da Chuva. Esta novidade \u00e9 citada tamb\u00e9m por Sarney (SARNEY,      Jos\u00e9 e COSTA, Pedro, Amap\u00e1, a Terra onde o Brasil Come\u00e7a, Editora do Senado      Federal, 1999.). A tradi\u00e7\u00e3o diz, no entanto, que o nome teria vindo do nheengatu,      uma esp\u00e9cie de dialego tupi jesu\u00edtico, que significa Terra que Acaba, ou seja:      ilha.<\/p>\n<p>O      top\u00f4nimo tamb\u00e9m reporta \u00e0 \u00e1rvore Amap\u00e1, da fam\u00edlia das Apocin\u00e1ceas (Parahancornia      amap\u00e1 hub Ducke), muito comum no Par\u00e1 e Amap\u00e1. Seu leite \u00e9 usado na farmacop\u00e9ia      regional; \u00e9 um grande fortificante, servindo para levantar as for\u00e7as e estimular      o apetite. Seu fruto, da grossura de uma ma\u00e7\u00e3, roxo-escuro, cont\u00e9m um soco      leitoso e pegajoso na pele; a polpa \u00e9 doce e saborosa. Amadurece no m\u00eas de      mar\u00e7o. A madeira \u00e9 branca, aproveit\u00e1vel na mercen\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>Oiapoque<\/strong><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m      vem do tupi, e significa Casa dos Guerreiros (OIAP, WAIAPI, WAIAP, UIAP +      OCA, OQUE, OC, OCCO). O nome WAIAPI, que lembra os ind\u00edgenas da reserva atual      do Amapari, tamb\u00e9m significa parentes. Os Waiapi que teremos a oportunidade      de falar mais adiante, s\u00e3o os mesmos Guaiapi (Guaiapise) que teriam lutado      com os Mocura (Mucura, Mukura) no s\u00e9culo XVII, no sul do Par\u00e1. Foi o explorador      Keymis (Sarney, Jos\u00e9 Amap\u00e1, a Terra onde o Brasil ) que em 1596 primeiro deu      o nome Oiapoque ao ent\u00e3o rio de Vicente Pinz\u00f3n.<\/p>\n<p>Oiapoque      \u00e9 um rio que nasce no alto da Serra do Tumucumaque, e despenca bruscamente,      para tra\u00e7ar uma linha precisa, de sudoeste a nordeste, em dire\u00e7\u00e3o ao Cabo      Orange.<\/p>\n<p><strong>Os      primeiros Tratados<\/strong><\/p>\n<p>Os      portugueses, desde que iniciaram a conquista da Amaz\u00f4nia, devido a maior presen\u00e7a      de \u00edndios da na\u00e7\u00e3o tucujus na regi\u00e3o compreendida entre o rio Jari e a margem      esquerda do Amazonas, desde o Paru at\u00e9 a foz, passaram a denomin\u00e1-la Terra      dos Tucujus ou Tucujul\u00e2ndia.<\/p>\n<p>A      fixa\u00e7\u00e3o portuguesa nessa regi\u00e3o, de fato, come\u00e7ou em 1688, formada pela guarni\u00e7\u00e3o      da Fortaleza de Santo Ant\u00f4nio, mas ap\u00f3s a assinatura do Tratado Provisional      com a Fran\u00e7a, em 4 de mar\u00e7o de 1700, foram obrigados a abandon\u00e1-la, porque      esse acordo determinava a neutraliza\u00e7\u00e3o, proibindo at\u00e9 mesmo que colonos portugueses      ou franceses se estabelecessem na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>O      Tratado Provisional foi ratificado em 18 de julho de 1701, ficando pendente      a quest\u00e3o de limites. Mas os franceses n\u00e3o o respeitaram e continuaram incursionando      pela regi\u00e3o. Os portugueses protestaram e anularam os dois acordos, ao mesmo      tempo em que apelavam \u00e0 sua aliada Inglaterra, para que interviesse, visando      a uma solu\u00e7\u00e3o negociada da quest\u00e3o.<\/p>\n<p>Na      Holanda, sob a media\u00e7\u00e3o da rainha inglesa Anne, em 11 de abril de 1713, ocorreu      a assinatura do Tratado de Ultrecht entre Portugal e a Fran\u00e7a, que estabeleceu      o rio Oiapoque como limite entre o Brasil e a Guiana Francesa.<\/p>\n<p>A      assinatura do Tratado de Ultrecht, embora correto e justo foi entendido por      segmentos da sociedade francesa como condescendente, vindo influenciar os      governantes da Guiana Francesa, que n\u00e3o respeitariam esse acordo, determinando      incurs\u00f5es na \u00e1rea. O auge dessas investidas, ocorreu quando governava aquela      Col\u00f4nia, Claude d&#8217;Orvilhers, com cors\u00e1rios franceses aprisionando ind\u00edgenas      para escraviz\u00e1-los. Eram combatidos, mas sem efici\u00eancia.<\/p>\n<p>Quando      o capit\u00e3o-general, Jo\u00e3o da Maia da Gama, em 19 de julho de 1722, assumiu o      governo do Estado do Maranh\u00e3o e Gr\u00e3o-Par\u00e1, as investidas francesas come\u00e7aram      a ser combatidas de forma mais intensa. No per\u00edodo de 1723 a 1728, al\u00e9m das      rotineiras expedi\u00e7\u00f5es guarda-costas, que percorriam o litoral, esse governador      ordenou quatro grandes expedi\u00e7\u00f5es militares a regi\u00e3o, comandadas pelos capit\u00e3es      Jo\u00e3o Paes do Amaral, Francisco de Mello Palheta, Diogo Pinto da Gaya e Francisco      Xavier Botero, que n\u00e3o chegaram a combater invasores, contudo fizeram como      que fossem reduzidas substancialmente as invas\u00f5es francesas sobre o setentri\u00e3o      p\u00e1trio.<\/p>\n<p><strong>Os      primeiros bairros de Macap\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Vista      do alto, a cidade aparenta uma unidade. Esta apar\u00eancia uma desfaz-se, contudo,      quando estamos dentro dela e conhecemos suas in\u00fameras divis\u00f5es. Dentro de      uma cidade existem, por exemplo, as ruas; nas ruas as casas; nas casas as      fam\u00edlias; nas fam\u00edlias as pessoas. Dentre as divis\u00f5es da cidade existem, particularmente,      os bairros uma grande \u00e1rea formada por ruas, casas, fam\u00edlias, pessoas&#8230;<\/p>\n<p>Uma      esp\u00e9cie de pequena cidade dentro da cidade maior. Muitos bairros t\u00eam o poder      de despertar a paix\u00e3o de seus moradores. Tanto que, quando se quer dizer que      uma pessoa est\u00e1 fazendo a defesa apaixonada de uma determinada regi\u00e3o, colocando-a      acima das demais, chama-se esta pessoa de &#8220;bairrista&#8221;. Geralmente      os bairros mais antigos s\u00e3o os que t\u00eam mais charme, exatamente por terem mais      hist\u00f3ria. Mas tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 raro um bairro virar tradi\u00e7\u00e3o, ainda que tenha      sido criado h\u00e1 pouco tempo. No texto abaixo, contamos a hist\u00f3ria de alguns      dos bairros mais famosos de Macap\u00e1 . \u00c9 necess\u00e1rio acrescentar que este texto      foi baseado em declara\u00e7\u00f5es do professor Est\u00e1cio Vidal Pican\u00e7o.<\/p>\n<p><strong>Bairro      Central<\/strong><\/p>\n<p>O      bairro Central \u00e9 o ber\u00e7o da cidade, fundada em 4 de fevereiro de 1758. \u00c9 a      &#8220;cidade velha&#8221; de Macap\u00e1 . O bairro encampou os primeiros bairros      de Macap\u00e1 , como o da Fortaleza, onde ficava a antiga doca; do Cemit\u00e9rio;      do Alto; do Formigueiro, onde vivera a M\u00e3e Luzia (Francisca Luzia da Silva)      e da Favela onde viveram grandes figuras da nossa cultura popular, entre eles      Benedito Lino do Carmo, o velho Cong\u00f3s, e D. Gertrudes. Ali se fixaram as      primeira fam\u00edlias e a cidade cresceu.<\/p>\n<p><strong>Bairro      do Laguinho<\/strong><\/p>\n<p>Segundo      a tradi\u00e7\u00e3o, o local era conhecido como &#8220;Po\u00e7o da Boa Hora&#8221;, onde      morava um senhor descendente de escravos. Nas horas do meio-dia e das seis      da tarde ningu\u00e9m se atrevia a passar pelo local, pois esse senhor fazia malvadezas.      A refer\u00eancia do nome do morador (Pretinho) est\u00e1 na obra de Fernando Canto:      &#8220;Telas e Quintais&#8221;. N\u00e3o foi encontrado ainda o local exato onde      ficaria localizado o &#8220;Po\u00e7o da Boa Hora&#8221;. Maioria dos moradores diz      que recebeu a est\u00f3ria de seus pais, e que estes receberam de seus av\u00f3s.<\/p>\n<p>O      primeiro governador do ent\u00e3o Territ\u00f3rio do Amap\u00e1, capit\u00e3o Janary Nunes, depois      de instalar seu governo, desejando a expans\u00e3o urbana de Macap\u00e1 e de \u00e1reas      nobres para construir pr\u00e9dios p\u00fablicos e resid\u00eancias para o funcionalismo      e para a constru\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria resid\u00eancia governamental, entrou em contato      com os moradores da pra\u00e7a Bar\u00e3o do Rio Branco, a fim de convence-los a aceitar      uma transfer\u00eancia de local.<\/p>\n<p>Com      a ajuda do l\u00edder, Mestre Juli\u00e3o (Juli\u00e3o Tom\u00e1s Ramos), os moradores da pra\u00e7a      formavam uma comunidade negra chamada vila Santa Engr\u00e1cia. Esta vila era o      local onde se manifestavam as tradi\u00e7\u00f5es folcl\u00f3ricas amapaenses.<\/p>\n<p>Os      membros da comunidade aceitaram a proposta de Janary Nunes e tiveram suas      resid\u00eancias transferidas para os campos do Laguinho, onde o governo havia      constru\u00eddo uma s\u00e9rie de casas. O local se chamava campo dos Laguinhos porque      tinha suas terras cercadas por pequenos lagos.<\/p>\n<p><strong>O      Laguinho era limitado, ao norte, pelo antigo campo de avia\u00e7\u00e3o onde o cantador      de Marabaixo, Raimundo Ladislau, escreveu estes belos versos, daquele que      pode ser considerado o Hino da Na\u00e7\u00e3o Negra do bairro do Laguinho:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong>&#8220;Aonde      tu vai,      rapaz<br \/>\n     Por estes campos sozinho?