{"id":45711,"date":"2016-06-13T17:36:21","date_gmt":"2016-06-13T17:36:21","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=45711"},"modified":"2016-06-13T17:48:41","modified_gmt":"2016-06-13T17:48:41","slug":"paraiba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/paraiba","title":{"rendered":"Para\u00edba"},"content":{"rendered":"<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/paraiba-02.jpg\" alt=\"Para\u00edba\" title=\"Para\u00edba\" \/><\/p>\n<p>A Para\u00edba \u00e9 ber\u00e7o de paisagens inesquec\u00edveis. A beleza das suas praias aliada      \u00e0 tranq\u00fcilidade e a seguran\u00e7a das cidades fazem da Para\u00edba o roteiro ideal      para a sua viagem. <\/p>\n<p>As praias paraibanas s\u00e3o os principais atrativos da regi\u00e3o. Com uma temperatura      de cerca de 28\u00ba C o ano inteiro, a Para\u00edba \u00e9 um convite ao turismo. Ela se      orgulha de ver os primeiros raios de sol das Am\u00e9ricas (Ponta do Seixas), de      ter a primeira praia nordestina destinada \u00e0 pr\u00e1tica do naturismo (Tambaba)      e de ter at\u00e9 trilha sonora.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Pessoa,      pela sua localiza\u00e7\u00e3o privilegiada (fica no centro do litoral da Para\u00edba) \u00e9      o ponto de partida para conhecer o belo litoral paraibano. Fundada em 1585      consegue conjugar hist\u00f3ria e natureza. A cidade \u00e9 bastante conhecida por ter      uma das maiores \u00e1reas verdes urbanas como tamb\u00e9m pela r\u00edgida legisla\u00e7\u00e3o municipal      que limita as constru\u00e7\u00f5es a beira mar a no m\u00e1ximo 3 andares.<\/p>\n<p>S\u00e3o 30 quil\u00f4metros      de uma privilegiada combina\u00e7\u00e3o de infra-estrutura com movimentadas praias      urbanas. As mais visitadas s\u00e3o Penha, Ponta do Seixas (Ponto Extremo Oriental      das Am\u00e9ricas, onde o sol nasce primeiro no continente), Cabo Branco, Tamba\u00fa,      Mana\u00edra e Bessa.<\/p>\n<p>A maior atra\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Pessoa, sem d\u00favida, \u00e9 o Cabo Branco (a 10 km) e a      Ponta Seixas. O Cabo Branco, com um pared\u00e3o de 40 metros de pedra calc\u00e1ria,      j\u00e1 foi considerado o ponto mais oriental (leste) da Am\u00e9rica tendo perdido      este t\u00edtulo para Ponta Seixas (3 km mais ao sul). <\/p>\n<p>A eros\u00e3o marinha, que ao longo dos anos fez com que suas ondas desgastassem      o Cabo Branco e depositasse estes sedimentos na Ponta Seixas (fazendo-a aumentar)      foi a respons\u00e1vel por este fen\u00f4meno. Do Farol do Cabo Branco, que fica no      alto de uma fal\u00e9sia, podemos observar em detalhes toda curiosidade deste fen\u00f4meno.<\/p>\n<h4>Farol do Cabo Branco<\/h4>\n<p>O Farol do Cabo Branco est\u00e1 situado na Ponta de Seixas, extremo oriental      do continente americano, com longitude de 34\u00ba 47&#8242; 38&#8243;. De seu mirante      o turista poder\u00e1 desfrutar da beleza do Oceano Atl\u00e2ntico e, aos lados, o litoral      paraibano e suas lindas praias. <\/p>\n<p>Uma vista que permanece na lembran\u00e7a de todo o visitante, de onde se pode      ver todo o litoral paraibano, a transpar\u00eancia das \u00e1guas e sentir a brisa do      mar batendo levemente em seu corpo.<\/p>\n<p>Do outro lado desse magn\u00edfico pontal encontramos a Praia do Cabo Branco,      uma linda e longa enseada que se encaminha para a parte mais movimentada de      Jo\u00e3o Pessoa. <\/p>\n<p>A Avenida Cabo Branco \u00e9 um verdadeiro centro de bares \u00e0 beira-mar, onde enfileram-se      o Rafa, a Morena, a Costa do Sol, o Coqueirinho, o Tubar\u00e3o, a Deusa do Mar,      o Canc\u00fan, o Vip&#8217;s e a Onda do Mar. Na d\u00favida, experimente todos eles, comparando      os pratos de frutos do mar e as batidas de frutas locais.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/paraiba-03.jpg\" alt=\"Para\u00edba\" title=\"Para\u00edba\" \/><\/p>\n<p>A capital tem      boas praias urbanas com \u00e1guas claras, calmas e limpas. Os arrecifes formam      piscinas naturais ideais para a crian\u00e7ada. Cabo Branco \u00e9 extensa, com coqueiros      e fal\u00e9sias. Sua pista \u00e0 beiramar \u00e9 interditada nas primeiras horas da manh\u00e3      onde os carros d\u00e3o lugar ao Cooper de moradores e turistas.<\/p>\n<p>A Praia do      Po\u00e7o, o famoso banco de areia conhecido como Areia Vermelha,onde piscinas      naturais e \u00e1guas quentes d\u00e3o um toque todo especial ao local, que \u00e9 um dos      pontos tur\u00edsticos mais bonitos do nosso litoral.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/paraiba-04.jpg\" alt=\"Para\u00edba\" title=\"Para\u00edba\" \/><\/p>\n<p>Tamba\u00fa funciona como um centrinho \u00e0 beira-mar. Tem de tudo por ali. Bons      hot\u00e9is, \u00f3timos restaurantes, um cal\u00e7ad\u00e3o movimentado, feirinhas de artesanato      com 128 lojas e um posto de informa\u00e7\u00f5es da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur),      entre outras coisas. <\/p>\n<p>Passeios, como para Pic\u00e3ozinho que \u00e9 um dos para\u00edsos da cidade, onde encontramos      uma forma\u00e7\u00e3o de recifes com piscinas naturais que chegam a uma temperatura      de 28\u00baC, partem de suas areias. Na lua cheia, os hot\u00e9is organizam serenatas      sobre a \u00e1gua morna, uma integra\u00e7\u00e3o perfeita do homem com a natureza. Parada      obrigat\u00f3ria dos turistas.<\/p>\n<p>Do pier de Tamba\u00fa partem as embarca\u00e7\u00f5es em dire\u00e7\u00e3o a Pic\u00e3ozinho, um dos para\u00edsos      marinhos da capital paraibana. \u00c9 uma forma\u00e7\u00e3o de recifes localizadas a duas      milhas da costa, e que recortam piscinas naturais de temperatura morna (28\u00baC).    <\/p>\n<p>Aqui a \u00e1gua \u00e9 transparente, permitindo total vis\u00e3o da flora e dos variados      peixinhos que v\u00eam comer \u00e0 m\u00e3o dos banhistas. Entretanto, n\u00e3o se dispensam      a m\u00e1scara e o snorkel. Uma c\u00e2mera fotogr\u00e1fica \u00e0 prova d&#8217;\u00e1gua cai muito bem.      Quanto ao transporte, existem desde os barquinhos de pescadores at\u00e9 um catamar\u00e3-bar,      mas o importante mesmo \u00e9 chegar em Pic\u00e3ozinho. <\/p>\n<p>Na lua cheia, hot\u00e9is e operadoras organizam serenatas sobre a \u00e1gua morna,      combinando o romantismo com a perfeita integra\u00e7\u00e3o \u00e0 natureza.<\/p>\n<h5>Litoral      Norte<\/h5>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/paraiba-05.jpg\" alt=\"Para\u00edba\" title=\"Para\u00edba\" \/><\/p>\n<p>Indo em dire\u00e7\u00e3o      ao norte, a cerca de 18 quil\u00f4metros de Jo\u00e3o Pessoa, chega-se \u00e0 cidade portu\u00e1ria      de Cabedelo, cuja popula\u00e7\u00e3o de 30 mil habitantes sobe para 100 mil na alta      temporada. L\u00e1 est\u00e3o algumas das praias mais cobi\u00e7adas do litoral paraibano.<\/p>\n<p>A primeira a se destacar \u00e9 a do Jacar\u00e9, praia fluvial cujo p\u00f4r-do-sol, por      ser um dos mais belos da regi\u00e3o, \u00e9 tamb\u00e9m o principal respons\u00e1vel pela presen\u00e7a      maci\u00e7a de turistas nos seus bares, restaurantes e marinas. Do Jacar\u00e9 parte-se      para Formosa, Areia Dourada, Camboinha, Po\u00e7o (que foi tombada pelo Patrim\u00f4nio      Hist\u00f3rico) e Intermares. <\/p>\n<p>Com exce\u00e7\u00e3o desta \u00faltima &#8211; onde o mar \u00e9 prop\u00edcio ao surfe -, todas as praias      de Cabedelo s\u00e3o verdadeiras piscinas naturais de \u00e1guas mornas e calmas, ideais      para a divers\u00e3o de crian\u00e7as e idosos e para a pr\u00e1tica dos mais variados esportes      n\u00e1uticos.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/paraiba-06.jpg\" alt=\"Para\u00edba\" title=\"Para\u00edba\" \/><\/p>\n<p>A partir de Cabedelo, chega-se ao extremo norte do litoral paraibano, \u00e0 tranq\u00fcila      Lucena, de balsa ou barco. Junto das praias de Costinha, no estu\u00e1rio do Rio      Para\u00edba, de Fagundes e da Ponta do Lucena, os p\u00e9s de coco imperam absolutos      na paisagem. <\/p>\n<p>A praia de Lucena \u00e9 ainda a mais freq\u00fcentada do peda\u00e7o, quase triplicando      a popula\u00e7\u00e3o em per\u00edodos de festas como o carnaval.<\/p>\n<p>No munic\u00edpio      de Cabedelo, ao norte de Jo\u00e3o Pessoa, encontramos o Mar do Macaco, a praia      de Intermares onde est\u00e1 o parque aqu\u00e1tico Intermares Water Park, bem como      a praia do Po\u00e7o. A praia do Jacar\u00e9 \u00e9 o local onde se pode ver o mais belo      p\u00f4r-do-sol.<\/p>\n<p>Ainda no munic\u00edpio      de Cabedelo, est\u00e1 a praia mais visitada do litoral, Camboinha, que na \u00e9poca      de veraneio fica lotada. \u00c9 nela que encontramos Areia Vermelha, um banco arenoso      protegido por recifes.<\/p>\n<p>Atravessando      a foz do Rio Para\u00edba, est\u00e1 o munic\u00edpio de Lucena, onde se realiza o carnaval      de praia mais animado do Estado. Em Lucena tamb\u00e9m pode-se ver a Igreja da      Guia, em fase final de restaura\u00e7\u00e3o, uma pe\u00e7a \u00fanica do Barroco no Brasil.<\/p>\n<p>Em Rio Tinto,      na praia de Barra de Mamanguape, est\u00e1 localizado um dos postos do Projeto      Peixe Boi Marinho, que vivem livremente, mas monitorados, na foz do Rio Mamanguape.<\/p>\n<p>Ba\u00eda da Trai\u00e7\u00e3o,      det\u00e9m a \u00fanica reversa ind\u00edgena do Estado, onde vivem os \u00edndios Potiguaras.      \u00c9 um local de bel\u00edssimas praias, muitas prop\u00edcias ao surf.<\/p>\n<p>A \u00faltima praia      do litoral norte, j\u00e1 na divisa com o Estado do Rio Grande do Norte, Barra      de Camaratuba, pode ser considerada a praia mais bonita do litoral paraibano.