{"id":45717,"date":"2016-06-13T17:35:36","date_gmt":"2016-06-13T17:35:36","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=45717"},"modified":"2016-06-13T17:54:21","modified_gmt":"2016-06-13T17:54:21","slug":"sao-luis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/sao-luis","title":{"rendered":"S\u00e3o Lu\u00eds"},"content":{"rendered":"<p>O P\u00f3lo S\u00e3o Lu\u00eds abrange os munic\u00edpios que comp\u00f5em a Ilha,a capital S\u00e3o Lu\u00eds,      S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar, Pa\u00e7o do Lumiar e Raposa, e a cidade Monumento de Alc\u00e2ntara.<\/p>\n<p> S\u00e3o Lu\u00eds foi fundada em 1612 por franceses, invadida por holandeses, mas      totalmente constru\u00edda pelos portugueses. Seu famoso conjunto arquitet\u00f4nico,      do Centro Hist\u00f3rico, com cerca de 5 mil im\u00f3veis datados dos s\u00e9culos XVII e      XIX, remetem qualquer pessoa a um passado de muita riqueza, onde bar\u00f5es e      pr\u00f3speros comerciantes acumularam fortunas. Tombado em 1997 como Patrim\u00f4nio      da Humanidade pela Unesco, o acervo colonial, abriga, atualmente, lojas, cinemas,      museus, teatros, bares, restaurantes e hot\u00e9is.<\/p>\n<p> Se a op\u00e7\u00e3o \u00e9 a natureza, basta lembrar que S\u00e3o Lu\u00eds est\u00e1 localizada numa      ilha, cercada de belas praias. Ponta D&#8217;Areia, Calhau, Olho D&#8217;\u00c1gua e Ara\u00e7agy      s\u00e3o algumas op\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h2> S\u00e3o Lu\u00eds<\/h2>\n<p> Um mergulho na hist\u00f3ria maranhense deve come\u00e7ar pelo Museu Hist\u00f3rico e Art\u00edstico      do Maranh\u00e3o, a Cafua das Merc\u00eas, o Museu de Arte Sacra, o Museu de Artes Visuais      e a galeria de arte Nagy Lajos. Instalado em um casar\u00e3o do s\u00e9culo XIX, o Centro      de Cultura Popular Domingos Vieira Filho, tamb\u00e9m conhecido como Museu do Folclore      e Arte Popular, possui um dos acervos folcl\u00f3ricos mais completos do Pa\u00eds e      \u00e9, sem d\u00favida, uma das visitas imprescind\u00edveis para quem deseja conhecer a      fundo o popul\u00e1rio maranhense.<\/p>\n<p> Por seu turno, a tradi\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica portuguesa se revela em um conjunto de      igrejas, onde se destacam a Igreja da S\u00e9, que abriga o Pal\u00e1cio Arquiepiscopal;      a Igreja de S\u00e3o Jo\u00e3o, onde estiveram os restos de Joaquim Silv\u00e9rio dos Reis;      a Igreja do Desterro, constru\u00edda a partir de uma ermida profanada pelos holandeses;      a Igreja dos Rem\u00e9dios, exemplar de estilo g\u00f3tico estilizado; Igreja de S\u00e3o      Pantale\u00e3o, Igreja do Ros\u00e1rio, Igreja de Santana e Igreja de Santo Ant\u00f4nio,      onde se originou, no in\u00edcio do s\u00e9culo XVIII, o c\u00e9lebre processo movido pelos      franciscanos contra formigas, acusadas de ataques \u00e0 despensa e de amea\u00e7a \u00e0      seguran\u00e7a do convento.<\/p>\n<p> S\u00e3o Lu\u00eds oferece v\u00e1rias pra\u00e7as no centro, com destaque para o Largo dos      Amores (onde se ergue a est\u00e1tua do grande poeta Gon\u00e7alves Dias), Largo do      Carmo, Pra\u00e7a do Panteon, Benedito Leite e Odorico Mendes. S\u00e3o paradas obrigat\u00f3rias      as constru\u00e7\u00f5es como a Fonte das Pedras, local onde acamparam as tropas de      Jer\u00f4nimo de Albuquerque; o Convento das Merc\u00eas, que abriga o Museu da Mem\u00f3ria      Republicana , e a Fonte do Ribeir\u00e3o, com suas cinco carrancas de pedra, est\u00e1tua      de Netuno e galerias subterr\u00e2neas cuja utiliza\u00e7\u00e3o ainda divide opini\u00f5es e      incendeia a imagina\u00e7\u00e3o popular.<\/p>\n<p> Os pal\u00e1cios de S\u00e3o Lu\u00eds tamb\u00e9m merecem destaque: Pal\u00e1cio dos Le\u00f5es onde,      inicialmente, abrigou o Forte Saint Louis, Pal\u00e1cio La Ravardi\u00e8re, sede do      poder municipal, Pal\u00e1cio Episcopal, onde abriga o col\u00e9gio e a Capela de Nossa      Senhora da Luz, Pal\u00e1cio Cristo Rei, na Pra\u00e7a Gon\u00e7alves Dias e o Pal\u00e1cio da      Vira\u00e7\u00e3o que recebe, tamb\u00e9m, o nome de Palacete Gentil Braga. Visita obrigat\u00f3ria      deve ser feita ao Teatro Arthur Azevedo, constru\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p> Passeando pelas antigas ruas de S\u00e3o Lu\u00eds, o visitante se deparar\u00e1 com v\u00e1rios      casarios que marcam a hist\u00f3ria da capital do Maranh\u00e3o: Edif\u00edcio S\u00e3o Lu\u00eds,      conhecido como o casar\u00e3o de maior fachada de azulejos portugueses da Am\u00e9rica      Latina, Escola T\u00e9cnica do Centro Caixeiral, a primeira escola para mulheres      da cidade e Casa Nobre de D. Ana Jansen. A Casa das Tulhas \u00e9 um mercado situado      no centro da Praia Grande, onde \u00e9 comercializado o artesanato maranhense,      restaurantes populares, entre outros produtos.<\/p>\n<h2> S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar<\/h2>\n<p> S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar \u00e9 sin\u00f4nimo de paz e tranq\u00fcilidade. A cidade fica a 32      quil\u00f4metros de S\u00e3o Lu\u00eds e tem atrativos como praias, comidas deliciosas \u00e0      base de frutos do mar (destaque para o tradicional peixe-pedra frito) e hist\u00f3rias,      girando em torno da figura do santo padroeiro &#8211; S\u00e3o Jos\u00e9. Segundo a lenda,      a igreja da cidade teria desabado duas vezes at\u00e9 ser constru\u00edda de frente      para o mar, como era o desejo do Santo. Em setembro, uma grande festa em homenagem      ao padroeiro acontece no per\u00edodo da lua cheia, atraindo milhares e fi\u00e9is \u00e0quela      cidade.<\/p>\n<p> <strong>Pra\u00e7a da Matriz e Igreja<\/strong><\/p>\n<p> Localizadas na parte mais central da cidade. Ali acontecem as comemora\u00e7\u00f5es      a S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar, durante a festa anual realizada em setembro. Imagens      gigantes de S\u00e3o Jos\u00e9, Nossa Senhora e o menino Jesus dominam a paisagem.<\/p>\n<p> <strong>Museu dos Ex-Votos<\/strong><\/p>\n<p> Guarda objetos pagos em promessa.<\/p>\n<p> <strong>Gruta de Lourdes<\/strong><\/p>\n<p> R\u00e9plica da gruta existente na Fran\u00e7a, foi constru\u00edda em 1957. Bastante visitada      pelos fies.<\/p>\n<p> <strong>Praias do Ca\u00fara, Panaquatira e Boa Viagem<\/strong><\/p>\n<p> Desertas e com belas paisagens naturais. Boa para banhos e pr\u00e1tica de esporte.      Possui tamb\u00e9m grande potencial para a pesca.<\/p>\n<h2> Raposa<\/h2>\n<p> Raposa fica a 28 quil\u00f4metros do centro de S\u00e3o Lu\u00eds. Possui cerca de 22 mil      habitantes e abriga a maior col\u00f4nia de pesca do Maranh\u00e3o. Rec\u00e9m emancipado      do munic\u00edpio de Pa\u00e7o do Lumiar, o pr\u00f3spero povoado surgiu a partir dos anos      50, e come\u00e7ou a se desenvolver com a chegada de pescadores cearenses oriundos      do munic\u00edpio de Acara\u00fa &#8211; CE, que trouxeram consigo suas mulheres, as conhecidas      rendeiras de bilro do munic\u00edpio. Isto garantiu ao local as principais caracter\u00edsticas      da atual fonte de renda da comunidade: a pesca e a renda de bilro. Quase todas      as portas das singelas palafitas(moradias) da Rua Principal &#8211; Corredor da      Rendeira, foram transformadas em pequenas lojas de artesanato, onde s\u00e3o comercializados:      toalhas de mesa, panos de prato, passadeiras, sa\u00eddas de praia, chap\u00e9us, cortinas,      al\u00e9m de uma s\u00e9rie de outros artefatos confeccionados em renda de bilro, pacientemente      tecidas em almofadas de renda, por mulheres de pescadores. Tradi\u00e7\u00e3o passada      de m\u00e3e para filha.<\/p>\n<p> Raposa \u00e9 famosa por possuir alguns dos melhores locais da ilha de S\u00e3o Lu\u00eds      para saborear as del\u00edcias do mar. Degustar os pratos \u00e0 base dos frutos do      mar \u00e9 tarefa obrigat\u00f3ria para quem reside em S\u00e3o Lu\u00eds ou est\u00e1 de passagem      pela Capital Maranhense, Patrim\u00f4nio da Humanidade.<\/p>\n<p> A cidade de Raposa apresenta um conjunto urban\u00edstico de casas de madeira,      tipo palafita, que apesar da simplicidade da constru\u00e7\u00e3o, ganha valor patrimonial      e cultural, porque est\u00e1 associado a um tempo passado e a atra\u00e7\u00f5es naturais,      que oportunizam o ecoturismo, turismo de sol e mar e turismo de neg\u00f3cio, baseado      no artesanato de rendas e venda de produtos mar\u00edtimos. \u00c9 imposs\u00edvel n\u00e3o notar      o esplendor natural da zona do cais com seu p\u00eder de atraca\u00e7\u00e3o onde ficam os      coloridos barcos de pesca, que, segundo os que por ali visitam, pode-se apreciar      um entardecer fant\u00e1stico. Na outra margem, a virgem e paradis\u00edaca Praia de      Carim\u00e3, considerada uma das mais bonitas da ilha de S\u00e3o Lu\u00eds, repleta de dunas      e lagoas, com extens\u00e3o de aproximadamente, 15 km. Outros passeios s\u00e3o as Trilhas      de Itaput\u00edua e Pirimirim-Pucal.<\/p>\n<p> <strong>Como chegar<\/strong><\/p>\n<p> \u00d4nibus de linha da Via\u00e7\u00e3o Litoral partem a cada 30 minutos do Mercado Central,      em dire\u00e7\u00e3o ao Munic\u00edpio. Ag\u00eancias de Receptivo de S\u00e3o Lu\u00eds realizam, tamb\u00e9m,      passeios para os destinos tur\u00edsticos da cidade.<\/p>\n<p> <strong>O que levar<\/strong><\/p>\n<p> Com bel\u00edssimos atrativos naturais, o munic\u00edpio de Raposa possui todos os      requisitos b\u00e1sicos para o desenvolvimento da atividade tur\u00edstica. O artesanato,      a culin\u00e1ria, os passeios ecol\u00f3gicos nos igarap\u00e9s, praias desertas, dunas e      pequenas ilhotas, a pesca esportiva e artesanal, al\u00e9m de outros segmentos.      Como todos os passeios em praias e ilhas, recomendamos roupas leves, filtro      solar, chap\u00e9u ou bon\u00e9, \u00f3culos escuros e \u00e1gua mineral, al\u00e9m da c\u00e2mera fotogr\u00e1fica.<\/p>\n<p> <strong>O que fazer<\/strong><\/p>\n<p> <strong>Praia de Carim\u00e3<\/strong><\/p>\n<p> \u00c9 considerada a praia mais tranq\u00fcila, pois \u00e9 praticamente deserta. Localizada      nas proximidades de S\u00e3o Lu\u00eds e o acesso \u00e9 feito somente por via mar\u00edtima,      pois fica do outro lado do canal, em frente ao Viva Pescador. Em alguns trechos,      s\u00e3o encontrados currais de pesca.<\/p>\n<p> <strong>Praia do Farol<\/strong><\/p>\n<p> \u00c9 uma extens\u00e3o da Praia do Ara\u00e7agy, s\u00f3 que pelo lado Raposense. Para se      chegar, deve-se ir at\u00e9 o Povoado Ara\u00e7agy, na estrada da Raposa, e descer \u00e0      esquerda em dire\u00e7\u00e3o ao Restaurante o Dondon. A partir de l\u00e1, caminha-se por      uma trilha, atravessando um igarap\u00e9 at\u00e9 chegar \u00e0 praia. \u00c9 necess\u00e1rio guia      ou condutor local em fun\u00e7\u00e3o das particularidades da regi\u00e3o.<\/p>\n<p> <strong>Passeio N\u00e1utico em Canoa Biana Motorizada<\/strong><\/p>\n<p> S\u00e3o realizados diariamente de acordo com a varia\u00e7\u00e3o da mar\u00e9 e partem do      Viva Pescador. O passeio dependendo do tempo dispon\u00edvel poder\u00e1 ir at\u00e9 a ponta      da Ilha de Curupu, passando por v\u00e1rios igarap\u00e9s, ilhas, fazenda de cria\u00e7\u00e3o      de ostras e praias desertas. \u00c9 f\u00e1cil encontrar esse servi\u00e7o no local. Recomendamos      utilizar apenas as empresas credenciadas.<\/p>\n<p> <strong>Ilha de Itaput\u00edua<\/strong><\/p>\n<p> Possui uma prainha muito discreta, mas, com \u00e1gua do mar em um tom verde      esmeralda que \u00e9 encantador. Existem duas op\u00e7\u00f5es para chegar at\u00e9 l\u00e1. De barco      em um passeio fant\u00e1stico, partindo do Viva Pescador, ou por uma trilha ainda      n\u00e3o estruturada, partindo do bairro Ju\u00e7ara. Tamb\u00e9m \u00e9 recomend\u00e1vel o acompanhamento      de guias ou condutores locais.<\/p>\n<h2> Alc\u00e2ntara<\/h2>\n<p> Em Alc\u00e2ntara, a viagem continua. A cidade hist\u00f3rica fica a uma hora de barco      de S\u00e3o Lu\u00eds e \u00e9 um excelente passeio que pode ser feito em apenas um dia.      Uma vantagem \u00e9 que, praticamente, todos os pontos tur\u00edsticos da cidade, que      parece ter parado no tempo, podem ser visitados a p\u00e9 durante passeios tranq\u00fcilos      pelas ruas cal\u00e7adas de pedra. Os atrativos come\u00e7am logo na descida do barco,      no Porto do Jacar\u00e9 e subindo a ladeira de mesmo nome, que conduz ao cora\u00e7\u00e3o      da cidade: o largo onde se encontram as ru\u00ednas da igreja da Matriz, a antiga      cadeia e o pelourinho, \u00edcones m\u00e1ximos das sociedades coloniais e escravagistas      brasileiras. \u00c9 poss\u00edvel tamb\u00e9m, a partir de Alc\u00e2ntara, fazer passeios de barcos      por igarap\u00e9s e visitar ilhas como Cajual, onde est\u00e3o sendo descobertos valiosos      f\u00f3sseis. Quem tiver um pouco mais de tempo pode dormir na cidade. Existem      bares agrad\u00e1veis para se degustar bebidas e comidas t\u00edpicas. As noites de      lua cheia, entre casar\u00f5es e monumentos do passado, s\u00e3o inesquec\u00edveis.<\/p>\n<p> <strong>Museu Hist\u00f3rico e Art\u00edstico de Alc\u00e2ntara<\/strong><\/p>\n<p> Pra\u00e7a da Matriz.<\/p>\n<p> Acervo ilustra a opul\u00eancia da cidade quando esta era habitada por ricos      bar\u00f5es.<\/p>\n<p> <strong>Pelourinho<\/strong><\/p>\n<p> Pra\u00e7a da Matriz.<\/p>\n<p> Um dos mais importantes atrativos de Alc\u00e2ntara. Decorado com as armas do      imp\u00e9rio, \u00e9 hoje o mais bem conservado do pa\u00eds.<\/p>\n<p> <strong>Casa de C\u00e2mara e Cadeia<\/strong><\/p>\n<p> Pra\u00e7a da Matriz.<\/p>\n<p> Pr\u00e9dio do final do s\u00e9culo XVIII, onde antigamente funcionava a cadeia. Hoje      \u00e9 sede da Prefeitura.<\/p>\n<p> <strong>Pra\u00e7a da Matriz<\/strong><\/p>\n<p> Largo quadrangular cercado de casar\u00f5es, abrigando o pelourinho e as ru\u00ednas      da igreja de S\u00e3o Matias. Suas \u00e1rvores s\u00e3o centen\u00e1rias.<\/p>\n<p> <strong>Casa do Imperador<\/strong><\/p>\n<p> Rua Grande.<\/p>\n<p> Constru\u00e7\u00e3o inacabada. O pr\u00e9dio hospedaria o imperador D. Pedro II, em uma      visita que nunca faria \u00e0 Alc\u00e2ntara. Igreja e Convento do Carmo &#8211; Em estilo      barroco, o conjunto \u00e9 remanescente do s\u00e9culo XVII. Mais de cem anjos esculpidos      em talha dourada ornamentam seu altar.<\/p>\n<p> <strong>Casa do Divino<\/strong><\/p>\n<p> Rua Grande, s\/n.<\/p>\n<p> Parte das festividades do Divino Esp\u00edrito Santo \u00e9 realizada neste casar\u00e3o      restaurado. Nas suas depend\u00eancias est\u00e3o expostas mesas, altares e instrumentos      utilizados durante as comemora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p> <strong>Fonte das Pedras<\/strong><\/p>\n<p> Rua Pequena.<\/p>\n<p> Constru\u00edda no s\u00e9culo XVIII, para abastecimento de \u00e1gua.<\/p>\n<p> <strong>Fonte do Mirititiua<\/strong><\/p>\n<p> Bairro de Caravelas.<\/p>\n<p> Constru\u00edda no in\u00edcio do s\u00e9culo XVIII.<\/p>\n<p> <strong>Outros pontos tur\u00edsticos<\/strong><\/p>\n<p> Capela do Desterro<\/p>\n<p> Igreja e Convento do Carmo<\/p>\n<p> Cavalo de Tr\u00f3ia<\/p>\n<p> Praia dos Barcos<\/p>\n<p> Praia de Itatinga<\/p>\n<p> Praia do Livramento<\/p>\n<p> Praia da Baronesa<\/p>\n<p> Praia de Itapera\u00ed<\/p>\n<p> Ilha do Cajual<\/p>\n<p> Ilha do Livramento<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-7.jpg\" alt=\"Lagoa da Jansen (S\u00e3o Lu\u00eds)\" title=\"Lagoa da Jansen (S\u00e3o Lu\u00eds)\" width=\"350\" height=\"258\"\/>     Lagoa da Jansen (S\u00e3o Lu\u00eds)<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-8.jpg\" alt=\"Interior da Igreja - Alc\u00e2ntara\" title=\"Interior da Igreja - Alc\u00e2ntara\" width=\"350\" height=\"250\"\/>     Interior da Igreja &#8211; Alc\u00e2ntara<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-9.jpg\" alt=\"Detalhe da Arquitetura de S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"Detalhe da Arquitetura de S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"255\"\/>     Detalhe da Arquitetura de S\u00e3o Lu\u00eds<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-10.jpg\" alt=\"S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar\" title=\"S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar\" width=\"350\" height=\"263\"\/>     S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar<\/strong><\/p>\n<p>  Fonte:\u00a0www.turismo.ma.gov.brf<\/p>\n<h6> S\u00e3o Lu\u00eds<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h2> Hist\u00f3ria do Maranh\u00e3o<\/h2>\n<p> Foram os espanh\u00f3is os primeiros europeus a chegarem, em 1500, \u00e0 regi\u00e3o onde      hoje se encontra o estado do Maranh\u00e3o. Em 1535, no entanto, verificou-se por      parte dos portugueses uma primeira tentativa fracassada de ocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio.      Foram os franceses que realizaram a ocupa\u00e7\u00e3o efetiva iniciada em 1612, quando      500 deles chegaram em tr\u00eas navios e fundaram a Fran\u00e7a Equinocial. Seguiram-se      lutas e tr\u00e9guas entre portugueses e franceses at\u00e9 1615, quando os primeiros      retomaram definitivamente a col\u00f4nia. Em 1621, foi institu\u00eddo o estado do Maranh\u00e3o      e Gr\u00e3o-Par\u00e1, com o objetivo de melhorar as defesas da costa e os contatos      com a metr\u00f3pole, uma vez que as rela\u00e7\u00f5es com a capital da col\u00f4nia, Salvador,      localizada na costa leste do oceano Atl\u00e2ntico, eram dificultadas devido \u00e0s      correntes mar\u00edtimas. Em 1641, os holandeses invadiram a regi\u00e3o e ocuparam      a ilha de S\u00e3o Luis, nomeando o povoado em homenagem ao rei Luiz XIII. Tr\u00eas      anos depois, foram expulsos pelos portugueses. A separa\u00e7\u00e3o do Maranh\u00e3o e Par\u00e1      veio a ocorrer em 1774, ap\u00f3s a consolida\u00e7\u00e3o do dom\u00ednio portugu\u00eas na regi\u00e3o.      A forte influ\u00eancia portuguesa no Maranh\u00e3o fez com que o estado s\u00f3 aceitasse      em 1823, ap\u00f3s interven\u00e7\u00e3o armada, a independ\u00eancia do Brasil de Portugal, ocorrida      em 7 de setembro de 1822.<\/p>\n<p> No s\u00e9culo XVII, a base da economia do estado encontrava-se na produ\u00e7\u00e3o do      a\u00e7\u00facar, cravo, canela e pimenta; no s\u00e9culo XVIII, surgiram o arroz e o algod\u00e3o,      que vieram a se somar ao a\u00e7\u00facar, constituindo-se estes tr\u00eas produtos a base      da economia escravocrata do s\u00e9culo XIX. Com a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura, a 13      de maio de 1888, o estado enfrentou um per\u00edodo de decad\u00eancia econ\u00f4mica, do      qual viria a se recuperar no final da primeira d\u00e9cada do s\u00e9culo XX, quando      teve in\u00edcio o processo de industrializa\u00e7\u00e3o, a partir da produ\u00e7\u00e3o t\u00eaxtil.<\/p>\n<p> O estado do Maranh\u00e3o recebeu duas importantes correntes migrat\u00f3rias ao longo      do s\u00e9culo XX. Nos primeiros anos chegaram s\u00edrio-libaneses, que se dedicaram      inicialmente ao com\u00e9rcio modesto, passando em seguida a empreendimentos maiores      e a dar origem a profissionais liberais e pol\u00edticos. Entre as d\u00e9cadas de 40      e 60 chegou grande n\u00famero de migrantes origin\u00e1rios do estado do Cear\u00e1, em      busca de melhores condi\u00e7\u00f5es de vida na agricultura. Dedicaram-se principalmente      \u00e0 lavoura de arroz, o que fez crescer consideravelmente a produ\u00e7\u00e3o do estado.<\/p>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-11.jpg\" alt=\"Maranh\u00e3o\" title=\"Maranh\u00e3o\" width=\"350\" height=\"200\"\/><\/p>\n<h2> S\u00e3o Luis<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-12.jpg\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"350\" height=\"263\"\/><\/p>\n<p> A capital do estado do Maranh\u00e3o foi fundada em 1612, na ilha de S\u00e3o Luis,      \u00e0s margens da ba\u00eda de S\u00e3o Marcos, do oceano Atl\u00e2ntico e do estreito dos Mosquitos.      Povoada originariamente pelos franceses no s\u00e9culo XVII, atualmente sua popula\u00e7\u00e3o      comp\u00f5e-se de aproximadamente 53% de mulheres e 47 % de homens. A economia      local baseia-se primordialmente na ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o de min\u00e9rios      e no com\u00e9rcio.<\/p>\n<p> As principais atra\u00e7\u00f5es tur\u00edsticas da cidade encontram-se na chamada Praia      Grande, onde antigos casar\u00f5es cobertos de azulejos evidenciam a influ\u00eancia      portuguesa na arquitetura local. O bairro, restaurado quase por inteiro pelo      Projeto Reviver, \u00e9 ponto cultural de destaque na cidade. Disp\u00f5e de teatro,      cinema, bares, lanchonetes, restaurantes e servi\u00e7os para turistas.<\/p>\n<p> O Reviver recuperou cerca de 107 mil m2, mais de 200 pr\u00e9dios, substituiu      toda a rede el\u00e9trica e proibiu o tr\u00e1fego de ve\u00edculos. A obra, estimada em      US$ 100 milh\u00f5es, devolveu \u00e0 Praia Grande o antigo cen\u00e1rio de centro comercial      e cultural da cidade do s\u00e9culo XIX, quando S\u00e3o Luis era chamada de Atenas      brasileira. Entre os principais locais procurados por turistas encontram-se      o Largo do Pal\u00e1cio; o Cais da Sagra\u00e7\u00e3o, onde costumavam ancorar os navios      antigos, que levavam carregamento de a\u00e7\u00facar; o Pal\u00e1cio dos Le\u00f5es, local onde      at\u00e9 1615 funcionou o forte que protegia a capital da Fran\u00e7a Equinocial e at\u00e9      1993 era a sede do governo estadual; a Catedral da S\u00e9, constru\u00edda pelos Jesu\u00edtas      em 1726; a igreja do Carmo, constru\u00edda em 1627, uma das mais antigas da cidade;      o Museu de Artes Visuais, com trabalhos de artistas maranhenses e azulejos      europeus dos s\u00e9culos XIX e XX; o Museu de Arte Popular, que funciona tamb\u00e9m      como centro de cultura popular; o Teatro Arthur Azevedo, constru\u00eddo entre      1815 e 1817, o primeiro a ser constru\u00eddo em uma capital de estado brasileiro;      e a Fonte do Ribeir\u00e3o (1796), que possui tr\u00eas port\u00f5es de ferro dando acesso      a passagens subterr\u00e2neas que servem para escoamento de \u00e1guas pluviais; a Feira      da Praia Grande, que funciona em um pr\u00e9dio do s\u00e9culo XIX, exibindo em um de      seus port\u00f5es as armas do Imp\u00e9rio em relevo. Trata-se do \u00fanico exemplar em      S\u00e3o Lu\u00eds, que escapou da depreda\u00e7\u00e3o depois de institu\u00eddo o regime republicano.      Hoje, s\u00e3o comercializados v\u00edveres, frutas regionais, artesanato, mariscos      e peixes no local.<\/p>\n<p> Existem v\u00e1rias praias cobertas de dunas de areia nas redondezas de S\u00e3o Luiz.      Algumas delas apresentam certo perigo a banhistas, devido \u00e0s ondas que quebram      a 7 m de altura. Entre as mais populares encontram-se a praia do Calhau; a      de Ponta da Areia, onde se encontram as ru\u00ednas do Forte Santo Antonio (1691);      de S\u00e3o Marcos, com as ru\u00ednas do Forte de S\u00e3o Marcos, do s\u00e9culo XVIII; e a      praia de Ara\u00e7aji, uma das mais bonitas dessa faixa litor\u00e2nea. O Parque Nacional      dos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses, localizado em Primeira Cruz, ainda n\u00e3o possui infra-estrutura      para visitantes.<\/p>\n<p> Existem 12.010 escolas de ensino b\u00e1sico no estado do Maranh\u00e3o; 300 escolas      de ensino m\u00e9dio; e quatro escolas de n\u00edvel superior. Em 1995, os analfabetos      representavam 32% do total da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2> Ind\u00edgenas<\/h2>\n<p> A popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena do estado do Maranh\u00e3o soma 12.238 habitantes, distribu\u00eddos      entre 16 grupos que vivem numa \u00e1rea total de 1.908.89 hectares. Desse total,      aproximadamente 86% (1.644.089 hectares), que representam 14 \u00e1reas, j\u00e1 se      encontram demarcadas pela Funda\u00e7\u00e3o Nacional do \u00cdndio (FUNAI), \u00f3rg\u00e3o do Governo      Federal(9). Cerca de 14%, que correspondem a 264.000 hectares e incluem apenas      duas \u00e1reas (Aw\u00e1 e Krikati) ainda est\u00e3o em processo de demarca\u00e7\u00e3o, embora sejam      ocupadas pelos \u00edndios. O grupo mais numeroso \u00e9 o dos Ararib\u00f3ia, com popula\u00e7\u00e3o      de 3.292 habitantes, que ocupa \u00e1rea de 413.288 hectares, j\u00e1 demarcada pela      FUNAI, no munic\u00edpio de Amarante. O Cana Brava Guajajara \u00e9 o segundo grupo      em tamanho da popula\u00e7\u00e3o, com 3.143 \u00edndios que ocupam 137.329 hectares nos      munic\u00edpios de Barra do Corda e Graja\u00fa.<\/p>\n<h2> S\u00e3o Lu\u00eds, muita hist\u00f3ria para contar<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-13.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"233\"\/><\/p>\n<p> A hist\u00f3ria desta terra come\u00e7ou oficialmente, h\u00e1 quase 400 anos com os franceses,      liderados por Daniel de La Touche com o objetivo de fundar aqui a Fran\u00e7a Equinocial.<\/p>\n<p> Culturalmente, o Maranh\u00e3o \u00e9 de uma grande riqueza, por causa dessa mistura      de povos que foi acontecendo. Inicialmente os \u00edndios, depois portugueses,      franceses, holandeses e africanos. Toda essa diversidade contribuiu de forma      fundamental para a forma\u00e7\u00e3o de nossa cultura, dando origem \u00e0 variada culin\u00e1ria,      \u00e0s dan\u00e7as, \u00e0 l\u00edngua e ao comportamento.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-14.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"300\" height=\"220\"\/><\/p>\n<p> Hoje, o Maranh\u00e3o \u00e9 formado por 217 munic\u00edpios, possuindo o segundo maior      litoral do Brasil, com 640 km de praias bel\u00edssimas. O estado est\u00e1 situado      numa \u00e1rea de transi\u00e7\u00e3o entre as regi\u00f5es Norte e Nordeste e ocupa uma \u00e1rea      de 329.555 Km2.