{"id":44664,"date":"2016-06-13T14:17:15","date_gmt":"2016-06-13T14:17:15","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=44664"},"modified":"2016-06-13T16:40:35","modified_gmt":"2016-06-13T16:40:35","slug":"niteroi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/niteroi","title":{"rendered":"Niter\u00f3i"},"content":{"rendered":"<p><strong>Niter\u00f3i <\/strong>\u00e9 a terceira cidade que mais recebe turistas do      Estado do Rio de Janeiro, atr\u00e1s da capital e de B\u00fazios. <\/p>\n<p>A cidade atrai basicamente pelos seus centros culturais e hist\u00f3ricos e pelas      sua praias oce\u00e2nicas. Paralelamente, a rede de hotelaria da cidade \u00e9 bem restrita.<\/p>\n<p>Isso se d\u00e1 pelo fato de que a maioria dos turistas vem \u00e1 Niter\u00f3i como uma      extens\u00e3o ao passeio pela cidade do Rio, ou seja, passam apenas um ou dos dias      na cidade, mas se hospedam na capital.<\/p>\n<p>Entre suas atra\u00e7\u00f5es mais visitadas est\u00e3o a Praia de Icara\u00ed, principal bairro      de Niter\u00f3i, com as Pedra de Itapuca e do Pedro do \u00cdndio; o Caminho Niemeyer,      conjunto arquitet\u00f4nico que cont\u00e9m como centros culturais o MAC Niter\u00f3i, a      Pra\u00e7a JK, o Teatro Popular de Niter\u00f3i, a Esta\u00e7\u00e3o Hidrovi\u00e1ria de Charitas,      a Funda\u00e7\u00e3o Oscar Niemeyer e outros 4 projetos em andamento; Complexo dos Fortes<\/p>\n<p>Fonte: www.soumaisniteroi.com.br<\/p>\n<h6>Niter\u00f3i <\/h6>\n<p class=\"google\">\n<p>Separada da capital fluminense por apenas 13 quil\u00f4metros, a cidade de <strong>Niter\u00f3i<\/strong>,      que em tupi-guarani quer dizer \u00e1gua escondida, j\u00e1 n\u00e3o se conforma mais em      ficar t\u00e3o apagada em rela\u00e7\u00e3o ao Rio de Janeiro. Com atra\u00e7\u00f5es de porte, como      o Museu de Arte Contempor\u00e2nea (MAC), o Complexo dos Fortes, o Mercado do Peixe      e o P\u00f3lo de Moda, o munic\u00edpio intensifica sua campanha para se aumentar sua      relev\u00e2ncia no plano nacional. E para isso, a Prefeitura lan\u00e7ar\u00e1 este m\u00eas a      2\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Guia Pr\u00e1tico da Revista Niter\u00f3i Turismo. Uma cartilha colorida      com 80 p\u00e1ginas e tiragem de 30 mil exemplares impressos pela Imprensa Oficial      do Estado do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Com cerca de 487 mil habitantes, segundo o censo do IBGE divulgado em 2010,      a cidade tem fama extraoficial de concentrar um elevado n\u00famero de belas mulheres.      E o palco para desfilar suas beldades no ver\u00e3o, s\u00e3o as praias, como a de Icara\u00ed,      a de S\u00e3o Francisco, Jurujuba, Charitas, Imbuhy, a do Forte e as praias g\u00eameas      Ad\u00e3o e Eva, localizadas na entrada da ba\u00eda de Guanabara. Al\u00e9m das praias oce\u00e2nicas      como Itaipu, Camboinhas, Piratininga e a praia do Sossego, de dif\u00edcil acesso,      considerada patrim\u00f4nio natural do munic\u00edpio.<\/p>\n<p>Sob outros climas mais amenos, a cidade n\u00e3o perde a gra\u00e7a. O guia possui      informa\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas e \u00fateis dos atrativos, servi\u00e7os e infraestrutura de apoio      tamb\u00e9m ao turista que gosta de cultura. Os cinco museus, entre eles o MAC,      que tornou-se um s\u00edmbolo da cidade, comp\u00f5em um importante circuito de atra\u00e7\u00f5es      hist\u00f3ricas. Al\u00e9m dos cinco centros culturais espalhados pela regi\u00e3o, as igrejas      e o complexo dos sete fortes d\u00e3o destaque aos patrim\u00f4nios arquitet\u00f4nicos de      Niter\u00f3i.<\/p>\n<p>Fonte: www.ioerj.com.br<\/p>\n<h6>Niter\u00f3i <\/h6>\n<p>\u00c9 uma cidade que tem belas praias e fortalezas hist\u00f3ricas, do tempo dos piratas.      Est\u00e1 localizada a somente 21 quil\u00f4metros do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p><strong>Para chegar \u00e0 cidade de Niter\u00f3i \u00e9 s\u00f3 cruzar a ponte Rio &#8211; Niter\u00f3i,      em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s outras cidades da regi\u00e3o: <\/strong>Lagos, B\u00fazios e Cabo Frio.    <\/p>\n<p>Atualmente, esta cidade \u00e9 um dos destinos mais visitados desde o Rio de janeiro.      Tem uma boa infra &#8211; estrutura tur\u00edstica e hoteleira.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 interessante visitar: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Museu de Arte Contempor\u00e2neo <\/p>\n<p>Praia de S\u00e3o Francisco <\/p>\n<p>Fortaleza de Santa Cruz. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero1.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"341\" height=\"204\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><strong><br \/>\n     Niter\u00f3i<\/strong> <\/p>\n<h4>PRAIAS<\/h4>\n<p><strong>Entre as praias mais importantes est\u00e3o: <\/strong><\/p>\n<p><strong>Praia da Boa Viagem <\/strong><\/p>\n<p>Est\u00e1 localizada ao lado do Museu de Arte Contempor\u00e2nea. Uma passarela une      a praia e a ilha. \u00c9 interessante visitar a Capela do S\u00e9culo XVII e as ru\u00ednas      da fortaleza.<\/p>\n<p>\u00c9 um lugar ideal para o banho de mar e para passear com a fam\u00edlia. <\/p>\n<p><strong>Praia de Icar\u00ed <\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma praia urbanizada e bastante freq\u00fcentada. Desde a praia, \u00e9 poss\u00edvel      observar a Fortaleza de Santa Cruz, o P\u00e3o de A\u00e7\u00facar e o Corcovado. Tem restaurantes,      discotecas e bares; tamb\u00e9m tem vida noturna. <\/p>\n<p><strong>Praia de S\u00e3o Francisco<\/strong><\/p>\n<p>Lugar urbanizado e bastante freq\u00fcentado. Conta com restaurantes, discotecas      e bares. De vida noturna. <\/p>\n<p><strong>Praia de Charitas<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma praia urbanizada e bastante freq\u00fcentada. Tem mar calmo, e \u00e9 ideal para      fazer passeios de veleiro. <\/p>\n<p><strong>Praia de Jurujuba<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma praia urbanizada, que est\u00e1 localizada numa vila de pescadores.<\/p>\n<p>Se caracteriza pela sua fauna marinha variada.<\/p>\n<p><strong>Praia de Piratininga<\/strong><\/p>\n<p>Esta localizada num bairro residencial, e \u00e9 conhecida como Praia Praiai.    <\/p>\n<p>Tem mais ou menos 3 quil\u00f4metros de extens\u00e3o, com areia branca e \u00e1guas claras.    <\/p>\n<p><strong>Praia do Soss\u00eago<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma praia pequena, que est\u00e1 escondida entre Piratininga e Camboinhas.<\/p>\n<p><strong>Praia de Camboinhas<\/strong><\/p>\n<p>Esta praia est\u00e1 localizada num bairro residencial, com casa e condom\u00ednios      de luxo.Tem areia branca e \u00e1guas claras, e \u00e9 ideal para a pr\u00e1tica da pesca.    <\/p>\n<p><strong>Praia de Itacotiara<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma praia ideal para a pr\u00e1tica do surf.<\/p>\n<p><strong>Praia de Itaipu<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma praia urbanizada e bastante freq\u00fcentada, principalmente nos fins de      semana. Desde a praia, se pode observar o P\u00e3o de A\u00e7\u00facar, o Corcovado e a Pedra      da G\u00e1vea. <\/p>\n<p>Fonte: www.brasilcontact.com<\/p>\n<h6>Niter\u00f3i <\/h6>\n<p>Apenas 13 quil\u00f4metros separam as belezas de <strong>Niter\u00f3i<\/strong> da Cidade      Maravilhosa. <\/p>\n<p>Uma visita j\u00e1 se justificaria pela bela vista que se tem dos maiores pontos      tur\u00edsticos do Rio de Janeiro. <\/p>\n<p>Entretanto, Niter\u00f3i \u00e9 muito mais. O Museu de Arte Contempor\u00e2nea (MAC), o      Complexo dos Fortes, o conhecido Mercado de Peixe, o Polo de Moda, o com\u00e9rcio      diversificado e a gastronomia de excel\u00eancia apontam Niter\u00f3i como destino tur\u00edstico      de relev\u00e2ncia no cen\u00e1rio nacional.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero2.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"439\" height=\"111\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><strong><br \/>\n     Niter\u00f3i <\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o s\u00e3o poucos os \u00edndices que apontam Niter\u00f3i como uma das melhores cidades      do Brasil para viver, trabalhar e investir. Apostando na capacidade produtiva      de seus moradores e no seu potencial de neg\u00f3cios, a exemplo da ind\u00fastria naval,      Niter\u00f3i conquistou, de forma s\u00f3lida, um espa\u00e7o de destaque no cen\u00e1rio fluminense      e nacional.<\/p>\n<p>Munic\u00edpio mais escolarizado do pa\u00eds, segundo dados do INEP (Minist\u00e9rio da      Educa\u00e7\u00e3o\/2000), Niter\u00f3i tem o maior \u00edndice de frequ\u00eancia escolar entre a popula\u00e7\u00e3o      de 7 a 14 anos (97,52%). A m\u00e9dia de anos de estudo chega a 9,5 com uma taxa      de alfabetiza\u00e7\u00e3o de 96,4% na popula\u00e7\u00e3o acima de 15 anos. Os investimentos      de base d\u00e3o \u00e0 cidade a melhor qualifica\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra de todo o Estado      do Rio de Janeiro, superando inclusive a capital.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>Temendo novo ataque estrangeiro ap\u00f3s a invas\u00e3o francesa (1555), o Governador      Geral ofereceu a Ararib\u00f3ia, Martim Afonso de Souza, em 1568, a concess\u00e3o das      terras (correspondentes \u00e0 maior parte do atual territ\u00f3rio de Niter\u00f3i) anteriormente      pertencentes a Ant\u00f4nio Martins. A aldeia fundada pelo \u00edndio temimin\u00f3 Ararib\u00f3ia,      com a posse solene em 1573, recebeu a denomina\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Louren\u00e7o dos \u00cdndios.      Niter\u00f3i foi elevada \u00e0 categoria de Vila em 1817, tendo S\u00e3o Domingos como sede.      D. Jo\u00e3o frequentava S\u00e3o Domingos, hospedando-se, quando em visita, em um palacete      doado com esta finalidade. Mas, como o lugar n\u00e3o comportava a edifica\u00e7\u00e3o de      pr\u00e9dios p\u00fablicos, a sede da Vila acabou sendo transferida para a Praia Grande,      onde hoje fica a Pra\u00e7a do Rink.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero3.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"293\" height=\"187\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><strong><br \/>\n     Palacete onde se hospedava a Fam\u00edlia Real, em S\u00e3o Domingos<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o Louren\u00e7o dos \u00cdndios passa a se chamar, em 1819, Vila Real da Praia Grande.      S\u00f3 em 1834 \u00e9 elevada \u00e0 categoria de cidade, denominando-se Nictheroy (\u00e1gua      escondida em tupi-guarani), tornando-se capital da Prov\u00edncia do Rio de Janeiro.      A import\u00e2ncia pol\u00edtico-administrativa deu novo impulso \u00e0 cidade e seu crescimento      tornou-se cada vez mais vis\u00edvel, com a multiplica\u00e7\u00e3o das edifica\u00e7\u00f5es p\u00fablicas      comerciais, residenciais e tamb\u00e9m a abertura de novas ruas.<\/p>\n<p>O transporte mar\u00edtimo, no in\u00edcio do S\u00e9culo XIX, era feito por embarca\u00e7\u00f5es      impulsionadas por escravos. Em 1835, surge o servi\u00e7o de navega\u00e7\u00e3o a vapor      da Companhia de Navega\u00e7\u00e3o de Nictheroy, ligando o Rio a Niter\u00f3i. Em 1862,      aparece a Companhia Ferry, com barcas mais confort\u00e1veis e luxuosas. <\/p>\n<p>Em 1956, \u00e9 inaugurada a esta\u00e7\u00e3o hidrovi\u00e1ria de Niter\u00f3i. Com a remodela\u00e7\u00e3o      das embarca\u00e7\u00f5es, o percurso passa a ser feito em 20 minutos. Por\u00e9m, devido      \u00e0s constantes paralisa\u00e7\u00f5es na travessia, em 1959, a popula\u00e7\u00e3o de Niter\u00f3i depreda      e incendeia a esta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O in\u00edcio do s\u00e9culo passado (1906-1910), em Niter\u00f3i, foi marcado pela concretiza\u00e7\u00e3o      de um projeto de urbaniza\u00e7\u00e3o que incluiu a pavimenta\u00e7\u00e3o da Alameda S\u00e3o Boaventura,      no Fonseca, e da Avenida da Praia de Icara\u00ed. Tamb\u00e9m nesse per\u00edodo foi constru\u00edda      a primeira sede da Prefeitura (Pal\u00e1cio Ararib\u00f3ia) e se urbanizou o Campo de      S\u00e3o Bento, em Icara\u00ed.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero4.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"223\" height=\"291\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><strong><br \/>\n     Avenida Ernani do Amaral Peixoto, em 1942<\/strong><\/p>\n<p>A abertura da Avenida Ernani do Amaral Peixoto, em 1942, foi marco do processo      de moderniza\u00e7\u00e3o da cidade. A via, rasgando o centro comercial da cidade, promoveu      o desmembramento de terrenos. Foram demolidos cerca de 230 pr\u00e9dios para a      implanta\u00e7\u00e3o do novo loteamento, resultando em uma avenida de 1.003 metros      de extens\u00e3o por 20 metros de largura.<\/p>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o da Avenida do Contorno, no Barreto, teve como objetivo ligar      \u00e1reas portu\u00e1rias e ferrovi\u00e1rias de Niter\u00f3i ao centro de S\u00e3o Gon\u00e7alo. Aberta      em 1960, a via melhorou as condi\u00e7\u00f5es de tr\u00e1fego urbano entre os dois munic\u00edpios.<\/p>\n<p>A Ponte Rio-Niter\u00f3i, inaugurada em 1974, \u00e9 a maior do Hemisf\u00e9rio Sul. A constru\u00e7\u00e3o      tem o maior v\u00e3o em viga reta cont\u00ednua do mundo &#8211; o v\u00e3o central, uma estrutura      de a\u00e7o com 300 metros de comprimento suspensa a 60 metros de altura. \u00c9 a mais      importante estrutura protendida das Am\u00e9ricas, com mais de 2.150 quil\u00f4metros      de cabos em suas entranhas e uma das tr\u00eas maiores pontes do mundo em volume      espacial (rela\u00e7\u00e3o entre o comprimento, a largura e a altura dos pilares e      funda\u00e7\u00f5es).<\/p>\n<p>A lei complementar n\u00b020, de 1974, efetivaria a fus\u00e3o dos Estados da Guanabara      e do Rio de Janeiro, retirando de Niter\u00f3i a condi\u00e7\u00e3o de capital. A implanta\u00e7\u00e3o      do novo Estado do Rio de Janeiro ocorreu em 1975.<\/p>\n<h4>Praias de Niter\u00f3i<\/h4>\n<p><strong>OCE\u00c2NICAS<\/strong><\/p>\n<p><strong>Praia de Piratininga<\/strong><\/p>\n<p>Com aproximadamente 2.700m de extens\u00e3o, Piratininga (do tupi, \u0094secagem      de peixe\u0094 ou \u0094peixe a secar\u0094) \u00e9 dividida em duas praias. O      trecho maior, chamado \u0094prai\u00e3o\u0094, com pequenas ondas, areia e \u00e1guas      claras, possui quiosques especializados em frutos do mar. Contrastando com      ela, a \u0094prainha\u0094 (com a famosa Pedra da Baleia), na extremidade      norte, por se apresentar bastante calma, \u00e9 o ref\u00fagio de centenas de niteroienses      e cariocas nos fins de semana.<\/p>\n<p><strong>Praia do Sossego<\/strong><\/p>\n<p>Localizada entre Piratininga e Camboinhas, \u00e9 de dif\u00edcil acesso para pedestres.      De pequena extens\u00e3o, \u00e9 bastante frequentada pelos que v\u00eam pelo mar em lanchas      e iates, pois sua trilha n\u00e3o \u00e9 muito conhecida. \u00c9 um dos mais belos recantos      da cidade e patrim\u00f4nio natural do munic\u00edpio.<\/p>\n<p><strong>Praia de Camboinhas<\/strong><\/p>\n<p>Com 2.600m, suas \u00e1guas s\u00e3o transparentes e esverdeadas e sua areia, clara      e fina. \u00c9 uma extens\u00e3o da Praia de Itaipu. Recanto pitoresco, \u00e9 muito procurada      pelos amantes da pesca de arremesso, pelos velejadores e pelos wind-surfistas.      Sua orla \u00e9 repleta de quiosques especializados em frutos do mar, servidos      \u00e0 beira-mar. Seu nome reporta-se ao encalhe de um navio com o mesmo nome.      Entre a praia e a lagoa de Itaipu, encontra-se o sofisticado bairro Camboinhas.<\/p>\n<p><strong>Praia de Itaipu<\/strong><\/p>\n<p>Localizada no final da estrada de mesmo nome, \u00e9 a \u00fanica praia oce\u00e2nica de      Niter\u00f3i que apresenta \u00e1guas sempre calmas, com aproximadamente 1.000 m de      extens\u00e3o. \u00c9 uma das \u00e1reas mais antigas, com sua col\u00f4nia de pescadores, uma      igreja do in\u00edcio do s\u00e9culo XVIII, o Museu de Arqueologia, contrastando com      as modernas casas de veraneio. Seu nome, na l\u00edngua Tupi, significa \u0093\u00e1gua      que sai do meio das pedras\u0094. Possui restaurantes a beira-mar especializados      em frutos do mar, de onde se pode apreciar o mais belo p\u00f4r-do-sol da cidade.      O canal de liga\u00e7\u00e3o da laguna com o oceano \u00e9 o limite natural entre a praia      de Itaipu e a de Camboinhas.<\/p>\n<p><strong>Praia de Itacoatiara<\/strong><\/p>\n<p>Possui 700m de extens\u00e3o e significa em Tupi \u0094pedra escrita, riscada      ou que tem inscri\u00e7\u00e3o\u0094. Em meio a uma vegeta\u00e7\u00e3o exuberante, suas \u00e1guas      s\u00e3o transparentes e azuladas. Para\u00edso dos surfistas, \u00e9 pequena e uma das mais      frequentadas pela juventude, e das que oferece maior riqueza de paisagem.      