{"id":45710,"date":"2016-06-13T17:36:23","date_gmt":"2016-06-13T17:36:23","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=45710"},"modified":"2016-06-13T17:48:29","modified_gmt":"2016-06-13T17:48:29","slug":"maranhao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/maranhao","title":{"rendered":"Maranh\u00e3o"},"content":{"rendered":"<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>A origem do Maranh\u00e3o tem por base a luta entre povos, a luta pelo territ\u00f3rio.      No ano do descobrimento do Brasil, os espanh\u00f3is foram os primeiros europeus      a chegarem \u00e0 regi\u00e3o onde hoje se encontra o Maranh\u00e3o. Somente trinta e cinco      anos depois, que os portugueses tentaram ocupar o territ\u00f3rio, sem \u00eaxito.<\/p>\n<p>E a partir disso, em 1612, os franceses ocuparam definitivamente o Maranh\u00e3o,      originando a Fran\u00e7a Equinocial. A ocupa\u00e7\u00e3o foi num cen\u00e1rio de lutas e tr\u00e9guas      entre portugueses e franceses durante tr\u00eas anos e, no ano de 1615, os franceses      retomaram definitivamente a col\u00f4nia.<\/p>\n<p>Com o objetivo de melhorar as defesas da costa e os contatos com a metr\u00f3pole,      instituiu-se em 1621 o Estado do Maranh\u00e3o e Gr\u00e3o-Par\u00e1. Isto, porque as rela\u00e7\u00f5es      com a capital da col\u00f4nia, Salvador, localizada na costa leste do oceano Atl\u00e2ntico      eram dificultadas, devido \u00e0s correntes mar\u00edtimas.<\/p>\n<p>A separa\u00e7\u00e3o do Maranh\u00e3o e Par\u00e1 ocorreu em 1774, ap\u00f3s a consolida\u00e7\u00e3o do dom\u00ednio      portugu\u00eas na regi\u00e3o. A forte influ\u00eancia portuguesa no Maranh\u00e3o fez com que      o Estado s\u00f3 aceitasse em 1823, ap\u00f3s interven\u00e7\u00e3o armada, a independ\u00eancia do      Brasil de Portugal, ocorrida em 7 de setembro de 1822.<\/p>\n<h4>Dados Gerais do Maranh\u00e3o<\/h4>\n<p><strong>Capital &#8211;<\/strong>S\u00e3o Luis<br \/>\n<strong>\u00c1rea (km\u00b2) &#8211;<\/strong>331.983,293<br \/>\n<strong>Popula\u00e7\u00e3o estimada &#8211;<\/strong>6.367.138 pessoas<br \/>\n<strong>N\u00famero de Munic\u00edpios &#8211;<\/strong>217<\/p>\n<h4>Arquitetura<\/h4>\n<p class=\"imagem\"> <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-001.jpg\" alt=\"Maranh\u00e3o\" width=\"350\" height=\"118\" border=\"0\" title=\"Maranh\u00e3o\" \/><\/p>\n<p>Chamada por um viajante franc\u00eas de \u0093Pequena vila dos pal\u00e1cios de porcelana\u0094,      S\u00e3o Lu\u00eds tem o maior conjunto arquitet\u00f4nico de origem portuguesa da Am\u00e9rica      Latina. O casario colonial do Centro Hist\u00f3rico da capital \u0096 e de algumas cidades      do interior, como Viana, Guimar\u00e3es e Alc\u00e2ntara \u0096 \u00e9 heran\u00e7a de um tempo de      riqueza, quando o Maranh\u00e3o era um grande exportador de algod\u00e3o e cana-de-a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p>Colonizadores portugueses e seus descendentes reproduziam nos solares e casar\u00f5es      o estilo arquitet\u00f4nico colonial europeu. Utilizaram ainda o revestimento em      azulejos nas fachadas, para amenizar o calor e evitar a umidade. Uma id\u00e9ia      funcional que tamb\u00e9m agregou charme e beleza, e se tornou marca caracter\u00edstica      das constru\u00e7\u00f5es coloniais maranhenses.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das fachadas, os azulejos tamb\u00e9m eram utilizados em pain\u00e9is dentro de      casas e igrejas. A arquitetura da \u00e9poca se caracteriza ainda pelo uso de pedras      de cantaria trazidas de Portugal, sacadas com balc\u00f5es em ferro e mirantes.<\/p>\n<h4>Patrim\u00f4nio Cultural da Humanidade<\/h4>\n<p>A \u00e1rea de casar\u00f5es hist\u00f3ricos de S\u00e3o Lu\u00eds ocupa 250 hectares e envolve tr\u00eas      mil e quinhentas constru\u00e7\u00f5es. A beleza e a import\u00e2ncia hist\u00f3rica deste acervo      arquitet\u00f4nico foram reconhecidas em 1997, durante o primeiro mandato da governadora      Roseana, pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o e Cultura (UNESCO),      que concedeu \u00e0 cidade o t\u00edtulo de Patrim\u00f4nio Cultural da Humanidade.<\/p>\n<p>Para concess\u00e3o do t\u00edtulo, tamb\u00e9m foi levada em conta a preserva\u00e7\u00e3o dos pr\u00e9dios      antigos e a revitaliza\u00e7\u00e3o dos bairros que formam o Centro Hist\u00f3rico (especialmente      a Praia Grande, obra iniciada na d\u00e9cada de 70 e retomada a partir de 1987,      com o Projeto Reviver, no governo do presidente Jos\u00e9 Sarney).<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-002.jpg\" alt=\"Maranh\u00e3o\" width=\"350\" height=\"231\" border=\"0\" title=\"Maranh\u00e3o\" \/><\/p>\n<h4>Principais festas populares<\/h4>\n<p><strong>Carnaval<\/strong><\/p>\n<p>O desfile das escolas de samba \u00e9 disputado atualmente por doze agremia\u00e7\u00f5es      de S\u00e3o Lu\u00eds e S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar, algumas com d\u00e9cadas de tradi\u00e7\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o      na folia. Na passarela, tamb\u00e9m se apresentam os blocos afros e uma tradi\u00e7\u00e3o      carnavalesca: os blocos tradicionais. <\/p>\n<p>Esses grupos tamb\u00e9m fazem cortejos nas ruas do bairro hist\u00f3rico da Madre      Deus e no Maranh\u00e3o t\u00eam um estilo \u00fanico. Vestidos com roupas luxuosas, inspirados      em trajes do tempo do Imp\u00e9rio, os blocos tradicionais maranhenses t\u00eam, al\u00e9m      do figurino, um ritmo pr\u00f3prio, caracterizado pela forte e cadenciada percuss\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-003.jpg\" alt=\"Maranh\u00e3o\" width=\"350\" height=\"232\" border=\"0\" title=\"Maranh\u00e3o\" \/><\/p>\n<p>Outras atra\u00e7\u00f5es t\u00edpicas do carnaval maranhense s\u00e3o as tribos de \u00edndios e      a casinha da ro\u00e7a. As tribos re\u00fanem crian\u00e7as e adolescentes vestidos com trajes      ind\u00edgenas, imitando rituais de cura. A casinha da ro\u00e7a reproduz uma casa coberta      com palha, em cima de um caminh\u00e3o. Dentro da casa, tocadores e coureiras dan\u00e7am      o tambor de crioula.<\/p>\n<p><strong>S\u00e3o Jo\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>No m\u00eas de junho, a temporada de festejos para Santo Antonio (dia 13), S\u00e3o      Jo\u00e3o (24), S\u00e3o Pedro (29) e no maranh\u00e3o, S\u00e3o Mar\u00e7al (30), re\u00fane milhares de      pessoas nos arraiais para ver e acompanhar as dan\u00e7as tradicionais, al\u00e9m das      saborosas comidas t\u00edpicas, vendidas em barracas de palha.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-004.jpg\" alt=\"Maranh\u00e3o\" width=\"350\" height=\"234\" border=\"0\" title=\"Maranh\u00e3o\" \/><\/p>\n<p>No centro do arraial ou em outro lugar de destaque, h\u00e1 espa\u00e7o para apresenta\u00e7\u00e3o      dos grupos folcl\u00f3ricos. As atra\u00e7\u00f5es s\u00e3o variadas: desde a tradicional quadrilha,      que se manifesta em outras regi\u00f5es do Brasil, at\u00e9 o t\u00edpico bumba-meu-boi,      tambor de crioula, dan\u00e7a portuguesa, dan\u00e7a do coco, dan\u00e7a do lel\u00ea, cacuri\u00e1      e dan\u00e7a do boiadeiro.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos arraiais espalhados em diversos pontos da capital, inclusive no      Centro Hist\u00f3rico, em duas datas h\u00e1 encontros de grupos de bumba-meu-boi que      re\u00fanem na mesma ocasi\u00e3o milhares de admiradores. Na noite do dia 28 de junho,      v\u00e9spera de S\u00e3o Pedro, depois de percorrer os arraiais os grupos v\u00e3o para o      Largo do Santo, na Madre Deus, para ir \u00e0 capela louvar e agradecer as gra\u00e7as      alcan\u00e7adas.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-005.jpg\" alt=\"Maranh\u00e3o\" width=\"350\" height=\"232\" border=\"0\" title=\"Maranh\u00e3o\" \/><\/p>\n<p>Depois de muitas ora\u00e7\u00f5es, eles se apresentam no largo, no meio da multid\u00e3o.      Ao longo de toda a madrugada, at\u00e9 a manh\u00e3 do dia 29, dezenas de grupos se      revezam entre as ora\u00e7\u00f5es na capela e as dan\u00e7as no largo.<\/p>\n<p>Outro momento \u00e9 o dia 30 de junho. O tradicional encontro dos bois do sotaque      de matraca acontece no bairro do Jo\u00e3o Paulo. Diferente das homenagens a S\u00e3o      Pedro, o encontro em homenagem a S\u00e3o Mar\u00e7al come\u00e7a pela manh\u00e3 e tem seu ponto      alto \u00e0 tarde, quando h\u00e1 uma maior concentra\u00e7\u00e3o de grupos na antiga avenida      Jo\u00e3o Pessoa, rebatizada de S\u00e3o Mar\u00e7al.<\/p>\n<p><strong>Festa do Divino<\/strong><\/p>\n<p>A Festa do Divino \u00e9 uma das manifesta\u00e7\u00f5es culturais e religiosas mais ricas      e tradicionais do Maranh\u00e3o. H\u00e1 ind\u00edcios de que essa tradi\u00e7\u00e3o teria chegado      com a coloniza\u00e7\u00e3o a\u00e7oriana, no s\u00e9culo XVII. Realizada em v\u00e1rias cidades, a      festa em homenagem ao Divino Esp\u00edrito Santo ocorre em diferentes datas e de      formas variadas. <\/p>\n<p>Em S\u00e3o Lu\u00eds, essa manifesta\u00e7\u00e3o \u00e9 marcada pelo sincretismo religioso entre      a religi\u00e3o cat\u00f3lica e os cultos de origem africana. Cada terreiro de mina      realiza sua festa, tamb\u00e9m associada a santos cat\u00f3licos e entidades espirituais.      Uma das mais famosas \u00e9 a festa da Casa Fanti-Ashanti, dirigida por um dos      pais-de-santo mais conhecidos de S\u00e3o Lu\u00eds, Pai Euclides.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-006.jpg\" alt=\"Maranh\u00e3o\" width=\"350\" height=\"248\" border=\"0\" title=\"Maranh\u00e3o\" \/><\/p>\n<p>A celebra\u00e7\u00e3o mais famosa \u00e9 a Festa do Divino na cidade hist\u00f3rica de Alc\u00e2ntara,      que fica do outro lado da ba\u00eda de S\u00e3o Marcos, pr\u00f3ximo \u00e0 capital.<\/p>\n<p>Realizada tradicionalmente no m\u00eas de maio, com encerramento no domingo de      Pentecostes, a festa mistura lendas, hist\u00f3ria e religiosidade. Em quase duas      semanas, s\u00e3o realizados diversos rituais, como prociss\u00f5es, levantamento do      mastro, louvores, banquetes e missas.<\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o desses eventos \u00e9 de responsabilidade de um grupo chamado de      corte do Imp\u00e9rio, formado por adultos, que s\u00e3o representados nos altares festivos      e prociss\u00f5es por crian\u00e7as, nas fun\u00e7\u00f5es de Imperador ou Imperatriz (a cada      ano um deles se reveza no papel principal), mordomos-r\u00e9gios, mestre-sala e      vassalos.<\/p>\n<p>A corte se veste de trajes luxuosos, imitando o figurino imperial, um s\u00edmbolo      do imagin\u00e1rio popular sobre a visita que Dom Pedro faria \u00e0 cidade, no s\u00e9culo      XIX, quando Alc\u00e2ntara era uma das mais ricas do pa\u00eds, gra\u00e7as \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de      algod\u00e3o e aos engenhos de cana-de-a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p>Segundo os registros hist\u00f3ricos, duas das fam\u00edlias mais abastadas da cidade      disputaram quem faria o mais belo palacete para hospedar o Imperador.<\/p>\n<p>Com a desist\u00eancia de Dom Pedro em fazer a viagem, as constru\u00e7\u00f5es foram abandonadas      e suas ru\u00ednas ainda resistem nas ruas da cidade, junto com as de outros pr\u00e9dios      que pereceram ao longo do tempo.