{"id":45715,"date":"2016-06-13T17:36:56","date_gmt":"2016-06-13T17:36:56","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=45715"},"modified":"2016-06-13T17:50:57","modified_gmt":"2016-06-13T17:50:57","slug":"regiao-nordeste-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/regiao-nordeste-do-brasil","title":{"rendered":"Regi\u00e3o Nordeste do Brasil"},"content":{"rendered":"<p>Na regi\u00e3o Nordeste tem in\u00edcio a hist\u00f3ria o Brasil. No meio de uma privilegiada      natureza, os estado compreendidos nesta regi\u00e3o t\u00eam sido testemunhas e protagonistas      das mais ricas e variadas manifesta\u00e7\u00f5es culturais do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A nota predominante \u00e9 o moderado clima e suas encantadoras praias. A regi\u00e3o      compreende os estados do Maranh\u00e3o (S\u00e3o Luis), Piau\u00ed (Terezina), Bahia (Salvador),      Sergipe (Aracaju), Alagoas (Macei\u00f3), Pernambuco (Recife), Para\u00edba (Jo\u00e3o Pessoa),      Rio Grande do Norte (Natal) e Cear\u00e1 (Fortaleza).<\/p>\n<h4><strong>Bahia<\/strong><\/h4>\n<p>Bahia \u00e9 o estado que concentra o passado do Brasil e lugar onde existem as      raizes africanas. A capital, Salvador da Bahia, foi o centro da col\u00f4nia e      da ind\u00fastria a\u00e7ucareira desde o ano de 1549 a 1763. O estado divide-se em      tr\u00eas \u00e1reas: O Reconcavo, Sert\u00e3o e o Litoral.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o do Reconcavo, nos arredores da Bahia de Todos os Santos, em Salvador,      \u00e9 \u00famido e quente, e suas principais cidades s\u00e3o Cachoeira, Santo Amaro e Nazar\u00e9.      A Regi\u00e3o do Sert\u00e3o caracteriza-se pela extremidade de suas condi\u00e7\u00f5es metereol\u00f3gicas,      enquanto que no Litoral, ao sul da capital e, importantye centro produtor      de cacau, encontra-se as mais delicadas praias do pa\u00eds.<\/p>\n<p>No Estado da Bahia poder\u00e1 desfrutar do cativante espet\u00e1culo de capoeira (a      dan\u00e7a de origem africana, que oculta em seus movimentos a pr\u00e1tica de uma arte      marcial), assim como, de alguma cerimonia de candombl\u00e9 em um dos muitos &#8220;terreiros&#8221;      (locais p\u00fablicos para o ritual), onde as mulheres dan\u00e7am e cantam em l\u00edngua      yoruba, enquanto os homens tocam os instrumentos.<\/p>\n<p><strong>Salvador<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 sem d\u00favida, uma das cidades mais fascinantes do Brasil, n\u00e3o somente por      seu passado colonial, mas sim por sua preciosas praias e povoados de aldeias,      onde o tempo parece que parou.<\/p>\n<p>Salvador, situado em uma pen\u00ednsula de forma triangular, na boca da Bahia      de Todos os Santos, conta com mais de mlh\u00f5es de habitantes. A cidade est\u00e1      dividida em duas partes: Cidade Alta e Cidade Baixa, ambas comunicadas por      bondes, o Elevador Lacerda e por alguns caminhos abruptos chamados de &#8220;ladeiras&#8221;.<\/p>\n<p>Na Cidade Alta encontra-se o centro hist\u00f3rico e os edif\u00edcios mais importantes,      assim como o bairro do Pelourinho, Terreiro de Jesus e Anchieta, \u00e1reas que      ressaltam por suas numerosas igrejas, ruas empedradas e casar\u00f5es do s\u00e9culo      XVI e XVII.<\/p>\n<p>A melhor maneira de conhecer esta regi\u00e3o \u00e9 faz\u00ea-la andando e desfrutar de      seus pontos que surpreendem.<\/p>\n<p>Recomendamos iniciar pela Catedral da Bahia, na Pra\u00e7a da S\u00e9, \u00e9 o templo maior      e majestoso da cidade, e considerado como o templo mais bonito da cidade.      Construida entre os anos de 1657 e 1672, de estilo barroco portugu\u00eas, foi      a sede da antiga Escola Jesuita.<\/p>\n<p>Destacam-se as colunas de S\u00e3o Francisco de Borja, S\u00e3o Pedro e S\u00e3o Jos\u00e9, assim      como, as imagens de S\u00e3o In\u00e1cio de Loyola e S\u00e3o Francisco Xavier (hor\u00e1rio de      segunda \u0096feira a s\u00e1bado, das 8 \u00e0s 11 horas e das 15 \u00e0s 18 horas. Domingo      das 17 \u00e0s 18:30 horas). Encostado encontra-se o Museu Afro-Brasileiro, o que      foi a Antiga Faculdade de Medicina.<\/p>\n<p>Exibe uma pequena cole\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as religiosas da \u00c1frica e Bahia, assim como,      cer\u00e2mica e trabalhos em madeira de cerimoniais ritual\u00edsticos do Candombl\u00e9      (hor\u00e1rio de ter\u00e7as-feiras a domingo das 9 \u00e0s 17 horas). Em seus s\u00f3t\u00e3os encontra-se      o Museu de Arqueologia e Etnologia, que abre de segunda a sextas-feiras das      9 \u00e0s 12 horas e das 14 \u00e0s 17:30 horas.<\/p>\n<p>Muito pr\u00f3ximo encontra-se a Igreja de S\u00e3o Francisco de estilo barroco e que      distingue-se por suas curiosas express\u00f5es dos escravos, como uma clara manisfesta\u00e7\u00e3o      de vingan\u00e7a, imprimindo em diversas talhas, onde os querubins com rostos distorcidos      ou anjos com enormes \u00f3rg\u00e3os sexuais ou gr\u00e1vidos, permanecem como caladas testemunhas      de um triste passado (hor\u00e1rio de segunda \u0096feira a s\u00e1bado, das 7:30 \u00e0s      11:30 horas, e de 14 \u00e0s 18 hors. Domingos das 7 \u00e0s 12 horas).<\/p>\n<p>Alguns passos, localiza-se a Igreja da Ordem Terceira de S\u00e3o Francisco, do      s\u00e9culo XVII, de estilo barroco e prateresco (hor\u00e1rio das 8 \u00e0s 11:30 horas      e de 14 \u00e0s 17:30 horas de segunada \u00e0 s\u00e1bado) A Igreja de S\u00e3o Pedro dos Cl\u00e9ricos,      destaca-se por seu estilo rococ\u00f3, do s\u00e9culo XVIII. Abre somente durante os      atos religiosos.<\/p>\n<p>O distrito ou bairro do Pelourinho aloja as constru\u00e7\u00f5es mais antigas e Salvador.      Foi local onde os escravos eram torturados e vendidos ao melhor benfeitor.      Pelourinho significa &#8220;lugar de tortura&#8221;.<\/p>\n<p>Na \u00e1rea sobressai o Museu da Cidade, onde pode-se ver diferentes pe\u00e7as utilizadas      nos rituais de candombl\u00e9, assim como, efeitos pessoais do c\u00e9lebre Castro Alves      (segunda \u00e0 sexta-feira das 8 \u00e0s 12 horas e das 14 \u00e0s 18 hors); a Igreja Nossa      Senhora do Ros\u00e1rio dos Pretos, constru\u00edda pelos escravos no s\u00e9culo XVIII e      com excelentes azulejos, A Igreja do Sant\u00edsssimo Sacramento da Rua do Pa\u00e7o;      a Igreja da Ordem Terceira do Carmo, no alto da colina e constru\u00edda em 1636.      Em seu interior destaca-se o altar de estilo barroco. Pr\u00f3ximo, o Museu do      Carmo, onde pode-se desfrutar da fmosa escultura do Cristo de Chagas (o Cabra).<\/p>\n<p>A Casa da Cultura Jorge Amado, recentemente renovada, foi o lugar onde os      escravos eram vendidos. Atualmente oferece proje\u00e7\u00f5es e exemplares da obra      deste artista (segunda a sexta-feira das 8 \u00e0s 12 horas e das 14 \u00e0s 18 horas).<\/p>\n<p>Antes de deixar a parte alta, aproxime-se do Museu de Arte Sacra da Bahia,      situado em um casar\u00e3o do s\u00e9culo XVII e que exibe uma boa cole\u00e7\u00e3o de arte sacra.      Para chegar a Cidade Baixa, convidamos para que utilize o Elevador Lacerda,      inaugurado no ano de 1868, Os elevadores sobem e baixam os 85 metros de altura,      transportando mais de 50 mil pessoas por dia.<\/p>\n<p>Na parte baixa, destaca-se o Mercado S\u00e3o Joaquim, a tr\u00eas quil\u00f4metros do ascensor.      Trata-se de um t\u00edpico mercado de barracas, onde desfrutar\u00e1 de um ambiente      popular sem igual. A Igreja Nosso Senhor do Bonfim, construida em 1745, na      Pen\u00ednsula de Itapagipe, \u00e9 para os adeptos do Candombl\u00e9 o Templo de Oxal\u00e1.<\/p>\n<p>Convidamos para que prenda uma fita no pulso e pe\u00e7a tr\u00eas desejos, que cumprir\u00e1      o pedido quando a fita cair, por desgaste natural (hor\u00e1rio ter\u00e7as-feiras a      domingo de 6 \u00e0s 12 horas e de 14:30 \u00e0s 18 horas). N\u00e3o deixe de percorrer e      visitar os arredores da Cidade Baixa, para ver o velho Farol Monte Serrat      e as praias de Boa Viagem, um lugar com muita anima\u00e7\u00e3o e sede dos principais      festivais da cidade.<\/p>\n<p>Por \u00faltimo, sugerimos uma visita ao Museu de Arte Moderna, que aloja interessantes      cole\u00e7\u00f5es de pinturas gravadas, esculturas desenhos e t\u00eaxteis (hor\u00e1rios ter\u00e7as      \u00e0s sextas-feiras das 11 \u00e0s 17 horas. S\u00e1bados e domingos das 14 \u00e0s 17 horas).As      Praias e os arredores de Salvador da Bahia A praias da cidade encontram-se      a uns 45 minutos de \u00f4nibus, do centro da capital.<\/p>\n<p>As mais populares s\u00e3o de Amaralina, Itapo\u00e3, com palmeiras, lagoas e dunas      brancas. Piturba, Rio Vermelho, Chega Nego e Jardim de Al\u00e1, s\u00e3o pontos de      reuni\u00e3o dos baianos, sede de importantes festivais e prossi\u00e7\u00f5es e al\u00e9m, de      serem as mais belas praias do pa\u00eds. Nelas pode-se praticar diversos esportes      aqu\u00e1ticos.<\/p>\n<p>A Ilha de Itaparica (16 km de Salvador) \u00e9 a ilha da Ba\u00eda de Todos os Santos      e, \u00e9 para os habitantes de Salvador o melhor lugar par descan\u00e7ar e banhar-se      em suas tranquilas \u00e1guas. Nela encontra-se alguns locais tur\u00edsticos como o      Forte S\u00e3o Louren\u00e7o, construido pelos alem\u00e3es no s\u00e9culo XVII, a Casa chamada      Solar Tenente Botas, a Igreja Matriz do Sant\u00edssimo Sacramento e a Fonte da      Bica.<\/p>\n<p>Para chegar em Itaparica, pode-se tomar alguns dos botes que partem do Mercado      Modelo (centro de artesanatos e de restaurantes), j\u00e1 que dirigem-se ao Mar      Grande ou bem, se preferir, pode abordar o ferry, que parte de S\u00e3o Joaquim      at\u00e9 Bom Despacho em Itaparica. As praias da ilha s\u00e3o uma del\u00edcia, sobre tudo      por suas \u00e1guas transparentes e por seu animado ambiente.<\/p>\n<p>A Ilha dos Frades encontra-se no centro da Baia e destaca-se por suas paisagens      de grande beleza e praias de areias brancas, enquanto aue a Ilha Mar\u00e9, a menor,      sobressai por seu manancial de \u00e1gua doce, suas tranquilas praias e alguns      monumentos coloniais, como a Capela de Nossa Senhora das Neves.