{"id":45345,"date":"2016-06-13T17:03:43","date_gmt":"2016-06-13T17:03:43","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=45345"},"modified":"2016-06-13T17:15:09","modified_gmt":"2016-06-13T17:15:09","slug":"rio-branco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/rio-branco","title":{"rendered":"Rio Branco"},"content":{"rendered":"<h4><strong>DADOS GERAIS<\/strong><\/h4>\n<blockquote>\n<p><strong>Estado        que Pertence:<\/strong>\u00a0Acre<\/p>\n<p><strong>Data        de Funda\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>28 de dezembro de 1882.<\/p>\n<p><strong>Gent\u00edlico:<\/strong>\u00a0rio-branquense<\/p>\n<p><strong>Popula\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>7.925        ( estimativa de 2006)<\/p>\n<p><strong>\u00c1rea        (em km\u00b2):\u00a0<\/strong>1.064,91<\/p>\n<p><strong>Densidade        Demogr\u00e1fica (habitantes por km\u00b2):<\/strong>\u00a039,6<\/p>\n<p><strong>Altitude        (em metros):<\/strong>\u00a0136<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4><strong>DADOS ECON\u00d4MICOS E SOCIAIS<\/strong><\/h4>\n<blockquote>\n<p><strong>Produto        Interno Bruto (PIB)*:\u00a0<\/strong>R$        1.976.493.668,00 (2004)<\/p>\n<p><strong>Renda        Per Capita*:<\/strong>\u00a0R$\u00a06.909,84        (2004)<\/p>\n<p><strong>Principais        Atividades Econ\u00f4micas:<\/strong>\u00a0com\u00e9rcio, pesca, extrativismo e servi\u00e7os.<\/p>\n<p><strong>\u00cdndice        de Desenvolvimento Humano (IDH):\u00a0<\/strong>0,754        (PNUD &#8211; 2000)<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4><strong>PONTOS TUR\u00cdSTICOS E CULTURAIS<\/strong><\/h4>\n<blockquote>\n<p>\u00a0Horto        Florestal<\/p>\n<p>Esta\u00e7\u00e3o        de Piscicultura<\/p>\n<p>Memorial        dos Autonomistas<\/p>\n<p>Pra\u00e7a da        Revolu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Casa do        Seringueiro<\/p>\n<p>Museu da        Borracha<\/p>\n<p>Mercado        Velho<\/p>\n<p>Parque        da Maternidade<\/p>\n<p>Casa do        Artes\u00e3o<\/p>\n<p>Catedral        de Nossa Senhora do Nazar\u00e9<\/p>\n<p>Igrejinha        de Ferro<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Bandeira      da cidade de Rio Branco<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rriobra32.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"253\" height=\"347\" title=\"Rio Branco\" \/><br \/>\n     Bandeira da cidade de Rio Branco<\/strong><\/p>\n<p>A      Bandeira de Rio Branco \u00e9 um dos s\u00edmbolos oficiais de Rio Branco, capital do      Acre.<\/p>\n<h4><strong>Descri\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p>Seu      desenho consiste em um ret\u00e2ngulo de fundo branco no qual est\u00e1 sobreposto o      bras\u00e3o do munic\u00edpio.<\/p>\n<h4><strong>GEOGRAFIA<\/strong><\/h4>\n<blockquote>\n<p><strong>Relevo:<\/strong>\u00a0plan\u00edcie<\/p>\n<p><strong>Clima:\u00a0<\/strong>equatorial<\/p>\n<p><strong>Vegeta\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Floresta        Amaz\u00f4nica<\/p>\n<p><strong>Rios        Principais:<\/strong>\u00a0Rio Acre, Igarap\u00e9 S\u00e3o Francisco e Igarap\u00e9 Judia.<\/p>\n<p><strong>Temperatura        m\u00e9dia anual:<\/strong>\u00a026\u00baC<\/p>\n<p><strong>\u00cdndice        Pluviom\u00e9trico:<\/strong>\u00a01800        mm (ano)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte: www.geocities.com.br<\/p>\n<h6>Rio Branco<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4><strong>Hist\u00f3ria<\/strong><\/h4>\n<p>Em      1882, o vapor sobe o rio Acre e desembarca os Irm\u00e3os Leite no seringal Baga\u00e7o.      Neutel Maia decide ficar algumas milhas acima e no dia 28 de dezembro funda      o Seringal Empreza, na volta do rio onde est\u00e1 situada a Gameleira. Depois      o mesmo vapor ainda deixa Manuel Damasceno Gir\u00e3o na foz do Xapuri, onde fundou      o seringal Xapuri.<\/p>\n<p>Nesse      momento de expans\u00e3o do extrativismo da borracha, quando o Acre era ainda considerado      territ\u00f3rio boliviano, o Seringal Empresa, na rota entre Porto Acre e Xapuri,      n\u00facleo din\u00e2mico da atividade econ\u00f4mica que dava a l\u00f3gica \u00e0 invas\u00e3o da floresta,      vai se constituindo no n\u00facleo de um entreposto comercial.<\/p>\n<p>Paralelamente,      na fronteiri\u00e7a margem do mesmo rio Acre, um novo centro se formava, dando      lugar ao nascimento de um pequeno burgo comercial, livre, com o nome de Empresa      Nova ou simplesmente Empresa, ao passo que o primitivo passava a ser conhecido      como Empresa Velha.<\/p>\n<p>Em      1904 o atual munic\u00edpio de Rio Branco torna-se sede do Departamento do AltoAcre.      &#8220;Excepcionalmente, a sede da Prefeitura do Alto Acre funcionou em Empresa      Nova, que desde ent\u00e3o foi denominada Vila Rio Branco, compreendendo, ent\u00e3o,      j\u00e1 os dois bairrosdo mesmo lado, ligados por um projeto da avenida.<\/p>\n<p>Desde      o estabelecimento da sede administrativa do territ\u00f3rio em 1903, quando ent\u00e3o      foi denominada Vila Rio Branco, at\u00e9 1912, quando se estabelece definitivamente      a denomina\u00e7\u00e3o do futuro munic\u00edpio, sua denomina\u00e7\u00e3o oscilou entre uma homenagem      ao Bar\u00e3o de Rio Branco e Pen\u00e1polis, em homenagem ao presidente Afonso Pena.      Em 1912, por for\u00e7a do Decreto Federal n.\u00ba 9.831, de23 de outubro, passa \u00e0      categoria de cidade com o nome de Rio Branco.<\/p>\n<h4>Forma\u00e7\u00e3o      Administrativa<\/h4>\n<p>Elevado      \u00e0 categoria de vila com a denomina\u00e7\u00e3o de Volta da Empresa, pelo Decreto doPrefeito      n.\u00ba 3, de 22-08-1904.<\/p>\n<p>Elevado      \u00e1 condi\u00e7\u00e3o de cidade e sede municipal com a denomina\u00e7\u00e3o de Rio Branco,pelo      Decreto do Prefeito n.\u00ba 7, de 07-09-1904.<\/p>\n<p>Elevado      \u00e0 categoria de sede com a denomina\u00e7\u00e3o de Rio Branco, pelo Decreto Federaln.\u00ba      5.188, de 07-04-1904.<\/p>\n<p><strong>Constitu\u00eddo      de 3 distritos:<\/strong>\u00a0Rio      Branco, Capatar\u00e1 e Riozinho.<\/p>\n<p>Instalado      em 18-08-1904.<\/p>\n<p>Pela      Resolu\u00e7\u00e3o n.\u00ba 9, de 13-05-1909, deixou de ser sede do munic\u00edpio transferido      paravila de Pen\u00e1polis.<\/p>\n<p>Pelo      Decreto Federal n.\u00ba 9.831, de 23-10-1912, voltou \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de sede domunic\u00edpio      com a denomina\u00e7\u00e3o de Rio Branco. Instalado em 15-02-1913.<\/p>\n<p>Pelo      Decreto Federal n.\u00ba 14.383, de 01-10-1929, manteve o munic\u00edpio com a mesma      denomina\u00e7\u00e3o, elevou a sede \u00e0 categoria de capital do territ\u00f3rio.<\/p>\n<p><strong>Em      divis\u00f5es territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o munic\u00edpio aparece      constitu\u00eddo de 15 distritos:<\/strong>\u00a0Rio      Branco, Antimari, Campo Belos, Capatar\u00e1, Catuaba, Deposito do Inquiri, Humait\u00e1,      Itu, Marechal Deodoro, Niter\u00f3i, Pl\u00e1cido de Casto, Porto Acre, S\u00e3o Fancisco      do Riozinho, Triunfo e Vila Rica.<\/p>\n<p>Pelo      Decreto Federal n.\u00ba 968, de 21-12-1938, os distritos de Antimari, Campo Belos,      Capatar\u00e1, Catuaba, Deposito do Inquiri, Humait\u00e1, Itu, Marechal Deodoro, Niter\u00f3i,      S\u00e3o Fancisco do Riozinho, Triunfo e Vila Rica, perderam a condi\u00e7\u00e3o de distrito,      passando a figurar com zona do distrito sede do munic\u00edpio de Rio Branco.<\/p>\n<p><strong>No      quadro fixado para vigorar no per\u00edodo de 1939-1943, o munic\u00edpio \u00e9 constitu\u00eddo      de3 distritos:<\/strong>\u00a0Rio      Branco Pl\u00e1cido de Castro e Porto Acre.<\/p>\n<p><strong>Em      divis\u00e3o territorial datada de 1-VII-1950, o munic\u00edpio \u00e9 constitu\u00eddo de 3 distritos:<\/strong>\u00a0Rio      Branco Pl\u00e1cido de Castro e Porto Acre.<\/p>\n<p>Assim      permenecendo em divis\u00e3o territorial datada de 1-VII-1960.<\/p>\n<p>Fonte: biblioteca.ibge.gov.br<\/p>\n<h6>Rio Branco<\/h6>\n<h4>Cronologia      \u0096 1882\/1920<\/h4>\n<blockquote>\n<p><strong>1882:\u00a0<\/strong>O        vapor sobe o rio Acre e desembarca os Irm\u00e3os Leite no seringal Baga\u00e7o. Neutel        Maia decide ficar algumas milhas acima e no dia 28 de dezembro funda o Seringal        Empreza, na volta do rio onde est\u00e1 situada a Gameleira. Depois o mesmo vapor        ainda deixa Manuel Damasceno Gir\u00e3o na foz do Xapuri, onde fundou o seringal        Xapuri.<\/p>\n<p><strong>18        de setembro de 1902:\u00a0<\/strong>Primeiro        Combate da Volta da Empreza &#8211; vit\u00f3ria boliviana<\/p>\n<p><strong>5        de outubro at\u00e9 15 de outubro de 1902:\u00a0<\/strong>Segundo        Combate da Volta da Empreza &#8211; vit\u00f3ria acreana<\/p>\n<p><strong>4        de abril de 1903:\u00a0<\/strong>Ocupa\u00e7\u00e3o        da Empreza por tropas brasileiras, sob o comando do General Olympio da Silveira<\/p>\n<p><strong>13        de maio de 1903:\u00a0<\/strong>o        general Olympio da Silveira proclama, em Empresa, o t\u00e9rmino da Revolu\u00e7\u00e3o        Acreana<\/p>\n<p><strong>18        de agosto de 1904:\u00a0<\/strong>Toma        posse da Prefeitura do Departamento do Alto Acre, o Cel.Raphael Augusto        da Cunha Mattos<\/p>\n<p><strong>22        de agosto de 1904:\u00a0<\/strong>Instaladas        a delegacia de policia e uma escola prim\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>7        de setembro de 1904:\u00a0<\/strong>decreto        N\u00ba 7 &#8211; mudan\u00e7a de Nome de Empreza para Villa Rio Branco &#8211; provis\u00f3riamente        sede do Governo da Prefeitura Departamental.<\/p>\n<p><strong>1908:\u00a0<\/strong>\u00c9        criada a Comarca do Alto Acre &#8211; Cidade Empreza &#8211; Sede<\/p>\n<p><strong>13        de junho de 1909:\u00a0<\/strong>Prefeito        Gabino Besouro &#8211; muda a sede do Departamento de Empreza (atual 2\u00ba Distrito)        para Pen\u00e1polis (atual 1\u00ba Distrito)<\/p>\n<p><strong>10        de agosto de 1910:\u00a0<\/strong>instalava-se        em Penap\u00f3lis uma ag\u00eancia dos correios.<\/p>\n<p><strong>3        de outubro de 1912:\u00a0<\/strong>Por        ato do Prefeito Departamental Deocleciano Coelho de Souza Pen\u00e1polis e Empreza        passam a se chamar Rio Branco<\/p>\n<p><strong>7        de Maio de 1913:\u00a0<\/strong>\u00a0\u00e9        instalada uma esta\u00e7\u00e3o de R\u00e1dio Telegrafia, tirando os acreanos do isolamento        total<\/p>\n<p><strong>13        de junho de 1913:\u00a0<\/strong>\u00c9        criada uma nova organiza\u00e7\u00e3o ao territ\u00f3rio, raz\u00e3o da qual \u00e9 instalado oficialmente        o munic\u00edpio de Rio Branco<\/p>\n<p><strong>7        de janeiro de 1914:\u00a0<\/strong>Primeiras        elei\u00e7\u00f5es municipais<\/p>\n<p><strong>1\u00ba        de Maio de 1915:\u00a0<\/strong>\u00e9        inaugurado o primeiro grupo escolar da cidade<\/p>\n<p><strong>13        de Maio de 1916:\u00a0<\/strong>Inaugurado        o servi\u00e7o de luz el\u00e9trica<\/p>\n<p><strong>1\u00ba        de outubro de 1920:\u00a0<\/strong>Territ\u00f3rio        do Acre &#8211; extin\u00e7\u00e3o do departamento e unifica\u00e7\u00e3o dos munic\u00edpios em torno        de um s\u00f3 governo, Rio Branco \u00e9 escolhida a capital do Territ\u00f3rio do Acre<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte: Prefeitura      de Rio Branco<\/p>\n<h6>Rio Branco<\/h6>\n<p>A      mais populosa cidade do Acre (com mais da metade da popula\u00e7\u00e3o do Estado) foi      fundada em 28 de dezembro de 1882 pelo cearense Neutel de Maia. A princ\u00edpio      o lugar recebeu o nome de Seringal Empresa e, em 1904, elevou-se \u00e0 categoria      de vila, ao tornar-se sede do departamento do Alto Acre.<\/p>\n<p>Em      1909, seu nome foi mudado para Penap\u00f3lis, em homenagem ao ent\u00e3o presidente      Afonso Pena, para em 1912 receber definitivamente a denomina\u00e7\u00e3o de Rio Branco,      numa forma de homenagear o chanceler brasileiro Bar\u00e3o do Rio Branco.<\/p>\n<p>Tornou-se      munic\u00edpio no ano de 1913 e em 1920, capital do territ\u00f3rio do Acre. Em 1962,      \u00e9 elevada \u00e0 posi\u00e7\u00e3o de capital do estado.<\/p>\n<p>Cortada      pelo rio Acre, que divide a cidade em duas partes \u0096 1o e 2o distritos      \u0096 Rio Branco \u00e9 hoje o centro administrativo, econ\u00f4mico e cultural da      regi\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>\u00c0s      margens do rio Acre<\/strong><\/p>\n<p>Rio      Branco foi uma das primeiras cidades a surgir \u00e0s margens do rio Acre \u0096      margem direita especificamente. Conta a lenda que, em fins de 1882, uma frondosa      \u00e1rvore, a Gameleira, chamou de tal forma a aten\u00e7\u00e3o de exploradores que navegavam      pelo rio, que eles resolveram abrir novos seringais por ali.<\/p>\n<p>Aquela      mesma Gameleira, que viria a ser testemunha da luta entre revolucion\u00e1rios      acreanos e tropas bolivianas, presenciou tamb\u00e9m o fim da disputa, que tornou      o Acre parte do Brasil, no in\u00edcio do s\u00e9culo XX.<\/p>\n<p><strong>Com      a a\u00e7\u00e3o diplom\u00e1tica do chanceler brasileiro, Bar\u00e3o do Rio Branco, resultando      na assinatura do Tratado de Petr\u00f3polis, a rec\u00e9m chamada \u0093Villa Rio Branco\u0094      firmou-se como o principal centro urbano de todo o vale:<\/strong>\u00a0o      mais rico e produtivo do territ\u00f3rio do Acre.<\/p>\n<p><strong>As      duas margens<\/strong><\/p>\n<p>A      rua surgida a partir da Gameleira, na margem direita do rio Acre, era o centro      da vida comercial e urbana, onde se encontravam bares, caf\u00e9s, cassinos e os      principais representantes do com\u00e9rcio em geral, como tamb\u00e9m as fam\u00edlias da      elite, formada por profissionais liberais e funcion\u00e1rios p\u00fablicos.<\/p>\n<p>Com      o tempo, a administra\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do territ\u00f3rio foi sendo transferida para      a margem esquerda do rio, mais alta e sem inunda\u00e7\u00e3o. Mesmo assim, a direita      permanecia como p\u00f3lo comercial da cidade.<\/p>\n<p>Foi      a partir da d\u00e9cada de 50 que a margem direita passou a viver um processo de      decad\u00eancia econ\u00f4mica, passando a ser chamada de 2o distrito, enquanto a margem      esquerda (1o distrito) atraiu cada vez mais para si as casas comerciais, as      principais reparti\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e as fam\u00edlias mais importantes do lugar.<\/p>\n<h4>Pontos      tur\u00edsticos<\/h4>\n<blockquote>\n<p><strong>Horto        florestal:\u00a0<\/strong>Possui        algumas esp\u00e9cies da flora amaz\u00f4nica, al\u00e9m de um lago de 50 metros de extens\u00e3o        e locais para piqueniques. Ambiente buc\u00f3lico numa \u00e1rea de 17 hectares.<\/p>\n<p><strong>Parque        Ambiental Chico Mendes:\u00a0<\/strong>52        hectares de floresta e lazer. Metade do parque \u00e9 de vegeta\u00e7\u00e3o exuberante        e fauna diversificada. A outra parte \u00e9 composta de equipamentos adequados        de divers\u00e3o e turismo. Na floresta, as trilhas s\u00e3o ideais para uma relaxante        caminhada.<\/p>\n<p><strong>Parque        Zoobot\u00e2nico:\u00a0<\/strong>O        parque fica no Campus da Universidade Federal do Acre\/UFAC e desenvolve        in\u00fameras atividades voltadas para o estudo, manejo, preserva\u00e7\u00e3o e reposi\u00e7\u00e3o        de fauna e flora regionais. Cont\u00e9m, al\u00e9m de um trecho de floresta virgem,        diversas esp\u00e9cies vegetais da floresta tropical.<\/p>\n<p><strong>Rio        Acre:\u00a0<\/strong>Nasce no        Peru, desemboca no Rio Purus (Amazonas) e banha a cidade de Rio Branco,        dividindo-a em dois distritos. Suas \u00e1guas barrentas e piscosas s\u00e3o prop\u00edcias        para banhos e esportes n\u00e1uticos no per\u00edodo que vai de julho a setembro.        Ao longo do seu curso, formam-se nessa \u00e9poca v\u00e1rias praias, como a Praia        do Amap\u00e1 e a Praia do Riozinho do Rolo, entre outras.<\/p>\n<p><strong>Parque        Capit\u00e3o Cir\u00edaco:\u00a0<\/strong>Localizado        no 2o distrito de Rio Branco, o parque tem dezenas de seringueiras nativas        e esp\u00e9cies da flora amaz\u00f4nica. \u00c9 bastante visitado pela comunidade local,        que aproveita o lugar para fazer<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte: www.ac.gov.br<\/p>\n<h6>Rio Branco<\/h6>\n<p>A      hist\u00f3ria do\u00a0<strong>Acre<\/strong>\u00a0come\u00e7a      a se definir em 1895 quando uma comiss\u00e3o demarcat\u00f3ria foi encarregada de definir      limites entre Brasil e Bol\u00edvia, com base no Tratado de Ayacucho, de 1867.<\/p>\n<p>No      processo demarcat\u00f3rio foi constatado, no ponto inicial da linha divis\u00f3ria      entre os dois pa\u00edses (nascente do Javari) que a Bol\u00edvia ficaria com uma regi\u00e3o      rica em l\u00e1tex, na \u00e9poca ocupada por brasileiros. Reconhecida legalmente a      fronteira Brasil-Bol\u00edvia, em 12 de setembro de 1898 a Bol\u00edvia quis tomar posse      da regi\u00e3o ent\u00e3o ocupada por seringueiros brasileiros, na vila de Xapuri. Os      brasileiros n\u00e3o aceitaram e obrigaram os bolivianos a se retirar da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>No      in\u00edcio de 1899 desembarcou em Puerto Alonso o ministro boliviano, Dom Jos\u00e9      Paravicini, com apoio do governo brasileiro, imp\u00f4s decretos, inclusive o de      abertura dos rios amaz\u00f4nicos ao com\u00e9rcio internacional, cobrou altos impostos      sobre a borracha, demarcou seringais e oprimiu os nativos da regi\u00e3o. O per\u00edodo      dessa atua\u00e7\u00e3o ficou na hist\u00f3ria como os &#8220;Cem dias de Paravicini&#8221;.