<\/p>\n<p>   <br class=\"Apple-interchange-newline\" \/><br \/>\n   \u00a0    <\/p>\n<h4>Manifesta\u00e7\u00f5es Culturais e Ritmos<\/h4>\n<p><strong>Bumba meu boi<\/strong><\/p>\n<p>Tradi\u00e7\u00e3o de mais de duzentos anos, o bumba-meu-boi j\u00e1 foi alvo de proibi\u00e7\u00f5es      da pol\u00edcia no s\u00e9culo XIX e hoje \u00e9 reconhecido como a principal manifesta\u00e7\u00e3o      cultural popular do Maranh\u00e3o, festejado em todas as regi\u00f5es do estado, em      diversos ritmos e estilos.<\/p>\n<p>A brincadeira mistura lendas ind\u00edgenas, dan\u00e7a e m\u00fasica, al\u00e9m de uma indument\u00e1ria      caprichada e cheia de brilho.<\/p>\n<p>\u00c9 na temporada junina que as centenas de grupos reinam nos arraiais como      principal atra\u00e7\u00e3o da cultura maranhense.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-007.jpg\" alt=\"Maranh\u00e3o\" width=\"350\" height=\"224\" border=\"0\" title=\"Maranh\u00e3o\" \/><\/p>\n<p>No enredo, o pe\u00e3o Pai Francisco mata o boi mais bonito da fazenda onde trabalha,      para satisfazer o desejo de sua esposa Catirina, que gr\u00e1vida, deseja comer      a l\u00edngua do animal, estima do fazendeiro.<\/p>\n<p>A desfeita deixa o dono da fazenda furioso e um grupo de \u00edndios \u00e9 chamado      para fazer rituais de pajelan\u00e7a e ressuscitar o novilho.<\/p>\n<p><strong>Sotaques<\/strong><\/p>\n<p>O bumba meu boi \u00e9 brincados em diferentes estilos, conhecidos como sotaques.      Cada um tem ritmo, roupa, instrumento e coreografia pr\u00f3prios. Os principais      s\u00e3o os de matraca (ou da ilha), zabumba, orquestra, baixada e costa de m\u00e3o      (ou Cururupu). Tamb\u00e9m h\u00e1 grupos mais recentes que n\u00e3o seguem um \u00fanico sotaque      e, principalmente no interior do estado, outros que seguem estilo pr\u00f3prio,      que n\u00e3o se enquadra a nenhuma das categorias mais espec\u00edficas.<\/p>\n<p><strong>Tambor de Crioula \u0096 Patrim\u00f4nio Imaterial do Brasil<\/strong><\/p>\n<p>Manifesta\u00e7\u00e3o cultural de matriz afro-brasileira, o tambor de crioula mistura      dan\u00e7a, canto e percuss\u00e3o de tambores. No carnaval, nos festejos juninos, em      louvor a S\u00e3o Benedito ou associado a outras festas, o tambor de crioula n\u00e3o      tem data espec\u00edfica e pode ocorrer ao longo de todo o ano, no interior de      terreiros ou ao ar livre.<\/p>\n<p>Com saias rodadas de chit\u00e3o (tecido) florido, blusa branca com rendas e babados,      torso na cabe\u00e7a e colares, as dan\u00e7arinas do tambor de crioula, chamadas de      coureiras, se disp\u00f5em em forma\u00e7\u00e3o circular e dan\u00e7am diante dos percussionistas.      Um passo tradicional na dan\u00e7a \u00e9 a punga, ou pungada, uma esp\u00e9cie de cumprimento      \u0096 feito com o toque do ventre \u0096 entre a coureira que vai sair da roda e outra      que vai dan\u00e7ar no centro da forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-008.jpg\" alt=\"Maranh\u00e3o\" width=\"350\" height=\"234\" border=\"0\" title=\"Maranh\u00e3o\" \/><\/p>\n<p><strong>Reconhecimento<\/strong><\/p>\n<p>A Unesco (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Cultura)      define como Patrim\u00f4nio Cultural Imaterial &#8220;as pr\u00e1ticas, representa\u00e7\u00f5es,      express\u00f5es, conhecimentos e t\u00e9cnicas junto com os instrumentos, objetos, artefatos      e lugares culturais que lhes s\u00e3o associados que as comunidades, os grupos      e, em alguns casos, os indiv\u00edduos reconhecem como parte integrante de seu      patrim\u00f4nio cultural&#8221;.<\/p>\n<p>No Brasil, o registro dos Patrim\u00f4nios Culturais Imateriais \u00e9 feito pelo Instituto      do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico \u0096 IPHAN. O registro do tambor de crioula      do Maranh\u00e3o como Patrim\u00f4nio Imaterial do Brasil ocorreu em 18 de junho de      2007, e, segundo o site do IPHAN, faz parte de um projeto de reconhecimento      das formas de express\u00e3o que comp\u00f5em o amplo e diversificado legado das tradi\u00e7\u00f5es      culturais de matriz africana no pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>Tambor de mina<\/strong><\/p>\n<p>Diferente do tambor de crioula, o tambor de mina n\u00e3o \u00e9 dan\u00e7ado como simples      divers\u00e3o e faz parte dos rituais da umbanda, religi\u00e3o afro-brasileira trazida      pelos descendentes negros de origem jeje e nag\u00f4. O culto \u00e9 realizado nos terreiros,      onde os iniciados cultuam, invocam e incorporam entidades espirituais. Com      roupas especiais para a ocasi\u00e3o, os integrantes cantam e tocam instrumentos      como tambores, caba\u00e7as, tri\u00e2ngulos e agog\u00f4s.<\/p>\n<p>Entre as casas de culto religioso em S\u00e3o Luis, a mais antiga \u00e9 a Casa das      Minas, fundada no s\u00e9culo XIX. Comandada por mulheres, \u00e9 uma casa de culto      aos voduns (entidades do reino africano de Dahom\u00e9 atual Benin), pertencente      ao vodum Zomad\u00f4nu, da fam\u00edlia real de Davice. \u00danico terreno de mina-jeje de      S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 muito visitada durante a Festa do Divino. Al\u00e9m da Casa das Minas,      a Casa de Nag\u00f4 e a Casa Fanti-Ashanti tamb\u00e9m merecem destaque.<\/p>\n<p><strong>Um templo de beleza e hist\u00f3ria.<\/strong><\/p>\n<p>O Pal\u00e1cio dos Le\u00f5es \u00e9 uma preciosidade que h\u00e1 quase 400 anos permanece conservado      para servir de resid\u00eancia e sede administrativa do Governo do Maranh\u00e3o, figurando      como o endere\u00e7o mais nobre da Ilha de S\u00e3o Lu\u00eds. <\/p>\n<p>Com tr\u00eas mil metros quadrados de \u00e1rea constru\u00edda e esculpido com o primor      da arquitetura neocl\u00e1ssica, o forte erguido em 1612 pelos franceses transformou-se      em um suntuoso pal\u00e1cio nos tempos do governador Joaquim de Mello e P\u00f3voas,      no ano de 1766.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-009.jpg\" alt=\"Maranh\u00e3o\" width=\"350\" height=\"262\" border=\"0\" title=\"Maranh\u00e3o\" \/><\/p>\n<p>A obra de arte, que representa um dos maiores s\u00edmbolos da cultura maranhense,      guarda rel\u00edquias da hist\u00f3ria pol\u00edtica do Maranh\u00e3o. Seus sal\u00f5es nobres e luxuosos      s\u00e3o recheados com um mobili\u00e1rio ecl\u00e9tico e exibem pe\u00e7as que remontam a mais      de duzentos anos, nos mais variados estilos.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-010.jpg\" alt=\"Maranh\u00e3o\" width=\"350\" height=\"233\" border=\"0\" title=\"Maranh\u00e3o\" \/><\/p>\n<p>O pr\u00e9dio \u00e9 um dos mais antigos constru\u00eddos na Ilha de S\u00e3o Lu\u00eds, \u00e9 hoje vigiado      por duas imponentes est\u00e1tuas de le\u00f5es, em bronze, dispostas em frente \u00e0 fachada      e que representam o poder executivo. Na entrada principal, uma escadaria \u00e9      o caminho para a ala nobre, com seus cinco sal\u00f5es principais.<\/p>\n<p>O Pal\u00e1cio dos Le\u00f5es \u00e9 uma viagem extraordin\u00e1ria ao passado, arte, cultura      e pol\u00edtica do Brasil.<\/p>\n<h4>Maranh\u00e3o, um Brasil de descobertas<\/h4>\n<p>O Maranh\u00e3o tem revelado ao mundo que, desde tempos antigos, cultiva a beleza      e a tradi\u00e7\u00e3o. Aqui, voc\u00ea descobre que ser Amaz\u00f4nia e, ao mesmo tempo, Nordeste      resulta numa beleza natural com forte poder de atra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O Maranh\u00e3o \u00e9 diferente porque abriga cidades hist\u00f3ricas singulares, riquezas      ecol\u00f3gicas, al\u00e9m de contar com manifesta\u00e7\u00f5es populares, representadas pelo      exuberante Tambor de Crioula e pela variedade e beleza do Bumba-Meu-Boi.<\/p>\n<p>Satisfa\u00e7a a sua curiosidade, o desejo de navegar outros mundos e venha descobrir      o Maranh\u00e3o.<\/p>\n<p>Turismo de Aventura, Cultural, Gastron\u00f4mico, Ecol\u00f3gico, de Lazer.<\/p>\n<p>Fonte: www.ma.gov.br<\/p>\n<h6>Maranh\u00e3o<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4>S\u00e3o Lu\u00eds<\/h4>\n<p>O P\u00f3lo S\u00e3o Lu\u00eds abrange os munic\u00edpios que comp\u00f5em a Ilha,a capital S\u00e3o Lu\u00eds,      S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar, Pa\u00e7o do Lumiar e Raposa, e a cidade Monumento de Alc\u00e2ntara.<\/p>\n<p>S\u00e3o Lu\u00eds foi fundada em 1612 por franceses, invadida por holandeses, mas      totalmente constru\u00edda pelos portugueses.<\/p>\n<p>Seu famoso conjunto arquitet\u00f4nico, do Centro Hist\u00f3rico, com cerca de 5 mil      im\u00f3veis datados dos s\u00e9culos XVII e XIX, remetem qualquer pessoa a um passado      de muita riqueza, onde bar\u00f5es e pr\u00f3speros comerciantes acumularam fortunas.<\/p>\n<p>Tombado em 1997 como Patrim\u00f4nio da Humanidade pela Unesco, o acervo colonial,      abriga, atualmente, lojas, cinemas, museus, teatros, bares, restaurantes e      hot\u00e9is.<\/p>\n<p>Se a op\u00e7\u00e3o \u00e9 a natureza, basta lembrar que S\u00e3o Lu\u00eds est\u00e1 localizada numa      ilha, cercada de belas praias. Ponta D\u0092Areia, Calhau, Olho D\u0092\u00c1gua e Ara\u00e7agy      s\u00e3o algumas op\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>   Fonte:www.turismo.ma.gov.br    <\/p>\n<h6>Maranh\u00e3o<\/h6>\n<p>No Maranh\u00e3o o ambiente de neg\u00f3cios \u00e9 muito favor\u00e1vel para investir.<\/p>\n<p>O estado tem \u00f3timas \u00e1reas agricult\u00e1veis, abund\u00e2ncia de \u00e1gua (tr\u00eas bacias      hidrogr\u00e1ficas que podem integrar projetos de irriga\u00e7\u00e3o), e oportunidades de      neg\u00f3cios nas \u00e1reas Aeroespacial, Corredor centro norte, Fazendas florestais,      Implanta\u00e7\u00e3o de neg\u00f3cios ligados \u00e0 pecu\u00e1ria, Implanta\u00e7\u00e3o de ind\u00fastrias de pesca,      Ind\u00fastrias de latic\u00ednios, Maricultura, Min\u00e9rios provenientes de Caraj\u00e1s, P\u00f3lo      calc\u00e1rio e gesso, P\u00f3lo cer\u00e2mico, P\u00f3lo coureiro, P\u00f3lo de carcinicultura, P\u00f3lo      guseiro, P\u00f3lo m\u00ednero-metal\u00fargico, P\u00f3lo tur\u00edstico, e Piscicultura dentre outros.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-011.jpg\" alt=\"Maranh\u00e3o\" width=\"350\" height=\"251\" border=\"0\" title=\"Maranh\u00e3o\" \/><\/p>\n<p>\n     O estado possui rotas ferrovi\u00e1rias e rodovi\u00e1rias que se interligam e levam      at\u00e9 S\u00e3o Lu\u00eds, onde fica o porto com capacidade para exportar toda produ\u00e7\u00e3o      do Maranh\u00e3o e estados vizinhos.<\/p>\n<p>Localiza\u00e7\u00e3o: O Maranh\u00e3o est\u00e1 localizado no oeste da regi\u00e3o Nordeste e tem      como limites o Oceano Atl\u00e2ntico (N), o Piau\u00ed (L), Tocantins (S e SO) e o Par\u00e1      (O).<\/p>\n<p>Ocupa uma \u00e1rea de 331.983,293 km\u00b2.<\/p>\n<p>A capital \u00e9 S\u00e3o Lu\u00eds com 998.385 habitantes (Estimada 2006<\/p>\n<p>Outras cidades importantes s\u00e3o A\u00e7ail\u00e2ndia, Imperatriz, Timon e Caxias.<\/p>\n<p>Popula\u00e7\u00e3o: 6.103.327 habitantes ( Estimada 2005)<\/p>\n<p>Densidade demogr\u00e1fica: 17,03 habitantes\/km\u00b2<\/p>\n<p>Distribui\u00e7\u00e3o demogr\u00e1fica: urbana: 59,5 % rural: 40,5 %<\/p>\n<p>Hora local: G.M.T. menos 3 (tr\u00eas) horas<\/p>\n<p>Temperatura : Apenas pequenas varia\u00e7\u00f5es no decorrer do ano:<\/p>\n<p>m\u00e9dia das m\u00ednimas: 21\u00baC<\/p>\n<p>m\u00e9dia das m\u00e1ximas: 32\u00baC<\/p>\n<p>Precipita\u00e7\u00e3o pluviom\u00e9trica m\u00e9dia de 1200 mm a 2000 mm \/ ano<\/p>\n<p>Relevo: apresenta duas regi\u00f5es distintas: a plan\u00edcie litor\u00e2nea e o planalto      tabular.<\/p>\n<p>Vegeta\u00e7\u00e3o: Mata dos Cocais a Leste, mangues no litoral, floresta Amaz\u00f4nica      a Oeste, cerrado ao Sul.