{"id":45718,"date":"2016-06-13T17:35:20","date_gmt":"2016-06-13T17:35:20","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=45718"},"modified":"2017-10-10T10:19:35","modified_gmt":"2017-10-10T12:19:35","slug":"sergipe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/sergipe","title":{"rendered":"Sergipe"},"content":{"rendered":"<p><strong>Forma\u00e7\u00e3o Hist\u00f3rica<\/strong><\/p>\n<p>A coloniza\u00e7\u00e3o do Estado de Sergipe teve in\u00edcio na segunda metade do s\u00e9culo XVI, quando ali come\u00e7aram a chegar navios franceses, cujos tripulantes trocavam objetos diversos por pau-brasil, algod\u00e3o e pimenta-da-terra.<\/p>\n<p>Os portugueses, quando se dirigiam \u00e0 Bahia, tamb\u00e9m aportavam frequentemente na enseada do rio Real. A conquista das terras ao norte da Bahia, onde se encontra o territ\u00f3rio do Estado de Sergipe, foi iniciativa de Garcia D&#8217;\u00c1vila, grande propriet\u00e1rio de terras na regi\u00e3o, que com a ajuda dos jesu\u00edtas tentou catequizar os nativos que ali encontraram. A conquista e coloniza\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio facilitaria as comunica\u00e7\u00f5es por terra entre a Bahia e Pernambuco e permitiria a sujei\u00e7\u00e3o das tribos ind\u00edgenas, al\u00e9m de impedir novas incurs\u00f5es dos franceses.<\/p>\n<p>O territ\u00f3rio que viria a ser a capitania de Sergipe D&#8217;El-Rei originou-se de um povoado chamado S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o. Mas a coloniza\u00e7\u00e3o propriamente dita somente aconteceu em 1590, ap\u00f3s a destrui\u00e7\u00e3o das tribos ind\u00edgenas hostis. A regi\u00e3o do arraial de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, sede da capitania de Sergipe D&#8217; El-Rei tornou-se ent\u00e3o importante p\u00f3lo de cria\u00e7\u00e3o de gado e de cana-de-a\u00e7\u00facar. No per\u00edodo das invas\u00f5es holandesas, que correspondeu \u00e0 primeira metade do s\u00e9culo XVII, a economia de Sergipe D&#8217;El-Rei ficou prejudicada, recuperando-se, no entanto, com a retomada da regi\u00e3o pelos portugueses, em 1645.<\/p>\n<p>Em 1723 foi anexada \u00e0 Bahia, tornando-se respons\u00e1vel por um ter\u00e7o da produ\u00e7\u00e3o a\u00e7ucareira baiana da \u00e9poca. Em 1820 houve uma primeira tentativa de se conceder autonomia ao territ\u00f3rio sergipano, mas somente em 1823, depois de v\u00e1rias guerras e resist\u00eancia \u00e0s tentativas de anexa\u00e7\u00e3o, a capitania de Sergipe tornou-se definitivamente emancipada da Bahia. Com a proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica, em 1889, a prov\u00edncia de Sergipe passou a ser um dos Estados da Federa\u00e7\u00e3o, com sua primeira Constitui\u00e7\u00e3o promulgada em 1892.<\/p>\n<h4><strong>Origem do Nome<\/strong><\/h4>\n<p>O nome Sergipe origina-se do tupi si&#8217;ri \u00fc pe que quer dizer &#8220;no rio dos siris&#8221;, tendo sido mais tarde adotado Cirizipe ou Cerigipe, que quer dizer &#8220;ferr\u00e3o de siri&#8221;, nome de um dos cinco caciques que se opuseram ao dom\u00ednio portugu\u00eas.<\/p>\n<h4><strong>Localiza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p>Localizado na por\u00e7\u00e3o leste da regi\u00e3o Nordeste do Brasil.<\/p>\n<h4><strong>Limites<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Norte :<\/strong>\u00a0Estado de Alagoas<br \/>\n<strong>Leste :<\/strong>\u00a0Oceano Atl\u00e2ntico<br \/>\n<strong>Sul e Oeste :<\/strong>\u00a0Estado da Bahia.<\/p>\n<h4><strong>Clima \/ Temperatura<\/strong><\/h4>\n<p>O clima no Estado \u00e9 tropical, com chuvas mais frequentes na costa e longas estiagens no interior, especialmente na regi\u00e3o semi-\u00e1rida. As temperaturas m\u00e9dias anuais ficam em torno de 23 e 24\u00ba C.<\/p>\n<h4><strong>Relevo<\/strong><\/h4>\n<p>Seu relevo caracteriza-se pela predomin\u00e2ncia de terrenos baixos e v\u00e1rzeas nas proximidades do litoral, onde h\u00e1 uma faixa \u00famida voltada para o oceano; plan\u00edcies na parte norte do Estado; e planalto semi-\u00e1rido em sua regi\u00e3o noroeste.<\/p>\n<h4><strong>Hidrografia<\/strong><\/h4>\n<p>O principal rio que banha o Estado de Sergipe \u00e9 o S\u00e3o Francisco, um dos mais importantes do Brasil. Sua bacia hidrogr\u00e1fica inclui tamb\u00e9m os rios Vaza Barris, Sergipe, Japaratuba, Piau\u00ed e Real.<\/p>\n<h4><strong>Vegeta\u00e7\u00e3o <\/strong><\/h4>\n<p>A vegeta\u00e7\u00e3o predominante distingue a paisagem t\u00edpica litor\u00e2nea, de coqueiros e vegeta\u00e7\u00e3o rasteira, da caatinga encontrada no interior. As extensas florestas anteriormente existentes, desapareceram substitu\u00eddas pelo cultivo agr\u00edcola ou pela exporta\u00e7\u00e3o das madeiras nobres, ainda nos tempos da col\u00f4nia.<\/p>\n<h4><strong>Bandeira<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip1.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"211\" height=\"146\" \/><\/p>\n<p>Nos fins do s\u00e9culo XIX, o negociante e industrial sergipano Jos\u00e9 Rodrigues Bastos Coelho, necessitando de um distintivo para suas embarca\u00e7\u00f5es que identificasse o Estado de onde procediam, elaborou uma bandeira para este fim.<\/p>\n<p>A bandeira, formada por um ret\u00e2ngulo com quatro listras &#8211; alternando as cores verde e amarelo -, e um ret\u00e2ngulo azul na parte superior \u00e0 esquerda com quatro estrelas brancas de cinco raios, passou a ser conhecida, nos portos frequentados pelos navios de Bastos Coelho, como a &#8220;Bandeira Sergipana&#8221;. As cores usadas foram as nacionais e as estrelas representavam quatro barras do Estado, talvez as mais transitadas pelo autor.<\/p>\n<p>Esta bandeira, acrescentando mais uma estrela maior no centro das outras para representar o n\u00famero exato das barras sergipanas, foi oficializada atrav\u00e9s da Lei No 795, de 19 de outubro de 1920. No dia 24 de outubro de 1920 a bandeira oficial de Sergipe foi hasteada pela primeira vez, na fachada do Pal\u00e1cio do Governo, ficando ao lado da bandeira nacional.<\/p>\n<p>Em 1951, a bandeira oficial do Estado foi alterada. As cores e caracter\u00edsticas foram mantidas, exceto o ret\u00e2ngulo azul, que a partir da\u00ed continha quarenta e duas estrelas, representando o n\u00famero dos munic\u00edpios sergipanos na \u00e9poca.<\/p>\n<p>No ano seguinte foi restabelecida a bandeira oficial institu\u00edda pela Lei No 795, de 19 de outubro de 1920.<\/p>\n<h4><strong>Bras\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip2.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"153\" height=\"220\" \/><\/p>\n<p class=\"botao\"><strong>A Lei n\u00ba 02, de 5 de julho de 1892 instituiu o Bras\u00e3o de Armas de Sergipe.<\/strong><\/p>\n<p>Coube ao professor Br\u00edcio Cardoso a cria\u00e7\u00e3o do Bras\u00e3o, oficializado em 5 de julho de 1892 pela Assembl\u00e9ia Legislativa.<\/p>\n<p>Sua simbologia est\u00e1 representada pelo \u00edndio Serigi embarcando em um bal\u00e3o; em seu centro a palavra PORVIR &#8211; o futuro. Abaixo do cesto do bal\u00e3o a legenda Sub Lege Libertas &#8211; Sob a Lei a Liberdade. Encerrando a faixa a data da primeira Constitui\u00e7\u00e3o do Estado &#8211; 18 de maio de 1892. O \u00edndio representa o passado e o bal\u00e3o o futuro e a civiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Etiologia<\/h4>\n<p>Siri-i-pe: Em tupi, siri \u00e9 \u0093caranguejo\u0094, i \u00e9 \u0093\u00e1gua\u0094, p\u00e9 significa \u0093caminho \u0094ou \u0093curso\u0094 = curso do rio dos siris, ou simplesmente rio dos siris. Na linguagem do colonizador, Siri-i-pe transformou-se em Sergipe.<\/p>\n<p>Siri-i-pe, palavra de origem tupi, significa \u0093curso do rio dos siris\u0094, ou simplesmente \u0093rio dos siris\u0094. Mais tarde foi adotado Cirizipe ou Cerigipe, que significa &#8220;ferr\u00e3o de siri&#8221;, nome de um dos cinco caciques que se opuseram ao dom\u00ednio portugu\u00eas. Na linguagem do colonizador, Siri-i-pe transformou se em Sergipe. Com a divis\u00e3o do Brasil em 15 (quinze) Capitanias Heredit\u00e1rias, o atual territ\u00f3rio sergipano fazia parte da capitania que se estendia da foz do rio S\u00e3o Francisco \u00e0 Ponta do Padr\u00e3o na Bahia (Ba\u00eda de Todos os Santos), concedida a Francisco Pereira Coutinho, em 1534, por Carta de Doa\u00e7\u00e3o. A presen\u00e7a de Coutinho n\u00e3o alcan\u00e7ou as terras sergipanas, favorecendo a a\u00e7\u00e3o dos piratas franceses que contrabandeavam o pau-brasil, contando com a colabora\u00e7\u00e3o dos Tupinamb\u00e1s, tribo ind\u00edgena que habitava o litoral sergipano.<\/p>\n<p>As terras sergipanas, na \u00e9poca do descobrimento, eram habitadas por v\u00e1rias tribos ind\u00edgenas. Al\u00e9m dos Tupinamb\u00e1s e caet\u00e9s &#8211; tribos predominantes que ocupavam cerca de 30 aldeias ao longo do litoral e ambas pertencentes ao grupo tupi-, havia, Xoc\u00f3s (\u00fanica tribo sobrevivente, que vive na Ilha de S\u00e3o Pedro, no munic\u00edpio de Porto da Folha), Aramurus e Kiriris, nas margens dos rios S\u00e3o Francisco e Jacar\u00e9; Aramaris, Abacatiaras e Ramaris, no interior, al\u00e9m dos Boim\u00e9s, Karapat\u00f3s e os Natus.<\/p>\n<p>Devido ao fracasso do sistema de capitanias, das quais s\u00f3 duas prosperavam, a Coroa portuguesa comprou, em 1549, a capitania da Ba\u00eda de Todos os Santos, incluindo Sergipe &#8211; dos herdeiros do donat\u00e1rio, para sediar o governo-geral e nomeou Tom\u00e9 de Souza como primeiro governador-geral da Col\u00f4nia.<\/p>\n<p>A primeira tentativa de coloniza\u00e7\u00e3o de Sergipe ocorreu a partir de 1575, quando os jesu\u00edtas Gaspar Louren\u00e7o e Jo\u00e3o Sal\u00f4nio percorreram algumas aldeias e por onde passaram, fundaram as miss\u00f5es de S\u00e3o Tom\u00e9 e ergueram igrejas dedicadas a S\u00e3o Tom\u00e9 &#8211; nas imedia\u00e7\u00f5es do rio Piau\u00ed (sup\u00f5e-se no atual munic\u00edpio de Santa Luzia do Itanhy) -, a Santo In\u00e1cio &#8211; \u00e0s margens do rio Vaza-Barris (Itaporanga D&#8217;Ajuda) -, e a S\u00e3o Paulo &#8211; provavelmente em territ\u00f3rio que hoje pertence ao munic\u00edpio de Aracaju -, localizadas em terras dominadas pelos caciques tupinamb\u00e1 Surubi, Serigi e Aperip\u00ea.<\/p>\n<p>A chegada do ent\u00e3o governador Luis de Brito a regi\u00e3o, insatisfeito com esta primeira tentativa de coloniza\u00e7\u00e3o, provocou a fuga dos \u00edndios. Por ele interpretado como rompimento das rela\u00e7\u00f5es amistosas, serviu de pretexto para atac\u00e1-los, resultando em morte de muitos \u00edndios que n\u00e3o conseguiram fugir, inclusive de Surubi, e aprisionamento de Serigy.<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o de Brito n\u00e3o contribuiu para a conquista de Sergipe, que s\u00f3 aconteceu atrav\u00e9s uma guerra sangrenta contra os ind\u00edgenas que foram definitivamente dominados por Crist\u00f3v\u00e3o de Barros, em 1590, com a derrota do temido cacique Boipeba.Por ordem do rei Felipe II da Espanha e I de Portugal, Crist\u00f3v\u00e3o de Barros fundou um arraial denominado de cidade de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, sede do governo, e deu \u00e0 capitania o nome de Sergipe Del Rey, da qual foi nomeado o primeiro capit\u00e3o-mor.<\/p>\n<p>Montada a m\u00e1quina administrativa, come\u00e7ou o trabalho de coloniza\u00e7\u00e3o e povoamento de Sergipe, atrav\u00e9s de doa\u00e7\u00f5es de sesmarias. As imedia\u00e7\u00f5es dos rios Reais e Piau\u00ed foram as primeiras a serem povoados. No in\u00edcio do s\u00e9culo XVII, a coloniza\u00e7\u00e3o continuou nas regi\u00f5es do Norte, pelas margens do rio S\u00e3o Francisco.<\/p>\n<p>Entre 1637 e 1645 Sergipe esteve sob dom\u00ednio dos holandeses, per\u00edodo no qual sua economia foi bastante prejudicada. Durante a invas\u00e3o, S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o foi praticamente destru\u00edda, sendo reconstru\u00edda depois da expuls\u00e3o dos holandeses. Ap\u00f3s restituir o dom\u00ednio portugu\u00eas, a vida em Sergipe volta a se normalizar lentamente, desenvolvendo-se a cultura de mantimentos e a pecu\u00e1ria. Surge, na \u00e9poca, a lenda das minas de prata na Serra de Itabaiana.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XVIII, o cultivo da cana-de-a\u00e7\u00facar come\u00e7a a se desenvolver em Sergipe, atividade econ\u00f4mica que logo enriqueceu e destacou o Vale de Cotinguiba, superando o com\u00e9rcio de gado, inicialmente base da economia da capitania. Chegaram tamb\u00e9m os primeiros escravos da \u00c1frica para trabalharem na lavoura.<\/p>\n<p>Em 1696, Sergipe consegue sua autonomia jur\u00eddica com a cria\u00e7\u00e3o da Comarca de Sergipe, sendo Diogo Pacheco de Carvalho nomeado como primeiro ouvidor. Em 1698 foram instaladas as primeiras vilas: Itabaiana, Lagarto, Santa Luzia e Santo Amaro das Brotas.