{"id":40530,"date":"2016-06-03T14:38:19","date_gmt":"2016-06-03T14:38:19","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=40530"},"modified":"2016-06-03T14:42:59","modified_gmt":"2016-06-03T14:42:59","slug":"piramides-do-egito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/piramides-do-egito","title":{"rendered":"Pir\u00e2mides do Egito"},"content":{"rendered":"<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ppirami15.jpg\" alt=\"Pir\u00e2mides do Egito\" title=\"Pir\u00e2mides do Egito\" \/><strong><br \/>\n     Pir\u00e2mides do Egito<\/strong><\/p>\n<p>As <strong>tr\u00eas pir\u00e2mides do Egito<\/strong> ocupam merecidamente o primeiro      lugar da rela\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Constru\u00eddas entre 2551 e 2495 a.C. para servirem de t\u00famulo aos fara\u00f3s, s\u00e3o      tamb\u00e9m os mais antigos dos sete monumentos. <\/p>\n<p>Prova do alto n\u00edvel da ci\u00eancia e tecnologia do Antigo Egito, com solu\u00e7\u00f5es      de engenharia admir\u00e1veis para qualquer \u00e9poca e lugar, erguem-se imponentes      na plan\u00edcie de Giz\u00e9, a 15 quil\u00f4metros do Cairo. <\/p>\n<p>A maior \u00e9 a de Qu\u00e9ops, o segundo rei da IV dinastia. Segundo o historiador      grego Her\u00f3doto, sua constru\u00e7\u00e3o mobilizou 100 mil trabalhadores durante vinte      anos.<\/p>\n<p>Com 146 metros de altura &#8211; o equivalente a um edif\u00edcio de 48 andares &#8211; ,      foi a primeira a ser constru\u00edda, com mais de 2 milh\u00f5es de blocos de pedra.<\/p>\n<p>As pir\u00e2mides tinham, inicialmente, uma base hexagonal, isto \u00e9, de seis lados.    <\/p>\n<p>A partir da pir\u00e2mide monumental (que n\u00e3o faz parte das sete maravilhas),      atribu\u00edda ao rei Snefru, a estrutura b\u00e1sica alargou-se at\u00e9 se transformar      num bloco compacto de alvenaria com oito terra\u00e7os, preenchidos com blocos      de pedra que se encaixavam perfeitamente, formando um aclive em degraus.<\/p>\n<p>Recoberta a constru\u00e7\u00e3o com uma massa lisa de pedra calc\u00e1ria, resultou uma      verdadeira pir\u00e2mide geom\u00e9trica.<\/p>\n<p><strong>Um pouco menor que a de Qu\u00e9ops, a pir\u00e2mide de Fara\u00f3 Qu\u00e9fren tinha      143 metros de altura: <\/strong>a terceira, de Miquerinos, 66 metros.<\/p>\n<p>Provavelmente, os pr\u00f3prios fara\u00f3s, foram os arquivos das suas pir\u00e2mides,      onde, segundo a cren\u00e7a, eles ressuscitariam. <\/p>\n<p>O apogeu do poder real no Egito deu-se justamente no per\u00edodo correspondente      \u00e0 IV dinastia, quando a centraliza\u00e7\u00e3o era a marca registrada do sistema pol\u00edtico.<\/p>\n<h4>Porque foram constru\u00eddas as Pir\u00e2mides do Egito<\/h4>\n<p>No per\u00edodo pr\u00e9-din\u00e1stico, ou seja, anterior ao ano 2920 a.C., os corpos eram      enterrados em covas retangulares ou ovais cavadas na areia. <\/p>\n<p>O cad\u00e1ver era colocado de lado, numa postura fetal, enrolado numa esteira      de junco e ao seu redor eram dispostos alguns pertences pessoais como pulseiras,      colares, instrumentos de ca\u00e7a e vasos contendo comida e bebida. <\/p>\n<p>\u00c0s vezes tais sepulturas eram revestidas com pranchas de madeira unidas nos      cantos por meio de tiras de couro, formando uma esp\u00e9cie de caix\u00e3o ao redor      do corpo. A areia ardente e seca conservava naturalmente o corpo. <\/p>\n<p>O calor da areia absorvia a umidade, sem a qual as bact\u00e9rias n\u00e3o podiam proliferar      e provocar a decomposi\u00e7\u00e3o. Essa forma humilde de sepultamento, ironicamente,      preservava o corpo em melhores condi\u00e7\u00f5es do que o mais elaborado dos t\u00famulos      e as mais custosas t\u00e9cnicas de mumifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por cima de tais sepulcros n\u00e3o existia, provavelmente, nenhum tipo de constru\u00e7\u00e3o,      a n\u00e3o ser, talvez, um monte de areia escorado lateralmente por estruturas      de madeira. <\/p>\n<p>\u00c9 claro que a fragilidade desse esquema permitia que a areia se dissipasse      e que o cad\u00e1ver e seus pertences ficassem muitas vezes expostos e se danificassem      ou at\u00e9 mesmo se destruissem, caso n\u00e3o fossem novamente enterrados, o que raramente      ocorria.<\/p>\n<p>No in\u00edcio da era din\u00e1stica os fara\u00f3s e os nobres da corte procuraram evitar      a destrui\u00e7\u00e3o de seus t\u00famulos, construindo sobre eles uma estrutura que ficou      mo-dernamente conhecida com o nome de mastaba (foto acima). <\/p>\n<p>Essa forma evoluiu no decorrer da III dinastia \u0097 no que se refere aos      fara\u00f3s \u0097 para a pir\u00e2mide de degraus e, na dinastia seguinte, para a pir\u00e2mide      verdadeira. <\/p>\n<p><strong>Dois fatores importantes influenciaram o desevolvimento da arquitetura      das primitivas sepulturas eg\u00edpcias:<\/strong> a necessidade de prover prote\u00e7\u00e3o      suficiente para o corpo e a cren\u00e7a de que a tumba deveria suprir seu propriet\u00e1rio      com as necessidades b\u00e1sicas do al\u00e9m-t\u00famulo.<\/p>\n<p>A egiptologia tradicional afirma que as pir\u00e2mides, a despeito das diversas      teorias existentes, nada mais eram do que t\u00famulos dos fara\u00f3s. <\/p>\n<p>Os argumentos apresentados s\u00e3o o fato de todas elas conterem sarc\u00f3fagos e      estarem situadas na margem oeste do Nilo, onde tradicionalmente os eg\u00edpcios      enterravam seus mortos. Al\u00e9m disso, eram edificadas em grupos e faziam parte      de um amplo cemit\u00e9rio que incluia templos mortu\u00e1rios e t\u00famulos de membros      da fam\u00edlia real, de cortes\u00e3os, de numerosos sacerdotes e oficiais. <\/p>\n<p>O interior da Grande Pir\u00e2mide, por exemplo, sustenta a arqueologia cl\u00e1ssica,      \u00e9 formado apenas por um meio de acesso e pela c\u00e2mara funer\u00e1ria propriamente      dita. <\/p>\n<p>Nessa, o teto em ponta e as lajes de granito que o formam visam apenas suportar      o enorme peso que se abate sobre ele. A passagem que leva \u00e0 c\u00e2mara funer\u00e1ria      amplia-se na sua parte superior para permitir que a estreita passagem de acesso      \u00e0 c\u00e2mara pudesse ser selada com gigantescas portas levadi\u00e7as. <\/p>\n<p>O desenho do interior do monumento apenas parece complicado porque seu projeto      foi alterado v\u00e1rias vezes durante a constru\u00e7\u00e3o. Os assim chamados &#8220;condutos      de ventila\u00e7\u00e3o&#8221; podem ter sido concebidos como meio simb\u00f3lico de sa\u00edda      para o esp\u00edrito do fara\u00f3 morto.<\/p>\n<p>Os estudos arqueol\u00f3gicos sugerem que as diferentes estruturas edificadas      sobre os t\u00famulos eram entendidas como s\u00edmbolos do monte primevo que emergiu      das \u00e1guas do caos quando o mundo foi criado. <\/p>\n<p>Acreditava-se que naquele monte \u0097 ensina o arque\u00f3logo I.E.S.Edwards      \u0097 Atum, o deus da cria\u00e7\u00e3o, havia se manifestado pela primeira vez e criado      o universo. <\/p>\n<p>Ele \u00e9, portanto, o s\u00edmbolo da exist\u00eancia, em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 n\u00e3o exist\u00eancia e,      consequentemente, quando colocado sobre a sepultura ou incorporado \u00e0 tumba,      imaginava-se que pudesse servir como uma potente fonte de magia pela qual      o morto poderia esperar receber a renova\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia.<\/p>\n<p>Estudiosos sugeriram que todas as pir\u00e2mides, escalonadas ou n\u00e3o, eram representa\u00e7\u00f5es      monumentais do monte primevo, mas h\u00e1 tamb\u00e9m quem diga que o simbolismo foi      mudando e, em consequ\u00eancia, o formato dos t\u00famulos foi sendo alterado. <\/p>\n<p>Assim, embora as mastabas talvez representassem realmente o monte primevo,      j\u00e1 a pir\u00e2mide de degraus de Djoser teria outro significado. Os textos das      pir\u00e2mides sugerem que uma das diferentes maneiras pelas quais o rei morto      poderia atingir os c\u00e9us seria por meio de uma escada. <\/p>\n<p><strong>Uma de tais inscri\u00e7\u00f5es afirma: <\/strong>Uma escada para o c\u00e9u foi      colocada para ele [i.e. o rei], de forma a que ele pudesse subir aos c\u00e9us      atrav\u00e9s dela.<\/p>\n<p>Pela l\u00f3gica eg\u00edpcia, um modelo incorporava as propriedades m\u00e1gicas atribu\u00eddas      ao objeto que representava. Assim sendo, atrav\u00e9s da pir\u00e2mide o rei estaria      habilitado a subir aos c\u00e9us e a retornar ao t\u00famulo quando desejasse, para      usufruir das oferendas deixadas por seus familiares e pelos sacerdotes.<\/p>\n<p><strong>O grande egipt\u00f3logo J.H. Breasted disse o seguinte a respeito da      import\u00e2ncia das pir\u00e2mides:<\/strong> A forma piramidal do t\u00famulo real tem o      mais relevante significado religioso. <\/p>\n<p>O rei era enterrado sob o pr\u00f3prio s\u00edmbolo do deus-Sol, que ficava no santo      dos santos do templo do Sol em Heli\u00f3polis, um s\u00edmbolo sobre o qual, desde      o dia em que criara os deuses, ele estava acostumado a se manifestar sob a      forma de uma f\u00eanix; e quando em propor\u00e7\u00f5es montanhosas a pir\u00e2mide erguia-se      acima da sepultura do rei, dominando a cidade real abaixo e o vale adiante      por muitas milhas, era o mais alto objeto a saudar o deus-Sol em toda a terra      e seus raios matinais resplandescendo em seu brilhante cume bem antes dissipava      as sombras nas moradas dos humildes mortais abaixo. <\/p>\n<p>Frequentemente os textos das pir\u00e2mides descrevem o rei ascendendo aos c\u00e9us      nos raios do Sol. <\/p>\n<p><strong>Um trecho diz o seguinte: <\/strong>Eu trilhei estes teus raios como      se fossem uma rampa sob meus p\u00e9s e por ela subi at\u00e9 minha m\u00e3e, o Uraeus vivo      da testa de R\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Outra inscri\u00e7\u00e3o diz: <\/strong>Os c\u00e9us solidificaram para ti os raios      do Sol, para que tu possas ascender aos c\u00e9us como o olho de R\u00e1.<\/p>\n<p>Parece, assim, que as pir\u00e2mides verdadeiras poderiam ser \u0097 na tica eg\u00edpcia      \u0097 uma representa\u00e7\u00e3o material dos raios do Sol e, consequentemente, um      meio pelo qual o rei morto pudesse subir aos c\u00e9us.<\/p>\n<p>Elas teriam, portanto, um prop\u00f3sito pr\u00e1tico, bem de acordo com a praticidade      inerente ao esp\u00edrito do povo eg\u00edpcio. <\/p>\n<p>Aqui, como no caso das pir\u00e2mides escalonadas, o que estava por tr\u00e1s de tudo      era a id\u00e9ia de que modelos representavam objetos reais. E um modelo, \u0097      esclarece I.E.S.Edwards \u0097 quer fosse a est\u00e1tua de pedra de uma pessoa      ou uma cena esculpida em relevo, era considerado possuidor de todas as virtudes      do objeto real que representava. <\/p>\n<p>O tamanho n\u00e3o era um fator de import\u00e2ncia primordial para a efic\u00e1cia do substituto      e essa pode ter sido uma das raz\u00f5es para o r\u00e1pido decl\u00ednio das dimens\u00f5es das      pir\u00e2mides ap\u00f3s os tempos de K\u00e9ops e K\u00e9fren.<\/p>\n<h4>Como foram constru\u00eddas as Pir\u00e2mides do Egito<\/h4>\n<p>Na realidade n\u00e3o existem registros escritos que expliquem como as pir\u00e2mides      foram constru\u00eddas e, portanto, tudo o que se diga a respeito n\u00e3o passa de      especula\u00e7\u00e3o, ainda que baseada em ind\u00edcios. Na vis\u00e3o de Her\u00f3doto, turmas de      100 mil trabalhadores, revezando-se em turnos que duravam tr\u00eas meses, levaram      20 anos para construir a Grande Pir\u00e2mide. Atualmente os egiptologistas acreditam      que aquele monumento foi edificado por um n\u00famero menor de trabalhadores e      em menos tempo. <\/p>\n<p>A id\u00e9ia de que as pir\u00e2mides foram constru\u00eddas por escravos para um fara\u00f3      tir\u00e2nico est\u00e1 hoje descartada. \u00c9 improv\u00e1vel que os eg\u00edpcios tivessem escravos      naquela \u00e9poca, pois sua sociedade era basicamente composta por camponeses.      Impossibilitados de trabalhar nos campos durante tr\u00eas meses do ano por causa      da inunda\u00e7\u00e3o, esses homens estavam condenados ociosidade nesse per\u00edodo. O      empenho que demonstravam na constru\u00e7\u00e3o das pir\u00e2mides pode ser explicado pelo      fato de que acreditavam que o fara\u00f3 era um deus e ajudar a construir o seu      t\u00famulo era, antes de tudo, uma honra.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos camponeses que executavam um trabalho puramente bra\u00e7al, havia muito      mais pessoas com habilidades espec\u00edficas envolvidas no empreendimento. A enorme      demanda de pedras exigia especialista na tarefa de extra\u00ed-las, os quais trabalhavam      em turmas. Eles pintavam nas pedras, com ocre vermelho, o nome de suas turmas.      Turma da Pir\u00e2mide de Degraus, Turma Vigorosa, Turma do Norte, Turma do Sul      e Turma do Cetro, por exemplo, s\u00e3o alguns dos nomes encontrados nas pedras      de revestimento da pir\u00e2mide de Meidum. <\/p>\n<p><strong>Na Grande Pir\u00e2mide pode-se ler em um dos blocos:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Turma dos Artes\u00e3os. Qu\u00e3o poderosa \u00e9 a Coroa Branca de Khnum Khufu!. Tamb\u00e9m        era necess\u00e1rio que as pedras fossem transformadas em blocos e recebessem        acabamento de outros tantos mestres e, finalmente, homens h\u00e1beis na arte        da costru\u00e7\u00e3o acentavam os blocos com precis\u00e3o.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Embora a maioria da for\u00e7a-tarefa envolvida com o deslocamento das pedras      s\u00f3 entrasse em a\u00e7\u00e3o quando n\u00e3o havia o que fazer nos campos, os demais oper\u00e1rios      estavam permanentemente dedicados ao seu trabalho, seja nas pedreiras, seja      no monumento em si. A oeste da pir\u00e2mide de K\u00e9fren foram desenterrados alojamentos      para 4000 homens, cifra que talvez represente o n\u00famero total de oper\u00e1rios      permanentes, e as ferramentas l\u00e1 encontradas sugerem que se destinavam a abrigar      os trabalhadores das pir\u00e2mides.<\/p>\n<p>Uma grande quantidade de estudo e planejamento deve ter sido necess\u00e1ria antes      de que qualquer constru\u00e7\u00e3o tomasse forma. Esbo\u00e7os encontrados de outros monumentos      sugerem que eles tevem ter feito plantas e existem modelos em pedra calc\u00e1ria      de diversas pir\u00e2mides, os quais podem ter sido auxiliares do projeto arquitet\u00f4nico.      Algum conhecimento de matem\u00e1tica, geometria e astronomia tamb\u00e9m era requerido      para calcular os \u00e2ngulos da pir\u00e2mide.<\/p>\n<h4>ERRO DE INCLINA\u00c7\u00c3O MEDIDA DE DIST\u00c2NCIA<\/h4>\n<p>Conv\u00e9m lembrar que um pequen\u00edssimo erro no \u00e2ngulo de inclina\u00e7\u00e3o de uma pir\u00e2mide      resultaria num desalinhamento consider\u00e1vel das arestas do v\u00e9rtice (figura      \u00e0 esquerda). Outro ponto que chama a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 que algumas das medidas desses      monumentos revelam um uso exato de Pi. A altura da pir\u00e2mide de K\u00e9ops, por      exemplo, \u00e9 igual ao per\u00edmetro da sua base dividida por 2 Pi. <\/p>\n<p>Uma vez que o conhecimento matem\u00e1tico dos antigos eg\u00edpcios n\u00e3o era suficiente      para que eles chegassem a resultados como esse por meio de c\u00e1culo, os estudiosos      acreditam que tal precis\u00e3o foi alcan\u00e7ada emp\u00edricamente atrav\u00e9s, por exemplo,      da medi\u00e7\u00e3o de dist\u00e2ncias usando-se a contagem das rota\u00e7\u00f5es de um objeto cil\u00edndrico      como um tambor (figura \u00e0 direita).