<\/p>\n<p>A      insurrei\u00e7\u00e3o Acreana ganha seu primeiro ensaio em 1\u00ba de maio de 1899, quando      seringalistas se re\u00fanem no seringal Bom Destino, de Joaquim Vitor, liderados      pelo jornalista Jos\u00e9 Carvalho e decidem lutar contra o dom\u00ednio boliviano,      o momento coincidia com a viagem de Paravivini para Bel\u00e9m. O Delegado que      o substitu\u00eda, Mois\u00e9s Santivanez foi expulso.<\/p>\n<p>Come\u00e7ava      a Revolu\u00e7\u00e3o Acreana. Sem armas ou tiros, os revolucion\u00e1rios brasileiros restabeleceram      o dom\u00ednio e criaram a Junta Central Revolucion\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>Joaquim      Galvez e o Estado Independente do Acre<\/strong><\/p>\n<p>Em      03 de junho de 1899 entra no cen\u00e1rio da Revolu\u00e7\u00e3o do Acre o jornalista espanhol      Luis Galvez, que denuncia nos jornais paraenses uma alian\u00e7a entre Bol\u00edvia      e Estados Unidos. Os EUA apoiariam militarmente os bolivianos em caso de guerra      contra o Brasil. Enquanto o governo brasileiro continuava reconhecendo os      direitos da Bol\u00edvia sobre a regi\u00e3o, revolucion\u00e1rios decidem pela funda\u00e7\u00e3o      do Estado Independente do Acre.<\/p>\n<p>Os      revolucion\u00e1rios, em 14 de julho de 1899 &#8211; escolhida por ser a data de anivers\u00e1rio      da Queda da Bastilha durante a Revolu\u00e7\u00e3o Francesa &#8211; concretizam a cria\u00e7\u00e3o      do Estado Independente do Acre, com capital na Cidade do Acre, antes chamado      Puerto Alonso. Luis Galvez, n\u00e3o poderia ser diferente, foi aclamado presidente      do novo pa\u00eds.<\/p>\n<p>Galvez      buscou o reconhecimento internacional, elaborou legisla\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m desagradou      seringalistas, aviadores e exportadores e acabou sendo deposto em 28 de dezembro      de 1899 pelo seringalista Ant\u00f4nio de Souza Braga, que n\u00e3o se garantiu no comando      e devolveu o posto a Galvez, em 30 de janeiro de 1900.<\/p>\n<p>Em      15 de mar\u00e7o de 1900 o governo federal enviou for\u00e7a da marinha brasileira para      o Acre. Galvez foi destitu\u00eddo e o Acre voltou ao dom\u00ednio Boliviano.<\/p>\n<p>O      governo do Amazonas tamb\u00e9m tinha pretens\u00f5es de anexar o Acre ao estado e decidiu      financiar a expedi\u00e7\u00e3o Floriano Peixoto ou Expedi\u00e7\u00e3o dos Poetas, que levou      para a \u00e1rea bo\u00eamios e profissionais liberais de Manaus. Em 29 de dezembro      de 1900, em Puerto Alonso, os poetas foram derrotados.<\/p>\n<p>Em      11 de julho de 1901 a Bol\u00edvia assina contrato de arrendamento do Acre com      capitalistas norte-americanos e ingleses, que chegaram para instalar o Bolivian      Syndicate, para a opini\u00e3o p\u00fablica uma amea\u00e7a \u00e0 soberania nacional. O governo      federal finalmente percebe os riscos e poss\u00edveis perdas e interfere, salvando      a Amaz\u00f4nia do dom\u00ednio imperialista.<\/p>\n<p><strong>Revolu\u00e7\u00e3o      Acreana<\/strong><\/p>\n<p>Com      novo apoio do governo do Amazonas seringueiros e seringalistas revolucion\u00e1rios      partiram mais uma vez para a luta em 6 de agosto de 1902, em Xapuri. A luta      armada se estendeu at\u00e9 24 de janeiro de 1903, data de retomada do poder aos      brasileiros e reinstala\u00e7\u00e3o do Estado Independente do Acre.<\/p>\n<p>Com      a substitui\u00e7\u00e3o, na Rep\u00fablica brasileira, de Campos Sales (1898\/1902) por Rodrigues      Alves (1902\/1906) muda a postura do governo federal sobre o assunto. A partir      das negocia\u00e7\u00f5es do Ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, Rio Branco, foi estabelecido      o Tratado de Petr\u00f3polis, em 17 de novembro de 1903, que anexava o Acre ao      Brasil.<\/p>\n<p>Em      8 de setembro de 1909, mediante o Tratado do Rio de Janeiro, foi resolvida      tamb\u00e9m a quest\u00e3o de fronteiras como Peru.<\/p>\n<p>Fonte: www.eaesp.fgvsp.br<\/p>\n<h6>Rio Branco<\/h6>\n<p>O      Munic\u00edpio de\u00a0<strong>Rio Branco<\/strong>\u00a0tem      como limites os munic\u00edpios de Sena Madureira, Bujari, Pl\u00e1cido de Castro, Senador      Guiomard, Capixaba, Porto Acre e Xapuri.<\/p>\n<p>Tem      como sede, a cidade de Rio Branco, que tamb\u00e9m \u00e9 a Capital do Estado. \u00c9 o maior      centro populacional, comercial, cultural e industrial do Estado. \u00c9 banhado      pelos Rios Acre, Iquiri, Xipamamu e Antimari.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s      das rodovias estaduais AC-090, Ac-040 e Ac-010 e as rodovias federais BR-364      e BR-317, se liga aos munic\u00edpios de Sena Madureira, Bujari, Porto Acre, Pl\u00e1cido      de Castro, Senador Guiomard, Epitaciol\u00e2ndia, Brasil\u00e9ia, Capixaba e Xapuri,      pela BR-364 est\u00e1 ligado a Cidade de Porto Velho (RO). Todas estas rodovias      est\u00e3o parcialmente asfaltadas.<\/p>\n<p>Rio      Branco conta com um Aeroporto Internacional, com V\u00f4os comerciais regulares      para todo o pa\u00eds e, eventualmente, v\u00f4os internacionais. Breve ser\u00e1 inaugurado      um novo aeroporto internacional, bem mais moderno e com capacidade para aeronaves      de maior porte. Est\u00e1 sendo constru\u00eddo no km 20 da BR-364, a 8 km da sede do      Munic\u00edpio de Bujari.<\/p>\n<p><strong>O      munic\u00edpio de Rio Branco, principalmente a partir da d\u00e9cada de 70, tem recebido      fluxos migrat\u00f3rios de todo o interior, fato que se evidencia quando confrontamos      sua popula\u00e7\u00e3o com a do restante do Estado:\u00a0<\/strong>quase      50% da popula\u00e7\u00e3o encontra-se na Capital.<\/p>\n<p>Conta      com uma Universidade Federal &#8211; UFAC, com in\u00fameros cursos de gradua\u00e7\u00e3o e, a      partir de 1998, passou a contar tamb\u00e9m com uma universidade particular (Faculdade      Integrada Rio Branco \u0096 FIRB).<\/p>\n<p>Na      \u00e1rea de sa\u00fade, mesmo com uma rede deficiente, Rio Branco recebe grandes demandas      do interior. No entanto, em diagn\u00f3sticos cl\u00ednicos mais delicados, os pacientes      seguem para tratamento fora do domic\u00edlio, mais acentuadamente para a Cidade      de Goi\u00e2nia.<\/p>\n<p>Na      \u00e1rea cultural conta com uma infra-estrutura razo\u00e1vel de teatros, destacando-se      o Teatro Pl\u00e1cido de Castro, conhecido como &#8220;Teatr\u00e3o&#8221;, de propriedade      do Governo do Estado, onde s\u00e3o realizados os maiores eventos culturais da      cidade.<\/p>\n<p>A      economia de Rio Branco experimenta diferentes fases de desenvolvimento. A      agricultura continua a passos lentos, longe de abastecer o consumo interno.      A pecu\u00e1ria, por sua vez, possui consider\u00e1vel rebanho, abastecendo o mercado      de Rio Branco e ainda com razo\u00e1vel excedente export\u00e1vel. A ind\u00fastria da &#8220;pecu\u00e1ria&#8221;,      vem se instalando j\u00e1 h\u00e1 algum tempo em Rio Branco, com beneficiadora de leite      e derivados.<\/p>\n<p>O      setor industrial ainda n\u00e3o conseguiu decolar, pois at\u00e9 o Distrito Industrial      encontra-se em estado de fal\u00eancia, com funcionamento apenas de algumas cer\u00e2micas      e um reduzid\u00edssimo n\u00famero de madeireiras.<\/p>\n<p>O      setor de servi\u00e7os\/com\u00e9rcio de Rio Branco encontra-se num est\u00e1gio compat\u00edvel      com os demandas. Podemos registrar consider\u00e1vel n\u00famero de supermercados, que      conseguiram baixar sobremaneira o custo da cesta b\u00e1sica local. O setor de      vestu\u00e1rios conta com satisfat\u00f3rio centro comercial, onde pode-se encontrar      muitas op\u00e7\u00f5es, inclusive com lan\u00e7amentos de modas simultaneamente com o sul      do pa\u00eds.<\/p>\n<p>O      munic\u00edpio conta tamb\u00e9m com v\u00e1rias empresas de transportes coletivos, com grande      n\u00famero de linhas de \u00f4nibus, j\u00e1 praticando, inclusive, o transporte urbano-integrado      de passageiros. Registra-se tamb\u00e9m, uma grande quantidade de ag\u00eancias de viagens,      segmento que tende a se expandir com a inaugura\u00e7\u00e3o do novo aeroporto internacional,      quando novas empresas a\u00e9reas devem instalar-se na Capital.<\/p>\n<p>Rio      Branco possui uma pequena rede hoteleira, setor que, em fun\u00e7\u00e3o do pequeno      fluxo de turistas na Capital tem conseguido atender a demanda. No que se refere      a restaurantes, Rio Branco est\u00e1 bem servida, pois se verifica uma variada      oferta destes estabelecimentos, com culin\u00e1ria regional que consegue agradar      a todos que a procuram e t\u00eam paladar exigente.<\/p>\n<p>O      cinema, que passou muito tempo esquecido, possui hoje duas salas, com lan\u00e7amentos      simult\u00e2neos com o sul do pa\u00eds. A cidade de Rio Branco, capital do Estado,      \u00e9 conhecida como &#8220;capital natureza&#8221;, sendo o palco de vida de um      povo alegre e hospitaleiro, que sabe conviver com a modernidade, num encontro      ecl\u00e9tico de ra\u00e7as, cren\u00e7as e costumes.\u00a0<\/p>\n<h4>Turismo<\/h4>\n<p><strong>Horto      Florestal<\/strong><\/p>\n<p>Com      uma \u00e1rea de 17 hectares, o Horto Florestal \u00e9 um local agrad\u00e1vel onde os visitantes      podem desfrutar da calma e tranq\u00fcilidade de um ambiente buc\u00f3lico.<\/p>\n<p>Possui      algumas esp\u00e9cies da flora amaz\u00f4nica, um lago com 50 m de extens\u00e3o, quadra      de esportes, chuveiros coletivos, playground, pista de cooper, parque infantil,      quadra de v\u00f4lei, campo de futebol society, restaurantes e instala\u00e7\u00f5es para      piqueniques. \u00c9 administrado pela Prefeitura de Rio Branco. Localiza-se no      Bairro da Vila Ivonete, a 03 km do centro da cidade, com acesso atrav\u00e9s da      Av. Get\u00falio Vargas ou pela Rua Ant\u00f4nio da Rocha Viana, com linha regular de      \u00f4nibus e autom\u00f3veis.<\/p>\n<p><strong>Lago      do Amap\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Lago      em forma de &#8220;U&#8221;. Situado-se \u00e0 margem esquerda, a sudeste do Rio      Acre. Por via terrestre, chega-se ao local de autom\u00f3vel pela rodovia AC-040      entrando na Estrada do Amap\u00e1 a 8 km do centro da cidade ou por via fluvial,      em barco de pequeno porte, subindo o Rio Acre. Constitu\u00eddo a partir da mudan\u00e7a      do curso natural do Rio Acre. No ver\u00e3o, h\u00e1 incid\u00eancia de praia. No local,      pratica-se a pesca.<\/p>\n<p>Serve      tamb\u00e9m para atividades de lazer n\u00e1utico, contemplativo, reserva ecol\u00f3gica      e camping. \u00c9 administrado pelo Governo do Estado. \u00c9 um atrativo de grandes      potencialidades tur\u00edsticas, mas ainda pouco explorado pelas comunidades locais      e visitantes. Tendo maior incid\u00eancia de visitas nos finais de semana e feriados.<\/p>\n<p><strong>Parque      Ambiental Chico Mendes<\/strong><\/p>\n<p>Situado      na Rodovia AC-040, nas proximidades da Vila Acre, a 10 km de Rio Branco. A      metade de seus 52 hectares \u00e9 coberta por floresta prim\u00e1ria, de exuberante      vegeta\u00e7\u00e3o e diversificada fauna. No restante da \u00e1rea, com est\u00e1gios diferentes      de regenera\u00e7\u00e3o da floresta, a Prefeitura instalou equipamentos adequados ao      lazer e ao turismo. Pr\u00f3ximo \u00e0 estrada e estacionamento est\u00e3o o Memorial Chico      Mendes, o campo de futebol, o mirante, as quadras de areia e o in\u00edcio da ciclovia.<\/p>\n<p><strong>Nas      trilhas existentes no interior da floresta encontram-se aspectos da vida e      da cultura amaz\u00f4nica como por exemplo:<\/strong>\u00a0coloca\u00e7\u00e3o      do seringueiro, maloca ind\u00edgena, quadros de lendas regionais e recintos com      animais silvestres. \u00c9 visitado pela comunidade, principalmente nos finais      de semana e feriados. \u00c9 visitado tamb\u00e9m, por turistas nacionais e estrangeiros.<\/p>\n<p><strong>Parque      Capit\u00e3o Cir\u00edaco<\/strong><\/p>\n<p>Localizado      no 2\u00ba Distrito, pr\u00f3ximo \u00e0 Ponte Cel. Sebasti\u00e3o Dantas. O parque cont\u00e9m dezenas      de seringueiras nativas e esp\u00e9cies da flora amaz\u00f4nica, prot\u00f3tipo de uma Casa      de Seringueiro com o defumador do l\u00e1tex. Bastante visitado pela comunidade      local para caminhadas com pistas de cooper, parque infantil e quadra de v\u00f4lei.      \u00c9 administrado pela Prefeitura de Rio Branco.<\/p>\n<p><strong>Parque      Zoobot\u00e2nico<\/strong><\/p>\n<p>O      Parque Zoobot\u00e2nico, localizado no Campus Universit\u00e1rio da Universidade Federal      do Acre\/UFAC, com acesso pela BR-364, sentido de Sena Madureira, \u00e0 altura      do km 05, existindo pavimenta\u00e7\u00e3o asf\u00e1ltica e transporte coletivo do centro      de Rio Branco at\u00e9 o Campus Universit\u00e1rio. Ao longo de sua exist\u00eancia, vem      desenvolvendo in\u00fameras atividades relacionadas ao estudo, manejo, preserva\u00e7\u00e3o      e reposi\u00e7\u00e3o de fauna e flora regionais.<\/p>\n<p>O      parque cont\u00e9m v\u00e1rias esp\u00e9cies vegetais da floresta tropical, havendo inclusive,      um trecho de floresta virgem. Pode ser utilizado para caminhadas, pesquisas      cient\u00edficas, passeios pelas estradas de seringa onde se v\u00ea os utens\u00edlios utilizados      pelos seringueiros para extra\u00e7\u00e3o do l\u00e1tex, observar o processo de defuma\u00e7\u00e3o      e forma\u00e7\u00e3o da p\u00e9la de borracha defumada. Com potencial tur\u00edstico para passeios      pelas estradas de seringa existentes no local, al\u00e9m de poder conhecer a variedade      de esp\u00e9cies da flora tropical. Sendo pouco visitado pela comunidade local.<\/p>\n<p><strong>Praia      do Amap\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Constitu\u00edda      de areias claras, com extens\u00e3o de 500 metros, rodeada de \u00e1rvores frondosas,      torna o local bastante agrad\u00e1vel. No &#8220;Ver\u00e3o Amaz\u00f4nico&#8221; esta praia      \u00e9 bastante freq\u00fcentada por banhistas locais e visitantes. Nos meses de julho      e agosto s\u00e3o promovidos eventos semanais de festivais de m\u00fasica e dan\u00e7a. Localiza-se      \u00e0 margem esquerda subindo o Rio Acre a 10 km do centro da cidade. Por via      terrestre, pela Estrada Ac-040, pavimentada, at\u00e9 o posto fiscal, onde segue      por um ramal at\u00e9 o local, com um pequeno trecho de estrada n\u00e3o pavimentada.      Por via fluvial, subindo o Rio Acre, a aproximadamente 01 hora do centro da      cidade.<\/p>\n<p><strong>Praia      do Riozinho do Rola<\/strong><\/p>\n<p>O      Riozinho do Rola \u00e9 um afluente do Rio Acre, bastante piscoso que adentra as      florestas, tornando o ambiente bastante agrad\u00e1vel para passeios ecol\u00f3gicos.      No ver\u00e3o, aparecem belas praias de areias claras e \u00e1guas escuras, isentas      de qualquer polui\u00e7\u00e3o. Na entrada do rio, existem casas que funcionam como      restaurantes, oferecendo comidas t\u00edpicas da regi\u00e3o. Localiza-se \u00e0 margem direita      do Rio Acre, a aproximadamente 02 horas de barco de pequeno porte do centro      de Rio Branco.<\/p>\n<p><strong>Reserva      Extrativista Figueira<\/strong><\/p>\n<p>Localizada      \u00e0s margens do Igarap\u00e9 Riozinho do Andir\u00e1, a uma dist\u00e2ncia de 55 km da cidade      de Rio Branco. O acesso \u00e9 feito pela Rodovia AC-090 (Estrada Transacreana).      Legalizada pela portaria P\/N. 283, de 29\/01\/87, do INCRA, como Projeto de      Assentamento. Parte do projeto se transformou em Projeto de Assentamento tradicional.      Tem capacidade para assentar 380 fam\u00edlias, sendo 109 em atividade de seringueiro.      Sua \u00e1rea totaliza 25.973,20 hectares.<\/p>\n<p><strong>Rio      Acre<\/strong><\/p>\n<p>Rio      Acre, tem sua nascente no Peru banhando os munic\u00edpios de Brasil\u00e9ia, Xapuri      e Rio Branco, desembocando no Rio Purus (Amazonas). Banha a cidade de Rio      Branco dividindo-a em dois distritos. Rio de \u00e1guas barrentas e piscosas. No      ver\u00e3o (julho-setembro) \u00e9 prop\u00edcio a banhos e esportes n\u00e1uticos, \u00e9 naveg\u00e1vel      at\u00e9 \u00e0s fronteiras do Brasil com Peru e Bol\u00edvia e com o Estado do Amazonas.<\/p>\n<p><strong>No      per\u00edodo do ver\u00e3o formam-se diversas praias ao longo do seu curso, entre as      quais destacam-se:\u00a0<\/strong>Praia      do Amap\u00e1, Praia do Riozinho do Rola entre outros. Pela sua posi\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica,      \u00e9 um rio muito \u00fatil para as comunidades locais, contudo, pouco explorado pelos      visitantes locais e de fora, em virtude da falta de infra-estrutura.<\/p>\n<p><strong>Seringal      Nativo<\/strong><\/p>\n<p>Localizado      \u00e0s margens do Rio Acre, perto da praia do Amap\u00e1, com acesso atrav\u00e9s de barcos      de pequenos porte, pelo Rio Acre, ou pela estrada AC-040 a 8 km do centro      da cidade. Pr\u00f3prio para caminhadas pela floresta e visita\u00e7\u00f5es ao barrac\u00e3o      (antiga resid\u00eancia do seringalista), casa do seringueiro, estrada de seringa.      A penetra\u00e7\u00e3o na floresta \u00e9 efetuada atrav\u00e9s de caminhos estreitos, ladeados      por frondosas \u00e1rvores de diferentes esp\u00e9cies e cerrada vegeta\u00e7\u00e3o de menor      porte. O visitante se deslumbra com a natureza que o envolve, ouvindo o canto      dos p\u00e1ssaros, respirando o odor da mata e pisando em agrad\u00e1vel tapete de folhas,      ao mesmo tempo que conhece a seringueira, a castanheira, a jarina, a sama\u00fama,      o mogno e outras in\u00fameras esp\u00e9cies. Por \u00faltimo, conhece a coloca\u00e7\u00e3o do seringueiro,      habita\u00e7\u00e3o constru\u00edda em paxi\u00faba e coberta de palha, situada em pequena clareira,      cercada pela floresta.