<br \/>\n     Vou fazer minha morada<br \/>\n     L\u00e1 nos campos do Laguinho&#8230;&#8221;<\/strong><\/p>\n<p>Mais      tarde o Laguinho mudou de nome, passando a se chamar Juli\u00e3o Ramos. Ap\u00f3s um      plebiscito realizado entre a popula\u00e7\u00e3o do bairrro, o local voltou a ser chamado      de Laguinho. L\u00e1 se encontra a Escola Estadual General Azevedo Costa, a Uni\u00e3o      dos Negros do Amap\u00e1, al\u00e9m da Pra\u00e7a Juli\u00e3o Ramos.<\/p>\n<p><strong>Bairro      do Trem<\/strong><\/p>\n<p>Logo      ap\u00f3s a instala\u00e7\u00e3o do governo territorial, foram encontrados no come\u00e7o da avenida      Feliciano Coelho de Carvalho, vest\u00edgios de alguns trilhos de trem, que possivelmente      serviram \u00e0s carretas que transportavam material para a constru\u00e7\u00e3o da Fortaleza      de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 , no s\u00e9culo XVIII. Este achado \u00e9 a fonte do nome do      bairro do Trem.<\/p>\n<p>Ali      foram constru\u00eddas as primeiras casas para abrigar os oper\u00e1rios que chegavam      ao Amap\u00e1, para construir os pr\u00e9dios p\u00fablicos do Territ\u00f3rio. Por este motivo      o local ficou conhecido como Bairro Prolet\u00e1rio.<\/p>\n<p>Bairro      tradicional de Macap\u00e1 , ali surgiu o Trem Desportivo Clube, tendo como fundadores      Bellarmino Paraense de Barros, Benedito Malcher, os irm\u00e3os Osmar e Arthur      Marinho, Walter e Jos\u00e9 Banhos, al\u00e9m de outros.<\/p>\n<p>Em      1\u00ba de maio de 1950 foi fundada a primeira escola do bairro, conhecida atualmente      como Escola Estadual Alexandre Vaz Tavares, em homenagem ao poeta e pol\u00edtico      macapaense.<\/p>\n<p>Nessa      mesma data, em uma cerim\u00f4nia que contou com a presen\u00e7a do ent\u00e3o monsenhor      Aristides Pir\u00f3vano, do padre Antonio Cocco, do governador Janary Nunes e seu      secretariado, foi lan\u00e7ada a pedra fundamental da igreja de Nossa Senhora da      Concei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O      bairro do Trem viu surgir, ainda, o Ypiranga Clube, atual campe\u00e3o amapaense      de futebol profissional. Outras fontes de atra\u00e7\u00e3o do Trem s\u00e3o a escola Santina      Riolli, a pra\u00e7a da Concei\u00e7\u00e3o, padroeira do bairro, cuja data \u00e9 comemorada      em 8 de dezembro; o antes Museu de Plantas Medicinais Waldemiro Gomes, que      teve seu nome trocado para Museu do Desenvolvimento Sustent\u00e1vel, e a sede      do Sesi.<\/p>\n<p>O      Trem \u00e9 um dos bairros mais tradicionais de Macap\u00e1 . L\u00e1 existiu, na d\u00e9cada      de 50, o Bar do Barrigudo, na esquina da rua Leopoldo Machado com a avenida      Feliciano Coelho, onde eram realizadas saudosas batalhas de confetes, resqu\u00edcios      dos velhos carnavais.<\/p>\n<p><strong>Beirol<\/strong><\/p>\n<p>A      denomina\u00e7\u00e3o deste bairro origina-se de um antigo pared\u00e3o existente ali, no      final do s\u00e9culo passado. O pared\u00e3o servia de refer\u00eancia para que os artilheiros      da Fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9 praticassem o tiro-ao-alvo, usando os centen\u00e1rios      canh\u00f5es da fortifica\u00e7\u00e3o. A cr\u00f4nica da \u00e9poca conta que o padre Greg\u00f3rio \u00c1lvares      da Costa, terceiro vig\u00e1rio de Macap\u00e1 , destacava-se como ex\u00edmio artilheiro      nestes exerc\u00edcios. A ele competia dar li\u00e7\u00f5es de tiro e de arte militar aos      soldados da fortaleza. Os exerc\u00edcios de tiro-ao-alvo eram praticados nos dias      santificados e nas datas c\u00edvicas.<\/p>\n<p>Logo      ap\u00f3s a instala\u00e7\u00e3o do governo territorial, foi constru\u00eddo no local, que ainda      n\u00e3o se chamava Beirol, o primeiro pres\u00eddio de Macap\u00e1 , mas tamb\u00e9m ficou conhecido      com o nome do bairro. Assim desfaz-se o coment\u00e1rio tradicional de que o bairro      tivesse se originado do pres\u00eddio.<\/p>\n<p>No      bairro encontram-se a maioria das esta\u00e7\u00f5es transmissoras das emissoras de      r\u00e1dio e televis\u00e3o do Amap\u00e1; as antenas da Embratel; o balne\u00e1rio do Arax\u00e1;      a sede campestre do Sesc; a esta\u00e7\u00e3o de tratamento de \u00e1gua da Caesa; o Gin\u00e1sio      Castelo Branco e a Igreja de S\u00e3o Pedro, entre outros locais de destaque.<\/p>\n<p><strong>Pacoval<\/strong><\/p>\n<p>O      top\u00f4nimo \u00e9 derivado de Pacobal, que segnifica &#8220;bananal&#8221;, referindo-se      a um tipo de banana, chamada de pacova (ou pacova). Os primeiros moradores      deste bairro populoso foram os nordestinos, que localizaram-se \u00e0s margens      do Lago do Pacoval, onde passaram a praticar a agricultura rudimentar, sendo      que alguns tentaram trabalhar com a pecu\u00e1ria.<\/p>\n<p>No      s\u00e9culo XVIII, Mendon\u00e7a Furtado mandou abrir um canal no Lago do Pacoval, para      o escoamento de suas \u00e1guas, pois o canal era foco de mosquitos transmissores      da mal\u00e1ria, que atingia os moradores da ent\u00e3o vila de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 .      As principais v\u00edtimas da mal\u00e1ria eram os \u00edndios. Por sinal, existem no bairro      duas \u00e1reas que forram usadas como cemit\u00e9rios. Um est\u00e1 situado no come\u00e7o da      avenida Piau\u00ed e outros \u00e0s margens do lago.<\/p>\n<p>Tudo      indica que o pacoval encontrado pelos colonos nordestinos tenha sido plantado      pelos ind\u00edgenas. O bairro possui v\u00e1rias escolas e igrejas, destacando-se a      de Nossa Senhora Aparecida. Ali est\u00e3o localizados o Terminal de Abastecimento      e o Centro Social Asa Aberta.<\/p>\n<p><strong>Perp\u00e9tuo      Socorro<\/strong><\/p>\n<p>Era      o bairro do antigo Igarap\u00e9 das Mulheres, onde as mulheres lavavam as roupas      de suas patroas e tomavam confort\u00e1veis banhos, ficando de guarda uma mulher      com uma espingarda, chamada de Lazarina, para o caso da aproxima\u00e7\u00e3o de algu\u00e9m      do &#8220;sexo feio&#8221; (nome que, no s\u00e9culo passado, eram tratados os nomes      nos festejos do Marabaixo) para espi\u00e1-las na hora do banho.<\/p>\n<p>Hoje      o bairro est\u00e1 totalmente saneado, com vilas e casas populares. Ali existe      tamb\u00e9m a Igreja de Nossa Senhora do Perp\u00e9tuo Socorro, padroeira do bairro,      al\u00e9m de um centro social, um destacamento de pol\u00edcia e um centro de sa\u00fade.<\/p>\n<p><strong>As      Comunica\u00e7\u00f5es Sociais no Amap\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>A      hist\u00f3ria das Comunica\u00e7\u00f5es Sociais no Amap\u00e1 prescreve o esfor\u00e7o e a dedica\u00e7\u00e3o      de v\u00e1rios intelectuais e empres\u00e1rios ligados ao setor que, mesmo diante de      dificuldades geradas pela falta de estrutura para o setor, no in\u00edcio do Territ\u00f3rio      do Amap\u00e1, se colocaram na posi\u00e7\u00e3o de pioneiros e, hoje, gra\u00e7as a eles, o Estado      teve um grande avan\u00e7o neste campo, contribuindo para um aprimoramento no ramo      das comunica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O      in\u00edcio de tudo \u00e9 1895, com o lan\u00e7amento do jornal PINSONIA, fundado pelo intelectual      macapaense Joaquim Francisco de Mendon\u00e7a Junior, muito embora nesse mesmo      ano j\u00e1 circulassem em Macap\u00e1 edi\u00e7\u00f5es esparsas do jornal paraense O DEMOCRATA,      de propriedade do Partido Republicano Democr\u00e1tico do Par\u00e1. Al\u00e9m de pregar      id\u00e9ias revolucion\u00e1rias, o Democrata cuidou, em especial, de relatar conflitos      ocorridos no Amap\u00e1, principalmente o de 15 de maio de l895, quando franceses      invadiram a pequena vila de Amap\u00e1.<\/p>\n<p><strong>O      PINSONIA,\u00a0<\/strong>sendo historicamente      o primeiro jornal fundado no Amap\u00e1 com tipografia pr\u00f3pria, teve ef\u00eamera dura\u00e7\u00e3o.      Ainda hoje encontra-se em frente \u00e0 Biblioteca P\u00fablica do Estado, o cutelo      que cortava os jornais para serem vendidos. O \u00faltimo n\u00famero do PINSONIA circulou      em 1898.<\/p>\n<p><strong>O      CORREIO DE Macap\u00e1 ,<\/strong>\u00a0considerado      o segundo jornal, apareceu em julho de 1915, iniciativa do coronel e intelectual      Jovino Dino\u00e1. Como veremos, ele teve a presen\u00e7a marcante do padre J\u00falio Maria      Lombardi, a esse tempo vig\u00e1rio de Macap\u00e1 , que colaborou assiduamente, focalizando      assuntos relacionados \u00e0 hist\u00f3ria de Macap\u00e1 . Em 1918 j\u00e1 n\u00e3o se ouvia mais      falar no CORREIO.