{"id":45709,"date":"2016-06-13T17:36:25","date_gmt":"2016-06-13T17:36:25","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=45709"},"modified":"2016-06-13T17:47:57","modified_gmt":"2016-06-13T17:47:57","slug":"joao-pessoa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/joao-pessoa","title":{"rendered":"Jo\u00e3o Pessoa"},"content":{"rendered":"<h2>Hist\u00f3ria de Jo\u00e3o Pessoa<\/h2>\n<p>Fundada em 1585, Jo\u00e3o Pessoa j\u00e1 nasceu cidade. Sem nunca ter passado pela      designa\u00e7\u00e3o de vila, povoado ou aldeia, visto que foi fundada pela C\u00fapula da      Fazenda Real, uma Capitania da Coroa, \u00e9 considerada a terceira cidade mais      antiga do Brasil (Mello, 1987).<\/p>\n<p>No in\u00edcio da coloniza\u00e7\u00e3o, quando a col\u00f4nia brasileira foi dividida em Capitanias      Heredit\u00e1rias, grande parte do atual territ\u00f3rio paraibano situava-se na ent\u00e3o      capitania de Itamarac\u00e1, sob o dom\u00ednio de Pero Lopes de Sousa. Posteriormente      esta capitania foi desmembrada, dando origem \u00e0 capitania da Para\u00edba (Sampaio,      1980). Jo\u00e3o Pessoa foi criada durante o antigo Sistema Colonial para exercer      fun\u00e7\u00f5es administrativas e comerciais, tomando forma a partir de uma colina      \u00e0 margem direita do Rio Sanhau\u00e1 (Rodriguez, 1992).<\/p>\n<p>A cidade de Jo\u00e3o Pessoa teve v\u00e1rios nomes antes da atual denomina\u00e7\u00e3o. Primeiro      foi chamada de Nossa Senhora das Neves, em 05 de agosto de 1585, em homenagem      ao Santo do dia em que foi fundada.<\/p>\n<p>Depois foi chamada de Filip\u00e9ia de Nossa Senhora das Neves, em 29 de outubro      de 1585, em aten\u00e7\u00e3o ao rei da Espanha D. Felipe II, quando Portugal passou      ao dom\u00ednio Espanhol. Em seguida recebeu o nome de Frederikstadt (Frederica),      em 26 de dezembro de 1634, por ocasi\u00e3o da sua conquista pelos holandeses,      em homenagem a Sua Alteza, o Pr\u00edncipe Orange, Frederico Henrique.<\/p>\n<p>Novamente mudou de nome, desta vez passando a chamar-se Parahyba, a 01 de      fevereiro de 1654, com o retorno ao dom\u00ednio portugu\u00eas, recebendo a mesma denomina\u00e7\u00e3o      que teve a capitania, depois a prov\u00edncia e por \u00faltimo o Estado.<\/p>\n<p>Em 04 de setembro de 1930, finalmente recebeu o nome de Jo\u00e3o Pessoa, homenagem      prestada ao Presidente do Estado assassinado em Recife por ter negado apoio      ao Dr. J\u00falio Prestes, candidato oficial \u00e0 Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, nas elei\u00e7\u00f5es      de 1930 (Rodriguez, 1991).<\/p>\n<p>A primeira capela da cidade foi erguida onde hoje se situa a catedral metropolitana.      Datando do in\u00edcio da coloniza\u00e7\u00e3o, a mesma foi constru\u00edda para o culto a Nossa      Senhora das Neves, padroeira da cidade (N\u00f3brega, 1982).<\/p>\n<p>Os holandeses, atra\u00eddos pela riqueza do a\u00e7\u00facar, invadiram a cidade em 1634,      passando ela a chamar-se Frederistadt. Assim permaneceu durante 20 anos (Sampaio,      1980). Registros hist\u00f3ricos afirmam que a cidade abrigava aproximadamente      1.500 habitantes e 18 engenhos de a\u00e7\u00facar na \u00e9poca desta invas\u00e3o (Mello, 1987).<\/p>\n<p>Em 1808, a cidade possu\u00eda 3.000 moradores, cinco ermidas, uma matriz, tr\u00eas      conventos, uma igreja miseric\u00f3rdia com seu hospital. Por sua vez, em 1859      j\u00e1 contava com cerca de 25 mil (Mello, 1987). At\u00e9 o in\u00edcio do s\u00e9culo XIX,      a cidade era habitada praticamente por militares, administradores e religiosos.      No entanto, com a amplia\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio brasileiro em geral, Jo\u00e3o Pessoa,      bem como todo o litoral brasileiro, teve seu povoamento acelerado (Mello,      1987).<\/p>\n<p>Na parte baixa da cidade, encontravam-se os pr\u00e9dios da Alf\u00e2ndega, os armaz\u00e9ns      do porto e as casas comerciais (estes pr\u00e9dios ainda hoje podem ser vistos,      embora em ru\u00ednas). J\u00e1 na parte alta localizavam-se as constru\u00e7\u00f5es administrativas,      religiosas e os pr\u00e9dios residenciais de padr\u00e3o alto (Rodriguez, 1992).<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-001.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"304\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" \/><\/p>\n<p>At\u00e9 a d\u00e9cada de 1910, a lagoa do Parque Solon de Lucena n\u00e3o permitia o crescimento      da cidade em dire\u00e7\u00e3o ao litoral. Em 1913, no governo de Saturnino de Brito,      foi realizado o saneamento da bacia da lagoa, permitindo, com isso, a expans\u00e3o      da cidade em dire\u00e7\u00e3o ao leste e ao sul .<\/p>\n<p>Ap\u00f3s permanecer por mais de tr\u00eas s\u00e9culos restrita \u00e0s margens do rio Sanhau\u00e1      e \u00e0 colina onde fora fundada, a cidade, agora denominada Jo\u00e3o Pessoa, avan\u00e7a      para o leste, em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s praias, num crescente processo de urbaniza\u00e7\u00e3o      que se estende at\u00e9 os dias atuais, com sua popula\u00e7\u00e3o de mais de 500 mil habitantes      (Mello, 1987).<\/p>\n<p>Fonte:www.de.ufpb.br<\/p>\n<h6>Jo\u00e3o Pessoa<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h2> Breve hist\u00f3ria da cidade<\/h2>\n<p><strong>A CONQUISTA DO TERRIT\u00d3RIO<\/strong><\/p>\n<p>\u00c0 \u00e9poca do descobrimento do Brasil a Coroa Portuguesa mantinha um grande      e rent\u00e1vel com\u00e9rcio de especiarias com as \u00cdndias. Esse com\u00e9rcio desmotivou      Portugal a explorar economicamente as riquezas brasileiras at\u00e9 a metade do      s\u00e9culo XVI, porquanto aqui n\u00e3o encontraram, de in\u00edcio, nem o ouro nem a prata      t\u00e3o valiosos no mercado europeu. Nesse per\u00edodo, piratas navegantes franceses      frequentavam o nordeste brasileiro e se davam muito bem com os nativos: trocavam      quinquilharias pelo pau-brasil de cuja casca extraiam um pigmento vermelho      muito utilizado para colorir tecidos em toda a Europa.<\/p>\n<p>No in\u00edcio de 1574 a jovem filha de Inigua\u00e7u, chefe potiguara, foi aprisionada      pelo propriet\u00e1rio do engenho Tracunha\u00e9m na capitania de Itamarac\u00e1, hoje pertencente      ao munic\u00edpio de Goiana, em Pernambuco. Os potiguaras, por vingan\u00e7a e insuflados      pelos franceses, atacaram e incendiaram o engenho, matando todos os moradores,      ato que ficou conhecido como &#8220;a chacina de Tracunha\u00e9m&#8221;. O incidente      urgiu Portugal para a necessidade de maior controle da regi\u00e3o, visando extinguir      a presen\u00e7a de franceses em nosso litoral e evitar, no futuro, qualquer possibilidade      de ataque ind\u00edgena \u00e0 Vila de Olinda e engenhos da regi\u00e3o. Em resumo, tornou-se      urgente garantir o monop\u00f3lio do a\u00e7\u00facar e o poder econ\u00f4mico da Capitania de      Pernambuco, principal centro produtivo da col\u00f4nia, como tamb\u00e9m iniciar o avan\u00e7o      sobre as terras ao norte.<\/p>\n<p>Assim, no mesmo ano de 1574, o jovem Rei D. Sebasti\u00e3o resolveu desmembrar      a Capitania de Itamarac\u00e1, criando a Capitania Real da Para\u00edba a partir de      Igarassu, no sentido norte, at\u00e9 a Ba\u00eda da Trai\u00e7\u00e3o. Ocorre que grande parte      dessa \u00e1rea era habitada pelos \u00edndios potiguaras, povo de \u00edndole guerreira,      e isso foi um complicador que atrasou em 11 anos a conquista do territ\u00f3rio.      Somente ap\u00f3s 5 expedi\u00e7\u00f5es, e com o apoio dos \u00edndios tabajaras, os portugueses      conseguiram derrotar os potiguaras, expulsar os franceses e fundar a Cidade      Real de Nossa Senhora das Neves[1] no dia 05 de agosto de 1585. A Cidade de      Nossa Senhora das Neves foi a terceira cidade fundada no Brasil do s\u00e9culo      XVI (1501-1600) ap\u00f3s Salvador (1549) e Rio de Janeiro em 1565. Apesar de derrotados      os valentes potiguaras continuaram a infernizar a vida dos habitantes da cidade      at\u00e9 1599 quando, j\u00e1 sem apoio dos franceses que lhes forneciam suprimentos      e sob uma epidemia arrasadora de var\u00edola trazida pelos colonos europeus, foram      pressionados a assinar a paz com o governador Feliciano Coelho de Carvalho      e se retiraram para o norte.<\/p>\n<p>O marco zero de funda\u00e7\u00e3o da cidade foi escolhido 18 Km acima da embocadura      do Rio Para\u00edba, numa colina que domina todo o atracadouro na margem direita      do Rio Sanhau\u00e1, afluente do Para\u00edba. Al\u00e9m do cuidado com a defesa da povoa\u00e7\u00e3o      o local visava facilitar o com\u00e9rcio e o apoio militar \u00e0 vizinha Capitania      de Pernambuco. A povoa\u00e7\u00e3o, por estar sob dom\u00ednio da Uni\u00e3o Ib\u00e9rica[2] desde      1580, teve as primeiras ruas edificadas dentro de uma geometria de tra\u00e7ados      regulares, como vemos na gravura abaixo, obedecendo aos padr\u00f5es encontrados      nas demais col\u00f4nias espanholas do continente americano, o que diferia das      povoa\u00e7\u00f5es fundadas pelos portugueses.<\/p>\n<p>Aos interessados em saber detalhes sobre a saga da funda\u00e7\u00e3o da cidade, disponibilizamos      o &#8220;Sum\u00e1rio das Armadas&#8221;, documento com 50 p\u00e1ginas apresentado \u00e0      Corte de Filipe II pelo jesu\u00edta Cristovam de Gouvea, Padre Visitador da Companhia      de Jesus de toda a Prov\u00edncia do Brasil. O documento \u00e9 uma verdadeira certid\u00e3o      de nascimento da cidade.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-002.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"380\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" \/><br \/>\n<strong>A partir do atracadouro (embaixo \u00e0 direita) temos um aclive em dire\u00e7\u00e3o      \u00e0 Ladeira de S\u00e3o Francisco que foi a primeira rua da povoa\u00e7\u00e3o e servia como      acesso ao largo formado pela Igreja Matriz (M), Convento de Santo Ant\u00f4nio      (L), Mosteiro de S\u00e3o Bento (G) e Igreja da Miseric\u00f3rdia (N).<\/strong><\/p>\n<p>Como j\u00e1 foi dito acima, a cidade foi fundada eminentemente com cunho administrativo-militar      para apoio ao p\u00f3lo econ\u00f4mico gerado pela riqueza da cana-de-a\u00e7\u00facar na Capitania      de Pernambuco e garantia das terras do norte. A caracter\u00edstica de s\u00e9de administrativa      foi fator preponderante para que a cidade permanecesse, durante muito tempo,      sem altera\u00e7\u00f5es estruturais exceto pelas igrejas, conventos e fortifica\u00e7\u00f5es      militares que simbolizavam o dom\u00ednio da Casa Imperial.<\/p>\n<p>A cidade manteve essa caracter\u00edstica durante todo o Brasil col\u00f4nia e imp\u00e9rio,      raz\u00e3o pela qual a pecha de &#8220;cidade de funcion\u00e1rios p\u00fablicos&#8221; perdurou      at\u00e9 a metade do s\u00e9culo XX, com a implanta\u00e7\u00e3o de ind\u00fastrias atrav\u00e9s da SUDENE,      \u00f3rg\u00e3o governamental criado para fomentar o desenvolvimento regional.