<\/p>\n<h5>Litoral      Sul<\/h5>\n<p>Inaugurada      h\u00e1 dois anos pelo governo estadual, a rodovia litor\u00e2nea PB-008 totalmente      asfaltada facilitou o acesso \u00e0s praias da regi\u00e3o sul. A primeira delas \u00e9 Gramami,      uma simp\u00e1tica enseada enfeitada por coqueiros, distante apenas 14 km de Jo\u00e3o      Pessoa. Ali, turistas desfrutam de \u00e1guas mornas e mansas, ideais para fam\u00edlias      com crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Deixando as      praias de Jo\u00e3o Pessoa para tr\u00e1s, a partir de Cabo Branco se tem acesso a mais      bela orla mar\u00edtima do litoral paraibano. Num percurso de 71 quil\u00f4metros, at\u00e9      a praia de Pitimb\u00fa, recomenda-se antes uma parada no farol de Cabo Branco,      de onde se tem uma vista panor\u00e2mica do alto do mirante e avista o ponto extremo      oriental das Am\u00e9ricas.<\/p>\n<p>Vizinha a ela      est\u00e1 a praia do Amor, que tem como s\u00edmbolo o arco da pedra furada. Os casais      de turistas apaixonados seguem a tradi\u00e7\u00e3o de passar por entre a fenda da pedra      de m\u00e3os dadas.<\/p>\n<p>A praia seguinte      \u00e9 a de Jacum\u00e3, e que a exemplo da praia de Gramami conta com servi\u00e7o de bares      e restaurantes. Em Jacum\u00e3, com um cen\u00e1rio enfeitado por um mar em tom esmeralda      h\u00e1 in\u00fameras pousadas, como op\u00e7\u00e3o de hospedagem, assim como casas de veraneio.<\/p>\n<p>Os turistas      que preferirem curtir melhor as praias do litoral sul podem embarcar num buggy      em Jacum\u00e3 e ir at\u00e9 a praia de Coqueirinho, pela orla.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio de outras praias do Nordeste mais badaladas, aqui as pessoas      podem desfrutar de um cen\u00e1rio maravilhoso como estes num clima de total tranq\u00fcilidade.      S\u00e3o v\u00e1rios quil\u00f4metros de areia branca, \u00e1guas cristalinas, vastos coqueirais      e fal\u00e9sias de beleza singular. <\/p>\n<p>E \u00e9 exatamente a &#8220;falta&#8221; de badala\u00e7\u00e3o que confere charme a alguns      pontos da orla, que seguem praticamente desertos, agitados apenas pelo balan\u00e7o      da rede de pescadores no fim do dia. De h\u00e1bitos simples, os paraibanos levam      para a atividade tur\u00edstica aquilo que falta, em alguns momentos, a seus pares:      o sossego e a tranq\u00fcilidade.<\/p>\n<p>Antes de chegar      a Coqueirinho, pr\u00f3xima praia, d\u00ea uma passada pelo mirante Dedo de Deus, um      plat\u00f4 de dif\u00edcil acesso onde se tem uma vista privilegiada da praia. Uma vista      deslumbrante deixa os turistas extasiados. Em Coqueirinho se tem servi\u00e7o de      bares junto \u00e0 orla, \u00e1guas mansas e \u00e1gua de c\u00f4co gelada.<\/p>\n<p>A pr\u00f3xima parada      \u00e9 Carapibus, cuja enseada, cercada por coqueirais \u00e9 um verdadeiro cart\u00e3o postal      da natureza. O local conta inclusive com op\u00e7\u00e3o de hospedagem, passeios de      buggy ou de barco, al\u00e9m de ser procurado para a pr\u00e1tica do mergulho em ilhas      formadas por recifes cobertos de corais.<\/p>\n<p>Depois \u00e9 a      vez de Tambaba, que \u00e9 praia de naturismo. Vale lembrar que uma parte da praia      \u00e9 utilizada pelos banhistas normalmente. Ali, o nudismo \u00e9 proibido. J\u00e1 a \u00e1rea      reservada tem controle de entrada e sa\u00edda pela Sociedade de Naturismo de Tambaba.<\/p>\n<p>A 20 quil\u00f4metros      de Jo\u00e3o Pessoa, a praia de naturismo ficou ainda mais acess\u00edvel depois da      inaugura\u00e7\u00e3o da Via Litor\u00e2nea, que liga a capital \u00e0 divisa com Pernambuco.      Isso reduziu em cerca de meia hora o tempo do percurso, livrando os turistas      do tr\u00e1fego pesado da BR-101.<\/p>\n<p>A primeira      praia do Nordeste destinada oficialmente ao naturismo \u00e9 conhecida tamb\u00e9m como      santu\u00e1rio ecol\u00f3gico. Ornamentada por uma mata praticamente virgem e por um      labirinto de areia colorida, resultado da a\u00e7\u00e3o do vento nas fal\u00e9sias, Tambaba      \u00e9 um verdadeiro para\u00edso.<\/p>\n<p>Todo o litoral      sul do Estado \u00e9 composto de praias com forma\u00e7\u00f5es rochosas, como a Praia do      Amor, Jacum\u00e3, Coqueirinho e Tabatinga, essas duas \u00faltimas pontos de pr\u00e1tica      de camping.<\/p>\n<p><strong>Pr\u00f3ximos      Eventos<\/strong><\/p>\n<p>No in\u00edcio do      ano, em janeiro, o turista que visita a cidade al\u00e9m de desfrutar das praias,      bares e restaurantes, do artesanato, dos shows, tamb\u00e9m pode participar do      carnaval fora de \u00e9poca, a Micaroa, que traz artistas conhecidos nacionalmente      para o evento que acontece na orla mar\u00edtima.<\/p>\n<p>Em fevereiro      acontece a Folia de Rua, antecedendo o carnaval e que re\u00fane blocos carnavalescos      durante dez dias, misturando frevo, maracatu, coco e outros ritmos tipicamente      nordestinos. Os blocos desfilam pela orla, bairros e o centro da capital,      como \u00e9 o caso dos blocos Muri\u00e7ocas do Miramar, Virgens de Tamba\u00fa entre outros,      fazendo a anima\u00e7\u00e3o do foli\u00e3o.<\/p>\n<p>Reportagem      : Wagner Vieira<\/p>\n<h4>Acesso<\/h4>\n<p>A capital paraibana      \u00e9 servida pelas principais companhias a\u00e9reas com v\u00f4os regulares saindo do      Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo. A Vasp tem duas linhas regulares saindo do Rio      diariamente. O aeroporto Castro Pinto est\u00e1 localizado no munic\u00edpio de Bayeux,      a 25 km da orla mar\u00edtima de Jo\u00e3o Pessoa.<\/p>\n<h4>Clima<\/h4>\n<p>Nesta \u00e9poca      do ano a temperatura m\u00e9dia \u00e9 de 26 graus. O sol nasce por volta das 5h da      manh\u00e3 e se p\u00f5e em torno de 18h. As noites s\u00e3o mais frescas, sobretudo na orla      de Jo\u00e3o Pessoa.<\/p>\n<h4>Hospedagem<\/h4>\n<p>Em Jo\u00e3o Pessoa      h\u00e1 op\u00e7\u00f5es das mais simples aos cinco estrelas, que se concentram junto a orla      de Tamba\u00fa e Cabo Branco. No litoral h\u00e1 pousadas com di\u00e1rias de casal a partir      de R$60 incluindo o caf\u00e9 da manh\u00e3.<\/p>\n<h4>Gastronomia<\/h4>\n<p>Come-se bem      e barato na Para\u00edba. Nos quiosques \u00e0 beira-mar se pode saborear um caldinho      de caranguejo por R$4, restaurantes anunciam rod\u00edzio de camar\u00e3o a R$8,50 e      uma peixada custa entre R$18 e R$20. Os pratos da cozinha regional s\u00e3o um      outro atrativo.<\/p>\n<h4>Turismo de Neg\u00f3cios<\/h4>\n<p>O Espa\u00e7o Cultural      Jos\u00e9 Lins do Rego, no bairro de Tambauzinho, promove feiras, mostras, exposi\u00e7\u00f5es      e shows, num espa\u00e7o de 55 mil metros quadrados de \u00e1rea coberta. Ali funciona      tamb\u00e9m o primeiro planet\u00e1rio do nordeste. O complexo inclui cinema, teatro      e museu em homenagem ao jornalista. J\u00e1 em Campina Grande, logo na entrada      da cidade, o Convention Bureau est\u00e1 investindo no mais novo Centro de Conven\u00e7\u00f5es      do estado.<\/p>\n<h4>Servi\u00e7os<\/h4>\n<p>Um tour pelas      praias do litoral sai na faixa de R$30. J\u00e1 um city tour sai na faixa de R$17      por pessoa.<\/p>\n<p>Fonte: \u00a0revistaturismo.com.br<\/p>\n<h6>Para\u00edba<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>A      Hist\u00f3ria da Para\u00edba come\u00e7a antes do descobrimento do Brasil, quando o litoral      do atual territ\u00f3rio do estado era povoado pelos \u00edndios tabajaras e potiguaras.      A prov\u00edncia foi fundada em 05 de agosto de 1585, tornando-se estado com a      proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica, em 15 de novembro de 1889.<\/p>\n<p>A      Para\u00edba \u00e9 uma das 27 unidades federativas do Brasil. Est\u00e1 situada a leste      da regi\u00e3o Nordeste e tem como limites o estado do Rio Grande do Norte ao norte,      o Oceano Atl\u00e2ntico a leste, Pernambuco ao sul e o Cear\u00e1 a oeste. Ocupa uma      \u00e1rea de 56.439 km\u00b2 (pouco menor que a Cro\u00e1cia). A capital do Estado \u00e9 Jo\u00e3o      Pessoa.<\/p>\n<p>Na      Para\u00edba encontra-se o ponto mais oriental das Am\u00e9ricas, conhecido como a Ponta      do Seixas, em Jo\u00e3o Pessoa. Devido a sua localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica privilegiada      (extremo oriental das Am\u00e9ricas), a cidade de Jo\u00e3o Pessoa \u00e9 conhecida turisticamente      como \u0093a cidade onde o sol nasce primeiro\u0094.<\/p>\n<h5>Curiosidades:<\/h5>\n<p>A      bandeira da Para\u00edba foi adotada pela Alian\u00e7a Liberal em 25 de setembro de      1930, por meio da lei n\u00ba 704, no lugar de uma antiga bandeira do estado, que      vigorou durante quinze anos (de 1907 a 1922).<\/p>\n<p>O      significado da palavra \u0093nego\u0094 na bandeira da Para\u00edba:<\/p>\n<p>O verbo refere-se \u00e0 decis\u00e3o de Jo\u00e3o Pessoa, governador da Para\u00edba em 1929,      de n\u00e3o aceitar o sucessor indicado pelo presidente da Rep\u00fablica, Washington      Lu\u00eds. Um acordo entre S\u00e3o Paulo e Minas Gerais garantia que o presidente sempre      fosse de um desses Estados, em rod\u00edzio. <\/p>\n<p>Em 1929, o paulista Washington Lu\u00eds resolveu quebrar o acerto e indicou outro      paulista, o governador J\u00falio Prestes. Minas rebelou-se e recebeu o apoio do      Rio Grande do Sul. A Para\u00edba, que estava esquecida pelo governo federal, decidiu      tamb\u00e9m rejeitar a decis\u00e3o do presidente e se unir aos mineiros e aos ga\u00fachos,      explica o historiador Jos\u00e9 Ot\u00e1vio de Arruda Melo, da Universidade Federal      da Para\u00edba. Jo\u00e3o Pessoa enviou ent\u00e3o uma mensagem ao Pal\u00e1cio do Catete, no      Rio de Janeiro, onde ficava o presidente, protestando contra a decis\u00e3o. <\/p>\n<p>O governador n\u00e3o usou exatamente \u0093nego\u0094, mas a palavra ficou como      um s\u00edmbolo, conta Melo. Pouco depois da morte de Jo\u00e3o Pessoa, assassinado      por motivos passionais em 26 de julho de 1930, os rebeldes propuseram a inclus\u00e3o      da palavra nego na bandeira. Ela foi definitivamente alterada em setembro      de 1930, \u00e0s v\u00e9speras da revolu\u00e7\u00e3o que levou Get\u00falio Vargas ao poder.