{"id":44287,"date":"2016-06-10T17:47:41","date_gmt":"2016-06-10T17:47:41","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=44287"},"modified":"2024-06-24T22:06:30","modified_gmt":"2024-06-25T00:06:30","slug":"formosa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/formosa","title":{"rendered":"Formosa"},"content":{"rendered":"<p><b>Formosa &#8211; Cidade<\/b><\/p>\n<p><strong>Formosa\u00a0<\/strong>\u00e9 uma cidade localizada no nordeste do estado de Goi\u00e1s. Situa-se a 70 km de Bras\u00edlia, e a 272 km de Goi\u00e2nia.<\/p>\n<p><b>Formosa<\/b>, com origem no s\u00e9culo XVIII, \u00e9 conhecida por sua localiza\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica na divisa dos estados de Goi\u00e1s e Bahia. Sua proximidade com importantes rotas comerciais e hidrovias desempenhou um papel crucial em seu desenvolvimento inicial. A cidade est\u00e1 situada na regi\u00e3o do Planalto Central do Brasil, caracterizada por colinas, rios e vastas plan\u00edcies, proporcionando terras f\u00e9rteis para a agricultura.<\/p>\n<p>O ambiente pol\u00edtico de\u00a0<b>Formosa<\/b>\u00a0influenciou muito seu desenvolvimento. Nos primeiros anos, a regi\u00e3o esteve sob o dom\u00ednio colonial portugu\u00eas e, posteriormente, passou a fazer parte do Imp\u00e9rio do Brasil. Mudan\u00e7as pol\u00edticas, como a transi\u00e7\u00e3o da monarquia para a rep\u00fablica em 1889, trouxeram transforma\u00e7\u00f5es significativas na governan\u00e7a e na administra\u00e7\u00e3o da cidade.<\/p>\n<p>Um evento hist\u00f3rico not\u00e1vel no passado de\u00a0<b>Formosa<\/b>\u00a0\u00e9 a constru\u00e7\u00e3o da Estrada Real, uma importante via que ligava as cidades de Goi\u00e1s e Bahia, passando pela cidade. Esta estrada desempenhou um papel vital no com\u00e9rcio e transporte, facilitando a troca de bens e intera\u00e7\u00f5es culturais entre diferentes regi\u00f5es. Permitiu que\u00a0<b>Formosa<\/b>\u00a0prosperasse como um centro comercial e contribuiu para o seu crescimento econ\u00f4mico.<\/p>\n<p>Outro acontecimento marcante na\u00a0<b>hist\u00f3ria de Formosa<\/b>\u00a0foi a chegada da ferrovia no in\u00edcio do s\u00e9culo XX. A constru\u00e7\u00e3o da ferrovia, conhecida como Estrada de Ferro Goi\u00e1s, proporcionou um novo meio de transporte, ligando\u00a0<b>Formosa<\/b>\u00a0a outras partes do pa\u00eds. Esse desenvolvimento impulsionou a economia da cidade, atraindo novos colonos e promovendo o crescimento de ind\u00fastrias como agricultura, manufatura e com\u00e9rcio.<\/p>\n<p>A\u00a0<b>geografia de Formosa<\/b>\u00a0tamb\u00e9m influenciou seu desenvolvimento hist\u00f3rico. A cidade \u00e9 cercada por recursos naturais, incluindo terras f\u00e9rteis para a agricultura, que tem sido uma atividade econ\u00f4mica fundamental ao longo de sua hist\u00f3ria. O rico solo da regi\u00e3o tem permitido o cultivo de diversas culturas, como milho, soja, cana-de-a\u00e7\u00facar e caf\u00e9. A produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola da cidade n\u00e3o apenas sustentou sua popula\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m contribuiu para a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola geral do Brasil.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso,\u00a0<b>Formosa<\/b>\u00a0\u00e9 caracterizada por seu ecossistema diversificado, com a presen\u00e7a de rios e c\u00f3rregos, como o rio Paran\u00e3, que tem desempenhado papel fundamental no desenvolvimento da cidade. Essas hidrovias facilitaram o transporte e forneceram uma fonte de \u00e1gua para irriga\u00e7\u00e3o, apoiando as atividades agr\u00edcolas.<\/p>\n<p>O\u00a0<b>ambiente pol\u00edtico e social em Formosa<\/b>\u00a0experimentou sua cota de desafios. Como muitas outras regi\u00f5es do Brasil, a cidade tem enfrentado quest\u00f5es relacionadas a disputas de terra e desigualdade social. A luta pela posse da terra e os conflitos dela decorrentes tiveram um impacto significativo no desenvolvimento da cidade e na vida de seus moradores.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos,\u00a0<b>Formosa<\/b>\u00a0tem feito esfor\u00e7os para enfrentar esses desafios e promover o desenvolvimento sustent\u00e1vel. A cidade tem implementado projetos que visam preservar seus recursos naturais, como iniciativas de reflorestamento e prote\u00e7\u00e3o de suas fontes de \u00e1gua. Essas a\u00e7\u00f5es demonstram o compromisso com o crescimento sustent\u00e1vel e o bem-estar da popula\u00e7\u00e3o local.<\/p>\n<p align=\"center\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-175125 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/formosa-1.jpg\" alt=\"Formosa\" width=\"481\" height=\"269\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/formosa-1.jpg 481w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/formosa-1-300x168.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 481px) 100vw, 481px\" \/><b>Formosa<\/b><\/p>\n<p><b>Formosa<\/b>\u00a0possui um grande potencial tur\u00edstico que ainda \u00e9 pouco explorado, possui diversas cachoeiras, grutas, lagoas, rios, s\u00edtios arqueol\u00f3gicos, dentre outras atra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u00c9 uma cidade agropecu\u00e1ria, tradicional na pecu\u00e1ria de corte e leite \u00e9 grande produtora de soja, milho, feij\u00e3o e arroz. Outras culturas, como caf\u00e9 e algod\u00e3o tamb\u00e9m est\u00e3o tendo destaque na produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola do munic\u00edpio.<\/p>\n<p>A maior festa \u00e9 a Exposi\u00e7\u00e3o Agropecu\u00e1ria, realizada no final de julho e come\u00e7o de agosto para coincidir com o aniver\u00e1rio da cidade. Tamb\u00e9m \u00e9 popular a Festa da Moagem, que procura resgatar a tradi\u00e7\u00e3o e a hist\u00f3ria de nossa cidade, que \u00e9 realizada no m\u00eas de junho.<\/p>\n<p>Em se tratando de religiosidade, a maior festa, que movimenta toda a cidade \u00e9 a Folia do Divino Esp\u00edrito Santo, sempre realizada no domingo de Pentecostes. A padroeira da cidade \u00e9 Nossa Senhora da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b>Formosa<\/b>\u00a0surgiu em meados do s\u00e9culo XVIII, quando Goi\u00e1s pertencia \u00e0 capitania de S\u00e3o Paulo. A cidade foi formada por antigos moradores do Arraial de Santo Ant\u00f4nio, no vale do Paran\u00e3, que fugiram de seu povoado depois que uma forte epidemia de mal\u00e1ria assolou a regi\u00e3o. Com medo da doen\u00e7a, tropeiros e comerciantes que vinham da Bahia e Minas Gerais acampavam na regi\u00e3o onde hoje est\u00e1 localizada\u00a0<b>Formosa<\/b>.<\/p>\n<p>O povoado foi batizado de Arraial dos Couros em homenagem aos viajantes que acampavam no local em barracas de couro. A cria\u00e7\u00e3o do\u00a0<b>munic\u00edpio de Formosa<\/b>\u00a0deu-se em 1 de agosto de 1843.