<\/p>\n<p><strong>[1]<\/strong>O uso da palavra &#8220;Real&#8221; aplicado \u00e0 capitania      e \u00e0 cidade caracterizava o controle administrativo-militar e os investimentos      como responsabilidade direta da Coroa Portuguesa, ao contr\u00e1rio das demais      capitanias onde os donat\u00e1rios bancavam e assumiam os riscos da empreitada.<br \/>\n     \u00a0<\/p>\n<p><strong>[2]<\/strong>D. Sebasti\u00e3o foi o d\u00e9cimo-sexto rei da segunda dinastia      de Portugal. Morreu em 1578, aos 24 anos e n\u00e3o deixou herdeiros. Assumiu seu      tio-av\u00f4, o Cardeal D. Henrique que morreu em 1580. Sem herdeiro direto \u00e0 sucess\u00e3o,      havia 3 netos do falecido D. Manoel I concorrendo ao trono portugu\u00eas: Catarina      (Duquesa de Bragan\u00e7a), Ant\u00f4nio (Prior do Crato) e Filipe de Habsburgo (Filipe      II da Espanha). # Gra\u00e7as a muitas conspira\u00e7\u00f5es e ao poderio pol\u00edtico-militar      espanhol, Filipe II da Espanha tornou-se Felipe I de Portugal, unindo os dois      reinos sob o Imp\u00e9rio da Uni\u00e3o Ib\u00e9rica (1580-1640).<\/p>\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n<p>GUIMAR\u00c3ES, Luiz Hugo &#8211; A conquista da Para\u00edba Rio de Janeiro.Simp\u00f3sios Momentos      Fundadores da Forma\u00e7\u00e3o Nacional.2000<br \/>\n     MELLO, Jos\u00e9 Oct\u00e1vio de Arruda &#8211; Hist\u00f3ria da Para\u00edba: lutas e resist\u00eancia Jo\u00e3o      Pessoa.A Uni\u00e3o.7\u00aa Edi\u00e7\u00e3o.2002<br \/>\n     PASCHOA, Ant\u00f4nio Gon\u00e7alves &#8211; Descrip\u00e7\u00e3o da cidade e barra da Paraiba &#8211; 1630      Jo\u00e3o Pessoa.Revista do Instituto Hist\u00f3rico e Geogr\u00e1fico Paraibano.3<\/p>\n<h2> OS NOMES<\/h2>\n<p><strong>1585<\/strong><\/p>\n<p>Cidade Real de Nossa Senhora das Neves, foi o nome escolhido quando da sua      funda\u00e7\u00e3o, no dia 5 de agosto, em homenagem ao santo do dia.<\/p>\n<p><strong>1588<\/strong><\/p>\n<p>Filip\u00e9ia de Nossa Senhora das Neves em homenagem ao Rei Filipe II da Espanha,      durante o per\u00edodo em que a Coroa Portuguesa foi incorporada \u00e0 Coroa Espanhola      (Uni\u00e3o Ib\u00e9rica 1580-1640).<\/p>\n<p><strong>1634<\/strong><\/p>\n<p>Friederickstadt (Cidade de Frederico) ou Frederica em homenagem ao pr\u00edncipe      de Orange, Frederico Henrique de Nassau, durante os 20 anos de ocupa\u00e7\u00e3o holandesa      no nordeste brasileiro.<\/p>\n<p><strong>1654<\/strong><\/p>\n<p>Cidade da Parahyba ao iniciar o per\u00edodo de restaura\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a expuls\u00e3o dos      holandeses do nordeste brasileiro.<\/p>\n<p><strong>1930<\/strong><\/p>\n<p>Jo\u00e3o Pessoa numa homenagem ao pol\u00edtico Jo\u00e3o Pessoa de Albuquerque, paraibano      de Umbuzeiro, ent\u00e3o presidente do Estado da Para\u00edba, assassinado na cidade      de Recife em julho de 1930.<\/p>\n<p>\n<strong>NOTAS<\/strong><\/p>\n<p>Filip\u00e9ia x Felip\u00e9ia &#8211; o nome Filipe (em espanhol) \u00e9 grafado como Felipe na      l\u00edngua portuguesa. Da\u00ed encontrarmos, em alguns documentos, o nome da cidade      grafado, tamb\u00e9m, como Felip\u00e9ia.<\/p>\n<p>A morte de Jo\u00e3o Pessoa \u00e9 considerada o estopim da Revolu\u00e7\u00e3o de 1930. Entretanto,      para muitos, o fato n\u00e3o teve motiva\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, porquanto o advogado Jo\u00e3o      Dantas, o assassino, tivera seu escrit\u00f3rio invadido pela tropas governamentais      e que estas, conforme jornais da \u00e9poca, vazaram para a imprensa local as suas      cartas amorosas de um romance com a professora Anayde Beiriz.<\/p>\n<p>Nada se provou, at\u00e9 agora, se a invas\u00e3o f\u00f4ra ordenada diretamente pelo Presidente      ou por servidores a si mais aproximados, no intuito de municia-lo. H\u00e1, inclusive,      quem afirme que essas cartas jamais existiram posto que jamais foram encontradas.      Para a hist\u00f3ria s\u00f3 ficou o que foi noticiado nos jornais.<\/p>\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n<p>ALMEIDA, Hor\u00e1cio de &#8211; Hist\u00f3ria da Para\u00edba Jo\u00e3o Pessoa.Imprensa Universit\u00e1ria.1966<br \/>\n     MELLO, Jos\u00e9 Oct\u00e1vio de Arruda &#8211; Hist\u00f3ria da Para\u00edba: Lutas e Resist\u00eancia Jo\u00e3o      Pessoa.A Uni\u00e3o.2002.7\u00aa Edi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<h2> Curiosidades da Cidade de Jo\u00e3o Pessoa<\/h2>\n<p><strong>A pra\u00e7a e o preconceito social<\/strong><\/p>\n<p>A Pra\u00e7a Jo\u00e3o Pessoa, antiga Comendador Felizardo, durante d\u00e9cadas, correspondeu      ao Jardim P\u00fablico da capital constru\u00eddo por etapas entre 1879 e 1881. O Jardim      era cercado por gradis de ferro. Somente a alta sociedade podia cruzar um      dos quatro port\u00f5es trancados a chave por um zelador.<\/p>\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo XX j\u00e1 eram freq\u00fcentes as retretas no local e a plat\u00e9ia      era dividida por classes sociais. A alta sociedade ficava em c\u00edrculos ao redor      do coreto, os funcion\u00e1rios p\u00fablicos (representando a classe m\u00e9dia) vinham      em seguida e, por \u00faltimo, os estudantes. O povo ficava do lado de fora das      grades de ferro.<\/p>\n<p>Em 1921 a pra\u00e7a foi palco de uma trag\u00e9dia que resultou na morte de dois jovens,      alunos da Escola Normal e do Lyceu Paraibano. Na primeira, s\u00f3 estudavam meninas.      Os alunos dos dois col\u00e9gios n\u00e3o podiam se encontrar. Para um maior controle,      foi estabelecida a &#8220;linha da dec\u00eancia&#8221;, uma inven\u00e7\u00e3o do diretor      do Lyceu, o Monsenhor Milanez. Ningu\u00e9m podia atravess\u00e1-la sob pena de sofrer      puni\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u00c1gaba Medeiros e Sady Cabral, estudantes, come\u00e7aram um relacionamento. O      rapaz atravessou a linha imagin\u00e1ria e recebeu um alerta para n\u00e3o repetir o      ato. Reincidente, Sady iniciou uma discuss\u00e3o com o policial respons\u00e1vel pela      &#8220;manuten\u00e7\u00e3o da ordem&#8221; na Escola Normal, que acabou disparando um      tiro fatal no estudante. Deprimida, \u00c1gaba se suicidou cerca de dez dias depois.      O incidente provocou a queda do diretor do Lyceu e quase resultou na deposi\u00e7\u00e3o      do prefeito da capital, Solon de Lucena.<\/p>\n<p>Na administra\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Pessoa (1928 -1930) as grades foram retiradas e      a pra\u00e7a passou a ser freq\u00fcentada por um grande p\u00fablico.<\/p>\n<p><strong>Padre Manoel de Moraes &#8211; um duplo desertor<\/strong><\/p>\n<p>O jesu\u00edta paulista era grande conhecedor da l\u00edngua dos ind\u00edgenas, revelando-se      posteriormente autor de um Dicion\u00e1rio da L\u00edngua Tupi. Durante a invas\u00e3o da      capitania da Para\u00edba pelos holandeses em 1634, ele treinava as mil\u00edcias ind\u00edgenas      da resist\u00eancia, a quem ensinou as t\u00e9cnicas da guerra de guerrilhas. Aproveitou      a rendi\u00e7\u00e3o da Para\u00edba para aderir \u00e0 causa dos holandeses. Foi enviado para      o Recife e habituou-se rapidamente ao estilo de vida holand\u00eas, renunciando      sua f\u00e9 cat\u00f3lica e tornando-se um pregador luterano. Depois, foi morar em Amsterdam      onde &#8220;casou com a jovem Anna Smits, uma das mais belas jovens da cidade      de Leiden, que f\u00f4ra enfeiti\u00e7ada pelo seu charme de mulato brasileiro&#8221;.<\/p>\n<p>Apesar de famoso pelas prega\u00e7\u00f5es contra o catolicismo arrependeu-se, solicitou      e conseguiu a absolvi\u00e7\u00e3o papal. Abandonou tudo na Holanda e voltou \u00e0 sua terra      a fim de explorar o corte do pau-brasil em Pernambuco com autoriza\u00e7\u00e3o dos      invasores. Preso pelos dirigentes da Insurrei\u00e7\u00e3o Pernambucana, intercedeu      a Jo\u00e3o Fernandes Veira para ser perdoado e abra\u00e7ou novamente a causa, tendo      participado ativamente de v\u00e1rias batalhas at\u00e9 a derrota final dos holandeses.<\/p>\n<p>Posteriormente foi preso pela Inquisi\u00e7\u00e3o e enviado a Lisboa, onde respondeu      o processo cujo teor foi publicado na Revista do Instituto Hist\u00f3rico Brasileiro,      v. LXX, Rio de Janeiro 1908. (extra\u00eddo do Di\u00e1rio de Pernambuco, edi\u00e7\u00e3o de      18-08-2003)<\/p>\n<p><strong>A primeira r\u00e1dio difusora<\/strong><\/p>\n<p>A primeira esta\u00e7\u00e3o de r\u00e1dio da cidade surgiu entre 1930 e 1931, com transmissor      de 10 watts montado artesanalmente por Jos\u00e9 Monteiro e Jaime Seixas, ambos      r\u00e1dio-t\u00e9cnicos e grandes sonhadores. A R\u00e1dio Clube da Para\u00edba, instalada \u00e0      Rua Gouveia N\u00f3brega, perto da Bica, funcionou como uma sociedade onde seus      membros contribu\u00edam financeiramente para sua manuten\u00e7\u00e3o. Com um ano de funda\u00e7\u00e3o      j\u00e1 contava com mais de 200 s\u00f3cios, os quais podiam levar os discos para serem      tocados na emissora. Em dezembro de 1932 tornou-se pioneira na radiodifus\u00e3o      nacional ao apresentar aulas de ingl\u00eas pelo r\u00e1dio, gra\u00e7as aos irm\u00e3os Oliver      e Geraldo von Sohsten, educados na Inglaterra. A experi\u00eancia foi bem recebida      pela popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em janeiro de 1937, o governo Argemiro de Figueiredo recebeu, sem \u00f4nus para      o estado, todo o patrim\u00f4nio da R\u00e1dio Clube e iniciou investimentos para dinamiza-la.      Chamou-se, ent\u00e3o, Esta\u00e7\u00e3o Radio-Diffus\u00f4ra da Parahyba, depois R\u00e1dio Tabajara      da Para\u00edba e, finalmente, R\u00e1dio Tabajara. (Mat\u00e9ria extra\u00edda do trabalho apresentado      por Moacir Barbosa de Sousa (UFPB) no XXVI Congresso Brasileiro de Ci\u00eancias      da Comunica\u00e7\u00e3o em Belo Horizonte, set\/2003.<\/p>\n<p><strong>Santos Coelho &#8211; um exemplo de dignidade e esp\u00edrito p\u00fablico<\/strong><\/p>\n<p>Jo\u00e3o dos Santos Coelho Filho foi advogado e procurador fiscal. Um fato sempre      lembrado em sua vida foi quando o Governador Fl\u00e1vio Ribeiro Coutinho, em 1957,      escolheu-o para ocupar uma vaga de Desembargador do Tribunal de Justi\u00e7a do      Estado e Santos Coelho agradeceu o convite, invocando que estava prestes a      se aposentar e argumentou (em carta de 15-04-57) que, se fosse nomeado desembargador,      sua aposentadoria iria dar preju\u00edzo ao Estado porque seus proventos seriam      bem superiores ao seu cargo de Procurador Fiscal. Seu ponto de vista exposto      ao Governador era que passara toda sua vida funcional lutando pela defesa      do Er\u00e1rio, raz\u00e3o por que se excusava desse \u0093golpe baixo contra o Tesouro\u0094.