<\/p>\n<p><strong>Cachoeira<\/strong><\/p>\n<p>Se disp\u00f5e e tempo, n\u00e3o deixe de realizar uma visita a cidade colonial de      Cachoeira, situada a 120 quil\u00f4metros de Salvador. Trata-se de uma vila com      interessantes constru\u00e7\u00f5es da \u00e9poca colonial, algumas em processo de restaura\u00e7\u00e3o.      N\u00e3o deixe de percorrer suas ruas e visitar a Igreja da Ordem Terceira do Carmo,      a Ordem da Carmelitas e, com preciosas talllas policromadas.<\/p>\n<p>Encostado a Pousada do Convento, a Casa da Camara e Cadeia, antiga pris\u00e3o,      o Museu do SPHAN, alojado em uma antiga mans\u00e3o colonial, onde exibe-se mobili\u00e1rio      da \u00e9poca (de ter\u00e7as-feiras \u00e0 domingo das 9 \u00e0s 12 horas e das 14 \u00e0s 17 horas),      a Igreja Nossa Senhora do Ros\u00e1rio do Porto de Cachoeira, com belos afrescos      e azulejos portugueses, a pequena Igreja Nossa Senhora da Ajuda, a mais antiga      da cidade, o Museu Hansen Baia na antiga casa da hero\u00edna Ana Neri e a Santa      Casa da Miseric\u00f3rdia, o hospital municipal mais antigo de Cachoeira, que conta      com uma delicada capela com diversos afrescos (aberta todos os dias das 14      \u00e0s 17 horas).<\/p>\n<p>Cruzando a velha ponte sobre o rio Paragua\u00e7u, encontra-se o povoado de S\u00e3o      F\u00e9lix, onde resslta a Casa da Cultura Am\u00e9rico Simas e o Centro Cultural Dannemann,      onde pode-se ver antigas m\u00e1quinas utilizadas no processo da elabora\u00e7\u00e3o dos      cigarros. <\/p>\n<p>Nos arredores de Cachoeiras alcan\u00e7a-se a majestosa Igreja e Convento de Santo      Antonio de Paragua\u00e7u, uma espl\u00eandida constru\u00e7\u00e3o franciscana do s\u00e9culo XVII,      em processo de restaura\u00e7\u00e3o (quase em ruinas).<\/p>\n<h4><strong>Outras \u00c1reas da Bahia<\/strong><\/h4>\n<p>Se disp\u00f5e de tempo n\u00e3o deixe de visitar ao norte do Estado da Bahia, a Praia      do Forte, pr\u00f3ximo da importante reserva de tartarugas marinhas, e as praias      de Guarajuba e Suba\u00fama. Ao sul de Salvador sobressaem as cidades de Valen\u00e7a      e Itacar\u00e9, esta \u00faltima, tranquilo povoado colonial, Ilh\u00e9us, que distingue-se      pela hospitalidade dos seus habitantes e pelo encanto de suas praias e Porto      Seguro, importante centro tur\u00edstico e ponto de encontro dos antigos pioneiros      e colonizadores.<\/p>\n<p>O mais destacado \u00e9 a Cidade Alta, que acolhe a Igreja de Nossa Senhora da      Miseric\u00f3rdia (provavelmente o templo mais antigo do Brasil), a Igreja de Nossa      Senhora da Penha, do ano 1535, a Igreja do Ros\u00e1rio dos Jesuitas de 1549 e      o antigo forte de 1503. Quinze quil\u00f4metros ao norte localiza-se a principal      Reserva Biol\u00f3gica do Pau Brasil, um arvoredo nativo, que est\u00e1 a ponto de desaparecer,      depois de v\u00e1rios anos de desmatamento.<\/p>\n<p>A oeste de Salvador aconselhamos que aproxime-se de Len\u00e7\u00f3is, o melhor ponto      de partida para realizar excurs\u00f5es atrav\u00e9s de uma natureza composta de picos,      cascatas e rios. Daqui pode-se ter acesso ao Parque Nacional da Chapada Diamantina,      especialmente interessante, por suas forma\u00e7\u00f5es rochosas.<\/p>\n<h4><strong>Sergipe, Alagos e Pernambuco<\/strong><\/h4>\n<p>Deixando o Estado da Bahia e continuando pelo litoral, em dire\u00e7\u00e3o norte e      depois de passar pelos estados de Sergipe e Alagoas, encontra-se o Estado      de Pernambuco, ber\u00e7o da civiliza\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>Antes de viajar a este encantador lugar e se disp\u00f5e de tempo, pode fazer      uma parada nos Estados de Sergipe(capital Aracaju), para admirar a arquitetura      dos povoados de S\u00e3o Cristov\u00e3o, Laranjeiras, Ne\u00f3polis e Propri\u00e1 e do Estado      de Alagoas, com excelentes praias de \u00e1guas tranquilas, sem esquecer a relaxante      capital, Macei\u00f3.<\/p>\n<p><strong>Recife<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 a capital de Pernambuco, a quarta cidade do pa\u00eds e lugar de pontes e \u00e1guas.      Conhecida popularmente por &#8220;Veneza Brasileira&#8221;. Recife \u00e9 um importante      centro tur\u00edstico, gra\u00e7as ao desenvolvimento das \u00e1reas como a de Boa Viagem,      considerada a Copacabana de Pernambuco.<\/p>\n<p>A cidade extende-se a frente da Ilha do Recife, na desembocadura do Rio Capibaribe      e o percurso ao centro hist\u00f3rico pode-se come\u00e7ar pela Pra\u00e7a da Rep\u00fablica,      onde encontra-se o Teatro Santa Isabel, o Pal\u00e1cio do Governo, ambos do s\u00e9culo      XIX e a Catedral de S\u00e3o Pedro dos Cl\u00e9ricos. Muito pr\u00f3ximo o Forte das 5 Pontas,      construido pelos alem\u00e3es no ano de 1677 e que acolhe o Museu da Cidade, onde      mostra-se com fotografias e mapas da hist\u00f3ria de Recife.<\/p>\n<p>A uns passos, aconselhamos uma visita ao Mercado de S\u00e3o Jos\u00e9, o maior centro      de alimentos de Pernambuco e a Bas\u00edlica de Nossa Senhora da Penha.<\/p>\n<p>A Casa de Cultura de Recife, pr\u00f3ximo a esta\u00e7\u00e3o do metro \u00e9 um dos melhores      locais para desfrutar do espet\u00e1culo de m\u00fasica e dan\u00e7a tradicional, quanto      A Galeria, poder\u00e1 contemplar uma cole\u00e7\u00e3o permanente, com mais de 2.000 pe\u00e7as      diversas.<\/p>\n<p>Por \u00faltimo, em Boa Viagem, ao sul da cidade encontrar\u00e1 o ambiente tur\u00edstico      com mais vida de toda a regi\u00e3o. Aqu\u00ed encontram-se os melhores hot\u00e9is, restaurantes,      clubes e centros noturnos. As melhores praias encontram-se ao sul e destacam-se      a praia de S\u00e3o Jos\u00e9 da Coroa Grande, Tamandar\u00e9 e a 7 quil\u00f4metros mais ao sul,      a famosa praia de Porto Galinhas, de \u00e1guas transparentes e encantadoras baias.<\/p>\n<p>De Recife pode-se fazer a viagem em avi\u00e3o at\u00e9 o Arquip\u00e9lago de Fernando de      Noronha(525 quil\u00f4metros de costa). Composto por 21 ilhas, destaca-se por suas      transparentes \u00e1guas, sendo um dos melhores locais para imers\u00f5es e snorkeling.    <\/p>\n<p>Com o objetivo de n\u00e3o estrgar o fr\u00e1gil ecossistema das ilhas, existem uma      s\u00e9rie de normas que devem segui-las ao p\u00e9 da letra. O trajeto em avi\u00e3o de      Recife a Fernando de Noronha tem uma dura\u00e7\u00e3o aproximada de uma hora e meia.<\/p>\n<p><strong>Olinda<\/strong><\/p>\n<p>A 6 km de Recife encontra-se Olinda, uma das vilas coloniais mais conservada      do Brasil. \u00c9 a cidade com maior n\u00famero de constru\u00e7\u00f5es do s\u00e9culo XVII, raz\u00e3o      pela qual foi declarada Patrimonio Cultural da Humanidade, e estamos certos      de que ficar\u00e1 apaixonado por este encantador munic\u00edpio.<\/p>\n<p>A cidade extende-se no alto de uma serra, de frente para o mar, para descobri-la      somente caminhando pelas suas sinuosas e laber\u00ednticas ruas empedradas. A Pra\u00e7a      do Carmo \u00e9 a melhor localidade para iniciar a visita. O Convento de S\u00e3o Francisco      do ano de 1585, o Semin\u00e1rio e a Igreja da Gra\u00e7a, podem ser visitadas todos      os dias das 8 \u00e0s 11:30 horas e das 14 \u00e0s 17 horas.<\/p>\n<p>O convento aloja al\u00e9m, a Capela de S\u00e3o Roque e a Igreja de Nossa Senhora      das Neves. N\u00e3o deixe de ver o Museu de Arte Sacra de Pernambuco, alojado em      uma bonita casa do s\u00e9culo XVII, com uma preciosa cole\u00e7\u00e3o de arte sacra ( hor\u00e1rio      de ter\u00e7as- feiras a sextas- feiras das 8 \u00e0s 12 horas e das 14 \u00e0s 18 horas.    <\/p>\n<p>S\u00e1bado e Domingo das 14 \u00e0s 17:30 horas), e o Museu de Arte Contempor\u00e2nea,      onde foi o antigo c\u00e1rcere da Inquisi\u00e7\u00e3o, que oferece as \u00faltimas express\u00f5es      art\u00edticas da regi\u00e3o. Finalmente, aconselhamos uma visita ao Mercado da Ribera      (s\u00e9culo XVIII), sede de galerias e artistas, o Monast\u00e9rio de S\u00e3o Bento, com      os melhores trabalhos de tallado em madeira e as Igrejas de Nossa Senhora      da Gra\u00e7a (1549), da S\u00e9(1538), Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o(1585), da Miseric\u00f3rdia      (1540) e Nossa Senhora do Amparo(1581).<\/p>\n<p>Quanto as praias n\u00e3o s\u00e3o muito recomend\u00e1veis, j\u00e1 que as \u00e1guas nestas \u00e1reas      n\u00e3o s\u00e3o muito limpas. Sem d\u00favida, aconselhamos que realize uma r\u00e1pida visita      a Igarassu, uma das cidades mais velhas e mais tranquila do Brasil. Encontra-se      a 35 km ao norte de Recife e 20 km da Ilha de Itamarac\u00e1.<\/p>\n<h4><strong>Cear\u00e1<\/strong><\/h4>\n<p>Continuando pelo litoral da costa atl\u00e2ntica, em dire\u00e7\u00e3o norte e depois de      passar pelos estados da Para\u00edba (capital Jo\u00e3o Pessoa) e Rio Grande do Norte(capital      Natal), encontr-se o Cear\u00e1, chamado &#8220;Estado da luz e da cor&#8221;. Com      mais de 600 quil\u00f4metros de praias, a regi\u00e3o constitui-se em um dos \u00faltimos      descobrimentos tur\u00edsticos e sem lugar de d\u00favidas, um dos locais mais facinantes      do pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>Fortaleza<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 capital do Estado do Cear\u00e1, \u00e9 uma cidade divertida, de frente par o mar      e provida de uma zona hist\u00f3rica, construida pelos portugueses e holandeses.      O principal atrativo s\u00e3o suas extensas praias, suas \u00e1guas que n\u00e3o baixam os      27 graus cent\u00edgrados de temperatura e suas animadas noites, quando a cidade      em festa, a r\u00edtmos do &#8220;forr\u00f3&#8221;, consegue tranquilidade e sossego      at\u00e9 o amanhecer.