<\/p>\n<p><b>Formosa &#8211; O t\u00edtulo de Ber\u00e7o das \u00c1guas<\/b><\/p>\n<p><b>Formosa<\/b>\u00a0esta localizadas em uma privilegiada posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, sobre tr\u00eas bacias hidrogr\u00e1ficas brasileiras.<\/p>\n<p>A Bacia do Amazonas representada pelo Rio Bandeirinha. A Bacia do Prata, representada pelo Rio Pipiripau. E a Bacia do do S\u00e3o Francisco representada pelo Rio Santa Rita<\/p>\n<p>Em virtude disso,\u00a0<b>Formosa<\/b>\u00a0recebeu do grande poeta goiano, Leo Lince, o t\u00edtulo de \u201cBer\u00e7o das \u00c1guas\u201d.<\/p>\n<p>As \u00e1guas tamb\u00e9m s\u00e3o importantes atrativos tur\u00edsticos da regi\u00e3o. As cachoeiras, cascatas, c\u00e2nions, lagos, rios e riachos conjugam-se \u00e0 paisagem do cerrado, criando atra\u00e7\u00f5es para visitantes de v\u00e1rios cantos do Brasil e do mundo. S\u00e3o cen\u00e1rios de beleza incompar\u00e1vel para os que buscam lazer, esportes ou o contato profundo com a natureza.<\/p>\n<p><strong>\u201cVisite essa terra Formosa. Encante-se com seu povo simples e acolhedor, sua rica cultura e sua natureza de belezas \u00edmpares!\u201d<\/strong><\/p>\n<p><b>Formosa &#8211;\u00a0 Munic\u00edpio de Goi\u00e1s<\/b><\/p>\n<p><b>Arraial de Couros<\/b>\u00a0foi o primeiro nome de\u00a0<strong>Formosa<\/strong>, criada na segunda metade do s\u00e9culo XVII, com o desdobramento do munic\u00edpio de Luzi\u00e2nia, nessa \u00e9poca tamb\u00e9m Arraial. Sabe-se que as primeiras casas foram erguidas por negros, fugindo da febre amarela que estaria dizimando os moradores de um outro Arraial, o de Santo Ant\u00f4nio do Itiquira, na barra do rio Itiquira com o rio Paran\u00e3.<\/p>\n<p>Em 4 de outubro de 1767 o padre Ant\u00f4nio Francisco de Melo celebrou a primeira missa na Casa de Ora\u00e7\u00e3o de Couros. Um marco hist\u00f3rico foi a instala\u00e7\u00e3o da Esta\u00e7\u00e3o Fiscal Registro da Lagoa Feia, em fevereiro de 1736, por ordem do rei de Portugal temendo a evas\u00e3o do ouro e o n\u00e3o pagamento dos tributos.<\/p>\n<p><strong>Somente em 1\u00ba de agosto de 1843, o arraial foi elevado \u00e0 categoria de vila, e pela primeira vez apareceu o nome Formosa:<\/strong>\u00a0Vila Formosa da Imperatriz.<\/p>\n<p>Mas, o\u00a0<b>munic\u00edpio de Formosa<\/b>\u00a0s\u00f3 foi instalado no dia 22 de fevereiro de 1844 e seu primeiro prefeito foi o Sr. L\u00e1zaro de Melo \u00c1lvares.<\/p>\n<p><b>Formosa<\/b>\u00a0tem uma \u00e1rea de 7854 km\u00b2 e distanciada 90 Km de Bras\u00edlia.<\/p>\n<p><b>Formosa na \u00e9poca da Pr\u00e9-Hist\u00f3ria<\/b><\/p>\n<p><strong>Ap\u00f3s diversos estudos realizados em Formosa, Planaltina, Luzi\u00e2nia, Goi\u00e2nia e Campinas (SP), podemos concluir que:\u00a0\u00a0<\/strong>Os primeiros moradores de Munic\u00edpio de Formosa foram os paleo\u00edndios ou paleoamerindios, que deixaram pinturas em cavernas e grava\u00e7\u00f5es em pedras, datadas de 4.500 anos atr\u00e1s, na Lapa da Pedra e no S\u00edtio Arqueol\u00f3gico do Bisnau, localizado entre os distritos do Bezerra e JK.<\/p>\n<p><b>Formosa na \u00e9poca do Brasil Col\u00f4nia<\/b><\/p>\n<p>H\u00e1 pelo menos 300 anos atr\u00e1s, moravam em\u00a0<b>Formosa<\/b>\u00a0os \u00edndios Crix\u00e1s, segundo relato da expedi\u00e7\u00e3o do Anhanguera em Formosa, em 1.722.<\/p>\n<p>Os primeiros moradores N\u00e3o-\u00cdndios de Formosa devem ter sido os nordestinos brasileiros ou europeus, vindo da Bahia, trazendo gado (1700,1715 ou 1722). O pr\u00f3prio Anhanguera relata que, em 1722, apesar de n\u00e3o ter encontrado homem branco em Formosa, encontrou estrume de vaca em Formosa.<\/p>\n<p>Os primeiros moradores brancos ( brasileiros ou europeus) do\u00a0<b>munic\u00edpio de Formosa<\/b>. Est\u00e1 comprovado por documentos oficiais em Portugal que os primeiros moradores brancos de Formosa estabeleceram fazendas de cria\u00e7\u00e3o de gado, por meio de sesmarias, a partir de 1739.<\/p>\n<p><strong>Dois arraiais v\u00e3o ser criados na regi\u00e3o de Formosa nessa \u00e9poca:<\/strong>\u00a0existem documentos oficiais indicando a data mais antiga para o Arraial dos Couros como sendo de 1749 e para o Arraial de Santo Ant\u00f4nio do Itiquira, 1754.<\/p>\n<p>Jacinto ( 1979) entrevistou alguns descendentes dos negros que viviam em\u00a0<b>Formosa<\/b>\u00a0e eles confirmaram que seus ancestrais viveram no Itiquira e se mudaram para Couros por conta da mal\u00e1ria ( febre amarela).<\/p>\n<p>Bertran ( 1994) conclui que a transfer\u00eancia do arraial de Santo Ant\u00f4nio para o Arraial dos Couros pode ter sido gradual ( ao longo dos anos, e n\u00e3o de uma s\u00f3 vez). Da mesma forma que pode ter sido parcial ( nem todos se mudaram), porque<\/p>\n<p>Jacintho ( 1979) diz que, em 1930, ( quase 200 anos depois) ainda existiam taperas ( resto de casa) e uma capela na regi\u00e3o do antigo distrito do Itiquira.<\/p>\n<p>Jacintho ( 1979) tamb\u00e9m comenta a possibilidade da transfer\u00eancia ter sido gradual.<\/p>\n<p><strong>De acordo com ele (1979, p. 20) &#8216;essa transfer\u00eancia deve ter sido depois de 1736, porque os habitantes do arraial abandonado deviam ter permanecido nele por alguns anos, apesar de serem dizimados por febre:<\/strong>\u00a0deve ter sido mesmo no meado do S\u00e9culo XVIII que esses habitantes se estabeleceram em Couros (\u2026)&#8217;.<\/p>\n<p>Entre 1744 e 1749, o Padre Ant\u00f4nio Mendes Santiago, do Bispado de Pernambuco, realiza a primeira missa em\u00a0<b>Formosa<\/b>\u00a0e em 1767, o Padre Ant\u00f4nio Francisco de Mello, de Luzi\u00e2nia, conduz missas na Casa de Ora\u00e7\u00f5es de Couros.<\/p>\n<p><b>Formosa &#8211; Pontos Tur\u00edsticos<\/b><\/p>\n<p><strong>Antiga Usina<\/strong><\/p>\n<p>Registros dessa usina s\u00e3o encontrados em um livreto com o t\u00edtulo \u201cFormosa, dados hist\u00f3ricos e informa\u00e7\u00f5es\u201d, datado de 1958, organizado pela secretaria da prefeitura municipal.<\/p>\n<p>No livreto, consta a constru\u00e7\u00e3o e instala\u00e7\u00e3o da usina hidro-el\u00e9trica com o nome de \u201cDeputado Jo\u00e3o de Abreu\u201d, de 300 HP de pot\u00eancia, iniciada na administra\u00e7\u00e3o anterior, al\u00e9m da reforma da rede urbana de distribui\u00e7\u00e3o de luz e for\u00e7a e sua extens\u00e3o aos bairros de Formosinha, Abreu e outros pontos da cidade.<\/p>\n<p>N\u00e3o se sabe ao certo em que ano a usina parou de operar, mas pelas condi\u00e7\u00f5es atuais das instala\u00e7\u00f5es, percebe-se que isso ocorreu h\u00e1 v\u00e1rios anos. As constru\u00e7\u00f5es est\u00e3o em p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es, algumas lajes ruiram, al\u00e9m dos equipamentos que sobraram nas casas de m\u00e1quinas estarem em um estado avan\u00e7ado de deteriora\u00e7\u00e3o por a\u00e7\u00e3o da ferrugem.