<\/p>\n<p> O registro oficial da hist\u00f3ria de S\u00e3o Lu\u00eds est\u00e1 no livro do padre capuchinho      Claude D&#8217;Abbeville. Com uma hist\u00f3ria interessante S\u00e3o Lu\u00eds foi batizada de      Saint Louis pelos franceses.<\/p>\n<p> Visitar S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 ver com os pr\u00f3prios olhos a mistura incr\u00edvel de influ\u00eancias      \u00e9tnica, cultural e m\u00edstica, fato que resulta em uma das capitais mais interessantes      do Brasil.<\/p>\n<h2> Um show de cultura<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-15.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"269\" height=\"300\"\/><\/p>\n<p> Cultura s\u00e3o todos os tra\u00e7os, os costumes, as pr\u00e1ticas, e tamb\u00e9m o folclore.      A forma\u00e7\u00e3o cultural do Maranh\u00e3o est\u00e1 bem servida, pois tem influ\u00eancia das      ra\u00e7as ind\u00edgena, negra e branca (predominantemente portugueses).<\/p>\n<p> O Maranh\u00e3o conserva muitas tradi\u00e7\u00f5es folcl\u00f3ricas, como o Bumba-Meu-Boi e      o Tambor-de-Crioula, mas n\u00e3o deixa de assimilar o moderno: S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 considerada      a capital brasileira do reggae.<\/p>\n<p> O Convento das Merc\u00eas,situado na Praia Grande, \u00e9 uma grandiosa obra da arquitetura      religiosa merced\u00e1ria inaugurada em 1654 pelo Padre Ant\u00f4nio Vieira.<\/p>\n<p> O Convento abriga a Funda\u00e7\u00e3o da Mem\u00f3ria Republicana, o Memorial Jos\u00e9 Sarney,      o Centro Modelador de Pesquisa da Hist\u00f3ria Republicana e o Instituto da Amizade      dos Povos de L\u00edngua Portuguesa.<\/p>\n<p> O Convento abriga a Funda\u00e7\u00e3o da Mem\u00f3ria Republicana, o Memorial Jos\u00e9 Sarney,      o Centro Modelador de Pesquisa da Hist\u00f3ria Republicana e o Instituto da Amizade      dos Povos de L\u00edngua Portuguesa.<\/p>\n<p> O Maranh\u00e3o abriga o primeiro teatro multim\u00eddia do pa\u00eds, equipado com aparelhos      de som, ilumina\u00e7\u00e3o e v\u00eddeo de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o. Estamos falando do Teatro Arthur      Azevedo, um dos maiores espet\u00e1culos de S\u00e3o Lu\u00eds. Restaurado e todo reformado,      sua fachada \u00e9 digna do rico projeto arquitet\u00f4nico cl\u00e1ssico.<\/p>\n<p> Este \u00e9 o Maranh\u00e3o, um Estado onde o passado se confunde com o presente e      o progresso n\u00e3o apaga o brilho da tradi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2> ALC\u00c2NTARA<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-16.jpg\" alt=\"Alc\u00e2ntara\" title=\"Alc\u00e2ntara\" width=\"350\" height=\"169\"\/><\/p>\n<p> Alc\u00e2ntara apresenta um valioso patrim\u00f4nio arquitet\u00f4nico, lembran\u00e7a de sua      coloniza\u00e7\u00e3o portuguesa. A aus\u00eancia de pressa \u00e9 tamb\u00e9m um dos principais atrativos,      condi\u00e7\u00e3o essa necess\u00e1ria at\u00e9 para que se possa conhecer a cidade, que \u00e9 praticamente      cal\u00e7ada com pedra tipo cabe\u00e7a de negro.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-17.jpg\" alt=\"Alc\u00e2ntara\" title=\"Alc\u00e2ntara\" width=\"291\" height=\"350\"\/><\/p>\n<p> Depois que foi tombada pelo Patrim\u00f4nio Nacional, Alc\u00e2ntara, por sua posi\u00e7\u00e3o      geogr\u00e1fica estrat\u00e9gica, foi escolhida para abrigar a mais moderna base de      lan\u00e7amento de Sat\u00e9lite da Am\u00e9rica Latina.A sete quil\u00f4metros da sede, a base      n\u00e3o interfere diretamente no processo cultural da cidade, nem tampouco na      tranquilidade dos turistas, mas \u00e9 bom se acostumar a encontrar militares circulando      pela cidade.<\/p>\n<p> Conhecer Alc\u00e2ntara \u00e9 viajar pelo tempo e esquecer que o mundo faz barulho.      Encravada \u00e0 entrada do Golf\u00e3o Maranhense, a cidade serve de op\u00e7\u00e3o para quem      deseja tranq\u00fcilidade e beleza hist\u00f3rica.<\/p>\n<p> Alc\u00e2ntara<\/p>\n<p> Barreirinhas<\/p>\n<p> Barra do Corda<\/p>\n<p> Carolina<\/p>\n<p> Imperatriz<\/p>\n<p> Tut\u00f3ia<\/p>\n<p> S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar<\/p>\n<p> S\u00e3o Benedito do Rio Preto<\/p>\n<p> <strong>Ilmar R. de Mattos e Daniella Cal\u00e1bria<\/strong><\/p>\n<p>  Fonte:\u00a0www.guiasaoluis.com.br<\/p>\n<h6> S\u00e3o Lu\u00eds<\/h6>\n<h2> Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico da Humanidade<\/h2>\n<p> <strong>Sua Hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-18.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"226\"\/><\/p>\n<p> \u00c9 curiosa a hist\u00f3ria de S\u00e3o Lu\u00eds. Descoberta por franceses, interessados      em fundar a Fran\u00e7a Equinocial, foi invadida por holandeses e colonizada por      portugueses.<\/p>\n<p> A mais lusitana cidade brasileira come\u00e7ou em 8 de setembro de 1612, com      a chegada de Daniel de La Touche, Senhor de La Ravardi\u00e8re e seu s\u00f3cio Fran\u00e7ois      de Rasilly, a mando de Maria de Medicis, Rainha-M\u00e3e e Regente, na minoridade      de Lu\u00eds XIII, que deu nome \u00e0 cidade. Ao chegarem, celebraram missa e ergueram      um forte, no local onde est[a edificado o Pal\u00e1cio dos Le\u00f5es. Ficaram apenas      tr\u00eas anos porque a Coroa Portuguesa expulsou-os. Depois vieram os holandeses,      que em tr\u00eas anos lograram a mesma sorte, fustigados pela Coroa.<\/p>\n<p> Na reconquista do territ\u00f3rio, durante a Batalha de Guaxenduba, os portugueses      tiveram a providencial ajuda de uma mulher que transformava a areia em p\u00f3lvora,      conforme a lenda. Era Nossa Senhora da Vit\u00f3ria. Em 1822 o Brasil, Reino Unido      ao de Portugual e algarves, fez-se independente, mas o Maranh\u00e3o s\u00f3 aderiria      um ano depois, largando de vez a bendeira legitimista.<\/p>\n<p> <strong>Conquistas<\/strong><\/p>\n<p> Durante o Imp\u00e9rio, o Maranh\u00e3o promoveu uma das mais importantes revolu\u00e7\u00f5es,      conhecidas por Balaiada, express\u00e3o popular de protesto \u00e0 tirania dos chefes      municipais e distritais, formid\u00e1vel desabafo da massa oprimida e injusti\u00e7ada.      Por mais de um s\u00e9culo o Maranh\u00e3o foi prov\u00edncia do Imp\u00e9rio, per\u00edodo em que      o Estado, escravocrata e agr\u00edcola, enriqueceu, enobreceu-se e intelecutalizou-se.<\/p>\n<p> <strong>Personalidades hist\u00f3ricas<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-19.jpg\" alt=\"Igreja da S\u00e9 - Centro\" title=\"Igreja da S\u00e9 - Centro\" width=\"350\" height=\"229\"\/>     Igreja da S\u00e9 &#8211; Centro<\/strong><\/p>\n<p> A rigor, n\u00e3o havia doutores na mais famosa e atormentada revolu\u00e7\u00e3o maranhense.      Um cafuso de nome Raimundo Gomes detonou o movimento, embora o instinto que      levou \u00e0 revolta seja simbolizado no pequeno sitiante Manoel Francisco dos      Anjos Ferreira,que vivia de fazer balaios e cujas filhas foram desonradas      pelo alferes.<\/p>\n<p> As principais atividades econ\u00f4micas de S\u00e3o Lu\u00eds est\u00e3o no setor terci\u00e1rio,      com\u00e9rcio e presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, beneficiamento de arroz e madeira, pesca      e ind\u00fastria gr\u00e1fica. Assentado sobre uma \u00e1rea de 518 quil\u00f4metros quadrados,      o munic\u00edpio conta com 695.199 mil habitantes, com temperaturas oscilando entre      21\u00ba C a 33\u00ba C.<\/p>\n<h2> Localiza\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p> S\u00e3o Lu\u00eds foi erguida \u00e0 entrada da Ba\u00eda de S\u00e3o Marcos, numa esp\u00e9cie de pen\u00ednsula      formada pelos estu\u00e1rios dos rios Anil e Bacanga. A maior parte da cidade encontra-se      sobre um tabuleiro terci\u00e1rio, altitude m\u00e9dia de 25 metros. A ilha de S\u00e3o Lu\u00eds,      onde se encontra a capital do Estado e os munic\u00edpios de S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar,      Raposa e Pa\u00e7o do Lumiar contabiliza uma popula\u00e7\u00e3o de 818.810 mil habitantes,      numa \u00e1rea de de 905 mil quil\u00f4metros quadrados.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-20.jpg\" alt=\"Pra\u00e7a Benedito Leite\" title=\"Pra\u00e7a Benedito Leite\" width=\"232\" height=\"350\"\/>     Pra\u00e7a Benedito Leite<\/strong><\/p>\n<h2> Arquitetura<\/h2>\n<p> N\u00e3o apenas a curiosidade diferencia S\u00e3o Lu\u00eds das demais cidades brasileiras.      A arquitetura colonial deixada pelos Portugueses talvez seja o que mais sobressa\u00ed      neste contexto. S\u00e3o Lu\u00eds conserva o maior e mais homog\u00eaneo conjunto arquitet\u00f4nico      de origem portuguesa, sobressaindo-se os casar\u00f5es com fachadas revestidas      em azulejos vindos da Europa, o que lhe conferiu o nome de Cidade dos Azulejos,      escadarias e ruas cal\u00e7adas em pedras de cantaria, pal\u00e1cios e palacetes. Com      os azulejos vieram da Europa as soleiras e as portas de cantaria. Dos casar\u00f5es      de S\u00e3o Lu\u00eds saltam mirantes, sacadas e balc\u00f5es rendilhados em ferro batido      com monogramas curiosos .<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-21.jpg\" alt=\"Projeto Reviver - Praia Grande\" title=\"Projeto Reviver - Praia Grande\" width=\"230\" height=\"350\"\/>     Projeto Reviver &#8211; Praia Grande<\/strong><\/p>\n<h2> Cultura<\/h2>\n<p> Manifesta\u00e7\u00f5es t\u00edpicas, mistura de costumes e tradi\u00e7\u00f5es do negro, do \u00edndio      e do branco expressam o patrim\u00f4nio cultural da cidade, o que determinou tamb\u00e9m      o surgimento de uma artesanato criativo, culin\u00e1ria farta e saborosa. Al\u00e9m      do Bumba-Meu-Boi, que impressiona pela beleza c\u00eanica, outras manifesta\u00e7\u00f5es      conferiram a S\u00e3o Lu\u00eds o t\u00edtulo de Atenas Brasileira.<\/p>\n<p> S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 conhecida tamb\u00e9m por Ilha do Amor, Jamaica brasileira e agora      por Ilha do Reggae.<\/p>\n<h2> Turismo<\/h2>\n<p> Tirando as belezas arquitet\u00f4nicas da Ilha de S\u00e3o Lu\u00eds e suas praias, O Maranh\u00e3o      tem ainda Alc\u00e2ntara, Carolina, Morros, Axix\u00e1, Caxias, Cod\u00f3, Barra do Corda,      Cururupu, Barreirinhas e outras que s\u00e3o cidades com grande potencial tur\u00edstico      e fora tudo isto tem o povo maranhense que \u00e9 hospitaleiro e acolhedor. Te      espero na Ilha.<\/p>\n<p>  Fonte:\u00a0www.geocities.com<\/p>\n<h6> S\u00e3o Lu\u00eds<\/h6>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-22.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"195\"\/>     Pal\u00e1cio dos Le\u00f5es, atual sede do governo do Maranh\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-23.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"201\"\/>     Em 1615, as tropas que expulsaram os franceses de S\u00e3o Lu\u00eds, acamparam na nascente      que deu origem a Fonte das Pedras<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-24.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"187\"\/>     O Convento das Merc\u00eas j\u00e1 foi uma modesta constru\u00e7\u00e3o de taipa e palha constru\u00edda      para abrigar os merced\u00e1rios.<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-25.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"196\"\/>     As ruas principais da cidade foram projetadas por arquitetos portugueses.<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-26.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"194\"\/>     Praia Grande, bairro que cresceu devido a atividade portu\u00e1ria.<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-27.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"185\"\/>     As telhas de barro d\u00e3o um colorido especial a cidade.<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-28.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"196\"\/>     S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 uma cidade de sobrados imponentes\u00a0     que lembram as constru\u00e7\u00f5es de Lisboa.<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-29.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"195\"\/>     O C\u00f3digo de Postura de 1866 proibiu os ludo vicenses de usar as sacadas para      secar roupas, h\u00e1bito muito comum na \u00e9poca.<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-30.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"193\"\/>     Vista para a ponte Jos\u00e9 Sarney.<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-31.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"187\"\/>     A Igreja do Carmo serviu de abrigo para os portugueses durante a expuls\u00e3o      dos holandeses, em 1643.<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-32.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"195\"\/>     Os sobrados t\u00eam cores fortes como o azul, o verde e o ocre&#8230;<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-33.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"197\"\/>     &#8230;ou ent\u00e3o, s\u00e3o revestidos de azulejos de cima a baixo.<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-34.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"195\"\/>     Este sobrado abriga hoje o Museu Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Maranh\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-35.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"191\"\/>     As praias ficam na parte nova da cidade, onde est\u00e3o a maioria dos bares de      reggae.<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-36.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"196\"\/>     O Teatro Arthur Azevedo \u00e9 o segundo mais antigo do pa\u00eds, fundado em 1817.<\/strong><\/p>\n<p> A capital maranhense, lembrada hoje pelo enorme casario de arquitetura portuguesa,      no in\u00edcio abrigava apenas ocas de madeira e palha e uma paisagem quase intocada.      Aqui ficava a aldeia de Upaon-A\u00e7u, onde os \u00edndios tupinamb\u00e1s &#8211; entre 200 e      600, segundo cronistas franceses &#8211; viviam da agricultura de subsist\u00eancia (pequenas      planta\u00e7\u00f5es de mandioca e batata doce) e das ofertas da natureza, ca\u00e7ando,      pescando, coletando frutas.<\/p>\n<p> Em 1535, a divis\u00e3o do pa\u00eds em capitanias heredit\u00e1rias deu ao tesoureiro      Jo\u00e3o de Barros a primeira oportunidade de colonizar a regi\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-37.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"245\"\/>     Tesouro<\/strong><\/p>\n<p> Na d\u00e9cada de 1550 foi fundada a cidade de Nazar\u00e9, provavelmente onde hoje      \u00e9 S\u00e3o Lu\u00eds, que acabou sendo abandonada devido \u00e0 resist\u00eancia dos \u00edndios e      a dificuldade de acesso \u00e0 ilha.<\/p>\n<p> Daniel La Touche, conhecido como Senhor de La Ravardi\u00e8re, acompanhado de      cerca de 500 homens, chegou \u00e0 regi\u00e3o em 1612 para fundar a Fran\u00e7a Equinocial      e realizar o sonho franc\u00eas de se instalar na regi\u00e3o dos tr\u00f3picos. Uma missa      rezada por capuchinos e a constru\u00e7\u00e3o de um forte marcaram a data de funda\u00e7\u00e3o      da nova cidade: 8 de setembro. Logo se aliaram aos \u00edndios, que foram fi\u00e9is      companheiros na batalha contra portugueses vindos de Pernambuco decididos      a reconquistar o territ\u00f3rio, o que acabou por acontecer alguns anos depois.<\/p>\n<p> Comandada por Alexandre de Moura, a tropa lusitana expulsou os franceses      em 1615 e Jer\u00f4nimo de Albuquerque foi destacado para comandar a cidade. Dos      fundadores restou o nome de S\u00e3o Lu\u00eds, uma homenagem ao rei franc\u00eas Lu\u00eds XIII      estranhamente mantida pelos portugueses.<\/p>\n<p> A\u00e7orianos chegaram \u00e0 cidade em 1620 e a planta\u00e7\u00e3o da cana para produ\u00e7\u00e3o      de a\u00e7\u00facar e aguardente tornou-se ent\u00e3o a principal atividade econ\u00f4mica na      regi\u00e3o. Os \u00edndios foram usados como m\u00e3o-de-obra na lavoura. A produ\u00e7\u00e3o foi      pequena durante todo o s\u00e9c. XVII e, como praticamente n\u00e3o circulava dinheiro      na regi\u00e3o, os excedentes eram trocados por produtos vindos do Par\u00e1, Amaz\u00f4nia      e Portugal. Rolos de pano eram um dos objetos valorizados na \u00e9poca, constando      inclusive nos testamentos dos senhores mais abastados.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-38.jpg\" alt=\"Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio\" title=\"Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio\" width=\"350\" height=\"227\"\/>     Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio<\/strong><\/p>\n<p> Em 1641, foi a vez dos holandeses de Maur\u00edcio de Nassau, que j\u00e1 comandavam      Pernambuco, tomarem a cidade. Chegaram pelo porto do Desterro, saquearam a      igreja que nele fica e s\u00f3 foram vencidos tr\u00eas anos depois. Preocupado com      o isolamento geogr\u00e1fico e os constantes ataques \u00e0 regi\u00e3o, o governo colonial      decidiu ent\u00e3o fundar o Estado do Maranh\u00e3o e Gr\u00e3o Par\u00e1, independente do resto      do pa\u00eds.     A cria\u00e7\u00e3o da Companhia de Com\u00e9rcio do Estado do Maranh\u00e3o, em 1682, integrou      a regi\u00e3o ao grande sistema comercial mantido por Portugal. As planta\u00e7\u00f5es de      cana, cacau e tabaco eram agora voltadas para exporta\u00e7\u00e3o, tornando vi\u00e1vel      a compra de escravos africanos. A Companhia, de gest\u00e3o privada, passou a administrar      os neg\u00f3cios na regi\u00e3o em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 C\u00e2mara Municipal. O alto pre\u00e7o fixado      para produtos importados e discord\u00e2ncias quanto ao modelo de produ\u00e7\u00e3o, geraram      conflitos nas elites que culminaram na Revolta de Beckman, considerada a primeira      insurrei\u00e7\u00e3o da col\u00f4nia contra Portugal. O movimento foi prontamente reprimido      pelas for\u00e7as governistas.<\/p>\n<p> Na segunda metade do s\u00e9c. XVIII, devido a Guerra da Secess\u00e3o, os Estados      Unidos interrompem sua produ\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o e abrem espa\u00e7o para que o Maranh\u00e3o      passe a fornecer a mat\u00e9ria-prima demandada pela Inglaterra. Em 1755 \u00e9 fundada      a Companhia Geral do Com\u00e9rcio do Gr\u00e3o Par\u00e1 e o porto de S\u00e3o Lu\u00eds ganha enorme      movimento de chegada e sa\u00edda de produtos. Com a proibi\u00e7\u00e3o do uso de escravos      ind\u00edgenas e o aumento das planta\u00e7\u00f5es, sobe muito o n\u00famero de escravos negros.<\/p>\n<p> Se desde o final do s\u00e9c. XVII novos elementos da civiliza\u00e7\u00e3o europ\u00e9ia j\u00e1      chegavam a S\u00e3o Lu\u00eds por vias mar\u00edtimas (com destaque para os religiosos carmelitas,      jesu\u00edtas e franciscanos, que tamb\u00e9m passaram a educar a popula\u00e7\u00e3o), este processo      de moderniza\u00e7\u00e3o aumentou no novo ciclo econ\u00f4mico, trazendo benef\u00edcios urbanos      para a cidade. Durante o per\u00edodo pombalino (1755-77), acontece a canaliza\u00e7\u00e3o      da rede de \u00e1gua e esgotos e a constru\u00e7\u00e3o de fontes pela cidade.<\/p>\n<p> Em 1780 \u00e9 constru\u00edda a Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio, na Praia Grande, que se torna      centro da ebuli\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e cultural de S\u00e3o Lu\u00eds. Tecidos, m\u00f3veis, livros      e produtos aliment\u00edcios, como o azeite portugu\u00eas e a cerveja da Inglaterra,      eram algumas das novidades vindas do velho continente.<\/p>\n<p> Os filhos dos senhores eram enviados para estudar no exterior, enquanto      na periferia da cidade, longe da repress\u00e3o da pol\u00edcia e das elites, os escravos      fermentavam uma das culturas negras mais ricas do pa\u00eds. Entre as abastadas      fam\u00edlias de comerciantes estava a senhora Ana Jansen, conhecida por maltratar,      torturar e at\u00e9 matar seus escravos.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-39.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"228\"\/>     Rua Portugal na Praia Grande<\/strong><\/p>\n<p> Al\u00e9m de dar nome a uma lagoa que fica na parte nova da cidade, Ana Jansen      \u00e9 tamb\u00e9m lembrada atrav\u00e9s de uma lenda: sua carruagem, puxada por cavalos      brancos sem cabe\u00e7a, estaria circulando ainda hoje pelas ruas escuras de S\u00e3o      Lu\u00eds.<\/p>\n<p> O grande fluxo comercial de algod\u00e3o, que chegou a fazer da capital maranhense      a terceira cidade mais populosa do pa\u00eds (atr\u00e1s apenas do Rio de Janeiro e      Salvador), entrou em decad\u00eancia no fim do s\u00e9culo XIX, devido \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o      da produ\u00e7\u00e3o norte-americana e a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura. A produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola      foi aos poucos sendo suplantada pela ind\u00fastria t\u00eaxtil que, al\u00e9m de mat\u00e9ria-prima,      encontrou m\u00e3o-de-obra e mercado consumidor na regi\u00e3o. A nova atividade colaborou      para a expans\u00e3o geogr\u00e1fica da cidade e surgimento de novos bairros na periferia.<\/p>\n<h2> Teatro Arthur Azevedo<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-40.jpg\" alt=\"Teatro Arthur Azevedo\" title=\"Teatro Arthur Azevedo\" width=\"350\" height=\"263\"\/><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-41.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"227\"\/><\/p>\n<p> Segundo mais antigo do Brasil, foi fundado com o nome de Teatro da Uni\u00e3o      por dois comerciantes portugueses em 1817. No projeto original, o teatro se      estenderia at\u00e9 o Largo do Carmo, mas acabou reduzido por um veto da Igreja.      Baseado no chamado teatro de plat\u00e9ia italiano, em formato ferradura, apenas      em 1922 ganhou o nome atual. Funcionou como cinema entre 1940 e 1966 e, abandonado,      acabou em ru\u00ednas.<\/p>\n<p> Em 1989, quando apenas a fachada original ainda resistia, foi demolido e      reconstru\u00eddo de acordo como o projeto original. Atualmente tem capacidade      para 750 espectadores, distribu\u00eddos por 4 andares. Os espet\u00e1culos s\u00e3o gravados      por um circuito profissional de v\u00eddeo instalado no teatro e retransmitidos      pela TV Senado.<\/p>\n<h2> Pal\u00e1cio dos Le\u00f5es<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-42.jpg\" alt=\"Pal\u00e1cio dos Le\u00f5es\" title=\"Pal\u00e1cio dos Le\u00f5es\" width=\"350\" height=\"267\"\/><\/p>\n<p> Aqui foi erguida pelos franceses uma fortifica\u00e7\u00e3o em homenagem ao rei Luis      XIII em 1612. A estrutura do atual pr\u00e9dio foi constru\u00edda no final do sec.      XVIII e passou por in\u00fameras reformas, at\u00e9 assumir o estilo neocl\u00e1ssico. Hoje      \u00e9 a sede do Governo do Estado.<\/p>\n<h2> Museu de Artes Visuais<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-43.jpg\" alt=\"Museu de Artes Visuais\" title=\"Museu de Artes Visuais\" width=\"239\" height=\"300\"\/><\/p>\n<p> Seu acervo \u00e9 composto por azulejos coloniais, murais, fotografias e obras      de artistas maranhenses. Um de seus destaques \u00e9 a cole\u00e7\u00e3o de gravuras do escritor      Arthur Azevedo.<\/p>\n<h2> Igreja e Convento Nossa Senhora do Carmo<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-44.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"285\"\/><\/p>\n<p> Serviu de abrigo para portugueses durante a expuls\u00e3o dos holandeses, em      1643. Pertencia \u00e0 ordem dos carmelitas e depois passou para o controle dos      capuchinhos. Sua escadaria \u00e9 em pedra de cantaria.<\/p>\n<p> <strong>Localiza\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Largo      do Carmo &#8211; Pra\u00e7a Jo\u00e3o Lisboa<\/p>\n<h2> Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-45.jpg\" alt=\"Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho\" title=\"Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho\" width=\"252\" height=\"300\"\/><\/p>\n<p> Sediado num sobrado colonial de 3 pavimentos, mant\u00e9m um grande acervo com      pe\u00e7as das diversas manifesta\u00e7\u00f5es culturais (bumba-meu-boi, tambor de crioula,      carnaval, dan\u00e7a do coco etc) e religiosas (tambor de mina, Festa do Divino      etc) do estado. Al\u00e9m disto, possui objetos da cultura ind\u00edgena e artesanatos.<\/p>\n<p> <strong>Localiza\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Rua      do 28 de julho, 221<\/p>\n<h2> Ceprama &#8211; Centro de Comercializa\u00e7\u00e3o de Produtos Artesanais do Maranh\u00e3o<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-46.jpg\" alt=\"Ceprama - Centro de Comercializa\u00e7\u00e3o de Produtos Artesanais do Maranh\u00e3o\" title=\"Ceprama - Centro de Comercializa\u00e7\u00e3o de Produtos Artesanais do Maranh\u00e3o\" width=\"250\" height=\"341\"\/><\/p>\n<p> Antiga f\u00e1brica textil Companhia de Fia\u00e7\u00e3o e Tecidos de C\u00e2nhamo, re\u00fane hoje      o artesanato produzido em todo o estado.<\/p>\n<p> <strong>Localiza\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Rua      de S\u00e3o Pantale\u00e3o, 1232 &#8211; Madre Deus<\/p>\n<h2> Museu Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Maranh\u00e3o<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-47.jpg\" alt=\"Museu Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Maranh\u00e3o\" title=\"Museu Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Maranh\u00e3o\" width=\"350\" height=\"305\"\/><\/p>\n<p> Funcionando no Solar Gomes de Souza, o museu foi inaugurado em 1973 e se      destaca pela reconstitui\u00e7\u00e3o da decora\u00e7\u00e3o t\u00edpica dos sobrados do s\u00e9c. XIX com      m\u00f3veis, objetos e obras de arte.