<\/p>\n<p>Dos locais tur\u00edsticos, destacamos o Teatro Jos\u00e9 de Alencar, situado na pra\u00e7a      hom\u00f4nima, uma edifica\u00e7\u00e3o de 1910, do estilo art noveau. Sua fachada com balc\u00f5es      de ferro, contrasta com as demais constru\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>O Centro de Turismo, alojado em uma antiga pris\u00e3o, aloja o Museu de Arte      e Cultura Popular, lojas de artesanatos e escrit\u00f3rios de informa\u00e7\u00f5es, assim      como, lojas de venda de entradas para diversos espet\u00e1culos( hor\u00e1rio segunda-feira      aos s\u00e1bados das 7 \u00e0s 18 horas. Domingo das 7 \u00e0s 12 horas ). N\u00e3o esque\u00e7a de      realizar uma visita ao Museu Hist\u00f3rico e Antropol\u00f3gico do Cear\u00e1( de ter\u00e7as      a sextas-feiras das 8 \u00e0s 12 horas. <\/p>\n<p>S\u00e1bados e domingos das 14 \u00e0s 18 horas) e o Museu do Autom\u00f3vel, com uma boa      cole\u00e7\u00e3o de velhos carros americanos e europeus ( de ter\u00e7as- feiras aos s\u00e1bados      das 8 \u00e0s 12 horas e das 14 \u00e0s 17:30 horas, Domingo das 9 \u00e0s 17 horas).<\/p>\n<p><strong>As praias de Fortaleza e seus arredores<\/strong><\/p>\n<p>As praias da cidade mais frequentadas s\u00e3o as praias de Iracema, Meireles      e do Futuro. Nelas pode-se tomar sol, praticar diversos esportes aqu\u00e1ticos,      realizar caminhadas pelo Passeio Mar\u00edtimo e desfrutar de uma boa comida que      oferecem numerosos restaurantes. Pela noite o ambiente \u00e9 fren\u00e9tico, envolvido      em sensuais r\u00edtmos de &#8220;forr\u00f3&#8221;, onde a caipirinha com mel, bebida      nacional \u00e9 a rainha da escurid\u00e3o. As noites de Foraleza n\u00e3o perdem para ningu\u00e9m.<\/p>\n<p>At\u00e9 o Leste de Fortaleza sucede-se um ros\u00e1rio de praias que extendem-se por      todo litorial, desde Prainha at\u00e9 Icapui, fronteira com Rio Grande do Norte.      H\u00e1 para todos os gostos. Ums paradis\u00edacas como a de Iguape, com palmeiras      e dunas de areias, outras selvagens e de brutos barrancos como as de Morro      Branco, outras por exemplo a de Batoque, recolhida e com poucas pousadas para      descan\u00e7ar, ou como a de Canoa Quebrada a 13 quil\u00f4metros de Aracati, com um      ambiente que recorda os anos setenta, onde o p\u00f4r do sol \u00e9 um espet\u00e1culo.<\/p>\n<p>Muito pr\u00f3ximo, do Centro Comercial Iguatemi encontra-se o Parque Ecol\u00f3gico      do Coco, inaugurado no ano de 1991, depois de v\u00e1rios grupos ecologistas protestarem      ferverosamente pela preserva\u00e7\u00e3o da \u00e1rea.<\/p>\n<p>At\u00e9 o Oeste de Fortaleza, a nota predominante s\u00e3o as praias selvagens, virgens      e de uma beleza indescret\u00edvel. Sobressai a sublime Jericoacoara, a mais remota      e primitiva praia d toda regi\u00e3o ou as praias de Paracuru, Itapipoca ou Lagoinha,      com palmeiras de coco e uma trnquilidade que voa suepeitosamente.<\/p>\n<h4><strong>Piau\u00ed e Maranh\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p>Mais ao norte do Estado do Cear\u00e1 encontra-se os estados do Piaui(capital      Terezina) e o maior estado e mais pobre da Regi\u00e3o Nordeste, e que distingue-se      pelo seu Parque Nacional de Sete Cidades, com forma\u00e7\u00f5es rochosas de mais de      150 milh\u00f5es de anos; e o Estado do Maranh\u00e3o (capital S\u00e3o Lu\u00eds), regi\u00e3o predominantemente      rural, e que sobressai pela sua preciosa cidade de Alcantara, na Baia de S\u00e3o      Marcos. Um dos melhores exemplos uniformes da arquitetura colonial dos s\u00e9culos      XVII e XVIII, desgra\u00e7adamente esquecida e ignorada.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.rumbo.com.br<\/p>\n<h6>Regi\u00e3o Nordeste do Brasil<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4><strong>Relevo<\/strong><\/h4>\n<p>Formada pelos estados de Alagoas, Bahia, Cear\u00e1, Maranh\u00e3o, Para\u00edba, Pernambuco,        Piau\u00ed, Rio Grande do Norte e Sergipe, a maior parte desta regi\u00e3o est\u00e1 em        um extenso planalto, antigo e aplainado pela eros\u00e3o. Em fun\u00e7\u00e3o das diferentes        caracter\u00edsticas f\u00edsicas que apresenta, a regi\u00e3o encontra-se dividida em        sub-regi\u00f5es: meio-norte, zona da mata, agreste e sert\u00e3o.<\/p>\n<h4><strong>Sub-regi\u00f5es e clima<\/strong><\/h4>\n<p>O meio-norte compreende da faixa de transi\u00e7\u00e3o entre o sert\u00e3o semi-\u00e1rido        do Nordeste e a regi\u00e3o amaz\u00f4nica. Apresenta clima \u00famido e vegeta\u00e7\u00e3o exuberante,        \u00e0 medida que avan\u00e7a para o oeste.<\/p>\n<p>A zona da mata estende-se do estado do Rio Grande do Norte ao sul da Bahia,        numa faixa litor\u00e2nea de at\u00e9 200 km de largura. O clima \u00e9 tropical \u00famido,        com chuvas mais frequentes no outono e inverno. O solo \u00e9 fertil e a vegeta\u00e7\u00e3o        natural \u00e9 a mata atl\u00e2ntica, j\u00e1 praticamente extinta e substitu\u00edda por lavouras        de cana-de-a\u00e7\u00facar desde o in\u00edcio da coloniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O agreste \u00e9 a \u00e1rea de transi\u00e7\u00e3o entre a zona da mata, regi\u00e3o \u00famida e cheia        de brejos, e o sert\u00e3o semi-\u00e1rido. Nessa sub-regi\u00e3o, os terrenos mais f\u00e9rteis        s\u00e3o ocupados por minif\u00fandios, onde predominam as culturas de subsist\u00eancia        e a pecu\u00e1ria leiteira.<\/p>\n<p>O sert\u00e3o, uma extensa \u00e1rea de clima semi-arido, chega at\u00e9 o litoral, nos        estados do Rio Grande do Norte e do Cear\u00e1. As atividades agr\u00edcolas sofrem        grande limita\u00e7\u00e3o, pois os solos s\u00e3o rasos e pedregosos e as chuvas, escassas        e mal distribu\u00eddas. A vegeta\u00e7\u00e3o t\u00edpica \u00e9 a caatinga. O rio S\u00e3o Francisco        \u00e9 a \u00fanica fonte de \u00e1gua perene.<\/p>\n<h4><strong>Turismo<\/strong><\/h4>\n<p>O grande n\u00famero de cidades litor\u00e2neas com belas praias, contribui para        o desenvolvimento do turismo. Muitos estados investem na constru\u00e7\u00e3o de parques        aqu\u00e1ticos, complexos hoteleiros e p\u00f3los de ecoturismo. Esse crescimento,        no entanto, favorece a especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria, que em muitos casos amea\u00e7am        a preserva\u00e7\u00e3o de importantes ecossistemas.<\/p>\n<p>A cultura nordestina, \u00e9 um atrativo \u00e0 parte para o turista. Em cada estado,        h\u00e1 dan\u00e7as e h\u00e1bitos seculares preservados. As rendas de bilros e a cer\u00e2mica,        s\u00e3o as formas mais tradicionais de artesanato da regi\u00e3o. As festas juninas        em Caruar\u00fa (PE) e Campina Grande (PB), s\u00e3o as mais populares do pa\u00eds. <\/p>\n<p>O nordeste \u00e9 a regi\u00e3o brasileira que abriga o maior n\u00famero de Patrim\u00f4nios        Culturais da Humanidade, t\u00edtulo concedido pela UNESCO. Alguns exemplos s\u00e3o        a cidade de Olinda (PE), S\u00e3o Lu\u00eds (MA) e o centro hist\u00f3rio do Pelourinho,        em Salvador (BA).<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda o Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piau\u00ed, um dos mais        importantes s\u00edtios arqueol\u00f3gicos do pa\u00eds. O carnaval continua sendo o evento        que mais atrai turistas, especialmente para Salvador, Olinda e Recife. Cada        uma dessas cidades chega a receber 1 milh\u00e3o de turistas nessa \u00e9poca.<\/p>\n<p>Outro grande destaque a n\u00edvel nacional e mundial \u00e9 Fernando de Noronha,        com suas maravilhosas paisagens naturais e mar cristalino, local que abriga        os golfinhos saltadores, conhecidos em todo o mundo.<\/p>\n<h4><strong>Recursos Minerais<\/strong><\/h4>\n<p><strong>O Nordeste \u00e9 rico em recursos minerais. Os destaques s\u00e3o o petr\u00f3leo        e o g\u00e1s natural, produzidos na Bahia, em Sergipe e no Rio Grande do Norte.        <\/strong><\/p>\n<p>Na Bahia, o petr\u00f3leo \u00e9 explorado no litoral e na plataforma continental        e processado na P\u00f3lo Petroqu\u00ecmico de Cama\u00e7ari. O Rio Grande do Norte, respons\u00e1vel        por 11% da produ\u00e7\u00e3o nacional em 1997, \u00e9 o segundo maior produtor de petr\u00f3leo        do pa\u00eds, atr\u00e1s do Rio de Janeiro. <\/p>\n<p>Produz tamb\u00e9m 95% do sal marinho consumido no Brasil. Outro destaque \u00e9        a produ\u00e7\u00e3o de gesso em Pernambuco, que responde por 95% do total brasileiro.        O Nordeste possui ainda jazidas de granito, pedras preciosas e semipreciosas.<\/p>\n<h4><strong>Dados Sociais<\/strong><\/h4>\n<p>Essa regi\u00e3o \u00e9 a mais pobre do pa\u00eds. 50,12% da popula\u00e7\u00e3o nordestina tem        renda familiar de meio sal\u00e1rio m\u00ednimo. De acordo com levantamento do UNICEF        divulgado em 1999, as 150 cidades com maior taxa de desnutri\u00e7\u00e3o do pa\u00eds        est\u00e3o no nordeste. Nelas, 33,66% das crian\u00e7as menores de 5 anos, s\u00e3o desnutridas        (mais de um ter\u00e7o).<\/p>\n<h4>Densidade Demogr\u00e1fica<\/h4>\n<p>Sua densidade demogr\u00e1fica \u00e9 de 29,95 hab.\/km\u00b2 e a maior parte da popula\u00e7\u00e3o        de concentra na zona urbana (60,6%).<\/p>\n<h4><strong>Economia<\/strong><\/h4>\n<p>Nos \u00faltimos cinco anos, a economia nordestina mostra-se mais din\u00e2mica que        a m\u00e9dia do pa\u00eds. Uma das raz\u00f5es \u00e9 o impulso da ind\u00fastria e do setor de servi\u00e7os.        A agricultura e a pecu\u00e1ria, contudo, enfrentam situa\u00e7\u00e3o inversa nos anos        90. <\/p>\n<p>Os longos per\u00edodos de estiagem fazem com que o Produto Interno Bruto (PIB)        do setor apresente quedas sucessivas. A agricultura centraliza-se no cultivo        de cana-de-a\u00e7\u00facar, com Alagoas respondendo por metade da produ\u00e7\u00e3o do Nordeste.      <\/p>\n<p>H\u00e1 alguns anos, teve in\u00edcio o desenvolvimento de lavouras de fruticultura        para exporta\u00e7\u00e3o na \u00e1rea do vale do S\u00e3o Francisco &#8211; onde h\u00e1 inclusive cultivo        de uvas vin\u00edferas &#8211; e no Vale do A\u00e7\u00fa, a 200km de Natal (RN). \u00c9 no Rio Grande        do Norte que s\u00e3o produzidos os melhores mel\u00f5es do pa\u00eds. A pecu\u00e1ria ainda        sofre os efeitos da estiagem, mas o setor av\u00edcola desponta.