<\/p>\n<p>No come\u00e7o do s\u00e9culo XIX, Sergipe tinha economia pr\u00f3pria e o seu principal produto era o a\u00e7\u00facar. Criava-se gado e produzia-se tamb\u00e9m algod\u00e3o, couro, fumo, arroz, mandioca, produtos exportados para as capitanias vizinhas.Em 1763, a Bahia, Sergipe, Ilh\u00e9us e Porto Seguro foram reunidos em uma s\u00f3 prov\u00edncia, e Sergipe tornou-se respons\u00e1vel por um ter\u00e7o da produ\u00e7\u00e3o a\u00e7ucareira baiana.<\/p>\n<p>Constantes interven\u00e7\u00f5es na vida sergipana contribu\u00edram para que aumentassem os protestos nas c\u00e2maras municipais contra a depend\u00eancia da Bahia. Ent\u00e3o, no dia 08 de Julho de 1820, um Decreto de Dom Jo\u00e3o VI elevava Sergipe \u00e0 categoria de Capitania independente da Bahia e Prov\u00edncia do Imp\u00e9rio do Brasil, com o brigadeiro Carlos C\u00e9sar Burlamaque nomeado seu primeiro governador.<\/p>\n<p>A independ\u00eancia, por\u00e9m, durou pouco. Em 1821, logo depois de chegar em Sergipe, Burlamaque foi preso por ordem da Junta Governamental da Bahia e conduzido para Salvador por n\u00e3o querer aderir ao movimento constitucionalista.<\/p>\n<p>Finalmente, em 5 de dezembro de 1822, Dom Pedro I confirmou o decreto de 1820 que dava independ\u00eancia a Sergipe Del Rey, sendo nomeado Presidente, no ano seguinte, o brigadeiro Manuel Fernandes da Silveira. Em 1836, a Revolta de Santo Amaro voltou a tumultuar a vida em Sergipe, estendendo-se por outras vilas. Durante o conflito formaram-se os partidos Liberais e Conservador, os quais dominaram a pol\u00edtica sergipana durante o Imp\u00e9rio. Com a decad\u00eancia da cana-de-a\u00e7\u00facar, a economia de Sergipe passa a depender da produ\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 17 de Mar\u00e7o de 1855, a prov\u00edncia ganha uma nova capital. O ent\u00e3o presidente In\u00e1cio Joaquim Barbosa transfere o comando pol\u00edtico-administrativo para o povoado de Santo Ant\u00f4nio de Aracaju, \u00e0 margem direita do rio Sergipe. A mudan\u00e7a, movida por raz\u00f5es econ\u00f4micas, gerou protestos em S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o. Em 1860, a Prov\u00edncia recebe a visita de Dom Pedro II que percorre v\u00e1rios munic\u00edpios sergipanos.<\/p>\n<p>Considerando a monarquia um fator de atraso para o Brasil, come\u00e7a a se formar em Laranjeiras o Partido Republicano, que, em 1889, consegue eleger os primeiros representantes para o Congresso Federal; entre eles o escritor e fil\u00f3logo Jo\u00e3o Ribeiro. Em 1892 \u00e9 promulgada a primeira Constitui\u00e7\u00e3o do Estado de Sergipe e, em 1920, durante as comemora\u00e7\u00f5es dos 100 anos de independ\u00eancia, foi oficializada a bandeira.<\/p>\n<p>No in\u00edcio da Rep\u00fablica, Sergipe sedia movimentos rebeldes os quais disputam a hegemonia pol\u00edtica local. Essas revoltas s\u00e3o motivadas pela interfer\u00eancia dos governos centrais que nomeiam para sucessivas chefias do Estado intelectuais sergipanos de proje\u00e7\u00e3o nacional, mas que n\u00e3o possuem ra\u00edzes partid\u00e1rias na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Durante uma d\u00e9cada, o Nordeste brasileiro viveu o clima do canga\u00e7o com o surgimento do bando chefiado por Virgolino Ferreira, o Lampi\u00e3o. O grupo percorreu Sergipe e mais seis estados nordestinos at\u00e9 1938, ano em que Lampi\u00e3o foi surpreendido pela volante e morto junto com Maria Bonita e mais nove companheiros em seu esconderijo em Angico, no munic\u00edpio de Po\u00e7o Redondo, no vale do S\u00e3o Francisco.<\/p>\n<p>Em Agosto de 1942, Sergipe virou not\u00edcia nacional com a divulga\u00e7\u00e3o que, pr\u00f3ximo \u00e0 foz do rio Real (hoje Praia dos N\u00e1ufragos), o submarino alem\u00e3o denominado U 507, afundou os navios mercantes brasileiros Baependy, Araraquara e An\u00edbal Ben\u00e9volo. Seguindo sua patrulha em dire\u00e7\u00e3o Sul, o submarino fez mais tr\u00eas v\u00edtimas, o Itagiba, o Arar\u00e1 e o veleiro Jacyra, provocando protestos em Sergipe e em todo o pa\u00eds. Poucos dias depois dos naufr\u00e1gios, o Brasil declarou guerra aos pa\u00edses do Eixo e sua participa\u00e7\u00e3o na II Guerra Mundial.<\/p>\n<h4>Folclore<\/h4>\n<p>Sergipe guarda em sua hist\u00f3ria e tradi\u00e7\u00e3o muito das culturas portuguesa e negra e um dos mais ricos folclores do Brasil. S\u00e3o in\u00fameras as manifesta\u00e7\u00f5es culturais que nos remetem ao passado e garantem, no presente, uma permanente intera\u00e7\u00e3o entre as mais diversas comunidades respons\u00e1veis pela continuidade do nosso folclore. A seguir, voc\u00ea far\u00e1 uma viagem pelo que h\u00e1 de mais belo na cultura popular sergipana.<\/p>\n<h4>GRUPOS FOLCL\u00d3RICOS<\/h4>\n<p><strong>Cacumbi<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip11.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"179\" height=\"122\" \/><\/p>\n<p>N\u00e3o se sabe ao certo a origem do Cacumbi, acredita-se que \u00e9 uma varia\u00e7\u00e3o de outros autos e bailados como Congada, Guerreiro, Reisado e Cucumbi.<\/p>\n<p>O grupo apresenta-se na Prociss\u00e3o de Bom Jesus dos Navegantes e no Dia de Reis, quando a dan\u00e7a \u00e9 realizada em homenagem a S\u00e3o Benedito e Nossa Senhora do Ros\u00e1rio. Pela manh\u00e3, os integrantes do grupo assistem \u00e0 missa na igreja, onde cantam e dan\u00e7am em homenagem aos santos padroeiros. Depois das louva\u00e7\u00f5es, o grupo sai \u00e0s ruas cantando m\u00fasicas profanas e, \u00e0 tarde, acompanham a prociss\u00e3o pelas ruas da cidade.<\/p>\n<p>Seus personagens s\u00e3o o Mestre, o Contra-Mestre e os dan\u00e7adores e cantadores; o grupo \u00e9 composto exclusivamente por homens. Os componentes vestem cal\u00e7a branca, camisa amarela e chap\u00e9us enfeitados com fitas, espelhos e la\u00e7os. S\u00f3 o Mestre e o Contra-Mestre usam camisas azuis. O ritmo \u00e9 forte, o som marcante e o apito coordena a mudan\u00e7a dos passos. Os instrumentos que acompanham o grupo s\u00e3o: cu\u00edca, pandeiro, reco-reco, caixa e ganz\u00e1.<\/p>\n<p>Em Sergipe, o Cacumbi \u00e9 encontrado nos munic\u00edpios de Lagarto, Japaratuba, Riachuelo e Laranjeiras.<\/p>\n<p><strong>Cangaceiros<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip12.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"177\" height=\"121\" \/><\/p>\n<p>Em 1960, Azul\u00e3o, um dos homens de Lampi\u00e3o, formou um grupo composto de 17 homens e 2 mulheres (representando Maria Bonita e Dad\u00e1), vestidos de cangaceiros e, com eles saiu cantando e dan\u00e7ando em ritmo de forr\u00f3 pelas ruas de Lagarto; costume vivo at\u00e9 hoje, revivendo as est\u00f3rias e hist\u00f3rias de Lampi\u00e3o cantadas e decantadas em prosa e verso.<\/p>\n<p>O grupo tem como indument\u00e1ria chap\u00e9us de couro enfeitados, camisas de mangas longas com divisas nos ombros, jabiracas coloridas ou len\u00e7o no pesco\u00e7o, cartucheiras, espingardas e sand\u00e1lias de couro grosso.<\/p>\n<p>Em Sergipe, a manifesta\u00e7\u00e3o permanece viva nos munic\u00edpios de Lagarto e Pr\u00f3pria<\/p>\n<p><strong>Chegan\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>Dan\u00e7a que representa em sua evolu\u00e7\u00e3o a luta dos crist\u00e3os pelo batismo dos Mouros. A apresenta\u00e7\u00e3o sempre acontece na porta de igrejas, onde uma embarca\u00e7\u00e3o de madeira \u00e9 montada para o desenvolvimento das jornadas.<\/p>\n<p>A predomin\u00e2ncia \u00e9 do azul e do branco. O padre, o rei e os Mouros (personagens da Chegan\u00e7a), utilizam outras tonalidades. O pandeiro \u00e9 o principal instrumento de acompanhamento, eles utilizam tamb\u00e9m apitos e espadas. Bastante teatral, a apresenta\u00e7\u00e3o completa da Chegan\u00e7a demora, geralmente, 60 minutos.<br \/>\nA influ\u00eancia do Samba em Sergipe<\/p>\n<p>O samba \u00e9 um g\u00eanero musical e tipo de dan\u00e7a popular brasileira cuja origem remonta \u00e0 \u00c1frica. Os negros escravos que chegaram a Sergipe no in\u00edcio do s\u00e9culo 17 trouxeram uma bagagem cultural muita significativa, com ritmos e c\u00e2nticos que aos poucos foram sendo assimilados pelos portugueses e brasileiros. Essa mistura de culturas produziu um tipo de samba, marcado por batidas suaves e sincopadas.<\/p>\n<p>Sergipe \u00e9 respons\u00e1vel pela absor\u00e7\u00e3o do samba em outras manifesta\u00e7\u00f5es folcl\u00f3ricas, existentes at\u00e9 hoje. Em v\u00e1rias partes do Estado, mas principalmente no Litoral Sul, grupos folcl\u00f3ricos como Batucada, Samba de Coco e Pisa P\u00f3lvora, s\u00e3o exemplos vivos da raiz mais pura do Samba.<\/p>\n<p><strong>Guerreiro<\/strong><\/p>\n<p>Auto natalino, que carrega marcas do Reisado. Sobre as origens conta a lenda popular que uma rainha, em um passeio acompanhada de sua criada de nome Lira e dos guardas (Vassalos), conhece a apaixona-se por um \u00edndio chamado Peri. Para n\u00e3o ser denunciada, manda matar Lira. Mesmo assim, o rei toma conhecimento do fato e, na luta contra o \u00edndio Peri, morre.<\/p>\n<p>A dan\u00e7a \u00e9 composta de jornadas &#8211; uma sequ\u00eancia de cantos e dan\u00e7as -, que s\u00e3o apresentadas de acordo com os personagens de cada grupo, sendo um dos pontos culminantes a luta de espadas, travada entre o Mestre e o \u00edndio Peri. Os principais personagens do Guerreiro, al\u00e9m do Mestre \u0096 que comanda as apresenta\u00e7\u00f5es -, e do \u00edndio Peri, s\u00e3o: o Embaixador, a Rainha, Lira, o Palha\u00e7o e os Vassalos.<\/p>\n<p>Os instrumentos que acompanham o grupo s\u00e3o sanfona, pandeiro, tri\u00e2ngulo e tambor. Destacam-se os trajes coloridos e ricamente enfeitados.<\/p>\n<p><strong>Lambe Sujo e Caboclinho<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip13.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"218\" height=\"157\" \/><\/p>\n<p>S\u00e3o dois grupos folcl\u00f3ricos unidos num folguedo que se baseia no epis\u00f3dio da destrui\u00e7\u00e3o dos quilombos. O grupo dos Lambe-Sujos \u00e9 formado por meninos e homens totalmente pintados de preto, usando uma mistura de tinta preta e mela\u00e7o de cana-de-a\u00e7\u00facar para ficar com a pele brilhosa. Eles usam short e um gorro de flanela vermelha. Nas m\u00e3os, uma foice, s\u00edmbolo de luta pela liberdade. Fazem parte do grupo o Rei\u0094, a Rainha e a \u0093M\u00e3e Suzana\u0094, representando uma escrava negra.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s uma alvorada festiva, os Lambe-Sujos saem \u00e0s ruas, acompanhados por pandeiros, cu\u00edcas, reco-recos e tamborins, roubando diversos objetos de pessoas da comunidade que s\u00e3o guardados no \u0093mocambo\u0094, armado em pra\u00e7a p\u00fablica. A devolu\u00e7\u00e3o dos objetos \u00e9 feita mediante contribui\u00e7\u00e3o em dinheiro pelo propriet\u00e1rio do objeto roubado.<\/p>\n<p>Junto com os Lambe-Sujos se apresentam os Caboclinhos, que pintam o corpo de roxo-terra e usam indument\u00e1ria ind\u00edgena: enfeites de penas, cocar e flecha nas m\u00e3os.<\/p>\n<p>A brincadeira consiste na captura a rainha dos Caboclinhos pelos Lambe-Sujos, que fica aprisionada. \u00c0 tarde, h\u00e1 a tradicional \u0093batalha\u0094 pela liberta\u00e7\u00e3o da rainha, da qual os Caboclinhos saem vitoriosos.<\/p>\n<p>O grupo musical que acompanha o folguedo \u00e9 composto por ganz\u00e1s, pandeiros, cu\u00edcas, tambores e reco-recos.<\/p>\n<p>Hoje, a &#8220;Festa de Lambe-Sujo&#8221;, como \u00e9 conhecida, tornou-se uma das mais importantes da cidade de Laranjeiras, acontecendo sempre no segundo domingo de outubro.<\/p>\n<p><strong>Maracatu<\/strong><\/p>\n<p>O Maracatu originou-se da coroa\u00e7\u00e3o dos Reis do Congo. N\u00e3o sendo propriamente um auto, n\u00e3o tem um enredo ordenado para sua exibi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Integram ao cortejo real, lembran\u00e7a da c\u00e9lebre rainha africana Ginga de Matamba, o Rei, a Rainha, o Pr\u00edncipe e a Princesa, Ministros, Conselheiros, Vassalos, Lanceiros, a Porta-bandeira, Soldados, Baianas e tocadores. E as \u0093Calungas\u0094, bonecos representando Oxum e Xang\u00f4.<\/p>\n<p>Em geral o cortejo \u00e9 formado por integrantes negros. Vestidos de cores extravagantes, os participantes do cortejo seguem pelas ruas da cidade cantando e saracoteando, entre umbigadas, cumprimentos e marchas. N\u00e3o existe uma coreografia especial.<\/p>\n<p>Algumas das cantigas s\u00e3o proferidas numa presum\u00edvel l\u00edngua africana, tambor, chocalho e gongu\u00ea s\u00e3o os instrumentos musicais que acompanham o cortejo.<\/p>\n<p>Tendo o Maracatu perdido a tradi\u00e7\u00e3o sagrada, hoje, \u00e9 considerado um grupo carnavalesco, de brincadeira s de rua, que, em Sergipe, \u00e9 encontrado nos munic\u00edpios de Brejo Grande e Japaratuba.<\/p>\n<p><strong>Parafusos<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip14.