{"id":39123,"date":"2016-05-31T17:24:04","date_gmt":"2016-05-31T17:24:04","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=39123"},"modified":"2023-10-26T16:11:30","modified_gmt":"2023-10-26T18:11:30","slug":"africa-do-sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/africa-do-sul","title":{"rendered":"\u00c1frica do Sul"},"content":{"rendered":"<p>O povo de San foram os primeiros colonizadores, as tribos Khoikhoi e de l\u00edngua bantu seguido.<\/p>\n<p>O holand\u00eas East India Company desembarcaram os primeiros colonizadores europeus no Cabo da Boa Esperan\u00e7a em 1652, o lan\u00e7amento de uma col\u00f4nia que at\u00e9 o final do s\u00e9culo 18 eram apenas cerca de 15.000.<\/p>\n<p>Conhecido como b\u00f4eres ou afric\u00e2nderes, e falando um dialeto holand\u00eas conhecido como Portugu\u00eas, os colonos j\u00e1 em 1795 tentou estabelecer uma rep\u00fablica independente.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" title=\"\u00c1frica do Sul\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/aafrica1.jpg\" alt=\"\u00c1frica do Sul\" \/><strong><br \/>\n\u00c1frica do Sul<\/strong><\/p>\n<p>Depois de ocupar a Col\u00f4nia do Cabo, naquele ano, a Gr\u00e3-Bretanha tomou posse permanente, em 1815, no final das Guerras Napole\u00f4nicas, trazendo 5.000 colonos. Aportuguesamento do governo e do.<\/p>\n<p>A liberta\u00e7\u00e3o dos escravos, em 1833, levou cerca de 12.000 Afrikaners para fazer a &#8220;grande jornada&#8221; norte e leste em territ\u00f3rio tribal Africano, onde estabeleceram as rep\u00fablicas do Transvaal e do Estado Livre de Orange.<\/p>\n<p>A descoberta de diamantes e ouro em 1867, nove anos depois trouxe um afluxo de &#8220;forasteiros&#8221; nas rep\u00fablicas e estimulou Col\u00f4nia do Cabo o primeiro-ministro Cecil Rhodes para tra\u00e7ar anexa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O Esquema de Rhodes de provocar um &#8220;forasteiro&#8221; rebeli\u00e3o, para que um partido armado sob Leander Starr Jameson montaria para o resgate, acabou falhando em 1895, for\u00e7ando Rhodes a renunciar.<\/p>\n<p>O que expansionistas brit\u00e2nicos chamaram a guerra &#8220;inevit\u00e1vel&#8221; com os Boers eclodiu em 11 de outubro de 1899.<\/p>\n<p>A derrota dos Boers em 1902 levaram, em 1910, para a Uni\u00e3o da \u00c1frica do Sul, composta por quatro prov\u00edncias, as duas ex-rep\u00fablicas, e no Cabo de idade e col\u00f4nias de Natal. Louis Botha, Boer, tornou-se o primeiro-ministro. Organizado atividade pol\u00edtica entre os africanos come\u00e7ou com a cria\u00e7\u00e3o do Congresso Nacional Africano em 1912.<\/p>\n<h4>Independ\u00eancia da \u00c1frica do Sul \u00e9 manchada por Apartheid<\/h4>\n<p>Jan Smuts Christiaan trouxe a na\u00e7\u00e3o na Segunda Guerra Mundial ao lado dos Aliados contra a oposi\u00e7\u00e3o nacionalista, e \u00c1frica do Sul se tornou um membro fundador da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas em 1945, mas ele se recusou a assinar a Declara\u00e7\u00e3o Universal dos Direitos Humanos. -Apartheid racial separa\u00e7\u00e3o dominadas por pol\u00edticas internas, enquanto os nacionalistas ganharam poder e imp\u00f4s restri\u00e7\u00f5es maiores sobre Bantus (africanos negros), asi\u00e1ticos e mesti\u00e7os (na <strong>\u00c1frica do Sul<\/strong> o termo significava qualquer pessoa n\u00e3o-branca). Eleitores negros foram removidos a partir dos rolos de votantes em 1936. Durante o pr\u00f3ximo meio s\u00e9culo, a popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o-branca da \u00c1frica do Sul foi for\u00e7ado a sair de \u00e1reas designadas brancos. \u00c1reas do grupo Atos de 1950 e 1986 for\u00e7ou cerca de 1,5 milh\u00f5es de africanos para se deslocar de cidades para cidades rurais, onde viviam em extrema pobreza sob as leis repressivas.<\/p>\n<p>\u00c1frica do Sul declarou-se uma rep\u00fablica em 1961 e cortou seus la\u00e7os com a comunidade, que op\u00f4s fortemente \u00e0s pol\u00edticas racistas do pa\u00eds. A supremacia branca Partido Nacional, que chegara ao poder em 1948, continuaria a sua regra para as pr\u00f3ximas tr\u00eas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>Em 1960, 70 manifestantes negros foram mortos durante uma manifesta\u00e7\u00e3o pac\u00edfica em Sharpesville. O Congresso Nacional Africano (ANC), a organiza\u00e7\u00e3o antiapartheid principal, foi banido naquele ano, e, em 1964, seu l\u00edder, Nelson Mandela, foi condenado \u00e0 pris\u00e3o perp\u00e9tua. Protestos negros contra o apartheid se tornou mais forte e mais violento. Em 1976, uma rebeli\u00e3o na \u00e1rea de negros de Soweto se espalhou para outras cidades negras, e deixou 600 mortos. A partir dos anos 1960, a oposi\u00e7\u00e3o internacional ao apartheid intensificou. A ONU imp\u00f4s san\u00e7\u00f5es, e muitos pa\u00edses desfez suas participa\u00e7\u00f5es Sul Africano.<\/p>\n<p>Ader\u00eancia do apartheid na \u00c1frica do Sul come\u00e7ou a ceder quando FW de Klerk substituiu PW Botha como presidente em 1989. De Klerk retirou a proibi\u00e7\u00e3o do CNA e lan\u00e7ou o seu l\u00edder, Nelson Mandela, depois de 27 anos de pris\u00e3o. O Partido da Liberdade Inkatha, um grupo de oposi\u00e7\u00e3o negra liderado por Mangosuthu Buthelezi, que era visto como colaborar com o sistema de apartheid, frequentemente entrou em choque com o ANC durante este per\u00edodo.<\/p>\n<h4>Apartheid \u00e9 abolida; Mandela torna-se presidente<\/h4>\n<p>Em 1991, um f\u00f3rum multirracial liderada por De Klerk e Mandela, a Conven\u00e7\u00e3o para uma \u00c1frica do Sul Democr\u00e1tica (CODESA), come\u00e7ou a trabalhar em uma nova Constitui\u00e7\u00e3o. Em 1993, uma constitui\u00e7\u00e3o provis\u00f3ria foi aprovada, que desmantelou o apartheid e previa uma democracia multirracial com a regra da maioria. A transi\u00e7\u00e3o pac\u00edfica da \u00c1frica do Sul a partir de uma das sociedades mais repressivas do mundo em uma democracia \u00e9 uma das hist\u00f3rias do s\u00e9culo 20 mais not\u00e1vel sucesso. Mandela e De Klerk foram conjuntamente premiado com o Pr\u00eamio Nobel da Paz em 1993.<\/p>\n<p>A elei\u00e7\u00e3o de 1994, uma primeira do pa\u00eds multirracial, resultou em uma grande vit\u00f3ria para Mandela e sua ANC. O novo governo inclui seis ministros do Partido Nacional e tr\u00eas do Partido da Liberdade Inkatha. Uma nova constitui\u00e7\u00e3o nacional foi aprovado e adoptado em Maio de 1996.<\/p>\n<p>Em 1997, a Comiss\u00e3o de Verdade e Reconcilia\u00e7\u00e3o, presidida por Desmond Tutu, come\u00e7aram as audi\u00eancias relativas a viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos entre 1960 e 1993. A comiss\u00e3o prometeu anistia para aqueles que confessaram seus crimes sob o regime do apartheid. Em 1998, FW de Klerk, PW Botha, e os l\u00edderes do ANC apareceu perante a comiss\u00e3o, ea na\u00e7\u00e3o continuou a lutar com seu processo esclarecido, mas muitas vezes dolorosa e divisionista de recupera\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n<h4>Mbeki assume o lugar de Mandela<\/h4>\n<p>Nelson Mandela, cujo mandato como presidente cimentou a sua reputa\u00e7\u00e3o como um dos estadistas mais clarividentes e magn\u00e2nima do mundo, se aposentou em 1999. Em 2 de junho de 1999, Thabo Mbeki, o presidente pragm\u00e1tica deputado e l\u00edder do ANC, foi eleito presidente em um deslizamento de terra, j\u00e1 tendo assumido muitas das responsabilidades que regem Mandela.<\/p>\n<p>Em seu primeiro mandato, Mbeki lutou com uma economia em decl\u00ednio e uma taxa de criminalidade dispararam. \u00c1frica do Sul, o pa\u00eds com o maior n\u00famero de pessoas HIV positivas no mundo (6,5 milh\u00f5es em 2005), tem sido prejudicada no combate epidemia de vistas pol\u00eamicos seu presidente. Mbeki negou a rela\u00e7\u00e3o entre HIV e SIDA e afirmou que o Ocidente tem exagerado a epidemia para aumentar os lucros da droga. A comunidade internacional, bem como a maioria dos l\u00edderes sul-Africano, incluindo Nelson Mandela e Desmond Tutu, condenaram a posi\u00e7\u00e3o de Mbeki. Em 2006, 60 cientistas internacionais chamado pol\u00edticas do governo &#8220;desastrosa e pseudo-cient\u00edfica&#8221;.<\/p>\n<p>Como esperado, em 15 de abril de 2004, o Congresso Nacional Africano venceu a elei\u00e7\u00e3o geral da \u00c1frica do Sul em um deslizamento de terra, levando cerca de 70% dos votos, e Thabo Mbeki foi empossado para um segundo mandato.<\/p>\n<p>Em dezembro de 2007, Nacional Africano Comit\u00ea delegados escolheu Jacob Zuma como seu l\u00edder, afastando Mbeki, que tinha estado no controle do partido nos \u00faltimos dez anos. Zuma foi absolvido de acusa\u00e7\u00f5es de estupro em 2006. No final de dezembro, o Minist\u00e9rio P\u00fablico reabriu as acusa\u00e7\u00f5es de corrup\u00e7\u00e3o contra Zuma e ordenou-lhe que enfrentar um julgamento por &#8220;v\u00e1rias acusa\u00e7\u00f5es de extors\u00e3o, lavagem de dinheiro, corrup\u00e7\u00e3o e fraude.&#8221; Ele foi acusado de aceitar mais de 440.000 d\u00f3lares em subornos em troca de ajudar um amigo, Schabir Shaik, seguro $ 5 bilh\u00f5es em um neg\u00f3cio de armas e contratos governamentais. Os advogados de Zuma acusou Mbeki de tentar sabotar a carreira pol\u00edtica de Zuma. Um juiz da Alta Corte rejeitou as acusa\u00e7\u00f5es de corrup\u00e7\u00e3o contra Zuma, em setembro de 2008, dizendo que o governo mishandled a acusa\u00e7\u00e3o. O juiz tamb\u00e9m criticou o presidente Mbeki para tentar influenciar o julgamento de Zuma.<\/p>\n<h4>Motlanthe serve como presidente &#8220;interino&#8221; e a oposi\u00e7\u00e3o ao ANC cresce<\/h4>\n<p>Sob a press\u00e3o de l\u00edderes do Congresso Nacional Africano (ANC), Mbeki anunciou que deixaria o cargo poucos dias depois de Zuma foi inocentado. Enquanto l\u00edder do partido, citado suposta interfer\u00eancia de Mbeki no caso de corrup\u00e7\u00e3o contra Zuma, ren\u00fancia de Mbeki culminou v\u00e1rios anos de lutas internas amarga entre Zuma e Mbeki, o que levou a disc\u00f3rdia no ANC. Em 25 de setembro, o Parlamento elegeu Kgalema Motlanthe, um l\u00edder oper\u00e1rio que foi preso durante o apartheid, como presidente. Zuma deve ser um membro do Parlamento antes que ele possa ser eleito presidente. As elei\u00e7\u00f5es parlamentares s\u00e3o esperados no in\u00edcio de 2009.<\/p>\n<p>Em seu primeiro dia como presidente, Motlanthe agiu para se mover al\u00e9m da resist\u00eancia de Mbeki \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos modernos e eficazes, como os medicamentos antirretroviral, para enfrentar sua crise da AIDS atrav\u00e9s da substitui\u00e7\u00e3o de sa\u00fade da \u00c1frica do Sul-ministro, Manto Tshabalala-Msimang, que sugeriu que o alho, lim\u00e3o suco, e beterraba pode curar a Aids, com Barbara Hogan. &#8220;A era da nega\u00e7\u00e3o terminou&#8221;, disse ela. Mais de 5,7 milh\u00f5es de sul-africanos s\u00e3o soropositivos, o maior n\u00famero de qualquer pa\u00eds no mundo.<\/p>\n<p>Em novembro, cerca de 6.400 membros dissidentes do ANC realizou uma conven\u00e7\u00e3o em Joanesburgo e decidiram formar um novo partido que vai desafiar a lideran\u00e7a do ANC. Os delegados, muitos dos quais apoiaram o ex-presidente Mbeki, expressou sua insatisfa\u00e7\u00e3o com a lideran\u00e7a do partido, chamando-o de corrupto, autorit\u00e1rio e &#8220;podre&#8221;. Em dezembro, o novo partido, o Congresso do Povo (COPE), selecionado ex-ministro da Defesa Mosiuoa Lekota como seu presidente.<\/p>\n<h4>Zuma assume a presid\u00eancia<\/h4>\n<p>Supremo Sul-Africano do Tribunal reintegrado acusa\u00e7\u00f5es de corrup\u00e7\u00e3o contra Zuma em janeiro de 2009, dizendo que um tribunal inferior tinha &#8220;ultrapassado&#8221; a sua autoridade para afastar as acusa\u00e7\u00f5es. No entanto, autoridades judici\u00e1rias do pa\u00eds retirou todas as acusa\u00e7\u00f5es contra Zuma, em abril, cerca de duas semanas antes das elei\u00e7\u00f5es nacionais, citando &#8220;o abuso intoler\u00e1vel&#8221; por investigadores que eram leais ao ex-presidente Mbeki.<\/p>\n<p>Na elei\u00e7\u00e3o geral de abril, o partido no poder, o Congresso Nacional Africano, ganhou apoio maci\u00e7o, tendo 65,9% dos votos, pouco menos de uma maioria de dois ter\u00e7os, o que \u00e9 necess\u00e1rio para mudar a Constitui\u00e7\u00e3o. Parlamento eleito presidente Zuma, em maio.<\/p>\n<h4>Geografia<\/h4>\n<p>\u00c1frica do Sul, no extremo sul do continente, faz fronteira com o Oceano Atl\u00e2ntico, a oeste e pelo Oceano \u00cdndico, a sul e leste. Seus vizinhos s\u00e3o Nam\u00edbia, no noroeste, Zimbabwe e Botswana, no norte, e em Mo\u00e7ambique e Suazil\u00e2ndia no nordeste. O reino do Lesoto forma um enclave na parte sudeste da \u00c1frica do Sul, que ocupa uma \u00e1rea quase tr\u00eas vezes maior do que na Calif\u00f3rnia.<\/p>\n<p>O ponto mais ao sul da \u00c1frica \u00e9 Cabo Agulhas, situado na prov\u00edncia de Western Cape cerca de 100 milhas (161 km) a sudeste do Cabo da Boa Esperan\u00e7a.<\/p>\n<h4>Governo<\/h4>\n<p>Rep\u00fablica.<\/p>\n<p>Fonte: www.colegiosaofrancisco.com.br<\/p>\n<h6>\u00c1frica do Sul<\/h6>\n<p><strong>Nome completo:<\/strong> Rep\u00fablica da \u00c1frica do Sul <b><br \/>\nCapital:<\/b> Pret\u00f3ria, Bloemfontein e Cidade do Cabo <strong><br \/>\nMaior cidade:<\/strong> Joanesburgo <strong><br \/>\n\u00c1rea:<\/strong> 1,22 milh\u00f5es de quil\u00f4metros quadrados (470.693 milhas quadradas) <b><br \/>\nIdioma:<\/b> afric\u00e2ner, ingl\u00eas e l\u00ednguas tribais<strong><br \/>\nPrincipais idiomas:<\/strong> 11 l\u00ednguas oficiais, incluindo Ingl\u00eas, Afrikaans, Sesotho, Setswana, Xhosa e Zulu <strong><br \/>\nPrincipal religi\u00e3o:<\/strong> Cristianismo, Islamismo, cren\u00e7as ind\u00edgenas<b><br \/>\nMoeda:<\/b> rand sul-africano <b><br \/>\nClima:<\/b> mediterr\u00e2neo, \u00e1rido, polar de altitude e savana<b><br \/>\nFuso hor\u00e1rio (UTC):<\/b> +2<\/p>\n<p>Dos vastos desertos da costa oeste \u00e0s densas florestas subtropicais da costa leste, a <strong>\u00c1frica do Sul<\/strong> \u00e9 conhecida pelos seus extraordin\u00e1rios contrastes c\u00eanicos.<\/p>\n<p>O pa\u00eds abrange regi\u00f5es litor\u00e2neas, montanhas, rios, lagos, lagoas, desertos semi-\u00e1ridos, imensa, de savanas e caatingas. Esta riqueza fenomenal de ambientes naturais sustenta uma variedade incalcul\u00e1vel de flora e fauna.<\/p>\n<p>S\u00e3o mais de 290 esp\u00e9cies de animais, desde o min\u00fasculo musaranho pigmeu at\u00e9 o enorme e imponente elefante africano.<\/p>\n<p>O pa\u00eds ainda conta com 800 esp\u00e9cies de aves e numerosas esp\u00e9cies de plantas. Estas atra\u00e7\u00f5es naturais privilegiadas em um pa\u00eds de infra-estrutura tur\u00edstica altamente avan\u00e7ada \u0096 com excelentes hot\u00e9is e atendimento eficiente e acolhedor proporcionam um incompar\u00e1vel destino tur\u00edstico.<\/p>\n<p>A <b>\u00c1frica do Sul<\/b> \u00e9 o pa\u00eds mais meridional da \u00c1frica, limitado a norte pela Nam\u00edbia, por Botswana e pelo Zimb\u00e1bue, a leste por Mo\u00e7ambique e pela Suazil\u00e2ndia, a leste e a sul pelo Oceano \u00cdndico e a oeste pelo Oceano Atl\u00e2ntico, e rodeando por completo o Lesoto.<\/p>\n<p><strong>As tr\u00eas capitais s\u00e3o<\/strong>: Pret\u00f3ria, Cidade do Cabo e Bloemfontein.<\/p>\n<blockquote><p><strong>PETR\u00d3IA: <\/strong>Capital administrativa<strong><br \/>\nCAPE TOWN: <\/strong>Capital legislativa<strong><br \/>\nCAPITAL JURIDICA: <\/strong>Bloemfontein<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Hist\u00f3ria da \u00c1frica do Sul,<\/strong> e tamb\u00e9m a Cronologia da Hist\u00f3ria da \u00c1frica do Sul. Os primeiros navegadores europeus, portugueses principalmente, chegaram \u00e0 \u00c1frica do Sul no s\u00e9culo XV. Diogo C\u00e3o alcan\u00e7ou a costa sul-africana em 1485 e em 1488 foi a vez de Bartolomeu Dias.