<\/p>\n<p>Com      o desmembramento do Amap\u00e1 do Par\u00e1 a partir de 1943, o Governo do Territ\u00f3rio      do Amap\u00e1 ativa a imprensa, com o aparecimento dos servi\u00e7os de auto-falantes      do governo que deram origem \u00e0 primeira esta\u00e7\u00e3o de r\u00e1dio difus\u00e3o, a R\u00c1DIO DIFUSORA      DE Macap\u00e1 , que at\u00e9 hoje conserva o lema inicial: &#8220;Uma voz do Amap\u00e1 a      Servi\u00e7o do Brasil&#8221;.<\/p>\n<p>Em      19 de mar\u00e7o de 1945 circula pela primeira vez o jornal AMAP\u00c1, de propriedade      do Governo do Amap\u00e1, tendo como primeiro diretor Paulo Eleut\u00e9rio Cavalcante      de Albuquerque. Tamb\u00e9m a REVISTA DO AMAP\u00c1 passa a ser editada nesse tempo,      por Raul Montero Valdez, que a essa \u00e9poca exercia o cargo de secret\u00e1rio geral      do Governo do Amap\u00e1.<\/p>\n<p>A      funda\u00e7\u00e3o desses tr\u00eas ve\u00edculos (R\u00e1dio Difusora, jornal Amap\u00e1 e Revista do Amap\u00e1)      veio dar impulso a uma leva de intelectuais e jornalistas da terra, que proliferavam,      marcando \u00e9poca, como Terezinha Fernandes, Edna Luz, Elfredo Gon\u00e7alves, Alcy      Ara\u00fajo Cavalcante, Pedro Silveira, Agostinho Souza, Theodolino Flexa de Miranda,      H\u00e9lio Pennafort, Est\u00e1cio Vidal Pican\u00e7o, Carlos Cordeiro Gomes entre outros.<\/p>\n<p>Diante      disso, um grupo de intelectuais resolveu fundar a Academia Amapaense de Letras,      a partir de 1952. Em 1958 aparece a revista RUMO, tendo como diretor Ivo Pontes      Torres. Em 1962 vem a VOZ CAT\u00d3LICA, o jornal OPINI\u00c3O e MENSAGEM DO AMAP\u00c1,      independentes, sendo um religioso (A Voz Cat\u00f3lica) e outros particulares.      Isso estimulou a funda\u00e7\u00e3o da primeira associa\u00e7\u00e3o de jornalistas da terra:      Associa\u00e7\u00e3o Amapaense de Imprensa e R\u00e1dio&#8221;, em 1963, na Piscina Territorial,      pelo ent\u00e3o governador Ter\u00eancio Furtado de Mendon\u00e7a Porto. Entre outros, figuravam      como fundadores dessa associa\u00e7\u00e3o: Paulo Conrado, Alcy Ara\u00fajo, Antonio Munhoz      Lopes, Ezequias Assis, Jorge Basile, Lu\u00eds Ribeiro de Almeida e M\u00e1rio Quirino      da Silva.<\/p>\n<p>Foi      nesse per\u00edodo que surgiu, tamb\u00e9m, a primeira emissora particular de r\u00e1dio-difus\u00e3o:      &#8220;R\u00e1dio Equatorial&#8221; (n\u00e3o tem nada a ver com a emissora atual). A      Equatorial, contudo, durou pouco. Em 1967 surgiu a R\u00c1DIO EDUCADORA S\u00c3O JOS\u00c9,      cuja dura\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foi curta. Em 1969 aparece a revista LATITUDE ZERO, que      teve como editor Ribeiro de Assis, e figuras como Alcy Ara\u00fajo e Cordeiro Gomes      entre seus redatores.<\/p>\n<p>O      ano de 1974 marca a era do off-set em Macap\u00e1 . A primeira esta\u00e7\u00e3o de TV funcionou      a partir de 1975, transmitindo imagens da Rede Globo. Em 1978 aparece nas      bancas o primeiro n\u00famero do jornal MARCO ZERO, de propriedade do m\u00e9dico radiologista      Roberto Hescket Cavaleiro de Macedo, que funcionou por muito tempo como uma      esp\u00e9cie de &#8220;mecenas&#8221;, ajudando v\u00e1rios talentos amapaenses que se      dirigiam \u00e0 capital paraense em busca de mais conhecimentos.<\/p>\n<p>O      jornal\u00a0<strong>MARCO ZERO<\/strong>\u00a0teve      dura\u00e7\u00e3o de nove anos. Dele participaram Correa Neto, Guilherme Jarbas, Osvaldo      Monteiro, Alo\u00edsio Brasil, H\u00e9lio Penafort, Coaracy Barbosa, Pedro de Paula,      Alcin\u00e9ia Cavalcante, Edgar Rodrigues, entre outros. O ano de aparecimento      do Marco Zero e de outros jornais, como JORNAL DO POVO e O ESTADO DO AMAP\u00c1      marcam in\u00edcio da era off-set no Estado.<\/p>\n<p>O      aparecimento do JORNAL DO DIA marca a era dos di\u00e1rios, iniciada pelo JORNAL      DO POVO, que \u00e9 considerado, na hist\u00f3ria, como o primeiro di\u00e1rio do Amap\u00e1.      Vejamos agora, passo a passo, como surgiram os ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o no      Amap\u00e1.<\/p>\n<h4>OS      JORNAIS<\/h4>\n<p><strong>Pinsonia      &#8211; 1895<\/strong><\/p>\n<p>Em      15 de novembro de 1895 \u00e9 lan\u00e7ado o jornal Pinsonia, iniciativa do intelectual      macapaense Joaquim Francisco de Mendon\u00e7a Junior, e do comerciante Jos\u00e9 Antonio      Siqueira (Jos\u00e9 Antonio de Cerqueira). Mendon\u00e7a Junior j\u00e1 era conhecido dos      paraenses pelos seus poemas, pelo pseud\u00f4nimo de M\u00facio Javrot. Unindo-se a      Jos\u00e9 Antonio Siqueira, eles conseguiram um feito in\u00e9dito: lan\u00e7ar um jornal      de periodicidade semanal, tipo tabl\u00f3ide, cuja tipografia, fabricada na Alemanha,      se instalou primeiramente em Bel\u00e9m.<\/p>\n<p>Em      14 de julho de 1897 o Pinsonia passa a ser impresso em Macap\u00e1 , com a transfer\u00eancia      de seu maquin\u00e1rio. Hoje s\u00f3 resta uma pe\u00e7a desse maquin\u00e1rio: o cutelo, que      est\u00e1 exposto em frente \u00e0 Biblioteca P\u00fablica Estadual.<\/p>\n<p>A      periodicidade era semanal, com tiragem m\u00e9dia de 500 exemplares. A linha editorial,      apesar de particular, tinha certa liga\u00e7\u00e3o com o governo republicano do Para.      Atualmente ele est\u00e1 inativo. Sua \u00faltima edi\u00e7\u00e3o circulou em 1898.<\/p>\n<p>O      nome Pinsonia se deu em homenagem a Vicente Yanez Pinz\u00f3n, um dos primeiros      navegadores a andar pela regi\u00e3o setentrional do Brasil, atingindo o Oiapoque,      bem antes de Pedro \u00c1lvares Cabral.<\/p>\n<p><strong>Correio      de Macap\u00e1 1915<\/strong><\/p>\n<p><strong>Data      de funda\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>11 de      julho de 1915. Periodicidade semanal\/quinzenal. Tiragem m\u00e9dia: 500 exemplares.      Fundador: Jovino Albuquerque Dino\u00e1. Linha editorial: particular, mais society.      Liga\u00e7\u00e3o pol\u00edtica com a Intend\u00eancia de Macap\u00e1 . Atualmente est\u00e1 extinto.<\/p>\n<p>Em      1915 \u00e9 lan\u00e7ado o CORREIO DE Macap\u00e1 , 20 anos ap\u00f3s o aparecimento do PINSONIA.      O &#8220;Correio&#8221; foi dealizado pelo tenente-coronel Jovino Albuquerque      Dino\u00e1, e tinha entre seu corpo redacional a presen\u00e7a do padre J\u00falio Maria      Lombardi, belga de nascimento, que muito contribuiu para a hist\u00f3ria da Igreja      Cat\u00f3lica e da vida local. Foi o Correio quem noticiou, entre outras coisas,      a chegada dos primeiros evang\u00e9licos (em especial os pentecostais, da Assembl\u00e9ia      de Deus) em Macap\u00e1 , capitaneados pelo pastor boliviano Cl\u00edmaco Bueno Aza,      que chegou \u00e0 cidade vendendo b\u00edblias e folhetos evang\u00e9licos.<\/p>\n<p><strong>Amap\u00e1      1945<\/strong><\/p>\n<p><strong>Data      de funda\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a019      de mar\u00e7o de 1945. Periodicidade: semanal. Tiragem m\u00e9dia: mil exemplares. Fundador:      Tem-Cel. Janary Gentil Nunes, governador do ent\u00e3o Territ\u00f3rio do Amap\u00e1. Primeiro      diretor: Paulo Eleut\u00e9rio Cavalcante de Albuquerque. Linha editorial: \u00f3rg\u00e3o      oficial do Governo do Amap\u00e1. Atualmente est\u00e1 extinto.<\/p>\n<p>O      jornal era composto e impresso nas oficinas da Imprensa Oficial, em tipografias.      Teve grandes nomes das letras locais tais como Alcy Ara\u00fajo, Wilson Sena, Waldemiro      Gomes, Cordeiro Gomes, entre outros. Circulou at\u00e9 1976. A partir de 1964 foi      um verdadeiro porta-voz da ideologia militar, que \u00e0quela \u00e9poca tinha o Poder.      Entre outras coisas, o Amap\u00e1 noticiou: 1 &#8211; A exibi\u00e7\u00e3o em Macap\u00e1 , do primeiro      filme de longametragem (Um Barco e Nove Destinos), de produ\u00e7\u00e3o americana,      em 1946. 2 &#8211; A inaugura\u00e7\u00e3o do Est\u00e1dio Municipal Glic\u00e9rio Marques, em 1950.      3 &#8211; A funda\u00e7\u00e3o da UECSA (Uni\u00e3o dos Estudantes dos Cursos Secundaristas do      Amap\u00e1, 1952). 4 &#8211; A chegada dos primeiros japoneses em Macap\u00e1 (1948). 5 &#8211;      A realiza\u00e7\u00e3o do primeiro pouso noturno da Cruzeiro do Sul (hoje Varig) em      Macap\u00e1 , em 1953.<\/p>\n<p><strong>A      Not\u00edcia 1956<\/strong><\/p>\n<p><strong>Data      de funda\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>7 de      abril de 1956. Periodicidade semanal. Tiragem m\u00e9dia: 500 exemplares. Fundador      e primeiro diretor: Danilo Du Silvan. Linha editorial: particular e independente.      Atualmente est\u00e1 extinto.<\/p>\n<p>Entre      outras coisas, a NOT\u00cdCIA publicou: 1 &#8211; O in\u00edcio da exporta\u00e7\u00e3o do mangan\u00eas      da regi\u00e3o de Serra do Navio pela Icomi (Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio de Min\u00e9rios),      para os Estados Unidos, atrav\u00e9s do Porto de Santana (NA 12.Ol.1957); 2 &#8211; Instala\u00e7\u00e3o      oficial do munic\u00edpio de Cal\u00e7oene, criado em 22 de dezembro de 1956. (NA 25.01.1957);      3 &#8211; Chegada das religiosas da Congrega\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora Menina, para o      Hospital Geral de Macap\u00e1 ; 4 &#8211; Chegada da carnavalesca Alice Gorda (a Rainha      Moma do Carnaval Amapaense), aos 25 anos de idade, trazida pelo empres\u00e1rio      Orlando Ventura, propriet\u00e1rio do Hotel Coelho, em Bel\u00e9m, a quem o Macap\u00e1 Hotel      estava arrendado.