{"id":44668,"date":"2016-06-13T14:17:01","date_gmt":"2016-06-13T14:17:01","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=44668"},"modified":"2016-06-13T16:42:37","modified_gmt":"2016-06-13T16:42:37","slug":"paracatu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/paracatu","title":{"rendered":"Paracatu"},"content":{"rendered":"<h4>Paracatu &#8211; MG<\/h4>\n<h4><strong>Hist\u00f3ria<\/strong><\/h4>\n<p>S\u00e3o v\u00e1rias as vers\u00f5es relativas ao descobridor de\u00a0<strong>Paracatu<\/strong>\u00a0e      \u00e0 \u00e9poca em que teria o mesmo ocorrido. Uma delas atribui o descobrimento a      Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhang\u00fcera, na sua passagem em demanda dos sert\u00f5es      de Goi\u00e1s, o que teria sido entre 1717 e 1718; outra faz refer\u00eancias a Felisberto      Calseira Brant, em 1734 ou ainda entre 1743 e 1744, de forma que n\u00e3o se pode      situar com precis\u00e3o, cronologicamente, o in\u00edcio do povoado que teria dado      origem \u00e0 atual cidade, onde, segundo documentos do arquivo eclesi\u00e1stico, j\u00e1      havia em 1736 cinco grandes igrejas.<\/p>\n<p>Por provis\u00e3o r\u00e9gia, de 4 de agosto de 1746, foram nomeados um juiz ordin\u00e1rio      e um tabeli\u00e3o para Paracatu, j\u00e1 ent\u00e3o arraial importante, com com\u00e9rcio ativo      com a Bahia, atrav\u00e9s dos rios Paracatu e S\u00e3o Francisco, assim como, por via      terrestre, com Sabar\u00e1, S\u00e3o Jo\u00e3o del Rei e Vila Rica.<\/p>\n<p>A atividade econ\u00f4mica dos primeiros habitantes baseava-se na extra\u00e7\u00e3o de      ouro, cujas lavras eram riqu\u00edssimas, e a tradi\u00e7\u00e3o afirma haverem sido colhidas      somente num dec\u00eanio, cerca de 168 arrobas do precioso metal. <\/p>\n<p>A tr\u00eas quil\u00f4metros de Paracatu foi fundado o arraial de S\u00e3o Domingos, por      Jos\u00e9 Rodrigues Froes e um seu irm\u00e3o, do qual apenas existem uma pequena capela      e algumas m\u00edseras cabanas. Outros arraias foram tamb\u00e9m fundados nos locais      das respectivas lavras, conforme vest\u00edgios que ainda se encontra nos dias      de hoje.<\/p>\n<p>Por Alvar\u00e1 de 20 de outubro de 1798, foi o antigo arraial elevado \u00e0 categoria      de vila, verificando-se a instala\u00e7\u00e3o do mesmo juntamente com a Primeira C\u00e2mara,      a 18 de dezembro de 1799.<\/p>\n<h4><strong>Forma\u00e7\u00e3o Administrativa<\/strong><\/h4>\n<p>Distrito criado com denomina\u00e7\u00e3o de Paracatu do Pr\u00edncipe, por alvar\u00e1 de 26-10-1798,      e lei estadual n\u00ba 2, de 14-09-1891.<\/p>\n<p>Elevado \u00e0 categoria de vila com a denomina\u00e7\u00e3o de Paracatu do Pr\u00edncipe, por      alvar\u00e1 de 20-10-1798, desmembrado de vila de Sabar\u00e1. Sede na antiga vila de      Paracatu do Pr\u00edncipe. Instalada em 18-12-1799.<\/p>\n<p>Elevado \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de cidade com a denomina\u00e7\u00e3o de Paracatu, pela lei provincial      n\u00ba 163, de 09-03-1840.<\/p>\n<p>Pela resolu\u00e7\u00e3o de 31-05-1815, e lei estadual n\u00ba 2, de 14-09-1891, \u00e9 criado      o distrito de Buritis e anexado ao munic\u00edpio de Paracatu (ex-Paracatu do Pr\u00edncipe).<\/p>\n<p>Pela provincial n\u00ba 239, de 30-11-1842, e lei estadual n\u00ba 2, de 14-09-1891,      \u00e9 criado o distrito de Guarda-Mor e anexado ao munic\u00edpio de Paracatu.<\/p>\n<p>Pela provincial n\u00ba 1627, de 06-11-1869, e lei estadual n\u00ba 2, de 14-09-1891,      \u00e9 criado o distrito de Lajes (ex-povoado) e anexado ao munic\u00edpio de Paracatu.<\/p>\n<p>Pela provincial n\u00ba 1993, de 13-11-1873, e lei estadual n\u00ba 2, de 14-09-1891,      \u00e9 criado o distrito de Rio Preto e anexado ao munic\u00edpio de Paracatu.<\/p>\n<p>Pela lei estadual n\u00ba 2, de 14-09-1891, foram criados o distritos de Formoso      e Morrinhos anexados ao munic\u00edpio de Paracatu.<\/p>\n<p><strong>Em divis\u00e3o administrativa referente ao ano de 1911, o munic\u00edpio \u00e9      constitu\u00eddo de 7 distritos:<\/strong>\u00a0Paracatu, Buritis, Formoso,      Guarda Mor, Lajes, Morrinhos e Rio Preto.<\/p>\n<p>Assim permanecendo nos quadros de apura\u00e7\u00e3o do recenseamento geral de 1-IX-1920.<\/p>\n<p>Pela lei estadual n\u00ba 843, de 07-09-1923, desmembra do munic\u00edpio de Paracatu      os distritos de Buritis, Formoso e Arinos (ex-Morrinhos), para constituir      o novo munic\u00edpio de S\u00e3o Rom\u00e3o. E ainda pela mesma lei estadual \u00e9 criado o      distrito de Garapuava (ex-povoado), criado cujas com terras s\u00e3o desmembradas      do distrito de Una\u00ed (ex-Rio Preto) e anexado ao munic\u00edpio de Paracatu. O distrito      de Rio Preto tomou o nome de Una\u00ed.<\/p>\n<p><strong>Em divis\u00e3o administrativa referente ao ano de 1933, o munic\u00edpio \u00e9      constitu\u00eddo de 5 distritos:<\/strong>\u00a0Paracatu, Garapuava, Guarda-Mor,      Lajes e Una\u00ed.<\/p>\n<p>Assim permanecendo em divis\u00f5es territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.<\/p>\n<p>Pelo decreto-lei estadual n\u00ba 148, de 17-12-1938, \u00e9 criado o distrito de Vazantes      com terras desmembradas do distrito de Guarda-Mor e anexado ao munic\u00edpio de      Parcatu.<\/p>\n<p><strong>No quadro fixado para vigorar no per\u00edodo de 1939-1943, o munic\u00edpio      \u00e9 constitu\u00eddo de 6 distritos:<\/strong>\u00a0Paracatu, Garapuava, Guarda-Mor,      Lajes, Una\u00ed e Vazante.<\/p>\n<p>Pelo decreto-lei estadual n\u00ba 1058, de 31-12-1943, desmembra do munic\u00edpio      de Paracatu os distritos de Una\u00ed, Fr\u00f3is (ex-Lajes) e Garapuava, para constituir      o novo munic\u00edpio de Una\u00ed.<\/p>\n<p><strong>No quadro fixado para vigorar no per\u00edodo de 1944-1948, o munic\u00edpio      \u00e9 constitu\u00eddo de 3 distritos:<\/strong>\u00a0Paracatu, Guarda-Mor e      Vazante.<\/p>\n<p>Pela lei n\u00ba 336, de 27-12-1948, o distrito de Vazante teve sua grafia alterada      para Vasante.<\/p>\n<p><strong>Em divis\u00e3o territorial datada de 1-VII-1950, o munic\u00edpio \u00e9 constitu\u00eddo      de 3 distritos:\u00a0<\/strong>Paracatu, Guarda-Mor e Vasante (ex-Vazante).<\/p>\n<p>Pela lei n\u00ba 1039, de 12-12-1953, desmembra do munic\u00edpio de Paracatu os distritos      de Vasante e Guarda Mor, para constituir o novo munic\u00edpio de Vazante (ex-Vasante).<\/p>\n<p>Em divis\u00e3o territorial datada de 1-VII-1960, o munic\u00edpio \u00e9 constitu\u00eddo do      distrito sede.<\/p>\n<p><strong>Altera\u00e7\u00e3o topon\u00edmica municipal<\/strong><\/p>\n<p>Paracatu do Pr\u00edncipe para Paracatu, alterado pela lei provincial n\u00ba 163,      de 09-03-1840. Assim permanecendo em divis\u00e3o territorial datada de 2007.<\/p>\n<p>Fonte: biblioteca.ibge.gov.br<\/p>\n<h6>Paracatu<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<p>Quinta maior cidade mineira,\u00a0<strong>Paracatu<\/strong>, ou \u0093rio      bom\u0094 em tupi-guarani, se desenvolveu devido \u00e0s grandes jazidas de ouro.      Com a efervesc\u00eancia cultural do fim do s\u00e9culo XIX, ganhou a alcunha de \u0093Atenas      mineira\u0094. <\/p>\n<p>Mesmo que na \u00e9poca da constru\u00e7\u00e3o de Bras\u00edlia os casarios tenham sido demolidos      e o cal\u00e7amento original substitu\u00eddo, o ambiente cultural de Paracatu continua      a ser uma agrad\u00e1vel surpresa do sert\u00e3o. <\/p>\n<p>Para conhecer mais sobre a hist\u00f3ria da cidade n\u00e3o deixe de visitar o Museu      Hist\u00f3rico de Paracatu, a Igreja Nossa Senhora do Ros\u00e1rio, a Igreja Matriz      de Santo Ant\u00f3nio e o Arquivo P\u00fablico, nestes locais ir\u00e1 conferir a arquitectura,      a arte e os documentos da \u00e9poca \u00e1urea de Minas.<\/p>\n<p>Para os que gostam de mais movimento, a cidade oferece, al\u00e9m dos passeios      hist\u00f3ricos, cachoeiras, grutas, al\u00e9m de trilha para trekking e moutain bike.      Paracatu \u00e9 um munic\u00edpio ao noroeste do estado de Minas Gerais. Fica distante      482 Km de Belo Horizonte e 290 Km de Bras\u00edlia. Seu nome \u00e9 de origem ind\u00edgena      e significa \u0093Rio Bom\u0094 ou \u0093Rio Pratic\u00e1vel\u0094. O principal      rio de Paracatu \u00e9 o rio que d\u00e1 nome ao munic\u00edpio e que pertence \u00e0 bacia do      S\u00e3o Francisco. Sua funda\u00e7\u00e3o foi realizada por Carta R\u00e9gia em 4 de mar\u00e7o de      1799 para o at\u00e9 ent\u00e3o antigo Arraial do Paracatu.<\/p>\n<p>Uma das grandes preocupa\u00e7\u00f5es da cidade \u00e9 a preserva\u00e7\u00e3o de seu hist\u00f3rico patrim\u00f4nio      arquitet\u00f4nico. A preserva\u00e7\u00e3o de fachadas trata-se de uma iniciativa louv\u00e1vel.      Infelizmente, quando do registro dessas fotos (25\/10\/2008) foi observado um      desleixo inaceit\u00e1vel com a Igreja Matriz de Santo Ant\u00f4nio onde existem algumas      interven\u00e7\u00f5es para preserva\u00e7\u00e3o, bem como com a Igreja de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio.    <\/p>\n<p>N\u00e3o tivemos nenhum contato com qualquer \u00f3rg\u00e3o oficial da cidade, o que proporcionou      uma observa\u00e7\u00e3o mais isenta, por\u00e9m, n\u00e3o posso informar se a cidade tem ou ter\u00e1      qualquer incentivo dos \u00f3rg\u00e3os estaduais e federais de preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio      hist\u00f3rico. O Centro Hist\u00f3rico \u00e9 muito bem sinalizado. Em 25\/10\/2008, infelizmente,      o Centro de Atendimento ao Turista n\u00e3o estava funcionando. Fica situado no      Largo do Ros\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>Paracatu tem outras atra\u00e7\u00f5es e podemos citar:<\/strong>\u00a0Cachoeira      do Desid\u00e9rio, Cachoeira Sete Quedas, Cachoeira do Templo, Cachoeira do Altar,      Cachoeira do Teixeira, Cachoeira Deus-me-livre, Cachoeira \u00c1gua Branca. Gruta      de Santa F\u00e9, Gruta do Bonsucesso, Lapa do Brocot\u00f3, entre outras, e ainda manifesta\u00e7\u00f5es      com espec\u00edfico calend\u00e1rio religioso e folcl\u00f3rico.<\/p>\n<h4>Principais Cachoeiras de Paracatu<\/h4>\n<p><strong>Cachoeiras do Geraldo J\u00fanior<\/strong><\/p>\n<p>Localizada na fazenda Am\u00e9rica na GO-20 a 26 Km da MG-188 em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 barragem      de Furnas. S\u00e3o v\u00e1rias quedas de \u00e1gua com 2, 4, 6 e 22 metros de altura. Um      local especial para descanso e contato com a natureza, fonte de \u00e1gua preservada      100% natural, possibilidade de rapel, passeio ecol\u00f3gico e total harmonia com      a natureza. Este aglomerado de cachoeiras se encontra em propriedade particular      necessitando de autoriza\u00e7\u00e3o para visitas.<\/p>\n<p><strong>Cachoeira do Desid\u00e9rio<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma bela cachoeira com 28 metros de queda d\u00e1gua que forma um po\u00e7o de 30      m X 40 m de largura. \u00c1guas frias e cristalinas fazem deste lugar um fabuloso      o\u00e1sis no cerrado.<\/p>\n<p>A cachoeira esta em propriedade particular sendo necess\u00e1rio autoriza\u00e7\u00e3o para      visit\u00e1-la.<\/p>\n<p><strong>Cachoeira do Asc\u00e2nio<\/strong><\/p>\n<p>50 metros de queda d\u00e1gua envoltos por uma densa vegeta\u00e7\u00e3o tornam esta cachoeira      o grande atrativo natural de Paracatu. Espa\u00e7o para um bom banho energizante,      relaxamento e contempla\u00e7\u00e3o da natureza.<\/p>\n<p>O local \u00e9 aberto \u00e0 visita\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n<p><strong>Cachoeira do Teixeira<\/strong><\/p>\n<p>Com \u00e1guas muito refrescantes, esta cachoeira formada pelo c\u00f3rrego Teixeira      tem 10 metros de altura e, ao desaguar, forma uma gostosa piscina natural.<\/p>\n<p>A cachoeira se encontra em propriedade particular necessitando de autoriza\u00e7\u00e3o      para a visita.