{"id":39144,"date":"2016-05-31T17:23:51","date_gmt":"2016-05-31T17:23:51","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=39144"},"modified":"2023-11-07T16:01:52","modified_gmt":"2023-11-07T18:01:52","slug":"luanda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/luanda","title":{"rendered":"Luanda"},"content":{"rendered":"<p><strong>Luanda<\/strong>\u00a0\u00e9 a capital da\u00a0<strong>Angola<\/strong>, e uma prov\u00edncia angolana.<\/p>\n<p>Com uma \u00e1rea de aproximadamente 2257 km\u00b2.<\/p>\n<p>Com um clima tropical seco, e se destaca pela produ\u00e7\u00e3o de produtos naturais como mandioca, banana. Al\u00e9m disso, minerais s\u00e3o extra\u00eddos, como petr\u00f3leo e calc\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>Produtos principais:<\/strong>\u00a0mandioca. hort\u00edcolas, banana, palmeira de dend\u00e9m; minerais \u2013 petr\u00f3leo. fosfatos, calc\u00e1rio, asfalto; outros \u2013 pesca;<\/p>\n<p><strong>Dist\u00e2ncias em km a partir de Luanda:<\/strong>\u00a0Cabinda 480 km \u2013 Benguela 692 km \u2013 Ondjiva 1.424 km.<\/p>\n<p>As aten\u00e7\u00f5es est\u00e3o voltadas para os programas de melhoramentos da oferta de servi\u00e7os sociais b\u00e1sicos, ordenamento urbano, uso de solos e ambientes, saneamento b\u00e1sico, apoio a atividade produtiva, refor\u00e7o institucional.<\/p>\n<p><strong>Luanda &#8211; Hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p><strong>Luanda<\/strong>\u00a0era o nome da Ilha, significando terra rasa, sem montes, de forma\u00e7\u00e3o arenosa, inst\u00e1vel ao sabor das mar\u00e9s do oceano e caudal do rio Kwansa. Haviam algumas aldeias, as \u201d Libatas\u201d e o Governador, s\u00fabdito do Rei do Congo, administrava justi\u00e7a e fazia recolher os \u201d Zimbros\u201d (conchas piramidais) que eram a principal moeda do reino do Congo.<\/p>\n<p><strong>Luanda<\/strong>\u00a0foi fundada pelo explorador portugu\u00eas Paolo Dias de Novais como S\u00e3o Paulo de Luanda em 1576. Tornou-se a capital de uma col\u00f4nia portuguesa em 1586 e tornou-se a capital da Angola independente quando a antiga col\u00f4nia portuguesa conquistou a sua independ\u00eancia em 1975.<\/p>\n<p>A cidade est\u00e1 localizada na regi\u00e3o noroeste do pa\u00eds, na costa do Oceano Atl\u00e2ntico. As religi\u00f5es mais comuns s\u00e3o cat\u00f3lica, baptista e metodista, mas mission\u00e1rios de muitas religi\u00f5es residem em Angola.<\/p>\n<p><strong>Os principais esportes da cidade s\u00e3o:<\/strong>\u00a0basquete, futebol e t\u00eanis.<\/p>\n<p>Sendo uma importante cidade portu\u00e1ria de Angola no s\u00e9culo XVI,\u00a0<strong>Luanda<\/strong>\u00a0tornou-se o centro de assuntos comerciais, pol\u00edticos e culturais.<\/p>\n<p>Os portugueses tamb\u00e9m usaram\u00a0<strong>Luanda<\/strong>\u00a0como seu principal porto de com\u00e9rcio de escravos at\u00e9 1836.<\/p>\n<p>O fim do com\u00e9rcio de escravos causou uma diminui\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria na economia e na atividade de exporta\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Luanda<\/strong>, mas na d\u00e9cada de 1840, a cidade exportava \u00f3leo de palma e amendoim, madeira, marfim, algod\u00e3o, caf\u00e9, tabaco e cacau. Ao longo do final do s\u00e9culo XIX e in\u00edcio do s\u00e9culo XX, as autoridades coloniais portuguesas investiram em infra-estruturas portu\u00e1rias e ferrovi\u00e1rias para expandir as exporta\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas e minerais. Em 1940, a cidade tinha 61.208 habitantes, incluindo quase 10.000 habitantes brancos. Ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial, chegaram novas ondas de colonos vindos do superlotado Portugal. O crescimento do \u201cBairro Europeu\u201d significou muitas vezes a desloca\u00e7\u00e3o de africanos para bairros de lata nos limites da cidade.