<\/p>\n<p> <strong>Localiza\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Rua      do Sol, 302<\/p>\n<h2> Igreja da S\u00e9 Nossa Senhora da Vit\u00f3ria<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-48.jpg\" alt=\"Igreja da S\u00e9 Nossa Senhora da Vit\u00f3ria\" title=\"Igreja da S\u00e9 Nossa Senhora da Vit\u00f3ria\" width=\"350\" height=\"267\"\/><\/p>\n<p> Erguida por ordem do terceiro capit\u00e3o-mor Diogo Machado da Costa em 1629,      quando a cidade passava por um surto de var\u00edola. \u00c9 uma homenagem \u00e0 protetora      dos portugueses na batalha de Guaxenduba (vit\u00f3ria sobre os franceses). Foi      reconstru\u00edda v\u00e1rias vezes at\u00e9 1922, quando assumiu o aspecto neocl\u00e1ssico.      No interior destaca-se o altar-mor talhado em ouro.<\/p>\n<p> <strong>Localiza\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Av.      D. Pedro II, s\/n\u00ba<\/p>\n<h2> Convento das Merc\u00eas &#8211; Funda\u00e7\u00e3o da Mem\u00f3ria Republicana<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-49.jpg\" alt=\"Convento das Merc\u00eas - Funda\u00e7\u00e3o da Mem\u00f3ria Republicana\" title=\"Convento das Merc\u00eas - Funda\u00e7\u00e3o da Mem\u00f3ria Republicana\" width=\"350\" height=\"233\"\/><\/p>\n<p> Constru\u00eddo em 1654 e inaugurado pelo padre Ant\u00f4nio Vieira, aqui funcionava      a sede do antigo Convento da Ordem dos Merced\u00e1rios. Hoje \u00e9 a Funda\u00e7\u00e3o da Mem\u00f3ria      Republicana, com documentos e objetos do ex-presidente Jos\u00e9 Sarney.<\/p>\n<p> <strong>Localiza\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Rua      da Palma, 502<\/p>\n<h2> Fonte das Pedras<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-50.jpg\" alt=\"Fonte das Pedras\" title=\"Fonte das Pedras\" width=\"350\" height=\"230\"\/><\/p>\n<p> Serviu de base para a tropa de Jer\u00f4nimo de Albuquerque durante a expuls\u00e3o      dos fundadores franceses em 1615. \u00c9 cercada de \u00e1rvores e bancos.<\/p>\n<p> <strong>Localiza\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Rua      Ant\u00f4nio Rayol, 363<\/p>\n<h2> Solar S\u00e3o Lu\u00eds<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-51.jpg\" alt=\"Solar S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"Solar S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"264\"\/><\/p>\n<p> Considerado o maior pr\u00e9dio em azulejos da pa\u00eds (tem tr\u00eas pavimentos), foi      constru\u00eddo na segunda metade do s\u00e9culo XIX. Teve seu interior destru\u00eddo por      um inc\u00eandio e ficou abandonado at\u00e9 ser adquirido e restaurado pela Caixa Econ\u00f4mica      Federal, que nele instalou um ag\u00eancia.<\/p>\n<p> <strong>Localiza\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Rua      Egito com rua Nazar\u00e9<\/p>\n<h2> Museu de Arte Sacra<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-52.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"267\"\/><\/p>\n<p> Anexo ao Museu Hist\u00f3rico, funciona no Solar do Bar\u00e3o de Graja\u00fa. Seu acervo,      que pertence em parte \u00e0 Arquidiocese de S\u00e3o Lu\u00eds, \u00e9 composto por pe\u00e7as dos      s\u00e9c. XVIII e XIX nos estilos mareirista, rococ\u00f3, barroco e neocl\u00e1ssico.<\/p>\n<p> <strong>Localiza\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Rua      do Sol, 302<\/p>\n<h2> Igreja dos Nossa Senhora dos Rem\u00e9dios<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-53.jpg\" alt=\"Igreja dos Nossa Senhora dos Rem\u00e9dios\" title=\"Igreja dos Nossa Senhora dos Rem\u00e9dios\" width=\"350\" height=\"267\"\/><\/p>\n<p> Constru\u00edda em 1719 no estilo g\u00f3tico, fica na pra\u00e7a Gon\u00e7alves Dias, de onde      se tem uma das vistas mais bonitas da cidade.<\/p>\n<p> <strong>Localiza\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Largo      dos Amores, Pr\u00e7. Gon\u00e7alves Dias, s\/n\u00ba<\/p>\n<h2> Cafua das Merc\u00eas (Museu do Negro)<\/h2>\n<p> Pequeno sobrado onde funcionava o mercado de escravos que chegavam a S\u00e3o      Lu\u00eds, hoje abriga um museu de refer\u00eancia da cultura negra, com pe\u00e7as de arte      de origem africana e instrumentos musicais.<\/p>\n<p> <strong>Localiza\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Rua      Jacinto Maia, 54<\/p>\n<h2> Centro de Atividades Odylo Costa<\/h2>\n<p> Antigo armaz\u00e9m reformado, abriga um espa\u00e7o cultural com cinema, teatro,      galeria de arte, cursos e outras atividades.<\/p>\n<p> <strong>Localiza\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Rampa      do Com\u00e9rcio, 200 &#8211; Praia Grande<\/p>\n<h2> Igreja do Desterro<\/h2>\n<p> Considerado o primeiro templo constru\u00eddo no estado (em 1614), foi demolido      na invas\u00e3o holandesa e reconstru\u00eddo por moradores.<\/p>\n<p> <strong>Localiza\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Largo      do Desterro, s\/n\u00ba<\/p>\n<h2> Pal\u00e1cio la Ravardi\u00e9re<\/h2>\n<p> Constru\u00eddo em 1689, \u00e9 a atual sede da prefeitura municipal. No largo do      pal\u00e1cio est\u00e1 um busto de Daniel de La Touche, ou senhor de La Ravardi\u00e8re,      o fundador da cidade.<\/p>\n<p> <strong>Localiza\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Av.      D. Pedro II, s\/n\u00ba<\/p>\n<h2> Fonte do Riber\u00e3o<\/h2>\n<p> Constru\u00edda em 1796 para abastecer a cidade, tem o p\u00e1tio revestido com pedras      de cantaria. Suas janelas gradeadas d\u00e3o acesso \u00e0s galerias subterr\u00e2neas que      passam pelo centro hist\u00f3rico.<\/p>\n<p> <strong>Localiza\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Largo      do Ribeir\u00e3o, s\/n\u00ba<\/p>\n<h2> CULTURA<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-54.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"263\"\/><\/p>\n<p> A terra de palmeiras dos versos do ludovicense Gon\u00e7alves Dias reflete em      toda sua plenitude a miscigena\u00e7\u00e3o de ra\u00e7as caracter\u00edstica da forma\u00e7\u00e3o do povo      brasileiro. Tra\u00e7os culturais de origem africana, europ\u00e9ia e ind\u00edgena s\u00e3o identificados      a cada passo de dan\u00e7a, a cada rufar de caixas, nas rezas e nas roupas das      festas. Aqui, as influ\u00eancias vindas de outros cantos se unem e se recriam,      fazendo da cidade uma dos maiores polos culturais e tur\u00edsticos do pa\u00eds.<\/p>\n<p> Sede da terceira maior comunidade negra do pa\u00eds (atr\u00e1s do Rio de Janeiro      e Salvador), S\u00e3o Lu\u00eds tem nas manifesta\u00e7\u00f5es culturais e religiosas de origem      africana uma de suas maiores riquezas. Se a heran\u00e7a da coloniza\u00e7\u00e3o portuguesa      se faz presente principalmente na arquitetura dos sobrados concentrados no      centro hist\u00f3rico, o legado dos africanos se espalhou pela periferia da cidade      e pelo interior do estado.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-55.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"268\"\/><\/p>\n<p> Marginalizados e em algumas \u00e9pocas reprimida, os h\u00e1bitos e cren\u00e7as trazidos      pelos escravos e mantidos por seus descendentes s\u00e3o hoje reconhecidos como      \u00fanicos no Brasil. Mesmo incorporando elementos culturais dos senhores e dos      \u00edndios, a popula\u00e7\u00e3o de origem africana de S\u00e3o Lu\u00eds e arredores mant\u00e9m-se fiel      \u00e0s suas ra\u00edzes.<\/p>\n<h2> Reggae<\/h2>\n<p> O reggae chegou a S\u00e3o Lu\u00eds pelas ondas curtas de r\u00e1dio, nos navios que aportam      na cidade ou atrav\u00e9s de DJs que foram \u00e0 fonte jamaicana buscar o som. Desde      que ganhou a cidade, na d\u00e9cada de 70, foi se tornando um fen\u00f4meno de popularidade      que s\u00f3 ganha for\u00e7a e seguidores.<\/p>\n<p> No in\u00edcio, alguns reggaes eram tocados em meio ao popular forr\u00f3. Da mistura      dos dois surgiu a dan\u00e7a \u00fanica dos bailes de S\u00e3o Lu\u00eds, prova que o som caribenho      ganhou um sotaque nordestino: o chamego t\u00edpico do dois-pra-l\u00e1, dois pra-c\u00e1      \u00e9 a coreografia b\u00e1sica da festa. Para atrapalhar a conversa ao p\u00e9 do ouvido,      s\u00f3 mesmo o volume quase insuport\u00e1vel das paredes de som que cercam os galp\u00f5es      e sal\u00f5es.<\/p>\n<p> Os sucessos de Bob Marley, Peter Tosh e Bunny Wailer comandavam o som quando      o ritmo come\u00e7ava a conquistar seus adeptos. Hoje, no entanto, s\u00e3o lembrados      apenas na se\u00e7\u00e3o saudade, guardada para o final dos bailes.<\/p>\n<p> Quem anima mesmo as radiolas s\u00e3o bandas locais, como Miragem, Guethos e      Reprise, e jamaicanos que, dada a freq\u00fc\u00eancia com que se apresentam na cidade,      s\u00e3o quase ludovicenses, como George Dekker e Norris Cole. E nunca \u00e9 demais      lembrar que a mais conhecida banda de reggae do pa\u00eds, a Tribo de Jah, come\u00e7ou      em S\u00e3o Lu\u00eds.<\/p>\n<p> Quase todos os dias acontece uma festa na cidade. Na periferia, no centro      hist\u00f3rico ou na beira-mar (aqui principalmente aos domingos, que afinal \u00e9      dia de praia), os reggeiros t\u00eam sempre uma op\u00e7\u00e3o. Doze grandes radiolas (equipes      de som) se revezam no comando dos eventos, sem contar as dezenas de equipes      de menor porte. &#8220;S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 cercada&#8221;, diz o DJ Marlon Brown, da      radiola Estrela do Som, uma das mais populares. \u00c9 s\u00f3 chegar para ver.<\/p>\n<h2> Carnaval<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-56.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"268\"\/><\/p>\n<p> O carnaval de S\u00e3o Lu\u00eds come\u00e7a no \u00ednicio de janeiro com o desfile de bandas      &#8211; compostas principalmente por instrumentos de sopro &#8211; que saem \u00e0s ruas para      esquentar os foli\u00f5es. Al\u00e9m das tradicionais escolas de samba, uma das grandes      atra\u00e7\u00f5es do carnaval da cidade s\u00e3o os diversos blocos que representam aspectos      culturais da regi\u00e3o.<\/p>\n<p> <strong>Fof\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p> Os foli\u00f5es se vestem com macac\u00f5es estampados que lembram os palha\u00e7os da      Com\u00e9dia Del Arte e usam m\u00e1scaras inspiradas em filmes de terror.<\/p>\n<p> <strong>Tribos de \u00cdndio<\/strong><\/p>\n<p> Os brincantes s\u00e3o meninos e adolescentes que se vestem com trajes dos \u00edndios      norte &#8211; americanos e imitam um ritual de cura conduzido por um paj\u00e9.<\/p>\n<p> <strong>Casinha da ro\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p> Trata-se de um carro aleg\u00f3rico que reproduz uma t\u00edpica casa da ro\u00e7a recoberta      com palha. No interior da casa, v\u00e1rios tipos maranhenses brincam ao ritmo      do tambor de crioula.<\/p>\n<p> <strong>Brincadeira de urso<\/strong><\/p>\n<p> Auto popular onde homens e mulheres fantasiados &#8211; caboclos, \u00edndios, soldados,      baianas, ciganas, veterin\u00e1rios e curandeiros &#8211; formam um cord\u00e3o que tem, ao      centro, tr\u00eas personagens mascarados que dan\u00e7am o tempo todo ao som de marchinhas      carnavalescas: um macaco, um cachorro e um urso.<\/p>\n<p> <strong>Blocos tradicionais<\/strong><\/p>\n<p> Surgidos na d\u00e9cada de 50, seus integrantes usam fantasias luxuosas e brincam      ao som forte dos tambores com coreografias cadenciadas.<\/p>\n<p> <strong>Blocos Afro<\/strong><\/p>\n<p> Inspirados nos grupos afros da Bahia, os blocos Akomabu e Abibim\u00e3 usam o      batuque das m\u00fasicas para cantar mensagens contra o preconceito e exaltar her\u00f3is      negros.<\/p>\n<h2> Tambor de Crioula<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-57.jpg\" alt=\"Tambor de Crioula\" title=\"Tambor de Crioula\" width=\"350\" height=\"268\"\/><\/p>\n<p> Um dos rituais mais populares nas casas de cultura afro do Maranh\u00e3o \u00e9 o      tambor de crioula, uma celebra\u00e7\u00e3o baseada na m\u00fasica e dan\u00e7a que mistura f\u00e9      e divers\u00e3o. Uma homenagem a S\u00e3o Benedito (santo negro e filho de escravos,      natural da It\u00e1lia), \u00e9 organizada ao ar livre em qualquer \u00e9poca do ano para      celebrar datas, momentos marcantes ou pagar promessas.<\/p>\n<p> Os coreiros e coreiras re\u00fanem-se em um c\u00edrculo, com homens tocando e cantando      as toadas enquanto as mulheres dan\u00e7am.<\/p>\n<p> Embaladas pelo ritmo acelerado dos tambores, as coreiras interagem atrav\u00e9s      da punga, ou umbigada: batem de frente com a barriga em quem est\u00e1 no centro      da roda, sa\u00fadam uma companheira e a convidam para dan\u00e7ar.<\/p>\n<p> A percuss\u00e3o embalada pelos coreiros \u00e9 composta por tr\u00eas tambores, sempre      tocados com a m\u00e3o, formando uma parelha. O maior deles, chamado de roncador      ou rufador, anuncia a punga; o m\u00e9dio (mei\u00e3o, socador ou chamador) marca o      ritmo e o menor (perengue, merengue ou crivador) faz um som repicado. A matraca      tamb\u00e9m \u00e9 usada para cadenciar as coreiras.<\/p>\n<p> Grandes saias rodadas e estampadas, torsos na cabe\u00e7a, pulseras e colares,      al\u00e9m da blusa branca de renda, comp\u00f5em o alegre vestu\u00e1rio feminino. A maioria      dos grupos que mant\u00e9m viva a cultura do tambor de crioula est\u00e1 ligada \u00e0s associa\u00e7\u00f5es      de bumba-meu-boi, outra tradi\u00e7\u00e3o fundamental do estado.<\/p>\n<h2> Tambor de Mina<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-58.jpg\" alt=\"Tambor de Mina\" title=\"Tambor de Mina\" width=\"350\" height=\"255\"\/><\/p>\n<p> Religi\u00e3o afro-brasileira trazida pelos descendentes negros de origem jeje      e nag\u00f4. Semelhante ao Candombl\u00e9 da Bahia, o culto acontece em casas conhecidas      como terreiros, onde os iniciados cultuam, invocam e incorporam entidades      espirituais durante os rituais. As mulheres comp\u00f5em grande parte dos iniciados      e usam roupas especiais na ocasi\u00e3o. S\u00e3o utilizados instrumentos como tambores,      caba\u00e7as, tri\u00e2ngulos e agog\u00f4s.<\/p>\n<p> Entre as casas de culto religioso na cidade, a mais antiga \u00e9 a Casa das      Minas, fundada no s\u00e9culo XIX. Comandada por mulheres, \u00e9 uma casa de culto      aos voduns (entidades do reino africano de Dahom\u00e9 &#8211; atual Benin) e pertence      ao vodum Zomad\u00f4nu, da fam\u00edlia real de Davice. \u00danico terreno de mina-jeje de      S\u00e3o Lu\u00eds, \u00e9 muito visitada durante a Festa do Divino. Al\u00e9m da Casa das Minas,      a Casa de Nag\u00f4 e Casa Fanti-Ashanti tamb\u00e9m merecem destaque.<\/p>\n<h2> ARTESANATO<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-59.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"241\"\/><\/p>\n<p> A riqueza do artesanato encontrado em S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 fruto da mistura de povos      e da diversidade natural que comp\u00f5e o Maranh\u00e3o.<\/p>\n<p> Para encontrar os diversos produtos do estado, v\u00e1 at\u00e9 o Ceprama, \u00f3rg\u00e3o oficial      de est\u00edmulo ao artes\u00e3o instalado num galp\u00e3o reformado no bairro da Madre Deus.<\/p>\n<p> Da fibra do buriti, uma das \u00e1rvores mais comuns do estado, s\u00e3o produzidas      diversas pe\u00e7as como bolsas, tapetes e chinelos. Os produtos v\u00eam da cidade      de Barreirinhas.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-60.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"323\"\/><\/p>\n<p> Tamb\u00e9m na regi\u00e3o de Barreirinhas pequenos engenhos produzem a tiquira, uma      substituta \u00e0 altura da tradiocional cacha\u00e7a (rara na regi\u00e3o). Feita a partir      da mandioca e curtida na casca da tangerina &#8211; da\u00ed sua cor arroxeada &#8211; a tiquira      \u00e9 uma heran\u00e7a dos \u00edndios da regi\u00e3o.<\/p>\n<p> Dos a\u00e7orianos, primeiros enviados para a coloniza\u00e7\u00e3o portuguesa, ficou a      renda de bilro.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-61.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"308\"\/><\/p>\n<p> A festa do Bumba-meu-boi deixa lembran\u00e7as para os turistas fora de temporada,      como as miniaturas dos bois e personagens da festa. Quem quiser tamb\u00e9m pode      levar para casa pe\u00e7as de azulejos pintados, caracter\u00edstica tradicional da      cidade.<\/p>\n<p> Uma variedade de frutas inexistentes em outras regi\u00f5es do pa\u00eds, como bacuri,      cupua\u00e7u e murici, rendem deliciosos licores, sucos, doces e sorvetes.<\/p>\n<p> Unanimidade em todo o Maranh\u00e3o, o Guaran\u00e1 Jesus \u00e9 mais do que uma excentricidade      para turistas: \u00e9 bebida obrigat\u00f3ria na mesa dos locais. Crian\u00e7as e adultos      adoram o l\u00edquido cor-de-rosa com gosto de chicletes e as brincadeiras em torno      do curioso nome.<\/p>\n<p> Ceprama &#8211; Centro de Comercializa\u00e7\u00e3o de Produtos Artesanais do Maranh\u00e3o     Rua de S\u00e3o Pantale\u00e3o, 1232 &#8211; Madre Deus<\/p>\n<h2> A cidade nova e a Lagoa da Jansen<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-62.jpg\" alt=\"Lagoa da Jansen\" title=\"Lagoa da Jansen\" width=\"300\" height=\"216\"\/><\/p>\n<p> O centro hist\u00f3rico de S\u00e3o Lu\u00eds fica na ba\u00eda de S\u00e3o Marcos, \u00e0s margens do      rio Anil. A cidade ao longo do tempo cresceu para o interior e tamb\u00e9m atravessou      o rio, ocupando uma vasta \u00e1rea plana que acompanha a ba\u00eda e chega at\u00e9 o litoral.<\/p>\n<p> A ponte Jos\u00e9 Sarney (1970) e, mais tarde, a ponte Bandeira Tribuzzi, fizeram      a liga\u00e7\u00e3o entre o centro hist\u00f3rico e os novos bairros da cidade, que agora      se estendem na dire\u00e7\u00e3o das praias.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-63.jpg\" alt=\"Lagoa da Jansen\" title=\"Lagoa da Jansen\" width=\"350\" height=\"252\"\/><\/p>\n<p> Nestes novos bairros existem bons restaurantes, hot\u00e9is, cinemas e shoppings.      J\u00e1 quase na orla mar\u00edtima se destaca a Lagoa da Jansen, recentemente despolu\u00edda      e recuperada, com largos cal\u00e7ad\u00f5es e \u00e1reas de lazer ao seu redor.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-64.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"252\"\/><\/p>\n<h2> Praias<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-65.jpg\" alt=\"Praia S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"Praia S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"252\"\/><\/p>\n<p> A orla maritima de S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 marcada por praias extensas, planas, de areia      dura e clara, com mar raso de temperatura amena.<\/p>\n<p> As praias t\u00eam muitas \u00e1reas aproveitadas como campos de futebol e costumam      ser bem vazias durante a semana, sendo ocupadas pela popula\u00e7\u00e3o da cidade durante      os finais de semana.<\/p>\n<p> Em toda sua extens\u00e3o existem barracas de praia que servem peixe, frutos      do mar, cerveja gelada e aperitivos. Cada barraca tem sua atra\u00e7\u00e3o especial,      seja na culin\u00e1ria ou na m\u00fasica, atraindo um p\u00fablico afim. Na praia Ponta d\u00b4Areia      se encontram v\u00e1rios clubes especializados em reggae.<\/p>\n<h2> S\u00e3o Jos\u00e9 do Ribamar<\/h2>\n<p> Outro passeio de um dia, nos arredores da cidade \u00e9 uma visita \u00e0 cidade hist\u00f3rica      de S\u00e3o Jos\u00e9 do Ribamar, distante 32 km de S\u00e3o Lu\u00eds. A cidade \u00e9 o principal      destino da f\u00e9 no estado. A igreja da cidade, que s\u00f3 se manteve intacta quando      foi constru\u00edda de virada para o mar, homenageia o santo protetor dos pescadores.      Cerca de 50 mil romeiros visitam Ribamar no dia 13 de setembro, quando depositam      os ex-votos na Casa dos Milagres e visitam a est\u00e1tua de 17,5 m erguida para      o protetor.<\/p>\n<p> A outra festa de destaque da cidade n\u00e3o \u00e9 nada religiosa: no primeiro fim      de semana ap\u00f3s quarta-feira de cinzas, mais de 100 mil pessoas se re\u00fanem para      assistir um desfile dos tradicionais blocos do carnaval de S\u00e3o Lu\u00eds.<\/p>\n<p> O acesso se d\u00e1 por estrada asfaltada, levando em torno de 30 minutos. Uma      boa combina\u00e7\u00e3o com um taxista pode render um passeio muito interessante.<\/p>\n<p>  Fonte:\u00a0www.cidadeshistoricas.art.br<\/p>\n<h6> S\u00e3o Lu\u00eds<\/h6>\n<p> S\u00e3o Lu\u00eds foi fundada pelos franceses, em 1612, mas coube aos portugueses      darem \u00e0 capital do Maranh\u00e3o sua marca registrada &#8211; seu bel\u00edssimo estilo arquitet\u00f4nico.      Foram os lusitanos que deixaram como heran\u00e7a os mais de tr\u00eas mil sobrados      e casar\u00f5es que se espalham pelas ruas e pra\u00e7as do Centro Hist\u00f3rico, no bairro      de Praia Grande. Tombada pela Unesco, boa parte do casario colonial datado      dos s\u00e9culos XVIII e XIX foi restaurada e remete a uma viagem a um passado      de prosperidade e ostenta\u00e7\u00e3o. Hoje, os antigos solares do bar\u00f5es abrigam espa\u00e7os      culturais, museus, lojas e restaurantes que preservam em suas fachadas os      coloridos azulejos portugueses.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-66.jpg\" alt=\"Bumba-Meu-Boi\" title=\"Bumba-Meu-Boi\" width=\"350\" height=\"238\"\/>     Bumba-Meu-Boi: Cultura, tradi\u00e7\u00e3o e muitas cores<\/strong><\/p>\n<p> Al\u00e9m da hist\u00f3ria, a cidade preserva culturas e tradi\u00e7\u00f5es. O Bumba-Meu-Boi,      representa\u00e7\u00e3o folcl\u00f3rica que combina teatro, m\u00fasica e dan\u00e7a, atrai gente de      todo o canto que chega para participar da colorida festa que toma conta das      ruas nos meses de junho e julho. T\u00e3o enraizado quanto o folclore \u00e9 o reggae.      O ritmo, presente nas r\u00e1dios, clubes e bares, conferiu a S\u00e3o Lu\u00eds o t\u00edtulo      de &#8220;Jamaica brasileira&#8221; e torna imposs\u00edvel n\u00e3o soltar o corpo ao      lado dos rastaf\u00e1ris ao som de Bob Marley e companhia.<\/p>\n<h2 class=\"imagem\"> &#8220;Reggae \u00e9 o ritmo oficial das r\u00e1dios, bares e clubes      que lotam nos finais de semana &#8220;<\/h2>\n<p> A capital maranhense, por\u00e9m, exibe uma faceta moderna e luxuosa. Do outro      lado do Rio do Anil est\u00e1 a parte nova de S\u00e3o Lu\u00eds, ligada \u00e0 \u00e1rea antiga pela      ponte Jos\u00e9 Sarney. Por l\u00e1 est\u00e3o arranha-c\u00e9us, shoppings centers e restaurantes      sofisticados que servem pratos t\u00edpicos como o arroz-de-cux\u00e1. As praias &#8211; de      \u00e1guas n\u00e3o t\u00e3o azuis &#8211; tamb\u00e9m ficam nesta \u00e1rea. A mar\u00e9 costuma variar bastante      ao logo do dia, ainda assim, d\u00e1 para curtir um banho em Calhau, Olho D&#8217;\u00c1gua      e Ara\u00e7agi.<\/p>\n<h2> Atrativos Culturais em S\u00e3o Lu\u00eds<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-67.jpg\" alt=\"Casario, S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"Casario, S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"234\"\/><strong>Casario abriga bares, lojas e espa\u00e7os culturais<\/strong><\/p>\n<p> Grande parte do acervo cultural de S\u00e3o Lu\u00eds est\u00e1 reunida no Centro Hist\u00f3rico,      tombado pela Unesco e que ocupa quase todo o bairro de Praia Grande. O casario      colonial &#8211; cerca de tr\u00eas mil constru\u00e7\u00f5es &#8211; predomina na paisagem, conduzindo      a uma viagem ao s\u00e9culo XVIII, quando os portugueses tomaram a cidade dos franceses.      Para circular por ali, reserve uma tarde e caminhe sem pressa, observando      os detalhes das fachadas dos sobrados restaurados que se espalham por ruas      de pedra, becos, ladeiras, pra\u00e7as e largos. Ao anoitecer, observe o charme      das lumin\u00e1rias de \u00e9poca.<\/p>\n<p> Os famosos azulejos portugueses &#8211; h\u00e1 tamb\u00e9m exemplares franceses, belgas      e alem\u00e3s &#8211; que decoram os pr\u00e9dios do Centro Hist\u00f3rico n\u00e3o se limitam \u00e0s fun\u00e7\u00f5es      est\u00e9ticas. Aplicados na fachada das resid\u00eancias no s\u00e9culo XIX, foram fundamentais      para a adapta\u00e7\u00e3o dos portugueses ao clima equatorial &#8211; ao refletirem a luz      do sol, amenizavam o forte calor da regi\u00e3o.<\/p>\n<h2> Casa do Maranh\u00e3o<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-77.jpg\" alt=\"Casa do Maranh\u00e3o\" title=\"Casa do Maranh\u00e3o\" width=\"263\" height=\"350\"\/>     Essa \u00e9 a vista da janela da Casa do Maranh\u00e3o (museu cultural)<\/strong><\/p>\n<p> O museu folcl\u00f3rico funciona no antigo Pr\u00e9dio da Alf\u00e2ndega, datado de 1873.      As visitas guiadas apresentam todo o acervo, formado por vestimentas e instrumentos      musicais usados nas festas do Bumba-Meu-Boi. Para saber mais sobre o Centro      Hist\u00f3rico e a cultura maranhense, siga para a sala de v\u00eddeo.<\/p>\n<h2> Casa de Nhozinho<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-78.jpg\" alt=\"Casa de Nhozinho\" title=\"Casa de Nhozinho\" width=\"300\" height=\"400\"\/><\/p>\n<p> O museu est\u00e1 instalado em um dos mais imponentes pr\u00e9dios coloniais do Centro      Hist\u00f3rico, com quatro andares e fachada recoberta de azulejos. O nome do espa\u00e7o      \u00e9 uma homenagem ao artes\u00e3o maranhense que, ao longo da vida, confeccionou      brinquedos e figuras do folclore em buriti. No acervo da casa est\u00e3o in\u00fameras      obras de Nhozinho, com destaque para as delicadas miniaturas de personagens      do Bumba-Meu-Boi. Tamb\u00e9m est\u00e3o expostos objetos e artefatos do cotidiano regional,      como pil\u00f5es, carro de boi, utens\u00edlios de pesca e artesanato ind\u00edgena. Aproveite      as visitas guiadas para conhecer em detalhes cada um dos pavimentos.