<\/p>\n<p>Fonte: itrip.com.br<\/p>\n<h6>Paracatu<\/h6>\n<p>Paracatu foi fundada no s\u00e9culo 18, quando os bandeirantes circulavam pela      regi\u00e3o em busca de ouro e pedras preciosas. As riquezas se foram, mas a cidade      preservou o centro hist\u00f3rico cortado por becos e vielas que guardam\u00a0<em><strong>singelas      igrejas<\/strong><\/em>, como a Matriz de Santo Ant\u00f4nio e a de Nossa Senhora      do Ros\u00e1rio, e casar\u00f5es coloniais que abrigam espa\u00e7os como a Casa da Cultura      e o\u00a0<em><strong>Museu Hist\u00f3rico<\/strong><\/em>.<\/p>\n<h4 align=\"center\">&#8220;No centrinho est\u00e3o constru\u00e7\u00f5es coloniais como a Matriz      de Santo Ant\u00f4nio e a Casa da Cultura&#8221;<\/h4>\n<p>Al\u00e9m das rel\u00edquias arquitet\u00f4nicas,\u00a0<strong>Paracatu<\/strong>\u00a0oferece      ainda belas paisagens naturais. Trilhas e estradas de terra conduzem a cachoeiras      e grutas, al\u00e9m das\u00a0<em><strong>fazendas centen\u00e1rias<\/strong><\/em>\u00a0que      mant\u00e9m a produ\u00e7\u00e3o artesanal da cacha\u00e7a de rapadura.<\/p>\n<p>Para tirar o gosto da aguardente, belisque uma empadinha de capa fina e encerre      os trabalhos com o \u00a0famoso\u00a0<em><strong>bolo de domingo<\/strong><\/em>,      uma receita centen\u00e1ria e cheia de supersti\u00e7\u00e3o &#8211; para n\u00e3o dar azar, a del\u00edcia      s\u00f3 pode ser feita nos dias de domingo.<\/p>\n<p>Fonte: feriasbrasil.com.br<\/p>\n<h6>Paracatu<\/h6>\n<h4>Aspectos Tur\u00edsticos<\/h4>\n<p>Poucos lugares apresentam tanta diversidade quanto Paracatu. \u00c9 a \u00fanica cidade      hist\u00f3rica da regi\u00e3o Noroeste de Minas Gerais. S\u00e3o dois s\u00e9culos de hist\u00f3ria      que refletem a cultura barroca em casarios, igrejas, sobrados, becos e ruas.      A diversidade ecol\u00f3gica tamb\u00e9m est\u00e1 presente nas grutas, cachoeiras, flora      e fauna.<\/p>\n<p><strong>Igreja Matriz de Santo Ant\u00f4nio<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparaca33.jpg\" alt=\"Paracatu\" width=\"254\" height=\"166\" title=\"Paracatu\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Arquitetura religiosa do per\u00edodo setecentista. Estilo barroco-jesu\u00edtico constru\u00edda      em madeira e taipa sobre alicerce de pedra. A porta de verga reta, bem como      as janelas rasgadas com guarda de madeira, tem folhas almofadadas.<\/p>\n<p>O corpo principal da nave foi acrescida, ainda no s\u00e9culo XVIII, de dois corpos      laterais mais baixos, com porta almofadada e porta janela com guarda-corpo      ao n\u00edvel do segundo pavimento, possui sete altares.<\/p>\n<p>O altar-mor \u00e9 de arquitetura colonial e pertenceu a antiga Igreja de Sant\u0092Anna.      Os altares laterais s\u00e3o de \u00e9pocas diferentes e os p\u00falpitos n\u00e3o apresentam      pintura s\u00e3 em madeira natural.<\/p>\n<p>A \u00faltima interven\u00e7\u00e3o para sustenta\u00e7\u00e3o foi em 1988.<\/p>\n<p><strong>Festas realizadas:<\/strong>\u00a0Santo Ant\u00f4nio ( padroeiro,      Semana Santa e Corpus Christi ).<\/p>\n<p>A Igreja Matriz de Santo Ant\u00f4nio \u00e9 um dos belos monumentos da arquitetura      colonial, que n\u00e3o pode deixar de ser visitado.<\/p>\n<p><strong>Igreja de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparaca34.jpg\" alt=\"Paracatu\" width=\"273\" height=\"172\" title=\"Paracatu\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Belo conjunto da arquitetura colonial religiosa do s\u00e9culo XVIII, sua estrutura      de madeira e taipa, repousa sobre alicerce de pedra.<\/p>\n<p>No seu interior v\u00e1rias imagens talhadas em madeira do s\u00e9culo XVIII, sendo      que o Arco-Cruzeiro de madeira abre para a Capela-Mor, onde esculpidas e decoradas      com dois nichos laterais e trono central em degraus.<\/p>\n<p>\u00c9 uma bela pe\u00e7a de talha dourada que remonta os meados do per\u00edodo setecentista,      com as figuras de anjos, concheados e consolos barrocos, que foram roubadas      e hoje recuperadas pelo IPHAN, bem como motivos florais.<\/p>\n<p>A \u00faltima interven\u00e7\u00e3o para sustenta\u00e7\u00e3o foi em 1988, com orienta\u00e7\u00e3o do IPHAN.<\/p>\n<p>Vale a pena conferir o ambiente colonial e os ares de dois s\u00e9culos passados.<\/p>\n<p><strong>Museu Hist\u00f3rico<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparaca35.jpg\" alt=\"Paracatu\" width=\"276\" height=\"166\" title=\"Paracatu\" \/><\/strong><\/p>\n<p>O pr\u00e9dio que o abriga foi constru\u00eddo em 1903, para funcionar o Mercado Municipal      de Paracatu &#8211; Ponto de distribui\u00e7\u00e3o e venda de produtos rurais, transportados      para a zona urbana em carros de boi e em lombo de burros.<\/p>\n<p>No decorrer dos anos, o im\u00f3vel foi sede de v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es, dentre elas      a Prefeitura Municipal e a Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A recupera\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio visou, al\u00e9m de recompor uma das constru\u00e7\u00f5es do patrim\u00f4nio      Hist\u00f3rico de Paracatu, estabelecer no referido local o Museu Hist\u00f3rico de      Paracatu, ponto de atra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica e guardi\u00e3o do rico acervo da cidade,      com v\u00e1rias fotos antigas da cidade e dos Prefeitos que passaram.<\/p>\n<p>Objetos caseiros, tanto da zona rural como da zona urbana, com artefatos      antigos de rara beleza.<\/p>\n<p><strong>Arquivo P\u00fablico<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparaca36.jpg\" alt=\"Paracatu\" width=\"275\" height=\"173\" title=\"Paracatu\" \/><\/strong><\/p>\n<p>O pr\u00e9dio conhecido como \u0093 Sobradinho Dona Beija\u0094, foi o primeiro      pr\u00e9dio de alvenaria do Arraial de S\u00e3o Luiz e de Sant\u0092Anna. Passou a ser      sede do Arquivo P\u00fablico.<\/p>\n<p>Passados 250 anos de oficializa\u00e7\u00e3o do Arraial de S\u00e3o Luiz e Sant\u0092Anna,      ganham abrigo e conserva\u00e7\u00e3o de documentos que registram as etapas diversas      da evolu\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e social do munic\u00edpio. Rico em documenta\u00e7\u00e3o referente      aos s\u00e9culos XVII e XVIII de interesse para historiadores e pesquisadores.<\/p>\n<p><strong>Passo da Paix\u00e3o e Chafariz da Traianna<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparaca37.jpg\" alt=\"Paracatu\" width=\"277\" height=\"167\" title=\"Paracatu\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Tributo barroco colonial do artista pl\u00e1stico F\u00e1bio Ferrer \u00e0 cidade de Paracatu.      Homenageia em especial o per\u00edodo colonial do s\u00e9culo XVIII, onde a cidade vivia      a efervesc\u00eancia do ouro. O conjunto arquitet\u00f4nico \u00e9 uma obra com esp\u00edrito      barroco.<\/p>\n<p>O chafariz da Traianna possui no alto da obra, uma mulata escrava, que a      hist\u00f3ria conta, que percorria os becos despertando desejos nos fidalgos.O      chafariz, com caracter\u00edsticas simples, \u00e9 tamb\u00e9m uma homenagem a outros chafarizes      que existiam na cidade e que foram destru\u00eddos.<\/p>\n<p>A data no escudo, 1798, destaca a oficializa\u00e7\u00e3o da eleva\u00e7\u00e3o da Vila de Paracatu      do Pr\u00edncipe, por Dona Maria, A Rainha da corte portuguesa.<\/p>\n<p>Para completar, atrav\u00e9s de uma carranca, a bica d\u0092\u00e1gua de uma antiga      mina da cidade, faz borrifar na terra a ben\u00e7\u00e3o, assim como nos tempos dos      tropeiros.<\/p>\n<p>O Passo da Paix\u00e3o, singela capela da via sacra, homenageia a descoberta do      ouro na regi\u00e3o em 1744 \u00e9poca que j\u00e1 existia o Arraial de Sant\u0092Anna e      S\u00e3o Luiz, depois elevado a Vila.<\/p>\n<p>No Passo, a pintura no teto em flande t\u00eampera, gema de ovo com pigmenta\u00e7\u00f5es,      realizado por F\u00e1bio Ferrer, reluz o estilo barroco do Chafariz. A pintura      da parede \u00e9 da artista Maria do C\u00e9u, e as esculturas dos tocheiros em cedro      s\u00e3o de Hugo Martins, artistas natos de Paracatu.<\/p>\n<p>Nas pedras capistanos e catumb\u00e9s, o tempo passou, mas deixou a marca de uma      \u00e9poca que o pr\u00f3prio estilo barroco insinua e que jamais ser\u00e1 apagado de nossa      mem\u00f3ria. \u0093 Libertas quae ser\u00e1 tam\u00e9m\u0094.<\/p>\n<p><strong>Manifesta\u00e7\u00f5es Culturais e Folcl\u00f3ricas<\/strong><\/p>\n<p>Uma das principais caracter\u00edsticas do paracatuense \u00e9 preservar suas tradi\u00e7\u00f5es      e valores, principalmente os religiosos.<\/p>\n<p>As manifesta\u00e7\u00f5es culturais e folcl\u00f3ricas de Paracatu de Paracatu se misturam      com a f\u00e9 e o catolicismo.<\/p>\n<p><strong>Tapuiada<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma dan\u00e7a de origem afro-ind\u00edgena que homenageia Nossa Senhora do Amparo      (padroeira dos pardos livres). \u00c9 rica em passos e conta a hist\u00f3ria de congos      negros e dos tapuios (\u00edndios) que habitavam Paracatu. Separados, cantam e      dan\u00e7am, desconfiados uns dos outros. \u00c9 uma dan\u00e7a religiosa por causa da rivalidade      das tribos.<\/p>\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o destaca fortemente a diferen\u00e7a econ\u00f4mica das tribos. Originalmente,      os congos s\u00e3o ricos e usam j\u00f3ias em maior quantidade. Os congos s\u00e3o os vencedores      e as duas tribos se reconciliam mostrando devo\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora do Amparo.<\/p>\n<p><strong>Folia de Reis<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma das manifesta\u00e7\u00f5es do folclore religioso mais antigas em Paracatu. Caminha      por v\u00e1rias propriedades rurais em um movimento alusivo aos tr\u00eas reis magos.<\/p>\n<p>Os seus componentes v\u00e3o entoando, acompanhados por viol\u00f5es, sanfonas e pandeiros,      hinos religiosos. A bandeira empunhada representa o Divino Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p>\u00c9 uma das festas folcl\u00f3ricas mais apreciadas e esperadas pelos paracatuenses.<\/p>\n<p><strong>Dan\u00e7a do Pauzinho<\/strong><\/p>\n<p>Folclore rural caracter\u00edstico da regi\u00e3o do Nolasco, em Paracatu.<\/p>\n<p>Depois da moagem da cana-de-a\u00e7\u00facar, os trabalhadores se reuniam para dan\u00e7ar      e cantar ao som da sanfona p\u00e9-de-bode.<\/p>\n<p>O Grupo em n\u00famero de at\u00e9 12 pares, dan\u00e7am em c\u00edrculos girando em dire\u00e7\u00f5es      opostas.<\/p>\n<p>A m\u00fasica mais tocada e dan\u00e7ada \u00e9 a \u0093 Chavinha do Ba\u00fa\u0094.<\/p>\n<p>Os homens vestem cal\u00e7a de algod\u00e3o, botina e chap\u00e9u. As mulheres com vestidos      coloridos e rodados e flores nos cabelos.<\/p>\n<p><strong>Maculel\u00ea<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 um bailado guerreiro de origem baiana, que se exibe em Salvador e na regi\u00e3o      do rec\u00f4ncavo baiano por ocasi\u00e3o dos festejos em honra de N. Sra. da Purifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Trata-se de um vest\u00edgio de dan\u00e7a de espadas, milenar e quase universal.<\/p>\n<p>Dez ou vinte negros vestidos de camisas brancas de algod\u00e3o, com l\u00e1bios pintados      de vermelho e um bast\u00e3o de madeira em cada m\u00e3o, cantam e dan\u00e7am entrechocando      armas. Os bast\u00f5es levam o nome de esgrimas e grimas.<\/p>\n<p>O vestu\u00e1rio pode ser alterado em seu estilo sem perda da beleza do espet\u00e1culo.<\/p>\n<p><strong>Caretada<\/strong><\/p>\n<p>A festa em homenagem a N. Sra. Do Ros\u00e1rio possuia um aparato bastante interessante,      assim definido pelo pesquisador Oliveira Melo.<\/p>\n<p>Para anunci\u00e1-la sa\u00edam os mascarados, uns oito dias antes de come\u00e7ar o noven\u00e1rio,      apregoando por toda a cidade e redondeza a programa\u00e7\u00e3o dos festejos.