<\/p>\n<p>Apesar das m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es de habita\u00e7\u00e3o,<strong>\u00a0Luanda<\/strong>\u00a0oferecia mais oportunidades de emprego e educa\u00e7\u00e3o do que nas zonas rurais e atraiu cada vez mais africanos do interior. Muitos destes novos residentes, por sua vez, come\u00e7aram a apoiar os movimentos de independ\u00eancia e a pedir o fim do dom\u00ednio portugu\u00eas.\u00a0<strong>Luanda<\/strong>\u00a0tornou-se o centro da atividade nacionalista.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m se tornou o principal local da col\u00f4nia para celebrar a cultura ind\u00edgena com eventos como o festival anual de Carnaval.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>independ\u00eancia de Angola<\/strong>\u00a0veio em 1975, quando nessa altura a cidade tinha 475.000 habitantes.<\/p>\n<p>A independ\u00eancia foi imediatamente acompanhada por uma guerra civil quando o novo governo em\u00a0<strong>Luanda<\/strong>\u00a0foi desafiado pela Uni\u00e3o Nacional para a Independ\u00eancia Total de Angola (UNITA) no campo.<\/p>\n<p>A guerra fez com que milhares de residentes fugissem para\u00a0<strong>Luanda<\/strong>, o que por sua vez paralisou a economia.<\/p>\n<p>A guerra civil angolana terminou em 2002. Desde ent\u00e3o, o crescimento e o desenvolvimento da cidade t\u00eam sido desiguais.<\/p>\n<p>Embora muitos residentes empobrecidos ainda vivam em bairros de lata e bairros degradados em redor de\u00a0<strong>Luanda<\/strong>, o n\u00facleo da cidade beneficiou de um investimento estrangeiro significativo. O centro de\u00a0<strong>Luanda<\/strong>, que funciona como centro de neg\u00f3cios do pa\u00eds, goza de uma infra-estrutura moderna, com os arranha-c\u00e9us dominando o horizonte. No entanto, uma elevada taxa de desemprego for\u00e7ou muitos residentes de\u00a0<strong>Luanda<\/strong>\u00a0a encontrar rendimentos suplementares no pequeno com\u00e9rcio, no contrabando e em outras atividades criminosas.<\/p>\n<p>No entanto, a Universidade de Luanda e o Aeroporto Internacional de Angola est\u00e3o ambos localizados na\u00a0<strong>cidade e Luanda<\/strong>\u00a0continua a ser um porto internacional movimentado.<\/p>\n<p><strong>Entre os trinta portos mais movimentados do mundo, as principais exporta\u00e7\u00f5es de Luanda s\u00e3o:<\/strong>\u00a0caf\u00e9, algod\u00e3o, ferro, sal e diamantes.<\/p>\n<p><strong>Luanda &#8211; Descobrimento<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><strong><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-172327 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/luanda-1.jpg\" alt=\"Luanda\" width=\"321\" height=\"111\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/luanda-1.jpg 321w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/luanda-1-300x104.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 321px) 100vw, 321px\" \/>Luanda<\/strong><\/p>\n<p>Dotado com carta donat\u00e1ria de el-Rei D. Sebasti\u00e3o, Paulo Dias de Novais comandando uma armada de 7 barcos com 100 fam\u00edlias de colonos e 400 soldados, a partir \u00e0\u00a0<strong>ilha de Luanda<\/strong>\u00a0a 20 de Fevereiro de 1575.<\/p>\n<p><strong>Luanda era o nome da Ilha<\/strong>, significando terra rasa, sem montes, de forma\u00e7\u00e3o arenosa, inst\u00e1vel ao sabor das mar\u00e9s do oceano e caudal do rio Kwansa. Haviam algumas aldeias, as \u201d Libatas\u201d e o Governador, s\u00fabdito do Rei do Congo, administrava justi\u00e7a e fazia recolher os \u201d Zimbros\u201d (conchas piramidais) que eram a principal moeda do reino do Congo.<\/p>\n<p>No ano seguinte, Novais, muda-se para o continente mesmo em frente da ilha, assentando as bases da povoa\u00e7\u00e3o de S. Paulo.