<\/p>\n<h2> Museu Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Maranh\u00e3o<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-79.jpg\" alt=\"Museu Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Maranh\u00e3o\" title=\"Museu Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Maranh\u00e3o\" width=\"260\" height=\"350\"\/>     A Fonte Francesan no Jardim do Museu<\/strong><\/p>\n<p> O preservado Solar Gomes de Sousa, erguido em 1836, foi transformado em      museu em 1973. Os objetos em exposi\u00e7\u00e3o &#8211; mobili\u00e1rio, porcelanas, vidros e      cristais &#8211; reconstituem os ambientes das ricas resid\u00eancias maranhenses dos      s\u00e9culos XIX e XX. Antes de entrar para uma visita guiada, aprecie a fachada,      um bel\u00edssimo exemplar da arquitetura colonial portuguesa.<\/p>\n<h2> Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-80.jpg\" alt=\"Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho\" title=\"Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho\" width=\"259\" height=\"350\"\/><\/p>\n<p> Tamb\u00e9m conhecida como Casa de Festa, o casar\u00e3o do s\u00e9culo XIX re\u00fane material      referente a ritos e folguedos. A exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 composta por vestimentas, adere\u00e7os      e objetos usados em festas populares, como Tambor de Mina, Festa do Divino,      Tambor-de-Crioula, Carnaval e autos de Natal. H\u00e1 visitas guiadas.<\/p>\n<h2> Centro Hist\u00f3rico Solar dos Vasconcelos<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-81.jpg\" alt=\"Centro Hist\u00f3rico Solar dos Vasconcelos\" title=\"Centro Hist\u00f3rico Solar dos Vasconcelos\" width=\"300\" height=\"229\"\/><\/p>\n<p> O sobrado abriga exposi\u00e7\u00e3o de fotos e de objetos que mostram as transforma\u00e7\u00f5es      pelas quais passou o Centro Hist\u00f3rico. Apresenta ainda uma cole\u00e7\u00e3o de maquetes      e miniaturas de embarca\u00e7\u00f5es t\u00edpicas usadas pelos maranhenses.<\/p>\n<h2> Museu de Arte Sacra<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-82.jpg\" alt=\"Museu de Arte Sacra\" title=\"Museu de Arte Sacra\" width=\"350\" height=\"252\"\/><\/p>\n<p> O sobrado do s\u00e9culo XIX, tamb\u00e9m conhecido como Solar do Bar\u00e3o de Graja\u00fa,      tem a fachada revestida de azulejos portugueses. Nos dois pavimentos do casar\u00e3o      est\u00e3o guardadas imagens sacras do s\u00e9culo XIX dos mais variados estilos &#8211; maneirista,      barroco, rococ\u00f3 e neocl\u00e1ssico.H\u00e1 visitas guiadas.<\/p>\n<h2> Museu de Artes Visuais<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-83.jpg\" alt=\"Museu de Artes Visuais\" title=\"Museu de Artes Visuais\" width=\"350\" height=\"226\"\/><\/p>\n<p> O destaque da exposi\u00e7\u00e3o s\u00e3o os estilos variados dos azulejos portugueses,      ingleses, franceses e alem\u00e3es dos s\u00e9culos XVIII a XX. Tamb\u00e9m h\u00e1 cole\u00e7\u00f5es de      pinturas de artistas brasileiros e de arte sacra do s\u00e9culo XVII. Um mirante      no terceiro andar descortina bonita vista do Centro Hist\u00f3rico, da ba\u00eda de      S\u00e3o Marcos e do Mercado Praia Grande. H\u00e1 visitas guiadas.<\/p>\n<h2> Cafua das Merc\u00eas<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-84.jpg\" alt=\"Cafua das Merc\u00eas\" title=\"Cafua das Merc\u00eas\" width=\"350\" height=\"227\"\/><\/p>\n<p> Sede do Museu do Negro, o pequeno sobrado colonial do s\u00e9culo XIX funcionava      como mercado de escravos. O acervo re\u00fane objetos de tribos africanas, como      instrumentos, musicais e indument\u00e1rias usadas em rituais festivos e religiosos.<\/p>\n<h2> Convento das Merc\u00eas<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-85.jpg\" alt=\"Convento das Merc\u00eas\" title=\"Convento das Merc\u00eas\" width=\"350\" height=\"263\"\/><\/p>\n<p> O antigo convento abriga um espa\u00e7o cultural onde est\u00e3o o Memorial Jos\u00e9 Sarney,      com objetos relacionados ao ex-presidente; e tamb\u00e9m o Museu da Mem\u00f3ria Republicana.      Em julho, \u00e9 palco do Vale Festejar, um S\u00e3o Jo\u00e3o fora de \u00e9poca.<\/p>\n<h2> Teatro Arthur Azevedo<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-86.jpg\" alt=\"Teatro Arthur Azevedo\" title=\"Teatro Arthur Azevedo\" width=\"350\" height=\"225\"\/>     \u00c1rea interna sa bela constru\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-87.jpg\" alt=\"Fachada do Teatro Arthur Azevedo\" title=\"Fachada do Teatro Arthur Azevedo\" width=\"305\" height=\"410\"\/>     Fachada do Teatro Arthur Azevedo<\/strong><\/p>\n<p> O segundo teatro mais antigo do Brasil foi inaugurado em 1817. A bela obra      em estilo neocl\u00e1ssico ficou abandonada por cerca de 30 anos &#8211; de meados de      1960 a 1991 &#8211; sendo restaurada em 2005. Desde 2006, a casa \u00e9 aberta ao p\u00fablico      para visitas guiadas e espet\u00e1culos.<\/p>\n<h2> Beco Catarina Mina<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-88.jpg\" alt=\"Beco Catarina Mina\" title=\"Beco Catarina Mina\" width=\"350\" height=\"224\"\/><\/p>\n<p> A escadaria de 35 largos degraus em pedras de lioz, datada do s\u00e9culo XVIII,      ganhou o nome em homenagem a uma bela escrava que, a partir do trabalho \u00e1rduo      e &#8220;favores&#8221; prestados aos coron\u00e9is portugueses, comprou a pr\u00f3pria      alforria.<\/p>\n<h2> Fonte do Ribeir\u00e3o<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-89.jpg\" alt=\"Fonte do Ribeir\u00e3o\" title=\"Fonte do Ribeir\u00e3o\" width=\"350\" height=\"226\"\/><\/p>\n<p> A mais bem conservada fonte de S\u00e3o Luis foi inaugurada em 1796. Traz cinco      jorros de \u00e1gua que saem da boca de carrancas e de esculturas de peixes e deuses.<\/p>\n<h2> Igreja do Carmo<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-90.jpg\" alt=\"Igreja do Carmo\" title=\"Igreja do Carmo\" width=\"350\" height=\"226\"\/>     Fachada da Igreja e Convento do Carmo<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-91.jpg\" alt=\"Igreja do Carmo e Pra\u00e7a Jo\u00e3o Lisboa\" title=\"Igreja do Carmo e Pra\u00e7a Jo\u00e3o Lisboa\" width=\"350\" height=\"212\"\/>     Igreja do Carmo e Pra\u00e7a Jo\u00e3o Lisboa<\/strong><\/p>\n<p> Beleza e hist\u00f3ria se misturam na Igreja do Carmo, erguida em 1627. Em 1643      a constru\u00e7\u00e3o foi transformada em fortaleza pelos combatentes que expulsaram      os invasores holandeses. J\u00e1 em 1866 teve a fachada revestida por bel\u00edssimos      azulejos portugueses, preservados at\u00e9 hoje.<\/p>\n<h2> Igreja do Desterro<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-92.jpg\" alt=\"Igreja do Desterro\" title=\"Igreja do Desterro\" width=\"263\" height=\"350\"\/><\/p>\n<p> Acredita-se que a igreja, inaugurada em 1893, tenha sido erguida no mesmo      local onde os colonizadores constru\u00edram a primeira capela da regi\u00e3o, destru\u00edda      durante a invas\u00e3o holandesa.<\/p>\n<h2> Eventos em S\u00e3o Lu\u00eds<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-68.jpg\" alt=\"Festas em S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"Festas em S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"236\"\/>     Idade n\u00e3o \u00e9 empecilho para participar dos festejos<\/strong><\/p>\n<p> Os meses de junho e de julho s\u00e3o de pura festa em S\u00e3o Luis. No per\u00edodo,      a cidade \u00e9 tomada pelas apresenta\u00e7\u00f5es do Bumba-Meu-Boi &#8211; tradi\u00e7\u00e3o folcl\u00f3rica      e misto de teatro, m\u00fasica e dan\u00e7a &#8211; que encantam nativos e turistas. Toda      a capital \u00e9 tomada por grupos que chegam do interior para brincar nos arraiais      que se espalham pelas ruas hist\u00f3ricas do Centro e da Praia Grande.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-69.jpg\" alt=\"Caboclo de Pena do Boi da Maioba\" title=\"Caboclo de Pena do Boi da Maioba\" width=\"350\" height=\"224\"\/>     Caboclo de Pena do Boi da Maioba<\/strong><\/p>\n<p> O ritmo dos espet\u00e1culos \u00e9 variado &#8211; no matraca, a predomin\u00e2ncia \u00e9 dos instrumentos      de percuss\u00e3o; enquanto no orquestra, os de sopro de destacam -, tornando a      festa ainda mais bonita. O evento tem in\u00edcio no dia 13 de junho, como batismo      do boi, e vai at\u00e9 o dia 30, dia de S\u00e3o Mar\u00e7al. A noite de S\u00e3o Jo\u00e3o (23 para      24) \u00e9 um dos pontos altos da folia, coma apresenta\u00e7\u00f5es em todos os arraiais.<\/p>\n<p> Quem chegar em S\u00e3o Lu\u00eds em julho, por\u00e9m, n\u00e3o precisa lamentar &#8211; durante      todo o m\u00eas h\u00e1 apresenta\u00e7\u00f5es dos principais grupos da capital no Convento das      Merc\u00eas. Outra oportunidade para conferir a magia do Bumba-Meu-Boi \u00e9 durante      nos ensaios, que acontecem em abril e maio.<\/p>\n<h2> As praias de S\u00e3o Lu\u00eds<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-70.jpg\" alt=\"Praias de S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"Praias de S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"236\"\/>     Boa parte das praias tem \u00e1guas rasas e mansas, para alegria dos pequenos<\/strong><\/p>\n<p> As praias n\u00e3o s\u00e3o os principais atrativos de S\u00e3o Lu\u00eds &#8211; as \u00e1guas ficam escuras      na \u00e1rea pr\u00f3xima ao Centro. Mas quem n\u00e3o abre m\u00e3o de um banho de mar encontra      bons pontos para mergulho, como as praias de Calhau, Olho d\u0091\u00c1gua e Ara\u00e7agi.      Os surfistas tamb\u00e9m t\u00eam seu point &#8211; S\u00e3o Marcos, com boas ondas e movimento      de jovens. Em quase toda a orla, a infra-estrutura oferece bares e quiosques      para petiscar camar\u00f5es ao alho e \u00f3leo, patinhas de siri, caranguejos&#8230;<\/p>\n<h2> Calhau<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-71.jpg\" alt=\"Calhau\" title=\"Calhau\" width=\"350\" height=\"224\"\/><strong>Barracas garantem sombra e \u00e1gua fresca<\/strong><\/p>\n<p> A praia de \u00e1guas calmas, dunas e vegeta\u00e7\u00e3o rasteira acompanha toda a extens\u00e3o      da Avenida Litor\u00e2nea. O movimento \u00e9 grande nos finais de semana, tanto de      banhistas quanto de adeptos de atividades esportivas, como corrida e ciclismo.      O charme fica por conta dos quiosques padronizados e dos restaurantes sobre      palafitas.<\/p>\n<h2> Ara\u00e7agi &#8211; Melhor praia para banho<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-72.jpg\" alt=\"Ara\u00e7agi\" title=\"Ara\u00e7agi\" width=\"350\" height=\"249\"\/><\/p>\n<p> O charme do litoral de S\u00e3o Luiz \u00e9 a areia, muito branca e fininha, outra      dica s\u00e3o os quiosques muito bem montados, a \u00e1gua \u00e9 morninha e principalmente      em Aracagy \u00e9 muito boa para banho de mar,a cor da \u00e1gua n\u00e3o \u00e9 azul como as      praias do rio, por\u00e9m tem seu charme \u00e9 diferente e vale a pena conhecer \u00e9 muito      legal mesmo.<\/p>\n<h2> Olho d&#8217;\u00c1gua<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-73.jpg\" alt=\"Olho d'\u00c1gua\" title=\"Olho d'\u00c1gua\" width=\"350\" height=\"226\"\/><strong>Bons ventos conduzem os kitesurfistas<\/strong><\/p>\n<p> O visual \u00e9 r\u00fastico, formado por dunas, morros e fal\u00e9sias; mas Olho d&#8217;\u00c1gua      \u00e9 urbanizada, cheia de quiosques e bastante movimentada. Os ventos fortes      que sopram por ali entre os meses de julho e dezembro atraem os praticantes      de esportes \u00e0 vela.<\/p>\n<h2> Ponta d&#8217;Areia<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-74.jpg\" alt=\"Ponta d'Areia\" title=\"Ponta d'Areia\" width=\"350\" height=\"226\"\/><\/p>\n<p> A praia mais pr\u00f3xima do Centro &#8211; Ponta d&#8217;Areia fica a quatro quil\u00f4metros      e tem f\u00e1cil acesso &#8211; \u00e9 tamb\u00e9m a mais freq\u00fcentada da cidade, reunindo banhistas      de estilos diversos, embora n\u00e3o seja indicada para banhos. Restaurantes e      clubes de reggae espalham-se ao longo da orla.<\/p>\n<h2> S\u00e3o Marcos<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-75.jpg\" alt=\"S\u00e3o Marcos\" title=\"S\u00e3o Marcos\" width=\"350\" height=\"263\"\/><\/p>\n<p> \u00c9 a preferida da turma jovem e dos surfistas. Os bares garantem a anima\u00e7\u00e3o      durante o dia e tamb\u00e9m \u00e0 noite. A paisagem \u00e9 formada, ainda, por dunas cobertas      de verde e ru\u00ednas do Forte S\u00e3o Marcos, erguido no s\u00e9culo XVIII.<\/p>\n<h2> Esportes e Ecoturismo em S\u00e3o Lu\u00eds<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-76.jpg\" alt=\"Esportes e Ecoturismo em S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"Esportes e Ecoturismo em S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"233\"\/>     Turma do kitesurf se re\u00fane na praia de Olho d&#8217;\u00c1gua<\/strong><\/p>\n<p> A praia do Calhau \u00e9 a preferida dos esportistas, que l\u00e1 encontram toda a      extens\u00e3o da Avenida Litor\u00e2nea para praticar corrida, caminhada e ciclismo.      J\u00e1 os surfistas marcam presen\u00e7a em S\u00e3o Marcos, enquanto os adeptos dos esportes      a vela se concentram em Olha d&#8217;\u00c1gua.<\/p>\n<p>  Fonte:\u00a0www.feriasbrasil.com.br<\/p>\n<h2> A \u00fanica capital brasileira fundada por franceses<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-93.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"300\" height=\"200\"\/><\/p>\n<p> Fundada em 1612 S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 aconchegante e cativante e ao contr\u00e1rio da grande      maioria das outras cidades brasileiras foi fundada por franceses. Seu povo,      sempre alegre, \u00e9 cheio de lendas para contar, e de dan\u00e7as para ensinar. As      belas terras que formam a ilha oferecem praias magn\u00edficas. E Deus, muito s\u00e1bio,      fez com que o charme e o tempero da cidade, assim como o de sua gastronomia,      sejam inigual\u00e1velmente fant\u00e1sticos!<\/p>\n<p> Localizada entre os rios Anil e Bacanga, a ilha de S\u00e3o Lu\u00eds do Maranh\u00e3o      tem em sua parte oeste o centro hist\u00f3rico da cidade, com casar\u00f5es imensos,      de fachadas imponentes em azulejo, sacadas de ferro, e tudo no mais tradicional      estilo do s\u00e9culo XVII, bem como a Pra\u00e7a D. Pedro II, aonde localizam-se tamb\u00e9m      a Igreja da S\u00e9 e o Pal\u00e1cio dos Le\u00f5es. Nem tudo est\u00e1 em seu melhor estado de      conserva\u00e7\u00e3o, mas o projeto Reviver est\u00e1 trabalhando na restaura\u00e7\u00e3o, afinal,      o centro hist\u00f3rico de S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 parte do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico da Humanidade      (Unesco).<\/p>\n<p> Tudo na Ilha \u00e9 cheio de Magia, mistic\u00edsmo e lendas. E como em qualquer lugar      do Brasil, \u00e9 claro que n\u00e3o poderiam faltar algumas dan\u00e7as tradicionais: Do      popular Bumba-meu-boi, ao Tambor de Crioula, esta somente tocada por senhoras,      as dan\u00e7as s\u00e3o sempre muito alegres, e claro, t\u00eam um motivo e uma hist\u00f3ria      para acompanhar. D escobrir a lenda de cada uma, junto aos simp\u00e1ticos moradores      da cidade, \u00e9 tarefa para todo bom turista. Fora as dan\u00e7as, o Reggae \u00e9 o tipo      de m\u00fasica mais apreciado e tocado na cidade, que j\u00e1 \u00e9 at\u00e9 chamada de &#8220;Jamaica      Brasileira&#8221;.<\/p>\n<p> Apesar de diferentes, as praias de S\u00e3o Lu\u00eds, que costumam ter um mar um      pouco mais escuro do que no restante do Brasil, s\u00e3o bel\u00edssimas. A mais famosa,      e preferida dos surfistas e de quem gosta de agita\u00e7\u00e3o, \u00e9 a de S\u00e3o Marcos.      Mas se a prefer\u00eancia for por um pouco mais de privacidade e tranquilidade,      a de Ara\u00e7agi \u00e9 a escolha certa.<\/p>\n<p> Destaque tamb\u00e9m para a culin\u00e1ria da ilha, que mistura elementos da cozinha      portuguesa, africana e ind\u00edgena, o que resulta sempre em pratos ex\u00f3ticos e      muito saborosos. O mais famoso deles \u00e9 o Arroz de Cux\u00e1, que todo visistante      n\u00e3o pode deixar de provar. Para depois da uma deliciosa refei\u00e7\u00e3o, n\u00e3o faltam      doces e bebidas caseiras e t\u00edpicos da regi\u00e3o. O artesanato tamb\u00e9m n\u00e3o pode      ser esquecido: Bordados, rendas, azulejos e licores podem ser comprados como      lembran\u00e7a do maravilhoso passeio que se faz pela Ilha de S\u00e3o Lu\u00eds.<\/p>\n<h2> LEN\u00c7\u00d3IS MARANHENSES &#8211; MA<\/h2>\n<p> <strong>Saara brasileiro<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-94.jpg\" alt=\"Saara brasileiro\" title=\"Saara brasileiro\" width=\"300\" height=\"205\"\/><\/strong><\/p>\n<p> Os Len\u00e7\u00f3is Maranhenses, pertencentes ao munic\u00edpio de Barreirinhas, que fica      a 370km da capital do Maranh\u00e3o, S\u00e3o Lu\u00eds, vem se tornando um ponto tur\u00edstico      de import\u00e2ncia acentuada e crescente nos \u00faltimos tempos. O encanto dessa,      que \u00e9 com certeza uma das mais belas paisagens brasileiras, vem encontrando      apoio e incentivo, al\u00e9m da admira\u00e7\u00e3o dos turistas, tornando-se assim muito      procurada.<\/p>\n<p> Formado por dunas m\u00f3veis de at\u00e9 40m de altura de areias brancas e finas,      lagoas de \u00e1guas cristalinamente azuis, restingas e uma enorme biodiversidade,      o Parque Nacional dos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses, que conta com 155 mil hectares      de extens\u00e3o, das quais cerca de 100km na costa litor\u00e2nea do estado, \u00e9 um dos      ecossistemas mais raros do planeta: Um deserto!<\/p>\n<p> Diferenciando-se do africano pela quantidade de chuvas anual, e pela riqueza      da fauna, ambos bem maiores no deserto maranhense, o Saara brasileiro pode      ser acessado apenas de barco ou lancha, que usam o Rio Pregui\u00e7as como via      de transporte. O pequeno sacrif\u00edcio \u00e9 recompensado: Paisagens arenosas que      mais parecem pinturas, usando como tinta a riqueza de cores das lagoas e da      vegeta\u00e7\u00e3o nativa, e uma rusticidade simp\u00e1tica e cativante far\u00e3o desse, um      passeio inesquec\u00edvel.<\/p>\n<p> N\u00e0o deixe de visitar as lagoas Azul e Bonita. Para se chegar a Lagoa Azul      demora aproximadamente duas horas em veiculo de tra\u00e7\u00e3o nas quatro rodas que      podem ser conseguidos em Barreirinhas, j\u00e1 a Lagoa Bonita fica mais distante      a cerca de 30km. Ambas s\u00e3o deslumbrantes e o banho &#8220;obrigat\u00f3rio&#8221;      j\u00e1 que o calor \u00e9 muito forte.<\/p>\n<p>  Fonte:\u00a0www.stw.tur.br<\/p>\n<h6> S\u00e3o Lu\u00eds<\/h6>\n<p> <strong>S\u00e3o Lu\u00eds do Maranh\u00e3o oferece lugares hist\u00f3ricos para que os turistas      conhe\u00e7am um pouco mais da sua magia.<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-95.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"189\"\/><\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-96.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"189\"\/><\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-97.jpg\" alt=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" title=\"S\u00e3o Lu\u00eds\" width=\"350\" height=\"189\"\/><\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p> Avenida Pedro II<\/p>\n<p> Pal\u00e1cio dos Le\u00f5es<\/p>\n<p> Pal\u00e1cio La Ravardi\u00e8re<\/p>\n<p> Igreja da S\u00e9<\/p>\n<p> Pal\u00e1cio Episcopal<\/p>\n<p> Teatro Arthur Azevedo<\/p>\n<p> Lagoa da Jansen<\/p>\n<p> Museu Hist\u00f3rico e Art\u00edstico<\/p>\n<p> Parque Nacional dos Len\u00e7\u00f3is Maranhense etc.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>  Fonte:\u00a0www.resorthotelturismo.com.br<\/p>\n<h6> S\u00e3o Lu\u00eds<\/h6>\n<h2> Anivers\u00e1rio de S\u00e3o Lu\u00eds<\/h2>\n<h2> 08 de Setembro<\/h2>\n<h2> Breve Hist\u00f3rico da Cidade de S\u00e3o Lu\u00eds<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> &#8220;Nada h\u00e1 a\u00ed de compar\u00e1vel \u00e0 beleza e \u00e0s del\u00edcias desta      terra, bem como a fecundidade e abund\u00e2ncia em tudo o que homem possa imaginar&#8221;<\/p>\n<p class=\"imagem\"> (Claude d&#8217;Abbeville).<\/p>\n<p> Situada no litoral maranhense, a cidade de S\u00e3o Lu\u00eds traz consigo influ\u00eancia      dos nativos, portugueses, franceses e africanos. Trazendo consigo ainda, uma      diversidade intr\u00ednseca aos seus costumes, seja em ritmos e sabores, a cidade      possui reflexos da mistura cultural dos povos formadores de sua identidade.<\/p>\n<p> A Funda\u00e7\u00e3o oficial data de 1612, quando os franceses passaram a ocupar a      regi\u00e3o, e ao instalarem o Forte de S\u00e3o Lu\u00eds, homenagem ao Rei-menino Lu\u00eds      XIII, vindo da\u00ed a denomina\u00e7\u00e3o da cidade.<\/p>\n<p> Sua hist\u00f3ria urbana possui caracter\u00edsticas da coloniza\u00e7\u00e3o portuguesa, tendo      em seu n\u00facleo fundacional reflexos urban\u00edsticos planejados no s\u00e9culo XVII,      pelo Engenheiro-Mor Frias de Mesquita, tra\u00e7ado quadril\u00e1tero ortogonal &#8211; de      influ\u00eancia espanhola &#8211; que se adequa \u00e0 declividade da \u00e1rea. Este tra\u00e7ado auxiliou      na expans\u00e3o do n\u00facleo central, que continua at\u00e9 hoje. Esta foi uma das caracter\u00edsticas      que conferiu \u00e0 cidade o t\u00edtulo de Patrim\u00f4nio Mundial reconhecido pela UNESCO,      em 1997.<\/p>\n<p> Faz parte do seu patrim\u00f4nio cultural a riqueza de poemas e romances dos      seus grandes escritores, tais como Alu\u00edsio de Azevedo, Gon\u00e7alves Dias, Gra\u00e7a      Aranha, dentre outros, o que tornou a cidade conhecida como Atenas Maranhense.      Al\u00e9m da literatura, os ritmos cadenciados transbordam alegria e sensualidade,      atrav\u00e9s do tambor-de-crioula, do reggae e do bumba-meu-boi.<\/p>\n<p> Outro bem patrimonial hist\u00f3rico \u00e9 revelado atrav\u00e9s de seus casar\u00f5es e fachadas      azulejares, constru\u00e7\u00f5es do s\u00e9culo XIX, que trouxeram uma peculiaridade especial      a S\u00e3o Lu\u00eds, capital brasileira com maior n\u00famero de casar\u00f5es em estilo tradicional      portugu\u00eas e maior conjunto arquitet\u00f4nico homog\u00eaneo da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p> Atenas Maranhense, Capital do Reggae, Ilha do Amor, Capital Brasileira da      Cultura e Cidade Patrim\u00f4nio Mundial da Humanidade, revelam a peculiaridade      desta cidade \u00fanica, chamada S\u00e3o Lu\u00eds.     O Munic\u00edpio<\/p>\n<h2> S\u00e3o Lu\u00eds, cidade de todos<\/h2>\n<p> O munic\u00edpio de S\u00e3o Lu\u00eds ocupa uma \u00e1rea de 828,01 Km\u00b2 e est\u00e1 localizado no      Nordeste do Brasil a 2\u00b0 ao Sul do Equador, est\u00e1 a 24 metros acima do n\u00edvel      do mar. Segundo dados do Censo 2000 &#8211; IBGE, o munic\u00edpio possui 870.028 habitantes,      sendo 837.584 na \u00e1rea urbana e 32.444 na \u00e1rea rural. Segundo o Censo, a popula\u00e7\u00e3o      \u00e9 jovem sendo 63,87% (555.709 habitantes) com idade inferior a 29 anos, destacando-se      que 375.624 (40,17%) s\u00e3o menores de 19 anos.<\/p>\n<p> O munic\u00edpio ocupa mais da metade da ilha (57%), e conforme registros da      Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Sa\u00fade (1996), a popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 distribu\u00edda em centro      urbano com 122 bairros (que constituem a regi\u00e3o semi-urbana) e 122 povoados      (que formam a zona rural). A cidade est\u00e1 dividida em 15 setores fiscais e      233 bairros, loteamentos e conjuntos residenciais.<\/p>\n<p> Das pessoas residentes com mais de 10 anos de idade, 93,10% s\u00e3o alfabetizadas      e o munic\u00edpio apresenta \u00cdndice de Desenvolvimento Humano (IDH) superior ao      restante do Estado.<\/p>\n<p>  Fonte:\u00a0www.saoluis.ma.gov.br<\/p>\n<h6> S\u00e3o Lu\u00eds<\/h6>\n<h2> Anivers\u00e1rio de S\u00e3o Lu\u00eds<\/h2>\n<p> A cidade de S\u00e3o Lu\u00eds, capital do Maranh\u00e3o, nasceu francesa, foi invadida      pelos holandeses, cresceu e prosperou sob o dom\u00ednio dos portugueses. Tudo      isso lhe rendeu o t\u00edtulo de Patrim\u00f4nio Cultural da Humanidade, concedido pela      Unesco em 1997, gra\u00e7as ao rico conjunto da arquitetura civil, um dos maiores      do mundo de origem europ\u00e9ia.<\/p>\n<p> Al\u00e9m disso, foi eleita, este ano, a Capital Brasileira da Cultura e tamb\u00e9m      est\u00e1 comemorando o ano da Fran\u00e7a no Brasil. Portanto, motivos n\u00e3o faltam para      celebrar, em grande estilo, os 397 anos de sua funda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> V\u00e1rias s\u00e3o as denomina\u00e7\u00f5es dadas a cidade de S\u00e3o Lu\u00eds como \u0093cidade dos azulejos\u0094      (principalmente de azulejos portugueses), \u0093a Ilha dos Amores\u0094 (pela bondade      de seus habitantes), \u0093a Ilha Rebelde\u0094 (pelas suas tradi\u00e7\u00f5es, principalmente      pol\u00edticas), \u0093hist\u00f3rica Ilha de Upaon-A\u00e7u\u0094 (separada do continente pelo Estreito      dos Mosquitos e banhada pelos rios Anil e Bacanga), \u0093a bela Athenas Brasileira\u0094      (pela import\u00e2ncia de seus poetas, de sua cultura liter\u00e1ria em geral, de ontem      e de hoje e pela sua popula\u00e7\u00e3o, que \u00e9 alegre por natureza, e que sabe brincar      e dan\u00e7ar como poucas).<\/p>\n<p> <strong>Feliz Anivers\u00e1rio S\u00e3o Lu\u00eds!<\/strong><\/p>\n<p>  Fonte:\u00a0www.obompastor.com.br<\/p>\n<h6> S\u00e3o Lu\u00eds<\/h6>\n<h2> Anivers\u00e1rio de S\u00e3o Lu\u00eds<\/h2>\n<h2> 08 de Setembro<\/h2>\n<h2> Ano de funda\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p> 1612<\/p>\n<p> \u00danica capital do pa\u00eds que foi francesa, holandesa e portuguesa, S\u00e3o Lu\u00eds      \u00e9 o terceiro centro mais denso de povoamento de origem negra no Brasil.