<\/p>\n<p>A Hist\u00f3ria do pa\u00eds, propriamente dita, come\u00e7a no s\u00e9culo XVII com a ocupa\u00e7\u00e3o permanente da regi\u00e3o do Cabo da Boa Esperan\u00e7a pelos holandeses. Em 1909, a uni\u00e3o das col\u00f4nias brit\u00e2nicas de Cabo, Natal, Transval e Orange River origina a na\u00e7\u00e3o da \u00c1frica do Sul.<\/p>\n<p>De 1948 a 1993\/1994, a estrutura pol\u00edtica e social \u00e9 baseada no Apartheid, o sistema legalizado de discrimina\u00e7\u00e3o racial que manteve o dom\u00ednio da minoria branca nos campos pol\u00edtico, econ\u00f4mico e social.<\/p>\n<p>Em 1983, \u00e9 adotada uma nova Constitui\u00e7\u00e3o que garante uma pol\u00edtica de direitos limitados \u00e0s minorias asi\u00e1ticas, mas continua a excluir os negros do exerc\u00edcio dos direitos pol\u00edticos e civis. A maioria negra, portanto, n\u00e3o tem direito de voto nem representa\u00e7\u00e3o parlamentar. O partido branco dominante, durante a era do Apartheid, \u00e9 o Partido Nacional, enquanto a principal organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica negra \u00e9 o Congresso Nacional Africano (ANC), que durante quase cinq\u00fcenta anos foi considerado ilegal.<\/p>\n<p>Mais tarde, em 1990, sob a lideran\u00e7a do presidente F. W. de Klerk, o Governo sul-africano come\u00e7a a desmantelar o sistema do Apartheid, libertando Nelson Mandela, l\u00edder do ANC, e aceitando legalizar esta organiza\u00e7\u00e3o, bem como outras anti-Apartheid.<\/p>\n<p>Os passos seguintes no sentido da uni\u00e3o nacional s\u00e3o dados em 1991. A abertura das negocia\u00e7\u00f5es entre os representantes de todas as comunidades, com o objetivo de elaborar uma Constitui\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica, marca o fim de uma \u00e9poca na \u00c1frica do Sul.<\/p>\n<p>Em 1993, o Governo e a oposi\u00e7\u00e3o negra acordam nos mecanismos que garantam a transi\u00e7\u00e3o para um sistema pol\u00edtico n\u00e3o discriminat\u00f3rio. \u00c9 criado um comit\u00ea executivo intermedi\u00e1rio, com maioria negra, para supervisionar as primeiras elei\u00e7\u00f5es multipartid\u00e1rias e multirraciais, e \u00e9 criado, tamb\u00e9m, um organismo que fica encarregado de elaborar uma Constitui\u00e7\u00e3o que garanta o fim do Apartheid.<\/p>\n<p>Em Abril de 1994 fazem-se elei\u00e7\u00f5es multirraciais para o novo Parlamento. O ANC ganha as elei\u00e7\u00f5es e Nelson Mandela, formando um Governo de unidade nacional, torna-se o primeiro Presidente sul-africano negro. Em 2004, ano em que Thabo Mbeki completou cinco anos como sucessor de Nelson Mandela, o Presidente da Rep\u00fablica da \u00c1frica do Sul prometeu acabar com toda a viol\u00eancia de car\u00e1ter pol\u00edtico que ainda possa existir no pa\u00eds.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>Ir de encontro a <strong>\u00c1frica do Sul<\/strong>, conhecer sua hist\u00f3ria, a vida de seus habitantes, seus h\u00e1bitos e costumes, sua cultura, o modo de ser do povo. Com a sua capital administrativa, a cidade de pret\u00f3ria \u00e9 a sede do governo.<\/p>\n<p>A \u00c1frica do Sul, com uma popula\u00e7\u00e3o de cerca de 40 milh\u00f5es de habitantes, est\u00e1 situado ao sul do continente africano, banhado pelos oceano \u00cdndico e o atl\u00e2ntico, possui suas principais cidade, a capital , Pret\u00f3ria, a cidade de Johannesburgo, a cidade do Cabo, junto ao mar, a cidade de Durban, voltada para o oceano \u00cdndico.<\/p>\n<p>Com belas praias, e como refer\u00eancia tur\u00edstica a Sun City, que vem a ser um grande centro tur\u00edstico, que recebe turistas de todo o mundo, com uma completa infra estrutura, movimentada o ano inteiro, devido aos investimentos na \u00e1rea do turismo, proporcionando um salto no desenvolvimento tur\u00edstico da \u00c1frica do Sul, assim como a Copa de 2010, que abrir\u00e1 as portas para o mundo.<\/p>\n<p>Ser\u00e3o turistas de todas as nacionalidades visitando este pa\u00eds, assim como ser\u00e1 vista por milh\u00f5es de telespectadores, acompanhando os jogos pela televis\u00e3o, para este grande evento esperado.<\/p>\n<p>O idioma na <strong>\u00c1frica do Sul<\/strong> \u00e9 o ingl\u00eas, o afric\u00e2ner, entre outros, por\u00e9m o ingl\u00eas \u00e9 o predominante, devido a antiga coloniza\u00e7\u00e3o que ocorreu junto a este pa\u00eds pela Inglaterra.<\/p>\n<p>A \u00c1frica do Sul, \u00e9 caracterizada pelas suas plan\u00edcies des\u00e9rticas, possui \u00e1reas montanhosas, e tamb\u00e9m com vegeta\u00e7\u00e3o florestal, com sua variedade de flora, assim como rica em sua fauna, onde os turistas em seus roteiros tur\u00edsticos participam de safarias, percorrendo o interior da \u00c1frica do Sul. Para saber em rela\u00e7\u00e3o as esta\u00e7\u00f5es do ano, o per\u00edodo do ver\u00e3o entre novembro e vai at\u00e9 o m\u00eas de mar\u00e7o, j\u00e1 o inverno tem a dura\u00e7\u00e3o a partir do m\u00eas de maio, vai at\u00e9 agosto.<\/p>\n<p>O clima \u00e9 predominantemente temperado, com diferen\u00e7as em algumas partes do pa\u00eds, em determinadas regi\u00f5es da \u00c1frica do Sul, tem-se junto ao litoral, no extremo sul, junto a cidade do Cabo um clima com caracter\u00edstica de mediterr\u00e2neo.<\/p>\n<h4>Resumo<\/h4>\n<p>Os Holandeses colonizaram a <strong>\u00c1frica do Sul<\/strong> em 1652 pelo Cabo da Boa Esperan\u00e7a. No s\u00e9culo XIX houve competi\u00e7\u00f5es pelas terras entre Cl\u00e3s Bantos provocando conflitos sangrentos e gerando varias na\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Entre 1795 e 1806 os brit\u00e2nicos ocuparam a regi\u00e3o do Cabo, comprando-a mais tarde, com isso, os Africanos ficaram com receio provocando assim o grande Trek.<\/p>\n<p>Em 1843 os brit\u00e2nicos transformaram o territ\u00f3rio b\u00f4er de Natal em possess\u00e3o brit\u00e2nica. Depois desse acontecimento os afric\u00e2nderes abandonaram o Natal e se dirigiram para o oeste e para o norte onde fundaram o estado Livre de Orange e a republica Transvoal.<\/p>\n<p>No ano de 1856, Natal tornou-se col\u00f4nia Brit\u00e2nica, e em 1872 a col\u00f4nia do Cabo ganhou o regime autogoverno. Em 1867 os brit\u00e2nicos descobriram diamantes retomando seu expansionismo, declarando a Basutolandia (atual Lesoto) protetorado da coroa.<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre Cabo e B\u00f4eres acabou em 1899 iniciando a guerra dos Bo\u00eares.<\/p>\n<p>Em 1961, foi adotado oficialmente a domina\u00e7\u00e3o de Rep\u00fablica da \u00c1frica do Sul.<\/p>\n<p>Fonte: www.geocities.com<\/p>\n<h6>\u00c1frica do Sul<\/h6>\n<h4>POPULA\u00c7\u00c3O E COSTUMES<\/h4>\n<p><strong>\u00c1frica do Sul<\/strong> est\u00e1 formada por comunidades tradicionais e desenvolvidas, povos de origem nativa e europ\u00e9ia ou asi\u00e1tica com idiomas e valores espirituais e est\u00e9ticos diferentes. \u00c1frica do Sul tem tr\u00eas capitais Bloemfoutein, O Cabo e Pret\u00f3ria.<\/p>\n<p>\u00c1frica do Sul \u00e9 um pa\u00eds rico em culturas.<\/p>\n<p><strong>A popula\u00e7\u00e3o total \u00e9 de 42.446.0000 habitantes, segundo um censo realizado em 1997, composta de uma variedade de ra\u00e7as:<\/strong> pretos, brancos, \u00edndios e mesti\u00e7os.<\/p>\n<p><strong>As principais etnias s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Abor\u00edgenes bosquimanos do oeste, um povo que vive da ca\u00e7a<br \/>\nKhorkhoin, tamb\u00e9m bosquimanos dedicados ao pastoreio<br \/>\nPretos, chegados em sucessivas ondas do norte, dividem-se em nguni (zul\u00faes), sotho-tswana, os tsonga e os venda<strong><br \/>\nBrancos: <\/strong>composto por holandeses, alem\u00e3es e franceses (depois seriam &#8220;afrikaners&#8221;)<br \/>\nMesti\u00e7os, escravos da \u00c1frica Ocidental, Madagascar, \u00cdndia, Indon\u00e9sia e Mal\u00e1sia; e por \u00faltimo os Asi\u00e1ticos.<\/p><\/blockquote>\n<p>Fazem apenas tr\u00eas s\u00e9culos os bosquimanos, cujo nome significa &#8220;homens da selva&#8221;, viviam espalhados pela \u00c1frica Austral, nas selvas, sendo n\u00f4mades por natureza. Depois foram afastados para o norte e por fim confinados a viver no Deserto do Kalahari e as imedia\u00e7\u00f5es, mas ap\u00f3s criar-se o Parque Nacional Kalahari Gemsbook t\u00eam sido condenados a vagar de um lado para outro em procura de trabalho e comida. Perto de 2.000 seguem em seu estado natural, os outros cem mil t\u00eam sido sedentarizados. Os bosquimanos vivem em \u00c1frica do Sul em Kagga Kamma, perto do deserto do Karoo, pr\u00f3ximo a cidade do Cabo, onde tiveram que se adaptar a novas formas de vida.<\/p>\n<h4>GASTRONOMIA<\/h4>\n<p>A comida sul africana \u00e9 do estilo ingl\u00eas. Destacam as carnes e os mariscos. Produzem bons vinhos tintos e brancos al\u00e9m de vinhos doces. Destacam os sosaties, brochetas de carne, bobotie, carne com molho ao curry, bredies, diversas ca\u00e7arolas de verduras e lagostas.<\/p>\n<h4>COMPRAS<\/h4>\n<p>O mais interessante s\u00e3o os diamantes. Nas cidades pode-se comprar qualquer cosa. Os produtos mais procurados s\u00e3o carteiras de crocodrilo, diamantes e outras pedras preciosas. Para comprar alta confec\u00e7\u00e3o h\u00e1 numerosas boutiques. Existem tamb\u00e9m lojas de antig\u00fcidades com m\u00f3veis do estilo ingl\u00eas e holand\u00eas e numerosos objetos de joalheria, mapas antigos e outras curiosidades.<\/p>\n<p>Os artes\u00e3os fabricam tamb\u00e9m joalharia antiga de filigrana, saris de seda e ornamentos orientais. Os mercados s\u00e3o lugares ideais para procurar artesanato africano e elegantes artigos \u00e9tnicos. Outro dos produtos interessantes s\u00e3o as conchas marinhas que podem-se comprar nos barracos do lado da praia.<\/p>\n<h4>ENTRETENIMENTO<\/h4>\n<p><strong>\u00c1frica do Sul<\/strong> \u00e9 um lugar cheio de surpresas. Como entretenimento pode-se desfrutar de magn\u00edficos paisagens, relaxar sob o sol em espl\u00eandidas praias. Os excursionistas podem desfrutar ao ar livre e admirar a beleza natural, seguir os senderos da montanha e escalar cumes.<\/p>\n<p>Conta com numerosos parques e reservas de animais. Muitos deles organizam safaris, uma forma de estar em contato com a natureza. Algunas reservas t\u00eam servi\u00e7o de ve\u00edculos de terreno. O mais recomend\u00e1vel \u00e9 realizar um safari fotogr\u00e1fico.<\/p>\n<p>Os lugares de entretenimento s\u00e3o de um alto n\u00edvel. Pode-se escolher cuzinha internacional em hot\u00e9is de categoria ou ir a um pequeno restaurante; degustar\u00e1 a comida chinesa, japonesa, francesa, italiana, mexicana e indiana, e tamb\u00e9m a comida t\u00edpica sul africana.<\/p>\n<h4>FESTIVIDADES<\/h4>\n<p><strong>Festejam as festas crist\u00e3s protestantes al\u00e9m de celebrar algumas festas civis como s\u00e3o os dias:<\/strong> 6 de Abril, o Dia dos Fundadores; o 1 de Maio, o Dia do Trabalho; o 31 de Maio, Dia da Rep\u00fablica; 10 de Outubro, Dia de Kruger; 16 de Dezembro, Dia do Voto.<\/p>\n<p>No m\u00eas de julho celebra-se o Festival Nacional de Arte, a feira anual de arte mais importante do pa\u00eds. Celebra-se tamb\u00e9m o Festival Nacional de Estudantes de Teatro.<\/p>\n<h4>TRANSPORTES<\/h4>\n<blockquote><p><strong>Avi\u00e3o: <\/strong>\u00c1frica do Sul conta com tr\u00eas aeroportos internacionais (Johanesburgo, Durbam e cidade do Cabo), al\u00e9m de outros aeroportos principais. Suas linhas a\u00e9reas africanas oferecem uma ampla rede de servi\u00e7os a\u00e9reos entre as principais cidades do mundo. A Linha A\u00e9rea nacional \u00e9 South Africam Airways.<strong><br \/>\nBarco: <\/strong>99% de todas as importa\u00e7\u00f5es e exporta\u00e7\u00f5es entre \u00c1frica do Sul e pa\u00edses n\u00e3o africanos \u00e9 feita via mar\u00edtima. Todos os portos t\u00eam conex\u00f5es de trem e estradas para o interior do pa\u00eds.<strong><br \/>\nTrem: <\/strong>Igual que a rede vi\u00e1ria, a rede de ferro tamb\u00e9m \u00e9 de boa qualidade. Tem uns dos melhores trens do mundo.<strong><br \/>\n\u00d4nibus: <\/strong>Entre as cidades e povoados h\u00e1 \u00f4nibus. Existe um servi\u00e7o de \u00f4nibus de luxo para turistas.<strong><br \/>\nCarro: <\/strong>O sistema vial \u00e9 de alta qualidade. A rede vi\u00e1ria liga os principais centros urbanos e outros pa\u00edses. Possui 200.000 quil\u00f4metros de caminhos prim\u00e1rios; 45.000 de caminhos asfaltados e 240.000 de terci\u00e1rios.<strong><br \/>\nTransporte P\u00fablico: <\/strong>Existem \u00f4nibus nas principais cidades e que cobrem os principais bairros. H\u00e1 tamb\u00e9m pequenos mini-\u00f4nibus ou combis. Nos aeroportos pode-se pegar facilmente t\u00e1xi, pode solicit\u00e1-los por telefone ou peg\u00e1-los nas paradas oficiais ou na rua.<\/p><\/blockquote>\n<p>Fonte: www.rumbo.com.br<\/p>\n<h6>\u00c1frica do Sul<\/h6>\n<p>A <strong>\u00c1frica do Sul<\/strong> \u00e9 um pa\u00eds da \u00c1frica Austral.<\/p>\n<p>A capital administrativa \u00e9 Pret\u00f3ria.<\/p>\n<p>A principal religi\u00e3o \u00e9 o Cristianismo.<\/p>\n<p>As principais l\u00ednguas s\u00e3o o Ingl\u00eas, Afric\u00e2ner, Zulu, Xhosa e outras l\u00ednguas Africanas.<\/p>\n<p>Comerciantes Holandeses desembarcaram na ponta sul da atual \u00c1frica do Sul em 1652 e estabeleceram um ponto de paragem na rota das especiarias entre a Holanda e o Extremo Oriente, fundando a cidade de Cape Town. Depois que os Ingleses controlaram a \u00e1rea do Cabo da Boa Esperan\u00e7a em 1806, muitos dos colonos Holandeses (Boers) seguiram norte para fundar suas pr\u00f3prias rep\u00fablicas. As descobertas de diamantes (1867) e do ouro (1886) estimularam a riqueza e a imigra\u00e7\u00e3o e intensificaram a subjuga\u00e7\u00e3o dos habitantes nativos. Os Boers resistiram \u00e0s invas\u00f5es Brit\u00e2nicas, mas foram derrotados na Guerra dos B\u00f4eres (1899-1902); no entanto, os Brit\u00e2nicos e os Afrikaners, como os Boers tornaram-se conhecidos, governaram em conjunto come\u00e7ando em 1910 sob a Uni\u00e3o da \u00c1frica do Sul, que se tornou uma rep\u00fablica em 1961 depois de um referendo s\u00f3 de brancos. Em 1948, o Partido Nacional foi eleito ao poder e instituiu uma pol\u00edtica de apartheid &#8211; o desenvolvimento separado das ra\u00e7as &#8211; que favorecia a minoria branca em detrimento da maioria negra.<\/p>\n<p>O Congresso Nacional Africano (ANC) liderou a oposi\u00e7\u00e3o ao apartheid e muitos l\u00edderes do ANC, como Nelson Mandela, passaram d\u00e9cadas em pris\u00f5es da \u00c1frica do Sul.<\/p>\n<p>Protestos internos e insurg\u00eancia, assim como boicotes por parte de alguns pa\u00edses e institui\u00e7\u00f5es ocidentais, levaram \u00e0 eventual vontade do regime para negociar uma transi\u00e7\u00e3o pac\u00edfica para o governo da maioria. As primeiras elei\u00e7\u00f5es multi-raciais em 1994 puseram fim ao apartheid e introduziram a regra da maioria sob um governo liderado pelo ANC. A \u00c1frica do Sul desde ent\u00e3o tem lutado para resolver os desequil\u00edbrios da era do apartheid na habita\u00e7\u00e3o condigna, na educa\u00e7\u00e3o e na sa\u00fade. As lutas internas no ANC, que t\u00eam crescido nos \u00faltimos anos, vieram \u00e0 tona em Setembro de 2008 quando o Presidente Thabo Mbeki renunciou, e Kgalema Motlanthe, o Secret\u00e1rio-Geral do partido, sucedeu-o como presidente interino. Jacob Zuma tornou-se presidente ap\u00f3s o ANC ganhar as elei\u00e7\u00f5es gerais de Abril de 2009. Em Janeiro de 2011, a \u00c1frica do Sul assumiu um assento n\u00e3o-permanente no Conselho de Seguran\u00e7a da ONU para o per\u00edodo 2011-12.