<\/p>\n<h4>Arquitetura<\/h4>\n<p><strong>Anfiteatro      Garibaldi Brasil<\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00eddo      em estilo moderno, integra-se ao conjunto arquitet\u00f4nico do Campus da Universidade      Federal do Acre (UFAC), com 1000 m2 de \u00e1rea coberta, equipado com ar condicionado      central , mesa completa de som e ilumina\u00e7\u00e3o, audit\u00f3rio com capacidade para      300 lugares.<\/p>\n<p>\u00c9      um espa\u00e7o para realiza\u00e7\u00e3o de exposi\u00e7\u00f5es, solenidades e apresenta\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as      teatrais. Inaugurado a 28 de setembro de 1988, com o nome de Garibaldi Brasil,      em homenagem a Garibaldi Carneiro Brasil, personalidade lend\u00e1ria da cultura      acreana, que foi advogado, jornalista, pintor, escultor, escritor, chargista      e poeta. Situado no Campus Universit\u00e1rio da UFAC, com acesso pela Estrada      Dias Martins (BR-364), distante 05 km do centro da cidade, com regular linha      de \u00f4nibus no per\u00edmetro urbano.<\/p>\n<p><strong>Biblioteca      p\u00fablica<\/strong><\/p>\n<p>Centro      cultural de Rio Branco, constando em seu acervo bibliogr\u00e1fico, obras completas      sobre a Hist\u00f3ria do Acre, do Brasil al\u00e9m de outros acervos ligados a outros      ramos da ci\u00eancia. \u00c9 administrado pela Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o e Cultura do      Estado. Localiza-se \u00e0 Av. Get\u00falio Vargas, 232 &#8211; Centro, em frente a Pra\u00e7a      Rodrigues Alves (Pl\u00e1cido de Castro), com regular linha de \u00f4nibus no per\u00edmetro      urbano.<\/p>\n<p><strong>Cacimb\u00e3o      da Capoeira<\/strong><\/p>\n<p>Fundado      em 1927, por Hugo Carneiro e tombado pelo patrim\u00f4nio hist\u00f3rico em 09\/06\/84.      A sua utilidade era para abastecer com \u00e1gua as fam\u00edlias residentes pr\u00f3ximo      ao Cacimb\u00e3o. O cacimb\u00e3o ficava al\u00e9m da zona urbana e fornecia \u00e1gua pot\u00e1vel      \u00e0s resid\u00eancias atrav\u00e9s dos aguadeiros que transportavam nos ombros ou no lombo      de burros. Est\u00e1 localizado \u00e0 Rua Manoel Cez\u00e1rio, s\/n.\u00ba no Bairro Capoeira,      com regular linha de \u00f4nibus no per\u00edmetro urbano.<\/p>\n<p><strong>Casa      do Seringueiro<\/strong><\/p>\n<p>Criada      pela Funda\u00e7\u00e3o Cultural do Acre, o acervo re\u00fane fotos, quadros, maquete de      uma coloca\u00e7\u00e3o dos seringueiros, r\u00e9plica de um defumador de l\u00e1tex e da casa      do seringueiro, al\u00e9m de quadros retratando Chico Mendes. Localiza-se \u00e0 Av.      Brasil, 216 &#8211; Centro, com regular linha de \u00f4nibus no per\u00edmetro urbano. \u00c9 bastante      visitada por estudantes, pesquisadores, professores, turistas da regi\u00e3o e      de fora do Estado.<\/p>\n<p><strong>Cine      Teatro Recreio<\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00eddo      em alvenaria e madeira de lei, em estilo pr\u00f3prio da \u00e9poca, no per\u00edodo \u00e1ureo      da borracha, foi local de grandes apresenta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas e culturais. Ap\u00f3s      longo tempo de uso, esteve 10 anos fechado ao p\u00fablico. Somente em 1986 foram      iniciadas as obras de reforma f\u00edsica do pr\u00e9dio, como tamb\u00e9m, os trabalhos      t\u00e9cnicos de aparelhamento funcional do teatro. Considerado patrim\u00f4nio hist\u00f3rico      do Acre, teve mantida as suas caracter\u00edsticas arquitet\u00f4nicas da \u00e9poca.<\/p>\n<p>Foi      reinaugurado em 1987, voltando a oferecer aos amantes das artes c\u00eanicas, mais      uma op\u00e7\u00e3o de entretenimento, com espet\u00e1culos teatrais, cinematogr\u00e1ficos, exposi\u00e7\u00f5es      e atos culturais em geral. Est\u00e1 localizado \u00e0 Rua Senador Eduardo Assmar, s\/n.\u00ba      &#8211; 2\u00ba Distrito. Distante do centro 01 km com regular linha de \u00f4nibus no per\u00edmetro      urbano.<\/p>\n<p><strong>Catedral      Nossa Senhora de Nazare<\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00e7\u00e3o      em estilo romano &#8211; basilical. Teve sua constru\u00e7\u00e3o iniciada em 1948, com o      projeto de autores italianos e constru\u00edda sob orienta\u00e7\u00e3o do mestre de obras      Jo\u00e3o Luiz da Silva. Inaugurada em 1959. No seu interior, possui tr\u00eas naves      separadas com 36 vitrais coloridos na parte superior e 11 na inferior, doados      por fam\u00edlias acreanas; um mausol\u00e9u protegido com grades de ferro, com l\u00e1pide      demarcativa em granito, guarda os restos mortais do Bispo Dom Giocondo Maria      Grotti; a ab\u00f3bada em arco, sustentada por 26 colunas \u00e9 pintada em carmesim      e branco.<\/p>\n<p>Na      nave principal, encontram-se quatro altares, sendo um com entalhe em madeira      e em painel da Sagrada Eucaristia; a c\u00e1tedra do Bispo; a cadeira do sacerdote,      entalhada em madeira com representa\u00e7\u00e3o do Ju\u00edzo Final, formando uma bel\u00edssima      obra de arte. No alto a imagem de Cristo Crucificado encimando a mesa de celebra\u00e7\u00e3o.      A parte exterior \u00e9 formada por front\u00f5es, cruz e adro. Localiza-se \u00e0 Pra\u00e7a      da Catedral (antiga pra\u00e7a dos tocos), no centro da cidade com linha de \u00f4nibus      regular urbana.<\/p>\n<p><strong>Conservat\u00f3rio      musical Maestro Neves<\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00eddo      em estilo moderno e capacidade para 40 alunos. Com uma \u00e1rea de 50 m2. Localizado      no Horto Florestal, na Rua Ant\u00f4nio da Rocha Viana, bairro Vila Ivonete com      linha de \u00f4nibus regular urbana.<\/p>\n<p><strong>Gameleira<\/strong><\/p>\n<p>\u00c1rvore      hist\u00f3rica. Em dezembro de 1882, \u00e0 sombra de uma \u00e1rvore acampou o corajoso      desbravador Neutel Maia. Nesse local, numa curva do Rio Acre, o desbravador      nordestino, fundou o Seringal Volta da Empresa, origem da cidade de Rio Branco,      atual Capital do Acre. Hoje, mais de um s\u00e9culo depois, a gameleira \u00e9 uma frondosa      \u00e1rvore com mais de 2,5m de di\u00e2metro no tronco, com 20m de altura e, com o      sol a pique, sua sombra tem por volta de 30m de di\u00e2metro.<\/p>\n<p>Pelo      fato de haver agasalhado os primeiros povoadores da cidade e ter apreciado      duas batalhas da Revolu\u00e7\u00e3o Acreana, que se travaram ao seu redor, a Gameleira      \u00e9 considerada \u00e1rvore hist\u00f3rica e atrav\u00e9s do Decreto Municipal n.\u00ba 752 de 28      de dezembro de 1981 foi tombada, transformando-se num monumento hist\u00f3rico.      Localiza-se \u00e0 Rua Cunha Matos, bairro do 2.\u00ba Distrito, com linha de \u00f4nibus      regular urbana.<\/p>\n<h4>Datas      Festivas<\/h4>\n<blockquote>\n<p><strong>24        de janeiro &#8211;<\/strong>\u00a0t\u00e9rmino        da revolu\u00e7\u00e3o acreana<strong><br \/>\n       01 de maio &#8211;<\/strong>\u00a0festa        de S\u00e3o Jos\u00e9<strong><br \/>\n       1\u00ba domingo de maio &#8211;<\/strong>\u00a0abertura        da feira de artesanato e comidas t\u00edpicas<strong><br \/>\n       06 de agosto &#8211;<\/strong>\u00a0in\u00edcio        da revolu\u00e7\u00e3o acreana\/1902<strong><br \/>\n       11 de agosto &#8211;\u00a0<\/strong>anivers\u00e1rio        da morte de Pl\u00e1cido de Castro<strong><br \/>\n       05 de setembro &#8211;<\/strong>\u00a0dia        da Amaz\u00f4nia<br \/>\n       M\u00f3vel em setembro a grande Feira da Expoacre<strong><br \/>\n       04 de outubro &#8211;\u00a0<\/strong>dia        de S\u00e3o Francisco<strong><br \/>\n       12 de outubro &#8211;<\/strong>\u00a0dia        de Nossa Senhora de Nazar\u00e9<strong><br \/>\n       17 de novembro &#8211;\u00a0<\/strong>assinatura        do Tratado de Petr\u00f3polis<strong><br \/>\n       07 de dezembro &#8211;<\/strong>\u00a0anivers\u00e1rio        de nascimento de Pl\u00e1cido de Castro<strong><br \/>\n       08 de dezembro &#8211;<\/strong>\u00a0Festa        de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o<strong><br \/>\n       28 de dezembro &#8211;<\/strong>\u00a0anivers\u00e1rio        da cidade.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte: Governo      do Estado Rio Branco<\/p>\n<h6>Rio Branco<\/h6>\n<p>Fundada      em 28 de dezembro de 1.882, por Neutel Newton Maia,\u00a0<strong>Rio      Branco<\/strong>\u00a0obteve      sua autonomia atrav\u00e9s do Decreto Federal N\u00ba 9.831 de 23 de outubro de 1.912,      tem uma \u00e1rea de 8.580 km2 (nova \u00e1rea do munic\u00edpio).<\/p>\n<p>\u00c9      a capital do Estado, concentrando aproximadamente 47% da popula\u00e7\u00e3o do Acre.      Rio Branco situa-se em ambas as margens do rio Acre, pela qual est\u00e1 afeito      a quase todos os munic\u00edpios da microregi\u00e3o do alto Purus, excentuando-se apenas      Sena Madureira e Manoel Urbano.<\/p>\n<p>Ainda      por via fluvial, Rio Branco se liga com os Estados do Amazonas e Par\u00e1. Por      via a\u00e9rea, est\u00e1 ligado \u00e0s demais capitais brasileiras com sa\u00eddas regulares      di\u00e1ria de aeronaves Boing 737 Varig.Via terrestre est\u00e1 ligado a Porto Velho,      capital de Rond\u00f4nia, pela BR- 364.<\/p>\n<p>A      por\u00e7\u00e3o territorial que hoje corresponde ao Munic\u00edpio de Rio Branco, inicialmente      sede do departamento do Alto Acre, foi formada como entreposto comercial avan\u00e7ado      da economia mercantil da borracha, e reconhecida desde as primeiras expedi\u00e7\u00f5es      realizadas pelo sertanista Manoel Urbano da Encarna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em      28\/12\/1882 foi explorada por Neutel Maia, que se instalou no mais importante      aglomerado da localidade, o seringal &#8220;Empresa&#8221; situado a margem      direita do rio Acre, onde havia grande concentra\u00e7\u00e3o de seringais e onde era      extra\u00eddo o melhor l\u00e1tex e produzida a maior quantidade de borracha do Alto      Purus.<\/p>\n<p><strong>A      Economia de Rio Branco<\/strong><\/p>\n<p>A      economia de Rio Branco experimenta diferentes fases de desenvolvimento. A      agricultura continua a passos lentos, longe de abastecer o consumo interno.      A pecu\u00e1ria, por sua vez, possui consider\u00e1vel rebanho, abastecendo o mercado      de Rio Branco e ainda com razo\u00e1vel excedente export\u00e1vel. A ind\u00fastria da &#8220;pecu\u00e1ria&#8221;,      vem se instalando j\u00e1 h\u00e1 algum tempo em Rio Branco, com beneficiadora de leite      e derivados.<\/p>\n<p>O      setor industrial ainda n\u00e3o conseguiu decolar, pois at\u00e9 o Distrito Industrial      encontra-se em estado de fal\u00eancia, com funcionamento apenas de algumas cer\u00e2micas      e um reduzid\u00edssimo n\u00famero de madeireiras.<\/p>\n<p>O      setor de servi\u00e7os\/com\u00e9rcio de Rio Branco encontra-se num est\u00e1gio compat\u00edvel      com os demandas. Podemos registrar consider\u00e1vel n\u00famero de supermercados, que      conseguiram baixar sobremaneira o custo da cesta b\u00e1sica local. O setor de      vestu\u00e1rios conta com satisfat\u00f3rio centro comercial, onde pode-se encontrar      muitas op\u00e7\u00f5es, inclusive com lan\u00e7amentos de modas simultaneamente com o sul      do pa\u00eds.<\/p>\n<p>O      munic\u00edpio conta tamb\u00e9m com v\u00e1rias empresas de transportes coletivos, com grande      n\u00famero de linhas de \u00f4nibus, j\u00e1 praticando, inclusive, o transporte urbano-integrado      de passageiros. Registra-se tamb\u00e9m, uma grande quantidade de ag\u00eancias de viagens,      segmento que tende a se expandir com a inaugura\u00e7\u00e3o do novo aeroporto internacional,      quando novas empresas a\u00e9reas devem instalar-se na Capital.<\/p>\n<p>Rio      Branco possui uma pequena rede hoteleira, setor que, em fun\u00e7\u00e3o do pequeno      fluxo de turistas na Capital tem conseguido atender a demanda. No que se refere      a restaurantes, Rio Branco est\u00e1 bem servida, pois se verifica uma variada      oferta destes estabelecimentos, com culin\u00e1ria regional que consegue agradar      a todos que a procuram e t\u00eam paladar exigente.<\/p>\n<p>O      cinema, que passou muito tempo esquecido, possui hoje duas salas, com lan\u00e7amentos      simult\u00e2neos com o sul do pa\u00eds.<\/p>\n<p>O      \u00eaxodo rural intenso e desordenado das \u00faltimas duas d\u00e9cadas criou enormes problemas      sociais para o setor p\u00fablico, acarretando uma eleva\u00e7\u00e3o dr\u00e1stica da demanda      por servi\u00e7os sociais b\u00e1sicos (infra-estrutura urbano-social, sa\u00fade, habita\u00e7\u00e3o,      educa\u00e7\u00e3o, etc.) e por empregos, que a fr\u00e1gil economia local n\u00e3o tinha condi\u00e7\u00f5es      de atender.<\/p>\n<p>A      invas\u00e3o da cidade de Rio Branco por um cont\u00ednuo e crescente fluxo migrat\u00f3rio      resultou na forma\u00e7\u00e3o de uma periferia superpovoada por m\u00e3o-de-obra marginalizada,      com taxas de desemprego e subemprego a n\u00edveis insuport\u00e1veis.<\/p>\n<p>Nessas      condi\u00e7\u00f5es, a cidade que ainda n\u00e3o conta com um setor secund\u00e1rio din\u00e2mico,      dispondo apenas de ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o do tipo artesanal (olarias,      padarias, cer\u00e2micas, etc.) , do baixo efeito multiplicador, tem suas oportunidades      de emprego, quase que exclusivamente, restritos aos setores de presta\u00e7\u00e3o de      servi\u00e7os e de com\u00e9rcio.<\/p>\n<p>Inchada      pela abundante m\u00e3o-de-obra n\u00e3o qualificada, nossa cidade transformou-se em      um reservat\u00f3rio de for\u00e7a de trabalho para servi\u00e7os sazonais. Sua estrutura      est\u00e1 muito longe da sua aglomera\u00e7\u00e3o demogr\u00e1fica e a car\u00eancia de servi\u00e7os sociais      b\u00e1sicos (sa\u00fade, \u00e1gua pot\u00e1vel, energia el\u00e9trica, esgotos, etc.), chega a ser      cr\u00f4nica e o fen\u00f4meno da marginalidade, que parece estar em estreita com a      distribui\u00e7\u00e3o regressiva da renda, cresce dia a dia, aumentando o clima de      inseguran\u00e7a no seio da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A      cidade Rio Branco, que \u00e9 carente de um setor secund\u00e1rio din\u00e2mico, foi incapaz      de absorver produtivamente a farta m\u00e3o-de-obra n\u00e3o qualificada que, progressivamente,      foi se amontoando na periferia urbana formando grandes bols\u00f5es de mis\u00e9ria      \u00e0 semelhan\u00e7a das favelas de qualquer grande cidade.<\/p>\n<p>Fonte: www.brasilmacom.com.br<\/p>\n<h6>Rio Branco<\/h6>\n<h4>S\u00edntese      da evolu\u00e7\u00e3o urbana de Rio Branco<\/h4>\n<p><strong>Rio      Branco<\/strong>, n\u00e3o \u00e9 uma cidade qualquer. Al\u00e9m de ser o mais antigo n\u00facleo      urbano de todo o Acre, logo se constituiu como a maior e mais importante cidade      acreana sendo por isso escolhida como a capital do antigo Territ\u00f3rio Federal      e do Estado do Acre. Mas Rio Branco ainda aguarda a elabora\u00e7\u00e3o de pesquisas      e a organiza\u00e7\u00e3o de sua hist\u00f3ria com a abrang\u00eancia e import\u00e2ncia que de fato      possui para a configura\u00e7\u00e3o da sociedade acreana.<\/p>\n<p>Devido      ao car\u00e1ter ordenador do espa\u00e7o urbano e da din\u00e2mica social do Plano Diretor,      \u00e9 imprescind\u00edvel ao menos pensarmos a cidade de Rio Branco em rela\u00e7\u00e3o a sua      hist\u00f3ria territorial, ao seu processo de ocupa\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o e configura\u00e7\u00e3o      de uma malha urbana diferenciada do meio florestal circundante.<\/p>\n<p><strong>1\u00ba      Per\u00edodo \u0096 1882 \/ 1908 \u0096 de seringal a cidade<\/strong><\/p>\n<p>Este      primeiro per\u00edodo da hist\u00f3ria urbana de Rio Branco \u00e9 marcado por tr\u00eas caracter\u00edsticas      centrais. A primeira diz respeito \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o do seringal Volta da Empreza      no povoado denominado Villa Rio Branco.<\/p>\n<p>A      segunda caracter\u00edstica \u00e9 que foi exatamente nesta \u00e9poca que Rio Branco alcan\u00e7ou      a condi\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7a pol\u00edtica e econ\u00f4mica do Acre que lhe valeria posteriormente      a condi\u00e7\u00e3o de capital.<\/p>\n<p>Finalmente,      a terceira caracter\u00edstica fundamental da cidade nascente foi que neste per\u00edodo      o povoado da Volta da Empreza \u0096 Villa Rio Branco esteve restrito a uma      estreita faixa de terras na margem direita do rio Acre (atual 2\u00ba Distrito).<\/p>\n<p>O      Seringal Volta da Empreza foi fundado na margem direita do rio Acre, em 28      de dezembro1882, pelo cearense Neutel Maia. Mas logo se diferenciou dos outros      seringais da regi\u00e3o ao se tornar um porto muito freq\u00fcentado pelos vapores      que transitavam pelo rio durante a \u00e9poca das cheias.<\/p>\n<p>Neutel      Maia criou ent\u00e3o, j\u00e1 em 1884, uma casa comercial denominada Nemaia e Cia.      para atender aos vapores, pequenos seringais e realizar a intermedia\u00e7\u00e3o de      gado boliviano para o abastecimento da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Espontaneamente,      portanto, a Volta da Empreza deixou de ser um seringal como todos os outros      do Acre para se tornar um povoado, o que equivale dizer que muito cedo a Volta      da Empreza deixou de ser um espa\u00e7o privado (de dom\u00ednio exclusivo do seringalista)      para se tornar um espa\u00e7o publico onde outros comerciantes ou indiv\u00edduos podiam      atuar ou se fixar.