<\/p>\n<p>Quantidade de Munic\u00edpios: 217<\/p>\n<p>Fonte:www.sebrae.com.br<\/p>\n<h6>Maranh\u00e3o<\/h6>\n<p>Jo\u00e3o Francisco Lisboa analisa em seu livro &#8220;Apontamentos para a Hist\u00f3ria      do Maranh\u00e3o&#8221;, de l852, os acontecimentos gerados pelo descontentamento      criado pela introdu\u00e7\u00e3o do estanco &#8211; com\u00e9rcio de produtos monopolizados pelo      Estado &#8211; que tiveram sua culmin\u00e2ncia na Revolu\u00e7\u00e3o do Maranh\u00e3o de l684, epis\u00f3dio      conhecido como a &#8220;Revolu\u00e7\u00e3o de Beckman&#8221;.<\/p>\n<p>O objetivo deste trabalho \u00e9 analisar algumas das significa\u00e7\u00f5es que Lisboa      emprestou a &#8220;povo&#8221;, &#8220;moradores&#8221;, &#8220;cidad\u00e3os&#8221;,      &#8220;plebe&#8221; e &#8220;turba&#8221;: a rela\u00e7\u00e3o entre &#8220;povo&#8221; e      &#8220;her\u00f3i&#8221; e seus conceitos de &#8220;ordem&#8221; e &#8220;desordem&#8221;.<\/p>\n<p>Povo \u00e9 o elemento passivo, apesar de agente da desordem, porque \u00e9 nele que      agem as for\u00e7as coletivas, n\u00e3o pode controlar as a\u00e7\u00f5es, ao contr\u00e1rio, \u00e9 levado      por elas, tornando-se, ent\u00e3o, a for\u00e7a incontrol\u00e1vel que irrompe em excessos      e conduz \u00e0 desordem.<\/p>\n<p>O sujeito da a\u00e7\u00e3o dos eventos narrados \u00e9 Manuel Beckman, personagem que agrega      os valores capazes de lhe conferir a condi\u00e7\u00e3o de um her\u00f3i. Mesmo assim, com      o desenrolar dos acontecimentos, ele tamb\u00e9m passar\u00e1 a ser afetado pelas forras      coletivas.<\/p>\n<p>Mas vejamos como Lisboa se vale do uso do termo &#8220;povo&#8221;, contraposto      ao de &#8220;moradores&#8221;, at\u00e9 o momento em que os acontecimentos revolucion\u00e1rios      explodem na cidade.<\/p>\n<p>Os &#8220;moradores&#8221; s\u00e3o a elite da cidade enquanto a ordem \u00e9 mantida      e est\u00e3o claramente separados do &#8220;povo. Contudo, a partir do momento em      que a opress\u00e3o a que esses propriet\u00e1rios est\u00e3o sendo submetidos a partir da      introdu\u00e7\u00e3o do estanco se explicita, esta elite transforma-se, na narrativa      de Lisboa, em &#8220;Povo&#8221;. \u00c9 expl\u00edcita a identifica\u00e7\u00e3o do &#8220;povo&#8221;      com uma situa\u00e7\u00e3o de opress\u00e3o. Este \u00e9 o momento em que se alternam as designa\u00e7\u00e3o      de &#8220;moradores&#8221; e &#8220;Povo&#8221;. Entretanto, este &#8220;Povo&#8221;,      constitu\u00eddo pela elite, jamais ser\u00e1 igual ao &#8220;povo&#8221;, formado pela      plebe.<\/p>\n<p>Existe, por\u00e9m, um termo intermedi\u00e1rio nesta transi\u00e7\u00e3o de &#8220;moradores&#8221;      para &#8220;Povo&#8221; &#8220;cidad\u00e3o&#8221;, que surge para designar os moradores      uma vez que assumam parte ativa em uma situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica; termo que s\u00f3 permanece      enquanto n\u00e3o surgem nenhum tipo de a\u00e7\u00e3o identificada com uma subvers\u00e3o da      ordem. Isso significa dizer que permanecem cidad\u00e3os enquanto se mant\u00eam no      \u00e2mbito da reflex\u00e3o , passando a tornar-se&#8221;Povo&#8221; se partem para a      a\u00e7\u00e3o propriamente dita.<\/p>\n<p>Esta id\u00e9ia nos permite uma aproxima\u00e7\u00e3o com as observa\u00e7\u00f5es de Michelet no      livro &#8220;O Povo&#8221;, de l846. Interessante porque, ambos se consideram      liberais e poucos anos separam as duas obras. Podemos usar, portanto, algumas      chaves presentes em Michelet para interpretar Lisboa.<\/p>\n<p>Em ambos os escritores est\u00e1 presente a id\u00e9ia de que o povo \u00e9 arrastado por      grandes for\u00e7as coletivas; bem como, a distin\u00e7\u00e3o que fazem entre &#8220;homens      de reflex\u00e3o&#8221;, bin\u00f4mio de onde emergir\u00e1 afigura do her\u00f3i, ou para usar      a denomina\u00e7\u00e3o de Michelet, do g\u00eanio individual.<\/p>\n<p>Apesar do povo ser &#8220;arrastado pelas grandes for\u00e7as coletivas&#8221;,      o que Michelet considera mais interessante no povo \u00e9 a sua capacidade de a\u00e7\u00e3o,      por esta raz\u00e3o, segundo ele, o maior erro que as pessoas do povo podem cometer      \u00e9 abandonar os &#8220;seus instintos&#8221; e lan\u00e7ar-se em busca das &#8220;abstra\u00e7\u00f5es      e generalidades&#8221;, que, inversamente, caracterizam os homens das altas      sociedades, que os fazem ser, &#8220;homens de reflex\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>O intuito de Michelet era resgatar a imagem do povo, por\u00e9m, na verdade, esse      objetivo ia al\u00e9m: ele estava descrevendo uma f\u00f3rmula para salva\u00e7\u00e3o do povo,      fun\u00e7\u00e3o esta, que caberia ao g\u00eanio individual, o her\u00f3i:<\/p>\n<p>&#8220;O povo, em sua concep\u00e7\u00e3o mais elevada, dificilmente se encontra no      povo. Quer eu o observe aqui ou ali, n\u00e3o se trata dele, mas de uma classe,      uma forma parcial do povo, alterada e ef\u00eamera. Em sua verdade, em seu poder      maior, ele s\u00f3 existe no homem de g\u00eanio; neste \u00e9 que mora a grande alma&#8230;      Essa voz \u00e9 a voz do povo; mudo p\u00f4r si, ele fala pela boca deste homem&#8230;,      e nele, finalmente, todos s\u00e3o glorificados e salvos&#8221;.<\/p>\n<p>O limite a que chegou Michelet ao abordar o tema &#8220;povo&#8221; \u00e9 revelado      pela invers\u00e3o que faz: ao inv\u00e9s de colocar o homem de g\u00eanio no povo, coloca      o povo dentro do homem g\u00eanio.<\/p>\n<p>No caso de Lisboa, o her\u00f3i, em nenhuma de suas componentes, sa\u00ed do seio do      povo,partilha de elementos comuns com o povo ou o carrega em sua alma, como      em Michelet; ao contr\u00e1rio, o her\u00f3i \u00e9 uma personagem que atravessa a fronteira      entre a elite e o povo e &#8216;, \u00e9 por causa dos valores que, por um lado, o destacam      singularmente; e por outro, carregar consigo deber\u00e7o , que o habilitam a desempenhar      este papel. O hero\u00edsmo que Beckman representa n\u00e3o est\u00e1 em momento algum a      servi\u00e7o do povo para resgat\u00e1-lo de sua posi\u00e7\u00e3o. Seu hero\u00edsmo existe para reagir      \u00e0 injusti\u00e7a e \u00e0 opress\u00e3o que, ali\u00e1s, s\u00e3o sofridos mais diretamente pelos propriet\u00e1rios      submetidos \u00e0 tiraniado estanco e \u00e0 proibi\u00e7\u00e3o do livre com\u00e9rcio. A designa\u00e7\u00e3o      de Povo que Lisboa emprega serve para nomeara elite que est\u00e1 submetida \u00e0 opress\u00e3o      . O povo identificado com a maior gama da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 indicado mais propriamente      pelas designa\u00e7\u00f5es de turba, multid\u00e3o ou plebe.<\/p>\n<p>A pol\u00edtica da Corte, &#8220;para n\u00e3o contrariar a pr\u00e1tica seguida no Estado      em ocasi\u00f5es semelhantes&#8221; era fazer as coisas de modo a que, pelo menos,      em apar\u00eancia se dessem pela aceita\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria da parte do povo.<\/p>\n<p>O que importava era que n\u00e3o se subvertesse a rotina naquele lugar. A novidade      mal\u00e9fica \u00e9 a revolu\u00e7\u00e3o que se anuncia atrav\u00e9s de uma s\u00e9rie de pequenos incidentes      que acabam por degenera-se at\u00e9 causar a deflagra\u00e7\u00e3o da desordem no sistema.      \u00c9 exatamente isto que diz Francisco Lisboa &#8220;&#8230; em regra as crises natureza      nunca deixam de trazer consigo todos os elementos indispens\u00e1veis a seu completo      desenvolvimento&#8221;. Esta mentalidade \u00e9 a marca da perman\u00eancia e da continuidade      mantidas pela Corte como garantia da manuten\u00e7\u00e3o de seu poder.<\/p>\n<p>As calamidades naturais entram no rol das causas gerais que se acumulam para      agir de uma s\u00f3 vez, culminando no processo incontrol\u00e1vel que escapa ao controle      humano e leva \u00e0 revolu\u00e7\u00e3o. O &#8220;povo&#8221; \u00e9 o elemento impulsionado pelas      &#8220;causas gerais&#8221;, n\u00e3o possui a\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria, ele \u00e9 mostrado como uma      massa passiva pronta a ser conduzida.<\/p>\n<p>\u00c9 um acidente o estopim que detona a crise &#8211; o elemento pr\u00f3prio da situa\u00e7\u00e3o      de desordem, contido naturalmente no processo de degenera\u00e7\u00e3o. Este acidente      \u00e9 a apari\u00e7\u00e3o da voz que levar\u00e1 atr\u00e1s de si a multid\u00e3o: a figura do revolucion\u00e1rio.      A multid\u00e3o sozinha, como j\u00e1 acentuado, jamais poderia levar este processo      adiante.<\/p>\n<p>Para desempenhar este papel, Beckman sofre um rito de passagem atrav\u00e9s de      um rebaixamento \u00e0 condi\u00e7\u00e3o do homem comum, o que se d\u00e1 quando ele &#8220;ata      o seu destino ao destino do povo&#8221; atravessando a dist\u00e2ncia que separa      a elite privilegiada do homem do povo, passando a participar&#8221;da mis\u00e9ria      e opress\u00e3o comuns&#8221; sendo, portanto, &#8220;dominado e arrastado pelas      mesmas id\u00e9ias e paix\u00f5es, que eram de todos&#8221;. Isso faz com que Beckman      n\u00e3o possa ter mais total controle da situa\u00e7\u00e3o. Entretanto, esta situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o      \u00e9 absoluta j\u00e1 que Beckman nunca completa esta transi\u00e7\u00e3o. Ele fica em uma situa\u00e7\u00e3o      intermedi\u00e1ria entre o mundo da elite e o mundo do povo, entre o seu status      nobre de &#8220;homem de reflex\u00e3o&#8221; e o rebaixamento a &#8220;homem de a\u00e7\u00e3o&#8221;.      \u00c9 esta localiza\u00e7\u00e3o especial que o habilita a conduzir as multid\u00f5es e, sob      este aspecto, ele representa o prot\u00f3tipo do her\u00f3i.<\/p>\n<p>A voz de Beckman, o l\u00edder, ao conduzir as novas ordens se confunde com a      a\u00e7\u00e3o da multid\u00e3o. Sua voz torna-se a pr\u00f3pria a\u00e7\u00e3o. Mas \u00e9 tamb\u00e9m , ao mesmo      tempo, pela posi\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria que ocupa, o elemento de modera\u00e7\u00e3o capaz      de controlar a selvageria do povo, que a esta altura, j\u00e1 aparece representado      totalmente por uma multid\u00e3o que n\u00e3o possui mais faces identific\u00e1veis, \u00e9 somente      &#8220;povo&#8221;, e o &#8220;povo&#8221; entregue a seu estado completo, torna-se      &#8220;plebe&#8221;, e junto com ela, estar\u00e1 sempre presente a perspectiva de      viol\u00eancia, permanecendo, entretanto, a separa\u00e7\u00e3o entre os l\u00edderes e o &#8220;povo&#8221;,      antepostos como nobres diante da plebe furiosa.<\/p>\n<p>Segundo o relato, fica claro que Beckman n\u00e3o teria tido o intento de instalar      uma nova ordem, mas, pelo contr\u00e1rio, restaurar a antiga. A manuten\u00e7\u00e3o da ordem      m\u00ednima, surge como um ponto de honra a ser preservado pelos &#8220;melhores      cidad\u00e3os&#8221;, coisa muito diferente do que poderia fazer a &#8220;plebe&#8221;.<\/p>\n<p>Com o passar do tempo, come\u00e7a a aparecer toda a inconst\u00e2ncia do &#8220;povo&#8221;,      caracter\u00edstica da falta das virtudes identificadas com a firmeza de prop\u00f3sitos      e com a tenacidade pr\u00f3prias somente do her\u00f3i. Gradualmente, a ordem come\u00e7a      a ser restabelecida, e com a normalidade, a rotina. \u00c9 o retorno do mundo da      perman\u00eancia suplantado o instante fugaz da novidade revolucion\u00e1ria. Est\u00e1 demonstrada      a instabilidade do povo, que parece saudar o fim da revolu\u00e7\u00e3o com o mesmo      entusiasmo com que abra\u00e7ara a sua causa. A moral da hist\u00f3ria parece querer      dizer que o &#8220;povo&#8221;, enfim, ama a normalidade:<\/p>\n<p>O in\u00edcio dos infort\u00fanios de Beckman dera-se com o rompimento com o acordo      t\u00e1cito que mantinha as apar\u00eancias &#8220;da aceita\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria do povo&#8221;.