<\/p>\n<p>A Rep\u00fablica da \u00c1frica do Sul juntou-se \u00e0 lista de pa\u00edses com governos eleitos democraticamente em Abril de 1994. Nelson Mandela, o l\u00edder do Congresso Nacional Africano (ANC), foi empossado como presidente do estado e chefe do provis\u00f3rio Governo da Unidade Nacional da na\u00e7\u00e3o em Maio daquele ano.<\/p>\n<p>Assim terminaram tr\u00eas s\u00e9culos de controle branco e 46 anos de dom\u00ednio do Partido Nacional, que tinha segregado a maioria negra da \u00c1frica do Sul sob o sistema de separa\u00e7\u00e3o racial conhecido como apartheid. O apartheid discriminava os negros e pessoas de outras ra\u00e7as e mesti\u00e7os em favor dos brancos. Ele dava aos brancos mais direitos \u00e0 propriedade, educa\u00e7\u00e3o, habita\u00e7\u00e3o e empregos. Ele proibia os negros de votar. E ele limitava as pessoas de descend\u00eancia Asi\u00e1tica e mesti\u00e7a \u00e0 uma c\u00e2mara separada no parlamento.<\/p>\n<p>Os governos p\u00f3s-apartheid da \u00c1frica do Sul t\u00eam guiado o pa\u00eds por uma ampla transi\u00e7\u00e3o pac\u00edfica para a democracia. Mas o pa\u00eds ainda est\u00e1 lutando para superar o legado do apartheid. A economia da \u00c1frica do Sul \u00e9 a mais desenvolvida da \u00c1frica. Mas o pa\u00eds tem muitas pessoas pobres. Al\u00e9m disso, ele \u00e9 um dos pa\u00edses mais afetados pela pandemia do HIV\/AIDS.<\/p>\n<h4>Terra<\/h4>\n<p>A <strong>\u00c1frica do Sul<\/strong> est\u00e1 localizada no extremo sul do continente Africano. Ela \u00e9 limitada a nordeste pela Suazil\u00e2ndia e Mo\u00e7ambique; no norte pela Botswana e o Zimbabwe; e ao sul com a Nam\u00edbia, que governou at\u00e9 1990. A pequena na\u00e7\u00e3o do Lesoto est\u00e1 completamente rodeada pela \u00c1frica do Sul.<\/p>\n<h4>O Alto Planalto<\/h4>\n<p>Grande parte da \u00c1frica do Sul \u00e9 um planalto levemente ondulado subindo para entre 4.000 e 6.000 p\u00e9s (1.220 e 1.830 m) acima do n\u00edvel do mar. Afloramentos isolados de granito de rocha (kopjes) e \u00e1reas montanhosas como os Soutpansberg crescem acima da estepe. A se\u00e7\u00e3o mais ao norte, o Bushveld, \u00e9 coberta por savanas tropicais e arbustos.<\/p>\n<p>A parte central e maior, o Highveld, cont\u00e9m uma abund\u00e2ncia de minerais &#8211; ouro, diamantes, carv\u00e3o, platina e min\u00e9rio de ferro &#8211; e algumas das fazendas mais pr\u00f3speras e cidades movimentadas da Africa do Sul. Seu limite norte \u00e9 uma crista leste-oeste de montes chamada de Witwatersrand (&#8220;crista da \u00e1gua branca&#8221;), onde o ouro foi descoberto em 1886 e continua a ser minado. Em dire\u00e7\u00e3o ao sudoeste o planalto \u00e9 principalmente de estepes \u00e1ridas com gram\u00edneas curtas. Entre o Highveld e a costa da Prov\u00edncia do Cabo Ocidental est\u00e3o os matos secos do Grande e do Pequeno Karroos e uma s\u00e9rie de longas e estreitas cadeias de montanhas incluindo o Langeberg e o Swartberg.<\/p>\n<h4>A Grande Escarpa e as Regi\u00f5es Costeiras<\/h4>\n<p>O alto planalto interior \u00e9 separado das regi\u00f5es costeiras estreitas pelas Drakensberg (&#8220;montanhas do drag\u00e3o&#8221;) e sua escarpada e \u00e0s vezes compassada face leste conhecida como a Grande Escarpa. Uma s\u00e9rie de picos, incluindo o Castelo do Champagne e o Mont-aux-Sources, crescem para mais de 10.000 p\u00e9s (3.000 m). Aqui as neves do inverno pesado n\u00e3o s\u00e3o incomuns, e as chuvas s\u00e3o pesadas. Uma estreita plan\u00edcie com colinas se estende ao longo da costa do Oceano \u00cdndico de KwaZulu\/Natal para o Cabo da Boa Esperan\u00e7a. Surgindo atr\u00e1s de Cape Town est\u00e1 a Montanha da Mesa (cerca de 3.550 p\u00e9s; 1.085 m). Esta isolada montanha de topo achatado est\u00e1 frequentemente coberta de nuvens. A costa ocidental \u00e9 uma extens\u00e3o escassamente povoada do Deserto da Namibia.<\/p>\n<h4>Rios<\/h4>\n<p>A \u00c1frica do Sul carece de rios naveg\u00e1veis, embora tenha muitos rios corredeiras que caem sobre a Grande Escarpa. Algumas dessas geram eletricidade e irrigam o a\u00e7\u00facar, sisal e algod\u00e3o na prov\u00edncia de KwaZulu\/Natal, e o abacaxi e fazendas de frutas c\u00edtricas na Prov\u00edncia do Cabo Oriental. Dois grandes rios drenam o planalto Sul-Africano, o Orange e o Limpopo. O Orange, maior rio da \u00c1frica do Sul, nasce no Drakensberg e flui oeste para o Atl\u00e2ntico. Ele \u00e9 acompanhado por seu principal afluente, o Vaal, pr\u00f3ximo a Kimberley. O Limpopo serve de fronteira com Botswana e o Zimbabwe antes de desaguar no Oceano \u00cdndico atrav\u00e9s de Mo\u00e7ambique.<\/p>\n<h4>Clima<\/h4>\n<p>Porque a \u00c1frica do Sul fica ao sul do equador, os meses de inverno s\u00e3o Junho, Julho e Agosto. No inverno, o planalto \u00e9 fresco e ensolarado durante o dia; as temperaturas noturnas, por vezes, caem abaixo de zero. O ver\u00e3o no planalto \u00e9 quente, mas raramente fica muito quente por causa da altitude. A maioria das chuvas no planalto caem como trovoadas durante o ver\u00e3o. As secas podem ser mais frequentes, prolongadas e severas.<\/p>\n<p>A Prov\u00edncia do Cabo Ocidental tem um clima Mediterr\u00e2neo. O inverno \u00e9 frio e chuvoso, e os ver\u00f5es s\u00e3o quentes, ensolarados, e geralmente secos. As condi\u00e7\u00f5es do deserto se estendem ao longo da costa Atl\u00e2ntica ao norte de Cape Town, onde a Corrente de Benguela mant\u00e9m as temperaturas amenas. Ao longo da costa leste, a corrente quente do Oceano \u00cdndico ajuda a criar um clima subtropical. Aqui os ver\u00f5es s\u00e3o quentes e \u00famidos, e os invernos s\u00e3o suaves e agrad\u00e1veis &#8211; n\u00e3o muito diferente do sul da Fl\u00f3rida. A maioria da chuva cai no ver\u00e3o.<\/p>\n<h4>Cidades<\/h4>\n<p>A \u00c1frica do Sul tem algumas das cidades maiores e mais modernas do continente. Johannesburgo, Cape Town, e outras t\u00eam arranha-c\u00e9us impressionantes, edif\u00edcios de apartamentos alt\u00edssimos, ind\u00fastrias modernas, e sub\u00farbios extensivos para as classes ricas e m\u00e9dia.<\/p>\n<p>O pa\u00eds tamb\u00e9m tem algumas das piores favelas da \u00c1frica, e uma caracter\u00edstica associada com a \u00e9poca do apartheid &#8211; vastas vilas lotadas constru\u00eddas para abrigar os trabalhadores industriais n\u00e3o-brancos da cidade. Como parte de uma mistura do n\u00facleo das cidades outrora brancas com suas \u00e1reas n\u00e3o-brancas ao redor no in\u00edcio do s\u00e9culo 21, Durban tornou-se parte do novo munic\u00edpio de eThekwini, Bloemfontein parte de Mangaung, East London parte de Buffalo City, Germiston parte de Ekurhuleni, Pietermaritzburg parte de Msunduzi, Port Elizabeth parte de Nelson Mandela, e Pret\u00f3ria parte de Tshwane.<\/p>\n<p>Joanesburgo e o seu munic\u00edpio sat\u00e9lite, Soweto, s\u00e3o parte da maior aglomera\u00e7\u00e3o urbana da \u00c1frica do Sul, conhecida como Witwatersrand, ou o Rand. \u00c9 o centro manufatureiro, da minera\u00e7\u00e3o e comercial do pa\u00eds. O centro de Joanesburgo tem escrit\u00f3rios modernos, centros de conven\u00e7\u00f5es, hot\u00e9is, arranha-c\u00e9us, e lojas de departamento. A cidade \u00e9 a sede da bolsa de valores da \u00c1frica do Sul e da South African Broadcasting Corporation, e a casa da Universidade de Witwatersrand.<\/p>\n<p>Cape Town, a cidade mais antiga da \u00c1frica do Sul, est\u00e1 localizada no sop\u00e9 da Montanha da Mesa defrontando a Ba\u00eda da Mesa e o Oceano Atl\u00e2ntico. Nas encostas da montanha est\u00e1 o Groote Schuur Estate, que Cecil Rhodes, o ex-primeiro ministro da Col\u00f4nia do Cabo, deixou para o pa\u00eds. A propriedade inclui a Universidade de Cape Town; o Hospital de Groote Schuur, onde o primeiro transplante de cora\u00e7\u00e3o humano do mundo foi realizado; e a casa do presidente quando o Parlamento est\u00e1 em sess\u00e3o. Cape Town \u00e9 a capital legislativa da \u00c1frica do Sul. Os edif\u00edcios do Parlamento ficam no centro da cidade, em frente ao hist\u00f3rico Jardim Bot\u00e2nico fundado por Jan van Riebeeck em 1652. O transporte mar\u00edtimo, a manufatura e o turismo s\u00e3o as ind\u00fastrias importantes.<\/p>\n<p>Pret\u00f3ria, capital administrativa do pa\u00eds, tornou-se parte do munic\u00edpio de Tshwane. Seus escrit\u00f3rios do governo s\u00e3o dominados pelos Union Buildings, que est\u00e3o em jardins terra\u00e7os em uma colina com vista para a cidade. O Monumento Voortrekker, erguido em 1949 e em p\u00e9 de destaque na outra colina, lembra a conquista e a domina\u00e7\u00e3o Boer.<\/p>\n<p>Durban, agora parte do munic\u00edpio de eThekwini, \u00e9 o maior porto da \u00c1frica do Sul e um grande centro manufatureiro, educacional e comercial. Suas principais ind\u00fastrias incluem o refino de petr\u00f3leo, abastecimento de carv\u00e3o, a pesca, e o reparo de comboios ferrovi\u00e1rios. As praias, o surf, e o clima subtropical de Durban atraem muitos turistas. Durban tem uma das maiores comunidades Indianas fora da \u00c1sia.<\/p>\n<p>Bloemfontein \u00e9 a capital judicial da \u00c1frica do Sul. \u00c9 tamb\u00e9m um importante centro industrial e comercial, a capital da Free State Province (antigo Estado Livre de Orange), e a casa da Universidade do Estado Livre. Ela foi absorvida pelo munic\u00edpio maior de Mangaung em 2000. Outras cidades principais s\u00e3o os portos de East London (em Buffalo City), Port Elizabeth (hoje Nelson Mandela), e Richards Bay, e Kimberley, mundialmente famosa por seus diamantes.<\/p>\n<h4>Popula\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>A \u00c1frica do Sul \u00e9 um pa\u00eds de quase 50 milh\u00f5es de pessoas. A sua popula\u00e7\u00e3o \u00e9 multirracial e multicultural. Cerca de 80% dos habitantes s\u00e3o Africanos negros, 10% s\u00e3o de origem Europeia; 9% s\u00e3o misturados Africanos e outras ra\u00e7as; e os restantes s\u00e3o Asi\u00e1ticos, principalmente da extra\u00e7\u00e3o Indiana.<\/p>\n<p>A maioria dos negros Sul-africanos falam uma das principais l\u00ednguas Bantu. A l\u00edngua mais falada \u00e9 o Zulu. Ela \u00e9 seguida pelo Xhosa, Afric\u00e2ner, Sotho, Ingl\u00eas, Sepedi e Setswana. Todas est\u00e3o entre as onze l\u00ednguas oficiais do pa\u00eds. Embora as l\u00ednguas Bantu est\u00e3o relacionadas, h\u00e1 diferen\u00e7as entre elas. O Zulu e o Xhosa est\u00e3o intimamente relacionados, como o s\u00e3o o Sotho e o Setswana.<\/p>\n<p>Os Nguni primeiro estabeleceram-se na costa leste entre o Drakensberg e o Oceano \u00cdndico j\u00e1 em 1500, muito antes dos colonos brancos chegarem. O segundo-maior grupo negro Africano \u00e9 o Sotho, composto pelos Lebowanos, Pedi, Tswana e Basotho. Os Sotho predominam no planalto interior. Os menores grupos de l\u00edngua Bantu s\u00e3o os Venda e os Shangaan-Tsonga. Historicamente, havia muita rivalidade entre esses grupos, e o nacionalismo \u00e9tnico e a lealdade continuam fortes. A maioria dos negros s\u00e3o Crist\u00e3os, pertencentes \u00e0 mesma denomina\u00e7\u00e3o dos Europeus e \u00e0 v\u00e1rias seitas separatistas. Uma minoria significativa segue v\u00e1rias religi\u00f5es ind\u00edgenas tribais.<\/p>\n<p>Quase metade dos negros da \u00c1frica do Sul vivem em \u00e1reas rurais, muitas vezes em situa\u00e7\u00e3o de pobreza, sem \u00e1gua pot\u00e1vel, eletricidade ou empregos. Os mais pobres s\u00e3o agricultores de subsist\u00eancia, que podem possuir algum gado (de prefer\u00eancia de vacas) e cultivar milho (mealies) e outros vegetais. N\u00e3o \u00e9 incomum para as mulheres e crian\u00e7as andarem v\u00e1rios quil\u00f4metros a cada dia para buscar \u00e1gua e lenha. Os Africanos rurais tendem a viver em pequenas aldeias e em propriedades rurais dispersas.<\/p>\n<p>O desemprego entre os negros \u00e9 muito alto. Ao longo dos anos, os negros t\u00eam sido atra\u00eddos pela necessidade de trabalhar em fazendas de propriet\u00e1rios brancos e nas minas, f\u00e1bricas e casas dos Europeus. Na era do apartheid, eles eram obrigados a viver em bairros segregados. Homens solteiros e homens separados de suas fam\u00edlias eram abrigados em albergues.<\/p>\n<p>Os Sul-africanos brancos tamb\u00e9m s\u00e3o multiculturais e multilingues. C\u00earca de 57% dos brancos Sul-africanos s\u00e3o Afrikaners, descendentes dos colonos originais que chegaram com a Companhia Holandesa das \u00cdndias Orientais em 1652 e se estabeleceram em torno de Cape Town. Sua l\u00edngua, o Afrikaans, \u00e9 derivado do Holand\u00eas. Sua f\u00e9 dominante \u00e9 a Igreja Reformada Holandesa.<\/p>\n<p>O segundo-maior grupo branco \u00e9 de fundo Ingl\u00eas. Os Ingl\u00eases come\u00e7aram a entrar na \u00c1frica do Sul ap\u00f3s a regi\u00e3o ficar sob controle Brit\u00e2nico em 1814. Mas n\u00e3o foi at\u00e9 o final do s\u00e9culo 19, ap\u00f3s a descoberta dos diamantes e do ouro, que um grande n\u00famero de Ingl\u00eases chegaram. Historicamente, a maioria tem vivido nas cidades, trabalhando na minera\u00e7\u00e3o, na manufatura e no com\u00e9rcio. Por muitos anos, eles t\u00eam desfrutado os mais altos padr\u00f5es de vida na \u00c1frica do Sul. Muitos dos oradores Ingl\u00eases pertencem \u00e0 igeja Anglicana ou outras igrejas Protestantes e \u00e0 Igreja Cat\u00f3lica Romana.<\/p>\n<p>Muitas pessoas de descendencia Indiana vivem em KwaZulu\/Natal. Cerca de 70% deles s\u00e3o Hindus. O resto s\u00e3o de maioria Mu\u00e7ulmana. Os Indianos foram trazidos para a \u00c1frica do Sul pelos colonizadores Brit\u00e2nicos no final dos 1800s para trabalhar como trabalhadores contratados nas fazendas de a\u00e7\u00facar de Natal. Hoje a maioria vive nas cidades e trabalham no com\u00e9rcio, nas finan\u00e7as e na manufatura.<\/p>\n<h4>Educa\u00e7\u00e3o e Sa\u00fade<\/h4>\n<p>Sob o apartheid, havia educa\u00e7\u00e3o separada para cada grupo racial, e os brancos apreciavam as melhores instala\u00e7\u00f5es de ensino em todos os n\u00edveis. Os gastos com educa\u00e7\u00e3o per-capita para os negros eram apenas 33% do que para os brancos, e muitos negros n\u00e3o freq\u00fcentavam a escola. O analfabetismo \u00e9 maior nas \u00e1reas rurais, onde as escolas est\u00e3o sub-financiadas, mal-equipadas, e inadequadamente providas de professores. Nas \u00e1reas urbanas, os boicotes de escola anti-aparthaid deixaram uma gera\u00e7\u00e3o inteira de jovens negros sem educa\u00e7\u00e3o. A educa\u00e7\u00e3o gratuita e obrigat\u00f3ria para todos \u00e9 um objetivo principal do governo. O pa\u00eds tem v\u00e1rias universidades pendentes, incluindo as Universidades de Cape Town, Stellenbosch, Pretoria, e Witwatersrand.<\/p>\n<p>A \u00c1frica do Sul tem v\u00e1rias instala\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas de classe mundial, que antes eram reservadas para os brancos. A taxa de mortalidade infantil dos negros \u00e9 mais de seis vezes maior do que a dos brancos, e o governo est\u00e1 fazendo esfor\u00e7os enormes para prestar cuidados de sa\u00fade gratuitos para os negros. Mas o sistema de sa\u00fade est\u00e1 sendo desafiado pela epidemia da AIDS, que mata milhares de pessoas a cada ano.<\/p>\n<h4>Economia<\/h4>\n<p>A \u00c1frica do Sul \u00e9 uma terra de contrastes econ\u00f4micos. Cidades modernas e a agricultura coexistem lado a lado com favelas rurais e a agricultura de subsist\u00eancia que pouco mudou ao longo dos s\u00e9culos. No entanto, a economia da \u00c1frica do Sul \u00e9 a mais rica e mais diversificada na \u00c1frica.