<\/p>\n<p>Por      isso, al\u00e9m de se tornar a principal referencia comercial do m\u00e9dio rio Acre,      o povoado da Volta da Empreza foi palco preferencial de diversos movimentos      da guerra entre acreanos e bolivianos que abalou a regi\u00e3o no final do s\u00e9culo      XIX e principio do XX.<\/p>\n<p>Tornou-se      assim a sede do Acre Setentrional durante a ocupa\u00e7\u00e3o militar de 1903 e, logo      ap\u00f3s a anexa\u00e7\u00e3o das terras acreanas atrav\u00e9s do Tratado de Petr\u00f3polis, foi      al\u00e7ada a condi\u00e7\u00e3o de sede do Departamento do Alto Acre no regime territorial      rec\u00e9m implantado. Passou ent\u00e3o a ter o nome de Villa Rio Branco, em homenagem      ao articulador dos Tratados de limites que tornaram o Acre parte do Brasil.<\/p>\n<p><strong>Temos,      portanto, neste per\u00edodo de 1882 a 1908 pelo menos tr\u00eas fases distintas na      hist\u00f3ria da cidade, a saber:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>1\u00aa Fase        &#8211; 1882 \/ 1898 \u0096 durante a qual o seringal se torna um povoado e se        consolida comercialmente na regi\u00e3o;<\/p>\n<p>2\u00aa Fase        &#8211; 1899 \/ 1903 \u0096 na qual os diversos acontecimentos da Revolu\u00e7\u00e3o Acreana        levam a Volta da Empreza a se tornar o centro do poder pol\u00edtico no vale        do rio Acre;<\/p>\n<p>3\u00aa Fase        &#8211; 1904 \/ 1908 \u0096 quando a agora denominada Villa Rio Branco consolida        sua lideran\u00e7a pol\u00edtica e econ\u00f4mica tornando-se a sede do Departamento do        Alto Acre.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Em      rela\u00e7\u00e3o \u00e0 configura\u00e7\u00e3o espacial de Rio Branco, durante todo este per\u00edodo a      \u00e1rea urbana da cidade se restringiu a uma estreita faixa de terras na margem      direita do rio Acre, que correspondia a uma parte da \u00e1rea pertencente a Neutel      Maia. Inicialmente foi a Casa Nemaia e Cia., situada diante da enorme gameleira      que assinalava o porto da Volta da Empreza, que serviu como referencia para      a constru\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de outros pr\u00e9dios seguindo o tra\u00e7ado da margem do      rio.<\/p>\n<p>Formou-se      assim um primeiro arruamento onde se estabeleceram hot\u00e9is, restaurantes, casas      comerciais e residenciais constru\u00eddos com a madeira que era abundante nos      arredores desta primeira rua do povoado (atualmente chamada de Rua Eduardo      Assmar).<\/p>\n<p>Com      a extens\u00e3o e adensamento desta primeira rua organizaram-se tr\u00eas \u00e1reas distintas      que se constitu\u00edram como os primeiros bairros do povoado. Uma pequena \u00e1rea      residencial de trabalhadores que ocupava as terras da volta do rio Acre, acima      da Gameleira, e que era denominada Canudos.<\/p>\n<p>O      centro do povoado da Volta da Empreza propriamente dito que era constitu\u00eddo      pela rua ao longo da margem do rio no trecho entre a Gameleira e o local onde      hoje est\u00e1 a cabeceira da Ponte Met\u00e1lica.<\/p>\n<p>E,      finalmente, formou-se outro pequeno bairro de trabalhadores que recebeu o      sintom\u00e1tico nome de rua \u00c1frica por abrigar os negros habitantes da cidade.      Este ultimo bairro era a extens\u00e3o da \u00fanica rua da cidade na dire\u00e7\u00e3o do igarap\u00e9      da judia e era formado quase que exclusivamente por prec\u00e1rias casas de palha.<\/p>\n<p>Ainda      surgiria um quarto \u0093bairro\u0094 (para empregar um termo de \u00e9poca) no      povoado da Volta da Empreza \u0096 Villa Rio Branco. Isto se deu durante a      ocupa\u00e7\u00e3o militar de 1903, quando diante da necessidade de aquartelar tropas      na \u00e1rea, o comandante Gen. Olimpio da Silveira decidiu faze-lo distante do      centro do povoado escolhendo para tanto uma \u00e1rea perif\u00e9rica, rio acima, e      ali acampou o 15\u00ba Batalh\u00e3o de Infantaria do Ex\u00e9rcito.<\/p>\n<p>A      presen\u00e7a de tropas atraiu pequenos comerciantes que constitu\u00edram um novo arruamento,      tamb\u00e9m ao longo da margem do rio, para atender as necessidades dos soldados      dando origem ao bairro Quinze, cuja denomina\u00e7\u00e3o permanece at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>Ou      seja, ao longo deste primeiro per\u00edodo de forma\u00e7\u00e3o da \u00e1rea urbana de Rio Branco,      podemos identificar n\u00e3o s\u00f3 sua consolida\u00e7\u00e3o um espa\u00e7o diferenciado em rela\u00e7\u00e3o      aos seringais da regi\u00e3o como tamb\u00e9m a configura\u00e7\u00e3o de um primeiro ordenamento      espacial que refletia a organiza\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria sociedade com bairros diferenciados      para os trabalhadores ou para os \u0093negros\u0094 da cidade.<\/p>\n<p><strong>2\u00ba      Per\u00edodo \u0096 1909 \/ 1940 \u0096 Uma cidade dividida<\/strong><\/p>\n<p>Este      per\u00edodo da hist\u00f3ria da cidade possui alguns marcos fundamentais de diferentes      naturezas. Seja no que diz respeito aos seus aspectos econ\u00f4micos devido ao      fim do ciclo da borracha a partir de 1913, seja em rela\u00e7\u00e3o ao seu papel pol\u00edtico      j\u00e1 que Rio Branco se tornou a capital de todo o territ\u00f3rio a partir de 1920,      seja no que se refere a amplia\u00e7\u00e3o de sua malha urbana pela incorpora\u00e7\u00e3o de      uma grande \u00e1rea de terras da margem esquerda j\u00e1 a partir de 1909.<\/p>\n<p>Portanto,      a defini\u00e7\u00e3o de fases que unifiquem as diversas caracter\u00edsticas deste per\u00edodo      \u00e9 mais dif\u00edcil que em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior.<\/p>\n<p>Como      j\u00e1 vimos, at\u00e9 1908, a Villa Rio Branco, sede do Departamento do Alto Acre,      estava totalmente localizada na margem direita do rio Acre. Uma \u00e1rea plana      e favor\u00e1vel \u00e0 abertura das primeiras ruas, entretanto, muito baixa e alag\u00e1vel      na \u00e9poca das cheias do rio Acre.<\/p>\n<p>Al\u00e9m      disso, por tr\u00e1s do alinhamento de casas do povoado a floresta foi gradativamente      sendo substitu\u00edda por uma \u00e1rea de pasto para abrigar o com\u00e9rcio de gado que,      como j\u00e1 vimos, foi muito importante para Rio Branco. Essas caracter\u00edsticas      topogr\u00e1ficas somadas a quest\u00f5es pol\u00edticas relacionadas \u00e0 luta autonomista      que vinha sendo travada no Territ\u00f3rio Federal levaram ao questionamento da      condi\u00e7\u00e3o de capital do Departamento desfrutada por Rio Branco e deu origem      a diversas tentativas de mudan\u00e7a da sede departamental.<\/p>\n<p>Em      1909, em meio a um conturbado contexto pol\u00edtico, o Prefeito Departamental      do Alto Acre Cel. Gabino Besouro decidiu tomar uma parte das terras do Seringal      Empreza situado na margem esquerda do rio Acre defronte \u00e0 Villa Rio Branco.<\/p>\n<p>E      nestas terras definiu um novo arruamento que come\u00e7ando na margem do rio seguia      at\u00e9 o limite da atual avenida Cear\u00e1. Nestas terras altas da margem esquerda      Gabino Besouro quis fundar uma nova cidade chamada Pen\u00e1polis, em homenagem      ao presidente Afonso Pena, e que passaria a se constituir na nova sede da      Prefeitura Departamental do Alto Acre.<\/p>\n<p>Entretanto      n\u00e3o havia como ignorar a Villa Rio Branco, do outro lado do rio, com toda      sua pujan\u00e7a comercial e social, e pouco tempo depois os dois lados da cidade      eram unificados e Pen\u00e1polis passava a se constituir apenas como mais um novo      bairro da agora \u0093cidade\u0094 de Rio Branco situada em ambas as margens      do rio Acre.<\/p>\n<p>Desde      ent\u00e3o foi sendo estabelecida lentamente uma infra-estrutura oficial em Pen\u00e1polis      que logo passaria a ser denominado 1\u00ba Distrito, em contraposi\u00e7\u00e3o ao lado velho      da cidade que passou a ser conhecido como 2\u00ba Distrito. Ou, como j\u00e1 se escreveu,      uma cidade dividida entre o lado oficial e o lado comercial.<\/p>\n<p>Nem      o acirramento dos movimentos autonomistas, nem a crise da borracha instalada      a partir de 1913, foram suficientes para alterar significativamente o papel      econ\u00f4mico e pol\u00edtico de Rio Branco no contexto acreano. Pelo contr\u00e1rio, nesta      \u00e9poca se consolidou o predom\u00ednio desta cidade frente \u00e0s outras cidades acreanas      que, com a exce\u00e7\u00e3o de Xapuri, eram bem mais novas.<\/p>\n<p>Tanto      assim que na reforma administrativa de 1920, que extinguiu os departamentos,      coube a Rio Branco a primazia de se tornar a capital de todo o Territ\u00f3rio      Federal do Acre centralizado. Com isso, Rio Branco garantiu maiores investimentos      oficiais em rela\u00e7\u00e3o aos outros povoados, cidades ou munic\u00edpios acreanos, o      que a levaria, entre outras coisas, at\u00e9 a atual condi\u00e7\u00e3o na qual concentra      metade de toda a popula\u00e7\u00e3o do Estado do Acre.<\/p>\n<p><strong>Tendo      em vista que nosso principal interesse nesse texto \u00e9 tentar compreender a      din\u00e2mica da forma\u00e7\u00e3o urbana, podemos vislumbrar duas fases para este per\u00edodo      da hist\u00f3ria de Rio Branco, a saber:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>1\u00aa        Fase \u0096 1909 \/ 1930 \u0096\u00a0<\/strong>consolida\u00e7\u00e3o        de Pen\u00e1polis pela ocupa\u00e7\u00e3o da malha urbana planejada entre o rio Acre e        a avenida Cear\u00e1<\/p>\n<p><strong>2\u00aa        Fase \u0096 1931 \/ 1940 \u0096\u00a0<\/strong>estagna\u00e7\u00e3o        da expans\u00e3o urbana tanto no 1\u00ba Distrito (ex-Pen\u00e1polis), quanto no 2\u00ba distrito        da cidade.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Ou      seja, a partir de 1909, com a abertura de quatro ruas (Epaminondas J\u00e1come,      Benjamin Constant, Marechal Deodoro e a atual Getulio Vargas) come\u00e7ou um longo      e lento processo de ocupa\u00e7\u00e3o de lotes urbanos na margem esquerda do rio Acre      at\u00e9 o limite da atual avenida Cear\u00e1. Somada a essa estreita faixa urbana,      entre 1909 e 1913 foram abertas tr\u00eas col\u00f4nias agr\u00edcolas na regi\u00e3o atualmente      conhecida como baixada da Sobral.<\/p>\n<p>Por      outro lado, a \u00e1rea urbana da margem direita do rio Acre (2\u00ba distrito) n\u00e3o      tinha como se expandir espacialmente pela presen\u00e7a de muitos terrenos baixos      e alagadi\u00e7os e de \u00e1reas particulares ocupadas por pastos. Ao mesmo tempo em      que desfrutava de grande prosperidade econ\u00f4mica devido \u00e0 pujan\u00e7a da economia      da borracha e a vitalidade do comercio dominado por portugueses, espanh\u00f3is      e s\u00edrio-libaneses.<\/p>\n<p>Pelo      menos at\u00e9 que a grave crise da borracha lan\u00e7asse Rio Branco e o Acre num dif\u00edcil      per\u00edodo de estagna\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e social.<\/p>\n<p>S\u00f3      no final da 1\u00aa Fase deste per\u00edodo, entre 1927 e 1930, a cidade de Rio Branco      conheceria uma \u00e9poca de grandes mudan\u00e7as urbanas com o Governo Hugo Carneiro.      Esse paraense implementou um programa de constru\u00e7\u00e3o de grandes pr\u00e9dios de      alvenaria que mudou a paisagem da cidade.<\/p>\n<p>Sob      o signo da moderniza\u00e7\u00e3o foram erguidos o Mercado Municipal na beira do rio,      o Pal\u00e1cio Rio Branco, o Quartel da Pol\u00edcia, a Penitenci\u00e1ria (atual prefeitura      municipal) e o Stadium do Rio Branco no limite da cidade que acabava na atual      avenida Cear\u00e1.<\/p>\n<p>A      partir de 1930, a organiza\u00e7\u00e3o espacial de Rio Branco permaneceria basicamente      a mesma por toda a d\u00e9cada se restringindo a um relativo adensamento da \u00e1rea      urbana j\u00e1 ocupada. Apesar de ser poss\u00edvel registrar um lento crescimento da      \u00e1rea de influencia da cidade sobre as terras do antigo Seringal Empreza que      n\u00e3o haviam sido desapropriadas em 1909 e que limitavam a expans\u00e3o da cidade      para al\u00e9m da atual avenida Cear\u00e1.<\/p>\n<p>Um      crescimento que se dava sob a forma de arrendamento dessas terras para ex-seringueiros      desencantados com a crise e que queriam tentar a sorte como agricultores.<\/p>\n<p><strong>3\u00ba      Per\u00edodo \u0096 1941 \/ 1970 \u0096 Col\u00f4nias\/bairros uma cidade em expans\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A      Segunda Guerra Mundial trouxe n\u00e3o s\u00f3 novas esperan\u00e7as para a decadente economia      extrativista como um novo alento para a sociedade acreana atrav\u00e9s dos milhares      de imigrantes nordestinos que voltaram a vir para o Acre. Especialmente a      partir de 1942 com o in\u00edcio da Batalha da Borracha os seringais voltaram a      produzir, o com\u00e9rcio voltou a prosperar e as cidades acreanas ficaram muito      mais agitadas.<\/p>\n<p>No      antigo bairro Quinze a j\u00e1 falida Usina de Castanha se tornou alojamento dos      soldados da borracha em transito para os seringais, na rua 17 de novembro      (ou Bairro Beirute) muitos comerciantes s\u00edrio-libaneses haviam enriquecido      e se tornado seringalistas e no Pal\u00e1cio Rio Branco os planos governamentais      voltaram a ser grandiosos.<\/p>\n<p>E      foi sob esse novo panorama que o Governador Oscar Passos efetivou em 1942      a compra das terras remanescentes do antigo Seringal Empreza para a implanta\u00e7\u00e3o      de novas col\u00f4nias agr\u00edcolas no entorno da cidade. Entretanto, at\u00e9 1945 todos      os desejos estavam firmemente direcionados para os seringais e pouca aten\u00e7\u00e3o      e recursos sobravam paras cidades acreanas.<\/p>\n<p><strong>Por      isso, o novo plano de coloniza\u00e7\u00e3o organizado pelo Engenheiro Pimentel Gomes      teve que esperar um momento mais propicio para sua efetiva implementa\u00e7\u00e3o,      ficando restrito a apenas duas col\u00f4nias instaladas em 1943:<\/strong>\u00a0S\u00e3o      Francisco e Apol\u00f4nio Sales, sendo que a segunda esteve por alguns anos abandonada.<\/p>\n<p>S\u00f3      com o fim da Batalha da Borracha e o principio do Governo Guiomard Santos      em 1946 teve in\u00edcio a implanta\u00e7\u00e3o das diversas col\u00f4nias agr\u00edcolas em terras      do antigo Seringal Empreza, num processo que se estendeu durante toda a d\u00e9cada      de 50.<\/p>\n<p>Mas      n\u00e3o s\u00f3. Nesse mesmo per\u00edodo uma parte das terras do Seringal Empreza ao norte      da atual avenida Cear\u00e1 foi definida como \u0093Zona Ampliada\u0094 e foi dividida      em lotes urbanos para o futuro crescimento da \u00e1rea urbana da cidade.<\/p>\n<p>Cabe      ressaltar que com isso o governo do Territ\u00f3rio Federal do Acre tentava estancar      a partida de trabalhadores com o fim da Batalha da Borracha e o retorno \u00e0      crise do extrativismo. Para tanto em diversas col\u00f4nias agr\u00edcolas foi instalada      uma infra-estrutura m\u00ednima para dar suporte aos colonos e suas fam\u00edlias, tais      como escolas, n\u00facleos mecanizados para beneficiamento da produ\u00e7\u00e3o e postos      de sa\u00fade.<\/p>\n<p>Guiomard      Santos foi respons\u00e1vel tamb\u00e9m por um grande programa de obras publicas que      alterou mais uma vez a paisagem de Rio Branco, bem como de outras cidades      acreanas.<\/p>\n<p>O      Aeroporto Salgado Filho (Aeroporto Velho), a Maternidade B\u00e1rbara Heliodora,      o col\u00e9gio Eurico Dutra, foram algumas das novas constru\u00e7\u00f5es de Guiomard Santos,      al\u00e9m da conclus\u00e3o das obras do Pal\u00e1cio Rio Branco e da reforma do pr\u00e9dio da      antiga penitenciaria que foi transformado no Hotel Chu\u00ed.<\/p>\n<p>A      isso tudo se somava ainda a implanta\u00e7\u00e3o de infra-estrutura voltada para a      produ\u00e7\u00e3o, como a Cer\u00e2mica oficial que produzia telhas, tijolos e pisos para      a constru\u00e7\u00e3o civil, a Esta\u00e7\u00e3o Experimental que produzia mudas e repassava      t\u00e9cnicas de cultivo, o Avi\u00e1rio que produzia e distribu\u00eda aves, su\u00ednos e at\u00e9      abelhas para os colonos.<\/p>\n<p>Com      isso, o governo Guiomard Santos transformou Rio Branco muito mais profundamente      do que Gabino Besouro e Hugo Carneiro haviam conseguido anteriormente. Dois      outros elementos, aparentemente menores e secund\u00e1rios s\u00e3o simb\u00f3licos para      esta abordagem da hist\u00f3ria da cidade e provam essa afirma\u00e7\u00e3o. Foi na gest\u00e3o      de Guiomard Santos que foram erigidas a Fonte Luminosa e o Ipase, o primeiro      conjunto residencial da cidade.<\/p>\n<p>Estes      dois elementos passaram a ser marcantes para a hist\u00f3ria de Rio Branco por      diferentes motivos. O primeiro porque desde ent\u00e3o povoou a mente e os cora\u00e7\u00f5es      de todos os riobranquenses cujas inf\u00e2ncias, mocidades e velhices est\u00e3o repletos      do encanto proporcionado por suas \u00e1guas coloridas.<\/p>\n<p>Enquanto      que o segundo parece ter dado origem a um modelo de interven\u00e7\u00e3o urbana pelo      poder p\u00fablico atrav\u00e9s da constru\u00e7\u00e3o de conjuntos residenciais que parece ter      sido muito importante da\u00ed por diante.<\/p>\n<p>Foi      nesse per\u00edodo, portanto, que Rio Branco alcan\u00e7ou algumas das principais caracter\u00edsticas      que viria a desenvolver em d\u00e9cadas posteriores. Os equipamentos instalados      pelo governo territorial e as col\u00f4nias agr\u00edcolas serviram como novos pontos      de atra\u00e7\u00e3o e fixa\u00e7\u00e3o urbana.<\/p>\n<p>A      Cer\u00e2mica, o Avi\u00e1rio, a Esta\u00e7\u00e3o Experimental, o Aeroporto Velho, a col\u00f4nia      S\u00e3o Francisco, a Fazenda Sobral, a col\u00f4nia Apol\u00f4nio Sales, entre outros, deram      origem a alguns dos atuais bairros da cidade, revelando boa parte dos fluxos      e processos sociais a que a cidade esteve submetida desde ent\u00e3o.