<\/p>\n<h4>Geografia<\/h4>\n<p>Possui      clima tropical \u00famido no litoral, com chuvas abundantes. \u00c0 medida que se desloca      para o interior, depois da Serra da Borborema, o clima torna-se semi-\u00e1rido      e sujeito a estiagens prolongadas e precipita\u00e7\u00f5es abaixo dos 500mm. As temperaturas      m\u00e9dias anuais ultrapassam os 26\u00ba, com algumas exce\u00e7\u00f5es no Planalto da Borborema,      onde a temperatura m\u00e9dia \u00e9 de 24\u00ba.<\/p>\n<h4>Reservas Naturais<\/h4>\n<p>Parque      Arruda C\u00e2mara \u0096 Bica- (Jo\u00e3o Pessoa)<br \/>\n     Jardim Bot\u00e2nico Benjamim Maranh\u00e3o \u0096 Mata do Buraquinho- (Jo\u00e3o Pessoa)<br \/>\n     Parque Estadual do Aratu \u0096 Mata do Aratu- (Microrregi\u00e3o de Jo\u00e3o Pessoa)<br \/>\n     Reserva da Usina S\u00e3o Jo\u00e3o (Santa Rita)<br \/>\n     Esta\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica do Pau-Brasil (Mamaguape)<br \/>\n     Reserva Biol\u00f3gica Guaribas (Mamaguape\/RioTinto)<br \/>\n     Reserva Ecol\u00f3gica Mata do Rio Vermelho (Rio Tinto)<br \/>\n     Parque Estadual Pedra da Boca (Araruna)<br \/>\n     Monumento Natural Vale dos Dinossauros (Sousa)<br \/>\n     \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental das On\u00e7as (S\u00e3o Jo\u00e3o do Tigre)<\/p>\n<h4>Relevo<\/h4>\n<p>A      maior parte do territ\u00f3rio paraibano \u00e9 constitu\u00edda por rochas resistentes,      e bastante antigas, que remontam a era pr\u00e9-cambriana com mais de 2,5 bilh\u00f5es      de anos.<\/p>\n<p>Elas      formam um complexo cristalino que favorecem a ocorr\u00eancia de minerais met\u00e1licos,      n\u00e3o met\u00e1licos e gemas. Os s\u00edtios arqueol\u00f3gicos e paleontol\u00f3gicos, tamb\u00e9m resultam      da idade geol\u00f3gica desses terrenos.<\/p>\n<p>No      litoral temos a Plan\u00edcie Litor\u00e2nea que \u00e9 formada pelas praias e terras arenosas.<\/p>\n<p>Na      regi\u00e3o da mata, temos os tabuleiros que s\u00e3o formados por ac\u00famulos de terras      que descem de lugares altos.<\/p>\n<p>No      Agreste (e Brejo), temos algumas depress\u00f5es que ficam entre os tabuleiros      e o Planalto da Borborema, onde se encontram muitas serras, como a Serra da      Araruna, a Serra de Cuit\u00e9, Serra da Jurema, Serra do Bodopit\u00e1 e a Serra de      Teixeira. Encontra-se no munic\u00edpio de Araruna o Parque Estadual Pedra da Boca.<\/p>\n<p>O      Planalto da Borborema ou Chapada da Borborema \u00e9 o mais marcante acidente do      relevo do estado. Na Para\u00edba ele tem um papel fundamental no conjunto do relevo,      rede hidrogr\u00e1fica e nos climas. As serras e chapadas atingem altitudes que      variam de 300 a 800 metros de altitude.<\/p>\n<p>No      sert\u00e3o, temos uma depress\u00e3o sertaneja que se estende do munic\u00edpio de Patos      at\u00e9 ap\u00f3s a Serra da Vira\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A      Serra de Teixeira \u00e9 uma das mais conhecidas, com uma altitude m\u00e9dia de 700      metros, onde se encontra o ponto culminante da Para\u00edba, a sali\u00eancia do Pico      do Jabre, que tem uma altitude de 1.197 metros acima do n\u00edvel do mar, e fica      localizado no munic\u00edpio de Matureia.<\/p>\n<h4>Hidrografia<\/h4>\n<p>Na      hidrografia da Para\u00edba, os rios fazem parte de dois setores, Rios Litor\u00e2neos      e Rios Sertanejos. O estado encontra-se com 97,78% de seu territ\u00f3rio dentro      do pol\u00edgono das secas, segundo dados da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para      Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO).<\/p>\n<p><strong>Rios      Litor\u00e2neos<\/strong>\u00a0\u0096      s\u00e3o rios que nascem na Serra da Borborema e v\u00e3o em busca do litoral paraibano,      para desaguar no Oceano Atl\u00e2ntico. Entre estes tipos de rios podemos destacar:      o Rio Para\u00edba, que nasce no alto da Serra de Jabitac\u00e1, no munic\u00edpio de Monteiro,      com uma extens\u00e3o de 360 km de curso d\u0092\u00e1gua e o maior rio do estado. Tamb\u00e9m      podemos destacar outros rios, como o Rio Curimata\u00fa e o Rio Mamanguape.<\/p>\n<p><strong>Rios      Sertanejos<\/strong>\u00a0\u0096      s\u00e3o rios que v\u00e3o em dire\u00e7\u00e3o ao norte em busca de terras baixas e desaguando      no litoral do Rio Grande do Norte. O rio mais importante deste grupo \u00e9 o Rio      Piranhas, que nasce na Serra do Bong\u00e1, perto da divisa com o estado do Cear\u00e1.      Esse rio \u00e9 muito importante para Sert\u00e3o da Para\u00edba, pois atrav\u00e9s desse rio      \u00e9 feita a irriga\u00e7\u00e3o de grandes extens\u00f5es de terras no sert\u00e3o. Tem ainda outros      rios, como o Rio do Peixe, Rio Pianc\u00f3 e o Rio Espinhara, todos afluentes do      Rio Piranhas. Os rios da Para\u00edba est\u00e3o inseridos na Bacia do Atl\u00e2ntico Nordeste      Oriental e apenas os rios que nascem na Serra da Borborema e na Plan\u00edcie Litor\u00e2nea      s\u00e3o perenes. Os outros rios s\u00e3o tempor\u00e1rios e correm em dire\u00e7\u00e3o ao norte,      desaguando no litoral do Rio Grande do Norte.<\/p>\n<h4>Vegeta\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>A      vegeta\u00e7\u00e3o litor\u00e2nea do estado da Para\u00edba apresenta, matas, manguezais e cerrados,      que recebem a denomina\u00e7\u00e3o de \u0093tabuleiro\u0094, formado por gram\u00edneas      e arbustos tortuosos, predominantemente representados, entre outras esp\u00e9cies      por batiput\u00e1s e mangabeiras. Formadas por floresta Atl\u00e2ntica, as matas registram      a presen\u00e7a de \u00e1rvores altas, sempre verdes, como a peroba e a sucupira. Localizados      nos estu\u00e1rios, os manguezais apresentam \u00e1rvores com ra\u00edzes de suporte, adaptadas      \u00e0 sobreviv\u00eancia neste tipo de ambiente natural.<\/p>\n<p>A      vegeta\u00e7\u00e3o nativa do planalto da Borborema e do Sert\u00e3o caracteriza-se pela      presen\u00e7a da caatinga, devido ao clima quente e seco caracter\u00edstico da regi\u00e3o.      A caatinga pode ser do tipo arb\u00f3reo, com esp\u00e9cies como a bara\u00fana, ou arbustivo      representado, entre outras esp\u00e9cies pelo xique-xique e o mandacaru.<\/p>\n<h4>Popula\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Segundo      dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica), a popula\u00e7\u00e3o      da Para\u00edba \u00e9 de 3.766.528 (Censo 2010), correspondente a 1,9% da popula\u00e7\u00e3o      nacional. A densidade demogr\u00e1fica estadual \u00e9 de 66,70hab\/km\u00b2. A popula\u00e7\u00e3o      da Para\u00edba \u00e9 em sua maioria Parda, somando 52,29%, seguido pelos Brancos,      com 42,59%; Negros, com 3,96%; e Amarelos ou Ind\u00edgenas, com 0,36% e os sem      declara\u00e7\u00e3o, com 0,79%.<\/p>\n<p>Cidades      paraibanas com popula\u00e7\u00e3o acima de 25 mil habitantes (IBGE)<\/p>\n<p>1.      Jo\u00e3o Pessoa \u0096 733.154<br \/>\n     2. Campina Grande \u0096 387.643<br \/>\n     3. Santa Rita \u0096 121.166<br \/>\n     4. Patos- 101.358<br \/>\n     5. Bayeux- 100.136<br \/>\n     6. Sousa- 66.135<br \/>\n     7. Cabedelo-59.104<br \/>\n     8. Cajazeiras- 58.793<br \/>\n     9. Guarabira- 55.657<br \/>\n     10. Sap\u00e9- 50.357<br \/>\n     11. Mamanguape- 42.602<br \/>\n     12. Queimadas- 41.297<br \/>\n     13. Pombal- 32.122<br \/>\n     14. Esperan\u00e7a- 31.320<br \/>\n     15. S\u00e3o Bento- 31.236<br \/>\n     16. Monteiro- 31.095<br \/>\n     17. Catol\u00e9 do Rocha- 28.922<br \/>\n     18. Alagoa Grande- 28.426<br \/>\n     19. Pedras de Fogo- 27.389<br \/>\n     20. Sol\u00e2nea- 26.505<\/p>\n<h4>Cultura<\/h4>\n<p>As atividades art\u00edsticas culturais no Estado e outros eventos que integram      o calend\u00e1rio cultural e tur\u00edstico, n\u00e3o est\u00e3o localizados apenas em Jo\u00e3o Pessoa      e Campina Grande. Outros munic\u00edpios paraibanos t\u00eam se destacado com produ\u00e7\u00f5es      e circula\u00e7\u00f5es culturais. <\/p>\n<p>Como os demais estados nordestinos a Para\u00edba est\u00e1 enraizada nas origens ib\u00e9ricas,      africanas e ind\u00edgenas. H\u00e1 as dan\u00e7as e os folguedos, que na sua maioria est\u00e3o      ligados aos festejos religiosos e populares. <\/p>\n<p>S\u00e3o as festas carnavalescas, juninas, festas que vem junto com o ver\u00e3o ou      com o inverno, e as festas de car\u00e1ter religioso como as celebra\u00e7\u00f5es dos padroeiros      e padroeiras que acontecem em v\u00e1rios munic\u00edpios paraibanos, em \u00e9pocas diferentes,      durante todo o ano.<\/p>\n<h4>Teatros<\/h4>\n<p>O      primeiro teatro edificado na Para\u00edba foi o Teatro Minerva, localizado em Areia,constru\u00eddo      em 1854.<\/p>\n<p>Em      1889 , foi constru\u00eddo o Teatro Santa Roza, em Jo\u00e3o Pessoa , atualmente o mais      importante da Para\u00edba, n\u00e3o s\u00f3 pela impon\u00eancia de sua arquitetura neocl\u00e1ssica,      mas sobretudo por sua hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Em      seguida, o Teatro Santa Ignez, em Alagoa Grande, constru\u00eddo no in\u00edcio do s\u00e9culo      XX.