No recanto direito, fica a \u0094Prainha\u0094, para\u00edso para as crian\u00e7as,      uma pequen\u00edssima praia completamente protegida das ondas.<\/p>\n<p><strong>BA\u00cdA DE GUANABARA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Praia do Gragoat\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Pequena praia ao lado do forte hom\u00f4nimo, de \u00e1guas tranq\u00fcilas e esverdeadas,      seu nome deriva de uma planta abundante no local (gravat\u00e1: caro\u00e1 duro, brom\u00e9lia      de fibra resistente). De areia escura e fina, possui 80m de extens\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Praia da Boa Viagem<\/strong><\/p>\n<p>Com extens\u00e3o aproximada de 450m, possui \u00e1guas claras e esverdeadas, com areia      clara e fina. Dela, avista-se, \u00e0 direita, a passarela de cimento que d\u00e1 acesso      \u00e0 ilha de mesmo nome; e, \u00e0 esquerda, o Museu de Arte Contempor\u00e2nea.<\/p>\n<p><strong>Praia das Flexas<\/strong><\/p>\n<p><strong>H\u00e1 duas hip\u00f3teses para sua denomina\u00e7\u00e3o:<\/strong> a primeira relacionada      \u00e0s flechas utilizadas pelos \u00edndios; e a outra, a mais prov\u00e1vel, sup\u00f5e que      derivou da planta abundante nos brejos locais, da qual se originam a flecha      e a paina da flecha. Possui 400m de extens\u00e3o. Pequena, mas de grande beleza,      est\u00e1 localizada entre as praias da Boa Viagem e a de Icara\u00ed. <\/p>\n<p><strong>Dela, pode-se ver as duas pedras hist\u00f3ricas:<\/strong> Pedra do \u00cdndio      (semelhante \u00e0 cabe\u00e7a de um \u00edndio com cocar) e a Pedra de Itapuca (do tupi,      pedra furada) que inspira poetas e pintores.<\/p>\n<p><strong>Praia de S\u00e3o Francisco<\/strong><\/p>\n<p>Possui 750m de extens\u00e3o, amendoeiras e gram\u00edneas que ocupam parte da praia.      Suas \u00e1guas s\u00e3o calmas, com areia clara e fina. Localiza-se numa \u00e1rea residencial.    <\/p>\n<p>Conta com cal\u00e7ad\u00e3o em toda a orla usado para passeios, jogging e ciclismo.      \u00c9 ideal tamb\u00e9m para a pr\u00e1tica de esportes a vela. \u00c9 margeada por bares e restaurantes,      pontos da maior badala\u00e7\u00e3o noturna da cidade. Em uma colina no final da praia,      encontra-se a Igreja de S\u00e3o Francisco Xavier.<\/p>\n<p><strong>Praia de Charitas<\/strong><\/p>\n<p>Localizada em bairro residencial, est\u00e1 pontilhada de bares, restaurantes,      casas noturnas e quiosques no cal\u00e7ad\u00e3o. De areia clara e \u00e1guas calmas, seu      nome deriva de \u0094c\u00e1ritas\u0094 (caridade, em latim). \u00c9 muito frequentada      por desportistas apaixonados por windsurf e esqui-aqu\u00e1tico. Com 1.000m de      extens\u00e3o, \u00e9 local de pouso de praticantes de v\u00f4o livre.<\/p>\n<p><strong>Praia de Jurujuba<\/strong><\/p>\n<p>Suas \u00e1guas s\u00e3o escuras e calmas. Possui 300m de extens\u00e3o, margeada por estreita      cal\u00e7ada com ip\u00eas e amendoeiras. A col\u00f4nia de pescadores ali tem sua sede.      A enseada de Jurujuba \u00e9 cen\u00e1rio da Festa de S\u00e3o Pedro dos Pescadores, realizada      anualmente em 29 de Junho. Na orla, h\u00e1 v\u00e1rios restaurantes t\u00edpicos de frutos      do mar e bares. Seu aspecto \u00e9 bastante r\u00fastico e seu nome significa \u0093pesco\u00e7o      amarelo ou ruivo, barba ruiva ou loura\u0094.<\/p>\n<p><strong>Praias de Icara\u00ed<\/strong><\/p>\n<p>Localizada no interior da Ba\u00eda de Guanabara, significa em Tupi \u0093\u00e1gua      benta, \u00e1gua santa, rio sagrado ou rio salgado\u0094. Com 1.200m de extens\u00e3o      e vegeta\u00e7\u00e3o composta de amendoeiras e coqueiros, \u00e9 a mais conhecida da cidade.      Mant\u00e9m espa\u00e7o para diversos esportes e um cal\u00e7ad\u00e3o que permite jogging e caminhadas      ou apenas admirar o bel\u00edssimo panorama. Tamb\u00e9m \u00e9 palco dos maiores eventos      promovidos na cidade. Dela, avista-se a Pedra do \u00cdndio, a Pedra de Itapuca,      o MAC e parte da cidade do Rio de Janeiro, destacando-se o Corcovado e o P\u00e3o      de A\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p><strong>Praias de Ad\u00e3o e Eva<\/strong><\/p>\n<p>Duas praias g\u00eameas, a primeira tem 250m e a segunda 150m. \u00c1guas calmas e      de colora\u00e7\u00e3o esverdeada, com areias claras e finas, localizam-se bem pr\u00f3ximo      \u00e0 entrada da Ba\u00eda de Guanabara e d\u00e3o acesso \u00e0 Fortaleza de Santa de Cruz.<\/p>\n<h4>FORTES<\/h4>\n<p><strong>FORTE DA BOA VIAGEM<\/strong><\/p>\n<p>A Ilha da Boa Viagem, na ponta da praia de mesmo nome, revela e oculta dois      monumentos arquitet\u00f4nicos do per\u00edodo colonial. Fincada em seu topo, solit\u00e1ria      e poeticamente contemplando a Ba\u00eda de Guanabara, a Igreja de Nossa Senhora      da Boa Viagem se oferece aos olhos dos que a contemplam. Ocultas sob a vegeta\u00e7\u00e3o,      abaixo da Igreja, escondem-se as ru\u00ednas de uma fortifica\u00e7\u00e3o erguida no final      do s\u00e9culo XVII com o nome de Forte da Barra, logo depois chamado Forte da      Boa Viagem. <\/p>\n<p>Em 1885, j\u00e1 abandonado, o forte ainda possu\u00eda cerca de uma dezena de velhas      pe\u00e7as de artilharia desativadas, voltando \u00e0 a\u00e7\u00e3o como posto de observa\u00e7\u00e3o      logo ap\u00f3s a Primeira Guerra, como Comando de Defesa do Porto. <\/p>\n<p><strong>FORTE DO GRAGOAT\u00c1<\/strong> <\/p>\n<p>Localizado na ponta do Gragoat\u00e1, com ampla vis\u00e3o da entrada da Ba\u00eda de Guanabara,      foi constru\u00eddo entre os s\u00e9culos XVII e XVIII, com o nome de Forte de S\u00e3o Domingos,      em homenagem ao patrono da capela constru\u00edda em 1652, hoje matriz de S\u00e3o Domingos.<\/p>\n<p><strong>FORTES DO IMBU\u00cd E BAR\u00c3O DO RIO BRANCO <\/strong><\/p>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o da fortifica\u00e7\u00e3o &#8211; mais tarde denominada Imbu\u00ed &#8211; ficou paralisada      por alguns anos, sendo reiniciada em 1893, por ocasi\u00e3o da Revolta da Armada,      quando, ent\u00e3o, s\u00e3o colocadas as c\u00fapulas importadas da Alemanha, instalados      os canh\u00f5es alem\u00e3es Krup e constru\u00eddas as torres para os mesmos. Em 1901, s\u00e3o      inauguradas as instala\u00e7\u00f5es do Forte, atualmente desativado. <\/p>\n<p>Os fortes s\u00e3o ligados por uma pequena estrada cercada de \u00e1rvores e praias,      compondo, com o Forte do Pico, um conjunto de tr\u00eas milh\u00f5es e duzentos mil      metros quadrados, com uma parte de Mata Atl\u00e2ntica preservada e manifesta\u00e7\u00f5es      zool\u00f3gicas (pregui\u00e7as, saguis, corujas nativas, etc) <\/p>\n<p><strong>FORTE DO PICO OU DE S\u00c3O LUIZ <\/strong><\/p>\n<p>No alto do morro do Pico, com entrada pelo Forte Bar\u00e3o do Rio Branco, est\u00e3o      plantadas as ru\u00ednas do conjunto arquitet\u00f4nico que, no s\u00e9culo XVIII, abrigou      as fortifica\u00e7\u00f5es do Pico ou S\u00e3o Luiz. <\/p>\n<p>Dada sua altura e localiza\u00e7\u00e3o, essa fortifica\u00e7\u00e3o protegia a entrada da barra,      toda a Ba\u00eda de Guanabara e a Fortaleza de Santa Cruz de poss\u00edveis ataques.      Sua a\u00e7\u00e3o militar mais conhecida, entretanto, ocorre na Rep\u00fablica, por ocasi\u00e3o      de rebeli\u00e3o liberada pelo 2\u00ba Sargento Silv\u00e9rio Macedo, em 1\u00ba de Janeiro de      1892, com o objetivo de restituir o governo a Deodoro da Fonseca. <\/p>\n<p>Atualmente, as constru\u00e7\u00f5es do Pico ainda preservam, com impon\u00eancia e grandiosidade,      guaritas e muros de pedra j\u00e1 cobertos de vegeta\u00e7\u00e3o, port\u00f5es de acesso, corredores,      galerias e t\u00faneis carregados de mist\u00e9rio e largos p\u00e1tios rochosos. Do alto      do Pico, avista-se, de um lado, a Fortaleza de Santa Cruz, o Morro da Urca      e o P\u00e3o-de-A\u00e7\u00facar; e, de outro, o Forte do Imbu\u00ed e a infinitude atl\u00e2ntica,      numa vis\u00e3o absolutamente deslumbrante. <\/p>\n<p><strong>FORTALEZA DE SANTA CRUZ <\/strong><\/p>\n<p>Com seu complexo arquitet\u00f4nico imponente e grandioso, a Fortaleza de Santa      Cruz causa ao observador o impacto do susto e o apaziguamento da beleza. <\/p>\n<p><strong>As celas de prisioneiros, a lembran\u00e7a das c\u00e2maras de tortura, as      grades impenetr\u00e1veis que miram a antiga forca vigiada por guarita interna,      as marcas de fuzilamento no pared\u00e3o, falam de tempos remotos e at\u00e9 mais recente      que devem ser documentados para n\u00e3o serem repetidos; a capela de Santa B\u00e1rbara,      em estilo colonial, a vis\u00e3o do mar e do c\u00e9u em eterno encontro e a presen\u00e7a      da for\u00e7a do homem em constru\u00e7\u00e3o que desafia a natureza, s\u00e3o elementos representativos      da esperan\u00e7a de que a Fortaleza seja, para sempre, apenas isto:<\/strong> um      documento hist\u00f3rico da capacidade humana, um lugar em que se encontre a possibilidade      de reverenciar o encontro da produ\u00e7\u00e3o cultural, art\u00edstica e artesanal com      o mundo natural. <\/p>\n<h4>Parques<\/h4>\n<p><strong>CAMPO DE S\u00c3O BENTO<\/strong><\/p>\n<p>A \u00e1rea do Parque Prefeito Ferraz, nome oficial do Campo de S\u00e3o Bento, integrava      um imenso territ\u00f3rio que, em meados do s\u00e9culo XVII, pertenceu aos monges beneditinos.      No in\u00edcio deste s\u00e9culo, foi finalmente urbanizado, segundo projeto do engenheiro      paisagista belga Ars\u00e9ne Puttemans, durante o governo do Prefeito Jo\u00e3o Pereira      Ferraz.<\/p>\n<p>Principal \u00e1rea verde de Icara\u00ed, situa-se no cora\u00e7\u00e3o do bairro. Abriga um      pequeno parque de divers\u00f5es e, nos finais de semana, uma grande feira de artesanato.    <\/p>\n<p>Nele, funcionam o Grupo Escolar Joaquim T\u00e1vora, o Centro Cultural Paschoal      Carlos Magno e o Jardim de Inf\u00e2ncia J\u00falia Cortines. Oferece in\u00fameras atra\u00e7\u00f5es,      como retreta, encontros do Clube do Curi\u00f3, exposi\u00e7\u00f5es, lan\u00e7amentos de livros,      shows, cursos e apresenta\u00e7\u00e3o de filmes e v\u00eddeos<strong>. <\/strong><\/p>\n<p><strong>PARQUE DA CIDADE<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o ambiental (APA) do munic\u00edpio, localizado no alto      do morro da Vira\u00e7\u00e3o, numa altitude de 270 m, ocupando uma \u00e1rea de 149.388,90      m\u00b2. Foi inaugurado em 1976. Possui um mirante com vis\u00e3o panor\u00e2mica das Lagunas,      Praias Oce\u00e2nicas, bairros de Niter\u00f3i, Ba\u00eda de Guanabara, em toda a sua extens\u00e3o,      e do mar aberto, at\u00e9 onde a vista consegue alcan\u00e7ar. Avista-se tamb\u00e9m a cidade      do Rio de Janeiro com alguns de seus bairros e a Ponte Rio &#8211; Niter\u00f3i.<\/p>\n<p>Sua vista panor\u00e2mica teve pontua\u00e7\u00e3o m\u00e1xima no Guia Verde Michelin. O Parque      conta com duas rampas para a pr\u00e1tica de v\u00f4o livre, sendo muito frequentado      pelos praticantes desse esporte. <\/p>\n<p><strong>PARQUE ECOL\u00d3GICO DARCY RIBEIRO<\/strong><\/p>\n<p>Localizado entre o Engenho do Mato, Rio do Ouro, Pendotiba e a Serra do Cantagalo,      o parque possui Mata Atl\u00e2ntica nativa, cachoeiras, lagos, grutas e cavernas.      A caminhada dura, aproximadamente, 2h 30 min e, devido ao grau de dificuldade,      recomenda-se o acompanhamento de um guia tur\u00edstico credenciado. <\/p>\n<p>O acesso se faz pelo Bairro do Cantagalo, atr\u00e1s do Cemit\u00e9rio Parque da Colina.    <\/p>\n<p><strong>PARQUE MUNICIPAL EDUARDO TRAVASSOS &#8211; PARQUE DAS \u00c1GUAS<\/strong><\/p>\n<p>O Parque Municipal Eduardo Travassos \u00e9 tamb\u00e9m conhecido como Parque das \u00c1guas      e homenageia seu idealizador, engenheiro Eduardo Travassos. A \u00e1rea revitalizada      em parceria com a concession\u00e1ria \u00c1guas de Niter\u00f3i tem 32 mil metros quadrados      e abriga o maior reservat\u00f3rio de \u00e1gua da cidade, com capacidade para 9 milh\u00f5es      de litros. <\/p>\n<p><strong>SERRA DA TIRIRICA<\/strong><\/p>\n<p>Divisor de \u00e1guas da bacia do sistema lagunar de Piratininga e Itaipu, \u00e9 o      limite natural entre os munic\u00edpios de Niter\u00f3i, S\u00e3o Gon\u00e7alo e Maric\u00e1, apresentando      uma cobertura florestal de Mata Atl\u00e2ntica em boas condi\u00e7\u00f5es. \u00c9 uma \u00e1rea de      preserva\u00e7\u00e3o permanente. A popula\u00e7\u00e3o de orqu\u00eddeas e a fauna nativa v\u00eam sendo      reduzidas pela coleta e ca\u00e7a predat\u00f3ria e pelas queimadas. Ainda s\u00e3o encontrados      animais como paca, mico-estrela, tatu, al\u00e9m de um grande n\u00famero de aves. <\/p>\n<p>Nas baixadas, onde as florestas continham madeiras valiosas como o vinh\u00e1tico      e o pau-brasil, o desmatamento abriu espa\u00e7o para a agricultura e a urbaniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ainda podem ser encontradas nas matas dos morros da regi\u00e3o, plantas importantes      da flora de Mata Atl\u00e2ntica. <\/p>\n<p>Fonte: www.niteroiturismo.com.br<\/p>\n<h6>Niter\u00f3i <\/h6>\n<p><strong>Niter\u00f3i <\/strong>\u00e9 uma das mais antigas cidades cariocas, tendo sido      fundada em 22 de novembro de 1573. <\/p>\n<p>A apenas 13 quil\u00f4metros da cidade do Rio de Janeiro, Niter\u00f3i \u00e9 um dos principais      centros econ\u00f4micos e industriais do estado, al\u00e9m de se destacar como um dos      destinos tur\u00edsticos mais visitados do Rio de Janeiro. <\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero5.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"263\" height=\"188\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><strong><br \/>\n     Niter\u00f3i <\/strong><\/p>\n<p>A<strong> Hist\u00f3ria de Niter\u00f3i<\/strong> remonta \u00e0 \u00e9poca da coloniza\u00e7\u00e3o do      Brasil e da luta dos colonizadores portugueses e franceses e dos \u00edndios nativos.    <\/p>\n<p>Em 1567, com o final da guerra, foi dado ao \u00edndio chefe de uma das tribos      nativas, conhecido como Ararib\u00f3ia, a liberdade de escolher onde queria morar      com sua tribo e ele sem hesitar apontou para o outro lado da Baia, que ele      chamou de &#8220;Niter\u00f3i&#8221; o que na l\u00edngua Tupi-Guarani, que quer dizer      &#8220;regi\u00e3o das \u00e1guas escondidas&#8221;. <\/p>\n<p>O local para onde Ararib\u00f3ia levou sua tribo \u00e9 conhecido como a Vila de S\u00e3o      Louren\u00e7o dos \u00cdndios. <\/p>\n<p>Ao longo dos s\u00e9culos Niter\u00f3i se desenvolveu em todos os segmentos, e hoje      \u00e9 uma cidade importante no cen\u00e1rio nacional, sendo considerada uma das melhores      cidades brasileiras para se viver (pesquisa colocou Maca\u00e9 e Niter\u00f3i entre      as 100 melhores cidades do Brasil para se viver), trabalhar, investir e tamb\u00e9m      para visitar, tendo um excelente n\u00edvel de qualidade de vida e desenvolvimento      econ\u00f4mico. <\/p>\n<p>As cidades do Rio de Janeiro e de Niter\u00f3i s\u00e3o separadas pela Ba\u00eda da GuanabaraPonte      Rio-Niter\u00f3i (com mais de 10 km de extens\u00e3o, foi por muito tempo a ponte mais      comprida do mundo).<\/p>\n<p>Niter\u00f3i \u00e9 passagem obrigat\u00f3ria para quem vai para a regi\u00e3o serrana do Rio      (Petr\u00f3polis, Teres\u00f3polis), ou a regi\u00e3o dos lagos e praias do litoral norte      (Cabo Frio, B\u00fazios, Maca\u00e9).<\/p>\n<p>Para os turistas a cidade de Niter\u00f3i \u00e9 farta em op\u00e7\u00f5es, vistas maravilhosas,      como o P\u00e3o de A\u00e7\u00facar do Rio de Janeiro, al\u00e9m das praias locais, noites badaladas      com divers\u00e3o para todos os estilos e todos os grupos, op\u00e7\u00f5es de passeios culturais      com museus, centros culturais, teatros e centros hist\u00f3ricos, al\u00e9m de espa\u00e7os      especiais para a pr\u00e1tica de esportes radicais e do eco-turismo; a cidade ainda      possui v\u00e1rios shopping centers, com as mais novas tend\u00eancias em moda, tecnologia      e todos os segmentos. <\/p>\n<p>Entre os pontos tur\u00edsticos tradicionais podemos destacar a impon\u00eancia da      Fortaleza de Santa Cruz e o complexo dos Fortes, com o Forte do Pico e Forte      S\u00e3o Lu\u00eds; a Praia de Icara\u00ed (a mais badalada da cidade); a Pedra de Itapuca      (point de surfistas); o Museu de Arte Contempor\u00e2nea de Niter\u00f3i e outros atrativos      ao longo do Caminho Niemeyer; a Cantareira; a Igreja de S\u00e3o Louren\u00e7o dos \u00cdndios,      que \u00e9 um marco da funda\u00e7\u00e3o da cidade; teatros, e muitas outras op\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>O litoral de Niter\u00f3i por sua vez oferece aos turistas muitas op\u00e7\u00f5es, com      diversas praias que atendem todos os gostos, desde as praias mais badaladas      at\u00e9 aquelas pequenas praias escondidas e quase desertas, nem por isso menos      belas. <\/p>\n<p>O Parque estadual da Serra da Tiririca \u00e9 o local preferido para esportes      radicais e o eco-turismo, com guias que levam os turistas a explorar o local      por trilhas que adentram a Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p>A gastronomia \u00e9 outro destaque da bela cidade do sorriso, como tamb\u00e9m \u00e9 chamada      Niter\u00f3i. <\/p>\n<p>Na cidade os turistas encontram restaurantes que oferecem comida tipica,      com frutos do mar, cozinha mineira at\u00e9 os mais sofisticados pratos da cozinha      internacional.