<\/p>\n<p>Essa atitude \u00e9tica causou espanto em toda a cidade. Ap\u00f3s sua aposentadoria,      em 1966, Santos Coelho trabalhou gratuitamente durante 10 anos como consultor      da procuradoria fiscal do estado at\u00e9 ser for\u00e7ado a assinar um contrato de      presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os. (extra\u00eddo de texto do historiador Luiz Hugo Guimar\u00e3es)<\/p>\n<p><strong>A penit\u00eancia do capit\u00e3o-mor<\/strong><\/p>\n<p>Na entrada da Igreja de S\u00e3o Francisco, na soleira da porta, h\u00e1 uma l\u00e1pide      do t\u00famulo de um antigo Capit\u00e3o-Mor onde, at\u00e9 os anos 1970, ainda se podia      ler com certa clareza: \u0093Aqui jaz Pedro Monteiro de Macedo, que, por ter governado      mal esta Capitania, quer que todos o pisem e a todos pede hum Padre Nosso      e Ave Maria, pelo amor de Deus. (1744)\u0094<\/p>\n<p><strong>O Bar\u00e3o do Abia\u00ed e a arte da pol\u00edtica<\/strong><\/p>\n<p>Silvino Elv\u00eddio Carneiro da Cunha nasceu na Parahyba e bacharelou-se em Direito      pela Faculdade de Olinda em 1853. Foi Presidente das prov\u00edncias do Maranh\u00e3o,      do Rio Grande do Norte, da Para\u00edba e de Sergipe. Titulado como Comendador      da Imperial Ordem da Rosa e Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial, o Dr. Silvino      Elv\u00eddio era, em suma, um monarquista por excel\u00eancia! por isso mesmo agraciado      pela Princesa Isabel, em 1888, com o t\u00edtulo de Bar\u00e3o do Abia\u00ed.<\/p>\n<p>Ocorre que, em junho de 1889, o Conde d&#8217;Eu, Pr\u00edncipe Consorte, ao passar      pela Para\u00edba, num p\u00e9riplo para fortalecer o monarquismo nas prov\u00edncias do      norte, foi recepcionado pelo Bar\u00e3o do Abia\u00ed, ent\u00e3o Presidente da Prov\u00edncia,      que sentenciou \u0093Ainda que todo o Brasil se transforme em Rep\u00fablica a Para\u00edba      permanecer\u00e1 fiel \u00e0 monarquia&#8230;\u0094, conforme cita o historiador Humberto Mello      (Anais do Ciclo de Debates do IHGP\/abril\/2000). Alguns meses depois, instalada      a Rep\u00fablica, entre os 5 membros da primeira Junta Governativa da Para\u00edba estava      o nosso Bar\u00e3o do Abia\u00ed.<\/p>\n<p>\n<strong>A bica dos milagres e o franciscano ciumento<\/strong><\/p>\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo XIX o abastecimento d&#8217;\u00e1gua da cidade provinha, ainda,      de cacimbas, bicas e fontes. Entre essas, a bica dos Milagres, ainda hoje      existente (emparedada) na Rua Augusto Sim\u00f5es, antigo Beco dos Milagres. Em      1801 o frei Jos\u00e9 de Jesus Maria Lopes, franciscano, cometeu um crime que abalou      a sociedade local. O frade, terrivelmente ciumento, tinha um caso com a mesti\u00e7a      Tereza que aceitou seu convite para um banho, \u00e0 meia-noite, na fonte dos Milagres.      L\u00e1, com a ajuda de um escravo do convento e um servi\u00e7al ind\u00edgena, enfiou um      peda\u00e7o de madeira na genit\u00e1lia da pobre Tereza, traspassando-a. Os comparsas      do frade terminaram seus dias na cadeia. O frade foi condenado \u00e0 pris\u00e3o perp\u00e9tua      no Convento da Bahia. (extra\u00eddo do livro &#8220;Cidade de Jo\u00e3o Pessoa &#8211; A mem\u00f3ria      do tempo&#8221; de Wellington Aguiar, 1992)<\/p>\n<p><strong>Teatro Santa Roza &#8211; a trag\u00e9dia de Jau Balabrega<\/strong><\/p>\n<p>No dia 12 de junho de 1900, uma trag\u00e9dia abalou a cidade: a morte do m\u00e1gico      sueco Jau Balabrega e do seu assistente, Lui Bartelle. Na ocasi\u00e3o, os artistas      ensaiavam nuances luminosas para a famosa &#8220;Dan\u00e7a das Serpentinas&#8221;,      a ser apresentada na noite daquele fat\u00eddico dia. O projetor movido a querosene,      em prec\u00e1rio estado, explodiu no colo de Balabrega, matando-o instantaneamente      junto com seu assistente.<\/p>\n<p>O estrondo foi estarrecedor&#8230; as ondas de choque estra\u00e7alharam a regi\u00e3o      tor\u00e1xica de Balabrega e a cabe\u00e7a de Bartelle. O palco do teatro, que at\u00e9 ent\u00e3o      abrigara tantos sonhos, can\u00e7\u00f5es e dramatiza\u00e7\u00f5es, teve as paredes e cortinas      banhadas de sangue. Uma cena macabra. O p\u00e2nico instalou-se no recinto devido      \u00e0 forma brutal como tudo aconteceu. Os fragmentos do corpo de Balabrega (o      mais atingido) parecendo uma massa disforme, impregnaram o palco e at\u00e9 algumas      filas da plateia. Sabe-se que v\u00edsceras chegaram a atingir pessoas que assistiam      ao ensaio geral. O fato foi not\u00edcia nacional.<\/p>\n<p>Texto extra\u00eddo da mat\u00e9ria de 01\/11\/2009 do jornal &#8220;A Uni\u00e3o&#8221;, dispon\u00edvel      em<br \/>\n     http:\/\/www.auniao.pb.gov.br\/v2\/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=29983&amp;Itemid=74<\/p>\n<p><strong>Na Ilha de Tiriri a primeira f\u00e1brica de cimento do Brasil<\/strong><\/p>\n<p>O cimento de Tiriri foi descoberto por um feliz acaso. Em 1890 o portugu\u00eas      Ant\u00f4nio Varandas de Carvalho andava pela ilha acompanhado de um ingl\u00eas. Ao      pararem para repousar, notaram que a lama acumulada nos varapaus em que se      apoiavam para vadear os mangues secava com certa rapidez, obtendo consist\u00eancia      de argamassa.<\/p>\n<p>Ali, em 1892, funcionou a primeira f\u00e1brica produtora de cimento da Am\u00e9rica      Latina, 4 anos ap\u00f3s a tentativa frustrada de implanta\u00e7\u00e3o de uma f\u00e1brica em      Sorocaba\/SP, conforme registra a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Cimento Portland.      A administra\u00e7\u00e3o da f\u00e1brica, algum tempo depois, enfrentou problemas com o      governo da prov\u00edncia, culminando com o seu fechamento e gerando uma contenda      levada aos tribunais. Pesquisas posteriores revelaram em Tiriri um imenso      veio de pedra calc\u00e1ria de boa qualidade.<\/p>\n<p>A ilha, situada no Rio Sanhau\u00e1, a 8 Km do centro de Jo\u00e3o Pessoa, atualmente      pertence ao munic\u00edpio de Santa Rita e mant\u00e9m uma paisagem semelhante ao que      viram os colonizadores no s\u00e9culo XVI. Seus poucos habitantes utilizam canoas      de madeira na pesca artesanal e n\u00e3o t\u00eam energia el\u00e9trica.<\/p>\n<p><strong>Amaro Joaquim &#8211; entre a justi\u00e7a e a diplomacia<\/strong><\/p>\n<p>Em 1806 governava a Para\u00edba o Capit\u00e3o-Mor Amaro Joaquim, que tamb\u00e9m era Comendador      da Ordem de Cristo. Naquela \u00e9poca arruaceiros costumavam perturbar a ordem      p\u00fablica, \u00e0 noite, com os rostos cobertos por len\u00e7os.<\/p>\n<p>O mesti\u00e7o Nogueira, filho de uma mulata com um dos homens importantes da      Prov\u00edncia, era conhecido por raptar donzelas e matar, friamente, quem reagisse      a seus atos. Certo dia o mulato foi preso. O governador pretendia faz\u00ea-lo      executar, mas percebendo as dificuldades criadas pela fam\u00edlia, que intercedia,      mandou que o a\u00e7oitassem. Nogueira protestou afirmando que era &#8220;meio-fidalgo&#8221;      e tal puni\u00e7\u00e3o n\u00e3o poderia ser aplicada.<\/p>\n<p>O Governador ent\u00e3o ordenou que s\u00f3 lhe fosse surrado um lado do corpo, para      que o lado fidalgo n\u00e3o sofresse, devendo Nogueira indicar qual era o seu costado      aristocr\u00e1tico. Assim castigado, depois de haver permanecido muito tempo na      pris\u00e3o, foi desterrado, por toda a vida, para Angola. (O fato \u00e9 narrado pelo      historiador Henry Koster no livro Viagem ao Nordeste do Brasil)<\/p>\n<p><strong>A cidade e a primeira sess\u00e3o de cinema<\/strong><\/p>\n<p>O primeiro aparelho de cinema, o cinemat\u00f3grafo, foi apresentado \u00e0 cidade      por Nicola Maria Parente, em agosto de 1897, para abrilhantar a tradicional      Festa das Neves. Com a m\u00e1quina trazida de Paris ele trouxe alguns filmes (mudos)      de pequena dura\u00e7\u00e3o, entre eles: \u0093Um macaco pulando um arco\u0094, \u0093Chegada de um      trem \u00e0 esta\u00e7\u00e3o de Lion\u0094, e \u0093Crian\u00e7as jogando bolas de neve em Biarritz\u0094.<\/p>\n<p>Entretanto, a primeira sala de cinema somente foi montada algum tempo depois      por Manoel Garcia de Castro e chamava-se \u0093Cine PATH\u00c9\u0094, montado na Rua Duque      de Caxias.<\/p>\n<p>Em 1911 os italianos Rattacazzo e Cozza instalaram no Ponto de Cem R\u00e9is o      Cine Rio Branco. Depois dos italianos, o dinamarqu\u00eas Einer Svendsen tamb\u00e9m      se tornou um exibidor de filmes. O cinema falado s\u00f3 chegou aqui em 1932, por      iniciativa de Alberto Leal que instalou no Teatro Santa Roza o primeiro Vitafone      Movietone. O filme inaugural foi \u0093O Tenente Sedutor\u0094, com Maurice Chevalier.<\/p>\n<p>Nota: O cinemat\u00f3grafo caracterizava-se por ser um aparelho h\u00edbrido, podendo      filmar, revelar e projetar a pel\u00edcula sobre uma superf\u00edcie branca e lisa.      Foi patenteado pelos irm\u00e3os Lumi\u00e9re, em Paris, em fevereiro de 1895, os quais      montaram uma empresa para produ\u00e7\u00e3o de document\u00e1rios e habilitaram equipes      de operadores espalhados pelo mundo todo para mostrar aquela maravilha. O      Nicola Parente acima citado era um desses operadores intinerantes. Em 1899      ele montou o Cine-Teatro Rink, a primeira sala de cinema da cidade de Campinas\/SP.<\/p>\n<p>Fonte: paraibanos.com<\/p>\n<h6>Jo\u00e3o Pessoa<\/h6>\n<h2>Historia de Jo\u00e3o Pessoa<\/h2>\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo XVI os franceses ocupam a regi\u00e3o nordestina e conquistam      a confian\u00e7a dos \u00edndios potiguares. Essa aproxima\u00e7\u00e3o dificulta a coloniza\u00e7\u00e3o      portuguesa.<\/p>\n<p>Em 1585 o portugu\u00eas Jo\u00e3o Tavares constr\u00f3i, na foz do rio Para\u00edba, o Forte      de S\u00e3o Felipe, para defender a \u00e1rea dos ataques dos franceses. Nasce, ent\u00e3o,      ali, a cidade de Filip\u00e9ia.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-003.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"300\" height=\"341\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" \/><\/p>\n<p>A paz com os ind\u00edgenas, por\u00e9m, s\u00f3 se consolida em 1599, ap\u00f3s a destrui\u00e7\u00e3o      de aldeias inteiras e de uma epidemia de var\u00edola que exterminou dois ter\u00e7os      da popula\u00e7\u00e3o nativa.<\/p>\n<p>Em 1634, a regi\u00e3o foi invadida pelos holandeses, quando a cidade recebeu      novo nome: Friederstadt. Assim permaneceu durante 20 anos.<\/p>\n<p>Em 1654, os invasores foram expulsos por Andr\u00e9 Vidal de Negreiros e Fernandes      Vieira tomou posse do cargo de governador da cidade, que passou a chamar-se      Parahyba. Em 1684 tornou-se a capital da prov\u00edncia, perdendo essa posi\u00e7\u00e3o      quando a Parahyba foi incorporada a Pernambuco, em 1753.