<\/p>\n<p>O      Teatro Municipal Severino Cabral, em Campina Grande, foi constru\u00eddo nos anos      60. Um projeto arquitet\u00f4nico de linhas modernas e bastante arrojadas para      a \u00e9poca, assim como o Teatro Paulo Pontes, no Espa\u00e7o Cultural Jos\u00e9 Lins do      Rego, que \u00e9 considerado um dos mais modernos do nordeste. Outros teatros paraibanos:      Teatro de Arena do Espa\u00e7o Cultural Jos\u00e9 Lins do R\u00eago, Teatro Lima Penante,      Teatro Ariano Suassuna, Teatro Piolin, Teatro Santa Rosa e Teatro Ednaldo      do Egypto (Jo\u00e3o Pessoa) Teatro Santa Catarina (Cabedelo) Teatro Ir\u00e1cles Pires      (Cajazeiras) Teatro Alverga (Guarabira) Centros Culturais, Museus e N\u00facleos      de Arte e Cultura: Em v\u00e1rios munic\u00edpios podem ser visitados centros culturais      e espa\u00e7os museogr\u00e1ficos onde se encontram pe\u00e7as de arte, documentos e uma      variedade de bens culturais representativos da cultura nacional, regional      e especialmente local.<\/p>\n<p><strong>Jo\u00e3o      Pessoa:<\/strong>\u00a0Centro      Cultural S\u00e3o Francisco Funda\u00e7\u00e3o Casa Jos\u00e9 Am\u00e9rico Casar\u00e3o 34 Esta\u00e7\u00e3o Cabo      Branco Ci\u00eancia, Cultura e Artes Museu Jos\u00e9 Lins do Rego NAC- N\u00facleo de Arte      Contempor\u00e2nea Pinacoteca da Universidade Federal da Para\u00edba Campina Grande:      Museu de Arte Assis Chateaubriand Museu de Hist\u00f3ria e Tecnologia do Algod\u00e3o      Museu Hist\u00f3rico de Campina Grande<\/p>\n<p><strong>Areia:<\/strong>\u00a0Museu      do Brejo da Para\u00edba Museu Regional de Areia Museu Casa Pedro Am\u00e9rico<\/p>\n<p><strong>Alagoa      Grande:<\/strong>\u00a0Museu      A Vida e Obra de Jackson do Pandeiro<\/p>\n<p><strong>Bananeiras:<\/strong>\u00a0Museu      da Esta\u00e7\u00e3o Barra de S\u00e3o Miguel: Museu Hist\u00f3rico Patos: Museu Ernani S\u00e1tiro<\/p>\n<p><strong>Pombal:<\/strong>\u00a0Museu      Newton Pordeus Seixas Serra Branca: Museu Regional do Cariri<\/p>\n<p><strong>Santa      Luzia:<\/strong>\u00a0Funda\u00e7\u00e3o      Museu Comunit\u00e1rio de Santa Luzia<\/p>\n<p><strong>Tapero\u00e1:<\/strong>\u00a0Museu      da Universidade Leiga do Trabalho<\/p>\n<h4>Artesanato<\/h4>\n<p>A Para\u00edba se destaca na produ\u00e7\u00e3o de bordados, como o croch\u00ea e o tric\u00f4, e      nas rendas de labirinto e renascen\u00e7a. Com a tecelagem de mantas e redes de      dormir. Na cer\u00e2mica h\u00e1 panelas, potes, jarros e quartinhas, e v\u00e1rios artistas      que produzem bonecos em barro, madeira, pano ou estopa. <\/p>\n<p>Nas regi\u00f5es litor\u00e2neas e entre os povos ind\u00edgenas encontram-se muitos artistas      que produzem artesanato feito com coco, osso, conchas e mariscos. Muitos no      interior da Para\u00edba usam a habilidade manual para produzir brinquedos populares      feitos na maioria das vezes com madeira e outros objetos. <\/p>\n<p>Uma diversidade de t\u00e9cnicas utilizadas por nossos artes\u00f5es, que criam diversos      objetos do artesanato popular. Encontram-se nas casas especializadas em comercializar      a arte popular e nos mercados de artesanato mantidos pelo poder p\u00fablico e      em feiras livres. <\/p>\n<p>Em Jo\u00e3o Pessoa temos a Casa do Artista Popular, que \u00e9 um espa\u00e7o permanente      onde divulgamos o que a Para\u00edba produz de melhor. Temos tamb\u00e9m o Sal\u00e3o do      Artesanato Paraibano, que acontece uma vez ao ano e \u00e9 um evento que re\u00fane      mais de cem artistas, que na ocasi\u00e3o mostram e vendem o que produzem.<\/p>\n<h4>Culin\u00e1ria<\/h4>\n<p>Exuberante      e variada, a miscigena\u00e7\u00e3o das ra\u00e7as tornou a culin\u00e1ria paraibana um referencial      da gastronomia nordestina. Levando os turistas a aprecia\u00e7\u00e3o de uma deliciosa      combina\u00e7\u00e3o de sabores e cores, contribuindo assim, com o desenvolvimento local.No      litoral, logo ap\u00f3s a pesca, podem ser preparados pratos com a agulhinha frita,      pratos \u00e0 base do camar\u00e3o, peixada e vindos do mangue os famosos caldinhos      de caranguejo com leite de coco.<\/p>\n<p>No      s\u00e9culo XVIII na regi\u00e3o compreendida entre o centro-norte paraibano e as cidades      do serid\u00f3 norte-rio grandense surgiu a carne-de sol, um dos pratos mais caracter\u00edsticos      do Estado como de todo o Nordeste. V\u00e1rios restaurantes se especializaram na      prepara\u00e7\u00e3o deste prato acompanhada com macaxeira, feij\u00e3o verde e manteiga      da terra.<\/p>\n<h4>Destinos<\/h4>\n<p><strong>Cariri \u0096 Um tributo a voc\u00ea<\/strong><\/p>\n<p>Um      roteiro repleto de sensa\u00e7\u00f5es, dispondo de rico artesanato, deliciosa gastronomia      regional e raras belezas naturais. Como porta de entrada, tem-se Campina Grande,      \u0093Rainha da Borborema\u0094, terra onde acontece o Maior S\u00e3o Jo\u00e3o do Mundo      durante todo o m\u00eas de junho.<\/p>\n<p>Adentrando-se      no Cariri temos: Boqueir\u00e3o, a cidade das \u00e1guas, do peixe e da tecelagem artesanal;      Boa Vista, terra do artesanato de chit\u00e3o (dos famosos vestidos de chita),      do queijo de coalho e da bentonita (esp\u00e9cie de argila); S\u00e3o Jo\u00e3o do Cariri      e a Muralha do Meio do Mundo, no s\u00edtio Picoito, onde \u00e9 poss\u00edvel conhecer as      inscri\u00e7\u00f5es rupestres nos pared\u00f5es de rocha; Sum\u00e9 com preservado Centro Hist\u00f3rico;      Monteiro Terra de grandes nomes da cultura paraibana, como Zab\u00e9 da Loca, Fl\u00e1vio      Jos\u00e9 e Pinto do Monteiro, que podem ser conhecidos no Museu Hist\u00f3rico de Monteiro      e Cabaceiras, com destaque para o Lajedo Pai Mateus, lugar m\u00edstico, cen\u00e1rio      de v\u00e1rios filmes e para um por do sol inesquec\u00edvel. Seus atrativos e a receptividade      de sua gente contribuem para um interessante roteiro de viagem.<\/p>\n<p><strong>Caminho dos Engenhos<\/strong><\/p>\n<p>As      trilhas ecol\u00f3gicas e a arquitetura secular dos antigos casar\u00f5es e engenhos      de cana-de-a\u00e7\u00facar formam um encantador roteiro hist\u00f3rico, ecol\u00f3gico e gastron\u00f4mico.      No brejo paraibano, o ar buc\u00f3lico de interior e a atmosfera de viagem ao passado      levam o visitante a conhecer e vivenciar a hist\u00f3ria da civiliza\u00e7\u00e3o do a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p>A      riqueza do artesanato regional, a produ\u00e7\u00e3o da rapadura e da cacha\u00e7a, uma das      mais premiadas cacha\u00e7as brasileiras, as manifesta\u00e7\u00f5es culturais e a natureza      exuberante fazem deste charmoso roteiro uma excelente op\u00e7\u00e3o de viagem.<\/p>\n<p><strong>Entre Rios e Mar<\/strong> <\/p>\n<p>O      Polo Costa das Piscinas contempla 12 munic\u00edpios que se distribuem em uma \u00e1rea      de 2.503 km\u00b2 de belezas naturais, oferecendo op\u00e7\u00f5es de praias quase desertas      e diversificados ecossistemas costeiros (estu\u00e1rios de rios, mangues, dunas,      fal\u00e9sias e cord\u00f5es marinhos), com destaque para: Areia Vermelha (Cabedelo)      e Pic\u00e3ozinho (Jo\u00e3o Pessoa) \u0096 com suas belas piscinas de corais. A praia      de naturismo Tambaba, no munic\u00edpio de Conde e, ainda, a praia da Barra do      Rio Mamanguape situada em importante \u00c1rea de Preserva\u00e7\u00e3o Ambiental \u0096      APA, onde est\u00e1 localizado o Centro do Peixe-Boi-Marinho. H\u00e1 tamb\u00e9m o \u00faltimo      reduto ind\u00edgena, remanescente da Tribo Potiguara na Para\u00edba, em Ba\u00eda da Trai\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o      Pessoa, capital do Estado, disp\u00f5e de praias urbanizadas com bons servi\u00e7os      tur\u00edsticos e uma reconhecida potencialidade hist\u00f3rico-cultural presente em      seus monumentos e na riqueza de sua cultura popular.<\/p>\n<h4>Roteiros<\/h4>\n<p><strong>Brejo<\/strong><\/p>\n<p>A      regi\u00e3o est\u00e1 localizada na mesorregi\u00e3o do Agreste Paraibano, est\u00e1 dividida      em oito munic\u00edpios: Matinhas, Alagoa Nova, Alagoa Grande, Areia, Pil\u00f5es, Serraria,      Borborema e Bananeiras.<\/p>\n<p>O      Brejo paraibano compreende um conjunto de paisagem serrana com altitude media      de 550 m e temperaturas oscilando entre 12 e 18 graus no per\u00edodo de junho      a agosto. Um cen\u00e1rio de clima frio, repleto de rios, cachoeiras, trilhas e      mata atl\u00e2ntica, al\u00e9m , patrim\u00f4nio hist\u00f3rico das cidades centen\u00e1rias que promovem      eventos e a pr\u00e1tica de outros segmentos do turismo como: aventura, ecoturismo,      religioso, hist\u00f3rico cultural, neg\u00f3cios, entre outros.<\/p>\n<p>Localizada      aproximadamente 120km de Jo\u00e3o Pessoa e a 70km de Campina Grande, possuem equipamentos      hoteleiros e restaurantes servindo a rica gastronomia regional.<\/p>\n<p>Regi\u00e3o      importante produtora da rapadura artesanal e da cacha\u00e7a de alambique. Uma      viagem na hist\u00f3ria desta regi\u00e3o leva aos tempos \u00e1ureos dos engenhos de cana      de a\u00e7\u00facar, permite ao visitante degustar produtos feitos na hora e participar      da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No      seu rico patrim\u00f4nio hist\u00f3rico, encontramos: teatros, engenhos, museus, ladeiras      e casar\u00f5es que contam a historia do nosso Estado. Sempre acompanhados da hospitalidade      brejeira e da rica gastronomia, acompanhada das melhores cacha\u00e7as da Para\u00edba.<\/p>\n<p>A      regi\u00e3o \u00e9 ber\u00e7o de renomados artistas, como o artista pl\u00e1stico Pedro Am\u00e9rico,      o m\u00fasico Jackson do Pandeiro, o escritor Jos\u00e9 Am\u00e9rico de Almeida, e a l\u00edder      sindical Margarida Alves, entre outros nomes.<\/p>\n<p><strong>Cariri<\/strong><\/p>\n<p>A      regi\u00e3o do Cariri est\u00e1 localizado no tr\u00f3pico semi-\u00e1rido do Estado da Para\u00edba,      na mesorregi\u00e3o da Borborema, e se caracteriza por apresentar elevadas temperaturas      e poucas chuvas ao longo do ano.