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"181\" height=\"125\" \/><\/p>\n<p>Conta-se que no tempo da escravid\u00e3o, os escravos negros fugitivos sa\u00edram \u00e0 noite para roubar as an\u00e1guas das sinhazinhas deixadas no quaradouro. Cobrindo todo corpo at\u00e9 o pesco\u00e7o, sobrepondo pe\u00e7a por pe\u00e7a, nas noites de lua cheia sa\u00edram pelas ruas dando pulos e rodopiando em busca da liberdade. A supersti\u00e7\u00e3o da \u00e9poca contribuiu para que os senhores ficavam apavorados com tal assombra\u00e7\u00e3o &#8211; acreditando em almas sem cabe\u00e7a e outras visagens &#8211; e n\u00e3o ousavam sair de casa.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a liberta\u00e7\u00e3o, os negros sa\u00edram pelas ruas vestidos do jeito como faziam para fugir dos seus donos. Nasceram assim os parafusos.<\/p>\n<p>Trajando uma sequ\u00eancia de an\u00e1guas, cantarolando, pulando em movimentos torcidos e retorcidos, um grupo exclusivamente de homens \u0096 representando os escravos negros \u0096 formam o grupo folcl\u00f3rico \u0093Parafuso\u0094 da cidade de Lagarto.<\/p>\n<p>Os instrumentos que acompanham o grupo s\u00e3o tri\u00e2ngulo, acordeom e bombo.<\/p>\n<p><strong>Reisado<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip15.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"180\" height=\"124\" \/><\/p>\n<p>O Reisado, de origem ib\u00e9rica, se instalou em Sergipe no per\u00edodo colonial. \u00c9 uma dan\u00e7a do per\u00edodo natalino em comemora\u00e7\u00e3o do nascimento do menino Jesus e em homenagem dos Reis Magos. Antigamente era dan\u00e7ado \u00e0s v\u00e9speras do Dia de Reis, estendendo-se at\u00e9 fevereiro para o ritual do \u0093enterro do boi\u0094. Atualmente, o Reisado \u00e9 dan\u00e7ado, tamb\u00e9m, em outros eventos e em qualquer \u00e9poca do ano.<\/p>\n<p>A cantoria come\u00e7a com o deslocamento do grupo para um local previamente determinado, onde \u00e9 cantado \u0093O Benedito\u0094, em louvor a Deus, para que a brincadeira seja aben\u00e7oada e autorizada. A partir da\u00ed, come\u00e7am as \u0093jornadas\u0094. O enredo \u00e9 formado pelos mais diversos motivos: amor, guerra, religi\u00e3o, hist\u00f3ria local, etc., apresentado em tom sat\u00edrico e humor\u00edstico, originando um clima de brincadeira.<\/p>\n<p>O Reisado \u00e9 formado por dois cord\u00f5es que disputam a simpatia da plat\u00e9ia e s\u00e3o liderados pelas personagens centrais: o \u0093Caboclo\u0094 ou \u0093Mateus\u0094 e a \u0093Dona Deusa\u0094 ou \u0093Dona do Baile\u0094. Tamb\u00e9m se destaca a figura do \u0093Boi\u0094, cuja apari\u00e7\u00e3o representa o ponto alto da dan\u00e7a. Os instrumentos que acompanham o grupo s\u00e3o viol\u00e3o, sanfona, pandeiro, zabumba, tri\u00e2ngulo e ganz\u00e1.<\/p>\n<p>O Reisado tem como caracter\u00edstica o uso de trajes de cores fortes e chap\u00e9us ricamente enfeitados com fitas coloridas e espelhinhos.<\/p>\n<p><strong>S\u00e3o Gon\u00e7alo<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip16.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"180\" height=\"125\" \/><\/p>\n<p>Dan\u00e7a em homenagem a S\u00e3o Gon\u00e7alo do Amarante, que segundo a lenda, teria sido um marinheiro que tirou muitas mulheres da prostitui\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s da m\u00fasica alegre que fazia com a viola. A dan\u00e7a \u00e9 acompanhada por viol\u00f5es, pul\u00e9s (instrumentos feitos de bambu), e caixa. A caixa \u00e9 tocada pelo &#8220;patr\u00e3o&#8221; &#8211; homem vestido de marinheiro, como alus\u00e3o a S\u00e3o Gon\u00e7alo do Amarante.<\/p>\n<p>O grupo dan\u00e7a em festas religiosas e pagamento de promessas. \u00c9 composto em suas maioria por trabalhadores rurais, que se vestem de mulher, representando as prostitutas. Um dos grupos mais apreciados pela singeleza da dan\u00e7a e da m\u00fasica.<\/p>\n<p>Apesar de louvar um Santo cat\u00f3lico, a dan\u00e7a lembra movimentos de rituais afro. Mais uma vez isso fica comprovado tamb\u00e9m na letra das m\u00fasicas. Um dos versos mais conhecidos do S\u00e3o Gon\u00e7alo diz: \u0093Vosso reis pediu uma dan\u00e7a, \u00e9 de ponta de p\u00e9, \u00e9 de \u0091calcanh\u00e1\u0092. Onde mora vosso reis de Congo&#8230;\u0094<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip17.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"178\" height=\"121\" \/><\/p>\n<p>Os movimentos muito sensuais parecem mais um jogo de conquista, j\u00e1 que os dan\u00e7adores representam prostitutas que S\u00e3o Gon\u00e7alo recuperou atrav\u00e9s da dan\u00e7a. N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que os homens se vestem com saias, fitas coloridas e colares. Tudo isso serve para simbolizar as prostitutas.<\/p>\n<p>A religiosidade do grupo \u00e9 vis\u00edvel. Assim que come\u00e7a a brincadeira eles fazem o sinal da cruz. Quando termina tamb\u00e9m. Para acompanhar o gesto, os brincantes cantam: \u0093Nas horas de Deus am\u00e9m. Padre, Filho, Esp\u00edrito Santo. Essa primeira cantiga que pra S\u00e3o Gon\u00e7alo eu canto\u0094.<\/p>\n<p>S\u00e3o Gon\u00e7alo morreu em 1262 e foi canonizado somente em 1561. O rei de Portugal Dom Jo\u00e3o III, um grande devoto, foi um dos primeiros a empenhar-se para a beatifica\u00e7\u00e3o do Santo em Roma. Em Portugal a sua festa \u00e9 realizada em Amarante, no dia 7 de Junho.<\/p>\n<p><strong>Taieira<\/strong><\/p>\n<p>Grupo de forte caracter\u00edstica religiosa tendo por objetivo a louva\u00e7\u00e3o a S\u00e3o Benedito e a Nossa Sra. do Ros\u00e1rio, ambos padroeiros dos negros no Brasil. \u00c9 da imagem dessa santa que se retira a coroa para colocar na cabe\u00e7a da &#8220;Rainhas das Taieiras&#8221; ou &#8220;Rainha do Congo&#8221;.<\/p>\n<p>Durante a missa na Igreja de S\u00e3o Benedito, em Laranjeiras, as Taieiras, grupo de influ\u00eancia afro, participa efetivamente do ritual crist\u00e3o numa demonstra\u00e7\u00e3o clara do sincretismo religiosos entre a Igreja Cat\u00f3lica e os rituais afro-brasileiros. O momento da coroa\u00e7\u00e3o \u00e9 o \u00e1pice da festa que se realiza sempre no dia 06 de janeiro, nessa igreja.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip18.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"180\" height=\"122\" \/><\/p>\n<p>Tocando quexer\u00e9s (instrumentos de percuss\u00e3o) e tambores, as Taieiras, trajando blusa vermelha cortada por fitas e saia branca, seguem pelas ruas cantando cantigas religiosas ou n\u00e3o.<\/p>\n<p>Este evento \u00e9 definido como uma das mais claras demonstra\u00e7\u00f5es de sincretismo, com santos e rainhas, prociss\u00f5es e dan\u00e7as misturados num mesmo momento de celebra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip19.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"214\" height=\"149\" \/><\/p>\n<p><strong>Cacumbi<\/strong><\/p>\n<p>Dan\u00e7a realizada em homenagem aos padroeiros dos negros, S\u00e3o Benedito e N. Sra. do Ros\u00e1rio. Composto exclusivamente por homens, o Cacumbi tra\u00e7a uma perfeita arruma\u00e7\u00e3o de seus componentes no contorno e no ritmo.<\/p>\n<p>A festa \u00e9 r\u00edtmica, o som \u00e9 marcante e o apito coordena a mudan\u00e7a dos passos. Chap\u00e9us enfeitados por fitas e espelhos, cores vivas e muita alegria marcam o espet\u00e1culo.<\/p>\n<p><strong>Zabumba<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip20.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"180\" height=\"123\" \/><\/p>\n<p>Zabumba \u00e9 o nome popular do \u0093bombo\u0094, um instrumento de percuss\u00e3o. O termo, tamb\u00e9m, \u00e9 usado para denominar o conjunto musical composta por quatro integrantes, todos do sexo masculino, conhecido como \u0093Banda de P\u00edfanos\u0094.<\/p>\n<p>Em Sergipe, as apresenta\u00e7\u00f5es da Zabumba acontecem em rituais de pagamento de promessas, datas comemorativas, festas religiosas e festivais de cultura popular.<\/p>\n<h4>GRUPOS FOLCL\u00d3RICOS DO CICLO JUNINO<\/h4>\n<p><strong>Bacamarteiros<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip21.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"314\" height=\"207\" \/><\/p>\n<p>Costume e tradi\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio de Carm\u00f3polis. Os Bacamarteiros comemoram a noite de S\u00e3o Jo\u00e3o (24 de junho) com dan\u00e7a, m\u00fasica e muitos tiros de bacamarte (esp\u00e9cie de rifle artesanal). O grupo \u00e9 composto por mais de 60 participantes, entre homens e mulheres. As mulheres trajam chap\u00e9u de palha e vestido de chita, dan\u00e7am sempre em c\u00edrculo, enquanto os homens, que ficam atr\u00e1s, v\u00e3o disparando tiros de bacamarte, de acordo com o desenrolar da dan\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Batucada<\/strong><\/p>\n<p>Manifesta\u00e7\u00e3o folcl\u00f3rica bastante difundida no munic\u00edpio de Est\u00e2ncia. Os instrumentos de percuss\u00e3o &#8211; tambor, reco-reco, ganz\u00e1 e tri\u00e2ngulo &#8211; e o compasso r\u00edtmico das batidas dos p\u00e9s s\u00e3o as caracter\u00edsticas mais marcantes.<\/p>\n<p>A Batucada \u00e9 composta de 100 a 150 figurantes, homens e mulheres, que vestem indument\u00e1rias t\u00edpicas do ciclo junino. Na cabe\u00e7a, todos usam chap\u00e9us de palha e nos p\u00e9s tamancos de madeira.<\/p>\n<p><strong>Samba de Coco<\/strong><\/p>\n<p>Uma dan\u00e7a acompanhada de c\u00e2nticos, a origem \u00e9 africana, mas com forte influ\u00eancia ind\u00edgena. A marca\u00e7\u00e3o do ritmo \u00e9 forte, feita atrav\u00e9s dos sapateados e das palmas.<\/p>\n<p>Sua origem africana est\u00e1 ligada intimamente \u00e0 forma\u00e7\u00e3o dos quilombos. Os negros que fugiam das senzalas se reuniam em locais distantes &#8211; quilombos, e para passar o tempo ocioso cantavam enquanto praticavam o ritual da quebra do coco, retirando a \u0093coconha\u0094 (am\u00eandoa), para o preparo dos alimentos.<\/p>\n<p>No Samba de Coco, o tirador do coco, tamb\u00e9m chamado de coqueiro, \u00e9 quem puxa os versos, que s\u00e3o respondidos pelo coro dos participantes. Os versos podem ser tradicionais e improvisados e aparecem nas mais variadas formas, quadras, sextilhas, d\u00e9cimas, etc.<\/p>\n<p>No Samba de Coco o canto \u00e9 marcado pelos instrumentos de percuss\u00e3o: cu\u00edcas, pandeiros, ganz\u00e1s, bombos, tambores, chocalhos, maracas e zabumbas que acompanham a sanfona.<\/p>\n<p>Enquanto dan\u00e7am, sapateando e pisando forte no ch\u00e3o, os participantes batem palmas e cantam, girando sem parar, desenvolvendo passos e requebros.<\/p>\n<p>A indument\u00e1ria \u00e9 simples. As mulheres usam vestidos estampados, com saias rodadas e cinturas marcadas, e os homens, cal\u00e7as comuns e camisas identicamente estampadas. Nos p\u00e9s, usam tamancos de madeira que ajudam a sonorizar o ato da pisada no ch\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Sarandaia<\/strong><\/p>\n<p>A Sarandaia, realizada em Capela, \u00e9 a jun\u00e7\u00e3o de dois grupos folcl\u00f3ricos: Zabumba e Bacamarteiros. No dia 31 de maio, \u00e0 meia-noite, eles saem \u00e0s ruas pedindo brindes para ajudar a compor o mastro. O cortejo invade a noite com muita gente dan\u00e7ando ao ritmo da zabumba e os estouros dos bacamartes.<\/p>\n<p><strong>Pisa-P\u00f3lvora<\/strong><\/p>\n<p>Um ritual, uma dan\u00e7a folcl\u00f3rica, muito parecida com a Batucada, ambas manifesta\u00e7\u00f5es populares com forte expressividade no munic\u00edpio de Est\u00e2ncia. A finalidade maior do Pisa-P\u00f3lvora \u00e9 preparar a p\u00f3lvora para as sensacionais batalhas de busca-p\u00e9s e para os barcos de fogo, abrindo os festejos juninos da cidade.<\/p>\n<p>A dan\u00e7a \u00e9 realizada em torno de um pil\u00e3o, onde est\u00e3o colocados o enxofre, o salitre e o carv\u00e3o, subst\u00e2ncias utilizadas no preparo da p\u00f3lvora. Homens e mulheres costumam participar, vestidos \u00e0 moda caipira, cantando e dan\u00e7ando ao som de ganz\u00e1s, tambores, tri\u00e2ngulos, reco-reco e porca.<\/p>\n<p>O ritual \u00e9 uma heran\u00e7a dos tempos da escravid\u00e3o; os negros costumavam realizar as tarefas, dan\u00e7ando, pisando forte no ch\u00e3o e tirando versos de improviso.<\/p>\n<h4>Culin\u00e1ria<\/h4>\n<p>A forma\u00e7\u00e3o cultural de Sergipe gerou uma diversificada culin\u00e1ria, marcada, no entanto, por singulares diferen\u00e7as. Como aconteceu em todo o Nordeste, a comida t\u00edpica recebeu influ\u00eancia de negros, brancos e \u00edndios. Todas essas influ\u00eancias contribuem para que a cozinha sergipana seja saborosa, r\u00fastica, perfumada, simples, e que traga a marca do passado em seus ingredientes.<\/p>\n<p>E a variedade \u00e9 grande. Enquanto os doces e guloseimas foram trazidos pelos portugueses, os \u00edndios contribu\u00edram com o h\u00e1bito de comer ra\u00edzes, como a macaxeira e o inhame. Os negros, por sua vez, comiam a carne seca e aquelas partes menos nobres que deram origem a pratos bastante apreciados por aqui: o sarapatel (nas vers\u00f5es de porco, boi e frango), a rabada e a feijoada, que em Sergipe \u00e9 preparada com bastante verdura. Estes enriqueceram as receitas que conheciam com ingredientes que a natureza local oferecia.