<\/p>\n<p>A revolu\u00e7\u00e3o de Lisboa n\u00e3o \u00e9 altera\u00e7\u00e3o radical das bases em que se apoiam      a sociedade brasileira, a gl\u00f3ria que destaca da revolta do Maranh\u00e3o n\u00e3o \u00e9      o fato de haver sido uma revolu\u00e7\u00e3o, mas o hero\u00edsmo de Beckman. Sobre revolu\u00e7\u00f5es,      Lisboa n\u00e3o as apoia, sua atra\u00e7\u00e3o pelo tema restringe-se \u00e0s discuss\u00f5es entre      homens ilustrados, entre os &#8220;homens de reflex\u00e3o&#8221;, lugar onde ele      mesmo se situa, e de onde pode encontrar a legitimidade e a justi\u00e7a de uma      revolu\u00e7\u00e3o, que seria um movimento, como j\u00e1 se disse, voltado, unicamente,      contra as injusti\u00e7as e a falta de liberdade pol\u00edtica e econ\u00f4mica para aqueles      que identifica como cidad\u00e3os. Vai nesse sentido o liberalismo de Lisboa.<\/p>\n<p>Poderia parecer absurdo, que Lisboa acabe reverenciando a revolu\u00e7\u00e3o pela      sua modera\u00e7\u00e3o, &#8220;respeito \u00e0 vida&#8221;, \u00e0 &#8220;fazenda&#8221; e aos direitos      dos advers\u00e1rios&#8221;. O respeito \u00e0 &#8220;fazenda&#8221;, serve para diferenciar      estas de outras revoltas menos nobres descritas como &#8220;simples fatos materiais&#8221;,      enquanto que, por outro lado, uma revolu\u00e7\u00e3o feita de id\u00e9ias poderia, facilmente,      permanecer restrita aos sal\u00f5es da Rep\u00fablica das Letras, em perfeito isolamento      dos ditames da t\u00e3o temida necessidade. \u00c9 ao intelecto que deve estar ligada      a revolu\u00e7\u00e3o e n\u00e3o \u00e0 necessidade. Esta \u00e9 a divis\u00e3o entre &#8220;homens e reflex\u00e3o&#8221;      e &#8220;homens de a\u00e7\u00e3o&#8221;, de que nos fala Michelet, e que parece fornecer      os limites do mundo de Francisco Lisboa.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong><\/p>\n<p>Lisboa, J. Francisco. Cr\u00f4nica do Brasil colonial: apontamentos para a hist\u00f3ria      do Maranh\u00e3o, Petr\u00f3polis: Vozes, l976.<br \/>\n     Michelet, Jules. O Povo, SP: Martins Fontes, l988.<\/p>\n<h4>Geografia e Dados Gerais do Maranh\u00e3o MA<\/h4>\n<p>O Maranh\u00e3o \u00e9 uma das 27 unidades federativas do Brasil. Est\u00e1 localizado no      oeste da regi\u00e3o Nordeste e tem como limites o Oceano Atl\u00e2ntico (N), o Piau\u00ed      (L), Tocantins (S e SO) e o Par\u00e1 (O). Um pouco Maior que a It\u00e1lia e um pouco      menor que a Alemanha, o estado ocupa uma \u00e1rea de 331.983,293 km\u00b2. A capital      \u00e9 S\u00e3o Lu\u00eds, e outras cidades importantes s\u00e3o A\u00e7ail\u00e2ndia, Imperatriz, Timon,      Caxias, Cod\u00f3, Bacabal, Balsas e Santa In\u00eas.<\/p>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o:<\/strong>Regi\u00e3o Nordeste.<\/p>\n<p><strong>Ponto mais alto:<\/strong>localizado na Chapada das Mangabeiras (804      metros)<\/p>\n<p><strong>Regi\u00e3o Nordeste<\/strong><\/p>\n<p>Estados lim\u00edtrofes Piau\u00ed, Tocantins e Par\u00e1<\/p>\n<p>Mesorregi\u00f5es 5<\/p>\n<p>Microrregi\u00f5es 21<\/p>\n<p>Munic\u00edpios 217<\/p>\n<p><strong>Capital S\u00e3o Lu\u00eds<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00c1rea<\/strong><\/p>\n<p>Total 331.983,293 km\u00b2 (8\u00ba)<\/p>\n<p><strong>Popula\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>2006 estim. 6.184.538 hab. (10\u00ba)<\/p>\n<p>Densidade 18,6 hab.\/km\u00b2 (16\u00ba)<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-012.jpg\" alt=\"Maranh\u00e3o\" width=\"312\" height=\"176\" border=\"0\" title=\"Maranh\u00e3o\" \/><br \/>\n<strong>Bandeira do Maranh\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-013.jpg\" alt=\"Maranh\u00e3o\" width=\"225\" height=\"214\" border=\"0\" title=\"Maranh\u00e3o\" \/><br \/>\n<strong>Bras\u00e3o do Maranh\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Habitante<\/strong><\/p>\n<p>Maranhense<\/p>\n<p><strong>Principais Munic\u00edpios<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o Lu\u00eds, Imperatriz, Caxias, Cod\u00f3, Santa Luzia, Bacabal.<\/p>\n<p><strong>Atividades Econ\u00f4micas<\/strong><\/p>\n<p>extra\u00e7\u00e3o de baba\u00e7u e cera de carna\u00faba, pecu\u00e1ria (bovinos, su\u00ednos), avicultura,      agricultura (milho, arroz, mandioca, feij\u00e3o, algod\u00e3o, cana-de-a\u00e7\u00facar, laranja),      pesca (camar\u00f5es, lagosta) e minerais (calc\u00e1rio, g\u00e1s natural, gipsita, petr\u00f3leo      e sal marinho).<\/p>\n<p><strong>Geografia<\/strong><\/p>\n<p>Estado referente \u00e0 regi\u00e3o do Nordeste brasileiro. O Maranh\u00e3o tem fronteiras      estaduais com os seguintes Estados: Piau\u00ed (ao leste), Tocantins (ao sudoeste)      e Par\u00e1 (ao oeste). Ao norte, o Estado \u00e9 limitado pelo Oceano Atl\u00e2ntico. S\u00e3o      Lu\u00eds \u00e9 a capital do Estado e sua cidade mais populosa, situada na regi\u00e3o da      costa atl\u00e2ntica, apresentando um litoral bastante recortado.<\/p>\n<p><strong>Hidrografia<\/strong><\/p>\n<p>A rede hidrogr\u00e1fica maranhense \u00e9, em sua maior parte, pertencente \u00e0 bacia      do Norte e Nordeste. Entre os principais rios do Estado se encontra o Parana\u00edba,      dividido com o Piau\u00ed na regi\u00e3o fronteiri\u00e7a entre os dois Estados. Outros rios      que banham o territ\u00f3rio do Maranh\u00e3o s\u00e3o o Gurupi (zona de fronteira com o      Par\u00e1), o Tocantins (zona de fronteira do Maranh\u00e3o com Tocantins), Turia\u00e7u,      Itapecuru, Pindar\u00e9, Graja\u00fa e Mearim.<\/p>\n<p><strong>Lista de Rios do Maranh\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Rio Gurupi<br \/>\n     Rio Itapecuru<br \/>\n     Rio Mearim<br \/>\n     Rio Munim<br \/>\n     Rio Parna\u00edba<br \/>\n     Rio Pindar\u00e9<br \/>\n     Rio Tocantins<br \/>\n     Rio Turia\u00e7u<\/p>\n<p><strong>Clima e Vegeta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A caracter\u00edstica clim\u00e1tica predominante no Maranh\u00e3o \u00e9 configurada como tropical.      As temperaturas m\u00e9dias anuais s\u00e3o superiores a 24\u00b0C, enquanto os \u00edndices pluviom\u00e9tricos      variam entre 1500 e 2500mm anuais. As chuvas no territ\u00f3rio do Maranh\u00e3o caracterizam      duas \u00e1reas distintas: no litoral as chuvas s\u00e3o mais abundantes, enquanto no      interior s\u00e3o mais escassas.<\/p>\n<p>Outro fator condicionante do clima no Estado \u00e9 sua posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, dividida      entre a \u00e1rea situada no complexo amaz\u00f4nico, ao noroeste, onde o clima tende      \u00e0 caracteriza\u00e7\u00e3o como equatorial, e a \u00e1rea situada na regi\u00e3o semi-\u00e1rida do      Nordeste brasileiro.<\/p>\n<p>O fator condicionante do clima \u00e9 respons\u00e1vel pela distin\u00e7\u00e3o entre algumas      \u00e1reas de vegeta\u00e7\u00e3o: ao noroeste h\u00e1 a presen\u00e7a da Floresta Amaz\u00f4nica ou Hil\u00e9ia      Brasileira, sendo esta regi\u00e3o tamb\u00e9m conhecida como Amaz\u00f4nia Maranhense; nas      regi\u00f5es de clima caracterizado como tropical, predomina o cerrado, ao sul      do territ\u00f3rio estadual; no litoral, h\u00e1 a presen\u00e7a do mangue; ao leste, numa      zona de transi\u00e7\u00e3o entre o cerrado e a floresta equatorial, h\u00e1 a Mata dos Cocais,      de vegeta\u00e7\u00e3o relativamente homog\u00eanea, onde predomina o baba\u00e7u (Orbignya martiana),      de grande import\u00e2ncia econ\u00f4mica para o Estado.<\/p>\n<p><strong>Relevo<\/strong><\/p>\n<p>O relevo maranhense \u00e9 basicamente dividido em duas grandes \u00e1reas: a regi\u00e3o      de plan\u00edcie no litoral e a regi\u00e3o de planalto nas demais \u00e1reas do Estado.      A plan\u00edcie caracteriza-se pela presen\u00e7a de tabuleiros (pequenos plat\u00f4s) e      baixadas alagadi\u00e7as. Esta regi\u00e3o de plan\u00edcie chega a avan\u00e7ar, a partir de      sua regi\u00e3o central, em dire\u00e7\u00e3o ao interior do territ\u00f3rio. Quanto ao planalto,      com forma tabular e de forma\u00e7\u00e3o bas\u00e1ltica a partir do mesoz\u00f3ico, h\u00e1 a presen\u00e7a      de \u00e1reas de chapadas, com escarpas que constituem, por exemplo,as serras da      Desordem, da Canela e das Alpercatas.<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena do Maranh\u00e3o est\u00e1 entre as mais significativas do pa\u00eds      do ponto de vista num\u00e9rico, sendo estimada em pouco mais de 12,2 mil habitantes.      Est\u00e1 dividida em dezesseis grupos, sendo que quatorze destes j\u00e1 vivem em \u00e1reas      demarcadas para si pela FUNAI (Funda\u00e7\u00e3o Nacional do \u00cdndio).<\/p>\n<p>Como nos demais Estados nordestinos, a popula\u00e7\u00e3o maranhense tamb\u00e9m enfrenta      problemas infra-estruturais, como a rede hospitalar insatisfat\u00f3ria, em que      grande parte dos estabelecimentos s\u00e3o mantidos por entidades privadas. Outro      grave problema social trata-se dos conflitos rurais resultados da baixa condi\u00e7\u00e3o      econ\u00f4mica dos trabalhadores rurais, destitu\u00eddos de terras pr\u00f3prias para o      cultivo e a subsist\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Economia<\/strong><\/p>\n<p>As atividades econ\u00f4micas predominantes no Estado do Maranh\u00e3o s\u00e3o a agropecu\u00e1ria      e o extrativismo vegetal: o arroz \u00e9 o principal produto agr\u00edcola, em conjunto      com o milho, a mandioca, o feij\u00e3o e a cana-de-a\u00e7\u00facar; o baba\u00e7u \u00e9 o produto      de extra\u00e7\u00e3o de extrema import\u00e2ncia para a economia do Estado, seguido da carna\u00faba.<\/p>\n<p>A pecu\u00e1ria regional tem os bovinos, caprinos, asininos e su\u00ednos entre seus      principais rebanhos.<\/p>\n<p>O cultivo agr\u00edcola \u00e9 desenvolvido sobretudo nas regi\u00f5es dos vales do Pindar\u00e9      e do Mearim.<\/p>\n<p>No per\u00edodo entre os anos de 1949 e 1953, a pesca maranhense esteve no primeiro      lugar em termos de produ\u00e7\u00e3o nacional. J\u00e1 as atividades industriais s\u00e3o restritas;      h\u00e1 no Estado a participa\u00e7\u00e3o dos setores industriais aliment\u00edcios, madeireiros      e de processamento de alum\u00ednio.<\/p>\n<p><strong>Etnias<\/strong><\/p>\n<p>O Maranh\u00e3o \u00e9 um dos estados mais miscigenados do pa\u00eds, o que pode ser demonstrado      pelo n\u00famero de 68,8% de pardos auto-declarados ao IBGE, resultado da grande      concentra\u00e7\u00e3o de escravos ind\u00edgenas e africanos nas lavouras de cana, arroz      e algod\u00e3o; os grupos ind\u00edgenas remanescentes e predominantes s\u00e3o dos grupos      lingu\u00edsticos J\u00ea e Tupi. No tronco Macro-J\u00ea destaca-se a fam\u00edlia J\u00ea, com povos      falantes da l\u00edngua Timbira (Mehim), Kanela (Apanyekra e Ramkokamekra), Krikati,      Gavi\u00e3o (Pukoby\u00ea), Kokuiregatej\u00ea, Timbira do Pindar\u00e9 e Krej\u00ea. No Tronco Tupi      a fam\u00edlia tupi-guarani, com os povos falantes das l\u00ednguas Teneteh\u00e1ra: Guajajara,      Temb\u00e9 e Urubu-Kaapor, al\u00e9m dos Aw\u00e1-Guaj\u00e1 e e um pequeno grupo Guarani. concentrados      principalmente na pr\u00e9-Amaz\u00f4nia, no Alto Mearim e na regi\u00e3o de Barra do Corda      e Graja\u00fa.