<\/p>\n<p>O      Cariri \u00e9 um dos destinos tur\u00edsticos mais procurados do interior paraibano,      onde s\u00e3o encontrados atrativos paisag\u00edsticos e culturais em toda a regi\u00e3o,      que abrange 29 munic\u00edpios.<\/p>\n<p>A      economia caririzeira esta voltada para a cria\u00e7\u00e3o do bode. Mas existe outras      culturas como do algod\u00e3o tradicional, e os novos cultivos do algod\u00e3o colorido      in natura introduzido nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>Cerca      de 12 munic\u00edpios s\u00e3o apontados como possuidores de potencial tur\u00edstico. Entre      outros est\u00e3o os munic\u00edpios de Cabaceiras, S\u00e3o Jo\u00e3o do Cariri, Serra Branca,      Monteiro e Prata<\/p>\n<p>Nesta      regi\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel conhecer s\u00edtios arqueol\u00f3gicos com inscri\u00e7\u00f5es e figuras rupestres      da Tradi\u00e7\u00e3o Agreste e Itacoatiara. As manifesta\u00e7\u00f5es populares, folcl\u00f3ricas      e os festejos religiosos s\u00e3o uma marca do Cariri. No folclore regional encontramos      as manifesta\u00e7\u00f5es ligadas ao ciclo do gado, como as vaquejadas, corridas de      argolinhas, a pega do boi, o aboio, emboladores de coco, as congadas, repentistas      e romarias. A musicalidade est\u00e1 presente em toda a popula\u00e7\u00e3o do Cariri, principalmente      o forr\u00f3-p\u00e9-de-serra.<\/p>\n<p>A      regi\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 lembrada pelos lajedos, pedras furadas e os mares de pedras.      O Lajedo do Pai Mateus, no munic\u00edpio de Cabaceiras, est\u00e1 consolidado como      um dos mais importantes destinos tur\u00edsticos no interior da Para\u00edba.<\/p>\n<p>Em      S\u00e3o Jo\u00e3o do Cariri, a Muralha dos Gigantes, \u00e9 uma eleva\u00e7\u00e3o de rochas gran\u00edticas      e metam\u00f3rficas que se prolonga desde a divisa com o Rio Grande do Norte at\u00e9      as proximidades de Pernambuco, cortando a Para\u00edba de norte a sul.<\/p>\n<p>Em      Monteiro destaca-se na paisagem natural a serra do Peru, cujo mirante permite      vista panor\u00e2mica do bioma caatinga e lugarejos pr\u00f3ximos, e a Serra do Jabitac\u00e1,      onde brotam as nascentes do Rio Para\u00edba, maior curso d\u00b4\u00e1gua do Estado.<\/p>\n<p>No      seu artesanato, artigos r\u00fasticos de couro, fibras vegetais e algod\u00e3o, associados      \u00e0 t\u00edpica culin\u00e1ria regional, t\u00eam mercado certo dentro e fora da regi\u00e3o do      Cariri. O tear manual para produ\u00e7\u00e3o de redes, tapetes, mantas e bolsas fortalece      a economia regional e constitui mais um elemento para o desenvolvimento do      turismo local.<\/p>\n<p><strong>Litoral<\/strong><\/p>\n<p>O litoral paraibano tem uma extens\u00e3o de 138 Km, desde o estu\u00e1rio do rio Graj\u00fa      (ao Norte, limitando-se com o Rio Grande do Norte) at\u00e9 outro estu\u00e1rio, do      Rio Goiana ao Sul, limitando-se com Pernambuco). <\/p>\n<p>Com um clima tropical \u00famido, chuvas no inverno e parte do outono, possui      cerca de 55 praias naturais e urbanizadas, onde as suas areias claras, mar      verde-azulado \u00e9 incrementado por suaves enseadas, barras, estu\u00e1rios, restingas,      cord\u00f5es litor\u00e2neos, tabuleiros, fal\u00e9sias e salpicada, em v\u00e1rios trechos, por      coqueiros, cajueiros, ma\u00e7arandubas e guajirus.<\/p>\n<h5>Litoral      Sul<\/h5>\n<p><strong>Tamba\u00fa<\/strong>\u00a0\u0096      A 1 Km mar a dentro, \u00e0 altura da praia de Tamba\u00fa, existe a presen\u00e7a de arrecifes      coralineos, descont\u00ednuos, amenizando a for\u00e7a do mar e atuando como quebra-mar      natural que em per\u00edodo de mar\u00e9s mais baixas \u00e9 denominado de Pic\u00e3ozinho, onde      o acesso \u00e9 realizado atrav\u00e9s de barcos. Com os arrecifes emergem como plat\u00f4      recortados por canais e piscinas de \u00e1guas l\u00edmpidas e transparentes, chegando      at\u00e9 observar pequenos peixes e crust\u00e1ceos.<\/p>\n<p><strong>Cabo      Branco<\/strong>\u00a0\u0096      Na praia do Cabo Branco h\u00e1 uma faixa de praias limitadas pelos pared\u00f5es verticais      das fal\u00e9sias, com altura m\u00e9dia de 50 metros, emoldurando as costas do litoral      Sul e sendo formada, eminentemente, por terrenos de cor avermelhadas, recobertos      por resto de Mata Atl\u00e2ntica, que predominava em expressiva \u00e1rea costeira do      Estado. Parte destas encostas florestadas foram tombadas pelo Governo Federal      e constituem \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p><strong>Tambaba<\/strong>\u00a0\u0096      A 25 Km de Jo\u00e3o Pessoa, localizada \u00e0 Barra de Gara\u00fa, no munic\u00edpio do Conde,      em Tambaba, foi instalada o primeiro campo de naturismo oficial do Nordeste,      o segundo do Brasil. Com uma extens\u00e3o de 1,7 metros de pura beleza selvagem,      estando protegida gra\u00e7as as suas fal\u00e9sias altas e \u00edngremes, ora cobertas por      uma mata densa, ora desnudas, enaltecendo o colorido dos terrenos de cor avermelhada      ou branca. O acesso a esta praia \u00e9 facilitado pela Rodovia Estadual PB-008,      integrada \u00e0 rodovia Conde-Jacum\u00e3.<\/p>\n<p><strong>Coqueirinho<\/strong>\u00a0\u0096      A praia de Coqueirinho, como diz o nome, possui muitos coqueiros. Tem forma      arredondada com v\u00e1rias fal\u00e9sias. Em um dos seus trechos tem \u00e1guas claras,      ondas fracas e arrecifes. Em outro ponto, possui ondas fortes em mar aberto,      que formam grutas naturais nas rochas. Coqueirinho \u00e9 considerada como sendo      uma das praias mais belas do litoral paraibano, ideal para mergulhos, surfe      e pr\u00e1tica de pesca submarina e para camping.<\/p>\n<h5>Litoral      Norte<\/h5>\n<p><strong>Areia      Vermelha<\/strong>\u00a0\u0096      N\u00e3o \u00e9 uma praia e sim uma ilha que se encontra a 1,5 Km da costa, localizada      em frente \u00e0 praia de Camboinha, em Cabedelo. S\u00f3 aparece quando a mar\u00e9 est\u00e1      baixa. Seu nome \u00e9 proveniente da colora\u00e7\u00e3o de suas areias avermelhadas, \u00e9      um recanto paradis\u00edaco, formado de piscinas naturais, peixes e corais ao alcance      das m\u00e3os. A \u00e1gua \u00e9 cristalina, \u00f3tima para a pr\u00e1tica de mergulho livre.<\/p>\n<p><strong>Praia      do Jacar\u00e9<\/strong>\u00a0\u0096      Aqui a natureza oferece um dos seus mais belos espet\u00e1culos associado ao que      a cultura humana \u00e9 capaz de produzir de melhor. O p\u00f4r-do-sol na Praia do Jacar\u00e9,      localizada na cidade de Cabedelo, a 18 Km de Jo\u00e3o Pessoa, \u00e9 parada obrigat\u00f3ria.      Ao som do Bolero de Ravel, os visitantes podem assistir a este espet\u00e1culo      da natureza.<\/p>\n<p>Recentemente      uma regi\u00e3o da Praia do Jacar\u00e9, onde se localizam bares e onde as pessoas se      concentram para apreciar o p\u00f4r do Sol, foi urbanizada e recebeu uma infra-estrutura      digna de um lugar com grande potencial tur\u00edstico. Foram constru\u00eddos um amplo      estacionamento, passarelas com detalhes em mosaicos, bancos de cimento e,      como n\u00e3o poderia deixar de ser, muitos lixeiros foram espalhados por todos      os lugares.<\/p>\n<p><strong>Praia      de Intermares<\/strong>\u00a0\u0096      A praia de Intermares, localizada no munic\u00edpio de Cabedelo (a 18 Km de Jo\u00e3o      Pessoa, na Para\u00edba) \u00e9 considerada uma das mais belas do litoral brasileiro,      mas com alguns diferenciais que as concorrentes n\u00e3o possuem. Praia considerada      urbana, apesar de ter poucas constru\u00e7\u00f5es pr\u00f3ximas, \u00e9 um dos principais points      dos surfistas nordestinos e, claro dos paraibanos. Treinar em Intermares,      por exemplo, foi uma das primeiras escolas do campe\u00e3o mundial de surf, o paraibano      F\u00e1bio Gouveia. Fabinho deu os seus primeiros passos, ali\u00e1s, nados em Intermares,      local predileto para os seus treinos e competi\u00e7\u00f5es. A praia tamb\u00e9m \u00e9 espa\u00e7o      apropriado para as atividades da Ong Guajiru, que gerencia o Projeto Tartarugas      Urbanas. Em tr\u00eas quil\u00f4metros de praia existem mais de 50 ninhos da tartaruga.      Apesar do per\u00edodo de desova acontecer em setembro, ainda \u00e9 poss\u00edvel encontrar      alguns ninhos.<\/p>\n<p><strong>Praia      de Camaratuba<\/strong>\u00a0\u0096      A praia de Barra de Camaratuba est\u00e1 localizada na divisa entre a Para\u00edba e      o Rio Grande do Norte, situada entre os rios Camaratuba e Guaj\u00fa, distante      110 km da capital Jo\u00e3o Pessoa. Na \u00e1rea existe uma pequena vila de pescadores      pertencente ao munic\u00edpio de Mataraca (PB). Privilegiada pela sua exuber\u00e2ncia      natural e selvagem, a praia proporciona aos visitantes diversos passeios para      conhecer os encantos e magias da regi\u00e3o. Tranq\u00fcilidade e harmonia do homem      com a natureza s\u00e3o caracter\u00edsticas marcantes desta praia rica em coqueirais,      fal\u00e9sias, rios e lagoas. Al\u00e9m de emocionantes passeios de buggy pelas extensas      praias ligando a Para\u00edba ao Rio Grande do Norte, o turista tem a oportunidade      de conhecer a reserva ind\u00edgena dos \u0091potiguaras\u0092 vivenciando os costumes      e dan\u00e7as com os nativos. O acesso \u00e0 reserva ind\u00edgena se faz de barco ou jangada,      atrav\u00e9s de um manguezal.<\/p>\n<p><strong>Dist\u00e2ncia      de Jo\u00e3o Pessoa para as praias<\/strong><\/p>\n<p>Cabedelo      \u0096 18 Km<br \/>\n     Lucena \u0096 50 Km<br \/>\n     Areia Vermelha \u0096 12 Km<br \/>\n     Jacum\u00e3 \u0096 29 Km<br \/>\n     Tambaba \u0096 39 Km<br \/>\n     Ba\u00eda da Trai\u00e7\u00e3o \u0096 70 Km<br \/>\n     Mataraca \u0096 100 Km<br \/>\n     Pitimbu \u0096 65 Km<\/p>\n<h4>Sert\u00e3o<\/h4>\n<p>O      Sert\u00e3o Paraibano \u00e9 uma das quatro mesorregi\u00f5es da Para\u00edba. \u00c9 formada pela      uni\u00e3o de 83 munic\u00edpios agrupados em sete microrregi\u00f5es: Cajazeiras , Catol\u00e9      do Rocha, Itaporanga, Patos, Pianc\u00f3 Serra do Teixeira e Sousa, sendo os principais      centros urbanos: Patos, Sousa e Cajazeiras.