<\/p>\n<p>Nos canais que conduziam a \u00e1gua para o encamento, que a levava at\u00e9 as turbinas, j\u00e1 cresceram \u00e1rvores, e o que resta neles s\u00e3o folhas secas e as raizes dessas \u00e1rvores que tentam penetrar suas paredes de concreto.<\/p>\n<p>O que sobrou foram lembra\u00e7as de um tempo de progresso, que j\u00e1 se foi, mas deixou sua marca na hist\u00f3ria de Formosa. A usina, ora denominada Usina Deputado Jo\u00e3o de Abreu, agora \u00e9 conhecida pelo pseud\u00f4nimo \u201cAntiga Usina\u201d.<\/p>\n<p>Mas, embora a usina esteja em ru\u00ednas, o rio na qual est\u00e1 instalada permanece intacto. Trata-se do Rio Bandeirinha, o mesmo que fornece \u00e1gua para a popula\u00e7\u00e3o formosense. Ali\u00e1s, a Usina est\u00e1 instalada a poucos quil\u00f4metros abaixo do ponto de capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua para a cidade.<\/p>\n<p>Entre a barragem da usina, mostrada na foto abaixo, e a casa de m\u00e1quinas, primeira foto, o rio d\u00e1 um show!!!<\/p>\n<p>S\u00e3o v\u00e1rias corredeiras, uma cachoeira de aproximadamente 15 metros, h\u00e1 lugares onde o rio desaparece entre as pedras e logo depois ressurge com toda sua for\u00e7a por entre as rochas. Tudo em meio de uma vegeta\u00e7\u00e3o exuberante do cerrado e os resqu\u00edcios da Antiga Usina.<\/p>\n<p>Onde a \u00e1gua deixava o canal e entrava na tubula\u00e7\u00e3o h\u00e1 uma base de concreto que serve de mirante, de onde \u00e9 poss\u00edvel avistar todas as intala\u00e7\u00f5es da usina, al\u00e9m do belo vale que h\u00e1 em volta do rio, com suas in\u00fameras palmeiras.<\/p>\n<p>\u00c9 mais belo ainda quando os ip\u00eas e as barrigudas est\u00e3o floridos. Provalmente era muito mais bonito quando a usina funcionava. De l\u00e1, pode-se imaginar como era antigamente, com tudo aquilo funcionando, o ritmo fren\u00e9tico das m\u00e1quinas, que geravam energia e iluminavam a cidade. Com certeza, foi um grande progresso para a regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 um lugar que vale muito a pena ser visitado. Al\u00e9m da beleza natural do lugar, das antigas instala\u00e7\u00f5es, da barragem que rompe o rio, dos encamentos que cortam o cerrado, podemos ver uma parte da hist\u00f3ria do nosso munic\u00edpio.<\/p>\n<p>A Antiga Usina est\u00e1 em propriedade particular, portato \u00e9 necess\u00e1ria autoriza\u00e7\u00e3o para visitar.<\/p>\n<p>Est\u00e1 localizada nas proximidades da rodovia que liga Formosa a Planaltina-GO, a cerca de 11 Km de Formosa.<\/p>\n<p><strong>Buraco das Araras<\/strong><\/p>\n<p>Localizado a cerca de 16 Km do Distrito Bezerra, Formosa \u2013 GO, (segue-se pela BR-020, sentido Barreiras-BA, entra a esquerda ap\u00f3s 5 Km, por estrada de ch\u00e3o, onde se segue por mais 11 Km) \u00e9 uma das maiores dolinas quartiz\u00edtica do Brasil e a maior do Centro-Oeste com 105 metros de profundidade e 295 metros de largura, tendo em seu meio uma densa floresta \u00famida com samambaias gigantes t\u00edpicas da idade primitiva.<\/p>\n<p>Acredita-se que o buraco tenha se formado com o desmorronamento do teto de uma caverna. Essa \u00e9 a principal tese para o surgimento do buraco, pois em dois lados existem cavernas e o meio do buraco seria o teto que teria desabado a milhares de anos.<\/p>\n<p>A descida pode ser feita atrav\u00e9s de rapel ou escalando atrav\u00e9s do pared\u00e3o de pedras que formam a lateral do buraco, por\u00e9m nesta, \u00e9 necess\u00e1rio muito cuidado, uma vez que o pared\u00e3o \u00e9 muito \u00edngreme e existem muitas pedras soltas, o que torna-se um perigo, pois as mesmas podem cair sobre que est\u00e1 descendo mais abaixo.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, na \u00e9poca das chuvas as pedras se tornam muito escorregadias, fazendo com que o cuidado deve ser redobrado. Embora essa trilha seja perigosa, sendo tomados alguns cuidados \u00e9 poss\u00edvel faz\u00ea-la com seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Quando se desce no Buraco das Araras \u00e9 que temos realmente a no\u00e7\u00e3o de quanto ele \u00e9 grande. Dentro do mesmo existem v\u00e1rias trilhas que ligam uma caverna a outra, passamos debaixo de seus pared\u00f5es, com centenas de metros de altura e rodeados por uma densa floresta, totalmente diferente do cerrado seco e \u00e1rido que encontramos do lado de fora.<\/p>\n<p>Nas cavernas \u00e9 poss\u00edvel encontrar algumas estalactites, estalagmites, mas o que realmente impressiona \u00e9 o lago subterr\u00eao que existe no fundo da maior das cavernas. A \u00e1gua \u00e9 t\u00e3o parada e cristalina que \u00e9 praticamente imposs\u00edvel perceber somente com o olhar onde terminam as pedras e come\u00e7a a \u00e1gua.<\/p>\n<p>\u00c9 um ponto tur\u00edstico digno de visita\u00e7\u00e3o, onde a natureza mostra toda sua for\u00e7a e o homem percebe sua pr\u00f3pria fragilidade.<\/p>\n<p>Apesar das dificuldades de acesso, a visita vale a pena, com certeza.<\/p>\n<p>Um observa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o pode deixar de ser feita, \u00e9 a de n\u00e3o deixar lixo, n\u00e3o somente no Buraco das Araras, mas em todos os locais que frequentamos. Tudo o que produzirmos de lixo deve ser levado embora.<\/p>\n<p><strong>Cachoeira da Gameleira<\/strong><\/p>\n<p>Esta cachoeira recebeu este nome, porque em seu topo existe um antigo e frondoso p\u00e9 de gameleira.<\/p>\n<p>Est\u00e1 localizada em um vale de acesso dific\u00edlimo, com mata de galeira muito densa, sendo preciso passar por vales e serras, al\u00e9m de ser preciso atravessar o rio in\u00fameras vezes.<\/p>\n<p>Na verdade, primeiramente encontrei esta cachoeira olhando as imagens de sat\u00e9lite do Google Earth. Depois com meus companheiros de aventura, Nadir e Junior, fomos ao encontro da tal cachoeira. Depois de muito caminhar, chegando na cachoeira e a primeira coisa que fizemos foi batiz\u00e1-la, com o nome da \u00e1rvore que encontramos pr\u00f3xima a mesma, Gameleira.<\/p>\n<p>A segunda feita que fizemos, ou melhor, tentamos fazer, foi descobrir com se descia na cachoeira, andamos muito entre as enormes rochas da serra e nada de encontrar um bom lugar para descer.<\/p>\n<p>Resolvemos arriscar descer num lugar muito \u00edngrime, mas que dava a impress\u00e3o que poder\u00edamos chegar no final da queda. Conseguimos, mas foi preciso escalar a rocha e fazer rapel por cip\u00f3s e ra\u00edzes.<\/p>\n<p>Descemos no final da queda, mas precis\u00e1vamos voltar, pois a queda maior ficava um pouco acima. Foi necess\u00e1ria outra escalada, por entre pedras lisas e contra a forte correnteza do rio, mas ao chegarmos, todo o nosso esfor\u00e7o foi recompensado com o indescrit\u00edvel visual da Cachoeira da Gameleira.