<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7os<\/strong><\/p>\n<p>Os servi\u00e7os representam cerca de 66% do produto interno bruto (PIB) da \u00c1frica do Sul e empregam cerca do mesmo percentual de trabalhadores da na\u00e7\u00e3o. (O PIB \u00e9 o valor de mercado total de todos os bens e servi\u00e7os finais produzidos num pa\u00eds durante um per\u00edodo de tempo, normalmente um ano). Os empregos de servi\u00e7o incluem profiss\u00f5es como banc\u00e1rio, direito, servi\u00e7os m\u00e9dicos, vendas, finan\u00e7as e governo.<\/p>\n<p><strong>Manufatura e Minera\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A manufatura e a minera\u00e7\u00e3o respondem por cerca de 30% do PIB e empregam cerca de 25% dos trabalhadores da \u00c1frica do Sul. A manufatura inclui maquinaria, t\u00eaxteis, produtos qu\u00edmicos, fertilizantes e alimentos. Grande parte da produ\u00e7\u00e3o industrial do pa\u00eds \u00e9 comercializada no mercado interno. Pret\u00f3ria-Witwatersrand-Vereeniging \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o industrial do pa\u00eds. Outros centros fabris importantes s\u00e3o Cape Town, Durban, East London e Port Elizabeth &#8211; todos portos do litoral. Richards Bay foi desenvolvido ao norte de Durban, em meados dos anos 1970s para lidar com o r\u00e1pido crescimento da produ\u00e7\u00e3o industrial no Rand.<\/p>\n<p>Os diamantes foram descobertos perto do Rio Orange nos 1860s e o ouro no Witwatersrand duas d\u00e9cadas depois. A \u00c1frica do Sul \u00e9 o maior produtor mundial de platina, cromo, e ouro.<\/p>\n<p>As cidades do Witwatersrand de Joanesburgo, Krugersdorp, e Springs continuam a ser as principais fontes de ouro, apesar de serem agora super-exploradas por minas em torno de Welkom, na Prov\u00edncia do Estado Livre. As minas de ouro, como outras opera\u00e7\u00f5es de minera\u00e7\u00e3o, s\u00e3o muito dependentes de trabalhadores negros migrantes das \u00e1reas rurais e dos estados vizinhos.<\/p>\n<p>Os diamantes s\u00e3o encontrados em veios vulc\u00e2nicos chamados kimberlitos e em dep\u00f3sitos fluviais conhecidos como aluviais. Os primeiros diamantes descobertos na \u00c1frica do Sul foram dep\u00f3sitos aluviais perto das margens do Rio Orange em Hopetown em 1867. Um veio de diamantes encontrado em Kimberley logo ap\u00f3s detonou uma corrida de diamantes liderada por ca\u00e7adores de fortunas Brit\u00e2nicos. O caos prevaleceu at\u00e9 Cecil John Rhodes organizar as minas em um grupo altamente rent\u00e1vel a que ele deu o nome de De Beers.<\/p>\n<p><strong>Agricultura<\/strong><\/p>\n<p>O setor agr\u00edcola &#8211; uma vez a maior parte da economia &#8211; \u00e9 uma das partes menores hoje. No entanto, a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola da \u00c1frica do Sul continua a ser importante para os mercados interno e de exporta\u00e7\u00e3o. Os principais produtos s\u00e3o o milho, aves, gado, frutas, cana de a\u00e7\u00facar, e hortali\u00e7as. As principais exporta\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas s\u00e3o normalmente o a\u00e7\u00facar e os citrus e outras frutas para a Europa, e o milho para os estados vizinhos Africanos.<\/p>\n<p>O milho (alimento b\u00e1sico para os Africanos rurais) \u00e9 tanto uma cultura comercial e de subsist\u00eancia. Grandes fazendas de milho s\u00e3o encontradas nos arredores de Joanesburgo e na Prov\u00edncia do Estado Livre. O trigo \u00e9 outro cultivo comercial importante. H\u00e1 enormes estados de a\u00e7\u00facar, sisal, e propriedades de algod\u00e3o em KwaZulu\/Natal; abacaxi e fazendas de citrus perto de Port Elizabeth e East London; e vinhas e pomares de fruta perto de Cape Town.<\/p>\n<p>A agricultura \u00e9 severamente limitada pela luz, pela precipita\u00e7\u00e3o vari\u00e1vel ao longo dos dois ter\u00e7os ocidentais do pa\u00eds, e pela terra montanhosa e solos erodidos no leste mais \u00famido. Os Karroos e o planalto do sudoeste s\u00e3o demasiados secos para nada, mas a cria\u00e7\u00e3o de ovelhas.<\/p>\n<p>A \u00c1frica do Sul tem 3 milh\u00f5es de ovinos, a maioria dos quais s\u00e3o criados para a l\u00e3. Ela tem quase 14 milh\u00f5es de bovinos, principalmente no norte e no leste. Os negros Africanos t\u00eam tradicionalmente criaado gado de prest\u00edgio e para puxar carro\u00e7as e arados, ao inv\u00e9s de alimentos. O sobrepastoreio e a eros\u00e3o do solo s\u00e3o problemas comuns nas \u00e1reas uma vez atribu\u00eddas \u00e0 popula\u00e7\u00e3o negra da \u00c1frica do Sul.<\/p>\n<p><strong>Energia<\/strong><\/p>\n<p>A \u00c1frica do Sul \u00e9 afortunada de ter os maiores dep\u00f3sitos de carv\u00e3o na \u00c1frica. Estes dep\u00f3sitos est\u00e3o localizados em Witbank, uma curta dist\u00e2ncia a leste de Joanesburgo, com os altos-fornos em Pret\u00f3ria.<\/p>\n<p>A maior parte do carv\u00e3o \u00e9 queimada para produzir eletricidade, mas uma parte \u00e9 transformada em \u00f3leo em Sasolburg na Prov\u00edncia do Estado Livre, e alguma parte \u00e9 exportada para a \u00c1frica Oriental atrav\u00e9s de Richards Bay. A \u00c1frica do Sul produz um pouco de petr\u00f3leo e depende principalmente dos combust\u00edveis f\u00f3sseis, incluindo petr\u00f3leo e carv\u00e3o, para a energia. Ela tamb\u00e9m gera energia nuclear e est\u00e1 aumentando o percentual de energia fornecida por fontes renov\u00e1veis.<\/p>\n<p>A \u00c1frica do Sul tem sido o maior gerador de eletricidade do continente. No entanto, a crescente demanda dom\u00e9stica tem contribu\u00eddo para a falta de energia el\u00e9trica e, \u00e0s vezes, tem causado a \u00c1frica do Sul de suspender as exporta\u00e7\u00f5es de energia para seus vizinhos.<\/p>\n<p><strong>Com\u00e9rcio<\/strong><\/p>\n<p>A \u00c1frica do Sul negocia com diversos pa\u00edses. Ela exporta ouro, diamantes, platina, outros metais e minerais, e m\u00e1quinas e equipamentos. A China, Estados Unidos, Jap\u00e3o e Alemanha est\u00e3o entre os principais compradores das exporta\u00e7\u00f5es da \u00c1frica do Sul. As importa\u00e7\u00f5es do pa\u00eds incluem m\u00e1quinas e equipamentos, produtos qu\u00edmicos, produtos petrol\u00edferos, instrumentos cient\u00edficos, e generos aliment\u00edcios. Entre as principais fontes destes produtos est\u00e3o a China, a Alemanha e os Estados Unidos.<\/p>\n<p>A rep\u00fablica tem sido um importante fornecedor de bens para os seus vizinhos do sul da \u00c1frica por muitos anos. Agora que o apartheid foi desmontado e todas as san\u00e7\u00f5es economicas impostas pelas Na\u00e7\u00f5es Unidas foram suspensas, o com\u00e9rcio e os investimentos se expandiram para o norte para a Nig\u00e9ria, o Qu\u00eania e em outros lugares.<\/p>\n<p><strong>Transporte<\/strong><\/p>\n<p>A \u00c1frica do Sul tem sistemas de transporte que servem eficazmente as suas necessidades dom\u00e9sticas e habilitam-na ao com\u00e9rcio e intera\u00e7\u00e3o com o resto da \u00c1frica.<\/p>\n<p><strong>Da comunica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O sistema de telefonia da \u00c1frica do Sul \u00e9 o mais moderno na \u00c1frica. Mais de 4 milh\u00f5es de Sul-africanos usam a Internet.<\/p>\n<p><strong>Economia &#8211; vis\u00e3o geral:<\/strong><\/p>\n<p>A <strong>\u00c1frica do Sul<\/strong> \u00e9 um mercado emergente de renda m\u00e9dia com uma oferta abundante de recursos naturais; bem-desenvolvidos setores financeiro, jur\u00eddico, de comunica\u00e7\u00f5es, de energia e transportes; uma bolsa que \u00e9 a 18\u00ba maior no mundo; e uma moderna infra-estrutura de apoio e distribui\u00e7\u00e3o relativamente eficientes de bens aos grandes centros urbanos em toda a regi\u00e3o. O crescimento foi robusto 2004-2007 como a \u00c1frica do Sul colheu os benef\u00edcios da estabilidade macroecon\u00f4mica e um boom global das commodities, mas come\u00e7ou a desacelerar no segundo semestre de 2007 devido a uma crise de energia el\u00e9trica e de impacto da crise global financeiro subsequente &#8220;dos pre\u00e7os das commodities e da demanda. PIB caiu quase 2% em 2009, mas se recuperou em 2010-12. O desemprego continua alto, em cerca de um quarto da for\u00e7a de trabalho e infra-estrutura ultrapassada tem restringido o crescimento. Estado fornecedor de energia Eskom encontrou problemas com plantas de envelhecimento e de demanda de eletricidade reuni\u00e3o necessitando de &#8220;redu\u00e7\u00e3o de carga&#8221; cortes em 2007 e 2008 para os residentes e empresas nas principais cidades. Problemas econ\u00f4micos permanecem da era do apartheid &#8211; especialmente a pobreza, a falta de poder econ\u00f4mico entre os grupos desfavorecidos, e uma escassez de transporte p\u00fablico. Pol\u00edtica econ\u00f4mica da \u00c1frica do Sul se concentra em controle da infla\u00e7\u00e3o, no entanto, o pa\u00eds teve d\u00e9ficits or\u00e7ament\u00e1rios significativos que dificultam a sua capacidade de lidar com a press\u00e3o problemas econ\u00f4micos. O atual governo deve lidar com o impacto da crise global e est\u00e1 enfrentando crescente press\u00e3o de grupos de interesse especiais para usar empresas estatais para oferecer servi\u00e7os b\u00e1sicos de baixa renda \u00e1reas e aumentar o crescimento do emprego.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>Pouco se sabe sobre a pr\u00e9-hist\u00f3ria do que \u00e9 hoje a \u00c1frica do Sul, mas os restos dos primeiros seres humanos que datam do \u00faltimo per\u00edodo Paleol\u00edtico foram encontrados no Highveld em Sterkfontein. Cerca de 2.000 anos atr\u00e1s, pequenos grupos de ca\u00e7adores-coletores San e Khoikhoi (pastores n\u00f4mades de gado), entraram a partir do norte. Eles foram for\u00e7ados ao sul e oeste no Deserto de Kalahari e nos Karroos por povos de l\u00edngua Bantu migrando para o sul da \u00c1frica Centro-Oriental. Por volta de 1500, os Xhosa tinham alcan\u00e7ado o Rio do Peixe Grande no que \u00e9 hoje a Prov\u00edncia do Cabo Oriental. Ondas do povo Bantu entraram a partir do norte, em busca de pastos, \u00e1gua e terras agr\u00edcolas atrav\u00e9s do planalto interior e ao longo da costa leste.<\/p>\n<p>Em 1488 o navegador Portugu\u00eas Bartholomeu Dias se tornou o primeiro Europeu a dobrar o Cabo da Boa Esperan\u00e7a e navegar no Oceano \u00cdndico. Dias foi seguido em 1497-98 por Vasco da Gama, que navegou em torno do Cabo e para Natal. Os Portugu\u00eases nunca constru\u00edram assentamentos permanentes, mas eles parariam por comida e \u00e1gua em seu caminho para a \u00c1frica Oriental e a \u00cdndia. Em 1652 a Companhia das Indias Orientais Holandesas decidiu estabelecer um posto de abastecimento em Table Bay, sob a lideran\u00e7a de Jan van Riebeeck.<\/p>\n<p>Van Riebeeck construiu um forte e plantou hortas e criou gado para alimentar os seus marinheiros em sua longa viagem \u00e0s \u00cdndias Orientais. Ele tamb\u00e9m negociou com os Khoikhoi, deu terra aos seus empregados, e trouxe Malaios e Africanos negros da \u00c1frica Ocidental e Oriental como escravos. Os colonos moveram-se gradualmente ao interior para fazenda e com\u00e9rcio, e fundaram a cidade de Stellenbosch em 1675. Em 1689 cerca de 200 refugiados Franceses Huguenotes chegaram. Eles casaram-se com os colonizadores Holandeses e estabeleceram uma ind\u00fastria de vinho. Pelo in\u00edcio do s\u00e9culo 18, os Holandeses tinham cruzado com seus escravos Khoikhoi, Malaio, e Bantu para criar o que mais tarde ficou conhecido como os Mesti\u00e7os do Cabo.<\/p>\n<p>Quando os Europeus cresceram em n\u00famero, eles come\u00e7aram a afastar-se da Cidade do Cabo e do controle da Companhia das \u00cdndias Orientais. Quanto mais longe eles viajavam, mais eles entravam em conflito com os Xhosa sobre a terra, \u00e1gua, e a propriedade do gado. Os Holandeses (chamados Boers da palavra Holandesa para &#8220;agricultor&#8221;) procuraram estabelecer o Rio do Peixe Grande como a fronteira entre eles e os Xhosa. Os Brit\u00e2nicos substituiram os Holand\u00eases no Cabo de 1795-1803, e novamente de 1806-1814. O Congresso de Viena (1815) confirmou formalmente a possess\u00e3o Brit\u00e2nica do Cabo. Em 1820 cerca de 5.000 colonos Brit\u00e2nicos receberam pequenas fazendas perto do Rio do Peixe Grande para formar um tamp\u00e3o contra os avan\u00e7os dos Xhosa.<\/p>\n<p>Os Boers se ressentiram da ocupa\u00e7\u00e3o Brit\u00e2nica e da introdu\u00e7\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es, idioma e cultura Britanicos. Eles particularmente n\u00e3o gostavam da oposi\u00e7\u00e3o Brit\u00e2nica \u00e0 escravid\u00e3o. Assim, entre 1835 e 1843, cerca de 12.000 Boers empacotaram suas carro\u00e7as de boi e, armados com pistolas e B\u00edblias, caminharam para o interior no que \u00e9 conhecida como a Grande Viagem. Sob l\u00edderes como Andries Potgieter e Piet Retief (que foi assassinado em 1838 junto com outros 70 Boers pelo chefe Zulu Dingaan), eles finalmente estabeleceram rep\u00fablicas independentes, incluindo o Estado Livre de Orange e a Rep\u00fablica do Transvaal. A Gr\u00e3-Bretanha anexou Natal em 1843. Assim, os Brit\u00e2nicos controlavam a zona costeira, e os Boers controlavam o interior. As hostilidades entre os Boers e os Brit\u00e2nicos culminaram na Guerra Anglo-Boer de 1899-1902. Em Maio de 1902, os Boers finalmente se renderam aos Brit\u00e2nicos.<\/p>\n<p>A Gr\u00e3-Bretanha concedeu aos estados Boer o auto-governo, e em 1910 o Estado Livre de Orange, o Transvaal, e as col\u00f4nias Brit\u00e2nicas de Cabo da Boa Esperan\u00e7a e de Natal formaram a Uni\u00e3o Sul-Africana. Entre as duas guerras mundiais, a economia da \u00c1frica do Sul foi refor\u00e7ada e diversificada. Centenas de milhares de Africanos negros vieram para as cidades em busca de trabalho, competindo, por vezes, com os Europeus, particularmente os Afrikaners pobres. As rela\u00e7\u00f5es raciais se deterioraram.<\/p>\n<p>Em 1948 o Partido Nacional, liderado por Daniel F. Malan, chegou ao poder. Sob sua orienta\u00e7\u00e3o o pa\u00eds embarcou em uma pol\u00edtica de apartheid, ou a separa\u00e7\u00e3o das ra\u00e7as. O Partido Nacional venceu todas as sucessivas elei\u00e7\u00f5es gerais at\u00e9 1994, e seus governos fortemente refor\u00e7aram o controle branco do pa\u00eds. Em 1960, a minoria branca votou por retirar seu pa\u00eds do controle Brit\u00e2nico. Em 31 de Maio de 1961, a Rep\u00fablica da \u00c1frica do Sul foi estabelecida.<\/p>\n<p>Em 1958, sob a lideran\u00e7a de Hendrik Verwoerd, o Partido Nacional estabeleceu as bases para criar 10 &#8220;p\u00e1trias independentes&#8221; para os negros Africanos. Essas terras representavam cerca de 13% da \u00e1rea total da \u00c1frica do Sul e foram localizadas em regi\u00f5es que possu\u00edam pouco em termos de solo rico, \u00e1gua, minerais, ou outros recursos. Todos os negros Sul-africanos, mesmo aqueles que tinham vivido nas cidades &#8220;brancas&#8221; por anos, se tornaram cidad\u00e3os da p\u00e1tria do seu grupo \u00e9tnico particular. Quatro dessas p\u00e1trias &#8211; Transkei, em 1976; Bophuthatswana, em 1977; Venda em 1979; e Ciskei em 1981, foram concedidas com a independ\u00eancia pelo governo Sul-Africano. Nenhum outro pa\u00eds reconheceu sua independ\u00eancia. As terras natais foram formalmente reintegradas na \u00c1frica do Sul em 1994.<\/p>\n<p>Em 1984 uma nova constitui\u00e7\u00e3o entrou em vigor, que proveu alguma representa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica de mesti\u00e7os e Asi\u00e1ticos. Os negros ainda eram negados de direitos pol\u00edticos nacionais, embora pudessem escolher as autoridades locais em sua terra natal. A partir de 1984 violentas manifesta\u00e7\u00f5es contra o apartheid varreram muitas cidades negras, fazendo com que o governo declarasse o estado de emerg\u00eancia em 1986. Posteriormente, o governo come\u00e7ou a aliviar algumas restri\u00e7\u00f5es do apartheid. O ritmo da mudan\u00e7a acelerou ap\u00f3s F. W. de Klerk tornar-se o presidente em 1989.