<\/p>\n<p>\u00c9      detentor de uma diversidade hist\u00f3rica, cultural e paisag\u00edstica como em nenhum      outro lugar do pa\u00eds e do mundo. Apresenta um clima semi-\u00e1rido com belas serras      de forma\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas e arqueol\u00f3gicas desvendando um excelente lugar para      a pr\u00e1tica de esportes radicais, com temperatura m\u00e9dia entre 28 a 35 graus.<\/p>\n<p>S\u00e3o      v\u00e1rios os pontos tur\u00edsticos potenciais que se estende pelo sert\u00e3o paraibano.      Destaques para o Vale dos Dinossauros, em Sousa; a Fazenda Acau\u00e3, em Aparecida      e a Est\u00e2ncia Termal Brejo das Freiras, em S\u00e3o Jo\u00e3o do Rio do Peixe. E ainda,      outras quinze cidades: Cajazeiras, Coremas,(terra das \u00e1guas); Matur\u00e9ia, onde      existe o Pico do Jabre com 1197m, o mais alto do Estado; Patos; Pianc\u00f3, Pombal;      S\u00e3o Bento (terra das redes); Santa Luzia; S\u00e3o Mamede; Teixeira; Triunfo e      Vieir\u00f3polis.<\/p>\n<p>\u00c9      no sert\u00e3o que a Para\u00edba abriga um dos mais importantes s\u00edtios paleontol\u00f3gicos      do mundo, com mais de 50 tipos de pegadas de animais pr\u00e9-hist\u00f3ricos, espalhadas      por toda bacia sedimentar do Rio do Peixe em uma extens\u00e3o de 700 Km\u00b2. In\u00fameras      esp\u00e9cies de dinossauros viveram no sert\u00e3o paraibano entre 250 e 65 milh\u00f5es      de anos.<\/p>\n<p>Cientificamente      reconhecido como um dos lugares mais importantes para realiza\u00e7\u00e3o de estudos      paleontol\u00f3gicos, o Vale dos Dinossauros atrai estudiosos de todas as partes      do planeta.<\/p>\n<p>Em      Santa Luzia \u00e9 poss\u00edvel conhecer a comunidade de descendentes de escravos do      Quilombo do Talhado. J\u00e1 em S\u00e3o Gon\u00e7alo, constitui-se uma regi\u00e3o distrital      da cidade Sousa, onde s\u00e3o desenvolvidas atividades agr\u00edcolas da cultura do      coco, banana e outras culturas em \u00e1reas irrig\u00e1veis. Tamb\u00e9m sedia a Escola      Agrot\u00e9cnica Federal de Sousa.<\/p>\n<p>Ind\u00edcios      de petr\u00f3leo foram encontrados em alguns locais dessa regi\u00e3o, o que levou a      Petrobr\u00e1s, realizar trabalho de prospec\u00e7\u00e3o em v\u00e1rios munic\u00edpios. A possibilidade      de extra\u00e7\u00e3o em terra, do precioso l\u00edquido, causou uma reviravolta no pre\u00e7o      dos terrenos e im\u00f3veis da regi\u00e3o, bem como no comportamento dos sertanejos.<\/p>\n<h4>Neg\u00f3cios<\/h4>\n<p>A      Para\u00edba tem uma boa infraestrutura, destacando-se a malha rodovi\u00e1ria, em excelentes      condi\u00e7\u00f5es de tr\u00e1fego, interligando os principais centros produtores. O Estado      avan\u00e7ou al\u00e9m da m\u00e9dia regional em sistemas urbanos de abastecimento de \u00e1gua      e esgoto, distribui\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica e telecomunica\u00e7\u00f5es, apto a bem      atender a demanda atual e futura dos investimentos industriais.<\/p>\n<p>Para      uma superf\u00edcie pouco acima de 56 mil km2, a popula\u00e7\u00e3o disp\u00f5e de mais de 5.300      quil\u00f4metros de rodovias, 4.000 km estaduais e 1.300 km federais, uma das maiores      densidades de estradas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 superf\u00edcie. O sistema ferrovi\u00e1rio (708      km) faz o transporte de cargas entre Jo\u00e3o Pessoa e v\u00e1rias localidades do Estado.      Interliga-se com o Sul, via Recife-PE, e com o Norte, via Natal-RN, e com      o Cear\u00e1 via Campina Grande.<\/p>\n<p>O      Porto de Cabedelo, a 18 km de Jo\u00e3o Pessoa, \u00e9 o mais oriental do Brasil. Tem      700m de extens\u00e3o, 300m de largura e evoluir\u00e1, ap\u00f3s dragagem, para 13 metros      de profundidade. Movimentou 1,480.895 milh\u00f5es de toneladas at\u00e9 Outubro de      2011, destacando-se o petr\u00f3leo, carga geral e cereais. \u00c9 equipado a contento      para a movimenta\u00e7\u00e3o de cargas gerais e containers. Novos equipamentos pesados      de carga e descarga e de conserva\u00e7\u00e3o a frio est\u00e3o sendo adquiridos. Contam      recebimento de navios \u0093roll-on roll-off e trabalha num amplo e diversificado      projeto de amplia\u00e7\u00e3o e reequipamento.<\/p>\n<p>O      aeroporto opera a 8 km da Capital, disp\u00f5e de pista pavimentada de 2.515m e      de boas condi\u00e7\u00f5es para opera\u00e7\u00f5es de v\u00f4o, permitindo a aterrissagem de avi\u00f5es      de grande porte. Nele operam linhas regulares nacionais e internacionais .<\/p>\n<p>O      aeroporto Jo\u00e3o Suassuna, vizinho ao Distrito Industrial de Campina Grande,      opera com v\u00f4os di\u00e1rios para Bras\u00edlia e o Sul, via Recife.<\/p>\n<h5>Saiba      mais:<\/h5>\n<h4><strong>Rodovias<\/strong><\/h4>\n<p>Praticamente      todos os munic\u00edpios paraibanos est\u00e3o interligados por rodovias asfaltadas.      As rodovias federais mais importantes s\u00e3o: a BR-101, que liga Jo\u00e3o Pessoa      a Natal e a Recife; a BR-230 (Transamaz\u00f4nica) que corta o Estado de Leste      a Oeste, desde o Porto de Cabedelo, passando por Campina Grande, Cariri e      Sert\u00e3o e a BR-104 que liga o Agreste paraibano com Pernambuco e Rio Grande      do Norte.<\/p>\n<p><strong>\u00c1gua      e esgoto<\/strong><\/p>\n<p>No      contexto nordestino e em rela\u00e7\u00e3o ao pr\u00f3prio Pa\u00eds, a Para\u00edba apresenta \u00edndices      razo\u00e1veis de atendimento \u00e0s popula\u00e7\u00f5es urbanas em abastecimento de \u00e1gua e      saneamento.<\/p>\n<p>Nas      duas cidades que mais concentram o investimento industrial, Jo\u00e3o Pessoa e      Campina Grande, esses servi\u00e7os atendem \u00e0 demanda e oferecem estrutura para      futuras instala\u00e7\u00f5es industriais.<\/p>\n<p><strong>Aeroportos<\/strong><\/p>\n<p>O      Aeroporto Castro Pinto, a 8km de Jo\u00e3o Pessoa, com pista de 2.515 m, de boas      condi\u00e7\u00f5es para aterrissagem de avi\u00f5es de grande porte. Nele operam linhas      regulares nacionais e internacionais do sistema Charter.<\/p>\n<p>O      aeroporto Jo\u00e3o Suassuna, vizinho ao Distrito Industrial de Campina Grande,      opera com v\u00f4os di\u00e1rios para Bras\u00edlia e o Sul, via Recife.<\/p>\n<p><strong>Telecomunica\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>A      Para\u00edba conta com uma ampla infra-estrutura de empresas na \u00e1rea de Telecomunica\u00e7\u00f5es.      As principais empresas do setor encontram-se em nosso estado. Seja na \u00e1rea      de telefonia fixa ou m\u00f3vel, sua empresa contar\u00e1 com servi\u00e7os da OI, TIM Nordeste,      Embratel, VIVO, Claro, entre outras.<\/p>\n<p><strong>Energia      el\u00e9trica<\/strong><\/p>\n<p>Todos      os Distritos Industriais implantados e em implanta\u00e7\u00e3o possuem disponibilidade      de energia el\u00e9trica fornecida pela ENERGISA, em Jo\u00e3o Pessoa e todo Estado,      com exce\u00e7\u00e3o de Campina Grande, que tem fornecedora pr\u00f3pria, a CELB. O suprimento      \u00e9 feito pela CHESF Companhia Hidrel\u00e9trica de S\u00e3o Francisco. Ambas as empresas      foram adquiridas, atrav\u00e9s do processo de privatiza\u00e7\u00e3o, pelo grupo mineiro      Cataguazes.<\/p>\n<p><strong>G\u00e1s      Natural<\/strong><\/p>\n<p>A      Para\u00edba \u00e9 um dos Estados que mais investe em novas energias, entre eles, o      g\u00e1s natural. Com distribui\u00e7\u00e3o garantida atrav\u00e9s da PBG\u00e1s \u0096 concession\u00e1ria      de g\u00e1s natural, residencial, industrial, comercial e veicular, empresa de      economia mista do Governo Estadual \u0096 a Para\u00edba entra em destaque por      tamanha inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h4>Ecoturismo<\/h4>\n<p>A Para\u00edba possui entre seus atrativos uma vasta diversidade de \u00e1reas naturais,      em sua maioria, em bom estado de preserva\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>Os variados ecossistemas existentes em todo o Estado possibilitam      ao turista a intera\u00e7\u00e3o com diferentes paisagens e espa\u00e7os, entre eles:<\/strong>      Ilha da Restinga \u0096 Ilha fluvial, Situada no estu\u00e1rio do Rio Para\u00edba,      com cerca de 500 ha de \u00e1rea. <\/p>\n<p>Habitat de v\u00e1rias esp\u00e9cies de animais al\u00e9m de diversas formas de ecossistemas      tais como: Lagoas, manguezais, mata atl\u00e2ntica e apicuns; Parque Estadual Pedra      da Boca \u0096 trilhas por entre grutas e pared\u00f5es de rocha, conhecendo a      fauna e a flora da regi\u00e3o; Travessia da Serra do Bodopit\u00e1 \u0096 serra com      cerca de 43km de extens\u00e3o; a travessia acontece na regi\u00e3o do munic\u00edpio de      Fagundes. <\/p>\n<p>O roteiro percorre 15km passando pela Pedra de Santo Ant\u00f4nio e lajedos, terminando      na Casa de Cumpade, na fazenda Olho d\u0092\u00e1gua; as Itacoatiaras do Ing\u00e1 (inscri\u00e7\u00f5es      rupestres); Travessia dos Matac\u00f5es \u0096 15km por entre lajedos, na APA do      cariri; falcoaria no Parque das Pedras \u0096 roteiros para conhecer de perto      as aves de rapina da caatinga em seu habitat natural. <\/p>\n<p>Esses e muitos outros destinos ligados ao ecoturismo possibilitam ao turista      a oportunidade \u00edmpar de entrar em contato com a natureza, por meio de trilhas      em meio ao verde e ambientes preservados.