<\/p>\n<p>Na enseada de Jurujuba est\u00e3o localizados grande parte destes restaurantes,      onde os visitantes podem apreciar as delicias preparadas nesses estabelecimentos      ao mesmo tempo em que apreciam as belezas naturais da orla. <\/p>\n<p>Fonte: www.viagemdeferias.com<\/p>\n<h6>Niter\u00f3i<\/h6>\n<p>Foi sempre das mais destacadas a posi\u00e7\u00e3o de <b>Niter\u00f3i<\/b> nos fastos da      nossa Hist\u00f3ria. <\/p>\n<p>A vasta regi\u00e3o \u00e0s margens da Guanabara, a antiga <b>Niter\u00f3i<\/b> dos Tamoios,      que habitavam estas mesmas paragens, de esplendores por todos proclamados,      desde as mais remotas eras, est\u00e1 limitada, no Munic\u00edpio de <b>Niter\u00f3i<\/b>,      a uma \u00e1rea de 135 quil\u00f4metros quadrados (q\u00fcinqii\u00eanio 1944-1948).<\/p>\n<p>As maravilhas e encantos maiores da natureza, assim t\u00e3o pr\u00f3digas nestas plagas,      est\u00e3o distribu\u00eddas pelas praias incompar\u00e1veis e os montes circundantes, bem      como pelos vales, outrora dominados pelas planta\u00e7\u00f5es de cana-de- a\u00e7\u00facar e      cereais, hoje ocupados pelas avenidas, pra\u00e7as, ruas e outros logradouros,      todos habitados e ainda mais embelezados, tornando assim, \u00easse conjunto paisag\u00edstico      urbano, uma das mais belas, apraz\u00edveis, progressistas e atraentes das metr\u00f3poles      do Brasil e das Am\u00e9ricas a <b>cidade<\/b> de <b>Niter\u00f3i<\/b>.<\/p>\n<p>Os Tamoios foram, primitivamente, os \u00fanicos possuidores dessas terras, assim      encantadoras e dominadoras; tamb\u00e9m seriam os leg\u00edtimos defensores dos terrrit\u00f3rios      marginais da Guanabara. \u00casses, os primitivos povoadores, foram surpreendidos      pelos primeiros conquistadores, portugu\u00eases e franceses, que lutariam pela      posse da terra descoberta.<\/p>\n<p>Foi assim desde janeiro de 1502, quando a expedi\u00e7\u00e3o de Andr\u00e9 Gon\u00e7alves aportou      \u00e0 Guanabara, julgando ancorar na foz de um grande rio que rece beu o nome      de Janeiro o do m\u00eas da descoberta. Os amer\u00edndios tomaram partido e foram despojados      dos seus preciosos tesouros pelos portugu\u00eases, cumpliciados com a tribo inimiga,      chefiada pelo \u0093cobra feroz\u0094 &#8211; o Ararib\u00f3ia.<\/p>\n<p>As principis batalhas foram travadas nas margens cariocas da formosa ba\u00eda,      e s\u00f3mente das \u00faltimas refregas seriam cen\u00e1rio, empolgante e arrebatador, as      praias circunvizinhas da \u0093Praia Grande\u0094, na \u0093Banda d&#8217;Al\u00e9m\u0094,      proximidades das \u0093Barreiras Vermelhas\u0094.<\/p>\n<p>Seriam \u00easses ch\u00e3os os que tamb\u00e9m deveriam constituir o pr\u00eamio maior, recompensa      segura e valiosa para as atividades guerreiras dos valentes Tupimin\u00f3s.<\/p>\n<p>Com a divis\u00e3o do Brasil em Capitanias Heredit\u00e1rias, as terras marginais da      Guanabara integrariam o grandioso legado de Martin Afonso de Sousa, nome tamb\u00e9m      pelo qual foi mais tarde batizado o cacique Ararib\u00f3ia.<\/p>\n<p>Empolgado pelos vastos dom\u00ednios em terras do Brasil, tal a extens\u00e3o da Capitania      de S\u00e3o Vivente, dedicou-se mais o fidalgo luso ao patrim\u00f4nio representado      por S\u00e3o Paulo, onde foi fundada, na ilha de S\u00e3o Vicente, a pri meira cidade      brasileira.<\/p>\n<p>O <b>Rio<\/b> de <b>Janeiro<\/b> tornou-se pr\u00easa f\u00e1cil dos aventureiros que,      ap\u00f3s a descoberta de Cabral, excursionariam pelo Atl\u00e2ntico-Sul.<\/p>\n<p>Os franceses foram dos primeiros a instalarem-se nas ilhas e mesmo em terras      do continente.<\/p>\n<p>N\u00e3o foi f\u00e1cil a empr\u00easa herc\u00falea de desaloj\u00e1-los. A \u0093Fran\u00e7a-Ant\u00e1rtica\u0094,      idealizada pelos expedicion\u00e1rios, dessa origem, deixaria, entretanto, de ser      uma realidade, gra\u00e7as, s\u00f3mente, ao hero\u00edsmo de .Est\u00e1cio de S\u00e1 e \u00e0 tenacidade      de Mem de S\u00e1, com a ajuda preciosa das hostes de Ararib\u00f3ia.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria antiga de <b>Niter\u00f3i<\/b> \u00e9 contempor\u00e2nea da vit\u00f3ria dos portugu\u00eases.<\/p>\n<p>A &#8216;sesmaria do Dr. Ant\u00f4nio de Mariz ou Marins Coutinho, Provedor da Fazenda      Real no <b>Rio<\/b> de `<b>Janeiro<\/b>, bem como as de Pero Martins Namorado      e Jos\u00e9 Ad\u00f4rno, incorporando as terras de S\u00e3o Louren\u00e7o e Carai (Icara\u00ed), doadas      em 1560 e 1565, jaziam ainda semi-abandonadas, quando se processou a desist\u00eancia      do fidalgo portugu\u00eas e sua mulher Isabel Velho para formar o patrim\u00f4nio de      Ararib\u00f3ia e sua gente. Era esta sesmaria constitu\u00edda de \u0093todo o terreno,      desde as primeiras barreiras vermelhas, correndo ao longo da ba\u00eda acima, caminho      do norte at\u00e9 completar uma l\u00e9gua de terras e duas l\u00e9guas para o`sert\u00e3o\u0094.      Come\u00e7ava, na realidade, em Gragoat\u00e1 e rumava at\u00e9 Maru\u00ed, onde tinha in\u00edcio      outra sesmaria; a doa\u00e7\u00e3o por Mem de S\u00e1 tornou-se efetiva a 16 de mar\u00e7o de      1568, sendo a posse solene, com a presen\u00e7a do Governador Crist\u00f3v\u00e3o de Barros,      realizada em 22 de novembro de 1573.<\/p>\n<p>\u00c9 a data maior de <b>Niter\u00f3i<\/b>, considerada feriado municipal e ainda solenemente      comemorada todos os anos, mesmo em detrimento da efem\u00e9ride de 10 de maio,      quando, em 1819, verificou-se a emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da Vila Real da Praia      Grande. <\/p>\n<p>Instalou-se Ararib\u00f3ia, com a sua tribo, na encosta do morro de S\u00e3o Louren\u00e7o,      onde foram constru\u00eddas as primitivas choupanas e igualmente uma capela &#8211; a      primeira edificada em <b>Niter\u00f3i<\/b>. Com o tempo desenvolveu-se a aldeia;      aumentaria, rapidamente, o n\u00famero dos casebres, mantendo os \u00edndios pequenas      ro\u00e7as de milho e de mandioca, ao lado de incipiente ind\u00fastria de cer\u00e2micas.      Eram os amer\u00edndios assistidos pelos jesu\u00edtas e pelas autoridades, e a aldeia      aos poucos prosperava.<\/p>\n<p>N\u00e3o tardou muito que as terras da sesmaria f\u00f4ssem dadas em aforamento aos      aventureiros que procuravam usurpar a propriedade dos Tupimin\u00f3s.<\/p>\n<p>A morte de Ararib\u00f3ia, segundo Varnhagen, em 1587, devia agravar a situa\u00e7\u00e3o      aflitiva dos homens da aldeia de S\u00e3o Louren\u00e7o, cujas terras continuavam a      ser invadidas por exploradores, proporcionando demandas de grande dura\u00e7\u00e3o      e suscitando d\u00favidas, algumas prolongadas atrav\u00e9s dos s\u00e9culos. O aldeamento      foi extinto em 26 de <b>janeiro<\/b> de 1866 pelo Gov\u00earno da Prov\u00edncia, tal      a situa\u00e7\u00e3o de decad\u00eancia. <\/p>\n<p>A igrejinha do morro de S\u00e3o Louren\u00e7o, que substituiu a primitiva capela,      ainda resistindo \u00e0s intemp\u00e9ries, \u00e9 o principal monumento da <b>cidade<\/b>      e est\u00e1 incorporada ao nosso Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico. <\/p>\n<p>A decad\u00eancia da sede da aldeia de S\u00e3o Louren\u00e7o contrastava com a prosperidade      das demais regi\u00f5es das diversas sesmarias, para onde legi\u00f5es de imigrantes      eram atra\u00eddas pela fertilidade das terras e as m\u00faltiplas&#8217;facilidades proporcionadas      pela proximidade da Guanabara e ainda da <b>cidade<\/b> do <b>Rio<\/b> de <b>Janeiro<\/b>.    <\/p>\n<p>Surgiram, em curto prazo, povoa\u00e7\u00f5es diversas na Praia Grande,&#8217; em Icara\u00ed,      Maru\u00ed, S\u00e3o Domingos, S\u00e3o Gon\u00e7alo, S\u00e3o Francisco, Jurujuba, Itaipu e outras      localidades, ao mesmo tempo que aumentavam as lavouras e pequenas ind\u00fastrias      nas m\u00faltiplas propriedades em que tamb\u00e9m se multiplicavam as sesmarias.<\/p>\n<p>As capelas distribu\u00eddas por \u00easses territ\u00f3rios, j\u00e1 habitados por colonos portugu\u00eases      e por escravos em grande n\u00famero, Adavam demonstra\u00e7\u00e3o cabal do progresso alcan\u00e7ado      por todos \u00easses n\u00facleos populosos; em breve algumas delas seriam as sedes      das novas freguesias das margens da Guanabara.<\/p>\n<p>Desde as praias atl\u00e2nticas, em Piratininga e Itapuig ou Itaipu, at\u00e9 as margens      do Guaxindiba, foram edificadas, nos s\u00e9culos XVII e XVIII, muitas e muitas      capelas; as de S\u00e3o Gon\u00e7alo, S\u00e3o Jo\u00e3o Batista de Icara\u00ed e S\u00e3o Sebasti\u00e3o de      Itaipu, foram sedes das freguesias, criadas respectivamente em 10 de fevereiro      de 1647, 18 de <b>janeiro<\/b> de 1696 e 12 de <b>janeiro<\/b> de 1755.<\/p>\n<p>Entre outras de menor import\u00e2ncia, na regi\u00e3o das futuras freguesias, foram      edificadas as capelas de S\u00e3o Louren\u00e7o, reconstru\u00edda em 1767; S\u00e3o Jo\u00e3o, em      1660; N. S. das Necessidades, pr\u00f3xima \u00e0 de S\u00e3o Jo\u00e3o, constru\u00edda em 1743; N.      S. da Concei\u00e7\u00e3o, por Ant\u00f4nio Corr\u00eaa Pina, existindo desde 1663; S\u00e3o Domingos,      por Domingos de Araujo, em 1652; N. S. da Boa Viagem, por Diogo Carvalho da      Fontoura, j\u00e1 existente em 1663; N. S. da Concei\u00e7\u00e3o, na ilha de mesmo nome,      por Manuel Rodrigues &#8216;de Figueiredo, em virtude da Provis\u00e3o de 16 de julho      de 1711; N. S. da Concei\u00e7\u00e3o, em Jurujuba, pelo padre Manuel Rodrigues; S\u00e3o      Francisco Xavier, pelos padres jesu\u00edtas, na fazenda de propriedade dos mesmos,      existindo desde 1696; S\u00e3o Pedro, em Maru\u00ed, por Jos\u00e9 Pereira Correia e seu      irm\u00e3o Francisco Vitoriano Pereira, com Provis\u00e3o de 17 de ag\u00f4sto de 1751; Santa      Rosa, por Provis\u00e3o do Bispo D. Francisco de S\u00e3o Jer\u00f4nimo, pelo Capit\u00e3o Pedro      Barreirosde Sousa; N. S. da Concei\u00e7\u00e3o, em Pendotiba, pela Provis\u00e3o de 12 de      <b>janeiro<\/b> de 1787, por Jos\u00e9 Fernandes de Sousa; Santana, com Provis\u00e3o      de 30 de dezembro de 1732, por Jo\u00e3o Martins Brito; Santo In\u00e1cio, no s\u00edtio      da Arma\u00e7\u00e3o das Baleias, por Jos\u00e9 Joaquim do Cabo e Jo\u00e3o Marcos Vieira, t\u00f4das      na freguesia de S\u00e3o Jo\u00e3o Batista de Carai; S\u00e3o Gon\u00e7alo, em 1644, por Gon\u00e7alo      Gon\u00e7alves, em Guaxindiba, `transferida mais tarde para as margens do Imboa\u00e7u;      N. S. da Luz, em Itaoca, pelo Capit\u00e3o Francisco Dias da Luz, em 1647; N. S.      da Esperan\u00e7a, em 1710, por Greg\u00f3rio Dutra, em Ipiiba; N. S. do Ros\u00e1rio, no      Engenho Pequeno, reconstru\u00edda pelo Capit\u00e3o Miguel Frias Vasconcelos; Santana,      em Pachecos, por Francisco Ferreira Dorlando, em 1713, reconstru\u00edda por Jo\u00e3o      Pacheco Pereira, com Provis\u00e3o de 27 de abril de 1750; Sant\u00edssima Trindade,      na fazenda da Trindade, em 1729, renovada por Provis\u00e3o de 21 de fevereiro      de 1774; Santana, em Coluband\u00ea; N. S. do Dest\u00earro, em Piiba ou Ipiiba Grande,      por Domingos Pais Pereira, com Provis\u00e3o de 12 de <b>janeiro<\/b> de 1737; S\u00e3o      Tom\u00e9, na ilha dos Flamengos, pelo C\u00f4nego Jo\u00e3o Vaz Ferreira, com Provis\u00e3o de      12 de setembro de 1764, t\u00f4das na freguesia de S\u00e3o Gon\u00e7alo; S\u00e3o Sebasti\u00e3o,      em Itaipu, em 1716; N. S. do Bonsucesso, em Piratininga, por Alberto Gago      da C\u00e2mara; N. S. da Assun\u00e7\u00e3o, em 1734; N. S. da Concei\u00e7\u00e3o, em Itaocaia; N.      S. da Penha, na barra de Piratininga, por Jos\u00e9 Viegas Lisboa, com\u00c0 Provis\u00e3o      de 4 de outubro de 1745, t\u00f4das na freguesia de S\u00e3o Sebasti\u00e3o de Itapuig.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XVIII o progresso econ\u00f4mico atingiria propor\u00e7\u00f5es maiores e, ao      lado das.fazendas, n\u00e3o poucos eram os engenhos de a\u00e7\u00facar e aguardente, da      mesma forma que prosperavam as lavouras de cereais, mandioca, legumes e frutas.    <\/p>\n<p>O com\u00e9rcio desenvolvia-se na mesma propor\u00e7\u00e3o das atividades agr\u00edcolas e as      dezenas de barcos de transporte de g\u00eaneros e passageiros davam maior movimento      ao litoral, em constante interc\u00e2mbio com outros portos das diversas freguesias      e igualmente com os da <b>cidade<\/b> do <b>Rio<\/b> de <b>Janeiro<\/b>. Consolidavam-se      assim, nos fins do s\u00e9culo XVIII, as possibilidades de progresso das freguesias,      que eram j\u00e1 habitadas por milhares de paroquianos &#8211; livres e escravos.<\/p>\n<p><strong>Possu\u00edam j\u00e1 as de:<\/strong> <strong>\u0093S\u00e3o Gon\u00e7alo, S\u00e3o Jo\u00e3o de      Cara\u00ed e S\u00e3o Sebasti\u00e3o de Itapuig, constituindo um \u00fanico distrito, segundo      o relat\u00f3rio apresentado pelo mestre-de-campo-auxiliar &#8211; Jorge de Lemos Parady      \u0093na conformidade dasordens do Ilmo. e Exmo. Senhor Marquez de Lavradio\u0094,      em janeiro de 1799:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u00933 vigarios colados<\/p>\n<p>1 coadjutor &#8216;<\/p>\n<p>3 sacristaens<\/p>\n<p>1 309 fogos<\/p>\n<p>3 engenhos d&#8217;agoa ardente<\/p>\n<p>28 engenhos de assucar\u0094<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>com a produ\u00e7\u00e3o de:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u0093623 caixas de assucar<\/p>\n<p>451 pipas d,agoa ardente\u0094<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Os mantimentos produzidos em um ano constariam de:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>13 800 alqueires de farinha<\/p>\n<p>2 800 \u0094 feij\u00e3o<\/p>\n<p>2 161 \u0094 \u0094 milho<\/p>\n<p>1 150 \u0094 \u0094 arroz<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>As embarca\u00e7\u00f5es, lanchas e saveiros, pertencentes aos diversos propriet\u00e1rios      de terras e comerciantes, localizados na \u0093ensiada ou saco da Boa Viagem\u0094      e nos portos de:<\/strong> \u0093S\u00e3o Domingos, Praya Grande, Mata-porcos, Maruy,      Valla, Barreto, S. Gon\u00e7alo, Porto Velho, Porto Novo, Boa\u00e7u, Luz e Guaxindiba\u0094,      eram em n\u00famero de 71.<\/p>\n<p><strong>Completam o relat\u00f3rio estas preciosas e n\u00e3o menos pitorescas informa\u00e7\u00f5es:<\/strong>      \u0093Neste Destrito ha hua Aldea de Indios, com a invoca\u00e7\u00e3o de S. Louren\u00e7o,      com um vigr.\u00b0 encomendado &#8211; N\u00e3o contem V.a alg\u00faa, ou Arrayal, ne&#8217;m fabricas      de madeiras, nem terras por cultivar.\u0094 <\/p>\n<p>T\u00f4das essas freguesias estariam sujeitas \u00e0 mesma administra\u00e7\u00e3o, quando D.      Jo\u00e3o VI resolveu emancipar a Vila Real da Praia Grande.<\/p>\n<p>O s\u00e9culo XIX, com a vinda de D. Jo\u00e3o VI para o Brasil, marcaria o apogeu      do progresso das freguesias do Rec\u00f4ncavo e particularmente a de. S\u00e3o Jo\u00e3o      de Icara\u00ed.<\/p>\n<p>N\u00e3o tardou muito que o Pr\u00edncipe tivesse as aten\u00e7\u00f5es voltadas para a \u0093banda      d&#8217;alem\u0094. S\u00e3o Domingos foi o sitio preferido para os prolongados \u00f3cios      das tarefas governamentais. A privilegiada situa\u00e7\u00e3o d\u00easse recanto pitoresco,      nas vizinhan\u00e7as da Metr\u00f3pole, conquistaria essa prefer\u00eancia. <\/p>\n<p>Tornou-se famoso, nesses s\u00edtios, o dia 13 de maio de 1816, quando D. Jo\u00e3o      resolveu passar a data do seu natal\u00edcio em S\u00e3o Domingos. <\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o da Praia Grande alvoro\u00e7ou-se com a presen\u00e7a da \u0093Nobreza\u0094      e as demonstra\u00e7\u00f5es militares, em que tomava parte t\u00f4da a tropa aquartelada      nas imedia\u00e7\u00f5es, principalmente a \u0093Divis\u00e3o de Volunt\u00e1rios Reais\u0094.      N\u00e3o faltariam a essas solenidades, pela vez primeira verificadas nessas plagas,      a presen\u00e7a do Corpo Diplom\u00e1tico, \u0093dos Principes D. Pedro e Infante D.      Miguel, da Rainha Nossa Senhora e das Princezas Suas Augustas Filhas\u0094.      As cr\u00f4nicas da \u00e9poca salientaram \u0093o espectaculo, que apresentava o Campo      de S. Helena, no dia 13 do corrente (Maio de 1816), era unico e tocante: o      espectador extasiado imaginava ver alli o Throno do primeiro Affonso, o Altar      do Hymeneo, e os namorados Campos de Albuera, Victoria e Orthez; e a simplicidade      do ornato, ao mesmo tempo que quadrava com a natureza do local, dava realce      \u00e1 magestade do cerimonial\u0094. <\/p>\n<p>A cria\u00e7\u00e3o da Vila Real da Praia Grande seria conseq\u00fc\u00eancia l\u00f3gica dessas demonstra\u00e7\u00f5es      de carinho e solidariedade de t\u00f4da uma popula\u00e7\u00e3o a El-Rei.