<\/p>\n<p>O que atraiu Novais, quando desembarcou na regi\u00e3o foi o dom\u00ednio das lend\u00e1rias minas de prata de Cambambe. Ali havia um porto bem abrigado, de localiza\u00e7\u00e3o conveniente, muito perto do corredor ( rio Kwanza).<\/p>\n<p><strong>Luanda &#8211; \u00c0s minas<\/strong><\/p>\n<p>Passado o sonho da prata, o local tornar-se-ia o ponto de partida das Guerras de Ku\u00e1tal! Ku\u00e1ta! ( captura de escravos) e ponto de guarda e carregamento dos navios negreiros para o Brasil.<\/p>\n<p>A S\u00e9 Episcopal seria erigida em 1583, seguida 10 anos depois pela igreja dos Jesu\u00edtas e mais tarde pelo convento de S. Jos\u00e9 ( em 1604).<\/p>\n<p>Em 1605, o Governo, Manuel Cerveira Pereira, confere foros de cidade \u00e0 povoa\u00e7\u00e3o de S. Paulo. Luanda foi a primeira cidade de base europ\u00e9ia, fundada na costa ocidental da \u00c1frica subsahariana.<\/p>\n<p>Entre 1641 e 48 a cidade esteve ocupada pelos holandeses. A liberta\u00e7\u00e3o dar-se-ia sob o comando de Salvador Correa de S\u00e1, a 15 de Agosto de 1648, dia de N.Sra. da Assun\u00e7\u00e3o, passando a cidade a designar-se por S.Paulo da Assun\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Correa de S\u00e1 modificou por primitivo nome \u2013 S. Paulo de Loanda, pela semelhan\u00e7a inoportuna com o nome Holanda. A 6 de Agosto de 1650, o Senado da C\u00e2mara conferiu uma importante \u00e1rea territorial a Salvador Correa de S\u00e1, pr\u00e9mio da sua fa\u00e7anha militar. Come\u00e7o ent\u00e3o a delinear-se a parte baixa da cidade.<\/p>\n<p>A atual S\u00e9 seria constru\u00edda nessa zona j\u00e1 no ano seguinte.<\/p>\n<p>O s\u00e9culo XVII \u00e9 chamado por alguns historiadores \u201d o Ciclo do Brasil\u201d dado a rela\u00e7\u00e3o direta e priorit\u00e1ria Luanda-Ba\u00eda. O abastecimento de escravos aos fazendeiros brasileiros era a causa principal dessa rela\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mau clima, p\u00e9ssima estrutura da cidade, m\u00e1 qualidade de uma popula\u00e7\u00e3o composta maioritariamente por degredados criminosos, davam um panorama pouco atraente para a fixa\u00e7\u00e3o de fam\u00edlias europ\u00e9ias.<\/p>\n<p>A dispariedade de sexos era gritante, provocando o in\u00edcio da sociedade mais miscigenada de toda a \u00c1frica, cruzamento de ra\u00e7as, usos e costumes que conferiam \u00e0 popula\u00e7\u00e3o da cidade um grande carisma, mantido e acrescido atrav\u00e9s dos tempos.<\/p>\n<p>\u00c9 uma sociedade de forte car\u00e1cter que imp\u00f5e o seu modelo ao estrangeiro. At\u00e9 finais do s\u00e9culo XVII,\u00a0<strong>Luanda<\/strong>\u00a0era um pequeno burgo constitu\u00eddo pela parte alta \u2013 a \u201d Cidade Alta\u201d onde se baseava o Poder, o clero e a Burguesia.<\/p>\n<p>Paralelamente, desenvolvia-se a zona baixa com ponto de partida no atual bairro dos Coqueiros,onde vivia uma popula\u00e7\u00e3o de degredados e comerciantes virados essencialmente para o tr\u00e1ficos de escravos.<\/p>\n<p>O n\u00famero de escravos eram um dos maiores sinais de poder e opul\u00eancia; enquanto que um portugu\u00eas pequeno- burgu\u00eas tinha em m\u00e9dia cinquenta escravos, os grandes senhores detinham muitas vezes alguns milhares.<\/p>\n<p>Seria durante o governo de Souza Coutinho, empossado pelo Marqu\u00eas de Pombal, que teriam sido constru\u00eddas as primeiras\u00a0<strong>ruas de Luanda<\/strong>.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-172328 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/luanda-2.jpg\" alt=\"Luanda\" width=\"295\" height=\"158\" \/>Luanda<\/strong><\/p>\n<p>Em 1779 as duas partes da cidade seriam finalmente ligadas por ruas calcetadas.