<\/p>\n<p>Em 1990, o estado de emerg\u00eancia foi suspenso &#8211; exceto em Natal, onde a viol\u00eancia entre os apoiantes do Congresso Nacional Africano (ANC) e do Zulu-baseado Partido da Liberdade Inkatha (IFP) continuou. Naquele ano, o ANC e outros grupos banidos foram legalizados. Muitos presos nacionalistas negros, incluindo o l\u00edder do ANC Nelson Mandela (que tinha estado na pris\u00e3o desde 1964), foram liberados. Em 1991 as principais leis que sustentavam o apartheid, que havia sido amplamente condenado dentro e fora da \u00c1frica do Sul, foram revogadas. Isso inclu\u00eda as leis que especificavam onde os negros podiam viver.<\/p>\n<p>Em Setembro de 1993, o Parlamento estabeleceu um Conselho Executivo de Transi\u00e7\u00e3o com uma maioria negra para trabalhar com o governo de De Klerk, at\u00e9 que elei\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas pudessem ser realizadas. A rea\u00e7\u00e3o internacional a este movimento foi positiva; a pedido de Mandela, a ONU suspendeu todas as san\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas restantes contra a \u00c1frica do Sul. Dentro do pa\u00eds, no entanto, a Constitui\u00e7\u00e3o provis\u00f3ria que aboliu as terras natais e criou um forte sistema federal com nove prov\u00edncias teve a oposi\u00e7\u00e3o do IFP (que temia a domina\u00e7\u00e3o do ANC), por muitos l\u00edderes das terras natais que relutavam em ceder o poder, e por aqueles que buscavam a cria\u00e7\u00e3o de uma p\u00e1tria separada Afrikaner. Antes das elei\u00e7\u00f5es, a viol\u00eancia se espalhou.<\/p>\n<p>Quando as primeiras elei\u00e7\u00f5es multirraciais da \u00c1frica do Sul foram realizadas de 26 a 28 de Abril de 1994, quase 20 milh\u00f5es de eleitores permaneceram pacientemente por horas em longas filas para depositar seus votos hist\u00f3ricos. O ANC de Nelson Mandela capturou 252 assentos na Assembleia Nacional de 400 lugares, que o elegeu presidente. Os outros dois principais partidos eram o Partido Nacional com 82 assentos, e o IFP com 43 assentos. O ANC ganhou a maioria em sete prov\u00edncias; o Partido Nacional ganhou o Cabo Norte; e o IFP ganhou KwaZulu\/Natal.<\/p>\n<p>Os Sul-africanos estavam orgulhosos da transi\u00e7\u00e3o pac\u00edfica de seu pa\u00eds para a democracia. Por suas contribui\u00e7\u00f5es para essa transi\u00e7\u00e3o, De Klerk e Mandela compartilharam o Pr\u00eamio Nobel da Paz de 1993. O Partido Nacional (mais tarde Novo Partido Nacional) se retirou do governo de coaliz\u00e3o de Mandela em 1996 e tornou-se a oposi\u00e7\u00e3o oficial, um papel assumido pelo Partido Democrata em 1999. Thabo Mbeki, que sucedeu Mandela como chefe do ANC em 1997, tornou-se presidente da \u00c1frica do Sul ap\u00f3s as elei\u00e7\u00f5es de 1999, em que o ANC capturou 266 assentos. Ele ganhou um segundo mandato em 2004, quando o ANC ganhou 279 assentos, uma maioria absoluta em 7 das 9 legislaturas provinciais, e o maior n\u00famero de lugares em KwaZulu\/Natal e em Cabo do Oeste.<\/p>\n<p>Um dos desafios enfrentados por Mbeki foi a deteriora\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e pol\u00edtica no vizinho Zimbabwe. Um influxo de refugiados do Zimbabwe contribuiu para uma onda de viol\u00eancia por parte de Sul-africanos pobres contra os estrangeiros em 2008. Pela primeira vez desde o fim do apartheid em 1994, as tropas foram destacadas para conter os dist\u00farbios. Enquanto isso, o ex-l\u00edder guerrilheiro Jacob Zuma tinha derrotado Mbeki em um concurso pela lideran\u00e7a do ANC em Dezembro de 2007.<\/p>\n<p>O Mbeki cada vez mais impopular formalmente renunciou \u00e0 presid\u00eancia em 25 de Setembro de 2008. Quando novas elei\u00e7\u00f5es foram realizadas em Abril de 2009, o ANC ganhou a maioria das cadeiras no legislativo nacional e 8 das 9 legislaturas provinciais. A nova Assembleia Nacional elegeu Zuma presidente em 6 de Maio. A \u00c1frica do Sul orgulhosamente exibiu-se em 2010, quando foi bem-sucedida em hospedar o evento esportivo mais assistido do mundo, a Copa do Mundo, tamb\u00e9m conhecida como a Copa do Mundo de Futebol.<\/p>\n<h4>Governo<\/h4>\n<p>A Rep\u00fablica da \u00c1frica do Sul \u00e9 um estado democr\u00e1tico dividido em 9 prov\u00edncias, cada uma com uma legislatura dirigida por um conselho executivo. A Constitui\u00e7\u00e3o provis\u00f3ria aprovada em 1993 previa um governo de unidade nacional dirigido por um presidente do estado escolhido pelo legislativo nacional.<\/p>\n<p>A nova Constitui\u00e7\u00e3o aprovada em 1996 substituiu o Senado com um Conselho Nacional de Prov\u00edncias, com 10 membros de cada prov\u00edncia. Ela concede ao partido vencedor mais da metade dos assentos na C\u00e2mara legislativa, ou Assembleia Nacional, e o poder de escolher o presidente, que seleciona o gabinete. A Constitui\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m inclui uma Declara\u00e7\u00e3o de Direitos garantindo a igualdade racial e a habita\u00e7\u00e3o, \u00e1gua, comida, educa\u00e7\u00e3o e cuidados de sa\u00fade adequados para todos os cidad\u00e3os.<\/p>\n<p><strong>Alan C. G. Best<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: Internet Nations<\/p>\n<h6>\u00c1frica do Sul<\/h6>\n<p><strong>A Rep\u00fablica da \u00c1frica do Sul \u00e9 colocado \u00e0 margem da \u00c1frica negra como sua localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica do sul de economias desenvolvidas em toda a \u00c1frica e, especialmente, pelos efeitos remanescentes de uma organiza\u00e7\u00e3o social baseada na segrega\u00e7\u00e3o racial, apartheid &#8211; &#8220;desenvolvimento separado&#8221; &#8211; que h\u00e1 muito tempo sab a autoridade do poder da minoria branca:<\/strong> a mudan\u00e7a pol\u00edtica \u00e9 muito recente para esta constru\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e social, mas tamb\u00e9m geogr\u00e1fica apagada.<\/p>\n<h4>HIST\u00d3RIA<\/h4>\n<p>Os primeiros habitantes da \u00c1frica do Sul n\u00e3o foram negr\u00f3ide popula\u00e7\u00f5es de ca\u00e7adores-coletores San e Khoi, tamb\u00e9m agricultores, que muitas vezes agrupadas como os bosqu\u00edmanos e hotentotes.<\/p>\n<p><strong>A migra\u00e7\u00e3o bantu chegou ao Transvaal, no in\u00edcio da era crist\u00e3 e continuou em dire\u00e7\u00e3o ao sul, principalmente ao longo da costa leste:<\/strong> no s\u00e9culo XIV ou XV, a popula\u00e7\u00e3o negra cobria aproximadamente a mesma \u00e1rea agora . A descoberta e coloniza\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o pelos europeus abriu a era de coabita\u00e7\u00e3o dif\u00edcil.<\/p>\n<p><strong>O acordo europeu<\/strong><\/p>\n<p>Em 1487, a expedi\u00e7\u00e3o Portugu\u00eas de Bartolomeu Dias chegou ao Cabo da Boa Esperan\u00e7a, ent\u00e3o chamado de Cabo das Tormentas. Em 1652, o holand\u00eas Jan van Riebeeck estabeleceu o contador primeiro europeu na \u00c1frica do Sul, Table Bay (Cidade do Cabo hoje), para servir como um ponto de parada para os navios da Companhia das \u00cdndias Orientais. A revoga\u00e7\u00e3o do \u00c9dito de Nantes em 1685 provocou uma emigra\u00e7\u00e3o franc\u00eas huguenote. Sua chegada coincidiu com o in\u00edcio da escraviza\u00e7\u00e3o dos negros, enquanto os europeus, impulsionada pela falta de terra, ganhando o pa\u00eds.<\/p>\n<p>Os colonos holandeses (b\u00f4eres mais tarde chamados, um fazendeiro significado palavra holandesa ou afric\u00e2nderes, que falam afric\u00e2ner) e s\u00e3o implantados no Oriente, onde enfrentam o Bantu. A guerra eclodiu em 1779 (a Guerra Kaffir), perto do rio Great Fish entre holandeses e Xhosa, que continuou seu movimento em dire\u00e7\u00e3o ao sul.<\/p>\n<p>Uma parte dos colonos holandeses foi rapidamente entrar em conflito com o Ingl\u00eas, a quem o Congresso de Viena, em 1815, atribuiu a Col\u00f4nia do Cabo. Os Boers acus\u00e1-los de uma pol\u00edtica vista como muito favor\u00e1vel aos negros, incluindo a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura, em 1833. Para preservar seu modo de vida, essa fra\u00e7\u00e3o amor\u00e7a irreconcili\u00e1vel de 1834 a circula\u00e7\u00e3o dentro do pa\u00eds, a Grande Marcha, eles se aproximaram do \u00caxodo b\u00edblico. Sem dificuldade em \u00e1reas despovoadas do interior penetrantes por zulus expedi\u00e7\u00f5es de guerra, eles correram para eles na regi\u00e3o de Natal, mas conseguiu controlar o interior e formar as rep\u00fablicas independentes do Estado Livre Laranja (1854) e Transvaal (1852), uma esp\u00e9cie de patriarcas pastoral, a infra-estrutura mais b\u00e1sica.<\/p>\n<p>No final do s\u00e9culo XIX, a descoberta de minas de ouro e diamante atrai imigrantes nessas rep\u00fablicas, incluindo a British, em dire\u00e7\u00e3o ao interior do pa\u00eds, onde surgem conflitos sobre a posse da terra. Paul Kruger, presidente do Transvaal, se op\u00f5e reivindica\u00e7\u00f5es brit\u00e2nicas na regi\u00e3o, incluindo Cecil Rhodes, primeiro-ministro da Col\u00f4nia do Cabo e criador do Sul \u00c1frica brit\u00e2nica Empresa (1889), que procurou controlar o Transvaal. O fracasso da invas\u00e3o brit\u00e2nica de Dr. Jameson, em 1896, s\u00f3 agravou uma crescente tens\u00e3o. Em 1899 a guerra come\u00e7ou Boer Transvaal, que, depois de uma campanha de extrema dureza, foi conclu\u00edda em 1902 por uma vit\u00f3ria brit\u00e2nica e do desaparecimento de rep\u00fablicas independentes.<\/p>\n<p><strong>O nascimento de uma na\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A Uni\u00e3o da <strong>\u00c1frica do Sul<\/strong>, um dom\u00ednio brit\u00e2nico, foi formado em 1909 pela combina\u00e7\u00e3o das ex-col\u00f4nias brit\u00e2nicas do Cabo e Natal e as duas rep\u00fablicas b\u00f4eres derrotado. Sua participa\u00e7\u00e3o na Primeira Guerra Mundial teve um parceiro que recebeu o reconhecimento internacional em 1920 um mandato da Liga das Na\u00e7\u00f5es para administrar o alem\u00e3o Sul \u00c1frica Ocidental, que ela entregou a uma quinta prov\u00edncia. Neste contexto, o Afrikaner derrotado militarmente, economicamente dominada pela minoria angl\u00f3fona, aproveitado-se para a conquista do poder pol\u00edtico. Os primeiros governos formados por uma alian\u00e7a de Ingl\u00eas e Afrikaner Boer moderada teve que enfrentar uma opini\u00e3o hostil \u00e0 Gr\u00e3-Bretanha e da oposi\u00e7\u00e3o de &#8220;brancos pobres&#8221; que exigiam privil\u00e9gios econ\u00f4micos e sociais por causa de sua ra\u00e7a. O Governo do Partido Sul-Africano de General Smuts teve de reprimir e militarmente, em 1922, a greve dos mineiros brancos exigindo que seus empregos qualificados s\u00e3o reservados. O Partido Unido da Barry Hertzog, chegou ao poder em 1924 representou a melhor base do Afrikaner e refor\u00e7ou a barra de cores. A crise econ\u00f4mica da d\u00e9cada de 1930, muito rude, levou a uma aproxima\u00e7\u00e3o entre estas duas for\u00e7as pol\u00edticas, que n\u00e3o poderia parar o surgimento de uma for\u00e7a mais radical pol\u00edtico, o Partido Nacional Dr. Malan.<\/p>\n<p><strong>O regime do apartheid<\/strong><\/p>\n<p>Chegou ao poder em 1948, o Partido Nacional come\u00e7ou a sistematizar uma pol\u00edtica de apartheid ou &#8220;desenvolvimento separado&#8221;, dando pol\u00edtica de conte\u00fado geogr\u00e1fico estrito de discrimina\u00e7\u00e3o racial apareceu desde o in\u00edcio.<\/p>\n<p><strong>A Lei de Terras de 1913, j\u00e1 limitada a 13% das \u00e1reas do pa\u00eds onde os negros podiam possuir terra:<\/strong> &#8220;reservas&#8221; definidos para cada &#8220;tribo&#8221; ou &#8220;na\u00e7\u00e3o&#8221; constitu\u00eda uma esp\u00e9cie de ferradura na periferia do pa\u00eds o norte (incluindo Tswana) e, especialmente, para o leste (Zulu, Xhosa &#8230;). Embora menos severamente afetados por esta pol\u00edtica, asi\u00e1ticos e M\u00e9tis perdeu muito de seus benef\u00edcios escassos. O Grupo Areas Act de 1950 foi especialmente a elimina\u00e7\u00e3o de &#8220;pontos negros&#8221; resultantes de compras feitas por negros antes de 1913. N\u00f3s comprometeu-se a expulsar &#8220;terra branca&#8221;, o &#8220;excedente&#8221; de negros e posseiros, arrendat\u00e1rios, para promover a moderniza\u00e7\u00e3o da agricultura europeia entre 1960 e 1983, cerca de 2,6 milh\u00f5es de negros foram expulsos rural &#8220;branco&#8221; e voltou para a reserva, onde o Bantu Self-Government Act de 1959 &#8211; atrav\u00e9s da organiza\u00e7\u00e3o de um sistema de auto-governo reservas &#8211; a prepara\u00e7\u00e3o da institui\u00e7\u00e3o de bantust\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Estes devem, eventualmente, tornar-se politicamente independente, embora eles n\u00e3o s\u00e3o economicamente vi\u00e1veis:<\/strong> quatro deles (Transkei, Bophutatswana, Venda e Ciskei) recebeu, entre 1976 e 1981 que a independ\u00eancia n\u00e3o reconhece a comunidade internacional.<\/p>\n<p><strong>Estrangeiros em seu pr\u00f3prio pa\u00eds, os negros eram mais dif\u00edceis de viver em cidades, onde procurou minimizar o seu n\u00famero:<\/strong> s\u00f3 quem poderia vir aqui para justificar um contrato de trabalho: a passagem, passaporte interior preto imposta em 1923, permitiu o controle de migra\u00e7\u00e3o. A segrega\u00e7\u00e3o racial foi sistematizado em bairros despejos, pre\u00e7o m\u00faltiplas e destrui\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de cidades para as pessoas de cor. N\u00f3s tentamos, sem sucesso, criar ind\u00fastrias ao longo bantust\u00f5es, mas muitos trabalhadores tiveram que trabalhar nas cidades brancas, enquanto que residem em reserva no deslocamento grande.<\/p>\n<p><strong>A oposi\u00e7\u00e3o ao regime do apartheid foi quebrado:<\/strong> em 1950, o Partido Comunista, multirracial, era proibido. O Congresso Nacional Africano (ANC) eo Congresso Pan-africanista foram, em 1960, depois de manifesta\u00e7\u00f5es contra o sistema de passes, que culminou com o massacre de Sharpeville. Os l\u00edderes do ANC, incluindo Nelson Mandela foi condenado \u00e0 pris\u00e3o perp\u00e9tua em 1964. \u00c1frica do Sul se separou do resto do mundo em 1961, ela deixou a Commonwealth, contra o apartheid, e da Rep\u00fablica (Rep\u00fablica Sul-Africano) foi proclamada em 31 de maio.<\/p>\n<p>Questionando o regime do apartheid do apartheid tentou ser um &#8220;verniz protetor&#8221; no sul da \u00c1frica, apoiando a branca da Rod\u00e9sia do Sul, que havia declarado sua independ\u00eancia em 1965, colocando press\u00e3o sobre os pequenos Estados Africano dependente (Lesoto, Suazil\u00e2ndia, Malawi), apoiando o regime de Salazar Portugu\u00eas em sua luta contra os movimentos separatistas, ent\u00e3o, ap\u00f3s a &#8220;Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos&#8221; e da independ\u00eancia de Angola e Mo\u00e7ambique (1975), encorajando UNITA ea RENAMO guerrilheiros. Esta pol\u00edtica de aumento da doen\u00e7a na \u00c1frica do Sul sem apartheid permitindo ser um &#8220;verniz de prote\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p>Sob a press\u00e3o das grandes pot\u00eancias e na a\u00e7\u00e3o dos movimentos de independ\u00eancia em 1980, a maioria negra ganhou o poder pol\u00edtico na Rod\u00e9sia, atual Zimb\u00e1bue, sul da \u00c1frica Ocidental tornou-se independente em 1990 sob o nome de Nam\u00edbia. Viol\u00eancia na \u00c1frica Lus\u00f3fona, descontrolado, acabou prejudicando a \u00c1frica do Sul em si.