<\/p>\n<p>A cachoeira est\u00e1 dividida em duas quedas, uma ao lado da outra. No final da cachoeira n\u00e3o existe po\u00e7o fundo. O rio continua seu curso por pelo menos mais meia d\u00fazia de quedas menores, por\u00e9m n\u00e3o menos belas.<\/p>\n<p>Ficamos l\u00e1 por um tempo, e depois precis\u00e1vamos voltar. Na volta passamos pelo outro lado da cachoeira, a subida foi mais light, toda feita escalando cip\u00f3s e ra\u00edzes at\u00e9 chegarmos ao cume da cachoeira.<\/p>\n<p><strong>Cachoeira da Santana<\/strong><\/p>\n<p>A cachoeira da Santana \u00e9 uma das maiores e mais belas quedas do munic\u00edpio de Formosa. Por estar em um lugar de dif\u00edcil acesso e dentro de uma propriedade particular, \u00e9 muito pouco conhecida e isso garantiu que o local fosse preservado. Pr\u00f3xima a cachoeira encontra-se uma densa mata virgem e poucos vest\u00edgio de visita\u00e7\u00e3o humana.<\/p>\n<p>A cachoeira \u00e9 formada pelo Rio Paraim, e possui este nome por estar em terras petencentes a antiga \u201cSanata Minera\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>A cachoeira possui duas quedas, a primeira tem cerca de 20 metros de altura e forma um pequeno po\u00e7o no final da queda. A segunda queda \u00e9 a maior, possui aproximadamente 80 metros de altura e ao final existe um grande po\u00e7o, com \u00e1guas agitadas, onde pode-se nadar, tomando alguns cuidados para n\u00e3o chegar muito pr\u00f3ximo do local onde a \u00e1gua da cachoeira cai. Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel praticar a pesca esportiva.<\/p>\n<p>Nem sempre os propriet\u00e1rios autorizam a entrada e o acesso \u00e9 muito dif\u00edcil, mas, recompensado pela beleza e tranq\u00fcilidade do local. A Cachoeira da Santana est\u00e1 a cerca de 16 Km do Distrito Bezerra, Formosa \u2013 GO.<\/p>\n<p><strong>Cachoeira do Bisnau<\/strong><\/p>\n<p>Um lugar onde a natureza densa do cerrado fecha-se sobre um vale rico em \u00e1guas formando \u00e0 cachoeira do Bisnau.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 conhecida como Cachoeir\u00e3o ou Cachoeira da Capetinga por estar localizada na fazenda com o mesmo nome. \u00c9 uma bela queda do munic\u00edpio de Formosa, suas \u00e1guas ao cairem tornam-se brancas devido ao oxig\u00eanio que adquirem, dando \u00e0 cachoeira a apar\u00eancia de um v\u00e9u de noiva. A cachoeira \u00e9 formada pelo Rio Bisnau.<\/p>\n<p>O acesso a cachoeira se d\u00e1 por cima, onde temos \u00f3timos po\u00e7os pr\u00f3prios pra o banho, com profundidades vari\u00e1veis.<\/p>\n<p>Quando chegamos pr\u00f3ximos a queda principal, temos uma vis\u00e3o privilegiada, atrav\u00e9s do mirante natural proporcionado pela cachoeira.<\/p>\n<p>Ao total s\u00e3o 130 metros de desn\u00edvel, num total de seis pequenas quedas d\u2019\u00e1gua ao longo do percurso e ao final temos a grande Cachoeira do Bisnau com 100 metros de queda.<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel descer at\u00e9 a metade da cachoeira, escalando o pared\u00e3o ao lado da mesma ou atrav\u00e9s da pr\u00e1tica de rapel.<\/p>\n<p>Para descer at\u00e9 o final da cachoeira, pode-se utilizar uma trilha \u00edngrime no meio da mata virgem. A descida n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, uma vez que a trilha \u00e9 muito inclinada, longa e escorregadia devido a neblina da cachoeira, mas a descida vale a pena pela paisagem e pela aventura, desde que tomadas todas as medidas de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Est\u00e1 localizada \u00e0s margens da Rodovia BR-020, numa propriedade particular, distante 16 Km do Distrito Bezerra, seguindo mais 03 Km de estrada de terra.<\/p>\n<p><strong>Cachoeira do Brej\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Localizada entre o Distrito Bezerra e o Bisnau, no munic\u00edpio de Formosa-GO, a cachoeira ganhou este nome, porque est\u00e1 numa localidade conhecida como Brej\u00e3o.<\/p>\n<p>O Brej\u00e3o \u00e9 uma \u00e1rea de grande extens\u00e3o, que na \u00e9poca das chuvas transforma-se em brejo. Antigamente, os fazendeiros da regi\u00e3o utilizavam esse local para o cultivo de arroz durante a temporada de chuvas e durante o tempo seco, plantavam feij\u00e3o irrigado. A irriga\u00e7\u00e3o era feita por meio de canais que levavam a \u00e1gua do rio at\u00e9 a \u201cro\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>Hoje n\u00e3o se cultiva mais o arroz e o feij\u00e3o na regi\u00e3o, as planta\u00e7\u00f5es das antigas \u201cro\u00e7as\u201d foram substitu\u00eddas pela cria\u00e7\u00e3o de gado de corte e plantios de soja e milho em lavouras mecanizadas.<\/p>\n<p>A Cachoeira do Brej\u00e3o formada pelo rio que leva o mesmo nome. Ela possui cerca de sete metros de altura e termina num po\u00e7o profundo. A colora\u00e7\u00e3o da \u00e1gua no po\u00e7o \u00e9 esverdeada.<\/p>\n<p>A cachoeira est\u00e1 cercada por mata nativa bem preservada. Logo abaixo da cachoeira, seguindo o curso do rio, existe uma infinidade de samambaias nativas, que formam um belo jardim.<\/p>\n<p>Seguindo-se rio abaixo, depois de caminhar por uns 2 Km, chega-se a Cachoeira da Gameleira. Portanto, quando se vai na Cachoeira do Brej\u00e3o \u00e9 interessante ir tamb\u00e9m \u00e0 da Gameleira, uma vez que est\u00e3o pr\u00f3ximas uma da outra.<\/p>\n<p><strong>Cachoeira do Bonito<\/strong><\/p>\n<p>O Rio Bonito, no munic\u00edpio de Formosa percorre v\u00e1rios kil\u00f4metros, passando por dezenas de fazendas. Em certo ponto, o rio d\u00e1 um grande salto, formando a espetacular Cachoeira do Bonito, onde o rio mostra sua impon\u00eancia atrav\u00e9s da for\u00e7a da \u00e1gua.<\/p>\n<p>Antes da queda principal h\u00e1 v\u00e1rias quedas menores, muito perigosas, pois se algu\u00e9m escorregar e cair no rio, inevitavelmente cair\u00e1 na grande cachoeira, que termina sua queda sobre enormes pedras.<\/p>\n<p>Existe uma cren\u00e7a entre os antigos moradores da regi\u00e3o, que no po\u00e7o formado pela cachoeira existe um monstro. Essa cren\u00e7a, provalmente surgiu devido ao tamanho do po\u00e7o e o constante movimento da \u00e1gua devido \u00e0 queda.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m quando se mergulha no po\u00e7o n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel avistar o fundo, h\u00e1 pared\u00f5es de rocha abaixo d\u2019\u00e1gua que somem de vista devido a profundidade, realmente assustador, principalmente depois de ouvir as hist\u00f3rias dos mais velhos.<\/p>\n<p>Realmente a queda \u00e9 muito linda e ao mesmo tempo imponente! Parece que existe um certo mist\u00e9rio que a envolve, algo que s\u00f3 pode ser explicado por quem v\u00ea a cachoeira. A for\u00e7a da natureza neste local \u00e9 realmente impressionante, esse \u00e9 um dos lugares onde vemos o quanto somos pequenos diante da m\u00e3o do Criador.