<\/p>\n<p>Os paraibanos participaram ativamente da Revolu\u00e7\u00e3o Pernambucana de 1817 e      da Confedera\u00e7\u00e3o do Equador, em 1824. Em 1930 o governador Jo\u00e3o Pessoa de Albuquerque      \u00e9 indicado como candidato a vice-presidente da Rep\u00fablica na chapa de Get\u00falio      Vargas, pela Alian\u00e7a Liberal. Seu assassinato, em julho daquele ano foi um      dos pretextos para a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930.<\/p>\n<p>Em meio \u00e0 como\u00e7\u00e3o que atingiu os paraibanos com o assassinato de seu governador,      no Recife, a cidade ganhou seu nome definitivo, JO\u00c3O PESSOA, atrav\u00e9s de Lei      Estadual.<\/p>\n<p><strong>Relato de Frei Vicente do Salvador sobre a conquista da Para\u00edba:<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;&#8230; Havia no continente um fortim, ou cerca com artilharia, que a da      esquadra dominou em pouco tempo.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-001.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"304\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" \/><\/p>\n<p>Durou o combate um dia s\u00f3. Fugiram os franceses em tr\u00eas lanchas, e Vald\u00e9s,      para n\u00e3o renovar o erro de Frutuoso Barbosa, fez construir na boca do rio      um arraial, cujo comando entregou ao Capit\u00e3o de infantaria Francisco de Castejon,      guarnecendo-o com 110 arcabuzeiros espanh\u00f3is e cinquenta portugueses. Restava      nomear o Governador da povoa\u00e7\u00e3o que ia ser fundada.<\/p>\n<p>Como os portugueses eram na maioria vianenses, indicaram Frutuoso Barbosa,      natural de Viana, a mais disto com direito ao lugar, pelas cartas de concess\u00e3o      que n\u00e3o tinham caducado. Vald\u00e9s denominou-o de S.Filipe e Santiago, pois no      dia destes santos zarpou para a Espanha. Barbosa chamou-lhe, por lisonja ao      rei, Filip\u00e9ia.<\/p>\n<p>&#8230; Em janeiro de 1585, acharam-se Barbosa e Castejon rodeados por tr\u00eas cercas      de troncos de palmeiras, que os selvagens, protegidos por eles, iam rolando      em dire\u00e7\u00e3o ao forte. Livravam-se assim das balas e estreitavam o s\u00edtio, na      esperan\u00e7a de, um belo dia, ganharem de surpresa a posi\u00e7\u00e3o&#8230; Outras novidades      vinham dos arraiais inimigos: Acabava de refor\u00e7\u00e1-los o terr\u00edvel Bra\u00e7o de Peixe,      com os \u00edndios que retiravam do S. Francisco.<\/p>\n<p>O Ouvidor Martim Leit\u00e3o acudiu de Pernambuco com outro grupo expedicion\u00e1rio      que se arrojou sobre o terreno da luta, recha\u00e7ando, em dois encontros, os      \u00edndios. Resultou disso a separa\u00e7\u00e3o de Bra\u00e7o de Peixe, a quem os portugueses      lan\u00e7aram em rosto a cobardia, por ter se deixado vencer.<\/p>\n<p>O sucesso era aparentemente completo, mas cedo se frustou, por\u00e9m com a retirada      do pequeno ex\u00e9rcito.. Os do forte ainda uma vez se sentiram abandonados. E,      antes que os caboclos voltassem, lan\u00e7aram fogo \u00e0 povoa\u00e7\u00e3o, atiraram ao mar      a artilharia e se refugiaram em Itamarac\u00e1. A Para\u00edba tornava aos potiguares.<\/p>\n<p>Dois \u00edndios do rancoroso chefe Bra\u00e7o de Peixe foram a Olinda solicitar a      paz ao Ouvidor, que despachou o escriv\u00e3o da C\u00e2mara, Jo\u00e3o Tavares, numa caravela,      a celebrar pazes e tratar a a\u00e7\u00e3o contra o inimigo comum. Sem maior aparato      e com poucos soldados, Tavares fez melhor que os anteriores capit\u00e3es. Chegando      \u00e0 Para\u00edba em 3 de agosto de 1585, firmou a conc\u00f3rdia com Bra\u00e7o de Peixe no      dia 5.&#8221;<\/p>\n<p><strong>Referencias;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Acervo publico da prefeitura municipal<\/strong><\/p>\n<p>Fonte:www.achetudoeregiao.com.br<\/p>\n<h6>Jo\u00e3o Pessoa<\/h6>\n<p>O munic\u00edpio de Jo\u00e3o Pessoa encontra-se no nordeste do pa\u00eds, \u00e0s margens do      Oceano Atl\u00e2ntico, no litoral do Estado da Para\u00edba. Sua capital, do mesmo nome      e por sua vez Capital do Estado, \u00e9 a terceira Cidade mais antiga do Brasil      e uma das mais importantes.<\/p>\n<p>Est\u00e1 dividida em duas zonas claramente diferenciadas, a Cidade Baixa, onde      destaca-se o Porto do Capim, e a Cidade Alta, &#8216;Centro Hist\u00f3rico de Jo\u00e3o Pessoa&#8217;,      cheia de monumentos uma grande maioria deles declarados &#8216;Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico      Art\u00edstico Nacional&#8217;, templos, pal\u00e1cios, teatros, museus, universidades e bibliotecas      inundam a cidade.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e9 considerada a Cidade mais verde da Am\u00e9rica e uma das mais verdes      do Mundo, rodeada de zonas naturais, parques, jardins, reservas da Mata Atl\u00e2ntica      e um extenso litoral salpicado de bel\u00edssimas praias protegidas por coqueiros.      \u00c9 conhecida tamb\u00e9m pelas suas boas infra-estruturas hoteleiras e restaurantes,      que cada ano recebe a milhares de turistas.<\/p>\n<h2> HISTORIA JO\u00c3O PESSOA<\/h2>\n<p>Antes do seu descobrimento, estas terras estiveram habitadas por tribos ind\u00edgenas      da fam\u00edlia do Tapuia, principalmente \u00cdndios Caet\u00e9s, que foram expulsos para      o interior pelos Potiguares e os Tabajaras. Se estabeleceram nas margens do      Rio S\u00e3o Domingos, tamb\u00e9m conhecido como Rio Para\u00edba.<\/p>\n<p>As terras do munic\u00edpio de Jo\u00e3o Pessoa foram colonizadas pelos portugueses      no s\u00e9culo XVI, atra\u00eddos pela sua beleza natural, e posteriormente pelos franceses      que se mantiveram instalados na zona durante v\u00e1rios anos.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos do s\u00e9culo XVI os portugueses reconquistaram a zona e constru\u00edram      o Forte de S\u00e3o Felipe, origem da atual popula\u00e7\u00e3o, para defender-se dos cont\u00ednuos      ataques piratas das tropas inimigas, t\u00e3o freq\u00fcentes naquela \u00e9poca.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Pessoa foi fundada no dia 5 de agosto de 1585 e \u00e9 a terceira Cidade      mais antiga do Brasil, no come\u00e7o era conhecida como Filip\u00e9ia de Nossa Senhora      das Neves, em homenagem a sua padroeira.<\/p>\n<p>Posteriormente, no ano 1634 foi ocupada pelos holandeses que a denominaram      Frederica, e vinte anos depois, em 1654, com a expuls\u00e3o dos holandeses come\u00e7ou      a ser chamada de Para\u00edba.<\/p>\n<p>A partir deste momento sua popula\u00e7\u00e3o viveu um per\u00edodo de crescimento, no      ano de 1684 se transformou na capital de prov\u00edncia, mas n\u00e3o foi at\u00e9 o ano      1930 quando foi batizada com sua atual denomina\u00e7\u00e3o, Jo\u00e3o Pessoa, em homenagem      a seu Governador morto durante a Revolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1940 a Cidade viveu um de seus melhores momentos estendendo-se      para o litoral, gra\u00e7as \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de uma de suas principais art\u00e9rias, a      Avenida Epit\u00e1cio Pessoa, que unia o centro urbano com o litoral, esta que      a converteria em uma das cidades tur\u00edsticas mais importantes da \u00e9poca em todo      o pa\u00eds.<\/p>\n<p>Na atualidade Jo\u00e3o Pessoa \u00e9 uma das Cidades mais bonitas do Brasil, onde      um dos mais buscados pontos tur\u00edsticos \u00e9 o seu maravilhoso Centro Hist\u00f3rico,      visitado durante todo o ano por milhares de turistas, com um grande n\u00famero      de edif\u00edcios e monumentos declarados &#8216;Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico Art\u00edstico Nacional&#8217;,      e seu bel\u00edssimo litoral salpicado de paradis\u00edacas praias.<\/p>\n<p><strong>PASSEIO TURISTICO JO\u00c3O PESSOA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Centro Hist\u00f3rico<\/strong><\/p>\n<p>O Centro Hist\u00f3rico de Jo\u00e3o Pessoa, situa-se na Cidade Alta, uma das zonas      em que est\u00e1 dividida a Cidade.<\/p>\n<p><strong>Cidade Alta<\/strong><\/p>\n<p>A Cidade Alta \u00e9 o lugar onde se constroem os monumentos mais importantes      da Cidade, muitos deles declarados &#8216;Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico Art\u00edstico Nacional&#8217;.      Merecem especial destaque a Bas\u00edlica de Nossa Senhora das Neves, o Convento      Igreja de Nossa Senhora do Carmo, o Conjunto de S\u00e3o Francisco, o Pal\u00e1cio da      Reden\u00e7\u00e3o e o Teatro Santa Rosa<\/p>\n<p><strong>Cidade Baixa<\/strong><\/p>\n<p>A Cidade Baixa \u00e9 o lugar onde situa-se o Porto do Capim.<\/p>\n<p><strong>Bas\u00edlica de Nossa Senhora das Neves<\/strong><\/p>\n<p>A Bas\u00edlica de Nossa Senhora das Neves est\u00e1 situada na Pra\u00e7a Dom Ulrico, Centro      Hist\u00f3rico da Cidade. Foi constru\u00edda na segunda metade do s\u00e9culo XIX, sobre      os restos de um antigo templo do s\u00e9culo XVI que foi destru\u00eddo e reconstru\u00eddo      em v\u00e1rias ocasi\u00f5es no decorrer de sua hist\u00f3ria. Destaca-se as duas altas torres      campan\u00e1rio de planta quadrada que se construiu em cada um dos seus lados da      fachada principal.<\/p>\n<p><strong>Convento Igreja de Nossa Senhora do Carmo<\/strong><\/p>\n<p>O Convento Igreja de Nossa Senhora do Carmo encontra-se na Pra\u00e7a Adauto,      Cidade Alta. \u00c9 um conjunto arquitet\u00f4nico em estilo barroco-rococ\u00f3 constru\u00eddo      no final do s\u00e9culo XVI. No interior da igreja destacamos sua ampla nave decorada      com motivos florais e seu altar maior, onde se situa um grande painel com      as iniciais de Nossa Senhora do Carmo.<\/p>\n<p><strong>Mosteiro de S\u00e3o Bento<\/strong><\/p>\n<p>O Mosteiro de S\u00e3o Bento encontra-se na Rua Geral Os\u00f3rio e foi constru\u00eddo      no s\u00e9culo XVII pelos monges Beneditinos. \u00c9 um conjunto barroco formado pelo      mosteiro e a igreja, considerado um dos mais importantes do Brasil. Foi restaurado      no ano 1995 e atualmente no seu interior se realizam concertos de m\u00fasica e      missas cantadas.<\/p>\n<p><strong>Igreja da Miseric\u00f3rdia<\/strong><\/p>\n<p>A Igreja da Miseric\u00f3rdia foi constru\u00edda na Rua Duque de Caxias no come\u00e7o      do s\u00e9culo XVII e restaurada em v\u00e1rias ocasi\u00f5es no decorrer de sua hist\u00f3ria.      Serviu de matriz at\u00e9 o ano de 1671 e no ano de 1938 foi declarada Patrim\u00f4nio      Hist\u00f3rico Art\u00edstico Nacional.<\/p>\n<p><strong>Conjunto de S\u00e3o Francisco<\/strong><\/p>\n<p>O Conjunto de S\u00e3o Francisco \u00e9 um dos conjuntos arquitet\u00f4nicos em estilo barroco      mais importantes de todo o pa\u00eds, declarado Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico Art\u00edstico      Nacional. Foi constru\u00eddo no s\u00e9culo XVII e est\u00e1 formado pela Igreja de S\u00e3o      Francisco, o Adro da Igreja de S\u00e3o Francisco, o Cruzeiro de S\u00e3o Francisco,      o Convento de Santo Ant\u00f4nio, a Fonte de Santo Ant\u00f4nio e o Rel\u00f3gio do Sol.