{"id":40101,"date":"2016-06-02T18:36:41","date_gmt":"2016-06-02T18:36:41","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=40101"},"modified":"2023-12-11T09:28:36","modified_gmt":"2023-12-11T11:28:36","slug":"quenia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/quenia","title":{"rendered":"Qu\u00eania"},"content":{"rendered":"<p><strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0tem sido conhecida at\u00e9 pouco pelos antrop\u00f3logos como \u201cBer\u00e7o da Humanidade,\u201d pois neste pa\u00eds encontraram os restos de nossos primitivos antepassados, concretamente os homin\u00eddeos de entre dois e cinco milh\u00f5es de anos de antiguidade.<\/p>\n<p>Estima-se que h\u00e1 2.000 anos iniciaram-se uma s\u00e9rie de migra\u00e7\u00f5es de povos n\u00f4mades procedentes do sul de Eti\u00f3pia. J\u00e1 no ano 500 a.C. produziram-se novas mobiliza\u00e7\u00f5es de africanos.<\/p>\n<p>Esta aflu\u00eancia de pessoas t\u00e3o diversas t\u00eam provocado abrigo \u00e0s pessoas origin\u00e1rias de quase a totalidade dos pa\u00edses deste continente.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania &#8211; Hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p><strong>Capital:<\/strong>\u00a0Nair\u00f3bi<\/p>\n<p>F\u00f3sseis encontrados na \u00c1frica Oriental sugerem que protohumans percorriam a \u00e1rea de mais de 20 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s.<\/p>\n<p>Descobertas recentes perto do lago Turkana no\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0indicam que homin\u00eddeos viviam na regi\u00e3o 2,6 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n<p>Cushitic pessoas de l\u00edngua do norte da \u00c1frica se mudou para a \u00e1rea que \u00e9 agora come\u00e7o\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0volta de 2000 a.C.<\/p>\n<p>Comerciantes \u00e1rabes come\u00e7ou a frequentar a costa do\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0em torno da proximidade do primeiro s\u00e9culo dC para a coloniza\u00e7\u00e3o da Pen\u00ednsula Ar\u00e1bica, e os assentamentos \u00e1rabes e persas germinaram ao longo da costa por volta do s\u00e9culo oitavo. Durante o primeiro mil\u00eanio dC, os povos do Nilo e Bantu mudram-se para a regi\u00e3o, e este \u00faltimo agora compreende tr\u00eas quartos da popula\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>.<\/p>\n<p>A l\u00edngua sua\u00edli, uma mistura de Bantu e \u00e1rabe, desenvolveu-se como uma l\u00edngua franca para o com\u00e9rcio entre os diferentes povos. O dom\u00ednio \u00e1rabe na costa foi eclipsado pela chegada em 1498 dos Portugueses, que deram forma em vez de controle isl\u00e2mico sob o Imam de Om\u00e3 em 1600.<\/p>\n<p>O Reino Unido estabeleceu a sua influ\u00eancia no s\u00e9culo 19.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria colonial do\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0data da Confer\u00eancia de Berlim de 1885, quando as pot\u00eancias europeias primeira dividida \u00c1frica Oriental em esferas de influ\u00eancia.<\/p>\n<p>Em 1895, o governo brit\u00e2nico estabeleceu o protetorado do Leste Africano e, logo depois, abriu os planaltos f\u00e9rteis para colonos brancos. Os colonos foram autorizados uma voz no governo, mesmo antes de ter sido feita oficialmente uma col\u00f4nia do Reino Unido em 1920, mas os africanos foram proibidos de participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica direta at\u00e9 1944.<\/p>\n<p>De outubro de 1952 a dezembro de 1959, o\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0estava sob estado de emerg\u00eancia decorrente do \u201cMau Mau\u201d rebeli\u00e3o contra o dom\u00ednio colonial brit\u00e2nico.<\/p>\n<p>Durante este per\u00edodo, a participa\u00e7\u00e3o Africano no processo pol\u00edtico aumentou rapidamente.<\/p>\n<p>As primeiras elei\u00e7\u00f5es diretas para os africanos para o Conselho Legislativo ocorreu em 1957.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0tornou-se independente em 12 de dezembro de 1963, e no ano seguinte ingressou na Commonwealth.