<\/p>\n<p> Patrim\u00f4nio da Humanidade.<\/p>\n<h2> \u00c1rea territorial<\/h2>\n<p> 827 km2<\/p>\n<h2> Economia<\/h2>\n<p> Com\u00e9rcio e presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os<\/p>\n<h2> Hist\u00f3ria<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/aniversario-sao-luis.jpg\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"300\" height=\"201\"\/><\/p>\n<p> Foram os franceses que fundaram S\u00e3o Lu\u00eds, em 1612, e o nome escolhido \u00e9      uma homenagem ao Rei de Fran\u00e7a Lu\u00eds XIII. Os portugueses a recuperaram tr\u00eas      anos depois &#8211; 1615 &#8211; para, em 1641, ser tomada pelos holandeses, que dominaram      a cidade por um per\u00edodo de tr\u00eas anos.<\/p>\n<p> Seu desenvolvimento se deu pela cultura do algod\u00e3o, j\u00e1 no s\u00e9culo XVIII.      Cultura, no entanto, que se tornou economicamente dependente da m\u00e3o-de-obra      escrava.<\/p>\n<p> De qualquer forma, foi a lavoura canavieira que manteve esse crescimento      no s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p> Depois, com a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura, a economia recebeu um golpe, entrando      numa fase de decad\u00eancia, que s\u00f3 veio a ser superada na d\u00e9cada de 30.<\/p>\n<p> A constru\u00e7\u00e3o da Ferrovia e do Porto de Ponta da Madeira, na ba\u00eda de S\u00e3o      Marcos, na d\u00e9cada de 80, impulsionou a cidade, que passou a exportar o min\u00e9rio      de ferro da Serra dos Caraj\u00e1s, no Par\u00e1.<\/p>\n<p> Esse crescimento, por sua vez, ocasionou uma migra\u00e7\u00e3o do interior para a      capital, estimulando o aparecimento de favelas.<\/p>\n<p> O destaque de S\u00e3o Lu\u00eds fica por conta de suas casas em estilo colonial com      azulejos portugueses formando lindos pain\u00e9is.<\/p>\n<h2> Folclore<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/bumba-meu-boi.jpg\" alt=\"Bumba Meu Boi\" title=\"Bumba Meu Boi\" width=\"300\" height=\"191\"\/>     Bumba Meu Boi<\/strong><\/p>\n<p> Bumba Meu Boi &#8211; o Bumba Meu Boi existe em diversas regi\u00f5es do Brasil, mas      especialmente no Maranh\u00e3o herdou tr\u00eas &#8220;tonalidades&#8221;: enredo branco,      ritmo negro e dan\u00e7a ind\u00edgena. Divers\u00e3o que acontece junto com os festejos      juninos, o Bumba-Meu-Boi \u00e9 um auto popular que conta a hist\u00f3ria de uma escrava,      Catirina, que fez o seu nego Chico matar o boi mais bonito da fazenda para      satisfazer o seu desejo de gr\u00e1vida de comer l\u00edngua de boi.<\/p>\n<p> Quando o fazendeiro descobre o ocorrido, ordena que um \u00edndio v\u00e1 ao encal\u00e7o      do nego que, uma vez capturado, \u00e9 levado a se explicar ao Amo. Esta parte      &#8211; dizem &#8211; \u00e9 a mais engra\u00e7ada da com\u00e9dia. Depois vem a parte que eles chamam      um doutor para ressuscitar o boi, numa cena que ironiza a medicina. No final,      quando o boi ressuscita e o nego Chico \u00e9 perdoado, come\u00e7a a festa, com muita      alegria, onde os personagens e os espectadores da pe\u00e7a se juntam numa mesma      anima\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2> Ruas, lugares &#8230;<\/h2>\n<p> <strong>Bairro de Praia Grande<\/strong><\/p>\n<p> Antigo bairro comercial datado de 1789, hoje \u00e9 uma \u00e1rea de lazer, onde costumam      acontecer manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas e culturais.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/bairro-praia-grande.jpg\" alt=\"Bairro de Praia Grande\" title=\"Bairro de Praia Grande\" width=\"400\" height=\"250\"\/><\/p>\n<p> <strong>Beco Catarina Mina<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/beco-catarina-mina.jpg\" alt=\"Beco Catarina Mina\" title=\"Beco Catarina Mina\" width=\"250\" height=\"375\"\/><\/strong><\/p>\n<p> O nome do beco \u00e9 uma homenagem \u00e0 negra Catarina Rosa de Jesus Ferreira,      negra bonita e inteligente, que fez fortuna e era conhecia pela sua insinuante      meiguice, com a qual enfeiti\u00e7ava os homens ricos da Praia Grande.<\/p>\n<p> <strong>Museu Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Maranh\u00e3o (Solar Gomes de Souza)<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/museu.jpg\" alt=\"Museu Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Maranh\u00e3o\" title=\"Museu Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Maranh\u00e3o\" width=\"400\" height=\"235\"\/><\/strong><\/p>\n<p> Solar constru\u00eddo em 1836 e que, segundo reza a tradi\u00e7\u00e3o, foi lugar de leituras      e ensaios de trabalhos dos jovens Arthur e Alu\u00edzio Azevedo. Passou a ser museu      em 1973.<\/p>\n<p> <strong>Praia Ponta D&#8217;areia<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/praia-ponta-da-areia.jpg\" alt=\"Praia Ponta D'areia\" title=\"Praia Ponta D'areia\" width=\"400\" height=\"323\"\/><\/strong><\/p>\n<p> Praia mais popular de S\u00e3o Lu\u00eds, onde se encontram as ru\u00ednas do Forte Santo      Ant\u00f4nio, constru\u00eddo no s\u00e9culo XVII.<\/p>\n<p>  Fonte:\u00a0www.ibge.gov.br<\/p>\n<h6> S\u00e3o Lu\u00eds<\/h6>\n<h2> Anivers\u00e1rio de S\u00e3o Lu\u00eds<\/h2>\n<h2> 08 de Setembro<\/h2>\n<h2> <strong>Origem<\/strong><\/h2>\n<p> A cidade de S\u00e3o Lu\u00eds do Maranh\u00e3o foi fundada em 8 de setembro de 1612, como      uma col\u00f4nia francesa &#8211; Fran\u00e7a Equinocial. Retomada pelos portugueses em 1616,      foi invadida pelos holandeses no per\u00edodo de 1640-43; novamente retomada pelos      portugueses, constituiu a cabe\u00e7a do Estado Colonial do Maranh\u00e3o at\u00e9 ser &#8220;anexada&#8221;      ao Imp\u00e9rio Brasileiro, em 1823. Desde ent\u00e3o recebeu as denomina\u00e7\u00f5es de &#8220;Atenas      brasileira&#8221;; &#8220;Jamaica brasileira&#8221;; e hoje, &#8220;apenas brasileira&#8221;.      As manifesta\u00e7\u00f5es do l\u00fadico e de movimentos protot\u00edpicos ao esporte t\u00eam seus      primeiros registros ainda no per\u00edodo colonial. Promovidas pela Igreja, as      festas constitu\u00edam a \u00fanica distra\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o abandonada pela Metr\u00f3pole,      a saber: a prociss\u00e3o de &#8220;Corpus Cristhi&#8221;, a de S\u00e3o Sebasti\u00e3o, em      janeiro; a do anjo Cust\u00f3dio, em julho; a da Senhora da Vit\u00f3ria, em novembro      e a da restaura\u00e7\u00e3o de El-Rei, em dezembro. Na atualidade, a cidade funciona      como um cluster esportivo em rela\u00e7\u00e3o aos munic\u00edpios vizinhos, entendendo-se      como cluster (express\u00e3o usada no Brasil, por n\u00e3o ter equivalente em portugu\u00eas)      as cidades e regi\u00f5es que se tornaram p\u00f3los de influ\u00eancia s\u00f3cio-econ\u00f4mica e      que d\u00e3o surgimento a uma variedade de pr\u00e1ticas em \u00e1reas vizinhas por repercuss\u00e3o      ou imita\u00e7\u00e3o (DaCosta, 2005).<\/p>\n<h2> 1679<\/h2>\n<p> A primeira manifesta\u00e7\u00e3o l\u00fadico-esportiva registrada em S\u00e3o Lu\u00eds foi o jogo      da argolinha, que aparece quando da chegada do primeiro Bispo ao Maranh\u00e3o,      neste ano. Nas festas de ent\u00e3o, fizeram-se v\u00e1rias representa\u00e7\u00f5es de encamisadas      a cavalo, conforme retrata C\u00e2mara Cascudo (1972, p.368). As encamisadas consistiam      em um cortejo carnavalesco que sa\u00eda \u00e0s segundas-feiras, cujos componentes      vestiam longas camisas e mascarados de branco, fazendo momices. Primitivamente      foi ataque de guerreiro, em que os soldados punham camisas sobre as coura\u00e7as      como disfarce. Depois, mascarada noturna com archotes. Tornou-se desfile,      inclu\u00eddo nas festividades p\u00fablicas jogando-se as canas e o a argolinha. A      argolinha \u00e9 encontrada desde o s\u00e9culo XV em Portugal e, de acordo com Grifi      (1989; In VAZ, 2002), a corrida dall&#8217;anello &#8211; corrida do arco &#8211; consistia      na corrida a cavalo durante as quais os cavaleiros deviam enfiar a lan\u00e7a ou      a espada em um arco suspenso. Vencia quem conseguia enfiar o maior n\u00famero      de arcos.<\/p>\n<h2> S\u00e9culo XVIII<\/h2>\n<p> Neste per\u00edodo \u00e9 encontrado um op\u00fasculo, de autoria do Padre jesu\u00edta Jo\u00e3o      Tavares, intitulado &#8220;As recrea\u00e7\u00f5es do Rio Munim do Maranh\u00e3o&#8221;, escrito      em 1724. Os jesu\u00edtas mantinham nos arrabaldes da cidade de S\u00e3o Lu\u00eds &#8211; hoje      Bairro da Madre Deus &#8211; uma &#8220;Casa de Instru\u00e7\u00e3o e Recreio&#8221;, destinada      \u00e0s recrea\u00e7\u00f5es dos alunos do Col\u00e9gio M\u00e1ximo. J\u00e1 em 1709, o Col\u00e9gio do Maranh\u00e3o      era Col\u00e9gio M\u00e1ximo. Nesse col\u00e9gio funcionavam as faculdades pr\u00f3prias do antigo      col\u00e9gio da Companhia: Humanidades, Filosofia e Teologia, e, mais tarde, com      graus acad\u00eamicos, no chamado curso de Artes. O Col\u00e9gio M\u00e1ximo do Maranh\u00e3o      outorgava graus de bacharel, licenciado, mestre e doutor, como se praticava      em Portugal e na Sic\u00edlia, segundo os privil\u00e9gios de Pio IV e Greg\u00f3rio XIII.<\/p>\n<h2> 1820 &#8211; 1907<\/h2>\n<p> H\u00e1 registros de algumas manifesta\u00e7\u00f5es de lazer em S\u00e3o Lu\u00eds, como as caminhadas,      as cavalgadas, a ca\u00e7a, e atividades recreativas como o jogo do bilhar franc\u00eas,      por exemplo, instalado no Teatro Uni\u00e3o j\u00e1 em 1822. O bilhar a partir desta      \u00e9poca, passou a fazer parte da vida da cidade em diferentes est\u00e1gios. Tem-se      not\u00edcias da exist\u00eancia de v\u00e1rios deles em bares durante o ano de 1826, e depois      entre os anos de 1838 e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica. Eram freq\u00fcentados pelos      alunos do Liceu Maranhense. O Caf\u00e9 Richie, desde 1902 at\u00e9 seu fechamento,      mantinha mesas, nas quais se realizavam campeonatos e torneios. No Clube Euterpe,      fundado em 1904, e em outros clubes fundados ap\u00f3s essa \u00e9poca, tamb\u00e9m eram      instaladas mesas para a sua pr\u00e1tica; como no Fabril Atletic Clube &#8211; FAC, em      1907. Ainda hoje o jogo \u00e9 praticado nos clubes sociais da cidade.<\/p>\n<h2> <strong>1827 &#8211; 1907<\/strong><\/h2>\n<p> Durante todo o s\u00e9culo XIX o jogo da p\u00e9la &#8211; que daria origem ao law tennis      &#8211; \u00e9 praticado como recrea\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Lu\u00eds. O law tennis aparece      desde 1907, quando da funda\u00e7\u00e3o da FAC e de outros clubes da elite maranhense;      ainda hoje o t\u00eanis \u00e9 praticado nos clubes sociais. O jogo da p\u00e9la &#8211; jeu de      paume &#8211; consiste em bater a bola com a m\u00e3o e substituiu os ludus pilae cum      palma romano. Na Fran\u00e7a, a bola, nascida no tardo-medievo como instrumento      de cruel contenda torna-se momento l\u00fadico e agon\u00edstico, aberto a todos Em      Portugal, no in\u00edcio do s\u00e9culo XVIII, foi introduzido o uso franc\u00eas de jogar      com raqueta. Conhecido j\u00e1 no s\u00e9culo XII foi jogado mais intensamente em per\u00edodos      sucessivos, at\u00e9 dar vida ao atual t\u00eanis.<\/p>\n<h2> 1829 &#8211; 1877<\/h2>\n<p> A primeira aula de dan\u00e7a de S\u00e3o Lu\u00eds, \u00e9 anunciada em jornais locais pelo      italiano Carlos Carmini. Posteriormente, a partir de 1842 aparece nos programas      das escolas particulares que se abriam na cidade. No mesmo per\u00edodo aparecem      ind\u00edcios da pr\u00e1tica da capoeira, confirmada por not\u00edcia de jornal de 1835.      Em 1855 e anos seguintes, a pr\u00e1tica \u00e9 proibida pela pol\u00edcia. No ano de 1874,      sua proibi\u00e7\u00e3o consta do C\u00f3digo de Posturas da cidade de Turia\u00e7\u00fa, identificada      tamb\u00e9m com o nome de Carioca. Em 1863, quando da inaugura\u00e7\u00e3o da ilumina\u00e7\u00e3o      p\u00fablica em S\u00e3o Lu\u00eds, Josu\u00e9 Montelo registra em um romance o seguinte: &#8220;que      com os lampi\u00f5es de g\u00e1s altera-se a na vida da cidade com as ruas mais claras      durante a noite. Ningu\u00e9m mais se queixou de ter ca\u00eddo numa vala por falta      de luz nem recebeu o golpe de um capoeira na escurid\u00e3o&#8221;. Em 1877, a capoeira      aparece sob a forma de competi\u00e7\u00e3o. Nascimento de Moraes, em uma cr\u00f4nica que      retrata os costumes e ambientes de S\u00e3o Lu\u00eds em fins do s\u00e9culo XIX e in\u00edcio      do XX, publicada em 1915, emprega o termo capoeiragem: &#8220;A pol\u00edcia \u00e9 mal      vista por l\u00e1, a cabroiera dos outros tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 bem recebida e, assim, quando      menos se espera, por causa de uma raparigota qualquer, que se faceira e requebra      com indiv\u00edduo estranho ali, o rolo fecha, a capoeiragem se desenfreia e quem      puder que se salve&#8221;. Cumpre ressaltar que a capoeira praticada no Maranh\u00e3o      \u00e9 sui-generis, e a partir da d\u00e9cada de 1970 do s\u00e9culo passado tem um destacado      incremento e \u00e9 introduzida, nos anos de 1980, nos Jogos Escolares Maranhenses-JEMs.<\/p>\n<h2> <strong>1840 &#8211; 1870<\/strong><\/h2>\n<p> No ano de 1841, em S\u00e3o Lu\u00eds, surge o an\u00fancio de Manoel Dias de Pena propondo-se      a ensinar a esgrima. No mesmo jornal aparece outro an\u00fancio oferecendo os instrumentos,      a espada. Com a cria\u00e7\u00e3o da Escola de Aprendizes Marinheiros, em 1861, a esgrima      passa a fazer parte da instru\u00e7\u00e3o militar dos alunos, prosseguindo at\u00e9 seu      fechamento. Os Aprendizes Marinheiros de S\u00e3o Lu\u00eds, costumavam se apresentar      nos eventos esportivos promovidos pelo FAC e em outros clubes, participando      n\u00e3o de jogos, especialmente do futebol, como de combates com armas brancas      (baioneta, espada, florete). Aparentemente, desde a d\u00e9cada de 1920, a esgrima      n\u00e3o \u00e9 mais praticada em S\u00e3o Lu\u00eds. Ainda no ano de 1841, aparece o an\u00fancio      de apresenta\u00e7\u00e3o de gin\u00e1stica no Teatro de S\u00e3o Lu\u00eds por um disc\u00edpulo de Am\u00f3ros.      Nos anos de 1870, na casa dos Abranches (fam\u00edlia importante da cidade), foi      montada uma sala de gin\u00e1stica com pesos na qual os companheiros do Liceu de      Dunshe de Abranches iam se exercitar. A partir de fins dos anos de 1880, a      elite maranhense passa a praticar a gin\u00e1stica sueca. Quanto \u00e0 Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica,      sua implanta\u00e7\u00e3o se d\u00e1 a partir de 1844, quando da funda\u00e7\u00e3o do primeiro col\u00e9gio      feminino. A fidalga espanhola D. Martinha Alvarez de Castro casou-se com Garcia      de Abranches, o Censor, quando tinha 17 anos. D. Martinha foi a fundadora      do primeiro col\u00e9gio destinado ao sexo feminino em Maranh\u00e3o &#8211; o &#8220;Col\u00e9gio      Nossa Senhora das Gra\u00e7as&#8221;, mais conhecido como o Col\u00e9gio das Abranches      &#8211; junto com sua filha Am\u00e2ncia Leonor, em 1844. Foi possivelmente ela, ou uma      das filhas, a primeira professora de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica do Brasil. Nas escolas      masculinas, s\u00f3 aparece a partir de 1864.<\/p>\n<h2> 1880 &#8211; 1950<\/h2>\n<p> H\u00e1 uma tentativa de implantar o turfe em S\u00e3o Lu\u00eds, pelo ingl\u00eas Septimus      Summer, fundador do Racing Club Maranhense, em 9 de agosto de 1881. O clube      durou at\u00e9 dezembro do mesmo ano. Em janeiro de 1893, por iniciativa de Virg\u00edlio      Albuquerque, no bairro do Jo\u00e3o Paulo, ergue-se o Prado Maranhense, o qual      algumas poucas programa\u00e7\u00f5es de corridas, encerra suas atividades em 28 de      maio de 1893. Na d\u00e9cada de 1950, Am\u00e9lio Smith e outros criadores tentaram      promover pr\u00e1ticas hip\u00f3dricas, sendo realizadas alguns &#8220;pegas&#8221; &#8211;      corridas livres em um estir\u00e3o preestabelecido &#8211; apenas para divertimento.      Chegou a ser criada uma associa\u00e7\u00e3o para difundir a atividade, mas tamb\u00e9m n\u00e3o      foi adiante. Na passagem do s\u00e9culo XIX para o s\u00e9culo XX, os jovens portadores      de &#8220;id\u00e9ias novas&#8221;, gente vinda do meio metropolitano, inquieta e      formada nele, introduzem o esporte dentre suas atividades. Filhos de uma elite      industrial, a exemplo de Nhosinho Santos &#8211; que estudara na Inglaterra; Alu\u00edsio      Azevedo &#8211; c\u00f4nsul brasileiro em Europa, Jap\u00e3o, e o c\u00f4nsul ingl\u00eas Charles Clissold      &#8211; que introduzem o esporte moderno em S\u00e3o Lu\u00eds, com a funda\u00e7\u00e3o de clubes esportivos,      seguindo o estilo ingl\u00eas.<\/p>\n<h2> 1900 &#8211; 1929<\/h2>\n<p> Nos primeiros anos da d\u00e9cada de 1900, os &#8220;sportmen&#8221; maranhenses      tentam implantar o chamado &#8220;esporte do muque&#8221;- ou seja, o remo &#8211;      utilizando-se dos rios Anil e Bacanga da cidade. Alexandre Collares Moreira      Nina funda o &#8220;Clube de Regatas Maranhense&#8221; em 1900. Sua pr\u00e1tica,      com alguma dificuldade, foi at\u00e9 1929. O ciclismo \u00e9 outra modalidade que come\u00e7a      a ganhar for\u00e7a no Maranh\u00e3o no mesmo per\u00edodo. Em 02 de setembro foram iniciadas      as atividades da &#8220;Uni\u00e3o Velocip\u00e9dica Maranhense&#8221;, com seu vel\u00f3dromo      instalado no T\u00edvoli &#8211; Bairro dos Rem\u00e9dios, no local onde funcionava o Col\u00e9gio      de S\u00e3o Lu\u00eds, at\u00e9 a pouco tempo. Como em outras tentativas introdut\u00f3rias de      modalidades esportivas, durou pouco, tamb\u00e9m at\u00e9 o final dos anos de 1920.      Com a cria\u00e7\u00e3o da Secretaria de Esportes e Lazer, em 1979, sua pr\u00e1tica voltou      a ser incentivada, e sofreu um incremento com a sua introdu\u00e7\u00e3o nos JEMs, a      partir de meado dos anos de 1980.<\/p>\n<h2> 1907<\/h2>\n<p> Joaquim Moreira Alves Dos Santos &#8211; Nhozinho Santos &#8211; introduz neste ano      o futebol em S\u00e3o Lu\u00eds, juntamente com outras modalidades esportivas, quando      da funda\u00e7\u00e3o do Fabril Athletic Club-FAC. Al\u00e9m do &#8220;foot-ball association&#8221;,      o &#8220;cricket&#8221;, o &#8220;crockt&#8221;, o atletismo, volta-se a jogar      o t\u00eanis, agora em sua vers\u00e3o moderna.<\/p>\n<h2> 1910 &#8211; 1932<\/h2>\n<p> O h\u00e1bito de repousar nos fins de semana desaparece na regi\u00e3o de S\u00e3o Lu\u00eds,      substitu\u00eddo pelas festas, corridas de cavalo, partidas de t\u00eanis, regatas,      corso nas avenidas, matin\u00eas dan\u00e7antes, e pelo futebol. A &#8220;gymn\u00e1stica&#8221;      era praticada pelas elites, que tomavam aulas particulares, conforme se depreende      de an\u00fancios publicados nos jornais. O clube Euterpe, fundado em 1904, tamb\u00e9m      passa a difundir atividades esportivas, como o tiro ao alvo, t\u00eanis e o t\u00eanis      de mesa (ping-pong). Em 31 de dezembro de 1910, o clube Euterpe fecha suas      portas. Nesse ano, Miguel Hoerhan come\u00e7a a prestar \u00e0 mocidade ludovicence      &#8211; isto\u00e9, de S\u00e3o Lu\u00eds &#8211; seus servi\u00e7os como professor de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica da      Escola Normal, Escola Modelo, Liceu Maranhense, Instituto Rosa Nina, em diversas      escolas estaduais e municipais. Hoerhan funda tamb\u00e9m o Club Gin\u00e1stico Maranhense.      \u00c9 ainda no mesmo per\u00edodo que o esporte no Maranh\u00e3o experimenta mais uma de      suas in\u00fameras crises. Desses desentendimentos, surgiram novas agremia\u00e7\u00f5es      formadas pelos dissidentes. Gentil Braga funda diversas equipes de futebol      para a popula\u00e7\u00e3o pobre, criando, no final da d\u00e9cada, a Liga dos P\u00e9s Descal\u00e7os,      reunindo os clubes que praticavam o esporte nas ruas e pra\u00e7as de S\u00e3o Lu\u00eds,      em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 Lima Maranhense de Futebol (1917), que reunia os clubes das      elites, dos industriais e comerciantes estrangeiros, especialmente ingleses,      com seus funcion\u00e1rios. A popula\u00e7\u00e3o, de um modo geral, n\u00e3o participava dessas      atividades. Gentil Braga n\u00e3o concordava com a elitiza\u00e7\u00e3o dos clubes e sai      do FAC, junto com um grupo de outros dissidentes que comungavam o mesmo pensamento,      fundando o Onze Maranhense (1911) que, al\u00e9m do futebol, desenvolve outras      atividades esportivas como t\u00eanis, crocket, basquetebol, bilhar, boliche, ping-pong      (t\u00eanis de mesa) e xadrez. Surgem v\u00e1rias equipes para a disputa do futebol,      movimento que se estende at\u00e9 o final dos anos de 1920, com a denominada Liga      dos P\u00e9s Descal\u00e7os. Os maranhenses come\u00e7am a compreender que o verdadeiro desenvolvimento      n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 intelectual, mas tamb\u00e9m f\u00edsico atrav\u00e9s da pr\u00e1tica do esporte, tendo      o futebol como elemento aglutinador da juventude. V\u00e1rios clubes t\u00eam origem      na cidade, tornando-se cada vez mais chic e atraindo a aten\u00e7\u00e3o das senhoritas.      O foot-ball deixa de ser uma coisa bruta. Nos anos de 1910, o Maranh\u00e3o contava      j\u00e1 com nove clubes constitu\u00eddos oficialmente. \u00c9 daquela Liga dos P\u00e9s Descal\u00e7os      que surgiram os atuais clubes de futebol da cidade, como o Sampaio Corr\u00eaa      Futebol Clube, fundado em 1927, o Moto Clube de S\u00e3o Lu\u00eds, em 1932 e posteriormente,      o Maranh\u00e3o Atl\u00e9tico Clube.<\/p>\n<h2> 1915<\/h2>\n<p> Surge, no cen\u00e1rio de expans\u00e3o esportiva de S\u00e3o Lu\u00eds, o vicec\u00f4nsul ingl\u00eas      no Maranh\u00e3o, Mr. Charles Clissold, um grande amante dos esportes. Junta-se      aos dirigentes do FAC, incentivando a pr\u00e1tica de v\u00e1rios esportes. Muitos jovens      haviam feitos suas inscri\u00e7\u00f5es, e o clube revive seus grandes dias oferecendo      v\u00e1rias modalidades como salto em altura simples, com vara, dist\u00e2ncia; corridas      de velocidade, de resist\u00eancia, com obst\u00e1culos; lan\u00e7amento de peso, de disco,      do martelo (atletismo); placekick (pontap\u00e9 na bola, colocando-a na maior dist\u00e2ncia);      cricket; crockt; ping-pong (t\u00eanis de mesa); bilhar; luta de tra\u00e7\u00e3o, etc.<\/p>\n<h2> D\u00e9cada de 1930<\/h2>\n<p> O futebol em S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 consolidado com o surgimento de v\u00e1rios clubes. O      basquetebol tem suas pr\u00f3prias equipes, disputando in\u00fameros campeonatos; o      voleibol \u00e9 praticado desde o in\u00edcio desta d\u00e9cada, nas praias; o motociclismo      surge com toda a for\u00e7a, com a funda\u00e7\u00e3o do Ciclo Moto Clube de S\u00e3o Lu\u00eds.<\/p>\n<h2> D\u00e9cada de 1940<\/h2>\n<p> Este per\u00edodo \u00e9 considerado a melhor fase dos esportes em S\u00e3o Lu\u00eds, tendo      os clubes de futebol destaque nacional e revelando jogadores para as principais      equipes do sul, inclusive para a sele\u00e7\u00e3o nacional. Ao final desse per\u00edodo,      em 1948 come\u00e7a se a praticar o futebol de sal\u00e3o.<\/p>\n<h2> D\u00e9cada de 1950<\/h2>\n<p> Nasce uma nova gera\u00e7\u00e3o de esportistas em S\u00e3o Lu\u00eds, tendo como espelho aquela      anterior, dos anos de 1930 e 1940. As autoridades municipal, estadual e federal      criam jogos escolares em que se destaca toda uma gera\u00e7\u00e3o de esportistas que      praticavam o basquetebol, o voleibol, a nata\u00e7\u00e3o, o boxe, e, principalmente,      o futebol. Essa fase se estende pelos anos de 1960. A gera\u00e7\u00e3o dos anos de      1953 &#8211; cujas atividades se estendem at\u00e9 a atualidade &#8211; vem influenciar as      seguintes, quando chegam ao servi\u00e7o p\u00fablico como jovens dirigentes, criando      o Festival de Juventude, que vem dar origem aos Jogos Escolares Maranhenses,      nos anos de 1970.<\/p>\n<h2> D\u00e9cada de 1970<\/h2>\n<p> Em 1971, Cl\u00e1udio Vaz dos Santos &#8211; um dos jovens da gera\u00e7\u00e3o de 53 &#8211; auxiliado      pelo Prof. Dimas (Antonio Maria Zacharias Bezerra de Ara\u00fajo), cria o Festival      de Esportes da Juventude-FEJ, depois substitu\u00eddo pelos Jogos Escolares Maranhenses.      Em 1979, o Governo do Estado cria a Secretaria de Esportes e Lazer, a primeira      do Brasil, dirigida em seus primeiros anos pelo industrial Elir de Jesus Gomes,      outro jovem da gera\u00e7\u00e3o de 53. Atualmente, esta Secretaria opera sob a denomina\u00e7\u00e3o      de Ger\u00eancia de Estado de Esportes e Lazer -GEEL, dirigida por outro jovem      da gera\u00e7\u00e3o de 53 &#8211; Alim Maluf Filho.<\/p>\n<h2> Situa\u00e7\u00e3o Atual<\/h2>\n<p> Desde a d\u00e9cada de 1910 que o esporte &#8211; com exce\u00e7\u00e3o do futebol, dominante      na cidade e com vida pr\u00f3pria &#8211; em todo o Estado do Maranh\u00e3o, tem se revelado      intimamente ligado \u00e0 atividade escolar tornando-se basicamente um esporte      escolar. Ex-alunos e alunos fundam diversas equipes e at\u00e9 clubes, disputando      campeonatos, at\u00e9 que na d\u00e9cada de 1950, quando surgem os Jogos Escolares.      Os clubes sociais e esportivos ainda hoje se valem das equipes escolares para      a disputa de campeonatos das chamadas modalidades ol\u00edmpicas, para cumprimento      da lei que manda que pelos tr\u00eas dessas modalidades sejam praticadas, para      poder disputar o campeonato de futebol profissional. Entretanto, a partir      da d\u00e9cada de 1990, o t\u00eanis em S\u00e3o Lu\u00eds assumiu um arranjo organizacional distinto      da tradi\u00e7\u00e3o escolar, abrindo novos frentes de desenvolvimento para o esporte      local.