<\/p>\n<p>Esses mascarados eram homens que se vestiam de maneira curiosa, tendo uma      m\u00e1scara ao rosto (da\u00ed a alcunha de mascarados) e anunciavam a Caretada, que      ocorria preferencialmente aos domingos. A Caretada era realizada pelos mascarados      que ficavam \u00e0 porta da igreja, em n\u00famero de cem pessoas ou mais, montados      em garbosos cavalos, que iam a frente do cortejo anunciando o festivo pr\u00e9stito.<\/p>\n<p>Atualmente, a Caretada ( com seis grupos distribu\u00eddos no Munic\u00edpio), \u00e9 apresentada      de forma mais simples, por\u00e9m conserva a riqueza de cores e sons, em uma dan\u00e7a      que nos retrata a pureza e singeleza de uma manisfesta\u00e7\u00e3o folcl\u00f3rica tradicional,      que percorreu v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O grupo de caretas se apresenta dan\u00e7ando e cantando acompanhados do estandarte      ou imagem de N. Sra. do Ros\u00e1rio, por horas a fio, nas casas das fam\u00edlias do      lugar que lhes oferecem um agrado, farofas, quitandas, etc. Para cumprir essa      romaria, os caretas varam a noite adentro, animados pela cacha\u00e7a distribu\u00edda      pelo comandante do grupo.<\/p>\n<p><strong>Turismo de aventura: adrenalina<\/strong><\/p>\n<p>A intera\u00e7\u00e3o com a natureza se de forma muito prazerosa em Paracatu. O Munic\u00edpio      possui lindas cachoeiras e grutas que merecem ser visitadas. \u00c9 poss\u00edvel se      aventurar em esportes radicais como trekking, rapel, canyoning, mergulho,      entre outros.<\/p>\n<p><strong>Cachoeira do Desid\u00e9rio<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparaca38.jpg\" alt=\"Paracatu\" width=\"280\" height=\"183\" title=\"Paracatu\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Localizada na Regi\u00e3o da Santa B\u00e1rbara, no C\u00f3rrego Olhos D\u00b4\u00c1gua. Possui queda      d\u00b4\u00e1gua de aproximadamente 28 metros, caindo em um bel\u00edssimo po\u00e7o de 30m x      40m de largura, constituindo um prazeroso atrativo natural. Vale a pena conhecer.      Dist\u00e2ncia de 45,7 km de Paracatu, a partir do entroncamento da BR 040\/MG 188,      sentido Paracatu\/Uberl\u00e2ndia (MG 188).<\/p>\n<p><strong>Cachoeira Sete Quedas<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparaca39.jpg\" alt=\"Paracatu\" width=\"271\" height=\"173\" title=\"Paracatu\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Esta cachoeira fica a 400 metros acima da Cachoeira da Sereia, com queda      d\u00b4\u00e1gua de 14 metros de altura, desaguando em sete altares, belo recanto de      \u00e1gua cristalina. Est\u00e1 localizada no C\u00f3rrego do Prata, regi\u00e3o da Agromam, a      45,7 km de Paracatu, a partir do entroncamento da BR 040\/MG 188, sentido Paracatu\/Uberl\u00e2ndia      (MG 188), no C\u00f3rrego do Prata, regi\u00e3o da Agromam.<\/p>\n<p><strong>Cachoeira do Templo<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparaca40.jpg\" alt=\"Paracatu\" width=\"272\" height=\"174\" title=\"Paracatu\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Bel\u00edssima cachoeira de seis metros de queda livre des\u00e1gua em um po\u00e7o de 8m      x 6m de largura, com bom volume de \u00e1gua fria e cristalina. Fica a 45,7 km      de Paracatu, acesso a partir do entroncamento da BR 040\/MG 188, sentido Paracatu\/Uberl\u00e2ndia      (MG 188).<\/p>\n<p><strong>Cachoeira do Altar<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparaca41.jpg\" alt=\"Paracatu\" width=\"282\" height=\"180\" title=\"Paracatu\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Cachoeira com nove metros de queda que des\u00e1gua em um po\u00e7o de 8m x 6m de largura,      com bom volume de \u00e1gua fria e cristalina. Constitui um verdadeiro o\u00e1sis em      meio \u00e0 vegeta\u00e7\u00e3o do cerrado. Fica a 45,7 km de Paracatu, acesso a partir do      entroncamento da BR 040\/MG 188, sentido Paracatu\/Uberl\u00e2ndia (MG 188).<\/p>\n<p><strong>Cachoeira do Teixeira<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparaca42.jpg\" alt=\"Paracatu\" width=\"273\" height=\"177\" title=\"Paracatu\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Linda cachoeira de 10 metros de queda que des\u00e1gua em um po\u00e7o de 40m x 70m      de largura, com excelente volume de \u00e1gua fria e cristalina Localizada a 54,6      km de Paracatu, acesso a partir do entroncamento da BR 040\/MG 188, sentido      Paracatu\/Uberl\u00e2ndia (MG 188).<\/p>\n<p><strong>Cachoeira Deus-me-livre<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparaca43.jpg\" alt=\"Paracatu\" width=\"279\" height=\"183\" title=\"Paracatu\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Entre a Regi\u00e3o do Ribeir\u00e3o e Carapinas, localizada no Ribeir\u00e3o S\u00e3o Pedro,      possui um bom volume de \u00e1gua com duas quedas d\u00b4\u00e1gua. O primeiro est\u00e1gio com      oito metros de altura e o segundo est\u00e1gio com mais ou menos 35 metros em queda      suave. Dist\u00e2ncia de 53 km de Paracatu, a partir do trevo da BR 040, sentido      Paracatu\/Bras\u00edlia (BR 040).<\/p>\n<p><strong>Cachoeira \u00c1gua Branca<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparaca44.jpg\" alt=\"Paracatu\" width=\"194\" height=\"306\" title=\"Paracatu\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Localizada na Regi\u00e3o V\u00e3o do Gomes\/Bandeirinha, no C\u00f3rrego do Barreirinho,      a cachoeira possui mais ou menos 15 metros de altura, caindo em belo po\u00e7o      de 15m x 15m de largura, com uma profundidade de dois metros. Na sa\u00edda do      po\u00e7o encontra-se o Rasg\u00e3o de Mestre Campos, antigo aqueduto constru\u00eddo pelo      portugu\u00eas Mestre Campos para levar \u00e1gua at\u00e9 a cidade de Paracatu, no s\u00e9culo      XVIII. Dist\u00e2ncia de 19,9 km de Paracatu, a partir do trevo do Posto Portal      de Minas, sentido Paracatu\/Bras\u00edlia (BR 040).<\/p>\n<p><strong>Gruta de Santa F\u00e9<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparaca45.jpg\" alt=\"Paracatu\" width=\"281\" height=\"178\" title=\"Paracatu\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Esta gruta possui dezenas de estalagtites e estalagmites, fazendo desenhos      de raro encanto. \u00c9 de forma\u00e7\u00e3o calc\u00e1ria com v\u00e1rios sal\u00f5es e diversas reentr\u00e2ncias,      com pequenas po\u00e7as d\u00b4\u00e1gua. Existem tamb\u00e9m pinturas repestres e hier\u00f3glifos      sem conhecimento de data. A entrada da gruta \u00e9 feita pelas ra\u00edzes de uma gameleira,      grudadas em uma rocha, que abre naturalmente uma fenda, onde passa apenas      uma pessoa agachada. O teto do primeiro sal\u00e3o desabou com a a\u00e7\u00e3o do tempo,      proporcionando um espet\u00e1culo magn\u00edfico com a entrada dos raios da luz solar.      Localiza-se na regi\u00e3o da Aldeia a 50 km de Paracatu a partir do entroncamento      da BR 040\/MG 188, sentido Paracatu\/Una\u00ed (MG 188).<\/p>\n<p><strong>Gruta do Bonsucesso<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparaca46.jpg\" alt=\"Paracatu\" width=\"276\" height=\"172\" title=\"Paracatu\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Gruta de forma\u00e7\u00e3o calc\u00e1ria, situada no Maci\u00e7o do Bonsucesso, possui duas      entradas dando uma beleza indescrit\u00edvel. \u00c9 uma gruta profunda, com ou menos      quatro sal\u00f5es formados por estalagtites e estalagmites. Tem, ainda, uma enorme      boca com 250 metros de profundidade vertical, indo terminar em um rio subterr\u00e2neo.<\/p>\n<p> \u00c9 uma gruta ideal para turismo de aventura onde os aventureiros poder\u00e3o      praticar o rapel. Localiza-se na regi\u00e3o de Santa Rita, a 22 km de Paracatu,      a partir do entroncamento da BR 040\/MG 188, sentido Paracatu\/Una\u00ed, chegando      at\u00e9 a ponte de Santa Rita, entrar a direita at\u00e9 o local.<\/p>\n<p><strong>Lapa do Brocot\u00f3<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparaca47.jpg\" alt=\"Paracatu\" width=\"278\" height=\"178\" title=\"Paracatu\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Lapa de forma\u00e7\u00e3o calc\u00e1ria com um \u00fanico sal\u00e3o. Interessante que nos maci\u00e7os      existem v\u00e1rias grutas com algumas apenas entrando pelo lado esquerdo e saindo      por baixo da pedreira pelo lado direito. Um local bastante interessante para      visita\u00e7\u00e3o. Localiza-se na regi\u00e3o do C\u00f3rrego Rico, a 25 km de Paracatu, a partir      da BR 040, sentido Paracatu\/BH, chegando at\u00e9 na ponte do C\u00f3rrego Rico, entrar      a direita mais 4 km at\u00e9 o local.<\/p>\n<p><strong>Fonte: <\/strong>paracatu.mg.gov.br<\/p>\n<h6>Paracatu<\/h6>\n<h4><strong>Hist\u00f3ria<\/strong><\/h4>\n<p>Na boca do Oeste de Minas, regi\u00e3o Metal\u00fargica, fazendo fronteira com a do      Alto S\u00e3o Francisco, fica o munic\u00edpio, com 588 quil\u00f4metros quadrados de \u00e1rea.<\/p>\n<p>Seu territ\u00f3rio \u00e9 acidentado, com eleva\u00e7\u00f5es marcando o final do maci\u00e7o Espinha\u00e7o.<\/p>\n<p>A 796 metros de altitude, a sede dista 76 quil\u00f4metros de Belo Horizonte,      pelas BR-262 e MG-148. P\u00f3lo industrial em forma\u00e7\u00e3o, com \u00e1rea selecionada para      um Distrito industrial.<\/p>\n<p>Sua Igreja Matriz se destaca pela moderna e original arquitetura.<\/p>\n<p>O seu surgimento est\u00e1 ligado ao deslocamento de aventureiros e bandeirantes      pelo interior de Minas Gerais, \u00e0 procura de ouro e pedras preciosas, nos fins      do s\u00e9c. XVIII.<\/p>\n<p>O clima ameno e a abund\u00e2ncia de \u00e1gua se constitu\u00edram num atrativo para que      os ca\u00e7adores de riquezas e comerciantes transformassem o local num ponto de      parada, com destino a Pitangui ou Mateus Leme. Primeiramente, veio e fixou      resid\u00eancia o mercador portugu\u00eas Manuel Batista, conhecido pelo apelido de      Pato Fofo. O assentamento de outros aventureiros e mercadores deu origem ao      Arraial de Patafufo que, em 1846, foi elevado \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de distrito.<\/p>\n<p>Em 1859, o crescimento da regi\u00e3o culminou na constru\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio da C\u00e2mara      Municipal e cadeia p\u00fablica, possibilitando a instala\u00e7\u00e3o da vila do Par\u00e1, nome      que a cidade conservou at\u00e9 1921, quando passou a se chamar Par\u00e1 de Minas.O      munic\u00edpio do Par\u00e1 foi suprimido pela lei n\u00ba 1.889, de 15 de julho de 1872.<\/p>\n<p>Posteriormente, foi restabelecido, desmembrando-se de Pitangui em 1874.<\/p>\n<p><strong>Significado do Nome:<\/strong>\u00a0Devido \u00e0s injun\u00e7\u00f5es pol\u00edticas      da \u00e9poca.<\/p>\n<p><strong>Anivers\u00e1rio da Cidade:<\/strong>\u00a020 de setembro<\/p>\n<p><strong>CARACTER\u00cdSTICAS<\/strong><\/p>\n<p><strong>No setor econ\u00f4mico, o Munic\u00edpio se destaca no seguinte segmento:<\/strong>\u00a0<strong>Produ\u00e7\u00e3o      Agropecu\u00e1ria e Agroneg\u00f3cios:<\/strong>\u00a0exerce grande influ\u00eancia      na economia local. O setor prim\u00e1rio se sobressai pela significativa produ\u00e7\u00e3o      de aves e su\u00ednos e pela produ\u00e7\u00e3o de leite e seus derivados. Par\u00e1 de Minas      \u00e9 a 1\u00aa cidade do Estado de Minas Gerais na produ\u00e7\u00e3o de frangos, a 2\u00aa na produ\u00e7\u00e3o      de su\u00ednos e a 4\u00aa cidade produtora de hortifrutigranjeiros, com destaque para      a produ\u00e7\u00e3o de tomate, piment\u00e3o e ab\u00f3bora.<\/p>\n<p><strong>Clima:<\/strong>\u00a0Ameno e \u00famido<\/p>\n<p><strong>Temperatura M\u00e9dia:<\/strong>\u00a021\u00ba C<\/p>\n<p><strong>COMO CHEGAR<\/strong><\/p>\n<p><strong>Partindo de Belo Horizonte:<\/strong>\u00a0BR-381 (Rodovia      Fern\u00e3o Dias) at\u00e9 Betim e depois BR-262.