<\/p>\n<p><strong>Na escolha do local para constru\u00e7\u00e3o das pir\u00e2mides, os eg\u00edpcios levavam      em conta alguns fatores principais:<\/strong> ele deveria estar situado na      margem oeste do Nilo \u0097 o lado onde o Sol se p\u00f5e \u0097; deveria ficar      bem acima do n\u00edvel do rio, mas n\u00e3o muito longe de sua margem; o substrato      rochoso deveria ser isento de defeitos ou de tend\u00eancia para rachadura e, finalmente,      situar-se a pouca dist\u00e2ncia da capital. <\/p>\n<p>Saqqara e Abusir, por exemplo, localizavam-se junto a M\u00eanfis; Abu Rawash      cerca de 27 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia ao norte e Dahshur a apenas oito quil\u00f4metros      ao sul; Meidum ficava a 53 quil\u00f4metros de M\u00eanfis, mas ali apenas uma pir\u00e2mide      foi erguida. A proximidade do rio era um fator importante, pois muitas das      pedras utilizadas na constru\u00e7\u00e3o de todos os monumentos que compunham o complexo      piramidal eram trazidas das pedreiras por via fluvial.<\/p>\n<p>Encontrado o local, removia-se a grossa camada superficial de areia eNIVELAMENTO      DO TERRENO cascalho, para que o monumento assentasse sobre um firme alicer-ce      rochoso. Come\u00e7ava ent\u00e3o o nivelamento e alisamento da rocha. A precis\u00e3o com      que se realizava tal trabalho \u00e9 demons-trada pela Grande Pir\u00e2mide, na qual      o per\u00edmetro da base tem um pequeno desvio de pouco mais de meia polegada com      rela\u00e7\u00e3o ao que seria um nivelamento absoluto. <\/p>\n<p>O emprego de canais na irriga\u00e7\u00e3o dos campos, desde muito antes da era das      pir\u00e2mides, ensinou a gera\u00e7\u00f5es de eg\u00edpcios as t\u00e9cnicas de nivelamento. Para      nivelar uma \u00e1rea como a base de uma pir\u00e2mide \u0097 esclarece o egipt\u00f3logo      I.E.S.Edwards \u0097 deve ter sido necess\u00e1rio rode\u00e1-la pelos quatro lados      com mont\u00edculos baixos de lodo do Nilo, preencher o fosso assim formado com      \u00e1gua e cortar uma rede de regos na rocha, de tal maneira que o piso de cada      sulco ficasse a uma mesma profundidade com rela\u00e7\u00e3o superf\u00edcie da \u00e1gua; os      espa\u00e7os intermedi\u00e1rios podiam, ent\u00e3o, ser nivelados ap\u00f3s a \u00e1gua ter sido liberada.    <\/p>\n<p><strong>Em outras palavras:<\/strong> enchia-se de \u00e1gua uma rede de sulcos      escavados na rocha em toda a extens\u00e3o das funda\u00e7\u00f5es e marcava-se na pedra      as linhas da superf\u00edcie da \u00e1gua (1); secavam-se os sulcos (2); talhavam-se      as pedras que excedessem o n\u00edvel marcado (3) e enchia-se os espa\u00e7os vazios      com pedras (4). <\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica efetiva \u0097 esclarece ainda I.E.S.Edwards \u0097 a \u00e1rea total      coberta pela pir\u00e2mide n\u00e3o era sempre reduzida ao mesmo n\u00edvel do per\u00edmetro;      como mostra a Grande Pir\u00e2mide, um monte de rocha podia ser deixado no centro      para ser usado em est\u00e1gio posterior do trabalho de constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ppirami27.jpg\" alt=\"Pir\u00e2mides do Egito\" width=\"307\" height=\"279\" title=\"Pir\u00e2mides do Egito\" \/><\/p>\n<p>A \u00faltima das preliminares consistia em fazer uma acurada medi\u00e7\u00e3o para que      a base da pir\u00e2mide formasse um quadrado perfeito e cada um de seus lados estivesse      orientado para um dos quatro pontos cardeais. A unidade de medida era o c\u00fabito      real, equivalente a cerca de 52 cent\u00edmetros. <\/p>\n<p>Cordas de medi\u00e7\u00e3o \u0097 prossegue I.E.S.Edwards \u0097 eram feitas com fibras      de palmeira ou de linho, sendo que ambas certamente se esticavam quando usadas;      portanto, \u00e9 altamente surpreendente que possa haver uma diferen\u00e7a de apenas      20 cent\u00edmetros entre os comprimentos dos lados maior e menor da Grande Pir\u00e2mide      \u0097 na realidade, parece not\u00e1vel que em lados que excedem 22860 cent\u00edmetros      de extens\u00e3o possa ter ocorrido um erro t\u00e3o pequeno, especialmente quando nos      lembramos de que o monte central de rocha teria tornado impratic\u00e1vel qualquer      medi\u00e7\u00e3o da diagonal para verificar a precis\u00e3o do quadrado. <\/p>\n<p>A orienta\u00e7\u00e3o exata das pir\u00e2mides com rela\u00e7\u00e3o aos pontos cardeais s\u00f3 pode      ter sido obtida com a ajuda de um ou mais dos corpos celestes, uma vez que      a b\u00fassola era desconhecida dos antigos eg\u00edpcios. N\u00e3o foi poss\u00edvel determinar      com exatid\u00e3o quantos ou quais dos corpos celestes eram empregados nesse processo,      mas \u00e9 l\u00f3gico que bastava estabelecer a orienta\u00e7\u00e3o de um dos lados, j\u00e1 que      a dos demais se fixava naturalmente com o uso de um esquadro. Outras constru\u00e7\u00f5es      da mesma \u00e9poca, cujos cantos formam \u00e2ngulos retos perfeitos, demonstram que      esse \u00faltimo instrumental existia.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo em que os trabalhos preparat\u00f3rios ocorriam no local do monumento,      os alicerces da cal\u00e7ada iam sendo assentados. E isso era feito nessa fase      porque quase todas as pedreiras que forneciam material localizavam-se pr\u00f3ximas      das margens do Nilo, da mesma forma que as pir\u00e2mides. Assim sendo, o rio podia      ser empregado para o transporte das pedras por meio de balsas. J\u00e1 que cada      pir\u00e2mide dispunha de uma cal\u00e7ada que a ligava ao Nilo, a qual se destinava      \u00e0 passagem do cortejo f\u00fanebre, esse era tamb\u00e9m um caminho conveniente para      que nele se arrastasse uma esp\u00e9cie de tren\u00f3 contendo os enormes blocos de      pedra e, portanto, a base da cal\u00e7ada deveria estar conclu\u00edda antes da edifica\u00e7\u00e3o      da pir\u00e2mide.<\/p>\n<p><strong>Existem duas vantagens principais no emprego de enormes blocos de      pedra na constru\u00e7\u00e3o de monumentos grandiosos como eram as pir\u00e2mides e templos      eg\u00edpcios:<\/strong> obten\u00e7\u00e3o de maior estabilidade e redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de jun\u00e7\u00f5es      a serem feitas. <\/p>\n<p><strong>O arque\u00f3logo I.E.S.Edwards escreveu:<\/strong> K\u00e9ops, que deve ter      sido um megaloman\u00edaco, jamais poderia, durante um reinado de cerca de 23 anos,      ter erigido um monumento do tamanho e durabilidade da Grande Pir\u00e2mide se avan\u00e7os      t\u00e9cnicos n\u00e3o tivessem permitido a seus trabalhadores lidar com pedras de t\u00e3o      consider\u00e1vel peso e dimens\u00f5es. Qu\u00e3o completamente eles dominaram essa arte      pode ser medido pela observa\u00e7\u00e3o de Petrie de que as jun\u00e7\u00f5es no revestimento      da Grande Pir\u00e2mide medem apenas um quinquag\u00e9simo de polegada de espessura.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de saberem manusear pedras t\u00e3o imensas, os eg\u00edpcios tamb\u00e9m conheciam      a arte de talh\u00e1-las, apesar de toda a sua dureza. J\u00e1 na I dinastia (c. de      2920 a 2770 a.C.) empregavam granito para pavimentar aposentos e a pir\u00e2mide      de degraus de Djoser, da III dinastia, tem uma pequena c\u00e2mara funer\u00e1ria constru\u00edda      totalmente desse material. Entretanto, foi no decorrer da IV dinastia que      grandes estruturas, como o templo do vale e o templo mortu\u00e1rio de K\u00e9fren,      foram revestidas principal ou completamente com granito. O basalto \u00e9 outro      material que aparece esporadicamente antes da IV dinastia, quando seu emprego      passa a ser bem mais consider\u00e1vel.<\/p>\n<p>A atividade de explora\u00e7\u00e3o das pedreiras era intensa, tendo em vista a enorme      quantidade de material necess\u00e1rio para erguer monumentos t\u00e3o grandes. Entretanto,      os antigos eg\u00edpcios dispunham de pouca coisa al\u00e9m de serras e cinz\u00e9is de cobre      primitivos para realizar o trabalho. <\/p>\n<p>Ainda que primitivas, as ferramentas encontradas por arque\u00f3logos, e datadas      de tempos t\u00e3o antigos quanto a I dinastia, mostraram-se capazes de cortar      qualquer tipo de pedra calc\u00e1ria. Seja como for, eles devem ter desenvolvido      t\u00e9cnicas especiais para extra\u00e7\u00e3o dos blocos. A pedra calc\u00e1ria de qualidade      inferior e PEDREIRAmais male\u00e1vel podia ser manuseada facilmente a c\u00e9u aberto,      pois encon-tra-se na superf\u00edcie. Por outro lado, na obten\u00e7\u00e3o do granito e      do calc\u00e1rio de excelente qualidade de Tura era necess\u00e1rio construir t\u00faneis.      Provavelmente a aplica\u00e7\u00e3o de calor e \u00e1gua facilitava o trabalho. <\/p>\n<p>Cunhas de madeira \u0097 informa o egipt\u00f3logo James Putnam \u0097 eram enfiadas      em fendas na pedra e ent\u00e3o ensopadas de \u00e1gua, fazendo com que se expandissem      e rachassem a pedra. Os blocos eram ent\u00e3o esquadrejados com o emprego de cinz\u00e9is      e malhos. Serras de cobre tamb\u00e9m eram usadas, talvez com lascas de pedras      preciosas para ajudar no talhe. Para trabalhar o granito tinham que golpe\u00e1-lo      com esferas de uma pedra ainda mais dura chamada dolerito. No detalhe de uma      pedreira que se v\u00ea acima, pode-se notar nitidamente as fendas espacejadas      regularmente nas rochas. Tais fendas delimitavam os blocos que seriam extra\u00eddos      com o emprego das cunhas de madeira.<\/p>\n<p>A maioria dos blocos que formavam a parte interna das pir\u00e2mides tinha pouco      acabamento, mas as pedras do revestimento eram talhadas com grande precis\u00e3o      e ajustam-se t\u00e3o perfeitamente umas \u00e0s outras que as jun\u00e7\u00f5es s\u00e3o quase invis\u00edveis.      Todo o polimento deve ter sido dado depois que as pedras foram colocadas em      seus lugares definitivos. <\/p>\n<p>Nas proximidades da pir\u00e2mide de K\u00e9ops foram encontrados enormes dep\u00f3sitos      de lascas de pedra calc\u00e1ria provenientes do trabalho executado com os blocos.<\/p>\n<p>Estimou-se que a pedra acumulada em tais dep\u00f3sitos equivale em volume a mais      da metade do volume das pir\u00e2mides.<\/p>\n<p>Um dos maiores desafios era, sem d\u00favida, o transporte dos enormes blocos.      As pedras do revestimento da Grande Pir\u00e2mide pesam, em m\u00e9dia, duas toneladas      e meia cada uma, mas isso \u00e9 pouco. <\/p>\n<p>Algumas delas chegam a pesar 15 toneladas, mas isso tamb\u00e9m \u00e9 pouco. As lajes      de granito do teto da c\u00e2mara mortu\u00e1ria da mesma pir\u00e2mide pesam 50 toneladas      e, se voc\u00ea ainda acha que \u00e9 pouco, saiba que algumas das pedras mais pesadas      encontradas no templo mortu\u00e1rio de Miquerinos pesam cerca de 200 toneladas!    <\/p>\n<p>E n\u00e3o podemos esquecer que mesmo as &#8220;menores&#8221; dessa lista tinham      que ser embarcadas e desembarcadas de balsas e elevadas a alturas consider\u00e1veis      com rela\u00e7\u00e3o ao solo. Navegar com esses meg\u00e1litos exigia um perfeito controle      de enormes e pessad\u00edssimas balsas lotadas, em um rio de correnteza r\u00e1pida      e com bancos de areia em alguns trechos, sem d\u00favida uma opera\u00e7\u00e3o arriscada      que requeria grande habilidade. <\/p>\n<p><strong>No transporte por terra provavelmente usavam o mesmo m\u00e9todo, qualquer      que fosse o tamanho da pedra: <\/strong>o arraste. Apenas a quantidade de homens      variava conforme o peso a deslocar.<\/p>\n<h4>TEXTOS DAS PIR\u00c2MIDES<\/h4>\n<p>Assegurar para o fara\u00f3 ou para a rainha uma vida feliz no al\u00e9m-t\u00famulo, era      o objetivo pretendido pelos textos das pir\u00e2mides. <\/p>\n<p>Os eg\u00edpcios acreditavam que a palavra escrita tinha um poderio m\u00e1gico capaz      de fazer com que a sua simples presen\u00e7a fosse suficiente para tornar realidade      o pensamento que ela expressava. <\/p>\n<p>Acreditavam tamb\u00e9m que a palavra falada possuia o mesmo poderio, desde que      proferida por um indiv\u00edduo devidamente qualificado. Nesse caso, entretanto,      ficava-se na depend\u00eancia da boa vontade ou da dilig\u00eancia de outras pessoas.    <\/p>\n<p>Um dos textos, que em geral vinha escrito na parede norte da c\u00e2mara mortu\u00e1ria,      reproduz as palavras que os sacerdotes recitavam diariamente quando depositavam      oferendas no altar localizado diante da falsa-porta. <\/p>\n<p>Colocando o ritual sob a forma escrita e mantendo alimentos estocados nos      armaz\u00e9ns, o rei acreditava n\u00e3o correr o risco de passar sede e fome ap\u00f3s a      morte, ainda que os sacerdotes fossem negligentes em seus deveres cotidianos.<\/p>\n<p>Muitos dos textos descrevem a viagem do fara\u00f3 com destino ao mundo situado      no c\u00e9u al\u00e9m do horizonte oriental e suas atividades ao chegar l\u00e1. <\/p>\n<p>Embora o rei pudesse contar com alguma ajuda dos deuses nessa jornada, o      fato de estar armado com o m\u00e1gico poder das palavras lhe assegurava sair-se      vitorioso dos v\u00e1rios obst\u00e1culos. <\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, com a ajuda dos textos assegurava a sua associa\u00e7\u00e3o com o deus-Sol      em sua viagem di\u00e1ria atrav\u00e9s do c\u00e9u. Cole\u00e7\u00f5es de hinos em louvor aos deuses      e de preces em favor do rei morto tamb\u00e9m fazem parte da colet\u00e2nea de textos.<\/p>\n<p>Embora o conjunto de textos das pir\u00e2mides mais antigo encontrado pelos arque\u00f3logos      esteja datado do final da V dinastia (c. de 2356 a.C.), acredita-se que sua      origem seja muito mais velha. Prova disso est\u00e1 no fato deles conterem alus\u00f5es      a costumes funer\u00e1rios j\u00e1 n\u00e3o mais praticados nos tempos do fara\u00f3 Wenis e de      seus sucessores. <\/p>\n<p><strong>Por exemplo, trecho de uma das inscri\u00e7\u00f5es diz:<\/strong> Afaste a      areia da sua face, o que pode apenas referir-se \u00e0s pr\u00e1ticas funer\u00e1rias da      era pr\u00e9-din\u00e1stica, quando o rei era enterrado em uma sepultura cavada na areia.    <\/p>\n<p>Outro trecho que relembra costumes ainda mais primitivos descreve o rei falecido      como um ca\u00e7ador que captura e devora os deuses para se apropriar das qualidades      divinas e incorpor\u00e1-las a si pr\u00f3prio.<\/p>\n<p>Por outro lado, muitos dos textos referem-se expressamente \u00e0s pir\u00e2mides e,      portanto, n\u00e3o po-dem ter sido escri-tos antes da III dinastia. <\/p>\n<p><strong>Eis um exemplo:<\/strong> Eles [os deuses] \u00e9 que far\u00e3o com que esse      traba-lho dure e que essa pir\u00e2mide permane-\u00e7a. Parece certo, em virtude de      cons-tantes refer\u00eancias ao culto solar, que a compila\u00e7\u00e3o de tais textos foi      executada pelos sacerdotes de Heli\u00f3polis, provavelmente durante a V dinastia.    <\/p>\n<p>Ao compilar, os sacerdotes devem ter reunido os antigos encantamentos funer\u00e1rios      e religiosos com outros mais recentes para atender \u00e0s necessidades da \u00e9poca.    <\/p>\n<p>Embora os textos das pir\u00e2mides se destinassem a ajudar o rei morto \u0097      adverte I.E.S.Edwards \u0097, a presen\u00e7a deles em sua tumba introduzia um      novo complicador de uma esp\u00e9cie muito s\u00e9ria. Sendo escritos em hier\u00f3glifos,      eles incluem muitas imagens de criaturas vivas. <\/p>\n<p>Tais imagens n\u00e3o apenas possuem o valor de um sinal hierogl\u00edfico particular,      mas tamb\u00e9m, atrav\u00e9s do poder da magia, tornam-se a real corporifica\u00e7\u00e3o da      criatura que elas representam. <\/p>\n<p>O le\u00e3o, por exemplo, era simultaneamente tanto um fonograma com o valor de      ru quanto o animal vivo em si mesmo, dotado de todos os seus atributos. Imagens      de seres humanos, que formam alguns dos sinais hierogl\u00edficos mais comuns,      da mesma forma preenchem uma dupla fun\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Para superar os perigos ao rei morto que poderiam resultar da presen\u00e7a de      uma multid\u00e3o de criaturas potencialmente hostis e destrutivas em sua vizinhan\u00e7a      pr\u00f3xima, os sacerdotes e escultores eg\u00edpcios recorreram a uma s\u00e9rie de diferentes      artif\u00edcios.<\/p>\n<p>Algumas vezes os sinais perigosos eram omitidos ou substitu\u00eddos por sinais      que representavam objetos inanimados que possuiam o mesmo valor hierogl\u00edfico.      Seres humanos eram privados de suas pernas e corpos, de forma que se constituiam      de cabe\u00e7as e bra\u00e7os apenas. <\/p>\n<p>Animais podiam ser tornados inofensivos pelo simples expediente de terem      seus corpos mutilados e esculpidos em duas metades separadas. Serpentes eram      representadas intactas, mas o escorpi\u00e3o era desprovido de sua cauda. <\/p>\n<p>Uma criatura que, como \u00fanica exce\u00e7\u00e3o, jamais tem permiss\u00e3o de aparecer nas      paredes da c\u00e2mara funer\u00e1ria \u00e9 o peixe. <\/p>\n<p>Essa omiss\u00e3o n\u00e3o \u00e9 devida a nenhum temor de que o peixe pudesse molestar      o propriet\u00e1rio da tumba, mas era o resultado de uma cren\u00e7a segundo a qual      o peixe, embora in\u00f3cuo para as pessoas vivas, podia profanar um corpo morto.<\/p>\n<p>No decorrer do Primeiro Per\u00edodo Intermedi\u00e1rio (c. de 2134 a 2040 a.C.) e      no Imp\u00e9rio M\u00e9dio (c. de 2040 a 1640 a.C.), os textos das pir\u00e2mides ainda permaneceram,      mas numa forma modificada. <\/p>\n<p>Os eg\u00edpcios deixaram de escrev\u00ea-los nas paredes das c\u00e2maras e corredores      das tumbas e passaram a esculpi-los na parte interna de sarc\u00f3fagos retangulares      de madeira empregados naquela \u00e9poca. <\/p>\n<p>Seu uso generalizou-se por toda a nobreza e os textos deixaram de ser exclusividade      da realeza. Tais inscri\u00e7\u00f5es ficaram conhecidas modernamente como os textos      dos sarc\u00f3fagos. <\/p>\n<p>Durante o Imp\u00e9rio Novo (c. de 1550 a 1070 a.C.), os textos, ap\u00f3s sofrerem      outras modifica\u00e7\u00f5es, passaram a ser escritos em papiro e eram chamados de      Cap\u00edtulos do Sair \u00e0 Luz e nos tempos modernos ficaram conhecidos como Livro      dos Mortos. <\/p>\n<h4>Cren\u00e7as funer\u00e1rias dos Eg\u00edpcios<\/h4>\n<p>Os antigos eg\u00edpcios formularam algumas teorias a respeito dos elementos que      formavam o ser humano. <\/p>\n<p>Um de tais elementos era o ba, palavra que pode ser traduzida por sublime,      nobre, poderoso e cuja id\u00e9ia se assemelha ao nosso conceito de alma. Nos papiros      e monumentos ele est\u00e1 representado por um falc\u00e3o com cabe\u00e7a humana, como nessa      vinheta extra\u00edda do Livro dos Mortos do escriba Ani. <\/p>\n<p>O arque\u00f3logo E. A. Wallis Budge explica que o ba podia deixar a sepultura      e subir ao c\u00e9u onde se acreditava que desfrutasse de uma exist\u00eancia eterna      num estado de gl\u00f3ria; era-lhe dado, no entanto, revisitar o corpo na tumba,      e n\u00e3o deixava de faz\u00ea-lo; e, conforme certos textos, parecia capaz de reanim\u00e1-lo      e manter conversa\u00e7\u00e3o com ele.<\/p>\n<p>Outro elemento era o ka, ligado ao corpo de alguma forma, que \u00e9 definido      pelo autor j\u00e1 citado como uma individualidade ou personalidade abstrata, dotada      de todos os atributos caracter\u00edsticos e que possu\u00eda exist\u00eancia independente.      Tinha liberdade para mover-se de um lugar a outro da terra, sua vontade, e      podia entrar no c\u00e9u e conversar com os deuses. <\/p>\n<p>As oferendas feitas nos t\u00famulos em todos os per\u00edodos visavam a alimentar      o ka, que era capaz, segundo se supunha, de comer, beber e apreciar o cheiro      do incenso. <\/p>\n<p>No per\u00edodo em que se edificaram as pir\u00e2mides acreditava-se que o falecido,      de certo modo, podia ser purificado, sentar-se e comer p\u00e3o com ele &#8220;incessantemente      e para sempre&#8221;. Como se v\u00ea, em certo sentido o ka corresponde ao &#8220;eu&#8221;      do indiv\u00edduo. <\/p>\n<p>Nasceu com a pessoa e forma parte integrante do seu ser mas, apesar disso,      \u00e9 encarado em alguns aspectos como distinto dele. Era para esse ka que os      eg\u00edpcios providenciavam todo o equipamento funer\u00e1rio, a comida e a bebida      das tumbas e o pr\u00f3prio t\u00famulo era conhecido como a casa do Ka.<\/p>\n<p>Um terceiro elemento era o esp\u00edrito ou intelig\u00eancia espiritual, denominado      de khu e entendido como uma forma brilhante, luminosa e intang\u00edvel do corpo.      As fun\u00e7\u00f5es desse elemento n\u00e3o s\u00e3o muito claras, mas ele tamb\u00e9m ia para o c\u00e9u      viver com os deuses. Para evitar que ficasse aprisionado no t\u00famulo, eram recitadas      f\u00f3rmulas especiais.<\/p>\n<p>Finalmente, kat era a palavra que denominava o corpo f\u00edsico e esse termo      indica algo que tem a decad\u00eancia como componente que lhe \u00e9 inerente. Era isto      \u0097 diz Wallis Budge \u0097 que se enterrava na tumba ap\u00f3s a mumifica\u00e7\u00e3o,      e o objetivo dos amuletos, cerim\u00f4nias m\u00e1gicas, ora\u00e7\u00f5es e f\u00f3rmulas, desde os      primeiros at\u00e9 os \u00faltimos tempos, era preserv\u00e1-lo de toda e qualquer destrui\u00e7\u00e3o.      O pr\u00f3prio deus Os\u00edris possu\u00eda um corpo nessas condi\u00e7\u00f5es e os seus v\u00e1rios membros      eram preservados como rel\u00edquias em diversos santu\u00e1rios do Egito.<\/p>\n<p>Entretanto, os eg\u00edpcios sempre reconheceram, mesmo quando o processo deEST\u00c1TUA      DE SERDAB mumifica\u00e7\u00e3o estava em seu auge, que os cuidados que tomavam para      preserva\u00e7\u00e3o dos corpos eram insuficientes para atingir os efeitos desejados.    <\/p>\n<p>Um dos meios de contornar essa situa\u00e7\u00e3o foi apelar para a magia. No culto      aos mortos, acreditavam que um modelo podia servir de substituto para qualquer      coisa que fosse na pr\u00e1tica dificil de suprir como objeto real. <\/p>\n<p>Por exemplo, \u0097 escreve I.E.S.Edwards \u0097 em algumas mastabas da II      dinastia, vasos falsos eram usados ao inv\u00e9s de vasilhas cheias de provis\u00f5es      e supunha-se que teriam a mesma validade para o ocupante da tumba. <\/p>\n<p>De forma similar, uma est\u00e1tua ou mesmo uma figura esculpida em relevo era      considerada como sendo um substituto efetivo para o corpo humano na eventualidade      de sua destrui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por essa raz\u00e3o, e considerando que a m\u00famia podia ser destru\u00edda, colocavam      no t\u00famulo uma ou v\u00e1rias imagens do defunto. Se o corpo se deteriorasse, o      ka poderia penetrar em uma dessas figuras as quais, para maior garantia, eram      confeccionadas em material duro como madeira, calc\u00e1rio ou granito. <\/p>\n<p>Uma das mastabas mais conhecidas da III dinastia, pertencente ao chefe dos      dentistas e dos m\u00e9dicos de nome Hezyre, apresentava figuras de seu propriet\u00e1rio      esculpidas em relevo em pain\u00e9is de madeira embutidos em nichos da parede leste      da constru\u00e7\u00e3o. Tais imagens tinham por finalidade permitir que Hezyre saisse      e retornasse livremente ao seu t\u00famulo. <\/p>\n<p>Por\u00e9m, pain\u00e9is expostos eram muito vulner\u00e1veis e os arquitetos eg\u00edpcios criaram,      dentro das mastabas, um c\u00f4modo fechado, que ficou conhecido modernamente com      o nome de serdab, destinado a receber a est\u00e1tua do morto a qual, assim, ficava      melhor protegida. <\/p>\n<p>O uso crescente da pedra na estatu\u00e1ria, ao inv\u00e9s da madeira, aumentou ainda      mais a garantia de que o ka encontraria sempre a maneira de se perpetuar.      A ilustra\u00e7\u00e3o acima mostra uma est\u00e1tua esculpida quase em tamanho natural,      encontrada em Giz\u00e9 na mastaba de um vizir da IV dinastia.<\/p>\n<p>Outro artif\u00edcio m\u00e1gico, utilizado no decorrer da IV e da V dinastias, era      a representa\u00e7\u00e3o em pedra da cabe\u00e7a do defunto, a qual era colocada na c\u00e2mara      mortu\u00e1ria. Presume-se que se destinavam a servir como substitutas da cabe\u00e7a      verdadeira, caso essa viesse a ser destru\u00edda. Chamadas de cabe\u00e7as de reserva,      eram verdadeiros retratos do morto. <\/p>\n<p>Nos modelos encontrados, as orelhas est\u00e3o geralmente quebradas e \u00e0s vezes      existe uma linha de incis\u00e3o que vai do topo \u00e0 parte posterior do cr\u00e2nio. Os      arque\u00f3logos n\u00e3o conseguiram explicar o motivo de tais mutila\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Hvendo a cren\u00e7a de que o ka podia continuar a viver no interior do t\u00famulo,      tornava-se imperioso aliment\u00e1-lo. <\/p>\n<p><strong>Nos primeiros anos ap\u00f3s o falecimento, os descendentes piedosos cuidavam      da tarefa levando oferendas ao sepulcro:<\/strong> bolos de cevada, guloseimas,      frutas, legumes, pe\u00e7as de carne, etc. <\/p>\n<p>Por\u00e9m, todos sabiam que com o passar do tempo o morto seria esquecido. Por      esse motivo, passaram a representar nas paredes tumula-res a produ\u00e7\u00e3o, o preparo      dos alimentos e outras ativi-dades do cotidiano, sobretu-do aquelas que o      falecido gostaria de vivenciar nova-mente no al\u00e9m. <\/p>\n<p>Cenas que o mostrassem ca\u00e7ando, como essa que se v\u00ea ao lado da mastaba de      Kayemmi, pes-cando ou inspecionando suas propriedades \u0097 acreditava-se      \u0097 lhe forneceriam os meios para que pudesse continuar com tais atividades      ap\u00f3s a morte. Igualmente as cenas de colheita, de abate de animais, de fabrica\u00e7\u00e3o      de p\u00e3o ou de cerveja garantiriam um constante suprimento dos alimentos cuja      produ\u00e7\u00e3o representavam.<\/p>\n<p>Para eliminar qualquer risco do esp\u00edrito do morto n\u00e3o reconhecer sua est\u00e1tuaela      \u00e9 geralmente identificada com o seu nome e t\u00edtulos em hier\u00f3glifos. <\/p>\n<p>De forma similar, nas cenas esculpidas em relevo, breves inscri\u00e7\u00f5es explanat\u00f3rias      s\u00e3o inseridas como uma esp\u00e9cie de coment\u00e1rio, dando frequentemente os nomes      das pessoas representadas e, \u00e0s vezes, descrevendo as a\u00e7\u00f5es que elas executam.      Tais pessoas s\u00e3o geralmente parentes do morto ou seus criados, que t\u00eam assim      assegurados um p\u00f3s-vida a servi\u00e7o de seu amo.<\/p>\n<p>Apesar de toda a representa\u00e7\u00e3o pict\u00f3rica, um suprimento regular de provis\u00f5es      frescas sempre foi considerado essencial para o bem estar do morto. Para receb\u00ea-las      existia nas mastabas um altar baixo e plano em frente \u00e0 falsa-porta constru\u00edda      na parede oeste da capela do culto. <\/p>\n<p>As primeiras oferendas provavelmente eram trazidas por um filho que assim,      provendo as necessidades de seu pai, simbolizava H\u00f3rus, o filho de Os\u00edris.      As oferendas subsequentes, entretanto, eram trazidas por sacerdotes mortu\u00e1rios      \u0097 chamados de servidores do ka \u0097 que a isso estavam obrigados por      contratos escritos e eram pagos pelo servi\u00e7o. <\/p>\n<p>Tais pagamentos eram representados por propriedades deixadas em testamento      aos sacerdotes pelo morto. As terras passavam automaticamente para os sucessores      dos sacerdotes, os quais herdavam tamb\u00e9m as obriga\u00e7\u00f5es religiosas com rela\u00e7\u00e3o      ao t\u00famulo.<\/p>\n<p>A pr\u00e1tica, entretanto, demonstrou que at\u00e9 os mais r\u00edgidos contratos eram      cumpridos apenas por um per\u00edodo limitado. Foi por essa raz\u00e3o que, desde os      tempos primitivos, foram introduzidas nos sepulcros as cha-madas estelas fune-r\u00e1rias,      como essa que se v\u00ea ao lado de Amenemhet I, cuja finalidade era a de substituir      as verdadeiras oferendas. <\/p>\n<p>Elas continham uma f\u00f3rmula m\u00e1gica \u0097 explica I.E.S.Edwards \u0097 declarando      que o morto havia recebido as oferendas di\u00e1rias em abund\u00e2ncia; acima da f\u00f3rmula      havia geralmente uma cena, esculpida em relevo, mostrando-o sentado \u00e0 uma      mesa repleta de oferendas a ele apresentadas pelos membros de sua fam\u00edlia.    <\/p>\n<p>Embora n\u00e3o visassem dispensar o suprimento regular de provis\u00f5es frescas,      a estela, por meio do poder m\u00e1gico de suas palavras escritas, fornecia ao      morto um valioso m\u00e9todo de garantia contra a desnutri\u00e7\u00e3o e a neglig\u00eancia.<\/p>\n<p>Outro elemento de prote\u00e7\u00e3o \u00e0 espiritualidade do morto consistia em gravar,      nos sarc\u00f3fagos e nas paredes dos t\u00famulos, cenas e inscri\u00e7\u00f5es que eram adapta\u00e7\u00f5es      do mito sobre a morte de Os\u00edris e encantamentos que visavam proteger o falecido      em sua perigosa jornada pelo mundo subterr\u00e2neo. <\/p>\n<p>A etapa final da passagem para o al\u00e9m-t\u00famulo era o julgamento do defunto      por Os\u00edris, deus do mundo subterr\u00e2neo, em um ritual conhecido como a Pesagem      do Cora\u00e7\u00e3o. Se a pessoa tivesse levado uma vida correta, seria julgada merecedora      da vida eterna. Muitos dos encantamentos destinavam-se a garantir um julgamento      favor\u00e1vel. <\/p>\n<p>Durante o Imp\u00e9rio Novo (c. de 1550 a 1070 a.C.) tais textos passaram a ser      escritos em papiro e eram chamados de Cap\u00edtulos do Sair \u00e0 Luz e nos tempos      modernos ficaram conhecidos como O Livro dos Mortos.<\/p>\n<p>Uma aten\u00e7\u00e3o toda especial era dada ao nome do homem, designado pela palavra      ren e considerado como uma das partes mais importantes do ser humano. <\/p>\n<p>Para os antigos eg\u00edpcios a elimina\u00e7\u00e3o do nome de um homem correspondia \u00e0      sua pr\u00f3pria destrui\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>O autor Wallis Budge explica o porqu\u00ea dessa cren\u00e7a:<\/strong> um ser      sem nome n\u00e3o poderia ser apresentado aos deuses e, como nenhuma coisa criada      existe sem nome, o homem que n\u00e3o tinha nome estava em pior situa\u00e7\u00e3o diante      dos poderes divinos do que o mais fr\u00e1gil dos objetos inanimados. <\/p>\n<p>O bom filho se obrigava a perpetuar o nome do pai e manter os t\u00famulos dos      mortos em bom estado de conserva\u00e7\u00e3o, de modo que todos pudessem ler os nomes      dos que neles se achavam enterrados, era um ato muito merit\u00f3rio. <\/p>\n<p>Por outro lado, se o falecido conhecesse os nomes de seres divinos, fossem      eles amigos ou inimigos, e soubesse pronunci\u00e1-los, obtinha incontinenti poder      sobre eles e era capaz de obrig\u00e1-los a fazer a sua vontade.