<\/p>\n<h4><strong>Popula\u00e7\u00e3o e Transportes<\/strong><\/h4>\n<p><strong>As maiores cidades nordestinas s\u00e3o:<\/strong> Salvador, Fortaleza,        Recife, Natal, Jo\u00e3o Pessoa, Macei\u00f3, S\u00e3o Lu\u00eds, Aracaj\u00fa, Ilh\u00e9us, Itabuna,        Teresina, Campina Grande, Feira de Santana e Olinda. <\/p>\n<p>As rodovias em geral s\u00e3o prec\u00e1rias. H\u00e1 entretanto algumas boas e surpreendentes        exce\u00e7\u00f5es. As principais vias de escoamento e transporte de carga rodovi\u00e1ria        s\u00e3o efetuadas pela BR-116 e BR-101. Os aeroportos de Recife, Salvador e        Fortaleza s\u00e3o os principais destaques<\/p>\n<p>A regi\u00e3o Nordeste do Brasil engloba os seguintes estados:<\/p>\n<blockquote>\n<p> <strong>&#8211; Alagoas<br \/>\n       &#8211; Bahia<br \/>\n       &#8211; Cear\u00e1<br \/>\n       &#8211; Maranh\u00e3o<br \/>\n       &#8211; Para\u00edba<br \/>\n       &#8211; Pernambuco<br \/>\n       &#8211; Piau\u00ed<br \/>\n       &#8211; Rio Grande do Norte<br \/>\n       &#8211; Sergipe<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>\u00c1rea total:\u00a0<\/strong>1.561.177 km\u00b2<br \/>\n<strong>Popula\u00e7\u00e3o (2000):<\/strong>\u00a047.693.253 habitantes<br \/>\n<strong>Densidade demogr\u00e1fica (2000):<\/strong>\u00a030,54 hab\/km\u00b2\n<\/p>\n<p> <strong>Maiores cidades<\/strong>\u00a0(Habitantes\/2000): <\/p>\n<blockquote>\n<p>&#8211; Salvador (2.440.828); <br \/>\n       &#8211; Fortaleza (2.138.234); <br \/>\n       &#8211; Recife (1.421.993); <br \/>\n       &#8211; S\u00e3o Lu\u00eds (868.047); <br \/>\n       &#8211; Macei\u00f3 (796.842);<br \/>\n       &#8211; Teresina (714.583); <br \/>\n       &#8211; Natal (709.536); <br \/>\n       &#8211; Jo\u00e3o Pessoa (595.429); <br \/>\n       &#8211; Jaboat\u00e3o dos Guararapes-PE (580.795); <br \/>\n       &#8211; Feira de Santana-BA (481.137); <br \/>\n       &#8211; Aracaj\u00fa (461.083); <br \/>\n       &#8211; Olinda-PE (368.666); <br \/>\n       &#8211; Campina Grande-PB (354.546).<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>\u00a0<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rregiao10.jpg\" alt=\"Regi\u00e3o Nordeste do Brasil\" title=\"Regi\u00e3o Nordeste do Brasil\" \/><br \/>\n<strong>Mapa da Regi\u00e3o Nordeste<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: www.portalbrasil.net<\/p>\n<h6>Regi\u00e3o Nordeste do Brasil<\/h6>\n<p><strong>\u00c1rea \u0096<\/strong>\u00a01.561.177,8 km\u00b2 (18,26% do territ\u00f3rio      nacional).<br \/>\n<strong>Estados \u0096<\/strong>\u00a0Maranh\u00e3o, Piau\u00ed, Cear\u00e1, Rio Grande      do Norte, Para\u00edba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.<\/p>\n<h4><strong>Caracter\u00edsticas<\/strong><\/h4>\n<p>\u00c9 constitu\u00edda por extenso planalto, antigo e aplainado pela eros\u00e3o, formando      as chapadas sedimentares de Diamantina, Araripe e Ibiapaba, e os planaltos      cristalinos das serras de Borborema e Baturit\u00e9. A diversidade das caracter\u00edsticas      f\u00edsicas, que condicionam sua ocupa\u00e7\u00e3o e economia, a subdivide em quatro sub-regi\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Zona da Mata \u0096<\/strong>\u00a0Faixa litor\u00e2nea de at\u00e9 200      km de largura, do Rio Grande do Norte ao sul da Bahia, com clima tropical      \u00famido, chuvas concentradas no outono e inverno, exceto no sul da Bahia, onde      se distribuem ao longo do ano. O solo, escuro e f\u00e9rtil, \u00e9 o massap\u00ea, formado      por gnaisses e calc\u00e1rios. A vegeta\u00e7\u00e3o natural, praticamente extinta, \u00e9 a Mata      Atl\u00e2ntica, substitu\u00edda pela cana-de-a\u00e7\u00facar no in\u00edcio da coloniza\u00e7\u00e3o. Metr\u00f3poles      regionais: Salvador e Recife.<\/p>\n<p><strong>Agreste \u0096\u00a0<\/strong>\u00c1rea de transi\u00e7\u00e3o entre a \u00famida      Zona da Mata (brejos) e o sert\u00e3o semi-\u00e1rido. Os terrenos mais f\u00e9rteis s\u00e3o      ocupados por minif\u00fandios, com culturas de subsist\u00eancia e pecu\u00e1ria leiteira.<\/p>\n<p><strong>Sert\u00e3o \u0096<\/strong>\u00a0Na maior parte das depress\u00f5es      interplan\u00e1lticas semi-\u00e1ridas do interior, chega at\u00e9 o litoral no Rio Grande      do Norte e Cear\u00e1. Metr\u00f3pole regional: Fortaleza, de maior crescimento no Nordeste.      O clima \u00e9 semi-\u00e1rido, as chuvas escassas e maldistribu\u00eddas. Os solos rasos      e pedregosos dificultam a agricultura. A vegeta\u00e7\u00e3o t\u00edpica \u00e9 a caatinga. Nas      partes mais \u00famidas h\u00e1 bosques de palmeiras, especialmente a carnaubeira (a      \u0093\u00e1rvore da provid\u00eancia\u0094, pois todas as suas partes s\u00e3o aproveitadas).      O maior rio \u00e9 o S\u00e3o Francisco, \u00fanica fonte perene de \u00e1gua para as popula\u00e7\u00f5es      ribeirinhas, com v\u00e1rias usinas, como a represa de Sobradinho, em Juazeiro      (BA), e a hidrel\u00e9trica de Paulo Afonso. A economia baseia-se em latif\u00fandios      de baixa produtividade, com pecu\u00e1ria extensiva e culturas de algod\u00e3o serid\u00f3.      Apresentando m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es de vida, \u00e9 a regi\u00e3o de onde sai o maior n\u00famero      de migrantes.<\/p>\n<p><strong>Pol\u00edgono das Secas \u0096<\/strong>\u00a0Criado em 1951 para      combater as secas do Nordeste, essa \u00e1rea s\u00f3 n\u00e3o abrangia originariamente o      Estado do Maranh\u00e3o e o litoral leste do Nordeste, e inclu\u00eda ainda o norte      de Minas Gerais. Desde 1951 a \u00e1rea de Pol\u00edgono tem aumentado muito em fun\u00e7\u00e3o      dos desmatamentos e das secas.<\/p>\n<p>As secas de 1979 a 1984 e 1989 a 1990 atingiram 1.510 munic\u00edpios, com 439      em estado cr\u00edtico e 336 em estado de emerg\u00eancia. O combate tradicional \u00e0s      secas \u00e9 feito com a constru\u00e7\u00e3o de a\u00e7udes e distribui\u00e7\u00e3o de verbas aos prefeitos      dos munic\u00edpios atingidos. Com fins eleitoreiros, essa pol\u00edtica \u00e9 chamada ind\u00fastria      da seca, beneficiando fazendeiros com a constru\u00e7\u00e3o de a\u00e7udes em terras privadas,      ou prefeitos pela manuten\u00e7\u00e3o de currais eleitorais.<\/p>\n<h4><strong>Geoeconomia<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Regi\u00e3o Nordeste<\/strong><\/p>\n<p>Compreendendo, o norte de Minas Gerais e excluindo o oeste do Maranh\u00e3o. Apesar      de considerarmos a seca o problema comum do Nordeste, h\u00e1 enormes disparidades      econ\u00f4micas e naturais entre as suas sub-regi\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Bacia do S\u00e3o Franscisco<\/strong><\/p>\n<p><strong>S\u00e3o Francisco \u0096<\/strong>\u00a0Ocupa \u00e1rea de 645.876,6      km\u00b2. Seu principal rio, o S\u00e3o Francisco, \u00e9 o \u00fanico fornecedor de \u00e1gua na regi\u00e3o      semi-\u00e1rida do sert\u00e3o. Desde a nascente, na serra da Canastra (MG), at\u00e9 a foz,      na divisa Alagoas\/Sergipe, recebe diferentes apelidos: rio da Unidade Nacional,      dos Currais e Velho Chico. Possui bom potencial hidrel\u00e9trico e a importante      usina de Paulo Afonso, BA Apesar de ser um rio de planalto, tem 2 mil km naveg\u00e1veis      entre as cidades de Pirapora (MG) e Juazeiro (BA).<\/p>\n<h4><strong>Sa\u00fade<\/strong><\/h4>\n<p>Na regi\u00e3o Nordeste do pa\u00eds a desnutri\u00e7\u00e3o infantil \u00e9 muito grande, destacam-se      ainda os problemas cardiovasculares, doen\u00e7as infecto-contagiosas, a doen\u00e7a      de Chagas, c\u00f3lera e a esquistossomose.<\/p>\n<h4><strong>Desnutri\u00e7\u00e3o Infantil<\/strong><\/h4>\n<p>\u00c9 um problema cr\u00f4nica de dimens\u00f5es end\u00eamicas no Brasil. O organismo desnutrido      carece de prote\u00ednas, calorias e vitaminas, em conjunto ou isoladamente. Em      conseq\u00fc\u00eancia da fome, o curso das doen\u00e7as \u00e9 mais grave, especialmente das      infecto-contagiosas.<\/p>\n<p><strong>N\u00fameros da desnutri\u00e7\u00e3o \u0096<\/strong>\u00a0Os casos de desnutri\u00e7\u00e3o      cr\u00f4nica no pa\u00eds chegam a 15,4% da popula\u00e7\u00e3o. A desnutri\u00e7\u00e3o aguda, medida tamb\u00e9m      pela rela\u00e7\u00e3o peso\/altura, atinge 2%. No Nordeste, a desnutri\u00e7\u00e3o afeta 27,3%      da popula\u00e7\u00e3o. Em todo o Brasil h\u00e1 30,7% de crian\u00e7as de at\u00e9 5 anos desnutridas.<\/p>\n<h4><strong>Mortalidade Infantil<\/strong><\/h4>\n<p>O \u00edndice de mortalidade infantil brasileiro, em 1992, \u00e9 de 54 mortes de crian\u00e7a      por mil nascidas vivas. Em 1994, a taxa na regi\u00e3o Nordeste, a mais alta do      pa\u00eds, \u00e9 de 77 por mil. A menor taxa de mortalidade infantil do mundo, segundo      a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade, \u00e9 a do Jap\u00e3o: 4,5 por mil.<\/p>\n<p><strong>Aumento da mortalidade \u0096<\/strong>\u00a0Levantamento do      Minist\u00e9rio da Sa\u00fade mostra: no interior de Alagoas, em cada mil crian\u00e7as nascidas      nos tr\u00eas primeiros meses de 1994, 174 morrem antes de completar 1 ano. \u00c9 o      maior crescimento da mortalidade infantil dos \u00faltimos 20 anos, \u00edndice compar\u00e1vel      aos de alguns dos pa\u00edses mais pobres da \u00c1frica.<\/p>\n<h4><strong>Principais Causas da Mortalidade<\/strong><\/h4>\n<p>Os fatores que mais contribuem para a manuten\u00e7\u00e3o da elevada taxa de mortalidade      infantil entre a popula\u00e7\u00e3o mais pobre s\u00e3o o prec\u00e1rio acesso aos servi\u00e7os de      sa\u00fade, a falta de saneamento ambiental e a baixa escolaridade.<\/p>\n<p><strong>Influ\u00eancia do saneamento \u0096\u00a0<\/strong>De acordo com      dados de 1992 da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Engenharia Sanit\u00e1ria e Ambiental,      60% das interna\u00e7\u00f5es em pediatria s\u00e3o devidas a doen\u00e7as que surgem por meio      do contato com \u00e1gua e esgoto n\u00e3o tratados.<\/p>\n<p><strong>Influ\u00eancia da escolaridade \u0096<\/strong>\u00a0Segundo a      Organiza\u00e7\u00e3o Pan-Americana de Sa\u00fade (OPAS), a mortalidade por diarr\u00e9ia, infec\u00e7\u00e3o      respirat\u00f3ria aguda e desnutri\u00e7\u00e3o \u00e9 tr\u00eas vezes maior nos filhos de mulheres      sem qualquer n\u00edvel de escolaridade.<\/p>\n<p><strong>Doen\u00e7as infecto-contagiosas &#8211; <\/strong>Na regi\u00e3o Nordeste as doen\u00e7as      infecto-contagiosas s\u00e3o a terceira causa de mortes, indicando a car\u00eancia de      atendimento a necessidades como saneamento e acesso aos servi\u00e7os de sa\u00fade.      