<\/p>\n<p>\u00c0s margens de rios e nas praias \u00e9 comum saborear pratos \u00e0 base de frutos do mar, servidos de diversas formas: ensopados, escaldados, cozidos, ou fritos, utilizando ingredientes como camar\u00e3o, lagosta, uma grande variedade de peixes e os famosos caranguejos. Na regi\u00e3o do sert\u00e3o d\u00e1-se mais \u00eanfase \u00e0 carne de bode e a de carneiro, com a buchada e a carne-do-sol com pir\u00e3o de leite.<\/p>\n<p>A cozinha regional \u00e9 caracterizada pelo tradicional caf\u00e9 nordestino com del\u00edcias como a torta de macaxeira com charque, o cuscuz, o beiju de tapioca, arroz-doce, batata-doce, inhame, p\u00e9-de-moleque, que costumam ser servidos nos caf\u00e9s-da-manh\u00e3 e na hora do jantar.<\/p>\n<p>Mas, sem d\u00favida, a maior variedade de cores e sabores est\u00e1 entre as receitas que utilizam as frutas t\u00edpicas como mangaba, graviola, pitanga, siriguela, caj\u00e1, carambola, manga, ara\u00e7\u00e1, caju, entre outras, que podem ser saboreadas tanto in natura, como serem base para a prepara\u00e7\u00e3o de sucos, sorvetes e sobremesas em geral.<\/p>\n<p>A culin\u00e1ria junina de Sergipe \u00e9 um cap\u00edtulo \u00e0 parte. Milho, tapioca, macaxeira e amendoim formam a base da maioria dos pratos: bolos de milho, canjica, pamonha, beiju e cuscuz de coco s\u00e3o iguarias t\u00edpicas presentes na culin\u00e1ria da \u00e9poca, al\u00e9m dos deliciosos licores de umbu, jenipapo, pitanga e de tamarindo.<\/p>\n<p><strong>O Hino<\/strong><\/p>\n<p>O Hino, o s\u00edmbolo mais antigo de Sergipe foi publicado pela primeira vez no jornal &#8220;Noticiador Sergipano&#8221;, de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, em 1836. Seus versos s\u00e3o de autoria do professor Manoel Joaquim de Oliveira Campos e a m\u00fasica \u00e9 de frei Jos\u00e9 de Santa Cec\u00edlia, ambos sergipanos.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>HINO SERGIPANO<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\">Alegrai-vos, Sergipanos,<br \/>\nEis surge a mais bela aurora<br \/>\nDo \u00e1ureo jucundo dia<br \/>\nQue a Sergipe honra e decora.<\/p>\n<p align=\"center\">O dia brilhante<br \/>\nQue vimos raiar,<br \/>\nCom c\u00e2nticos doces<br \/>\nVamos festejar.<\/p>\n<p align=\"center\">A bem de seus filhos todos<br \/>\nquis o Brasil se lembrar,<br \/>\nde seu imenso terreno<br \/>\nem prov\u00edncias separar.<\/p>\n<p align=\"center\">O dia brilhante &#8230;<\/p>\n<p align=\"center\">isto se fez, mas contudo<br \/>\nt\u00e3o C\u00f4modo n\u00e3o ficou,<br \/>\ncomo por m\u00e1s consequ\u00eancias<br \/>\ndepois se verificou.<\/p>\n<p align=\"center\">O dia brilhante &#8230;<\/p>\n<p align=\"center\">Cansado da depend\u00eancia<br \/>\ncom a prov\u00edncia maior,<br \/>\nSergipe ardente procura<br \/>\num bem mais consolador.<\/p>\n<p align=\"center\">O dia brilhante &#8230;<\/p>\n<p align=\"center\">al\u00e7a a voz que o trono sobe<br \/>\nque ao soberano excitou,<br \/>\ne, curvo o trono a seus votos,<br \/>\nindependente ficou.<\/p>\n<p align=\"center\">O dia brilhante &#8230;<\/p>\n<p align=\"center\">Eis, patr\u00edcios sergipanos,<br \/>\nnossa dita singular,<br \/>\nCom doces, alegres cantos<br \/>\nn\u00f3s devemos festejar.<\/p>\n<p align=\"center\">O dia brilhante &#8230;<\/p>\n<p align=\"center\">mandemos, por\u00e9m, ao longe<br \/>\nessa esp\u00e9cie de Rancor,<br \/>\nque ainda hoje algu\u00e9m conserva<br \/>\naos da prov\u00edncia maior.<\/p>\n<p align=\"center\">O dia brilhante &#8230;<\/p>\n<p align=\"center\">a uni\u00e3o mais constante<br \/>\nn\u00f3s dever\u00e1 congra\u00e7ar,<br \/>\nsustentando a liberdade<br \/>\nde que queremos gozar.<\/p>\n<p align=\"center\">O dia brilhante &#8230;<\/p>\n<p align=\"center\">Se vier danosa intriga<br \/>\nnossos lares habitar,<br \/>\ndesfeitos os nossos gostos<br \/>\ntudo em flor h\u00e1 de murchar.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip3.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"393\" height=\"288\" \/><\/p>\n<p><strong>LOCALIZA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Sergipe fica no leste da regi\u00e3o Nordeste<\/p>\n<p><strong>FRONTEIRAS<\/strong><\/p>\n<p>Leste = Oceano Atl\u00e2ntico<\/p>\n<p><strong>DIVISAS<\/strong><\/p>\n<p>Noroeste = Alagoas; Sul = Bahia; Oeste = Bahia<\/p>\n<p><strong>\u00c1REA (km\u00b2)<\/strong><\/p>\n<p>22.050,4<\/p>\n<p><strong>RELEVO<\/strong><\/p>\n<p>Plan\u00edcie litor\u00e2nea com v\u00e1rzeas, depress\u00e3o na maior parte do territ\u00f3rio<\/p>\n<p><strong>RIOS PRINCIPAIS<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o Francisco, Vaza-Barris, Sergipe, Real, Piau\u00ed, Japaratuba<\/p>\n<p><strong>VEGETA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Mangues no litoral, faixa de floresta tropical e caatinga na maior parte do territ\u00f3rio<\/p>\n<p><strong>CLIMA<\/strong><\/p>\n<p>Tropical atl\u00e2ntico no litoral e semi-\u00e1rido<\/p>\n<p><strong>CIDADES MAIS POPULOSAS<\/strong><\/p>\n<p>Aracaju, Lagarto, Itabaiana, Est\u00e2ncia<\/p>\n<p><strong>HORA LOCAL (em rela\u00e7\u00e3o a Bras\u00edlia)<\/strong><\/p>\n<p>A mesma<\/p>\n<p><strong>HABITANTE<\/strong><\/p>\n<p>Sergipano<\/p>\n<p><strong>CAPITAL<\/strong><\/p>\n<p>Aracaju, fundada em: 17\/3\/1855<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>Conhe\u00e7a Sergipe<\/strong><\/h4>\n<p>Do litoral ao semi-\u00e1rido, Sergipe apresenta diversos pontos tur\u00edsticos, seja para quem gosta de aventura, para aqueles que n\u00e3o abrem m\u00e3o do conhecimento hist\u00f3rico ou apenas para quem quer relaxar \u00e0 sombra de um coqueiro numa das belas praias do litoral sergipano.<\/p>\n<p>O folclore local tamb\u00e9m \u00e9 uma atra\u00e7\u00e3o a ser vivenciada; \u00e9 onde o turista perceber\u00e1 o regaste e a import\u00e2ncia que o sergipano atribui \u00e0s suas ra\u00edzes. \u0093Serjipe\u0094, que logo depois de ser desbravado foi denominado Sergipe Del Rey, evolui, desde ent\u00e3o, mantendo o que h\u00e1 de mais precioso por aqui: a sua hist\u00f3ria, suas belezas naturais e alegria de um povo que n\u00e3o cansa de ser feliz e de acolher bem!<\/p>\n<p><strong>ARACAJU \u0096 CAPITAL DA QUALIDADE DE VIDA<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip4.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"318\" height=\"209\" \/><\/p>\n<p>O menor estado brasileiro tem sua principal cidade considerada a \u0093capital da qualidade de vida\u0094 do pa\u00eds. Rica em belezas naturais, cidade aconchegante e repleta da alegria do seu povo hospitaleiro, Aracaju \u00e9 a express\u00e3o resumida do que todo o Sergipe pode oferecer: muito praia, sol e mar, al\u00e9m de encantadoras surpresas, capazes de conquistar todos aqueles que t\u00eam a oportunidade de conhecer este peda\u00e7o do nordeste. A tranquilidade aracajuana contrasta com as linhas planejadas de uma cidade moderna com lugares fascinantes, que enchem os olhos com suas belezas naturais e sua riqueza hist\u00f3rica.<\/p>\n<p><strong>CENTRO HIST\u00d3RICO E OUTROS PONTOS TUR\u00cdSTICOS<\/strong><\/p>\n<p>Aqui voc\u00ea vai encontrar os mercados Ant\u00f4nio Franco (1926) e o Thales Ferraz (1949), agora reformados. Um excelente complexo de cultura, hist\u00f3ria e tamb\u00e9m um \u00f3timo local de compras de artesanato e comidas t\u00edpicas.<\/p>\n<p><strong>Cal\u00e7ad\u00e3o da Rua Jo\u00e3o Pessoa<\/strong><\/p>\n<p>Localizado a 200 dos mercados \u00e9 um excelente complemento para esse passeio onde encontramos o centro da nossa capital. Diversos bancos, lojas, restaurantes, casas lot\u00e9ricas e os mais variados segmentos comerciais onde voc\u00ea poder\u00e1 tamb\u00e9m caminhar no cal\u00e7ad\u00e3o da rua de Laranjeiras.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Fausto Cardoso<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 onde verdadeiramente come\u00e7a o cal\u00e7ad\u00e3o da rua Jo\u00e3o Pessoa, tamb\u00e9m conhecida como Pra\u00e7a do Pal\u00e1cio ou Pra\u00e7a dos Tr\u00eas Poderes, \u00e9 onde est\u00e1 a antiga sede do Governo Estadual.<\/p>\n<p><strong>Ponte do Imperador<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip5.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"311\" height=\"208\" \/><\/p>\n<p>Situada bem a frente da pra\u00e7a Fausto Cardoso \u00e9 um marco na hist\u00f3ria da cidade, fundada em 11 de Janeiro de 1860, durante muitos anos serviu de ancoradouro para embarque de passageiros e mercadorias. Hoje \u00e9 sede do Museu de Rua.<\/p>\n<p><strong>Centro de Turismo e Artesanato<\/strong><\/p>\n<p>Com uma arquitetura ligada ao ecletismo, o pr\u00e9dio abriga hoje o Museu do Artesanato e tamb\u00e9m o Bureau de Informa\u00e7\u00f5es Tur\u00edsticas.<\/p>\n<p><strong>Cal\u00e7ad\u00e3o 13 de Julho<\/strong><\/p>\n<p>Localizado na zona nobre de Aracaju, o cal\u00e7ad\u00e3o do bairro 13 de Julho \u00e9 uma das melhores op\u00e7\u00f5es para quem quer caminhar e sentir a brisa do rio Sergipe se encontrando com o mar. O complexo do cal\u00e7ad\u00e3o ainda conta com pista para cooper, parque infantil,quadras de esportes, mirante e quiosques.<\/p>\n<p><strong>Passarela do Caranguejo<\/strong><\/p>\n<p>O point mais alto astral e badalado de Aracaju, localizado na praia de Atalaia, abriga os melhores bares da cidade. M\u00fasica ao vivo, \u00e1gua de coco, cerveja gelada, petiscos saborosos, caranguejo e muita gente bonita te esperam para curtir a noite sergipana na beira da praia.<\/p>\n<p><strong>Parque da Cidade<\/strong><\/p>\n<p>Recentemente reformado, o Parque da Cidade volta a ser novamente uma op\u00e7\u00e3o de lazer e divers\u00e3o para a fam\u00edlia sergipana e o turista que visita Aracaju. O parque oferece quadras esportivas, pista para caminhadas e ciclismo, zool\u00f3gico, lanchonete e restaurante. Destaque para o telef\u00e9rico que percorre o parque de ponta a ponta.<\/p>\n<p><strong>Orla do Bairro Industrial<\/strong><\/p>\n<p>Pr\u00f3ximo ao Cal\u00e7ad\u00e3o e ao lado dos mercados centrais, \u00e9 outro ponto da cidade que foi recentemente revitalizado com bares e restaurantes. Atualmente foi contemplado com uma bela vista que abrange a ponte Aracaju \u0096 Barra, inaugurada h\u00e1 pouco mais de 2 anos. Destaque ainda para o novo mirante, que possibilita uma vis\u00e3o mais ampla do local.<\/p>\n<p><strong>Ocean\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>O Ocean\u00e1rio de Aracaju apresenta em sua estrutura diversos aqu\u00e1rios contendo exemplares da vida marinha presentes no litoral do nosso pa\u00eds. O principal destaque fica por conta das tartarugas marinhas do Projeto Tamar. O complexo ainda ressalta as id\u00e9ias de preserva\u00e7\u00e3o ambiental e a aproxima\u00e7\u00e3o com as esp\u00e9cies marinhas.<\/p>\n<p><strong>Parque da Sementeira<\/strong><\/p>\n<p>Este belo parque passou por uma recente revitaliza\u00e7\u00e3o, proporcionando assim maior conforto e seguran\u00e7a para esportistas que fazem caminhadas e ciclismo. Para o lazer em fam\u00edlia o parque tem pedalinho, restaurante, lanchonete e espa\u00e7o para piquenique.<\/p>\n<h4>HIST\u00d3RIA E FOLCLORE SERGIPANOS<\/h4>\n<h2 class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip6.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"333\" height=\"259\" \/><\/h2>\n<p>Sergipe tamb\u00e9m tem muita hist\u00f3ria pra contar. As cidades de Laranjeiras e S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o (sendo esta \u00faltima a quarta cidade mais antiga do Brasil) guardam em suas ruas, pr\u00e9dios, museus e arquivos grandes momentos da hist\u00f3ria do estado, o que fez com que ambas as cidades fossem tombadas pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico Nacional.<\/p>\n<p>A beleza de seus acervos arquitet\u00f4nico, cultural e religioso rendem at\u00e9 hoje o destaque destas duas cidades n\u00e3o apenas dentro das demais cidades sergipanas, como entre as grandes cidades hist\u00f3ricas do nosso pa\u00eds.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip7.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"194\" height=\"248\" \/><\/p>\n<p>S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o traz consigo a mem\u00f3ria da primeira capital de Sergipe. Fundada por Crist\u00f3v\u00e3o de Barros em 1590, al\u00e9m de preservar um bel\u00edssimo conjunto arquitet\u00f4nico dos s\u00e9culos XVII e XVIII, desenvolvido segundo o modelo urbano portugu\u00eas, e um folclore, com sua maior representatividade nos Bacamarteiros conhecidos em todo o estado, destaca-se pelo seu patrim\u00f4nio religioso, que inclui diversas igrejas como a Matriz Nossa Senhora da Vit\u00f3ria e a do S\u00e3o Francisco, conventos, como o do Carmo, que inclui em seu complexo a Igreja e a Ordem Terceira, e o Museu de Arte Sacra de Sergipe, o terceiro maior do pa\u00eds em n\u00famero de pe\u00e7as expostas.