<\/p>\n<p><strong>Igreja de S\u00e3o Francisco<\/strong><\/p>\n<p>A Igreja de S\u00e3o Francisco foi constru\u00edda no s\u00e9culo XVII pelos freis franciscanos      formando um dos monumentos hist\u00f3ricos mais importantes de toda a Cidade, o      Conjunto de S\u00e3o Francisco. \u00c9 um bel\u00edssimo templo em estilo barroco rococ\u00f3      que ao longo de sua hist\u00f3ria foi sede do governo, quartel, semin\u00e1rio e col\u00e9gio,      entre outras. No ano 1938 foi declarada Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico Art\u00edstico Nacional.<\/p>\n<p><strong>Adro da Igreja de S\u00e3o Francisco<\/strong><\/p>\n<p>O Adro da Igreja de S\u00e3o Francisco foi realizado no s\u00e9culo XVI e est\u00e1 rodeado      por grandes muralhas antigas revestidas com pain\u00e9is que representam a Paix\u00e3o      de Cristo.<\/p>\n<p><strong>Cruzeiro da Igreja de S\u00e3o Francisco<\/strong><\/p>\n<p>O Cruzeiro da Igreja de S\u00e3o Francisco se constr\u00f3i em um dos extremos do \u00e1trio      da igreja. \u00c9 uma cruz monol\u00edtica situada sobre um pedestal rodeado por esculturas      de v\u00e1rios pelicanos.<\/p>\n<p><strong>Convento de Santo Ant\u00f4nio<\/strong><\/p>\n<p>O Convento de Santo Ant\u00f4nio, tamb\u00e9m conhecido como Convento ou Claustro da      Igreja de S\u00e3o Francisco, situa-se na Pra\u00e7a S\u00e3o Francisco, no centro cidade.      Foi Col\u00e9gio do Roger e do Museu Escola e Sacro da Para\u00edba e nos seus arredores      destacam a Fonte de Santo Ant\u00f4nio e o Rel\u00f3gio de Sol. Foi declarado Patrim\u00f4nio      Hist\u00f3rico Art\u00edstico Nacional no ano 1952.<\/p>\n<p><strong>Fonte de Santo Ant\u00f4nio<\/strong><\/p>\n<p>A Fonte de Santo Ant\u00f4nio situa-se nos jardins que rodeiam o Convento de Santo      Ant\u00f4nio. Foi inaugurada no ano de 1717 e utilizada para abastecer aos freis      do convento.<\/p>\n<p>\n<strong>Rel\u00f3gio de Sol<\/strong><\/p>\n<p>O Rel\u00f3gio do Sol situa-se fora do Convento de Santo Ant\u00f4nio, na Pra\u00e7a de      S\u00e3o Francisco.<\/p>\n<p><strong>Pal\u00e1cio da Reden\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O Pal\u00e1cio da Reden\u00e7\u00e3o situa-se na Pra\u00e7a Presidente Jo\u00e3o Pessoa, Centro hist\u00f3rico      da Cidade. Foi constru\u00eddo pelos Jesu\u00edtas no ano de 1586 no ano de 1980, declarado      Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico Art\u00edstico.<\/p>\n<p><strong>Pal\u00e1cio Episcopal<\/strong><\/p>\n<p>O Pal\u00e1cio Episcopal de Jo\u00e3o Pessoa situa-se na Pra\u00e7a Dom Adauto do Centro      Hist\u00f3rico da Cidade. Foi declarado Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico Art\u00edstico Nacional      no ano de 1980.<\/p>\n<p>Pa\u00e7o Municipal &#8211; Prefeitura Municipal O Pa\u00e7o Municipal de Jo\u00e3o Pessoa, sede      da Prefeitura Municipal, situa-se na Pra\u00e7a Pedro Am\u00e9rico, Centro Hist\u00f3rico      da Cidade.<\/p>\n<p>Teatro Santa Rosa O Teatro Santa Rosa se encontra localizado na Pra\u00e7a Pedro      Am\u00e9rico, Cidade Alta. Foi inaugurado no ano 1889 e \u00e9 um belo edif\u00edcio de estilo      barroco com fachada grego romana, um dos teatros mais antigos do Brasil.<\/p>\n<p>Pra\u00e7a Ven\u00e2ncio Neiva A Pra\u00e7a Ven\u00e2ncio Neiva foi mandada construir pelo Presidente      Camilo de Holanda e inaugurada no ano de 1917. \u00c9 uma das pra\u00e7as mais pitorescas      da Cidade e se localiza nos arredores do Pal\u00e1cio da Reden\u00e7\u00e3o, na Cidade Alta.      Foi declarada no ano de 1980 Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico Art\u00edstico Nacional.<\/p>\n<p>Pra\u00e7a da Independ\u00eancia A Pra\u00e7a da Independ\u00eancia foi inaugurada no ano 1922      com o motivo da comemora\u00e7\u00e3o do Centen\u00e1rio da Independ\u00eancia. Como monumentos      merecem especial destaque um obelisco de pedra gran\u00edtica e um quiosque em      estilo neocl\u00e1ssico. Foi declarada Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico Art\u00edstico Nacional      no ano 1980.<\/p>\n<p>Pra\u00e7a Presidente Jo\u00e3o Pessoa A Pra\u00e7a Presidente Jo\u00e3o Pessoa foi mandada construir      a princ\u00edpios do s\u00e9culo XIX pelo Presidente Luiz da Motta Feo no centro da      Cidade. Seu ambiente abriga a Assembl\u00e9ia Legislativa, o Pal\u00e1cio da Reden\u00e7\u00e3o,      o Tribunal de Justi\u00e7a e a antiga Faculdade de Direito, entre outros edif\u00edcios      hist\u00f3ricos.<\/p>\n<p>Casa da P\u00f3lvora A Casa da P\u00f3lvora encontra-se na Ladeira de S\u00e3o Francisco,      no centro da cidade. No ano de 1938 foi declarada Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico Art\u00edstico      Nacional e atualmente \u00e9 a sede do Museu Fotogr\u00e1fico Walfredo Rodr\u00edguez, com      um importante acervo fotogr\u00e1fico da Cidade.<\/p>\n<p>Museu Cripta de Jo\u00e3o Pessoa O Museu Cripta de Jo\u00e3o Pessoa encontra-se instalado      nos jardins do Pal\u00e1cio da Reden\u00e7\u00e3o, na Cidade Alta. No seu interior se conservam      objetos pessoais de Jo\u00e3o Pessoa e a cripta com seus restos mortais e os de      sua esposa.<\/p>\n<p>Faculdade de Direito A Faculdade de Direito encontra-se hospedada em um belo      edif\u00edcio do s\u00e9culo XVI constru\u00eddo pelos freis Jesu\u00edtas na sua chegada \u00e0 Cidade,      antiga Casa do Col\u00e9gio dos Jesu\u00edtas. Localiza-se na Pra\u00e7a Presidente Jo\u00e3o      Pessoa, Centro Hist\u00f3rico da Cidade.<\/p>\n<p>Espa\u00e7o Cultural Jos\u00e9 Lins do R\u00eago O Espa\u00e7o Cultural Jos\u00e9 Lins do R\u00eago localiza-se      na Rua Absias Gomes de Almeida, Tambauzinho. \u00c9 o centro cultural e de conven\u00e7\u00f5es      mais importantes de toda a cidade e um dos mais importantes de toda a regi\u00e3o      nordeste do Brasil. Nas suas instala\u00e7\u00f5es se destaca o Centro de Conven\u00e7\u00f5es      e a Pra\u00e7a do Povo, al\u00e9m de salas de cinema, teatros, bibliotecas, planet\u00e1rio      e v\u00e1rios museus.<\/p>\n<p>Fonte de Tambi\u00e1 A Fonte de Tambi\u00e1 est\u00e1 instalada no interior do Parque Z\u00f4o      Bot\u00e2nico Arruda C\u00e2mara. Foi constru\u00edda no s\u00e9culo XVIII e no ano de 1941 foi      declarada Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico Art\u00edstico Nacional.<\/p>\n<p>Parque Z\u00f4o Bot\u00e2nico Arruda C\u00e2mara O Parque Z\u00f4o Bot\u00e2nico Arruda C\u00e2mara, conhecido      popularmente por &#8216;Bica&#8217; devido a uma fonte de \u00e1gua mineral que existe em seu      interior, \u00e9 um dos parques mais pitorescos de Jo\u00e3o Pessoa, declarado Patrim\u00f4nio      Hist\u00f3rico Art\u00edstico Nacional no ano de 1980. Situada na Rua Gouveia N\u00f3brega,      centro da cidade e \u00e9 considerado um verdadeiro Santu\u00e1rio Ecol\u00f3gico, composto      por um jardim zool\u00f3gico, um jardim bot\u00e2nico, lagos, riachos, fontes e diferentes      \u00e1reas de lazer e descanso.<\/p>\n<p>Parque Solon de Lucena O Parque S\u00f3lon de Lucena, conhecido popularmente como      Lagoa, \u00e9 um dos principais cart\u00f5es postais do munic\u00edpio de Jo\u00e3o Pessoa e situa-se      na zona comercial da Cidade, \u00e0s margens de uma lagoa rodeada de palmeiras      imperiais e ac\u00e1cias. Nas suas imedia\u00e7\u00f5es realizam-se durante todo o ano diferentes      atos e eventos populares e conta com bons restaurantes onde se pode apreciar      uma deliciosa gastronomia da zona.<\/p>\n<p>Jardim Bot\u00e2nico Benjamin Maranh\u00e3o O Jardim Bot\u00e2nico Benjamin Maranh\u00e3o, conhecido      tamb\u00e9m por Mata do Buraquinho, tem uma extens\u00e3o de 515 hectares e \u00e9 a maior      reserva florestal localizada na \u00e1rea urbana do pa\u00eds. Ao seu redor existem      lagos, lagunas, rios e fontes.<\/p>\n<p>Ilha do Pic\u00e3ozinho &#8211; Piscinas Naturais A Ilha do Pic\u00e3ozinho se localiza enfrente      a Praia de Tamba\u00fa, a 2 Km da costa. Est\u00e1 formada por recifes de corais que      na mar\u00e9 baixa formam maravilhosas piscinas naturais cheias de peixes de todas      as colores. \u00c9 freq\u00fcentada pelos amantes do mergulho e existem empresas que      nos aproximam a elas.<\/p>\n<p>Ilha de Areia Vermelha A Ilha de Areia Vermelha \u00e9 um banco arenoso que emerge      do mar. Somente em alguns per\u00edodos de veraneio nas mar\u00e9s baixas. \u00c9 conhecida      como Areia Vermelha por causa da cor avermelhada da sua areia, devido ao grande      n\u00famero de algas. \u00c9 visitada por milhares de turistas nos fins de semana. Est\u00e1      protegida por uma barreira de recifes de corais, onde habitam numerosas esp\u00e9cies      marinhas.<\/p>\n<p>Farol do Cabo Branco O Farol de Cabo Branco foi inaugurado no ano de 1972      e tem uma altura de 40 metros sobre o n\u00edvel do mar. Merecem especial aten\u00e7\u00e3o      as maravilhosas vistas de todo o litoral que se obt\u00eam desde seus arredores.<\/p>\n<p>Rio Sanhau\u00e1 O Rio Sanhau\u00e1 \u00e9 um afluente do Rio Para\u00edba que desemboca no munic\u00edpio      de Jo\u00e3o Pessoa.<\/p>\n<p><strong>PRAIAS JO\u00c3O PESSOA<\/strong><\/p>\n<p>Playas Todo o Litoral do munic\u00edpio de Jo\u00e3o Pessoa \u00e9 conhecido por suas maravilhosas      praias de areia fina e \u00e1guas cristalinas de agrad\u00e1vel temperatura, muitas      delas protegidas por extensas massas de coqueiros.<\/p>\n<p>Algumas das mais destacadas s\u00e3o, as praias urbanas de Tamba\u00fa e Cabo Branco,      que contam com todos os servi\u00e7os necess\u00e1rios, e a praia do Bessa, onde se      localiza o Iate Clube da Para\u00edba e o Aeroclube de Jo\u00e3o Pessoa. Al\u00e9m disso,      merece especial destaque a Ilha do Pic\u00e3ozinho, famosa pelas suas Piscinas      Naturais, e a Ilha de Areia Vermelha que emerge do mar em alguns per\u00edodos      do ano.<\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-004.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"300\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" \/><br \/>\n<strong>Praia do Bessa<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\">\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-005.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"300\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" \/><br \/>\n<strong>Praia de Mana\u00edra<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\">\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-006.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"300\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" \/><br \/>\n<strong>Praia de Tamba\u00fa<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\">\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-007.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"247\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" \/><br \/>\n<strong>Praia de Cabo Branco<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-008.