Medidas de educa\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria acess\u00edveis \u00e0 popula\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m s\u00e3o importantes      na preven\u00e7\u00e3o dessas doen\u00e7as.<\/p>\n<p><strong>C\u00f3lera: <\/strong>A doen\u00e7a \u00e9 causada pela bact\u00e9ria Vibrio cholerae;      no continente americano o tipo disseminado \u00e9 o El Tor. \u00c9 transmitida principalmente      pela \u00e1gua e alimentos contaminados e sem esteriliza\u00e7\u00e3o ou pelo contato com      fezes e v\u00f4mitos de pessoas infectadas. Sem tratamento, a taxa de mortalidade      chega a 50%.<\/p>\n<blockquote>\n<p> <strong>Sintomas \u0096<\/strong>\u00a0Os principais sintomas s\u00e3o        a diarr\u00e9ia s\u00fabita e aquosa, v\u00f4mitos, c\u00f3lica, dor de barriga e c\u00e2imbras.<br \/>\n<strong>Preven\u00e7\u00e3o \u0096\u00a0<\/strong>A c\u00f3lera pode ser evitada        com a extens\u00e3o do sistema de saneamento b\u00e1sico a toda a popula\u00e7\u00e3o. Os alimentos        crus devem ser muito bem lavados e a \u00e1gua deve ser fervida ou tratada com        produtos qu\u00edmicos que destruam o vibri\u00e3o.<br \/>\n<strong>Ritmo da epidemia \u0096<\/strong>\u00a0A atual epidemia de        c\u00f3lera \u00e9 conseq\u00fc\u00eancia da progress\u00e3o da s\u00e9tima pandemia da doen\u00e7a, iniciada        na d\u00e9cada de 60. A c\u00f3lera chega ao continente americano pela costa do oceano        Pac\u00edfico, em 1991. Desce os rios da Bacia Amaz\u00f4nica e instala-se nos Estados        do Amazonas e Par\u00e1. A seguir chega ao Maranh\u00e3o. Em 1992 atinge a Para\u00edba.        De forma descont\u00ednua, difunde-se por todos os Estados do Nordeste. Nos primeiros        meses de 1993, avan\u00e7a para o Sul do pa\u00eds e alcan\u00e7a os Estados de Minas Gerais        e Rio de Janeiro. De janeiro a setembro de 1994, 98% dos casos ocorrem na        regi\u00e3o Nordeste.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4><strong>Doen\u00e7as Parasit\u00e1rias<\/strong><\/h4>\n<p>As doen\u00e7as parasit\u00e1rias mais comuns s\u00e3o a doen\u00e7a de Chagas, a esquistossomose,      a febre amarela, o dengue, a leishmaniose, a filariose e as verminoses.<\/p>\n<p><strong>Doen\u00e7a de Chagas: <\/strong>Mol\u00e9stia tropical provocada pelo      protozo\u00e1rio Triypanosoma cruzi. Ela \u00e9 transmitida por picadas do barbeiro      (um tipo de inseto) infectado. A evolu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a \u00e9 lenta e pode levar anos      para que os problemas internos apare\u00e7am. Na fase cr\u00f4nica pode comprometer      o cora\u00e7\u00e3o e prejudicar a passagem de alimentos do es\u00f4fago para o est\u00f4mago.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Sintomas \u0096\u00a0<\/strong>Na fase aguda h\u00e1 forte rea\u00e7\u00e3o        local \u00e0 picada, com les\u00f5es locais e febre elevada.<br \/>\n<strong>Preven\u00e7\u00e3o \u0096\u00a0<\/strong>A estrat\u00e9gia para diminuir        o n\u00famero de casos \u00e9 a elimina\u00e7\u00e3o dos transmissores nas \u00e1reas infestadas.        H\u00e1 tamb\u00e9m programas de controle de qualidade de bancos de sangue para impedir        a contamina\u00e7\u00e3o por transfus\u00f5es de sangue. Segundo c\u00e1lculos da Organiza\u00e7\u00e3o        Mundial da Sa\u00fade (OMS), \u00e9 necess\u00e1rio investir US$ 700 milh\u00f5es apenas para        melhorar as condi\u00e7\u00f5es ambientais e combater o barbeiro.<br \/>\n<strong>N\u00fameros da doen\u00e7a de Chagas \u0096\u00a0<\/strong>Estima-se        que 18 milh\u00f5es de pessoas na Am\u00e9rica Latina estejam contaminadas. No Brasil,        ela ocorre em 44,5% do territ\u00f3rio. Em 1993, segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade,        foram internadas 1.336 pessoas com a doen\u00e7a.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Esquistossomose: <\/strong>Nas Am\u00e9ricas a doen\u00e7a \u00e9 causada pelo parasita      Schistosoma mansoni. O caramujo do g\u00eanero Biomphalaria, o hospedeiro intermedi\u00e1rio      do parasita, libera larvas do parasita na \u00e1gua. As larvas penetram na pele      ou mucosa das pessoas que entram em contato com essa \u00e1gua. Nos casos graves      a esquistossomose causa hipertens\u00e3o da veia porta, hipertens\u00e3o pulmonar, insufici\u00eancia      hep\u00e1tica, tumores.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Sintomas<\/strong> \u0096 Os sintomas mais comuns s\u00e3o febre, dor        de cabe\u00e7a, perda do apetite, suor intenso, tosse, diarr\u00e9ia. Nos casos cr\u00f4nicos        h\u00e1 dor abdominal, dificuldade de digest\u00e3o e n\u00e1useas.<br \/>\n<strong>Preven\u00e7\u00e3o \u0096<\/strong>\u00a0O combate ao caramujo hospedeiro        e o tratamento da \u00e1gua e das fezes s\u00e3o as principais medidas de preven\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>N\u00fameros da esquistossomose \u0096\u00a0<\/strong>Segundo estimativa        da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), 200 milh\u00f5es de pessoas em 76 pa\u00edses        sofrem de esquistossomose. A regi\u00e3o Nordeste e o Estado de Minas Gerais        convivem com a esquistossomose em situa\u00e7\u00e3o end\u00eamica. Os programas de controle        do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade conseguiram, at\u00e9 agora, diminuir a mortalidade e        as formas mais graves da doen\u00e7a. Segundo estimativas do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade,        em 1993 s\u00e3o detectados 272.728 casos.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4><strong>Problemas educacionais<\/strong><\/h4>\n<p>Na regi\u00e3o Nordeste os maiores problemas educacionais s\u00e3o a repet\u00eancia, a      falta de escolas e acesso \u00e0s mesmas, podemos tamb\u00e9m inserir neste contexto      o despreparo dos professores do ensino de 1\u00ba e 2\u00ba grau, e de seus baixos sal\u00e1rios      fazendo crescer a falta destes nas escolas. Temos ainda um importante atenuante      deste problema, a falta de merenda escolar contribuindo assim para o alto      \u00edndice de evas\u00e3o escolar nesta regi\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Repet\u00eancia: <\/strong>Na regi\u00e3o Nordeste o \u00edndice de repetentes sobe      para 22,2% e na Sul \u00e9 de 14,85%. Esses n\u00fameros n\u00e3o s\u00e3o precisos porque, muitas      vezes, o aluno abandona a escola quando sabe que vai repetir. No ano seguinte,      quando ele se matricula novamente na mesma s\u00e9rie, \u00e9 considerado, com freq\u00fc\u00eancia,      como um aprovado vindo da s\u00e9rie anterior.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Causas da repet\u00eancia \u0096\u00a0<\/strong>Os fatores que        mais contribuem para a repet\u00eancia s\u00e3o a pouca base educacional dada pela        fam\u00edlia e pela pr\u00e9-escola; metodologia e curr\u00edculos inadequados e professores        maltreinados. A falta de manuten\u00e7\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es f\u00edsicas tamb\u00e9m colabora,        criando um ambiente inadequado.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Evas\u00e3o \u0096\u00a0<\/strong>Na an\u00e1lise tradicional o Brasil      \u00e9 considerado um pa\u00eds de alto \u00edndice de evas\u00e3o escolar. Essa evas\u00e3o seria      causada pela falta de condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas da fam\u00edlia de manter a crian\u00e7a      na escola, j\u00e1 que o trabalho dos filhos garantiria a sobreviv\u00eancia familiar.    <\/p>\n<p>Em muitas regi\u00f5es isso \u00e9 verdade: no munic\u00edpio pernambucano de Barra de Guabiraba,      entre o Agreste e a Zona da Mata, a taxa de evas\u00e3o chega a 74% na safra do      canavial, em fun\u00e7\u00e3o do trabalho das crian\u00e7as no corte da cana. Outras an\u00e1lises      mostram que a fam\u00edlia valoriza a educa\u00e7\u00e3o, vista como um mecanismo para assegurar      melhores empregos, sal\u00e1rios e ascens\u00e3o social. <\/p>\n<p>O aluno s\u00f3 engrossa as estat\u00edsticas de evas\u00e3o escolar ap\u00f3s v\u00e1rias repet\u00eancias.      Antes de desistir do 1o grau, os alunos ficam em m\u00e9dia 6,4 anos na escola.<\/p>\n<p><strong>Estrutura do ensino: <\/strong>A educa\u00e7\u00e3o brasileira \u00e9 estruturada      em dois n\u00edveis: o b\u00e1sico, com 11 anos \u0096 8 obrigat\u00f3rios \u0096, e o superior.      A educa\u00e7\u00e3o infantil, para crian\u00e7as de 0 a 6 anos, n\u00e3o obrigat\u00f3ria, \u00e9 dada      em creches, para crian\u00e7as de 0 a 3 anos, e em pr\u00e9-escolas para crian\u00e7as de      4 a 6 anos.<\/p>\n<p><strong>N\u00edvel b\u00e1sico: <\/strong>Compreende o 1o grau, para crian\u00e7as e adolescentes      de 7 a 14 anos anos (tamb\u00e9m chamado de ensino fundamental), e o 2o grau, de      15 a 17 (tamb\u00e9m chamado de ensino m\u00e9dio). Deve oferecer uma forma\u00e7\u00e3o que permita      ao estudante participar da vida em sociedade e progredir no trabalho e nos      estudos posteriores.<\/p>\n<p><strong>Migra\u00e7\u00e3o interna: <\/strong>Os migrantes podem ser classificados em      tr\u00eas tipos: aqueles que partem em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s grandes cidades e regi\u00f5es metropolitanas;      os que partem para as cidades m\u00e9dias e os que se dirigem para regi\u00f5es rurais.    <\/p>\n<p>Os dois principais fluxos migrat\u00f3rios s\u00e3o de nordestinos em dire\u00e7\u00e3o ao Sudeste,      Centro-Oeste e Amaz\u00f4nia e de sulistas rumo ao Centro-Oeste e \u00e0 Amaz\u00f4nia. Estas      duas \u00faltimas regi\u00f5es passam a ser, desde os anos 60, muito procuradas, devido      \u00e0 expans\u00e3o das fronteiras agr\u00edcolas, \u00e0 abertura de garimpos \u0096 explorados      de maneira arcaica, o que demanda enorme contingente de trabalhadores \u0096      e \u00e0 instala\u00e7\u00e3o de enormes sistemas de engenharia, tais como usinas hidrel\u00e9tricas      e rodovias. Suas taxas de crescimento demogr\u00e1fico s\u00e3o as maiores do pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>Fluxo Migrat\u00f3rio: <\/strong>O fluxo de migrantes mais antigo      e numeroso \u00e9 da regi\u00e3o Nordeste . Desde o primeiro Censo (1872), a regi\u00e3o      Nordeste vem diminuindo sua participa\u00e7\u00e3o na popula\u00e7\u00e3o total. De 46,1% na \u00e9poca,      cai para 28,9% em 1991. Esse fluxo n\u00e3o pode ser atribu\u00eddo exclusivamente a      fatores clim\u00e1ticos e de solo, mas tamb\u00e9m a quest\u00f5es ligadas \u00e0 posse da terra      e outras quest\u00f5es sociais.