<\/p>\n<p>O processo seria longo e as demarches prolongar-se-iam por alguns anos.<\/p>\n<p>Desde a representa\u00e7\u00e3o do Ouvidor do <b>Rio<\/b> de <b>Janeiro<\/b>, Dr. Manuel      Pedro Gomes, em 26 de <b>janeiro<\/b> de 1817, at\u00e9 o Alvar\u00e1 R\u00e9gio de 10 de      maio de 1819, e conseq\u00fcente instala\u00e7\u00e3o da Vila Real, prolongaram-se tamb\u00e9m      as manifesta\u00e7\u00f5es de simpatia pela causa da emancipa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A 11 de ag\u00f4sto de 1819 realizava-se a solene instala\u00e7\u00e3o, com as demonstra\u00e7\u00f5es      m\u00e1ximas de regozijo da popula\u00e7\u00e3o agradecida. Uma nova era de progresso tamb\u00e9m      seria iniciada para t\u00f4da a regi\u00e3o, assim distinguida pela generosidade real.<\/p>\n<p>Os festejos multiplicaram-se, desde o solene Te-Deum \u00e0s maiores demonstra\u00e7\u00f5es      de j\u00fabilo do povo.<\/p>\n<p>Foi feliz a Vila Real da Praia Grande com o seu primeiro gov\u00earno.<\/p>\n<p>Tra\u00e7ado o plano de urbaniza\u00e7\u00e3o das terras das freguesias de S\u00e3o Louren\u00e7o      e S\u00e3o Jo\u00e3o, foi, segundo documenta\u00e7\u00e3o preciosa, o mesmo de autoria de `Jos\u00e9      Clemente Pereira &#8211; o primeiro Juiz-de-fora nomeado.<\/p>\n<p>Quando deixou o cargo, em 1821, a vila j\u00e1 possu\u00eda 747 habita\u00e7\u00f5es e 5 015      habitantes, sendo 2771 escravos e 2244 livres. A receita da C\u00e2mara foi, n\u00easse      ano, de 2:164$715 e a despesa de 2:022$365.<\/p>\n<p>Ainda em 1821, Jos\u00e9 Clemente Pereira transmitiu o honroso cargo ao seu substituto,      o Dr. Ant\u00f4nio Jos\u00e9 de Siqueira e Silva, depois de haver presta<\/p>\n<p>Os acontecimentos relacionados com a nossa independ\u00eancia pol\u00edtica, antes      e depois, deviam refletir, com intensidade, na Vila Real da Praia Grande.<\/p>\n<p>Nas freguesias pr\u00f3ximas, incorporadas ao patrim\u00f4nio comum, pelo Alvar\u00e1 de      10 de maio de 1819, \u00easses fatos e os relativos \u00e0s lutas com os franceses,      no com\u00ea\u00e7o do s\u00e9culo XVIII, tiveram tamb\u00e9m a mesma repercuss\u00e3o.<\/p>\n<p>N\u00e3o foi das menos pr\u00e1ticas e eficientes a coopera\u00e7\u00e3o das tropas enviadas      pelas freguesias da \u0093banda d&#8217;al\u00e9m\u0094 para dar combate aos franceses      no <b>Rio<\/b> de <b>Janeiro<\/b>, por ocasi\u00e3o das invas\u00f5es dos contingentes      comandados por Duguay- Trouin e Duclerc, em 1710 e 1711. As \u00faltimas pugnas,      no centro urbano, tiveram a colabora\u00e7\u00e3o preciosa, oportuna e decisiva, dos      milicianos de diversas zonas dessas freguesias de aqu\u00e9m Guanabara; em combate      travado nas proximidades do cais Pharoux, quando entrincheirados os intrusos      no trapiche de Luiz Mota Leite, lutando contra as tropas de Duclerc, perdeu      a vida o Capit\u00e3o de Cavalaria Ant\u00f4nio Dutra da Silva, que comandava os milicianos      de S\u00e3o Gon\u00e7alo e outras regi\u00f5es, os defensores do referido reduto. <\/p>\n<p>Antes ainda da data magna de 7 de setembro, n\u00e3o menos ativas e deste merosas      mostraram-se as mil\u00edcias da Praia Grande. Revoltadas as tropas do general      Avilez, aquarteladas na Arma\u00e7\u00e3o, \u00easses rebeldes tiveram a repulsa dos milicianos      e do pr\u00f3prio povo. Os revoltosos foram obrigados a pedir clem\u00eancia a Pedro      I, apressando assim o embarque, para Portugal, quando \u00e9 certo que pretendiam      entrincheirar-se na fortaleza de Santa Cruz, para resistirem \u00e0s colunas emancipadoras,      como ap\u00f3s as solenes declara\u00e7\u00f5es do Pr\u00edncipe Regente de permanecer no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Foram d\u00easse g\u00eanero e d\u00easses m\u00e9ritos as contribui\u00e7\u00f5es para os mais destacados      movimentos em favor da nossa autonomia e da Independ\u00eancia, n\u00e3o faltando o      pronunciamento da C\u00e2mara, dos milicianos e do povo da Praia Grande.<\/p>\n<p>Continuou prosperando a vila criada por D. Jo\u00e3o VI, desempenhando, permanentemente,      miss\u00f5es preponderantes em t\u00f4das as situa\u00e7\u00f5es cr\u00edticas para a nacionalidade,      embora dependentes do Gov\u00earno da Metr\u00f3pole, tal qual acontecia \u00e0s demais circunscri\u00e7\u00f5es      da Prov\u00edncia doiRio de <b>Janeiro<\/b>, de ac\u00f4rdo com a Constitui\u00e7\u00e3o em vigor.    <\/p>\n<p>O \u0093Ato Adicional\u0094, de 12 de ag\u00f4sto de 1834, deveria criar uma&#8217;      situa\u00e7\u00e3o excepcional para os anseios de progresso da Vila Real. <\/p>\n<p>Alcan\u00e7ada a verdadeira autonomia da Prov\u00edncia do <b>Rio<\/b>, pela emancipa\u00e7\u00e3o      do Municipio Neutro, com administra\u00e7\u00e3o aut\u00f4noma, foi eleita a primeira Assembl\u00e9ia      Provincial e os deputados convocados pelo presidente Joaquim Jos\u00e9 Rodrigues      T\u00f4rres, futuro visconde de Itabora\u00ed, para reunirem-se na Vila Real da Praia      Grande.<\/p>\n<p>Dessa primeira Assembl\u00e9ia faziam parte as personalidades de maior rel\u00eavo      no cen\u00e1rio pol\u00edtico nacional e que mais intensamente haviam colaborado para      a emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Entre outros d\u00easses vultos eminentes, basta citar      os nomes, aureolados pela gl\u00f3ria, de Evaristo da Veiga, Gon\u00e7alves Ledo, Jos\u00e9      Clemente Pereira, Francisco das Chagas Werneck, Caldas Viana, Paulino Jos\u00e9      Soares de Sousa (o futuro visconde de Uruguai), que, em colabora\u00e7\u00e3o com o      Presidente Joaquim Jos\u00e9 Rodrigues T\u00f4rres (visconde de Itabora\u00ed), deviam dar      organiza\u00e7\u00e3o definitiva \u00e0 administra\u00e7\u00e3o da Prov\u00edncia do <b>Rio<\/b> de <b>Janeiro<\/b>.<\/p>\n<p>Das primeiras leis votadas seria a localiza\u00e7\u00e3o da capital da Prov\u00edncia. A      escolha recairia ainda na mesma vila, sede provis\u00f3ria e que foi elevada \u00e0      categoria de <b>cidade<\/b> pela Lei n.\u00b0 6, de 28 de mar\u00e7o de 1835, com a consagra\u00e7\u00e3o      do top\u00f4nimo <b>Niter\u00f3i<\/b>.<\/p>\n<p>Ao lado de outras s\u00e1bias e patri\u00f3ticas iniciativas, d\u00easse per\u00edodo \u00e1ureo da      administra\u00e7\u00e3o da Prov\u00edncia, deve ser salientada, como medida de alto descort\u00edno      pol\u00edtico, &#8211; a cria\u00e7\u00e3o da Escola Normal de <b>Niter\u00f3i<\/b> &#8211; a prirneira do      Brasil e das Am\u00e9ricas.<\/p>\n<p>Iniciava-se para a nova <b>cidade<\/b>, assim distinguida pelo poder p\u00fablico,      das mais ativas atua\u00e7\u00f5es no cen\u00e1rio pol\u00edtico-administrativo da Prov\u00edncia e      do Imp\u00e9rio. <\/p>\n<p>O progresso, embora lento, dominaria todos os setores das m\u00faltiplas atividades      de uma popula\u00e7\u00e3o culta e laboriosa.<\/p>\n<p>Centro culto dos de maior import\u00e2ncia no Imp\u00e9rio, n\u00e3o foi das menores a contribui\u00e7\u00e3o      nos demais acontecimentos do pais.<\/p>\n<p>Para a presid\u00eancia da Prov\u00edncia do <b>Rio<\/b>, considerada uma das pastas      dos Minist\u00e9rios, seriam sempre escolhidos os mais experimentados estadistas,      com destacada posi\u00e7\u00e3o nos partidos Liberal e Conservador. Desde o Visconde      de Itabora\u00ed, em 1834, at\u00e9 o Visconde de Ouro Pr\u00eato, em 1889, ocuparam \u00easse      elevado p\u00f4sto os mais eminentes vultos da pol\u00edtica nacional, entre os que      mais se salientavam na administra\u00e7\u00e3o da cousa p\u00fablica em terras do Imp\u00e9rio      do Brasil.<\/p>\n<p>Tal a import\u00e2ncia de <b>Niter\u00f3i<\/b>, em fun\u00e7\u00e3o d\u00easses m\u00faltiplos privil\u00e9gios,      que foi concedida, em 22 de ag\u00f4sto de 1841, \u00e0 capital fluminense o honroso      t\u00edtulo de \u0093Imperial <b>Cidade<\/b>\u0094.<\/p>\n<p>Essas prerrogativas, assim elevadas e preponderantes, na pol\u00edtica do Imp\u00e9rio,      sempre sob o palio protetor do poder moderador, representado por D. Pedro      II, n\u00e3o impediriam que muitas outras reivindica\u00e7\u00f5es empolgassem as elites      da terra niter\u00f3iense.<\/p>\n<p>A <b>Cidade<\/b> Imperial, capital da Prov\u00edncia do <b>Rio<\/b> de <b>Janeiro<\/b>,      seria tamb\u00e9m um foco de agita\u00e7\u00f5es em t\u00f4rno dos movimentos &#8211; abolicionista      e republicano.<\/p>\n<p>Foi o quartel-general da mocidade fluminense empenhada nas pugnas pela proclama\u00e7\u00e3o      e consolida\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica. Alguns dos seus filhos ilustres, entre \u00eales &#8212;      Benjamin Constant e Miguel Lemos, foram reformadores e pensadores do mais      alto descortino e de grande predom\u00ednio nos meios culturais do pa\u00eds. Outros      valores intelectuais colabdrariam no pr\u00f3prio meio, nos Clubes Republicano&#8217;s,      nas reda\u00e7\u00f5es, nas c\u00e1tedras e nas pra\u00e7as p\u00fablicas; entre os \u00faltimos bastaria      citar os agitadores, pensadores e intimoratos propagandistas vindos de &#8216;Capivari      (atual Silva Jardim) e Itabora\u00ed &#8212; Silva Jardim &#8216;e Alberto T\u00f4rres.<\/p>\n<p>Por essas mesmas raz\u00f5es, a proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica, em 15 de novembro de      1889, n\u00e3o surpreendeu o povo de <b>Niter\u00f3i<\/b>, que, na mesma data, em festas      e passeatas c\u00edvicas, com a contribui\u00e7\u00e3o valiosa e dominadora d\u00easses e de outros      l\u00edderes, pioneiros do movimento republicano vitorioso, consagrou-se p\u00fcblicamente      \u00e0 nova forma de gov\u00earno, implantada sem lutas fratricidas em terras do Brasil      .&#8221;<\/p>\n<p>Conseq\u00fc\u00eancia, ou n\u00e3o, d\u00easses fatos, que seriam resultantes da implanta\u00e7\u00e3o      do regime rupublicano, n\u00e3o foram dos melhores os dias que &#8216;se sucederam \u00e0      mudan\u00e7a de gov\u00earno na terra fluminense, com reflexo na capital do Estado do      <b>Rio<\/b> de <b>Janeiro<\/b>. <\/p>\n<p>A Prov\u00edncia do <b>Rio<\/b> havia conquistado posi\u00e7\u00e3o de m\u00e1xima proje\u00e7\u00e3o entre      as demais que integravam o Imp\u00e9rio do Brasil. O poderio econ\u00f4mico, fruto do      trabalho dos fluminens\u00ebs e principalmente do bra\u00e7o escravo, at\u00e9 maio de 1888,      s\u00f3mente encontrava paralelo no r\u00ebl\u00eavo e prest\u00edgio maiores dosl mais eminentes      estadistas e pol\u00edticos do Imp\u00e9rio, fluminenses de nascimento ou, com influ\u00eancia      direta na pol\u00edtica da Prov\u00edncia, entre outros Itabora\u00ed, Sepetiba, Uruguai.<\/p>\n<p>A nova orienta\u00e7\u00e3o pol\u00edtica dos detentores do poder, nos, prim\u00f3rdios das administra\u00e7\u00f5es      republicanas, aliadas a fat\u00f4resv m\u00faltiplos oriundos. da mudan\u00e7a do regime,      culminaria nas. desordens e verdadeira revolta em diversos Munic\u00edpios; originavam-se      essas da cis\u00e3o entre4 os pol\u00edticos da propaganda e os que, no Gov\u00earno do Estado,      tudo fariam para desaloj\u00e1-los. das posi\u00e7\u00f5es de mando, nas circunscri\u00e7\u00f5es em      que tornaram vitorioso o mesmo credo pol\u00edtico.<\/p>\n<p>Na capital do Estado reuniram-se, no curto espa\u00e7o de dois anos, dois Congressos      Constituintes &#8212; Senado e C\u00e2mara, em 1891, e Assembl\u00e9ia Fluminense Constituinte,      em 1892., conseq\u00fc\u00eancia&#8217;esta \u00faltima da deposi\u00e7\u00e3odo primeiro governador nomeado      pelo general Deodoro da Fonseca &#8211; o Sr. Francisco Portela.<\/p>\n<p>O Munic\u00edpio de <b>Niter\u00f3i<\/b>, ainda conservando, at\u00e9 1890, t\u00f4da a vastid\u00e3o      territorial das quatro primitivas freguesias, transformadas j\u00e1 em outros tantos      distritos ricos, populosos e pr\u00f3speros, sofreria o mais rude dos golpes, quando,      pelo Depreto de 22 de setembro de 1890, foram separadas as freguesias de S\u00e3o      Gon\u00e7alo, N. S. da Concei\u00e7\u00e3o de Cordeiros e S\u00e3o Sebasti\u00e3o de Itaipu, para constitu\u00edrem      o novo Municipio de S\u00e3o Gon\u00e7alo.<\/p>\n<p>N\u00e3o bastaria essa muta\u00e7\u00e3o brusca, reduzindo a \u00e1rea municipal de <b>Niter\u00f3i<\/b>      para apenas 83,86 quil\u00f4metros quadrados, para reduzir de muito a pujan\u00e7a da      circunscri\u00e7\u00e3o-sede do Gov\u00earno estadual.<\/p>\n<p>Embora as novas modifica\u00e7\u00f5es impostas, quer pelo Gov\u00earno provis\u00f3rio do Almirante      Baltasar da Silveira, quer as sugeridas pelo presidente eleito, o Dr. Jos\u00e9      Tom\u00e1s Porci\u00fancula, \u00e0 Assembl\u00e9ia Legislativa, resultou finalmente vitoriosa      a mutila\u00e7\u00e3o territorial para maior esplendor do novo Munic\u00edpio rec\u00e9m-criado.<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o seriam essas as conseq\u00fc\u00eancias m\u00e1ximas para a terra niteroiense,      em face dos novos movimentos que agitavam o mesmo e convulsionavam o pa\u00eds,      em muitos dos Estados, refletindo desastrosamente na Capital.<\/p>\n<p><b>Niter\u00f3i<\/b> seria levada ainda a muitos outros sacrif\u00edcios, da mesma formaque      conquistaria outras tantas gl\u00f3rias, das quais a maior n\u00e3o foi certamente a      de ser considerada &#8211; \u0093<b>Cidade<\/b> Invicta\u0094; essa honraria seria      ainda resultante do hero\u00edsmo dos seus filhos e n\u00e3o menor das autoridades constitu\u00eddas      e comandantes militares, todos integrados nas mesmas aspira\u00e7\u00f5es de consolidar      a Rep\u00fablica e defender o patrim\u00f4nio sagrado, legado pelos propagandistas e      pelos que plasmaram como her\u00f3is de outras tantas vit\u00f3rias a nacionalidade      brasileira.<\/p>\n<p>A revolta de 1893, com os m\u00faltiplos malef\u00edcios para a Rep\u00fablica e para a      pr\u00f3pria Na\u00e7\u00e3o, ainda combalida, teria reflexos os mais desastrosos para a      <b>cidade<\/b> de <b>Niter\u00f3i<\/b>. Monumentos foram destru\u00eddos, bairros sacrificados,      aos milhares os mortos e feridos entre os defensores e as familias indefesas,      \u00eaxodo em massa da popula\u00e7\u00e3o para as zonas rurais e cidades pr\u00f3ximas, lares      desfeitos, ruinas, dores, sangue, l\u00e1grimas e desola\u00e7\u00e3o por t\u00f4da a parte; ao      troar dos canh\u00f5es e aos choques das armas na faixa litor\u00e2nea e no centro urbano      &#8212; enfim, as conseq\u00fc\u00eancias funestissimas da guerra civil na <b>cidade<\/b>      indefesa, s\u00f4mente contando com o hero\u00edsmo de seus filhos e a fibra do mais      puro civismo dos batalh\u00f5es patri\u00f3ticos e dos seus comandantes, de que representa      o maior padr\u00e3o de gl\u00f3rias o grande defensor da \u0093<b>Cidade<\/b> Invicta\u0094      o general Fonseca Ramos.<\/p>\n<p>Essa p\u00e1gina mais brilhante da hist\u00f3ria de <b>Niter\u00f3i<\/b>, quando todo pais      sofria os horrores da revolu\u00e7\u00e3o de 1893, com os mais danosos efeitos para      o prest\u00edgio do Brasil e mui particularmente para o progresso do Estado do      <b>Rio<\/b> de <b>Janeiro<\/b> e sua Capital. <\/p>\n<p>O povo niteroiense continuaria a resistir e a dar as mais concludentes provas      de civismo e hero\u00edsmo, mas o gov\u00earno constitu\u00eddo, na defesa das prerrogativas      da administra\u00e7\u00e3o, reservaria o direito de resguardar-se dessas desastrosas      conseq\u00fc\u00eancias da luta entre irm\u00e3os, em plena Capital do Estado.<\/p>\n<p>N\u00e3o vingou, de inicio, \u00e9 certo, o ato do primeiro governador republicano,      transferindo a capital para a <b>cidade<\/b> rec\u00e9m-criada de Teres\u00f3polis; a      Assembl\u00e9ia Legislativa foi, entretanto, convocada extraordinariamente, em      <b>janeiro<\/b> de 1893, para tratar da mudan\u00e7a da capital.<\/p>\n<p>Os debates prolongaram-se e m\u00faltiplas foram as sugest\u00f5es e tamb\u00e9m os projetos      e emendas, relativos todos a essa mudan\u00e7a, considerada urgente e indispens\u00e1vel,      em face das \u00faltimas lutas, de que a maior v\u00edtima teria sido a <b>cidade<\/b>      de <b>Niter\u00f3i<\/b>.<\/p>\n<p>Mais uma vez pleiteavam a&#8221; primazia as cidades de &#8216; Petr\u00f3polis, Campos,      Teres\u00f3polis, Vassouras e Nova Friburgo, atrav\u00e9s das propostas fundamentadas      dos seus leg\u00edtimos representantes. N\u00e3o foram poucos tamb\u00e9m os que, apesar      das raz\u00f5es de Estado e a prem\u00eancia de tempo, ainda julgavam possivel e admiss\u00edvel      a perman\u00eancia em <b>Niter\u00f3i<\/b>.<\/p>\n<p>Foi finalmente vitoriosa, em outra reuni\u00e3o, a transfer\u00eancia imediata para      a <b>cidade<\/b> de Petr\u00f3polis, verificada, ap\u00f3s a resolu\u00e7\u00e3o legislativa, a      princ\u00edpio em car\u00e1ter provis\u00f3rio, em 30 de <b>janeiro<\/b> de 1894, e, mais      tarde, em definitivo, em 1.