<\/p>\n<p>A Cachoeira do Bonito est\u00e1 localicada aproximadamente a 30 Km do Distrito Bezerra, em Formosa \u2013 GO, dentro de uma propriedade particular. Quem quiser visit\u00e1-la deve pedir autoriza\u00e7\u00e3o ao propriet\u00e1rio. O percurso dentro da fazenda \u00e9 de cerca de 5 Km por estradas ruins e pouco transitadas, sendo desaconselhada a ida de carro de passeio. A melhor forma de chegar \u00e9 de bicicleta, moto ou a p\u00e9.<\/p>\n<p><strong>Cachoeira da Indai\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Na realidade existem diversas cachoeiras ao longo do Rio Itiquira. A maior e mais conhecida \u00e9 que leva o nome de Cachoeira do Indai\u00e1, ela tem 30 metros de altura. Foi dado esse nome devido \u00e0 ocorr\u00eancia da palmeira indai\u00e1 (baba\u00e7u) em toda a \u00e1rea, que deu nome tamb\u00e9m \u00e0 fazenda onde se situa a cachoeira.<\/p>\n<p>\u00c9 um \u00f3timo lugar pra se visitar. A cachoeira \u00e9 muito procurada para a pr\u00e1tica do rapel. Essa cachoeira tem um plat\u00f4 que divide a descida em duas partes. Alguns se aproveitam do po\u00e7o profundo que existe no final da queda d\u2019\u00e1gua, e dispensam a corda na segunda parte da descida, pulando de aproximadamente dez metros.<\/p>\n<p>Outro atrativo do lugar \u00e9 fazer a Trilha Indai\u00e1-Itiquira, de aproximadamente uma hora, que leva ao topo da Cachoeira do Itiquira, de onde se pode avistar toda a queda al\u00e9m de ser um mirante natural para o belo V\u00e3o do Paran\u00e3. No caminho exitem diversas cachoeiras menores, mas de igual beleza. Na \u00e9poca das chuvas o rio enche bastante, portanto, deve-se escolher bem a data da aventura para torn\u00e1-la mais segura.<\/p>\n<p>Para chegar na Cachoeira do Indai\u00e1 siga de Formosa para Planaltina de Goi\u00e1s e siga as placas de sinaliza\u00e7\u00e3o. O trajeto \u00e9 de aproximadamente 25 Km. \u00c9 necess\u00e1rio o pagamento de uma pequena taxa cobrada pelo propriet\u00e1rio para manuten\u00e7\u00e3o do local.<\/p>\n<p><strong>Cachoeira do Itiquira<\/strong><\/p>\n<p>A mais famosa e visitada atra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica de Formosa. Tamb\u00e9m pudera, s\u00e3o 168 metros de queda livre, a maior acess\u00edvel do Brasil e uma das maiores da Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p><strong>A cachoeira est\u00e1 dentro de uma \u00e1rea protegida:<\/strong>\u00a0O Parque Municipal do Itiquira. Para entrar no parque \u00e9 necess\u00e1rio o pagamento de uma taxa por pessoa.<\/p>\n<p>Na queda da cachoeira existe um grande po\u00e7o, por\u00e9m n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel nadar, devido a for\u00e7a com que a \u00e1gua cai. As pedras pr\u00f3ximas \u00e0 queda s\u00e3o muito escorregadias, portanto, \u00e9 preciso tomar cuidado para n\u00e3o escorregar e se machucar.<\/p>\n<p>A queda oferece um espet\u00e1culo \u00fanico e que vale a pena ser visto. Logo abaixo da cachoeira, o rio forma outros po\u00e7os com pequenas cachoeiras e corredeiras, pr\u00f3prio para nadar e refrescar-se. O rio \u00e9 coberto por uma mata densa e intocada.<\/p>\n<p>No meio dessa mata existe uma trilha, que permite chegar ao topo da cachoeira, por\u00e9m, a subida \u00e9 \u00edngrime e pouco indicada para crian\u00e7as, idosos e quem tem pouco preparo f\u00edsico.<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel chegar \u00e0 Cachoeira do Itiquira por cima, atrav\u00e9s de uma trilha que tem in\u00edcio da Cachoeira do Indai\u00e1, passando pelo vale do Rio Itiquira. S\u00f3 \u00e9 possivel fazer essa trilha \u00e0 p\u00e9, mas \u00e9 uma experi\u00eancia que vale a pena!<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel descer os 168 metro da cachoeira atrav\u00e9s de rapel. O rappel na Cachoeira do Itiquira s\u00f3 \u00e9 permitido atrav\u00e9s da Prefeitura de Formosa, que permite o rappel para grupos portando um termo de responsabilidade.<\/p>\n<p>Para se chegar ao Itiquira, deve-se seguir as placas de indica\u00e7\u00e3o. A cachoeira fica a aproximadamente 35 Km do centro da cidade.<\/p>\n<p><strong>Escorregador<\/strong><\/p>\n<p>O Escorregador \u00e9 uma pedra lisa no leito do Rio Urucuia, onde \u00e9 poss\u00edvel sentar sobre a mesma e descer escorregando rio abaixo, cerca de dez metros, da\u00ed o nome de Escorregador.<\/p>\n<p>No final da pedra h\u00e1 um pequeno po\u00e7o com menos de um metro de profundidade, o que torna a brincadeira menos perigosa para pessoas de todas as idades, que sabem e n\u00e3o sabem nadar.<\/p>\n<p>\u00c9 imposs\u00edvel voc\u00ea ir a este local e n\u00e3o escorregar nesta pedra por diversas vezes, at\u00e9 os adultos voltam a ser crian\u00e7as novamente, tamanha \u00e9 a divers\u00e3o que o local proporciona.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 isso que existe no Escorregador, um pouco acima, existem um s\u00e9rie de cachoeiras, que variam de 1 at\u00e9 3 metros de altura, nas maiores, \u00e9 poss\u00edvel ficar escondido atr\u00e1s da queda d\u2019agua, \u00e9 uma sensa\u00e7\u00e3o muito boa.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das cachoeiras, existe um po\u00e7o um pouco mais acima das mesmas, para nadar. O po\u00e7o tem aproximadamente 4 metros de profundidade, onde \u00e9 poss\u00edvel saltar do barranco do rio, por\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio certificar-se de que n\u00e3o h\u00e1 nada, como galhos ou pedras dentro do po\u00e7o antes de saltar para evitar acidentes.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 importante saltar em p\u00e9, uma vez, que saltando de ponta \u00e9 perigoso bater a cabe\u00e7a em pontas de pedras ou galhos evitando assim um mal maior.<\/p>\n<p>Para se chegar ao escorregador deve-se seguir do Distrito Bezerra, em Formosa \u2013 GO, em dire\u00e7\u00e3o ao Rio Urucuia. Segue-se aproximadamente 15 Km nesta estrada de terra. \u00c9 necess\u00e1rio ir com algu\u00e9m que conhe\u00e7a o lugar uma vez que n\u00e3o h\u00e1 placas indicando sua localiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Gruta das Andorinhas<\/strong><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m conhecida como Buraco das Andorinhas. Tem esse nome devido o grande n\u00famero de andorinhas que vivem e procriam em seu interior.<\/p>\n<p>A Gruta das Andorinhas \u00e9 uma caverna com entrada de formato circular, com aproximadamente 60 metros de largura e 250 metros de profundidade. Ao final, contemplaremos uma linda lagoa subterr\u00e2nea de \u00e1gua cristalina, que mesmo com pouca luz d\u00e1 para ver o fundo. O local \u00e9 pr\u00f3prio para um delicioso banho e para a pr\u00e1tica de flutua\u00e7\u00e3o com colete salva-vidas, mascara de mergulho e snorkel.