<\/p>\n<p>Durante a d\u00e9cada de 80, diminui o fluxo migrat\u00f3rio da regi\u00e3o Sul rumo \u00e0s      regi\u00f5es Norte e Centro-Oeste, mas elas continuam com crescimento demogr\u00e1fico      superior ao das outras regi\u00f5es.<\/p>\n<h4><strong>Petr\u00f3leo<\/strong><\/h4>\n<p>\u00c1gua Grande \u0096 Localizado no Estado da Bahia. O campo petrolifero que      mais produziu at\u00e9 hoje, com um total de 42,9 milh\u00f5es de m\u00b3 (274 milh\u00f5es de      barris). No Rec\u00f4ncavo Baiano j\u00e1 foram produzidos mais de 1 bilh\u00e3o de barris      de petr\u00f3leo.<\/p>\n<h4><strong>Demografia<\/strong><\/h4>\n<p>Os dados do mais recente Censo Demogr\u00e1fico, realizado em 1991, confirmam:      o ritmo de crescimento da popula\u00e7\u00e3o brasileira decresce; a popula\u00e7\u00e3o idosa      aumenta de forma significativa; e diminui o ritmo de crescimento nas grandes      cidades. A popula\u00e7\u00e3o do Brasil, de acordo com estimativa do IBGE para 1993,      \u00e9 de 151.523.449 habitantes.<\/p>\n<p>O crescimento exponencial da popula\u00e7\u00e3o brasileira tem sofrido uma desacelera\u00e7\u00e3o      cont\u00ednua a partir, sobretudo, dos anos 70. Entre 1950 e 1960, a popula\u00e7\u00e3o      cresce 34,9%; entre 1960 e 1970 o crescimento cai para 32,9%; entre 1970 e      1980 diminui para 27,8%. Entre 1980 e 1991, segundo o \u00faltimo Censo, chega      a 23,5%.<\/p>\n<h4><strong>Distribui\u00e7\u00e3o da Popula\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Por sexo \u0096<\/strong>nas regi\u00f5es Nordeste apresenta maioria feminina.<\/p>\n<p>A predomin\u00e2ncia de homens entre os migrantes se justifica, porque s\u00e3o eles      que saem de suas cidades para buscar melhores condi\u00e7\u00f5es de vida na agricultura,      no garimpo ou nos grandes sistemas de engenharia (por exemplo, as barragens),      deixando para tr\u00e1s mulher e filhos. <\/p>\n<p>J\u00e1 na migra\u00e7\u00e3o da zona rural para as grandes cidades, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 outra:      \u00e9 a mulher que se faz mais presente, especialmente quando solteira, j\u00e1 que      encontra maiores oportunidades de emprego.<\/p>\n<p>Fonte: www.grupoescolar.com<\/p>\n<h6>Regi\u00e3o Nordeste do Brasil<\/h6>\n<h2>Estados e Capitais da Regi\u00e3o Nordeste<\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rregiao11.jpg\" alt=\"Regi\u00e3o Nordeste do Brasil\" title=\"Regi\u00e3o Nordeste do Brasil\" \/><\/p>\n<p>A Regi\u00e3o Nordeste \u00e9 a terceira maior regi\u00e3o do Brasil e a maior em n\u00famero      de estados, possui nove: Alagoas, Bahia, Cear\u00e1, Maranh\u00e3o, Para\u00edba, Pernambuco,      Piau\u00ed, Rio Grande do Norte e Sergipe. Sua \u00e1rea total \u00e9 de 1.561.177km\u00b2, semelhante      a \u00e1rea da Mong\u00f3lia.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o possui 3.338km de praias, sendo a Bahia o estado com maior extens\u00e3o      litor\u00e2nea com 938km e o Piau\u00ed com a menor, com 60km de litoral.<\/p>\n<p><strong>Por causa das suas diferentes caracter\u00edsticas f\u00edsicas a regi\u00e3o foi      subdividida pelo IBGE em quatro sub-regi\u00f5es:<\/strong> Meio Norte, Caatinga,      Agreste e Zona da Mata:<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Meio-Norte:<\/strong>\u00a0transi\u00e7\u00e3o entre a Amaz\u00f4nia e o        Sert\u00e3o, tamb\u00e9m \u00e9 conhecida como Mata dos Cocais. Vai do Maranh\u00e3o a oeste        do Piau\u00ed;<\/p>\n<p><strong>Sert\u00e3o:\u00a0<\/strong>o clima \u00e9 semi-\u00e1rido e vegeta\u00e7\u00e3o \u00e9        a caatinga. Chega a quase sua totalidade no interior nordestino, mas nos        estados do Cear\u00e1 e Rio Grande do Norte alcan\u00e7a o litoral;<\/p>\n<p><strong>Agreste:\u00a0<\/strong>transi\u00e7\u00e3o entre o sert\u00e3o e a zona        da mata, \u00e9 a menor sub-regi\u00e3o do Nordeste. Vai do Rio Grande do Norte at\u00e9        o sul da Bahia;<\/p>\n<p><strong>Zona da Mata:<\/strong>\u00a0suas caracter\u00edsticas s\u00e3o chuvas        abundantes, \u00e9 a zona mais urbanizada, industrializada e economicamente desenvolvida        da Regi\u00e3o Nordeste. Localiza-se no leste da regi\u00e3o e vai do Rio Grande do        Norte at\u00e9 o sul da Bahia; A regi\u00e3o faz divisa ao norte e leste com o oceano        Atl\u00e2ntico, ao sul com Minas Gerais e Esp\u00edrito Santo e a oeste com o Par\u00e1,        Tocantins e Goi\u00e1s.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4><strong>Relevo<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rregiao12.jpg\" alt=\"Regi\u00e3o Nordeste do Brasil\" title=\"Regi\u00e3o Nordeste do Brasil\" \/><\/p>\n<p><strong>O relevo da Regi\u00e3o Nordeste possui dois grandes planaltos:<\/strong>\u00a0Borborema      e bacia do rio Parna\u00edba. Possui tamb\u00e9m chapadas como a chapada Diamantina,      na Bahia, onde encontramos o pico mais alto da regi\u00e3o, o pico do Barbado com      2.033 metros de altitude. <\/p>\n<p>Al\u00e9m dos planaltos j\u00e1 citados a regi\u00e3o nordestina possui a depress\u00e3o Sertaneja-S\u00e3o      Francisco, parte dos planaltos e serras do Leste-Oeste, plan\u00edcies e tabuleiros      litor\u00e2neos.\u00a0<br \/>\n     Clima da Regi\u00e3o Nordeste<\/p>\n<p>A Regi\u00e3o Nordeste \u00e9 conhecida por seus dias sempre ensolarados e clima ameno,      mant\u00e9m temperatura m\u00e9dia entre 20\u00b0 e 28\u00b0 C. Em \u00e1reas localizadas acima de      200m e no litoral oriental a m\u00e9dia \u00e9 de 24\u00b0 a 26\u00b0C. <\/p>\n<p>Existem alguns locais da regi\u00e3o em que as temperaturas m\u00e9dias chegam a ser      inferiores a 20\u00b0C, que s\u00e3o na Chapada Diamantina e no Planalto da Borborema.      O \u00edndice de precipita\u00e7\u00e3o anual varia entre 300 \u00e0 2.000mm.<\/p>\n<p>O munic\u00edpio de Cabaceiras na Para\u00edba, tem m\u00e9dia de menos de 300mm de precipita\u00e7\u00e3o      por ano, sendo considerada por conta disso a cidade mais seca do Brasil. <strong>Existem      quatro tipos de clima na Regi\u00e3o Nordeste:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Equatorial \u00famido:\u00a0<\/strong>presente em uma pequena        parte do Maranh\u00e3o, na divisa com o Piau\u00ed;<br \/>\n<strong>Litor\u00e2neo \u00famido:<\/strong>\u00a0vai do litoral da Bahia at\u00e9        o Rio Grande do Norte;<br \/>\n<strong>Tropical:\u00a0<\/strong>est\u00e1 presente nos estados da Bahia,        Maranh\u00e3o Cear\u00e1 e Piau\u00ed;<br \/>\n<strong>Tropical semi-\u00e1rido:\u00a0<\/strong>todo o sert\u00e3o nordestino;<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4><strong>Vegeta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p>A vegeta\u00e7\u00e3o da Regi\u00e3o Nordeste varia bastante, existem trechos de Mata Atl\u00e2ntica,      restinga, caatinga, cerrado, manguezais, entre outros. Abaixo segue as vegeta\u00e7\u00f5es      mais importantes:<\/p>\n<p><strong>Mata Atl\u00e2ntica:<\/strong>\u00a0tamb\u00e9m conhecida como floresta      tropical \u00famida, originalmente poderia ser encontrada em toda faixa litor\u00e2nea      desde o Rio Grande do Norte at\u00e9 o Rio Grande do Sul, mas hoje devido a desmatamento      s\u00f3 existe 5% da mata original;<\/p>\n<p><strong>Mata dos Cocais:<\/strong>\u00a0vegeta\u00e7\u00e3o de transi\u00e7\u00e3o entre      os climas semi-\u00e1rido, equatorial e tropical. Abrange os estados do Piau\u00ed,      Maranh\u00e3o, Rio Grande do Norte e parte do Cear\u00e1. Suas \u00e1rvores nativas s\u00e3o a      carna\u00faba e o baba\u00e7u;<\/p>\n<p><strong>Cerrado:\u00a0<\/strong>mesmo ocupando 255 do territ\u00f3rio brasileiro,      no Nordeste ele s\u00f3 est\u00e1 presente no sul do Maranh\u00e3o e no oeste baiano. Suas      caracter\u00edsticas s\u00e3o \u00e1rvores baixas, com galhos tortos, gram\u00ednea e solo com      alta acidez;<\/p>\n<p><strong>Caatinga:\u00a0<\/strong>\u00e9 a vegeta\u00e7\u00e3o t\u00edpica do sert\u00e3o, muita      rica ecologicamente suas principais esp\u00e9cies s\u00e3o a aroeira, cactos, pereiro      e leguminosas;<\/p>\n<p><strong>Vegeta\u00e7\u00f5es litor\u00e2neas e matas ciliares:<\/strong>\u00a0na vegeta\u00e7\u00e3o      litor\u00e2nea podemos incluir os mangues, restingas e dunas, importantes ecossistemas      para preserva\u00e7\u00e3o de rios e lagoas e esp\u00e9cies de crust\u00e1ceos, j\u00e1 as matas ciliares      podem ser encontradas no cerrado ou na Zona da Mata, s\u00e3o pequenas florestas      nas beiras dos rios com bastante material org\u00e2nico no solo e s\u00e3o respons\u00e1veis      pela preserva\u00e7\u00e3o dos rios e mares;<\/p>\n<h4><strong>Hidrografia<\/strong><\/h4>\n<p>Apesar de estar com 72,24% de seu territ\u00f3rio dentro do Pol\u00edgono da Seca (munic\u00edpios      sujeitos a repetidas crises de prolongamento das estiagens e, conseq\u00fcentemente,      objeto de especiais provid\u00eancias do setor p\u00fablico), a Regi\u00e3o Nordeste possui      cinco bacias hidrogr\u00e1ficas:<\/p>\n<p><strong>Bacia do S\u00e3o Francisco:<\/strong>\u00a0formada pelo rio S\u00e3o      Francisco e seus afluentes \u00e9 a mais importante da regi\u00e3o. Possui quatro hidrel\u00e9tricas:      Tr\u00eas Marias, Sobradinho, Paulo Afonso e Xing\u00f3. Faz a divisa natural dos estados      da Bahia com Pernambuco e de Sergipe com Alagoas;<\/p>\n<p><strong>Bacia do Parna\u00edba:<\/strong>\u00a0com 344.112km\u00b2 \u00e9 a segunda      mais importante, drena boa parte do Piau\u00ed, parte do Maranh\u00e3o e Cear\u00e1;<\/p>\n<p><strong>Bacia do Atl\u00e2ntico Nordeste Oriental:<\/strong>\u00a0abrange      os estados do Cear\u00e1, Rio Grande do Norte, Para\u00edba, Pernambuco e Alagoas e      possui 287.384km\u00b2. Seus principais rios s\u00e3o: Jaguaribe, Capibaribe, Acara\u00fa,      Para\u00edba, uma, entre outros;<\/p>\n<p><strong>Bacia do Atl\u00e2ntico Nordeste Ocidental:<\/strong>\u00a0fica      entre a regi\u00e3o Norte e a Nordeste, localiza-se praticamente em todo o estado      do Maranh\u00e3o. Suas sub-bacias formam mangues, v\u00e1rzeas, baba\u00e7uais, etc;<\/p>\n<p><strong>Bacia do Atl\u00e2ntico Leste:\u00a0<\/strong>divide-se entre os      estados da Bahia e Sergipe, no Nordeste e Minas Gerais e Esp\u00edrito Santo, no      Sudeste. Com totalidade de 364.677km\u00b2, sua principal atividade econ\u00f4mica \u00e9      a pesca;<\/p>\n<p><strong>Popula\u00e7\u00e3o da Regi\u00e3o Nordeste<\/strong><\/p>\n<p>A Regi\u00e3o Nordeste \u00e9 a segunda mais populosa do Brasil, com 30% da popula\u00e7\u00e3o      brasileira. Suas maiores cidades s\u00e3o Salvador, Recife, Fortaleza, Natal, Teresina,      Macei\u00f3, entre outras.