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"255\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" \/><br \/>\n<strong>Praia do Seixas<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-009.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"266\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" \/><br \/>\n<strong>Praia da Penha<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-010.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"277\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" \/><br \/>\n<strong>Praia Jacarap\u00e9<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\">\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-011.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"266\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" \/><br \/>\n<strong>Praia do Camurupim<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\">\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-012.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"300\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" \/><br \/>\n<strong>Praia do Sol<\/strong><\/p>\n<p>Fonte:www.a-brasil.com<\/p>\n<h6> Jo\u00e3o Pessoa<\/h6>\n<h2> Hist\u00f3ria de Jo\u00e3o Pessoa<\/h2>\n<p>Foi fundada em 5 de agosto de 1585 com o nome de Nossa Senhora das Neves,      a santa do dia em que foi firmada a alian\u00e7a com os Tabajara (5 de agosto)      (depois da alian\u00e7a com os Tabajara, demorou ainda 3 meses para ser fundada,      de fato, a cidade).<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Pessoa j\u00e1 nasceu com o status de cidade, jamais vivendo a condi\u00e7\u00e3o de      vila, fato esse ocorrido porque foi fundada pela c\u00fapula da Fazenda Real numa      Capitania Real da Coroa Portuguesa.<\/p>\n<p>Com o passar do tempo, foi recebendo v\u00e1rias denomina\u00e7\u00f5es: Filip\u00e9ia de Nossa      Senhora das Neves, em 1588, homenageando o rei Filipe II de Espanha, quando      da Uni\u00e3o Ib\u00e9rica, per\u00edodo em que o Reino de Portugal foi incorporado \u00e0 coroa      espanhola. Durante a ocupa\u00e7\u00e3o holandesa, entre 1634 e 1654, designou-se Frederikstadt      (Cidade de Frederico), em homenagem ao pr\u00edncipe de Orange, Frederico Henrique.<\/p>\n<p>Com a reconquista portuguesa, voltou a se chamar Nossa Senhora das Neves,      passando a ser chamada Parahyba do Norte em 1817. Por conta de uma visita      tempor\u00e1ria de D. Pedro II do Brasil \u00e0 cidade em fins de 1859, recebeu provisoriamente      o t\u00edtulo de Imperial Cidade.<\/p>\n<p>Sua denomina\u00e7\u00e3o atual, Jo\u00e3o Pessoa, \u00e9 uma homenagem ao pol\u00edtico paraibano      Jo\u00e3o Pessoa, assassinado em 1930 na cidade de Recife, quando era presidente      do estado e concorria, como candidato a vice-presidente, na chapa de Get\u00falio      Vargas.<\/p>\n<p>O fato trouxe grande como\u00e7\u00e3o popular, sendo praticamente o estopim da Revolu\u00e7\u00e3o      de 30, embora se discuta se realmente houve motiva\u00e7\u00e3o pol\u00edtica no ato, que      foi executado por Jo\u00e3o Duarte Dantas, cujo escrit\u00f3rio fora invadido por tropas      governamentais, tendo sido suas cartas amorosas \u00e0 professora Anayde Beiriz      trazidas a p\u00fablico.<\/p>\n<p>A Assembl\u00e9ia Legislativa Estadual aprovou a mudan\u00e7a do nome da capital em      4 de setembro de 1930.<\/p>\n<p>H\u00e1 algum tempo, cidad\u00e3os pessoenses discutem a possibilidade de rever a homenagem      e substituir o nome de Jo\u00e3o Pessoa por outro, entre os quais, figuram \u0093Para\u00edba\u0094      e \u0093Cabo Branco\u0094. Entre outros argumentos, alega-se que a mudan\u00e7a de nome,      em 1930, foi realizada em um momento de como\u00e7\u00e3o e de instabilidade social,      quando v\u00e1rios advers\u00e1rios pol\u00edticos do grupo de Jo\u00e3o Pessoa foram presos e      mortos.<\/p>\n<p>Acrescenta-se ainda que n\u00e3o h\u00e1 consenso sobre as virtudes de pessoa e de      gestor p\u00fablico as quais confeririam o m\u00e9rito ao ex-presidente da Para\u00edba (na      \u00e9poca, denomina\u00e7\u00e3o para o cargo de governador) para tal homenagem.<\/p>\n<p>De outra parte, os defensores da manuten\u00e7\u00e3o do nome argumentam que Jo\u00e3o Pessoa      foi pol\u00edtico exemplar e combateu o coronelismo e as oligarquias.<\/p>\n<p>A cidade de Jo\u00e3o Pessoa nasceu nas margens do rio Sanhau\u00e1, a partir de onde      sobe as ladeiras em dire\u00e7\u00e3o ao que hoje \u00e9 o Centro. A expans\u00e3o urbana ocupou      a antiga \u00e1rea rural. A partir da segunda metade dos anos 70, com a ascens\u00e3o      da orla mar\u00edtima, a economia da \u00e1rea perdeu um pouco de sua import\u00e2ncia de      outrora.<\/p>\n<p>No que diz respeito \u00e0 arquitetura, os bairros do Centro comportam a maior      parte das \u00e1reas que s\u00e3o objeto de tombamento pelos \u00f3rg\u00e3os de prote\u00e7\u00e3o ao patrim\u00f4nio,      dentre elas, o Centro Hist\u00f3rico, Rua das Trincheiras e as proximidades da      Rua Odon Bezerra, no bairro de Tambi\u00e1.<\/p>\n<p>A cidade, no decorrer do s\u00e9culo XX, perdeu import\u00e2ncia e viu a ascens\u00e3o de      Campina Grande, segunda maior cidade do estado.<\/p>\n<p>A economia pessoense, na primeira metade do s\u00e9culo, praticamente se estagnou.      At\u00e9 os anos 60, era, praticamente uma capital administrativa, pois Campina      Grande, cidade distante 125 quil\u00f4metros, aproximou-se do posto de cidade mais      importante do Estado, j\u00e1 que, nesse per\u00edodo, Campina Grande despontava como      importante p\u00f3lo comercial e industrial n\u00e3o s\u00f3 do estado, mas tamb\u00e9m da regi\u00e3o      Nordeste, passando a arrecadar mais impostos do que a Capital. Jo\u00e3o Pessoa,      naquela \u00e9poca, tinha poucas ind\u00fastrias e apenas desempenhava fun\u00e7\u00f5es administrativas      e comerciais.<\/p>\n<p>A partir dos anos 60, ap\u00f3s grandes investimentos privados e governamentais,      tanto do governo estadual quanto do governo federal, Jo\u00e3o Pessoa ganhou novas      ind\u00fastrias e import\u00e2ncia, reafirmando sua posi\u00e7\u00e3o de principal cidade do Estado,      em termos econ\u00f4micos, sociais, populacionais e tur\u00edsticos.<\/p>\n<p>Fonte: portalsol.net<\/p>\n<h6>Jo\u00e3o Pessoa<\/h6>\n<h2>S\u00edmbolos Oficiais<\/h2>\n<h2> Bandeira<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-013.jpg\" width=\"320\" height=\"222\" border=\"0\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" \/><\/p>\n<h2> Hino<\/h2>\n<p><strong>Hinos de Cidades<\/strong><\/p>\n<p>L\u00e1 do norte , um her\u00f3i altaneiro<br \/>\n     que da P\u00e1tria , o amor conquistou<br \/>\n     foi um vivo farol que ligeiro<br \/>\n     acendeu e depois se apagou<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Pessoa , Jo\u00e3o Pessoa<br \/>\n     bravo filho do sert\u00e3o<br \/>\n     toda P\u00e1tria espera um dia<br \/>\n     a sua ressurrei\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Pessoa , Jo\u00e3o Pessoa<br \/>\n     o teu vulto varonil<br \/>\n     vive ainda , vive ainda<br \/>\n     no cora\u00e7\u00e3o do Brasil<\/p>\n<p>Como um cedro que tomba na mata<br \/>\n     sob o raio que em cheio o feriu<br \/>\n     assim ele ante a f\u00faria impensada<br \/>\n     de um feroz inimigo caiu<\/p>\n<p class=\"imagem\">\n<p>Fonte:terra.com.br<\/p>\n<h6>Jo\u00e3o Pessoa<\/h6>\n<p>A cidade de Jo\u00e3o Pessoa, capital do Estado da Para\u00edba, \u00e9 detentora de um      litoral constitu\u00eddo das mais belas praias do Nordeste.<\/p>\n<p>Verdadeiro monumento vivo, a cidade guardou, ao longo dos seus 400 anos,      uma viva impress\u00e3o dos seus tempos hist\u00f3ricos, seja no Parque Barroco &#8211; um      dos maiores do Brasil, seja na arquitetura de seus antigos casar\u00f5es e ladeiras      que deram o rumo da conquista.<\/p>\n<p>O Carnaval fora de \u00e9poca, a MICAROA, \u00e9 um evento que a cada ano se solidifica,      proporcionando a forma\u00e7\u00e3o de marco no calend\u00e1rio festivo da cidade.<\/p>\n<p>Dentro do mesmo esp\u00edrito de divertimento, tem-se a Folia de Rua na semana      que antecede o Carnaval. Durante esta semana, v\u00e1rios blocos desfilam nos bairros      de Jo\u00e3o Pessoa, despontando como o maior deles Muri\u00e7ocas do Miramar, que arrasta      uma multid\u00e3o de mais de 250 mil pessoas na Quarta-Feira de Fogo, antecipando      a Quarta-feira de Cinzas, \u00faltimo dia de Carnaval.<\/p>\n<p>Em junho, o S\u00e3o Jo\u00e3o da Lagoa est\u00e1 se fortalecendo cada vez mais e j\u00e1 pode      ser inclu\u00eddo entre os grandes eventos tur\u00edsticos da cidade.<\/p>\n<p>Um pavilh\u00e3o junino \u00e9 montado no Parque S\u00f3lon de Lucena &#8211; Lagoa &#8211; para uma      semana de festa bem ao estilo forr\u00f3 p\u00e9-de-serra.<\/p>\n<p>A Festa de Nossa Senhora das Neves, que comemora o anivers\u00e1rio da cidade      no dia 5 de agosto, faz parte da tradi\u00e7\u00e3o dos pessoenses. \u00c9 celebrada durante      v\u00e1rios dias na ruas da cidade antiga e na Lagoa.<\/p>\n<p>O Festival Nacional de Arte &#8211; FENART, evento anual que acontece no Espa\u00e7o      Cultural Jos\u00e9 Lins do Rego, traz a arte de todo Brasil e exterior para a cidade.<\/p>\n<p>O clima pessoense \u00e9 do tipo mediterr\u00e2neo ou nordestino seco, com temperaturas      m\u00e9dias anuais de 26\u00baC.<\/p>\n<p>O inverno inicia-se em mar\u00e7o e termina em agosto.<\/p>\n<h2> Atra\u00e7\u00f5es Tur\u00edsticas<\/h2>\n<h2> Alvorecer incompar\u00e1vel<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-015.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>Estar em Jo\u00e3o Pessoa \u00e9 desfrutar privil\u00e9gios da natureza e da hist\u00f3ria. A      cidade onde o sol nasce primeiro nas Am\u00e9ricas \u00e9 a segunda mais arborizada      do mundo e a terceira mais antiga do Brasil. Em que outro lugar do continente      voc\u00ea ver\u00e1 um alvorecer como o daqui?<\/p>\n<p>Fora Paris, em que outra parte urbana do planeta existir\u00e1 tanta cobertura      vegetal em metros quadrados por habitantes? E depois de Salvador e do Rio      de Janeiro, que outra capital brasileira foi fundada j\u00e1 como cidade antes      de 1585.<\/p>\n<h2> Areia Vermelha veja mais fotos<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-016.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>Essa ilha representa um fen\u00f4meno natural que conquista os moradores e visitantes      da cidade em certos per\u00edodos do ano, j\u00e1 que essa maravilhosa d\u00e1diva da natureza      s\u00f3 aparece em certos per\u00edodos do m\u00eas.<\/p>\n<p>Nessas \u00e9pocas, a Areia Vermelha atrai mais gente e mais barcos para seu banco      de areia avermelhado pelas algas, apoiado numa forma\u00e7\u00e3o coralina. Ela tem      2 km de extens\u00e3o e o mar chega manso ali, protegido por uma barreira de recifes.