<\/p>\n<p>Os afro-descendentes s\u00e3o maioria da popula\u00e7\u00e3o, devido ao forte tr\u00e1fico negreiro      entre os s\u00e9culos XVIII e XIX, que trouxe milhares de negros da Costa da Mina      e da Guin\u00e9. Muitas das tradi\u00e7\u00f5es maranhenses tem a forte marca das culturas      africanas: culin\u00e1ria (Arroz de Cux\u00e1), religi\u00e3o (Tambor de Mina e Terec\u00f4),      festas (Bumba-Meu-Boi e Tambor de Crioula) e m\u00fasicas (Reggae). Atualmente,      o Maranh\u00e3o conta com mais de 700 comunidades quilombolas em toda regi\u00e3o da      baixada, rio Itapecuru e Mearim.<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o branca, 24,9% \u00e9 quase exclusivamente descendentes de portugueses,      dada a pequena migra\u00e7\u00e3o de outros europeus para a regi\u00e3o. Ainda no in\u00edcio      do s\u00e9culo XX a maior parte dos imigrantes portugueses era oriunda dos A\u00e7ores      e da regi\u00e3o de Tr\u00e1s-os-Montes. Tamb\u00e9m no s\u00e9culo XX vieram contingentes significativos      de s\u00edrios e libaneses, refugiados do desmonte do Imp\u00e9rio Otomano e que hoje      t\u00eam grande e tradicional presen\u00e7a no estado. A proximidade com a cultura portuguesa      e o isolamento do estado at\u00e9 a metade do s\u00e9culo XX gerou aqui um sotaque pr\u00f3prio      e ainda bastante similar ao portugu\u00eas falado em Portugal, praticando os maranhenses      uma conjuga\u00e7\u00e3o verbal e pronominal vizinha \u00e0quela lusitana.<\/p>\n<p><strong>Gent\u00edlico<\/strong><\/p>\n<p>Maranhense<\/p>\n<p><strong>Hora local<\/strong><\/p>\n<p>A mesma em rela\u00e7\u00e3o a Bras\u00edlia.<\/p>\n<h4>Hino do Maranh\u00e3o<\/h4>\n<p>I<br \/>\n     &#8220;Entre o rumor das selvas seculares,<br \/>\n     Ouviste um dia no espa\u00e7o azul, vibrando,<br \/>\n     O troar das bombardas nos combates,<br \/>\n     E, ap\u00f3s, um hino festival, soando.<\/p>\n<p>Estribilho<br \/>\n     Salve P\u00e1tria, P\u00e1tria amada!<br \/>\n     Maranh\u00e3o, Maranh\u00e3o, ber\u00e7o de her\u00f3is,<br \/>\n     Por divisa tens a gl\u00f3ria<br \/>\n     Por nome, nossos av\u00f3s.<\/p>\n<p>II<br \/>\n     Era a guerra, a vit\u00f3ria, a morte e a vida<br \/>\n     E, com a vit\u00f3ria, a gl\u00f3ria entrela\u00e7ada,<br \/>\n     Ca\u00eda do invasor a aud\u00e1cia estranha,<br \/>\n     Surgia do direito a luz dourada.<\/p>\n<p>III<br \/>\n     Quando \u00e0s irm\u00e3s os bra\u00e7os estendeste,<br \/>\n     Foi com a gl\u00f3ria a fulgir no teu semblante<br \/>\n     E foi sempre envolta na tua luz celeste,<br \/>\n     P\u00e1tria de her\u00f3is, tens caminhado avante.<\/p>\n<p>IV<br \/>\n     Reprimiste o flamengo aventureiro,<br \/>\n     E o for\u00e7aste a no mar buscar guarida<br \/>\n     Dois s\u00e9culos depois, disseste ao luso:<br \/>\n     &#8211; A liberdade \u00e9 o sol que nos d\u00e1 vida.<\/p>\n<p>V<br \/>\n     E na estrada esplendente do futuro,<br \/>\n     Fitas o olhar, altiva e sobranceira,<br \/>\n     D\u00ea-te o porvir as gl\u00f3rias do passado<br \/>\n     Seja de gl\u00f3ria tua exist\u00eancia inteira.&#8221;<\/p>\n<p>Fonte:www.achetudoeregiao.com.br<\/p>\n<h6>Maranh\u00e3o<\/h6>\n<p>Tudo que o turista com esp\u00edrito de descoberta espera encontrar no Nordeste,      o Maranh\u00e3o tem. Maranh\u00e3o possui uma costa de 640 km de extens\u00e3o, a segunda      maior do Brasil, tem o Parque Nacional dos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses, o maior conjunto      de dunas do mundo, e o Parque Estadual de Manuel Lu\u00eds &#8211; maior banco de corais      da Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-016.jpg\" alt=\"Maranh\u00e3o\" width=\"350\" height=\"235\" border=\"0\" style=\"border: 0px none; margin: 0px; padding: 0px\" title=\"Maranh\u00e3o\" \/><\/p>\n<p>Maranh\u00e3o ainda tem um das \u00e1reas mais ricas e desconhecidas da Selva Amaz\u00f4nica      e a maior \u00e1rea preservada de cerrados, com dezenas de grandiosas cascatas.      Maranh\u00e3o j\u00e1 nasceu diferente.<\/p>\n<p>Possui a \u00fanica capital brasileira fundada por franceses e \u00e9, curiosamente,      a mais portuguesa. Isto \u00e9 explicado pelos tesouros naturais que existem na      regi\u00e3o, no Estado de transi\u00e7\u00e3o entre Norte, Nordeste e o Centro -oste brasileiro      que motivaram muitas guerras entre os colonizadores.<\/p>\n<p>Os portugueses venceram a guerra e dominaram no Maranh\u00e3o, especialmente em      cidades como S\u00e3o Lu\u00eds e Alc\u00e2ntara, que possui uma preciosa heran\u00e7a: o maior      conjunto de arquitetura civil portuguesa da Am\u00e9rica Latina, com mais de 3000      constru\u00e7\u00f5es de valor hist\u00f3rico.<\/p>\n<p>O encanto de S\u00e3o Lu\u00eds e de Alc\u00e2ntara, onde a mistura entre negro, \u00edndios      e brancos resultou em um s\u00f3lido e exuberante patrim\u00f4nio cultural, vem, durante      v\u00e1rios s\u00e9culos, impressionando muitos viajantes. Agora est\u00e1 se revelando,      para pioneiros novos, o grande potencial do Maranh\u00e3o para o ecoturismo. Conhecer      as maravilhas do Estado exige esp\u00edrito de aventura.<\/p>\n<p>O Governo de Maranh\u00e3o j\u00e1 est\u00e1 abrindo estradas para isso, preparando a infra-estrutura      b\u00e1sica do mundo inteiro de forma que turistas de todo o mundo possam desfrutar      dos encantos do Estado. Maranh\u00e3o o espera. Maranh\u00e3o \u00e9 o Nordeste com algo      mais.<\/p>\n<h4>Cultura Popular<\/h4>\n<p>A Cultura Popular do Maranh\u00e3o \u00e9 uma feliz converg\u00eancia de influ\u00eancias. Produto      da mistura de brancos, negros e \u00edndios, ela tamb\u00e9m traduz a localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica      do Estado, mostrando a sua ascend\u00eancia nordestina e amaz\u00f4nica. A for\u00e7a deste      multiculturalismo deu origem a uma das mais ricas, vivas e originais express\u00f5es      culturais do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Sua personalidade est\u00e1 impressa em todas as suas manifesta\u00e7\u00f5es: seja no tran\u00e7ado      da palha, no trabalho das rendeiras, na tradi\u00e7\u00e3o da pesca artesanal e da constru\u00e7\u00e3o      de barcos, quanto no sabor de sua comida, nas lendas, no som arrebatador do      Bumba-meu-boi e nos seus diferentes &#8220;sotaques&#8221; e na variedade das      dan\u00e7as, como a Dan\u00e7a do Coco, Dan\u00e7a do Caro\u00e7o e Dan\u00e7a de S\u00e3o Gon\u00e7alo.<\/p>\n<p>Mas as festas s\u00e3o um dos momentos de express\u00e3o m\u00e1xima da cultura maranhense.      As festas no Maranh\u00e3o s\u00e3o um espet\u00e1culo de cores, sons, sabores, f\u00e9, magia      e tradi\u00e7\u00e3o. \u00c9 festa o ano inteiro: Festa do Divino, de S\u00e3o Benedito, Carnaval,      S\u00e3o Jo\u00e3o e muitas outras. Em todas elas, a mesma caracter\u00edstica: a participa\u00e7\u00e3o      popular e a alegria.<\/p>\n<p><strong>Bumba-Meu-Boi<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-014.jpg\" alt=\"Maranh\u00e3o\" width=\"250\" height=\"191\" border=\"0\" style=\"border: 0px none; margin: 0px; padding: 0px\" title=\"Maranh\u00e3o\" \/><\/strong><\/p>\n<p>O Bumba-meu-boi \u00e9 uma das mais expressivas manifesta\u00e7\u00f5es culturais do Maranh\u00e3o.      Este espet\u00e1culo de m\u00fasica, dan\u00e7a, cantos e cores arrebata os sentidos e alegra      as noites de S\u00e3o Jo\u00e3o em S\u00e3o Lu\u00eds.<\/p>\n<p>O Bumba-meu-boi \u00e9 um auto dram\u00e1tico, uma fant\u00e1stica mistura de teatro, dan\u00e7a      e folclore, com tra\u00e7os semelhantes aos autos medievais, mas suas verdadeiras      origens est\u00e3o perdidas no tempo. A hist\u00f3ria de Pai Francisco, Catirina, e      a sua rela\u00e7\u00e3o com o boi, \u00e9 encontrada com varia\u00e7\u00f5es, em diversas culturas.      Mas s\u00f3 aqui no Maranh\u00e3o ele \u00e9 t\u00e3o empolgante.<\/p>\n<p><strong>Produto da mistura de brancos, negros e \u00edndios, estas influ\u00eancias      est\u00e3o presentes nos diferentes estilos de boi &#8211; os chamados &#8220;sotaques&#8221;.      S\u00e3o 3 os principais sotaques:<\/strong><\/p>\n<p>Boi de matraca: de marcada influ\u00eancia ind\u00edgena, se caracteriza pela utiliza\u00e7\u00e3o      da matraca, um instrumento constru\u00eddo com pequenas t\u00e1buas que fazem a percuss\u00e3o;<\/p>\n<p>Boi de zabumba: de influ\u00eancia africana, utiliza a zabumba, uma esp\u00e9cie de      tambor, na marca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Boi de orquestra: predomina a influ\u00eancia branca, utiliza instrumentos de      sopro como saxofones, clarinetas e pist\u00f5es.<\/p>\n<p>Cada sotaque \u00e9 uma batida, um ritmo diferente. E com o sotaque mudam tamb\u00e9m      as indument\u00e1rias, as cenografias e as toadas. O resultado \u00e9 uma festa, uma      mistura de sons, ritmos e cores, que arrebata a assist\u00eancia. Um espet\u00e1culo      de grande beleza e valor cultural inestim\u00e1vel.<\/p>\n<p>Brincar o Bumba-meu-boi no Maranh\u00e3o \u00e9 uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel. Venha      voc\u00ea tamb\u00e9m viver esta alegria e descobrir o segredo de um S\u00e3o Jo\u00e3o diferente!<\/p>\n<p><strong>S\u00e3o Jo\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-015.jpg\" alt=\"Maranh\u00e3o\" width=\"317\" height=\"224\" border=\"0\" style=\"border: 0px none; margin: 0px; padding: 0px\" title=\"Maranh\u00e3o\" \/><\/p>\n<p>O S\u00e3o Jo\u00e3o do Maranh\u00e3o \u00e9 uma comemora\u00e7\u00e3o sem igual em todo o Brasil. A partir      O S\u00e3o Jo\u00e3o do Maranh\u00e3o \u00e9 uma comemora\u00e7\u00e3o sem igual em todo o Brasil. A partir      da segunda quinzena do m\u00eas de junho, a cidade de S\u00e3o Lu\u00eds se transforma num      grande arraial.<\/p>\n<p>Comp\u00f5em o folguedo as barraquinhas de palha, as bandeirolas, as fogueiras,      os licores e as comidas t\u00edpicas. A diferen\u00e7a fica por conta das muitas manifesta\u00e7\u00f5es      culturais que ocorrem durante o S\u00e3o Jo\u00e3o e que fazem desta festa um dos momentos      mais ricos da cultura popular do Pa\u00eds. A Festa de S\u00e3o Jo\u00e3o \u00e9 como um caleidosc\u00f3pio      da riqueza cultural, art\u00edstica e folcl\u00f3rica do Maranh\u00e3o. O Bumba-meu-boi \u00e9      a mais expressiva delas.<\/p>\n<p>Esta fant\u00e1stica mistura de teatro, dan\u00e7a e folclore, com tra\u00e7os semelhantes      aos autos medievais, tem as suas origens perdidas no tempo. Mas at\u00e9 hoje ele      empolga e arrebata a assist\u00eancia. Suas cores, a beleza das suas coreografias,      o brilho das fantasias, o esvoa\u00e7ar das fitas e o som quente, forte e perturbador      dos diferentes &#8220;sotaques&#8221; do Bumba-meu-boi, arrasta o povo todo      pelas ruas para acompanhar as suas evolu\u00e7\u00f5es. \u00c9 um espet\u00e1culo emocionante.<\/p>\n<p>E tem mais cultura neste S\u00e3o Jo\u00e3o! Tem a sensualidade do Tambor-de-crioula,      uma dan\u00e7a herdada dos escravos e conduzida por tambores em um ritmo fren\u00e9tico,      onde as mulheres em movimento sensual, coroam a dan\u00e7a com uma &#8220;umbigada&#8221;,      tem a Dan\u00e7a do coco, o Lel\u00ea ou Pela porco, o Cacuri\u00e1, a dan\u00e7a de S\u00e3o Gon\u00e7alo,      Bamba\u00ea de caixa, a dan\u00e7a portuguesa e a tradicional quadrilha.<\/p>\n<p>A presen\u00e7a do povo, a alegria dos participantes e todas estas atra\u00e7\u00f5es culturais      fazem da Festa de S\u00e3o Jo\u00e3o do Maranh\u00e3o uma comemora\u00e7\u00e3o verdadeiramente diferente      de tudo o que voc\u00ea j\u00e1 viu!<\/p>\n<p><strong>Circuito Religioso<\/strong><\/p>\n<p>Os tambores ressoam no Maranh\u00e3o durante o ano inteiro. A religiosidade do      povo maranhense se expressa atrav\u00e9s da devo\u00e7\u00e3o, da dan\u00e7a, da alegria das festas.