<\/p>\n<p>Fonte: www.estadosecapitaisdobrasil.com<\/p>\n<h6>Regi\u00e3o Nordeste do Brasil<\/h6>\n<h2>Cultura<\/h2>\n<p><strong>Os estados que comp\u00f5em a regi\u00e3o Nordeste s\u00e3o:<\/strong> Alagoas, Bahia,      Cear\u00e1, Maranh\u00e3o, Para\u00edba, Pernambuco, Piau\u00ed, Rio Grande do Norte e Sergipe.    <\/p>\n<p>Esse complexo regional apresenta grande diversidade cultural, composto por      manifesta\u00e7\u00f5es diversificadas. Portanto, ser\u00e3o abordados alguns dos v\u00e1rios      elementos culturais da regi\u00e3o em destaque:<\/p>\n<p>O carnaval \u00e9 o evento popular mais famoso do Nordeste, especialmente em Salvador,      Olinda e Recife. Milhares de turistas s\u00e3o atra\u00eddos para o carnaval nordestino,      que se caracteriza pela riqueza musical e alegria dos foli\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rregiao13.jpg\" alt=\"Regi\u00e3o Nordeste do Brasil\" title=\"Regi\u00e3o Nordeste do Brasil\" \/><br \/>\n<strong>Carnaval de Olinda<\/strong><\/p>\n<p>O coco tamb\u00e9m \u00e9 conhecido por bambel\u00f4 ou zamba. \u00c9 um estilo de dan\u00e7a muito      praticado nos estados de Alagoas, Para\u00edba, Pernambuco e Rio Grande do Norte.      A dan\u00e7a \u00e9 uma express\u00e3o do desabafo da alma popular, da gente mais sofrida      do Nordeste brasileiro. \u00c9 uma dan\u00e7a de roda ou de fileiras mistas, de conjunto,      de pares, que v\u00e3o ao centro e desenvolvem movimentos ritmados.<\/p>\n<p>O maracatu \u00e9 origin\u00e1rio de Recife, capital de Pernambuco, surgiu durante      as prociss\u00f5es em louvor a Nossa Senhora do Ros\u00e1rio dos Negros, que batiam      o xang\u00f4, (candombl\u00e9) o ano inteiro. O maracatu \u00e9 um cortejo simples, inicialmente      tinha um cunho altamente religioso, hoje \u00e9 uma mistura de m\u00fasica primitiva      e teatro. Ficou bastante conhecido no Brasil a partir da d\u00e9cada de 1990, com      o movimento manguebeat, liderado por Chico Sciense e Na\u00e7\u00e3o Zumbi, Mundo Livre      S\/A, entre outros.<\/p>\n<p>O Reisado, ou Folia de Reis, \u00e9 uma manifesta\u00e7\u00e3o cultural introduzida no Brasil      colonial, trazida pelos colonizadores portugueses. \u00c9 um espet\u00e1culo popular      das festas de natal e reis, cujo palco \u00e9 a pra\u00e7a p\u00fablica, a rua. No Nordeste,      a partir do dia 24 de dezembro, saem os v\u00e1rios Reisados, cada bairro com o      seu, cantando e dan\u00e7ando. Os participantes dos Reisados acreditam ser continuadores      dos Reis Magos que vieram do Oriente para visitar o Menino Jesus, em Bel\u00e9m.<\/p>\n<p>As festas juninas representam um dos elementos culturais do povo nordestino,      \u00e9 composta por m\u00fasica caipira, apresenta\u00e7\u00f5es de quadrilhas, comidas e bebidas      t\u00edpicas, al\u00e9m de muita alegria. Consiste numa homenagem a tr\u00eas santos cat\u00f3licos:      Santo Ant\u00f4nio, S\u00e3o Jo\u00e3o e S\u00e3o Pedro. As principias festas juninas da regi\u00e3o      Nordeste ocorrem em Caruaru (PE) e Campina Grande (PB).<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rregiao14.jpg\" alt=\"Regi\u00e3o Nordeste do Brasil\" title=\"Regi\u00e3o Nordeste do Brasil\" \/><br \/>\n<strong>Festa junina em Campina Grande (PB)<\/strong><\/p>\n<p>Bumba meu boi \u00e9 um festejo que apresenta um pequeno drama. O dono do boi,      um homem branco, presencia um homem negro roubando o seu animal para alimentar      a esposa gr\u00e1vida que estava com vontade de comer l\u00edngua de boi. Matam o boi,      mas depois, \u00e9 preciso ressuscit\u00e1-lo. O espet\u00e1culo \u00e9 representado por um boi      constru\u00eddo em uma arma\u00e7\u00e3o de madeira coberta de pano colorido. Ao final, o      boi \u00e9 morto e em seguida, ressuscitado.<\/p>\n<p>O frevo surgiu atrav\u00e9s da capoeira, pois o capoeirista sai dan\u00e7ando o frevo      \u00e0 frente dos cord\u00f5es, das bandas de m\u00fasica. \u00c9 uma cria\u00e7\u00e3o de compositores      de m\u00fasica ligeira, especialmente para o carnaval. Com o passar do tempo, o      estilo ganhou um gingado composto por passos soltos e acrob\u00e1ticos.<\/p>\n<p>Quilombo \u00e9 um folguedo tradicional alagoano, tema puramente brasileiro, revivendo      a \u00e9poca do Brasil Col\u00f4nia. Dramatiza a fuga dos escravos que foram buscar      um local seguro para se esconderem na serra da Barriga, formando o Quilombo      dos Palmares.<\/p>\n<p>A capoeira foi introduzida no Brasil pelos escravos africanos, \u00e9 considerada      uma modalidade de luta e tamb\u00e9m de dan\u00e7a. Rapidamente adquiriu adeptos nos      estados nordestinos, principalmente na Bahia e Pernambuco. O instrumento utilizado      durante as apresenta\u00e7\u00f5es de capoeira \u00e9 o berimbau, constitu\u00eddo de arco, caba\u00e7a      cortada, caxixi (cestinha com sementes), vareta e dobr\u00e3o (moeda).<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rregiao15.jpg\" alt=\"Regi\u00e3o Nordeste do Brasil\" title=\"Regi\u00e3o Nordeste do Brasil\" \/><br \/>\n     Roda de Capoeira<\/strong><\/p>\n<p>A festa de Iemanj\u00e1 \u00e9 um agradecimento \u00e0 Rainha do Mar. A maior festa de Iemanj\u00e1      ocorre na Bahia, no Rio Vermelho, dia 2 de fevereiro. Todas as pessoas que      t\u00eam \u0093obriga\u00e7\u00e3o\u0094 com a Rainha do Mar se dirigem para a praia. Nesse      evento cultural h\u00e1 o encontro de todos os candombl\u00e9s da Bahia. Levam flores      e presentes, principalmente espelhos, pentes, joias e perfumes.<\/p>\n<p>Lavagem do Bonfim \u00e9 uma das maiores festas religiosas populares da Bahia.      \u00c9 realizada numa quinta- feira do m\u00eas de janeiro. Milhares de romeiros chegam      ao Santu\u00e1rio do Senhor do Bonfim, considerado como o Oxal\u00e1 africano. Existem      tamb\u00e9m promessas cat\u00f3licas de \u0093lavagens de igrejas\u0094, nas quais os      fi\u00e9is lavam as escadarias da igreja com \u00e1gua e flores.<\/p>\n<p>O Candombl\u00e9 consiste num culto dos orix\u00e1s que representam as for\u00e7as que controlam      a natureza e seus fen\u00f4menos, como a \u00e1gua, o vento, as florestas, os raios,      etc. \u00c9 de origem africana \u00e9 foi introduzido no pa\u00eds pelos escravos negros,      na \u00e9poca do Brasil colonial. Na Bahia, esse culto \u00e9 chamado de candombl\u00e9,      em Pernambuco, nomeia-se xang\u00f4, no Maranh\u00e3o, tambor de menina.<\/p>\n<p><strong>A Literatura de Cordel \u00e9 uma das principais manifesta\u00e7\u00f5es culturais      nordestinas, consiste na elabora\u00e7\u00e3o de pequenos livros contendo hist\u00f3rias      escritas em prosa ou verso, sobre os mais variados assuntos:<\/strong> desafios,      hist\u00f3rias ligadas \u00e0 religi\u00e3o, pol\u00edtica, ritos ou cerim\u00f4nias. \u00c9 o estilo liter\u00e1rio      com o maior n\u00famero de exemplares no mundo. Para os nordestinos, a Literatura      de Cordel representa a express\u00e3o dos costumes regionais.<\/p>\n<p>A culin\u00e1ria do Nordeste \u00e9 bem diversificada e destaca-se pelos temperos fortes      e comidas apimentadas. Os pratos t\u00edpicos s\u00e3o: carne de sol, buchada de bode,      sarapatel, acaraj\u00e9, vatap\u00e1, cururu, feij\u00e3o verde, canjica, tapioca, peixes,      frutos do mar, etc. As frutas tamb\u00e9m s\u00e3o comuns, como por exemplo: manga,      ara\u00e7\u00e1, graviola, ciriguela, umbu, buriti, caj\u00e1 e maca\u00faba.<\/p>\n<p>O artesanato da regi\u00e3o Nordeste \u00e9 muito variado, destacam-se as redes tecidas,      rendas, crivo, produtos de couro, cer\u00e2mica, madeira, argila, as garrafas com      imagens produzidas de areia colorida, os objetos feitos a partir da fibra      do buriti, entre outros.<\/p>\n<p><strong>Wagner De Cerqueira E Francisco<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: www.mundoeducacao.com.br<\/p>\n<h6>Regi\u00e3o Nordeste do Brasil<\/h6>\n<h2>Sobre o Nordeste<\/h2>\n<p><strong>O Nordeste &#8211;\u00a0<\/strong>regi\u00e3o que sofre disparidade econ\u00f4mica      em rela\u00e7\u00e3o ao restante do Brasil &#8211; \u00e9 imensamente rico do ponto de vista cultural      e de recursos naturais.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o \u00e9 auto-suficiente em petr\u00f3leo e recursos hidrogr\u00e1ficos e \u00e1gua subterr\u00e2nea,      embora tenha grande parte do seu territ\u00f3rio localizado no semi-\u00e1rido.<\/p>\n<p>Do ponto de vista cultural, o Nordeste brasileiro det\u00e9m uma identidade pr\u00f3pria      e diversificada.<\/p>\n<p>A M\u00fasica Popular Brasileira muito deve a nordestinos como Luiz Gonzaga, Dorival      Caymmi, Humberto Teixeira, Z\u00e9 Dantas, Bahiano (o primeiro cantor profissional      do Brasil), Dominguinhos, Caetano Veloso, Torquato Neto, Tom Z\u00e9, Gilberto      Gil, Chico Science, Gal Costa, Fagner, Chico C\u00e9sar, Raul Seixas, Sivuca, Capiba,      Geraldo Azevedo, Zeca Baleiro, Paulo Diniz, Simone, Jackson do Pandeiro, Orlando      Dias, Marin\u00eas, An\u00edsio Silva, Nelson Ferreira, Maria Creuza, Ivete Sangalo,      Geraldo Vandr\u00e9, Walkdick Soriano, Reginaldo Rossi, Moraes Moreira, N\u00fabia Lafayette,      Selma do Coco, Roberta Miranda, Paulo Deb\u00e9tio, Z\u00e9 Ramalho, Dod\u00f4 e Osmar, Valdonys,      Z\u00e9 Marcolino, Tur\u00edbio Santos, Severino Ara\u00fajo da Orquestra Tabajara.