\u00b0 de outubro do mesmo ano.<\/p>\n<p>Profundas essas muta\u00e7\u00f5es sofridas pela posi\u00e7\u00e3o da <b>cidade<\/b>, nesse curto      periodo de trajet\u00f3ria acidentada, desde a proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p>Necess\u00e1rio seria tempo, e ainda maiores desvelos, para a reconstru\u00e7\u00e3o da      <b>cidade<\/b> e o novo aparelhamento das suas f\u00f4r\u00e7as econ\u00f4micas, politicas      e sociais, para novos empreendimentos compensadores d\u00easses prolongados sacrif\u00edcios    <\/p>\n<p>Novas lutas politicas no Estado e &#8216;ainda a crise econ\u00f4mica refletiriam poderosamente      na fisionomia tristonha da <b>cidade<\/b>, despojada ent\u00e3o da gl\u00f3ria maior      de ser a sede do gov\u00earno estadual. N\u00e3o desanimariam, entretanto, os que acalentavam      esperan\u00e7as de um r\u00e1pido ressurgimento, de um predom\u00ednio pol\u00edtico, de uma transforma\u00e7\u00e3o      das mais completas e, finalmente, do ret\u00f4rno, em breve prazo, dessas mesmas      honras de Capital do Estado.<\/p>\n<p>Nos governos de Porci\u00fancula (parte final), Mauricio de Abreu e Alberto T\u00f4rres,      bem como em parte no tri\u00eanio de Quintino Bocai\u00fava, o Estado do <b>Rio<\/b>      de <b>Janeiro<\/b> teve como sede a <b>cidade<\/b> de Petr\u00f3polis.<\/p>\n<p>Processava-se ativamente o movimento reivindicador.<\/p>\n<p>As hostes dos que aspiravam \u00e0 voltada capital para <b>Niter\u00f3i<\/b> aumentavam      e consolidavam-se.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s das muitas muta\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, n\u00e3o dificil foi \u00e0 Assembl\u00e9ia Legislativa,      j\u00e1 sob a nova orienta\u00e7\u00e3o irnposta pela vit\u00f3ria pol\u00edtica de Nilo Pe\u00e7anha, eleito      Presidente do Estado, em 1903, decidir pela transfer\u00eancia da Capital. Por      delibera\u00e7\u00e3o da Assembl\u00e9ia, de 4 de ag\u00f4sto de 1902, <b>Niter\u00f3i<\/b> tomaria      a merecer a t\u00e3o ambicionada e disputada honraria de ser a sede do gov\u00earno      fluminense. A solene instala\u00e7\u00e3o realizar-se-ia em 20 de junho de 1903, com      as m\u00e1ximas demonstra\u00e7\u00f5es de j\u00fabilo maior das autoridades e do povo.<\/p>\n<p>Durante um longo periodo de quase um s\u00e9culo de vida aut\u00f4noma, desde 1819,      embora com bases s\u00f3lidas e grandesI possibilidades, continuou morosamente,      at\u00e9 a primeira d\u00e9cada do s\u00e9culo XX, o progresso da <b>cidade<\/b>.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a reinstala\u00e7\u00e3o da capital em <b>Niter\u00f3i<\/b>, retomadas as condi\u00e7\u00f5es      normais de paz e de trabalho prof\u00edcuo, foi que a \u0093<b>Cidade<\/b> Invicta\u0094      voltou ao ritmo bem mais acelerado de progresso. Nas administra\u00e7\u00f5es dos prefeitos      nomeados, principalmente Paulo Alves e Pereira Ferraz, nos governos Nilo Pe\u00e7anha      e Alfredo Baker, as transforma\u00e7\u00f5es foram as mais completas, ampliando de muito      o \u00f3timo plano de urbaniza\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Clemente Pereira, com a&#8217; abertura das      novas e amplas avenidas, reforma dos parques e embelezamento das praias.<\/p>\n<p>\u00casse novo impulso para as conquistas relativas \u00e0s modernas t\u00e9cnicas inovadoras,      principalmente urban\u00edsticas, `influiria extraordinariamente para melhorar&#8217;      a fisionomia dos bairros antigos, j\u00e1 agora modernizados e apresentando novos      aspectos. \u00casses melhoramentos atingiram ainda mais elevado climax nos governos      dos prefeitos Feliciano Sodr\u00e9, Vila Nova Machado e Ot\u00e1vio Carneiro, com a      amplia\u00e7\u00e3o das obras de saneamento, cal\u00e7amento e embelezamento, bem como cria\u00e7\u00e3o      de novos servi\u00e7os a serem continuados por outras administra\u00e7\u00f5es que, mais      ou menos intensivamente, v\u00eam colaborando para \u00easse mesmo progresso.<\/p>\n<p>N\u00e3o somente os melhoramentos urbanos influiriam para \u00easse desenvolvimento      e \u00easse esplendor.<\/p>\n<p>Concomitantemente, fat\u00f4res econ\u00f4micos os mais diversos cooperaram para \u00easse      novo surto de progresso que atingiria ao m\u00e1ximo nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>In\u00fameras f\u00e1bricas foram instaladas nas ilhas e nas zonas urbanas e suburbanas;      o com\u00e9rcio desenvolveu-se, bem como as modernas comunica\u00e7\u00f5es rodovi\u00e1rias,      ferrovi\u00e1rias e mar\u00edtimas foram bastante ampliadas e aperfei\u00e7oadas; todo \u00easse      conjunto, ao lado de outras condi\u00e7\u00f5es de vida nova e ativa, p\u00f4de possibilitar      a era de um est\u00e1gio de grandeza em nossos dias.<\/p>\n<p>Ainda no regime de reivindica\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, administrativas e territoriais,      pela nova organiza\u00e7\u00e3o administrativa do Estado do <b>Rio<\/b> de <b>Janeiro<\/b>,      a vigorar no q\u00fcinq\u00fc\u00eanio 1944-1948, foi poss\u00edvel a reincorpora\u00e7\u00e3o do distrito      de Itaipu ao Munic\u00edpio de <b>Niter\u00f3i<\/b>.<\/p>\n<p>Ampliada assim a \u00e1rea do Munic\u00edpio, foram aumentadas, igualmente, as possibilidades      de desenvolvimento. As praias atl\u00e2nticas, principalmente Itaipu, v\u00eam sofrendo      brusca e ben\u00e9fica transforma\u00e7\u00e3o, obedecendo a um plano de urbaniza\u00e7\u00e3o capaz      de torn\u00e1-las dos mais apraz\u00edveis centros residenciais e de turismo, com o      aproveitamento do magn\u00edfico potencial fornecido pela natureza. Praias e lagoas,      em conjunto harm\u00f4nico, oferecem os mais belos panoramas e possibilidades dignas      d\u00easses cuidados.<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o seria s\u00f3mente o evoluir das ind\u00fastrias, do com\u00e9rcio e demais f\u00f4r\u00e7as      econ\u00f4micas a influ\u00eancia maior para essa posi\u00e7\u00e3o de reflexo de Niter\u00f3i, em      fun\u00e7\u00e3o do confronto com as mais importantes cidades brasileiras.<\/p>\n<p>Menos ainda tornou-se vanguardeira pelo esplendor da natureza ou pela proximidade      da <b>cidade<\/b> do <b>Rio<\/b> de <b>Janeiro<\/b>.<\/p>\n<p>Paralelamente ao progresso econ\u00f4mico e social, tamb\u00e9m o cultural, no sentido      do desenvolvimento maior das letras, das artes e das ci\u00eancias, desempenharia,      como desempenhou, a\u00e7\u00e3o preponderante nessa evolu\u00e7\u00e3o e para \u00easse apogeu; a      <b>cidade<\/b> transformou-se, em algumas d\u00e9cadas d\u00easte s\u00e9culo, em um centro      universit\u00e1rio de m\u00e1xima import\u00e2ncia, com a prosperidade do ensino prim\u00e1rio,      ensino secund\u00e1rio, ensino t\u00e9cnico-profissional, do ensino art\u00edstico e superior,      representado \u00easte \u00faltimo pelas Faculdades de Direito, de Farm\u00e1cia e Odontologia,      de Belas Artes, de Medicina e de Filosofia.<\/p>\n<p>As Academias de Letras, ,Sociedades M\u00e9dicas, Bibliotecas, Museu Ant\u00f4nio Parreiras,      Monumentos Hist\u00f3ricos e Art\u00edsticos, Imprensa, ao lado de um n\u00famero elevado      de outras tantas associa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, art\u00edsticas, filantr\u00f3picas, profissionais,      recreativas, integrando finalidades e aspira\u00e7\u00f5es da popula\u00e7\u00e3o, de mais de      duzentos mil habitantes, conforme estimativa para 1945, colocam bem alto,rno      justo. renome de um not\u00e1vel centro urbano, dos mais destacados e evolu\u00eddos,      a <b>cidade<\/b> de <b>Niter\u00f3i<\/b>, capital do Estado do <b>Rio<\/b> de <b>Janeiro<\/b>.<\/p>\n<p><strong>Forma\u00e7\u00e3o Administrativa <\/strong><\/p>\n<p>Recebeu \u00edpredicamento de freguesia por Alvar\u00e1 de 18 de <b>janeiro<\/b> de      1696. A vila foi criada por f\u00f4r\u00e7a do Alvar\u00e1 de 10 de maio de 1819, com sede      na povoa\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Domingos da Praia Grande, e territ\u00f3rio desmembrado do t\u00earmo      da <b>cidade<\/b> do <b>Rio<\/b> de <b>Janeiro<\/b>, tendo recebido a denomina\u00e7\u00e3o      de Vila Real da Praia Grande. A sua instala\u00e7\u00e3o ocorreu no dia 11 de ag\u00f4sto      de 1819.<\/p>\n<p>A Vila Real da PraiavGrande foi elevada \u00e0 categoria de Capital por Lei provincial      n.\u00b0 2, de 26 de mar\u00e7o de 1835, tendo recebido, logo ap\u00f3s, foros de <b>cidade<\/b>      e a denomina\u00e7\u00e3o de <b>Niter\u00f3i<\/b>, em virtude da Lei provincial n.\u00b0 6, de      mar\u00e7o de 1835. <\/p>\n<p>A cria\u00e7\u00e3o do distrito foi confirmada pela Delibera\u00e7\u00e3o estadual de 15 de ag\u00f4sto      de 1891 e pelo Decreto estadual n.\u00b0 1, de 8 de maio de 1892.<\/p>\n<p><b>Niter\u00f3i<\/b> deixou de ser Capital do Estado por f\u00f4r\u00e7a das Leis estaduais      ns. 50 e 89, respectivamente, de&#8217; 30 de <b>janeiro<\/b> e 1 de loutubro do      ano de 1894, sendo restaurada, nessa categoria, por Lei estadual n.\u00b0 542,      de 4 de ag\u00f4sto de 1902, tendo sido reinstalada em 20 de junho de 1903.<\/p>\n<p><strong>Segundo a divis\u00e3o administrativa referente ao ano de 1911, o Munic\u00edpio      de Niter\u00f3i se comp\u00f5ede 6 distritos: <\/strong><b>Niter\u00f3i<\/b>, S\u00e3o Domingos,      Icara\u00ed, S\u00e3o Louren\u00e7o, Barreto e Jurujuba.<\/p>\n<p><strong>Na divis\u00e3o administrativa do ano de 1933, o Munic\u00edpio de Niter\u00f3i      aparece constituido de 6 distritos:<\/strong> os 5 primeiros, todos \u00eales denominados      de Niter\u00f3i\u0094, e o sexto de Jurujuba.<\/p>\n<p><strong>De ac\u00f4rdo com as .diyis\u00f5es territoriais datadas de 31-XII-1936 e      31-XII-1937, o Municipio de Niter\u00f3i constitui-se de 6 distritos:<\/strong>      <b>Niter\u00f3i<\/b>, Barretos, Icara\u00ed, Jurujuba, S\u00e3o Domingos e S\u00e3o Louren\u00e7o.<\/p>\n<p><strong>No quadro anexo ao Decreto-lei estadual n.\u00b0 392-A, de 31 de mar\u00e7o      de 1938, o Munic\u00edpio de Niter\u00f3i figura com um \u00fanico distrito:<\/strong> <b>Niter\u00f3i<\/b>,      <strong>subdivdido em 2 zonas: <\/strong>1.a, compreendendo os 1.\u00b0, 4.\u00b0 e 5.\u00b0      antigos distritos; 2.a, com os 2.\u00b0, 3.\u00b0 e Jurujuba.<\/p>\n<p><strong>De ac\u00f4rdo com o Decreto&#8217;estadual n.\u00b0 641, de 15 de dezembro de 1938,      que fixou o quadro territorial para vigorar no q\u00fcinq\u00fc\u00eanio 1939-1943, o Municipio      de Niter\u00f3i \u00e9 composto de um \u00fanico distrito:<\/strong> <b>Niter\u00f3i<\/b>, com quatro      zonas: 1.a, 2.a, 3.a e 4.a.<\/p>\n<p><strong>Na divis\u00e3o territorial fixada pelo Decreto-lei estadual n.\u00b0 1 056,      de 31 de dezembro de 1943, para vigorar no qiiinqii\u00eanio 1944-1948, o Munic\u00edpio      ficou composto de dois distritos:<\/strong> <b>Niter\u00f3i<\/b> e Itaipu.<\/p>\n<p><strong>Forma\u00e7\u00e3o judici\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p>A Lei n.\u00b0- 14, de l13 de abril de 1835, declara que a comarca de <b>Niter\u00f3i<\/b>      compreende os t\u00earmos de&#8217; <b>Niter\u00f3i<\/b> e Mag\u00e9.<\/p>\n<p>Segundo as divis\u00f5es territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, bem      como no `quadro anexo ao Decreto-lei estadual n.\u00b0 392-A, de 31 de mar\u00e7o de      1938, <b>Niter\u00f3i<\/b> \u00e9 o `\u00fanico t\u00earmo judici\u00e1rio da comarca de <b>Niter\u00f3i<\/b>,      assim permanecendo nos quadros referentes aos q\u00fcinqii\u00eanios 1939-1943 e 1944-1948,      fixados, respectivamente, pelo Decreto estadual n.\u00b0 641, de 15 de dezembro      de 1938 e Decreto-lei&#8217; estadual n.\u00b0 1056, de 31 de dezembro de 1943.<\/p>\n<p>Fonte: biblioteca.ibge.gov.br<\/p>\n<h6>Niter\u00f3i <\/h6>\n<p>A regi\u00e3o de Niter\u00f3i era primitivamente habitada pelos \u00edndios tamoios, que      foram surpreendidos pelos primeiros conquistadores, portugueses e franceses.      O Rio de Janeiro tornou-se presa f\u00e1cil dos aventureiros que, ap\u00f3s a descoberta      de Cabral, excursionariam pelo Atl\u00e2ntico Sul. <\/p>\n<p>Os franceses foram os primeiros a instalar-se nas ilhas e mesmo em terras      do continente, nos dom\u00ednios da Ba\u00eda de Guanabara. Os tamoios deram apoio aos      franceses, e os tupimin\u00f3s, comandados por Ararib\u00f3ia, ajudaram os portugueses      a expuls\u00e1-los. Mem de S\u00e1 doou, em 1568, a sesmaria de S\u00e3o Louren\u00e7o e Cara\u00ed      aos parceiros tupimin\u00f3s, expulsando os tamoios de suas terras. Instalou-se      Ararib\u00f3ia, com sua tribo, na encosta do Morro de S\u00e3o Louren\u00e7o e, com o tempo,      a aldeia cresceria, mantendo os \u00edndios pequenas ro\u00e7as de milho e de mandioca,      ao lado de incipiente ind\u00fastria de cer\u00e2mica. N\u00e3o tardou muito para que as      terras da sesmaria fossem dadas em aforamento aos aventureiros que procuravam      usurpar a propriedade dos tupimin\u00f3s. A decad\u00eancia da sede da aldeia de S\u00e3o      Louren\u00e7o contrastava com a prosperidade das demais regi\u00f5es das diversas sesmarias,      para onde legi\u00f5es de imigrantes eram atra\u00eddas pela fertilidade das terras      e pela proximidade da Guanabara e da cidade do Rio de Janeiro. Surgiram povoa\u00e7\u00f5es      na Praia Grande, em Icara\u00ed, Maru\u00ed, S\u00e3o Domingos, S\u00e3o Gon\u00e7alo, S\u00e3o Francisco,      Itaipu e outras, ao mesmo tempo em que aumentavam as lavouras e pequenas ind\u00fastrias      nas m\u00faltiplas propriedades. Em 1647, S\u00e3o Gon\u00e7alo foi elevado \u00e0 categoria de      freguesia, assim como S\u00e3o Jo\u00e3o Batista de Icara\u00ed e S\u00e3o Sebasti\u00e3o de Itaipu,      respectivamente em 1696 e 1755. <\/p>\n<p>No s\u00e9culo XVIII, o progresso econ\u00f4mico atingiria propor\u00e7\u00f5es maiores e, ao      lado das fazendas, n\u00e3o eram poucos os engenhos de a\u00e7\u00facar e aguardente, da      mesma forma que prosperavam as lavouras de cereais, mandioca, legumes e frutas.      O com\u00e9rcio desenvolvia-se na mesma propor\u00e7\u00e3o das atividades agr\u00edcolas e as      dezenas de barcos de transporte de g\u00eaneros e passageiros davam maior movimento      ao litoral, em constante interc\u00e2mbio com outros portos das diversas freguesias      e com os do Rio de Janeiro. O s\u00e9culo XIX, com a vinda de D. Jo\u00e3o VI ao Brasil,      marcaria o apogeu do progresso das freguesias do rec\u00f4ncavo, particularmente      a de S\u00e3o Jo\u00e3o de Icara\u00ed. N\u00e3o tardou muito para que o Pr\u00edncipe Regente tivesse      as aten\u00e7\u00f5es voltadas para a &#8220;banda d&#8217;alem&#8221;, sendo S\u00e3o Domingos o      local preferido para seus momentos de \u00f3cio. Em 1819, foi instalada a Vila      Real da Praia Grande, trazendo nova era de desenvolvimento para a regi\u00e3o assim      distinguida pela generosidade real. <\/p>\n<p>Em 1834, foi alcan\u00e7ada a autonomia da Prov\u00edncia do Rio de Janeiro, tendo      sido escolhida Niter\u00f3i como sua capital, elevada \u00e0 categoria de cidade, em      1835. A Cidade Imperial, t\u00edtulo honroso que lhe foi dado em 1841, seria tamb\u00e9m      foco de agita\u00e7\u00f5es em torno dos movimentos abolicionista e republicano. O munic\u00edpio      de Niter\u00f3i conservava, at\u00e9 1890, vasta extens\u00e3o territorial, com distritos      ricos, populosos e pr\u00f3speros, e sofreria muito com a separa\u00e7\u00e3o das freguesias      de S\u00e3o Gon\u00e7alo, Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o do Cordeiro e S\u00e3o Sebasti\u00e3o de      Itaipu, que constitu\u00edram o novo munic\u00edpio de S\u00e3o Gon\u00e7alo. Al\u00e9m disso, a revolta      de 1893 teria reflexos desastrosos para a cidade, cujos monumentos foram destru\u00eddos,      bairros sacrificados, milhares de pessoas foram mortas ou feridas, havendo      \u00eaxodo em massa para as zonas rurais e cidades pr\u00f3ximas. <\/p>\n<p>A capital da prov\u00edncia foi transferida para Petr\u00f3polis em 1894, retornando      a Niter\u00f3i em 1902. Um plano de urbaniza\u00e7\u00e3o foi posto em pr\u00e1tica, com a abertura      de novas avenidas, reforma dos parques, embelezamento das praias e reurbaniza\u00e7\u00e3o      dos bairros antigos. Concomitantemente, fatores econ\u00f4micos contribu\u00edram para      esse novo surto de progresso, com a instala\u00e7\u00e3o de in\u00fameras f\u00e1bricas, desenvolvimento      do com\u00e9rcio e aperfei\u00e7oamento das comunica\u00e7\u00f5es rodovi\u00e1rias, ferrovi\u00e1rias e      mar\u00edtimas. No q\u00fcinq\u00fc\u00eanio 1944-1948, foi poss\u00edvel a reincorpora\u00e7\u00e3o do distrito      de Itaipu ao munic\u00edpio de Niter\u00f3i, ampliando sua \u00e1rea e as possibilidades      de desenvolvimento. Paralelamente ao progresso econ\u00f4mico e social, tamb\u00e9m      o cultural, no sentido do desenvolvimento maior das letras, das artes e das      ci\u00eancias, desempenharia a\u00e7\u00e3o preponderante, transformando a cidade em um centro      universit\u00e1rio de m\u00e1xima import\u00e2ncia, com a prosperidade tamb\u00e9m do ensino prim\u00e1rio,      secund\u00e1rio, t\u00e9cnico profissionalizante e art\u00edstico. <\/p>\n<p>Nos anos 60, a capital federal mudou-se do Rio de Janeiro para Bras\u00edlia,      transformando-se o territ\u00f3rio do antigo Distrito Federal no Estado da Guanabara,      que apresentava pujan\u00e7a pol\u00edtica, social e econ\u00f4mica imbat\u00edveis, esvaziando      a import\u00e2ncia de Niter\u00f3i e do Estado Fluminense. Foi na d\u00e9cada de 70, quando      Niter\u00f3i e Rio de Janeiro ganharam a ponte que faria sua liga\u00e7\u00e3o em apenas      dez minutos de autom\u00f3vel, que houve a fus\u00e3o dos antigos Estados do Rio de      Janeiro e da Guanabara, mudando-se a capital para o outro lado da ba\u00eda, trazendo      esvaziamento econ\u00f4mico ainda maior \u00e0quela cidade de Ararib\u00f3ia. Atualmente,      Niter\u00f3i vive um novo per\u00edodo de desenvolvimento, tendo sido eleita como moradia      de muitos cariocas, passando por muitos melhoramentos urban\u00edsticos e sociais.    <\/p>\n<p><strong>Fonte<\/strong><\/p>\n<p>Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro <br \/>\n     Secretaria Geral de Planejamento <br \/>\n     Estudos Socioecon\u00f4micos dos Munic\u00edpios do Rio de Janeiro 1997-2001<br \/>\n     In www.cide.rj.gov.br\/cidinho <\/p>\n<p>Fonte: www.inepac.rj.gov.br<\/p>\n<h6>Niter\u00f3i <\/h6>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>Na fracassada invas\u00e3o francesa em 1555 come\u00e7ava a hist\u00f3ria de <strong>Niter\u00f3i<\/strong>.      A bravura do cacique Ararib\u00f3ia e de sua tribo foi retribu\u00edda com a cess\u00e3o      das terras pela coroa portuguesa. Assim, em 22 de novembro de 1573 o capit\u00e3o-mor      Ararib\u00f3ia, batizado pelos jesu\u00edtas com o nome Martin Afonso de Souza, fundou      a aldeia de S\u00e3o Louren\u00e7o.<\/p>\n<p>No in\u00edcio as atividades navais eram respons\u00e1veis pelo progresso da aldeia,      que com advento do com\u00e9rcio de peixes, de constru\u00e7\u00f5es de arma\u00e7\u00f5es, esquartejamento      e industrializa\u00e7\u00e3o de baleias adquiriu import\u00e2ncia at\u00e9 tornar-se Vila Real      da Praia Grande, em 1819.<\/p>\n<p>O nome <strong>Niter\u00f3i<\/strong> s\u00f3 veio em 1835 ap\u00f3s a vila se tornar a capital      provis\u00f3ria da prov\u00edncia do Rio de Janeiro. Nictcheroy em Tupi significa \u0093\u00e1gua      escondida\u0094. A condi\u00e7\u00e3o de capital trouxe s\u00e9rie de desenvolvimentos urbanos,      como a barca a vapor, ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica a \u00f3leo de baleia, lampi\u00f5es a g\u00e1s,      abastecimento de \u00e1gua e novos meios de transporte (bondes el\u00e9tricos, estradas      de ferro, companhia de navega\u00e7\u00e3o) para ligar a cidade ao interior do estado.<\/p>\n<p><strong>A revolta da armada em 1893 prejudicou as atividades produtivas e      for\u00e7ou a transfer\u00eancia da sede da capital para Petr\u00f3polis, junto \u00e0 fragmenta\u00e7\u00e3o      de seu territ\u00f3rio:<\/strong> freguesias pr\u00f3ximas passaram a constituir o munic\u00edpio      de S\u00e3o Gon\u00e7alo.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XX, Niter\u00f3i seria de novo a capital do estado em 1903, por estar      localizada pr\u00f3xima ao Rio de Janeiro, cidade mais desenvolvida na rede urbana      nacional. Novo impulso de moderniza\u00e7\u00e3o na cidade com constru\u00e7\u00e3o de pra\u00e7as,      deques, parques, esta\u00e7\u00e3o hidrovi\u00e1ria e rede de esgotos, al\u00e9m de alargamentos      das ruas e avenidas principais.<\/p>\n<p>Alguns prefeitos se destacaram no desenvolvimento da \u0093cidade sorriso\u0094.      Entre eles o primeiro de todos, Paulo Pereira Alves. Defensor do meio ambiente      e incentivador do potencial tur\u00edstico da Regi\u00e3o Oce\u00e2nica, foi idealizador      da avenida na Praia de Icara\u00ed. Jo\u00e3o Pereira Ferraz teve gest\u00e3o marcada pela      urbaniza\u00e7\u00e3o e Feliciano Sodr\u00e9 continuou o trabalho com objetivo de embelezar      e tamb\u00e9m foi respons\u00e1vel pela implanta\u00e7\u00e3o da rede de saneamento em alguns      bairros. Ern\u00e2ni do Amaral Peixoto era o prefeito quando houve o aterro de      Praia Grande, os parcelamentos de \u00e1reas na Regi\u00e3o Oce\u00e2nica e a constru\u00e7\u00e3o      de avenida que ganhou seu nome.<\/p>\n<p>Mas o maior marco para o crescimento econ\u00f4mico da cidade viria em meio ao      regime militar, em plena ditadura, quando foi inaugurada a Ponte Presidente      Costa e Silva (Ponte Rio-Niter\u00f3i), em 1974. Foi o sinal para o redirecionamento      de investimentos p\u00fablicos, da especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria, da infra-estrutura      e ocupa\u00e7\u00e3o de bairros da Regi\u00e3o Oce\u00e2nica.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, o esperado crescimento sofreu impacto com a fus\u00e3o do estado da Guanabara      e Rio de Janeiro, provocando o esvaziamento econ\u00f4mico com a perda do t\u00edtulo      de capital de Niter\u00f3i.<\/p>\n<p>Hoje, a cidade apresenta \u00edndices de desenvolvimento que a tornam mais do      que simples coadjuvante da capital do estado. Refer\u00eancia em setores essenciais      como educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade, qualidade de vida e cultura, o munic\u00edpio cresce a passos      largos ganhando espa\u00e7o no cen\u00e1rio nacional.<\/p>\n<p>Fonte: my.opera.com<\/p>\n<h6>Niter\u00f3i<\/h6>\n<h4>Hist\u00f3ria recente<\/h4>\n<p>Os anos seguintes foram considerados os anos do desenvolvimento que resultaria      na atual Niter\u00f3i Cidade Sorriso, com o melhor IDH do Rio de Janeiro. Isso      se deu por interm\u00e9dio do trabalho de alguns prefeitos. Paulo Pereira Alves,      defensor do meio ambiente e incentivador do potencial tur\u00edstico da Regi\u00e3o      Oce\u00e2nica, foi idealizador da avenida na Praia de Icara\u00ed. Jo\u00e3o Pereira Ferraz      teve gest\u00e3o marcada pela urbaniza\u00e7\u00e3o e Feliciano Sodr\u00e9 continuou o trabalho      com objetivo de embelezar e tamb\u00e9m foi respons\u00e1vel pela implanta\u00e7\u00e3o da rede      de saneamento em alguns bairros. Ernani do Amaral Peixoto era o governador      do estado quando houve o aterro da Praia Grande, os parcelamentos de \u00e1reas      na Regi\u00e3o Oce\u00e2nica e a constru\u00e7\u00e3o de avenida que ganhou seu nome.<\/p>\n<p>O aterro da Praia Grande possibilitou grandes obras de potencialidades econ\u00f4micas      e tur\u00edsticas, como o Caminho Niemeyer, a Pra\u00e7a JK e a Esta\u00e7\u00e3o das Barcas.<\/p>\n<p>Mas o maior marco para o crescimento econ\u00f4mico da cidade viria em plena ditadura,      quando foi inaugurada a Ponte Presidente Costa e Silva, mais conhecida como      Ponte Rio \u0096 Niter\u00f3i, em 1974. Foi o sinal para o redirecionamento de      investimentos p\u00fablicos, da especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria, da infra-estrutura e ocupa\u00e7\u00e3o      de bairros da Regi\u00e3o Oce\u00e2nica.<\/p>\n<p>Com a fus\u00e3o do estado da Guanabara com o estado do Rio de Janeiro, datada      de 1975, Niter\u00f3i deixou de ser a capital, transferindo o t\u00edtulo para o Rio      de Janeiro.<\/p>\n<p>Hoje a cidade apresenta o terceiro melhor IDH do Brasil, a segunda maior      import\u00e2ncia do Rio de Janeiro e a segunda maior quantidade de obras do arquiteto      Oscar Niemeyer.<\/p>\n<h4><strong>Fran\u00e7a Ant\u00e1rtica<\/strong><\/h4>\n<p>No ano de 1555, Villegaignon dominou toda a Ba\u00eda de Guanabara e instituiu      a Fran\u00e7a Ant\u00e1rtica. A regi\u00e3o era evitada pelos portugueses por causa da resist\u00eancia      dos nativos locais, mas Villegaignon convenceu a Corte Francesa das vantagens      de conquist\u00e1-la para obter o controle do com\u00e9rcio com as \u00cdndias.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o desenvolveu-se sob o comando de Villegaignon, que idealizou a Henriville,      em homenagem ao rei da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Passado algum tempo, os calvinistas, que vieram da Fran\u00e7a a pedido do rei      para amenizar conflitos religiosos, regressaram \u00e0 Fran\u00e7a e acusaram Villegaignon      de preconceito e m\u00e1 administra\u00e7\u00e3o. O navegador franc\u00eas teve de voltar \u00e0 Fran\u00e7a      para explicar-se.<\/p>\n<p>Na aus\u00eancia do governador franc\u00eas, Mem de S\u00e1 resolveu invadir a Guanabara      e tomar posse da regi\u00e3o, no ano de 1560. Est\u00e1cio de S\u00e1, sobrinho de Mem de      S\u00e1, que continuara com o comando da guerra, recorreu \u00e0 ajuda do cacique de      uma tribo tupi, o Ararib\u00f3ia (que quer dizer cobra feroz). Ararib\u00f3ia havia      sido expulso pelos franceses de sua terra natal, a ilha de Paranapu\u00e3, e se      refugiou na capitania do Esp\u00edrito Santo, de onde expulsou invasores holandeses.      Ararib\u00f3ia aceitou o pedido do governador para ajudar os portugueses a expulsar      os franceses, na esperan\u00e7a de reconquistar a ilha-m\u00e3e.<\/p>\n<p>Com o fim da guerra, em 1567, Ararib\u00f3ia recebeu o nome crist\u00e3o de Martim      Afonso. Mas Est\u00e1cio de S\u00e1 resolveu ocupar a ilha de Paranapu\u00e3, tornando-a      a Ilha do Governador. Para manter a seguran\u00e7a na Ba\u00eda de Guanabara, Est\u00e1cio      de S\u00e1 insistiu com Ararib\u00f3ia para n\u00e3o voltar para a capitania do Esp\u00edrito      Santo, e concedeu a ele poder de escolha para habitar qualquer uma das regi\u00f5es      da Guanabara. Sem titubear, o cacique tupi apontou para o outro lado da Ba\u00eda      e disse que queria aquela regi\u00e3o de \u00e1guas escondidas, que em tupi-guarani      \u00e9 Niter\u00f3i. O local era conhecido como Banda d\u0092Al\u00e9m e foi para l\u00e1 que      Ararib\u00f3ia levou sua tribo, para a vila de &#8220;S\u00e3o Louren\u00e7o do \u00cdndios&#8221;.<\/p>\n<p>No in\u00edcio, as atividades navais eram respons\u00e1veis pelo progresso da aldeia,      que se desenvolveu e adquiriu import\u00e2ncia at\u00e9 tornar-se Vila Real da Praia      Grande, em 1819, quando foi reconhecida pelo Reino de Portugal, agora com      a capital na cidade do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Em 1834 o Ato Adicional \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o de 1824 fez da Vila Real da Praia      Grande a capital da prov\u00edncia do Rio de Janeiro e transformou a cidade do      Rio de Janeiro, ent\u00e3o a capital do Imp\u00e9rio, em um Munic\u00edpio Neutro.<\/p>\n<p>No ano seguinte, 1835, a cidade passou a se chamar Nictheroy, que quer dizer      \u00e1guas escondidas em tupi. A condi\u00e7\u00e3o de capital trouxe s\u00e9rie de desenvolvimentos      urbanos como a barca a vapor, ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica a \u00f3leo de baleia, abastecimento      de \u00e1gua e novos meios de transporte para ligar a cidade ao interior do Estado.<\/p>\n<p>Nove anos depois, o imperador Dom Pedro I concedeu \u00e0 cidade de Niter\u00f3i o      t\u00edtulo de Imperial Cidade. A nomea\u00e7\u00e3o era dada \u00e0s cidades mais importantes,      conferindo-lhes certa autonomia e poder regional.<\/p>\n<p>No fim do s\u00e9culo XIX, por volta de 1885, foram fundados alguns sistemas de      bonde, o que possibilitou a expans\u00e3o da cidade para bairros como Icara\u00ed, Ponta      d\u0092Areia e Itaipu. A revolta da armada em 1893 prejudicou as atividades      produtivas e for\u00e7ou a transfer\u00eancia da sede da capital para Petr\u00f3polis.<\/p>\n<p>Em 1903, Niter\u00f3i voltou a ser a capital do estado fluminense. Isso ocasionou      um novo impulso de moderniza\u00e7\u00e3o na cidade com constru\u00e7\u00e3o de pra\u00e7as, deques,      parques, esta\u00e7\u00e3o hidrovi\u00e1ria e rede de esgotos, al\u00e9m de alargamentos das ruas      e avenidas principais.<\/p>\n<h4>Regi\u00e3o Oce\u00e2nica<\/h4>\n<p>A Regi\u00e3o Oce\u00e2nica \u00e9 o grande ponto de belezas naturais, pois conta com as      melhores praias &#8211; Praia de Fora e Praia do Imbu\u00ed, com seus valores hist\u00f3ricos;      Praia de Piratininga, Praia de Camboinhas, Praia de Itaipu e Praia de Itacoatiara,      as mais famosas e visitadas, Praia do Sossego, Praia Ad\u00e3o e Eva e Prainha,      locais calmos e paradis\u00edacos; al\u00e9m, da Lagoa de Piratininga e a Lagoa de Itaipu.<\/p>\n<h4>Relevo<\/h4>\n<p>O relevo \u00e9 constitu\u00eddo por terrenos cristalinos, divididos em maci\u00e7os e colinas      costeiras. Os maci\u00e7os predominam ao sudoeste e formam as Serras do Malheiro,      do Calaboca e da Tiririca, onde est\u00e1 a Pedra do Elefante, ponto mais alto      do munic\u00edpio a 412 metros acima do n\u00edvel do mar.<\/p>\n<p>As plan\u00edcies costeiras s\u00e3o constitu\u00eddas de sedimentos localizadas, obviamente,      pr\u00f3ximas ao mar. A mais extensa abrange toda \u00e1rea das lagoas de Piratininga      e Itaipu.<\/p>\n<h4>Fauna e Flora<\/h4>\n<p>\u00c0 \u00e9poca do descobrimento predominava a Mata Atl\u00e2ntica, que hoje s\u00f3 est\u00e1 preservada      em poucos locais, como, por exemplo, a Serra da Tiririca. H\u00e1, tamb\u00e9m, \u00e1reas      de restinga e mangue.<\/p>\n<p><strong>Horto Bot\u00e2nico de Niter\u00f3i<\/strong><\/p>\n<p>O Horto Bot\u00e2nico de Niter\u00f3i (Tamb\u00e9m conhecido por Jardim Bot\u00e2nico de Niter\u00f3i)      , no bairro do Fonseca, foi criado, por decreto do governador Nilo Pe\u00e7anha,      em maio de 1906, com a finalidade de cultivar e distribuir aos lavradores      sementes e mudas de frut\u00edferas e plantas medicinais. Sua hist\u00f3ria \u00e9 marcada      por sucessivas fases de prest\u00edgio e decl\u00ednio e sofreu duas grandes reformas,      em 1950 e 1975.<\/p>\n<p>Com mais de um s\u00e9culo de exist\u00eancia, o Horto conta com esp\u00e9cies de plantas      e \u00e1rvores como jatob\u00e1s, jequitib\u00e1s, jacarand\u00e1s e sapucaias e tamb\u00e9m com esp\u00e9cies      raras como o &#8220;Pau Mulato&#8221;, s\u00f3 encontrado no Jardim Bot\u00e2nico do Rio      de Janeiro e na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Com \u00e1rea de 258 mil metros quadrados recebe diariamente, cerca de 300 pessoas      em busca de ar puro, contato com a natureza e tranquilidade para pr\u00e1ticas      esportivas e de lazer.<\/p>\n<p>Funciona no local, tamb\u00e9m o Jardim Zool\u00f3gico de Niter\u00f3i, onde animais machucadas      s\u00e3o tratados e depois muitas vezes devolvidos a natureza.<\/p>\n<blockquote>\n<p>Parque da Serra da Tiririca<\/p>\n<p>Parque Darcy Ribeiro<\/p>\n<p>Parque da Cidade<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Reserva biol\u00f3gica e florestal do munic\u00edpio numa altitude de 270 m, ocupando      uma \u00e1rea de 149.388,90 m\u00b2, que possui um mirante da onde pode-se ter uma vis\u00e3o      panor\u00e2mica da Regi\u00e3o Oce\u00e2nica e Icara\u00ed, da Ba\u00eda de Guanabara, em toda a sua      extens\u00e3o e do mar aberto.<\/p>\n<blockquote>\n<p>Praia da Boa Viagem<\/p>\n<p>Praia de Camboinhas<\/p>\n<p>Praia de S\u00e3o Francisco<\/p>\n<p>Praia Ad\u00e3o e Eva<\/p>\n<p>Praia da Ma\u00e7\u00e3<\/p>\n<p>Praia da V\u00e1rzea<\/p>\n<p>Praia da Areia Grossa<\/p>\n<p>Praia de Fora<\/p>\n<p>Praia de Imbu\u00ed<\/p>\n<p>Praia de Piratininga<\/p>\n<p>Praia da Charitas<\/p>\n<p>Praia de Camboinhas<\/p>\n<p>Praia de Itacoatiara<\/p>\n<p>Praia de Caximbau &#8211; Ilha da Concei\u00e7\u00e3o<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>O clima do munic\u00edpio \u00e9 Subtropical \u00damido com ver\u00e3o quente(Cfa em Koppen),      apresentando temperaturas m\u00ednimas entre 12 \u00b0C a 18 \u00b0C no inverno e m\u00e1xima      entre 30\u00ba a 40 \u00b0C no ver\u00e3o.<\/p>\n<p>No inverno, a presen\u00e7a de frentes frias oriundas do avan\u00e7o de massas polares      podem causar quedas bruscas de temperatura, amenizadas pela maritimidade.      Neste per\u00edodo, a estiagem \u00e9 bastante comum, podendo ficar semanas sem chover      devido \u00e0 presen\u00e7a de massas secas de origem polar.<\/p>\n<p>No ver\u00e3o, A influ\u00eancia de massas tropicais e equatoriais (vindas da amaz\u00f4nia)      determinam o clima quente e \u00famido desta \u00e9poca do ano, favorecendo a ocorr\u00eancia      de tempestades frequentes que, por sua vez, provocam s\u00e9rios alagamentos em      v\u00e1rios pontos da cidade. H\u00e1 picos comuns de 30 \u00b0C e, devido \u00e0 alta umidade,      sensa\u00e7\u00f5es t\u00e9rmicas superiores.<\/p>\n<p>O Outono \u00e9 marcado por dias limpos de c\u00e9us azuis e temperaturas frescas,      principalmente pela manh\u00e3.