<\/p>\n<p>Ao      mesmo tempo em que deixam claros os motivos que levaram o 2\u00ba distrito da cidade      a neste per\u00edodo finalmente ser superado em import\u00e2ncia pelo 1\u00ba distrito em      rela\u00e7\u00e3o \u00e0 vida org\u00e2nica da cidade.<\/p>\n<p>Devemos      aguardar a realiza\u00e7\u00e3o de novos estudos, por\u00e9m, para poder definir fases que      organizem melhor esse terceiro per\u00edodo do urbanismo de Rio Branco e sejam      capazes de ajudar na compreens\u00e3o dos elementos constituintes deste processo.<\/p>\n<p><strong>4\u00ba      Per\u00edodo \u0096 1970 \/ 1998 \u0096 Invas\u00f5es\/bairros uma cidade em explos\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>No      principio dos anos 70 a conjuga\u00e7\u00e3o da infinita crise do extrativismo da borracha      e dos anos de chumbo da Ditadura Militar teve efeito devastador sobre o Acre      suas cidades. O governo Vanderlei Dantas decidido a modificar o eixo de desenvolvimento      econ\u00f4mico regional estimulou a vinda de grandes empresas, fazendeiros e especuladores      de terras para o Acre, em sintonia com a nova pol\u00edtica proposta pelo regime      militar.<\/p>\n<p>Os      seringalistas falidos e sem cr\u00e9dito n\u00e3o tiveram como resistir e acabaram vendendo      enormes seringais por pre\u00e7os muito baixos. Em poucos anos um ter\u00e7o de todas      as terras acreanas mudaram de m\u00e3os.<\/p>\n<p>Os      novos donos da terra, conhecidos regionalmente como \u0093paulistas\u0094,      faziam parte da frente de expans\u00e3o da fronteira agr\u00edcola que atingiu os estados      do centro-oeste antes de atingir Rond\u00f4nia e Acre atrav\u00e9s do programa Polonoroeste      e que previa, entre outras coisas, a abertura da Br-364. Esta frente foi composta      n\u00e3o s\u00f3 por fazendeiros e grandes empresas, mas tamb\u00e9m por grileiros de terras,      madeireiros e por trabalhadores rurais do sul do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Ao      atingir o Acre essa frente de expans\u00e3o causou uma verdadeira implos\u00e3o da estrutura      social acreana na \u00e1rea florestal. O desmatamento promovido pelas madeireiras      e a transforma\u00e7\u00e3o dos seringais em fazendas levaram ao \u00eaxodo milhares de fam\u00edlias      que h\u00e1 d\u00e9cadas habitavam a floresta, dela dependendo para obter o seu sustento.<\/p>\n<p>Esse      novo fluxo migrat\u00f3rio campo-cidade promoveu uma verdadeira explos\u00e3o das cidades      acreanas, em especial de Rio Branco que por sua condi\u00e7\u00e3o de capital atraia      a maioria dos seringueiros, castanheiros e ribeirinhos expulsos de suas coloca\u00e7\u00f5es      em todo o estado do Acre.<\/p>\n<p>Teve      in\u00edcio ent\u00e3o a pratica das \u0093invas\u00f5es\u0094, nome regional usado para      designar terrenos p\u00fablicos ou privados que eram invadidos por trabalhadores      para constru\u00e7\u00e3o de moradias, dando origem a novos bairros populares sem nenhuma      infra-estrutura b\u00e1sica. Mesmo as tentativas oficiais de reverter a pol\u00edtica      de atra\u00e7\u00e3o dos investidores \u0093paulistas\u0094 para o Acre se revelaram      insuficientes para deter o processo de migra\u00e7\u00e3o do campo e o inchamento das      cidades.<\/p>\n<p>Mesmo      as pol\u00edticas de habita\u00e7\u00e3o popular implementadas nos anos 70 a 90 parecem n\u00e3o      ter resultado em benef\u00edcios concretos para os segmentos sociais que n\u00e3o possu\u00edam      profiss\u00e3o definida e nem renda assegurada, mas atenderam sobretudo as camadas      m\u00e9dias da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9      necess\u00e1rio, entretanto, chamar aten\u00e7\u00e3o para o fato de que tanto o fen\u00f4meno      das \u0093invas\u00f5es\u0094, quanto as conseq\u00fc\u00eancias das pol\u00edticas publicas de      habita\u00e7\u00e3o implementadas neste per\u00edodo precisam ser melhor estudadas para esclarecer      esses processos e sua import\u00e2ncia na forma\u00e7\u00e3o da cidade.<\/p>\n<p>Por      outro lado duas caracter\u00edsticas desse per\u00edodo, no que se refere a forma\u00e7\u00e3o      urbana da cidade, parecem bastante claras. A primeira \u00e9 que apesar da \u0093invas\u00e3o\u0094      se constituir como um novo mecanismo espont\u00e2neo e desordenado de abertura      de bairros, ele deve ter se orientado em linhas gerais pela localiza\u00e7\u00e3o das      col\u00f4nias agr\u00edcolas e dos bairros que j\u00e1 estavam em forma\u00e7\u00e3o na \u00e9poca em que      ocorreram.<\/p>\n<p>Ou      seja, os bairros oriundos de col\u00f4nias agr\u00edcolas ou equipamentos urbanos que      surgiram no per\u00edodo anterior continuaram atuando como focos de atra\u00e7\u00e3o e fixa\u00e7\u00e3o      dos moradores da cidade.<\/p>\n<p>A      segunda caracter\u00edstica diz respeito ao fato de que muitos dos fen\u00f4menos sociais      que estavam ocorrendo na \u00e1rea florestal do estado passaram a acontecer tamb\u00e9m      em Rio Branco.<\/p>\n<p>\u00c9      o caso, por exemplo, dos confrontos entre lideran\u00e7as populares e grileiros      de terras como os que levaram ao assassinato de Jo\u00e3o Eduardo em 1981, como      j\u00e1 tinham levado a morte de Wilson Pinheiro em 1980 e ainda iria levar ao      atentado a Chico Mendes em 1988, deixando claro que o n\u00edvel de tens\u00e3o social      tanto nas florestas quanto nas cidades acreanas era extremamente alto ent\u00e3o.<\/p>\n<p>Diante      desse contexto n\u00e3o \u00e9 de estranhar que o quadro geral das cidades acreanas      e de Rio Branco em especial tenha sido de degrada\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de vida      em todos os setores. Neste per\u00edodo Rio Branco n\u00e3o cresceu, explodiu. Se ao      longo de 90 anos de sua hist\u00f3ria as din\u00e2micas geradas na cidade tinham dado      origem a pouco mais de uma dezena de bairros, entre 1970 e 1999 esse n\u00famero      iria passar de 150 bairros.<\/p>\n<p>Novos      bairros originados de invas\u00f5es desordenadas sem a m\u00ednima infra-estrutura de      \u00e1gua, saneamento, luz, acesso, al\u00e9m de por vezes estar situados em locais      alag\u00e1veis ou impr\u00f3prios, como nas novas \u00e1reas ocupadas no 2\u00ba Distrito (Cidade      Nova, Taquari, Santa Terezinha\/bostal, etc), ou mesmo a partir de loteamentos      clandestinos e conjuntos residenciais mal projetados e\/ou implantados.<\/p>\n<p>Uma      realidade, enfim, que estabeleceu enormes desafios a serem enfrentados para      a recupera\u00e7\u00e3o da qualidade de vida dos cidad\u00e3os de Rio Branco.<\/p>\n<p><strong>5\u00ba      Per\u00edodo \u0096 1999 \/ 2005 \u0096 O principio do reordenamento urbano<\/strong><\/p>\n<p>Desde      1999 est\u00e3o sendo realizadas diversas interven\u00e7\u00f5es na malha urbana de Rio Branco,      especialmente nas vias estruturantes, que est\u00e3o modificando e melhorando os      fluxos internos da cidade, bem como o acesso aos bairros mais distantes do      centro.<\/p>\n<p>Al\u00e9m      disso, obras de revitaliza\u00e7\u00e3o do centro mais antigo da cidade e de implanta\u00e7\u00e3o      de equipamentos como o Parque da Maternidade parecem apontar o in\u00edcio de um      novo per\u00edodo da hist\u00f3ria da forma\u00e7\u00e3o urbana de Rio Branco, o que s\u00f3 poder\u00e1      se constatado mais corretamente no futuro.<\/p>\n<p>Fonte: www.bibliotecadafloresta.ac.gov.br<\/p>\n<h6>Rio Branco<\/h6>\n<p><strong>Rio      Branco\u00a0<\/strong>\u00e9 a capital      do estado do Acre, na regi\u00e3o norte do Brasil. A cidade \u00e9 a mais populosa do      estado, que concentra quase metade da sua popula\u00e7\u00e3o total.<\/p>\n<p>Conhecer      Rio Branco \u00e9 um privil\u00e9gio para aqueles que admiram o esp\u00edrito guerreiro do      povo amaz\u00f4nico.<\/p>\n<p>A      cidade hoje \u00e9 um dos principais exemplos de persist\u00eancia e amor \u00e0 soberania      nacional. Palco de um passado glorioso, Rio Branco \u00e9 o ber\u00e7o de grandes personalidades      como Marechal Rio Branco e Galvez, o \u0092imperador do Acre \u0092.<\/p>\n<p><strong>Abrigo      dos nordestinos, de estrangeiros e outros que se aventuraram em busca da riqueza      no ciclo da borracha, Rio Branco possui tudo que um turista procura:<\/strong>\u00a0desde      hist\u00f3rias e tradi\u00e7\u00f5es encantadoras at\u00e9 um patrim\u00f4nio cultural deslumbrante.<\/p>\n<p>A      culin\u00e1ria n\u00e3o deixa a desejar e o roteiro tur\u00edstico \u00e9 deslumbrante.<\/p>\n<p>Atualmente,      o lado esquerdo do rio acre, ou 1\u00ba distrito, como \u00e9 conhecido, \u00e9 a parte mais      ativa da cidade. Rio Branco \u00e9 cen\u00e1rio de um encontro ecl\u00e9tico de ra\u00e7as, cren\u00e7as      e costumes. Envolvida pelo espet\u00e1culo vivo da natureza, a capital acreana      oferece belas e diferentes atra\u00e7\u00f5es aos visitantes. Hortos florestais, museus,      pal\u00e1cios, igrejas, teatros, parques e v\u00e1rios outros encantos formam o painel      tur\u00edstico da cidade.<\/p>\n<p>E      a popula\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s de suas manifesta\u00e7\u00f5es culturais faz o dia-a-dia da cidade      ficar mais bonito e mais alegre.<\/p>\n<p>Se      na d\u00e9cada de 70 os nordestinos chegaram na regi\u00e3o em busca da riqueza do l\u00e1tex,      hoje as pessoas que chegam aqui buscam se desenvolver e abrir as portas para      o mercado de trabalho \u00e9 o chamado 4\u00ba ciclo migrat\u00f3rio.<\/p>\n<p>As      particularidades da capital acreana s\u00f3 enriquecem mais ainda a natureza selvagem      e atraente da Amaz\u00f4nia. Rio branco, disputa em hospitalidade, beleza e simpatia      dos nativos com os demais munic\u00edpios, principalmente Xapur\u00ed, um dos principais      p\u00f3los tur\u00edsticos do estado.<\/p>\n<p>Visitar      Rio Branco \u00e9, sem d\u00favida, fazer parte da hist\u00f3ria gloriosa.<\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3ria      do local<\/strong><\/p>\n<p>A      regi\u00e3o, hoje conhecida como munic\u00edpio de Rio Branco teve origem com a chegada      do seringalista Neutel Maia na regi\u00e3o do Acre, em fins de 1882, juntamente      com sua fam\u00edlia e trabalhadores, que trazia para a produ\u00e7\u00e3o de borracha, onde      fundou seu primeiro seringal \u00e0 margem direita do rio Acre, onde hoje est\u00e1      localizada a \u00e1rvore da gameleira, iniciando ali as constru\u00e7\u00f5es de barrac\u00f5es      e barracas, em terras antes ocupadas pelas tribos ind\u00edgenas Aquiris, Canamaris      e Maneteris, dando o nome de Seringal Volta da Empresa, onde hoje est\u00e1 localizado      o chamado Segundo Distrito, por estar assentado onde o rio faz a curva.<\/p>\n<p>Em      seguida, abriu outro seringal na margem esquerda do rio Acre, onde hoje est\u00e1      instalado o Pal\u00e1cio do Governo do Acre, com o nome de Seringal Empresa.<\/p>\n<p>Depois      de terminada a Revolu\u00e7\u00e3o Acreana, ap\u00f3s a assinatura do Tratado de Petr\u00f3polis,      em 17 de novembro de 1903, Cunha Matos, a mando do governo federal, chegou      ao Acre em 18 de agosto de 1904, para governar, como prefeito, o departamento      do Alto Acre at\u00e9 1905.<\/p>\n<p>Cunha      Matos escolheu para montar a sede de sua prefeitura, de forma provis\u00f3ria,      na localidade povoada do seringal Volta da Empresa, \u00e0 margem direita do rio      Acre, no dia 19 de agosto de 1904, passando o local a ser chamado de Vila      Rio Branco no dia 22 de agosto de 1904, onde hoje est\u00e1 localizado o Segundo      Distrito da cidade de Rio Branco.<\/p>\n<p>Em      13 de junho de 1909, o ent\u00e3o prefeito do Departamento do Alto Acre, coronel      Gabino Besouro, mudou a sede da prefeitura para a margem esquerda do rio Acre,      onde hoje funcionam os principais \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos como o Pal\u00e1cio do Governo,      Tribunal de Justi\u00e7a, Assembl\u00e9ia Legislativa e Pal\u00e1cio das Secretarias, nas      terras do seringal Empresa, recebendo o nome de cidade de Pen\u00e1polis, onde      a terra era mais alta, n\u00e3o sujeita \u00e0s alaga\u00e7\u00f5es do rio Acre. Foi uma instala\u00e7\u00e3o      definitiva.<\/p>\n<p>Em      1910, o prefeito Le\u00f4nidas Ben\u00edcio de Melo, assinou uma Resolu\u00e7\u00e3o criando o      munic\u00edpio de Empresa, juntando a Vila Rio Branco (no Seringal Volta da Empresa,      do lado direito do rio Acre) e a localidade de Pen\u00e1polis (Seringal Empresa,      do lado esquerdo do rio Acre).<\/p>\n<p>Em      fevereiro de 1911, o prefeito Deocleciano Coelho de Sousa, adotou novamente      o nome de munic\u00edpio de Pen\u00e1polis.<\/p>\n<p>De      forma definitiva, em 1912, os dois lados da cidade passam a se chamar &#8220;Rio      Branco&#8221;. Em 1920 passa a ser a capital do ent\u00e3o Territ\u00f3rio do Acre.<\/p>\n<p><strong>Clima<\/strong><\/p>\n<p>Rio      Branco possui a menor m\u00e9dia de temperatura anual dentre as capitais da regi\u00e3o      norte. O clima \u00e9 equatorial e varia de 10\u00b0c a 38\u00b0 em dias mais quentes do      ano. As noites sempre atingem a menor temperatura podendo chegar nas madrugadas      \u00e1 22\u00b0c. Geralmente entre maio e agosto a cidade sofre o fen\u00f4meno da friagem,      chegando at\u00e9 temperaturas muito baixas para a regi\u00e3o 15\u00bac.<\/p>\n<p><strong>Lugar<\/strong><\/p>\n<p>Com      uma popula\u00e7\u00e3o de aproximadamente 315 mil habitantes, Rio Branco situa-se em      ambas as margens do rio Acre, rio que tem a nascente no Peru, banhando os      munic\u00edpios de Brasil\u00e9ia, Xapuri e Rio Branco. Rio de \u00e1guas barrentas e piscosas,      no ver\u00e3o \u00e9 prop\u00edcio a banhos e esportes n\u00e1uticos e naveg\u00e1vel at\u00e9 as fronteiras      do Brasil com o Peru e a Bol\u00edvia e com o estado do Amazonas. A vegeta\u00e7\u00e3o natural      \u00e9 composta basicamente por floresta tropical.<\/p>\n<p><strong>Curiosidades<\/strong><\/p>\n<p><strong>Origem      do nome:<\/strong>\u00a0A      capital ganhou este nome em homenagem ao diplomata Bar\u00e3o do Rio Branco, que      junto com Assis Brasil e Jos\u00e9 Pl\u00e1cido de Castro, teve papel de destaque na      Quest\u00e3o do Acre, que culminou com a assinatura do Tratado de Petr\u00f3polis, entre      Brasil e Bol\u00edvia, tratado que garantiu a posse das terras do territ\u00f3rio do      Acre e o direito da explora\u00e7\u00e3o da borracha nesta regi\u00e3o para o Brasil.<\/p>\n<p><strong>Datas      importantes:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>11        de agosto de 1910 &#8211;\u00a0<\/strong>come\u00e7a        a funcionar a primeira ag\u00eancia dos Correios e Tel\u00e9grafos<br \/>\n<strong>11 de fevereiro de 1911 &#8211;<\/strong>\u00a0instala\u00e7\u00e3o        da Esta\u00e7\u00e3o Radiotelegr\u00e1fica<br \/>\n<strong>13 de abril de 1916 &#8211;\u00a0<\/strong>Rio        Branco recebe sua primeira usina el\u00e9trica<br \/>\n<strong>7 de setembro de 1917 &#8211;<\/strong>\u00a0inaugura\u00e7\u00e3o        do primeiro servi\u00e7o telef\u00f4nico<br \/>\n<strong>13 de abril de 1918 &#8211;<\/strong>\u00a0inaugurado        o primeiro hospital de Rio Branco chamado de \u0093Santa Casa de Miseric\u00f3rdia        do Acre\u0094.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte: portalamazonia.locaweb.com.br<\/p>\n<h6>Rio Branco<\/h6>\n<h4>ATRATIVOS<\/h4>\n<p><strong>Lago      do Amap\u00e1 &#8211;\u00a0<\/strong>Lago em      forma de &#8220;U&#8221;. No ver\u00e3o, h\u00e1 incid\u00eancia de praia. O local oferece      pesca, lazer n\u00e1utico, reserva ecol\u00f3gica e camping. Serve tamb\u00e9m para atividades      de lazer n\u00e1utico, contemplativo. \u00c9 um atrativo de grandes potencialidades      tur\u00edsticas, mas ainda pouco explorado pelas comunidades locais e visitantes.      Acesso pela rodovia AC-040 entrando na Estrada do Amap\u00e1 a 8 km do centro da      cidade ou por via fluvial, em barco de pequeno porte, subindo o Rio Acre.<\/p>\n<p><strong>Praia      do Riozinho do Rola &#8211;\u00a0<\/strong>O      Riozinho do Rola \u00e9 um afluente do Rio Acre, adentra a floresta. No ver\u00e3o,      aparecem belas praias de areias claras e \u00e1guas escuras. Na entrada do rio,      existem casas que funcionam como restaurantes, que oferecem comidas t\u00edpicas      da regi\u00e3o. Localiza-se \u00e0 margem direita do Rio Acre, a aproximadamente 2 horas      de barco do centro de Rio Branco.<\/p>\n<p><strong>Praia      do Amap\u00e1 &#8211;<\/strong>\u00a0Com      500m, areias claras e \u00e1rvores frondosas. A melhor temporada \u00e9 entre julho      e agosto quando semanalmente acontecem festivais de m\u00fasica e outros eventos      culturais.<\/p>\n<p>Fica      \u00e0 margem esquerda do Rio Acre a 10 km do centro da capital.<\/p>\n<p><strong>Pal\u00e1cio      Rio Branco &#8211;\u00a0<\/strong>O mais      belo Pal\u00e1cio do Estado foi constru\u00eddo em 1930 no governo do Dr. Hugo Carneiro.      Inspirado na arquitetura grega, tendo sua fachada ornamentada por quatro colunas      j\u00f4nicas, nele est\u00e1 instalada a sede do Governo Estadual. Rua Benjamin Constant,      em frente a Pra\u00e7a Eurico Gaspar Dutra &#8211; Centro.<\/p>\n<p><strong>Museu      da Borracha &#8211;<\/strong>\u00a0\u00c9      um espa\u00e7o cultural, din\u00e2mico, destinado a coletar, pesquisar, conservar, expor      e divulgar a cultura do Acre para fins de estudo, educa\u00e7\u00e3o e lazer. O acervo      do museu re\u00fane pe\u00e7as de Arqueologia, Paleontologia, Hist\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o de manuscritos      e documentos referentes \u00e0 Hist\u00f3ria do Acre. Av. Cear\u00e1, 1177 &#8211; Centro.