<\/p>\n<p><strong>A      Voz Cat\u00f3lica 1962<\/strong><\/p>\n<p><strong>Data      de funda\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>19 de      mar\u00e7o de 1962, dia de S. Jos\u00e9. Periodicidade semanal, com tiragem m\u00e9dia de      mil exemplares. Iniciativa da ent\u00e3o Prelazia de Macap\u00e1 . \u00d3rg\u00e3o religioso.      Seu primeiro editor foi o padre Jorge Basile, auxiliado pelo c\u00f4nego \u00c1pio Campos.      Atualmente est\u00e1 extinto.<\/p>\n<p>O      jornal surgiu para divulgar as not\u00edcias da Igreja Cat\u00f3lica em Macap\u00e1 , mas      tamb\u00e9m em sua linha editorial havia publica\u00e7\u00e3o de not\u00edcias sobre o cotidiano      do Territ\u00f3rio do Amap\u00e1. A grande import\u00e2ncia da Voz Cat\u00f3lica, \u00e9 que nele poderiam      ser publicadas not\u00edcias censuradas pelo \u00f3rg\u00e3o oficial do Governo (jornal Amap\u00e1).      Resistindo aos caprichos e exageros da ditadura militar, a Voz Cat\u00f3lica ficou      entre n\u00f3s at\u00e9 meados de 1974, quando desapareceu, juntamente com a R\u00e1dio Educadora      S\u00e3o Jos\u00e9. Entre outras not\u00edcias, a Voz Cat\u00f3lica publicou: 1 &#8211; A instala\u00e7\u00e3o      do &#8220;Tiro de Guerra 130&#8221; (AVC 20.02.1962); 2 A cria\u00e7\u00e3o da Guarda      Noturna de Macap\u00e1 , pelo tenente R-2 Uadih Charone, \u00e0 \u00e9poca comandante da      Guarda Territorial (AVC 01.03.1963); 3 A funda\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o Amapaense      de Imprensa, ocorrida em 14 de abril de 1963, no pavilh\u00e3o da ent\u00e3o Piscina      Territorial, \u00e0s 20h20min, pelo governador Ter\u00eancio Porto, e o desportista      Paulo Conrado (AVC 15.04.1963); 4 A funda\u00e7\u00e3o da Sociedade Esportiva e Recreativa      S\u00e3o Jos\u00e9 (AVC 16.05.1963); 5 A publica\u00e7\u00e3o do primeiro Manifesto Popular Pr\u00f3-Estado      doAmap\u00e1 (AVC 09.06.1963).<\/p>\n<p><strong>Jornal      de Opini\u00e3o 1962<\/strong><\/p>\n<p><strong>Data      de funda\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>1962.      Periodicidade: semanal. Tiragem m\u00e9dia: 500 exemplares. Fundador: Pauxy Gentil      Nunes. Linha editorial: particular. Primeiro diretor: Pauxy Nunes. Situa\u00e7\u00e3o      atual: extinto.<\/p>\n<p>H\u00e1      pouca informa\u00e7\u00e3o sobre este peri\u00f3dico. Sabe-se que o tempo de circula\u00e7\u00e3o foi      curto, mas nele figuraram personalidades de destaque da imprensa local como      Alcy Ara\u00fajo, Agostinho Santos, Antonio Munhoz Lopes, Coaracy Barbosa, Ezequias      Assis, Fernando La\u00e9rcio dos Santos e Juarez Mau\u00e9s. O jornal era mais cr\u00edtico,      com as famosas cr\u00f4nicas de Pauxy Nunes, que muito incentivou o esporte amapaense.      Parte de suas cr\u00f4nicas escritas neste jornal est\u00e3o em uma obra sua: &#8220;Mosaicos      da Realidade Amapaense&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Folha      do Povo 1963<\/strong><\/p>\n<p><strong>Data      de funda\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>13 de      agosto de 1963. Periodicidade semanal. Tiragem m\u00e9dia de 300 exemplares. Fundador      e primeiro diretor: Elfredo T\u00e1vora Gon\u00e7alves. Linha editorial: particular.      Situa\u00e7\u00e3o atual: extinto.<\/p>\n<p>As      repercuss\u00f5es antes e ap\u00f3s o Golpe Militar de 1964 fazem parte dos arquivos      deste peri\u00f3dico.<\/p>\n<p><strong>Jornal      do Povo 1973<\/strong><\/p>\n<p>Este      \u00e9 considerado o primeiro di\u00e1rio do Amap\u00e1. Inicialmente funcionou como semanal,      e em 1974 sa\u00edam exemplares di\u00e1rios, com exce\u00e7\u00e3o dos domingos. Data de funda\u00e7\u00e3o:      29 de agosto de 1973. Periodicidade: semanal e di\u00e1rio. Fundador e primeiro      diretor: Haroldo Franco. Linha editorial: particular. Situa\u00e7\u00e3o atual: extinto.<\/p>\n<p>Entre      as principais not\u00edcias que o Jornal do Povo vivenciou e escreveu, destacamos:      1 A funda\u00e7\u00e3o da Escola de Samba Piratas Estilizados (JP 05.01.1974); 2 Inaugura\u00e7\u00e3o      da TV Amap\u00e1 Canal 6, filiada \u00e0 Rede Amaz\u00f4nica de Televis\u00e3o, a primeira emissora      de TV a se instalar no Amap\u00e1, com programa\u00e7\u00e3o direta da Rede Globo (25.01.1975);      3 Cria\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Militar do Amap\u00e1 (JP 11.01.1977) e da Federa\u00e7\u00e3o Esp\u00edrita      do Amap\u00e1. (JP 15.01.1077).<\/p>\n<p><strong>Fronteira      1973<\/strong><\/p>\n<p><strong>Data      de funda\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>12 de      outubro de 1973. Periodicidade semanal\/quinzenal. Tiragem m\u00e9dia de 500 exemplares.      Fundador e primeiro diretor: Ezequias Assis. Linha editorial particular. Situa\u00e7\u00e3o      atual: extinto.<\/p>\n<p><strong>Jornal      do Amap\u00e1 (Encarte de A Prov\u00edncia do Par\u00e1 1974)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Data      de funda\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a031      de mar\u00e7o de 1974. Periodicidade semanal. Tiragem m\u00e9dia de 1000 exemplares.      Iniciativa do Governo do Amap\u00e1. Primeiro diretor: o jornalista Paulo Oliveira.      Oficial do Governo do Amap\u00e1. Tamanho standard. Circulou at\u00e9 1985.<\/p>\n<p><strong>Jornal      Marco Zero 1978<\/strong><\/p>\n<p><strong>Data      de funda\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a031      de mar\u00e7o de 1978. Periodicidade: semanal. Mil exemplares. Fundador e primeiro      diretor: Roberto Hescketh Cavaleiro de Macedo. Linha editorial particular.      Extinto em 1985. A iniciativa foi dos jornalistas Guilherme Jarbas, Jo\u00e3o Silva,      Corr\u00eaa Neto e Alo\u00edsio Brasil entre outros. Figuraram como rep\u00f3rteres-redatores      Euclides Farias, Edgar Rodrigues, Humberto Moreira e Alcy Ara\u00fajo.<\/p>\n<p><strong>Amap\u00e1      Estado 1978<\/strong><\/p>\n<p><strong>Data      de funda\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>28 de      agosto de 1978. Periodicidade semanal. Tiragem m\u00e9dia: mil exemplares. Fundador      e primeiro diretor: Haroldo Franco. Linha editorial: particular, independente      e combativo. Tamanho standard. Situa\u00e7\u00e3o atual: Est\u00e1 circulando esporadicamente,      sob nova administra\u00e7\u00e3o: Silvio Assis, ap\u00f3s passar um per\u00edodo sob o comando      do seu pai, Sillas Assis.<\/p>\n<p><strong>O      Combate 1985<\/strong><\/p>\n<p><strong>Data      de funda\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>12 de      setembro de 1985. Periodicidade: semanal. Tiragem m\u00e9dia: 500 exemplares. Fundador      Jarbas Gato. Primeiro diretor: Ranolfo Gato. Linha editorial: particular.      Tamanho m\u00e9dio standard. Situa\u00e7\u00e3o atual: Trocou de nome. Agora se chama Jornal      da Cidade.<\/p>\n<p><strong>Jornal      do Dia 1987<\/strong><\/p>\n<p>O      segundo di\u00e1rio do Amap\u00e1. Tiragem m\u00e9dia: mil exemplares. O aparecimento do      Jornal do Dia em 4 de fevereiro de 1987 foi um embri\u00e3o para a consolida\u00e7\u00e3o      da presen\u00e7a dos jornais di\u00e1rios no Amap\u00e1. Foi idealizado pelo empres\u00e1rio J\u00falio      Maria Pinto Pereira. Na realidade, o jornal foi uma extens\u00e3o da Gazeta Trabalhista,      um noticioso de tend\u00eancia pol\u00edtico-partid\u00e1ria, que divulgava, naquela \u00e9poca,      notas p\u00fablicas e not\u00edcias do PDT (Partido Democr\u00e1tico Trabalhista) a quem      Julio Pereira estava filiado.<\/p>\n<p><strong>Folha      do Amap\u00e1 1990<\/strong><\/p>\n<p><strong>Periodicidade:\u00a0<\/strong>semanal.      Data de funda\u00e7\u00e3o: 1990. Tiragem m\u00e9dia de mil exemplares. Fundadores: \u00c9lson      Martins e Corr\u00eaa Neto. Situa\u00e7\u00e3o atual: ativo. Linha editorial: particular      e investigativo.<\/p>\n<p>O      Folha do Amap\u00e1 teve seu primeiro n\u00famero publicado em 1990, mas de l\u00e1 para      c\u00e1 sofreu v\u00e1rias paralisa\u00e7\u00f5es, em raz\u00e3o de seus idealizadores que, al\u00e9m da      atividade jornal\u00edstica, exerciam outras fun\u00e7\u00f5es na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica.      O jornal surgiu em raz\u00e3o da dificuldade inicial de integralizar comunica\u00e7\u00f5es,      informa\u00e7\u00f5es e not\u00edcias do Governo do Estado, j\u00e1 que a linha editorial do \u00fanico      ent\u00e3o di\u00e1rio (Jornal do Dia) tinha mais afinidades com entidades pol\u00edticas      que faziam oposi\u00e7\u00e3o ao ent\u00e3o prefeito de Macap\u00e1 , Jo\u00e3o Alberto Capiberibe.      