<\/p>\n<p>O l\u00e9zarda regime do apartheid \u00e9 realmente muito r\u00e1pido. Refugiados l\u00edderes negros fora n\u00e3o conseguiram implementar a luta armada no pa\u00eds boicote de produtos da \u00c1frica do Sul n\u00e3o tem sido muito eficaz, mas o regime do apartheid, eventualmente, sofrer de san\u00e7\u00f5es banc\u00e1rias internacionais. Acima de tudo, a ascens\u00e3o da pol\u00edtica protesto irracionalidade econ\u00f4mica interna do apartheid obrigou o regime a mudan\u00e7as que n\u00e3o poderia ter outro termo que chegou ao poder da maioria negra. Ocorrido violentos confrontos em 1976 em Soweto e outros munic\u00edpios, causando 400 mortes. A oposi\u00e7\u00e3o interna no seio da sociedade civil, a estrutura\u00e7\u00e3o da Frente Democr\u00e1tica Unida (UDF), organizador da desobedi\u00eancia civil. Sob a press\u00e3o da for\u00e7a de oposi\u00e7\u00e3o, o governo de PW Botha (1978-1989) legalizou os sindicatos negros, em 1979, autorizou os partidos pol\u00edticos multirraciais em 1985, aboliu a lei que pro\u00edbe o casamento.<\/p>\n<p>Este novo regime n\u00e3o foi suficiente para parar o movimento de protesto dos negros contra o apartheid, o estabelecimento do estado de emerg\u00eancia (Setembro de 1984-Junho de 1986) poderia ser mais eficaz. Para preservar o essencial, o presidente Botha tinha feito com o &#8220;apartheid mesquinho&#8221; liberalizar a instala\u00e7\u00e3o de negros na cidade, e tentar associar com grupos pol\u00edticos e M\u00e9tis asi\u00e1ticos, que, em 1987, beneficiaram Casa do Parlamento. Para dividir os negros, ele apoiou o Partido da Liberdade Inkatha de Mangosuthu Buthelezi, Zulu de base tribal. Estas medidas meia-n\u00e3o conhecer a pessoa e, portanto, aumentar a desordem, PW Botha teve em 1989 demitiu-se da presid\u00eancia em favor de Frederik Willem de Klerk.<\/p>\n<p>Discurso de Nelson Mandela em Soweto depois de sua liberta\u00e7\u00e3o (1990) Isto, para preservar a presen\u00e7a branca na \u00c1frica do Sul, e com o apoio das grandes pot\u00eancias e institui\u00e7\u00f5es financeiras internacionais, a escolha foi uma negocia\u00e7\u00e3o dif\u00edcil com ANC, que foi legalizado em 1990, lan\u00e7ando seu carism\u00e1tico l\u00edder, Nelson Mandela. Em 1991, o apartheid foi oficialmente abolido pelo Parlamento.<\/p>\n<p><strong>Apesar dos violentos confrontos entre o ANC eo Inkatha, apoiados secretamente por uma fra\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia, apesar da resist\u00eancia dos extremistas brancos fundos, o processo pol\u00edtico foi para a sua execu\u00e7\u00e3o:<\/strong> uma nova Constitui\u00e7\u00e3o, foi interino adoptada em Dezembro de 1993 por um referendo em que apenas os brancos estavam envolvidos.<\/p>\n<p>As primeiras elei\u00e7\u00f5es multirraciais em Abril de 1994, que o Inkatha finalmente concordou em participar, garantiu a vit\u00f3ria do ANC, com 60% dos votos. O Partido Nacional de FW De Klerk afirmou-se como a segunda for\u00e7a no pa\u00eds (20%), n\u00e3o s\u00f3 reunindo a maioria dos brancos, mas tamb\u00e9m \u00edndios, M\u00e9tis e Inkatha, e manteve o controle de Natal, Zululand . Em 9 de maio, os 400 membros do novo Parlamento usava Nelson Mandela para a presid\u00eancia da, Rep\u00fablica Thabo Mbeki e De Klerk FW tornou-se vice-presidentes. Partido Nacional e Inkatha entrou em um governo de coaliz\u00e3o. Ap\u00f3s as elei\u00e7\u00f5es gerais de Junho de 1999, o Congresso Nacional Africano (ANC) recolheu mais de 66% dos votos, ou 266 dos 400 lugares na Assembleia Nacional, eo sucessor designado de Nelson Mandela, Thabo Mbeki, foi eleito chefe de Estado pelo Parlamento rec\u00e9m-constitu\u00eddo.<\/p>\n<h4>GEOGRAFIA<\/h4>\n<p>Localizado quase inteiramente ao sul do Tr\u00f3pico de Capric\u00f3rnio, a \u00c1frica do Sul \u00e9 banhado pelo Oceano \u00cdndico, a leste, eo Oceano Atl\u00e2ntico ao longo de sua fachada ocidental. Ele fica ao lado da Nam\u00edbia , o Botswana no Zimbabwe , a Mo\u00e7ambique e Suazil\u00e2ndia , no norte, e circunda completamente o Lesoto. Rio Limpopo, que forma a fronteira com o Botswana e Zimbabwe, a Cabo das Agulhas, \u00c1frica do Sul tem uma grande diversidade ecol\u00f3gica. Planaltos interiores de grandes dimens\u00f5es s\u00e3o separadas por uma escarpa grandes plan\u00edcies costeiras, particularmente forte no Leste.<\/p>\n<p>O Sul Africano costa estende-se 2.955 quil\u00f4metros. Para o leste, \u00e9 dominado pela &#8220;Escarpa Grande&#8221; e formaram plan\u00edcies estreitas e colinas do Piemonte suficiente perfurados. No Ocidente, as \u00e1reas planas alargar esmalte. No Sul, devido ao oeste-leste cadeia dos Apalaches do Cabo, alternando cristas quartz\u00edticas e depress\u00f5es nas margas, o litoral \u00e9 particularmente dividido em ba\u00edas e promont\u00f3rios. O Drakensberg, o maior maci\u00e7o domina a costa oriental. Inverno nevado, eleva-se a mais de 3200 m, perto da fronteira do Lesoto. Suas fronteiras separando as plan\u00edcies costeiras \u00edngremes dos planaltos Natal interior de Veld alta que cont\u00eam a maior parte da riqueza mineral da \u00c1frica do Sul.<\/p>\n<p>O Karroo Grande, grande piscina composta de semi-\u00e1rido planation no embasamento cristalino dominado por relevos residuais e Mesas (planaltos bas\u00e1lticos) separados canais Cabo Drakensberg. Noroeste, na fronteira com o Botswana atrav\u00e9s da parte sul do deserto do Kalahari.<\/p>\n<p><strong>Hidrografia<\/strong><\/p>\n<p>No Sul Africano rio \u00e9 naveg\u00e1vel. As bacias do Orange e seus principais afluentes, o Vaal e Caledon, cobrindo a maior parte do planalto interior. Rios das encostas orientais s\u00e3o curtos e, portanto, mal e fornecida irregularmente. A escassez de \u00e1gua levou \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de instala\u00e7\u00f5es de grande porte. A partir de 1948 come\u00e7ou o desenvolvimento da bacia de Orange, para irrigar terras no M\u00e9dio Veld e desviar parte da \u00e1gua para al\u00e9m da linha de pomares de citros para o Grande Peixes e domingos, as piscinas s\u00e3o muito estreitas.<\/p>\n<p><strong>Ainda mais importante \u00e9 o trabalho em andamento: <\/strong>as \u00e1guas do Alto Lesoto desviados para alimentar os grandes centros urbanos Rand industriais e agr\u00edcolas.<\/p>\n<h4>ECONOMIA<\/h4>\n<p>A descoberta de diamantes perto de Kimberley, na prov\u00edncia do Cabo de brit\u00e2nico em 1867, e ouro no Witwatersrand, em 1885, a Rep\u00fablica Boer do Transvaal contribuiu de forma independente para formar \u00c1frica do Sul e transformar um pa\u00eds agricultores, branco ou preto, em um estado industrial moderno, governada at\u00e9 1994 por uma minoria branca, mas dependente do trabalho dos negros.<\/p>\n<p><strong>Agricultura e Pescas<\/strong><\/p>\n<p>Apesar da \u00e1rea limitada de terra ar\u00e1vel (12% da \u00e1rea total), a \u00c1frica do Sul \u00e9 quase auto-suficiente em alimentos.<\/p>\n<p><strong>No entanto, isso \u00e9 extremamente desigual:<\/strong> em agricultura comercial &#8220;terra branca&#8221;, at\u00e9 recentemente, pesadamente subsidiado, op\u00f5e-se a agricultura de subsist\u00eancia \u00e0 base de milho nas terras estendeu muito pouco (13% dos pa\u00edses), que cobrir apenas 55% das necessidades alimentares do pa\u00eds. As principais culturas de cereais s\u00e3o o milho no Veld trigo, na mesma regi\u00e3o, no Cabo Ocidental. A diversidade de \u00e1reas agr\u00edcolas em outras produ\u00e7\u00f5es. A regi\u00e3o do Cabo \u00e9 original por seu clima mediterr\u00e2nico \u00e9 o pa\u00eds de vinhas e pomares de frutas temperadas com m\u00e9dias fazendas, formadas por agrupamento de pequenos lotes de origem. No Cabo Oriental, as fazendas tamb\u00e9m s\u00e3o de tamanho moderado, especializada em frutas c\u00edtricas e pecu\u00e1ria leiteira. Natal \u00e9 a \u00e1rea de cana-de-a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p>No centro, adicione sementes oleaginosas de cereais de produ\u00e7\u00e3o (amendoim, girassol) e engorda de gado de leite e cidades pr\u00f3ximas. A fronteira da agricultura \u00e9 branco ao norte, na Baixa Veld, norte e oeste. Norte, cresceu a produ\u00e7\u00e3o de frutas (frutas c\u00edtricas, frutas tropicais) e se sobrep\u00f5e a fronteira de Mo\u00e7ambique.<\/p>\n<p>Da Laranja hidr\u00e1ulica estenderam milho para o oeste e prados irrigados. Metade ocidental grande da \u00e1rea \u00e9 a agricultura extensiva de gado, mas tamb\u00e9m ovelhas merino e karakul (estes fornecem astrac\u00e3), sem esquecer o avestruz ex\u00f3tico. A crescente urbaniza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o branca multiplica em muitas partes fazendas centrais e abandonado, apesar de despejos realizados pelo regime do apartheid, os negros s\u00e3o mais propensos que os brancos nas \u00e1reas de agricultura brancas pr\u00f3prios. A pesca \u00e9 importante em Cape Town e Durban e alimenta a produ\u00e7\u00e3o de farinha de peixe especialmente significativo.<\/p>\n<p><strong>Recursos minerais e energia<\/strong><\/p>\n<p>A explora\u00e7\u00e3o de minerais e energia fornece cerca de 68% das receitas de exporta\u00e7\u00e3o na \u00c1frica do Sul. Maior produtor de ouro (474 toneladas em 1998 &#8211; Bacia de Witwatersrand) e maior produtor de cromo (38 milh\u00f5es de toneladas de metal), \u00c1frica do Sul tamb\u00e9m \u00e9 respons\u00e1vel por quase 70% de platina do mundo.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, est\u00e1 entre os principais produtores de pedras preciosas (principalmente diamantes), ur\u00e2nio, van\u00e1dio (maior exportador), antim\u00f4nio, amianto, n\u00edquel, tit\u00e2nio e mangan\u00eas. Em contraste, os dep\u00f3sitos de ferro s\u00e3o relativamente modestos, bauxite \u00e9 quase inexistente e, especialmente, a falta de \u00f3leo.<\/p>\n<p>\u00c1frica do Sul teve de realizar uma pol\u00edtica energ\u00e9tica ainda mais original que as san\u00e7\u00f5es contra o regime do apartheid, em grande medida impediu a importa\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo. O por\u00e3o da \u00c1frica do Sul, principalmente em Natal e Transvaal, concentra quase 60% das reservas de carv\u00e3o na \u00c1frica.<\/p>\n<p><strong>O carv\u00e3o, o que coloca a \u00c1frica do Sul no quarto maior produtor, fornecendo cerca de 80% das necessidades de energia prim\u00e1ria:<\/strong> 19 dos 27 grandes usinas s\u00e3o alimentadas com o combust\u00edvel e carv\u00e3o \u00e9 convertido em \u00f3leo. A central nuclear de Koeberg, na prov\u00edncia do Cabo, est\u00e1 ativo desde 1984 este local \u00e9 devido \u00e0 dist\u00e2ncia da regi\u00e3o carbon\u00edfera. Estima-se que a \u00c1frica do Sul concentra cerca de 70% da eletricidade gerada no continente Africano.<\/p>\n<p><strong>Ind\u00fastria<\/strong><\/p>\n<p>\u00c1frica do Sul j\u00e1 come\u00e7ou o desenvolvimento industrial cedo para atender as necessidades de minera\u00e7\u00e3o, em 1924, uma f\u00e1brica foi criada em Pret\u00f3ria. Depois de 1948, o Partido Nacionalista aumentou empresas estatais, especialmente na ind\u00fastria pesada, a produ\u00e7\u00e3o de gasolina, armas. As necessidades da mina tamb\u00e9m desempenham um papel importante na progress\u00e3o da engenharia pesada, el\u00e9ctrica e eletr\u00f4nica, ou de computador, e em segundo lugar, no processamento de minerais. A ind\u00fastria de bens de consumo (alimentos, t\u00eaxteis, vestu\u00e1rio, carros &#8230;) \u00e9 muito variada, mas sofre de baixa produtividade, falta de concorr\u00eancia internacional durante o per\u00edodo de san\u00e7\u00f5es ea estreiteza do mercado interno, maioria negra, com poder de compra limitado, mesmo que seja mais forte do que em outros pa\u00edses da \u00c1frica Negra.<\/p>\n<p>Mais da metade da produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 concentrada no VOP, ao sul da antiga prov\u00edncia de Transvaal. Cidades portu\u00e1rias, Cidade do Cabo, Durban, Port Elizabeth e East London por cerca de 25% do valor da produ\u00e7\u00e3o industrial. Na d\u00e9cada de 1970, o governo incentivou a descentraliza\u00e7\u00e3o industrial, portos e complexos industriais polivalentes est\u00e3o localizados em Richards Bay, Bay Saldanha e Natal, a noroeste da Cidade do Cabo, contra a industrializa\u00e7\u00e3o pela borda ou o dentro das terras tinha dado apenas resultados limitados.<\/p>\n<p><strong>Com\u00e9rcio<\/strong><\/p>\n<p>As principais exporta\u00e7\u00f5es s\u00e3o de ouro, diamantes e outros metais ou produtos de metal. \u00c1frica do Sul ainda produz 23% do ouro do mundo (474 t). Os produtos da mina \u00e9 de 68% das exporta\u00e7\u00f5es em valor (contra 4% para os produtos agr\u00edcolas). Equipamentos de produtos qu\u00edmicos, m\u00e1quinas e transporte tamb\u00e9m s\u00e3o fontes de divisas.<\/p>\n<p><strong>\u00c1frica do Sul tamb\u00e9m chama a servi\u00e7os de recursos: <\/strong>comercializa\u00e7\u00e3o de diamantes do mundo, o tr\u00e1fego de tr\u00e2nsito, Lesoto, Botsuana e Suazil\u00e2ndia, mas tamb\u00e9m para a Z\u00e2mbia, Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo, Malawi e Zimbabwe.<\/p>\n<p>Fonte: www.afrique-planete.com<\/p>\n<h6>\u00c1frica do Sul<\/h6>\n<p>Situada no extremo sul do continente africano, cercada de um lado pelo Oceano Atl\u00e2ntico e do outro pelo Oceano \u00cdndico, a Rep\u00fablica da <strong>\u00c1frica do Sul<\/strong> impressiona, primeiramente, por sua vasta \u00e1rea, que ocupa 1.223.410 quil\u00f4metros quadrados, ou seja, cinco vezes maior que a Gr\u00e3-Bretanha e duas vezes maior que a Fran\u00e7a; por\u00e9m, essa n\u00e3o \u00e9 sua principal caracter\u00edstica, quando considerados seu fant\u00e1stico relevo geogr\u00e1fico, sua fauna e flora surpreendentes e, sobretudo, sua popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O relevo sul-africano \u00e9 marcado predominantemente pela cadeia montanhosa Drakensberg que, com picos que excedem 3.000 metros, provoca, juntamente com as correntes oce\u00e2nicas, uma grande varia\u00e7\u00e3o no clima, que vai desde o temperado at\u00e9 o des\u00e9rtico, passando, inclusive, pelo tropical em algumas regi\u00f5es, surpreendendo, assim, os visitantes, que esperam sempre encontrar temperaturas escaldantes!<\/p>\n<p>A flora da <strong>\u00c1frica do Sul<\/strong> \u00e9 muito diversificada, encontrando-se uma paisagem mediterr\u00e2nea nas zonas costeiras, as florestas tropicais ao longo dos rios , as savanas no altiplano e a estepe semides\u00e9rtica na regi\u00e3o do Kalahari.<\/p>\n<p>Uma das maiores preciosidades sul-africanas \u00e9 sua fauna, que constitui-se de v\u00e1rios tipos de aves, r\u00e9pteis e mam\u00edferos de pequeno, m\u00e9dio e grande porte, destacando-se, dentre esses, os &#8220;cinco grandes&#8221; (elefante, rinoceronte, b\u00fafalo, le\u00e3o e leopardo). Para preservar essa riqueza animal, foram criadas algumas reservas provinciais e parques nacionais, sendo o Kruger National Park o principal deles.<\/p>\n<p><strong>Descoberto por navegadores portugueses no s\u00e9culo XV, o territ\u00f3rio que constitui atualmente a \u00c1frica do Sul sofreu diversas influ\u00eancias, j\u00e1 que, no final do s\u00e9culo XVI, o Cabo da Boa Esperan\u00e7a passou a funcionar como posto de reabastecimento para ingleses e holandeses na rota de com\u00e9rcio com a \u00c1sia, resultando, assim, em sua espantosa heterogeneidade populacional, cujos principais elementos s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>1.) <\/strong>Bosqu\u00edmanos, em vias de extin\u00e7\u00e3o<strong><br \/>\n2.)<\/strong> Bantos, que abrangem as tribos Zulu, Xhosa, N\u0092debele, Pedi e Basotho<strong><br \/>\n3.)