<\/p>\n<h2> 1841<\/h2>\n<p> Em S\u00e3o Lu\u00eds, o primeiro registro prov\u00e1vel da palavra &#8220;gin\u00e1stica&#8221;      pertence a um an\u00fancio no &#8220;Jornal Maranhense&#8221; sob o t\u00edtulo de &#8220;Theatro      Publico&#8221;, que declara o seguinte: &#8220;Prepara-se para Domingo, 21 do      corrente numa representa\u00e7\u00e3o de Gin\u00e1stica que ser\u00e1 executada por Mr. Valli      H\u00e9rcules Francez, mestre da mesma arte de escola do Coronel Amoroz em Paris;      e primeiro modelo da academia Imperial de Bellas Artes do Rio de Janeiro,      que ter\u00e1 a honra de apresentar se pela primeira vez diante d&#8217;este Ilustrado      p\u00fablico, a quem tamb\u00e9m dirige agradar como j\u00e1 tem feito nos principais Theatros      de Europa , e deste Imp\u00e9rio. Mr. Valli h\u00e1 contractado o Theatro Uni\u00e3o, para      dar sua fun\u00e7\u00e3o, junto com Mr. Henrique, e tem preparado para este dia um espet\u00e1culo      extraordin\u00e1rio que ser\u00e1 composto pela seguinte maneira: Exerc\u00edcios de for\u00e7as,      Agilidade e posi\u00e7\u00f5es Acad\u00eamicas, Exerc\u00edcios no ar e muitas habilidades sobre      colunas assim como admir\u00e1veis sortes nas cordas, Nos intervalos de Mr. Valli,      se apresentar\u00e1 Mr. Henrique, para executar alguns exerc\u00edcios de f\u00edsica, em      quanto Mr. Valli descansa.&#8221;<\/p>\n<h2> 1944<\/h2>\n<p> O professor Jos\u00e9 Rosa do Liceu Maranhense ministrava a modalidade &#8220;gin\u00e1stica      acrob\u00e1tica&#8221; nas aulas de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica.<\/p>\n<h2> D\u00e9cada de 1970<\/h2>\n<p> O Prof. Antonio Maria Zacharias Bezerra de Ara\u00fajo &#8211; o Professor Dimas &#8211;      foi o efetivo introdutor da gin\u00e1stica ol\u00edmpica (hoje denominada de &#8220;art\u00edstica&#8221;),      em S\u00e3o Lu\u00eds do Maranh\u00e3o. Nos per\u00edodos entre 1974 e 1976, a Gin\u00e1stica ol\u00edmpica      tinha um n\u00facleo pequeno, n\u00e3o havia divulga\u00e7\u00e3o nas escolas de maneira que se      mantinha apenas com as escolinhas do Gin\u00e1sio Costa Rodrigues, mantida pelo      antigo Departamento de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica, Esportes e Recrea\u00e7\u00e3o-DEFER, com alunos      pertencentes \u00e0s diversas escolas de S\u00e3o Lu\u00eds: Liceu Maranhense, Humberto Ferreira,      La Roque, Centro Caixeiral, CEMA, o antigo Pituxinha, o Rosa Castro, o Santa      Teresa, e o col\u00e9gio Batista. A estrat\u00e9gia destes primeiros tempos, por falta      de professores, consistia em transformar os melhores alunos em instrutores      e distribu\u00ed-los pelas diversas escolas, especialmente as p\u00fablicas. O primeiro      dos alunos de Dimas a trabalhar como instrutor de gin\u00e1stica ol\u00edmpica foi Juvenal      Castro, ainda em 1975, depois veio Raimund\u00e3o (em 1977), Jos\u00e9 de Arimat\u00e9ia,      que hoje \u00e9 tamb\u00e9m professor de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica; Josu\u00e9, que \u00e9 tamb\u00e9m formado      em educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica, e o pr\u00f3prio filho do Dimas, Maur\u00edcio.<\/p>\n<h2> 1979<\/h2>\n<p> A gin\u00e1stica ol\u00edmpica chega \u00e0s escolas de S\u00e3o Lu\u00eds, sendo a primeira o Col\u00e9gio      Batista, por influ\u00eancia do Prof. Dimas, que era professor de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica      do Col\u00e9gio. As demais escolas com professores foram: Santa Teresa, Japon\u00eas      &#8211; In\u00e1cio Bispo dos Santos; La Roque, Raimundo Apr\u00edgio &#8211; Raimund\u00e3o; Pituxinha,      Juvenal Castro; Centro Federal de Educa\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica-CEFET, antiga Escola      T\u00e9cnica, Vanilde Maria Carvalho Le\u00e3o; SESC, com uma escolinha com alunos de      varias escolas, nessa \u00e9poca, gr\u00e1tis, como t\u00e9cnico, Raimund\u00e3o; CEMA, Rosa Castro.      Ainda neste per\u00edodo houve a participa\u00e7\u00e3o de alguns atletas nos Jogos Escolares      Brasileiros.<\/p>\n<h2> 1981<\/h2>\n<p> Chegada da primeira aparelhagem oficial da modalidade para competi\u00e7\u00f5es em      S\u00e3o Lu\u00eds. At\u00e9 ent\u00e3o eram constru\u00eddas por Dimas e por Raimund\u00e3o. O pai deste      \u00faltimo professor era marceneiro e constru\u00eda os aparelhos segundo orienta\u00e7\u00e3o      de Dimas. Neste per\u00edodo ocorre a funda\u00e7\u00e3o da Federa\u00e7\u00e3o Maranhense de Gin\u00e1stica      Ol\u00edmpica. O primeiro presidente foi o professor Dimas, sendo vice &#8211; presidente      o professor Juvenal e o diretor t\u00e9cnico, o professor Raimund\u00e3o. Quando acabou      o mandato do professor Dimas, assumiu a Federa\u00e7\u00e3o o professor Juvenal, durante      dois mandados; depois do professor Juvenal, Raimundo assumiu por um mandato      na Federa\u00e7\u00e3o; mais adiante houve outros presidentes, como Cl\u00e1udio Cabral Marques      &#8211; hoje, Juiz de Direito &#8211; e a professora Valdeci Vieira das Dores Vale, professora      de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica da Universidade Federal do Maranh\u00e3o, que j\u00e1 ocupou por      tr\u00eas vezes o cargo de vice-presidente, continuando no cargo, com o professor      Raimundo Apr\u00edgio Mendes como presidente at\u00e9 2005.<\/p>\n<h2> Origens<\/h2>\n<p> No ano de 1827 surge o primeiro registro de pr\u00e1tica de jogo da pela no Maranh\u00e3o,      &#8220;os dois namorados (Frederico Magno de Abranches e Maricota Portinho)      tiveram assim, momentos felizes de liberdade e de alegria, fazendo longos      passeios pelos bosques, em companhia de Milhama, ou passando horas inteiras      a jogar a p\u00e9la de que o Fidalgote era perfeito campe\u00e3o&#8221;. (Dunshe de Abranches,      1970).<\/p>\n<h2> 1911<\/h2>\n<p> Funda-se em S\u00e3o Lu\u00eds, o clube Casino Maranhense que promove festas dan\u00e7antes,      palestras e competi\u00e7\u00f5es de esportes variados entre os quais bilhar, t\u00eanis      de mesa (ping-pong) e t\u00eanis, praticado, provavelmente, na &#8220;quadra dos      Ingleses&#8221; (Cl\u00e1udio Vaz dos Santos, entrevista).<\/p>\n<h2> 1950<\/h2>\n<p> Em nota publicada no jornal &#8220;O Estado do Maranh\u00e3o&#8221; sobre a constru\u00e7\u00e3o      de uma quadra de t\u00eanis na casa do deputado Mauro Fecury, divulga-se que, quando      da inaugura\u00e7\u00e3o, participaram tenistas que fizeram \u00e9poca em S\u00e3o Lu\u00eds. Al\u00e9m      do pr\u00f3prio Mauro Fecury, estavam presentes Jos\u00e9 Reinado Tavares, Ant\u00f4nio Cordeiro      Filho, Cl\u00e9on Furtado, Aziz Tajra, Jaime Tavares e Cl\u00e1udio Vaz dos Santos.      Todos estes atletas pertenciam \u00e0 famosa gera\u00e7\u00e3o de 53.<\/p>\n<h2> 1953<\/h2>\n<p> Neste per\u00edodo \u00e9 fundado o Clube Recreativo Jaguarema, no qual foi constru\u00edda      uma quadra de t\u00eanis.<\/p>\n<h2> D\u00e9cada de 1970<\/h2>\n<p> O Professor Carlos Moreno dava aulas no Jaguarema com um boleiro denominado      Ant\u00f4nio Jos\u00e9, conhecido pelo apelido de &#8220;P\u00e3o&#8221;, que posteriormente      passaria a ser tamb\u00e9m professor da modalidade.<\/p>\n<h2> 1981<\/h2>\n<p> Em 06 de junho deste ano, \u00e9 fundada a Federa\u00e7\u00e3o Maranhense de T\u00eanis &#8211; FMT,      que viria mudar de vez o cen\u00e1rio do t\u00eanis em S\u00e3o Lu\u00eds e no Maranh\u00e3o.<\/p>\n<h2> 1982 &#8211; 1984<\/h2>\n<p> Aparece nesta \u00e9poca no \u00e2mbito do t\u00eanis, a figura de Francisco Rocha, que      mesmo residindo no Estado do Cear\u00e1, n\u00e3o perdeu o contato com a cidade natal,      S\u00e3o Lu\u00eds. E numa dessas viagens, em 1983, por interm\u00e9dio de amigos, Francisco      conheceu integrantes da diretoria do Hotel Quatro Rodas (depois Hotel Sofitel,      e atualmente, S\u00e3o Lu\u00eds Park Hotel), como tamb\u00e9m da Federa\u00e7\u00e3o Maranhense de      T\u00eanis, que o convidaram para trabalhar no Maranh\u00e3o. Em 1984, o professor de      t\u00eanis j\u00e1 estava ensinando as t\u00e9cnicas do esporte em S\u00e3o Lu\u00eds, no Sofitel.      Posteriormente, ele contou que &#8220;&#8230;no inicio, fiquei surpreso ao chegar      ao bairro do Calhau onde fica o Hotel, que ainda n\u00e3o tinha nem energia el\u00e9trica      nas ruas. Mas depois, acabei gostando da cidade. Ia ficar tr\u00eas meses, de acordo      com o contrato que assinei na \u00e9poca, e j\u00e1 estou aqui h\u00e1 21 anos&#8221;. Hoje,      Francisco Rocha \u00e9 propriet\u00e1rio da academia Top Tennis, localizada no S\u00e3o Lu\u00eds      Park Hotel, e declara: &#8220;A divulga\u00e7\u00e3o da escola (em 1984) foi feita durante      duas semanas em jornais de circula\u00e7\u00e3o local e logo atraiu os primeiros alunos&#8221;      (Francisco Rocha, entrevista).<\/p>\n<h2> 1987<\/h2>\n<p> Primeira Cl\u00ednica de T\u00eanis em S\u00e3o Lu\u00eds, ministradas pelos paulista Chuber      e Vin\u00edcius, trazidos com apoio de Francisco Rocha. Entre 1987 e 1988 inicia-se      uma parceria entre Top Tennis com a pessoa de Paulo Henrique do estado do      Piau\u00ed, atual propriet\u00e1rio da PHS T\u00eanis.<\/p>\n<h2> D\u00e9cada de 1990<\/h2>\n<p> Equipes maranhenses &#8211; com a maioria dos atletas sediados em S\u00e3o Lu\u00eds &#8211; melhoram      suas posi\u00e7\u00f5es no Campeonato Brasileiro de T\u00eanis, neste per\u00edodo. Para este      resultado houve contribui\u00e7\u00e3o de Francisco Rocha e de outros professores como      Ant\u00f4nio Jos\u00e9, o &#8220;P\u00e3o&#8221;, e Carlito Gadelha.<\/p>\n<h2> 1992<\/h2>\n<p> In\u00edcio do torneio Maranh\u00e3o Open de T\u00eanis, realizado nos anos de 1992, 1993      e 1994, em S\u00e3o Lu\u00eds.<\/p>\n<h2> 1994<\/h2>\n<p> O evento Maranh\u00e3o Open de T\u00eanis trouxe grandes nomes do t\u00eanis para S\u00e3o Lu\u00eds,      como Gustavo Kuerten (Guga). Al\u00e9m disso, realizaram-se v\u00e1rias cl\u00ednicas e cursos      de capacita\u00e7\u00e3o de professores de t\u00eanis no Estado. Muitos deles foram formados      nas quadras do S\u00e3o Lu\u00eds Park Hotel. Por sua vez, os atletas alcan\u00e7aram um      grande n\u00edvel com a participa\u00e7\u00e3o em torneios.<\/p>\n<h2> 2003<\/h2>\n<p> Ganha destaque neste per\u00edodo J\u00e9ssica Brito, chamada de &#8220;pequena not\u00e1vel&#8221;,      uma das poucas atletas tenistas que compete fora do estado. Anteriormente      a atleta era patrocinada pelo programa Bolsa Atleta do Governo Federal &#8211; Minist\u00e9rio      do Esporte. Sobre ela, diz a p\u00e1gina da Internet de endere\u00e7o &#8216;GESP&#8217; (Ger\u00eancia      de Esportes do Estado do MA): &#8220;&#8230;.a pequena not\u00e1vel do t\u00eanis maranhense      foi Campe\u00e3 do XX Aberto da Cidade de Salvador, Primeiro Lugar no Caranguejo      Bowl em Aracaju, Campe\u00e3 do Sururu Bowl em Mac\u00e9io, Primeiro Lugar do A\u00e7ai Bowl      em Bel\u00e9m no Par\u00e1, Campe\u00e3 Brasileira de Duplas no Paran\u00e1 e Campe\u00e3 Brasileira      Individual Categoria 12 anos&#8221;. Outros eventos desenvolvidos nesse mesmo      ano foram a Copa Interestadual de T\u00eanis e o Grand Slam Infanto Juvenil. Tamb\u00e9m      foi lan\u00e7ado o projeto social &#8220;T\u00eanis para Todos&#8221;, atrav\u00e9s de uma      parceria entre o Centro de Excel\u00eancia de T\u00eanis e o Squash-CET com o objetivo      de levar o aprendizado do t\u00eanis aos locais de maior concentra\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as      como as escolas p\u00fablicas, visando difundir o esporte em S\u00e3o Lu\u00eds e utilizando      a estrutura j\u00e1 existente das quadras de t\u00eanis p\u00fablicas como as da Lagoa da      Jansen. A inten\u00e7\u00e3o era revelar novos talentos da modalidade. Neste mesmo ano      de 2003, ocorre em S\u00e3o Lu\u00eds o primeiro Curso de Capacita\u00e7\u00e3o de Professores      N\u00edvel 1, ministrado pelo professor Rosenbaum, nas depend\u00eancias da Top Tennis.<\/p>\n<h2> 2004<\/h2>\n<p> Neste ano, no \u00e2mbito administrativo do Estado, a Ger\u00eancia de Esporte &#8211; GESP      em parceria com a Federa\u00e7\u00e3o Maranhense de T\u00eanis realizaram-se algumas competi\u00e7\u00f5es      importantes em S\u00e3o Lu\u00eds, como a Copa Interestadual de T\u00eanis e o Grand Slam      Infanto Juvenil. Al\u00e9m disso, a GESP lan\u00e7ou em parceria com o Centro de Excel\u00eancia      de T\u00eanis e Squash &#8211; CET, o Projeto &#8220;T\u00eanis para Todos&#8221;. No per\u00edodo      de 07 a 10 de outubro deste mesmo ano ocorre o segundo Curso de Capacita\u00e7\u00e3o      de Professores N\u00edvel 1, ministrado pelo professor Rosembauem, reconhecido      pela Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de T\u00eanis &#8211; CBT.<\/p>\n<h2> 2005<\/h2>\n<p> Neste ano h\u00e1 dois representantes maranhenses entre os melhores do Brasil.      A tenista J\u00e9ssica Brito, da categoria 14 anos est\u00e1 entre as trinta melhores.      E Assyr Figueiredo, o &#8220;Assyrzinho&#8221;, recentemente foi o vice-campe\u00e3o,      em Aracaj\u00fa, do Campeonato M\u00e1ster, no qual s\u00f3 participaram os melhores, incluindo-se      entre os cinco primeiros do ranking nacional.<\/p>\n<h2> Situa\u00e7\u00e3o Atual<\/h2>\n<p> A Federa\u00e7\u00e3o Maranhense de T\u00eanis &#8211; FMT tem como presidente C\u00e9sar Ricardo      Costa Dias, que tem mantido o t\u00eanis local em cont\u00ednua expans\u00e3o ainda em proveito      do impulso dos 1980. Hoje o t\u00eanis em S\u00e3o Lu\u00eds ganha mais adeptos, principalmente      ap\u00f3s a inaugura\u00e7\u00e3o das quadras p\u00fablicas da Lagoa da Jansen, com freq\u00fcentadores      do mais variado perfil, mas com predomin\u00e2ncia masculina. Existem tamb\u00e9m clubes      que oferecem a modalidade aos interessados, sendo em sua maioria localizados      em \u00e1reas nobres de S\u00e3o Lu\u00eds. Os clubes est\u00e3o investindo em m\u00e3o-de-obra qualificada      para o crescimento do t\u00eanis local e fazem interc\u00e2mbios com profissionais de      outros Estados para estimular a qualifica\u00e7\u00e3o dos profissionais de S\u00e3o Lu\u00eds.      Os clubes e sua localiza\u00e7\u00e3o s\u00e3o os seguintes: Top Tennis localizada na estrutura      do S\u00e3o Lu\u00eds Park Hotel no bairro Calhau, disp\u00f5e de 3 quadras com piso r\u00e1pido      (cimento); Centro de Excel\u00eancia de T\u00eanis e Squash-CET localizado no Calhau,      disp\u00f5e de 1 quadra de piso r\u00e1pido (cimento) e 6 de piso lento, sendo uma coberta      (saibro, p\u00f3 de brita e de tijolo); Lagoa da Jansen, dispondo de 2 quadras      de piso r\u00e1pido (cimento); L\u00edtero, disp\u00f5e de 1 quadra de piso r\u00e1pido; Associa\u00e7\u00e3o      de Pessoal da Caixa Econ\u00f4mica Federal-APECEF, dispondo de 2 quadras; Clube      L\u00edtero localizado no Anil dispondo de 1 quadra de piso r\u00e1pido. Recentemente      na Pousada Dunas no Ara\u00e7agi, foi inaugurada uma quadra. Existem ainda cerca      de 4 a 6 quadras particulares em condom\u00ednios e resid\u00eancias, localizadas em      bairros como Renascen\u00e7a e Tur\u00fa. Dos atletas locais apenas J\u00e9ssica Brito (13      anos) e Acyr Bringel (14 anos) disputam competi\u00e7\u00f5es no n\u00edvel nacional, relevandose      no caso que ambos possuem na atualidade \u00e0 sua disposi\u00e7\u00e3o quadras particulares      para treinamentos. Com rela\u00e7\u00e3o aos melhores atletas de S\u00e3o Lu\u00eds, no masculino      Luciano Ribeiro Andrade \u00e9 l\u00edder do Ranking, com destaque tamb\u00e9m para Andr\u00e9      Soares. J\u00e1 no feminino, Marina Castro (19 anos) \u00e9 a l\u00edder do Ranking. As competi\u00e7\u00f5es      no n\u00edvel local acontecem com regularidade o ano todo, sendo disputados em      diversas categorias. As mais importantes do calend\u00e1rio por ordem cronol\u00f3gica      s\u00e3o: Baba\u00e7u Bowl disputado em mar\u00e7o no Centro de Excel\u00eancia de T\u00eanis e Squash;      Copa Interestadual de T\u00eanis, geralmente organizada no m\u00eas de julho, ocorrendo      nas instala\u00e7\u00f5es da Top Tennis, a qual conta com a participa\u00e7\u00e3o de atletas      do Piau\u00ed, Cear\u00e1, Par\u00e1 e Amap\u00e1; Triunfo Open de T\u00eanis, geralmente realizado      em outubro na Top Tennis; e o S\u00e3o Lu\u00eds Park Hotel Open de T\u00eanis, realizado      em dezembro tamb\u00e9m na Top Tennis, e contando com a presen\u00e7a marcante de atletas      de outros Estados do Norte-Nordeste.<\/p>\n<p>  Fonte:\u00a0www.atlasesportebrasil.org.br<\/p>\n<h6> S\u00e3o Lu\u00eds<\/h6>\n<h2> Anivers\u00e1rio de S\u00e3o Lu\u00eds<\/h2>\n<h2> 08 de Setembro<\/h2>\n<h2> Hist\u00f3ria<\/h2>\n<h2> S\u00e3o Lu\u00eds fundada por franceses<\/h2>\n<p> Capital do Estado, S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 a principal cidade do Maranh\u00e3o, situada em      pleno Golf\u00e3o Maranhense, \u00e0 entrada da Ba\u00eda de S\u00e3o Marcos, formada pelos estu\u00e1rios      do Rio Anil e Bacanga. Foi fundada em 08 de setembro de 1612 na Ilha de Upaon-      A\u00e7u (Ilha Grande) assim denominada pelos ind\u00edgenas, onde foi constru\u00eddo um      forte chamado Saint Louis, por uma expedi\u00e7\u00e3o francesa incumbida de estabelecer      uma Col\u00f4nia, al\u00e9m da linha equatorial cujos componentes foram Daniel de La      Touche &#8211; Sr. De La Ravardi\u00e8re e Francois de Rasilly &#8211; Sr. De Aunelles e Rasilly.<\/p>\n<p> Com a expuls\u00e3o dos franceses em 1621, S\u00e3o Lu\u00eds passou ao dom\u00ednio dos portugueses,      sendo ent\u00e3o elevada \u00e0 sede do chamado Estado do Maranh\u00e3o. Em 1641, foi ocupada      por Holandeses que at\u00e9 fevereiro de 1644 permaneceram por aqui.<\/p>\n<p> Devido \u00e0 sua localiza\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel \u00e0 atividade portu\u00e1ria, S\u00e3o Lu\u00eds tornou-se,      no per\u00edodo colonial, importante centro de exporta\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o e cana- de-      a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<h2> Praia Grande<\/h2>\n<p> Grande centro polarizador do com\u00e9rcio maranhense, a Praia Grande foi nos      s\u00e9culos XVIII e XIX a sede das primeiras atividades econ\u00f4micas de m\u00e9dio e      grande porte do Estado, ali se instalando grandes firmas comerciais, que abasteciam      S\u00e3o Lu\u00eds e o interior do Maranh\u00e3o. Era tamb\u00e9m, um dos maiores pontos de recep\u00e7\u00e3o      de escravos para as fazendas de algod\u00e3o ou para trabalharem em benef\u00edcio da      aristocracia rural que passou a habitar os grandes sobrados daquele espa\u00e7o      de opul\u00eancia e riqueza.<\/p>\n<p> No in\u00edcio da d\u00e9cada de 60, com o surgimento da pol\u00edtica do Governo Federal      de interligar as capitais brasileiras atrav\u00e9s de rodovias, a estrutura comercial      da Praia Grande declinou.<\/p>\n<p> A Praia Grande faz parte do Centro Hist\u00f3rico da cidade de S\u00e3o Lu\u00eds, onde      as edifica\u00e7\u00f5es tem caracter\u00edsticas totalmente influenciadas pela arquitetura,      portuguesa, sendo a maioria de tr\u00eas pavimentos, totalmente azulejados formando      belos casar\u00f5es, atualmente tombados pelo patrim\u00f4nio hist\u00f3rico da Uni\u00e3o.<\/p>\n<h2> Desterro<\/h2>\n<p> Bairro tipicamente de pescadores, o Desterro \u00e9 um dos mais antigos da cidade.      Nesse local, no in\u00edcio da coloniza\u00e7\u00e3o portuguesa, houve uma pequena ermida      de frente para o mar dedicada a Nossa Senhora do Desterro. Foi o primeiro      templo constru\u00eddo em S\u00e3o Lu\u00eds, no s\u00e9culo XVII.<\/p>\n<p> Nesse bairro tamb\u00e9m est\u00e1 localizado o Convento das Merc\u00eas, onde funcionou      o Corpo de Bombeiros e agora a Funda\u00e7\u00e3o da Mem\u00f3ria Republicana.<\/p>\n<h2> Um pouco da hist\u00f3ria do Maranh\u00e3o<\/h2>\n<h2> Maranh\u00e3o<\/h2>\n<p> A palavra Maranh\u00e3o pode ter v\u00e1rios significados, como: grande mar, grande      mentira, mexericos e \u00e1guas que correm brigando. Frei Cust\u00f3dio de Lisboa diz      que Maranon era o nome do atual rio Amazonas, como j\u00e1 lhe registra o descobrimento      em 1499.<\/p>\n<h2> Descobrimento<\/h2>\n<p> Alguns historiadores levantam a hip\u00f3tese de que o norte do territ\u00f3rio que      chamamos Maranh\u00e3o tenha sido a primeira por\u00e7\u00e3o de terra brasileira a ser conhecida      pelos europeus, antes de 1500. A grande d\u00favida est\u00e1 em quem chegou primeiro      ao Maranh\u00e3o. Existem alguns nomes apontados como prov\u00e1veis descobridores,      dentre eles destacam-se: Am\u00e9rico Vesp\u00facio, Yanez Pinzon e outros.<\/p>\n<h2> Povoamento<\/h2>\n<p> O povoamento do Maranh\u00e3o iniciou-se atrav\u00e9s do litoral onde os portugueses      se concentraram e desenvolveram a agricultura de cana de a\u00e7\u00facar. Com o desenvolvimento      do plantio de cana, muitos engenhos foram constru\u00eddos e in\u00fameras povoa\u00e7\u00f5es      surgiram em torno deles. Essas povoa\u00e7\u00f5es deram origem \u00e0s cidades de Santo      Ant\u00f4nio de Alc\u00e2ntara, Itapecuru, Ros\u00e1rio, Icatu e outras.<\/p>\n<p> A ocupa\u00e7\u00e3o definitiva do interior s\u00f3 iniciou-se depois de v\u00e1rios anos de      ocupa\u00e7\u00e3o do litoral, atrav\u00e9s de tr\u00eas correntes principais de povoamento:<\/p>\n<h2> Corrente dos Jesu\u00edtas<\/h2>\n<p> Corrente Pastoral (sul do Estado, atrav\u00e9s dos piauienses, cearenses, sertanistas      e vaqueiros)     Corrente Agr\u00edcola (s\u00e9c. XVIII, com o cultivo do algod\u00e3o, que era inclusive      exportado para a Inglaterra.     A Invas\u00e3o Francesa     Expulsos da Fran\u00e7a Ant\u00e1rtica, os franceses fazem uma Segunda tentativa, desta      vez em terras do Maranh\u00e3o, conhecida pelos \u00edndios Tupinamb\u00e1s como Upaon A\u00e7u      (Ilha Grande). Em 1612, Daniel de La Touche, Senhor de La Ravardi\u00e8re, chega      ao Maranh\u00e3o com uma expedi\u00e7\u00e3o, com a finalidade de fundar uma col\u00f4nia francesa,      chamada Fran\u00e7a Equinocial, por se encontrar al\u00e9m da linha equinocial.<\/p>\n<p> <strong>Principais fatos da presen\u00e7a francesa em S\u00e3o Lu\u00eds:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p> Primeira Missa &#8211; 12 de agosto de 1612<\/p>\n<p> Funda\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Lu\u00eds &#8211; 8 de setembro de 1612<\/p>\n<p> Principal confronto &#8211; Batalha de Guaxenduba<\/p>\n<p> Expuls\u00e3o dos franceses &#8211; 1615<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2> A Invas\u00e3o Holandesa<\/h2>\n<p> Em novembro de 1641, uma expedi\u00e7\u00e3o holandesa sob o comando de Pierre Boas      chegou ao Maranh\u00e3o e tomou a cidade de S\u00e3o Lu\u00eds, saqueando casas e igrejas.      Em setembro de 1642, os maranhenses organizaram uma rea\u00e7\u00e3o no vale do Itapecuru.      A gl\u00f3ria da expuls\u00e3o dos invasores coube ao Capit\u00e3o Ant\u00f4nio Teixeira de Melo      que, retornando \u00e0 cidade em 28 de fevereiro de 1644, encontrou-a praticamente      em ru\u00ednas<\/p>\n<h2> Cultura<\/h2>\n<h2> Folclore<\/h2>\n<p> O folclore maranhense \u00e9 rico, com not\u00f3ria influ\u00eancia portuguesa nos costumes,      na l\u00edngua e nos h\u00e1bitos; do elemento negro nas dan\u00e7as, folguedos, culin\u00e1ria,      m\u00fasica e repiques dos tambores; do \u00edndio, no balan\u00e7o da rede, banho di\u00e1rio,      mitos e simplicidade.<\/p>\n<h2> Destacam-se no folclore do Maranh\u00e3o:<\/h2>\n<p> <strong>Cacuri\u00e1 &#8211;<\/strong>\u00a0Bastante      prestigiada durante os festejos juninos pela sua sensualidade e cantigas &#8220;engra\u00e7adas&#8221;.      \u00c9 uma dan\u00e7a de roda com acompanhamento de instrumento de percuss\u00e3o.<\/p>\n<p> <strong>Dan\u00e7a do Lel\u00ea ou Pela Porco &#8211;<\/strong>\u00a0Dan\u00e7a      de poss\u00edvel origem europ\u00e9ia fixada no Maranh\u00e3o em fins do S\u00e9culo passado.      Possui coreografia bastante variada e espont\u00e2nea. Sua m\u00fasica \u00e9 executada atrav\u00e9s      de instrumentos, que variam de acordo com a regi\u00e3o, e canto.<\/p>\n<p> <strong>Dan\u00e7a do C\u00f4co &#8211;\u00a0<\/strong>Nasceu      do puro canto de trabalho nos baba\u00e7uais. \u00c9 uma dan\u00e7a de roda cantada, acompanhada      de palmas, pandeiros, ganz\u00e1s e cu\u00edcas. Sua coreografia \u00e9 complexa, com sapateados      e rodas batidas e o coco induz uma tarefa coletiva, uma esp\u00e9cie de mutir\u00e3o,      um convite \u00e0 quebra do coco.<\/p>\n<p> <strong>Tambor de Crioula &#8211;\u00a0<\/strong>Nesta      manifesta\u00e7\u00e3o destaca-se a presen\u00e7a de vibrantes formas de express\u00e3o corporal,      apresentada principalmente pelas mulheres. Sua coreografia \u00e9 desenvolvida      no interior de um c\u00edrculo, formado pelas dan\u00e7antes, cantadores, tocadores      e acompanhantes. O ponto culminante da coreografia entre as mulheres \u00e9 a Punga      que se constitui em um convite para entrar na roda atrav\u00e9s de um cumprimento,      geralmente no abd\u00f4men, entre a pessoa que est\u00e1 no centro e a que foi convidada      para o c\u00edrculo.<\/p>\n<p> <strong>Bumba-meu-boi &#8211;<\/strong>\u00a0Culto      popular de ra\u00edzes europ\u00e9ias que, ao chegar ao Brasil sofreu processo de acultura\u00e7\u00e3o      das festas afro-negras. Ligada ao ciclo do gado, a brincadeira se proliferou      por todo o pa\u00eds. No Maranh\u00e3o, apresenta-se em tr\u00eas sotaques: matraca, zabumba      e orquestra. \u00c9 a maior express\u00e3o do folclore maranhense, um espet\u00e1culo m\u00e1gico      de ritmos e cores, com apresenta\u00e7\u00f5es de julho a setembro.