<\/p>\n<p>O S\u00e3o Jo\u00e3o do Maranh\u00e3o \u00e9 uma comemora\u00e7\u00e3o sem igual em todo o Brasil. As fogueiras      s\u00e3o acesas e o povo todo vai para as ruas acompanhar as evolu\u00e7\u00f5es, as dan\u00e7as,      os brilhos e coloridos do Bumba-meu-boi. \u00c9 um espet\u00e1culo emocionante, com      um som quente que arrasta toda a assist\u00eancia. E, para deixar ainda mais animados      os festejos de S\u00e3o Jo\u00e3o, tem a tradi\u00e7\u00e3o do Tambor-de-crioula, dan\u00e7a quente      e sensual.<\/p>\n<p>Mas o circuito religioso no Maranh\u00e3o ainda tem mais comemora\u00e7\u00e3o! Como a Festa      do Divino, na cidade de Alc\u00e2ntara, os festejos de S\u00e3o Benedito, protetor dos      escravos e a festa em homenagem a S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar, santo reconhecido pela      fama de milagreiro.<\/p>\n<p>Nas casas de culto africano, o Tambor de Mina, ritual semelhante ao do Candombl\u00e9,      ressoa em dezenas de cerim\u00f4nias ao longo do ano.<\/p>\n<p>F\u00e9, alegria e uma pluralidade de sons, ritmos e movimentos contribuem para      fazer do circuito religioso uma das grandes atra\u00e7\u00f5es culturais do Maranh\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Festa do Divino<\/strong><\/p>\n<p>A Festa do Divino \u00e9 comemorada durante o m\u00eas de maio em v\u00e1rias cidades do      Maranh\u00e3o. Mas \u00e9 em Alc\u00e2ntara que ela alcan\u00e7a todo o seu esplendor. Esta festa,      que re\u00fane devo\u00e7\u00e3o e hist\u00f3ria, encontra no casario colonial e nas ru\u00ednas do      tempo do Brasil Imp\u00e9rio de Alc\u00e2ntara o cen\u00e1rio perfeito para nos transportar      para uma \u00e9poca em que ainda viviam reis e imperadores.<\/p>\n<p>No per\u00edodo das comemora\u00e7\u00f5es, sobe a luz bruxuleante dos archotes, os cortejos      populares percorrem as ruas da cidade, entoando c\u00e2nticos at\u00e9 chegar \u00e0 casa      onde est\u00e1 hospedado o Imperador ou Imperatriz, que ent\u00e3o recebe as homenagens      do povo. As &#8220;caixeiras&#8221; comandam a celebra\u00e7\u00e3o. Elas acompanham o      cortejo rufando suas &#8220;caixas&#8221; (uma esp\u00e9cie de tambor), entoando      c\u00e2nticos e executando os passos de uma dan\u00e7a muito peculiar. As &#8220;bandeirinhas&#8221;      participam do canto e da dan\u00e7a, acompanhando o toque das caixeiras. Ao final,      s\u00e3o servidos doces e bebidas para os participantes do cortejo.<\/p>\n<p><strong>Homenagem a S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar<\/strong><\/p>\n<p>A apenas 35 km de S\u00e3o Lu\u00eds, a cidade de S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar \u00e9 o maior santu\u00e1rio      de peregrina\u00e7\u00f5es religiosas do Estado. Gra\u00e7as aos milagres atribu\u00eddos ao Santo      Padroeiro, fervorosos romeiros de todas as regi\u00f5es do Pa\u00eds para l\u00e1 se dirigem,      no m\u00eas de setembro, quando da realiza\u00e7\u00e3o dos festejos em sua homenagem.<\/p>\n<p>Numa comovente profiss\u00e3o de f\u00e9, grande n\u00famero de fi\u00e9is dirigem-se \u00e0 Casa      dos Milagres para depositar seus ex-votos. S\u00e3o cabe\u00e7as, membros e \u00f3rg\u00e3os do      corpo humano ou pe\u00e7as como casas ou embarca\u00e7\u00f5es, esculpidas em cera ou madeira,      simbolizando o agradecimento pela gra\u00e7a de curas alcan\u00e7adas ou sonhos realizados.<\/p>\n<p>Mais de 100.000 pessoas dividem suas aten\u00e7\u00f5es entre o profano e o sagrado.      Romeiros que, contritamente, participam das missas, dos batizados e acompanham      a prociss\u00e3o s\u00e3o os mesmos que animam os shows, bailes de reggae, apresenta\u00e7\u00f5es      folcl\u00f3ricas, desfiles carnavalescos, numa demonstra\u00e7\u00e3o de que a f\u00e9 e a devo\u00e7\u00e3o      n\u00e3o excluem a alegria.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio dessas manifesta\u00e7\u00f5es, j\u00e1 antes deslumbrante, em frente \u00e0 Ba\u00eda de      S\u00e3o Jos\u00e9, ganhou impon\u00eancia e conforto com a constru\u00e7\u00e3o da bas\u00edlica pelo governo      atual. No largo da igreja foi erguida uma est\u00e1tua do Santo, com 17,50m de      altura, que pode ser avistada de bem longe da costa<\/p>\n<p>Em torno, outras doze edifica\u00e7\u00f5es menores representam etapas da vida do padroeiro:      nascimento, noivado, os passos de S\u00e3o Jos\u00e9. Fazem ainda parte do complexo      religioso a grande concha ac\u00fastica e o Museu dos Ex-Votos. Essas obras contribu\u00edram      para a consolida\u00e7\u00e3o dos festejos de S\u00e3o Jos\u00e9 como um dos mais importantes      eventos do calend\u00e1rio tur\u00edstico do Maranh\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte:www.braziliantourism.com.br<\/p>\n<h6>Maranh\u00e3o<\/h6>\n<h4><strong>Forma\u00e7\u00e3o Hist\u00f3rica<\/strong><\/h4>\n<p>Foram os espanh\u00f3is os primeiros europeus a chegarem, em 1500, \u00e0 regi\u00e3o onde      hoje se encontra o Estado do Maranh\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1535, no entanto, verificou-se por parte dos portugueses, uma primeira      tentativa fracassada de ocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>Foram os franceses que realizaram a ocupa\u00e7\u00e3o efetiva iniciada em 1612, quando      500 deles chegaram em tr\u00eas navios e fundaram a Fran\u00e7a Equinocial.<\/p>\n<p>Seguiram-se lutas e tr\u00e9guas entre portugueses e franceses at\u00e9 1615, quando      os primeiros retomaram definitivamente a col\u00f4nia.<\/p>\n<p>Em 1621, foi institu\u00eddo o Estado do Maranh\u00e3o e Gr\u00e3o-Par\u00e1, com o objetivo      de melhorar as defesas da costa e os contatos com a metr\u00f3pole, uma vez que      as rela\u00e7\u00f5es com a capital da col\u00f4nia, Salvador, localizada na costa leste      do oceano Atl\u00e2ntico eram dificultadas, devido \u00e0s correntes mar\u00edtimas.<\/p>\n<p>Em 1641, os holandeses invadiram a regi\u00e3o e ocuparam a ilha de S\u00e3o Luiz,      nomeando o povoado em homenagem ao rei Luiz XIII.<\/p>\n<p>Tr\u00eas anos depois, foram expulsos pelos portugueses. A separa\u00e7\u00e3o do Maranh\u00e3o      e Par\u00e1 veio a ocorrer em 1774, ap\u00f3s a consolida\u00e7\u00e3o do dom\u00ednio portugu\u00eas na      regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A forte influ\u00eancia portuguesa no Maranh\u00e3o fez com que o Estado s\u00f3 aceitasse      em 1823, ap\u00f3s interven\u00e7\u00e3o armada, a independ\u00eancia do Brasil de Portugal, ocorrida      em 7 de setembro de 1822.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XVII, a base da economia do Estado encontrava-se na produ\u00e7\u00e3o do      a\u00e7\u00facar, cravo, canela e pimenta; no s\u00e9culo XVIII, surgiram o arroz e o algod\u00e3o,      que vieram a se somar ao a\u00e7\u00facar, constituindo-se estes tr\u00eas produtos a base      da economia escravocrata do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p>Com a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura, a 13 de maio de 1888, o Estado enfrentou um      per\u00edodo decad\u00eancia econ\u00f4mica, do qual viria a se recuperar no final da primeira      d\u00e9cada do s\u00e9culo XX, quando teve in\u00edcio o processo de industrializa\u00e7\u00e3o, a      partir da produ\u00e7\u00e3o t\u00eaxtil.<\/p>\n<p>O Estado do Maranh\u00e3o recebeu duas importantes correntes migrat\u00f3rias ao longo      do s\u00e9culo XX. Nos primeiros anos chegaram s\u00edrio-libaneses, que se dedicaram      inicialmente ao com\u00e9rcio modesto, passando em seguida a empreendimentos maiores      e a dar origem a profissionais liberais e pol\u00edticos.<\/p>\n<p>Entre as d\u00e9cadas de 40 e 60 chegou grande n\u00famero de migrantes origin\u00e1rios      do Estado do Cear\u00e1, em busca de melhores condi\u00e7\u00f5es de vida na agricultura.      Dedicaram-se principalmente \u00e0 lavoura de arroz, o que fez crescer consideravelmente      a produ\u00e7\u00e3o do Estado.<\/p>\n<h4><strong>Origem do nome<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Maranh\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Do tupi, mba&#8217;ra, mar, e n\u00e3, corrente, rio que semelha o mar, primeiro nome      dado ao rio Amazonas.<\/p>\n<p>Fonte:citybrazil.uol.com.br<\/p>\n<h6>Maranh\u00e3o<\/h6>\n<h4>Como tudo come\u00e7ou<\/h4>\n<p>A divisa fixada em 1494 pelo Tratado de Tordesilhas, entre Espanha e Portugal      para dividir as terras ainda desconhecidas pelos europeus, cortava a linha      do Equador em um ponto qualquer afastado do Amazonas.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-017.jpg\" alt=\"Maranh\u00e3o\" width=\"350\" height=\"222\" border=\"0\" style=\"border: 0px none; margin: 0px; padding: 0px\" title=\"Maranh\u00e3o\" \/><\/p>\n<p>Os m\u00e9todos rudimentares para determinar as dist\u00e2ncias em alto mar n\u00e3o possibilitavam      uma localiza\u00e7\u00e3o precisa e, na d\u00favida, devido \u00e0s san\u00e7\u00f5es que amea\u00e7avam os que      n\u00e3o teriam respeitado este &#8220;testamento de Ad\u00e3o&#8221; &#8211; como o chamava      ironicamente Francisco I da Fran\u00e7a &#8211; era prefer\u00edvel manter-se distante da      zona incerta.<\/p>\n<p>Os sucessores de Colombo, assim como os de Cabral, n\u00e3o se distanciavam das      rotas conhecidas, e todo o litoral entre o Orenoco e o Nordeste brasileiro      tornava-se um &#8220;no man&#8217;s land&#8221;, que somente alguns raros exploradores      clandestinos ousavam percorrer.<\/p>\n<p>Para incentivar o povoamento do Brasil, o rei Jo\u00e3o III, de Portugal, dividiu-o      em capitanias heredit\u00e1rias, em 1535. A Capitania do Maranh\u00e3o, situada mais      ao Norte, ele a deu ao tesoureiro &#8211; e c\u00e9lebre historiador &#8211; Jo\u00e3o de Barros,      que levou muito a s\u00e9rio a sua miss\u00e3o colonizadora.<\/p>\n<p>Ao longo de tr\u00eas d\u00e9cadas, ele enviou n\u00e3o menos de quatro frotas com mais      de 3.000 colonos, que fundaram a cidade de Nazar\u00e9 (muito provavelmente na      localiza\u00e7\u00e3o atual de S\u00e3o Lu\u00eds) e tr\u00eas outros vilarejos, sob as ordens de seus      pr\u00f3prios filhos, que ali ficaram durante cinco anos (1555-60).<\/p>\n<p>A falta de ajuda oficial e o prec\u00e1rio conhecimento das rotas mar\u00edtimas (por      causa do Gulf Stream era mais f\u00e1cil ir de S\u00e3o Lu\u00eds \u00e0 Europa do que de S\u00e3o      Lu\u00eds para o resto do Brasil!) contribu\u00edram, pouco a pouco, para o desaparecimento      destas col\u00f4nias.<\/p>\n<p>Depois de 1570, enquanto o Brasil j\u00e1 tinha cidades t\u00e3o ricas quanto Salvador      e Olinda, toda a costa do Norte era uma regi\u00e3o abandonada \u00e0 pr\u00f3pria sorte.<\/p>\n<p>Este descaso do poder despertou a cobi\u00e7a dos ambiciosos: traficantes portugueses      e espanh\u00f3is, cors\u00e1rios holandeses, ingleses e, principalmente, franceses,      que vinham todo ano para comerciar com os \u00edndios, estabelecendo assim as bases      de um contato vantajoso.<\/p>\n<p>Em 1612, uma expedi\u00e7\u00e3o francesa comandada por Daniel de la Touche, Senhor      de la Ravardi\u00e8re, partia de Cancale (Saint-Malo) na Bretanha, com o apoio      da regente Maria de M\u00e9dicis, para se apossar do lugar (&#8220;n\u00e3o pela for\u00e7a      mas por amor&#8221;, segundo as palavras do mission\u00e1rio capuchinho Claude d&#8217;Abbeville)      e fundar aqui a Fran\u00e7a Equinocial.