<\/strong> Afrikaners (descendentes de holandeses e alem\u00e3es) e descendentes de ingleses<strong><br \/>\n4.)<\/strong> Colored (mesti\u00e7os)<strong><br \/>\n5.)<\/strong> Malaios e indianos, trazidos para o pa\u00eds em 1.860 para a cultura dos canaviais na Prov\u00edncia de Natal.<\/p><\/blockquote>\n<p>Por esse mesmo motivo, h\u00e1 nada menos do que onze idiomas oficiais, sendo o afrikaans e o ingl\u00eas os principais.<\/p>\n<p>Gra\u00e7as aos elevados investimentos estrangeiros, \u00e0 abund\u00e2ncia de m\u00e3o-de-obra barata e \u00e0 grande presen\u00e7a de riquezas minerais, a \u00c1frica do Sul transformou-se numa pot\u00eancia econ\u00f4mica regional, sendo um dos maiores produtores mundiais de ouro, platina, diamante e min\u00e9rio de ferro, al\u00e9m de possuir um grande parque industrial e agricultura e pecu\u00e1ria expressivas. Outro setor econ\u00f4mico em desenvolvimento \u00e9 o turismo.<\/p>\n<h4>Cidade do Cabo<\/h4>\n<p>Situada na base da Montanha da Mesa e recortada pelo litoral atl\u00e2ntico, a Cidade do Cabo \u00e9, sem d\u00favida, uma das mais belas do mundo.<\/p>\n<p>Com grande diversidade cultural, marcada notadamente pela col\u00f4nia malaia concentrada no bairro de Bo-kaap, apresenta vida noturna intensa, sendo a cidade sul-africana mais concorrida em termos tur\u00edsticos, talvez por sua localiza\u00e7\u00e3o privilegiada, que facilita a visita \u00e0 Pen\u00ednsula do Cabo da Boa Esperan\u00e7a, \u00e0s vin\u00edcolas de Stellenbosch e, ainda, \u00e0 espl\u00eandida Garden Route (Rota do Jardim). A Cidade do Cabo conta, tamb\u00e9m, com excelentes museus e boas praias, com destaque para o charmoso Waterfront.<\/p>\n<h4>Durban<\/h4>\n<p>Localizada no Oceano \u00cdndico, Durban \u00e9 a mais africana das cidades sul-africanas, pois seu clima extremamente quente contribui para torn\u00e1-la o retrato fiel da \u00c1frica na imagina\u00e7\u00e3o das pessoas, imagem essa enfatizada por seus impressionantes mercados de rua. Outro atrativo de Durban s\u00e3o as \u00f3timas praias, que costumam ficar repletas de surfistas. Uma grande comunidade indiana se faz presente, o que favorece o enriquecimento da cultura em todos os seus aspectos, especialmente na culin\u00e1ria.<\/p>\n<h4>Johannesburgo<\/h4>\n<p>Para quem assistiu document\u00e1rios como &#8220;Mundo Animal&#8221;, ou seriados como &#8220;Daktari&#8221; e &#8220;Okavango&#8221;, \u00e9 muito dif\u00edcil imaginar que uma cidade africana possa ostentar edif\u00edcios t\u00e3o altos, e com arquitetura t\u00e3o arrojada, quanto os encontrados nas grandes metr\u00f3poles europ\u00e9ias e norte-americanas! Johannesburgo realmente conseguiu esse feito, transformando-se no cora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mico do pa\u00eds, a despeito dos s\u00e9rios problemas de seguran\u00e7a, que ocasionaram um verdadeiro \u00eaxodo de sua \u00e1rea central; atualmente, os escrit\u00f3rios e lojas deslocaram-se para bairros perif\u00e9ricos, como Sandton e Rosebank. Ainda assim, a cidade vale a pena ser vista, porque conta com bons museus, restaurantes e shopping centers e, tamb\u00e9m, \u00e9 o principal ponto de partida das rotas que levam ao Kruger National Park e Sun City.<\/p>\n<h4>Pret\u00f3ria<\/h4>\n<p>Capital administrativa da \u00c1frica do Sul, Pret\u00f3ria tem grande import\u00e2ncia hist\u00f3rica, pois aqui residiu um de seus filhos ilustres, Paul Kruger, um dos l\u00edderes da independ\u00eancia da Rep\u00fablica do Transvaal. Os edif\u00edcios elegantes, as ruas arborizadas com jacarand\u00e1s nativos do Brasil e os museus com acervos riqu\u00edssimos fazem de Pret\u00f3ria uma cidade muito atraente.<\/p>\n<h4>Sun City<\/h4>\n<p>Apesar de n\u00e3o ser uma cidade, o complexo tur\u00edstico de Sun City merece ser lembrado, por ter reunido num centro de entretenimento v\u00e1rios hot\u00e9is de alto n\u00edvel, inclusive o &#8220;Palace&#8221;, o primeiro de categoria seis estrelas do mundo. Outros destaques da regi\u00e3o s\u00e3o o Pilanesberg National Park e as fazendas de cria\u00e7\u00e3o (le\u00f5es, crocodilos e avestruzes).<\/p>\n<h4>O Nascimento da Na\u00e7\u00e3o do Arco-\u00edris<\/h4>\n<p>O execr\u00e1vel Apartheid, que determinava a segrega\u00e7\u00e3o de brancos e n\u00e3o-brancos, aqui inclu\u00eddos indianos, malaios, mesti\u00e7os, \u00e1rabes e, especialmente, negros, perdurou por d\u00e9cadas, at\u00e9 que, finalmente, o embargo internacional e a luta do Congresso Nacional Africano &#8211; CNA, com Nelson Mandela e o Arcebispo Desmond Tutu como seus principais porta-vozes, culminaram na cria\u00e7\u00e3o da Na\u00e7\u00e3o do Arco-\u00edris, onde as individualidades culturais devem ser respeitadas e todos os cidad\u00e3os devem ser considerados da mesma forma, representando todas as cores de sua bandeira.<\/p>\n<p>Fonte: revistaturismo.cidadeinternet.com.br<\/p>\n<h6>\u00c1frica do Sul<\/h6>\n<p>Pa\u00eds de dois oceanos (Atl\u00e2ntico e \u00cdndico), tr\u00eas capitais (Pret\u00f3ria, a administrativa, Cidade do Cabo, a legislativa, e Bloemfontein, a judici\u00e1ria), dos Big Five (le\u00e3o, leopardo, elefante, hipop\u00f3tamo e rinoceronte), da pr\u00f3xima Copa do Mundo&#8230;<\/p>\n<h4>Durban<\/h4>\n<p>Cosmopolita, ela mistura as culturas hindu e zulu &#8211; e se deixa levar pela influ\u00eancia dos turistas que circulam por ali<\/p>\n<p>Dentro do Victoria Street Market, indianos vendem temperos, carnes, peixes, saris e quase tudo o que puder imaginar. Mas se o que se procura \u00e9 um elixir do amor ou algum outro feiti\u00e7o, a\u00ed \u00e9 preciso visitar um sangoma, o tradicional curandeiro zulu. Sem problemas. Voc\u00ea est\u00e1 em Durban.<\/p>\n<p><strong>Terceiro centro urbano do pa\u00eds, com 3 milh\u00f5es de habitantes, a cidade concentra a maioria da numerosa etnia zulu e \u00e9 a maior cidade indiana fora da \u00cdndia: <\/strong>1 milh\u00e3o de descendentes.<\/p>\n<p>Sua diversidade atrai o grosso do turismo dom\u00e9stico. A 588 quil\u00f4metros de Johanesburgo, ela tem um dos trechos do litoral sul-africano mais agrad\u00e1veis.<\/p>\n<p>Banhadas pelo Oceano \u00cdndico, suas praias s\u00e3o aquecidas pelas correntes quentes vindas de Mo\u00e7ambique, sempre a apenas 2 ou 3 graus abaixo da temperatura ambiente.<\/p>\n<p>O trecho de seis quil\u00f4metros, conhecido como Golden Mile \u00e9 dividido em pontos para surfe, para bodyboard ou para fazer nada mesmo &#8211; todos protegidos por redes, para manter os tubar\u00f5es afastados&#8230; O cal\u00e7ad\u00e3o, com aquele jeito de praia tur\u00edstica, concentra os principais hot\u00e9is e resorts, restaurantes, bares, feirinhas de artesanato, passeios de riquix\u00e1&#8230; Uma festa.<\/p>\n<p>A lembrar a passagem pioneira de Vasco da Gama em seu caminho para a \u00cdndia, o monumental rel\u00f3gio Da Gama, constru\u00eddo em 1897, domina uma das pontas do The Point and Victoria Embankment, \u00e1rea que re\u00fane lojas, restaurantes, teatro, o mercado de peixe e tamb\u00e9m o uShaka Marine World . O complexo engloba um dos maiores aqu\u00e1rios do mundo, com mais tubar\u00f5es do que qualquer outro; um parque Wet&#8217;n Wild e shows de golfinhos.<\/p>\n<p><strong>Dif\u00edcil, na \u00c1frica do Sul, \u00e9 escolher o melhor roteiro: <\/strong>no sul, a viagem rodovi\u00e1ria por algumas das paisagens litor\u00e2neas mais bonitas do hemisf\u00e9rio, a Rota Jardim; no leste, o gosto de curry da multi\u00e9tnica Durban; ou um dos melhores saf\u00e1ris do mundo, no Parque Kruger, j\u00e1 na fronteira com Mo\u00e7ambique, que tem savana e floresta com os bichos vivendo soltos, livres, sem medo a n\u00e3o ser de seus predadores.<\/p>\n<p>\u00c9 claro que ainda s\u00e3o vis\u00edveis as cicatrizes do regime de segrega\u00e7\u00e3o racial (o apartheid), interrompido em 1994 com a primeira elei\u00e7\u00e3o multirracial. Ap\u00f3s mais de uma d\u00e9cada de experi\u00eancia democr\u00e1tica, persistem altos \u00edndices de pobreza e criminalidade, embora o pa\u00eds tenha o maior PIB do continente. Mas a \u00c1frica do Sul vai superando essas mazelas aos poucos e tem atrativos para os turistas muito al\u00e9m dos estere\u00f3tipos.<\/p>\n<p>O viajante upscale pode se isolar em hot\u00e9is de luxo na Cidade do Cabo sem nem imaginar que a Costa Selvagem faz a del\u00edcia dos mochileiros e os saf\u00e1ris, a dos turistas b\u00e1sicos, por exemplo. Na contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2010, o interesse pelo pa\u00eds tende a crescer. E muito. A \u00c1frica do Sul j\u00e1 come\u00e7ou a se movimentar para receber a competi\u00e7\u00e3o e os milh\u00f5es de turistas que a descobrir\u00e3o como um belo destino tur\u00edstico.<\/p>\n<h4>Rota Jardim<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" title=\"\u00c1frica do Sul\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/aafrica2.jpg\" alt=\"\u00c1frica do Sul\" width=\"274\" height=\"190\" \/><br \/>\n<strong>Rota Jardim &#8211; \u00c1frica do Sul<\/strong><\/p>\n<p>A rota que tem mar, florestas, dunas, cavernas, tubar\u00f5es, ping\u00fcins e outras hist\u00f3rias.<\/p>\n<p>S\u00e3o 309 quil\u00f4metros de viagem pela estrada costeira mais sensacional da \u00c1frica do Sul.<\/p>\n<p><strong>Seu nome oficial \u00e9 N2, em turistiqu\u00eas:<\/strong> Rota Jardim (do ingl\u00eas Garden Route).<\/p>\n<p>At\u00e9 h\u00e1 litorais no mundo com um recorte mais bonito, como a nossa Rio-Santos, mas nenhum que misture tantas praias e paisagens inspiradoras &#8211; algumas espremidas entre lagoas, mar, dunas e florestas &#8211; com atra\u00e7\u00f5es t\u00e3o variadas. Tem cavernas com superinfra de visita\u00e7\u00e3o, tem turismo de aventura, tem fazendas de ostra ou avestruz, e at\u00e9 mergulho com tubar\u00f5es.<\/p>\n<p>As florestas cheias de flores \u00e9 que d\u00e3o nome ao roteiro. Alugue um carro e, em Mossel Bay, zere o contador de quilometragem.<\/p>\n<p>Se puder pare em outros pontos. Stellenbosch, a rota do vinho. Cabo da Boa Esperan\u00e7a, a curva do mundo. Table Mountain, de l\u00e1, \u00e9 como se a vista fosse oferecida numa bandeja, dos novos mirantes debru\u00e7ados sobre o precip\u00edcio. Ilha Robben, sua voca\u00e7\u00e3o antilibert\u00e1ria vinha desde o s\u00e9culo 17, quando foi usada como col\u00f4nia penal primeiro pelos brit\u00e2nicos, mais tarde pelos holandeses. Depois, no auge da luta anti-apartheid, durante os anos 60\/70, tornou-se uma pris\u00e3o de seguran\u00e7a m\u00e1xima onde Nelson Mandela permaneceu trancafiado por 18 anos. Ap\u00f3s ser desativada, em 1991, a Ilha Robben foi transformada em col\u00f4nia de reprodu\u00e7\u00e3o de aves marinhas. \u00c9 dali que se tem a melhor vista da Table Mountain.<\/p>\n<h4>Parque Kruger<\/h4>\n<p>S\u00e3o mais de 3 milh\u00f5es de hectares dedicados aos parques nacionais e \u00e0s reservas, entre os quais, se destaca o Kruger Park.<\/p>\n<p><strong>Quem \u00e9 rei nunca perde a majestade: <\/strong>o legend\u00e1rio Kruger, um dos mais antigos parques de toda a \u00c1frica, continua sendo um dos lugares mais espetaculares para se observar animais selvagens. Estabelecido em 1898 pelo ent\u00e3o presidente sul-africano Paul Kruger, foi se expandindo ao longo dos anos. Hoje, tem dois milh\u00f5es de hectares, distribu\u00eddos por 350 quil\u00f4metros de comprimento e 60 quil\u00f4metros, em m\u00e9dia, de largura. Nem cercas o separam das reservas vizinhas (Sabi Sands, Klaserie, Kapama, Timbavati e Thornybush).<\/p>\n<p><strong>E mais:<\/strong> em breve, outras reservas ser\u00e3o anexadas deixando o complexo todo com 35.000 quil\u00f4metros quadrados, \u00e1rea maior do que a Su\u00ed\u00e7a.<\/p>\n<p>Seis rios alimentam a regi\u00e3o. Por isso a vegeta\u00e7\u00e3o varia muito &#8211; s\u00e3o dezesseis diferentes zonas, pelas quais trezentas esp\u00e9cies de \u00e1rvores e 1980 tipos de plantas distribuem-se.<\/p>\n<p><strong>Por este tapete verdejante, desfila a realeza:<\/strong> 147 esp\u00e9cies de mam\u00edferos, mais de 500 tipos de p\u00e1ssaros, 114 de r\u00e9pteis e 49 de peixes.<\/p>\n<p>\u00c9 a maior diversidade de animais de todo o sul da \u00c1frica, coroada por b\u00fafalos, elefantes, rinocerontes, leopardos e, obviamente, reis le\u00f5es &#8211; os chamados Big Five. Embora a viagem solo seja poss\u00edvel, o saf\u00e1ri guiado \u00e9 muito mais interessante. N\u00e3o \u00e9 t\u00e3o f\u00e1cil assim localizar animais, e o conhecimento e experi\u00eancia dos guias ajudam muito.<\/p>\n<p>O cora\u00e7\u00e3o do parque fica na \u00e1rea onde os rios Sabie e Sand se cruzam. O sul da reserva \u00e9 chamado de &#8220;O circo&#8221; &#8211; muitos turistas, bastante bicho. A \u00e1rea central \u00e9 chamada de &#8220;O zool\u00f3gico&#8221; &#8211; muita abund\u00e2ncia de animais, com destaque aos predadores. Ao norte, muitas \u00e1rvores, pequenas colinas com resqu\u00edcios pr\u00e9-hist\u00f3ricos, boa quantidade de elefantes, zebras, b\u00fafalos e avestruzes. Ali\u00e1s, quanto mais ao norte se vai, mais selvagem, \u00e1rido e plano fica o Kruger.<\/p>\n<h4>Pret\u00f3ria<\/h4>\n<p>A capital da \u00c1frica do Sul guarda belos jardins, pr\u00e9dios antigos e a hist\u00f3ria de grandes l\u00edderes<\/p>\n<p><strong>Pret\u00f3ria \u00e9 tanto a capital administrativa da \u00c1frica do Sul, como a capital dos jacarand\u00e1s: <\/strong>caracter\u00edsticas que definem bem a cidade. H\u00e1 belas constru\u00e7\u00f5es governamentais, rodeadas por cuidadosos jardins, e a atmosfera \u00e9 muito mais tranq\u00fcila que em Johannesburgo (cinq\u00fcenta e tr\u00eas quil\u00f4metros ao sul).<\/p>\n<p>Pret\u00f3ria foi assim batizada em homenagem a Andries Pretorius, her\u00f3i dos Boers (Trekboers, fazendeiros pioneiros, que chegaram ao pa\u00eds no s\u00e9culo dezessete, vindos principalmente da Holanda). Afrikaners at\u00e9 hoje se re\u00fanem, todo dia dezesseis de dezembro, em torno do monumento Voortrekker, que comemora a vit\u00f3ria de seus antepassados contra os Zulus (1838). Anos atr\u00e1s a cidade ganhou, por\u00e9m, outro her\u00f3i, e de tribo diferente. Steve Bilko, l\u00edder carism\u00e1tico do movimento Consci\u00eancia Negra, morreu em Pret\u00f3ria em 1977, ap\u00f3s tr\u00eas dias em coma, v\u00edtima de espancamento por policiais.<\/p>\n<p>Her\u00f3is e vil\u00f5es dos dias de hoje, assim como dicas culturais, s\u00e3o bem retratados pelo jornal Pretoria Post.<\/p>\n<p>H\u00e1 v\u00e1rios \u00f4nibus saindo de Johannesburgo rumo a Pret\u00f3ria. A rodovi\u00e1ria da capital administrativa fica pr\u00f3xima ao centro, e \u00e9 f\u00e1cil de ser localizada. Para os que preferem excurs\u00f5es, \u00e9 muito prov\u00e1vel que o pr\u00f3prio hotel organize tardes em Pret\u00f3ria. Se isso n\u00e3o for o caso, h\u00e1 ag\u00eancias que fazem o roteiro.<\/p>\n<p>Fonte: viajeaqui.abril.com.br<\/p>\n<h6>\u00c1frica do Sul<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><strong>&#8220;Somos um povo com muitas cores, ra\u00e7as, culturas, l\u00ednguas e origens antigas. Assim estamos ligados uns aos outros por um milh\u00e3o de fios vis\u00edveis e invis\u00edveis.&#8221;<\/strong> Presidente Thabo Mbeki, Discurso sobre o Estado da Na\u00e7\u00e3o, 9 de Fevereiro de 2001.<\/p>\n<p>A <strong>\u00c1frica do Sul<\/strong> \u00e9 uma terra vasta e indomada com uma diversidade natural entre os melhores preservados do continente africano.<\/p>\n<p>Voc\u00ea ira descobrir Parques Nacionais e reservas de ca\u00e7a privadas. Vai admirar o seu principal tesouro que \u00e9 vida selvagem.<\/p>\n<p>Pode-se visitar uma aldeia cultural africana ou fazer uma visita guiada ao Soweto, onde o moderno e o antigo se fundem.