<\/p>\n<p> <strong>Reggae &#8211;<\/strong>\u00a0Nos      \u00faltimos anos, S\u00e3o Lu\u00eds vem se tornando conhecida por sua efervesc\u00eancia neste      ritmo caribenho (jamaicano) que infiltrou-se na cidade pela periferia e atualmente      \u00e9 um dos sons mais escutados na ilha. O grande diferencial do reggae em S\u00e3o      Lu\u00eds \u00e9 o fato da sensualidade ser mais forte pois dan\u00e7a-se o mesmo &#8220;agarradinho&#8221;.<\/p>\n<h2> Carnaval<\/h2>\n<h2> O carnaval colonial<\/h2>\n<p> Ao nos referirmos ao &#8220;carnaval colonial&#8221;, n\u00e3o nos limitamos a      descrever carnavais ocorridos no per\u00edodo colonial de S\u00e3o Lu\u00eds. Trata-se de      manifesta\u00e7\u00f5es portuguesas ou africanas que se transplantaram para o territ\u00f3rio      brasileiro. Destes, o Congo \u00e9 a cerim\u00f4nia mais antiga de que se tem not\u00edcia.      Tamb\u00e9m conhecida como Cocumbis, j\u00e1 realizava no Brasil no in\u00edcio do s\u00e9culo      XVIII, por por acasi\u00e3o de algumas festas religiosas.<\/p>\n<p> O cortejo dos congos era composto pelo rei e pela rainha, e mais arautos,      secret\u00e1rios de Estado, embaixadores, damas de honra, numa mistura de hierarquia      africana e corte portiguesa. No Maranh\u00e3o, a brincadeira desapareceu desde      os \u00faltimos vinte anos do s\u00e9culo passado.<\/p>\n<h2> Nos bailes e nas ruas<\/h2>\n<p> A partir da chegada da corte portuguesa ao Brasil (1808), as modas trazidas      pela nobreza cortes\u00e3 eram rapidamente absorvidas por todos e se refletia nos      bailes de \u00e9poca. Dos clubes de elite, logo derivaram outros mais populares,      com menos requinte, mas tamb\u00e9m com muita pompa. No teatro S\u00e3o Lu\u00eds, hoje Artur      Azevedo, eram comuns os bailes carnavalescos para a sociedade elegante.<\/p>\n<p> Da\u00ed, surgiram os bailes de m\u00e1scara, o &#8220;carnaval dos cord\u00f5es&#8221; (que      \u00e9 na verdade, a fase mais rica e complexa do carnaval de rua que S\u00e3o Lu\u00eds      j\u00e1 conheceu). Um conjunto de manifesta\u00e7\u00f5es populares que principiam, em parte,      em fins do S\u00e9culo XIX , diversificaram, e consagraram S\u00e3o Lu\u00eds, at\u00e9 aproximadamente      o in\u00edcio da d\u00e9cada de 1970 do s\u00e9culo atual, como o terceiro carnaval do Brasil      em anima\u00e7\u00e3o e riqueza aleg\u00f3rica.<\/p>\n<p> Ao iniciar a d\u00e9cada de 1930, surgem as &#8220;batucadas&#8221; que mais tarde      se consolidam com os desfiles das Escolas de Samba. \u00c9 not\u00e1vel o crescimento      das brincadeiras de rua, em especial de blocos, somado ao surgimento de novas      agremia\u00e7\u00f5es e atividades que contribuem decisivamente para a sedimenta\u00e7\u00e3o      do novos estilos.<\/p>\n<p> Tamb\u00e9m, pode ser considerado not\u00e1vel o movimento de incorpora\u00e7\u00e3o e resgate      no carnaval de S\u00e3o Lu\u00eds. Se por um lado, o carnaval de 1995 apresentou o Trio      El\u00e9trico, com grande sucesso, o tambor de crioula, dan\u00e7a e m\u00fasica de roda,      das mais primordiais, onde aparece a pungada africana original e precursora,      segundo alguns autores, do pr\u00f3prio samba, volta a ser uma das principais manifesta\u00e7\u00f5es      do nosso carnaval, como j\u00e1 fora algum tempo atr\u00e1s.<\/p>\n<h2> Lendas<\/h2>\n<p> <strong>Milagre de Guaxenduba<\/strong><\/p>\n<p> Conta-se que no principal combate entre portugueses e franceses, no dia      19 de abril de 1614, no forte de Santa Maria de Guaxenduba, quando os portugueses      estavam por ser derrotados por sua inferioridade de homens, armas e muni\u00e7\u00f5es,      surgiu entre eles uma formosa mulher envolta em aur\u00e9ola resplandecente.<\/p>\n<p> Ao contato de suas m\u00e3os milagrosas, a areia era transformada em p\u00f3lvora      e os seixos em projeteis, fazendo com que os portugueses se revigorassem moralmente      e derrotassem os franceses. Em mem\u00f3ria deste feito, foi a virgem considerada      a padroeira de cidade, sob a invoca\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora da Vit\u00f3ria.<\/p>\n<p> <strong>Lenda de Ic\u00f3<\/strong><\/p>\n<p> No ano de 1970, na cidade de Icatu\/MA, os jesu\u00edtas tinham tesouros de valores      inestim\u00e1veis em forma de moedas, ouro e outros metais. E ao perceberem que      seriam expulsos do Maranh\u00e3o, resolveram enterrar nas terras de Ic\u00f3, pr\u00f3ximo      ao sobrado de 16 c\u00f4modos que eles ocupavam, na certeza de um dia ao regressar      pudessem usufruir destas riquezas. Contam os mais antigos, que no lugar que      o tesouro foi enterrado, os jesu\u00edtas marcaram como o plantio de nove palmeiras      de buriti em forma retangular junto a um po\u00e7o. Com o passar dos anos, a hist\u00f3ria      se espalhou e muitos aventureiros buscavam encontrar esse tesouro, enfiando      compridas varas no po\u00e7o de onde saia um som, como se tocasse numa caixa de      metal.<\/p>\n<p> Em uma destas incurs\u00f5es \u00e0s terras de I\u00e7o, certo morador arregimentou um      grupo de homens para escavar a \u00e1rea. Nestas, os trabalhadores s\u00f3 encontraram      ossos e muitas vis\u00f5es do al\u00e9m, saindo em disparada e n\u00e3o retornando mais,      ficando somente o senhor que os contrataram. Depois de algum tempo, essa pessoa      apareceu na cidade, louca e pregando o arrependimento, al\u00e9m de fazer e pagar      promessas no local.<\/p>\n<p> <strong>Cobra grande ou Boi\u00fana<\/strong><\/p>\n<p> Diz \u00e0 lenda que uma \u00edndia engravidou da Cobra Grande e teve duas crian\u00e7as,      uma menina que se chamou de Maria e um menino chamado de Honorato. Para que      ningu\u00e9m soubesse da gravidez, a m\u00e3e tentou matar os rec\u00e9m nascidos jogando-os      no rio. Mas eles n\u00e3o morreram e nas \u00e1guas foram se criando como cobras.<\/p>\n<p> Por\u00e9m, eram totalmente diferentes. Maria era m\u00e1, fazia de tudo para prejudicar      os pescadores e ribeirinhos. Afundava barcos e fazia com que seus tripulantes      morressem afogados. Enquanto seu irm\u00e3o, Honorato, era meigo e bondoso. Isso      s\u00f3 fazia com que se odiassem mais ainda. At\u00e9 que um dia os irm\u00e3os travaram      uma briga decisiva onde Maria morreu tendo antes cegado o irm\u00e3o. Assim Honorato      resolveu pedir para ser transformado em humano novamente. Para isso, precisava      que algu\u00e9m tivesse a coragem de derramar \u0093leite de peito\u0094 em sua enorme boca      em uma noite de luar. Depois de jogar o leite a pessoa teria que provocar      um sangramento na enorme cabe\u00e7a de Honorato para que a transforma\u00e7\u00e3o tivesse      fim.<\/p>\n<p> Foram muitas as tentativas, mas ningu\u00e9m conseguia ter tanta coragem. At\u00e9      que um soldado de Camet\u00e1, munic\u00edpio do interior do P\u00e1ra conseguiu ter tanta      coragem para fazer a simpatia. Em agradecimento, Honorato virou soldado tamb\u00e9m.<\/p>\n<p> <strong>M\u00e3e da Lua<\/strong><\/p>\n<p> Imaer\u00f3, \u00edndia mo\u00e7a, mas muito magra e feia, certa vez encontrou-se com um      pr\u00edncipe que se perdera no caminho. Na noite escura, M\u00e3e da Lua oferece-se      para guiar o transviado sob a promessa de que se casaria com ela. Mas, nesse      momento, um raio de luar revelou ao rapaz a face verdadeira da donzela e o      pr\u00edncipe, espavorido, fugiu, deixando-a sozinha.<\/p>\n<p> A noiva, desesperada, pediu asas a uma feiticeira que passava, para ir atr\u00e1s      do namorado. Virou ave e por isso \u00e9 que amargurada, sempre que a lua surge      no c\u00e9u, solta seu grito hist\u00e9rico de protesto, pelo namorado que perdeu<\/p>\n<p>  Fonte:\u00a0www.visitesaoluis.com<\/p>\n<h6> S\u00e3o Lu\u00eds<\/h6>\n<h2> Anivers\u00e1rio de S\u00e3o Lu\u00eds<\/h2>\n<h2> 08 de Setembro<\/h2>\n<p> S\u00e3o Lu\u00eds do Maranh\u00e3o \u00e9 uma das tr\u00eas \u00fanicas capitais brasileiras constru\u00eddas      em ilhas. Al\u00e9m disso, \u00e9 a \u00fanica cidade de nosso pa\u00eds a sofrer forte influ\u00eancia      de tr\u00eas povos. Fundada pelos franceses, foi depois invadida pelos holandeses      e finalmente colonizada por portugueses.<\/p>\n<p> O resultado foi uma mistura \u00fanica de influ\u00eancias que gerou um mosaico hist\u00f3rico      como poucos outros no mundo. Reconhecida pela UNESCO como Patrim\u00f4nio da Humanidade,      esta cidade \u00e9 um museu ao ar livre, uma viagem de volta ao passado, e a certeza      de um passeio memor\u00e1vel.     \u00a0<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-99.jpg\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"350\" height=\"190\"\/><\/p>\n<p> As imagens acima e ao lado s\u00e3o da Pra\u00e7a Benedito Leite, onde pode ser constatado      o magn\u00edfico trabalho que vem sendo feito na restaura\u00e7\u00e3o dos pr\u00e9dios hist\u00f3ricos      de S\u00e3o Lu\u00eds. Para passear por esta \u00e1rea uma sugest\u00e3o \u00e9 tomar como ponto de      partida a pra\u00e7a situada em frente ao Terminal Hidrovi\u00e1rio. Siga ent\u00e3o em frente      pelas ruas, becos, ladeiras e escadarias que comp\u00f5em este conjunto. Ao todo      s\u00e3o 107 mil metros quadrados de \u00e1rea urbana tombada pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico      Nacional, envolvendo cerca de 20 quadras e 300 edifica\u00e7\u00f5es, e constituindo      o mais extenso e valioso conjunto de arquitetura colonial portuguesa do s\u00e9culo      19. Toda esta \u00e1rea vem sendo gradativamente restaurado, de acordo com o Projeto      Reviver.<\/p>\n<p align=\"center\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-100.jpg\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"238\" height=\"350\"\/><\/p>\n<p> Ao lado, palmeiras e o mar da Ponta da Areia, onde nos hospedamos. Se voc\u00ea      que um lugar para relaxar, sair do hotel direto para a areia, sentir a \u00e1gua      quente do mar batendo nos seus p\u00e9s. Nada de barulho, estresse ou tr\u00e2nsito.      \u00c0 noite poder olhar para o c\u00e9u e ver tantas estrelas como voc\u00ea nem sabia que      existiam&#8230; A brisa gostosa do mar acariciando os sentidos&#8230;. Uma boa companhia      num clima bem rom\u00e2ntico.. Isto lhe parece o para\u00edso? Pois \u00e9&#8230; n\u00e3o \u00e9 de admirar      que o romantismo seja uma das principais atra\u00e7\u00f5es desta cidade&#8230;.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-101.jpg\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"350\" height=\"231\"\/><\/p>\n<p> At\u00e9 o final do s\u00e9culo passado, S\u00e3o Lu\u00eds era apelidada de Atenas Brasileira,      gra\u00e7as ao alto n\u00edvel cultural de sua popula\u00e7\u00e3o. A cidade est\u00e1 situada entre      os rios Anil e Bacanga, e seu trecho hist\u00f3rico situa-se a oeste. S\u00e3o centenas      de casar\u00f5es, incont\u00e1veis fachadas cobertas por azulejos, sacadas de ferro,      janelas e portas em arco, que abrigam desde resid\u00eancias at\u00e9 hot\u00e9is, pequenas      lojas, mercados, museus, casas de cultura, restaurantes, ateli\u00eas, ag\u00eancias      de turismo, oficinas de artesanato, e principalmente uma gente simp\u00e1tica que      tem prazer em receber visitantes.<\/p>\n<p> Passear pelas ruas de S\u00e3o Lu\u00eds j\u00e1 \u00e9 um programa em si, ainda que voc\u00ea n\u00e3o      v\u00e1 a nenhum lugar em especial. D\u00e1 para caminhar um dia inteiro, e ir se maravilhando      aos poucos com cada recanto ou cada esquina. \u00c9 um mercadinho escondido aqui,      um escadaria inesperada ali, e assim por diante. Mesmo assim, a cidade tamb\u00e9m      tem pontos que n\u00e3o podem deixar de ser inclu\u00eddos em qualquer roteiro tur\u00edstico,      como, por exemplo, a Casa do Maranh\u00e3o, onde pode-se aprender muito sobre a      cultura desta terra, o Pal\u00e1cio La Ravadi\u00e8re, constru\u00eddo em 1689 em homenagem      ao fundador da cidade, Daniel de La Touche, e o imponente Pal\u00e1cio dos Le\u00f5es,      que hoje abriga a sede do governo estadual. Diversos de seus aposentos est\u00e3o      abertos \u00e0 visita\u00e7\u00e3o p\u00fablica, e os luxuosos aposentos, m\u00f3veis, esculturas e      pinturas bel\u00edssimas, fazem com que muitos o considerem como um Pal\u00e1cio de      Versalhes em escala reduzida.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-103.jpg\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"350\" height=\"442\"\/><\/p>\n<p> \u00c0 pouca dist\u00e2ncia do Pal\u00e1cio dos Le\u00f5es est\u00e1 situado o Restaurante Senac,      que num ambiente agrad\u00e1vel e elegante serve bons pratos, inclusive comida      t\u00edpica, como Arroz de Cuch\u00e1, preparado com camar\u00e3o seco e gergelim. A mandioca      tamb\u00e9m est\u00e1 sempre presente nas mesas Maranhenses, e serve de ingrediente      para quase tudo, como farinhas, bolos e bijous. Peixes e frutos do mar tamb\u00e9m      s\u00e3o encontrados em cada esquina, assim como as deliciosas frutas regionais      Bacuri, Cupua\u00e7u, Murici, Caj\u00e1, Sapoti, Jussara, Jenipapo e Graviola.<\/p>\n<p> Depois desta lauta refei\u00e7\u00e3o pe\u00e7a perd\u00e3o pelo pecado da gula visitando a      Igreja Matriz, constru\u00edda entre 1690 e 1699 e a Igreja do Desterro, erguida      no mesmo local onde os primeiros colonizadores fizeram uma capela em devo\u00e7\u00e3o      \u00e0 Nossa Senhora do Desterro. A melhor forma de visitar as duas, bem como todos      os outros pontos hist\u00f3ricos da cidade \u00e9 acompanhado de um bom guia, pois ele      lhe far\u00e1 conhecer com detalhes as hist\u00f3rias incr\u00edveis de suas constru\u00e7\u00f5es,      dos t\u00faneis escondidos, etc. Fizemos nosso City Tour pela cidade com a Sea      and Air Receptivo (Rua In\u00e1cio Xavier de Carvalho), e podemos recomend\u00e1-los      com louvor.<\/p>\n<p> Vista da Ba\u00eda de S\u00e3o Marcos a partir do mirante situado ao lado do Pal\u00e1cio      dos Le\u00f5es. Neste momento a mar\u00e9 estava alta, e um cen\u00e1rio completamente diferente      pode ser obtido deste mesmo lugar durante a mar\u00e9 baixa, quando este imenso      rio praticamente seca por completo, formando uma imagem bastante surrealista.      Os pr\u00e9dios vis\u00edveis na linha do horizonte, no lado oposto do rio, s\u00e3o luxuosos      condom\u00ednios e hot\u00e9is, situados na praia do Calhau e Ponta da Areia.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-104.jpg\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"350\" height=\"199\"\/><\/p>\n<p> A Lagoa da Jansen \u00e9 um dos recantos mais agrad\u00e1veis da cidade. S\u00e3o 6 mil      metros quadrados de \u00e1rea, onde est\u00e3o restaurantes, quadras de esportes e ciclovias.      Na \u00e1rea de lazer em seu contorno est\u00e3o quiosques oferecendo sucos e petiscos,      e durante as tardes e noites de fim de semana este \u00e9 um dos locais mais agrad\u00e1veis      para uma caminhada em boa companhia ou simplesmente curtir a noite estrelada.      A pouca dist\u00e2ncia da Lagoa est\u00e1 situada a parte moderna de S\u00e3o Lu\u00eds, com luxuosos      pr\u00e9dios residenciais, excelentes hot\u00e9is, e o imenso S\u00e3o Lu\u00eds Shopping, com      cinemas, restaurantes e grandes lojas de departamento.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-105.jpg\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"350\" height=\"257\"\/><\/p>\n<h2> Anivers\u00e1rio de S\u00e3o Lu\u00eds<\/h2>\n<h2> 08 de Setembro<\/h2>\n<p> Ao lado, uma vista a\u00e9rea da Lagoa de Jansen, com os modernos pr\u00e9dios residenciais      ao fundo, e mais al\u00e9m o oceano.<\/p>\n<p> Se, por curiosidade, voc\u00ea quiser saber porque a lagoa chama-se Jansen, saiba      que \u00e9 para homenagear uma das personalidades femininas mais influentes na      hist\u00f3ria de S\u00e3o Lu\u00eds.<\/p>\n<p> Conta-se que Ana Jansen foi uma mulher de forte personalidade, temida at\u00e9      pelos homens, o que era muito raro em sua \u00e9poca.<\/p>\n<p> Casou diversas vezes, sempre com homens ricos e influentes da cidade, e      construiu aos poucos grande fortuna.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-106.jpg\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"350\" height=\"220\"\/><\/p>\n<p> Ana Jansen conseguiu tamb\u00e9m tornar-se muito influente entre pol\u00edticos e      militares, e chegou at\u00e9 a formar um ex\u00e9rcito particular de 400 escravos para      defender seus interesses. Voluntariosa, inteligente, destemida e influente,      o lado ruim de sua personalidade \u00e9 que Ana Jansen era cruel, e tratava de      forma desumana seus escravos. Talvez por isso, corre a lenda que at\u00e9 hoje      seu fantasma continua vagando sem descanso pelas ruas da cidade \u00e0 noite, a      bordo de uma carruagem puxada por cavalos sem cabe\u00e7a.<\/p>\n<p> Na praia da Ponta da Areia est\u00e3o alguns dos melhores hot\u00e9is da cidade, al\u00e9m      de bares e bons restaurantes. Mas nada impressiona tanto como uma caminhada      pela areia durante a mar\u00e9 baixa. Voc\u00ea sabia que S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 um dos lugares      do mundo onde \u00e9 maior a diferen\u00e7a dos n\u00edveis entre mar\u00e9 alta e baixa? S\u00e3o      8 metros de diferen\u00e7a para ser exato, e ao que consta, apenas na ba\u00eda de Saint      Michel, Fran\u00e7a, existe uma mar\u00e9 maior.<\/p>\n<p> Em S\u00e3o Lu\u00eds, duas vezes ao dia, o mar parece fugir da terra. Por algumas      horas ent\u00e3o podemos avan\u00e7ar centenas de metros em meio \u00e0s po\u00e7as deixadas para      tr\u00e1s. Nestes momentos \u00fanicos, o cen\u00e1rio chega a lembrar uma pintura surrealista      ou uma paisagem de sonhos.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-107.jpg\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"350\" height=\"195\"\/><\/p>\n<p> Este recanto t\u00e3o agrad\u00e1vel foi justamente nomeado de Recanto dos Amores      e est\u00e1 situado na Pra\u00e7a Gon\u00e7alves Dias. \u00c9 uma regi\u00e3o elevada, situada a pouca      dist\u00e2ncia do centro, e desta colina tem-se uma excelente vis\u00e3o da foz do Rio      Anil e das duas pontes que ligam a cidade hist\u00f3ria \u00e0 cidade nova. Quem desejar      conhecer o t\u00edpico com\u00e9rcio da cidade, pode aproveitar e seguir pela rua Rio      Branco, cruzar a Pra\u00e7a Panteon e em pouco tempo chegar\u00e1 \u00e0 Rua Grande, principal      p\u00f3lo comercial de S\u00e3o Luis, onde se encontra desde o com\u00e9rcio popular at\u00e9      filiais das grandes lojas de departamento do pa\u00eds.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-108.jpg\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"350\" height=\"190\"\/><\/p>\n<p> Outra curiosidade Maranhense \u00e9 o Guaran\u00e1 Jesus, bebida oficial de S\u00e3o Luis.      \u00c9 dif\u00edcil encontrar quem n\u00e3o goste deste refrigerante cor de rosa, presente      em cada mercadinho ou supermercado. Criado em 1920 por um empres\u00e1rio de vis\u00e3o,      logo se transformou num sucesso in\u00e9dito, a ponto de atrapalhar as vendas da      Coca-Cola. Mas, como diz aquele velho ditado, se n\u00e3o pode uni-lo, una-se a      ele, e foi isto que a multinacional das bebidas fez: Comprou a licen\u00e7a do      Guaran\u00e1 Jesus, e hoje \u00e9 a Coca-Cola quem produz, engarrafa e distribui o Guaran\u00e1      Jesus em todo Maranh\u00e3o, com vendas cada vez maiores.<\/p>\n<p> Ah sim, \u00e9 claro que n\u00f3s experimentamos o Guaran\u00e1 Jesus, e se voc\u00ea quer saber,      ele \u00e9 uma del\u00edcia! Mas quem preferir bebidas mais quentes sempre poder\u00e1 optar      pela tradicional cacha\u00e7a Tiquira.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-109.jpg\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"350\" height=\"230\"\/><\/p>\n<p> Infelizmente D. Pedro II acabou nunca vindo a Alc\u00e2ntara, frustrando seus      pretensos anfitri\u00f5es. Em compensa\u00e7\u00e3o, a competi\u00e7\u00e3o para construir belas mans\u00f5es      legou \u00e0 hist\u00f3ria e aos turistas um conjunto hist\u00f3rico como poucos, onde se      destacam a Casa de C\u00e2mara, Cadeia P\u00fablica, Pelourinho e Igreja do Carmo.<\/p>\n<p> De volta a S\u00e3o Lu\u00eds, n\u00e3o deixe de percorrer a Rua Portugal, um dos melhores      exemplos da arquitetura colonial da cidade. Para encontrar belas pe\u00e7as de      artesanato v\u00e1 at\u00e9 o Ceprama. E n\u00e3o deixe de conhecer a Casa das Tulhas, constru\u00e7\u00e3o      de 1820 onde podem ser encontrados produtos t\u00edpicos Maranhenses. Percorra      ainda o Beco Catarina Mina, famosa escadaria de pedra. Passe pelo Cafu\u00e1 das      Merc\u00eas, sobrado que funcionava como mercado de escravos. E visite o Centro      de Cultura Popular, onde est\u00e3o expostas belas vestimentas e interessantes      objetos usados em festas populares.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-110.jpg\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"350\" height=\"230\"\/><\/p>\n<p> Uma das curiosidades percebidas ao percorrer as ruelas e escadarias de S\u00e3o      Lu\u00eds \u00e9 quanto aos seus nomes, como o Beco da Bosta (aqui era onde os escravos      despejavam as \u00e1guas servidas), Beco do Quebra Bunda (originalmente pavimentado      com pedras muito escorregadias) e Rua do Veado (?). Outra particularidade      de S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 sua fama de capital nacional do Raggae, que at\u00e9 lhe rendeu o      t\u00edtulo de Jamaica Brasileira. Mas a marca registrada da cidade \u00e9 sem d\u00favida      seus Azulejos Decorados, esta antiga arte portuguesa, que parece ter chegado      perfei\u00e7\u00e3o em S\u00e3o Lu\u00eds.<\/p>\n<h2> Anivers\u00e1rio de S\u00e3o Lu\u00eds<\/h2>\n<h2> 08 de Setembro<\/h2>\n<p> Em fins do s\u00e9culo 18, toneladas de azulejos decorados chegaram a S\u00e3o Lu\u00eds,      sendo instalados em fachadas e interiores de resid\u00eancias. Sua utiliza\u00e7\u00e3o foi      imensa devido principalmente ao clima \u00famido e equatorial da cidade, que danificava      pinturas e rebocos, e logo transformou os azulejos na melhor solu\u00e7\u00e3o para      execu\u00e7\u00e3o de revestimentos.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-111.jpg\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"250\" height=\"361\"\/><\/p>\n<p> Al\u00e9m de todas atra\u00e7\u00f5es naturais, S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 tamb\u00e9m um \u00f3timo ponto de partida      para conhecer uma das regi\u00f5es mais belas do pa\u00eds, os Len\u00e7\u00f3is Maranhenses.<\/p>\n<p> Diversas operadoras de turismo oferecem desde excurs\u00f5es de poucos dias at\u00e9      roteiros completos e personalizados, percorrendo n\u00e3o somente os Len\u00e7\u00f3is, mas      tamb\u00e9m o Delta do Rio Parna\u00edba (Piau\u00ed), Praia de Jericoacoara (Cear\u00e1) e outras      maravilhas feitas pela natureza que podem ser encontradas ao longo do caminho.      Foi gra\u00e7as ao acaso e a uma insistente chuva que caia numa segunda feira por      volta do meio dia, e que nos obrigou a procurar abrigo na primeira porta que      encontramos, que ficamos conhecendo Diogo, atualmente na Orbe Turismo.<\/p>\n<p> Enquanto a chuva caia ele nos recebeu com boa vontade e durante um papo      super agrad\u00e1vel, nos fez conhecer todas as possibilidades de conhecer mais      a fundo as belezas deste litoral. S\u00e3o roteiros que incluem transporte em v\u00e1rios      tipos de ve\u00edculos, pernoites em pousadas pelo caminho e a certeza de muita      aventura. N\u00e3o chegamos a fazer um destes roteiros por falta de tempo, mas      mesmo assim eles j\u00e1 ficaram em nosso planos para a pr\u00f3xima visita a S\u00e3o Lu\u00eds.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-112.jpg\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"250\" height=\"330\"\/><\/p>\n<p> Este gigantesco Bumba meu Boi estava no Ceprama &#8211; Centro de Comercializa\u00e7\u00e3o      de Produtos Artesanais do Maranh\u00e3o &#8211; um dos melhores locais da cidade para      encontrar belas pe\u00e7as de artesanato, e onde \u00e0 noite freq\u00fcentemente s\u00e3o apresentados      shows de m\u00fasica e dan\u00e7as t\u00edpicas. O Bumba Meu Boi \u00e9 uma das maiores tradi\u00e7\u00f5es      festivas do Maranh\u00e3o. Seu personagem principal obviamente \u00e9 o Boi, representado      por uma arma\u00e7\u00e3o leve, coberta por um tecido colorido. O conjunto \u00e9 conduzido      por um homem escondido na arma\u00e7\u00e3o. A festa \u00e9 uma mistura de teatro, dan\u00e7a      e m\u00fasica, tendo surgido durante o ciclo econ\u00f4mico da cria\u00e7\u00e3o de gado, e sofrido      influ\u00eancia de diversas culturas.<\/p>\n<p> Conta a lenda que o Bumba meu Boi surgiu gra\u00e7as a um homem e sua mulher      gr\u00e1vida, a qual estava com desejos de comer a l\u00edngua do novilho preferido      de um rico fazendeiro, patr\u00e3o de seu marido. Mesmo contrariado, o marido acaba      atendendo vontade de sua mulher, mas \u00e9 descoberto ao matar o boi. O casal      foge, perseguido pelo fazendeiro que deseja puni-los. Ao mesmo tempo \u00e9 chamado      um curandeiro para tentar ressuscitar o boi. No final da hist\u00f3ria o boi ressuscita,      o casal \u00e9 perdoado, e o fazendeiro resolve dar uma grande festa para comemorar,      repleta de alegria, m\u00fasica e dan\u00e7a.<\/p>\n<p> O espet\u00e1culo do Boi se desenrola com o p\u00fablico em volta, e no decorrer do      evento ocorrem cenas diversas, ensaiadas e improvisadas, detalhando toda a      hist\u00f3ria. Tudo \u00e9 acompanhado pela m\u00fasica executada por instrumentos e ritmo      diversos, representando os Sotaques, ritmos musicais utilizados nas toadas.      Cada Sotaque possui instrumentos espec\u00edficos que determinam a batida e a evolu\u00e7\u00e3o      do Boi. Os sotaques mais tradicionais s\u00e3o matraca, zabumba e orquestra.