<\/p>\n<p><strong>Durante esse mandato surgiram grandes obras em Luanda:<\/strong>\u00a0o Terreiro P\u00fablico, a Alf\u00e2ndega, a Ribeira das Naus e a primeiras Aula de Geometria, dentre outras.<\/p>\n<p>Desde os prim\u00f3rdios da\u00a0<strong>hist\u00f3ria de Luanda<\/strong>\u00a0que o abastecimento de \u00e1gua tem sido \u201d a causa da cidade.\u201d O primeiro grande projeto teria sido pensado, em 1645, pelos holandeses e visava criar um canal do rio Kwanza at\u00e9 \u00e0 cidade. Loanda era abastecida basicamente atrav\u00e9s de alguns po\u00e7os como os \u201d Po\u00e7os da Maianga\u201d e com pipas trazidas por via mar\u00edtima do rio Benzo.<\/p>\n<p>O problema provocado pela falta de \u00e1gua comprometia, em muito, o futuro da cidade e em Fevereiro de 1886, Pinheiro Chagas, ministro da Coroa, afirmaria. \u201c\u2026<\/p>\n<p><strong>Luanda<\/strong>\u00a0continua hoje a morrer \u00e0 sede entre os dois rios, cujas \u00e1guas podiam h\u00e1 muito correr a jorros nas ruas da capital da prov\u00edncias\u2026\u201d<\/p>\n<p>Finalmente, a 2 de Mar\u00e7o de 1889, 313 anos ap\u00f3s a Funda\u00e7\u00e3o da cidade, o Governo-Geral Brito Capelo abriria as comportas libertando as \u00e1guas do Bengo dirigidas \u00e0 conduta para\u00a0<strong>Luanda<\/strong>.<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Luanda<\/strong>\u00a0acumulava-se principalmente entre a borda do mar e a \u201d Cidade Alta.\u201d<\/p>\n<p>Os caminhos eram de areia, os passeios inexistiam e o transporte era assegurado praticamente por \u201d Machilas\u201d e \u201d Tip\u00f3ias.\u201d<\/p>\n<p>A machila era carregada por escravos que tinham por h\u00e1bito descansar no meio dos caminhos. Somente no final do s\u00e9culo XIX, com o calcetamento das ruas da cidade \u00e9 que esses h\u00e1bitos foram alterados.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-172329 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/luanda-3.jpg\" alt=\"Luanda\" width=\"290\" height=\"151\" \/>Luanda<\/strong><\/p>\n<p>\u201cNotam todos aqueles que apreciam com justi\u00e7a os mel-horamentos realizados, que h\u00e1 dois anos havia em\u00a0<strong>Luanda<\/strong>\u00a0apenas dois trens de passeio, enquanto que atualmente h\u00e1 j\u00e1 um crescido n\u00famero deles, porque as areias ent\u00e3o matavam de cansa\u00e7o os animais que os tiravam.<\/p>\n<p>Foi mais este benef\u00edcio uma consequ\u00eancia do bom piso dado por esta C\u00e2mara a todas as ruas, pra\u00e7as e travessas que estavam por calcetar.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m hoje se n\u00e3o encontram t\u00e3o frequentemente, carregadores deitados pelas ruas da cidade, porque antigamente n\u00e3o os molestava a areia, que \u00e9 bastante macia, enquanto que a dureza das ruas de agora lhes molesta o corpo, e a concorr\u00eancia dos carros de passeio, aumentou-lhes o perigo de serem pisados.\u201d<\/p>\n<p>As caracter\u00edsticas extraordin\u00e1rias que\u00a0<strong>Luanda<\/strong>\u00a0reunia face a outras cidades africanas justificavam as designa\u00e7\u00f5es de \u201d Paris de \u00c1frica\u201d com que o Relat\u00f3rio do Banco Nacional Ultramarino de 1872 a mimoseou e \u201d Capital da Princesa Ultramarina,\u201d aplicada localmente no s\u00e9culo XVIII.<\/p>\n<p>A localiza\u00e7\u00e3o da cidade junto ao oceano, a sua ba\u00eda e a espectaculariadade panor\u00e2mica despertavam grandes vontades e projetos para o desenvolvimento harmonioso da capital.<\/p>\n<p>A topografia era irregular, com os terrenos de areia vermelha(\u201d musseques\u201d) a predominarem e a desmoronarem-se por barrocas inst\u00e1veis.<\/p>\n<p>Grandes obras de infra-estrutura teriam que ser feitas para suportar o grande desenvolvimento que se antevia para a cidade. Contudo, ruas e bairros v\u00e3o surgindo sem qualquer plano diretor ou preocupa\u00e7\u00e3o geom\u00e9trica.