Com a volta do jornalista \u00c9lson Martins, que j\u00e1 tinha morado no Amap\u00e1 nos      anos 70, e tinha conseguido uma larga experi\u00eancia na imprensa acreana, ele,      aliado a Correa Neto e outras personalidades do jornalismo local como Bonfim      Salgado, houve a consolida\u00e7\u00e3o de mais um ve\u00edculo de comunica\u00e7\u00e3o a se instalar      no Amap\u00e1. Atualmente a Folha funciona na Av. Cear\u00e1 n\u00ba 7, bairro do Pacoval.      Entre suas editoriais, o leitor pode encontrar Id\u00e9ias e Opini\u00f5es, Pol\u00edtica,      Espa\u00e7o Livre, Pol\u00edtica, Perfil, Geral, Variedades, Mem\u00f3ria, Hor\u00f3scopo, R\u00e1dio,      TV, Radar, Cultura, Esportes etc.<\/p>\n<p><strong>Jornal      da Cidade &#8211; 1990<\/strong><\/p>\n<p><strong>Data      de funda\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>23 de      julho de 1990. Periodicidade semanal. Tiragem m\u00e9dia: mil exemplares. Fundador:      Jarbas Gato. Primeiro diretor: Ranolfo Gato. Linha editorial: particular.      Tamanho: tabl\u00f3ide e semi standard. Situa\u00e7\u00e3o atual: em atividade.<\/p>\n<p><strong>Di\u00e1rio      do Amap\u00e1 &#8211; 1993<\/strong><\/p>\n<p><strong>Di\u00e1rio.\u00a0<\/strong>Tiragem      inicial de mil exemplares. Fundador: Lu\u00eds Melo. Em 1993 aparece o Di\u00e1rio do      Amap\u00e1, com um corpo redacional mais profissional e experiente do que os da      mesma \u00e9poca. O tamanho tabl\u00f3ide do Di\u00e1rio ainda hoje \u00e9 conservado, e o jornal      possui um estilo mais &#8220;magazine&#8221;, figurando assuntos que v\u00e3o desde      cultura, sociedade e not\u00edcias de interesse local.<\/p>\n<p><strong>O      Liberal Amap\u00e1 1996<\/strong><\/p>\n<p>Di\u00e1rio.      Circulando inicialmente como encarte de O Liberal, de Bel\u00e9m (PA), denominado      Amap\u00e1, hoje ele existe como um ve\u00edculo separado, com 16 p\u00e1ginas di\u00e1rias. A      reda\u00e7\u00e3o funciona em Macap\u00e1 , mas a sua confec\u00e7\u00e3o \u00e9 feita no parque gr\u00e1fico      de O Liberal, em Bel\u00e9m (Par\u00e1). Tudo come\u00e7ou em 3 de junho de 1997 quando,      preocupados com a pouca presen\u00e7a de jornais di\u00e1rios no Estado, que retratassem      mais acontecimentos locais e regionais, veio a Macap\u00e1 o jornalista Paulo Silber      que, ao voltar para Bel\u00e9m deixou a sucursal nas m\u00e3os de Paulo Silva, cujo      trabalho continua com Edson Cardoso, com a ger\u00eancia geral dos trabalhos sob      o comando de Rubens On\u00e9tti, este com tr\u00eas d\u00e9cadas de jornalismo vividas em      Bel\u00e9m.<\/p>\n<p>O      arrojo e pioneirismo dos propriet\u00e1rios de O Liberal em toda a Amaz\u00f4nia Legal,      que resolveram investir na pr\u00f3pria &#8220;prata da casa&#8221; para o empreendimento,      hoje \u00e9 realidade. Atualmente o Liberal Amap\u00e1 j\u00e1 faz parte dos lares e bibliotecas      escolares, pois j\u00e1 \u00e9 parte integrante da hist\u00f3ria da Imprensa local.<\/p>\n<p>Com      a instala\u00e7\u00e3o de dois di\u00e1rios (Jornal do Dia-1987 e o Di\u00e1rio do Amap\u00e1, 1993),      houve uma necessidade de maior amplia\u00e7\u00e3o das not\u00edcias sobre os acontecimentos      locais e suas repercuss\u00f5es a n\u00edvel nacional, como a \u00c1rea de Livre Com\u00e9rcio      de Macap\u00e1 e Santana, a pol\u00edtica energ\u00e9tica ampliando no Amap\u00e1 e o crescimento      do eco-turismo, al\u00e9m dos primeiros influxos de cidade grande que Macap\u00e1 j\u00e1      experimentava.<\/p>\n<p>A      id\u00e9ia foi lan\u00e7ada em Bel\u00e9m e as Organiza\u00e7\u00f5es R\u00f4mulo Maiorana, estudando com      carinho a quest\u00e3o, resolveu aplicar tamb\u00e9m no Amap\u00e1 a tecnologia e a experi\u00eancia      de mais de meio s\u00e9culos de jornalismo aqui. Assim, em 6 de junho de 1996 surge,      inserido nas edi\u00e7\u00f5es de O Liberal, o caderno di\u00e1rio O Liberal Amap\u00e1, estendendo      para o Estado um jornalismo mais investigativo, mais fundamentado na not\u00edcia.      Assim, diariamente o amapaense acorda tamb\u00e9m com as not\u00edcias de O Liberal      Amap\u00e1.<\/p>\n<p><strong>A      Pioneira Estrada de Ferro do Amap\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>O      mangan\u00eas do Amap\u00e1 foi descoberto em 1946, na Serra do Navio. O governo federal,      ap\u00f3s constatar a import\u00e2ncia da jazida, declarou-a reserva nacional, atrav\u00e9s      do decreto-lei n\u00ba 9.858, de 13 de setembro de 1946 (tr\u00eas anos ap\u00f3s a cria\u00e7\u00e3o      do Territ\u00f3rio do Amap\u00e1), incumbindo a administra\u00e7\u00e3o territorial de proceder      ao imediato estudo do seu aproveitamento e autorizando-a a contratar uma entidade      particular ou de economia mista para a explora\u00e7\u00e3o. Com base no mesmo decreto,      o Conselho Nacional de Minas e Metalurgia procedeu concorr\u00eancia p\u00fablica para      a explora\u00e7\u00e3o do min\u00e9rio. A Icomi, dentre tr\u00eas concorrentes, foi declarada      vencedora.<\/p>\n<p>As      cl\u00e1usulas contratuais que regeriam os direitos e obriga\u00e7\u00f5es relacionadas com      o aproveitamento do mangan\u00eas de Serra do Navio foram aprovadas pelo decreto      federal n\u00ba 24.156 de 4 de dezembro de 1947 e revistas pelo de n\u00ba 28.162 de      31 de maio de 1950. O respectivo instrumento de revis\u00e3o do contrato escritura      p\u00fablica de 6 de junho de 1950 firmado entre o governo do Territ\u00f3rio do Amap\u00e1,      na qualidade de delegado da Uni\u00e3o, e a Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio de Min\u00e9rios (Icomi),      foi registrado no Tribunal de Contas da Uni\u00e3o, e ratificado pelo Congresso      Nacional, pela Lei n\u00ba 1235 de 14 de novembro do mesmo ano.<\/p>\n<p>Em      25 de fevereiro de 1953, o presidente da Rep\u00fablica, em despacho exarado em      exposi\u00e7\u00e3o do ministro da Fazenda, a prop\u00f3sito da obten\u00e7\u00e3o de financiamento      para a execu\u00e7\u00e3o do projeto de aproveitamento das mencionadas jazidas, declarou-o      economicamente vantajoso do ponto de vista nacional.<\/p>\n<p>A      8 de junho do mesmo ano, em decorr\u00eancia da tramita\u00e7\u00e3o do registro do contrato      de concess\u00e3o da Estrada de Ferro do Amap\u00e1, no Tribunal de Contas da Uni\u00e3o,      pronunciou-se o Conselho de Seguran\u00e7a Nacional unanimemente favor\u00e1vel ao projeto,      cuja execu\u00e7\u00e3o seria iniciada em janeiro de 1954, inaugurando-se em janeiro      de 1957, praticamente dez anos ap\u00f3s os primeiros estudos e trabalhos realizados      pela Icomi no Amap\u00e1, as instala\u00e7\u00f5es industriais que possibilitariam o escoamento      do min\u00e9rio para os centros consumidores.<\/p>\n<p><strong>Half      Medelin<\/strong><\/p>\n<p>Mexicano,      naturalizado americano, foi um dos t\u00e9cnicos em constru\u00e7\u00e3o de ferrovias que      viajou juntamente com a primeira equipe de t\u00e9cnicos para iniciar a primeira      e \u00fanica estrada de ferro do Territ\u00f3rio. Half Medelin, que j\u00e1 ultrapassou os      70 anos de idade.<\/p>\n<p>A      constru\u00e7\u00e3o da ferrovia iniciou em mar\u00e7o de 1954 e foi conclu\u00edda em janeiro      de 1957, quase tr\u00eas anos depois.<\/p>\n<p><strong>Primeiro      Embarque<\/strong><\/p>\n<p>No      dia 10 de janeiro de 1957, com a presen\u00e7a do presidente Juscelino Kubitschek,      saiu o primeiro carregamento de mangan\u00eas no navio Areti-XS Baltimore, que      havia chegado no dia 9 e saiu no dia seguinte, levando 9.050,05 toneladas      de mangan\u00eas do Porto de Santana. Medelin explicou que simultaneamente \u00e0 constru\u00e7\u00e3o      da ferrovia, outra equipe erguia os pr\u00e9dios administrativos, casa de hospedes,      hospital, escola, instala\u00e7\u00e3o da mina e montagem do equipamento de minera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Cotidiano<\/strong><\/p>\n<p>A      partir da constru\u00e7\u00e3o da ferrovia, v\u00e1rias comunidades come\u00e7aram a surgir em      fun\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia do novo transporte. Ele conta que em 64 todos os americanos      retornaram. Em 72 recebeu uma correspond\u00eancia do assistente do diretor na      \u00e9poca, Ant\u00f4nio Seara, e de outro diretor, Osvaldo Pessoa, convidando-o a retornar      \u00e0 Icomi. Na empresa ocupou os cargos de chefe da manuten\u00e7\u00e3o da Estrada de      Ferro, chefe do Departamento, tamb\u00e9m da Esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria, e chegou a superintendente.<\/p>\n<p>A      viagem de trem, nos seus 193,73 quil\u00f4metros, ainda lembra o clima dos filmes      de bang-bang: bandidos, mocinhos, cavalos e muita a\u00e7\u00e3o. Os passageiros come\u00e7aram      a chegar bem cedo na esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria em Santana para assegurar sua vaga.      