<\/p>\n<p>O esquema \u00e9 o mesmo do Pic\u00e3ozinho: barcos transportam as pessoas para o lugar,      a 2 km da praia. A ilha aparece vinte dias por m\u00eas, de acordo com a mar\u00e9.      No pico da temporada do ver\u00e3o, a Areia Vermelha recebe mais de 2000 barcos      por fim de semana.<\/p>\n<h2> Bas\u00edlica de N\u00aa S\u00aa das Neves<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-017.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>A primeira igreja, neste local, foi constru\u00edda ainda nos idos de 1586. Ao      todo, foram tr\u00eas demoli\u00e7\u00f5es sucessivas de templos, sendo a atual igreja id\u00eantica      \u00e0 quarta reconstru\u00e7\u00e3o, realizada pelo Vig\u00e1rio Francisco Melo Cavalcanti. Tem      muito valor para os fi\u00e9is da igreja paroquial, constru\u00edda entre 1671-73 e      demolida em 1686, passando \u00e0 igreja episcopal.<\/p>\n<p>Foi benta na \u00faltima d\u00e9cada do s\u00e9culo XIX. Suas torres e telhados podem ser      vistos, numa bela composi\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s da torre do sino da Igreja de S\u00e3o Francisco,      que fica bem pr\u00f3xima. Pra\u00e7a Dom Ulrico, s\/n, Centro. Jo\u00e3o Pessoa &#8211; P<\/p>\n<h2> Casa da P\u00f3lvora<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-018.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>Jo\u00e3o Pessoa possuiu pelo menos tr\u00eas Casas da P\u00f3lvora, segundo indicam nossos      mais destacados historiadores: uma na rua Nova, atual General Os\u00f3rio n\u00ba 21,      outra no Passeio Geral, rua Rodrigues Chaves, e outra que \u00e9 justamente a Casa      da P\u00f3lvora da ladeira de S\u00e3o Francisco, a primeira rua da cidade.<\/p>\n<p>As demais foram completamente destru\u00eddas pela a\u00e7\u00e3o do tempo, restando-nos      esta Casa da P\u00f3lvora e dos Armamentos, constru\u00edda por ordem de carta r\u00e9gia      de 10 de agosto de 1704, pelo ent\u00e3o Capit\u00e3o-Mor Fernando de Barros Vasconcelos.<\/p>\n<p>Iniciada no alvorecer da era setecentista, foi conclu\u00edda em 1710 na administra\u00e7\u00e3o      do Capit\u00e3o-Mor Jo\u00e3o da Maia da Gama. De suas depend\u00eancias pode-se observar      a bela paisagem do rio e da v\u00e1rzea paraibana. \u00c9 tombada pelo IPHAN (Instituto      do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional) desde 24 de maio de 1938. Localiza\u00e7\u00e3o:      Ladeira de S\u00e3o Francisco, s\/n, Centro. Jo\u00e3o Pessoa &#8211; PB.<\/p>\n<h2> Centro Cultural S\u00e3o Francisco<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-019.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"246\" height=\"316\" \/><\/p>\n<p>Conjunto arquitet\u00f4nico barroco do s\u00e9culo XVII, formado pela Igreja de S\u00e3o      Francisco e o Convento de Santo Ant\u00f4nio. Um dos mais ricos e conservados monumentos      da arte barroca brasileira.<\/p>\n<h2> Cidade Alta<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-020.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"246\" height=\"316\" \/><\/p>\n<p>Uma cidade que nasceu marcada pelo tra\u00e7ado da cruz, em cada extremidade de      um bra\u00e7o o esplendor de uma ordem religiosa. Franciscanos, Beneditinos, Carmelitas      e Jesu\u00edtas marcavam o eixo onde a Cidade Alta tomou forma. Retil\u00ednea, homog\u00eanea,      bem diferente da descontra\u00e7\u00e3o que marcava a margem do rio.<\/p>\n<p>As casas erguiam-se em fachadas imponentes. Os frutos de conquista geravam      os primeiros bar\u00f5es do a\u00e7\u00facar, encastelados em sobrados que pareciam desafiar      o tempo, um tempo que apagou esse requinte e deixou suas marcas.<\/p>\n<h2> Cidade Baixa<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-021.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>Porto do Capim, porto da saudade, porta para o mundo. Ao redor, foram-se      assentadas as casas, a cidade galgando as encostas procurando o espa\u00e7o, espremendo-se      entre as tortuosas ladeiras que a pr\u00f3pria topografia do lugar sugeria.<\/p>\n<p>A cidade descobria-se em novas cores. O verde fundia-se ao marrom dos telhados.      As torres irrompiam do casario para apontar o sol. Hoje, somente o rio, em      seu eterno caminhar, vela o passado.<\/p>\n<h2> Cidade Jardim<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-022.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>Jo\u00e3o Pessoa, capital paraibana, de clima quente e \u00famido, com uma altitude      de 40 metros acima do n\u00edvel do mar, registrando temperatura m\u00e9dia de 26,6\u00baC,      de ruas e parques com \u00e1rvores frut\u00edferas, \u00e9 uma Cidade Jardim que come\u00e7a \u00e0s      margens do Rio Sanhau\u00e1 e termina nas areias brancas de sua bela orla mar\u00edtima.<\/p>\n<p>O litoral pessoense tem 24,5 quil\u00f4metros de extens\u00e3o e as mais lindas praias      do pa\u00eds, todas urbanas, repousando \u00e0 sombra de imponentes coqueiros, formando      o cen\u00e1rio de um verde indescrit\u00edvel, ainda mais porque n\u00e3o est\u00e3o violadas      pela \u00e2nsia imobili\u00e1ria.<\/p>\n<h2> Convento de S\u00e3o Francisco<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-023.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>Erguida por frades franciscanos, ela j\u00e1 abrigou a Sede do Governo, um quartel,      nosoc\u00f4mio, foi hospedaria de imigrantes, semin\u00e1rio diocesano, col\u00e9gio etc.      Sua constru\u00e7\u00e3o \u00e9 inteiramente fiel ao barroco rococ\u00f3, constituindo-se no mais      importante monumento hist\u00f3rico-art\u00edstico e religioso.<\/p>\n<p>Possui uma torre, \u00e9 bastante recuada e, acima, numa esp\u00e9cie de globo, um      galo indica a dire\u00e7\u00e3o dos ventos. \u00c9 local que merece ser visitado pelo grande      n\u00famero de obras de arte que encerra.<\/p>\n<p>A igreja em si mesma possui grande riqueza art\u00edstica, em cada um de seus      elementos constitutivos (altares, sepulturas, nave, teto). \u00c9 tombada pelo      IPHAN (Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional) desde 05 de      maio de 1938. Localiza\u00e7\u00e3o: Pra\u00e7a S\u00e3o Francisco, s\/n, Centro. Jo\u00e3o Pessoa &#8211;      PB.<\/p>\n<h2> Espa\u00e7o Jos\u00e9 Lins do Rego<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-024.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>Maior local de shows, feiras, conven\u00e7\u00f5es e eventos culturais do norte e nordeste      do pa\u00eds.<\/p>\n<h2> Faculdade de Direito<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-025.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>O pr\u00e9dio ainda guarda suas caracter\u00edsticas originais, apesar de ter sofrido      obras de restaura\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A edifica\u00e7\u00e3o foi erguida em 1586 pelos jesu\u00edtas chegados a Para\u00edba com a      finalidade de catequizar os gentios. Sua destina\u00e7\u00e3o expl\u00edcita foi a de servir      como Casa do Col\u00e9gio dos Jesu\u00edtas que ali lecionavam humanidades, al\u00e9m, naturalmente,      dos rudimentos crist\u00e3os.<\/p>\n<p>Ao seu lado, isto \u00e9, onde hoje existem os jardins do Pal\u00e1cio da Reden\u00e7\u00e3o,      havia a c\u00e9lebre Igreja de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o, monumento barroco infelizmente      destru\u00eddo por inteiro. Posteriormente, o pr\u00e9dio do Col\u00e9gio dos Jesu\u00edtas abrigou,      entre outras institui\u00e7\u00f5es, o antigo Lyceu Parahybano. Integra o conjunto de      pr\u00e9dios que cercam a Pra\u00e7a Jo\u00e3o Pessoa.<\/p>\n<p>\u00c9 tombada pelo IPHAEP (Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Estado      da Para\u00edba) desde 26 de agosto de 1980. Localiza\u00e7\u00e3o: Pra\u00e7a Presidente Jo\u00e3o      Pessoa, s\/n, Centro. Jo\u00e3o Pessoa &#8211; PB.<\/p>\n<h2> Fortaleza de Santa Catarina<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-026.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>&#8220;Parece ter sido constru\u00edda com restos hom\u00e9ricos dos muros de Tr\u00f3ia&#8221;,      exclamou sobre ela o historiador J. P. de Castro Pinto.<\/p>\n<p>\u00c9 a \u00fanica pra\u00e7a forte ainda de p\u00e9 desde os prim\u00f3rdios da coloniza\u00e7\u00e3o. Fundada      em 1589, ap\u00f3s a celebra\u00e7\u00e3o da paz entre os colonizadores e o chefe \u00edndio Piragibi,      a Fortaleza inicialmente era de taipa e foi erguida pelo alem\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o      Linz. Seu objetivo era obviamente defender a povoa\u00e7\u00e3o dos ataques dos invasores.      Sempre manteve a tradi\u00e7\u00e3o de principal ponto de resist\u00eancia do paraibano \u00e0      invas\u00e3o estrangeira.<\/p>\n<p>Durante o Imp\u00e9rio, a Fortaleza participou de todos os movimentos armados,      enviando efetivos ou servindo de pris\u00e3o, pat\u00edbulo e at\u00e9 local de execu\u00e7\u00e3o      de escravos. A Rep\u00fablica a encontrou j\u00e1 em ru\u00ednas e somente sofreu restaura\u00e7\u00e3o      entre 1974 e 1978. \u00c9 tombada pelo IPHAN (Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico      e Art\u00edstico Nacional) desde 24 de maio de 1938. Localiza\u00e7\u00e3o: Cabedelo &#8211; PB.<\/p>\n<h2> Hotel Globo<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-027.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>Nem sempre o Hotel Globo funcionou naquele local, pois antes ficava na Rua      Jo\u00e3o Suassuna, num pr\u00e9dio constru\u00eddo em 1912.<\/p>\n<p>O atual, no quadril\u00e1tero da Pra\u00e7a S\u00e3o Pedro Gon\u00e7alves, data de 1928, constru\u00eddo      pelo hoteleiro Henriques Siqueira, mais conhecido como &#8220;Seu&#8221; Marinheiro.      Hospedou, entre centenas de figuras ilustres, o futuro presidente Jo\u00e3o Suassuna,      quando este chegou \u00e0 capital a fim de assumir o governo.<\/p>\n<p>Do seu p\u00e1tio, pode-se observar o p\u00f4r-do-sol, como um dos mais belos da cidade.      \u00c9 tombado pelo IPHAEP (Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Estado      da Para\u00edba) desde 26 de agosto de 1980. Localiza\u00e7\u00e3o: Varadouro. Jo\u00e3o Pessoa      &#8211; PB.<\/p>\n<h2> Igreja de S\u00e3o Bento<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-028.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"246\" height=\"316\" \/><\/p>\n<p>Igreja e Mosteiro de S\u00e3o Bento, constru\u00e7\u00e3o dos frades beneditinos, o \u00fanico      templo cat\u00f3lico que harmoniza as missas com c\u00e2nticos gregorianos.<\/p>\n<h2> Igreja Nossa Senhora do Carmo<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-030.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>Em barroco romano, a igreja possui uma \u00fanica torre, com as caracter\u00edsticas      do estilo quinhentista, datada do s\u00e9culo XVI, aproximadamente 1592. Muitos      detalhes hist\u00f3ricos sobre este conjunto se perderam, j\u00e1 que, com a invas\u00e3o      holandesa, houve persegui\u00e7\u00e3o aos Carmelitas, que enterraram seus documentos.