<\/p>\n<h4>Religioso<\/h4>\n<p><strong>JOAO PESSOA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Festa      de Nossa Senhora da Penha<\/strong><\/p>\n<p>A Romaria em homenagem \u00e0 Nossa Senhora da Penha tem um percurso de 14 quil\u00f4metros      e acontece sempre no \u00faltimo domingo de novembro. Uma carreata conduz a imagem      da santa at\u00e9 a igreja de Nossa Senhora de Lourdes, no centro da capital.<\/p>\n<p> Saindo da igreja de Lourdes, na Av. Jo\u00e3o Machado, os romeiros passam pela      Av. Dom Pedro II, Campus da UFPB, avenida principal do bairro dos Banc\u00e1rios,      contorno da entrada do bairro de Mangabeira e seguem pela pista que d\u00e1 acesso      \u00e0 Praia da Penha at\u00e9 chegar a escultura em alum\u00ednio reciclado, de seis metros      de altura, da imagem de Nossa Senhora da Penha. O Santu\u00e1rio da Penha faz parte      do roteiro hist\u00f3rico e tur\u00edstico do litoral paraibano<\/p>\n<p><strong>PATOS<\/strong><\/p>\n<p><strong>Santu\u00e1rio      da Cruz da Menina<\/strong><\/p>\n<p>\u00c0      margem da estrada que liga Patos \u00e0 Pombal, pela rodovia BR-230, encontra-se      o santu\u00e1rio conhecido popularmente como \u0093A Cruz da Menina\u0094, local      de permanente romaria e atra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica, beneficiado com a constru\u00e7\u00e3o de      um moderno parque constitu\u00eddo de cobertura de alum\u00ednio (sobre a capela erguida      em mem\u00f3ria do tr\u00e1gico fato ocorrido em 1923), salas de ex-votos, casa das      velas, altar externo, ao p\u00e9 de uma cruz com 10 metros, lanchonete, lojas de      \u0093souvenir\u0094, teatro de arena, passarelas e jardins.<\/p>\n<h4>Artesanato<\/h4>\n<p><strong>Casa do Artista Popular<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/paraiba-07.jpg\" alt=\"Para\u00edba\" title=\"Para\u00edba\" \/><\/p>\n<p>A      Casa do Artista Popular foi inaugurada em 2006 com o objetivo de reunir o      que h\u00e1 de mais representativo do artesanato e da arte popular paraibana, no      intuito de preservar atividades artesanais desde sua hist\u00f3ria, cren\u00e7as e costumes      presentes nesta arte. No local, voc\u00ea encontra um acervo de mais de mil pe\u00e7as      representativas de todas as tend\u00eancias do universo criativo do artesanato      paraibano.<\/p>\n<p><strong>Onde      Fica<\/strong><br \/>\n     A casa est\u00e1 localizada na P\u00e7a. da Independ\u00eancia, 56, Centro. Acesso f\u00e1cil      de \u00f4nibus.<\/p>\n<p><strong>Por      Que ir<\/strong><br \/>\n     L\u00e1 pode-se ver uma cole\u00e7\u00e3o de mais de mil pe\u00e7as representativas do artesanato      paraibano, uma rara oportunidade de ver o que h\u00e1 mais interessante em um s\u00f3      lugar.<\/p>\n<p><strong>Quando      Ir<\/strong><br \/>\n     Visitas de ter\u00e7a a sexta, das 9h \u00e0s 17h, e s\u00e1bado, domingo e feriados, das      10h \u00e0s 18h.<\/p>\n<p><strong>Quem      Vai<\/strong><br \/>\n     Turistas, pesquisadores e estudantes de arte e cultura popular.<\/p>\n<p><strong>Quanto      Custa<\/strong><br \/>\n     Gratuito.<\/p>\n<h4>Sal\u00e3o do Artesanato Paraibano<\/h4>\n<p>Programa      de Artesanato da Para\u00edba<\/p>\n<p>O      programa de artesanato paraibano abrange todos os elos da cadeia produtiva      do Estado. Al\u00e9m disso, revela, em suas a\u00e7\u00f5es, a sensibilidade de buscar solu\u00e7\u00f5es      medianas, cujas interfaces permeiam da expans\u00e3o da produtividade \u00e0 adequa\u00e7\u00e3o      est\u00e9tica. Sem descuidar da preserva\u00e7\u00e3o dos contextos sociais mais tradicionais      e do enraizamento da cultura local, o programa mant\u00e9m, como o principal lastro      de balizamento, as condutas cotidianas dos artes\u00e3os.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/paraiba-08.jpg\" alt=\"Para\u00edba\" title=\"Para\u00edba\" \/><\/p>\n<p>Atualmente,      o Programa de Artesanato tem 5.860 artes\u00e3os cadastrados em 126 munic\u00edpios      assistidos no Estado. O Sal\u00e3o de Artesanato da Para\u00edba \u00e9 uma das atividades      do programa. O evento acontece duas vezes ao ano: no inverno, m\u00eas de junho,      em Campina Grande, e no ver\u00e3o, meses de dezembro e janeiro, em Jo\u00e3o Pessoa,      e possibilita a gera\u00e7\u00e3o de trabalho e renda por at\u00e9 seis meses ap\u00f3s a realiza\u00e7\u00e3o      da feira.<\/p>\n<p>O      Programa de Artesanato \u00e9 vinculado \u00e0 Secretaria de Estado do Turismo e do      Desenvolvimento Econ\u00f4mico com coordena\u00e7\u00e3o geral da primeira-dama do Estado,      P\u00e2mela B\u00f3rio.<\/p>\n<h4>Mercado de Artesanato da Para\u00edba<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/paraiba-09.jpg\" alt=\"Para\u00edba\" title=\"Para\u00edba\" \/><\/p>\n<p>O Mercado de Artesanato da Para\u00edba, conta com espa\u00e7o para lojas artigos t\u00edpicos      criado por artes\u00e3os da regi\u00e3o. Os produtos s\u00e3o variados desde: redes estampadas,      imagens de santos em estopa, cangaceiros em argila, j\u00f3ias com conchas, bordados      em renda e etc. S\u00e3o 120 Lojas variadas. <\/p>\n<p>N\u00e3o esquecendo das comidas com ingredientes regionais, dentre eles: castanha      e rapadura, al\u00e9m dos doces de buriti, carolina (coco branco queimado), alfenim      (massa de a\u00e7\u00facar em forma de flores ou animais) e sorda (esp\u00e9cie de p\u00e3o de      mel). Tudo isso no mercado de Artesanato.<\/p>\n<h4>Feirinha de artesanato de Tamba\u00fa<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/paraiba-010.jpg\" alt=\"Para\u00edba\" title=\"Para\u00edba\" \/><\/p>\n<p>A nova estrutura da Feirinha de Tamba\u00fa conta com 26 boxes destinados a alimenta\u00e7\u00e3o,      que t\u00eam mesas fixas em granito com cadeiras m\u00f3veis. Nos boxes funcionam lanchonetes      e restaurantes. <\/p>\n<p>O artesanato tamb\u00e9m disp\u00f5e de grande \u00e1rea na Feirinha de Tamba\u00fa. S\u00e3o 44 boxes      de alvenaria, al\u00e9m de um novo tipo de piso e nova arboriza\u00e7\u00e3o. Os investimentos      chegaram a mais de R$1,4 milh\u00e3o com a entrega das duas etapas da reurbaniza\u00e7\u00e3o      em 2008 e 2009.<\/p>\n<p>A      pra\u00e7a tem ainda uma ampla \u00e1rea de passeio, onde s\u00e3o realizados shows e diversas      apresenta\u00e7\u00f5es art\u00edstico-culturais. Oito mudas de ip\u00eas amarelos foram plantadas      no lugar, que tamb\u00e9m ganhou uma ilumina\u00e7\u00e3o especial. O local tem agora banheiros      p\u00fablicos e uma casa de res\u00edduos destinada ao armazenamento do lixo produzido      pelos comerciantes e usu\u00e1rios, adotando o crit\u00e9rio da coleta seletiva.<\/p>\n<p>Seguran\u00e7a,      higiene, praticidade e conforto s\u00e3o as melhorias destacadas pelos comerciantes      e os visitantes da \u00e1rea. No m\u00eas de dezembro, com o in\u00edcio do ver\u00e3o, a Feirinha      ganha ainda mais visibilidade e aparece como roteiro certo dos turistas que      chegam \u00e0 cidade de Jo\u00e3o Pessoa.<\/p>\n<p>A      vendedora de artesanato Marli Medeiros comemora o aumento de visitantes ao      seu box e espera que at\u00e9 o final do ver\u00e3o o movimento aumente. \u0093Em dezembro      j\u00e1 d\u00e1 para perceber que aumenta muito e espero que at\u00e9 o carnaval esse fluxo      de turistas aqui s\u00f3 fa\u00e7a aumentar\u0094, explica a vendedora.<\/p>\n<p>Respons\u00e1vel      por um dos boxes na Feirinha, Cristina Braga destaca que ap\u00f3s a reurbaniza\u00e7\u00e3o      a seguran\u00e7a do local melhorou. \u0093Voc\u00ea n\u00e3o v\u00ea mais aquelas pessoas transitando      com drogas, que antes assustavam os clientes. Sempre t\u00eam policiais por aqui      e todos se sentem mais seguros e essa seguran\u00e7a traz ainda mais as pessoas      at\u00e9 aqui\u0094, destacou.<\/p>\n<p><strong>Turistas      elogiam a Feirinha<\/strong>\u00a0\u0096      Acostumada a visitar a cidade de Jo\u00e3o Pessoa, a turista de S\u00e3o Lu\u00eds, Camponesa      Pessoa, destaca a evolu\u00e7\u00e3o urbana da feirinha e afirma que o local est\u00e1 mais      organizado. \u0093Isso \u00e9 aqui \u00e9 lindo e dava pena como era antes. Agora est\u00e1      uma maravilha. Eu sou f\u00e3 deste local\u0094, disse.<\/p>\n<p>Moradora      de Recife e acostumada a constantes visitas a Jo\u00e3o Pessoa, a turista Elisa      Cardoso tamb\u00e9m elege a Feirinha de Tamba\u00fa como um dos principais pontos tur\u00edsticos      da cidade. \u0093Aqui \u00e9 um lugar incr\u00edvel. Eu lembro que n\u00e3o havia essa estrutura      \u00f3tima que h\u00e1 hoje em dia e isso s\u00f3 faz com que a gente tenha mais vontade      de visitar aqui. Vale muito a pena conhecer o artesanato local e em um lugar      que oferece tanto conforto\u0094, afirma.<\/p>\n<h4>Eventos<\/h4>\n<p><strong>Areia<\/strong><\/p>\n<p>&#8211;      Festival de Artes de Areia<\/p>\n<p>A cidade de Areia, distante 120 km de Jo\u00e3o Pessoa, reconhecida pelo Instituto      do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico Art\u00edstico Nacional \u0096 IPHAN como patrim\u00f4nio hist\u00f3rico      nacional, hoje \u00e9 considerada uma rota cultural do brejo paraibano, terra do      pintor Pedro Am\u00e9rico, com antigos casarios, teatro e museu. <\/p>\n<p>Al\u00e9m dos atrativos citados, a cidade conta com um grande evento de express\u00e3o      cultural inseridos no calend\u00e1rio da cidade e do Estado, que \u00e9 o Festival de      Arte onde ocorre uma vasta programa\u00e7\u00e3o nas \u00e1reas de teatro, dan\u00e7a, musica,      artes pl\u00e1sticas e outras, sempre no m\u00eas de setembro. Areia tamb\u00e9m faz parte      do Projeto Caminhos do Frio, realizado anualmente entre os meses de julho      e agosto com mais seis cidades circunvizinhas.