<\/p>\n<p><strong>Durante a XI dinastia (c. 2040 a 1991 a.C.) come\u00e7a a surgir nas tumbas      um novo tipo de objeto:<\/strong> estatuetas funer\u00e1rias, denominadas de shabtys      pelos antigos eg\u00edpcios. Eram pequenas figuras humanas, frequentemente nuas,      envoltas em linho e colocadas em miniaturas de ata\u00fades, que vinham inscritas      com preces pedindo oferendas de alimentos e que, provavelmente, destinavam-se,      nos primeiros tempos, a servir como morada alternativa para o ka. <\/p>\n<p>O autor John Baines nos esclarece que essa fun\u00e7\u00e3o se modificou ao longo dos      anos, sendo que a pr\u00f3pria concep\u00e7\u00e3o desses objetos \u00e9 obscura e n\u00e3o parece      fazer parte de um corpo coerente de cren\u00e7as, mas antes aparenta ser uma id\u00e9ia      isolada.<\/p>\n<p>Um ritual eg\u00edpcio que desempenhou importante papel em todos os tempos foi      a purifica\u00e7\u00e3o pela \u00e1gua. Em Helip\u00f3lis, por exemplo, no templo de R\u00e9, o fara\u00f3      era lavado em cerimonial no lago sagrado, antes de adentrar no edif\u00edcio. <\/p>\n<p>De forma an\u00e1loga, antes que seu corpo morto pudesse penetrar no recinto sagrado      de seu t\u00famulo, era necess\u00e1rio que fosse purificado pela lavagem. Acreditava-se      que atrav\u00e9s dessa purifica\u00e7\u00e3o o rei morto seria regenerado, assim como se      acreditava que o deus-Sol renascia a cada manh\u00e3 lavando-se em um lago, antes      de embarcar para sua jornada atrav\u00e9s do c\u00e9u.<\/p>\n<p>Outra das cerim\u00f4nias que se realizavam por ocasi\u00e3o do funeral de um fara\u00f3,      al\u00e9m da purifica\u00e7\u00e3o, era a da abertura da boca. Os sacerdotes aspergiam \u00e1gua      sobre uma est\u00e1tua do morto, fumigavam-na com incenso, ofereciam-lhe sacrif\u00edcios,      ornavam-na com as ins\u00edgnias reais, tocavam-lhe a boca com v\u00e1rios instrumentos      e esfregavam leite em sua boca. <\/p>\n<p>Em \u00e9pocas posteriores ao Imp\u00e9rio Antigo (2575 a 2134 a.C), tais cerim\u00f4nias      passaram a ser executadas na pr\u00f3pria m\u00famia. Por meio desses rituais acreditava-se      que a est\u00e1tua ou a m\u00famia pudessem ser dotados com as faculdades do ser humano      e que a est\u00e1tua pudesse transformar-se numa morada para o ka do defunto que      ela representava.<\/p>\n<p>Com o passar do tempo a \u00eanfase nesta ou naquela cren\u00e7a funer\u00e1ria mudou, mas      poucas desapareceram. Os t\u00famulos passaram a conter objetos correspondentes      a v\u00e1rias concep\u00e7\u00f5es diferentes e, diz John Baines, n\u00e3o se deve procurar nelas      qualquer consist\u00eancia global, exceto na medida em que se relacionam com a      esperan\u00e7a na ressurei\u00e7\u00e3o e na continua\u00e7\u00e3o da vida depois da morte.<\/p>\n<p>Fonte:  geocities.yahoo.com.br<\/p>\n<h6>Pir\u00e2mides do Egito<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<p>\u00c9 a \u00fanica maravilha que n\u00e3o requer a descri\u00e7\u00e3o de historiadores e poetas      antigos. \u00c9 a \u00fanica Maravilha que n\u00e3o precisa de especula\u00e7\u00f5es sobre sua apar\u00eancia,      tamanho e forma. <\/p>\n<p>\u00c9 a mais velha, por\u00e9m \u00e9 a \u00fanica que resta das Sete Maravilhas da Antig\u00fcidade.    <\/p>\n<p>\u00c9 a Grande Pir\u00e2mide de Giz\u00e9. Grande parte do revestimento j\u00e1 se perdeu; mas      a estrutura da pir\u00e2mide \u00e9 ainda hoje t\u00e3o s\u00f3lida quanto no momento da constru\u00e7\u00e3o,      que foi h\u00e1 mais de 4500 anos. Sem d\u00favida de todas elas, essa \u00e9 a minha favorita.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>Contrariando a cren\u00e7a comum, somente a Grande Pir\u00e2mide de Khufu (Qu\u00e9ops)      de todas as 3 Grandes Pir\u00e2mides est\u00e3o na lista das Maravilhas. <\/p>\n<p>O monumento foi constru\u00eddo pelo fara\u00f3 eg\u00edpcio Khufu da 2a gera\u00e7\u00e3o da 4a Dinastia      eg\u00edpcia, pr\u00f3ximo ao ano de 2560 a.C. para servir como t\u00famulo quando ele morresse      (pr\u00e1tica comum dos fara\u00f3s). A tradi\u00e7\u00e3o de construir pir\u00e2mides iniciou no Egito      Antigo como uma sofistica\u00e7\u00e3o da id\u00e9ia de plataforma para cobrir o t\u00famulo real.<\/p>\n<p>Os gregos e os romanos maravilharam-se diante do tamanho da pir\u00e2mide, mas      consideravam-na tola extravag\u00e2ncia dos fara\u00f3s eg\u00edpcios. Organizaram suas listas      2000 anos depois de as pir\u00e2mides terem sido constru\u00eddas.<\/p>\n<p>P\u00f4r essa \u00e9poca, a import\u00e2ncia religiosa das pir\u00e2mides como t\u00famulos havia      sido esquecida.<\/p>\n<p>Sabe-se, atualmente, que ela foi saqueada e a maior parte dos bens que acompanhavam      os mortos, perdeu-se. <\/p>\n<p>O exterior sofreu, tamb\u00e9m, a a\u00e7\u00e3o do tempo, al\u00e9m da devasta\u00e7\u00e3o causada pelo      homem.<\/p>\n<p>Hoje, a Grande Pir\u00e2mide est\u00e1 localizada, junto com outras pir\u00e2mides e a Esfinge,      na regi\u00e3o tur\u00edstica do Planalto de Giz\u00e9. <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m na \u00e1rea est\u00e1 o museu alojando o misterioso Barco do Sol, somente descoberto      em 1954 pr\u00f3ximo a face sul da pir\u00e2mide. Acredita-se, que o barco foi usado      para levar o corpo de Khufu em sua \u00faltima jornada na Terra antes de ser enterrado      dentro da Pir\u00e2mide.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m pode ter servido como um meio de transporte em sua jornada p\u00f3s-vida      de acordo com as cren\u00e7as do Egito Antigo.<\/p>\n<p>Contrariando a cren\u00e7a comum, somente a Grande Pir\u00e2mide de Khufu (Qu\u00e9ops)      de todas as 3 Grandes Pir\u00e2mides est\u00e3o na lista das Maravilhas. <\/p>\n<p>O monumento foi constru\u00eddo pelo fara\u00f3 eg\u00edpcio Khufu da 2a gera\u00e7\u00e3o da 4a Dinastia      eg\u00edpcia, pr\u00f3ximo ao ano de 2560 a.C. para servir como t\u00famulo quando ele morresse      (pr\u00e1tica comum dos fara\u00f3s). <\/p>\n<p>A tradi\u00e7\u00e3o de construir pir\u00e2mides iniciou no Egito Antigo como uma sofistica\u00e7\u00e3o      da id\u00e9ia de plataforma para cobrir o t\u00famulo real.<\/p>\n<p>Os gregos e os romanos maravilharam-se diante do tamanho da pir\u00e2mide, mas      consideravam-na tola extravag\u00e2ncia dos fara\u00f3s eg\u00edpcios. Organizaram suas listas      2000 anos depois de as pir\u00e2mides terem sido constru\u00eddas.<\/p>\n<p>P\u00f4r essa \u00e9poca, a import\u00e2ncia religiosa das pir\u00e2mides como t\u00famulos havia      sido esquecida.<\/p>\n<p>Sabe-se, atualmente, que ela foi saqueada e a maior parte dos bens que acompanhavam      os mortos, perdeu-se.<\/p>\n<p>O exterior sofreu, tamb\u00e9m, a a\u00e7\u00e3o do tempo, al\u00e9m da devasta\u00e7\u00e3o causada pelo      homem. <\/p>\n<p>Hoje, a Grande Pir\u00e2mide est\u00e1 localizada, junto com outras pir\u00e2mides e a Esfinge,      na regi\u00e3o tur\u00edstica do Planalto de Giz\u00e9. <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m na \u00e1rea est\u00e1 o museu alojando o misterioso Barco do Sol, somente descoberto      em 1954 pr\u00f3ximo a face sul da pir\u00e2mide. Acredita-se, que o barco foi usado      para levar o corpo de Khufu em sua \u00faltima jornada na Terra antes de ser enterrado      dentro da Pir\u00e2mide. <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m pode ter servido como um meio de transporte em sua jornada p\u00f3s-vida      de acordo com as cren\u00e7as do Egito Antigo.<\/p>\n<h4>Descri\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Era composta de mais de 2,3 milh\u00f5es de enormes blocos de calc\u00e1rio, cada um      pesando cerca de 3 toneladas. Empregou-se 1000 mil oper\u00e1rios durante 20 anos      para arrastar os enormes blocos de pedra e coloc\u00e1-los no lugar.<\/p>\n<p>Quando foi constru\u00eddo, a Grande Pir\u00e2mide tinha 146 m de altura. Com os anos,      ela perdeu 10 m de seu topo. Foi a maior estrutura na face da Terra durante      mais de 43 s\u00e9culos, somente superado em altura no s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p>Foi coberto com uma camada de fino calc\u00e1rio branco para aplanar sua superf\u00edcie      (alguns dos revestimentos podem ainda serem vistos perto do topo da pir\u00e2mide      de Khefre).<\/p>\n<p>O \u00e2ngulo de inclina\u00e7\u00e3o de seus lados \u00e9 54\u00ba 54`. Cada lado \u00e9 cuidadosamente      orientado p\u00f4r cada um dos pontos cardeais da b\u00fassola, que s\u00e3o norte, sul,      leste e oeste. <\/p>\n<p>A sec\u00e7\u00e3o transversal horizontal da pir\u00e2mide \u00e9 quadrada em qualquer n\u00edvel,      com cada lado medindo 229 m de comprimento, ocupando, assim, uma \u00e1rea aproximada      de 53.000 m2. O erro m\u00e1ximo entre os lados no comprimento \u00e9 espantosamente      menor que 0,1%. <\/p>\n<h4>Ficha T\u00e9cnica<\/h4>\n<blockquote>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o:<\/strong> Na cidade de Giz\u00e9, uma necr\u00f3pole da antiga        M\u00eanfis, e hoje parte da Grande Cairo, no Egito<br \/>\n<strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 229 x 229 x 146 m (largura x profundidade x        altura)<br \/>\n<strong>Fun\u00e7\u00e3o da Constru\u00e7\u00e3o:<\/strong> T\u00famulo<br \/>\n<strong>Civiliza\u00e7\u00e3o Construtora:<\/strong> Eg\u00edpcia<br \/>\n<strong>Anos de Exist\u00eancia:<\/strong> 4558 anos (ainda existe)<br \/>\n<strong>Material Predominante: <\/strong>Calc\u00e1rio <\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Sobre Giz\u00e9<\/h4>\n<p>As <strong>pir\u00e2mides de Giz\u00e9<\/strong>, s\u00e3o um dos monumentos mais famosos      do mundo. <\/p>\n<p>Como todas as pir\u00e2mides, cada uma das pir\u00e2mides de Giz\u00e9 faz parte de um importante      complexo que compreende um templo no vale, uma rampa, um templo funer\u00e1rio      e as pir\u00e2mides mais pequenas das rainhas, todo cercado de t\u00famulos (mastabas)      dos sacerdotes e pessoas do governo, uma cidade para os mortos desenhada em      ordem. <\/p>\n<p><strong>As valas aos p\u00e9s das pir\u00e2mides continham botes desmontados:<\/strong>      parte integral da vida no Nilo sendo considerados fundamentais na vida ap\u00f3s      a morte, porque os eg\u00edpcios acreditavam que o defunto rei navegaria pelo c\u00e9u      junto ao venerado Rei Sol. <\/p>\n<p>Apesar das complicadas medidas de seguran\u00e7a, como sistemas de bloqueio com      pedregulhos e grades de granito, todas as pir\u00e2mides do Antigo Imp\u00e9rio foram      profanadas e roubadas possivelmente antes de 2000 a.C.<\/p>\n<p>A <strong>Grande Pir\u00e2mide<\/strong>, de mais de 450 p\u00e9s de altura, \u00e9 a maior      de todas as 80 pir\u00e2mides do Egito.<\/p>\n<p>Se a Grande Pir\u00e2mide fosse na cidade de Nova York, ela poderia cobrir sete      quarteir\u00f5es da cidade. <\/p>\n<p>Todos os quatro lados s\u00e3o quase que exatamente do mesmo comprimento, cent\u00edmetro      por cent\u00edmetro. <\/p>\n<p>Isso mostra como os antigos eg\u00edpcios estavam avan\u00e7ados na matem\u00e1tica e na      engenharia, numa \u00e9poca em que muitos povos do mundo ainda eram ca\u00e7adores e      andarilhos. <\/p>\n<p>A <strong>Grande Pir\u00e2mide<\/strong> manteve-se como a mais alta estrutura      feita pelo homem at\u00e9 a constru\u00e7\u00e3o da Torre Eiffel, em 1889, cerca de 4.500      anos depois da constru\u00e7\u00e3o da pir\u00e2mide.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ppirami16.jpg\" alt=\"Pir\u00e2mides do Egito\" width=\"312\" height=\"231\" title=\"Pir\u00e2mides do Egito\" \/><\/p>\n<p>Para os eg\u00edpcios, a pir\u00e2mide representava os raios do sol, brilhando em dire\u00e7\u00e3o      \u00e0 terra. <\/p>\n<p>Todas as pir\u00e2mides do Egito foram constru\u00eddas na margem oeste do Rio Nilo,      na dire\u00e7\u00e3o do sol poente. Os eg\u00edpcios acreditavam que, enterrando seu rei      numa pir\u00e2mide, ele se elevaria e se juntaria ao sol, tomando o seu lugar de      direito com os deuses.<\/p>\n<p><strong>Tente imaginar o qu\u00e3o velhas s\u00e3o as pir\u00e2mides:<\/strong> quando as      pessoas que consideramos anci\u00e3s, ainda estavam vivas, como Alexandre, O Grande      e J\u00falio C\u00e9sar, as pir\u00e2mides j\u00e1 tinham mais de dois mil anos de idade. Na verdade,      as pir\u00e2mides j\u00e1 eram consideradas antigas mesmo antes do Velho Reinado eg\u00edpcio      ter chegado ao fim. <\/p>\n<p><strong>Um velho prov\u00e9rbio \u00e1rabe ilustra isso:<\/strong> &#8220;O tempo ri      para todas as coisas, mas as pir\u00e2mides riem do tempo&#8221;. <\/p>\n<p>Pouco se sabe a respeito do Rei Kufu. Mas, deve ter sido um regente muito      poderoso para comandar as pessoas e os recursos necess\u00e1rios para construir      a sua pir\u00e2mide.<\/p>\n<p>As lendas dizem que ele era um tirano, fazendo de seu povo escravos para      a realiza\u00e7\u00e3o do trabalho. Mas isso n\u00e3o \u00e9 verdade. <\/p>\n<p>Na verdade os eg\u00edpcios comuns consideravam uma honra e um dever religioso      trabalhar na Grande Pir\u00e2mide. Al\u00e9m disso, a maior parte do trabalho na pir\u00e2mide      ocorreu durante os quatro meses do ano quando o Nilo estava inundado e n\u00e3o      havia trabalho para ser feito nas fazendas. Alguns registros mostram que as      pessoas que trabalharam nas pir\u00e2mides foram pagas com cerveja.<\/p>\n<p>Foram necess\u00e1rios 100.000 trabalhadores por mais de 20 anos para construir      a Grande Pir\u00e2mide.<\/p>\n<p>Foram usados mais de 2.000.000 de blocos de pedra, cada qual pesando em m\u00e9dia      duas toneladas e meia. <\/p>\n<p>Existem muitas id\u00e9ias diferentes sobre o modo de constru\u00e7\u00e3o dessa pir\u00e2mide.    <\/p>\n<p>Muito provavelmente, os pesados blocos eram colocados sobre tren\u00f3s de madeira      e arrastados sobre uma longa rampa. <\/p>\n<p>Enquanto a pir\u00e2mide ficava mais alta, a rampa ficava mais longa, para manter      o n\u00edvel de inclina\u00e7\u00e3o igual. Mas ningu\u00e9m sabe ao certo. Uma outra teoria \u00e9      a de que uma rampa envolvia a pir\u00e2mide, como uma escada em espiral.<\/p>\n<p>Existem muitas perguntas sem resposta sobre a pir\u00e2mide. Como os antigos eg\u00edpcios      encaixaram pedras t\u00e3o grandes com tanta exatid\u00e3o, usando ferramentas simples      como martelos, talhadeiras, alavancas e cordas? Hoje, muitas pessoas acham      que os antigos eg\u00edpcios tinham um conhecimento especial, que foi destru\u00eddo      ou roubado. Alguns v\u00e3o at\u00e9 mais longe, sugerindo que visitantes de outro mundo      a constru\u00edram. <\/p>\n<p>Um outro mist\u00e9rio \u00e9 como os lados das pir\u00e2mides s\u00e3o exatamente sim\u00e9tricos      com as linhas norte-sul, leste-oeste que o homem moderno desenha no globo.    <\/p>\n<h4><strong>Isso significa que os antigos eg\u00edpcios sabiam o tamanho e o formato      da terra? <\/strong><\/h4>\n<p>E, tamb\u00e9m, parece que os corredores dentro da Grande Pir\u00e2mide podem se alinhar      com certas estrelas. <\/p>\n<h4><strong>A pir\u00e2mide era usada para observar as estrelas? <\/strong><\/h4>\n<p>N\u00f3s, provavelmente, nunca saberemos as respostas a essas perguntas, mas as      pir\u00e2mides ir\u00e3o continuar a fascinar as pessoas enquanto se mantiverem de p\u00e9.    <\/p>\n<p>Existem tr\u00eas passagens dentro da Grande Pir\u00e2mide, levando \u00e0s tr\u00eas c\u00e2maras.<\/p>\n<p>A maioria das pir\u00e2mides tem apenas uma c\u00e2mara mortu\u00e1ria subterr\u00e2nea, mas      enquanto a pir\u00e2mide ia ficando cada vez mais alta, provavelmente Kufu mudou      de id\u00e9ia, duas vezes. Ele finalmente foi enterrado na C\u00e2mara do Rei, onde      a pedra do lado de fora de seu caix\u00e3o &#8211; chamado sarc\u00f3fago &#8211; est\u00e1 hoje. <\/p>\n<p>(A c\u00e2mara do meio foi chamada C\u00e2mara da Rainha por acidente. A Rainha realmente      foi enterrada numa pir\u00e2mide muito menor, ao lado da pir\u00e2mide de Kufu)<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m sabe o que aconteceu ao corpo de Kufu ou aos tesouros enterrados      com ele. <\/p>\n<p>A pir\u00e2mide foi roubada h\u00e1 alguns milhares de anos. Na verdade, todos os reis      do Egito foram v\u00edtimas de ladr\u00f5es de t\u00famulos, exceto um, chamado Tutankamon,      ou Rei Tut Ankh \u00c2mon .<\/p>\n<p>Os tesouros de ouro da tumba de Tutankamon foram descobertos em 1922 e continuam      a impressionar o mundo, ainda hoje. <\/p>\n<p>Tutankamon n\u00e3o foi um rei de grande poder e morreu jovem, ent\u00e3o podemos apenas      imaginar os fant\u00e1sticos tesouros que um regente poderoso como Kufu deveria      ter enterrado na sua c\u00e2mara.<\/p>\n<p>Fonte:  www.avanielmarinho.com.br<\/p>\n<h6>Pir\u00e2mides do Egito<\/h6>\n<h4>A grande pir\u00e2mide de Giz\u00e9<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ppirami17.jpg\" alt=\"Pir\u00e2mides do Egito\" width=\"523\" height=\"308\" title=\"Pir\u00e2mides do Egito\" \/><strong><br \/>\n     A grande pir\u00e2mide de Giz\u00e9<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 a \u00fanica Maravilha que permanece intacta nos dias de hoje e est\u00e1 situada      na margem esquerda do rio Nilo, no Egipto. <\/p>\n<p>Foi constru\u00edda pelo fara\u00f3 Qu\u00e9ops, h\u00e1 4.560 anos, para servir como sua sepultura.    <\/p>\n<p><strong>Duas outras pir\u00e2mides menores foram depois constru\u00eddas ao lado<\/strong>:      as dos fara\u00f3s Qu\u00e9frem e Miquerinos. <\/p>\n<p>Pela sua grandiosidade &#8211; 230 metros de cada lado na base e 147 metros de      altura (o equivalente a um pr\u00e9dio de 49 andares!) -, podemos ter ideia de      quantos homens trabalharam e se sacrificaram para erguer um monumento que      simbolizasse o poder de um fara\u00f3 sobre seu povo e que ficasse na mem\u00f3ria das      pessoas enquanto durassem aquelas pedras.<\/p>\n<p>Fonte:  web.educom.pt<\/p>\n<h6>Pir\u00e2mides do Egito<\/h6>\n<p>\u00danica maravilha do mundo antigo ainda existente, as <strong>Pir\u00e2mides do      Egito<\/strong> foram constru\u00eddas h\u00e1 cerca de 4.500 anos.<\/p>\n<p>Sua finalidade, segundo a cren\u00e7a comum e alguns historiadores, era servir      de tumba para preservar os despojos reais dos fara\u00f3s, demonstrando, na sua      grandeza, a pr\u00f3pria grandeza dos fara\u00f3s.<\/p>\n<p>A <strong>Grande Pir\u00e2mide<\/strong> \u00e9 a maior das tr\u00eas pir\u00e2mides constru\u00eddas      em Giza, no Egito Antigo. <\/p>\n<p>Esta impressionante estrutura foi constru\u00edda por volta de 2550 A.C. como      monumento funer\u00e1rio de Qu\u00e9ops (tamb\u00e9m conhecido como Qufu) o segundo rei da      4\u00b0 dinastia.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ppirami24.jpg\" alt=\"Pir\u00e2mides do Egito\" width=\"470\" height=\"312\" title=\"Pir\u00e2mides do Egito\" \/><strong><br \/>\n     As Pir\u00e2mides do Egito &#8211; Qu\u00e9ops<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ppirami25.jpg\" alt=\"Pir\u00e2mides do Egito\" width=\"431\" height=\"302\" title=\"Pir\u00e2mides do Egito\" \/><strong><br \/>\n     As Pir\u00e2mides do Egito &#8211; Giza<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ppirami26.jpg\" alt=\"Pir\u00e2mides do Egito\" width=\"464\" height=\"296\" title=\"Pir\u00e2mides do Egito\" \/><br \/>\n     Pir\u00e2mide &#8211; Saqqara &#8211; Djosers<\/strong><\/p>\n<p>A <strong>Grande Pir\u00e2mide<\/strong> tem uma base quadrada, com lados de 230      metros, alinhada com os pontos cardeais. <\/p>\n<p>Os lados s\u00e3o elevados em um \u00e2ngulo uniforme de mais ou menos 51 graus at\u00e9      um ponto central a 147 metros da base. <\/p>\n<p>A pir\u00e2mide era originalmente revestida com calc\u00e1rio liso e de uma cor clara.<\/p>\n<p>At\u00e9 o dia de hoje n\u00e3o se tem certeza de como este admir\u00e1vel monumento foi      constru\u00eddo. <\/p>\n<p>O historiador grego Herodoto escreveu que 100.000 homens trabalharam durante      20 anos na constru\u00e7\u00e3o da Grande Pir\u00e2mide.<\/p>\n<p>A maioria dos especialistas &#8220;acreditam&#8221; que foram usadas rampas      feitas de tijolo e areia para levantar os blocos, alguns pesando mais de 16      toneladas, para a sua posi\u00e7\u00e3o devida.<\/p>\n<p>Apesar de que as pir\u00e2mides foram feitas para salvaguardar o corpo e posses      dos reis mortos, as estruturas foram atacadas e roubadas n\u00e3o muito depois      de terem sido acabadas. <\/p>\n<p>Quando os exploradores modernos entraram na Grande Pir\u00e2mide, os tesouros      nela enterrados juntamente com Qufu j\u00e1 tinham desaparecido, e at\u00e9 mesmo o      revestimento de calc\u00e1rio das pedras j\u00e1 tinha sido roubado por ladr\u00f5es.<\/p>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o mais antiga do mundo \u00e9 moderna mesmo para os padr\u00f5es atuais.      Seus alicerces cont\u00eam esferas e cavidades, tais quais as pontes do s\u00e9culo      XX. <\/p>\n<p>Est\u00e1 sujeita a movimentos de expans\u00e3o e contra\u00e7\u00e3o sob a a\u00e7\u00e3o do calor ou      do frio, assim como possui prote\u00e7\u00e3o contra terremotos, intemp\u00e9ries e outros      fen\u00f4menos da natureza.<\/p>\n<p>E a\u00ed pode estar um dos motivos de sua t\u00e3o longa dura\u00e7\u00e3o, diferentemente do      que ocorreu com as outras maravilhas do mundo antigo.<\/p>\n<p>O revestimento original de alabastro era feito de 144.000 pedras ao todo      e era t\u00e3o brilhante que poderia ser visto a quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia. <\/p>\n<p>O tipo de material utilizado para manter unidas as pedras est\u00e1 intacto e      \u00e9 mais resistente que as pr\u00f3prias pedras que unem.<\/p>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o da Pir\u00e2mide revela um grande conhecimento, por parte de seus      construtores, de geografia, hist\u00f3ria, astronomia, geologia, matem\u00e1tica e outras      ci\u00eancias, o que pode ser constatado por sua localiza\u00e7\u00e3o, medidas, inclina\u00e7\u00e3o      e curvatura. Durante s\u00e9culos, a Pir\u00e2mide foi denominada &#8220;o centro das      dimens\u00f5es e do conhecimento&#8221;.<\/p>\n<p>E agora, \u00e0s portas do s\u00e9culo 21, a Pir\u00e2mide coexiste com todos os avan\u00e7os      tecnol\u00f3gicos citados no in\u00edcio. E mesmo utilizando-se as mais complexas t\u00e9cnicas      que hoje se conhece, n\u00e3o conseguiria ser reproduzida. Ela, com toda sua majestade      e simplicidade, resguarda o Conhecimento h\u00e1 s\u00e9culos e resiste ao tempo para      contar, talvez tamb\u00e9m, a nossa Hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Entretanto, a Grande Pir\u00e2mide n\u00e3o guarda restos de nenhum fara\u00f3 e seus tesouros.      Esta maravilha antiga guarda, sim, um grande mist\u00e9rio em torno de sua constru\u00e7\u00e3o      e finalidade. E quanto mist\u00e9rio n\u00e3o deve estar ainda escondido sob as imensas      pedras de Gis\u00e9&#8230;<\/p>\n<p>Fonte:  www.misteriosantigos.com<\/p>\n<h6>Pir\u00e2mides do Egito<\/h6>\n<p align=\"center\" class=\"r\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ppirami22.jpg\" alt=\"Pir\u00e2mides do Egito\" width=\"411\" height=\"235\" title=\"Pir\u00e2mides do Egito\" \/><strong><br \/>\n     Pir\u00e2mides do Egito<\/strong><\/p>\n<p>No total h\u00e1 80 pir\u00e2mides no Egito, embora as tr\u00eas grandes <strong>pir\u00e2mides      de Giz\u00e9 (ou Giza)<\/strong> s\u00e3o as famosas. <\/p>\n<p>Geralmente, quando se faz refer\u00eancia \u00e0s pir\u00e2mides do Egito, considera-se      estas tr\u00eas de Giz\u00e9, perto da Capital Cairo.<\/p>\n<p>As tr\u00eas pir\u00e2mides do Egito figuram entre as mais imponentes constru\u00e7\u00f5es da      hist\u00f3ria da humanidade. <\/p>\n<p>At\u00e9 hoje pesquisadores n\u00e3o descobriram ao certo como na \u00e9poca, mais de 2500      anos antes de Cristo e antes da inven\u00e7\u00e3o da roda, os eg\u00edpcios conseguiram      erguer estas complexas constru\u00e7\u00f5es, tendo a maior 140 metros de altura.<\/p>\n<p>Conhecida como Grande Pir\u00e2mide ou Pir\u00e2mide de Cheops (ou Khufu), acredita-se      que foi erguida para servir de t\u00famulo ao fara\u00f3 Cheops (Khufo).<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>As chamadas <strong>pir\u00e2mides do Egito<\/strong>, denominadas como pir\u00e2mides      de Giz\u00e9, localizam-se no planalto de Giz\u00e9, na margem esquerda do rio Nilo,      pr\u00f3ximo \u00e0 cidade do Cairo, no Egito. S\u00e3o as \u00fanicas remanescentes das Sete      maravilhas do mundo antigo.<\/p>\n<p>Constituem-se em estruturas monumentais constru\u00eddas em pedra e, como o nome      tamb\u00e9m indica, apresentam uma base retangular e quatro faces triangulares      (por vezes trapezoidais, nas pir\u00e2mides eg\u00edpcias mais antigas, denominadas      como mastabas) que convergem para um v\u00e9rtice. No total foram identificadas      cerca de 80 pir\u00e2mides em todo o pa\u00eds, embora a sua maior parte esteja reduzida      a mont\u00edculos de terra.<\/p>\n<p>As pir\u00e2mides no planalto de Giz\u00e9 foram erguidas pelo fara\u00f3s Qu\u00e9ops, Qu\u00e9fren      e Miquerinos h\u00e1 cerca de 2700 a.C., desde o in\u00edcio do Antigo Reinado at\u00e9 perto      do Per\u00edodo Ptolomaico. A \u00e9poca em que atingiram o seu apogeu iniciou-se com      a III Dinastia e terminou na VI Dinastia (2686 &#8211; 2345 a.C.). Primitivamente      n\u00e3o se constitu\u00edam em estruturas isoladas, mas sim integradas num complexo      arquitect\u00f4nico de vastas dimens\u00f5es.<\/p>\n<h4>Evolu\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o das pir\u00e2mides sofreu uma evolu\u00e7\u00e3o, desde o monte de areia de      forma retangular que cobria a sepultura do fara\u00f3, na fase pr\u00e9-din\u00e1stica, passando      pela mastaba, uma forma de t\u00famulo conhecida no in\u00edcio da era din\u00e1stica. Foi      Djoser, fundador da III dinastia, quem mandou edificar uma mastaba inteiramente      de pedra. Tinha 61 metros de altura e 6 degraus em toda a volta, com 109 metros      de comprimento norte-sul e 125 metros de leste a oeste.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ppirami23.jpg\" alt=\"Pir\u00e2mides do Egito\" width=\"383\" height=\"246\" title=\"Pir\u00e2mides do Egito\" \/><strong><br \/>\n     A pir\u00e2mide quadrada de Djoser<\/strong><\/p>\n<p>As pir\u00e2mides t\u00eam uma estrutura subterr\u00e2nea complexa, composta de corredores      e salas onde a sala funer\u00e1ria \u00e9 escavada no solo. Depois da IV dinastia, as      pir\u00e2mides entram na sua fase cl\u00e1ssica com a constru\u00e7\u00e3o da ampla necr\u00f3pole      de Giz\u00e9.<\/p>\n<h4>Pir\u00e2mide de Qu\u00e9ops<\/h4>\n<p>A <strong>Pir\u00e2mide de Qu\u00e9ops<\/strong>, tamb\u00e9m conhecida como a Grande Pir\u00e2mide,      \u00e9 o monumento mais pesado que j\u00e1 foi constru\u00eddo pelo homem. Possui aproximadamente      2,3 milh\u00f5es de blocos de rocha, cada um pesando em m\u00e9dia 2,5 toneladas. Com      mais de 146 metros de altura, s\u00f3 foi ultrapassada em altura no s\u00e9culo XVI      pela torre da Catedral de Beauvais que foi terminada em 1569, tendo ru\u00eddo      4 anos depois em 1573.<\/p>\n<p>A altura da pir\u00e2mide de Qu\u00e9ops s\u00f3 veio a ser novamente ultrapassada no s\u00e9culo      XIX, quando foram terminadas as torres das catedrais de Rouen &#8211; com 148 m      \u0096 de Col\u00f4nia &#8211; com 157 m &#8211; e de Ulm &#8211; com que tem 161 m. E principalmente      com a inaugura\u00e7\u00e3o da Torre Eiffel em 1889, com 300 m de altura.<\/p>\n<p>Durante s\u00e9culos a humanidade vem se perguntando como essas enormes constru\u00e7\u00f5es      foram erguidas, como blocos de granito de 50 toneladas foram trazidos de Assu\u00e3,      como foram erguidos a essa altura. Uma coisa \u00e9 certa, dois recursos eram abundantes,      m\u00e3o de obra e tempo. De acordo com o historiador grego Her\u00f3doto, apenas a      prepara\u00e7\u00e3o do plat\u00f4 de Giz\u00e9 levou uma d\u00e9cada e a constru\u00e7\u00e3o da pir\u00e2mide mais      duas, tendo por volta de 100.000 homens trabalhado na constru\u00e7\u00e3o da Grande      Pir\u00e2mide. <\/p>\n<p>Como Her\u00f3doto esteve no Egito dois mil ano depois da constru\u00e7\u00e3o das pir\u00e2mides      seus dados n\u00e3o eram totalmente aceitos. Recentemente, os estudos do piramidologista      alem\u00e3o Kurt Mendelssohn levaram a conclus\u00e3o de que por volta de 80.000 homens      trabalharam na constru\u00e7\u00e3o da Grande Pir\u00e2mide, sendo que 10.000 empregados      permanentemente e 70.000 homens sem qualifica\u00e7\u00e3o empregados durante as cheias      do Nilo. <\/p>\n<p>O pr\u00f3prio Mendelssohn mostrou que diversas pir\u00e2mides eram constru\u00eddas simultaneamente,      dessa forma, o n\u00famero de pessoas utilizadas pode ter chegado a 150.000, valores      pr\u00f3ximos aos descritos por Her\u00f3doto. Sem d\u00favida uma enorme quantidade de trabalhadores,      sobretudo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 popula\u00e7\u00e3o eg\u00edpicia de 5.000 anos atr\u00e1s.<\/p>\n<p>Outra caracter\u00edstica impressionante \u00e9 a precis\u00e3o &#8220;topogr\u00e1fica&#8221;      dessas constru\u00e7\u00f5es. Na Pir\u00e2mide de Qu\u00e9ops, a base n\u00e3o apresenta varia\u00e7\u00e3o de      n\u00edvel superior a 2,5 cm e os lados da base varia\u00e7\u00e3o de comprimento superior      a 20 cm. Igualmente precisa \u00e9 a orienta\u00e7\u00e3o das faces da pir\u00e2mide aos quatro      pontos cardeais e a inclina\u00e7\u00e3o das faces a 51\u00b0 52\u0092 com a horizontal.<\/p>\n<h4>Pir\u00e2mide de Qu\u00e9fren<\/h4>\n<p>A <strong>Pir\u00e2mide de Qu\u00e9fren<\/strong> mede, nos dias de hoje, 143 metros      de altura. Suas paredes erguem-se menos \u00edngremes que as da grande Pir\u00e2mide      de Qu\u00e9ops.<\/p>\n<p>O fara\u00f3 Qu\u00e9fren era irm\u00e3o do fara\u00f3 Qu\u00e9ops e quarto rei da IV dinastia, ele      reinou entre 2520 e 2494 a.C, ordenou que fosse constru\u00edda sua pir\u00e2mide que      hoje \u00e9, em tamanho, a segunda maior pir\u00e2mide do Antigo Egipto.<\/p>\n<p>Majestosa e imponente, foi revestida de pedra calc\u00e1ria e granito vermelho      e foi denominada pelos antigos eg\u00edpcios como a Grande Qu\u00e9fren ou A Grande      Pir\u00e2mide.<\/p>\n<p>Pr\u00f3ximo de onde foi erguida a pir\u00e2mide de Qu\u00e9fren havia um conjunto rochoso,      que foi aproveitado para que nele se esculpisse a famosa Esfinge, monumento      que representa o fara\u00f3 sentado em seu trono.