<\/p>\n<p>As dificuldades eram tamanhas que n\u00e3o houve empreiteiro capaz de p\u00f4r a funcionar em\u00a0<strong>Luanda<\/strong>\u00a0um sistema de transporte adaptado ao momento e \u00e0s necessidades.<\/p>\n<p>Em 1891, a par das \u00faltimas machilas e alguns carros de trac\u00e7\u00e3o animal, existia em\u00a0<strong>Luanda<\/strong>, somente um \u201d carro Ripert\u201d que de tr\u00eas horas ligava as partes baixa e alta da cidade.<\/p>\n<p>Na primeira metade dos anos oitocentos, com o decr\u00e9scimo do tr\u00e1fico, nota-se importante incremento na atividade comercial.<\/p>\n<p><strong>Em 1851, nos mapas de exporta\u00e7\u00e3o da Alf\u00e2ndega de Luanda j\u00e1 aparecia grande variedade de produtos:<\/strong>\u00a0algod\u00e3o, azeite de ginguba, \u00f3leo de palma, caf\u00e9, cal, cera, couros, goma copal, farinha de mandioca,etc\u2026<\/p>\n<p>Com a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura, aqueles conjuntos de cubatas situados nos terrenos de terra vermelha, os musseques, tiveram not\u00e1vel desenvolvimento.<\/p>\n<p>Eles cresciam `\u2019 margem de qualquer preocupa\u00e7\u00e3o urban\u00edstica e sem a m\u00ednima infra-estrutura.<\/p>\n<p>Para l\u00e1 convergiam os negros vindos do interior e desalojados das zonas centrais da cidade, cada vez mais reservadas \u00e0s classes dominantes.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-172330 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/luanda-4.jpg\" alt=\"Luanda\" width=\"290\" height=\"184\" \/>Luanda<\/strong><\/p>\n<p>Em poucos anos, musseques constituiam a cidade dos negros dentro da cidade dos brancos. A tradi\u00e7\u00e3o e a cultura popular a\u00ed tiveram continuidade; valores antigos prosperam e uma consci\u00eancia nacionalista depressa despertaria, criando associa\u00e7\u00f5es para fins diversos que mais tarde tornar-se-iam movimentos de emancipa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Foi no musseque que se come\u00e7ou a preparar a independ\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Na mudan\u00e7a de s\u00e9culo, Luanda j\u00e1 denota um novo dinamismo:\u00a0<\/strong>novas vias aproximam- na, por estrada e caminho-de-ferro, ao interior; fazem incrementar as trocas comerciais e as exporta\u00e7\u00f5es e promovem o aparecimento de novas f\u00e1bricas.<\/p>\n<p><strong>Luanda<\/strong>\u00a0vocaciona-se ent\u00e3o como importante entreposto comercial e como principal n\u00facleo urbano de uma Col\u00f4nia em efervesc\u00eancia.<\/p>\n<p>Final do tr\u00e1fico de escravos e a implementa\u00e7\u00e3o de um sistema de ensino bem estruturado, sem grandes discrimina\u00e7\u00f5es, juntam ainda mais os habitantes. Uma nova mentalidade come\u00e7a a despontar.<\/p>\n<p>J\u00e1 no s\u00e9culo XX, com o desenvolvimento do ensino e a consequente cria\u00e7\u00e3o do liceu Salvador Correia (o primeiro de Angola) passa-se uma fase de grande miscigena\u00e7\u00e3o cultural entre europeus, seus descendentes e aut\u00f3ctones de ra\u00e7a negra.<\/p>\n<p><strong>Todos eles, sem acesso aos melhores empregos:<\/strong>\u00a0o funcionalismo p\u00fablico.<\/p>\n<p>Grandes fam\u00edlias locais come\u00e7am ent\u00e3o a ascender e ainda hoje ocupam lugares cimeiros na sociedade.<\/p>\n<p>A partir de 1950 d\u00e1-se o crescimento mete\u00f3rico da cidade. A popula\u00e7\u00e3o do concelho de Luanda aproxima-se rapidamente dos 200.000 habitantes, sendo 70% de ra\u00e7a negra.<\/p>\n<p>Formam-se muitos bairros com Vila Clodilde, Vila Alice, Praia do Bispo, Miramar, Quinaxixi entre outros tantos. O incremento na constru\u00e7\u00e3o civil \u00e9 not\u00e1vel. De 2.700 constru\u00e7\u00f5es registradas em 1940, passou-se 10 anos mais tarde a 7.500. \u00c9 institu\u00eddo o Fundo dos Bairros Oper\u00e1rios e novos bairros aparecem na zona suburbana.