<\/p>\n<p>E at\u00e9 sambistas como os baianos Mano D\u00e9cio da Viola e Riach\u00e3o al\u00e9m do pernambucano      Bezerra da Silva.<\/p>\n<p>Escritores como Jos\u00e9 de Alencar, Castro Alves, Jorge Amado, Graciliano Ramos,      C\u00e2mara Cascudo, Jo\u00e3o Ubaldo Ribeiro, Jos\u00e9 Lins do Rego, Rachel de Queiroz,      Marcos Vila\u00e7a.<\/p>\n<p>Oferece ao mundo da poesia nomes como Greg\u00f3rio de Matos, Manuel Bandeira,      Jo\u00e3o Cabral de Melo Neto, Ascenso Ferreira, Oleg\u00e1rio Mariano, Augusto dos      Anjos, Da Costa e Silva, Sousandrade, Raimundo Correia, Waly Salom\u00e3o, Solano      Trindade, Marcus Accioly, Zila Mamede, entre tantos.<\/p>\n<p>Poetas populares, repentistas e violeiros como Patativa do Assar\u00e9, Lourival      Batista, Pinto do Monteiro, Siqueira de Amorim, Cego Oliveira, Cego Aderaldo,      Z\u00e9 da Luz.<\/p>\n<p>O teatro brasileiro muito deve aos nordestinos Nelson Rodrigues, Paulo Pontes,      Dias Gomes, Ariano Suassuna, Hermilo Borba Filho, Jo\u00e3o Falc\u00e3o, Prazeres Barbosa,      Samuel Campelo, Elp\u00eddio Camara, Valdemar de Oliveira, Geninha da Rosa Borges,      Maneco Quinder\u00e9, Sebasti\u00e3o Vasconcellos, Viriato Correia, Carlos C\u00e2mara, Aderbal      Freire Filho.<\/p>\n<p>O mesmo ocorre com o cinema atrav\u00e9s das contribui\u00e7\u00f5es de nordestinos como      Luiz Severiano Ribeiro, Z\u00e9 Trindade, Vladimir Carvalho, Anecy Rocha, Helena      Ignez, Renato Arag\u00e3o, Luiz Carlos Barreto, Jos\u00e9 Dumont, Marc\u00e9lia Cartaxo,      Jota Soares, Jos\u00e9 Wilker, Florinda Bolkan, Hermila Guedes, Hileana Menezes,      Ingra Liberato, Z\u00e9 Sozinho.<\/p>\n<p>O destaque de nomes da televis\u00e3o brasileira como Chacrinha, Chico Anysio,      Marco Nanini, Aguinaldo Silva, Tom Cavalcante, Tiririca, Jo\u00e3o Falc\u00e3o, Fabiana      Karla, Guel Arraes, Bruno Garcia, P\u00e9ricles Leal, Pedro de Lara.<\/p>\n<p>Jornalistas como Barbosa Lima Sobrinho, Carlos Castello Branco, Aud\u00e1lio Dantas,      Palmira Wanderley, Sebasti\u00e3o Nery, Moacir Japiassu, Cipriano Barata.<\/p>\n<p>Artistas pl\u00e1sticos como Pedro Am\u00e9rico, Ant\u00f4nio Dias, Aldemir Martins, Estrigas,      Jo\u00e3o C\u00e2mara, Francisco Brennand, Tereza Costa R\u00eago, Santa Rosa, Pierre Chalita,      Eduardo Eloy, Vicente do Rego Monteiro, Ant\u00f4nio Bandeira, S\u00e9rvulo Esmeraldo,      Jos\u00e9 Cl\u00e1udio, Romero Britto, M\u00e1rio Cravo Neto, H\u00e9lio Rola.<\/p>\n<p>Artistas gr\u00e1ficos como Carlos Estev\u00e3o, P\u00e9ricles (criador de O Amigo da On\u00e7a),      Luiz S\u00e1 (Reco-Reco, Bol\u00e3o e Azeitona), Mendez, La\u00edlson, RAL.<\/p>\n<p>Educadores como Paulo Freire, An\u00edsio Teixeira, Martins Filho, Manoel Bomfim.<\/p>\n<p>L\u00edderes religiosos e espirituais como Dom H\u00e9lder C\u00e2mara, Bezerra de Menezes,      Padre C\u00edcero, Dom Eug\u00eanio Sales, Dom T\u00e1vora, Dom Vital, Dom Avelar Brand\u00e3o,      Padre Ibiapina, Padre Rolim, Padre Henrique, Divaldo Pereira Franco.<\/p>\n<p>Movimentos sociais rurais que projetaram nomes como o de Ant\u00f4nio Conselheiro      (Canudos), Beato Jos\u00e9 Louren\u00e7o (Caldeir\u00e3o), Lampi\u00e3o, Maria Bonita, Corisco,      Jararaca (Canga\u00e7o), Francisco Juli\u00e3o, Clodomir Morais (Ligas Camponesas).<\/p>\n<p>Movimentos sociais libert\u00e1rios Frei Caneca e Padre Moror\u00f3.<\/p>\n<p>Mulheres das lutas sociais como Maria da Penha, Maria Quit\u00e9ria, B\u00e1rbara de      Alencar, Margarida Alves, Adalgisa Cavalcanti.<\/p>\n<p>Cientistas como Jos\u00e9 Leite Lopes, Nise da Silveira, Nelson Chaves, Oswaldo      Gon\u00e7alves de Lima, Casimiro Montenegro, Manoel Correia de Andrade, Milton      Santos, Piraj\u00e1 da Silva, Rodolfo Te\u00f3filo, Rubens de Azevedo, Vasconcelos Sobrinho.<\/p>\n<p>Pioneiros como Pinto Martins (Avia\u00e7\u00e3o), Padre Francisco Jo\u00e3o de Azevedo (Inventor      da m\u00e1quina de escrever), Marechal Jos\u00e9 Pessoa (planejador da localiza\u00e7\u00e3o de      Bras\u00edlia).<\/p>\n<p>Historiadores como Frei Vicente Salvador, Pereira da Costa, Pedro Calmon,      Oliveira Lima, Raimundo Gir\u00e3o, Capistrano de Abreu, Nirez Azevedo, S\u00edlvio      Romero.<\/p>\n<p>Juristas como Ruy Barbosa, Tobias Barreto, Cl\u00f3vis Bevil\u00e1cqua, Pontes de Miranda,      Paulo Bonavides, Evandro Lins e Silva.<\/p>\n<p>L\u00edderes pol\u00edticos como M\u00e1rio Alves, Miguel Arraes, Teot\u00f4nio Vilela, Pedro      Ernesto, Luiza Erundina.<\/p>\n<p>Presidentes da Rep\u00fablica como Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, Marechal Floriano      Peixoto, Marechal Deodoro da Fonseca, Marechal Castelo Branco, Jos\u00e9 Linhares,      Jos\u00e9 Sarney, Epit\u00e1cio Pessoa, Caf\u00e9 Filho, Fernando Collor de Mello.<\/p>\n<p>Mestres da Cultura Popular como Vitalino dos bonecos de barro, Salustiano      da rabeca, Jo\u00e3osinho Trinta, Dona Santa do Maracatu, Pastinha da capoeira,      Galdino da cer\u00e2mica.<\/p>\n<p>No futebol, a come\u00e7ar dos t\u00e9cnicos (Zagallo, Gentil Cardoso) tem uma sele\u00e7\u00e3o      formada: Manga, Ricardo Rocha, Clodoaldo, Marinho Chagas, Juninho pernambucano,      Zequinha, Clodoaldo, Vampeta, Vav\u00e1, Canhoteiro, Ademir Menezes, Rivaldo, Rildo,      Bita. No Futsal, Manoel Tobias. No Futebol Feminino, Marta, por duas vezes      escolhida a melhor do mundo.<\/p>\n<p>Atletas como Shelda (V\u00f4lei de Praia), F\u00e1bio Gouveia (Surf).<\/p>\n<p>Por tudo isso, \u00e9 fundamental que os nordestinos, brasileiros e o mundo conhe\u00e7am      a regi\u00e3o Nordeste, em seus detalhes.<\/p>\n<h4><strong>Di\u00e1spora<\/strong><\/h4>\n<p>Espalhada por todo Brasil existe um grande popula\u00e7\u00e3o de nordestinos. \u00c9 o      chamado fen\u00f4meno da di\u00e1spora.<\/p>\n<p>O termo di\u00e1spora (em grego antigo, &#8220;dispers\u00e3o&#8221;) define o deslocamento,      normalmente for\u00e7ado ou incentivado, de grandes massas populacionais origin\u00e1rias      de uma zona determinada para v\u00e1rias \u00e1reas de acolhimento distintas.<\/p>\n<p>A di\u00e1spora nordestina teve in\u00edcio em 1.879 com o Ciclo da Borracha. Calcula-se      que mais de 60 mil nordestinos migraram para a Amaz\u00f4nia para trabalharem como      &#8220;Soldados da Borracha&#8221; estimulados pelos governos estaduais atrav\u00e9s      do Servi\u00e7o Especial de Mobiliza\u00e7\u00e3o de Trabalhadores para a Amaz\u00f4nia &#8211; SEMTA.<\/p>\n<p>No S\u00e9culo XX, com o agravante da explora\u00e7\u00e3o social e do trabalho na economia      rural nordestina, a implanta\u00e7\u00e3o do processo de industrializa\u00e7\u00e3o no Sudeste      &#8211; que teve seu auge entre 1960-1980 &#8211; tornou atraente o fluxo migrat\u00f3rio de      nordestinos para destinos preferenciais como Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>A palavra favela que consagrou as habita\u00e7\u00f5es da periferia do Rio de Janeiro      e, depois, de todo Brasil, tem sua origem numa planta da caatinga existente      no Arraial de Canudos. A origem do termo se encontra no epis\u00f3dio hist\u00f3rico      conhecido por Guerra de Canudos. <\/p>\n<p>A cidadela de Canudos foi constru\u00edda junto a alguns morros, entre eles o      Morro da Favela, assim batizado em virtude de uma planta (chamada de favela)      que encobria a regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Alguns dos soldados que foram para a guerra, ao regressarem ao Rio de Janeiro      em 1897, deixaram de receber o soldo, instalando-se em constru\u00e7\u00f5es provis\u00f3rias      erigidas sobre o Morro da Provid\u00eancia. O local passou ent\u00e3o a ser designado      popularmente Morro da Favela, em refer\u00eancia \u00e0 &#8220;favela&#8221; original.    <\/p>\n<p><strong>O nome favela ficou conhecido e na d\u00e9cada de 20, as habita\u00e7\u00f5es improvisadas,      sem infra-estrutura, que ocupavam os morros passaram a ser chamadas de favelas<\/strong>.      Com a destrui\u00e7\u00e3o do arraial de resist\u00eancia de Ant\u00f4nio Conselheiro, em Canudos,      muitos dos beatos migraram para o Rio de Janeiro em navios oferecidos pelo      poder p\u00fablico, como forma de desativar o foco de resist\u00eancia.<\/p>\n<p>Candango, que geralmente \u00e9 utilizado para designar os brasilienses, \u00e9 o termo      dado aos trabalhadores que imigravam \u00e0 futura capital para sua constru\u00e7\u00e3o.      Uma das vertentes diz que o termo \u00e9 de origem africana e significa &#8220;ordin\u00e1rio&#8221;,      &#8220;ruim&#8221;. A constru\u00e7\u00e3o de Bras\u00edlia foi feita basicamente por migrantes      nordestinos, chamados de candangos, que depois ficaram morando na sua periferia      nas cidades sat\u00e9lites.<\/p>\n<p>Nas tr\u00eas \u00faltimas d\u00e9cadas do S\u00e9culo 20, a fronteira agr\u00edcola de soja do Centro-Oeste      tamb\u00e9m foi expandida com a for\u00e7a da m\u00e3o-de-obra nordestina, que por l\u00e1 tem      se fixado.<\/p>\n<p>Em S\u00e3o Paulo, principal destino dos exilados pela seca dentro de seu pr\u00f3prio      pa\u00eds, o n\u00famero de nordestinos e descendentes \u00e9 estimado em 6 milh\u00f5es. Existe      at\u00e9 uma emissora de r\u00e1dio, em S\u00e3o Paulo, funcionando para difus\u00e3o na col\u00f4nia      nordestina.<\/p>\n<p>Portanto, o interesse pelo conhecimento sobre o Nordeste &#8211; al\u00e9m dos conterr\u00e2neos      espalhados por todo pa\u00eds &#8211; \u00e9 tamb\u00e9m fundamental para que o Brasil ultrapasse      a fase cruel da desigualdade social e regional e afirme sua identidade como      Na\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Ivan Maur\u00edcio Monteiro dos Santos<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: www.onordeste.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Regi\u00e3o Nordeste do Brasil, Hist\u00f3ria, Localiza\u00e7\u00e3o, Geografia, Cultura, Economia, Relevo, Clima, Estados, Regi\u00e3o Nordeste do 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