<\/p>\n<p>Jomo Kenyatta, um membro da tribo Kikuyu predominante e chefe da Uni\u00e3o Nacional Africano Qu\u00eania (KANU), tornou-se o primeiro presidente do Qu\u00eania. O partido minorit\u00e1rio, Qu\u00eania Africano Uni\u00e3o Democr\u00e1tica (KADU), representando uma coaliz\u00e3o de pequenas tribos que temiam domina\u00e7\u00e3o por outros maiores, dissolveu-se voluntariamente em 1964 e juntou-se Kanu.<\/p>\n<p>Um partido de oposi\u00e7\u00e3o pequena, mas significativa de esquerda, o povo do Qu\u00eania Uni\u00e3o (KPU), foi formada em 1966, liderada por Jaramogi Oginga Odinga, um vice-presidente e ex-anci\u00e3o Luo. O KPU foi proibida e seu l\u00edder detido ap\u00f3s agita\u00e7\u00e3o pol\u00edtica relacionada \u00e0 visita de Kenyatta para Prov\u00edncia de Nyanza.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 novos partidos de oposi\u00e7\u00e3o foram formados a partir de 1969, e tornou-se o KANU \u00fanico partido pol\u00edtico. Na morte de Kenyatta, em agosto de 1978, o vice-presidente Daniel arap Moi tornou-se presidente interino.<\/p>\n<p>Em 14 de outubro, tornou-se Presidente Moi formalmente depois que ele foi eleito chefe do KANU e designou seu candidato \u00fanico.<\/p>\n<p>Em junho de 1982, a Assembleia Nacional emendou a Constitui\u00e7\u00e3o, tornando\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0oficialmente um estado de partido \u00fanico, e as elei\u00e7\u00f5es parlamentares foram realizadas em Setembro de 1983.<\/p>\n<p>As elei\u00e7\u00f5es de 1988 refor\u00e7ou o sistema de partido \u00fanico. No entanto, em dezembro de 1991, o parlamento revogou a se\u00e7\u00e3o de partido \u00fanico da Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No in\u00edcio de 1992, v\u00e1rios novos partidos haviam formado, e elei\u00e7\u00f5es multipartid\u00e1rias tiveram lugar em Dezembro de 1992.<\/p>\n<p>O presidente Moi foi reeleito para mais um mandato de cinco anos. Os partidos da oposi\u00e7\u00e3o ganhou cerca de 45% dos assentos parlamentares, mas o presidente Moi KANU partido obteve a maioria das cadeiras.<\/p>\n<p>Reformas legislativas em Novembro de 1997 ampliou o espa\u00e7o democr\u00e1tico no\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>, incluindo a expans\u00e3o dos partidos pol\u00edticos 11-26.<\/p>\n<p>O presidente Moi foi reeleito como presidente nas elei\u00e7\u00f5es de dezembro de 1997, e seu partido KANU estreita manteve a sua maioria parlamentar, com 109 dos 122 assentos.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania &#8211; Presen\u00e7a Europ\u00e9ia<\/strong><\/p>\n<p>\u00c0 partir do s\u00e9culo VII come\u00e7aram a chegar \u00e0s costas do\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0comerciantes \u00e1rabes e persas que terminariam fundando pr\u00f3speros portos comerciais. Esta forte influ\u00eancia se prolongou at\u00e9 o s\u00e9culo XVI, quando os primeiros portugueses fizeram ato de presen\u00e7a, pouco depois de que Vasco de Gama doblara o Cabo de Boa Esperan\u00e7a em 1498.<\/p>\n<p>Em 1505 Francisco de Almeida tomu Mombasa e em 1515 Nunho de Cunha derrota definitivamente aos \u00e1rabes, fazendo-se como o controle da cidade. Durante os seguintes dois s\u00e9culos, os lusos dominariam as rotas comerciais do leste da \u00c1frica, ap\u00f3s numerosas revoltas, seriam derrotados pelos mu\u00e7ulmanos, retirando-se definitivamente em 1698.<\/p>\n<p>A partir de 1880 inicia-se a expans\u00e3o europ\u00e9ia pela \u00c1frica, sobretudo alem\u00e3es e brit\u00e2nicos. Estes \u00faltimos fazem do\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0uma de sus col\u00f4nias, apesar da forte oposi\u00e7\u00e3o dos valorosos masais e dos kikuyus que seriam sufocados definitivamente em finais do XIX e princ\u00edpios do XX, for\u00e7ando a estas tribos abandonar suas terras e viver em reservas no sul do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Nesse momento os ingleses consumam a ocupa\u00e7\u00e3o com a constru\u00e7\u00e3o de grandes fazendas e uma linha ferrovi\u00e1ria que recorria todo o pa\u00eds. tamb\u00e9m fundam Nairobi.