<\/p>\n<p>A Gruta das Andorinhas \u00e9 muito parecida com o Buraco das Araras,provavelmente tenha surgido da mesma forma que o buraco das araras, ou seja, com o desmorronamento do teto de um gruta h\u00e1 milhares de anos.<\/p>\n<p>Para entrar na Fazenda onde fica a Gruta das Andorinhas \u00e9 necess\u00e1rio o pagamento de uma pequena taxa por pessoa. Caminha-se uns 10 minutos em meio ao cerrado at\u00e9 chegar a Gruta. \u00c9 necess\u00e1rio informar-se com o caseiro ou propriet\u00e1rio sobre a trilha que deve ser seguida para chegar \u00e0 gruta para n\u00e3o se perder no cerrado um vez que a \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o existente \u00e9 grande e tamb\u00e9m devido a exist\u00eancia de diversas serras que costumam desorientar os aventureiros menos experientes!<\/p>\n<p><strong>O caminho para a Gruta das Andorinhas \u00e9 o seguinte:<\/strong>\u00a0Siga de Formosa \u2013 GO, at\u00e9 o Distrito Bezerra. Seguindo mais um pouco, cerca de 5 Km, voc\u00ea avistar\u00e1 uma placa de entrada para o Povoado Barreiro, Buraco das Araras e Gruta das Andorinhas, siga as placas que voc\u00ea n\u00e3o ir\u00e1 se perder. S\u00e3o aproximadamente 12 Km de estrada de terra.<\/p>\n<p><strong>Gruta da Jabuticabeira<\/strong><\/p>\n<p>Sem d\u00favida alguma, \u00e9 um dos pontos tur\u00edsticos mais belos do nosso munic\u00edpio (pode-se perceber pela imagem ao lado).<\/p>\n<p>Quando chega-se ao local, a impress\u00e3o que se tem \u00e9 que estamos vendo uma tela, pintada por um grande artista, tamanha e rara \u00e9 a beleza do lugar.<\/p>\n<p>Ali a natureza mostra todo seu explendor!!! A cor verde da \u00e1gua constrastando com as rochas, as samambaias e os musgos, as estalactites nas mais variadas formas, os periquitos barulhentos que moram na gruta, os morcegos que fazem sobrevoos na \u00e1gua, o barulho da queda \u00e9 tudo t\u00e3o impressionante e perfeito que temos a impress\u00e3o de estarmos em outra dimens\u00e3o.<\/p>\n<p>Para mim \u00e9 o lugar mais bonito do munic\u00edpio de Formosa.<\/p>\n<p>Mas agora vamos falar como \u00e9 essa gruta.<\/p>\n<p>Ela possui aproximadamente 2 Km de extens\u00e3o. Por dentro da gruta passa um rio de \u00e1guas cristalinas e muito frias. Nos primeiros 500 metros da gruta a profundidade do rio \u00e9 menor que um metro, mas quando nos deparamos com a primeira cachoeira dentro da gruta a profundidade aumenta, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel encontrar o fundo do rio, \u00e9 necess\u00e1rio nadar. Depois sai-se desse po\u00e7o e caminha-se mais um pouco e logo se depara com outro po\u00e7o. \u00c9 assim at\u00e9 o final da travessia, ora caminhando, ora nadando.<\/p>\n<p>A travessia \u00e9 muito dif\u00edcil. A escurid\u00e3o no interior da Gruta \u00e9 impressionante, por\u00e9m com boas lanternas \u00e9 poss\u00edvel apreciar as estalactites e estalagmites existentes na gruta. Em alguns pontos a dist\u00e2ncia entre o teto e o piso \u00e9 maior que 20 metros, portanto, em outros, se limita a alguns cent\u00edmetros, por isso \u00e9 preciso tomar muito cuidado.<\/p>\n<p>\u00c9 aconselhado o uso de lanternas presas ao capacete, pois quando \u00e9 preciso nadar, as lanternas devem ser colocadas na boca e com isso \u00e9 muito f\u00e1cil se afogar. Em certos locais, a dist\u00e2cia entre a pedra da gruta e a \u00e1gua \u00e9 t\u00e3o pequena que precisamos mergulhar, e com a lanterna na boca, \u00e9 afogamento na certa.<\/p>\n<p>Outro problema da travessia \u00e9 que em certo ponto, todos os peda\u00e7os de madeira, folhas e materiais que descem com as \u00e1guas do rio se acumulam e n\u00e3o descem com o rio, formando um enorme cord\u00e3o de isolamento, com um cheiro muito ruim e aspecto assustador. A maioria das pessoas, quando chegam a esse ponto da travessia resolvem voltar para tr\u00e1s, caminhando e nadando contra a correnteza.<\/p>\n<p>Quem n\u00e3o quiser se aventurar por dentro da gruta, pode passar por fora, por meio de trilhas de gado que cortam as pastagens e s\u00e3o rodeadas por serras de vegeta\u00e7\u00e3o intocada.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a travessia da caverna existe uma cachoeira de cerca de 8 metros de altura e um po\u00e7o de \u00e1guas transl\u00facidas e rara beleza. Quem atravessa a gruta, inevitavelmente ter\u00e1 que pular esses 8 metros da cachoeira para dentro do po\u00e7o, uma vez que n\u00e3o tem como descer a cachoeira escalando.<\/p>\n<p>A Gruta da Jaboticabeira est\u00e1 localizada a cerca de 12 Km do Distrito Bezerra, Formosa \u2013 GO, seguindo pela GO-468. Est\u00e1 localizada em uma propriedade particular, \u00e9 necess\u00e1ria a autoriza\u00e7\u00e3o do propriet\u00e1rio para visitar a gruta. \u00c9 um local digno de visita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Gruta da Paineira<\/strong><\/p>\n<p>Essa gruta tem esse nome, porque em sua entrada existe um imponente p\u00e9 de paineira.<\/p>\n<p>Quando se chega na entrada da gruta, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel imaginar o que existe dentro dela. A entrada parece apenas um buraco no ch\u00e3o, pois \u00e9 apertada e n\u00e3o parece ser profunda, mas depois de passar por ela, um novo mundo se mostra.<\/p>\n<p>As estalactites s\u00e3o incont\u00e1vies, parecem flechas penduradas no teto, que a qualquer momento v\u00e3o cair sobre quem visita a gruta.<\/p>\n<p>As estalactites do primeiro sal\u00e3o est\u00e3o bem depredadas, sinal da falta de consci\u00eancia dos visitantes. V\u00e1rias est\u00e3o com as pontas quebradas, ou foram arrancadas por completo e est\u00e3o l\u00e1, jogadas no ch\u00e3o. \u00c9 uma pena existirem pessoas que ainda fazem isso.<\/p>\n<p>Mas felizmente, os estalactites e estalagmites que est\u00e3o mais para dentro da gruta s\u00e3o bem preservados.<\/p>\n<p>Na caverna existem muitos, muito morcegos, s\u00e3o os moradores daquele local. Em certos pontos da gruta existem po\u00e7as de fezes desse mam\u00edferos, tamanha quantidade vivem ali.<\/p>\n<p>A gruta est\u00e1 dividida em tr\u00eas enormes sal\u00f5es, sendo que o \u00faltimo tem as maiores e mais belas forma\u00e7\u00f5es, como podemos observar na foto ao lado.<\/p>\n<p>Existem estalagmites com mais de 4 metros de altura, estalactites nos mais impressionantes formatos, forma\u00e7\u00f5es que quando o facho da lanterna passa, elas brilham como o ouro, \u00e9 s\u00f3 vendo para crer, realmente \u00e9 impressionante a beleza daquele lugar.<\/p>\n<p>Est\u00e1 localizada em cima da Gruta da Jabuticabeira, na mesma propriedade, aproximadamente a uns 12 Km do Distrito Bezerra, Formosa-GO. Para visit\u00e1-la \u00e9 necess\u00e1ria autoriza\u00e7\u00e3o do propriet\u00e1rio da fazenda. \u00c9 um lugar que, sem d\u00favida, merece ser visitado.