<\/p>\n<p><strong>Limites<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>S\u00e3o Jos\u00e9 da Varginha<br \/>\n       On\u00e7a de Pitangui<br \/>\n       Igaratinga<br \/>\n       Ita\u00fana<br \/>\n       Mateus Leme<br \/>\n       Florestal<br \/>\n       Esmeraldas<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Acesso Rodovi\u00e1rio:\u00a0<\/strong>BR-262, BR-352, MG-431, MG-060<\/p>\n<p><strong>Dist\u00e2ncias da Capital:<\/strong>\u00a086 km<\/p>\n<h4>TURISMO<\/h4>\n<p><strong>Resumo:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Principais Pontos Tur\u00edsticos<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cachoeira do Desid\u00e9rio<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma bela cachoeira com 28 metros de queda d\u0094\u00e1gua que forma um po\u00e7o      de 30 m X 40 m de largura. \u00c1guas frias e cristalinas fazem deste lugar um      fabuloso o\u00e1sis no cerrado.<\/p>\n<p>A cachoeira esta em propriedade particular sendo necess\u00e1rio autoriza\u00e7\u00e3o para      visit\u00e1-la.<\/p>\n<p><strong>Cachoeira do Asc\u00e2nio<\/strong><\/p>\n<p>50 metros de queda d\u0092\u00e1gua envoltos por uma densa vegeta\u00e7\u00e3o tornam esta      cachoeira o grande atrativo natural de Paracatu. Espa\u00e7o para um bom banho      energizante, relaxamento e contempla\u00e7\u00e3o da natureza.<\/p>\n<p>O local \u00e9 aberto \u00e0 visita\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n<p><strong>Cachoeira do Teixeira<\/strong><\/p>\n<p>Com \u00e1guas muito refrescantes, esta cachoeira formada pelo c\u00f3rrego Teixeira      tem 10 metros de altura e, ao desaguar, forma uma gostosa piscina natural.<\/p>\n<p>A cachoeira se encontra em propriedade particular necessitando de autoriza\u00e7\u00e3o      para a visita.<\/p>\n<p><strong>Casa de Afonso Arinos de Melo Franco<\/strong><\/p>\n<p>Nesta casa de belas janelas coloniais, nasceu Afonso Arinos de Melo Franco      em 1\u00ba de maio de 1868. Eleito membro da Academia Brasileira de Letras em dezembro      de 1901, o escritor foi empossado no dia 18 de setembro de 1903., Afonso de      Melo Franco foi uma figura de destaque na \u00e1rea jur\u00eddica e um dos fundadores      da Faculdade de Direito de Minas Gerais onde lecionou Direito Criminal.<\/p>\n<p><strong>Suas principais obras s\u00e3o:<\/strong>\u00a0\u0093Pelo Sert\u00e3o\u0094,      \u0093Os Jagun\u00e7os\u0094, \u0093O Contratador de Diamante\u0094, \u0093 O Mestre      de Campo\u0094, \u0093Lendas e Tradi\u00e7\u00f5es Brasileiras e \u0093Hist\u00f3ria e Paisagem\u0094.<\/p>\n<p><strong>Para a cr\u00edtica liter\u00e1ria L\u00facia Miguel Pereira, Afonso \u0093possu\u00eda      qualidade mestra dos regionalistas:\u00a0<\/strong>o dom de captar a      um tempo, repercutindo nas outras, prolongando-se mutuamente, as figuras humanas      e as for\u00e7as da natureza.\u0094<\/p>\n<p><strong>Catedral Matriz de Santo Ant\u00f4nio<\/strong><\/p>\n<p>Sua constru\u00e7\u00e3o deve ter sido iniciada em 1730. O frontisp\u00edcio \u00e9 simples,      lembrando as capelas do primeiro quartel do s\u00e9culo XVIII. Ao corpo principal      foram acrescentados dois corpos laterais mais baixos. \u0093A aus\u00eancia de      torres sineiras no corpo da igreja, como a sua composi\u00e7\u00e3o volum\u00e9trica, a aproxima      da arquitetura religiosa goiana, fato explic\u00e1vel pelo povoamento da regi\u00e3o      estar vinculado \u00e0 expans\u00e3o paulista para os sert\u00f5es de Goi\u00e1s.\u0094 (IPHAN)<\/p>\n<p>No seu interior, est\u00e3o \u0093sete altares de estilos diferentes, dos quais      quatro inacabados. Os mais interessantes s\u00e3o os altares do arco-cruzeiro,      em estilo D. Jo\u00e3o V\u0094 (Funda\u00e7\u00e3o Jo\u00e3o Pinheiro), provavelmente, os mais      antigos do templo. Os trabalhos dos ret\u00e1bulos n\u00e3o sofreram influ\u00eancia da arte      desenvolvida em Goi\u00e1s. Existem trabalhos em talha que n\u00e3o chegaram a ser policromados,      como a balaustrada e o p\u00falpito. O altar-mor pertenceu \u00e0 igreja de Sant\u0092Ana.<\/p>\n<p><strong>As principais festas realizadas na igreja s\u00e3o:<\/strong>\u00a0a      de Santo Ant\u00f4nio, o padroeiro; Semana Santa e Corpus Christi.<\/p>\n<p>A Igreja de Santo Ant\u00f4nio \u00e9 tombada pelo IPHAN.<\/p>\n<p>Registrada no Livro de Belas Artes<\/p>\n<p><strong>Inscri\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0465 Data: 16 de fevereiro de 1962.<\/p>\n<p><strong>Corredeiras do Teixeira<\/strong><\/p>\n<p>Em uma bela paisagem do cerrado cercado de buritis 3 Km acima da Cachoeira      do Teixeira est\u00e3o as corredeiras do Teixiera. Paisagens como esta \u00e9 que foram      magistralmente descritas por Afonso Arinos de Melo Franco.<\/p>\n<p><strong>Fazenda Concei\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Esta t\u00edpica constru\u00e7\u00e3o rural do s\u00e9culo XVIII pertence, h\u00e1 muitos anos, \u00e0      tradicional fam\u00edlia Ulhoa. A casa ainda preserva sua estrutura em aroeira,      por\u00f5es, mobili\u00e1rio e objetos.<\/p>\n<p><strong>Funda\u00e7\u00e3o Casa de Cultura<\/strong><\/p>\n<p>Este belo exemplar de constru\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo XIX foi de propriedade do Coronel      Domingos Pimentel de Ulhoa. A partir do s\u00e9culo XX, sediou v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es      educacionais.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>1908 \u0096<\/strong>\u00a0Escola Afonso Arinos.<br \/>\n<strong>1913 a 1918 \u0096\u00a0<\/strong>Escola Normal.<br \/>\n<strong>1926 a 1927 \u0096<\/strong>\u00a0Liceu Paracatuense.<br \/>\n<strong>1928 \u0096<\/strong>\u00a0Escola Normal.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Ap\u00f3s a Escola Normal, abrigou a Escola Afonso Roquete.<\/p>\n<p>Durante v\u00e1rios anos, a casa esteve abandonada, at\u00e9 que foi restaurada na      d\u00e9cada de 80. Em outubro de 1988, foi inaugurada como Casa de Cultura. Em      1993, pela lei municipal n\u00ba 1891, foi criada a Funda\u00e7\u00e3o Municipal Casa de      Cultura, que abriga o Arquivo P\u00fablico Municipal, o Museu Hist\u00f3rico, a Biblioteca      P\u00fablica Ren\u00e9 Lepesquer e a Casa da Cultura.<\/p>\n<p>Permanentemente expostas na Casa da Cultura est\u00e3o as fotografias das grutas      e cachoeiras da cidade, fotos hist\u00f3ricas e telas com paisagens de Paracatu.<\/p>\n<p>O artesanato de Paracatu \u00e9 divulgado pela Casa atrav\u00e9s de exposi\u00e7\u00e3o e venda.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:\u00a0<\/strong>Rua do \u00c1vila s\/n\u00b0<\/p>\n<p><strong>Bairro:<\/strong>\u00a0Centro<\/p>\n<h4>EVENTOS<\/h4>\n<p><strong>Calend\u00e1rio de Janeiro a Dezembro:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>O Carnaval de Blocos movimenta a cidade durante a Festa de Momo.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Janeiro<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>A Festa de Reis.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Maio<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>A Festa do Cooperado.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Julho<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>A Exposi\u00e7\u00e3o Agropecu\u00e1ria, representa a voca\u00e7\u00e3o rural da cidade.<\/p>\n<\/blockquote>\n<blockquote>\n<p>Forrocatu, quando v\u00e1rios tipos de m\u00fasica e dan\u00e7a se juntam em uma festa        \u00edmpar.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte: www.ferias.tur.br<\/p>\n<h6>Paracatu<\/h6>\n<h4>Atra\u00e7\u00f5es Tur\u00edsticas<\/h4>\n<p><strong>Cachoeira da Prata<\/strong><\/p>\n<p>50 metros de queda d&#8217;\u00e1gua envoltos por uma densa vegeta\u00e7\u00e3o tornam esta cachoeira      o grande atrativo natural de Paracatu. Espa\u00e7o para um bom banho energizante,      relaxamento e contempla\u00e7\u00e3o da natureza.<\/p>\n<p>O local \u00e9 aberto \u00e0 visita\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n<p><strong>Corredeiras do Teixeira<\/strong><\/p>\n<p>Em uma bela paisagem do cerrado cercado de buritis 3 Km acima da Cachoeira      do Teixeira est\u00e3o as corredeiras do Teixiera. Paisagens como esta \u00e9 que foram      magistralmente descritas por Afonso Arinos de Melo Franco.<\/p>\n<p><strong>Ecoturismo<\/strong><\/p>\n<p>O Munic\u00edpio de Paracatu, al\u00e9m de seu patrim\u00f4nio hist\u00f3rico, tem um santu\u00e1rio      ecol\u00f3gico a apenas 32 quil\u00f4mentros da \u00e1rea urbana. S\u00e3o 1.300 hectares das      Terras do Encantado, onde se pode percorrer trilhas em meio \u00e0 vegeta\u00e7\u00e3o do      cerrado, rumo a mais de 20 cachoeiras. As mais visitadas, Cachoeira Santa      B\u00e1rbara, Cachoeira do Asc\u00e2nio. Grutas famosas os espele\u00f3logos s\u00e3o preservadas      em \u00e1reas de dif\u00edcil acesso, como as Grutas de Santa F\u00e9, da Lagoa Rica e do      Sapezal.<\/p>\n<p>Paracatu possui tamb\u00e9m um parque florestal, onde est\u00e1 sendo constru\u00eddo a      Casa do Parque que vai funcionar como centro de recupera\u00e7\u00e3o de animais apreendidos      pela Policia Militar Florestal.<\/p>\n<p><strong>Rio Paracatu<\/strong><\/p>\n<p>O Rio Paracatu \u00e9 o maior do munic\u00edpio. A palavra sonora &#8220;Paracatu&#8221;      vem do tupi-guarani e quer dizer &#8220;rio bom&#8221;. Ele \u00e9 o mais caudaloso      afluente do Rio S\u00e3o Francisco e tem por cabeceiras duas veredas na Serra de      S\u00e3o Braz, prolongamentos da Serra da Marcela, denominadas Cana Brava e Riacho      do Cavalo, as quais se re\u00fanem na fazenda de S\u00e3o Braz. Pela margem direita,      ele recebe os rios Banabuj\u00ed, Taboca, Tamandu\u00e1, Prata, Verde, Troncos, Catinga,      Campo Grande, Sonimho, Sono Grande e Gameleira; e pela esquerda, os rios Biboca,      Santa Catarina, Escuro Grande, Santa Izabel, C\u00f3rrego Rico, Boa Sorte, Bezerra,      S\u00e3o Pedro, Rio Preto (que \u00e9 o maior de seus afluentes), Santa Teraza, Santa      F\u00e9, Santo Ant\u00f4nio, Cana Brava e outros de pequeno curso.<\/p>\n<p>O Rio Paracatu possui uns 300 quil\u00f4metros naveg\u00e1veis aproximadamente, desde      a sua foz at\u00e9 o extinto Porto Buriti. No seu curso, encontram-se pequenas      corredeiras e cachoeiras que n\u00e3o impedem o tr\u00e2nsito de barcos e canoas at\u00e9      onde era o Porto Buriti.<\/p>\n<p><strong>A partir desse ponto, encontram-se as seguintes corredeiras:<\/strong>\u00a0de      Pais Mateus, do Pateiro, da Bizerra, da Taitaba, de Pedra Mole, da ilha dos      Angicos de S\u00e3o Jos\u00e9 (50 m de comprimento), do Tronco, da Cifra (100 m de extens\u00e3o),      do Buritisinho, das Tr\u00eas Irm\u00e3s e do Campo Grande. Encontram-se ali, tamb\u00e9m,      diversas cachoeiras como a de Inha\u00fama, do Gama, do Sab\u00e3ozinho (formada de      pedras lisas que n\u00e3o firmam as varas dos remeiros), dos Paus, da &#8220;Pedra      Amolar&#8221; (antes com 3.000 HP), a &#8220;Cachoeira Grande&#8221; (com potencial      antes avaliado em 400 HP), a cachoeira Rasa (antes com 200 HP) e a Cachoeira      do Garrote (antes com 150 HP), sendo essas as mais importantes quedas do Rio      Paracatu.<\/p>\n<p>Merecem ser citadas, tamb\u00e9m, as cachoeiras do Cosme, da Escaramu\u00e7a e do Cavalo,      bem como as corredeiras do Frio, do Curralinho, e do Bufet\u00e3o, que fica a 5      l\u00e9guas da foz do rio Paracatu no rio S\u00e3o Francisco.<\/p>\n<p>\u00c0s margens do Rio Paracatu, num local intitulado Clube dos Onze, o cineasta      brasileiro Nelson Pereira dos Santos deu in\u00edcio ao renascimento de um novo      ciclo do cinema brasileiro ao transpor a obra de Jo\u00e3o Guimar\u00e3es Rosa para      as telas. O conto hom\u00f4nimo &#8220;A Terceira Margem do Rio&#8221; se transformou      em um filme.