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip8.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"312\" height=\"236\" \/><\/p>\n<p>Em Laranjeiras, al\u00e9m do vasto complexo religioso, que inclui 16 igrejas, entre elas a do Bom Jesus dos Navegantes e a de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o da Comandaroba, o patrim\u00f4nio cultural \u00e9 preservado e apresentado ao p\u00fablico como forma de manuten\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria do estado.<\/p>\n<p>A cidade, que se desenvolveu atrav\u00e9s da produ\u00e7\u00e3o de cana-de-a\u00e7\u00facar e cresceu \u00e0s custas do trabalho escravo, hoje \u00e9 conhecida como o ber\u00e7o da cultura negra de Sergipe e re\u00fane um grande n\u00famero de manifesta\u00e7\u00f5es folcl\u00f3ricas, por diversas vezes divulgadas em n\u00edvel nacional.<\/p>\n<p>A chegan\u00e7a, as taieiras, os lambe-sujos e os caboclinhos s\u00e3o algumas das express\u00f5es que atraem diversos curiosos e simpatizantes do folclore regional todos os anos para as festas realizadas na cidade.<\/p>\n<h4>AS RIQUEZAS NATURAIS DO ESTADO<\/h4>\n<p>O esfor\u00e7o conjunto do homem e da natureza deu ao Agreste sergipano um dos mais belos espet\u00e1culos do planeta. Paisagens bel\u00edssimas, forma\u00e7\u00f5es rochosas deslumbrantes, \u00e1gua cristalina, trilhas ecol\u00f3gicas, vegeta\u00e7\u00e3o exuberante e fauna diversificada: Isso \u00e9 Xing\u00f3, localizado no munic\u00edpio de Canind\u00e9 do S\u00e3o Francisco, a 213 km da capital.<\/p>\n<p>Navegar por entre as rochas dessa gigantesca muralha encravada no meio do Alto Sert\u00e3o de Sergipe \u00e9 algo inesquec\u00edvel. S\u00e3o vales grandiosos, formando canyons de 50 metros de altura, circundando um lago que, em alguns pontos, atinge at\u00e9 190 metros de profundidade. Ninhais de gar\u00e7as e ilhas flutuantes completam o espet\u00e1culo.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip9.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"314\" height=\"244\" \/><\/p>\n<p>Em Xing\u00f3, a natureza caprichou em todos os detalhes. As rochas guardam vest\u00edgios dos primeiros habitantes da regi\u00e3o, que ali viveram a mais de oito mil anos. E, tamb\u00e9m, as marcas das andan\u00e7as do bando de Virgolino Ferreira da Silva, o Lampi\u00e3o, em tempos menos distantes.<\/p>\n<p>A trilha de Angico, no munic\u00edpio de Po\u00e7o Redondo, leva \u00e0 grota do mesmo nome, local onde morreram Lampi\u00e3o, Maria Bonita e mais nove companheiros. Ver e dar um mergulho no rio S\u00e3o Francisco \u00e9 uma emo\u00e7\u00e3o muito forte, uma experi\u00eancia cheia de energia.<\/p>\n<p>Mas emocionante, mesmo, \u00e9 conhecer o Canyon de S\u00e3o Francisco e o Lago de Xing\u00f3 \u0096 resultado do represamento de parte do rio para a constru\u00e7\u00e3o da Hidrel\u00e9trica de Xing\u00f3 \u0096 mergulhar nas suas \u00e1guas esverdeadas e sentir a grandiosidade proporcionada por pared\u00f5es de arenito rochoso, contrastando com p\u00e1ssaros de diversas esp\u00e9cies \u00e9 um espet\u00e1culo \u00e0 parte.<\/p>\n<p>Em pleno semi \u0096 \u00e1rido nordestino, na ponta de entrada da caatinga, tendo ao fundo a Serra do Chap\u00e9u de Couro, o canyon, com seu lago naveg\u00e1vel por 60 quil\u00f4metros \u0096 de Xing\u00f3 a Paulo Afonso \u0096 oferece deslumbramento em cada reentr\u00e2ncia de seus pared\u00f5es.<\/p>\n<p>As antes inaveg\u00e1veis corredeiras deram lugar a \u00e1guas mais calmas, possibilitando inesquec\u00edveis passeios de catamar\u00e3 num labirinto de bel\u00edssimas forma\u00e7\u00f5es rochosas, de 60 milh\u00f5es de anos de exist\u00eancia, que infundem respeito e admira\u00e7\u00e3o em quem as contempla. De catamar\u00e3 ou lancha, percorrer esse mar em pleno sert\u00e3o \u0096 que une os estados da Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco \u0096 \u00e9 uma sucess\u00e3o de belas imagens, geradas pela evolu\u00e7\u00e3o dos p\u00e1ssaros ao entardecer e pelas formas de seus rochedos, identificados um a um pelos ribeirinhos.<\/p>\n<p>O mais famoso \u00e9 a Pedra da \u00c1guia, um capricho da natureza com a forma da ave. Todos os passeios incluem paradas para mergulho, sendo um dos melhores pontos a Gruta do Talhado.<\/p>\n<h4>LITORAL SUL DO ESTADO \u0096 COSTA DAS DUNAS<\/h4>\n<p>As praias do Saco, Aba\u00eds, Pontal, Terra Ca\u00edda, Caueira e a ilha do Sossego traduzem a beleza de toda a Costa das Dunas, na regi\u00e3o Sul de Sergipe. Uma regi\u00e3o que se completa com Mangue Seco, na Bahia, onde o escritor Jorge Amado inspirou- se para o romance Tieta. Chega \u0096 se a ela por Sergipe.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip10.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"315\" height=\"201\" \/><\/p>\n<p>Em Est\u00e2ncia, as praias do Aba\u00eds e Saco t\u00eam completa infra \u0096 estrutura tur\u00edstica, com pousadas, hot\u00e9is, camping e restaurantes. Dunas e coqueirais silvestres s\u00e3o um privil\u00e9gio de toda a regi\u00e3o. Um verdadeiro para\u00edso litor\u00e2neo, que se estende at\u00e9 o munic\u00edpio de Itaporanga D\u0092Ajuda, precisamente \u00e0 praia da Caueira, um dos recantos mais encantadores de Sergipe.<\/p>\n<h4>HIST\u00d3RIA<\/h4>\n<p>Os portugueses logo perceberam que era necess\u00e1rio a conquista e coloniza\u00e7\u00e3o das terras sergipanas, ocupadas pelos \u00edndios e franceses (contrabandistas de pau-brasil), pois a liga\u00e7\u00e3o por terra entre Pernambuco e Bahia, principais n\u00facleos econ\u00f4micos da Col\u00f4nia, estava prejudicada. A primeira tentativa de coloniza\u00e7\u00e3o de Sergipe ocorreu em 1575, quando foram enviados para perto do rio Real os padres Gaspar Louren\u00e7o e Jo\u00e3o Sal\u00f4nio, com o objetivo de catequizar os \u00edndios.<\/p>\n<p>Fundaram a aldeia de S\u00e3o Tom\u00e9, no povoado de Santa Luzia. Os jesu\u00edtas conquistaram facilmente os \u00edndios que ali viviam.A conquista gerou guerras sangrentas e terminou em 1\u00ba de janeiro de 1590, quando Crist\u00f3v\u00e3o de Barros venceu o cacique Boi peba (Serigy).Nessa \u00e9poca, Portugal estava sob o dom\u00ednio da Espanha. Crist\u00f3v\u00e3o de Barros, por ordem do rei Felipe II., fundou a capitania de Sergipe Del Rey, abrindo o caminho entre a Bahia e Pernambuco.<\/p>\n<p>Os objetivos da Coroa eram alcan\u00e7ados. Por causa da conquista das terras de Sergipe e porque era amigo dos donos de engenhos e do rei de Portugal, o portugu\u00eas Crist\u00f3v\u00e3o Cardoso de Barros foi nomeado governador da capitania de Sergipe Del Rey. Crist\u00f3v\u00e3o de Barros edificou um fortim e fundou o arraial de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, pr\u00f3ximo ao rio Poxim, que ficou sendo a sede do Governo.<\/p>\n<p>Anos depois o arraial tornou-se uma vila e passou a ser chamado de vila de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o. Outras vilas foram fundadas nas regi\u00f5es do rio Real e do rio Piau\u00ed, ao sul do estado, e nas terras banhadas pelo Vaza-Barris, Cotinguiba e rio Sergipe, ao norte do Estado.<\/p>\n<p>Ao deixar a terra sergipana, Crist\u00f3v\u00e3o de Barros escolheu Tom\u00e9 da Rocha para ser o capit\u00e3o-mor da nova capitania.<\/p>\n<p>Este come\u00e7ou a criar gado e plantar cana-de-a\u00e7\u00facar nas terras de Sergipe. Quando foi fundada a cidade de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, que ficou sendo a capital da prov\u00edncia de Sergipe, muitos negros foram trazidos da \u00c1frica para trabalhar como escravos na lavoura da cana-de-a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p>Em 1594, Tom\u00e9 da Rocha foi substitu\u00eddo por Diogo de Quadros e a coloniza\u00e7\u00e3o se fez lentamente. Expandiu-se a cria\u00e7\u00e3o de gado, principal setor de desenvolvimento da capitania, com a finalidade de abastecer a Bahia.<\/p>\n<h4>ARACAJU<\/h4>\n<p>Aracaju orgulha-se de seu novo perfil, marcado pelas largas avenidas e pela moderna arquitetura dos novos edif\u00edcios. Seus shopping centers s\u00e3o bem equipados e o aeroporto \u00e9 um dos melhores do pa\u00eds. Os 445.555 habitantes da capital sergipana desfrutam de uma qualidade de vida superior \u00e0 m\u00e9dia nacional.<\/p>\n<p>A Praia de Atalaia, um dos cart\u00f5es-postais da capital, \u00e9 bem iluminada e concentra bons hot\u00e9is, restaurantes e bares com mesas na cal\u00e7ada. Nas barraquinhas \u00e0 beira-mar, saboreia-se a mais doce e refrescante \u00e1gua de coco do Nordeste, vendida inclusive em Salvador.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o p\u00e1ra por a\u00ed. No litoral de Aracaju ficam ainda as praias de Aruana, Robalo, N\u00e1ufragos, Ref\u00fagio e Mosqueiro, todas com uma larga faixa de areia batida, \u00e1guas rasas e mornas. Sem pressa, os visitantes v\u00e3o descobrir porque Aracaju \u00e9 o lugar ideal para ser feliz, como na can\u00e7\u00e3o de Caetano Veloso.<\/p>\n<p>Capital projetada antes de Bras\u00edlia<\/p>\n<p>Desde 1669, j\u00e1 h\u00e1 not\u00edcias do povoado de Santo Antonio de Aracaju, situado \u00e0 beira-mar. Mas o vilarejo s\u00f3 ganhou status de cidade tempos depois.<\/p>\n<p>Em 17 de mar\u00e7o de 1855, o presidente da Prov\u00edncia de Sergipe, In\u00e1cio Barbosa, elevou Aracaju \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de cidade e imediatamente transferiu a capital \u0096 at\u00e9 ent\u00e3o S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o \u0096 para l\u00e1. \u00c9 por isso que se diz que Aracaju j\u00e1 nasceu capital.<\/p>\n<p>A nova capital ganhou projeto urban\u00edstico elaborado por uma comiss\u00e3o de engenheiros, coordenada por Sebasti\u00e3o Bas\u00edlio Pirro. O lugar foi escolhido porque suas caracter\u00edsticas f\u00edsicas asseguravam um \u00f3timo porto. Assim, Aracaju passou a ser a primeira cidade planejada do Brasil, mais de um s\u00e9culo antes de Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>De 1910 a 1930, a nova capital ganhou um perfil urbano. As primeiras inova\u00e7\u00f5es vieram no in\u00edcio do s\u00e9culo: bonde de tra\u00e7\u00e3o animal (1901), \u00e1gua encanada (1908) e cinema (1909). Ao longo das d\u00e9cadas de 10 e 20, chegaram os servi\u00e7os de energia el\u00e9trica (bondes el\u00e9tricos em 1926), esgoto, aterros e drenagem de lagoas e p\u00e2ntanos<\/p>\n<h4>OCEAN\u00c1RIO<\/h4>\n<p>O Ocean\u00e1rio de Aracaju fica na Orla de Atalaia, em Aracaju, o primeiro ocean\u00e1rio do Nordeste, com cerca de 60 esp\u00e9cies de peixes, vertebrados e crust\u00e1ceos que habitam o litoral sergipano. A nova atra\u00e7\u00e3o deve se tornar em pouco tempo um importante instrumento de informa\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p>O Ocean\u00e1rio chama a aten\u00e7\u00e3o pelo interessante formato de tartaruga gigante, feita de palha, e abriga 18 aqu\u00e1rios, cinco dos quais de \u00e1gua doce, e dois tanques repletos de peixes, tartarugas, lagostas, cavalos-marinhos, estrelas-do-mar, entre uma infinidade de outros animais marinhos.<\/p>\n<p>Melhor de tudo: \u00e9 poss\u00edvel ver o fundo do mar. As imagens s\u00e3o captadas por uma c\u00e2mera submarina instalada a 12 metros de profundidade, na plataforma da Petrobr\u00e1s Camurim-09, localizada em frente ao ocean\u00e1rio, a uma dist\u00e2ncia de 10 quil\u00f4metros da praia.<\/p>\n<h4>PRAIAS<\/h4>\n<p>Aqui tudo \u00e9 f\u00e1cil, perto e gostoso. Quem j\u00e1 conhece Sergipe sabe que isso \u00e9 verdadeiro. Aracaju \u00e9 o port\u00e3o de entrada, com seus 30 km de orla. As praias da Coroa do Meio, Atalaia, Aruana, Robalo, N\u00e1ufragos, Ref\u00fagio e Mosqueiro fazem esse conjunto litor\u00e2neo de extrema beleza onde a pedida \u00e9 tomar \u00e1gua de coco e degustar os petiscos feitos com frutos do mar.<\/p>\n<p>Nos bares e restaurantes r\u00fasticos da orla s\u00e3o servidas deliciosas moquecas de arraia e de ca\u00e7\u00e3o, caldinhos variados, past\u00e9is, peixes fritos, pir\u00e3o de guaiamum e os tradicionais caranguejos.<\/p>\n<p>H\u00e1 outras praias no Estado igualmente belas. A Atalaia Nova, em Barra dos Coqueiros, as praias do Aba\u00eds e Saco, em Est\u00e2ncia e Crasto, em Santa Luzia do Itanhy, no sul de Sergipe. Na mesma regi\u00e3o, a praia da Caueira, em Itaporanga d\u0092Ajuda. No norte, a exc\u00eantrica praia de Piramb\u00fa, um lugarejo que no passado foi uma col\u00f4nia de pescadores, que ainda resistem e mant\u00eam-se na regi\u00e3o.<\/p>\n<h4>AREIA BRANCA<\/h4>\n<p>Situada a 31 km da Capital, tem apenas 22 anos de emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Situada na regi\u00e3o do Cotinguiba, caminho de entrada da regi\u00e3o do agreste. A festa de S\u00e3o Jo\u00e3o dessa cidade \u00e9 considerada uma das melhores do Brasil. \u00c9 uma tradi\u00e7\u00e3o popular bem pr\u00f3pria desse povo nordestino. Conta com um forr\u00f3dromo de 50.000m2.