<\/p>\n<p>A luz do sol do meio-dia ainda a faz brilhar de forma deslumbrante. Na base      tamb\u00e9m foi preservada parte da camada pr\u00f3ximo ao ch\u00e3o, que era a \u00fanica em      granito vermelho de toda a pir\u00e2mide.<\/p>\n<p>A pir\u00e2mide tem duas entradas, e ambas t\u00eam cerca de doze metros a leste do      ponto central de sua face norte. A primeira se encontra mais ou menos a quinze      metros de altura em rela\u00e7\u00e3o ao solo, ao passo que a outra foi escavada diretamente      nele e tamb\u00e9m abaixo da primeira.<\/p>\n<p>Da entrada superior encontra-se um corredor inclinado, baixo e estreito,      que desce pela estrutura da pir\u00e2mide at\u00e9 penetrar na rocha, tornando-se ent\u00e3o      horizontal seguindo at\u00e9 o centro do monumento onde se encontra uma c\u00e2mara      funer\u00e1ria.<\/p>\n<p>O teto, o piso, as paredes de toda a se\u00e7\u00e3o inclinada do corredor e uma pequena      parte da se\u00e7\u00e3o horizontal, foram recobertos de granito vermelho. Bem pr\u00f3ximo      de onde termina o revestimento de granito foram talhadas canaletas verticais      nas paredes que serviam para receber uma porta levadi\u00e7a, tamb\u00e9m de granito,      cujos restos ainda permanecem naquele local.<\/p>\n<p>Toda a c\u00e2mara mortu\u00e1ria foi esculpida na rocha. A restri\u00e7\u00e3o ficou mesmo por      conta do teto em ponta que \u00e9 formado por lajes de pedra calc\u00e1ria assentadas      no mesmo \u00e2ngulo das faces do monumento. A c\u00e2mara mede catorze metros e dezessete      cent\u00edmetros leste\/oeste, 5 metros de largura e 6 metros e 85 cent\u00edmetros de      altura. Existem cavidades retangulares de aproximadamente trinta cent\u00edmetros      de profundidade junto ao topo das paredes norte e sul.<\/p>\n<p>Foram encontrados no interior da pir\u00e2mide um sarc\u00f3fago com dois metros e      43 cent\u00edmetros de comprimento por um metro de largura e 68 cent\u00edmetros de      profundidade, mas o corpo mumificado do rei n\u00e3o estava nele. Ele foi encontrado      por arque\u00f3logos, em 1818, foi encontrado tamb\u00e9m um ata\u00fade mas este estava      quebrado em dois peda\u00e7os.<\/p>\n<p>Na entrada inferior encontra-se um corredor, cavado no substrato rochoso      que segue um trajeto igual ao corredor superior at\u00e9 tornar-se horizontal,      proporcionando um trajeto bem curto ascendendo abruptamente para surgir no      solo da se\u00e7\u00e3o horizontal do corredor superior. Neste corredor inferior as      paredes n\u00e3o se encontram revestidas de granito, mas existe uma porta levadi\u00e7a      de granito vermelho. Na se\u00e7\u00e3o plana, onde est\u00e1 a parede leste, se encontra      uma reentr\u00e2ncia; no lado oposto, uma passagem em declive desemboca em uma      c\u00e2mara que mede 10 metros e 43 cent\u00edmetros de comprimento por 3 metros de      largura e 2 metros e 56 cent\u00edmetros de altura.<\/p>\n<h4>Pir\u00e2mide de Miquerinos<\/h4>\n<p>Reinou poucos anos e n\u00e3o houve tempo para concluir um monumento bem acabado      como o de seu pai. Grande parte do trabalho foi terminada \u00e0s pressas, usou-se      material de qualidade inferior e at\u00e9 mesmo algumas partes foram deixadas inacabadas.      Era comum que sucessores de um fara\u00f3, fossem ou n\u00e3o seus filhos, terminassem      a obra de seu antecessor. Assim, os estudiosos sup\u00f5em que Shepseskaf, filho      e sucessor de Miquerinos, tenham completado algumas das edifica\u00e7\u00f5es de tijolo      do complexo piramidal e uma inscri\u00e7\u00e3o encontrada no templo funer\u00e1rio atesta      isso.<\/p>\n<p>Cada lado da base desse monumento mede 108 metros e 66 cent\u00edmetros, perfazendo      uma \u00e1rea ocupada de 11 mil e 807 metros quadrados, enquanto que sua altura      era, originalmente, de 66 metros e 44 cent\u00edmetros, sendo que hoje essa dimens\u00e3o      est\u00e1 reduzida a 62 metros e 18 cent\u00edmetros. As 16 carreiras inferiores da      pir\u00e2mide s\u00e3o revestidas de granito vermelho, polido em algumas delas e em      estado bruto em outras, e as demais de pedra calc\u00e1ria polida. Os antigos eg\u00edpcios      deram-lhe o nome de Neter Men-kau-Re, divino \u00e9 Miquerinos, ou Neteret, a divina.<\/p>\n<p>Os subterr\u00e2neos da pir\u00e2mide parecem demonstrar que houve uma mudan\u00e7a de planos      durante sua constru\u00e7\u00e3o. Inicialmente cavou-se um corredor descendente atrav\u00e9s      da rocha, o qual levava a uma c\u00e2mara mortu\u00e1ria retangular. Ao se decidir por      um novo projeto, o piso dessa c\u00e2mara foi aprofundado e um segundo corredor      foi perfurado por baixo do primeiro. <\/p>\n<p>Os estudiosos sup\u00f5em que a causa da mudan\u00e7a tenha sido a decis\u00e3o de aumentar      o tamanho do monumento, tornando-se necess\u00e1rio, portanto, construir o corredor      em posi\u00e7\u00e3o mais baixa, para que se preservasse a entrada na face norte da      pir\u00e2mide aproximadamente a uma mesma altura com rela\u00e7\u00e3o ao solo no que diz      respeito \u00e0quilo que havia sido planejado no projeto original. O segundo corredor      \u00e9 revestido de granito at\u00e9 o ponto em que penetra no substrato rochoso. No      ponto em que se inicia sua se\u00e7\u00e3o horizontal, ele \u00e9 ampliado, formando uma      antec\u00e2mara que apresenta as paredes de pedra decoradas com pain\u00e9is esculpidos      em relevo. <\/p>\n<p>Bloqueando a passagem da antec\u00e2mara para a c\u00e2mara mortu\u00e1ria existem tr\u00eas      portas levadi\u00e7as de granito, as quais se encaixam em canaletas verticais talhadas      nas paredes. Sup\u00f5e-se que tais portas eram baixadas por meio de cordas que      corriam sobre cilindros de madeira fixados no topo de cada canaleta.<\/p>\n<p>Por sob todo esse conjunto existem ainda outras duas c\u00e2maras e uma rampa      que as acessa partindo em declive do centro do piso da c\u00e2mara mortu\u00e1ria original      e terminando numa curta passagem horizontal. <\/p>\n<p>A primeira de tais c\u00e2maras fica \u00e0 direita da passagem e a ela se chega por      um lance de escada. \u00c9 um recinto retangular com quatro cub\u00edculos fundos em      sua parede leste e dois na parede norte, tudo cavado na rocha. Os arque\u00f3logos      afirmam que os primeiros quatro recintos destinavam-se a receber as quatro      v\u00edsceras do fara\u00f3, em seus respectivos vasos canopos, enquanto que os demais      se destinavam a receber as coroas reais. A segunda c\u00e2mara est\u00e1 situada no      outro extremo da passagem horizontal e visava substituir a c\u00e2mara mortu\u00e1ria      original. <\/p>\n<p>O seu piso, paredes e teto s\u00e3o totalmente de granito, sendo que esse \u00faltimo      \u00e9 arredondado, formando uma esp\u00e9cie de ab\u00f3bada. Nesse local foi encontrado      um sarc\u00f3fago vazio, que se perderam quando o navio que o transportava naufragou      na costa espanhola. Era retangular, feito de basalto e suas faces externas      estavam esculpidas com pain\u00e9is decorativos.<\/p>\n<p>Os alicerces do templo do vale eram de pedra, mas sua estrutura era quase      que totalmente de tijolo cru. A cal\u00e7ada que o unia ao templo mortu\u00e1rio era      formada por um aterro de pedra, sobre o qual se construiu um corredor de tijolos      revestido, tanto por dentro quanto por fora, de argamassa branca e coberta      com barrotes de madeira. <\/p>\n<p>No templo mortu\u00e1rio os alicerces e a parte interna de algumas das paredes      eram de pedra calc\u00e1ria local. Em alguns trechos existem pisos de granito e      paredes revestidas do mesmo material, mas uma grande parte da constru\u00e7\u00e3o foi      completada apenas com tijolo cru. Estudiosos avaliaram que alguns dos blocos      de pedra calc\u00e1ria das paredes do templo mortu\u00e1rio chegam a pesar 220 toneladas,      enquanto que as pedras gran\u00edticas mais pesadas do seu revestimento, todas      transportadas de Assu\u00e3, localidade distante cerca de 804 quil\u00f4metros de Giz\u00e9,      devem ter peso excedente a 30 toneladas.<\/p>\n<p>Os arque\u00f3logos encontraram, ao escavarem os templos do vale e mortu\u00e1rio,      um grande n\u00famero de est\u00e1tuas e estatuetas, a maioria das quais representa      o fara\u00f3 Miquerinos sozinho ou como membro de um grupo. No templo do vale,      por exemplo, foram encontrados quatro lindos conjuntos esculpidos em ard\u00f3sia,      representando o rei, a deusa H\u00e1tor e uma divindade protetora de um dos nomos      em que se dividia o pa\u00eds. <\/p>\n<p>Na ilustra\u00e7\u00e3o que se v\u00ea ao lado, o rei, usando a coroa do Alto Egito, a barba      posti\u00e7a e a veste real, aparece entre H\u00e1tor e a divindade local que simbolizava      o s\u00e9timo nomo do Alto Egito. Acredita-se que a inten\u00e7\u00e3o fosse a de esculpir      22 conjuntos semelhantes, um para cada nomo existente, mostrando o rei ao      lado de cada um dos deuses ou deusas protetores do respectivo nomo, o que      n\u00e3o chegou, provavelmente, a ser realizado. Outras obras de arte encontradas      foram uma est\u00e1tua de ard\u00f3sia representando o fara\u00f3 e a rainha principal, Khamerernebty      II, e quinze est\u00e1tuas inacabadas do rei. <\/p>\n<p>Estimativas, feitas com base nos fragmentos de esculturas descobertos no      complexo piramidal de Miquerinos, levam a crer que l\u00e1 existiriam entre 100      e 200 est\u00e1tuas separadas.<\/p>\n<p>Ao sul do monumento est\u00e3o enfileiradas tr\u00eas pir\u00e2mides subsidi\u00e1rias que, ao      que tudo indica, jamais foram conclu\u00eddas. A maior, e cuja constru\u00e7\u00e3o mais      avan\u00e7ou, \u00e9 revestida parcialmente de granito. <\/p>\n<p>As outras duas n\u00e3o chegaram at\u00e9 a fase do acabamento. Junto \u00e0 face leste      de cada uma delas h\u00e1 um pequeno templo funer\u00e1rio. Edificados com tijolo, provavelmente      foram erguidos por Shepseskaf ap\u00f3s a morte do pai. N\u00e3o existem ind\u00edcios de      a quem pertenciam tais pir\u00e2mides. Pelo tamanho, \u00e9 prov\u00e1vel que a maior se      destinasse ao sepultamento da rainha Khamerernebty II. <\/p>\n<p>Em outra foi encontrado um pequeno sarc\u00f3fago de granito, contendo alguns      ossos humanos aparentemente de uma mulher mo\u00e7a, o que leva a supor que teria      sido o t\u00famulo de uma princesa ou rainha jovem.<\/p>\n<p>Fonte:  www.hotel-turismo-guia.com<\/p>\n<h6>Pir\u00e2mides do Egito<\/h6>\n<h4>Pir\u00e2mides do Egito se alinhavam com as estrelas<\/h4>\n<p align=\"center\" class=\"r\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ppirami20.jpg\" alt=\"Pir\u00e2mides do Egito\" width=\"353\" height=\"172\" title=\"Pir\u00e2mides do Egito\" \/><strong><br \/>\n     Alinhamento durou apenas alguns anos<\/strong><\/p>\n<p>Os astr\u00f4nomos do Egito Antigo alinharam as pir\u00e2mides ao p\u00f3lo norte usando      duas estrelas como refer\u00eancia. A descoberta foi feita por egipt\u00f3logos brit\u00e2nicos,      que decidiram us\u00e1-la para confirmar com precis\u00e3o quando as pir\u00e2mides foram      constru\u00eddas.<\/p>\n<p>Eles conclu\u00edram que as pir\u00e2mides do Vale de Giz\u00e9 foram constru\u00eddas em dez      anos, por volta de 2.480 AC.<\/p>\n<p>H\u00e1 quase 4.500 anos, as duas estrelas mantinham uma determinada posi\u00e7\u00e3o no      c\u00e9u, apontando diretamente o norte.<\/p>\n<p>Mas o alinhamento s\u00f3 se manteve por alguns anos, atingindo precis\u00e3o absoluta      por volta de 2.500 AC _ antes e depois disso o movimento da Terra fez com      que o a posi\u00e7\u00e3o das estrelas no c\u00e9u mudasse. <\/p>\n<h4 align=\"left\" class=\"r\">Estrelas<\/h4>\n<p>Kate Spence, da Universidade de Cambridge, desenvolveu essa teoria quando      tentava explicar os desvios no alinhamento da base de v\u00e1rias pir\u00e2mides em      rela\u00e7\u00e3o ao p\u00f3lo norte.<\/p>\n<p align=\"center\" class=\"r\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ppirami21.jpg\" alt=\"Pir\u00e2mides do Egito\" width=\"171\" height=\"210\" title=\"Pir\u00e2mides do Egito\" \/><\/p>\n<p>Ela acredita que na Antiguidade podem ter sido usadas duas estrelas muito      brilhantes, que em 2.467 AC estavam perfeitamente alinhadas entre si e o p\u00f3lo      norte. <\/p>\n<blockquote>\n<p align=\"left\" class=\"r\">&#8220;N\u00f3s sabemos que os antigos eg\u00edpcios estavam        extremamente interessados no c\u00e9u, em especial nas estrelas no c\u00e9u do C\u00edrculo        Polar&#8221;, disse a pesquisadora. &#8220;Os eg\u00edpcios sempre se referiam        a elas como &#8216;As Indestrut\u00edveis'&#8221;.<\/p>\n<\/blockquote>\n<blockquote>\n<p>&#8220;Com isso, essas estrelas se tornaram intimamente associadas com a        Eternidade e a vida do rei depois da morte. Assim, depois da morte, o rei        esperava se juntar \u00e0s estrelas do c\u00e9u do C\u00edrculo Polar _ por isso as pir\u00e2mides        foram constru\u00eddas voltadas para elas&#8221;, explicou Kate Spence.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4 align=\"left\" class=\"r\">Astronomia na Antiguidade<\/h4>\n<p>As estrelas escolhidas eram Kochab, na constela\u00e7\u00e3o da Ursa Menor e Mizar,      na Ursa Maior.<\/p>\n<p>Como o eixo da Terra \u00e9 inst\u00e1vel e se move como um pe\u00e3o num per\u00edodo de 26      mil anos, os astr\u00f4nomos de hoje conseguem calcular quando as estrelas de Kochab      e Mizar estavam em alinhamento exato _ em 2.467      AC.<\/p>\n<p>A Pir\u00e2mide de Giz\u00e9 \u00e9 feita de 2 milh\u00f5es de blocos de pedra<\/p>\n<p>Em artigo na revista cient\u00edfica Nature, Kate Spence mostra que os erros de      orienta\u00e7\u00e3o em pir\u00e2mides constru\u00eddas antes e depois dessa data mostram com      precis\u00e3o o desvio gradativo do alinhamento Kochab-Mizar do p\u00f3lo norte, e tamb\u00e9m      podem ter seu ano de constru\u00e7\u00e3o determinado.<\/p>\n<p>Owen Gingerich, do Centro de Astrofisica Harvard-Smithsonian, de Cambridge,      Massachusets, disse que &#8220;Kate Spence conseguiu uma solu\u00e7\u00e3o engenhosa      para algo que h\u00e1 muito tempo \u00e9 um mist\u00e9rio&#8221;. <\/p>\n<p>Fonte:  www.bbc.co.uk<\/p>\n<h6>Pir\u00e2mides do Egito<\/h6>\n<h4>Como foram erguidas as pir\u00e2mides do Egito?<\/h4>\n<p align=\"center\" class=\"r\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ppirami18.jpg\" alt=\"Pir\u00e2mides do Egito\" width=\"510\" height=\"362\" title=\"Pir\u00e2mides do Egito\" \/><strong><br \/>\n     Pir\u00e2mides do Egito<\/strong><\/p>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o das pir\u00e2mides botou milhares de eg\u00edpcios para suar, exigiu conhecimentos      avan\u00e7ados de matem\u00e1tica e muitas pedras. Das cem pir\u00e2mides conhecidas no Egito,      a maior (e mais famosa) \u00e9 a de Qu\u00e9ops, \u00fanica das sete maravilhas antigas que      resiste ao tempo. <\/p>\n<p>Datada de 2 550 a.C., ela foi a cereja do bolo de uma gera\u00e7\u00e3o de fara\u00f3s com      aspira\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas. <\/p>\n<p>Khufu (ou Qu\u00e9ops, seu nome em grego), que encomendou a grande pir\u00e2mide, era      filho de Snefru, que j\u00e1 tinha feito sua piramidezinha. <\/p>\n<p>O conhecimento passou de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o, e Qu\u00e9fren, filho de Qu\u00e9ops,      e Miquerinos, o neto, completaram o trio das pir\u00e2mides de Giz\u00e9. <\/p>\n<p>Para botar de p\u00e9 os monumentos, que nada mais eram que tumbas luxuosas para      os fara\u00f3s, estima-se que 30 mil eg\u00edpcios trabalharam durante 20 anos. &#8220;Esses      trabalhadores eram trocados a cada tr\u00eas meses. <\/p>\n<p>A maioria trabalhava no corte e transporte dos blocos&#8221;, diz Antonio      Brancaglion Jr., egipt\u00f3logo do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio      de Janeiro (UFRJ). <\/p>\n<p>Al\u00e9m do pessoal que pegava pesado, havia arquitetos, m\u00e9dicos, padeiros e      cervejeiros. <\/p>\n<p>Tudo indica que esses caras eram livres (e n\u00e3o escravos), pagos com cerveja      e alimentos. Mas h\u00e1 controv\u00e9rsias. Alguns apostam em 100 mil trabalhadores,      al\u00e9m de teses que atribuem a obra a ETs!