<\/p>\n<p>V\u00e1rios atores paracatuenses participaram dessa obra meio surreal do cl\u00e1ssico      diretor.<\/p>\n<h4>Atrativos Culturais<\/h4>\n<p><strong>Arquivo P\u00fablico<\/strong><\/p>\n<p>Primeira casa de alvenaria da cidade<\/p>\n<p><strong>Funda\u00e7\u00e3o Casa de Cultura<\/strong><\/p>\n<p>Trata-se de um belo exemplar de constru\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo XIX, que foi de propriedade      do Coronel Domingos Pimentel de Ulhoa. A partir do s\u00e9culo XX, sediou v\u00e1rias      institui\u00e7\u00f5es educacionais.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>1908 &#8211;<\/strong>\u00a0Escola Afonso Arinos.<br \/>\n<strong>1913 a 1918 &#8211;<\/strong>\u00a0Escola Normal.<br \/>\n<strong>1926 a 1927 &#8211;\u00a0<\/strong>Liceu Paracatuense.<br \/>\n<strong>1928 &#8211;\u00a0<\/strong>Escola Normal.<br \/>\n       Ap\u00f3s a Escola Normal, abrigou a Escola Afonso Roquete.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Durante v\u00e1rios anos, a casa esteve abandonada, at\u00e9 que foi restaurada na      d\u00e9cada de 80. Em outubro de 1988, foi inaugurada como Casa de Cultura. Em      1993, pela lei municipal n\u00ba 1891, foi criada a Funda\u00e7\u00e3o Municipal Casa de      Cultura, que abriga o Arquivo P\u00fablico Municipal, o Museu Hist\u00f3rico, a Biblioteca      P\u00fablica Ren\u00e9 Lepesquer e a Casa da Cultura.<\/p>\n<p>Permanentemente expostas na Casa da Cultura est\u00e3o as fotografias das grutas      e cachoeiras da cidade, fotos hist\u00f3ricas e telas com paisagens de Paracatu.<\/p>\n<p>O artesanato de Paracatu \u00e9 divulgado pela Casa atrav\u00e9s de exposi\u00e7\u00e3o e venda.<\/p>\n<p><strong>Igreja Matriz de Santo Ant\u00f4nio<\/strong><\/p>\n<p>Sua constru\u00e7\u00e3o deve ter sido iniciada em 1730. O frontisp\u00edcio \u00e9 simples,      lembrando as capelas do primeiro quartel do s\u00e9culo XVIII. Ao corpo principal      foram acrescentados dois corpos laterais mais baixos. &#8220;A aus\u00eancia de      torres sineiras no corpo da igreja, como a sua composi\u00e7\u00e3o volum\u00e9trica, a aproxima      da arquitetura religiosa goiana, fato explic\u00e1vel pelo povoamento da regi\u00e3o      estar vinculado \u00e0 expans\u00e3o paulista para os sert\u00f5es de Goi\u00e1s.&#8221; (IPHAN)<\/p>\n<p>No seu interior, est\u00e3o &#8220;sete altares de estilos diferentes, dos quais      quatro inacabados. Os mais interessantes s\u00e3o os altares do arco-cruzeiro,      em estilo D. Jo\u00e3o V&#8221; (Funda\u00e7\u00e3o Jo\u00e3o Pinheiro), provavelmente, os mais      antigos do templo. Os trabalhos dos ret\u00e1bulos n\u00e3o sofreram influ\u00eancia da arte      desenvolvida em Goi\u00e1s. Existem trabalhos em talha que n\u00e3o chegaram a ser policromados,      como a balaustrada e o p\u00falpito. O altar-mor pertenceu \u00e0 igreja de Sant&#8217;Ana.<\/p>\n<p><strong>As principais festas realizadas na igreja s\u00e3o:<\/strong>\u00a0a      de Santo Ant\u00f4nio, o padroeiro; Semana Santa e Corpus Christi.<\/p>\n<p>A Igreja de Santo Ant\u00f4nio \u00e9 tombada pelo IPHAN.<\/p>\n<p>Registrada no Livro de Belas Artes<\/p>\n<p><strong>Inscri\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>465 Data: 16 de fevereiro de 1962.<\/p>\n<p><strong>Museu Hist\u00f3rico de Paracatu<\/strong><\/p>\n<p>O pr\u00e9dio que abriga o Museu Hist\u00f3rico foi constru\u00eddo em 1903 para ser o Mercado      Municipal de Paracatu, que distribu\u00eda toda a produ\u00e7\u00e3o rural do munic\u00edpio.<\/p>\n<p>Ao longo do tempo, a casa abrigou a Prefeitura e Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o.      Ap\u00f3s a restaura\u00e7\u00e3o, foi dado a casa o digno destino de se tornar o Museu Hist\u00f3rico      de Paracatu.<\/p>\n<p><strong>ACERVO<\/strong><\/p>\n<p><strong>No acervo do Museu, destacam-se:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>M\u00e1quina de projetar filmes movida \u00e0 carv\u00e3o, de 1954, do antigo Cine Paracatu.<br \/>\n       Amostras de rochas e de minerais brasileiros.<br \/>\n       Cama que pertenceu a Dona Beja.<br \/>\n       Teares do s\u00e9culo XIX.<br \/>\n       Instrumentos de supl\u00edcio de escravos.<br \/>\n       Pente de ferro usado pelos escravos em brasa viva para alisar cabelos.<br \/>\n       Fotos antigas.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Atrativos Diversos<\/h4>\n<p><strong>Casa de Afonso Arinos de Melo Franco<\/strong><\/p>\n<p>Em uma casa de belas janelas coloniais, nasceu Afonso Arinos de Melo Franco      em 1\u00ba de maio de 1868. Eleito membro da Academia Brasileira de Letras em dezembro      de 1901, o escritor foi empossado no dia 18 de setembro de 1903., Afonso de      Melo Franco foi uma figura de destaque na \u00e1rea jur\u00eddica e um dos fundadores      da Faculdade de Direito de Minas Gerais onde lecionou Direito Criminal.<\/p>\n<p><strong>Suas principais obras s\u00e3o:<\/strong>\u00a0&#8220;Pelo Sert\u00e3o&#8221;,      &#8220;Os Jagun\u00e7os&#8221;, &#8220;O Contratador de Diamante&#8221;, &#8221; O Mestre      de Campo&#8221;, &#8220;Lendas e Tradi\u00e7\u00f5es Brasileiras e &#8220;Hist\u00f3ria e Paisagem&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Para a cr\u00edtica liter\u00e1ria L\u00facia Miguel Pereira, Afonso &#8220;possu\u00eda      qualidade mestra dos regionalistas:<\/strong>\u00a0o dom de captar a      um tempo, repercutindo nas outras, prolongando-se mutuamente, as figuras humanas      e as for\u00e7as da natureza.&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Parada de \u00d4nibus<\/strong><\/p>\n<p>A parada de \u00f4nibus de Paracatu, que recebe \u00f4nibus de v\u00e1rias partes de Minas      Gerais e outros estados da uni\u00e3o, tamb\u00e9m serve de ponto de encontro e local      para compras e tem tamb\u00e9m restaurante e lanchonete.<\/p>\n<h4>Dados Gerais<\/h4>\n<p><strong>Dist\u00e2ncias<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Belo Horizonte:<\/strong>\u00a0482 km<br \/>\n<strong>Rio de Janeiro:<\/strong>\u00a0917 km<br \/>\n<strong>S\u00e3o Paulo:<\/strong>\u00a0860 km<br \/>\n<strong>Bras\u00edlia:\u00a0<\/strong>220 km<br \/>\n<strong>Vitoria:\u00a0<\/strong>1.022 km<br \/>\n<strong>Montes Claros:<\/strong>\u00a0466 km<br \/>\n<strong>Una\u00ed:\u00a0<\/strong>101 km<br \/>\n<strong>Patos de Minas:<\/strong>\u00a0230 km<br \/>\n<strong>Uberl\u00e2ndia:\u00a0<\/strong>380 km<br \/>\n<strong>Uberaba:\u00a0<\/strong>370 km<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Localiza\u00e7\u00e3o \u00e0s margens da BR-040, com acesso para Belo Horizonte e Brasilia;<\/p>\n<p><strong>Limites; Munic\u00edpios Lim\u00edtrofes:<\/strong>\u00a0Una\u00ed, Jo\u00e3o,      Pinheiro, Guarda-Mor, Vazante, Lagoa Grande, Cristalina (GO) e Campo Alegre      de Goi\u00e1s (GO).<\/p>\n<p><strong>Clima \/ Temperatura<\/strong><\/p>\n<p><strong>Temperatura:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>m\u00e9dia anual:<\/strong>\u00a022,6 C<br \/>\n<strong>m\u00e9dia m\u00e1xima anual:\u00a0<\/strong>29,1 C<br \/>\n<strong>m\u00e9dia m\u00ednima anual:<\/strong>\u00a017,3 C<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>\u00cdndice m\u00e9dio pluviom\u00e9trico anual:<\/strong>\u00a01438,7 mm<\/p>\n<p><strong>Relevo<\/strong><\/p>\n<p><strong>Altitude:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>M\u00e1xima:\u00a0<\/strong>1008 m<br \/>\n<strong>Local:\u00a0<\/strong>Serra da Mata<br \/>\n<strong>M\u00ednima:\u00a0<\/strong>498 m<br \/>\n<strong>Local:\u00a0<\/strong>Foz Rib.Entre Ribeiros<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Ponto central da cidade:\u00a0<\/strong>687,5 m<\/p>\n<p><strong>Relevo:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Topografia (%)<br \/>\n<strong>Plano:\u00a0<\/strong>35<br \/>\n<strong>Ondulado:\u00a0<\/strong>50<br \/>\n<strong>Montanhoso:<\/strong>\u00a015<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Hidrografia<\/strong><\/p>\n<p><strong>Principais rios:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>RIO DA BATALHA<br \/>\n       RIO SAO MARCOS<br \/>\n       CORREGO SANTA ISABEL<br \/>\n       RIO PARACATU<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Bacia:<\/strong>\u00a0BACIA RIO SAO FRANCISCO\/BACIA RIO PARANAIBA<\/p>\n<p><strong>Geologia \/ Solo<\/strong><\/p>\n<p>Potencialidade dos solos que, se devidamente trabalhados, prestam-se muito      bem \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os, frutas, etc;<\/p>\n<p><strong>Vegeta\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Cerrado e Veredas de Buritis<\/p>\n<h4>Hino<\/h4>\n<blockquote>\n<p>Letra por Jo\u00e3o Duarte Campos<br \/>\n       Melodia por Agenor Gonzaga dos Santos<\/p>\n<p>Os teus becos que foram picadas,<br \/>\n       Tuas ruas que foram bandeiras,<br \/>\n       Foram hoje a altaneira cidade,<br \/>\n       Grande urbe das plagas mineiras!<\/p>\n<p>Paracatu do Pr\u00edncipe,<br \/>\n       Do ouro, do esplendor,<br \/>\n       Dos buritis de Arinos,<br \/>\n       Do nosso eterno amor!<\/p>\n<p>As igrejas na f\u00e9 levantadas,<br \/>\n       Sob um c\u00e9u de suave beleza,<br \/>\n       S\u00e3o as tuas verdades sagradas,<br \/>\n       Testemunhas de tua grandeza!<\/p>\n<p>Estribilho<\/p>\n<p>Teus her\u00f3is, teu porvir, tua hist\u00f3ria,<br \/>\n       S\u00e3o agora o mais caro tesouro<br \/>\n       Do fulgor de um passado de gl\u00f3ria,<br \/>\n       Oh, cidade da f\u00e9 e do ouro!<\/p>\n<p>Estribilho<\/p>\n<p>Por teu povo em labor permanente,<br \/>\n       Por teu solo fecundo e enlevado,<br \/>\n       H\u00e1s de ter, exaltando o presente,<br \/>\n       Um futuro maior que o passado!<\/p>\n<p>Estribilho<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte: citybrazil.com.br<\/p>\n<h6>Paracatu<\/h6>\n<h4>A forma\u00e7\u00e3o Hist\u00f3rica do Noroeste Mineiro<\/h4>\n<p>A demarca\u00e7\u00e3o oficial dessa regi\u00e3o deixa um espa\u00e7o entre a margem esquerda      do Rio S\u00e3o Francisco, a partir da barragem de Tr\u00eas Marias at\u00e9 o Rio Carinhanha,      que pertence \u00e0 regi\u00e3o Norte de Minas. <\/p>\n<p>Resolvemos englobar toda a margem Esquerda do S\u00e3o Francisco na regi\u00e3o Noroeste      de Minas, em face de reconhecer nesse territ\u00f3rio uma certa homogeneidade topogr\u00e1fica,      geol\u00f3gica e hist\u00f3rica. Esta regi\u00e3o faz limite ao Sul, com a regi\u00e3o do Alto      Parana\u00edba; a Oeste com o Distrito Federal e com o Estado de Goi\u00e1s; a Nordeste      com o Estado da Bahia e a Leste com a regi\u00e3o Norte de Minas, o chamado M\u00e9dio      S\u00e3o Francisco. O n\u00facleo b\u00e1sico \u00e9 Paracatu que se desdobra no in\u00edcio do s\u00e9culo      XIX, com a emancipa\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio de S\u00e3o Rom\u00e3o.<\/p>\n<p>De forma aleat\u00f3ria Pernambuco e S\u00e3o Paulo disputavam a regi\u00e3o, isto \u00e9, a      margem esquerda do Rio S\u00e3o Francisco desde as cabeceiras dos afluentes at\u00e9      o Rio Carinhanha. Mas a partir do momento que foi descoberto o ouro em Minas      a regi\u00e3o passou a ser fiscalizada pelos portugueses.