<\/p>\n<p>No dia 8 de setembro, foi conclu\u00eddo o Forte e Vila de S\u00e3o Lu\u00eds, assim nomeado      em homenagem a Lu\u00eds XIII (alguns anos mais tarde, no lado contr\u00e1rio ao Atl\u00e2ntico,      na embocadura do Senegal, uma outra cidade seria batizada com o nome de S\u00e3o      Lu\u00eds, mas em homenagem a Lu\u00eds XIV). O fato teve uma certa repercuss\u00e3o e provocou      uma crise diplom\u00e1tica, resultando, finalmente, na reconquista do Maranh\u00e3o      pelos portugueses de Pernambuco, em 1615.<\/p>\n<p>Fonte:www.topgyn.com.br<\/p>\n<h6>Maranh\u00e3o<\/h6>\n<p>O estado do Maranh\u00e3o localiza-se entre a Amaz\u00f4nia e o Nordeste, constituindo-se      a fronteira entre as duas regi\u00f5es. Conta com 216 munic\u00edpios, 5,6 milh\u00f5es de      habitantes e uma extens\u00e3o superior a 333 mil quil\u00f4metros quadrados, tendo      como capital a cidade de S\u00e3o Lu\u00eds.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-018.jpg\" alt=\"Maranh\u00e3o\" width=\"350\" height=\"238\" border=\"0\" title=\"Maranh\u00e3o\" \/><\/p>\n<p><strong>Economia<\/strong><\/p>\n<p>Possui ind\u00fastrias diversas, destacando-se as de transforma\u00e7\u00e3o de alum\u00ednio,      alimentos e madeiras. Tamb\u00e9m possui atividades de extrativismo do coco baba\u00e7u      e da agricultura da soja, mandioca, arroz, milho, e pecu\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Limita-se com o Piau\u00ed, Tocantins e o Par\u00e1. Em 1612, colonizadores franceses      queriam fundar nesse territ\u00f3rio, a Fran\u00e7a Equinocial Brasileira. O Maranh\u00e3o      guarda as marcas do passado, principalmente na arquitetura de sua capital,      S\u00e3o Lu\u00eds, que mostra as marcas do Brasil Colonial.<\/p>\n<p>O centro possui ruas estreitas e sobrados com fachadas de azulejos datados      dos s\u00e9culos XVII a XIX. Alc\u00e2ntara, munic\u00edpio de reduto negro, foi tombada      pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico Nacional pela riqueza de sua arquitetura que tamb\u00e9m      revela o passado hist\u00f3rico.<\/p>\n<p><strong>Amaz\u00f4nia Maranhense<\/strong><\/p>\n<p>No Maranh\u00e3o a regi\u00e3o amaz\u00f4nica propriamente dita \u00e9 compreendida pelas regi\u00f5es      a oeste do paralelo 44 menos os cerrados do sul-maranhense. inclui-se a\u00ed todo      o litoral ocidental at\u00e9 a ba\u00eda do Tubar\u00e3o (extens\u00e3o do chamado litoral norte,      que inclui S\u00e3o Lu\u00eds), toda a baixada maranhense (esp\u00e9cie de prolongamento      das v\u00e1rzeas da bacia amaz\u00f4nica e dos campos do Maraj\u00f3), os vales dos extensos      e perenes rios Gurupi, Turia\u00e7u, Pindar\u00e9, Graja\u00fa e Mearim at\u00e9 mais ou menos      a regi\u00e3o de Graja\u00fa, tornando-se dif\u00edcil muitas vezes definir onde come\u00e7a um      bioma e termina o outro. O tra\u00e7ado que delimita o bioma nunca \u00e9 retil\u00edneo.<\/p>\n<p>Assim sendo, a cidade de S\u00e3o Lu\u00eds seria a terceira maior da Amaz\u00f4nica e um      dos seus portais litor\u00e2neos e Imperatriz a segunda maior do interior da Amaz\u00f4nia      e um dos seus portais interioranos.<\/p>\n<p>Isso quer dizer que, no Maranh\u00e3o, as \u00e1reas compreendidas por essas regi\u00f5es      que hoje est\u00e3o devastadas ou fragmentadas em sua maior parte (cerca de 69%,      o pior \u00edndice da Amaz\u00f4nia Brasileira), outrora foram cobertas pela mais exuberante      floresta tropical densa e ecossistemas associados.<\/p>\n<p>Esse cen\u00e1rio comp\u00f5e mais de um ter\u00e7o do estado, todo o oeste e centro-norte;      as \u00e1reas adjacentes s\u00e3o conformadas por ec\u00f3tonos(\u00e1rea de transi\u00e7\u00e3o) ou as      forma\u00e7\u00f5es florestais pr\u00e9-amaz\u00f4nicas propriamente ditas, que abrange algumas      \u00e1reas pr\u00f3ximas \u00e0 fronteira leste com o Piau\u00ed (zonas de transi\u00e7\u00e3o para o dom\u00ednio      da Caatinga e parte do Cerrado) e as regi\u00f5es de tens\u00e3o ecol\u00f3gica com os cerrados      do sul do Estado (como exemplo da Pr\u00e9-Amaz\u00f4nia est\u00e1 o Parque Estadual do Mirador).<\/p>\n<p>Colonizadores e cientistas que visitaram o litoral e o interior do Maranh\u00e3o      na \u00e9poca colonial nos deixaram relatos das paisagens, fauna e flora tipicamente      amaz\u00f4nicas e bem distintas daquelas encontradas nas capitanias do Nordeste.<\/p>\n<p>A dist\u00e2ncia e a dificuldade de acesso deixou o Maranh\u00e3o e todo o norte do      pa\u00eds no primeiro s\u00e9culo isolados do contato com o restante da col\u00f4nia e a      merc\u00ea de piratas franceses, ingleses, espanh\u00f3is e holandeses.<\/p>\n<p>Com a definitiva expuls\u00e3o dos franceses em S\u00e3o Lu\u00eds d\u00e1-se in\u00edcio a ocupa\u00e7\u00e3o      portuguesa efetiva no Maranh\u00e3o em particular e na Amaz\u00f4nia em geral.<\/p>\n<p><strong>Interior do Maranh\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o s\u00f3 a capital encanta o visitante. O interior exibe belezas naturais exuberantes.      A Floresta dos Guar\u00e1s, por exemplo, \u00e9 recortada por ba\u00edas e centenas de canais      e furos. H\u00e1 fartura de peixes, caranguejos e aves que alimentam em manguezais.<\/p>\n<p>Os manguezais s\u00e3o visitados por diversos animais, entre os quais, o guaxinim      e o macaco-prego. A Em diversas ilhas, artes\u00e3os do mar fabricam embarca\u00e7\u00f5es      para pesca e transporte de pessoas. Em Cururupu ainda funcionam r\u00fasticos estaleiros      artesanais. A regi\u00e3o integra a \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental Reentr\u00e2ncias Maranhenses,      nos munic\u00edpios de Cururupu, Cedral, Guimar\u00e3es e Porto Rico.<\/p>\n<p><strong>Len\u00e7\u00f3is<\/strong><\/p>\n<p>Os Len\u00e7\u00f3is Maranhenses s\u00e3o tamb\u00e9m um peda\u00e7o dos grandes atrativos naturais.      A regi\u00e3o forma um Parque Nacional (155 mil ha) com dunas. O delta do rio Parna\u00edba      \u00e9 maravilhoso. A regi\u00e3o de Carolina e os recifes do Parcel de Manoel Lu\u00eds,      onde se encontra o maior banco de corais da Am\u00e9rica do Sul, s\u00e3o bons lugares      para o mergulho.<\/p>\n<p>&#8220;Minha terra tem palmeiras&#8221;<\/p>\n<p>Conhecido tamb\u00e9m por &#8220;Terra das Palmeiras&#8221;, o Maranh\u00e3o tem nas      v\u00e1rias esp\u00e9cies desta \u00e1rvore a sua principal fonte de renda. Entre as mais      significativas do ponto de vista econ\u00f4mico est\u00e1 a palmeira do baba\u00e7u.<\/p>\n<p>A agropecu\u00e1ria, as planta\u00e7\u00f5es de soja, no Sul do Maranh\u00e3o, as ind\u00fastrias      de transforma\u00e7\u00e3o de alum\u00ednio e de alumina, e as ind\u00fastrias aliment\u00edcia e madeireira      complementam a economia estadual.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio do que ocorre em outros estados da regi\u00e3o nordeste, o Maranh\u00e3o      n\u00e3o sofre com a seca. Existe em seu territ\u00f3rio uma extensa rede de rios perenes      e uma esta\u00e7\u00e3o chuvosa regular. Fazem parte desta rede o rio Parna\u00edba, o maior      deles, e os rios Gurupi, Graja\u00fa e Tocantins, que corre ao sul delimitando      a fronteira do estado com o Tocantins.<\/p>\n<h4>Lendas do Maranh\u00e3o<\/h4>\n<p><strong>Lenda do Milagre de Guaxenduba<\/strong><\/p>\n<p>Conta-se que, no principal e decisivo confronto entre portugueses e franceses,      travado em 19 de novembro de 1614, diante do Forte de Santa Maria de Guaxenduba,      j\u00e1 se tornava evidente a derrota dos lusitanos, por sua inferioridade num\u00e9rica      em homens, armas e muni\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Apesar de lutarem, iam-se arrefecendo os \u00e2nimos dos soldados de Jer\u00f4nimo      de Albuquerque. Mas eis que surge, entre eles, uma formosa mulher em aur\u00e9ola      resplandecente.<\/p>\n<p>Ao contato de suas m\u00e3os milagrosas, transforma-se a areia em p\u00f3lvora e os      seixos em proj\u00e9teis. Revigorados moralmente e providos das muni\u00e7\u00f5es que lhes      estavam faltando, os portugueses imp\u00f5em severa derrota aos invasores, a quem      s\u00f3 restou o recurso da rendi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em mem\u00f3ria deste feito, foi a Virgem aclamada padroeira da cidade de S\u00e3o      Lu\u00eds do Maranh\u00e3o, sobre a invoca\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora da Vit\u00f3ria.<\/p>\n<p>O Padre Jos\u00e9 de Moraes, em &#8220;Hist\u00f3ria da Companhia de Jesus na Extinta      Prov\u00edncia do Maranh\u00e3o e Par\u00e1&#8221; (1759), demonstra a antig\u00fcidade desta lenda,      escrevendo: &#8220;Foi fama constante (e ainda hoje se conserva por tradi\u00e7\u00e3o)      que a virgem Senhora foi vista entre os nossos batalh\u00f5es, animando os soldados      em todo tempo de combate.<\/p>\n<p><strong>Lenda da Carruagem de Ana J\u00e2nsen<\/strong><\/p>\n<p>No s\u00e9culo 19 viveu em S\u00e3o Lu\u00eds a Senhora Dona Ana Joaquina J\u00e2nsen Pereira,      comerciante que, tendo acumulado grande fortuna, exerceu forte influ\u00eancia      na vida social, administrativa e pol\u00edtica da cidade.<\/p>\n<p>Era voz corrente, ent\u00e3o, que Donana J\u00e2nsen &#8211; como era comumente chamada &#8211;      cometia as mais b\u00e1rbaras atrocidades contra seus numerosas escravos, os quais,      submetia a toda sorte de supl\u00edcios e torturas em sess\u00f5es que, n\u00e3o raro, terminavam      com a morte.<\/p>\n<p>Alguns anos ap\u00f3s o falecimento de Donana, passou a ser contada na cidade      a fant\u00e1stica est\u00f3ria, segundo a qual, nas noites escuras das sextas-feiras,      bo\u00eamios e not\u00edvagos costumam deparar com uma assombrosa e apavorante carruagem,      em desenfreada correria pelas ruas de S\u00e3o Lu\u00eds, puxada por muitas parelhas      de cavalos brancos sem cabe\u00e7as, guiados por uma caveira de escravo, tamb\u00e9m      decapitada, conduzindo o fantasma da falecida senhora, penando, sem perd\u00e3o,      pelos pecados e atrocidades, em vida, cometidos.<\/p>\n<p>Quem tiver a infelicidade e a desventura de encontrar a dilig\u00eancia de Donana      J\u00e2nsen e deixar de fazer uma ora\u00e7\u00e3o pela salva\u00e7\u00e3o da alma da maligna senhora,      ao deitar-se para dormir, receber\u00e1 das m\u00e3os de seu fantasma uma vela de cera.<\/p>\n<p>Esta, por\u00e9m, quando o dia amanhecer, estar\u00e1 transformada em descarnado osso      humano.<\/p>\n<p><strong>Lenda da Serpente da Ilha<\/strong><\/p>\n<p>Submersa nas \u00e1guas que circundam a Ilha de S\u00e3o Lu\u00eds, continuamente cresce,      enquanto dorme, camuflada pelo limo e pelo musgo grudados sobre suas grossas      escamas. Ningu\u00e9m sabe por quanto tempo esse animal dormir\u00e1.<\/p>\n<p>O certo, por\u00e9m, \u00e9 que chegar\u00e1 o dia em que, findo o processo de crescimento,      a cabe\u00e7a desse monstro encontrar\u00e1 a ponta de sua pr\u00f3pria cauda. Nesse dia,      para desgra\u00e7a dos habitantes de S\u00e3o Lu\u00eds, essa fenomenal criatura acordar\u00e1.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, produzindo rugidos ensurdecedores, soltando enormes labaredas pelos      olhos e pela boca, abra\u00e7ar\u00e1 a Ilha com for\u00e7a descomunal e, com f\u00faria diab\u00f3lica,      a arrastar\u00e1 para as profundezas do mar, afogando, de maneira tr\u00e1gica, todos      os habitantes da ilha.<\/p>\n<p>Fonte:portalamazonia.globo.com<\/p>\n<h6>Maranh\u00e3o<\/h6>\n<h4>Estado de Maranh\u00e3o &#8211; Brasil<\/h4>\n<p>Este Estado \u00e9 considerado o estado com a maior diversidade de ecossistemas      do Brasil: desde a floresta amaz\u00f4nica at\u00e9 o litoral, cerrados e p\u00e2ntanos,      al\u00e9m de ter o maior banco de corais da Am\u00e9rica do Sul, e conta com uma popula\u00e7\u00e3o      de: 6.184.538 hab.