<\/p>\n<p>O crescimento das cota\u00e7\u00f5es do caf\u00e9 foi a causa principal deste espetacular desenvolvimento. Foi ent\u00e3o dada prioridade m\u00e1xima \u00e0 fixa\u00e7\u00e3o de mais portugueses na Col\u00f4nia.<\/p>\n<p>Em 1970, em\u00a0<strong>Luanda<\/strong>, havia 1 branco para cada 2,5 negros. Ap\u00f3s o aparecimento da luta Armada em, 1961, o governo colonial viu-se constrangido a promover r\u00e1pida e eficazmente o crescimento econ\u00f4mico atrav\u00e9s de grandes incentivos \u00e0 ind\u00fastria.<\/p>\n<p>De 1950 a 1970 mais de 1,100 novas unidades industriais surgiram, 80% das quais durante os anos sessenta. A maioria das unidades hoteleiras hoje existentes apareceu nessa altura; as maiores como o tr\u00f3pico, o Presidente, o Panorama e o Costa do Sol j\u00e1 durante os anos setenta.<\/p>\n<p><strong>Luanda &#8211; Hot\u00e9is, Restaurantes e Vida Noturna<\/strong><\/p>\n<p><strong>Luanda<\/strong>\u00a0possui um conjunto de hot\u00e9is satisfat\u00f3rio.<\/p>\n<p><strong>Eis os melhores:<\/strong>\u00a0Meridien Presidente, Tivoli, Tr\u00f3pico, Continental, Panorama (em reabilita\u00e7\u00e3o) e Costa do Sol.<\/p>\n<p>Forte tradi\u00e7\u00e3o culin\u00e1ria, grande n\u00famero de bons cozinheiros, boa variedade e qualidade de peixe e marisco. boa carne, fortes condimentos e sortido de restaurantes apreci\u00e1vel; s\u00e3o caracter\u00edsticas que permitem afirmar que se come bem em\u00a0<strong>Luanda<\/strong>.<\/p>\n<p>O Farol Velho. Clube de Empres\u00e1rios e Pinto\u2019s lideram a categoria mais alta. a par com os restaurantes dos hot\u00e9is Meridien. Tivoli e Continental. Num n\u00edvel m\u00e9dio, o Arco-\u00edris.<\/p>\n<p>Cine Luanda, Tamarindo e Zero,. assim como alguns restaurantes da Ilha. representam bem a cidade. A vida noturna sempre foi intensa em\u00a0<strong>Luanda<\/strong>. Hoje. essa tend\u00eancia reafirma-se com bastante evid\u00eancia.<\/p>\n<p>Discotecas, night-clubs. bares-americanos, pubs, espia nadas, etc\u2026<\/p>\n<p>O calor da m\u00fasica, a sensualidade da dan\u00e7a. a temperatura do ar, o bom marisco, a bebida gelada e o conv\u00edvio com gente de grande compet\u00eancia na arte de farrar conferem \u00e0 noite luandense uma intensidade muito especial.<\/p>\n<p>Tudo indica que, em tempo de paz,<strong>\u00a0Luanda<\/strong>\u00a0voltar\u00e1 a ser a Rainha da Noite Africana.<\/p>\n<p>O tom vermelho das terras, o azul do c\u00e9u, o outro azul do mar e os verdes que aqui e ali, furam as extens\u00f5es semi-\u00e1ridas onde imperam o imbondeiro e o cacto candelabro, encantam os sentidos e tornam a regi\u00e3o a sul de Luanda num quadro de invulgar e inesperada beleza.<\/p>\n<p>Saindo pela Corimba e passando o Futungo de Belas deparamos, \u00e0 nossa frente, com o Mussulo \u2013 restinga formada pelos sedimentos do rio Kwanza, hoje com cerca de 40 quil\u00f4metros de extens\u00e3o e origem numa soberba ba\u00eda com 3 ilhas no seu interior, das quais a maior \u00e9 conhecida por Ilha dos Padres.<\/p>\n<p>O Mussulo \u00e9 realmente a p\u00e9rola de\u00a0<strong>Luanda<\/strong>, com grande potencial tur\u00edstico. A l\u00edngua de terra coberta por mangais e coqueiros \u00e9 um local muito especial para os melhores momentos de lazer. Na contra-costa, habitam os pescadores nas suas cubatas tradicionais.<\/p>\n<p>Desse lado a praia \u00e9 ampla, de areia branca e deserta, quase sempre. Do outro lado \u2013 a ba\u00eda, \u00e9 o Mussulo tur\u00edstico, onde foram constru\u00eddas casas de fim-de-semana e o complexo tur\u00edstico Onjango com restaurante, bar, bungalows e desportos aqu\u00e1ticos dentre outros servi\u00e7os.