<\/p>\n<p>A Primavera \u00e9 chuvosa, ainda s\u00e3o sentidas frentes frias tardias deixadas      pelo inverno, a temperatura n\u00e3o sobe muito, at\u00e9 se aproximar dezembro (ver\u00e3o).<\/p>\n<p>As duas esta\u00e7\u00f5es acima s\u00e3o meramente de transi\u00e7\u00e3o, sentidas apenas pelos      habitantes (queda de temperatura no outono e aumento t\u00e9rmico na primavera),      por\u00e9m raramente pelas plantas. \u00c9 comum ver algumas plantas perderam folhas      ou florescerem em todas as esta\u00e7\u00f5es do ano. Importante ressaltar, tamb\u00e9m,      que a vegeta\u00e7\u00e3o dominante em Niter\u00f3i (Mata Atl\u00e2ntica) \u00e9 uma floresta com caracter\u00edsticas      tropicais, ou seja, \u00e9 perenif\u00f3lia (n\u00e3o costuma perder suas folhas).<\/p>\n<p>No geral, o \u00edndice pluviom\u00e9trico de Niter\u00f3i \u00e9 de 1200mm. A temperatura m\u00e9dia      anual \u00e9 de 23 \u00b0C, a m\u00e9dia m\u00ednima do m\u00eas mais frio \u00e9 de 12 \u00b0C e a m\u00e9dia m\u00e1xima      do m\u00eas mais quente 30 \u00b0C.<\/p>\n<p>O munic\u00edpio possui uma popula\u00e7\u00e3o estimada em 479 mil habitantes,[2] segundo      dados de 2009. A previs\u00e3o \u00e9 que ultrapasse a marca de um milh\u00e3o de habitantes      em 2050, iniciando o pr\u00f3ximo s\u00e9culo com mais de dois milh\u00f5es de habitantes      (vide tabela).<\/p>\n<p>Em um relat\u00f3rio divulgado pelo Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento      (PNUD), no ano 2000, Niter\u00f3i apresentou um \u00cdndice de Desenvolvimento Humano      entre os mais elevados do pa\u00eds (o terceiro lugar dentre os 5.700 munic\u00edpios      brasileiros),[3] de acordo com os padr\u00f5es da ONU.<\/p>\n<h4>Principais Pontos Tur\u00edsticos<\/h4>\n<p><strong>Icara\u00ed<\/strong><\/p>\n<p>Principal bairro de Niter\u00f3i, possui belo urbanismo e cont\u00e9m as pedras de      Itapuca e do \u00cdndio, pontos para pescadores locais e apreciadores da Praia      de Icara\u00ed e do resto da Ba\u00eda de Guanabara. Ostenta o t\u00edtulo de ser um dos      mais belos, cosmopolitas e pujantes bairros da cidade.<\/p>\n<p><strong>Caminho Niemeyer<\/strong><\/p>\n<p>Um complexo arquitet\u00f4nico feito por Oscar Niemeyer, formado pelo Memorial      Roberto Silveira, a Funda\u00e7\u00e3o Oscar Niemeyer, o Museu Petrobras de Cinema,      uma Catedral Batista, Uma Catedral Cat\u00f3lica, a nova Esta\u00e7\u00e3o das Barcas, a      Esta\u00e7\u00e3o de Barcas de Charitas, o Teatro Popular de Niter\u00f3i, uma Capela Flutuante,      a Pra\u00e7a JK e o Museu de Arte Contempor\u00e2nea de Niter\u00f3i.<\/p>\n<p><strong>Fortaleza de Santa Cruz<\/strong><\/p>\n<p>A Fortaleza de Santa Cruz, com seu complexo arquitet\u00f4nico imponente e grandioso,      causa ao observador o impacto do susto e o apaziguamento da beleza. As celas      de prisioneiros, a lembran\u00e7a das c\u00e2maras de tortura, as grades impenetr\u00e1veis      que miram a antiga forca vigiada por guarita interna, as marcas de fuzilamento      no pared\u00e3o; a capela de Santa B\u00e1rbara, em estilo colonial, s\u00e3o elementos que      constituem a Fortaleza.<\/p>\n<p><strong>Forte do Pico e Forte S\u00e3o Lu\u00eds<\/strong><\/p>\n<p>As constru\u00e7\u00f5es do Pico ainda preservam com impon\u00eancia e grandiosidade guaritas      e muros de pedra j\u00e1 cobertos de vegeta\u00e7\u00e3o, dois imponentes port\u00f5es de acesso,      corredores, galerias e t\u00faneis carregados de mist\u00e9rio e largos p\u00e1tios rochosos.<\/p>\n<p>Cost\u00e3o de Itacoatiara<\/p>\n<p>Este monolito rochoso adentra o oceano, formando a Ponta de Itacoatiara.      Com aproximadamente 250m de altura, esta rocha pertence ao Parque Estadual      da Serra da Tiririca e possui uma vegeta\u00e7\u00e3o predominantemente rup\u00edcola, com      muitas brom\u00e9lias e orqu\u00eddeas, al\u00e9m de dois &#8220;o\u00e1sis&#8221; de Mata Atl\u00e2ntica,      um em seu cume e outro em sua encosta leste.<\/p>\n<p><strong>Campo de S\u00e3o Bento<\/strong><\/p>\n<p>O parque, grande \u00e1rea verde do bairro Icara\u00ed, \u00e9 freq\u00fcentado assiduamente      pela popula\u00e7\u00e3o. Abriga um pequeno parque de divers\u00f5es e nos finais de semana      uma feira de artesanato. Oferece in\u00fameras atra\u00e7\u00f5es, como retrata, encontros      do Clube do Curi\u00f3, reuni\u00f5es do grupo Otakontro em Niter\u00f3i, exposi\u00e7\u00f5es, lan\u00e7amentos      de livros, shows, cursos e apresenta\u00e7\u00e3o de filmes e v\u00eddeos.<\/p>\n<p><strong>Enseada de Jurujuba<\/strong><\/p>\n<p>Possui 300m de extens\u00e3o, margeada por estreita cal\u00e7ada. Jurujuba \u00e9 uma col\u00f4nia      de pescadores, que \u00e9 cen\u00e1rio da Festa de S\u00e3o Pedro dos Pescadores, realizada      anualmente em 29 de Junho. Al\u00e9m da Igreja de S\u00e3o Pedro dos Pescadores, na      orla h\u00e1 v\u00e1rios restaurantes t\u00edpicos de frutos do mar.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<blockquote>\n<p>Jardim S\u00e3o Jo\u00e3o<\/p>\n<p>Bas\u00edlica Nossa Senhora Auxiliadora<\/p>\n<p>Forte Imbu\u00ed e Bar\u00e3o do Rio Branco<\/p>\n<p>Jardim de Icara\u00ed<\/p>\n<p>Forte Gragoat\u00e1<\/p>\n<p>Casa Oliveira Viana<\/p>\n<p>Solar do Jambeiro<\/p>\n<p>Pra\u00e7a JK<\/p>\n<p>Torre de Niter\u00f3i<\/p>\n<p>Est\u00e1tua de Ararib\u00f3ia<\/p>\n<p>Pra\u00e7a da Rep\u00fablica<\/p>\n<p>Pa\u00e7o Municipal de Niter\u00f3i<\/p>\n<p>Pal\u00e1cio Ararib\u00f3ia<\/p>\n<p>Pal\u00e1cio da Justi\u00e7a<\/p>\n<p>Campus do Gragoat\u00e1<\/p>\n<p>S\u00e3o Domingos<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Feriados municipais<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>24 de junho &#8211; <\/strong>Dia de S\u00e3o Jo\u00e3o (Padroeiro da Cidade)<\/p>\n<p><strong>22 de novembro &#8211;<\/strong> Anivers\u00e1rio da Cidade<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte: www.escoladepostura.com.br<\/p>\n<h6>Niter\u00f3i <\/h6>\n<p>Apenas 13 quil\u00f4metros separam as belezas de <strong>Niter\u00f3i<\/strong> da Cidade      Maravilhosa. Uma visita j\u00e1 se justificaria pela bonita paisagem que se tem      dos principais pontos tur\u00edsticos do Rio de Janeiro. Entretanto, a cidade oferece      muito mais. O Museu de Arte Contempor\u00e2nea (MAC), o Complexo dos Fortes, o      conhecido Mercado de Peixe, o com\u00e9rcio diversificado, a gastronomia e as belas      praias fazem de Niter\u00f3i um passeio obrigat\u00f3rio para quem visita a capital.    <\/p>\n<h4 class=\"imagem\">&#8220;Emoldurada por morros, praia de Itacoatiara tem \u00e1guas      cristalinas e vegeta\u00e7\u00e3o abundante&#8221;<\/h4>\n<p>A cidade tem no nome de origem ind\u00edgena uma fina ironia. Nitcheroy, em tupi-guarani,      significa \u00e1gua escondida, por causa de sua posi\u00e7\u00e3o segura em rela\u00e7\u00e3o a ataques      inimigos. E, de fato, suas praias s\u00e3o o ref\u00fagio dos cariocas e suas belezas      nem sempre s\u00e3o conhecidas pelos pr\u00f3prios brasileiros.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero6.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"291\" height=\"196\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><strong><br \/>\n     Museu de Arte Contempor\u00e2nea: Exposi\u00e7\u00f5es movimentam obra de Niemeyer o ano      todo<\/strong><\/p>\n<p>Mais do que uma cidade dormit\u00f3rio ao lado de uma metr\u00f3pole, como alguns poderiam      pensar, Niter\u00f3i \u00e9 dona de uma geografia privilegiada. S\u00e3o 11 quil\u00f4metros de      praias, al\u00e9m de uma vista para o P\u00e3o de A\u00e7\u00facar e outras belezas cariocas.      At\u00e9 o Cristo Redentor, no alto do Corcovado, integra a paisagem local. Para      apreciar o belo conjunto formado pelas belezas naturais das duas cidades,      siga para o Parque da Cidade, perfeito para garantir belas fotos da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Nos seus 11 quil\u00f4metros de areias banhadas pelo mar, Niter\u00f3i tem dois tipos      de praia, as que est\u00e3o sob o abrigo da Ba\u00eda de Guanabara e as que se estendem      pela Regi\u00e3o Oce\u00e2nica. No primeiro grupo, destaca-se a \u00e1rea urbanizada, com      avenidas e mercado imobili\u00e1rio t\u00e3o escaldante como a orla. \u00c9 o caso de Icara\u00ed,      cortada pelo cal\u00e7ad\u00e3o para passeios a p\u00e9 ou de bicicleta.<\/p>\n<p>No quesito belezas naturais, o balne\u00e1rio tamb\u00e9m n\u00e3o deixa a desejar. Al\u00e9m      da vista para o Rio, abriga as Pedras do \u00cdndio e de Itapuca. Entre as praias      de ba\u00eda, se sobressaem S\u00e3o Francisco e Charitas, tamb\u00e9m agitadas \u00e0 noite.      Quando o oceano banha Niter\u00f3i, os encantos da natureza tamb\u00e9m afloram. Itacoatiara      \u00e9 o melhor exemplo. Mais distante do Centro, tem paisagem marcada por \u00e1guas      cristalinas e vegeta\u00e7\u00e3o abundante entre uma moldura de morros. \u00c9 pico de surfistas,      com movimento n\u00e3o s\u00f3 durante os campeonatos. A primeira praia oce\u00e2nica niteroiense,      Piratininga, merece destaque por sua natureza.<\/p>\n<p>Alem das praias, Niter\u00f3i tem como cart\u00e3o-postal o Museu de Arte Contempor\u00e2nea,      ou MAC, como \u00e9 conhecido. O pr\u00e9dio tem a assinatura inconfund\u00edvel de Oscar      Niemeyer, em formas pensadas para interagir com a paisagem. Erguida no Mirante      de Boa Viagem, a constru\u00e7\u00e3o parece levitar sobre a Ba\u00eda de Guanabara &#8211; especialmente      pelo espelho d&#8217;\u00e1gua na base que se funde com o mar.<\/p>\n<p>O museu, por si s\u00f3, j\u00e1 \u00e9 uma atra\u00e7\u00e3o. Subir a rampa e vislumbrar a costa      de Niter\u00f3i e os morros cariocas j\u00e1 vale a visita. Mas compensa pagar ingresso      para conhecer o interior do MAC, dono de um panorama deslumbrante com as janelas      em 360 graus. O acervo de mais de mil obras da cole\u00e7\u00e3o Jo\u00e3o Sattamini e de      doa\u00e7\u00f5es de artistas contempor\u00e2neos \u00e9 o argumento final para a visita.<\/p>\n<p>Fonte: www.feriasbrasil.com.br<\/p>\n<h6>Niter\u00f3i <\/h6>\n<p>A palavra Niter\u00f3i vem do tupi, que significa &#8220;\u00e1gua escondida&#8221;.      No in\u00edcio de sua hist\u00f3ria, Niter\u00f3i era uma regi\u00e3o de manguezais e a \u00e1rea onde      hoje est\u00e1 localizado o centro da cidade era coberta pelo mar.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria de Niter\u00f3i come\u00e7a com a descoberta da exist\u00eancia do pau-brasil.      Com isso, surgiu a necessidade de ocupa\u00e7\u00e3o e povoamento do rec\u00f4ncavo, p\u00f3lo      de consolida\u00e7\u00e3o da conquista, sempre amea\u00e7ada pela presen\u00e7a de estrangeiros,      sobretudo os franceses, que estavam interessados na explora\u00e7\u00e3o do pau-brasil.      Um desses franceses era Nicola Durand de Villegagnon, que manifestava o interesse      de fundar uma col\u00f4nia nessas terras, a Fran\u00e7a Ant\u00e1rtica. Os grandes aliados      dos franceses eram os \u00edndios Tamoios que dominavam a regi\u00e3o de Niter\u00f3i e trocavam      com eles o pau-brasil e utens\u00edlios.<\/p>\n<p>Em 1\u00b0 de mar\u00e7o de 1565, os portugueses fundaram a Cidade de S\u00e3o Sebasti\u00e3o      do Rio de Janeiro. Mas, apesar do dom\u00ednio luso, a presen\u00e7a constante dos franceses      no litoral ainda incomodava. Foi a\u00ed ent\u00e3o que, com refor\u00e7os de Portugal e      a ajuda dos \u00edndios Teminim\u00f3s, vindos do Esp\u00edrito Santo e chefiados por Ararib\u00f3ia,      os franceses foram expulsos em 1567.<\/p>\n<p>Depois dos combates travados contra os franceses, Ararib\u00f3ia e sua tribo permaneceram      no Rio de Janeiro e, em 1568, foi batizado na religi\u00e3o cat\u00f3lica com o nome      de Mart\u00edn Afonso de Souza. Como recompensa aos servi\u00e7os prestados \u00e0 Coroa      Portuguesa, Ararib\u00f3ia recebeu terras do outro lado da Ba\u00eda de Guanabara. A      doa\u00e7\u00e3o, feita por Mem de S\u00e1, foi efetivada em 6 de mar\u00e7o de 1568, mas a posse      definitiva s\u00f3 aconteceu em 22 de novembro de 1573. \u00c9 esta, atualmente, a data      mais importante de Niter\u00f3i, quando se comemora o anivers\u00e1rio da cidade.<\/p>\n<p>Em 1587, com a morte de Ararib\u00f3ia, as terras come\u00e7aram a ser subdivididas.      A partir do s\u00e9culo XVII, as grandes fazendas espalhadas pela regi\u00e3o deram      origem aos n\u00facleos urbanos.<\/p>\n<p>A vinda da fam\u00edlia Imperial para o Brasil, em 1808, d\u00e1 in\u00edcio ao desenvolvimento      na nova sede do reino, com a implanta\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de est\u00edmulo \u00e0 urbaniza\u00e7\u00e3o      e a cria\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es que passam a mover a economia.<\/p>\n<p><strong>Em 1816, ocorreu um fato curioso e que movimentou a popula\u00e7\u00e3o de      Niter\u00f3i:<\/strong> Dom Jo\u00e3o VI esteve na cidade e escolheu S\u00e3o Domingos para      passar o 31 de maio, seu anivers\u00e1rio.<\/p>\n<p>Em 1834, \u00e9 criada a Prov\u00edncia do Rio de Janeiro e Niter\u00f3i \u00e9 escolhida como      capital provis\u00f3ria. Convocada a primeira Assembl\u00e9ia Provincial, a vila \u00e9 confirmada      como capital e, dois dias depois, elevada \u00e0 cidade com a designa\u00e7\u00e3o de Nictheroy.<\/p>\n<p>Em 1889, com a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica e a transforma\u00e7\u00e3o das antigas prov\u00edncias      em estados, Niter\u00f3i passou a ser a capital do Estado do Rio de Janeiro. <\/p>\n<p>Mas em 1893, por conta de interesses pol\u00edticos regionais, a capital foi transferida      para Petr\u00f3polis. Por\u00e9m, em 1902, durante o governo de Quintino Bocayuva, a      cidade recupera a condi\u00e7\u00e3o de sede do governo, assim permanecendo at\u00e9 1974,      quando ocorreu a fus\u00e3o entre os antigos Estados do Rio e da Guanabara. Mesmo      sem a presen\u00e7a do poder estadual, o munic\u00edpio desmentiu a tese de esvaziamento      e reencontrou sua identidade cultural, sua voca\u00e7\u00e3o para o turismo e sua import\u00e2ncia      pol\u00edtica e econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>Fonte: Prefeitura de Niter\u00f3i<\/p>\n<h6>Niter\u00f3i<\/h6>\n<p><strong>Niter\u00f3i <\/strong>\u00e9 conhecida como a quarta cidade em qualidade de      vida do Brasil.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m conhecida como a cidade sorriso. <\/p>\n<p>Em 1819, juntamente com outras freguesias, S\u00e3o Louren\u00e7o torna-se a vila da      Praia Grande, em 1834 \u00e9 elevada \u00e0 categoria de cidade, recebendo o nome de      Nictheroy.<\/p>\n<p><strong>Niter\u00f3i <\/strong>significa porto sinuoso na linguagem dos \u00edndios,      os primeiros habitantes desta regi\u00e3o contornada por praias tanto na Ba\u00eda de      Guanabara, como na regi\u00e3o oce\u00e2nica.<\/p>\n<h4>Praias<\/h4>\n<p><strong>Praia de Gragoat\u00e1<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero7.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"386\" height=\"185\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Praia de Gragoat\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Pequena praia junto ao Forte do mesmo nome; com \u00e1guas tranquilas, esverdeadas      e frias; sua areia \u00e9 escura e fina.<\/p>\n<p><strong>Praia Vermelha<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero8.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"287\" height=\"205\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Praia Vermelha<\/strong><\/p>\n<p>Entre o Forte de Gragoat\u00e1 e a Ilha da Boa Viagem; ondas mansas, lugar de      pesca de arremesso; linda vista do Rio de Janeiro. A praia n\u00e3o tem mais areia      por causa do aterramento da Av. Litor\u00e2nea.<\/p>\n<p><strong>Praia da Boa Viagem<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero9.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"257\" height=\"204\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Praia da Boa Viagem<\/strong><\/p>\n<p>Linda praia, limitada em toda sua extens\u00e3o por eleva\u00e7\u00f5es, com sua ilha, capela      e forte; possui \u00e1guas esverdeadas e frias, com areia clara e fina. Local prop\u00edcio      \u00e0 pesca submarina apesar da polui\u00e7\u00e3o da Ba\u00eda de Guanabara. Da praia avista-se,      \u00e0 direita, a passarela de cimento que d\u00e1 acesso a ilha que tem a capela de      Nossa Senhora da Boa Viagem, a mais pitoresca de Niter\u00f3i.<\/p>\n<p><strong>Praia das Flexas<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero10.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"256\" height=\"175\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Praia das Flexas<\/strong><\/p>\n<p>Pequena, mas de grande beleza, est\u00e1 localizada entre as praias de Boa Viagem      e Icara\u00ed. <\/p>\n<p><strong>Dela pode-se ver as duas pedras hist\u00f3ricas:<\/strong> Pedra do \u00edndio      (semelhante \u00e0 cabe\u00e7a de um \u00edndio com cocar), e a Pedra de Itapuca, s\u00edmbolo      da cidade, que inspira poetas e pintores.