<\/p>\n<p><strong>Teatro      Pl\u00e1cido de Castro &#8211;\u00a0<\/strong>Constru\u00eddo      em estilo moderno em 1990 tem capacidade para 507 lugares e 120 vagas para      estacionamento. Freq\u00fcentemente s\u00e3o realizados shows com artistas e de outros      Estados. Av. Get\u00falio Vargas, s\/n &#8211; Vila Ivonete.<\/p>\n<p><strong>Horto      Florestal &#8211;\u00a0<\/strong>Em uma      \u00e1rea de 17 hectares, h\u00e1 algumas esp\u00e9cies da flora amaz\u00f4nica, um lago com 50m      de extens\u00e3o, quadra de esportes, chuveiros coletivos, playground, pista de      cooper, parque infantil, quadra de v\u00f4lei, campo de futebol society, restaurantes      e instala\u00e7\u00f5es para piqueniques. \u00c9 administrado pela Prefeitura de Rio Branco.      Localiza-se no Bairro da Vila Ivonete, a 03 km do centro da cidade, com acesso      atrav\u00e9s da Av. Get\u00falio Vargas ou pela Rua Ant\u00f4nio da Rocha Viana.<\/p>\n<p><strong>Parque      Ambiental Chico Mendes &#8211;<\/strong>\u00a0Possui      zool\u00f3gico, trilhas e ciclovia. A metade de seus 52 hectares \u00e9 coberta por      floresta prim\u00e1ria, de exuberante vegeta\u00e7\u00e3o e diversificada fauna. No restante      da \u00e1rea, a Prefeitura instalou equipamentos adequados ao lazer e ao turismo.      Pr\u00f3ximo \u00e0 estrada est\u00e3o o Memorial Chico Mendes, o campo de futebol, o mirante,      as quadras de areia e o in\u00edcio da ciclovia. Nas trilhas existentes no interior      da floresta encontram-se aspectos da vida e da cultura amaz\u00f4nica como coloca\u00e7\u00e3o      do seringueiro, maloca ind\u00edgena, quadros de lendas regionais e recintos com      animais silvestres. Rodovia AC-040, km 7, nas proximidades da Vila Acre, a      10 km do centro.<\/p>\n<p><strong>Parque      Capit\u00e3o Cir\u00edaco &#8211;\u00a0<\/strong>O      parque cont\u00e9m dezenas de seringueiras nativas e esp\u00e9cies da flora amaz\u00f4nica,      prot\u00f3tipo de uma Casa de Seringueiro com o defumador do l\u00e1tex. Bastante visitado      pela comunidade local para caminhadas com pistas de cooper, parque infantil      e quadra de v\u00f4lei. \u00c9 administrado pela Prefeitura de Rio Branco. Localizado      no 2\u00ba Distrito, pr\u00f3ximo \u00e0 Ponte Cel. Sebasti\u00e3o Dantas.<\/p>\n<p><strong>Parque      Z\u00f4obot\u00e2nico &#8211;<\/strong>\u00a0Desenvolve      in\u00fameras atividades relacionadas ao estudo, manejo, preserva\u00e7\u00e3o e reposi\u00e7\u00e3o      de fauna e flora regionais. O parque cont\u00e9m v\u00e1rias esp\u00e9cies vegetais da floresta      tropical, havendo inclusive, um trecho de floresta virgem. Oferece caminhadas,      pesquisas cient\u00edficas, passeios pelas estradas de seringa onde se v\u00ea os utens\u00edlios      utilizados pelos seringueiros para extra\u00e7\u00e3o do l\u00e1tex, observar o processo      de defuma\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o da p\u00e9la de borracha defumada. Com potencial tur\u00edstico      para passeios pelas estradas de seringa existentes no local, al\u00e9m de poder      conhecer a variedade de esp\u00e9cies da flora tropical.<\/p>\n<p>Campus      Universit\u00e1rio da UFAC, com acesso pela BR-364, sentido de Sena Madureira,      \u00e0 altura do km 05.<\/p>\n<p><strong>Reserva      Extrativista Figueira &#8211;<\/strong>\u00a0Tem      capacidade para assentar 380 fam\u00edlias, sendo 109 em atividade de seringueiro.      Localizada \u00e0s margens do Igarap\u00e9 Riozinho do Andir\u00e1, a uma dist\u00e2ncia de 55      km da cidade de Rio Branco.<\/p>\n<p><strong>Rio      Acre &#8211;\u00a0<\/strong>Tem sua nascente      no Peru banhando os munic\u00edpios de Brasil\u00e9ia, Xapuri e Rio Branco, desembocando      no Rio Purus (Amazonas). Banha a cidade de Rio Branco dividindo-a em dois      distritos. No ver\u00e3o (julho-setembro) \u00e9 prop\u00edcio a banhos e esportes n\u00e1uticos,      \u00e9 naveg\u00e1vel at\u00e9 \u00e0s fronteiras do Brasil com Peru e Bol\u00edvia e com o Estado      do Amazonas.<\/p>\n<p><strong>No      per\u00edodo do ver\u00e3o formam-se diversas praias ao longo do seu curso, entre as      quais destacam-se:<\/strong>\u00a0Praia      do Amap\u00e1, Praia do Riozinho do Rola entre outros.<\/p>\n<p><strong>Seringal      Nativo &#8211;\u00a0<\/strong>Pr\u00f3prio      para caminhadas pela floresta e visita\u00e7\u00f5es ao barrac\u00e3o (antiga resid\u00eancia      do seringalista), casa do seringueiro, estrada de seringa. A penetra\u00e7\u00e3o na      floresta \u00e9 feita por caminhos estreitos, acompanhados por \u00e1rvores de diferentes      esp\u00e9cies e vegeta\u00e7\u00e3o de menor porte. Localizado \u00e0s margens do Rio Acre, perto      da praia do Amap\u00e1, com acesso atrav\u00e9s de barcos de pequenos porte, pelo Rio      Acre, ou pela estrada AC-040 a 8 km do centro da cidade.<\/p>\n<p><strong>Cacimb\u00e3o      da Capoeira &#8211;<\/strong>\u00a0Fundado      em 1927, por Hugo Carneiro e tombado pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico em 1984. O      cacimb\u00e3o ficava al\u00e9m da zona urbana e fornecia \u00e1gua pot\u00e1vel \u00e0s resid\u00eancias      atrav\u00e9s dos aguadeiros que transportavam nos ombros ou no lombo de burros.      Rua Manoel Cez\u00e1rio, s\/n &#8211; Bairro Capoeira.<\/p>\n<p><strong>Casa      do Seringueiro &#8211;<\/strong>\u00a0Criada      pela Funda\u00e7\u00e3o Cultural do Acre, o acervo re\u00fane fotos, quadros, maquete de      uma coloca\u00e7\u00e3o dos seringueiros, r\u00e9plica de um defumador de l\u00e1tex e da casa      do seringueiro, al\u00e9m de quadros retratando Chico Mendes. Av. Brasil, 216 &#8211;      Centro.<\/p>\n<p><strong>Cine      Teatro Recreio &#8211;<\/strong>\u00a0Constru\u00eddo      em alvenaria e madeira de lei, em estilo pr\u00f3prio da \u00e9poca, no per\u00edodo \u00e1ureo      da borracha, foi local de grandes apresenta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas e culturais. Considerado      Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico do Acre, continua com as caracter\u00edsticas arquitet\u00f4nicas      da \u00e9poca. Passou por uma reforma e foi reinaugurado em 1987. Rua Senador Eduardo      Assmar, s\/n &#8211; 2\u00ba Distrito<\/p>\n<p><strong>Catedral      Nossa Senhora de Nazar\u00e9 &#8211;<\/strong>\u00a0Constru\u00e7\u00e3o      em estilo romano. No seu interior, possui tr\u00eas naves separadas com 36 vitrais      coloridos na parte superior e 11 na inferior, doados por fam\u00edlias acreanas;      um mausol\u00e9u protegido com grades de ferro, com l\u00e1pide demarcativa em granito,      guarda os restos mortais do Bispo Dom Giocondo Maria Grotti. Pra\u00e7a da Catedral      &#8211; Centro.<\/p>\n<p><strong>Gameleira      &#8211;\u00a0<\/strong>\u00c9 considerada \u00e1rvore      hist\u00f3rica e em 1981 foi tombada, transformando-se num Monumento Hist\u00f3rico.      J\u00e1 existia quando surgiram os primeiros povoadores da cidade e duas batalhas      da Revolu\u00e7\u00e3o Acreana se travaram ao seu redor. Rua Cunha Matos &#8211; 2\u00ba Distrito.<\/p>\n<p><strong>Igrejinha      de Ferro \u0096\u00a0<\/strong>Para      cumprir promessa a Nossa Senhora, caso Pl\u00e1cido de Castro sa\u00edsse vitorioso      da Revolu\u00e7\u00e3o Acreana, Joaquim Victor juntamente com seus seringueiros, construiu      um monumento eterno, em homenagem a Nossa Senhora. As pe\u00e7as foram pr\u00e9-fabricadas      na Alemanha e montadas por dois engenheiros alem\u00e3es &#8211; chapas galvanizadas,      firmadas por parafusos engraxados, com duas paredes, sendo a externa escalonada,      para evitar o calor da regi\u00e3o, o assoalho, tamb\u00e9m de ferro, torre, altar e      alguns bancos-. Rua Col\u00f4mbia &#8211; Bosque &#8211; 4.\u00ba Batalh\u00e3o de Infantaria e Selva.<\/p>\n<p><strong>L\u00e1pide      \u00e0 Pl\u00e1cido de Castro &#8211;<\/strong>\u00a0Constru\u00edda      por admiradores e amigos em homenagem ao grande her\u00f3i da Revolu\u00e7\u00e3o Acreana,      que participou da consolida\u00e7\u00e3o do Acre como terras brasileiras. O acesso a      esse local pode ser feito de carro, pela estrada do Amap\u00e1 ou de barco de pequeno      porte, subindo o Rio Acre.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a      dos Seringueiros &#8211;\u00a0<\/strong>Aos      domingos v\u00e1rios artistas mostram seus trabalhos e a cultural regional. \u00c9 tamb\u00e9m      em frente a esta pra\u00e7a que se realiza de maio a outubro, a feira de artesanato      e comidas t\u00edpicas na &#8220;Feirinha de Artesanato&#8221;.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a      dos Tocos &#8211;<\/strong>\u00a0Tamb\u00e9m      conhecida como Pra\u00e7a da Catedral, \u00e9 um local apraz\u00edvel, situada entre outros      atrativos hist\u00f3ricos como a Catedral de Nossa Senhora de Nazar\u00e9, a Assembl\u00e9ia      Legislativa, o F\u00f3rum da Comarca de Rio Branco e o Tribunal de Justi\u00e7a. Localizada      no centro da cidade.<\/p>\n<p><strong>Quartel      da Pol\u00edcia Militar &#8211;\u00a0<\/strong>\u00c9      um dos pr\u00e9dios mais imponentes do &#8220;Acre antigo&#8221;, foi sede da Guarda      Territorial. Quando o Acre se tornou Estado, o pr\u00e9dio tornou-se sede do Quartel      da Pol\u00edcia Militar. Em frente ao quartel, est\u00e1 localizada a Pra\u00e7a Rodrigues      Alves (Pl\u00e1cido de Castro), que \u00e9 a mais estruturada e arborizada da cidade.      Ao lado est\u00e1 localizada a sede da Prefeitura Municipal de Rio Branco. Fica      entre a Av. Brasil e a Rua Rui Barbosa, no centro da cidade.<\/p>\n<p><strong>Sala      H\u00e9lio Melo &#8211;<\/strong>\u00a0A      sala \u00e9 dedicada ao pintor H\u00e9lio Melo. Nela est\u00e3o expostos quadro do artista      que leva seu nome, retratando a floresta Amaz\u00f4nica em todos os aspectos. Seus      quadros s\u00e3o pintados, a partir da extra\u00e7\u00e3o do sumo das plantas da floresta.      Av. Brasil, 216 &#8211; Centro.<\/p>\n<h4>COMO      CHEGAR<\/h4>\n<p>Rio      Branco possui com dois aeroportos internacionais o de Rio Branco e o Presidente      M\u00e9dici, est\u00e1 ligado \u00e0s demais capitais brasileiras. O acesso por via rodovi\u00e1ria      pode ser feito pelas rodovias BR- 364, BR-317, AC-090, AC-040 e AC-010. Ainda      por via fluvial, Rio Branco se liga com os Estados do Amazonas e Par\u00e1.<\/p>\n<p>Fonte: www.portaldehospedagem.com.br<\/p>\n<h6>Rio Branco<\/h6>\n<p>A      por\u00e7\u00e3o territorial que hoje corresponde o Munic\u00edpio de\u00a0<strong>Rio      Branco<\/strong>, inicialmente sede do departamento do Alto Acre, foi formada      como entreposto comercial avan\u00e7ado da economia mercantil da borracha, e reconhecida      desde as primeiras expedi\u00e7\u00f5es realizadas pelo sertanista Manoel Urbano da      Encarna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em      28\/12\/1882, foi explorada por Neutel Maia, que se instalou no mais importante      aglomerado da localidade, o seringal Empresa, situado a margem direita do      Rio Acre, onde havia grande concentra\u00e7\u00e3o de seringais e onde era extra\u00eddo      o melhor l\u00e1tex e produzida a maior quantidade de borracha do Alto Purus.<\/p>\n<p>Com      Coordenadas Geogr\u00e1ficas de 9 \u00b058\u009229\u0092\u0092 (s) e 67\u00b0 48\u009236\u0092\u0092      (W.Gr) e uma altitude de 152,5 m, Rio Branco situa-se em ambas as margens      do Rio Acre, sua topografia a direita (na regi\u00e3o hoje denominada por 2 Distrito)      formada por imensa plan\u00edcie de aluvi\u00e3o, enquanto que o solo a margem esquerda,      caracteriza-se por sucess\u00e3o de aclives suaves.<\/p>\n<p><strong>Aspectos      Geol\u00f3gicos e Geomorfol\u00f3gicos<\/strong><\/p>\n<p>Cerca      de 90% dos sedimentos da Bacia do Acre s\u00e3o de idade terci\u00e1ria de origem continental      fluvial, tendo sido estudados sob denomina\u00e7\u00f5es diversas, como a Forma\u00e7\u00e3o de      Pebas Manaus, Puca e Rio Branco. Delas a mais conhecida \u00e9 a Forma\u00e7\u00e3o Solim\u00f5es.<\/p>\n<p>Segundo      o Projeto RADAMBRASIL (1976), encontramos no Acre, especialmente em Rio Branco,      um quadro de aproximadamente 95% da \u00e1rea abrangida pela folha SC-19-Rio Branco,      recoberta por uma seq\u00fc\u00eancia cenoz\u00f3ica de ambiente tipicamente continental      fluvial. S\u00e3o os sedimentos pliopleistoc\u00eanicos da Forma\u00e7\u00e3o Solim\u00f5es.<\/p>\n<p>Ao      longo de cursos fluviais como o rio Acre, s\u00e3o identificados aluvi\u00f5es depositados      no holoceno e atuais. Portanto, os dep\u00f3sitos sedimentares que caracterizam      a \u00e1rea pertencem a uma prov\u00edncia geol\u00f3gica de idade cenoz\u00f3ica.<\/p>\n<p>A      Forma\u00e7\u00e3o Solim\u00f5es \u00e9 composta por sedimentos t\u00edpicos de plan\u00edcie de inunda\u00e7\u00e3o,      apresentando estratifica\u00e7\u00f5es cruzadas, estrutura laminar em argilitos, siltitos      acamados e em lentes, arenitos finos e grosseiros em lentes ou interditados      com siltitos e argilitos, etc.<\/p>\n<p>Com      alguma regularidade as rochas afloram em forma de pared\u00f5es \u00edngremes, em alguns      trechos nas margens do rio Acre, oferecendo o aspecto de fal\u00e9sias fluviais.      Em outros trechos, seus sedimentos apresentam-se recobertos p\u00ealos aluvi\u00f5es      recentes e, portanto, n\u00e3o aflorados.<\/p>\n<p>\u00c9      tamb\u00e9m visto a n\u00e3o exist\u00eancia, nos arredores de Rio Branco, de afloramentos      cristalinos afirmando que \u0093rochas sedimentares com ampla predomin\u00e2ncia      de arenitos comp\u00f5em o plat\u00f4 acreano, n\u00e3o se apontando a exist\u00eancia de Rochas      Cristalinas\u0094.<\/p>\n<p><strong>Aspectos      Pedol\u00f3gicos<\/strong><\/p>\n<p><strong>A      an\u00e1lise feita pelo RADAMBRASIL folha de Rio Branco evid\u00eancia a presen\u00e7a de      cinco associa\u00e7\u00f5es de solos que recobrem os arredores de Rio Branco:<\/strong><\/p>\n<p>Latossolo      vermelho amarelo distr\u00f3fico com caracter\u00edsticas marcantes de \u00f3xido hidratados      de ferro, alum\u00ednio e vari\u00e1vel propor\u00e7\u00e3o de argila. S\u00e3o solos concrecion\u00e1rios      later\u00edticos de textura argilosa; &#8211; Podz\u00f3lico vermelho amarelo eutr\u00f3fico, tem      como sedimentos predominantes, argilitos, siltitos argilosos carbonatados.<\/p>\n<p>N\u00e3o      s\u00e3o hidromorfos, e s\u00e3o caracterizados por apresentar um horizonte B textual      com fra\u00e7\u00f5es argilosas; &#8211; Podz\u00f3lico vermelho amarelo \u00e1lico, s\u00e3o solos de profundidade      m\u00e9dia, bem arenado e com grau de estrutura fraca e moderada, na forma geralmente      granular.<\/p>\n<p>Possui      alto grau de acidez e presen\u00e7a de alum\u00ednio; &#8211; Solos hidrom\u00f3rficos gleyzados      eutr\u00f3ficos e \u00e1licos, s\u00e3o desenvolvidos sobre sedimentos recentes (quatern\u00e1rio)      de textura argilo-siltosa, com cores influenciadas pelo processo de redu\u00e7\u00e3o      do ferro e pela satura\u00e7\u00e3o com a umidade; &#8211; Solos hidrom\u00f3rficos gleyzados eutr\u00f3ficos,      solos que foram origin\u00e1rios a partir dos sedimentos da Forma\u00e7\u00e3o Solim\u00f5es no      per\u00edodo plio-pleistoceno.<\/p>\n<p><strong>Aspectos      Topogr\u00e1ficos<\/strong><\/p>\n<p>Atopografia      de Rio Branco apresenta-se facilmente observ\u00e1vel em v\u00e1rios n\u00edveis de eros\u00e3o      e terra\u00e7os. Isto \u00e9 observado ao longo de grande n\u00famero de meandros encaixados      \u0096 o modelo regional, resultando uma paisagem ondulada, principalmente      pelo afundamento do Rio Acre.<\/p>\n<p>Aqui      identifica-se v\u00e1rios n\u00edveis altiplanim\u00e9tricos, sendo os mais elevados entre      as cotas (m\u00e9dias) de 150 a 170 m de altitude na margem esquerdo do Rio Acre      e sobre os quais a cidade se expandiu mais recentemente. Os n\u00edveis mais baixos      est\u00e3o situados em \u00e1reas pr\u00f3ximas \u00e0s margens direita do Rio Acre com cotas      de 125 a 150 m de altitude, com sua plan\u00edcie aluvial sujeita a inunda\u00e7\u00f5es      peri\u00f3dicas.<\/p>\n<p><strong>Hidrografia<\/strong><\/p>\n<p>O      principal rio da rede de drenagem do munic\u00edpio de Rio Branco \u00e9 o Rio Acre,      que apresenta uma hierarquiza\u00e7\u00e3o fluvial relativamente homog\u00eanea, predominando      na maior parte das sub-bacias um grande n\u00fameros de canais de primeira ordem,      alguns destes chegam mesmo a secar na \u00e9poca de estiagem, sendo ocasionado      ora pela baixa pluviosidade nos meses de junho a agosto, ora pelo desmatamento      ao longo destes canais, pois secam em fun\u00e7\u00e3o da quebra do seu equil\u00edbrio natural.<\/p>\n<p>A      \u00e1rea da bacia de drenagem do Rio Acre em sua totalidade \u00e9 de aproximadamente      609,15 km2 dos quais 287 km2 est\u00e3o no munic\u00edpio de Rio Branco compreendendo      14 sub-bacias de caracter\u00edsticas dentr\u00edticas. O Rio Acre apresenta um perfil      longitudinal complexo predominando o percurso meandrante, embora possua alguns      trechos consider\u00e1veis de forma retil\u00ednea \u0096 os estir\u00f5es, segundo conhecimento      popular da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Deve-se      considerar \u00e9 a morfometria das sub-bacias, principalmente naquelas que ocorrem      dentro ou nos arredores da \u00e1rea urbana. N\u00e3o existe um par\u00e2metro de refer\u00eancia      como modelo geral, mas um aspecto bastante discordante quanto a densidade      de drenagem e quanto ao comprimento total dos canais. Por exemplo, os canais      dos igarap\u00e9s S\u00e3o Francisco e Liberdade.