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania &#8211; A Independ\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>Alem\u00e3es e brit\u00e2nicos transladam \u00e0 \u00c1frica na Primeira Guerra Mundial combatendo neste continente e servindo-se da per\u00edcia dos nativos para esta guerra. Ao finalizar a guerra Tanganika, ou \u00c1frica Oriental Alem\u00e3, passa a m\u00e3os brit\u00e2nicas.<\/p>\n<p>Depois deste conflito b\u00e9lico, perante a aliena\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena, come\u00e7am a florecer os movimentos independentistas.<\/p>\n<p>Os kikuyus se organizam e iniciam os protestos com Harry Thuku como l\u00edder que ap\u00f3s ser encarcerado e, posteriormente liberado pelos brit\u00e2nicos, \u00e9 substituido por Jomo Kenyatta que conseguiria ser primeiro presidente do\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>.<\/p>\n<p>Depois da Segunda Guerra Mundial aumentaram os enfrentamentos entre os colonos e a popula\u00e7\u00e3o local. Nasce um partido pol\u00edtico com os kikuyus como m\u00e1ximos promotores e os mais radicais, agrupados baixo ou nome de Mau-Mau come\u00e7am a atentar contra as fazendas e as planta\u00e7\u00f5es, causando verdadeiras matan\u00e7as.<\/p>\n<p>Esta revolta \u00e9 sufocada duramente pelo ex\u00e9rcito brit\u00e2nico em 1959, mas a situa\u00e7\u00e3o origina a sensa\u00e7\u00e3o de que o\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0n\u00e3o podia seguir governada pelos brancos e muitos colonos abandonam o pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>A solu\u00e7\u00e3o era uma:<\/strong>\u00a0Qu\u00eania multi\u00e9tnica e a contra senha Uhuru, independ\u00eancia.<\/p>\n<p>A administra\u00e7\u00e3o colonial se planteia a convocat\u00f3ria de elei\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas na Confer\u00eancia de Lancaster celebrada em 1960 em Londres. Em 1963 celebram-se as primeiras elei\u00e7\u00f5es livres do pa\u00eds com dois partidos importantes, o KANU, Uni\u00e3o Nacional Africana do Qu\u00eania, partid\u00e1rio de um governo unit\u00e1rio e o KADU, que preferia o federalismo.<\/p>\n<p>A vit\u00f3ria do KANU sup\u00f5e a\u00a0<strong>independ\u00eancia do Qu\u00eania<\/strong>, dentro do \u00e2mbito da Commonwealth, e a convers\u00e3o do pa\u00eds em uma Rep\u00fablica em 1964 com Jomo Kenyatta como presidente. com este passo se logra que a conviv\u00eancia entre nativos e europeus seja pac\u00edfica e muitos brancos continuam residindo no pa\u00eds ocupando, sobretudo, postos administrativos.<\/p>\n<p>O governo queniano teve que afrontar uma economia d\u00e9bil com a reforma agr\u00e1ria como principal assinatura pendente. Parcelam as grandes propriedades conseguindo que as pequenas parcelas comencem a produzir, o grande objetivo, a industrializa\u00e7\u00e3o, segue pendente.<\/p>\n<p>O governo, encabe\u00e7ado por kikuyus, come\u00e7a a ser criticado, especialmente pelos seus rivais, os luos que pediam uma mais ampla participa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Surgem as den\u00fancias de corrup\u00e7\u00e3o e os assassinatos de l\u00edderes populares como Tom Mbaya em 1969 e Kariuki em 1975, mas Kenyatta se prende ao poder chegando a converter-se em um verdadeiro ditador.<\/p>\n<p>A sua morte em 1978 inicia-se a \u201cHarambee\u201d (\u201ctirar juntos\u201d). Os luos conseguem participa\u00e7\u00e3o no governo, mas as pequenas tribos n\u00e3o se sentem representadas ainda que o novo presidente, Daniel Arap Moi, pertencera a uma delas, os kalejin.<\/p>\n<p>O novo governo inicia uma luta contra a corrup\u00e7\u00e3o e uma melhora das rela\u00e7\u00f5es internacionais. Em 1983 \u00e9 de novo reeleito, convidando os eleitores a designar para o Parlamento a pessoas de integridade. Em 1987 reforma a Constitui\u00e7\u00e3o e em 1991, ainda no cargo, abole a disposi\u00e7\u00e3o que consagrava o sistema de partido \u00fanico.