<\/p>\n<p>Tem um dos patrim\u00f4nios hist\u00f3ricos, culturais e arquitet\u00f4nicos mais ricos      do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Este Estado tem 640 quil\u00f4metros de litoral atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p>Foi colonizado pelos franceses, holandeses e portugueses sucessivamente.<\/p>\n<p>Sua capital, a cidade de S\u00e3o Lu\u00eds, \u00e9 a porta de entrada ao Estado e foi declarada      Patrim\u00f4nio Cultural da Humanidade pela UNESCO e hoje conta com uma popula\u00e7\u00e3o      de: 957.899 hab.<\/p>\n<p><b>\u00c9 <\/b><strong>\u00a0interessante visitar:<\/strong><\/p>\n<p>Parque Nacional dos Len\u00e7\u00f3is Mara\u00f1enses<\/p>\n<p>Delta do Rio Parana\u00edba<\/p>\n<p>Parque Provincial Marino do Parcel de Manoel Lu\u00eds<\/p>\n<p>Parque Nacional dos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses<\/p>\n<p>\u00c9 um dos ecossistemas mais assombrosos do mundo, j\u00e1 que se trata do \u00fanico      deserto do planeta que tem milhares de lagoas cristalinas de \u00e1gua doce; al\u00e9m      de ser um mar de dunas que ocupa 70 quil\u00f4metros da costa.<\/p>\n<p>A paisagem \u00e9 deslumbrante, j\u00e1 que esta zona \u00e1rida est\u00e1 repleta de o\u00e1sis sombreados      por palmeiras e tem inumer\u00e1veis lagoas com \u00e1guas azuis e verdes, que durante      a \u00e9poca de chuva, se contrastam com as dunas de areia branca.<\/p>\n<p>\u00c9 um dos lugares mais bonitos do litoral brasileiro.<\/p>\n<p>O parque \u00e9 muito extenso e n\u00e3o tem estradas para o acesso, e para conhec\u00ea-lo,      \u00e9 aconselh\u00e1vel visit\u00e1-lo com um guia local em ve\u00edculos quatro por quatro.<\/p>\n<p><strong>Alc\u00e2ntara<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma cidade hist\u00f3rica com numerosos casar\u00f5es coloniais.<\/p>\n<p><strong>S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma aldeia de \u00edndios antiga.<\/p>\n<p><strong>Carolina<\/strong><\/p>\n<p>Nesta cidade existe forma\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas de origem ainda inexplic\u00e1veis, e      tamb\u00e9m cascatas grandes, cavernas e covas com inscri\u00e7\u00f5es nas rochas.<\/p>\n<p>Venha conhecer o Maranh\u00e3o e descubra que al\u00e9m de seu rico Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico,      Cultural e Arquitet\u00f4nico, tem tamb\u00e9m, um extraordin\u00e1rio potencial s\u00f3cio-ambiental      como o da Ilha dos Len\u00e7\u00f3is na Floresta dos Guar\u00e1s. Sinta a adrenalina borbulhar      pelas suas veias ao ter a empolgante experi\u00eancia de visitar uma das \u00faltimas      fronteiras descobertas pelo ecoturismo no Brasil!<\/p>\n<p>\u00c9 um santu\u00e1rio ecol\u00f3gico que re\u00fane no mesmo lugar e ao mesmo tempo cen\u00e1rios      buc\u00f3licos exuberantes, uma avifauna com milhares de p\u00e1ssaros Guar\u00e1s (Eudocimus      ruber) que parecem incendiar o manguezal com sua plumagem de vermelho intenso,      lendas \u00e9picas extraordin\u00e1rias como a do Rei dom Sebasti\u00e3o e uma comunidade      de pescadores que ainda hoje mant\u00e9m a lend\u00e1ria tradi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Paisagens buc\u00f3licas e lendas \u00e9picas \u00e0 parte, o lugar \u00e9 tamb\u00e9m um b\u00e1lsamo      do tempo e do espa\u00e7o para quem \u00e9 atra\u00eddo pela emo\u00e7\u00e3o de novas descobertas,      por lugares remotos e pouco freq\u00fcentados, que gosta do inusitado e n\u00e3o prioriza      o conforto convencional, mas, n\u00e3o rejeita uma deliciosa culin\u00e1ria local e      um bom repouso numa aconchegante rede embalada pela refrescante e acariciadora      brisa do mar, para descansar de todas estas sensa\u00e7\u00f5es vividas por aqui<\/p>\n<p>Fonte:www.brasilcontact.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maranh\u00e3o, Origem, Localiza\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Luiz, Bandeira, Geografia, Clima, Popula\u00e7\u00e3o, Economia, Culin\u00e1ria, Hist\u00f3ria, Funda\u00e7\u00e3o, Praias, Maranh\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[88],"tags":[],"class_list":["post-45710","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-turismo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Maranh\u00e3o, Origem, Localiza\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Luiz, Bandeira, Geografia Maranh\u00e3o<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Maranh\u00e3o, Origem, Localiza\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Luiz, Bandeira, Geografia, Clima, Popula\u00e7\u00e3o, Economia, Culin\u00e1ria, Hist\u00f3ria, Funda\u00e7\u00e3o, Praias, Maranh\u00e3o\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Maranh\u00e3o, Origem, Localiza\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Luiz, Bandeira, Geografia Maranh\u00e3o\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Maranh\u00e3o, Origem, Localiza\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Luiz, Bandeira, Geografia, Clima, Popula\u00e7\u00e3o, Economia, Culin\u00e1ria, Hist\u00f3ria, Funda\u00e7\u00e3o, Praias, Maranh\u00e3o\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/maranhao\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-06-13T17:36:23+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2016-06-13T17:48:29+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-001.jpg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"56 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/maranhao#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/maranhao\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\"},\"headline\":\"Maranh\u00e3o\",\"datePublished\":\"2016-06-13T17:36:23+00:00\",\"dateModified\":\"2016-06-13T17:48:29+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/maranhao\"},\"wordCount\":11128,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/maranhao#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/06\\\/maranhao-001.jpg\",\"articleSection\":[\"Turismo\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/maranhao#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/maranhao\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/maranhao\",\"name\":\"Maranh\u00e3o, Origem, Localiza\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Luiz, Bandeira, Geografia Maranh\u00e3o\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/maranhao#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/maranhao#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/06\\\/maranhao-001.jpg\",\"datePublished\":\"2016-06-13T17:36:23+00:00\",\"dateModified\":\"2016-06-13T17:48:29+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\"},\"description\":\"Maranh\u00e3o, Origem, Localiza\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Luiz, Bandeira, Geografia, Clima, Popula\u00e7\u00e3o, Economia, Culin\u00e1ria, Hist\u00f3ria, Funda\u00e7\u00e3o, Praias, Maranh\u00e3o\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/maranhao#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/maranhao\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/maranhao#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/06\\\/maranhao-001.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/06\\\/maranhao-001.jpg\",\"width\":350,\"height\":118},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/maranhao#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Turismo\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/turismo\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":3,\"name\":\"Maranh\u00e3o\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"Pesquisa Escolar Gratuita\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\",\"name\":\"admin\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Maranh\u00e3o, Origem, Localiza\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Luiz, Bandeira, Geografia Maranh\u00e3o","description":"Maranh\u00e3o, Origem, Localiza\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Luiz, Bandeira, Geografia, Clima, Popula\u00e7\u00e3o, Economia, Culin\u00e1ria, Hist\u00f3ria, Funda\u00e7\u00e3o, Praias, Maranh\u00e3o","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Maranh\u00e3o, Origem, Localiza\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Luiz, Bandeira, Geografia Maranh\u00e3o","og_description":"Maranh\u00e3o, Origem, Localiza\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Luiz, Bandeira, Geografia, Clima, Popula\u00e7\u00e3o, Economia, Culin\u00e1ria, Hist\u00f3ria, Funda\u00e7\u00e3o, Praias, Maranh\u00e3o","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/maranhao","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/","article_published_time":"2016-06-13T17:36:23+00:00","article_modified_time":"2016-06-13T17:48:29+00:00","og_image":[{"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-001.jpg","type":"","width":"","height":""}],"author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"admin","Est. tempo de leitura":"56 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/maranhao#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/maranhao"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859"},"headline":"Maranh\u00e3o","datePublished":"2016-06-13T17:36:23+00:00","dateModified":"2016-06-13T17:48:29+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/maranhao"},"wordCount":11128,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/maranhao#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-001.jpg","articleSection":["Turismo"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/maranhao#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/maranhao","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/maranhao","name":"Maranh\u00e3o, Origem, Localiza\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Luiz, Bandeira, Geografia Maranh\u00e3o","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/maranhao#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/maranhao#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-001.jpg","datePublished":"2016-06-13T17:36:23+00:00","dateModified":"2016-06-13T17:48:29+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859"},"description":"Maranh\u00e3o, Origem, Localiza\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Luiz, Bandeira, Geografia, Clima, Popula\u00e7\u00e3o, Economia, Culin\u00e1ria, Hist\u00f3ria, Funda\u00e7\u00e3o, Praias, Maranh\u00e3o","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/maranhao#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/maranhao"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/maranhao#primaryimage","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-001.jpg","contentUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/maranhao-001.jpg","width":350,"height":118},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/maranhao#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Turismo","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/turismo"},{"@type":"ListItem","position":3,"name":"Maranh\u00e3o"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"Pesquisa Escolar Gratuita","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859","name":"admin"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45710","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=45710"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45710\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=45710"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=45710"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=45710"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}