<\/p>\n<p> Em 26 de abril de 1721, o Conde de Assumar, governador da Capitania de Minas      Gerais, em face de ordem r\u00e9gia, emite bando transferindo a regi\u00e3o de Pernambuco      para Minas Gerais, comarca do Rio das Velhas, com sede em Sabar\u00e1. <\/p>\n<p>Um s\u00e9culo depois, em 1824, Dom Pedro I, transfere para Minas a Comarca do      Rio S\u00e3o Francisco, pertencente a Pernambuco, ainda na margem esquerda do S\u00e3o      Francisco, de al\u00e9m Rio Carimhanha at\u00e9 Barras, nas proximidades do Piau\u00ed. <\/p>\n<p>Tr\u00eas anos depois, 1827, o que havia sido dado a Minas foi transferido para      a Bahia. Permanecia, portanto, a configura\u00e7\u00e3o da Comarca de Sabar\u00e1. (PIRES,      1979; 183)<\/p>\n<p>A coloniza\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o tem in\u00edcio com a explora\u00e7\u00e3o mineradora, na terceira      d\u00e9cada do s\u00e9culo XVIII, com as bandeiras de Felisberto Caldeira Brant at\u00e9      ent\u00e3o estabelecido nas minas de Goi\u00e1s e Jos\u00e9 Rodrigues Frois procedente da      Bahia. <\/p>\n<p>O entrela\u00e7amento das duas fam\u00edlias constituiu-se no primeiro n\u00facleo formador      do povoamento da regi\u00e3o. O certo \u00e9 que com a descoberta do ouro em Paracatu,      para l\u00e1 correu gente da regi\u00e3o central de Minas, de Pernambuco, da Bahia,      de S\u00e3o Paulo, do Rio de Janeiro e de Portugal, vindo do Minho, de Braga e      Tr\u00e1s-os-Montes.<\/p>\n<p><strong>Segundo Oliveira Mello, a partir de 1736 quadro diferentes caminhos      para Goi\u00e1s passaram a fazer jun\u00e7\u00e3o em Paracatu:<\/strong>\u00a0a picada      de Goi\u00e1s, cuja constru\u00e7\u00e3o foi permitida por despacho do Governador de Minas,      Gomes Freire de Andrade, de 8 de maio de 1736; a de Pitangui a Goi\u00e1s, autorizada      no mesmo ano ao expedicion\u00e1rio Domingos de Brito; a que passava por S\u00e3o Rom\u00e3o,      caminhos trilhados por pernambucanos e finalmente a passagem pela foz do Abaet\u00e9.      (OLIVEIRA MELLO, A.1994; 61 Felisberto Caldeira, j\u00e1 muito rico deixa as minas      do Morro do Ouro e vai estabelecer-se no Tejuco, sede do Distrito Diamantino,      exercendo o cobi\u00e7ado cargo de contratador de diamantes, no ano de 1747. Frois      e Caldeira Brant fizeram aumentar o movimento na regi\u00e3o de Paracatu, dando      origem ao povoado. Com a oficializa\u00e7\u00e3o da descoberta do ouro Gomes Freire      de Andrade comunica ao rei que em Paracatu havia formado uma grande concentra\u00e7\u00e3o      populacional.<\/p>\n<p>A descoberta do ouro em Paracatu, por volta de 1744 coincide com o auge da      explora\u00e7\u00e3o em Goi\u00e1s. Em 1728 havia sido criada a Superintend\u00eancia das Minas      de Goi\u00e1s, ligada \u00e0 Capitania de S\u00e3o Paulo onde era fundido o ouro. <\/p>\n<p>Agravando a quest\u00e3o do contrabando e a for\u00e7a das oligarquias locais, como      ficou c\u00e9lebre a participa\u00e7\u00e3o de Bartolomeu da Silva e seu genro Jo\u00e3o Leite      Ortiz. Estabeleceu-se um \u00fanico caminho proibindo-se os demais. Esse movimento      aumenta a import\u00e2ncia de Paracatu. Como as minas de Goi\u00e1s continuavam deficit\u00e1rias,      a Metr\u00f3pole resolveu criar a Capitania de Goi\u00e1s, desmembrada de S\u00e3o Paulo,      em 1749, sendo seu primeiro governador D. Marcos de Noronha. <\/p>\n<p>O chamado Sert\u00e3o da Farinha Podre, o atual Tri\u00e2ngulo Mineiro pertencia a      Goi\u00e1s. O munic\u00edpio de Paracatu e o Noroeste de Minas pertenciam \u00e0 Comarca      do Rio das Velhas, com sede em Sabar\u00e1, at\u00e9 sua emancipa\u00e7\u00e3o, conforme alvar\u00e1      r\u00e9gio de 20 de outubro de 1798. Dezessete anos depois que o pr\u00edncipe D. Jo\u00e3o      VI havia sido homenageado no dia de seu nascimento (O novo munic\u00edpio passa      a denominar-se &#8220;Paracatu do Pr\u00edncipe&#8221;) coincide com a assinatura      do alvar\u00e1 de emancipa\u00e7\u00e3o, em 17 de maio de 1815, cria a Comarca de Paracau,      desmembrada de Sabar\u00e1, incorporando o Tri\u00e2ngulo Mineiro e o Alto Parana\u00edba      a seu territ\u00f3rio.<\/p>\n<p><strong>A quinta comarca de Minas Gerais tinha um enorme territ\u00f3rio:<\/strong>\u00a0fazia      divisa com Goi\u00e1s, Pernambuco, Bahia, S\u00e3o Paulo e Mato Grosso.<\/p>\n<p>A administra\u00e7\u00e3o pombalina (1750-1777) havia preparado a sociedade colonial      para mudan\u00e7as nas estrat\u00e9gias de coloniza\u00e7\u00e3o; as id\u00e9ias iluministas e as transforma\u00e7\u00f5es      na vida institucional da Europa fizeram aflorar as contradi\u00e7\u00f5es latentes no      \u00e2mbito da sociedade mineradora espoliada, que resolveu se rebelar.<\/p>\n<p>(1789). Os colonizadores perceberam que n\u00e3o podiam ou n\u00e3o conseguiam mais      manter a minera\u00e7\u00e3o aur\u00edfera. A puni\u00e7\u00e3o aos inconfidentes com degredos, confinamentos      e pena de morte foi aterrorizante, como revela o esquartejamento de Tiradentes.<\/p>\n<p> Igualmente rigorosas foram as persegui\u00e7\u00f5es sobre os habitantes das cidades      aur\u00edferas, com pris\u00f5es, confiscos de bens e humilha\u00e7\u00f5es p\u00fablicas. A partir      da Inconfid\u00eancia Mineira as cidades do ciclo do ouro passaram por um melanc\u00f3lico      esvaziamento. <\/p>\n<p>Os mineradores, os cl\u00e9rigos e escravos se distanciam das cidades buscando      long\u00ednquas terras. Por onde chegam os ex-mineradores j\u00e1 transformados em agropecuaristas,      v\u00e3o empurrando as linhas divis\u00f3rias da Prov\u00edncia de Minas. No dizer de Carrato,      uma verdadeira di\u00e1spora. <\/p>\n<p>Os migrantes partiram em massa na busca de novas aventuras, encontrando imensas      florestas e terras desabitadas. \u00c0s vezes ainda tentavam a minera\u00e7\u00e3o de ouro      ou de gemas, mas acabavam abrindo currais, fazendas e pequenos neg\u00f3cios; come\u00e7am      ere\u00e7\u00e3o de capelas, cria\u00e7\u00e3o de freguesias ou vilas. (CARRATO, J.F, 1968).<\/p>\n<p><strong>Dois fatores motivaram as migra\u00e7\u00f5es da Regi\u00e3o Central para o Noroeste:\u00a0<\/strong>a      cria\u00e7\u00e3o extensiva e explora\u00e7\u00e3o mineral desde o final do s\u00e9culo XVIII vinha      recebendo migrantes mineiros dedicados \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de gado bovino, contribuindo      para a acelera\u00e7\u00e3o das migra\u00e7\u00f5es para a margem direita do S\u00e3o Francisco.<\/p>\n<p><strong>Em 1831 foi criado o munic\u00edpio de S\u00e3o Rom\u00e3o que em seus desdobramentos      em sentido norte, deu a configura\u00e7\u00e3o topon\u00edmica da regi\u00e3o:<\/strong>\u00a0O      primeiro foi Janu\u00e1raia, em 1833 que se dividiu em Manga e Itacarambi. Em 1873,      a cria\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio de Jo\u00e3o Pinheiro. Em 1850 foi criado o distrito de      Unai que mais tarde se desdobra em Buritis e Bonfin\u00f3polis. J\u00e1 no s\u00e9culo XX      Foram criados os munic\u00edpios de Vazante e Guarda Mor.<\/p>\n<h4>Pol\u00edtica<\/h4>\n<p>No ocaso da era colonial o cientista Jos\u00e9 Vieira Couto fazia an\u00e1lise e constatava      o triste quadro da situa\u00e7\u00e3o dos criadores espoliados pelo sistema fiscal que      desestimulava a produ\u00e7\u00e3o. Eram tantos os impostos e confiscos que do produtor      ao consumidor o governo ficava com \u00be do produto, ou seja, do que se produziam.      Significa que se o fazendeiro produzia 10 bois, oito ficavam para o fico e      dois para o produtor. Desses dois deveria tirar todo o custo de produ\u00e7\u00e3o e      seu lucro. (BARBOSA, W. A.1971; 114)<\/p>\n<p>No come\u00e7o do s\u00e9culo do segundo imp\u00e9rio, visando anular a for\u00e7a dos liberais      de S\u00e3o Paulo e Minas que bradavam contra as leis &#8220;regressistas&#8221;,      Dom Pedro II, promovido \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de maior, come\u00e7a a governar sob a influ\u00eancia      do Conselho de Ministro, de car\u00e1ter conservador, que persuadiu o pr\u00edncipe      o pr\u00edncipe a dissolver a C\u00e2mara dos Deputados, as assembl\u00e9ias provinciais      e as c\u00e2maras municipais. <\/p>\n<p>Os liberais revoltados resolveram se organizar para exigir de Dom Pedro volta      \u00e0 normalidade. Paracatu respondeu com rapidez os clamores dos liberais atrav\u00e9s      da atua\u00e7\u00e3o de Manoel de Melo Franco, filho do vig\u00e1rio Joaquim de Melo Franco,      o padre Jos\u00e9 de Brito Freire e o padre Jos\u00e9 de Moura Brochado. <\/p>\n<p>O presidente rebelde da Prov\u00edncia enviou em 14 de julho de 1842, ordem ao      comandante da Guarda Nacional de Paracatu no sentido de marchar para Arax\u00e1      e Uberaba em apoio ao movimento revoltoso. Manoel de Melo Franco refor\u00e7ou      a ordem de Pinto Coelho, mas a unidade da Guarda Nacional estava dividida      e fraca. <\/p>\n<p>No dia 2 de agosto a C\u00e2mara Municipal de Paracatu comunicou \u00e0 sua vizinha      C\u00e2mara de Patroc\u00ednio que havia aderido ao governo rebelde com sede provis\u00f3ria      em S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rei. Com a derrota dos liberais em Santa Luzia os revoltosos      foram destitu\u00eddos do poder e posteriormente anistiados. (OLIVEIRA MELLO, .      1994; 168)<\/p>\n<p>Depois da Revolta de 1842 a luta pela hegemonia de fac\u00e7\u00f5es olig\u00e1rquicas foi      intensa. Liberais e conservadores continuavam se digladiando em face do poder      que se instituiu com o coronelismo. Mello nos conta alguns epis\u00f3dios interessantes      que culminavam com muito homic\u00eddio, anula\u00e7\u00e3o de elei\u00e7\u00e3o, pris\u00f5es injustas,      furto de urnas eleitorais e outros delitos. <\/p>\n<p>Em 1864 o Capit\u00e3o Belo furtou as urnas eleitorais de madeira que se encontravam      em cust\u00f3dia na igreja-matriz de Paracatu e as abriu com golpes de machado.      O padre Moura Barbosa que era juiz de paz mandou prender o Capit\u00e3o Belo por      alguns dias. Ao sair da cadeia espancou barbaramente o sacerdote-juiz. (OLIVEIRA      MELLO, A.1994; 170)<\/p>\n<p>Durante o Segundo Imp\u00e9rio com o centralismo no poder, n\u00e3o havia muita oportunidade      para pol\u00edticos oriundos de sua pr\u00f3pria regi\u00e3o. Os governadores das prov\u00edncias      eram nomeados pelo Imperador e quase sempre pertenciam a outras prov\u00edncias.      Para ser nomeado o candidato deveria ter mais afinidade com o Rio de Janeiro      do que com a prov\u00edncia natal.<\/p>\n<p><strong>Mesmo assim, dois noroestinos tiveram a oportunidade de governar      Minas Gerais por min\u00fasculos espa\u00e7os de tempo:<\/strong>\u00a0Antonio      Paulino Limpo de Abreu (1835) e Antonio da Costa Pinto (1836). Outros pol\u00edticos      da regi\u00e3o estiveram presentes na C\u00e2mara dos deputados e na Assembl\u00e9ia Provincial      de Minas, pertencentes \u00e0s fam\u00edlias Limpo de Abreu, Soares de Souza, Costa      Pinto, Melo Franco, Pimentel Barbosa e Resende Costa.<\/p>\n<p>O sistema eleitoral do Imp\u00e9rio privilegiava os homens de posse como os \u00fanicos      eleg\u00edveis. O presidente da Prov\u00edncia era nomeado pelo Imperador e garantia      a centraliza\u00e7\u00e3o do poder na Corte. Fazer pol\u00edtica com interesses locais ou      regionais era dif\u00edcil. O presidente da Prov\u00edncia, quase sempre estranho ao      meio, n\u00e3o tinha interesse por seus problemas.<\/p>\n<p> \u00c9 conhecido caso contado por Machado de Assis em seu romance &#8220;Mem\u00f3rias      p\u00f3stumas de Br\u00e1s Cubas&#8221;. O personagem Lobo Neves esperava ser nomeado      presidente de uma prov\u00edncia do Norte do Pa\u00eds. A mulher, Virg\u00edlia se opunha      \u00e0 nomea\u00e7\u00e3o do marido porque n\u00e3o queria afastar-se do Rio de Janeiro onde morava      seu amor plat\u00f4nico Br\u00e1s Cubas. Lobo Neves queria exercer o cargo s\u00f3 para obter      t\u00edtulos nobili\u00e1rquicos para si e para a mulher.<\/p>\n<p>Portanto, o poder local redundava sempre em poder central ou troca entre      este e uma determinada fam\u00edlia. A Rep\u00fablica passa a ser desejada exatamente      para que a pol\u00edtica come\u00e7asse a prevalecer a partir de uma regi\u00e3o, de um local,      de um munic\u00edpio, da\u00ed para o Estado e deste para o Pa\u00eds.