<\/p>\n<p><strong>QU\u00caNIA, O PULSO DA NATUREZA<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><strong><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-172980 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/quenia-1.jpg\" alt=\"Qu\u00eania\" width=\"352\" height=\"237\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/quenia-1.jpg 352w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/quenia-1-300x202.jpg 300w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/quenia-1-110x75.jpg 110w\" sizes=\"(max-width: 352px) 100vw, 352px\" \/>Qu\u00eania<\/strong><\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0\u00e9 um pa\u00eds onde tudo respira vida. Tudo lateja com uma for\u00e7a interior que vaza por todos os locais tanto nas cidades quanto nas paisagens, assim como na fauna e flora.<\/p>\n<p>Esta for\u00e7a percebe-se tamb\u00e9m no olhar profundo das diferentes tribos que habitam o pa\u00eds. Altivos Masais, considerados como os guerreiros mais temidos apesar de que na atual idade mostram-se curiosos, comunicativos e amantes da liberdade acima de tudo, tanto que se v\u00e3o presos por algum motivo, costumam morrer de pena, porque n\u00e3o s\u00e3o capazes de conceber que em algum tempo ir\u00e3o recuperar sua liberdade; Kikuius, a tribo que mais poder t\u00eam atingido ao longo da\u00a0<strong>hist\u00f3ria do Qu\u00eania<\/strong>; ex\u00f3ticos Samburus com seus bra\u00e7aletes e colares de contas, os quais preferem seguir vivendo afastados de toda moderniza\u00e7\u00e3o; Luos, simp\u00e1ticos e totalmente integrados; distintos Somalies e assim por diante uma grande variedade de tribos que convivem em um pa\u00eds tocado por uma estranha gra\u00e7a divina.<\/p>\n<p>Se o latejar da vida percebe-se em todo o\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>, com especial intensidade se sente na Natureza.<\/p>\n<p><strong>Selva, plan\u00edcies, savanas, deserto, costas, mar e montanhas, sombrios bosques, m\u00edsticos baobabes que, segundo a lenda, decidiram plantar-se virados perante \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o do homem, vegeta\u00e7\u00e3o ex\u00f3tica e variada junto \u00e0 animais selvagens de grande beleza:<\/strong>\u00a0le\u00f5es, leopardos, elefantes, rinocerontes, hipop\u00f3tamos, girafas, gazelas, hienas, crocodilos, e uma enorme quantidade de aves, r\u00e9pteis, anf\u00edbios e muitos mais.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0\u00e9 um para\u00edso com vida pr\u00f3pria que lateja ao ritmo da liberdade.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania &#8211; Arte e Cultura<\/strong><\/p>\n<p>As primeiras mostras de cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica no\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>, umas pinturas rupestres da ilha de Buvo e do Lago Vit\u00f3ria, se remontam a 5.000 anos a.C.<\/p>\n<p>Debe-se registrar que a \u00c1frica Oriental \u00e9 uma terra pobre em obras art\u00edsticas, embora esteja muito desenvolvida a arte popular, especialmente na realiza\u00e7\u00e3o de objetos de uso cotidiano.<\/p>\n<p>Tendo como ordem do dia calaba\u00e7as, pipas de barro e cestos belamente decorados. Em todo o pa\u00eds se d\u00e1 grande import\u00e2ncia \u00e0s joias, destacando a pr\u00e1tica da arte das p\u00e9rolas de cristal, no que os masai e os kamba s\u00e3o aut\u00eanticos mestres.<\/p>\n<p>Na zona da costa \u00e9 muito importante a influ\u00eancia \u00e1rabe, que deu passagem \u00e0 cultura afro-\u00e1rabe swahili, da que encontrar\u00e1 as mais belas mostras na ilha de Lamu, fundamentalmente em portas e pequenos m\u00f3veis formosamente lavrados, \u00e0 margem de algumas mesquitas.<\/p>\n<p>No museu desta ilha tamb\u00e9m pode-se ver interessantes cole\u00e7\u00f5es de etnologia e mostras arqueol\u00f3gicas procedentes da ilha Manda.