Redes, camas improvisadas e muita carga se misturam na madrugada. Colonos      aproveitam para colocar em dias o papo; comerciantes fazem neg\u00f3cios e outros      simplesmente contam &#8220;causos&#8221; ou vantagens.<\/p>\n<p>O      trem partia de Santana \u00e0s 7 horas e retornava \u00e0s 14 horas de Serra do Navio      todas as segundas, ter\u00e7as e quintas-feiras. Na sexta, para facilitar o retorno      dos colonos que desciam na quinta, a sa\u00edda foi alterada para as 12h20. Al\u00e9m      disso, eram tr\u00eas vag\u00f5es de min\u00e9rios por dia, que transportavam anualmente      at\u00e9 1,6 milh\u00e3o de toneladas de mangan\u00eas.<\/p>\n<p><strong>Viagem      fant\u00e1stica<\/strong><\/p>\n<p>Durante      o trajeto que vai de Santana a Serra do Navio, s\u00e3o atravessados cinco cursos      de \u00e1gua por meio de pontes, a maior das quais cruza, com quase 220 metros,      o rio Amapar\u00ed. Ainda hoje, durante as paradas nas esta\u00e7\u00f5es, s\u00e3o feitas as      colheitas das produ\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas das regi\u00f5es, quase que num sistema de trocas      de mercadorias entre as comunidades. O mais curioso dessas viagens \u00e9 que durante      as paradas os respons\u00e1veis pelo vag\u00e3o de cargas, Clodovil Souza Silva, apenas      com um c\u00f3digo muito pessoal, consegue despachar, sem nenhuma identifica\u00e7\u00e3o,      todas as cargas aos seus respectivos donos sem que alguma vez tivesse cometido      algum engano.<\/p>\n<p>Clodovil      Silva, que trabalhava h\u00e1 d\u00e9cadas na empresa, al\u00e9m de respons\u00e1vel pelas cargas,      servia tamb\u00e9m como o comunicador e o elo mais confi\u00e1vel entre as comunidades.<\/p>\n<h4>O      Primeiro Avi\u00e3o em Macap\u00e1<\/h4>\n<p>No      dia 18 de mar\u00e7o de 1922, pousou em Macap\u00e1 o primeiro avi\u00e3o. Na realidade,      era um hidro-avi\u00e3o. Ele fez um pouso de emerg\u00eancia por causa de problemas      t\u00e9cnicos ocorridos durante a viagem. O avi\u00e3o, um Junkier D 217, fazia o percurso      New York-Buenos Ayres, quando teve problemas mec\u00e2nicos, for\u00e7ando o aviador      a amerissar em frente \u00e0 ba\u00eda de Macap\u00e1 . O depoimento de uma das testemunhas,      Raimundo Perez Nunes, foi colhido de uma reportagem publicada no jornal A      Voz Cat\u00f3lica, e de familiares do depoente. A not\u00edcia \u00e9 um documento para a      hist\u00f3ria que ilustra, sem d\u00favida alguma, os primeiros tempos da avia\u00e7\u00e3o no      Amap\u00e1. Vejamos o que relata-nos Perez Nunes:<\/p>\n<p>&#8220;Sete      horas da manh\u00e3 do dia 18 de mar\u00e7o de 1922, v\u00e9spera de S\u00e3o Jos\u00e9. Aporto em      Macap\u00e1 , oriundo de Igarap\u00e9 do Lago, a remo, motivado por mais um dia de trabalho      duro. Naquele tempo, a comunidade n\u00e3o dispunha de motor, a\u00ed a gente tinha      a alternativa do transporte fluvial, movido a vela ou a remo. N\u00e9dia dia a      mar\u00e9 estava baixa. Exausto da viagem, encosto a embarca\u00e7\u00e3o perto do guindaste,      estendendo uma pequena tela encerada sobre as pedra. Deito. A ba\u00eda estava      serena. A brisa soprava do norte e o sol espalhava seus raios sobre a natureza.      Todo esplendor, naquela manh\u00e3 inesquec\u00edvel.<\/p>\n<p>Toda      a cidade estava na rotina normal. Os pescadores haviam chegado da pesca. Na      fortaleza de Macap\u00e1 , nada de anormal. O intendente j\u00e1 estava prestando servi\u00e7os.      O vig\u00e1rio se preparando para a celebra\u00e7\u00e3o da missa, ap\u00f3s ter distribu\u00eddo a      comunh\u00e3o aos doentes. Eu estava um pouco cansado, trabalhando desde a madrugada      alta.<\/p>\n<p>O      sil\u00eancio, de repente, foi quebrado, e vinha do alto. Levantei-me e volvi os      olhos em seu rumo. Vi uma canoa fundeada e cinco homens em movimento. De bordo,      um grito fez-se ouvir: &#8220;avi\u00e3o&#8221;. Fiquei atordoado, pois tinha ouvido      falar em avi\u00e3o, mas n\u00e3o tinha visto algum at\u00e9 a minha mocidade. Com a mesma      curiosidade da popula\u00e7\u00e3o que j\u00e1 olhava o c\u00e9u, tentando localizar o avi\u00e3o,      levantei a vista e vi uma pequena mancha no azul do espa\u00e7o.Era o sexto homem      a avista-la.<\/p>\n<p>A      popula\u00e7\u00e3o passou a se aglomerar em frente ao porto. Uma velha mulata come\u00e7ou      a gritar em voz alta: &#8220;Meu Deus, \u00e9 o fim do mundo! \u00c9 o fim do mundo!&#8221;.      O pastor da Assembl\u00e9ia de Deus come\u00e7ou a chamar seus fi\u00e9is para o templo:      \u00b4Meus irm\u00e3os, arrependei-vos enquanto \u00e9 tempo, que o fim do mundo est\u00e1 pr\u00f3ximo!.      O rugido de Deus atrav\u00e9s de seu filho est\u00e1 ecoando aos quatro cantos do mundo.      Oremos para que Jesus seja nosso advogado! Alelula!\u00b4. E os evang\u00e9licos, come\u00e7ando      a se concentrar ao redor do pastor: \u00b4Aleluia! Gl\u00f3ria a Deus! Estamos vendo      a gl\u00f3ria de Deus! Obrigado, Jesus&#8230;`. E assim, todos os pentecostais estavam      solicitando \u00e0 popula\u00e7\u00e3o que \u00b4aceitasse Jesus enquanto havia tempo!\u00b4.<\/p>\n<p>Um      soldado come\u00e7ou a dizer seus pecados em voz alta. Um deles, \u00e9 que tinha tra\u00eddo      sua esposa na noite passada. A esposa, por desespero, o perdoou. Um velhinho      de 66 anos, alquebrado pela doen\u00e7a, come\u00e7ou a correr de um lado para outro.      Mais tarde ficou constatado que era paral\u00edtico e n\u00e3o conseguia dar mais de      tr\u00eas passos. A caboclada come\u00e7ou a recolher seu material de pesca.<\/p>\n<p>As      beatas da igreja de S\u00e3o Jos\u00e9 largaram tudo e foram para o templo cat\u00f3lico      rezar. O vig\u00e1rio, mal acabava de celebrar a missa, e experiente em aeronaves,      come\u00e7ou a falar para a popula\u00e7\u00e3o que se acalmasse, pois o avi\u00e3o n\u00e3o iria fazer      mal a ningu\u00e9m, e o mundo ainda tinha muito tempo de vida a cumprir. Todas      as lavadeiras que estavam no Igarap\u00e9 das Mulheres, largaram tudo, at\u00e9 de falar      mal da vida alheia, e correram em disparada \u00e0s imedia\u00e7\u00f5es da Fortaleza de      Macap\u00e1 , sem saber, ao certo, o que estava acontecendo. O vulto crescia r\u00e1pido.      O povo foi dominado por um verdadeiro \u00eaxtase naquela hora.<\/p>\n<p><strong>Pouso      For\u00e7ado<\/strong><\/p>\n<p>O      &#8220;p\u00e1ssaro met\u00e1lico&#8221; deu uma volta sobre a cidade e rumou para a ba\u00eda.,      amerissando, dirigindo-se para a praia at\u00e9 encalhar. Na cidade, os foguetes      subiam no ar, comemorando alguma coisa que n\u00e3o se sabia, ap\u00f3s o susto da &#8220;amea\u00e7a      do fim do mundo&#8221; ter passado. A popula\u00e7\u00e3o, na verdade, n\u00e3o sabia ao certo      o que era um avi\u00e3o, mas diante dos reclames do vig\u00e1rio, passou a encarar aquele      espet\u00e1culo de outra maneira. Na rua da praia, per\u00edmetro do Macap\u00e1 Hotel, o      povo se aglomerava. Um grupo de pessoas corria pela praia rumo ao avi\u00e3o, fazendo      com que o resto da popula\u00e7\u00e3o corresse atr\u00e1s.<\/p>\n<p>Um      dos pilotos, pressentindo que iria ter problemas se todo mundo subisse \u00e0 plataforma      do avi\u00e3o, desceu para os flutuadores a fim de impedir que os populares a\u00ed      subissem. Eram alem\u00e3es, e s\u00f3 um deles sabia falar algumas palavras de portugu\u00eas.      O primeiro homem a chegar ao avi\u00e3o foi Cirilo Jos\u00e9 Sim\u00f5es, que apresentou      as boas vindas \u00e0 tripula\u00e7\u00e3o. O aviador foi carregado pelos populares at\u00e9 a      rua, e conduzido num local de destaque pr\u00f3ximo \u00e0 fortaleza de Macap\u00e1 , onde      a \u00e1gua n\u00e3o alcan\u00e7ava. J\u00e1 em terra firme, e no meio do povo que se comprimia      em torno do aviador, estava Jos\u00e9 Siqueira Lemos, que falava fluentemente o      franc\u00eas, idioma que os alem\u00e3es conheciam.<\/p>\n<p>O      aviador explicou o motivo da chegada inesperada em Macap\u00e1 . Viajavam da Am\u00e9rica      do Norte para Buenos Aires em dois avi\u00f5es Junkier, de fabrica\u00e7\u00e3o alem\u00e3: D-217,      que transportava combust\u00edvel, g\u00eaneros aliment\u00edcios e material indispens\u00e1vel      \u00e0 viagem, e o D-218, hidroavi\u00e3o de comando. Sobrevoavam a costa brasileira,      quando o D-217 projetou-se no mar. Dos tr\u00eas tripulantes, apenas o mec\u00e2nico      foi salvo pelo D-218.<\/p>\n<p><strong>Visita      ao p\u00fablico<\/strong><\/p>\n<p>Sem      gasolina para reabastecer, rumaram costa acima at\u00e9 Macap\u00e1 , chegando com combust\u00edvel      apenas para cinco minutos de v\u00f4o. Quando a \u00e1gua encheu, o avi\u00e3o foi levado      para o Igarap\u00e9 da Ponte da Fortaleza, ficando novamente encalhado numa praia      de areia. As autoridades locais deram toda a assist\u00eancia necess\u00e1ria aos aviadores.