<\/p>\n<p><strong>A ba\u00eda \u00e9 justamente famosa por ser um portentoso viveiro das melhores esp\u00e9cies de peixe:<\/strong>\u00a0o pargo, a garoupa e a pescada s\u00e3o os mais comuns, fazendo as del\u00edcias dos aficcionados da pesca ao corrico.<\/p>\n<p>As \u00e1guas calmas, fechadas, s\u00e3o favor\u00e1veis tamb\u00e9m aos desportos n\u00e1uticos, embora por vezes haja correntes provocadas pelas mar\u00e9s.<\/p>\n<p>A ponta final do Mussulo tem a caracter\u00edstica gerai destas restingas e modifica-se gradualmente, surgindo e desaparecendo cada ano pontas e ilhotas de areia. pelas movimenta\u00e7\u00f5es das correntes.<\/p>\n<p>O Mussulo \u00e9 alcan\u00e7ado mais frequentemente por mar, h\u00e1 liga\u00e7\u00f5es regulares e pescadores que fazem percursos de conv\u00e9ni\u00eancia em lanchas a motor.<\/p>\n<p>O Mussulo pode tamb\u00e9m ser abordado por via terrestre em 4\u00d74. mas s\u00f3 por conhecedores do terreno.<\/p>\n<p>Continuando a descer a costa para sul encontramos ainda dentro da ba\u00eda do Mussulo. outra paragem obrigat\u00f3ria. o Morro dos Veados e o Museu da Escravatura (visit\u00e1vel).<\/p>\n<p>Ainda de real\u00e7ar a fant\u00e1stica vis\u00e3o do Miradouro da Lua, na estrada para o sul; enorme barroca escavada peia eros\u00e3o junto ao mar. em tons que v\u00e3o do ocre ao vermelho.<\/p>\n<p>Aos p\u00e9s do miradouro estende-se uma praia com muitos quil\u00f4metros de extens\u00e3o. as Palmeirinhas, com enormes potencialidades tur\u00edsticas, mas, ainda desaconselh\u00e1vel. por raz\u00f5es de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Um pouco al\u00e9m. chegamos ao m\u00edtico Kwanza. no s\u00edtio onde penetra no mar. De acesso f\u00e1cil. a Barra do Kwanza \u00e9 ideal para piqueniques e para a pesca esportiva. dispondo de uma unidade hoteleira com restaurante e alojamento.<\/p>\n<p>Os maiores exemplares de dourada e espadarte podem a\u00ed ser pescados. Para l\u00e1 do rio. entra-se na regi\u00e3o da Quissama, onde se situa um parque nacional outrora reputado pelos animais que albergava, desde os de grande porte \u2013 elefantes, b\u00fafalos, le\u00f5es \u2013 at\u00e9 aos pequenos roedores e aves. E junto ao mar, o bel\u00edssimo e solit\u00e1rio Cabo Ledo.<\/p>\n<p>Ainda \u00e0 volta de\u00a0<strong>Luanda<\/strong>, a leste, o centro industrial de Via na, hoje rodeado de quintas que produzem grande parte das verduras e frutas que Luanda consome e que constituem tamb\u00e9m \u00f3timos recantos para descanso.<\/p>\n<p>Algumas quintas albergam mesmo restaurantes e locais de dan\u00e7a reputados. Poucos quil\u00f4metros a norte da cidade situa-se a povoa\u00e7\u00e3o pesqueira do Cacuaco, com as suas salinas.<\/p>\n<p>\u00c9 uma zona de paisagem caracter\u00edstica at\u00e9 ao rio Bengo.<\/p>\n<p>Logo a seguir, no alto do Kifangondo, tem-se uma soberba vista dos lagos e meandros formados pelo Bengo, onde\u00a0<strong>Luanda<\/strong>\u00a0vai buscar a sua \u00e1gua, continuando depois at\u00e9 \u00e0 Funda, lagoa dos celebrados cacussos que companhados de feij\u00e3o de \u00f3leo de palma s\u00e3o pit\u00e9u indispens\u00e1vei para o caluanda.<\/p>\n<p><strong>Luanda &#8211; A Ilha<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0<strong>Luanda diurna<\/strong>, apresenta se como uma cidade de trabalho. Os v\u00e1rios quil\u00f4metros do lado atl\u00e2ntico da ilha v\u00e3o, no entanto, progressivamente, retomando algum movimento de outros tempos.<\/p>\n<p>O peixe abunda, o n\u00edvel de iodo favorece um bronzeamento r\u00e1pido, a areia \u00e9 fina e a \u00e1gua t\u00e9pida.<\/p>\n<p>Ao lado, v\u00e1rias esplanadas completam o prazer. Ao fim da tarde, novamente na Ilha, a n\u00e3o perder, um p\u00f4r-do-sol, realmente invulgar. Visita obrigat\u00f3ria, os Trapalh\u00f5es, verdadeiro centro comercial africano, desvenda o restaurante mais popular e carism\u00e1tico da cidade.