<\/p>\n<p>A m\u00fasica, o canto e at\u00e9 o som dos instrumentos t\u00eam uma grande import\u00e2ncia para as diferentes tribos quenianas. Encontrar\u00e1 uma rica variedade de instrumentos desde os tradicionais tambores, matracas e pinos \u201cmanuais\u201d at\u00e9 artefatos de corda elaborados artesanalmente. As m\u00e1scaras e os bustos de madeira tamb\u00e9m s\u00e3o muito apreciadas assim como as talhas de animais.<\/p>\n<p>No que \u00e0s letras se refere, podemos dizer que t\u00eam conservado muitas f\u00e1bulas, epopeias, sagas e refr\u00e3os populares ao longo do tempo (de forma oral), o que tem fomentado uma literatura moderna que tem experimentado um sens\u00edvel progresso nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania &#8211; Localiza\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica<\/strong><\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania\u00a0<\/strong>encontra-se na parte oriental do continente africano, muito pr\u00f3xima ao denominado Chifre da \u00c1frica. Seus 582.646 quil\u00f4metros quadrados estendem-se nos dois lados da linha Equatorial.<\/p>\n<p>Limita-se ao norte com Eti\u00f3pia e Sud\u00e3o, ao leste com Som\u00e1lia e o Oceano \u00cdndico, ao oeste com Uganda e o Lago Vit\u00f3ria e ao sul com Tanz\u00e2nia.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0est\u00e1 dividida geograficamente em quatro zonas (com peculiaridades muito caracter\u00edsticas), proporcionando ao conjunto enorme variedade de ambientes e paisagens.<\/p>\n<p>Falamos das plan\u00edcies elevadas central e ocidental, o cintur\u00e3o litoral e o norte e leste do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A Plan\u00edcie Central (Vale do Rift) atravessa o territ\u00f3rio nacional de norte a sul, desde o Lago Turkana at\u00e9 o Lago Magadi e nela \u00e9 poss\u00edvel encontrar restos de cones vulc\u00e2nicos extintos e lagos salinos.<\/p>\n<p>Por sua parte, a ondulada Plan\u00edcie Ocidental percorre a \u00e1rea onde ficam o Lago Vit\u00f3ria e o Monte Elg\u00e3o, o segundo mais alto do pa\u00eds (destacam-se o Subugu com 2.683 m. e o Gwasi com 1.946 m. de altitude), assim como a savana onde encontram-se os Parques Nacionais mais importantes do\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0como o Masai Mara e o Amboseli.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m s\u00e3o de interesse a Reserva Nacional de Samburu e o Parque Nacional do Monte Qu\u00eania.<\/p>\n<p>O denominado Cintur\u00e3o Litoral, que compreende perto de 500 quil\u00f4metros de costas banhadas pelo oceano \u00cdndico, guarda no cora\u00e7\u00e3o a cidade de Mombasa e as terras mais f\u00e9rteis do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, os territ\u00f3rios do norte e do leste do\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0s\u00e3o semides\u00e9rticas e est\u00e3o quase desabitadas. Os rios s\u00e3o de regime irregular \u00e0 exce\u00e7\u00e3o do Tana.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania &#8211; Geografica<\/strong><\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0fica no leste da \u00c1frica, e faz fronteira com a Som\u00e1lia, Eti\u00f3pia, Sud\u00e3o, Uganda, Tanz\u00e2nia e no Oceano \u00cdndico.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0tem um clima que varia do tropical ao temperado em grande parte em fun\u00e7\u00e3o da altitude.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania &#8211; Flora<\/strong><\/p>\n<p>A flora mais conhecida divide-se na chamada pluri-selva, a sempre selva tropical, muito f\u00e9rtil; os bosques das terras altas caracterizados pela exist\u00eancia de cip\u00f3s pendentes e a abund\u00e2ncia de musgos, licop\u00f3dios, arbustos e grandes \u00e1rvores; os mangues, curiosas forma\u00e7\u00f5es de plantas pr\u00f3ximas aos nascimentos dos rios e \u00e0s zonas rochosas das costas; e a zona dos matorrais e as pradarias da savana onde abundam \u00e1rvores de folha perene, ac\u00e1cias e con\u00edferas, mato baixo e arbustos. Tamb\u00e9m pode-se ver impressionantes baobabes.