<\/p>\n<p> Os principais personagens de cada Boi s\u00e3o o Rico Fazendeiro, o marido (Pai      Francisco), a mulher gr\u00e1vida (M\u00e3e Catirina), as \u00edndias, vaqueiros, mutucas,      e claro, o publico, que se aglomera em volta para tudo ver e participar.<\/p>\n<p> Nos meses de junho e julho praticamente toda localidade do Maranh\u00e3o apresenta      seu Boi, sendo que os grupos maiores contam com centenas de Dan\u00e7antes. Somente      em S\u00e3o Luis existem mais de cem Bois. Nos Dan\u00e7antes de cada Boi destacam-se      as ricas e coloridas vestimentas, muitas delas confeccionadas com veludo,      adornado com fitas multicores. Esteja certo que visitar S\u00e3o Luis nesta \u00e9poca      do ano \u00e9 garantia de presenciar espet\u00e1culos bel\u00edssimos, de muita dan\u00e7a e m\u00fasica,      e principalmente poder participar de tudo.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-113.jpg\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"350\" height=\"217\"\/><\/p>\n<p> Nossa visita \u00e0 S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 at\u00e9 hoje lembrada com carinho, pois ela ficou      em nossas recorda\u00e7\u00f5es como uma terra de gente amiga e atenciosa com os visitantes.      \u00c9 um povo que se orgulha e cultua suas tradi\u00e7\u00f5es e sua hist\u00f3ria, mas ao mesmo      tempo tem plena consci\u00eancia do potencial tur\u00edstico de sua terra, e investe      muito no setor. Levamos daqui a lembran\u00e7a de nascentes inesquec\u00edveis e mar\u00e9s      surpreendentes, \u00e1guas mornas e areias macias. Tudo isto e muito mais, fazendo      desta terra um lugar que d\u00e1 at\u00e9 pena quando chega a hora de ir embora.<\/p>\n<p>  Fonte:\u00a0www.imagensviagens.com<\/p>\n<h6> S\u00e3o Lu\u00eds<\/h6>\n<h2> Anivers\u00e1rio de S\u00e3o Lu\u00eds<\/h2>\n<h2> 08 de Setembro<\/h2>\n<h2> Geografia de S\u00e3o Luis -MA<\/h2>\n<p> S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 um munic\u00edpio brasileiro, capital do estado do Maranh\u00e3o, fundada      no dia 8 de setembro de 1612. Localiza-se na ilha Upaon-A\u00e7u (denomina\u00e7\u00e3o dada      pelos \u00edndios Tupinamb\u00e1s significando &#8220;Ilha Grande&#8221;), no Atl\u00e2ntico      Sul, entre as ba\u00edas de S\u00e3o Marcos e S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar. De modo semelhante      ao que ocorre com Bel\u00e9m do Par\u00e1 e Vit\u00f3ria do Esp\u00edrito Santo, habitantes de      outros Estados brasileiros certas vezes se referem \u00e0 cidade como S\u00e3o Lu\u00eds      do Maranh\u00e3o. Quando em 1621 o Brasil foi dividido em duas unidades administativas      &#8211; Estado do Maranh\u00e3o e Estado do Brasil &#8211; S\u00e3o Lu\u00eds foi a capital da primeira      unidade administrativa. sendo que em 1737 com a cria\u00e7\u00e3o do Estado do Gr\u00e3o-Par\u00e1      e Maranh\u00e3o, Bel\u00e9m passa a ser a nova capital.<\/p>\n<p> Funda\u00e7\u00e3o 8 de setembro de 1612 Gent\u00edlico ludovicense Unidade federativa      Maranh\u00e3o Mesorregi\u00e3o Norte Maranhense Microrregi\u00e3o Aglomera\u00e7\u00e3o Urbana de S\u00e3o      Lu\u00eds Regi\u00e3o metropolitana S\u00e3o Lu\u00eds Munic\u00edpios lim\u00edtrofes Pa\u00e7o do Lumiar, S\u00e3o      Jos\u00e9 de Ribamar, Raposa Dist\u00e2ncia at\u00e9 a capital 2.157 quil\u00f4metros Caracter\u00edsticas      geogr\u00e1ficas \u00c1rea 827,141 km\u00b2 Altitude 4 metros Clima tropical Awh Fuso hor\u00e1rio      UTC-3<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/saoluis-001.gif\" width=\"269\" height=\"167\"\/><strong>Bandeira de S\u00e3o Lu\u00eds MA &#8211; Brasil<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/saoluis-002.gif\" width=\"162\" height=\"256\"\/><strong>Bras\u00e3o de S\u00e3o Lu\u00eds MA &#8211; Brasil<\/strong><\/p>\n<p> \u00c9 a principal cidade da Regi\u00e3o Metropolitana Grande S\u00e3o Lu\u00eds, possui 997.098      habitantes, sendo a 16\u00ba cidade mais populosa do Brasil. S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 a \u00fanica      cidade brasileira fundada pelos Franceses (ver Fran\u00e7a Equinocial), e \u00e9 uma      das tr\u00eas capitais brasileiras localizadas em ilhas (as outras s\u00e3o Florian\u00f3polis      e Vit\u00f3ria). De acordo com dados do IBGE possui o 12\u00ba maior parque industrial      entre as 27 capitais do Brasil.[5] \u00c9 considerada tamb\u00e9m em pesquisa realizada      pela Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV) uma das melhores cidades para se trabalhar      no Brasil.S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 a quarta maior cidade da Regi\u00e3o Nordeste e a 13\u00aa maior      capital brasileira, e em termos de manifesta\u00e7\u00f5es culturais \u00e9 a capital mais      rica do Brasil.<\/p>\n<p> <strong>Geografia<\/strong><\/p>\n<p> Lagoa da Jansen.Nas coordenadas geogr\u00e1ficas latitude S 2\u00ba31\u00b4 longitude W      44\u00ba16, S\u00e3o Lu\u00eds ocupa uma \u00e1rea de 827,141 km\u00b2 da ilha, com uma popula\u00e7\u00e3o de      1.027.098 habitantes e densidade de 1.241,74 hab.\/km\u00b2, sendo a maior cidade      do estado. Limita-se com os munic\u00edpios de Pa\u00e7o do Lumiar, S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar,      Raposa e com o oceano Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p> <strong>Clima<\/strong><\/p>\n<p> P\u00f4r-do-sol em S\u00e3o Lu\u00eds.O clima de S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 tropical, quente e \u00famido. A      temperatura m\u00ednima na maior parte do ano fica entre 20 e 23 graus e a m\u00e1xima      geralmente fica entre 29 e 31 graus. Apresenta duas esta\u00e7\u00f5es distintas: a      esta\u00e7\u00e3o seca, de agosto a dezembro, e a esta\u00e7\u00e3o chuvosa, de janeiro a julho.      A m\u00e9dia pluviom\u00e9trica \u00e9 de 2325 mm (CPTEC). A menor temperatura j\u00e1 registrada      na cidade foi de 16\u00b0C no m\u00eas de maio, e a temperatura m\u00e1xima j\u00e1 registrada      foi de 35\u00b0C no m\u00eas de novembro.<\/p>\n<p> <strong>Relevo<\/strong><\/p>\n<p> A capital maranhense encontra-se a altitude de quatro metros acima do n\u00edvel      do mar. Existem baixadas alagadas, praias extensas e dunas que formam a plan\u00edcie      litor\u00e2nea.<\/p>\n<p> <strong>Hidrografia<\/strong><\/p>\n<p> Os principais rios que cortam S\u00e3o Lu\u00eds s\u00e3o o Bacanga, que atravessa o Parque      Estadual do Bacanga, e o Anil, que divide a cidade moderna e o centro hist\u00f3rico.      O rio Itapecuru abastece a cidade(embora n\u00e3o passe pela ilha).<\/p>\n<p> A laguna da Jansen (laguna, por existir sa\u00eddas para o mar) \u00e9 a principal      e maior laguna da ilha, com seis mil metros quadrados de \u00e1rea.<\/p>\n<p> <strong>Principais praias da capital.<\/strong><\/p>\n<p> Praia Ponta d\u0092Areia: \u00e9 a mais visitada pela popula\u00e7\u00e3o e pelos turistas,      devido ao f\u00e1cil acesso. Encontra-se a apenas tr\u00eas quil\u00f4metros do centro da      cidade.<\/p>\n<p> Praia de S\u00e3o Marcos: destaca-se por suas fortes ondas, e \u00e9 bastante procurada      por surfistas.<\/p>\n<p> Praia do Calhau: \u00e9 uma das praias mais conhecidas da capital maranhense.      Apresenta ondas fracas e dunas cobertas por vegeta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Praia Olho d\u0092\u00c1gua: localiza-se a 13 quil\u00f4metros do centro da cidade. \u00c9 cercada      por dunas e vegeta\u00e7\u00e3o rasteira.<\/p>\n<p> Praia do Meio: localizada entre as praias de Olho D\u00b4\u00e1gua e Ara\u00e7agy, possui      \u00e1guas l\u00edmpidas e pr\u00f3prias para pr\u00e1tica de kitesurf.<\/p>\n<p> Com exce\u00e7\u00e3o de alguns trechos da praia do Ara\u00e7agi, nenhuma outra &#8211; Ponta      d\u0092Areia, Calhau, S\u00e3o Marcos e Olho d\u0092\u00c1gua &#8211; est\u00e1 em condi\u00e7\u00f5es para banho.      Principal causa: lan\u00e7amento de esgotos n\u00e3o tratados.<\/p>\n<p> <strong>Economia<\/strong><\/p>\n<p> <strong>Pal\u00e1cio dos Le\u00f5es, sede do Governo Estadual<\/strong><\/p>\n<p> Um conjunto de casar\u00f5es hist\u00f3ricos em S\u00e3o Lu\u00edsA economia maranhense foi      uma das mais pr\u00f3speras do pa\u00eds at\u00e9 a metade do s\u00e9culo XIX. Todavia, ap\u00f3s o      fim da Guerra Civil dos Estados Unidos da Am\u00e9rica, quando perdeu espa\u00e7o na      exporta\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o, o estado entrou em colapso; somente ap\u00f3s o final da      d\u00e9cada de 1960 no s\u00e9culo XX o estado passou a receber incentivos e saiu do      isolamento, com liga\u00e7\u00f5es f\u00e9rreas e rodovi\u00e1rias com outras regi\u00f5es.<\/p>\n<p> A inaugura\u00e7\u00e3o do Porto do Itaqui, em S\u00e3o Lu\u00eds, atualmente o segundo em profundidade      no mundo, ficando atr\u00e1s apenas do de Rotterdam, na Holanda, e um dos mais      movimentados do pa\u00eds, serviu para escoar a produ\u00e7\u00e3o industrial e de min\u00e9rio      de ferro vinda de trem da Serra dos Caraj\u00e1s, atividade explorada pela Companhia      Vale do Rio Doce. A estrat\u00e9gica proximidade com os mercados europeus e norte      americanos fez do Porto uma atraente op\u00e7\u00e3o de exporta\u00e7\u00e3o, mas padece de maior      navega\u00e7\u00e3o de cabotagem. A economia ludovicense baseia-se na ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o      de alum\u00ednio, aliment\u00edcia, turismo e nos servi\u00e7os. S\u00e3o Lu\u00eds possui o maior      PIB do estado, sediando duas universidades p\u00fablicas(UFMA e UEMA) e v\u00e1rios      centros de ensino e faculdades particulares. Segundo o \u00faltimo levantamento      de dados do IBGE a cidade de S\u00e3o Lu\u00eds possui o PIB de R$ 9.340.944.000,00      sendo assim a 29\u00ba economia nacional entre os mais de 5.560 munic\u00edpios brasileiros,      e ocupando a 14\u00ba posi\u00e7\u00e3o entre as capitais.<\/p>\n<p> <strong>Aeroporto de S\u00e3o Lu\u00eds<\/strong><\/p>\n<p> O Aeroporto Internacional de S\u00e3o Lu\u00eds possui terminal com capacidade para      atender um milh\u00e3o de passageiros por ano. Localizado a apenas 14 quil\u00f4metros      do centro da cidade, oferece aos passageiros restaurantes, pra\u00e7a de alimenta\u00e7\u00e3o      e espa\u00e7o cultural. \u00c9 servido por apenas duas companhias a\u00e9reas brasileiras,      TAM e GOL, com v\u00f4os di\u00e1rios, partindo das principais capitais brasileiras,      mas a Azul Linhas A\u00e9reas espera a chegada de novas aeronaves e a autoriza\u00e7\u00e3o      da ANAC para iniciar v\u00f4os para a cidade .<\/p>\n<p> <strong>Carnaval<\/strong><\/p>\n<p> Rua do Centro Hist\u00f3ricoNa cultura local, S\u00e3o Lu\u00eds tem manifesta\u00e7\u00f5es muito      fortes como o bumba-meu-boi, festa de tradi\u00e7\u00e3o afro-ind\u00edgena que aflora na      cidade nas festas do m\u00eas de junho. Al\u00e9m disso, possui o Tambor de Crioula,      o Cacuri\u00e1, o &#8220;Tambor de Mina&#8221; (religi\u00e3o afro-brasileira, que tem      na Casa Grande das Minas Jeje &#8211; fundada em meados do s\u00e9culo XIX &#8211; seu mais      importante terreiro, ou Querebetan). Estas manifesta\u00e7\u00f5es acontecem no per\u00edodo      das festas juninas.<\/p>\n<p> No carnaval, a tradi\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 um forte carnaval de rua. Onde os      blocos populares se misturam aos brincantes e \u00e0s bandinhas tradicionais.<\/p>\n<p> No fim do s\u00e9culo XVIII, o aumento da demanda internacional por algod\u00e3o para      atender as industrial t\u00eaxtil inglesa aliado \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o norte americana      por causa da Guerra de Independ\u00eancia nos Estados Unidos forneceram o cen\u00e1rio      ideal para o est\u00edmulo da produ\u00e7\u00e3o algodoeira no Maranh\u00e3o. As companhias de      navega\u00e7\u00e3o Southampton &amp; Maranham Company e Maranham Shipping Company,      de transporte mar\u00edtimo a vapor, que realizavam o transporte do algod\u00e3o dos      estados da Ge\u00f3rgia e do Alabama, passaram a operar no eixo S\u00e3o Lu\u00eds \u0096 Londres      ou Havre, levando a produ\u00e7\u00e3o de Caxias e da Baixada Maranhense.<\/p>\n<p> Nesse per\u00edodo, a fase de ouro da economia maranhense, S\u00e3o Lu\u00eds passou a      viver uma efervesc\u00eancia cultural. A cidade, que se relacionava mais com as      capitais europ\u00e9ias que as outras cidades brasileiras, foi a primeira a receber      uma companhia italiana de \u00f3pera. Possu\u00eda cal\u00e7amento e ilumina\u00e7\u00e3o como poucas      do pa\u00eds. Recebia semanalmente as \u00faltimas novidades da literatura francesa.      As grandes fortunas algodoeiras e os comerciais locais enviavam seus filhos      para estudar em Recife, Salvador, Rio de Janeiro e, principalmente, Europa.<\/p>\n<p> \u00c9 nessa fase que S\u00e3o Lu\u00eds passa a ser conhecida por &#8220;Atenas Brasileira&#8221;.      A denomina\u00e7\u00e3o decorre do n\u00famero de escritores locais que exerceram papel importante      nos movimentos liter\u00e1rios brasileiros a partir do romantismo. Surgiu, assim,      a imagem do Maranh\u00e3o como o estado que fala o melhor portugu\u00eas do pa\u00eds.<\/p>\n<p> A primeira gram\u00e1tica do Brasil foi escrita e editada na cidade por Sotero      dos Reis. Mesmo nos dias atuais a cidade ainda tem uma grande voca\u00e7\u00e3o natural      para a literatura e poesia.     \u00a0<\/p>\n<p> <strong>Patrim\u00f4nio<\/strong><\/p>\n<p> Rua Portugal, mercado central, bairro Praia Grande, S\u00e3o Luis do Maranh\u00e3o<\/p>\n<p> A cidade de S\u00e3o Lu\u00eds (Maranh\u00e3o) inclui o s\u00edtio Centro Hist\u00f3rico de S\u00e3o Lu\u00eds,      Patrim\u00f3nio Mundial da UNESCO.<\/p>\n<p> Fachada azulejada de um pr\u00e9dioA cidade foi tombada pela UNESCO como Patrim\u00f4nio      cultural da Humanidade, em 1997. Possui um acervo arquitet\u00f4nico colonial avaliado      em cerca de 3500 pr\u00e9dios, distribu\u00eddos por mais de 220 hectares de centro      hist\u00f3rico, sendo grande parte deles sobrad\u00f5es com mirantes, muitos revestidos      com preciosos azulejos portugueses. V\u00e1rios pr\u00e9dios foram restaurados; a Prefeitura,      por exemplo, funciona no Pal\u00e1cio la Ravardi\u00e8re, constru\u00e7\u00e3o de 1689.<\/p>\n<p> &#8220;Ilha do Amor&#8221;: atribu\u00eddo em fun\u00e7\u00e3o ao grande n\u00famero de poetas      que louvaram a cidade e pelo romantismo que a pr\u00f3pria arte carrega.     &#8220;Jamaica Brasileira&#8221;: o reggae chegou com for\u00e7a no Maranh\u00e3o como      um todo nos anos 1970, e at\u00e9 hoje continua forte.<\/p>\n<p> &#8220;Cidade dos Azulejos&#8221;: devido a arquitetura e decora\u00e7\u00e3o azulejada      frontal dos antigos casar\u00f5es, provenientes dos pa\u00edses europeus.<\/p>\n<p> &#8220;Rainha do Maranh\u00e3o&#8221;: devido ser a cidade mais bonita e mais importante      do Estado. Tamb\u00e9m por existirem as &#8220;princesas&#8221; que s\u00e3o Caxias e      Pinheiro, consideradas bonitas nas suas regi\u00f5es.<\/p>\n<p> <strong>Filhos ilustres<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p> Alcione &#8211; cantora de samba.       Alu\u00edsio Azevedo &#8211; escritor.       Ant\u00f4nio Carlos dos Reis Rayol &#8211; m\u00fasico, compositor, maestro, tenor       Apol\u00f4nia Pinto- Primeira Atriz que se consagrou nacionalmente no s\u00e9culo        xix       Artur de Azevedo &#8211; Escritor       Alu\u00edsio Azevedo- Escritor       Antonio de Assis Cruz Nunes- Pesquisador sobre a\u00e7\u00f5es afirmativas para negros       Arlindo Maracan\u00e3 &#8211; jogador de Futebol       Bandeira Tribuzi- Poeta e Escritor       Catulo da Paix\u00e3o Cearense &#8211; compositor e cantor       C\u00e9lia Sampaio- cantora de reggae       Clemer- Goleiro de Futebol       D\u00e9o Garcez- ator       Ferreira Gullar &#8211; escritor       Gra\u00e7a Aranha &#8211; escritor e diplomata       Jo\u00e3o Clemente Jorge Trinta (Jo\u00e3ozinho Trinta) &#8211; Artista pl\u00e1stico e carnavalesco.       Josu\u00e9 Montello &#8211; escritor, romancista       Jos\u00e9 Reinaldo Tavares- Pol\u00edtico       Nauro Machado- Escritor       Odorico Mendes-Escritor       Odilo Costa Filho- Escritor       Rafael Leit\u00e3o- Enxadrista       Rita Ribeiro &#8211; cantora da MPB       Sotero dos Reis- Escritor e Jornalista       Turibio Santos- Violonista<\/p>\n<\/blockquote>\n<p> <strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p> 1. 1,0 1,1 Divis\u00e3o Territorial do Brasil. Divis\u00e3o Territorial      do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica      (IBGE) (1 de julho de 2008). P\u00e1gina visitada em 11 de outubro de 2008.     2. 2,0 2,1 Estimativas da popula\u00e7\u00e3o para 1\u00ba de julho de 2009 (PDF). Estimativas      de Popula\u00e7\u00e3o. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) (14 de      agosto de 2009). P\u00e1gina visitada em 16 de agosto de 2009.     3. Ranking decrescente do IDH-M dos munic\u00edpios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento      Humano. Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). P\u00e1gina      visitada em 11 de outubro de 2008.     4. 4,0 4,1 Produto Interno Bruto dos Munic\u00edpios 2003-2007. Instituto Brasileiro      de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) (16 de dezembro de 2009). P\u00e1gina visitada      em 16 de dezembro de 2009.     5. 5,0 5,1 UOL \u00daltimas Not\u00edcias. IBGE divulga PIB dos Munic\u00edpios 2005. P\u00e1gina      visitada em 02 de Janeiro de 2008.     6. VOC\u00ca S\/A (S\u00f3 para assinantes). Pesquisa da FGV-RJ aponta as melhores cidades      para trabalhar de Norte a Sul do pa\u00eds: oportunidade existe, mas voc\u00ea est\u00e1      pronto para mudar?. P\u00e1gina visitada em 02 de Janeiro de 2008.     7. Clipping Sinprorp. Pesquisa da FGV-RJ aponta as melhores cidades para trabalhar      de Norte a Sul do pa\u00eds: oportunidade existe, mas voc\u00ea est\u00e1 pronto para mudar?.      P\u00e1gina visitada em 02 de Janeiro de 2008.     8. Praias de S\u00e3o Lu\u00eds podem ser interditadas. P\u00e1gina visitada em 10 de junho      de 2009.<\/p>\n<p>  Fonte:\u00a0www.achetudoeregiao.com.br<\/p>\n<h6> S\u00e3o Lu\u00eds<\/h6>\n<h2> Anivers\u00e1rio de S\u00e3o Lu\u00eds<\/h2>\n<h2> 08 de Setembro<\/h2>\n<h2> &#8220;Cidade dos Azulejos&#8221;<\/h2>\n<p> S\u00e3o Lu\u00eds, capital do Estado do Maranh\u00e3o, \u00e9 conhecida como a \u0093Cidade dos      Azulejos\u0094.<\/p>\n<p> S\u00e3o Lu\u00eds foi habitada por franceses e holandeses mas, de fato, foi edificada      sob dom\u00ednio portugu\u00eas durante os s\u00e9culos XVIII e XIV. Nas constru\u00e7\u00f5es foram      usados azulejos vindos a maior parte de Portugal.<\/p>\n<p> Revestir as fachadas dos pr\u00e9dios com azulejos atendia \u00e0s condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas      da regi\u00e3o que, pela sua posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, apresenta um clima com as seguintes      caracter\u00edsticas: muito quente durante o ver\u00e3o \u0097 sol escaldante \u0097 e muita chuva      no inverno.<\/p>\n<p> O uso de azulejos nas fachadas permitiu obter um melhor isolamento t\u00e9rmico,      tornando os interiores mais frescos, pois a superf\u00edcie clara dos azulejos      reflete, com efici\u00eancia, os raios solares bastantes intensos na linha do Equador.      Como conseq\u00fc\u00eancia a temperatura dentro dos im\u00f3veis se torna mais amena e agrad\u00e1vel.<\/p>\n<p> Outra grande vantagem do uso parietal dos azulejos tem a ver com a durabilidade      e facilidade de limpeza, tornando a conserva\u00e7\u00e3o menos onerosa se comparada      a uma parede de comum. Nesta, com muito maior freq\u00fc\u00eancia, h\u00e1 necessidade de      se refazer a pintura e a argamassa, face, principalmente, as intemp\u00e9ries \u0097      em S\u00e3o Lu\u00eds o per\u00edodo das chuvas de inverno dura seis meses no ano.     O uso em Portugal da cer\u00e2mica esmaltada na forma de azulejos, inicialmente      decorando pal\u00e1cios, igrejas, monast\u00e9rios, etc, e posteriormente, em resid\u00eancias      e com\u00e9rcio, \u0097 internamente e depois nas fachadas \u0097, foi decorrente da influ\u00eancia      da cultura oriental que os empregava desde h\u00e1 muito. Levados pelos Mouros      chegaram primeiro \u00e0 Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica em meados do s\u00e9culo XII e posteriormente      tiveram o uso disseminado em toda a Europa.<\/p>\n<p> Portugal recebia produtos cer\u00e2micos esmaltados feitos na Espanha, It\u00e1lia      e Holanda. Posteriormente, no final do s\u00e9culo XVI, j\u00e1 confeccionava, com muita      compet\u00eancia, azulejos em suas pr\u00f3prias olarias.<\/p>\n<p> Lisboa, Porto e Coimbra foram as cidades portuguesas respons\u00e1veis pela maior      parte da produ\u00e7\u00e3o de cer\u00e2mica no s\u00e9culo XVIII, sendo que grande parte era      enviada para as col\u00f4nias, dentre elas o Brasil.<\/p>\n<p> O uso de azulejos portugueses nas constru\u00e7\u00f5es de S\u00e3o Lu\u00eds apresentava um      importante benef\u00edcio no que se refere ao custo do transporte, pois o material      vinha para o Brasil servindo de lastro nos por\u00f5es dos navios, \u0097 procedimento      necess\u00e1rio para a estabilidade das embarca\u00e7\u00f5es nos mares. No retorno aos portos      portugueses, eram substitu\u00eddos por riquezas obtidas no solo brasileiro.<\/p>\n<p> Lamentavelmente, parte do patrim\u00f4nio azulejar de S\u00e3o Lu\u00eds, encontra-se em      acentuado estado de degrada\u00e7\u00e3o, apesar de ter sido inclu\u00eddo, em 1997, pela      UNESCO, na \u0093Lista de Patrim\u00f4nio Mundial\u0094, e ser considerado refer\u00eancia nacional      na azulejaria, principalmente na de fachada.     Deve ser salientado que provid\u00eancias t\u00eam sido tomadas visando solucionar a      quest\u00e3o. Em setembro de 2004 o Governo Estadual, juntamente com a Sociedade      de Amigos do Centro de Criatividade Odylo Costa Filho, com o patroc\u00ednio da      Companhia Vale do Rio Doce, editaram o \u0093Cat\u00e1logo dos Azulejos de S\u00e3o Lu\u00eds\u0094,      publica\u00e7\u00e3o que faz parte de um projeto, em andamento, objetivando a recupera\u00e7\u00e3o      e preserva\u00e7\u00e3o deste importante acervo.<\/p>\n<p> Observamos que h\u00e1 poucos pain\u00e9is em S\u00e3o Lu\u00eds dos tipos que notabilizaram      a azulejaria de Portugal. Eles t\u00eam a predomin\u00e2ncia da cor azul em fundo branco,      e abordam temas religiosos, hist\u00f3ricos, patri\u00f3ticos, mitol\u00f3gicos e paisagens.      S\u00e3o usados, principalmente, na decora\u00e7\u00e3o de Igrejas \u0097 claustros, sacristias,      altares, naves, paredes laterais \u0097 e em edif\u00edcios p\u00fablicos e resid\u00eancias particulares.<\/p>\n<p> Existem muitos pain\u00e9is, em grande formato, no Estado de Pernambuco em in\u00fameras      Igrejas no Recife e Olinda, e na cidade de Igarassu (Igreja e Convento de      Santo Ant\u00f4nio). Na Bahia, em Salvador, os mais significativos encontram-se      na Igreja e no Convento de S\u00e3o Francisco, no Pelourinho. Na cidade do Rio      de Janeiro, o maior exemplo deste tipo de trabalho, acha-se na Igreja N.S.      da Gl\u00f3ria do Outeiro.<\/p>\n<p> No Centro Hist\u00f3rico de S\u00e3o Lu\u00eds existem centenas im\u00f3veis do per\u00edodo colonial      e imperial. S\u00e3o solares, sobrados e outros tipos de edifica\u00e7\u00f5es com azulejos      de fachada oriundos principalmente de Portugal. No entanto, h\u00e1 exemplares      de muitos outros pa\u00edses europeus \u0097 Inglaterra, B\u00e9lgica, Fran\u00e7a, Alemanha,      Espanha e Holanda. Observamos que na cidade foram tombados cerca de 3.500      pr\u00e9dios considerados hist\u00f3ricos.<\/p>\n<p> Muitos azulejos de fachada n\u00e3o t\u00eam a indica\u00e7\u00e3o do pa\u00eds de origem. No entanto      atrav\u00e9s da an\u00e1lise de algumas caracter\u00edsticas chega-se a conclus\u00e3o de onde      foram fabricados. Os vindos de Portugal medem, em sua grande maioria, cerca      de 13,5 x 13,5 cm. J\u00e1 os franceses t\u00eam como padr\u00e3o a medida de 11 x 11 cm.<\/p>\n<p> Ainda no Estado do Maranh\u00e3o, em Alc\u00e2ntara, cidade que foi um importante      p\u00f3lo comercial entre os s\u00e9culos XVIII e XIX, pr\u00f3ximo de S\u00e3o Lu\u00eds, s\u00e3o encontradas      Igrejas e pr\u00e9dios residenciais, alguns parcialmente em ru\u00ednas, com aplica\u00e7\u00e3o      de azulejaria da \u00e9poca.<\/p>\n<p> <strong>Fachadas de azulejos em casar\u00f5es no Centro Hist\u00f3rico<\/strong>     \u00a0<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-116.jpg\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"250\" height=\"334\"\/><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/saoluis-003.gif\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"227\" height=\"182\"\/><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/saoluis-004.gif\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"230\" height=\"215\"\/><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/sao-luis-119.jpg\" alt=\"S\u00e3o Luis\" title=\"S\u00e3o Luis\" width=\"183\" height=\"250\"\/>\u00a0<strong>Nas ruas do Centro Hist\u00f3rico encontram-se tamb\u00e9m, decorando im\u00f3veis,      Pain\u00e9is de Azulejos confeccionados n\u00e3o faz muitos anos.<\/strong><\/p>\n<p>  Fonte:\u00a0www.ceramicanorio.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O P\u00f3lo S\u00e3o Lu\u00eds abrange os munic\u00edpios que comp\u00f5em a Ilha,a capital S\u00e3o Lu\u00eds, S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar, Pa\u00e7o do Lumiar e Raposa, e a cidade Monumento de Alc\u00e2ntara. S\u00e3o Lu\u00eds foi fundada em 1612 por franceses, invadida por holandeses, mas totalmente constru\u00edda pelos portugueses. 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