<\/p>\n<h4>BARRA DOS COQUEIROS<\/h4>\n<p>(Ilha de Santa Luzia \u0096 Atalaia Nova) \u0096 Foi conhecida pelos franceses que navegavam rio adentro para fazer com\u00e9rcio com ind\u00edgenas que habitavam suas margens. Esse munic\u00edpio \u00e9 dividido pelos povoados de Barra dos Coqueiros, Atalaia Nova e junto ao Porto Mar\u00edtimo na Praia da Costa, existe alguns povoados como: Capu\u00e3, Olhos D\u0092\u00c1gua e Canal que sobrevivem da pesca primitiva e da cultura do coco. \u00c9 ponto tur\u00edstico principal de Sergipe e fica a 3 km de Aracaju.<\/p>\n<h4>CANIND\u00c9 DO S\u00c3O FRANCISCO<\/h4>\n<p>186 km a separam da Capital, sua povoa\u00e7\u00e3o data o in\u00edcio da prov\u00edncia concedida em 1629 ao desembargador Burgos. At\u00e9 o in\u00edcio do s\u00e9culo passado apresentava somente de 3 a 4 Desperjas. A primeira casa, por ser costume d\u00e1 surgimento a um povoado. Em 1936 j\u00e1 contava com 120 casas e uma capela. At\u00e9 que em 25\/12\/53 \u00e9 elevada \u00e0 categoria de cidade inaugurada em 6\/3\/87 a nova Canind\u00e9 do S\u00e3o Francisco. XING\u00d3 PARQUE HOTEL.<\/p>\n<h4>EST\u00c2NCIA<\/h4>\n<p>Fundada em 1621, por Pedro Homem. Monumentos e bustos em bronze homenageiam alguns personagens. Entre eles D. Pedro II., que expressou a frase: \u0093Est\u00e2ncia Jardim de Sergipe\u0094. Terra de grandes festejos folcl\u00f3ricos, destacando-se sua padroeira Nossa Senhora de Guadalupe, em 12\/12 atraindo grandes multid\u00f5es. Localiza-se a 65 km da capital. Seu forr\u00f3 \u00e9 um atrativo internacionalmente conhecido pelas atra\u00e7\u00f5es dos busca-p\u00e9s, pisa-p\u00f3lvora, barco de fogos, batuques e samba de coco.<\/p>\n<h4>INDIAROBA<\/h4>\n<p>A \u0093Terra do Divino\u0094, fica a 99 km da Capital. Se ostenta como um templo ecol\u00f3gico no seu extenso estu\u00e1rio cercado por um forte manguesal, com exuberante fauna estu\u00e1ria. Com a abertura da \u0093Linha Verde\u0094, transformou-se em um ponto de liga\u00e7\u00e3o entre Sergipe e o Estado da Bahia, ficando a 190 km de Salvador.<\/p>\n<h4>ITABAIANA<\/h4>\n<p>S\u00e3o 50 km de rodovias bem cuidadas que a distanciam da Capital. Tem-se na hist\u00f3ria a lenda contada por moradores, da exist\u00eancia de ouro, prata e salitre. Contudo, sem garimpo, Itabaiana em sua atra\u00e7\u00e3o maior \u00e9 a feira do ouro e lojas especializadas neste tipo de com\u00e9rcio.<\/p>\n<h4>ITAPORANGA D\u0092AJUDA<\/h4>\n<p>Fundada no s\u00e9culo XVI pelo padre jesu\u00edta Gaspar Louren\u00e7o, tamb\u00e9m chefe ind\u00edgena Surubim, tem como padroeira a Senhora D\u0092Ajuda. A 29 km da Capital, suas fontes de rendas s\u00e3o a pecu\u00e1ria e a agricultura. Tem como atra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica, artesanato de renda e cer\u00e2mica.<\/p>\n<h4>LARANJEIRAS<\/h4>\n<p>Cidade Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico Nacional, fica a 17 km da Capital Aracaju, situada no Vale do Cotinguiba. \u00c9 considerada um \u0093Museu a C\u00e9u Aberto\u0094, pois preserva as caracter\u00edsticas coloniais de sua funda\u00e7\u00e3o na sua Arquitetura e na sua Cultura. <strong>Cidade cen\u00e1rio para grandes temas da Rede Globo como:<\/strong> \u0093Ti\u00eata\u0094 e \u0093Tereza Batista\u0094, possui monumentos religiosos espetaculares, como o Conjunto do RETIRO, 1\u00aa Resid\u00eancia dos Jesu\u00edtas no Vale do Cotinguiba, a igreja de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o da Com andaroba, e v\u00e1rias outras, Casarios e Sobrados de antigos Senhores de Engenhos.<\/p>\n<p>Possui manifesta\u00e7\u00f5es \u00fanicas no Pa\u00eds, como o Combate do Lambe-Sujo X Caboclinho, v\u00e1rios grupos folcl\u00f3ricos e parafolcl\u00f3ricos, patrim\u00f4nios naturais como a Pedra Furada e algumas Cavernas e Museus, destacando-se o Museu Afro-Brasileiro de Sergipe, dedicado \u00e0 Cultura Negra, recebendo visitas ilustres como D. Pedro II., Senadores e Embaixadores. Terra de Jo\u00e3o Ribeiro e Hor\u00e1cio Hora, mostrando assim porque tem o t\u00edtulo de \u0093ATENAS SERGIPANA<\/p>\n<h4>NE\u00d3POLIS<\/h4>\n<p>\u00c9 um munic\u00edpio dominado pela paisagem do rio S\u00e3o Francisco a 112 km da Capital. Situada nesse mesmo rio encontram-se algumas ilhas, destacamos as de Nozinho, Sa\u00fade e Mato. Sua riqueza vem da agricultura, pecu\u00e1ria, silvicultura, ind\u00fastria extrativa, cer\u00e2mica, olaria, etc. Fica vizinho a Santana do S\u00e3o Francisco (Ex-Carrapicho).<\/p>\n<h4>PIRAMBU<\/h4>\n<p>Distanciada da capital por 74 km, fica situada num lugar paradis\u00edaco por sua beleza natural. \u00d3tima escolha para se passear finais de semana. H\u00e1 pousadas, restaurantes e cho\u00e7as com sua gastronomia regional. L\u00e1 existe o Projeto Tamar, onde se preservam as Tartarugas marinhas, protegendo a desova.<\/p>\n<h4>PROPRI\u00c1<\/h4>\n<p>Localizada a 94 km de Aracaju \u00e0s margens do S\u00e3o Francisco. O principal produto \u00e9 o arroz. Conta com o cultivo do milho, mandioca e outros. Sua pesca \u00e9 artesanal. De rara atra\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo constru\u00eddo o Museu do Canga\u00e7o. A festa de Bom Jesus dos Navegantes \u00e9 o ponto mais alto do turismo.<\/p>\n<h4>SALGADO<\/h4>\n<p>S\u00e3o 54 km da Capital at\u00e9 a cidade de Salgado. Seu povoado se faz reconhecer desde a segunda metade do s\u00e9culo passado. Foram as \u00e1guas medicinais da fonte Termal que vem sendo a principal riqueza natural. Sua economia se fundamenta na agricultura e pecu\u00e1ria, tendo como atra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica piscinas e fontes.<\/p>\n<h4>S\u00c3O CRIST\u00d3V\u00c3O<\/h4>\n<p>A quarta cidade mais velha do Brasil e primeira capital de Sergipe Del Rey. Dista da capital pela BR 101, 27 km e pela rodovia Jo\u00e3o Bebe \u00c1gua, 17 km. A exemplo de outras cidades brasileiras da \u00e9poca de sua coloniza\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o desenvolveu-se segundo o modelo portugu\u00eas de cidade em dois planos: cidade alta com a sede do poder civil e religioso; e cidade baixa com o porto, f\u00e1bricas e a popula\u00e7\u00e3o de baixa renda.<\/p>\n<p>Possui um dos conjuntos arquitet\u00f4nicos mais bonitos do pa\u00eds, \u00e9 marcada principalmente por seus belos monumentos hist\u00f3ricos como: o museu de Arte-Sacra (um dos mais belos do pa\u00eds), o museu hist\u00f3rico (sobrado do antigo pal\u00e1cio provincial), al\u00e9m de suas belas igrejas com seus altares e ret\u00e1bulos em madeira esculpida dourada no estilo neocl\u00e1ssico. Boas op\u00e7\u00f5es: RESTAURANTES BELAS ARTES \u0096 CENTRO E TIA IVONETE \u0096 PIER DO CATAMAR\u00c3.<\/p>\n<h4>TOBIAS BARRETO<\/h4>\n<p>Seu primeiro nome foi Rio Real de Lima. Em 1943, por decreto recebe esse nome em homenagem ao poeta, fil\u00f3sofo e jurisconsulto consagrado nos mais altos meios culturais do Pa\u00eds , o seu filho Tobias Barreto de Menezes. Suas riquezas econ\u00f4micas tem em suas reservas grandes diversidades. Artesanato em bordados tem atra\u00eddo turistas, assim como a festa de Nossa Senhora Imperatriz, a principal do ano, reunindo pessoas de toda vizinhan\u00e7a. Fica a 130 km de Aracaju.<\/p>\n<h4>DIST\u00c2NCIAS EM Km DE ARACAJU PARA:<\/h4>\n<table id=\"table1\" border=\"0\" width=\"90%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"15\"><strong>Amparo do S\u00e3o Francisco<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">116 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"15\"><strong>Malhada dos Bois<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"15\">82 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Aquidab\u00e3<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">98 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Malhador<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">49 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Arau\u00e1<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">99 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Maruim<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">30 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Arei Branca<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">36 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Moita Bonita<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">64 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Barra dos Coqueiros<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">02 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Monte Alegre<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">156 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Boquim<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">82 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Muribeca<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">72 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Brejo Grande<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">137 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Ne\u00f3polis<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">121 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Campo do Brito<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">64 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Nossa Senhora Aparecida<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">93 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Canhoba<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">124 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Nossa Senhora da Gl\u00f3ria<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">126 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Canind\u00e9 do S\u00e3o Francisco<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">213 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Nossa Senhora das Dores<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">72 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Capela<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">67 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Nossa Senhora de Lourdes<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">152 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Carira<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">112 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Nossa Senhora do Socorro<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">13 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Carm\u00f3polis<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">47 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Pacatuba<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">116 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Cedro de S\u00e3o Jo\u00e3o<\/strong><\/td>\n<td align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">\n<p class=\"tabela\" align=\"right\">94 Km<\/p>\n<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Pedra Mole<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">95 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Cristin\u00e1polis<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">115 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Pedrinhas<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">89 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Cumbe<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">90 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Pinh\u00e3o<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">98 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Divina Pastora<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">39 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Piramb\u00fa<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">76 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Est\u00e2ncia<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">68 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Po\u00e7o Redondo<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">184 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Feira Nova<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">104 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Po\u00e7o Verde<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">145 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Frei Paulo<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">74 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Porto da Folha<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">190 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Gararu<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">161 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Propri\u00e1<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">98 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>General Maynard<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">45 