<\/p>\n<p>Os habitantes da\u00a0<strong>Ilha de Luanda<\/strong>\u00a0chamam-se a si pr\u00f3prios Axiluanda (gente de Luanda ).<\/p>\n<p>Os Axiluanda consideram-se como Caluandas puros, distinguindo-se assim do resto da popula\u00e7\u00e3o da cidade, Caluandas de muitas origens. S\u00e3o pescadores e mant\u00eam uma forte identidade cultural; o que \u00e9 evidente em grandes manifesta\u00e7\u00f5es, culturais, como o Carnaval ou no seu pr\u00f3prio dia-a-dia.<\/p>\n<p><strong>Luanda &#8211; O Carnaval<\/strong><\/p>\n<p>Os testemunhos escritos sobre a tradi\u00e7\u00e3o de \u201cbrincar\u201d o carnaval em\u00a0<strong>Luanda<\/strong>, sobem at\u00e9 meados do s\u00e9culo passado, suspeitando-se, no entanto, que seja bem mais antiga.<\/p>\n<p>De raiz europ\u00e9ia. o Carnaval acabou por se enraizar profundamente nos costumes caluandas. sendo hoje o mais importante ato cultural.<\/p>\n<p>Existe o desfile da avenida Marginal, que \u00e9 oficialmente o auge do Camaval. Nos 3 dias oficiais h\u00e1 tamb\u00e9m bailes e comidas em profus\u00e3o.<\/p>\n<p>Os grupos carnavalescos constituem-se fundamentalmente nos bairros, exclusivamente fora da cidade de asfalto segundo um certo crit\u00e9rio de territorialidade decisiva.<\/p>\n<p>Os grupos mais destacados s\u00e3o adeptos da semba ou varina e s\u00e3o basicamente Axiluanda.<\/p>\n<p>Pode dizer-se que \u00e9 o musseque que faz o Carnaval de Rua. Durante 3 ou 4 dias.\u00a0<strong>Luanda<\/strong>\u00a0vive ao ritmo do Carnaval. E pouco mais faz. O ambiente da cidade muda, com muita gente nas ruas a horas pouco habituais, muitas pra\u00e7as iluminadas e musicadas e as farras transbordando pelos quintais.<\/p>\n<p>A tradi\u00e7\u00e3o de festivais de rua de tipo carnavalesco e de grupos de dan\u00e7a competitivos parece ser\u00a0<strong>antiga em Luanda<\/strong>.<\/p>\n<p>Em 1620, no final da mais grave ronda de guerras de escravos da hist\u00f3ria de Angola, a alegoria pol\u00edtica e o mimetismo foram inclu\u00eddos nas prociss\u00f5es de rua que celebravam a canoniza\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Francisco Xavier.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XIX, a comunidade crioula adaptou regularmente os seus cerimoniais p\u00fablicos \u00e0s mudan\u00e7as no clima pol\u00edtico e religioso. Na era da coloniza\u00e7\u00e3o branca, durante as d\u00e9cadas intermedi\u00e1rias do s\u00e9culo XX, as tropas de dan\u00e7a \u201cnativas\u201d foram oficialmente encorajadas at\u00e9 que o seu potencial nacionalismo fosse discernido. Ap\u00f3s a independ\u00eancia, o governo tentou reviver o Carnaval para os seus pr\u00f3prios fins e de acordo com o seu pr\u00f3prio calend\u00e1rio de cerimoniais estaduais. Num certo n\u00edvel, o carnaval continuou a exorcizar o medo da autoridade entre os impotentes. Por outro lado, a dimens\u00e3o pol\u00edtica foi eclipsada pelas rivalidades competitivas das comunidades locais que procuravam identidade e prest\u00edgio.<\/p>\n<p>As estruturas continuaram a usar os antigos padr\u00f5es rituais de lideran\u00e7a com reis, rainhas, comandantes e soldados.<\/p>\n<p>A influ\u00eancia econ\u00f4mica continuou a ser exercida pelas grandes fam\u00edlias de pescadores que investiram recursos importantes em roupas consp\u00edcuas e em banquetes cerimoniais, como fizeram durante s\u00e9culos.<\/p>\n<p>Os espectadores responderam em muitos n\u00edveis diferentes de aprecia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.blackpast.org\/www.consuladodeangola.org\/www.cambridge.org<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Luanda\u00a0\u00e9 a capital da\u00a0Angola, e uma prov\u00edncia angolana. Com uma \u00e1rea de aproximadamente 2257 km\u00b2. 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