<\/p>\n<p>O      primeiro apresentando um percurso de 115,6 km e uma densidade de drenagem      de 1,37 km\/km2 , enquanto o segundo, bem menor em seu percurso (2,6 km), quase      mant\u00e9m a mesma capacidade de drenagem que \u00e9 de 1,32 km\/km2. Da\u00ed, a pequena      flutua\u00e7\u00e3o, o que influi sobremaneira para a caracteriza\u00e7\u00e3o de um par\u00e2metro      geral.<\/p>\n<p>O      Rio Acre, afluente direto do Rio Purus. Por sua extens\u00e3o e pelo seu caudal,      constitui-se no maior representante de drenagem nessa unidade. Tem uma din\u00e2mica      geomorfol\u00f3gica muito comum \u0096 o deslizamento das suas margens, o que est\u00e1      relacionado \u00e0s varia\u00e7\u00f5es de regime fluvial de cheias e vazantes. Este fen\u00f4meno      ocorre, comumente, no per\u00edodo das enchentes.<\/p>\n<p>Quando      as \u00e1guas come\u00e7am a baixar, a press\u00e3o hidrost\u00e1tica diminui e a \u00e1gua anteriormente      retida nas margens \u00e9 liberada. Com isso, o deslizamento que ocorre nas suas      margens configura patamares desmoronados. Em Rio Branco estes contribuem para      o assoreamento do leito normal do Rio Acre influenciando o regime e a extens\u00e3o      das cheias sazonais que caracterizam a inunda\u00e7\u00e3o parcial das \u00e1reas urbanas      da cidade.<\/p>\n<p>O      Igarap\u00e9 S\u00e3o Francisco, com percurso de 115,6 km2 e densidade de drenagem de      1,37 km\/km2, \u00e9 de grande import\u00e2ncia por ser, a exce\u00e7\u00e3o do Rio Acre, o principal      coletor da bacia hidrogr\u00e1fica do s\u00edtio urbano de Rio Branco. Est\u00e1 bastante      degradado devido o desmatamento de suas margens para a ocupa\u00e7\u00e3o humana e tamb\u00e9m      pela polui\u00e7\u00e3o de suas \u00e1guas por estar servindo de dep\u00f3sito de lixo e esgoto      a c\u00e9u aberto.<\/p>\n<p>O      Igarap\u00e9 Judia possui um percurso de 26 km, possui um escoamento de drenagem      do tipo dentr\u00edtica. Encontra-se bastante polu\u00eddo.<\/p>\n<p>Canal      da Maternidade, este encontra-se totalmente polu\u00eddo, quase morto, por cortar      a cidade \u00e9 coletor de lixo servindo de esgoto a c\u00e9u aberto.<\/p>\n<p>No      comum, os rios e igarap\u00e9s de Rio Branco s\u00e3o bastante sinuosos, escoando em      estreitas plan\u00edcies fluviais de deposi\u00e7\u00e3o, com o regime fluviom\u00e9trico obedecendo      ao regime pluviom\u00e9trico alternando assim per\u00edodos de cheias e vazantes. Os      per\u00edodos de cheias apresentam, conforme intensidade das chuvas, enchentes      de diferentes magnitudes.<\/p>\n<p>A      forma\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica e geomorfol\u00f3gica s\u00e3o indicadores de rios de \u00e1guas brancas,      com grande concentra\u00e7\u00e3o de material s\u00f3lido em suspens\u00e3o, oriundos dos processos      hidroerosivo da corrente sobre as margens. Hidrografia<\/p>\n<p>O      principal rio da rede de drenagem do munic\u00edpio de Rio Branco \u00e9 o Rio Acre,      que apresenta uma hierarquiza\u00e7\u00e3o fluvial relativamente homog\u00eanea, predominando      na maior parte das sub-bacias um grande n\u00fameros de canais de primeira ordem,      alguns destes chegam mesmo a secar na \u00e9poca de estiagem, sendo ocasionado      ora pela baixa pluviosidade nos meses de junho a agosto, ora pelo desmatamento      ao longo destes canais, pois secam em fun\u00e7\u00e3o da quebra do seu equil\u00edbrio natural.<\/p>\n<p>A      \u00e1rea da bacia de drenagem do Rio Acre em sua totalidade \u00e9 de aproximadamente      609,15 km2 dos quais 287 km2 est\u00e3o no munic\u00edpio de Rio Branco compreendendo      14 sub-bacias de caracter\u00edsticas dentr\u00edticas. O Rio Acre apresenta um perfil      longitudinal complexo predominando o percurso meandrante, embora possua alguns      trechos consider\u00e1veis de forma retil\u00ednea \u0096 os estir\u00f5es, segundo conhecimento      popular da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Deve-se      considerar \u00e9 a morfometria das sub-bacias, principalmente naquelas que ocorrem      dentro ou nos arredores da \u00e1rea urbana. N\u00e3o existe um par\u00e2metro de refer\u00eancia      como modelo geral, mas um aspecto bastante discordante quanto a densidade      de drenagem e quanto ao comprimento total dos canais. Por exemplo, os canais      dos igarap\u00e9s S\u00e3o Francisco e Liberdade.<\/p>\n<p>O      primeiro apresentando um percurso de 115,6 km e uma densidade de drenagem      de 1,37 km\/km2 , enquanto o segundo, bem menor em seu percurso (2,6 km), quase      mant\u00e9m a mesma capacidade de drenagem que \u00e9 de 1,32 km\/km2. Da\u00ed, a pequena      flutua\u00e7\u00e3o, o que influi sobremaneira para a caracteriza\u00e7\u00e3o de um par\u00e2metro      geral.<\/p>\n<p>O      Rio Acre, afluente direto do Rio Purus. Por sua extens\u00e3o e pelo seu caudal,      constitui-se no maior representante de drenagem nessa unidade. Tem uma din\u00e2mica      geomorfol\u00f3gica muito comum \u0096 o deslizamento das suas margens, o que est\u00e1      relacionado \u00e0s varia\u00e7\u00f5es de regime fluvial de cheias e vazantes. Este fen\u00f4meno      ocorre, comumente, no per\u00edodo das enchentes.<\/p>\n<p>Quando      as \u00e1guas come\u00e7am a baixar, a press\u00e3o hidrost\u00e1tica diminui e a \u00e1gua anteriormente      retida nas margens \u00e9 liberada. Com isso, o deslizamento que ocorre nas suas      margens configura patamares desmoronados. Em Rio Branco estes contribuem para      o assoreamento do leito normal do Rio Acre influenciando o regime e a extens\u00e3o      das cheias sazonais que caracterizam a inunda\u00e7\u00e3o parcial das \u00e1reas urbanas      da cidade.<\/p>\n<p>O      Igarap\u00e9 S\u00e3o Francisco, com percurso de 115,6 km2 e densidade de drenagem de      1,37 km\/km2, \u00e9 de grande import\u00e2ncia por ser, a exce\u00e7\u00e3o do Rio Acre, o principal      coletor da bacia hidrogr\u00e1fica do s\u00edtio urbano de Rio Branco. Est\u00e1 bastante      degradado devido o desmatamento de suas margens para a ocupa\u00e7\u00e3o humana e tamb\u00e9m      pela polui\u00e7\u00e3o de suas \u00e1guas por estar servindo de dep\u00f3sito de lixo e esgoto      a c\u00e9u aberto.<\/p>\n<p>O      Igarap\u00e9 Judia possui um percurso de 26 km, possui um escoamento de drenagem      do tipo dentr\u00edtica. Encontra-se bastante polu\u00eddo.<\/p>\n<p>Canal      da Maternidade, este encontra-se totalmente polu\u00eddo, quase morto, por cortar      a cidade \u00e9 coletor de lixo servindo de esgoto a c\u00e9u aberto.<\/p>\n<p>No      comum, os rios e igarap\u00e9s de Rio Branco s\u00e3o bastante sinuosos, escoando em      estreitas plan\u00edcies fluviais de deposi\u00e7\u00e3o, com o regime fluviom\u00e9trico obedecendo      ao regime pluviom\u00e9trico alternando assim per\u00edodos de cheias e vazantes. Os      per\u00edodos de cheias apresentam, conforme intensidade das chuvas, enchentes      de diferentes magnitudes.<\/p>\n<p>A      forma\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica e geomorfol\u00f3gica s\u00e3o indicadores de rios de \u00e1guas brancas,      com grande concentra\u00e7\u00e3o de material s\u00f3lido em suspens\u00e3o, oriundos dos processos      hidroerosivo da corrente sobre as margens.<\/p>\n<p><strong>O      atual aspecto econ\u00f4mico do turismo em Rio Branco<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o      podemos deixar de notar o grande resultado que o turismo vem trazendo para      a economia, esse efeito \u00e9 sem d\u00favida gerado com o planejamento Tur\u00edstico que      vem sendo desenvolvido ao longo dos anos. Estados v\u00eam se beneficiando com      investimento em infra-estrutura e na valoriza\u00e7\u00e3o da sua cultura e do seu produto,      resultando sucesso na economia.<\/p>\n<p>\u00c9      fundamental que os investimentos sejam aplicados na busca de melhores condi\u00e7\u00f5es      para a pr\u00f3pria sociedade local, visando tamb\u00e9m uma melhor qualidade de vida      para seus habitantes e por conseq\u00fc\u00eancia, acabam atraindo n\u00e3o s\u00f3 turistas,      mas m\u00e3o-de-obra qualificada para atender suas necessidades lazer, cultura      e neg\u00f3cios, gerando empregos e tamb\u00e9m outros tipos de investimento para a      cidade.<\/p>\n<p>Praticar      e falar sobre turismo em Rio Branco ainda \u00e9 de pouco conhecimento, a pr\u00e1tica      de oportunismo tur\u00edstico local \u00e9 um dos problemas que atrasam o desenvolvimento      e investimento para Rio Branco.<\/p>\n<p>Esse      quadro tende a se reverter na medida em que aumenta a necessidade de aperfei\u00e7oar      essa pratica na cidade. Um bom investimento na estrutura, melhoria na qualidade      de servi\u00e7os e uma dose de marketing s\u00e3o fatores primordiais para essa conquista.<\/p>\n<p><strong>Alan      Maia Assad<\/strong><\/p>\n<h4 class=\"imagem\"><strong>Hino      de Rio Branco<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><strong>Letra:\u00a0<\/strong>SANDOVAL      TEIXEIRA DOS SANTOS<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong>M\u00fasica:<\/strong>\u00a0JO\u00c3O      C\u00c9SAR DE MORAIS<\/p>\n<blockquote>\n<p class=\"imagem\">Neutel        Maia o bravo fundador<br \/>\n       Desta cidade de encanto, altaneira<br \/>\n       Nossa Rio Branco t\u00e3o linda e brasileira<br \/>\n       Em seu Estado desfralda pela bandeira.<\/p>\n<p class=\"imagem\">(estribilho)<\/p>\n<p class=\"imagem\">De        sua gente forte e viril<br \/>\n       Feitos hist\u00f3ricos engrandecem o Brasil<br \/>\n       Contemplaremos o porvir aben\u00e7oado<br \/>\n       Assim seremos pelo Deus amados.<\/p>\n<p class=\"imagem\">Este        grande munic\u00edpio brasileiro<br \/>\n       Vinte e oito de dezembro a funda\u00e7\u00e3o<br \/>\n       Mil novecentos e oitenta e dois o ano<br \/>\n       Se comemora o centen\u00e1rio em ova\u00e7\u00e3o.<br \/>\n       (BIS)<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4 class=\"imagem\"><strong>Hino      Acreano<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><strong>Letra:\u00a0<\/strong>Francisco      Mangabeira<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong>M\u00fasica:\u00a0<\/strong>Mozart      Donizetti<\/p>\n<blockquote>\n<p class=\"imagem\">Que        este sol a brilhar soberano<br \/>\n       Sobre as matas que o v\u00eaem com amor<br \/>\n       Encha o peito de todo acreano<br \/>\n       De nobreza, const\u00e2ncia e valor&#8230;<br \/>\n       Invenc\u00edveis e grandes na guerra,<br \/>\n       Imitemos o exemplo sem par<br \/>\n       Do amplo rio que briga com a terra<br \/>\n       Vence-a e entra brigando com o mar<\/p>\n<p class=\"imagem\">Fulge        um astro na nossa bandeira<br \/>\n       Que foi tinto no sangue de her\u00f3is<br \/>\n       Adoremos na estrela altaneira<br \/>\n       O mais belo e o melhor dos far\u00f3is<\/p>\n<p class=\"imagem\">Triunfantes        da luta voltando<br \/>\n       Temos n&#8217;alma os encantos do c\u00e9u<br \/>\n       E na fronte serena, radiante,<br \/>\n       Imortal e sagrado trof\u00e9u<br \/>\n       O Brasil a exultar acompanha<br \/>\n       Nossos passos portanto \u00e9 subir<br \/>\n       Que da gl\u00f3ria a divina montanha<br \/>\n       Tem no cimo o arrebol do porvir<\/p>\n<p class=\"imagem\">Fulge        um astro na nossa bandeira<br \/>\n       Que foi tinto no sangue de her\u00f3is<br \/>\n       Adoremos na estrela altaneira<br \/>\n       O mais belo e o melhor dos far\u00f3is<\/p>\n<p class=\"imagem\">Possu\u00edmos        um bem conquistado<br \/>\n       Nobremente com armas na m\u00e3o<br \/>\n       Se o afrontarem, de cada soldado<br \/>\n       Surgir\u00e1 de repente um le\u00e3o<br \/>\n       Liberdade \u00e9 o querido tesouro<br \/>\n       Que depois do lutar nos seduz<br \/>\n       Tal o rio que rola, o sol de ouro<br \/>\n       Lan\u00e7a um manto sublime de luz<\/p>\n<p class=\"imagem\">Fulge        um astro na nossa bandeira<br \/>\n       Que foi tinto no sangue de her\u00f3is<br \/>\n       Adoremos na estrela altaneira<br \/>\n       O mais belo e o melhor dos far\u00f3is<\/p>\n<p class=\"imagem\">Vamos        ter como pr\u00eamio da guerra<br \/>\n       Um consolo que as penas desfaz<br \/>\n       Vendo as flores do amor sobre a terra<br \/>\n       E no c\u00e9u o arco-\u00edris da paz<br \/>\n       As esposas e m\u00e3es carinhosas<br \/>\n       A esperarem nos lares fi\u00e9is<br \/>\n       Atapetam a porta de rosas<br \/>\n       E cantando entretecem laur\u00e9is<\/p>\n<p class=\"imagem\">Fulge        um astro na nossa bandeira<br \/>\n       Que foi tinto no sangue de her\u00f3is<br \/>\n       Adoremos na estrela altaneira<br \/>\n       O mais belo e o melhor dos far\u00f3is<\/p>\n<p class=\"imagem\">Mas        se audaz estrangeiro algum dia<br \/>\n       Nossos brios de novo ofender<br \/>\n       Lutaremos com a mesma energia<br \/>\n       Sem recuar, sem cair, sem temer<br \/>\n       E ergueremos, ent\u00e3o, destas zonas<br \/>\n       Um tal canto vibrante e viril<br \/>\n       Que ser\u00e1 como a voz do Amazonas<br \/>\n       Ecoando por todo o Brasil<br \/>\n       Fulge um astro na nossa bandeira<br \/>\n       Que foi tinto no sangue de her\u00f3is<br \/>\n       Adoremos na estrela altaneira<br \/>\n       O mais belo e o melhor dos far\u00f3is.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte: www.oguiariobranco.com.br<\/p>\n<h6>Rio Branco<\/h6>\n<p><strong>Capital:<\/strong>\u00a0Rio      Branco<\/p>\n<p><strong>\u00c1rea:<\/strong>\u00a0152.522      km\u00b2<\/p>\n<p><strong>Relevo:\u00a0<\/strong>Depress\u00e3o      na maior parte do territ\u00f3rio e plan\u00edcie estreita a norte<\/p>\n<p><strong>Rios:\u00a0<\/strong>Acre,      Envira, Juru\u00e1, Purus,Tarauac\u00e1<\/p>\n<p><strong>Vegeta\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Floresta      Amaz\u00f4nica<\/p>\n<p><strong>Clima:<\/strong>\u00a0Equatorial<\/p>\n<p>Em      1882, um arbusto de uma \u00e1rvore conhecida como\u00a0<b>gameleira<\/b>\u00a0chamou      a aten\u00e7\u00e3o de um explorador cearense que subia o rio Acre, levando-o a abrir      ali mesmo um seringal chamado Volta da Empresa. Mais de um s\u00e9culo depois,      a centen\u00e1ria \u00e1rvore, com mais 20 metros de altura e 2,5 metros de di\u00e2metro,      permanece intacta e marca o exato lugar onde nasceu Rio Branco, a capital      do Acre.<\/p>\n<p>Apesar      de destino pouco procurado pelos turistas, a cidade tem muito a oferecer.      Nos \u00faltimos anos, governo e institui\u00e7\u00f5es privadas t\u00eam investido na\u00a0<b>revitaliza\u00e7\u00e3o<\/b>\u00a0das      suas constru\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas, na cria\u00e7\u00e3o de novos espa\u00e7os de lazer e cultura      e na valoriza\u00e7\u00e3o do saber tradicional da sua gente, que convive com a maior      floresta tropical do mundo, a amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p><strong>Visitar      a capital acreana significa conhecer epis\u00f3dios importantes da hist\u00f3ria do      norte do Brasil:<\/strong>\u00a0a      selva desbravada por valentes nordestinos nos tempos \u00e1ureos da\u00a0<b>extra\u00e7\u00e3o      da borracha<\/b>, a saga de um povo que lutou para ser brasileiro e o sonho      de Chico Mendes (1944-1988), um l\u00edder assassinado em nome da luta pela conserva\u00e7\u00e3o      do meio ambiente e pela uni\u00e3o dos povos da floresta.<\/p>\n<p>Cortado      pelo\u00a0<b>rio Acre<\/b>, a cidade      tem seu centro dividido em duas partes, denominadas primeiro e segundo distritos.      \u00c0 margem direita, est\u00e3o as primeiras constru\u00e7\u00f5es, depois que o seringal virou      povoado, e nela se estabeleceu o com\u00e9rcio que serviu para abastecer as embarca\u00e7\u00f5es      que transportavam o &#8220;ouro negro&#8221;, no in\u00edcio do s\u00e9culo passado. A      antiga \u00e1rea portu\u00e1ria, conhecida hoje como cal\u00e7ad\u00e3o da Gameleira, foi reurbanizada,      e seus casar\u00f5es transformados em bares, restaurantes e centros culturais,      tornando-se o principal ponto de encontro das noites quentes da cidade. Do      outro lado do rio, o Mercado Velho \u00e9 outra atra\u00e7\u00e3o que faz parte do projeto      de restaura\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os hist\u00f3ricos.<\/p>\n<p>O      acreano tem orgulho da sua hist\u00f3ria, que come\u00e7a em 1895 quando uma comiss\u00e3o      demarcat\u00f3ria definiu os limites entre Brasil e Bol\u00edvia. Determinou-se que      a Bol\u00edvia ficaria com uma regi\u00e3o rica em l\u00e1tex, na \u00e9poca ocupada por brasileiros.      O governo boliviano pretendia expulsar a popula\u00e7\u00e3o e entregar o territ\u00f3rio      \u00e0s poderosas empresas estrangeiras que exploravam a borracha. O desejo da      elite regional de incorporar essas terras ao Brasil desencadeou conflitos      armados conhecidos como\u00a0<b>Revolu\u00e7\u00e3o      Acreana<\/b>, que resultou na cria\u00e7\u00e3o do Estado Independente do Acre, em 1903.      O nome da cidade \u00e9 uma homenagem ao diplomata Bar\u00e3o do Rio Branco, que teve      papel fundamental nesse processo. O territ\u00f3rio permaneceu nessa condi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica      at\u00e9 a sua eleva\u00e7\u00e3o a federa\u00e7\u00e3o brasileira, em 1962. Para conhecer os detalhes      dessa hist\u00f3ria, o Memorial dos Autonomistas re\u00fane um acervo de fotos, esculturas      e quadros sobre esse per\u00edodo de revoltas.<\/p>\n<p>Quando      se fala em Acre a primeira id\u00e9ia que vem a cabe\u00e7a \u00e9 a luta do seringueiro      e ativista ambiental\u00a0<b>Chico      Mendes<\/b>. Vale se deslocar at\u00e9 a cidade do l\u00edder, Xapuri (a 188 km da capital),      para conhecer a sua casa, que, apesar de ter passado por uma reforma, preserva      as suas caracter\u00edsticas originais.