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Riach\u00e3o do Dantas<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">99 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Graccho Cardoso<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">118 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Riachuelo<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">29 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Ilha das Flores<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">135 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Ribeir\u00f3polis<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">75 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Indiaroba<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">100 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Ros\u00e1rio do Catete<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">37 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Itabaiana<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">58 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Salgado<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">53 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Itabaianinha<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">118 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Santa Luzia do Itanhy<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">76 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Ilha das Flores<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">135 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Santa Rosa de Lima<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">49 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Indiaroba<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">100 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Santo Amaro das Brotas<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">37 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Itabaiana<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">58 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">25 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Itabaianinha<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">118 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>S\u00e3o Domingos<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">76 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Itab\u00ed<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">138 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>S\u00e3o Francisco<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">85 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Itaporanga D`Ajuda<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">29 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>S\u00e3o Miguel do Aleixo<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">95 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Japaratuba<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">54 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Sim\u00e3o Dias<\/strong><\/td>\n<td align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">\n<p class=\"tabela\" align=\"right\">100 Km<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"18\"><strong>Japoat\u00e3<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">94 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"18\"><strong>Siriri<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"18\">55 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Lagarto<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">75 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Telha<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">107 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Laranjeiras<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">20 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Tobias Barreto<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">127 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Macambira<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\">74 Km<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Tomar do Geru<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">131 Km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><\/td>\n<td align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\"><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"30%\" height=\"21\"><strong>Umba\u00faba<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"15%\" height=\"21\">98 Km<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Pontos Tur\u00edsticos<\/h4>\n<p><strong>Aracaju<\/strong><\/p>\n<p>Cidade e porto fluvial do nordeste do Brasil, capital do estado de Sergipe, situada \u00e0s margens do rio Cotinguiba, pr\u00f3ximo ao oceano Atl\u00e2ntico. Ligada ao interior por ferrovia, \u00e9 a sede das ind\u00fastrias especializadas no setor t\u00eaxtil, artigos de couro, sab\u00e3o e cal. A atividade comercial de exporta\u00e7\u00e3o \u00e9 baseada em produtos como a madeira, caf\u00e9, algod\u00e3o, couro e artigos de couro, a\u00e7\u00facar, arroz, coco e sal.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip22.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"313\" height=\"126\" \/><\/p>\n<p>O pequeno povoado de Santo Antonio do Aracaju foi escolhido para substituir a cidade de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o como capital do estado devido a seu excelente porto, sobre um afluente da margem direita do rio Sergipe. Em 1855 o governador Joaquim Barbosa encomendou a um engenheiro militar o tra\u00e7ado, em forma de tabuleiro de xadrez, da nova capital, que foi assim a primeira cidade planejada do Brasil.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de suas fun\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias e administrativas, Aracaju desempenha o papel de centro das comunica\u00e7\u00f5es terrestres entre o porto e o interior, estendendo sua influ\u00eancia at\u00e9 o norte da Bahia, e tem uma vida cultural de razo\u00e1vel intensidade, na qual uma das institui\u00e7\u00f5es mais destacadas \u00e9 a Universidade Federal de Sergipe.<\/p>\n<p><strong>Atra\u00e7\u00f5es tur\u00edsticas<\/strong><\/p>\n<p>Menor estado brasileiro em \u00e1rea, Sergipe situa-se no litoral do Nordeste, entre Alagoas e Bahia. O clima tropical \u00e9 \u00famido na Zona da Mata e mais \u00e1rido no sert\u00e3o. No litoral h\u00e1 praias muito visitadas, como a de Atalaia Velha, em Aracaju, a capital. Primeira cidade planejada do pa\u00eds, Aracaju tem papel importante na resist\u00eancia contra os franceses no per\u00edodo colonial. O acervo arquitet\u00f4nico dessa \u00e9poca \u00e9 conservado em S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o \u0096 a primeira capital do estado, tombada como monumento nacional \u0096 e Laranjeiras, um dos maiores centros produtores de a\u00e7\u00facar do per\u00edodo colonial.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip23.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"313\" height=\"216\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip24.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"312\" height=\"208\" \/><\/p>\n<p>Na culin\u00e1ria predominam pratos \u00e0 base de peixes e crust\u00e1ceos, entre eles a moqueca de pitu, a caranguejada e o surubim na brasa. H\u00e1 tamb\u00e9m doces feitos com frutas locais, como o jenipapo. No interior \u00e9 famosa a pa\u00e7oca, carne desfiada com farinha de mandioca. A festa de S\u00e3o Jo\u00e3o \u00e9 a mais popular do estado, comemorada principalmente nos munic\u00edpios de Areia Branca e Est\u00e2ncia. No artesanato destacam-se os produtos confeccionados em cer\u00e2mica, couro, madeira e corda.<\/p>\n<h4>HIST\u00d3RIA<\/h4>\n<p>Como ocorre nos demais estados nordestinos, o litoral de Sergipe tamb\u00e9m \u00e9 frequentado por cors\u00e1rios franceses interessados no escambo de pau-brasil com os \u00edndios. A madeira \u00e9 o principal produto econ\u00f4mico da regi\u00e3o at\u00e9 o in\u00edcio do s\u00e9culo XVII.<\/p>\n<p>Entre o final do s\u00e9culo XVI e as primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XVII, a atua\u00e7\u00e3o dos mission\u00e1rios e de algumas expedi\u00e7\u00f5es militares afasta os franceses e vence a resist\u00eancia ind\u00edgena. Surgem os primeiros povoados, como o arraial de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, e engenhos de a\u00e7\u00facar. A exist\u00eancia de \u00e1reas inadequadas \u00e0 planta\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar no litoral, no entanto, favorece o surgimento das primeiras cria\u00e7\u00f5es de gado. Sergipe torna-se ent\u00e3o um fornecedor de animais de tra\u00e7\u00e3o para as fazendas da Bahia e de Pernambuco.<\/p>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m uma significativa produ\u00e7\u00e3o de couro. Passa a ser capitania independente com o nome de Sergipe d\u0092El Rey. Durante as invas\u00f5es holandesas, a regi\u00e3o sofre com a devasta\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e volta a ficar subordinada \u00e0 capitania da Bahia.<\/p>\n<p>Em 1823, depois da Independ\u00eancia, Sergipe recupera sua autonomia. Mas o progresso da prov\u00edncia \u00e9 pequeno durante o Imp\u00e9rio, com exce\u00e7\u00e3o de um breve surto algodoeiro na segunda metade do s\u00e9culo XIX. O quadro permanece assim durante o primeiro per\u00edodo republicano, com setores das camadas m\u00e9dias urbanas sendo as \u00fanicas for\u00e7as a enfrentar a oligarquia local, como nas revoltas tenentistas em 1924.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><b>ATALAIA<\/b><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip25.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"315\" height=\"211\" \/><\/p>\n<p>Localizada na avenida Santos Dumont, Atalaia \u00e9 a mais extensa praia de Sergipe, com seis quil\u00f4metros, larga faixa de areia e mar raso, prop\u00edcio para as crian\u00e7as. \u00c9 tamb\u00e9m o maior atrativo tur\u00edstico da regi\u00e3o. Sua orla, que acaba de ser revitalizada, \u00e9 considerada uma das melhores do Brasil. Conta com quadras poliesportivas (a exemplo de t\u00eanis e futebol), lagos artificiais com chafarizes, Ocean\u00e1rio do projeto Tamar, sal\u00e3o de festas, delegacia de turismo, bares, quiosques onde n\u00e3o faltam as famosas tapiocas recheadas de queijo coalho, carne de sol, coco ralado, banana e canela e outras que a imagina\u00e7\u00e3o e o apetite mandarem.<\/p>\n<h4>PRAIA DO REF\u00daGIO<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip26.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"312\" height=\"206\" \/><\/p>\n<p>\u00c1guas l\u00edmpidas, cor de p\u00e9rola, com temperatura m\u00e9dia de 25\u00baC s\u00e3o uma constante nas praias de Sergipe. Refer\u00eancia tur\u00edstica obrigat\u00f3ria, o litoral sul \u00e9 composto por cerca de 24 quil\u00f4metros dessas belezas, dentre as quais se destaca as areias do Ref\u00fagio. L\u00e1, o banho de mar \u00e9 seguro, podendo-se andar at\u00e9 50 metros dentro d\u00b4 \u00e1gua, sem riscos.<\/p>\n<p>As ondas n\u00e3o s\u00e3o altas, o que possibilita \u00e0s pessoas desfrutar da natureza, composta por dunas e coqueirais. Outra vantagem \u00e9 a infra-estrutura que o lugar oferece. Ao longo de toda a avenida Jos\u00e9 Sarney, onde a praia est\u00e1 localizada, bares e restaurantes agradam sobretudo aos visitantes que buscam saborear as comidas t\u00edpicas regi\u00e3o, a exemplo do caranguejo ou da carne de sol.<\/p>\n<h4>PIRAMBU<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip27.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"314\" height=\"233\" \/><\/p>\n<p>A recente inaugura\u00e7\u00e3o da ponte Construtor Jo\u00e3o Alves, uma das maiores do g\u00eanero urbano do Brasil, facilitou a locomo\u00e7\u00e3o e encurtou a dist\u00e2ncia rumo ao litoral norte de Sergipe. Para quem tem como destino Pirambu, um dos roteiros mais procurados da regi\u00e3o, o trajeto foi reduzido de 68 para 32 quil\u00f4metros.<\/p>\n<p>Apesar de a popula\u00e7\u00e3o de Pirambu sobreviver da pesca, o turismo \u00e9 tamb\u00e9m ponto alto no munic\u00edpio, onde s\u00e3o realizadas festas conhecidas em todo o Estado. Suas praias ainda pouco exploradas &#8211; algumas protegidas pelo Ibama &#8211; comp\u00f5em 45 quil\u00f4metros de orla com areias claras &#8211; 14 deles de dunas &#8211; e mar prop\u00edcio aos esportes n\u00e1uticos.<\/p>\n<p>A vegeta\u00e7\u00e3o \u00e9 variada, com predomin\u00e2ncia de coqueiros, matas de restinga e manguezais, prop\u00edcios para o desenvolvimento de caranguejos e camar\u00f5es. O local tornou-se refer\u00eancia tamb\u00e9m por abrigar a Reserva Ecol\u00f3gica de Santa Isabel, uma \u00e1rea de 2776 hectares que mant\u00e9m um dos principais centros de estudos do pa\u00eds de tartarugas marinhas do Projeto Tamar-Ibama.