<\/p>\n<p> Desta forma come\u00e7am a aparecer no Noroeste nomes de fam\u00edlias pouco participantes      da vida pol\u00edtica como os fundadores do Partido Republicano, a exemplo de Jos\u00e9      Gon\u00e7alves de Oliveira Vilela, Manoel Goia, Alceu Vitor Rodrigues, Furtato      Jacinto Botelho, Euz\u00e9bio Michel Gonzaga, Pedro Brochado, Pedro Salazar Moscoso      da Veiga Pessoa, Manoel Monteiro da Mota Vasconcelos.<\/p>\n<p>Iniciada a nova vida republicana liderada pela sede da comarca e capital      regional, Paracatu e a regi\u00e3o tiveram seus quadros pol\u00edticos parcialmente      renovados. Se no Imp\u00e9rio havia os t\u00edtulos nobili\u00e1rquicos e condecora\u00e7\u00f5es para      premiar servi\u00e7o e tamb\u00e9m a Guarda Nacional para contentar a vaidade dos grandes      senhores rurais, a Rep\u00fablica, que suprimia os t\u00edtulos e as condecora\u00e7\u00f5es,      teve de usar com mais liberdade as patentes da Guarda nacional para premiar      servi\u00e7os pol\u00edticos.<\/p>\n<p>Da\u00ed a pol\u00edtica dos coron\u00e9is como substrato da Pol\u00edtica dos Governadores.      O coronel, encastelado em seu espa\u00e7o territorial, controlava o eleitorado.      Em troca dos votos de seus subalternos a presidentes da Rep\u00fablica, presidentes      do Estado e a deputados, o coronel exigia nomea\u00e7\u00f5es e demiss\u00f5es de funcion\u00e1rios      estaduais e federais; benfeitorias p\u00fablicas que privilegiavam suas propriedades      e seus redutos. <\/p>\n<p>Em face de tais poderes os coron\u00e9is abriram luta de morte em busca de hegemonias      regionais. Mello nos mostra com clareza o funcionamento desse poder paralelo      que fez correr tanto sangue nos sert\u00f5es do Noroeste. A disputa das c\u00e2maras      municipais e presid\u00eancia da fac\u00e7\u00e3o local do PRM redundava sempre em homic\u00eddio.<\/p>\n<p> A presid\u00eancia do partido local do coronel Antonio Siqueira Torres caracterizou-se      por lutas sangrentas, dissid\u00eancias internas, arregimenta\u00e7\u00e3o de for\u00e7as eleitorais,      de 1909 a 1910. Outro per\u00edodo conturbado foi o da presid\u00eancia do coronel Leopoldo      Leonardo de Faria Pereira (1916-1917). (OLIVEIRA MELLO, . 1994; 174)<\/p>\n<p>Muito conhecido o epis\u00f3dio do migrante baiano Antonio D\u00f3, localizado nas      margens do Urucuia. O bandido era contratado por fazendeiros para assassinar      outros fazendeiros pertencentes a fac\u00e7\u00f5es rivais do PRM. Acabou criando um      poderoso bando revoltado contra o mandonismo do coronelato do sert\u00e3o, tendo      que enfrentar os batalh\u00f5es da Pol\u00edcia Militar de Minas. (MARTINS, 1967; 18)<\/p>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o na Revolu\u00e7\u00e3o de 1930 teve forte influ\u00eancia de Oleg\u00e1rio      Maciel que vivera em Patos de Minas antes de assumir a presid\u00eancia do Estado.<\/p>\n<p>Oleg\u00e1rio tramou a invas\u00e3o de Goi\u00e1s, com passagem pelo Noroeste Mineiro. O      recrutamento do contingente da Pol\u00edcia Militar foi em Patos de Minas, Paracatu      e Jo\u00e3o Pinheiro, que com 300 homens armados entrou em Goi\u00e1s ocupando cidades.      No dia 27 de outubro de 1930, sob o comando do coronel Quintino Vargas, a      tropa mineira tomou a capital Goi\u00e1s Velha. (OLIVEIRA MELLO, . 1994; 178)<\/p>\n<h4>Economia<\/h4>\n<p>O alto pre\u00e7o da carne bovina praticado na regi\u00e3o mineradora beneficiava somente      os portugueses detentores dos privil\u00e9gios comerciais instaurados desde a Guerra      dos Emboabas at\u00e9 a Independ\u00eancia do Brasil. Conclui-se que o Noroeste de Minas      foi uma regi\u00e3o prejudicada com tais privil\u00e9gios que vendia apenas o boi em      p\u00e9 e n\u00e3o seus subprodutos. <\/p>\n<p>Com a descoberta das minas a regi\u00e3o come\u00e7a a ser alvo das disputas por parte      da Bahia, Pernambuco e dos portugueses que dominavam o vasto territ\u00f3rio e      seu com\u00e9rcio. Apesar da proibi\u00e7\u00e3o de novos caminhos sen\u00e3o o direcionado ao      Rio de Janeiro, sabe-se que o Porto de S\u00e3o Rom\u00e3o, embora a precariedade da      navega\u00e7\u00e3o e dos caminhos que l\u00e1 se irradiavam, foi importante no abastecimento      de sal. <\/p>\n<p>Mas no s\u00e9culo XIX a situa\u00e7\u00e3o muda e s\u00e3o Rom\u00e3o \u00e9 um porto de embarque e de      desembarque de sal e outras mercadorias para abastecimento de Minas e Goi\u00e1s.      Os navios transportavam na regi\u00e3o dez toneladas de rapadura, a\u00e7\u00facar mascavo      e aguardente. <\/p>\n<p>Barcos levavam tanto para f\u00e1bricas do Nordeste e para ind\u00fastria do t\u00eaxtil      mineira o algod\u00e3o em grande quantidade, produzido na regi\u00e3o. O franc\u00eas Saint\u00b4Hilaire      no come\u00e7o do s\u00e9culo XIX e o ingl\u00eas Richard Burton na segunda metade do s\u00e9culo      registram grande movimento de carga de aguardente de Janu\u00e1ria com destino      ao mercado de fora da prov\u00edncia.<\/p>\n<p>Paracatu ficava a 50 quil\u00f4metros do porto de Buriti por onde se realizavam      intensas transa\u00e7\u00f5es comerciais. Mas se a navega\u00e7\u00e3o facilitou essas transa\u00e7\u00f5es      e motivou a produ\u00e7\u00e3o industrial, ela foi fator de infraestrutural que facilitou      a cria\u00e7\u00e3o de gado. <\/p>\n<p>A regi\u00e3o fornecia carne e couro ao Nordeste e a Minas Gerias. A regi\u00e3o favorecia      a pecu\u00e1ria do tipo extensivo. A exist\u00eancia de \u00e1gua em abund\u00e2ncia e sal tanto      importado quanto a pr\u00f3pria saliniza\u00e7\u00e3o da terra. (NEVES, .1998)<\/p>\n<p>Como os portos ficam longe das grandes pastagens e das lavouras de algod\u00e3o      e as tropas de muar emperram a circula\u00e7\u00e3o das mercadorias, os noroestinos      come\u00e7am a planejar e a reivindicar estrada de ferro. A m\u00e1quina a vapor representava      agilidade e enormes possibilidades de mercado.<\/p>\n<p> Os representantes pol\u00edticos municipais chegaram a fazer contato com o ex-presidente      da Prov\u00edncia Antonio Paulino Limpo de Abreu para constru\u00e7\u00e3o de um ramal ferrovi\u00e1rio      de Perd\u00f5es no Sul de Minas ao porto de S\u00e3o Rom\u00e3o o que jamais conseguiram.      A luta por estradas de rodagem n\u00e3o foi menor e o Noroeste ficou isolado at\u00e9      o advento de Bras\u00edlia, quando a regi\u00e3o passa a ser bem servida de rodovias      federais e estaduais.<\/p>\n<p>Seu principal acidente geogr\u00e1fico \u00e9 o Rio S\u00e3o Francisco, que a corta de meio      ao meio.o Norte de Minas. A parte Oeste at\u00e9 a d\u00e9cada de 50 apresentava-se      como das mais rarefeitas demograficamente e um tipo de pecu\u00e1ria ainda muito      primitivo e a\u00ed predominante. Grande parte de sua popula\u00e7\u00e3o vivia na &#8220;era      do couro&#8221; e a pr\u00f3pria moeda n\u00e3o era de maior import\u00e2ncia nas transa\u00e7\u00f5es      mais comuns.<\/p>\n<p> O Urucuia corta vasta extens\u00e3o ainda sem real express\u00e3o econ\u00f4mica..As cidades      ao longo do S\u00e3o Francisco exercem influ\u00eancia em parte da regi\u00e3o, tais como      S\u00e3o Rom\u00e3o, Janu\u00e1ria e Manga. Por\u00e9m, Montes Claros funciona como funil de uma      vasta extens\u00e3o que se espalha mesmo por outras zonas.<\/p>\n<p>No in\u00edcio do governo Israel Pinheiro (1965\/1971) elaborou o Plano Integrado      de Desenvolvimento da Regi\u00e3o Noroeste. Visava aproveitar os potenciais de      um quinto da \u00e1rea do Estado de Minas Gerais at\u00e9 ent\u00e3o inaproveitada. O Plano      Noroeste, que era basicamente agr\u00edcola, pretendia transformar a regi\u00e3o na      grande fornecedora de alimentos para Bras\u00edlia e Belo Horizonte, sendo o primeiro      de uma s\u00e9rie de planos regionais cujo objetivo era integrar a economia mineira.    <\/p>\n<p>O est\u00e1gio de desenvolvimento do Estado encontrado por Israel era uma nega\u00e7\u00e3o      A renda percapita em queda constante; o \u00edndice de crescimento industrial inferior      aos demais Estado. Basta dizer que na imensid\u00e3o de Minas Gerais tinham apenas      175 localidades servidas com energia da CEMIG. <\/p>\n<p>Diante desse quadro desolador, era necess\u00e1ria uma atua\u00e7\u00e3o imediata em algumas      regi\u00f5es do Estado onde, por diversas raz\u00f5es, os reflexos dos investimentos      realizados fossem os mais desej\u00e1veis. (VAZ, 1996; 354) O certo \u00e9 que os recursos      conseguidos pelo projeto de Israel no Banco Mundial ficaram retidos em Bras\u00edlia      at\u00e9 o governo Rondon Pacheco, seu sucessor assumir o governo de Minas.<\/p>\n<p><strong>Antonio de Paiva MOURA<\/strong><\/p>\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n<p>BARBOSA, Waldemar de Almeida. A decad\u00eancia das minas e a fuga da minera\u00e7\u00e3o.      Belo Horizonte: UFMG, 1971.<br \/>\n     CARRATO, Jos\u00e9 Ferreira. Igreja, iluminismo e escolas mineiras coloniais. S\u00e3o      Paulo: Nacional, 1968.<br \/>\n     MARTINS, Saul. Antonio D\u00f3, o jagun\u00e7o mais famoso do sert\u00e3o. Belo Horizonte:      Imprensa oficial, 1967.<br \/>\n     NEVES, Zanoni. Navega\u00e7\u00e3o da integra\u00e7\u00e3o: os remeiros do Rio S\u00e3o Francisco.      Belo Horizonte: UFMG, 1998.<br \/>\n     OLIVEIRA MELLO, Antonio de. As minas reveladas: Paracatu no tempo. Paracatu:      Prefeitura Municipal, 1994.<br \/>\n     PIRES, Sime\u00e3o Ribeiro. Ra\u00edzes de Minas. Montes Claros, Autor. 1979.<br \/>\n     VAZ, Alisson Mascarenhas. Israel, uma vida para a hist\u00f3ria. Rio de Janeiro:      Cia. Vale do Rio Doce. 1996.<\/p>\n<p>Fonte: www.asminasgerais.com.br<\/p>\n<h6>Paracatu<\/h6>\n<p><strong>Paracatu\u00a0<\/strong>localiza-se no noroeste mineiro fica      distante 503 km da capital belo horizonte e 240 km de Bras\u00edlia\u0096DF, possui      em sua m\u00e9dia 85.000 habitantes.<\/p>\n<p>Cidade hist\u00f3rica com mais de 200 anos, que foi agraciada em 2010 com o t\u00edtulo      de patrim\u00f4nio hist\u00f3rico nacional.<\/p>\n<p>Nesta cidade mora um povo hospitaleiro e rico em tradi\u00e7\u00f5es, onde se hospedam      permanemente a preserva\u00e7\u00e3o da cultura, maravilhosa culin\u00e1ria e uma hist\u00f3ria      que encanta a todos que passam por ela.<\/p>\n<p>No cen\u00e1rio econ\u00f4mico destaca-se a produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria (principalmente a      de milho , feij\u00e3o e soja) e a cria\u00e7\u00e3o de gado.<\/p>\n<p>A extra\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio, tamb\u00e9m possui ineg\u00e1vel import\u00e2ncia, sendo o ouro o      maior foco desta busca. a empresa canadense kinrros, \u00e9 a principal exloradora      deste min\u00e9rio na cidade. Outra que tem ganhado espa\u00e7o crescente \u00e9 o aproveitamento      de atividades voltadas ao biocombustivel, gra\u00e7as a instala\u00e7\u00e3o de usinas de      \u00e1lcool e a\u00e7\u00facar na regi\u00e3o.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria da Cidade<\/h4>\n<p>Paracatu significa &#8220;rio bom&#8221; em l\u00edngua tupi. Situada no Noroeste      de Minas Gerais \u00e9 uma cidade que se destaca pela beleza do seu turismo ecol\u00f3gico,      pelo calend\u00e1rio festivo e pelo desenvolvimento da sua agricultura, pecu\u00e1ria,      minera\u00e7\u00e3o e ind\u00fastria.<\/p>\n<p><strong>Paracatu Ontem<\/strong><\/p>\n<p>O interior do Brasil foi esquadrinhado pelos bandeirantes, pelos pecuaristas      e pelos aventureiros durante todo o per\u00edodo colonial. Segundo o historiador      Ant\u00f4nio de Oliv eira Mello, a regi\u00e3o Noroeste de Minas Gerais foi visitada,      conhecida e perscrutada desde o final do s\u00e9culo XVI. <\/p>\n<p>Ele reuniu ind\u00edcios de que as bandeiras de Domingos Luis Grau (1586-1587),      Ant\u00f4nio Macedo (1590), Domingos Rodrigues (1596), Domingos Fernandes (1599)      e Nicolau Barreto (1602-1604), palmilharam esta regi\u00e3o. [1]<\/p>\n<p>Em 1744 os bandeirantes Felisberto Caldeira Brant e Jos\u00e9 Rodrigues Frois      comunicaram \u00e0 coroa o descobrimento das minas do vale do Paracatu.