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania &#8211; Fauna<\/strong><\/p>\n<p>A fauna queniana \u00e9 fant\u00e1stica. O espet\u00e1culo oferecido por milhares de nhus e zebras nas plan\u00edcies \u00e9 espl\u00eandido. Se tiver sorte e chegar na hora em que os le\u00f5es e leopardos ca\u00e7adores v\u00e3o comer, a experi\u00eancia resultar\u00e1 simplesmente alucinante.<\/p>\n<p><strong>Por\u00e9m tem muito mais:<\/strong>\u00a0distintas girafas, majestosos elefantes, curiosas avestruzes, rinocerontes pretos e alguns brancos, b\u00fafalos, queixadas verrugosas, crocodilos do Nilo, hipop\u00f3tamos rosados com seus asseiadores pessoais, os pica-bois, \u00e1geis gazelas Thomson, ant\u00edlopes de pesco\u00e7o longo, impalas, babuinos, macacos de Syke com seus t\u00edpicos gritos, topis, hienas, cafres, pequenos dik-dik, \u00edbices, bandos de zambos, cobs, bongos, kudus, orix, salamandras, mambas pretas de mordida mortal, ratos de tromba, carangueijos de cores, lagartos e v\u00edboras.<\/p>\n<p>As aves merecem men\u00e7\u00e3o aparte.<\/p>\n<p><strong>A variedade \u00e9 impressionante:\u00a0<\/strong>suimangas, beija-flores, p\u00e1ssaros segred\u00e1rio, canasteiras migrat\u00f3rias de Madagascar, esp\u00e1tulas, bico-tesouras, cegonhas pico-abertas, chorlitejos, gaivotas, gar\u00e7as, pitas, pombas verdes, trag\u00f5es de narina, andorinhas de mar e ralhadas, bulbures verdes de Zanz\u00edbar, corvos \u00edndicos, archibebes moteados, avocetas, aguza-neves, abelharucos, calhandeas, abutres, verdilh\u00f5es, papa moscas, alcaud\u00f5es, pintarroxos, mochos, b\u00faos, aguias, loros, martim- pescadores, quebrantaosos e muitos mais.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania &#8211; Cultura<\/strong><\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>, sendo um pa\u00eds africano oriental, tornou-se mais conhecido atrav\u00e9s da vis\u00e3o que Karen Blixen deixou no seu livro \u201c\u00c1frica Minha\u201d que, mais tarde, seria adaptado ao cinema por Sydney Pollack, com Meryl Streep.<\/p>\n<p>Por direito pr\u00f3prio, por\u00e9m, o\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0tem uma cultura predominantemente popular e multifacetada em virtude de um n\u00famero extraordin\u00e1rio de tribos diferentes (cerca de 70), como os Masai, os cambas, os quicuios e os calenjins.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania &#8211; Economia<\/strong><\/p>\n<p>Importante entreposto comercial e financeiro da \u00c1frica oriental, o\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0tem sido afetado pela corrup\u00e7\u00e3o e por sua depend\u00eancia da exporta\u00e7\u00e3o de produtos prim\u00e1rios, cujos pre\u00e7os tem permanecido baixos.<\/p>\n<p>Em 1997 o FMI suspendeu a ajuda ao programa de estabiliza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do pa\u00eds, por seu fracasso em manter reformas estruturais e combater a corrup\u00e7\u00e3o, por\u00e9m retomou as ajudas posteriormente.<\/p>\n<p>O Banco Mundial tamb\u00e9m suspendeu a ajuda ao pa\u00eds em 2006 devido aos esc\u00e2ndalos de corrup\u00e7\u00e3o. Apesar disto, a economia parece n\u00e3o ter sido afetada, pois o Produto interno bruto cresceu mais de 5% em 2006.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania &#8211; Gastronomia<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0<strong>gastronomia do Qu\u00eania<\/strong>\u00a0tem como especialidade a carne nas zonas do interior e o peixe nas zonas costeiras. A oferta estritamente africana tem-se desenvolvido atrav\u00e9s da cozinha swahili, abundante em espesiarias, combinando pratos \u00e1rabes e asi\u00e1ticos, adaptando os ingredientes \u00e0s materias primas do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A cozinha queniana tamb\u00e9m tem influ\u00eancias hindus e europeias.<\/p>\n<p>A carne costuma servir-se guisada ou grelada e pode ser de cabra, porco, vitela ou boi. Tamb\u00e9m tem frango e, em lugares autorizados, pe\u00e7as de ca\u00e7a menor.