<\/p>\n<p><strong>Lagoa Feia<\/strong><\/p>\n<p>Situa-se a cerca de 5 Km do centro do munic\u00edpio de Formosa-GO. Disp\u00f5e de alguma infra-estrutura de servi\u00e7os como barzinhos, lanchonetes, restaurantes e clubes. Sofre o impacto do adensamento populacional de Formosa.<\/p>\n<p>\u00c9 uma das nascentes do Rio Preto que desagua na bacia do Rio S\u00e3o Francisco, que recebe este nome j\u00e1 Minas Gerais e depois de atravessar o Nordeste vai desaguar no oceano Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p>Faz parte do conjunto de lagoas naturais registrado pela primeira vez pelo historiador Urbano do Couto, no s\u00e9culo XVIII, como ponto de refer\u00eancia dos primeiros bandeirantes que conquistaram o territ\u00f3rio antes pertencentes a tribos ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>Como existem a lagoa Formosa e a Bonita, esta terceira recebeu o nome de Feia pelo fato de estar encravada em meio a uma mata que j\u00e1 foi fechada, o que lhe dava o aspecto escuro que se oporia \u00e0 imagem clara e azulada das outras, mais abertas.<\/p>\n<p>O local apresenta-se aconchegante e convidativo, com um belo projeto de paisagismo realizado pela Prefeitura Municipal de Formosa. \u00c9 poss\u00edvel alugar barcos, jetskys ou pedalinhos para navegar na lagoa. A lagoa \u00e9 cercada por uma dezena de bons restaurantes, pousadas e clubes. \u00c9 um dos principais points da cidade, muito frequentado aos domingos a tarde pelos moradores e turistas.<\/p>\n<p>Com seus 15.000 metros quadrados, toda cercada de mata ciliar bem preservada, com locais de profundidade at\u00e9 10 metros, a lagoa \u00e9 bastante concorrida para a pr\u00e1tica de esportes aqu\u00e1ticos. Em noites de lua cheia, a paisagem \u00e9 indescrit\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>Lajedo<\/strong><\/p>\n<p>A primeira vista, o lajedo parece uma obra humana, diante da perfei\u00e7\u00e3o do acabamento das rochas que cobrem uma grande \u00e1rea no leito do Rio Bisnau.<\/p>\n<p>O rio possui uma cachoeira com cerca de 2 metros de altura e forma lindas cascatas e corredeiras com um desn\u00edvel de 10 metros, terminando em um po\u00e7o de \u00e1guas cristalinas com 03 metros de profundidade.<\/p>\n<p>Est\u00e1 localizado a cerca de 20 Km do Distrito Bezerra, sendo de f\u00e1cil acesso, por estradas sem asfalto.<\/p>\n<p>Para chegar ao Lajedo, \u00e9 necess\u00e1rio pagar uma pequena taxa na sede da fazenda, onde fica localizado.<\/p>\n<p>Da sede da fazenda at\u00e9 o Lajedo se percorre por uma trilha em meio uma mata fechada por cerca de 5 minutos. Pr\u00f3ximo ao lajedo existem algumas cercas feitas de pedra, muito antigas, que podem ser visitadas. \u00c9 incr\u00edvel a perfei\u00e7\u00e3o com que essas pedras s\u00e3o encaixadas para formar a cerca.<\/p>\n<p>O passeio ao Lajedo pode ser incluido na visita ao Buraco das Araras ou Gruta das Andorinhas, pois os tr\u00eas ficam bastante pr\u00f3ximos.<\/p>\n<p><strong>Lajes<\/strong><\/p>\n<p>Trata-se de uma cachoeira com cerca de 5 metros de altura e um pequeno po\u00e7o, com profundidade aproximadada de 4 metros.<\/p>\n<p>As lajes est\u00e3o localizadas logo abaixo da nascente do Rio Crich\u00e1, pr\u00f3ximas ao Distrito Bezerra, em Formosa \u2013 GO.<\/p>\n<p>Est\u00e3o situadas em uma propriedade particular, portanto \u00e9 necess\u00e1ria autoriza\u00e7\u00e3o para a visita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para se chegar as lajes, pode-se fazer a trilha a p\u00e9 ou de bicicleta, aproximadamente 4 Km, passando por estradas, tilhas de gado e um riacho em meio a vegeta\u00e7\u00e3o do cerrado.<\/p>\n<p>O local \u00e9 apropriado para se vistar com a fam\u00edlia, uma vez que oferece todos os tipos de profundidade, tanto para os que sabem nadar, quanto para os que n\u00e3o sabem.<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel saltar de cima da cachoeira, porque o po\u00e7o formado \u00e9 profundo. \u00c9 um bom local para ser visitado. Vale a pena!<\/p>\n<p><strong>Mata da Bica<\/strong><\/p>\n<p>Na verdade Mata da Bica \u00e9 a denomina\u00e7\u00e3o original do Parque Ecol\u00f3gico de Formosa. Ele est\u00e1 localizado no centro da cidade. Possui 25,5 hectares de mata nativa. Constitui-se de uma importante reserva da biodiversidade do ecossistema cerrado.<\/p>\n<p>No seu interior existe uma grande diversidade de aves e macacos que a popula\u00e7\u00e3o da cidade costuma alimentar. Tamb\u00e9m existem algumas nascentes da Bacia do S\u00e3o Francisco. Essas nascentes formam o Lago da Mata da Bica, que despeja suas \u00e1guas no C\u00f3rrego Zefa Gomes, e formam a Lagoa Feia.<\/p>\n<p>A mata da bica \u00e9 toda cercada, para impedir a entrada de pessoas, e assim ajudar a preservar o meio-ambiente daquele local, que \u00e9 bastante fr\u00e1gil e importante para preservar a qualidade do ar da cidade de Formosa.<\/p>\n<p><strong>Po\u00e7o Azul<\/strong><\/p>\n<p>O Po\u00e7o Azul \u00e9 outro local que impressiona, tamanha \u00e9 sua beleza; \u00e9 um lugar surpeendente. Quando voc\u00ea mostra fotos dele para algu\u00e9m, eles duvidam que existe um lugar como esse em Formosa, e o melhor \u00e9 que o acesso a ele \u00e9 muito f\u00e1cil. Pode-se chegar de carro a cerca de 300 metros do po\u00e7o.<\/p>\n<p>Na primeira foto, podemos ver a sombra das \u00e1rvores no fundo do po\u00e7o, olhando assim, parece que ele n\u00e3o \u00e9 fundo, mas chega a 8 metros de profundidade. A \u00e1gua \u00e9 muito cristalina e tem uma cor azulada, devido o fundo calc\u00e1reo do po\u00e7o.<\/p>\n<p>O lugar \u00e9 pr\u00f3prio para para um delicioso banho. Com uso de m\u00e1scara de mergulho e snorkel \u00e9 poss\u00edvel ver v\u00e1rias esp\u00e9cies de peixes e plantas sub-aqu\u00e1ticas.<\/p>\n<p>Quem n\u00e3o sabe nadar pode usar um colete salva-vidas para flutua\u00e7\u00e3o, uma vez que n\u00e3o existe lugar raso para nadar. Todo o po\u00e7o \u00e9 bastante fundo, que n\u00e3o sabe nadar deve tomar bastante cuidado.<\/p>\n<p>A \u00e1gua est\u00e1 sempre limpa e constantemente sendo renovanda, uma vez que o po\u00e7o \u00e9 a nascente do Rio Salobinho. Pode-se ver onde a \u00e1gua nasce, uma fenda escura na rocha do fundo do po\u00e7o.<\/p>\n<p>Logo abaixo do po\u00e7o, corre a \u00e1gua que nasce dentro do mesmo, exitem algumas pequenas cachoeiras, mas \u00e9 dif\u00edcil de chegar a elas, porque a vegeta\u00e7\u00e3o \u00e9 muito densa.<\/p>\n<p>O Po\u00e7o Azul surge no meio do cerrado, quem passa pela estrada n\u00e3o consegue imaginar que ali existe esse lugar expl\u00eandido.