<\/p>\n<p><strong>Pedra sobre pedra<\/strong><\/p>\n<p>Cerca de 2,3 milh\u00f5es de blocos ajudaram a botar de p\u00e9 a pir\u00e2mide de Qu\u00e9ops<\/p>\n<p><strong>As pedras foram o come\u00e7o de tudo &#8211; cada bloco pesava em m\u00e9dia 2,5      toneladas, mas isso variava:<\/strong> o tamanho diminu\u00eda de acordo com a altura,      e em lugares espec\u00edficos, como a c\u00e2mara do rei, havia pedras gigantes, estimadas      em at\u00e9 80 toneladas. <\/p>\n<p><strong>Depois de cortados nas pedreiras, os blocos eram lixados e catalogados:<\/strong>      escrevia-se o nome do fara\u00f3 e o do grupo de trabalhadores respons\u00e1veis. No      total, 2,3 milh\u00f5es de blocos teriam sido usados na constru\u00e7\u00e3o da pir\u00e2mide      de Que\u00f3ps<\/p>\n<p><strong>\u00c9 PEDREIRA!<\/strong><\/p>\n<p>Para erguer as pir\u00e2mides, o terreno foi aplainado. <\/p>\n<p><strong>Al\u00e9m de deixar a terra pronta para o trabalho, o processo rendeu      uma fonte natural de mat\u00e9ria-prima: <\/strong>o plat\u00f4 era rico em rochas calc\u00e1rias,      um tipo de pedra mais mole, extra\u00edda com ferramentas de cobre. Rochas de calc\u00e1rio      mais fino, usadas para dar brilho \u00e0 pir\u00e2mide, vinham da regi\u00e3o pr\u00f3xima de      Tura<\/p>\n<p><strong>VOU DE BARCO<\/strong><\/p>\n<p>O fara\u00f3 escolheu granito para decorar a c\u00e2mara do rei, onde ele foi sepultado.      Como a pedra n\u00e3o era encontrada na regi\u00e3o, os blocos vinham de at\u00e9 800 quil\u00f4metros      de dist\u00e2ncia, da pedreira de Assu\u00e3, em barcos pelo rio Nilo. Os pesad\u00edssimos      blocos, alguns com at\u00e9 80 toneladas, tamb\u00e9m revestiam as c\u00e2maras e os corredores      internos<\/p>\n<p><strong>BASE CONCRETA<\/strong><\/p>\n<p>Para alguns pesquisadores, a an\u00e1lise da taxa de minerais presentes em partes      dos blocos da pir\u00e2mide mostra que pode ter sido usado um tipo de concreto      primitivo tanto na parte externa quanto na interna. Se a teoria for verdade,      essa ter\u00e1 sido a primeira aplica\u00e7\u00e3o de concreto de que se tem not\u00edcia &#8211; antes      disso, os pioneiros eram os romanos<\/p>\n<p><strong>Rock&#8217;n&#8217;roll<\/strong><\/p>\n<p>Teorias explicam como os eg\u00edpcios rolaram as pedras<\/p>\n<p>A proeza de transportar os blocos gigantes \u00e9 t\u00e3o complexa que at\u00e9 hoje n\u00e3o      existe consenso. Isso pode ter sido feito com cordas; com uma esp\u00e9cie de tren\u00f3      de troncos de madeira cil\u00edndricos, sobre os quais as pedras deslizavam; ou      com a ajuda de tafla, um tipo de barro que, molhado, fica escorregadio e ajuda      a deslizar os blocos. Depois de assentados, os blocos eram cortados em um      \u00e2ngulo de 51\u00ba, o que deixava a face da pir\u00e2mide lisa<\/p>\n<p><strong>SUBINDO A LADEIRA<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>O que \u00e9 &#8211;<\/strong> Uma rampa feita de terra e cascalho, com escoras        nas laterais<strong><br \/>\n       Pontos positivos &#8211; <\/strong>Como ocuparia apenas uma das faces, esta rampa        deixaria as laterais da pir\u00e2mide livre &#8211; assim, seria mais f\u00e1cil checar        se a obra estava &#8220;torta&#8221;<strong><br \/>\n       Pontos negativos &#8211;<\/strong> Para que a rampa alcan\u00e7asse a altura total,        teria que ser muuuito longa, e o trabalho teria que ser interrompido toda        vez que fosse necess\u00e1rio espich\u00e1-la<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>ZIGUEZAGUE<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>O que \u00e9 &#8211;<\/strong> Rampa \u00fanica em ziguezague constru\u00edda em torno        da pir\u00e2mide. \u00c9 a teoria mais popular atualmente<strong><br \/>\n       Pontos positivos &#8211;<\/strong> A rampa teria uma inclina\u00e7\u00e3o constante, ao contr\u00e1rio        da rampa \u00fanica<strong><br \/>\n       Pontos negativos &#8211;<\/strong> A rampa tampa a vis\u00e3o da totalidade da obra.        Assim, haveria o risco de, ao desmanchar a rampa, perceber que as faces        da pir\u00e2mide estavam tortas<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>DEBAIXO DOS CARAC\u00d3IS<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>O que \u00e9 &#8211;<\/strong> At\u00e9 os 43 metros de altura, usa-se a rampa externa.        A partir da\u00ed, seria usada uma rampa interna em espiral, recuada a 15 metros        da face externa. No fim de cada andar, uma aresta permite que as pedras        girem 90\u00ba<strong><br \/>\n       Pontos positivos &#8211; <\/strong>Reaproveitaria o material da rampa externa para        o resto da constru\u00e7\u00e3o. Um sistema de contrapeso carregaria as pedras maiores<strong><br \/>\n       Pontos negativos &#8211;<\/strong> Como a linha n\u00e3o \u00e9 reta, a rampa aumentaria        a dist\u00e2ncia pela qual os blocos teriam que ser arrastados<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>PAU NA M\u00c1QUINA<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>O que \u00e9 &#8211;<\/strong> V\u00e1rias teorias sugerem que m\u00e1quinas eram usadas        para subir os blocos pir\u00e2mide acima. Essas m\u00e1quinas poderiam ser guindastes,        alavancas ou sistema de gangorras, com um cesto de areia de um lado e o        bloco de outro<strong><br \/>\n       Pontos positivos &#8211;<\/strong> As m\u00e1quinas dariam al\u00edvio \u00e0 dureza do trabalho        bra\u00e7al<strong><br \/>\n       Pontos negativos <\/strong>&#8211; Faltaria espa\u00e7o para manobrar, e as m\u00e1quinas        n\u00e3o dariam conta dos blocos maiores<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>TAMANHO \u00c9 DOCUMENTO<\/strong><\/p>\n<p>Comparada com pr\u00e9dios e campos de futebol, a pir\u00e2mide sai ganhando<\/p>\n<p><strong>ALTURA &#8211;<\/strong> 147 metros<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Equivale a &#8211; <\/strong>Pr\u00e9dio de 49 andares &#8211; o Copan, por exemplo,        tem 140 metros<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>PESO DE 1 BLOCO &#8211;<\/strong> 2,5 toneladas<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Equivale a <\/strong>&#8211; 3 Fuscas de 800 quilos<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>PESO TOTAL <\/strong>&#8211; 6,5 milh\u00f5es de toneladas<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Equivale a &#8211;<\/strong> 11,5 navios de carga carregados<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>\u00c1REA &#8211;<\/strong> 13 acres (52 598 m2)<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Equivale a &#8211;<\/strong> 6 campos de futebol<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte:  www.revistaplatina.com<\/p>\n<h6>Pir\u00e2mides do Egito<\/h6>\n<h4>A grande pir\u00e2mide de Khufu &#8211; Qu\u00e9ops para os Gregos (Egipto)<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ppirami19.jpg\" alt=\"Pir\u00e2mides do Egito\" width=\"419\" height=\"261\" title=\"Pir\u00e2mides do Egito\" \/><strong><br \/>\n     Pir\u00e2mides do Egito<\/strong><\/p>\n<p>Das sete maravilhas do mundo antigo, as pir\u00e2mides s\u00e3o as \u00fanicas sobreviventes.    <\/p>\n<p>Foram constru\u00eddas por volta de 2690 a.C, a 10 km do Cairo, capital do Egito.    <\/p>\n<p>As tr\u00eas c\u00e9lebres pir\u00e2mides de Giz\u00e9 ocupam uma \u00e1rea de 120.000 m\u00b2. <\/p>\n<p>A maior delas (148 metros de altura) foi constru\u00edda por Qu\u00e9ops, o mais rico      dos fara\u00f3s, com 2,3 milh\u00f5es de blocos de pedra, a maioria deles pesando duas      toneladas e meia. Empregou 100 mil oper\u00e1rios durante vinte anos.<\/p>\n<p>Empregou 100 mil oper\u00e1rios durante 20 anos. <\/p>\n<p>As outras grandes pir\u00e2mides s\u00e3o a de Qu\u00e9fren (136 metros) e a de Miquerinos      (62 metros).<\/p>\n<p>Miquerinos era filho de Qu\u00e9ops e construiu a mais cara de todas elas.<\/p>\n<p>Se enfileir\u00e1ssemos os blocos de granito das tr\u00eas pir\u00e2mides, eles dariam a      volta ao mundo.<\/p>\n<p>Fonte:  vitoria.upf.tche.br<\/p>\n<h6>Pir\u00e2mides do Egito<\/h6>\n<p>Das sete maravilhas do mundo antigo, as oitenta pir\u00e2mides s\u00e3o as \u00fanicas sobreviventes.    <\/p>\n<p>Foram constru\u00eddas por volta de 2690 a.C., a 10 km do Cairo, capital do Egito.    <\/p>\n<p>As tr\u00eas mais c\u00e9lebres pir\u00e2mides de Giz\u00e9h (<strong>Qu\u00e9ops, Qu\u00e9fren e Miquerinos<\/strong>)      ocupam uma \u00e1rea de 129.000 m2. <\/p>\n<p>A maior delas (Que\u00f3ps) foi constru\u00edda pelo mais rico dos fara\u00f3s, e empregou      cem mil oper\u00e1rios durante 20 anos. Se enfileir\u00e1ssemos os blocos de granito      das tr\u00eas pir\u00e2mides, eles dariam a volta ao mundo.<\/p>\n<h4 align=\"left\" class=\"r\"><strong>Curiosidades sobre as Pir\u00e2mides<\/strong><\/h4>\n<p>Estas tr\u00eas majestosas pir\u00e2mides foram constru\u00eddas como tumbas dos reis Kufu      (ou Qu\u00e9ops), Qu\u00e9fren, e Menkaure (ou Miquerinos) &#8211; pai, filho e neto.<\/p>\n<p>A maior delas, com 147 m de altura (49 andares), \u00e9 chamada Grande Pir\u00e2mide,      e foi constru\u00edda cerca de 2550 a.C. para Kufu, no auge do antigo reinado do      Egito.<\/p>\n<p>As <strong>pir\u00e2mides de Giz\u00e9 <\/strong>s\u00e3o um dos monumentos mais famosos      do mundo.<\/p>\n<p>Como todas as pir\u00e2mides, cada uma faz parte de um importante complexo que      compreende um templo, uma rampa, um templo funer\u00e1rio e as pir\u00e2mides menores      das rainhas, todo cercado de t\u00famulos (mastabas) dos sacerdotes e pessoas do      governo, uma aut\u00eantica cidade para os mortos. <\/p>\n<p><strong>As valas aos p\u00e9s das pir\u00e2mides continham botes desmontados:<\/strong>      parte integral da vida no Nilo sendo considerados fundamentais na vida ap\u00f3s      a morte, porque os eg\u00edpcios acreditavam que o defunto-rei navegaria pelo c\u00e9u      junto ao Rei-Sol.<\/p>\n<p>Apesar das complicadas medidas de seguran\u00e7a, como sistemas de bloqueio com      pedregulhos e grades de granito, todas as pir\u00e2mides do Antigo Imp\u00e9rio foram      profanadas e roubadas possivelmente antes de 2000 a.C.<\/p>\n<p>Existem hoje no Egito 80 pir\u00e2mides; A Grande Pir\u00e2mide, de 147 m de altura,      \u00e9 a maior de todas.<\/p>\n<p>Se a Grande Pir\u00e2mide estivesse na cidade de Nova Iorque por exemplo, ela      poderia cobrir sete quarteir\u00f5es.<\/p>\n<p>Todos os quatro lados s\u00e3o praticamente do mesmo comprimento, com uma exatid\u00e3o      n\u00e3o existente apenas por alguns cent\u00edmetros. Isso mostra como os antigos eg\u00edpcios      estavam avan\u00e7ados na matem\u00e1tica e na engenharia, numa \u00e9poca em que muitos      povos do mundo ainda eram ca\u00e7adores e andarilhos.<\/p>\n<p>A Grande Pir\u00e2mide manteve-se como a mais alta estrutura feita pelo homem      at\u00e9 a constru\u00e7\u00e3o da Torre Eiffel em 1900, 4.500 anos depois da constru\u00e7\u00e3o      da pir\u00e2mide.<\/p>\n<p>Para os eg\u00edpcios, a pir\u00e2mide representava os raios do Sol, brilhando em dire\u00e7\u00e3o      \u00e0 Terra. Todas as pir\u00e2mides do Egito foram constru\u00eddas na margem oeste do      Nilo, na dire\u00e7\u00e3o do sol poente.<\/p>\n<p>Os eg\u00edpcios acreditavam que, enterrando seu rei numa pir\u00e2mide, ele se elevaria      e se juntaria ao sol, tomando o seu lugar de direito com os deuses.<\/p>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o da pir\u00e2mide foi feita com pedras justapostas, ou seja &#8220;encaixadas&#8221;,      sem aux\u00edlio de cimento ou qualquer material colante, e alguns blocos est\u00e3o      t\u00e3o bem unidos que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel passar entre eles uma folha de papel, at\u00e9      mesmo uma agulha. <\/p>\n<p>Fonte:  www.khanelkhalili.com.br<\/p>\n<h6>Pir\u00e2mides do Egito<\/h6>\n<p>Durante o per\u00edodo de aproximadamente um mil\u00eanio (entre 2630 e 1640 a.C.)      os eg\u00edpcios constru\u00edram suas famosas pir\u00e2mides, dentre as quais tr\u00eas delas      assombram o mundo at\u00e9 hoje. A mais antiga que se conhece data da III dinastia      e era constitu\u00edda por mastabas sobrepostas formando degraus.<\/p>\n<p>O idealizador deste tipo de constru\u00e7\u00e3o foi o s\u00e1bio Imhotep, proeminente figura      do reinado do fara\u00f3 Djoser. <\/p>\n<p>Essa \u00e9 provavelmente a \u00fanica pir\u00e2mide desse tipo que foi conclu\u00edda. <\/p>\n<p>No in\u00edcio da IV dinastia as pir\u00e2mides come\u00e7aram a ser constru\u00eddas com suas      paredes inclinadas e n\u00e3o mais em forma de degraus, sendo que as \u00faltimas datam      da XII dinastia.<\/p>\n<h4>As Mastabas<\/h4>\n<p>At\u00e9 o final da II dinastia os t\u00famulos dos soberanos e dos nobres eg\u00edpcios      eram constitu\u00eddos de uma c\u00e2mara funer\u00e1ria cavada profundamente no solo, sobre      a qual se erigia uma estrutura baixa, de paredes verticais, de teto achatado,      com base retangular, constru\u00edda com tijolos de lama cozidos ao sol, que ficaram      conhecidas com o nome de mastabas.<\/p>\n<p><strong>Tais estruturas, no passar dos anos, evolu\u00edram:<\/strong> o material      construtivo passou a ser a pedra; as paredes passaram a ser ligeiramente inclinadas,      formando uma pir\u00e2mide truncada; as dimens\u00f5es cresceram, inclusive em altura,      com o acr\u00e9scimo de v\u00e1rios andares em degraus, at\u00e9 atingirem a forma piramidal.<\/p>\n<h4>As Pir\u00e2mides de Degraus<\/h4>\n<p>Inovando totalmente em mat\u00e9ria de sepulcros, o fara\u00f3 Djoser, da III dinastia,      cujo reinado se estendeu aproximadamente entre 2630 e 2611 a.C., encarregou      seu primeiro ministro e arquiteto Imhotep de construir um t\u00famulo totalmente      em pedra, material que at\u00e9 aquela \u00e9poca era usado apenas em partes isoladas      das constru\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Superpondo seis mastabas progressivamente menores, o genial arquiteto ergueu      uma pir\u00e2mide de degraus. <\/p>\n<p>O local escolhido foi uma extens\u00e3o de terras elevadas em Saqqara, a sobranceiro      da cidade de M\u00eanfis, pr\u00f3ximo do grande cemit\u00e9rio de mastabas que havia sido      usado no decorrer das duas primeiras dinastias. Posteriormente, outros fara\u00f3s      da mesma dinastia tamb\u00e9m ergueram pir\u00e2mides em degraus, embora menos majestosas.<\/p>\n<h4>A Pir\u00e2mide torta<\/h4>\n<p>O primeiro fara\u00f3 da IV dinastia, Snefru, que reinou aproximadamente entre      2575 e 2551 a.C., mandou erguer na localidade de Dahshur uma pir\u00e2mide que      se tornou \u00fanica, entre tantas constru\u00eddas, em fun\u00e7\u00e3o da forma final que acabou      tendo. Inicialmente a obra fora planejada para ser uma pir\u00e2mide verdadeira.    <\/p>\n<p>Entretanto, houve uma redu\u00e7\u00e3o abrupta no \u00e2ngulo de inclina\u00e7\u00e3o das suas faces      externas, num ponto um tanto acima da metade da altura prevista para o monumento,      o que alterou a sua forma piramidal. O resultado final fez com que atualmente      essa constru\u00e7\u00e3o seja conhecida como pir\u00e2mide torta, falsa, romba, romboidal      ou romb\u00f3ide. <\/p>\n<h4>A Pir\u00e2mide de Qu\u00e9ops<\/h4>\n<p>Qu\u00e9ops, segundo fara\u00f3 da IV dinastia, cujo reinado se estendeu de 2551 a      2528 aproximadamente, talvez influenciado pelo tamanho da pir\u00e2mide erguida      por seu pai Snefru, escolheu um planalto situado nas bordas do deserto, mais      ou menos a oito quil\u00f4metros de Giz\u00e9, e ali ergueu uma pir\u00e2mide de dimens\u00f5es      ainda maiores. <\/p>\n<p>Conhecida como a Grande Pir\u00e2mide ou Primeira Pir\u00e2mide de Giz\u00e9, esse monumento      marca o apogeu da \u00e9poca de tais constru\u00e7\u00f5es, tanto no que se refere ao tamanho      quanto no que se refere \u00e0 qualidade do trabalho. <\/p>\n<p>Tendo uma base que cobre quase 53 mil metros quadrados, esse \u00e9, sem d\u00favida,      o monumento mais pol\u00eamico de toda a antiguidade eg\u00edpcia e a \u00fanica das Sete      Maravilhas do Mundo que chegou at\u00e9 nossos dias.<\/p>\n<h4>A Pir\u00e2mide de K\u00e9fren<\/h4>\n<p>O fara\u00f3 K\u00e9fren (em eg\u00edpcio Khaef-Re), irm\u00e3o de K\u00e9ops e quarto rei da IV dinastia,      reinou entre 2520 e 2494 a.C. e mandou construir o monumento que hoje \u00e9, em      tamanho, a segunda maior pir\u00e2mide do Egito antigo.<\/p>\n<p>Imponente, era revestida de pedra calc\u00e1ria e granito vermelho e os antigos      eg\u00edpcios deram-lhe o nome de Grande \u00e9 K\u00e9fren e tamb\u00e9m chamavam-na de A Grande      Pir\u00e2mide. <\/p>\n<p>No seu interior foi achado um sarc\u00f3fago com dois metros e 43 cent\u00edmetros      de comprimento por um metro de largura e 68 cent\u00edmetros de profundidade, mas      o corpo do rei n\u00e3o foi encontrado. <\/p>\n<p>Nas proximidades do monumento, um conjunto rochoso foi aproveitado para que      nele se esculpisse a famosa esfinge, cuja cabe\u00e7a representa a face do fara\u00f3.<\/p>\n<h4>A Pir\u00e2mide de Miquerinos<\/h4>\n<p>Desde o s\u00e9culo I da nossa era que a terceira dentre as mais famosas pir\u00e2mides      do mundo teve sua constru\u00e7\u00e3o atribu\u00edda a Miquerinos (em eg\u00edpcio Men-kau-Re),      filho de K\u00e9fren e quinto soberano da IV dinastia, cujo reinado se estendeu      de 2490 a 2472 a.C. <\/p>\n<p>No s\u00e9culo XIX descobriu-se seu nome escrito com ocre vermelho no teto da      c\u00e2mara funer\u00e1ria de uma pir\u00e2mide secund\u00e1ria do conjunto de monumentos a ele      atribu\u00eddos, confirmando-se, assim, a informa\u00e7\u00e3o que havia sido dada por Her\u00f3doto.<\/p>\n<p>Ela ocupa menos de um quarto da \u00e1rea coberta pela Grande Pir\u00e2mide, mas mesmo      assim seu tamanho \u00e9 consider\u00e1vel e sua altura atingia mais de 66 metros, o      que corresponde a de um pr\u00e9dio de 22 andares.<\/p>\n<h4>As outras Pir\u00e2mides <\/h4>\n<p>Al\u00e9m das tr\u00eas famosas pir\u00e2mides de Giz\u00e9 e de mais algumas tamb\u00e9m bastante      conhecidas, como a do fara\u00f3 Djoser e a chamada pir\u00e2mide torta, dezenas de      outras foram erguidas ao longo dos s\u00e9culos pelos antigos eg\u00edpcios. <\/p>\n<p>A pir\u00e2mide vermelha, que leva esse nome porque nela foi empregado um calc\u00e1rio      rosado; o complexo funer\u00e1rio de Sahure, dotado de um elaborado sistema de      drenagem das \u00e1guas pluviais e cujos relevos mostram a partida de navios para      uma terra distante; o monumento de Wenis, que se destaca por nele terem sido      encontrados os mais antigos textos das pir\u00e2mides que se conhecem, s\u00e3o apenas      alguns exemplos.<\/p>\n<p>A lista completa j\u00e1 conta com mais de 80 exemplares. <\/p>\n<h4>Os Textos das pir\u00e2mides <\/h4>\n<p>Os assim chamados textos das pir\u00e2mides s\u00e3o uma cole\u00e7\u00e3o de encantamentos reunidos      sem uma ordem fixa determinada, n\u00e3o formando, portanto, uma narrativa cont\u00ednua.<\/p>\n<p><strong>Eles foram encontrados nas pir\u00e2mides dos seguintes fara\u00f3s: <\/strong>Wenis,      da V dinastia; Teti, Pepi I, Merenre e Pepi II, todos da VI dinastia; Ibi,      da VIII dinastia e nas pir\u00e2mides de tr\u00eas rainhas do fara\u00f3 Pepi II. <\/p>\n<p>A maioria das inscri\u00e7\u00f5es ocorre em mais de uma pir\u00e2mide, mas poucas s\u00e3o repetidas      em todas as pir\u00e2mides nas quais tais textos s\u00e3o encontrados. <\/p>\n<p>Na pir\u00e2mide de Wenis, por exemplo, existem apenas 228 inscri\u00e7\u00f5es de um total      j\u00e1 conhecido que excede setecentas.<\/p>\n<h4>Porque Foram Constru\u00eddas<\/h4>\n<p>O t\u00famulo para um eg\u00edpcio antigo era o seu castelo da eternidade e deveria      durar para sempre. <\/p>\n<p>Eles acreditavam que a sobreviv\u00eancia ap\u00f3s a morte dependia em primeiro lugar      da preserva\u00e7\u00e3o do corpo f\u00edsico. <\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, todo material que se fazia necess\u00e1rio para o corpo e para o ka      do morto deveria ser suprido ao longo dos anos ap\u00f3s a morte.<\/p>\n<p>Tais cren\u00e7as levaram os antigos eg\u00edpcios a dedicarem aten\u00e7\u00e3o especial \u00e0 edifica\u00e7\u00e3o      de seus t\u00famulos.<\/p>\n<p>E embora o formado dos sepulcros possa ter mudado ao longo do tempo, seu      prop\u00f3sito fundamental permaneceu o mesmo ao longo dos 3000 anos da hist\u00f3ria      eg\u00edpcia.<\/p>\n<h4>Como foram constru\u00eddas<\/h4>\n<p>N\u00e3o foram encontrados registros pict\u00f3ricos ou textuais que expliquem como      as pir\u00e2mides foram planejadas e constru\u00eddas. <\/p>\n<p>O estudo detalhado dos monumentos e o conhecimento crescente dos meios dispon\u00edveis      na \u00e9poca tornaram poss\u00edvel determinar muitos detalhes construtivos. <\/p>\n<p>V\u00e1rias quest\u00f5es, entretanto, continuam sem solu\u00e7\u00e3o e, nesses casos, as respostas      sugeridas baseiam-se apenas na cren\u00e7a de que atrav\u00e9s dos meios propostos poderiam      ser atingidos os resultados que s\u00e3o observados hoje em dia.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da vis\u00e3o cl\u00e1ssica do problema, v\u00e1rias tentativas de explica\u00e7\u00f5es alternativas      t\u00eam surgido ao longo dos tempos.<\/p>\n<p>Fonte:  www.omnix.hpg.ig.com.br<\/p>\n<h6>Pir\u00e2mides do Egito<\/h6>\n<h4>COMO FORAM CONSTRU\u00cdDAS<\/h4>\n<p><strong>Constru\u00eddas h\u00e1 cerca de 4500 anos, aproximadamente entre 2650 e 2550      a.C., as pir\u00e2mides de Gis\u00e9 foram feitas para tr\u00eas reis da Quarta Dinastia      do Egito: <\/strong>Qu\u00e9ops, Qu\u00e9fren e Miquerinos. Eles mesmos foram os arquitetos      de suas pr\u00f3prias pir\u00e2mides. <\/p>\n<p>Her\u00f3doto, &#8220;pai da Hist\u00f3ria&#8221; , viajando pelo Egito no ano de 450      a.C., conseguiu obter dos sacerdotes certos pormenores sobre a constru\u00e7\u00e3o      dessas maravilhas e os transmitiu ao resto do mundo. Segundo seu relato, a      Grande Pir\u00e2mide, como \u00e9 chamada a de Qu\u00e9ops, foi constru\u00edda num espa\u00e7o de      vinte anos. Cem mil homens trabalhavam nessa obra durante tr\u00eas meses por ano,      provavelmente durante a \u00e9poca das cheias do rio Nilo, quando a agricultura      ficava paralisada. Foram utilizadas mais de 2 milh\u00f5es de pedras calcarias.    <\/p>\n<p>\u00c9 prov\u00e1vel que os grupos de trabalho fossem espont\u00e2neos. As pessoas sentiam-se      satisfeitas em colaborar com obras consideradas divinas. <\/p>\n<p>Das 7 maravilhas do mundo antigo, as pir\u00e2mides de Gis\u00e9 s\u00e3o as \u00fanicas que      ainda permanecem inteiras, exercendo um grande fasc\u00ednio sobre a humanidade.    <\/p>\n<p><strong>Quem quer que tenha visto as pir\u00e2mides uma s\u00f3 vez na vida &#8211; ou mesmo      quem nunca p\u00f4de v\u00ea-las de perto &#8211; fica curioso: <\/strong>Como foram constru\u00eddas?      Qual o conhecimento matem\u00e1tico que os eg\u00edpcios possu\u00edam? Que t\u00e9cnicas dominavam?<\/p>\n<h4>Que ferramentas empregavam? <\/h4>\n<p>Na constru\u00e7\u00e3o das pir\u00e2mides, os eg\u00edpcios inicialmente nivelavam o terreno      pela observa\u00e7\u00e3o da estrela Polar, a partir de um ponto fixado no v\u00e9rtice norte      da futura pir\u00e2mide. A precis\u00e3o alcan\u00e7ada com esse processo \u00e9 espantosa. <\/p>\n<p>Os instrumentos usados eram o merkhet- barra horizontal equipada com um fio      de prumo -e o bay &#8211; vara de madeira com uma al\u00e7a de mira na extremidade superior.<\/p>\n<p>Com o aux\u00edlio desses instrumentos, as posi\u00e7\u00f5es do nascente e do poente da      estrela do Norte (Polar) eram marcadas sobre um c\u00edrculo. <\/p>\n<p>Para encontrar o norte, os eg\u00edpcios determinavam a bissetriz do \u00e2ngulo formado      pela posi\u00e7\u00e3o do nascente e do poente da estrela. <\/p>\n<p>Descoberto o norte, os eg\u00edpcios ligavam cordas a v\u00e1rios pontos fixados sobre      o eixo norte-sul, o que tornava poss\u00edvel a determina\u00e7\u00e3o de um dos lados da      pir\u00e2mide. Com o aux\u00edlio de varas, usadas como instrumento de medida, obtinham      o \u00e2ngulo reto com um conjunto de arcos de c\u00edrculo. <\/p>\n<p>N\u00e3o podemos esquecer que a base da pir\u00e2mide \u00e9 quadrangular, isto \u00e9, possui      quatro \u00e2ngulos retos. A precis\u00e3o dos \u00e2ngulos da Grande Pir\u00e2mide \u00e9 admirada      at\u00e9 hoje. O curioso \u00e9 que, embora o teorema de Pit\u00e1goras sobre as rela\u00e7\u00f5es      entre os lados de um tri\u00e2ngulo ainda n\u00e3o tivesse sido formulado, os eg\u00edpcios      j\u00e1 o aplicavam, demonstrando que a necessidade pr\u00e1tica \u00e9 a grande geradora      do conhecimento humano. <\/p>\n<h4>Como as pedras eram transportadas at\u00e9 o local da constru\u00e7\u00e3o das pir\u00e2mides?    <\/h4>\n<p>Ainda hoje existem vest\u00edgios das rampas que os eg\u00edpcios utilizavam para transportar      as pedras. O mais prov\u00e1vel, haja visto as in\u00fameras teorias sobre a sua constru\u00e7\u00e3o,      \u00e9 que eles usassem uma s\u00e9rie de pequenas rampas em torno da pir\u00e2mide, para      empurrar os blocos iniciais at\u00e9 uma altura de 30 metros. Outra rampa lateral      maior, apoiada em apenas uma das faces, servia para transportar o restante      das pedras at\u00e9 o topo.<\/p>\n<p><strong>Entre os mecanismos de que os eg\u00edpcios dispunham, constavam:<\/strong>      a alavanca, as roldanas, carros de arrasto e o chaduf, aparelho com que suspendiam      material de constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Realmente, as pir\u00e2mides de Gis\u00e9 mereceram o t\u00edtulo de maravilha do mundo.      H\u00e1 detalhes em sua constru\u00e7\u00e3o que deslumbram o leigo e impressionam o matem\u00e1tico.    <\/p>\n<p>Ignora-se o significado exato da forma piramidal. Pode ser que as paredes      lisas e inclinadas representassem os raios de sol, pelos quais o fara\u00f3 subiria      at\u00e9 o astro-rei, o deus R\u00e1, e com ele percorreria os c\u00e9us. <\/p>\n<p>Qu\u00e9ops, Qu\u00e9frem e Miquerinos, eram respectivamente pai. filho e neto. A primeira      das pir\u00e2mides \u00e9 a de maiores dimens\u00f5es. Ocupa uma \u00e1rea de mais de 6 hectares,      cont\u00e9m quase 5 milh\u00f5es de toneladas de pedra, mede cerca de 145 metros de      altura e sua \u00fanica entrada, no lado norte, eleva-se cerca de 17 metros do      solo. Ela foi constru\u00edda cerca de 2500 anos antes de Cristo. Sua base \u00e9 um      quadrado cujos lados medem aproximadamente 230 m. <\/p>\n<p>O fasc\u00ednio de Qu\u00e9ops n\u00e3o termina a\u00ed. <\/p>\n<p><strong>As suas quatro faces est\u00e3o orientadas, com uma exatid\u00e3o quase perfeita,      para os quatro pontos cardeais:<\/strong> norte, sul, leste e oeste. A grande      pir\u00e2mide foi originalmente revestida de pedra calc\u00e1ria da melhor qualidade,      mas hoje resta pouco desse material. <\/p>\n<p>O per\u00edmetro de cada um dos quatro lados da Grande Pir\u00e2mide est\u00e1 para a altura      da pir\u00e2mide como a circunfer\u00eancia para o raio do c\u00edrculo, isto \u00e9, na rela\u00e7\u00e3o      de 2p. A sua altura, multiplicada por um bilh\u00e3o resulta na dist\u00e2ncia do Sol      \u00e0 Terra. Um meridiano que passe pelo centro da pir\u00e2mide divide continentes      e oceanos em duas metades exatamente iguais. A grande pir\u00e2mide se situa no      centro de gravidade dos continentes! <\/p>\n<p>Mais incr\u00edvel ainda \u00e9 o fato de que, ao cortar o meridiano, os raios da estrela      S\u00edrio s\u00e3o perpendiculares \u00e0 face sul da Grande Pir\u00e2mide. Penetrando na c\u00e2mara      real pelo canal de ventila\u00e7\u00e3o, iluminavam a cabe\u00e7a do finado fara\u00f3. Pela face      norte, a abertura principal e um segundo t\u00fanel (que ia ter c\u00e2mara inferior)      davam passagem \u00e0 luz da estrela Polar.<\/p>\n<p>Quanto mist\u00e9rio n\u00e3o deve estar ainda escondido sob as imensas pedras de Gis\u00e9.      Quais as rela\u00e7\u00f5es, se \u00e9 que existem, entre as pir\u00e2mides do Egito e as das      coloniza\u00e7\u00f5es pr\u00e9 &#8211; Colombianas. O pesquisador Erich Von D\u00e4niken, em seu livro      &#8220;Eram os Deuses Astronautas?&#8221;, defende a tese de que as pir\u00e2mides      foram constru\u00eddas com o auxilio de seres extra &#8211; terrenos. As maldi\u00e7\u00f5es que      sempre cercaram as suas explora\u00e7\u00f5es e tantos outros fatos e rela\u00e7\u00f5es impressionantes      nos deixam, muitas vezes sem resposta, mas quanto mais nos aprofundamos mais      fascinados pelas pir\u00e2mides acabamos ficando. <\/p>\n<p>A pir\u00e2mide quadrangular \u00e9 um s\u00f3lido delimitado por quatro faces triangulares      e por uma base quadrangular. <\/p>\n<p>As pir\u00e2mides mais comuns s\u00e3o as de base quadrada, embora, matematicamente,      a base possa ser qualquer pol\u00edgono. <\/p>\n<p>Os antigos eg\u00edpcios precisavam demarcar constantemente suas terras s margens      do rio Nilo. Para essas demarca\u00e7\u00f5es precisavam do \u00e2ngulo de 90 graus. Eles      conseguiam esse \u00e2ngulo dispondo urna corda dividida em 13 n\u00f3s, espa\u00e7ados em      intervalos regulares. Para conseguir o \u00e2ngulo a corda era fixada com estacas      nos n\u00f3s 1, 4,8, fixando o n\u00f3 13 junto com o n\u00f3 1.0 \u00e2ngulo determinado pela      estaca do 4 n\u00f3 \u00e9 \u00e2ngulo reto. <\/p>\n<p>Fonte:  www.expoente.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pir\u00e2mides do Egito, Eg\u00edpcios, Constru\u00e7\u00e3o, Altura, Descri\u00e7\u00e3o, Localiza\u00e7\u00e3o, Hist\u00f3ria, Estrutura, Uso, Como foram constru\u00eddas, Pir\u00e2mides do Egito<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[88],"tags":[],"class_list":["post-40530","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-turismo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Pir\u00e2mides do 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