<\/p>\n<p>S\u00e3o t\u00edpicas as kebabs de cabrito, salsichas de carne de vitela, o irio, picado de feij\u00e3o, batatas e outras verduras, githeri, feij\u00e3o, batatas e verduras sem picar, o matoke, pir\u00e9 de banana ao vapor e o ugali, consistente em uma bola de milho cocido aromatizada com leite, manteiga ou queijo, acompanhado de tro\u00e7os de carne e verdura.<\/p>\n<p>O ugali come-se muito quente e com as m\u00e3os. (os molhos costumam ser consistentes e levemente picantes).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m come-se muito o sambusa, empadas recheadas de verdura ou carne espesiada com umas gotas de lima, o chapati, torta de farinha de milho parecida \u00e0s tortas europ\u00e9ias e o mandazi, bolo semi-doce; todos eles de origem hindu.<\/p>\n<p>Como peixes destacam a tilapia nativa, a truta, a perca, o bacalhau de rocha, o peixe- loro e alguns mariscos como os lagostins gigantes, os canguerejos pequenos, ostras e a lagosta.<\/p>\n<p>\u00c9 muito t\u00edpico o prato conhecido como \u201clagostins pili pili\u201d, preparado com o molho pili pili, em base \u00e0 uma mistura de manteiga, chiles vermelhos, alho, suco de lima, coco ralhado, cilantro fresco e piment\u00e3o.<\/p>\n<p>As frutas s\u00e3o utilizadas tanto para cozinhar como para as saladas. Destacam a banana, o coco, a man\u00e7\u00e3, o abacaxi, o mam\u00e3o, a manga, as batatas e os frutos da \u00e1rvore do p\u00e3o. Tamb\u00e9m consome-se muito as batatas, o milho que encontra-se em espigas nos barracos das ruas, o arroz, os abacates, os espargos, as alcachofras e os legumes.<\/p>\n<p>Embora a comida queniana seja deliciosa, nem todos os est\u00f3magos a admitem, pelo que conv\u00e9m ir com cuidado, come\u00e7ando pelos pratos mais suaves combinados com comida internacional, e ir aumentando aos poucos o consumo dos pratos t\u00edpicamente africanos. Nos hot\u00e9is e alguns restaurantes podem-se comer pratos de cozinha internacional a pre\u00e7os muito razo\u00e1veis, sobretudo nos buf\u00e9s.<\/p>\n<p>Pode-se comer em restaurantes e hot\u00e9is com especialidades ocidentais, nos populares \u201chotelis\u201d onde \u00e9 servida comida t\u00edpica africana, em restaurantes hindus, chineses, japoneses, etc, e em barracos nas ruas.<\/p>\n<p>Os pre\u00e7os costumam ser econ\u00f4micos evitando pratos ou bebidas de importa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania &#8211; Popula\u00e7\u00e3o e Costumes<\/strong><\/p>\n<p>Apesar da forte ocidentaliza\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>, a tribo nativa \u00e9 o principal ponto de refer\u00eancia de qualquer queniano e a diferen\u00e7a principal entre as diversas tribos radica na l\u00edngua e suas diferentes origens.<\/p>\n<p>Entre os povos de fala nil\u00f3tica achar\u00e1 os masai, a tribo mais significativa do\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>, origin\u00e1ria do Sud\u00e3o. Esta tribo valente e orgulhosa tem decidido manter-se alheia ao modo de vida ocidental e, ainda na atualidade, vive de pastorear seus rebanhos de vacas na zona sul do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Os masai apenas comem carne, embora para ingerir suas vitaminas bebem o sangue das vacas, que sacam do animal furando minimamente uma v\u00e9ia (para n\u00e3o produzir sua morte); e misturando-la em caba\u00e7as com o leite. Esta tribo respeitada por todos, n\u00e3o cultiva a terra e nem considera ela como uma propriedade.<\/p>\n<p>Amam a liberdade acima de tudo e conta a l\u00e9nda que se botar um masai na cadeia, ele morre de pena e dor no mesmo dia, porque n\u00e3o acredita que ir\u00e1 recuperar a liberdade.<\/p>\n<p>Os luo, da mesma fala, procedem do vale do Nilo no Sud\u00e3o. Quando chegaram a\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0se estabeleceram na parte ocidental, junto ao Lago Vit\u00f3ria. Souberam adaptar pesca e agricultura a seus costumes.<\/p>\n<p>Respeitam profundamente suas cren\u00e7as at\u00e1vicas e t\u00eam uma estrutura tribal muito complexa.