<\/p>\n<p>O      avi\u00e3o foi vigiado pelo pessoal da prefeitura. \u00c0 tarde foi franqueada a visita      ao p\u00fablico. Viam-se todas as classes sociais, autoridades, fam\u00edlias e o povo      em geral. As irm\u00e3s religiosas do Col\u00e9gio de Santa Maria (que funcionava onde      atualmente \u00e9 a Farm\u00e1cia Cristo Rei) levaram as alunas para visitar o avi\u00e3o.      A saraivada de perguntas das alunas foi motivo de curiosidade. O prefeito,      \u00e0 \u00e9poca, era Alexandre Vaz Tavares. Ele decretou dois dias de folga para todo      mundo. No dia seguinte, Jos\u00e9 Lemos fez seguir sua canoa &#8220;Marina&#8221;      para Bel\u00e9m, levando o comandante do avi\u00e3o. Dez dias depois, chegava a &#8220;Marina&#8221;      com combust\u00edvel. Reabastecido, o avi\u00e3o partiu rumo a Bel\u00e9m, levando como passageiros      Jos\u00e9 Lemos que, conhecedor da costa marajoara, salvou a tripula\u00e7\u00e3o de forte      temporal, orientando a descida na Ilha das Flexas, e lutou contra o mar e      o vento at\u00e9 abrigar o avi\u00e3o em tempo seguro. Nessa luta, foi Jos\u00e9 Lemos acometido      de forte pneumonia. Dia seguinte, em Bel\u00e9m, ele foi hospitalizado por conta      do governo alem\u00e3o, at\u00e9 seu complexo restabelecimento.<\/p>\n<p><strong>Edgar      Rodrigues<\/strong><\/p>\n<p><strong>Fonte<\/strong>:\u00a0www4.ap.gov.br<\/p>\n<h6>Macap\u00e1<\/h6>\n<p>Macap\u00e1      tem uma popula\u00e7\u00e3o de aproximadamente 360.000 habitantes e \u00e9 a \u00fanica capital      do Brasil cortada pela Linha do Equador. O monumento denominado Marco Zero      sinaliza a latitude 0\u00ba, onde o turista pode ficar com um p\u00e9 no Hemisf\u00e9rio      Norte e outro no Hemisf\u00e9rio Sul.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa22.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"373\" height=\"246\" title=\"Macap\u00e1\" \/><br \/>\n<strong>Vista a\u00e9rea da cidade de Macap\u00e1 capital do estado do Amap\u00e1 na regi\u00e3o      norte do Brasil.<\/strong><\/p>\n<p>Assegurado      aos portugueses o dom\u00ednio sobre as terras situadas entre os rios Amazonas      e Oiapoque, os mesmos voltaram a se estabelecer na regi\u00e3o, em 1738, posicionando      em Macap\u00e1 um destacamento militar. Em 1740, veio a resposta do rei portugu\u00eas      D. Jo\u00e3o, que autorizou o governador do Par\u00e1 a construir um fortim no mesmo      local das ru\u00ednas da Fortaleza de Santo Ant\u00f4nio.<\/p>\n<p>Ao      governador Francisco Xavier de Mendon\u00e7a Furtado, coube a tarefa de implementar      a coloniza\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o. Assumiu o governo do Estado do Maranh\u00e3o e Gr\u00e3o-Par\u00e1      em 24 de Setembro de 1751, e j\u00e1 em dezembro organizava uma expedi\u00e7\u00e3o a Macap\u00e1      sob comando do sargento-mor Jo\u00e3o Batista do Livramento, constitu\u00edda de soldados      e principalmente, de colonos da Ilha dos A\u00e7ores.<\/p>\n<p>O      povoado rapidamente progredia, mas a insalubridade do local tornava-se um      grave problema a ser enfrentado pelos colonos. Em 1752, ocorreu uma epidemia      de c\u00f3lera em Macap\u00e1 . Em 7 de mar\u00e7o desse ano, Mendon\u00e7a Furtado aportou na      povoa\u00e7\u00e3o, trazendo o \u00fanico m\u00e9dico que havia na Capitania e medicamentos, conseguindo      controlar a mol\u00e9stia.<\/p>\n<p>Mendon\u00e7a      Furtado, no in\u00edcio de fevereiro de 1758, aportou em Macap\u00e1 com a miss\u00e3o de      demarca\u00e7\u00e3o de fronteiras da Col\u00f4nia com as terras pertencentes \u00e0 Espanha,      na regi\u00e3o Amaz\u00f4nica, definida pelo Tratado de Madri, assinado em 1750. Veio      para elevar o povoado \u00e0 categoria de vila.<\/p>\n<p>No      transcurso de uma solenidade, no dia 4 de fevereiro, Mendon\u00e7a Furtado mudou      a categoria administrativa do povoado de Macap\u00e1 , elevando-o \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de      Vila de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 .<\/p>\n<p>Em      6\/9\/1856 o Governo Provincial, atendendo ao apelo de pol\u00edticos de renome nacional,      projetou Macap\u00e1 \u00e0 categoria de cidade (Lei Provincial n\u00ba 281).<\/p>\n<p>O      presidente da Rep\u00fablica, Get\u00falio Vargas, a partir do decreto-lei n\u00ba 5.812,      de 1943 estabelece a cria\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios de Rio Branco (Roraima), Guapor\u00e9      (Rond\u00f4nia), Igua\u00e7u e Amap\u00e1. Com a cria\u00e7\u00e3o do Territ\u00f3rio Federal do Amap\u00e1,      o munic\u00edpio de Amap\u00e1, atrav\u00e9s do Decreto-Lei n\u00ba 5.839, passa a ser a nova      capital do Territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>O      decreto presidencial n\u00ba 6.550 veio confirmar Macap\u00e1 como capital do ent\u00e3o      Territ\u00f3rio Federal do Amap\u00e1. Em 5\/10\/1988, por ocasi\u00e3o da promulga\u00e7\u00e3o da nova      Constitui\u00e7\u00e3o, \u00e9 ratificado o nome de Macap\u00e1 como capital do novo Estado do      Amap\u00e1.<\/p>\n<p>Distancia      de Bras\u00edlia 2540 km, Recife 2474 km, S\u00e3o Paulo 3333 km, Porto Alegre 4254      km, sendo que os 400 km de Bel\u00e9m do Par\u00e1 at\u00e9 Macap\u00e1 no Amap\u00e1 s\u00f3 podem ser      feitos por via fluvial ou a\u00e9rea n\u00e3o existe liga\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria nem ferrovi\u00e1ria.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa23.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"376\" height=\"377\" title=\"Macap\u00e1\" \/><br \/>\n     Mapa de localiza\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio de Macap\u00e1 .<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa24.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"350\" height=\"233\" title=\"Macap\u00e1\" \/><br \/>\n     Marco Zero do Equador<\/strong><\/p>\n<p>O      Marco Zero do Equador \u00e9 um monumento que est\u00e1 localizado aproximadamente a      4 KM da fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 , no hemisf\u00e9rio norte; cerca de 17      Km do porto de Santana, no hemisf\u00e9rio sul e a 2 Km do centro de Macap\u00e1 .<\/p>\n<p>Equin\u00f3cio      Fen\u00f4meno em que os raios do sol, incidem diretamente sobre a linha do Equador.      Nessa ocasi\u00e3o, o dia e a noite tem a mesma dura\u00e7\u00e3o em todo o planeta. Ocorre      no m\u00eas de mar\u00e7o no dia 20 ou 21, Equin\u00f3cio da Primavera, que em Macap\u00e1 coincide      com o per\u00edodo das chuvas, e no dia 22 ou 23 do m\u00eas de setembro, Equin\u00f3cio      de Outono, que para n\u00f3s corresponde \u00e0 esta\u00e7\u00e3o do ver\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa25.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"347\" height=\"192\" title=\"Macap\u00e1\" \/><br \/>\n     Aeroporto da cidade de\u00a0Macap\u00e1\u00a0<\/strong>capital      do estado do\u00a0<br \/>\n     Amap\u00e1 na regi\u00e3o norte do Brasil.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa26.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"375\" height=\"282\" title=\"Macap\u00e1\" \/><br \/>\n     Igreja de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 de 1752, na cidade de Macap\u00e1 capital do estado      do Amap\u00e1, Brasil.<\/strong><\/p>\n<p>Igreja      de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 de 1752, na cidade de Macap\u00e1 capital do estado do Amap\u00e1,      Brasil.<\/p>\n<p>Inaugurada      em 06 de mar\u00e7o de 1761 e sua constru\u00e7\u00e3o \u00e9 um exemplo do estilo de arquitetura      que os jesu\u00edtas trouxeram da Europa, ainda no s\u00e9culo XVI. Algumas modifica\u00e7\u00f5es      no pr\u00e9dio, foram realizadas em 1948.<\/p>\n<p>A      localiza\u00e7\u00e3o da igreja est\u00e1 no que seus antigos moradores chamam de &#8220;beco      do formigueiro&#8221;, pois, na \u00e9poca em que Macap\u00e1 era apenas um povoado,      l\u00e1 existia um imenso formigueiro. O beco do formigueiro, chama-se passagem      Bar\u00e3o do Rio Branco.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa27.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"374\" height=\"218\" title=\"Macap\u00e1\" \/><br \/>\n     Igreja Catedral na cidade de Macap\u00e1 .<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa28.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"370\" height=\"214\" title=\"Macap\u00e1\" \/><br \/>\n     Capita\u00e7\u00e3o de \u00e1gua do Rio Amazonas na cidade de Macap\u00e1<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa29.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"372\" height=\"286\" title=\"Macap\u00e1\" \/><br \/>\n<strong>Fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9 de\u00a0Macap\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Fortaleza      de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1 , belo monumento militar, do per\u00edodo colonial, na cidade      de Macap\u00e1 .