<\/p>\n<p>Mas      a hist\u00f3ria do Acre n\u00e3o se resume \u00e0 explora\u00e7\u00e3o da seringa. Muito antes de o      territ\u00f3rio ser ocupado por seringueiros cearenses e comerciantes s\u00edrio-libaneses,      o lugar era habitado pelos povos ind\u00edgenas. Inclusive, o nome do Estado surgiu      da tradu\u00e7\u00e3o da palavra<i>aquiri<\/i>, que significa\u00a0<b>&#8220;rio      dos jacar\u00e9s&#8221;<\/b>\u00a0na      l\u00edngua nativa dos \u00edndios apurin\u00e3s, um dos grupos originais da regi\u00e3o. A Biblioteca      da Floresta Ministra Marina Silva tem, entre seus objetivos, preservar a mem\u00f3ria      cultural desses povos. Para entrar de cabe\u00e7a, ag\u00eancias locais tamb\u00e9m oferecem      roteiros at\u00e9 algumas comunidades.<\/p>\n<p>A      popula\u00e7\u00e3o de Rio Branco, que tem cerca de 300 mil habitantes, \u00e9 resultado      da mistura de \u00edndios, nordestinos, negros e \u00e1rabes. E, apesar da mescla, cultiva      um profundo sentimento de identidade cultural, que \u00e9 chamado pelo pr\u00f3prio      povo de &#8220;acreanidade&#8221;. Outro termo surgido no Acre \u00e9 a\u00a0<b>florestania<\/b>,      uni\u00e3o das palavras &#8220;floresta&#8221; e &#8220;cidadania&#8221; e que serve      para descrever as diversas formas de se viver na Amaz\u00f4nia. Uma express\u00e3o muito      forte dentro desses dois conceitos \u00e9 o Santo Daime, uma religi\u00e3o nascida na      floresta do Acre.<\/p>\n<p>A      capital mais ocidental do pa\u00eds tamb\u00e9m \u00e9 a porta de entrada para a integra\u00e7\u00e3o      com os vizinhos andinos Bol\u00edvia e Peru.<\/p>\n<p><strong>Com      a constru\u00e7\u00e3o da rodovia Interoce\u00e2nica, que liga Rio Branco \u00e0 cidade inca de      Cusco, no Peru, a Secretaria de Turismo do Estado resolveu promover o roteiro      Caminhos do Pac\u00edfico, que convida o visitante a desfrutar de uma viagem com      uma paisagem \u00fanica:\u00a0<\/strong>a      transi\u00e7\u00e3o entre a Amaz\u00f4nia e os Andes.<\/p>\n<p>Rio      Branco representa um peda\u00e7o do Brasil ainda desconhecido. De t\u00e3o distante,      o dicion\u00e1rio &#8220;Aur\u00e9lio&#8221; um dia usou a express\u00e3o &#8220;ir para o Acre&#8221;      como sin\u00f4nimo do verbo morrer.<\/p>\n<p><strong>Mal      sabia Aur\u00e9lio que o lugar significa vida:<\/strong>\u00a090%      das florestas, rios e lagos do Estado est\u00e3o preservados e alguns pesquisadores      afirmaram que a \u00e1rea concentra\u00a0<b>a      maior biodiversidade do planeta<\/b>. Para acabar com esse mal entendido, o      povo da floresta convida a todos a conhecer como se vive em harmonia com a      natureza.<\/p>\n<h4>O      que fazer<\/h4>\n<p>Comece      pela sede do governo. O Pal\u00e1cio Rio Branco, constru\u00eddo em 1930, em estilo      neocl\u00e1ssico, tem um acervo que conta a hist\u00f3ria da forma\u00e7\u00e3o do Acre, as lutas      dos seringueiros e a vida de Chico Mendes.<\/p>\n<p>Passeie      pelo Cal\u00e7ad\u00e3o da Gameleira, \u00e0 beira do rio Acre, onde a cidade nasceu. Exatamente      ali, em 1882, foi fundado o primeiro seringal, dando in\u00edcio \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o da      regi\u00e3o. A gameleira j\u00e1 estava l\u00e1 e presenciou tudo.<\/p>\n<p>Com      tempo, visite o Parque da Maternidade, o Mercado Velho, a Casa do Artes\u00e3o,      o Parque Ambiental Chico Mendes \u0096 e, sobretudo, o Museu da Borracha.<\/p>\n<p>Na      \u00e9poca seca, aproveite as praias do Rio Amap\u00e1, localizadas a 10 km do Centro      da cidade.<\/p>\n<h4>Quando      ir<\/h4>\n<p>Dezembro      a mar\u00e7o s\u00e3o os meses mais quentes (e chuvosos), com os term\u00f4metros atingindo      os 38\u00b0C. Entre maio e agosto, \u00e9poca de poucas chuvas, ocorre o fen\u00f4meno da      friagem, quando as temperaturas podem chegar a 15\u00b0C.<\/p>\n<p>Julho      \u00e9 um m\u00eas de grandes eventos na cidade. Um deles \u00e9 o Festival de Artes da Praia      do Amap\u00e1, com apresenta\u00e7\u00e3o de artistas locais e convidados. Outro \u00e9 a Expoacre,      principal feira de neg\u00f3cios do estado, que tamb\u00e9m traz muitos shows.<\/p>\n<p>Em      dezembro, \u00e9 realizado o Festival Varadouro, que re\u00fane m\u00fasicos e bandas do      Brasil e de outros pa\u00edses e tamb\u00e9m oferece oficinas e palestras.<\/p>\n<p>Fonte: viagem.uol.com.br<\/p>\n<h6>Rio Branco<\/h6>\n<h4>Roteiro      Cultural<\/h4>\n<p><strong>Casar\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rriobra33.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"227\" height=\"158\" title=\"Rio Branco\" \/><\/p>\n<p>O      Casar\u00e3o foi revitalizado e hoje, al\u00e9m de ser um espa\u00e7o belo e cheio de hist\u00f3ria,      est\u00e1 aberto de segunda a sexta feira para visita\u00e7\u00e3o p\u00fablica. No piso superior      existe a sala Chico Pop, uma loja de artesanato acreano e uma sala multim\u00eddia,      com TV, aparelho de DVD, revistas e muito mais. O Casar\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 um espa\u00e7o      de festas, com eventos quase todo final de semana.<\/p>\n<p><strong>Onde:<\/strong>\u00a0Av.      Brasil, Centro, Rio Branco<\/p>\n<p><strong>Usina      de Arte Jo\u00e3o Donato<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rriobra34.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"240\" height=\"157\" title=\"Rio Branco\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Uma      das escolas p\u00fablicas de arte mais bem conceituadas do Brasil, a Usina de Arte      era uma antiga usina de castanhas que depois de muito tempo abandonada foi      reformada para se tornar um centro de ensino de m\u00fasica, cinema, teatro, artes      pl\u00e1sticas, literatura e muito mais.<\/p>\n<p><strong>Onde:<\/strong>\u00a0Av.      das Ac\u00e1cias, n\u00ba 1, Distrito Industrial, Rio Branco<\/p>\n<p><strong>Biblioteca      da Floresta<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rriobra35.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"218\" height=\"147\" title=\"Rio Branco\" \/><\/strong><\/p>\n<p>A      Biblioteca da Floresta \u00e9 especializada em assuntos e autores da Amaz\u00f4nia e      do Acre. Tamb\u00e9m possui espa\u00e7os de exposi\u00e7\u00f5es que se renovam frequentemente,      apresenta\u00e7\u00e3o de filmes, audit\u00f3rio para palestras e debates e um amplo espa\u00e7o      digital com computadores dispon\u00edveis para pesquisa.<\/p>\n<p><strong>Onde:<\/strong>\u00a0Via      Parque da Maternidade, s\/n\u00ba, Centro, Rio Branco<\/p>\n<p><strong>Pal\u00e1cio      de Rio Branco<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rriobra36.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"228\" height=\"144\" title=\"Rio Branco\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Constru\u00eddo      em 1930 com projeto de Alberto O. Massler, no governo de Hugo Carneiro; seu      desenho arquitet\u00f4nico foi inspirado na arquitetura grega seguindo o estilo      da ordem j\u00f4nica, tendo sua fachada ornamentada por quatro colunas terminadas      em capit\u00e9is de fino tra\u00e7ado. Apresenta as fases hist\u00f3ricas do povo acreano.<\/p>\n<p><strong>Onde:<\/strong>\u00a0Pra\u00e7a      Eurico Gaspar Dutra, s\/n\u00ba, Centro, Rio Branco<\/p>\n<p><strong>Memorial      dos Autonomistas<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rriobra37.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"289\" height=\"195\" title=\"Rio Branco\" \/><\/strong><\/p>\n<p>O      Memorial dos Autonomistas \u00e9 um \u00f3timo ponto para aqueles que gostam de fazer      turismo hist\u00f3rico. O Memorial abriga os restos mortais do senador Guiomar      Santos e sua esposa L\u00eddia Hammes. Guiomar foi respons\u00e1vel, pelo projeto de      Lei de eleva\u00e7\u00e3o do Acre a estado, em 1957. O Espa\u00e7o tamb\u00e9m conta com uma exposi\u00e7\u00e3o      permanente de documentos e objetos ligados ao Movimento Autonomista, al\u00e9m      de exposi\u00e7\u00f5es de arte tempor\u00e1rias.<\/p>\n<p><strong>Onde:<\/strong>\u00a0Avenida      Get\u00falio Vargas, n\u00ba309, Centro, Rio Branco<\/p>\n<p><strong>Galeria      de Arte Juvenal Antunes<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rriobra38.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"289\" height=\"210\" title=\"Rio Branco\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Com      o objetivo de reunir em um s\u00f3 lugar a obras de v\u00e1rios artistas acreanos em      exposi\u00e7\u00f5es, foi criada a Galeria de Arte Juvenal Antunes, um espa\u00e7o ideal      para a apresenta\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o da arte em v\u00e1rios \u00e2mbitos. Abriga uma exposi\u00e7\u00e3o      permanente com 54 trabalhos e uma tempor\u00e1ria com 28.<\/p>\n<p><strong>Onde:<\/strong>\u00a0Rua      Senador Eduardo Assmar, n\u00ba1291, Cal\u00e7ad\u00e3o da Gameleira, Rio Branco<\/p>\n<p><strong>Museu      da Borracha<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rriobra39.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"286\" height=\"229\" title=\"Rio Branco\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Um      espa\u00e7o din\u00e2mico destinado a coletar, pesquisar, conservar, expor e divulgar      os testemunhos da cultura material e espiritual do Acre. Outro prop\u00f3sito do      Museu da Borracha \u00e9 o de contar a hist\u00f3ria do Acre e o modo de vida do seu      povo.<\/p>\n<p><strong>Onde:\u00a0<\/strong>Avenida      Cear\u00e1, n\u00ba 1441, Centro<\/p>\n<p><strong>Tentamen<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rriobra40.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"250\" height=\"175\" title=\"Rio Branco\" \/><\/strong><\/p>\n<p>A      Sociedade Recreativa Tentamen possui seu famoso espa\u00e7o desde 1922. \u00c9 um ponto      de grande import\u00e2ncia na hist\u00f3ria do Acre que sofreu v\u00e1rias transforma\u00e7\u00f5es      ao longo do tempo, sendo ainda um local de encontro festejado para dan\u00e7a e      divers\u00e3o daqueles que a apreciam a longa data.<\/p>\n<p><strong>Onde:<\/strong>\u00a0Rua      24 de janeiro, Segundo Distrito, s\/n\u00ba, Rio Branco<\/p>\n<p><strong>Igrejinha      de Ferro<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rriobra41.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"227\" height=\"166\" title=\"Rio Branco\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Idealizada      pelo propriet\u00e1rio do Seringal Bom Destino, Joaquim Victor, para cumprir promessa      a Nossa Senhora, caso Pl\u00e1cido de Castro sa\u00edsse vitorioso na Revolu\u00e7\u00e3o Acreana      juntamente com seus seringueiros. Foi constru\u00edda com chapas galvanizadas pr\u00e9-fabricadas      na Alemanha e montada por dois engenheiros alem\u00e3es. \u00danico marco hist\u00f3rico-religioso      da Revolu\u00e7\u00e3o Acreana.<\/p>\n<p><strong>Onde:<\/strong>\u00a04\u00ba      Bis, Rua Col\u00f4mbia, n\u00ba 708, Bosque, Rio Branco<\/p>\n<p><strong>Casa      Povos da Floresta<\/strong><\/p>\n<p>A      Casa teve sua constru\u00e7\u00e3o inspirada nas malocas ind\u00edgenas e constitui-se num      espa\u00e7o de valoriza\u00e7\u00e3o cultural dos povos ind\u00edgenas, seringueiros e ribeirinhos.      Possui um acervo de livros, revistas, publica\u00e7\u00f5es e documentos, sala de v\u00eddeo      e pe\u00e7as artesanais ind\u00edgenas.<\/p>\n<p><strong>Onde:<\/strong>\u00a0Parque      da Maternidade, Setor B., s\/n\u00ba, Rio Branco<\/p>\n<p><strong>Parque      Chico Mendes<\/strong><\/p>\n<p>O      Parque Ambiental Chico Mendes \u00e9 um dos principais pontos tur\u00edsticos de Rio      Branco. O nome presta homenagem ao l\u00edder seringueiro Chico Mendes, cuja luta      inspirou o socioambientalismo e a Florestania. Implantado na \u00e9poca em que      Jorge Viana foi prefeito de Rio Branco, o Paque est\u00e1 aberto a visita\u00e7\u00e3o p\u00fablica      ap\u00f3s passar por ampla reforma e adequa\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os de cativeiros dos animais      e depend\u00eancias, que agora proporcionam melhores condi\u00e7\u00f5es para receber seus      visitantes.<\/p>\n<p><strong>Onde:<\/strong>\u00a0Rodovia      AC-040, nas proximidades da Vila Acre, Rio Branco<\/p>\n<p><strong>Parque      da Maternidade<\/strong><\/p>\n<p>Inaugurado      em 28 de setembro de 2002, \u00e9 a obra de maior express\u00e3o na cidade de Rio Branco      com uma extens\u00e3o de 6.000m, corta grande parte da cidade. Possui pista de      rolamento para carros, ciclovias e cal\u00e7amento para pedestres, playground,      pista de skate, quadras de esportes, anfiteatro, pra\u00e7as, restaurantes e lanchonetes.      \u00c9 um lugar de descontra\u00e7\u00e3o para um bom papo, lazer e estruturado para a pr\u00e1tica      de esportes.<\/p>\n<p><strong>Onde:<\/strong>\u00a0Rio      Branco<\/p>\n<p><strong>Parque      do Tucum\u00e3<\/strong><\/p>\n<p>Esse      Parque est\u00e1 inserido numa regi\u00e3o entre os bairros Tucum\u00e3 e Universit\u00e1rio.      O parque tem cerca de 3.600 metros de extens\u00e3o. Possui pistas sinalizadas      para ve\u00edculos, ciclovias, cal\u00e7adas para pedestres, playground, quadras de      esportes, pra\u00e7as namoradeiras e quiosques para lanches. O parque \u00e9 muito utilizado      pela popula\u00e7\u00e3o para pr\u00e1tica de caminhadas.<\/p>\n<p><strong>Onde:\u00a0<\/strong>Estrada      Dias Martins, na altura da Universidade Federal do Acre, Rio Branco.<\/p>\n<p><strong>Parque      Urbano Capit\u00e3o Cir\u00edaco<\/strong><\/p>\n<p>Transformado,      em agosto de 1994, em um espa\u00e7o de prote\u00e7\u00e3o ambiental e cultural, possui vegeta\u00e7\u00e3o      nativa com frut\u00edferas regionais e cerca de 600 seringueiras.<\/p>\n<p>Disp\u00f5e      de equipamentos de esporte, escolinha de artes e uma casa retratando arquitetura      da \u00e9poca, dedicada \u00e0 mem\u00f3ria da Revolu\u00e7\u00e3o Acreana e do surgimento da cidade      de Rio Branco.<\/p>\n<p><strong>Onde:<\/strong>\u00a0Av.      Dr. Pereira Passos, n\u00ba225, bairro 6 de Agosto, Rio Branco<\/p>\n<p>Fonte: www.portalamazonia.com.br<\/p>\n<h6>Rio Branco<\/h6>\n<h4>Pontos      Tur\u00edsticos de Rio Branco<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rriobra42.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"365\" height=\"238\" title=\"Rio Branco\" \/><br \/>\n     Constru\u00eddo pelo Governo do Estado, o est\u00e1dio Arena da Floresta \u00e9 um dos mais      modernos do Pa\u00eds<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rriobra43.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"361\" height=\"217\" title=\"Rio Branco\" \/><br \/>\n     Localizada no Centro de Rio Branco, a Biblioteca P\u00fablica do Estado une modernidade      e sofistica\u00e7\u00e3o em favor do conhecimento<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rriobra44.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"363\" height=\"238\" title=\"Rio Branco\" \/><br \/>\n     Casa dos Povos da Floresta divulga o conhecimento tradicional e a diversidade      \u00e9tnica do Acre<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rriobra45.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"366\" height=\"233\" title=\"Rio Branco\" \/><br \/>\n     Vista noturna da Pra\u00e7a da Bandeira, onde se localiza o Novo Mercado Velho      de Rio Branco<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rriobra46.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"364\" height=\"244\" title=\"Rio Branco\" \/><br \/>\n     A vis\u00e3o a\u00e9rea do rio Acre mostra a impon\u00eancia de suas pontes e passarela<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rriobra47.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"360\" height=\"239\" title=\"Rio Branco\" \/><br \/>\n     Est\u00e1tua de Chico Mendes na pra\u00e7a Povos da Floresta<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rriobra48.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"363\" height=\"238\" title=\"Rio Branco\" \/><br \/>\n     Marco da funda\u00e7\u00e3o de Rio Branco, a Gameleira \u00e9 hoje um circuito de cultura      e divers\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" 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height=\"231\" title=\"Rio Branco\" \/><br \/>\n     Vis\u00e3o noturna do Pal\u00e1cio Rio Branco, marco da fase de moderniza\u00e7\u00e3o da capital      acreana<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Rio-Br32.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"362\" height=\"238\" title=\"Rio Branco\" \/><br \/>\n     Parque da Maternidade \u00e9 o s\u00edmbolo da qualidade de vida em Rio Branco<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rriobra52.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"363\" height=\"227\" title=\"Rio Branco\" \/><br \/>\n     Vista noturna da Passarela Joaquim Macedo, inaugurada em 2006<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/rriobra53.jpg\" alt=\"Rio Branco\" width=\"363\" height=\"235\" title=\"Rio Branco\" \/><br \/>\n     Passarela Joaquim Macedo: beleza e praticidade sobre o rio Acre<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: Internet<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rio Branco, Cidade, Acre, Dia, Hist\u00f3ria, AC, Brasil, Anivers\u00e1rio, Foto, Turismo, Pontos, Tur\u00edsticos, Cultura, Localiza\u00e7\u00e3o, Rio Branco<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[88],"tags":[],"class_list":["post-45345","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-turismo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Rio 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