<\/p>\n<p>Para chegar ao Po\u00e7o Azul, deve-se chegar ao Distrito Bezerra, em Formosa \u2013 GO, e seguir por 35 Km pela estrada de terra que leva ao Rio Urucuia. \u00c9 necess\u00e1rio ir com algu\u00e9m que conhe\u00e7a o local, pois n\u00e3o existem placas de indica\u00e7\u00e3o. Como o po\u00e7o fica dentro de uma propriedade particular, \u00e9 necess\u00e1ria autoriza\u00e7\u00e3o para vist\u00e1-lo<\/p>\n<p><strong>Rio Urucuia<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 um dos tr\u00eas grandes rios do munic\u00edpio de Formosa. O Urucuia \u00e9 bastante conhecido por ser bom para pescaria, mas atualmente, os peixes est\u00e3o sumindo, muitos usam redes, tarrafas e fazem arrast\u00f5es, al\u00e9m de n\u00e3o respeitar o tamanho m\u00ednimo dos peixes para a pesca. Embora haja fiscaliza\u00e7\u00e3o, a mesma \u00e9 insuficiente, pois o rio \u00e9 longo e os fiscais s\u00e3o poucos.<\/p>\n<p>Em alguns locais o rio est\u00e1 sendo assoriado, porque as matas ciliares est\u00e3o sendo substitu\u00eddas por pastagens para o gado, ou pela agricultura. Nas grandes enchentes do rio, a terra solta nas laterais do seu leito devido a explora\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria indiscriminada acaba caindo no seu leito, fazendo com que os po\u00e7os mais profundos sejam cobertos de terra, alterando completamente a vida do rio.<\/p>\n<p>O Rio Urucuia nasce pr\u00f3ximo ao Distrito Bezerra, em Formosa-GO, desagua no Rio Preto que mais adiante passa a fazer parte da Bacia do S\u00e3o Francisco.<\/p>\n<p><strong>Selva de Pedras<\/strong><\/p>\n<p>Est\u00e1 localizada em uma propriedade particular, distante aproximadamente 10 Km do Distrito Bezerra, Formosa-GO.<\/p>\n<p>Encontra em bom estado de conserva\u00e7\u00e3o, uma vez que \u00e9 imposs\u00edvel a utiliza\u00e7\u00e3o do local para a explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola ou pecu\u00e1ria, devido ao relevo acentuado do terreno.<\/p>\n<p>O nome \u201cSelva de Pedras\u201d \u00e9 devido ao formato das rochas do local. S\u00e3o pedras calc\u00e1reas, que ao longo dos milhares de anos foram gastas pelos ventos e pela chuva, ganhando os mais inusitados formatos.<\/p>\n<p>Algumas se elevam do ch\u00e3o com alguns metros de altura como colunas de uma constru\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, s\u00e3o todas retorcidas e possuem divesas sali\u00eancias em suas paredes.<\/p>\n<p>A colora\u00e7\u00e3o vai do cinza escuro ao branco, contrastando com o verde da vegeta\u00e7\u00e3o do cerrado.<\/p>\n<p><strong>S\u00edtio Arqueol\u00f3gico do Bisnau<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 um dos mais conhecidos e visitados s\u00edtios arqueol\u00f3gicos do munic\u00edpio de Formosa, mas mesmo assim, infelizente, n\u00e3o existe nenhum tipo de prote\u00e7\u00e3o para preservar esse patrim\u00f4nio hist\u00f3rico.Neste s\u00edtio, as imagens rupestres s\u00e3o grafadas em baixo relevo e possuem um tom monocrom\u00e1tico. Existe uma diversidade muito grande de imagens, alguns estudiosos dizem que elas representam as constela\u00e7\u00f5es, antigas habita\u00e7\u00f5es, animais, mapas ou roteiros da regi\u00e3o, mas isso s\u00e3o apenas hip\u00f3teses.<\/p>\n<p>Outra coisa que tamb\u00e9m intriga \u00e9 como esses desenhos foram feitos na rocha dura em um tempo que n\u00e3o existiam ferramentas sofisticadas.<\/p>\n<p>O s\u00edtio est\u00e1 em uma pedra levemente inclinada, em meio a vegeta\u00e7\u00e3o do cerrado, de cor escura, por onde na \u00e9poca das chuva mina um pequeno risco de \u00e1gua. Quando nos aproximamos da rocha \u00e9 poss\u00edvel ver os in\u00fameros desenhos grafados na rocha.<\/p>\n<p>Existem v\u00e1rias formas de desenhos, muitos se repetem, mas grande parte \u00e9 grafada uma \u00fanica vez. Olhando os desenhos, n\u00e3o nos \u00e9 poss\u00edvel interpretar o que os desenhos querem dizer ou representar, pois possuem formas abstratas e irregulares.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 outro local interessante do munic\u00edpio de Formosa, digno de visita\u00e7\u00e3o. Est\u00e1 localizado em uma propriedade particular, portanto \u00e9 necess\u00e1ria autoriza\u00e7\u00e3o para visit\u00e1-lo. Para chegar ao S\u00edtio Arqueol\u00f3gico do Bisnau, siga a BR-020, passado pelo Distrito Bezerra e seguindo at\u00e9 o Bisnau. Entre \u00e0 direita nas primeiras pamonharias e siga as placas de sinaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>S\u00edtio Arqueol\u00f3gico Toca da On\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m conhecida como Pedreira Toca da On\u00e7a, localiza-se a 8 Km de Formosa, sendo 1 Km de asfalto e o restantes de estrada de terra.<\/p>\n<p>S\u00e3o diversas grutas calc\u00e1reas, que podem ser exploradas atrav\u00e9s de uma trilha. Nestas grutas, podem ser apreciados v\u00e1rios estalactites e estalagmites, al\u00e9m de v\u00e1rias pinturas rupestres de colora\u00e7\u00e3o vermelha, amarela e preta.<\/p>\n<p>N\u00e3o se deve confundir esse Sitio Arqueol\u00f3gico Toca da On\u00e7a com a Toca da On\u00e7a que existe na Fazenda Capetinga, s\u00e3o locais distintos.<\/p>\n<p><strong>Toca da On\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>Em meio a uma vegeta\u00e7\u00e3o fechada de mata, surge uma grande pedreira calc\u00e1rea onde existe um tunel natural que permite a passagem de um lado para o outro.<\/p>\n<p>O nome Toca da On\u00e7a sugiu dos antigos propriet\u00e1rios de fazendas pr\u00f3xima ao local, pois afirmavam que ali era a moradia de on\u00e7as que costumavam atacar o gado. Era comum a pr\u00e1tica de emboscadas com armas de fogo e c\u00e3es para ca\u00e7ar as on\u00e7as na caverna pois davam preju\u00edzo ao atacar o gado.<\/p>\n<p>Hoje podemos visitar a Toca da On\u00e7a sem medo das on\u00e7as, que j\u00e1 n\u00e3o existem mais no local. O que existem s\u00e3o v\u00e1rias estalactites e estalagmites que formam se formando ao longo dos s\u00e9culos.<\/p>\n<p>A caverna tem cerca de 200 metros de comprimento. Quando se entra numa extremidade da caverna, \u00e9 poss\u00edvel ver a luz que entra na outra extremidade (foto ao lado), mas mesmo assim, \u00e9 necess\u00e1rio o uso de lanternas, uma vez que seu interior \u00e9 bem escuro e existem v\u00e1rias pedras desuniformes e soltas na caverna.<\/p>\n<p>Est\u00e1 localizada \u00e0 margem direita da BR-020, aproximadamente 18 Km depois do Distrito Bezerra, em Formosa \u2013 GO, na Fazenda Capetinga. Como est\u00e1 numa propriedade particular, \u00e9 necess\u00e1ria autoriza\u00e7\u00e3o para visit\u00e1-la.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.pastcities.com\/formosa.go.gov.br\/pedalaformosa.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Formosa &#8211; Cidade Formosa\u00a0\u00e9 uma cidade localizada no nordeste do estado de Goi\u00e1s. Situa-se a 70 km de Bras\u00edlia, e a 272 km de Goi\u00e2nia. Formosa, com origem no s\u00e9culo XVIII, \u00e9 conhecida por sua localiza\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica na divisa dos estados de Goi\u00e1s e Bahia. 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