<\/p>\n<p>A      constru\u00e7\u00e3o da fortaleza foi autorizada no reinado de D. Jos\u00e9 I, foi constru\u00edda,      entre ao anos de 1764 e 1784, numa ponta de terra, as margens esquerda, que      avan\u00e7a pelo Rio Amazonas Pela sua grandiosidade esta fortaleza, configura      o particular interesse geopol\u00edtico lusitano em garantir o dom\u00ednio sobre as      terras conquistas com base no tratado de Madri em janeiro de 1750, entre Portugal      e Espanha, onde se definiu os limites fronteiri\u00e7os ao norte da col\u00f4nia brasileira.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa30.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"377\" height=\"250\" title=\"Macap\u00e1\" \/><br \/>\n     Vista a\u00e9rea da fortaleza de S\u00e3 Jos\u00e9 de Macap\u00e1 ou fundo a cidade de Macap\u00e1      capital do estado do Amap\u00e1.<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa31.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"370\" height=\"277\" title=\"Macap\u00e1\" \/><br \/>\n     Rio Amazonas visto das muralhas e sentinelas do Fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1      .<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa32.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"372\" height=\"276\" title=\"Macap\u00e1\" \/><br \/>\n     Trapiche Elyezer Levi, que atinge 400 metros adentro do Rio Amazonas, na cidade      de Macap\u00e1 , Amap\u00e1.<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa33.jpg\" alt=\"Macap\u00e1\" width=\"374\" height=\"254\" title=\"Macap\u00e1\" \/><br \/>\n     Teatro das Bacabeiras no centro da cidade de Macap\u00e1 capital do estado do Amap\u00e1.<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: www.mochileiro.tur.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Macap\u00e1, Hist\u00f3ria, Amap\u00e1, Turismo, Localiza\u00e7\u00e3o, Origem, Cultura, Cidade, Culin\u00e1ria, Economia, Clima, Geografia, Marco Zero, Bandeira, Macap\u00e1<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[88],"tags":[],"class_list":["post-46539","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-turismo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Macap\u00e1, Hist\u00f3ria, Amap\u00e1, Turismo, Localiza\u00e7\u00e3o, Origem, Cultura Macap\u00e1<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Macap\u00e1, Hist\u00f3ria, Amap\u00e1, Turismo, Localiza\u00e7\u00e3o, Origem, Cultura, Cidade, Culin\u00e1ria, Economia, Clima, Geografia, Marco Zero, Bandeira, Macap\u00e1\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Macap\u00e1, Hist\u00f3ria, Amap\u00e1, Turismo, Localiza\u00e7\u00e3o, Origem, Cultura Macap\u00e1\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Macap\u00e1, Hist\u00f3ria, Amap\u00e1, Turismo, Localiza\u00e7\u00e3o, Origem, Cultura, Cidade, Culin\u00e1ria, Economia, Clima, Geografia, Marco Zero, Bandeira, Macap\u00e1\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/macapa\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-06-13T18:05:39+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2016-06-13T18:20:08+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa18.jpg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"96 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/macapa#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/macapa\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\"},\"headline\":\"Macap\u00e1\",\"datePublished\":\"2016-06-13T18:05:39+00:00\",\"dateModified\":\"2016-06-13T18:20:08+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/macapa\"},\"wordCount\":19147,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/macapa#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/06\\\/mmacapa18.jpg\",\"articleSection\":[\"Turismo\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/macapa#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/macapa\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/macapa\",\"name\":\"Macap\u00e1, Hist\u00f3ria, Amap\u00e1, Turismo, Localiza\u00e7\u00e3o, Origem, Cultura Macap\u00e1\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/macapa#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/macapa#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/06\\\/mmacapa18.jpg\",\"datePublished\":\"2016-06-13T18:05:39+00:00\",\"dateModified\":\"2016-06-13T18:20:08+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\"},\"description\":\"Macap\u00e1, Hist\u00f3ria, Amap\u00e1, Turismo, Localiza\u00e7\u00e3o, Origem, Cultura, Cidade, Culin\u00e1ria, Economia, Clima, Geografia, Marco Zero, Bandeira, Macap\u00e1\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/macapa#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/macapa\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/macapa#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/06\\\/mmacapa18.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/06\\\/mmacapa18.jpg\",\"width\":316,\"height\":131},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/macapa#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Turismo\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/turismo\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":3,\"name\":\"Macap\u00e1\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"Pesquisa Escolar Gratuita\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\",\"name\":\"admin\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Macap\u00e1, Hist\u00f3ria, Amap\u00e1, Turismo, Localiza\u00e7\u00e3o, Origem, Cultura Macap\u00e1","description":"Macap\u00e1, Hist\u00f3ria, Amap\u00e1, Turismo, Localiza\u00e7\u00e3o, Origem, Cultura, Cidade, Culin\u00e1ria, Economia, Clima, Geografia, Marco Zero, Bandeira, Macap\u00e1","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Macap\u00e1, Hist\u00f3ria, Amap\u00e1, Turismo, Localiza\u00e7\u00e3o, Origem, Cultura Macap\u00e1","og_description":"Macap\u00e1, Hist\u00f3ria, Amap\u00e1, Turismo, Localiza\u00e7\u00e3o, Origem, Cultura, Cidade, Culin\u00e1ria, Economia, Clima, Geografia, Marco Zero, Bandeira, Macap\u00e1","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/macapa","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/","article_published_time":"2016-06-13T18:05:39+00:00","article_modified_time":"2016-06-13T18:20:08+00:00","og_image":[{"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa18.jpg","type":"","width":"","height":""}],"author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"admin","Est. tempo de leitura":"96 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/macapa#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/macapa"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859"},"headline":"Macap\u00e1","datePublished":"2016-06-13T18:05:39+00:00","dateModified":"2016-06-13T18:20:08+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/macapa"},"wordCount":19147,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/macapa#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa18.jpg","articleSection":["Turismo"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/macapa#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/macapa","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/macapa","name":"Macap\u00e1, Hist\u00f3ria, Amap\u00e1, Turismo, Localiza\u00e7\u00e3o, Origem, Cultura Macap\u00e1","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/macapa#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/macapa#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa18.jpg","datePublished":"2016-06-13T18:05:39+00:00","dateModified":"2016-06-13T18:20:08+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859"},"description":"Macap\u00e1, Hist\u00f3ria, Amap\u00e1, Turismo, Localiza\u00e7\u00e3o, Origem, Cultura, Cidade, Culin\u00e1ria, Economia, Clima, Geografia, Marco Zero, Bandeira, Macap\u00e1","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/macapa#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/macapa"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/macapa#primaryimage","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa18.jpg","contentUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/mmacapa18.jpg","width":316,"height":131},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/macapa#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Turismo","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/turismo"},{"@type":"ListItem","position":3,"name":"Macap\u00e1"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"Pesquisa Escolar Gratuita","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859","name":"admin"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46539","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=46539"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46539\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=46539"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=46539"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=46539"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}