<\/p>\n<p>A nave \u00e9 ampla e majestosa com motivos florais, esculpidos em calc\u00e1rio. V\u00ea-se      ainda o escudo da Ordem do Monte Carmelo e um grande painel no Altar-Mor com      as iniciais de N. Sr\u00aa do Carmo. O exterior apresenta linhas austeras, desenhos      e arabescos barrocos.<\/p>\n<p>Os Carmelitas vieram a Para\u00edba a pedido de D. Henriques, cerca de 1580, e      constru\u00edram tamb\u00e9m a igreja anexa de Santa Tereza de Jesus. Localiza\u00e7\u00e3o: Pra\u00e7a      Dom Adauto, s\/n, Centro &#8211; Jo\u00e3o Pessoa &#8211; PB.<\/p>\n<h2> Itacoatiaras de Ing\u00e1<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-029.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>Para o norte-americano Cyrus Gordon e para a francesa Gabriela Martin, as      itacoatiaras da fazenda Pedra Lavrada, em Ing\u00e1, Para\u00edba, constituem as inscri\u00e7\u00f5es      pr\u00e9-hist\u00f3ricas mais importantes do mundo, entre as n\u00e3o devidamente estudadas.<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o decifradas, estas inscri\u00e7\u00f5es representam monumento arqueol\u00f3gico      de grande valor. Sua origem \u00e9 totalmente desconhecida, aventurando-se a possibilidade      de terem sido talhadas por ind\u00edgenas, por fen\u00edcios ou por outros povos. Ficam      a 70 km de Jo\u00e3o Pessoa e a 40 km de Campina Grande, numa grande pedra de 24      m de largura por 3 m de altura, em meio a blocos de gneiss, estrangulando      um rio.<\/p>\n<p>Objeto de estudo para cientistas do pa\u00eds e do exterior, \u00e9 divulgada em trabalhos      por v\u00e1rios pa\u00edses. \u00c9 tombada pelo IPHAN (Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico      e Art\u00edstico Nacional) desde 29 de maio de 1944. Localiza\u00e7\u00e3o: Ing\u00e1 &#8211; PB.<\/p>\n<h2> Jardim Bot\u00e2nico<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-031.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>O Jardim Bot\u00e2nico de Jo\u00e3o Pessoa vem apenas comprovar o t\u00edtulo de cidade      mais verde do Brasil, ostentado pela capital paraibana. A \u00e1rea abrange a Mata      do Buraquinho, que protege o manancial de mesmo nome com mais de 515 hectares      da mais leg\u00edtima Mata Atl\u00e2ntica. \u00c9 considerada a maior \u00e1rea verde em ambiente      urbano do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A Mata do Buraquinho conta com uma fisionomia exuberante e se destaca n\u00e3o      s\u00f3 pela extens\u00e3o e import\u00e2ncia ecol\u00f3gica, mas principalmente por possuir esp\u00e9cies      t\u00edpicas da Mata Atl\u00e2ntica e elementos da flora amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p>Tudo o que existe no local ser\u00e1 preservado: as trilhas, rios e po\u00e7os artesianos.      At\u00e9 o final de julho de 2001 ser\u00e1 inaugurado o Museu Pau Brasil, o Museu da      \u00c1gua, a Escola de Educa\u00e7\u00e3o Ambiental, Escola de Jardinagem e Orquid\u00e1rio.<\/p>\n<h2> Pal\u00e1cio da Reda\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-032.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>Constru\u00eddo em 1586 pelos jesu\u00edtas, primeiros mission\u00e1rios a chegarem a Para\u00edba,      com Martim Leit\u00e3o. Servia inicialmente como resid\u00eancia desses Inacianos, assim      tamb\u00e9m chamados por pertencerem \u00e0 Companhia de Jesus, fundada em 1540 por      In\u00e1cio de Loyola. A casa dos jesu\u00edtas fazia parte do conjunto formado pelo      convento, capela e col\u00e9gio.<\/p>\n<p>O convento veio a ser depois resid\u00eancia oficial dos Capit\u00e3es-Mores, a partir      de 1771, com o Capit\u00e3o-Mor Jer\u00f4nimo Jos\u00e9 de Mello e Castro. Hoje, depois de      mudar muito e de abrigar diversos setores administrativos, \u00e9 a sede do Governo,      apesar da exist\u00eancia do Pal\u00e1cio dos Despachos.<\/p>\n<p>\u00c9 tombado pelo IPHAEP (Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Estado      da Para\u00edba) desde 26 de agosto de 1980. Localiza\u00e7\u00e3o: Pra\u00e7a Presidente Jo\u00e3o      Pessoa, s\/n, Centro. Jo\u00e3o Pessoa &#8211; PB.<\/p>\n<h2> Parque Arruda C\u00e2mara<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-033.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>Mais conhecido como &#8220;Bica&#8221;, compreende uma \u00e1rea de 43 hectares      que foi desapropriada pelo ent\u00e3o prefeito Walfredo Guedes Perreira, em 1920-24,      e batizada com o nome do bot\u00e2nico da cidade de Pombal. Recanto dos mais pitorescos      da nossa cidade, constitui-se num verdadeiro Santu\u00e1rio Ecol\u00f3gico encravado      no centro da capital paraibana.<\/p>\n<p>\u00c9 tombado pelo IPHAEP (Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Estado      da Para\u00edba) desde 26 de agosto de 1980. Localiza\u00e7\u00e3o: Rua Gouveia N\u00f3brega,      s\/n, Roger &#8211; Jo\u00e3o Pessoa \/ PB.<\/p>\n<h2> Parque Solon de Lucena<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-034.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>\u00c9 um dos recantos mais bonitos da capital, se n\u00e3o a mais bela express\u00e3o paisag\u00edstica.      Antigo s\u00edtio pertencente ao dom\u00ednio dos jesu\u00edtas, o local contava, em tempos      recuados, com um verdadeiro bosque, mostrando a pujan\u00e7a da Mata Atl\u00e2ntica.      As \u00e1rvores circundavam a lagoa natural ali existente, lagoa esta depois inclu\u00edda      na urbaniza\u00e7\u00e3o geral do parque.<\/p>\n<p>Os jardins de hoje t\u00eam o tra\u00e7ado original do paisagista Burle Marx, podendo-se      ver ainda o bambuzal e exemplares de pau-d arco e de outras \u00e1rvores da reserva      da Mata Atl\u00e2ntica, al\u00e9m das belas palmeiras imperiais que acompanham o desenho      do lago central.<\/p>\n<p>Mantendo suas caracter\u00edsticas originais, a lagoa do Parque Solon de Lucena      \u00e9 um dos belos cart\u00f5es de visita da cidade e um de seus pontos mais pitorescos      para passeio, divers\u00e3o e lazer.<\/p>\n<p>\u00c9 tombado pelo IPHAEP (Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Estado      da Para\u00edba) desde 26 de agosto de 1980. Localiza\u00e7\u00e3o: Centro. Jo\u00e3o Pessoa &#8211;      PB.<\/p>\n<h2> Pic\u00e3ozinho<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-035.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>Um banco de corais com piscinas naturais, onde peixes multicoloridos v\u00eam      comer na m\u00e3o dos visitantes. Al\u00e9m dos passeios de barco, v\u00e1rias empresas fazem      traslados, passeios de buggys e vans, city-tours pelas praias do litoral e      centro hist\u00f3rico da capital.<\/p>\n<h2> Porto de Cabedelo<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-036.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>Pela orla mar\u00edtima atinge-se Cabedelo, onde est\u00e1 o marco zero da Rodovia      Transamaz\u00f4nica, in\u00edcio da BR 230, que, saindo do centro de Jo\u00e3o Pessoa, encontram-se      os acessos \u00e0s praias do Bessa, do Po\u00e7o, de Cambonhinha, com a Ilha de Areia      Vermelha, um banco de areia que aflora nas mar\u00e9s baixas, um &#8220;point&#8221;      da juventude, pol\u00edticos, executivos e turistas.<\/p>\n<p>Intermares, uma praia de excelentes ondas para a pr\u00e1tica do surf, e a Praia      do Mattos, que fica em frente ao farol de mesmo nome.<\/p>\n<h2> Pra\u00e7a Ven\u00e2ncio Neiva<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-037.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>Foi constru\u00edda pelo Presidente Camilo de Holanda em 1917, bem ao lado do      atual Pal\u00e1cio da Reden\u00e7\u00e3o, e sendo arquitetada por Paschoal Fiorillo. Destinava-se      \u00e0 pr\u00e1tica da patina\u00e7\u00e3o e contava tamb\u00e9m com jardins, fontes e coretos.<\/p>\n<p>O presidente Jo\u00e3o Pessoa demoliu depois o ringue de patina\u00e7\u00e3o, mandando erguer      o pavilh\u00e3o central, para o ch\u00e1 das cinco, no estilo brit\u00e2nico. A partir da\u00ed,      passou a chamar-se Pavilh\u00e3o do Ch\u00e1, embora a pra\u00e7a, uma das mais pitorescas      da capital, tenha o nome oficial de Ven\u00e2ncio Neiva, outro governante paraibano.<\/p>\n<p>Ganhou tamb\u00e9m um belo coreto. Constitui-se ainda em ponto de reuni\u00e3o de intelectuais      e jovens namorados. Seus canteiros de plantas datam tamb\u00e9m de 1917, mas, de      l\u00e1 para c\u00e1, a pra\u00e7a sofreu algumas modifica\u00e7\u00f5es importantes. \u00c9 tombado pelo      IPHAEP (Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Estado da Para\u00edba)      desde 26 de agosto de 1980. Localiza\u00e7\u00e3o: Centro. Jo\u00e3o Pessoa &#8211; PB.<\/p>\n<h2> Praia do Jacar\u00e9<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-038.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>Na margem direita do Rio Para\u00edba, saindo do centro da cidade, est\u00e1 a praia      fluvial do Jacar\u00e9, onde se vislumbra um belo p\u00f4r-do-sol, tendo os 17 minutos      do Bolero, de Maurice Ravel, como m\u00fasica de fundo, coincidindo o tempo com      o visual do lindo poente.<\/p>\n<h2> Vale dos Dinossauros<\/h2>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/joao-pessoa-039.jpg\" alt=\"Jo\u00e3o Pessoa\" title=\"Jo\u00e3o Pessoa\" width=\"400\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>Em 1920, o ent\u00e3o ge\u00f3logo Luciano Jaques de Moraes identificou as pegadas      existentes no interior da Para\u00edba e as registrou em sua obra Serras e Montanhas      do Nordeste, 3\u00ba volume (1924). O Vale dos Dinossauros compreende uma \u00e1rea      de aproximadamente 700 km\u00b2.<\/p>\n<p>Constitui-se de pegadas fossilizadas que variam de 5 cm, como as de um dinossauro      n\u00e3o maior que um galin\u00e1ceo, at\u00e9 40 cm de comprimento, a exemplo das pegadas      de um iguanodonte de quatro toneladas, cinco metros de envergadura e tr\u00eas      metros de altura.<\/p>\n<p>A maior parte das trilhas pertence a dinossauros carn\u00edvoros. Localiza\u00e7\u00e3o:      Sousa &#8211; PB.<\/p>\n<p>Fonte:www.brasilviagem.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jo\u00e3o Pessoa, Turismo, Hist\u00f3ria, Gastronomia, Artesanato, Economia, Hino, Bandeira, Lendas, Praias, Roteiros, Turisticos, Passeios, Folclore, Popula\u00e7\u00e3o, Cultura Jo\u00e3o Pessoa<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[88],"tags":[],"class_list":["post-45709","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-turismo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Jo\u00e3o Pessoa, Turismo, Hist\u00f3ria, Gastronomia, ArtesanatoJo\u00e3o Pessoa<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Jo\u00e3o Pessoa, Turismo, Hist\u00f3ria, Gastronomia, 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