<\/p>\n<p><strong>Bayeux<\/strong><\/p>\n<p>&#8211;      Caranga Fest<\/p>\n<p>O      Caranga Fest \u00e9 um evento que anualmente celebra o anivers\u00e1rio da cidade de      Bayeux, distante 5 km da capital Jo\u00e3o Pessoa. Na ocasi\u00e3o tamb\u00e9m acontece v\u00e1rios      shows art\u00edsticos e um festival gastron\u00f4mico a base de caranguejo que \u00e9 um      dos principais pescados da regi\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Cabaceiras<\/strong><\/p>\n<p>&#8211;      Festa do Bode Rei<\/p>\n<p>O evento de caprinovinocultura acontece sempre nos primeiros dias de junho      a cada ano, tendo como objetivo atrair criadores e outros investidores do      ramo. O acontecimento mobiliza toda a cidade e j\u00e1 faz parte do calend\u00e1rio      permanente de eventos da cidade e do Estado, contando com exposi\u00e7\u00f5es de caprinos,      corrida do bode, concurso para a escolha do bode rei do ano, festival gastron\u00f4mico      tendo como base para todos os pratos, a carne de bode. Ainda h\u00e1 shows art\u00edsticos      no centro da cidade. <\/p>\n<p><strong>Cabedelo<\/strong><\/p>\n<p>&#8211;      Fest Ver\u00e3o Para\u00edba<\/p>\n<p>O Fest Ver\u00e3o Para\u00edba j\u00e1 em sua s\u00e9tima edi\u00e7\u00e3o \u00e9 um evento anual que acontece      na praia de Intermares no munic\u00edpio de Cabedelo 18 km distante de Jo\u00e3o Pessoa,      tal evento marca a abertura do ver\u00e3o paraibano com v\u00e1rios shows e uma diversidade      de ritmos executados em uma super estrutura de 30.000 mil metros quadrados,      o pr\u00f3ximo est\u00e1 previsto para os dias 08, 15 e 22 de janeiro de 2012.<\/p>\n<p><strong>Campina Grande<\/strong><\/p>\n<p>&#8211;      S\u00e3o Jo\u00e3o<\/p>\n<p>Campina Grande est\u00e1 localizada no interior paraibano, distante 122 km da      capital Jo\u00e3o Pessoa. L\u00e1, \u00e9 cen\u00e1rio do maior S\u00e3o Jo\u00e3o do Mundo, um grandioso      evento que atrai turistas nacionais e internacionais. S\u00e3o trinta dias de forr\u00f3      com festival de quadrilhas; mostra do artesanato local e de uma rica gastronomia      tendo o milho como a principal mat\u00e9ria prima. <\/p>\n<p>&#8211;      Festival de Inverno<\/p>\n<p>O Festival de Inverno de Campina Grande \u00e9 um evento art\u00edstico e cultural      que ocorre anualmente no m\u00eas de julho reunindo grandes nomes da cultura nacional      marcado por grandes shows, espet\u00e1culos de dan\u00e7a, teatro e artes pl\u00e1sticas.<\/p>\n<p>&#8211;      Encontro da Nova Consci\u00eancia<\/p>\n<p>\u00c9 um evento de car\u00e1ter espiritual e ecum\u00eanico que se realiza todos os anos      no per\u00edodo de carnaval, onde seus participantes buscam uma reflex\u00e3o sobre      os caminhos da humanidade e o desenvolvimento de uma cultura de paz. <\/p>\n<p><strong>Jo\u00e3o Pessoa<\/strong> <\/p>\n<p><strong>Reveillon:<\/strong> No dia 31\/12 a 01\/01 \u00e9 realizado o grande reveillon      da cidade de Jo\u00e3o Pessoa nas Praias de Tamba\u00fa e Cabo Branco com um show pirot\u00e9cnico      e apresenta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas em palco armado na orla.<\/p>\n<p><strong>Esta\u00e7\u00e3o do Som: <\/strong>\u00c9 um grande evento que acontece todos os      anos durante o m\u00eas de janeiro em um grande palco armado no Busto de Tamandar\u00e9      na praia de Tambau marcando a abertura do ver\u00e3o de Jo\u00e3o Pessoa. Acontecem      apresenta\u00e7\u00f5e de artistas da terra e de outros estados, e paralelamente tamb\u00e9m      \u00e9 realizado o Circuito das Pra\u00e7as.<\/p>\n<p><strong>Projeto Folia de Rua: <\/strong>O Projeto Folia de Rua \u00e9 um evento      da cidade de Jo\u00e3o Pessoa que antecede o carnaval em car\u00e1ter de previa, com      uma semana de folia de rua com blocos do centro hist\u00f3rico \u00e0 orla da cidade.      Destaque para o Bloco das Muri\u00e7ocas, considerado o maior bloco de rua do Brasil,      na seq\u00fc\u00eancia vem o bloco das Virgens de Tambau com homens travestidos de mulher      com toda irrever\u00eancia. Por fim, o Bloco do Cafu\u00e7\u00fa onde os participantes usam      vestimentas extravagantes e fora de moda.<\/p>\n<p><strong>Paix\u00e3o de Cristo: <\/strong>O Evento sempre ocorre no per\u00edodo da Semana      Santa. \u00c9 um espet\u00e1culo teatral que faz uma releitura da vida e morte de Cristo      trazendo em seu contexto aspectos culturais e sociais do mundo atual. O \u00faltimo      espet\u00e1culo exibido no Espa\u00e7o Cultural Jos\u00e9 Lins do Rego se desenvolveu de      uma forma muito descontra\u00edda. <\/p>\n<p><strong>Festival Nacional de Artes-FENART: <\/strong>O FENART \u00e9 um Festival      Nacional de Arte que acontece anualmente no Espa\u00e7o Cultural Jos\u00e9 Lins do Rego      contando com apresenta\u00e7\u00f5es art\u00edstico-cultural nas \u00e1reas de dan\u00e7a, teatro,      cinema, artes pl\u00e1sticas e outros, o acontecimento tem data m\u00f3vel.<\/p>\n<p><strong>S\u00e3o Jo\u00e3o em Jo\u00e3o Pessoa: <\/strong>O S\u00e3o Jo\u00e3o de Jo\u00e3o Pessoa acontece      durante os festejos juninos em palcos armados na Pra\u00e7a do Ponto Cem R\u00e9is com      muito forr\u00f3 celebrando a cultura nordestina, com diversas atra\u00e7\u00f5es art\u00edsticas      e folcl\u00f3ricas do Nordeste.<\/p>\n<p><strong>Cineport: <\/strong>O Festival de Cinema de Pa\u00edses de L\u00edngua Portuguesa      \u0096 CINEPORT \u00e9 um acontecimento cultural important\u00edssimo que ocorre a cada      dois anos na Usina Cultural da ENERGISA no centro da cidade de Jo\u00e3o Pessoa.      O Cineport tem atraido cineastas e cr\u00edticos do cinema de v\u00e1rias partes do      mundo, al\u00e9m da exibi\u00e7\u00e3o de filmes no espa\u00e7o, ainda acontecem outras manifesta\u00e7\u00f5es      art\u00edstico-cultural.<\/p>\n<p><strong>M\u00fasica do Mundo: <\/strong>O Festival Musica do Mundo acontece anualmente      sempre no m\u00eas de dezembro em palco armado no Busto de Tamandar\u00e9 na Praia de      Tambau contando com a apresenta\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de v\u00e1rios artistas executando ritmos      do mundo inteiro.<\/p>\n<p><strong>SAMAP: <\/strong>Sal\u00e3o Municipal de Artes Pl\u00e1sticas \u00e9 um evento anual      promovido pela Prefeitura da cidade atrav\u00e9s da FUNJOPE \u0096 Funda\u00e7\u00e3o Cultural      de Jo\u00e3o Pessoa, tal evento procura reunir artistas de todo o territ\u00f3rio nacional,      onde os mesmos t\u00eam a oportunidade de expor seus trabalhos concorrendo a premia\u00e7\u00f5es,      na ocasi\u00e3o ainda acontecem oficinas de artes e semin\u00e1rios abertos a todos      os interessados. <\/p>\n<h4>Patos<\/h4>\n<p>&#8211;      S\u00e3o Jo\u00e3o<\/p>\n<p>Patos \u00e9 uma cidade do sert\u00e3o paraibano, distante 294 km de Jo\u00e3o Pessoa, vem      realizando um grande festejo junino que tem inicio no dia 21\/06 com termino      no dia 28\/06. O evento re\u00fane grandes nomes do forr\u00f3 nordestino e acontece      em uma superestrutura no centro da cidade, atraindo turistas de outros estados      e da capital Jo\u00e3o Pessoa. <\/p>\n<h4>Santa Luzia<\/h4>\n<p>&#8211;      S\u00e3o Jo\u00e3o<\/p>\n<p>Santa Luzia, cidade do sert\u00e3o paraibano distante 280 km de capital Jo\u00e3o Pessoa      conta com um evento anual que \u00e9 a comemora\u00e7\u00e3o do S\u00e3o Jo\u00e3o tradi\u00e7\u00e3o que ocorre      de 23\/06 a 26\/06, tal evento j\u00e1 tem uma hist\u00f3ria de 69 anos, reunindo grandes      \u00edcones do forr\u00f3 nordestino.<\/p>\n<p>Fonte: \u00a0destinoparaiba.pb.gov.br<\/p>\n<h6>Para\u00edba<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/paraiba-19.jpg\" alt=\"Para\u00edba\" title=\"Para\u00edba\" \/><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/paraiba-20.jpg\" alt=\"Para\u00edba\" title=\"Para\u00edba\" \/><\/p>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<th colspan=\"6\" bgcolor=\"#3399CC\"><strong>Informa\u00e7\u00f5es sobre                a Para\u00edba<\/strong><\/th>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td width=\"101\">Popula\u00e7\u00e3o<\/td>\n<td width=\"81\">3.305.616<\/td>\n<td width=\"68\">Homens<\/td>\n<td width=\"100\">1.599.386<\/td>\n<td width=\"71\">Mulheres<\/td>\n<td width=\"89\">1.706.230<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td>\u00c1rea Total(km2)<\/td>\n<td colspan=\"2\">56.585<\/td>\n<td>Densidade pop.<\/td>\n<td colspan=\"2\">58.00<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td colspan=\"6\">Fonte: IBGE<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>A      Para\u00edba acolhe na sua Capital, Jo\u00e3o Pessoa, o Ponto Extremo Oriental das Am\u00e9ricas,      a Ponta do Seixas, situada na praia do Cabo Branco. Sua coloniza\u00e7\u00e3o teve in\u00edcio      no s\u00e9culo XVI, ent\u00e3o habitada pelos \u00edndios Potiguaras, Tabajaras e Cariris.      A funda\u00e7\u00e3o da cidade de Filip\u00e9ia de Nossa Senhora das Neves, em homenagem      ao Reino da Espanha, deu-se \u00e0s margens do Rio Sanhau\u00e1, em 1585. Disputada      entre pa\u00edses colonizadores europeus, foi dominada por holandeses de 1634 a      1654, quando retornou \u00e0 gest\u00e3o da Coroa Portuguesa.<\/p>\n<p>Fal\u00e9sias,      dunas, estu\u00e1rios, restingas, manguezais, remanescentes de Mata Atl\u00e2ntica e      bel\u00edssimas praias formam os 138 km do litoral paraibano.<\/p>\n<p>Avan\u00e7ando      para o interior, inscri\u00e7\u00f5es rupestres, rastros de dinossauros, cachoeiras      e antigos engenhos de cana-de-a\u00e7\u00facar recepcionam o visitante, sempre com a      hospitalidade natural e os sabores da culin\u00e1ria paraibana.<\/p>\n<p>Fonte: \u00a0cidades.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para\u00edba, Estado, Hist\u00f3ria, Turismo, Praias, Capital, Jo\u00e3o Pessoa, Localiza\u00e7\u00e3o, Viagem, Roteiros, Cidades, Munic\u00edpios, Brasil, 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