<\/p>\n<p>Os kalefin, tamb\u00e9m procedentes do Sud\u00e3o, chegaram \u00e0s plan\u00edcies ocidentais do\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>\u00a0h\u00e1 2.000 anos atr\u00e1s. Os turkan moram nos territ\u00f3rios semi-des\u00e9rticos do noroeste do pa\u00eds, procedem de Uganda e continuam vivendo sem apenas influ\u00eancias ocidentais. Caracterizam-se pelos penteados com barro e por ir cobertos com um grosso cobertor apesar das altas temperaturas.<\/p>\n<p>Dentro dos povos de fala bantu acham-se os kikuius, chegados a este pa\u00eds desde o nordeste da \u00c1frica. S\u00e3o, fundamentalmente, criadores de gado e durante muito tempo foram vizinhos dos masai. Na atualidade s\u00e3o, talvez, a tribo mais numerosa do\u00a0<strong>Qu\u00eania<\/strong>, controlando todos os \u00f3rg\u00e3os do poder do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Os meru, estreitamente aparentados com os kikuius, incorporaram-se ao r\u00edtmo de vida moderno para os anos 70. Os akamba, procedentes do sul da \u00c1frica, s\u00e3o criadores de gado e excelentes comerciantes, enquanto os gussi, assentados na zona montanhosa ao leste do Lago Vit\u00f3ria, s\u00e3o bastante numerosos e sentem um especial respeito pelo \u201cabanya marigo\u201d (paj\u00e9, curandeiro) quem, al\u00e9m de realizar as tarefas pr\u00f3prias de sua categoria, est\u00e1 capacitado para trepanar o c\u00e9rebro dos membros da sua tribo para evitar perturba\u00e7\u00f5es ou dores de import\u00e2ncia.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00eania &#8211; Festividades<\/strong><\/p>\n<p>As\u00a0<strong>festividades em Qu\u00eania<\/strong>\u00a0come\u00e7am o 1 de janeiro com a celebra\u00e7\u00e3o do Ano Novo. Esse mesmo m\u00eas acontece em Malindi a Competi\u00e7\u00e3o Internacional de Pesca de grandes peixes, a Bill Fish, que oferece um espet\u00e1culo digno de ser visto.<\/p>\n<p>Espetaculares mesmo resultam a Carreira de Motos mar adentro que celebra-se em fevereiro em Mtwapa, Malindi e o Festival de Pesca de Mombasa.<\/p>\n<p>Na Semana Santa (mar\u00e7o \u2013 abril), s\u00e3o festas oficiais a Sexta-feira Santa e a Segunda-feira de Pascua. \u00c9 muito famoso o \u201cRally Safari\u201d, considerado como o acontecimento esportivo mais importante do pa\u00eds, toda uma festa, com um ambiente muito especial. Por outro lado, s\u00e3o festas religiosas de import\u00e2ncia o Ramad\u00e3o e o fim do Ramad\u00e3o que coincide nestes meses.<\/p>\n<p>O 1 de Maio celebra-se o Dia dos Trabalhadores ao igual que em outros muitos lugares do mundo.<\/p>\n<p>O 1 de Junho \u00e9 o Dia de nada raka, o anivers\u00e1rio da autonomia do Qu\u00eania. A meados deste m\u00eas tem lugar a Exposi\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola de Nakuru, um evento social como tamb\u00e9m \u00e9 a Exposi\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola de Mombasa do m\u00eas de agosto.<\/p>\n<p>A finais de setembro celebra-se a Exposi\u00e7\u00e3o Internacional de Nairobi, muito interessante, onde pode-se desfrutar com diferentes mostras culturais das tribos quenianas, assim como de outros pa\u00edses africanos e do resto do mundo.<\/p>\n<p>O 20 de outubro \u00e9 o Dia de Komo Qu\u00eaniatta, quando comemora-se a deten\u00e7\u00e3o do finado presidente (t\u00e3o importante para este pa\u00eds) por parte dos brit\u00e2nicos.<\/p>\n<p>Em novembro \u00e9 especialmente interessante o Festival do Mar em Malindi.<\/p>\n<p><strong>Em dezembro s\u00e3o tr\u00eas as festividades mais importantes:<\/strong>\u00a0ou 12 \u00e9 o Dia da Independ\u00eancia, Jamhuri, onde celebra-se o Dia da Independ\u00eancia do Qu\u00eania em 1963; o 25 Natal e o 26 S\u00e3o Estev\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.colegiosaofrancisco.com.br\/www.genteviajera.es\/www.fco.gov.uk<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Qu\u00eania\u00a0tem sido conhecida at\u00e9 pouco pelos antrop\u00f3logos como \u201cBer\u00e7o da Humanidade,\u201d pois neste pa\u00eds encontraram os restos de nossos primitivos antepassados, concretamente os homin\u00eddeos de entre dois e cinco milh\u00f5es de anos de antiguidade. 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