<\/p>\n<p><strong>Praia de S\u00e3o Francisco<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero11.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"229\" height=\"164\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Praia de S\u00e3o Francisco<\/strong><\/p>\n<p>Possui \u00e1guas calmas e frias, com areia clara e fina. Localiza-se numa \u00e1rea      residencial e conta com um cal\u00e7ad\u00e3o em toda a sua orla, que \u00e9 muito usado      para passeios e a p\u00e1tica do cooper.<\/p>\n<p>\u00c9 margeada por bares e restaurantes. No alto de um morro encontra-se a Igreja      de S\u00e3o Francisco Xavier.<\/p>\n<p><strong>Praia de Charitas<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero12.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"256\" height=\"167\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Praia de Charitas<\/strong><\/p>\n<p>Situada ap\u00f3s a praia de S\u00e3o Francisco, com mar calmo, areias claras e finas      e muito frequentada pelos aficcionados em esportes aqu\u00e1ticos, serve tamb\u00e9m      como local de pouso natural dos praticantes v\u00f4o livre. Toda faixa litor\u00e2nea      \u00e9 ocupada por resid\u00eancias, restaurantes e casas noturnas. Destacam-se, tamb\u00e9m,      os quiosques a beira-mar.<\/p>\n<p><strong>Praia de Jurujuba<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero13.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"227\" height=\"169\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Praia de Jurujuba<\/strong><\/p>\n<p>Distante, aproximadamente, 12 km do Centro da cidade, o local identifica-se      como uma col\u00f4nia de pescadores e seu aspecto \u00e9 bastante r\u00fastico. S\u00e3o encontrados      v\u00e1rios restaurantes t\u00edpicos de frutos do mar.<\/p>\n<p><strong>Praia de Ad\u00e3o e Eva<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero14.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"230\" height=\"161\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Praia de Ad\u00e3o e Eva<\/strong><\/p>\n<p>Duas praias g\u00eameas que, pelos seus nomes e por suas belezas, lembram o para\u00edso.      Est\u00e3o situadas perto de Jurujuba e por uma estrada sinuosa pode-se chegar      ao famoso Forte de Santa Cruz e, tamb\u00e9m, \u00e0s duas praias, que possuem areias      claras e \u00e1guas n\u00e3o muito calmas.<\/p>\n<h4>PRAIAS OCE\u00c2NICAS<\/h4>\n<p><strong>Praia de Fora e Praia do Forte Imbu\u00ed<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero15.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"261\" height=\"163\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Praia de Fora e Praia do Forte Imbu\u00ed<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o duas pequenas praias oce\u00e2nicas localizadas na sa\u00edda da Ba\u00eda de Guanabara,      o acesso s\u00f3 \u00e9 permitido com autoriza\u00e7\u00e3o do Exercito pois se encontra dentro      dos Fortes Bar\u00e3o do Rio Branco e Imbu\u00ed.<\/p>\n<p><strong>Praia de Piratininga<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero16.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"229\" height=\"168\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Praia de Piratininga<\/strong><\/p>\n<p>Primeira das grandes praias oce\u00e2nicas para quem vem do Centro de Niter\u00f3i      pela Estrada Francisco da Cruz Nunes. <\/p>\n<p><strong>Piratininga \u00e9 dividida em duas praias:<\/strong> o trecho maior, chamado      de Prai\u00e3o, tem ondas fortes, areia e \u00e1guas claras e possui em toda a orla      bares e trailers especializados em frutos do mar e petiscos; contrastando      com ela, a Prainha, na extremidade norte, por se apresentar bastante calma,      \u00e9 o ref\u00fagio de centenas de niteroienses e cariocas nos fins-de-semana. Entre      a praia e uma rasa lagoa, este belo recanto da cidade vai se transformando      aos poucos num sofisticado bairro residencial.<\/p>\n<p><strong>Praia de Camboinhas<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero17.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"232\" height=\"164\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Praia de Camboinhas<\/strong><\/p>\n<p>Suas \u00e1guas s\u00e3o transparentes, esverdeadas e frias, com areia clara. Recanto      pitoresco, \u00e9 muito procurada pelos praticantes de esportes aqu\u00e1ticos, principalmente      Windsurfe, e pelos amantes da pesca de arremesso.<\/p>\n<p><strong>Praia de Itaipu<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero18.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"230\" height=\"164\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Praia de Itaipu<\/strong><\/p>\n<p>Localizada no final da Estrada Francisco da Cruz Nunes, Itaipu \u00e9 a \u00fanica      praia oce\u00e2nica de Niter\u00f3i que apresenta \u00e1guas calmas. \u00e9 uma das \u00e1reas mais      antigas de Niter\u00f3i, com sua col\u00f4nia de pescadores e uma Igreja do S\u00e9culo XVIII      contrasta este cen\u00e1rio com as modernas casas de veraneio.<\/p>\n<p>Seu nome, na l\u00edngua Tupi, significa &#8220;\u00e1gua que sai do meio das pedras&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Praia de Itacoatiara<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero20.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"259\" height=\"191\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Praia de Itacoatiara<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 a praia oce\u00e2nica mais longe do centro da cidade. Suas \u00e1guas s\u00e3o transparentes,      azuladas e frias em meio a uma vegeta\u00e7\u00e3o exuberante. Seu nome deriva de &#8220;Itacuatiara&#8221;,      pedra desenhada ou que tem inscri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h4>ILHAS<\/h4>\n<p><strong>Ilha da Boa Viagem<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero21.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"275\" height=\"168\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Ilha da Boa Viagem<\/strong><\/p>\n<p>Niter\u00f3i n\u00e3o tem muitas ilhas mas podemos destacar as ilhas entre as Praias      de Itacoatiara e Itaipu onde temos 3 ilhas, a Ilha Pai, M\u00e3e e a Filha. J\u00e1      entre a prainha e o prai\u00e3o de Piratininga temos a Ilha do Veado, na Ba\u00eda temos      algumas ilhas, a Ilha da Boa Viagem, a Ilha dos Amores, a Ilha da Concei\u00e7\u00e3o      e a Ilha Mocangue onde se localiza uma das maiores bases navais da Marinha      Brasileira.<\/p>\n<h4>PARQUES<\/h4>\n<p><strong>Parque da Cidade<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero22.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"261\" height=\"152\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Parque da Cidade<\/strong><\/p>\n<p>Reserva biol\u00f3gica e florestal do Munic\u00edpio, localizado no alto do Morro da      Vira\u00e7\u00e3o, numa altitude de 270 metros, ocupando uma \u00e1rea de cerca de 15 hectares,      foi inaugurado em 21 de setembro de 1976. No local existe uma fonte natural      e algumas ru\u00ednas de um posto de Atalaia portugu\u00eas dos anos 1500\/1600. A mata      do parque \u00e9 formada predominantemente de eucaliptos e alguns exemplares remanescentes      da Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p><strong>Campo de S\u00e3o Bento<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero23.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"232\" height=\"168\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Campo de S\u00e3o Bento<\/strong><\/p>\n<p>A mais antiga \u00e1rea verde programada de Niter\u00f3i, \u00e9 parte da sesmaria doada      a Ararib\u00f3ia em 1568. Recebeu esse nome de seus antigos propriet\u00e1rios beneditinos.      Come\u00e7ou a ser constru\u00eddo por volta de 1880, tendo sua urbaniza\u00e7\u00e3o efetivado-se      em 1908, quando o Prefeito Jo\u00e3o Pereira Ferraz, em contrato com o arquiteto      belga Ars\u00eanio Puttmans, deu ao campo sua fei\u00e7\u00e3o atual, com coretos, canteiros      e pontes.<\/p>\n<p><strong>Horto do Fonseca<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero24.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"260\" height=\"145\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Horto do Fonseca<\/strong><\/p>\n<p>Foi criado, por decreto do governador Nilo Pe\u00e7anha, em maio de 1906, com      a finalidade de cultivar e distribuir aos lavradores sementes e mudas de frut\u00edferas      e plantas medicinais. Sua hist\u00f3ria \u00e9 marcada por sucessivas fases de prest\u00edgio      e decl\u00ednio e sofreu duas grandes reformas, em 1950 e 1975. Entre as esp\u00e9cies      ali existentes h\u00e1 jatob\u00e1s, jequitib\u00e1s, jacarand\u00e1s e sapucaias. Funciona no      local, tamb\u00e9m, um mini-z\u00f4o de Niter\u00f3i.<\/p>\n<p>Entrada na Alameda S\u00e3o Boaventura &#8211; Fonseca.<\/p>\n<p><strong>Serra da Tiririca<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero25.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"232\" height=\"140\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Serra da Tiririca<\/strong><\/p>\n<p>Come\u00e7a entre as Praias de Itacoatiara e Itaipua\u00e7u (Munic\u00edpio de Maric\u00e1),      estendendo-se entre Niter\u00f3i e Maric\u00e1 at\u00e9 a Rodovia Amaral Peixoto (RJ 106)      na divisa com S\u00e3o Gon\u00e7alo. Apresenta, nos trechos mais elevados, por\u00e7\u00f5es significativas      de matas em bom estado de conserva\u00e7\u00e3o. A serra \u00e9 basicamente revestida por      mata secund\u00e1ria em v\u00e1rios est\u00e1gios de regenera\u00e7\u00e3o e sua flora \u00e9 composta em      sua maioria por esp\u00e9cies nativas da Mata Atl\u00e2ntica. Merece registro a presen\u00e7a      de massarandubas, palmitos, figueiras-da-terra, monjolos, aroeiras e paineiras.      \u00c9 um execelente local para caminhadas ecol\u00f3gicas, que s\u00e3o organizadas por      diversas Organiza\u00e7\u00f5es N\u00e3o Governamentais, todos os finais de semana.<\/p>\n<h4>ARQUITETURA<\/h4>\n<p><strong>Ponte Rio-Niter\u00f3i<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero26.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"257\" height=\"166\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Ponte Rio-Niter\u00f3i<\/strong><\/p>\n<p>A Ponte Presidente Costa e Silva, popularmente conhecida como Ponte Rio-Niter\u00f3i,      localiza-se na ba\u00eda de Guanabara, estado do Rio de Janeiro, no Brasil, e liga      o munic\u00edpio do Rio de Janeiro ao munic\u00edpio de Niter\u00f3i. Tem aproximadamente      14 km e em seu eixo maior cerca de 72 metros de altura.<\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a da Rep\u00fablica<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero27.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"257\" height=\"169\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Pra\u00e7a da Rep\u00fablica<\/strong><\/p>\n<p>Foi erguida para lembrar o fato hist\u00f3rico e os homes que por ela lutaram,      sendo que nos anos setenta foi totalmente destru\u00edda e no seu lugar ficando      o &#8220;esqueleto&#8221; de um pr\u00e9dio que permaneceu inacabado at\u00e9 o final      da d\u00e9cada de 80, quando foi implodido pelo governo estadual. <\/p>\n<p>Ela foi reconstru\u00edda com a preocupa\u00e7\u00e3o de se respeitar as suas caracter\u00edsticas      originais.<\/p>\n<p>\u00c9 ao redor da Pra\u00e7a da Rep\u00fablica que est\u00e1 um dos mais importantes conjuntos      arquitet\u00f4nicos da Cidade constitu\u00eddo pelos pr\u00e9dios do Liceu Nilo Pe\u00e7anha,      da C\u00e2mara dos Vereadores, da Pol\u00edcia Civil, do Pal\u00e1cio da Justi\u00e7a e da Biblioteca      Pl\u00fablica Estadual. O conjunto \u00e9 testemunho vivo da arquitetura do come\u00e7o do      s\u00e9culo XX e as edifica\u00e7\u00f5es s\u00e3o tombadas pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico.<\/p>\n<p><strong>C\u00e2mara Municipal de Niter\u00f3i<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero28.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"259\" height=\"163\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     C\u00e2mara Municipal de Niter\u00f3i<\/strong><\/p>\n<p>Antigamente o Regente da Prov\u00edn;cia arrendava casas para serem feitas reuni\u00f5es      com os vereadores que, na maioria das vezes, era a casa do Deputado Federal      Quintino Bocai\u00fava.<\/p>\n<p>Foi constru\u00edda ent\u00e3o, em 1824, uma C\u00e2mara Municipal que agora \u00e9 a atual da      Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o. Depois, no s\u00e9culo XIX, foi inaugurada uma nova C\u00e2mara,      a qual abriga hoje os vereadores de nossa cidade e que teve como primeiro      presidente Jos\u00e9 Clemente Pereira.<\/p>\n<p>A C\u00e2mara possui uma sala de exposi\u00e7\u00e3o contando a sua hist\u00f3ria ao longo do      tempo, como a primeira ata e os primeiros materiais de constru\u00e7\u00e3o da C\u00e2mara.<\/p>\n<p><strong>Biblioteca P\u00fablica Estadual<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero29.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"248\" height=\"164\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Biblioteca P\u00fablica Estadual<\/strong><\/p>\n<p>Localizada na Pra\u00e7a da Rep\u00fablica, no Centro de Niter\u00f3i, foi inaugurada em      16 de mar\u00e7o de 1935 e possui um total de 75 mil exemplares, inclusive livros      dos s\u00e9culos XVII e XVIII.<\/p>\n<p><strong>F\u00f3rum ( Pal\u00e1cio da Justi\u00e7a )<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero30.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"230\" height=\"167\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     F\u00f3rum ( Pal\u00e1cio da Justi\u00e7a )<\/strong><\/p>\n<p>O Pal\u00e1cio da Justi\u00e7a foi construido no Governo de Feliciano Sodr\u00e9 e at\u00e9 hoje      encontra-se em perfeito estado de conseva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Pal\u00e1cio Ararib\u00f3ia ( &#8220;Prefeitura Velha&#8221;)<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero31.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"208\" height=\"255\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Pal\u00e1cio Ararib\u00f3ia ( &#8220;Prefeitura Velha&#8221;)<\/strong><\/p>\n<p>Localizado no centro da quadra, est\u00e1 rodeado por um jardim bem arborizado      e bem cuidado. Pr\u00e9dio de dois pavimentos, de arquitetura ecl\u00e9tica com inspira\u00e7\u00e3o      neocl\u00e1ssica. O ed\u00edficio foi inaugurado em 14 de maio de 1910, atrav\u00e9s do Prefeito      Jo\u00e3o Pereira Ferraz, pois este achava que a Velha C\u00e2mara, que agora \u00e9 a atual      Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o atendia aos novos servi\u00e7os Municipais. Desde ent\u00e3o,      a Prefeitura sofreu reformas, at\u00e9 que em 1986 foi inaugurado o novo Centro      Administrativo de Niter\u00f3i ( Na Rua Visconde de Sepetiba ), permanecendo no      local apenas a Secretaria Municipal de Finan\u00e7as e desenvolvimento Econ\u00f4mico      e a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer.<\/p>\n<h4>FORTES E FORTALEZAS<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero32.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"234\" height=\"168\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><strong><br \/>\n     Forte do Gragoat\u00e1<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero33.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"235\" height=\"147\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Forte do Imbu\u00ed<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero34.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"292\" height=\"152\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Forte Bar\u00e3o do Rio Branco<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero35.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"230\" height=\"169\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Forte S\u00e3o Luiz<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero36.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"231\" height=\"164\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Forte do Pico<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Nitero37.jpg\" alt=\"Niter\u00f3i\" width=\"325\" height=\"243\" title=\"Niter\u00f3i\" \/><br \/>\n     Fortaleza Santa Cruz<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: www.kcflu.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Niter\u00f3i, Cidade, Rio de Janeiro, Turismo, Hist\u00f3ria, Munic\u00edpio, Turismo, Pontos, Tur\u00edsticos, Praia, Arquitetura, Parque, Localiza\u00e7\u00e3o, Niter\u00f3i<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[88],"tags":[],"class_list":["post-44664","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-turismo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ 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