<\/p>\n<p>Outro ponto de destaque da regi\u00e3o \u00e9 Lagoa Redonda. Nas dunas, os turistas aproveitam as ondula\u00e7\u00f5es para praticar o \u00b4ski-bunda\u00b4 &#8211; uma varia\u00e7\u00e3o do sandboard -, que \u00e9 simplesmente descer o areal escorregando sentado.<\/p>\n<h4>PRAIA DO SACO<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip28.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"313\" height=\"207\" \/><\/p>\n<p>A praia do Saco ou Boa Viagem, como tamb\u00e9m \u00e9 conhecida, \u00e9 considerada uma das mais bonitas de Sergipe e uma das cem melhores do Brasil. Localizada na pontinha sul do Estado, na barra do mesmo rio Real que banha Mangue Seco, \u00e9 formada por uma enseada de cinco quil\u00f4metros de extens\u00e3o e estreita faixa de areia. H\u00e1 trechos em que a sombra dos coqueiros refresca a quem quer admirar o mar verde e calmo da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das belezas naturais, o local oferece casas de veraneio, hot\u00e9is, pousadas e alguns restaurantes e bares para o lazer dos visitantes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Sigla: SE<br \/>\nHabitante: Sergipano<\/h4>\n<p>Sergipe est\u00e1 localizado no litoral do Nordeste e possui a menor \u00e1rea territorial dentre os estados brasileiros.<\/p>\n<p>A economia do estado esteve baseada, durantes muitos anos, no cultivo da cana-de-a\u00e7\u00facar e na cria\u00e7\u00e3o de gado de corte e de tra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 90, Sergipe iniciou um per\u00edodo de desenvolvimento industrial, \u00e9poca em que dezenas de ind\u00fastrias se instalaram no estado, atra\u00eddas por benef\u00edcios fiscais e por sua capacidade geradora de energia el\u00e9trica.<\/p>\n<p>Atualmente, os setores de com\u00e9rcio e de servi\u00e7os, esse concentrado na capital, respondem por grande parte da economia sergipana. Al\u00e9m da ind\u00fastria, a agricultura continua dando sua contribui\u00e7\u00e3o, tendo na laranja seu principal produto.<\/p>\n<p>A capital de Sergipe, Aracaju, fundada em 1855, foi a primeira cidade planejada do pa\u00eds. Um dos seus principais s\u00edmbolos \u00e9 a ponte do Imperador, constru\u00edda em 1860 para a visita de D.Pedro II.<\/p>\n<p>As cidades de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o e Laranjeiras preservam parte do acervo arquitet\u00f4nico do per\u00edodo colonial.<\/p>\n<h3><strong>Fatos Hist\u00f3ricos<\/strong><\/h3>\n<p>Na segunda metade do s\u00e9culo XVI, o litoral de Sergipe foi invadido por franceses, que trocavam objetos diversos por pau-brasil e pimenta-do-reino. Foram afastados ap\u00f3s a atua\u00e7\u00e3o de mission\u00e1rios e de expedi\u00e7\u00f5es militares. Nessa \u00e9poca, a madeira era o principal produto econ\u00f4mico.<\/p>\n<p>Com o surgimento dos engenhos de a\u00e7\u00facar, nasceram os primeiros povoados, como o arraial de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, que se tornaria a capitania de Sergipe d-El Rey. As primeiras cria\u00e7\u00f5es de gado surgiram no litoral, porque n\u00e3o tinha \u00e1reas apropriadas ao cultivo da cana-de-a\u00e7\u00facar. O estado foi um grande produtor de couro e fornecedor de animais de tra\u00e7\u00e3o para fazendas de outros estados.<\/p>\n<p>Em 1723, teve sua \u00e1rea anexada \u00e0 Bahia e foi respons\u00e1vel por grande parte da produ\u00e7\u00e3o baiana de a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p>Depois de se tornar capitania independente com o nome de Sergipe d-El Rey, voltou a subordinar-se \u00e0 capitania da Bahia. S\u00f3 em 1823, recupera a sua autonomia, emancipando-se da Bahia. A partir da proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica, em 1889, Sergipe passou a ser um dos estados do Brasil.<\/p>\n<h4>Dados Gerais<\/h4>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00c1rea:<\/strong>\u00a021.962,1 km\u00b2<br \/>\n<strong>Relevo:<\/strong>\u00a0Relevo: plan\u00edcie litor\u00e2nea com v\u00e1rzeas e depress\u00e3o na maior parte do territ\u00f3rio<br \/>\n<strong>Ponto mais elevado:\u00a0<\/strong>Serra Negra (742 m)<br \/>\n<strong>Rios principais:<\/strong>\u00a0S\u00e3o Francisco, Vaza-Barris, Sergipe, Real, Piau\u00ed, Japaratuba<br \/>\n<strong>Vegeta\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0mangues no litoral, faixa de floresta tropical e caatinga na maior parte do territ\u00f3rio<br \/>\n<strong>Clima:<\/strong>\u00a0tropical atl\u00e2ntico no litoral e semi-\u00e1rido<br \/>\n<strong>Hora local:\u00a0<\/strong>Hor\u00e1rio de Bras\u00edlia<br \/>\nCapital &#8211; Aracaju<br \/>\n<strong>Habitante:<\/strong>\u00a0aracajuano, aracajuense<br \/>\n<strong>Data de funda\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a017\/3\/1855<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><\/h4>\n<h4>Origem<\/h4>\n<p>As origens do Estado de Sergipe datam de 1534, quando a divis\u00e3o do Brasil em capitanias heredit\u00e1rias integrou o territ\u00f3rio sergipano \u00e0 Capitania da Ba\u00eda de Todos os Santos. Desta \u00e9poca, at\u00e9 conseguir sua autonomia, a regi\u00e3o passou por invas\u00f5es de piratas, expuls\u00e3o de \u00edndios, dom\u00ednio de holandeses, retomada do governo portugu\u00eas, at\u00e9 chegar \u00e0 prov\u00edncia independente.<\/p>\n<h4>Sergipe Del Rey<\/h4>\n<p>Por ordem da Coroa portuguesa Crist\u00f3v\u00e3o de Barros fundou o Arraial de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, sede da capitania, \u00e0 qual deu o nome de Sergipe Del Rey. Com o crescente povoamento de Sergipe, inicia-se a cria\u00e7\u00e3o de gado e o plantio de cana-de-a\u00e7\u00facar. O gado serviu de base para a economia, mas foi superado pela cana-de-a\u00e7\u00facar, cultivada principalmente no Vale do Cotinguiba. O cultivo da cana trouxe os primeiros escravos da \u00c1frica para trabalhar na lavoura.<\/p>\n<h4>A presen\u00e7a dos holandeses<\/h4>\n<p>A presen\u00e7a dos holandeses no Brasil, em 1637, deixou marcas em Sergipe. Ao contr\u00e1rio da invas\u00e3o a Pernambuco, que resultou em consequ\u00eancias positivas, em Sergipe foi s\u00f3 destrui\u00e7\u00e3o. Em S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, ocupam e incendeiam a cidade, destruindo lavouras, roubando gado, desestruturando toda a vida social e econ\u00f4mica da \u00e1rea. Somente em 1645 as terras s\u00e3o retomadas pelos portugueses e \u00e9 reiniciado o processo de povoamento e recupera\u00e7\u00e3o da economia.<\/p>\n<h4>Mudan\u00e7a da Capital<\/h4>\n<p>A prosperidade com a produ\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar leva \u00e0 transfer\u00eancia, em 1855, da capital S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o para o povoado de Santo Ant\u00f4nio de Aracaju. A nova capital \u00e9 uma das primeiras cidades planejadas do Brasil, com seu tra\u00e7ado geom\u00e9trico de ruas direcionadas \u00e0s margens do rio Sergipe.<\/p>\n<h4>Localiza\u00e7\u00e3o e \u00c1rea Territorial<\/h4>\n<p>Sergipe \u00e9 o menor estado da federa\u00e7\u00e3o em superf\u00edcie com 22.050,4 km\u00b2 de \u00e1rea total, abriga 1.779.522 habitantes distribu\u00eddos entre as 75 cidades existentes.<\/p>\n<p>Est\u00e1 situado na regi\u00e3o Nordeste do Brasil (por\u00e7\u00e3o leste), fazendo limites com os Estados de Alagoas (Norte) e Bahia (Sul e Oeste) e com o Oceano Atl\u00e2ntico (Leste).<\/p>\n<p>Dos 75 munic\u00edpios sergipanos, destacam-se Aracaju, Lagarto, Itabaina, Est\u00e2ncia, Propri\u00e1, Piramb\u00fa, Tobias Barreto e S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip29.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"299\" height=\"246\" \/><\/p>\n<h4>Principais Cidades<\/h4>\n<p>Aracaju (capital)<br \/>\nPo\u00e7o Verde<br \/>\nSim\u00e3o Dias<br \/>\nBoquim<br \/>\nLagarto<br \/>\nEst\u00e2ncia<br \/>\nItaporanga<br \/>\nSalgado<br \/>\nPr\u00f3pria<br \/>\nCristin\u00e1polis<br \/>\nLaranjeiras<br \/>\nS\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o<br \/>\nPenedo<br \/>\nSanto Amaro das Brota<br \/>\nItabaiana<\/p>\n<h4>Folclore Sergipano<\/h4>\n<p>O folclore sergipano \u00e9 rico e diverso. Muitos grupos j\u00e1 extintos em outras localidades do Brasil ainda atuam em algumas partes do Estado. H\u00e1 uma preocupa\u00e7\u00e3o constante na preserva\u00e7\u00e3o dessas manifesta\u00e7\u00f5es, cujas origens s\u00e3o em sua maioria africanas e portuguesas.<\/p>\n<p>Louva\u00e7\u00f5es e representa\u00e7\u00e3o de passagens hist\u00f3ricas s\u00e3o os principais componentes do folclore sergipano, expondo a conota\u00e7\u00e3o religiosa caracter\u00edstica desta forma de express\u00e3o.<\/p>\n<h4>Bacamarteiros<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip30.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"389\" height=\"291\" \/><br \/>\n<strong>Carm\u00f3polis. O grupo comemora a noite de S\u00e3o jo\u00e3o com dan\u00e7a, m\u00fasica e muitos tiros de bacamarte.<\/strong><\/p>\n<h4>ARTESANATO<\/h4>\n<p>O artesanato sergipano \u00e9 bastante variado, com pe\u00e7as de renda, bordado, couro, sisal, esculturas de madeira e barro. Os trabalhos de couro e sisal t\u00eam sua maior concentra\u00e7\u00e3o no sert\u00e3o do Estado.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip31.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"315\" height=\"182\" \/><\/p>\n<h4>Pontos Tur\u00edsticos<\/h4>\n<p>Canyon de Xing\u00f3<br \/>\nCostas das Dunas<br \/>\nCostas dos Manguezais<br \/>\nPrais de Segipe<br \/>\nFoz do Rio S\u00e3o Francisco<br \/>\nLaranjeiras<br \/>\nS\u00e3o Cristov\u00e3o<\/p>\n<h4><strong>S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip32.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"313\" height=\"155\" \/><br \/>\nA cidade S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o &#8211; Quarta cidade mais antiga do brasil<\/strong><\/p>\n<h4><strong>S\u00e3o Francisco<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip33.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"315\" height=\"157\" \/><br \/>\nUma fartura e sucess\u00e3o de beleza naturais, formadas pelo rio S\u00e3o Francisco, mar e muito. \u00c9 assim que se pode definir o que \u00e9 o Cabe\u00e7o em Sergipe. De beleza indiscut\u00edvel e serenidade absoluta, o local d\u00e1 ao visitante.<\/strong><\/p>\n<h4><strong>Costa dos Manguezais<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip34.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"314\" height=\"148\" \/><br \/>\nNo litoral Norte de Sergipe, a Costa dos Manguezais abriga uma regi\u00e3o de praias inexploradas, como a de ponta dos Mangues, no munic\u00edpio de Pacatuba.<\/strong><\/p>\n<h4><strong>Laranjeiras<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip35.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"313\" height=\"161\" \/><br \/>\n<strong>Laranjeiras era ber\u00e7o da economia da Prov\u00edncia. A cidade formou a sua economia na cana-de-a\u00e7\u00facar e no com\u00e9rcio de escravos, cuja presen\u00e7a deixou tra\u00e7os marcantes na cultura, preservados no Museu Afro-Brasileiro, e na religiosidade.<\/strong><\/p>\n<h4>Boa Luz &#8220;Laranjeiras&#8221;<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip36.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"316\" height=\"138\" \/><br \/>\n<strong>O parque aqu\u00e1tico do Boa Luz Parque Resort \u00e9 um espet\u00e1culo. S\u00e3o doze piscinas sendo sete Hidromassagem.<\/strong><\/p>\n<h4>Canyon de Xing\u00f3<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip37.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"345\" height=\"278\" \/><br \/>\n<strong>Agreste Sergipano um dos mais belos espet\u00e1culos do planeta. isso \u00e9 Xing\u00f3, localizado no munic\u00edpio de Canind\u00e9 do S\u00e3o Francisco, a 213 Km da capital.<\/strong><\/p>\n<h4>Litoral Sul<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Sergipe\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sergip38.jpg\" alt=\"Sergipe\" width=\"362\" height=\"257\" \/><br \/>\n<strong>Em est\u00e2ncia, as Praias do Aba\u00eds e Saco t\u00eam completa infra-estrutura tur\u00edstica, com pousadas, hot\u00e9is, camping e restaurantes<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><\/h4>\n<p>Fonte:\u00a0www.citybrazil.com.br\/www.conhecasergipe.com.br\/www.se.gov.br\/www.sergitur.com.br\/www.braziliantourism.com.br\/www.praia.guiadolitoral.uol.com.br\/www.brazilsite.com.br\/www.e.m.e.f.santarita.vilabol.uol.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sergipe, Hist\u00f3ria, Geografia, Economia, Turismo, Praias, Bandeira, Bras\u00e3o, Hino, Cultura, Gastronomia, Cidades Hist\u00f3ricas, Sergipe<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[88],"tags":[],"class_list":["post-45718","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-turismo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Sergipe, Hist\u00f3ria, 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