[2] Existem      ind\u00edcios de que o arraial j\u00e1 havia sido fundado muitos anos antes, pois a      essa \u00e9poca j\u00e1 se tem conhecimento da exist\u00eancia de casas de morada e igrejas      no local. Ap\u00f3s essa descoberta, n\u00e3o surgiu no cen\u00e1rio das Gerais nenhuma nova      regi\u00e3o aur\u00edfera de import\u00e2ncia. Portanto, \u0093A \u00faltima grande descoberta      aur\u00edfera das Minas Gerais ocorreu no Vale do Rio Paracatu no in\u00edcio do s\u00e9culo      XVIII\u0094.[3]<\/p>\n<p>A conquista da regi\u00e3o vinha sendo estruturada h\u00e1 muitos anos. Em 1722, quando      Tom\u00e1s do Lago Medeiros recebeu a patente de Coronel de Paracatu, o direito      de guardamoria e o privil\u00e9gio de distribui\u00e7\u00e3o das datas de terras desta regi\u00e3o,      o ouro n\u00e3o havia sido descoberto, mas a regi\u00e3o j\u00e1 era conhecida e havia a      expectativa da descoberta de metais preciosos por ali.<\/p>\n<p><strong>Em documento datado de 1722, era exigido dele como contrapartida      pelos privil\u00e9gios recebidos, zelar pela boa composi\u00e7\u00e3o do povoamento a ser      estabelecido nestas paragens:<\/strong><\/p>\n<p>&#8230; ter\u00e1 grand\u00edssimo cuidado de que na gente com que entrar na dita conquista      haja toda quieta\u00e7\u00e3o e sossego, para o que aproveitara muito n\u00e3o levar em sua      companhia criminosos, nem malfeitores antes pessoas que v\u00e3o s\u00f3 a ela, n\u00e3o      por fugirem \u00e0 justi\u00e7a, mas por buscar a conveni\u00eancia nos descobrimentos&#8230;      [4]<\/p>\n<p>Os cuidados que as prov\u00e1veis regi\u00f5es mineradoras mereciam das cortes portuguesas      indicam a import\u00e2ncia dessa atividade para a economia da \u00e9poca.<\/p>\n<p>Descoberto o ouro, a atra\u00e7\u00e3o exercida pela abund\u00e2ncia com que este flu\u00eda      de seus veios d\u0092\u00e1gua contribuiu para o r\u00e1pido crescimento do Arraial      de S\u00e3o Luiz e Sant\u0092Anna das Minas do Paracatu. Ap\u00f3s per\u00edodo de grande      crescimento, o arraial foi elevado a vila com o nome de Paracatu do Pr\u00edncipe,      em 1798, por um alvar\u00e1 de D. Maria (a louca).[5]<\/p>\n<p>A ef\u00eamera riqueza logo se dissipou e o decl\u00ednio produtivo do ouro aluvial      provocou a decad\u00eancia econ\u00f4mica da vila. Dos tempos de gl\u00f3ria, a cidade conservou      duas igrejas constru\u00eddas no s\u00e9culo XVIII \u0096 tombadas pelo patrim\u00f4nio hist\u00f3rico      \u0096 que abrigam uma grande cole\u00e7\u00e3o de imagens sacras dos s\u00e9culos XVIII      e XIX.<\/p>\n<p>A cidade retomou seu crescimento com base na agropecu\u00e1ria e viveu uma efervesc\u00eancia      cultural no s\u00e9culo XIX, da qual ainda hoje se orgulha. Desta \u00e9poca ainda existe      um conjunto arquitet\u00f4nico com caracter\u00edsticas particulares e um interesse      por todos os tipos de manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas e culturais.<\/p>\n<p>Em meados do s\u00e9culo XX, com a constru\u00e7\u00e3o de Bras\u00edlia, a regi\u00e3o tomou novo      impulso e Paracatu beneficiou-se da sua situa\u00e7\u00e3o \u00e0s margens da BR 040. A transfer\u00eancia      da capital federal para o interior do pa\u00eds j\u00e1 havia sido sugerida durante      o per\u00edodo mon\u00e1rquico por Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio de Andrada, que apontou como ideal      a localiza\u00e7\u00e3o da comarca de Paracatu. A modernidade chegou trazendo in\u00fameras      transforma\u00e7\u00f5es, que v\u00e3o desde um incremento da economia at\u00e9 uma mudan\u00e7a de      mentalidade que inclui novos valores, nova arquitetura e novo estilo de vida.<\/p>\n<p><strong>Helen Ulh\u00f4a Pimentel<\/strong><\/p>\n<p>[1] Ant\u00f4nio de Oliveira Mello. As Minas Reveladas. Paracatu no Tempo. Paracatu:      Prefeitura Municipal, p\u00e1gina 48\/49. topo da p\u00e1gina<br \/>\n     [2] Idem Ibidem, p. 49. topo da p\u00e1gina<br \/>\n     [3] Helen Ulh\u00f4a Pimentel. Div\u00f3rcio na Paracatu Setecentista. Em uma cidade      muitas hist\u00f3rias. Paracatu: Prefeitura Municipal, 1998, p\u00e1gina 23.<br \/>\n     topo da p\u00e1gina<br \/>\n     [4] Apud. Laura de Mello e Souza. Desclassificados do ouro. A pobreza mineira      no s\u00e9culo XVIII. 2\u00aa E.D.; Rio de Janeiro; Graal, 1986, p.III. topo da p\u00e1gina<br \/>\n     [5] Maria da concei\u00e7\u00e3o A.M. de carvalho. Guia informativo comintur. Paracatu,      1995. topo da p\u00e1gina<\/p>\n<p><strong>Paracatu Hoje<\/strong><\/p>\n<p><strong>Paracatu<\/strong>\u00a0conta hoje com uma agricultura altamente      tecnificada, implantada em larga escala; com uma pecu\u00e1ria intensiva; uma explora\u00e7\u00e3o      mineral das mais modernas do mundo; convivendo com uma explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola      rudimentar de subsist\u00eancia e uma pecu\u00e1ria extensiva. No campo da minera\u00e7\u00e3o,      o antigo m\u00e9todo do garimpo foi interditado.<\/p>\n<p>A cidade se mant\u00e9m como p\u00f3lo irradiador de cultura, de tecnologia e de desenvolvimento      dentro da regi\u00e3o Noroeste de Minas Gerais e se orgulha de sua gente hospitaleira,      laboriosa e da sua tradi\u00e7\u00e3o art\u00edstica e cultural.<\/p>\n<p>Poucos lugares apresentam tanta diversidade quanto Paracatu. \u00c9 a \u00fanica cidade      hist\u00f3rica da regi\u00e3o Noroeste de Minas Gerais. S\u00e3o dois s\u00e9culos de hist\u00f3ria      que refletem a cultura barroca em casarios, igrejas, sobrados, becos e ruas.      A diversidade ecol\u00f3gica tamb\u00e9m est\u00e1 presente nas grutas, cachoeiras, flora      e fauna.<\/p>\n<p>O ecoturismo da cidade atrai turistas que encontram cachoeiras, grutas centen\u00e1rias,      trilhas e montanhas, em uma aventura natural.<\/p>\n<p>Hoje, o Munic\u00edpio de Paracatu \u00e9 destaque em Minas Gerais e no Brasil, pela      sua moderna e expressiva produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os e de ouro, utilizando-se das mais      avan\u00e7adas tecnologias dispon\u00edveis no mercado. O ouro, que h\u00e1 mais de dois      s\u00e9culos era parte e ess\u00eancia do arraial, hoje \u00e9 uma realidade aliada \u00e0 tecnologias      especiais e sua explora\u00e7\u00e3o se d\u00e1 sem degrada\u00e7\u00e3o do meio ambiente. A agricultura,      a pecu\u00e1ria e a minera\u00e7\u00e3o, aliadas ao com\u00e9rcio, mudam a face de Paracatu e      preparam um futuro bastante promissor para a Comunidade, para os investidores      e para os visitantes.<\/p>\n<h4><strong>Hidrografia<\/strong><\/h4>\n<p>O principal rio de Paracatu \u00e9 o rio que d\u00e1 nome ao munic\u00edpio e que pertence      \u00e0 bacia do S\u00e3o Francisco. A regi\u00e3o \u00e9 relativamente seca, tendo sido necess\u00e1rio,      para incentivar a agropecu\u00e1ria na regi\u00e3o, a constru\u00e7\u00e3o de imensos canais de      irriga\u00e7\u00e3o para a instala\u00e7\u00e3o de pivots centrais (projeto cohecido como Entre      Ribeiros). Tamb\u00e9m h\u00e1 o Rio S\u00e3o Marcos, divisor interestadual com o munic\u00edpio      goiano de Cristalina.<\/p>\n<h4>Vegeta\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Predomina em Paracatua vegeta\u00e7\u00e3o t\u00edpica do cerrado, com matas de galeria      \u00e0 beira de rios.<\/p>\n<h4><strong>Geomorfologia<\/strong><\/h4>\n<p>A coluna estratigr\u00e1fica da regi\u00e3o de Paracatu esta representada pelas forma\u00e7\u00f5es      Vazante, basal, e Paracatu, no topo. Estas duas unidades foram agrupadas sob      a denomina\u00e7\u00e3o de Unidade Paracatu-Vazante.<\/p>\n<p>A Unidade Paracatu-Vazante foi depositada em uma bacia de sedimenta\u00e7\u00e3o individualizada,      como um golfo, na borda oeste do Craton do Rio S\u00e3o Francisco, que constitui      a massa continental, e limitada a oeste pelo palealto Canastra.<\/p>\n<p> A sedimenta\u00e7\u00e3o da Unidade Paracatu-Vazante se processou em sistemas deposicionais      peculiares no interior deste golfo, distintos dos sistemas deposicionais,      caracter\u00edsticos de mar aberto, nos quais se processavam a sedimenta\u00e7\u00e3o dos      grupos Arax\u00e1 e Canastra a oeste e sul, e do Grupo Parano\u00e1 a norte do golfo.    <\/p>\n<p>Paralelamente \u00e0 borda leste do paleoalto Canastra desenvolveu um extenso      cord\u00e3o recifal que individualizou entre o paleoalto e a barreira de recifes      um ambiente restrito com condi\u00e7\u00f5es de sedimenta\u00e7\u00e3o eux\u00ednica.<\/p>\n<p>As rochas da Unidade Paracatu-Vazante foram afetadas por um \u00fanico evento      de deforma\u00e7\u00e3o orogen\u00e9tico, durante o ciclo Brasiliano, cujo paroxismo ocorreu      por volta de 650 a 680 ma atr\u00e1s.<\/p>\n<p>O dep\u00f3sito do Morro do Ouro (explorado pela empresa Rio Paracatu Minera\u00e7\u00e3o,      a RPM) caracteriza-se, assim, por ser condicionado principalmente pelas estruturas      de deforma\u00e7\u00e3o e pela litoestratigrafia e, secundariamente, pelo metamorfismo.<\/p>\n<h4><strong>Economia<\/strong><\/h4>\n<p>Destaca-se em Paracatu a produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria (principalmente a produ\u00e7\u00e3o      de soja, milho e feij\u00e3o e a cria\u00e7\u00e3o extensiva de gado nelore) e a extra\u00e7\u00e3o      de min\u00e9rios, principalmente o ouro (no Morro do Ouro), o que \u00e9 feito pela      empresa RPM.<\/p>\n<h4>Dados Gerais<\/h4>\n<p><strong>Caracter\u00edsticas Gerais<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Estado:\u00a0<\/strong>\u00a0Minas Gerais<br \/>\n<strong>Mesorregi\u00e3o:<\/strong>\u00a0Noroeste de Minas<br \/>\n<strong>Microrregi\u00e3o:<\/strong>\u00a0Paracatu<br \/>\n<strong>Funda\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>20 de outubro de 1798<br \/>\n<strong>Gent\u00edlico:\u00a0<\/strong>Paracatuense<br \/>\n<strong>Acesso:<\/strong>\u00a0Rodovias BR-040 e MG-188<br \/>\n<strong>Munic\u00edpios Lim\u00edtrofes:\u00a0<\/strong>Guarda-Mor, Vazante,        Jo\u00e3o Pinheiro e Una\u00ed<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Dist\u00e2ncias<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Belo Horizonte:\u00a0<\/strong>482 km<br \/>\n<strong>Rio de Janeiro:<\/strong>\u00a0917 km<br \/>\n<strong>S\u00e3o Paulo:<\/strong>\u00a0860 km<br \/>\n<strong>Bras\u00edlia:\u00a0<\/strong>220 km<br \/>\n<strong>Vitoria:<\/strong>\u00a01.022 km<br \/>\n<strong>Montes Claros:<\/strong>\u00a0466 km<br \/>\n<strong>Una\u00ed:\u00a0<\/strong>101 km<br \/>\n<strong>Patos de Minas:<\/strong>\u00a0230 km<br \/>\n<strong>Uberl\u00e2ndia:\u00a0<\/strong>380 km<br \/>\n<strong>Uberaba:<\/strong>\u00a0370 km<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Caracter\u00edsticas Geogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>\u00c1rea:\u00a0<\/strong>8.232,233 km\u00b2<br \/>\n<strong>Popula\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>84.412 hab. est. 2006<br \/>\n<strong>Densidade:\u00a0<\/strong>10,3 hab.\/km\u00b2<br \/>\n<strong>Altitude<\/strong>: 688 metros<br \/>\n<strong>Fuso hor\u00e1rio:<\/strong>\u00a0UTC -3<br \/>\n<strong>Relevo:\u00a0<\/strong>Plano\u00a0\u00a0<br \/>\n<strong>Vegeta\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Cerrado e Veredas de Buritis\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<br \/>\n<strong>Temperatura:<\/strong>\u00a024\u00baC em m\u00e9dia<\/p>\n<p>Fonte: www.paracatu.mg.leg.br<\/p>\n<\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Paracatu, Minas Gerais, Cidade, Turismo, Hist\u00f3ria, Munic\u00edpio, Brasileiro, Pontos, 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