<\/p>\n<p>Dance ao ritmo da m\u00fasica dos townships, prove os pratos t\u00edpicos e ou\u00e7a as hist\u00f3rias.<\/p>\n<p>Alugue um carro e viaje, conhe\u00e7a os famosos comboios de luxo, navegue, ande a p\u00e9, de bicicleta ou avi\u00e3o &#8211; todas estas op\u00e7\u00f5es ir\u00e3o estar \u00e0 sua espera.<\/p>\n<p>Em qualquer \u00e9poca do ano existem festivais de m\u00fasica e arte. E em todas as principais cidades e vilas existem mercados de rua repletos de arte africana assim como o Victoria and Alfred Waterfront, situado nas docas da Cidade do Cabo.<\/p>\n<p><strong>Muitos restaurantes oferecem desde os pratos t\u00edpicos do dia-a-dia a outros mais requintados: <\/strong>caril da \u00cdndia, pratos malaios do Cabo, bifes espessos, assim como in\u00fameras iguarias de marisco. E depois do jantar as op\u00e7\u00f5es s\u00e3o ilimitadas.<\/p>\n<h4>Vida Noturna<\/h4>\n<p>Preferida de muitos turistas que visitam a \u00c1frica do Sul \u00e9 a vida noturna intensa da Cidade do Cabo.<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 uma infinidade de baladas para todos os tipos e gostos em regi\u00f5es especificas, como: <\/strong>Long Street, Loop, Wale e Orange Street.<\/p>\n<h4>Transporte<\/h4>\n<p>N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 no clima e no futebol que lembra o Brasil, o transporte p\u00fablico tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 dos mais belos de se ver. Mesmo assim, as aparentes inseguras vans s\u00e3o confi\u00e1veis. Al\u00e9m, \u00e9 claro, de serem bem mais baratas que os t\u00e1xis, muito inflacionados.<\/p>\n<h4>Aluguel de Carros<\/h4>\n<p>Todos os condutores devem estar na posse de uma licen\u00e7a internacional de condu\u00e7\u00e3o. O aluguel de ve\u00edculos pode ser efetuado em qualquer dos nove maiores aeroportos ou atrav\u00e9s de um agente de viagens. Para mais informa\u00e7\u00f5es sobre empresas de aluguel de ve\u00edculos deve consultar as P\u00e1ginas Amarelas ou qualquer ag\u00eancia de viagens.<\/p>\n<h4>Dinheiro<\/h4>\n<p>Tanto os &#8220;traveller&#8217;s cheques&#8221; como as divisas estrangeiras principais podem ser cambiadas no aeroporto, bancos comerciais e hot\u00e9is mais importantes.<\/p>\n<p>O American Express, o Diners Club e o Thomas Cook operam na \u00c1frica do Sul. As flutua\u00e7\u00f5es nos mercados de divisas estrangeiras refletem-se nas taxas de c\u00e2mbios.<\/p>\n<h4>Sun City Hotel Palace &#8211; Hospedagem 6 Estrelas<\/h4>\n<p>Nele, a piscina tem ondas e areia, como numa praia de verdade. Os m\u00f3veis foram talhados um a um, artesanalmente. A ab\u00f3boda, no hall principal, buscou inspira\u00e7\u00e3o na Capela Sistina, do Vaticano e sua pintura, nos afrescos de Michel\u00e2ngelo. Ele tem 15 000 metros quadrados de tapetes exclusivos, sem nada parecido no mundo. E por a\u00ed vai a lista de maravilhas deste hotel.O The Palace ocupa uma \u00e1rea de 250000 metros quadrados algo como 20 Maracan\u00e3s , onde cabem amostras de florestas, piscinas, cachoeiras (inclusive a maior do mundo j\u00e1 feita pelo homem, com quase 12 metros de altura) e um campo de golfe com jacar\u00e9s vivos em torno de alguns buracos.<\/p>\n<p>The Palace disp\u00f5e de 340 espa\u00e7osas su\u00edtes e foi constru\u00eddo ao custo astron\u00f4mico de 67,2 milh\u00f5es de d\u00f3lares. Curiosamente, uma di\u00e1ria ali custa, em m\u00e9dia, apenas US$ 167,00 (R$ 334,00), valor similar ao que se cobra num hotel cinco estrelas brasileiro.<\/p>\n<h4>A bela Cidade do Cabo<\/h4>\n<p>Quem vive em Cape Town &#8220;Cidade do Cabo&#8221; n\u00e3o consegue imaginar nenhum outro lugar do mundo onde poderia morar.<\/p>\n<p>Essa linda cidade litor\u00e2nea que tem lugares magn\u00edficos como a Table Mountain est\u00e1 entre as mais bonitas do planeta. A combina\u00e7\u00e3o de beleza natural, vida cultural pulsante e acesso a vin\u00edcolas, lugares hist\u00f3ricos, ambientes para esportes radicais e riqu\u00edssimas flora e fauna fazem de Cape Town uma das melhores cidades do mundo para turismo e para intercambio. Algumas pessoas dizem ser muito parecida com o Rio de Janeiro, com sua beleza natural, o jeito descontra\u00eddo, as praias, e mesmo o bondinho. A Cidade do Cabo \u00e9 ainda um centro de com\u00e9rcio internacional, como Nova York, S\u00e3o Francisco, Vancouver, Londres&#8230;<\/p>\n<h4>Voc\u00ea n\u00e3o pode perder<\/h4>\n<blockquote><p>Em<strong> Cape Town<\/strong>, subir de telef\u00e9rico na Table Mountain e conhecer a ilha Robben Island.<strong><br \/>\nO velho alojamento dos escravos \u00e9 o segundo pr\u00e9dio mais velho de Cape Town.<\/strong> O pr\u00e9dio serviu inicialmente para alojar os escravos da companhia alem\u00e3 do leste da \u00cdndia, e foi na sequ\u00eancia o primeiro pr\u00e9dio do correio, a primeira livraria e a suprema corte. <strong><br \/>\nJardim da Companhia Upper Adderley Str. <\/strong>\u00c9 o jardim mais antigo da \u00c1frica do Sul.<strong><br \/>\nPraia de nudismo n\u00e3o oficial em Sandy Bay.<br \/>\nParque Tem\u00e1tico de Divers\u00f5es Ratanga Junction<\/strong> &#8211; localizado nos arredores de Cape Town foi inaugurado em dezembro de 1998 e custou por volta de 350 milh\u00f5es de hands.<\/p><\/blockquote>\n<h4>Cuidados Medicos<\/h4>\n<p>Algumas farm\u00e1cias e hospitais disp\u00f5em de servi\u00e7o de urg\u00eancia 24 horas em quase todas as cidades e vilas. Os h\u00f3teis mais importantes possuem contatos com m\u00e9dicos e dentistas.<\/p>\n<p><strong>Para consultar os cuidados m\u00e9dicos nas listas telef\u00f4nicas, o turista tem de ter em conta o seguinte:<\/strong> os M\u00e9dicos encontram-se indicados na se\u00e7\u00e3o &#8220;Medical Practitioners&#8221;.<\/p>\n<h4>Eletricidade<\/h4>\n<p>Na \u00c1frica do Sul, a energia el\u00e9ctrica para consumo \u00e9 220\/230 volts AC 50 Hz.<\/p>\n<p>Os aparelhos com voltagem inferior necessitam de um transformador e os adaptadores podem ser adquiridos localmente.<\/p>\n<p>Fonte: www.souturista.com.br<\/p>\n<h6>\u00c1frica do Sul<\/h6>\n<h4>Hist\u00f3ria da \u00c1frica do Sul<\/h4>\n<p><strong>\u00c1FRICA DO SUL: <\/strong>UMA PERSPECTIVA HIST\u00d3RICA<\/p>\n<p>Quando as elei\u00e7\u00f5es de 1994 foram realizadas, nascia, naquele momento, uma nova <strong>\u00c1frica do Sul<\/strong>.<\/p>\n<p>Nelson Mandela, l\u00edder negro sul-africano que ficou preso por 27 anos ficou devido ao ideal de acabar com o apartheid, venceu a elei\u00e7\u00e3o. Tr\u00eas s\u00e9culos de soberania dos brancos sobre a maoria negra da popula\u00e7\u00e3o finalmente chegavam ao fim.<\/p>\n<p>Esse novo come\u00e7o para o pa\u00eds chamado de &#8220;Rainbow Nation&#8221; &#8211; ou, como diz o Arcebispo Desmond Tutu, primeiro arcebispo negro sul-africano, &#8220;Rainbow Children of God&#8221; &#8211; significava, pela primeira vez, que todas as pessoas da \u00c1frica do Sul, independentemente da cor, credo ou sexo, eram iguais.<\/p>\n<p>Em 1997, uma constitui\u00e7\u00e3o in\u00e9dita garantiu ao povo esses direitos.<\/p>\n<p>Os 300 anos de hist\u00f3ria sul-africana que precederam essa dram\u00e1tica reviravolta em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 liberdade e \u00e0 democracia explicam como tudo deu t\u00e3o errado em um per\u00edodo de tempo t\u00e3o longo. Colonizadores europeus brancos de tr\u00eas pa\u00edses lutaram entre si pelo direito de controlar um territ\u00f3rio vasto que, na opini\u00e3o de cada um, pertencia a eles. Na mesma \u00e9poca, tribos negras fizeram o mesmo. E os colonizadores ainda travaram batalhas com as tribos que atravessam seu caminho. Foi nessa \u00e9poca que minas de ouro e diamante foram descobertas. Os negros foram trabalhar nas minas, enquanto os brancos ficavam mais ricos.<\/p>\n<p>Para que a hist\u00f3ria n\u00e3o pare\u00e7a confusa, \u00e9 necess\u00e1rio que se fale sobre o papel social e pol\u00edtico da \u00c1frica do Sul na Hist\u00f3ria Antiga do mundo.<\/p>\n<h4>Antropologia<\/h4>\n<p>O que se sabe sobre o habitante mais antigo do territ\u00f3rio que mais tarde seria chamado de \u00c1frica do Sul vem de teorias de antrop\u00f3logos, que o chamam de homin\u00eddeo, precursor de esp\u00e9cies mais evolu\u00eddas como o homo habilus, homo erectus e homo sapiens. Em 1947, f\u00f3sseis de homin\u00eddeos de tr\u00eas milh\u00f5es de anos de idade foram descobertos nas cavernas Sterkenfontein Caves, perto de Krugersdorf, a oeste de Joanesburgo.<\/p>\n<p>O homem moderno apareceu no cen\u00e1rio h\u00e1 tr\u00eas mil anos. O povo africano Khoisan, que vivia na regi\u00e3o norte de Botsuana, abriu m\u00e3o da ca\u00e7a para criar gado, atividade que os outros africanos j\u00e1 estavam aprendendo. Eles chamavam a si mesmos de Khoikhoi, o significa homens dos homens, e se referiam aos que permaneceram ca\u00e7adores como San. N\u00e3o havia fronteiras naquela \u00e9poca e os dois grupos, Khoikhoi e San, povoaram as terras.<\/p>\n<h4>Coloniza\u00e7\u00e3o da Regi\u00e3o do Cabo<\/h4>\n<p>Em 1652, quando a Companhia das \u00cdndias holandesa se instalou permanentemente na Cidade do Cabo, a coloniza\u00e7\u00e3o n\u00e3o estava em primeiro plano. O navegador portugu\u00eas Bartolomeu Dias tinha dado a volta na regi\u00e3o do Cabo e chegado a Mossel Bay em 1488, enquanto outro explorador portugu\u00eas, Vasco da Gama, tinha descoberto a rota para a \u00cdndia, passando pelo Cabo, em 1497. Como a Cidade do Cabo era um porto conveniente para quem vinha e ia para o ocidente, os holandeses enviaram o comandante Jan van Riebeeck para o local, onde ele se desentendeu com os Khoikhois (chamados de Hottentots pelos holandeses). Ele declarou guerra ao povo Khoikhoi e aprisionou seus l\u00edderes em Robben Island, dando ao per\u00edodo hist\u00f3rico de coloniza\u00e7\u00e3o. Mais tarde, van Riebeeck estabeleceu que os brancos eram os colonizadores, criando uma col\u00f4nia de escravos, cuja maioria era de indon\u00e9sios.<\/p>\n<p>Os primeiros colonizadores brancos levavam suas vidas em pequenas fazendas na Cidade do Cabo, onde se alimentavam de carne e bebiam vinho. As col\u00f4nias se espalharam pelas montanhas e chegaram rapidamente aos pastos secos do interior.<\/p>\n<p><strong>Com isso, aconteceu uma mudan\u00e7a relacionada \u00e0 percep\u00e7\u00e3o que cada grupo tinha de si mesmo:<\/strong> os colonizadores decidiram se diferenciar de seus irm\u00e3os da Holanda e se autodenominaram Boers (palavra que significa fazendeiros) ou Afrikaaners (africanos). As mortes come\u00e7aram a acontecer quandos os &#8220;novos&#8221; colonizadores decidiram tomar o que bem entendessem, matando os adultos dos grupos Khoikhoi e fazendo de seus filhos serventes dom\u00e9sticos.<\/p>\n<p>Em 1688, os Hughenots, um grupo de 220 protestantes franceses que tentavam escapar da persegui\u00e7\u00e3o religiosa, chegaram ao territ\u00f3rio e introduziram os conhecimentos para o cultivo da uva.<\/p>\n<h4>A chegada dos Brit\u00e2nicos<\/h4>\n<p>Quando os holandeses fecharam a Companhia das \u00cdndias em 1795, as for\u00e7as inglesas tomaram o controle da regi\u00e3o do Cabo. Os brit\u00e2nicos devolveram o poder aos holandeses no breve per\u00edodo de 1803 a 1806, mas depois resolveram tom\u00e1-lo novamente. Uma das primeiras iniciativas do governo foi atacar o povo Xhosa, que estava enraizado dentro das \u00e1reas dos colonizadores brancos.<\/p>\n<p>Quando o coronel brit\u00e2nico John Graham seguiu as instru\u00e7\u00f5es de incitar &#8220;um grau apropriado de terror&#8221; no povoado Xhosa e expuls\u00e1-lo de l\u00e1, ele foi homenageado em 1812 com uma nova cidade, chamada de Grahamstown.<\/p>\n<h4>As Guerras do S\u00e9culo 19: Luta pelo Poder<\/h4>\n<p>Em 1819, para colocar seu selo na regi\u00e3o, os brit\u00e2nicos enviaram 4 mil colonizadores, concedendo a eles terras conhecidas como Zuurveld, \u00e0s margens do rio Great Fish. A vida era cruel e sem perspectivas. Para piorar a situa\u00e7\u00e3o, eles tiveram que pagar impostos por seus privil\u00e9gios, o que causou ressentimento em rela\u00e7\u00e3o ao regime brit\u00e2nico na Cidade do Cabo &#8211; o que j\u00e1 havia acontecido com os Boers.<\/p>\n<p>Os brit\u00e2nicos estavam mais interessados em desafiar o estilo de vida dos Boers. Uma s\u00e9rie de ordens foi dada para destru\u00ed-los. O Decreto 50 de 1828 aboliu o trabalho for\u00e7ado e a diferen\u00e7a de cor em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s leis, abrindo o caminho para a aboli\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o em 1834.<\/p>\n<p>Os Boers, como resposta, resolveram partir para as terras al\u00e9m do rio Orange, que ainda estavam fora do controle brit\u00e2nico. Esse \u00eaxodo em massa ficou conhecido como o Great Trek.<\/p>\n<p><strong>Enquanto isso, outro tipo de revolu\u00e7\u00e3o estava acontecendo ao norte do rio Thukela, na \u00e1rea que hoje representa a prov\u00edncia de KwaZulu-Natal:<\/strong> a tomada do poder pelo ex\u00e9rcito do reino de Zulu. O reinado de Shaka Zulu (de 1818 a 1828) foi marcado pelas manias do d\u00e9spota que at\u00e9 hoje intriga os historiadores. Em 1828, Shaka foi assassinado por seu irm\u00e3o Dingaan, que na \u00e9poca negociava terras com Piet Retief, l\u00edder dos imigrantes Boers, tamb\u00e9m chamados de Voortrekkers. Dingaan ordenou o assassinato de Retief.<\/p>\n<h4>A Batalha de Blood River<\/h4>\n<p>Os Boers uniram suas for\u00e7as sob o comando de Andrius Pretorius, que mais tarde originou o nome da capital da \u00c1frica do Sul. Os Zulus foram vencidos na Batalha de Blood River, uma quest\u00e3o que at\u00e9 hoje toca o orgulho nacionalista dos Afrikaaners. Na d\u00e9cada de 1930, os historiadores Afrikaaners reinterpretaram a batalha como um sinal divino de que os descendentes dos Voortrekkers eram pessoas enviadas por Deus que deveriam dominar a \u00c1frica do Sul.<\/p>\n<p>Nessa mesma \u00e9poca, outra guerra foi travada entre os brit\u00e2nicos e os Xhosas, dessa vez na divisa leste do pa\u00eds. O conflito foi t\u00e3o longo que ficou conhecido como a Guerra dos Cem Anos. Quatro guerras em fronteiras estouraram entre 1819 e 1853, tirando milhares de vidas e deixando a tribo Xhosa arrasada por muitas gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Na col\u00f4nia brit\u00e2nica de Natal, a segrega\u00e7\u00e3o racial foi imposta e &#8220;reservas nativas&#8221; foram estabelecidas, na mesma \u00e9poca em que planta\u00e7\u00f5es enormes de cana-de-a\u00e7\u00facar foram feitas. A solu\u00e7\u00e3o para m\u00e3o-de-obra foi transformar os indianos em escravos, adicionando mais um grupo \u00e9tnico \u00e0 turbulenta mistura que j\u00e1 existia na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1867, a \u00c1frica do Sul ainda n\u00e3o era considerada uma na\u00e7\u00e3o. Quatro col\u00f4nias regidas por brancos e v\u00e1rios reinos de negros co-existiam. O poder brit\u00e2nico era dominante, mas muitas col\u00f4nias grandes conseguiram achar suas fontes de poder.<\/p>\n<h4>A Descoberta do Ouro e do Diamante<\/h4>\n<p>Dizem que em 1866, o jovem Erasmus Jacobs estava brincando na fazenda de seu pai, perto de Hopetown, quando achou uma linda pedra. Um vizinho quis compr\u00e1-la, mas a fam\u00edlia n\u00e3o achou que a pedra tivesse valor e acabou dando-a, em vez de vend\u00ea-la. A linda pedra de Erasmus era o diamante &#8220;Eureka&#8221;, de 21,25 quilates, que causou a corrida do diamante em Kimberley. Tr\u00eas anos depois, o mesmo vizinho teve sorte novamente, mas dessa vez ele achou uma pedra maior, com 83,5 quilates, que mais tarde foi chamada de &#8220;Estrela da \u00c1frica do Sul&#8221;.<\/p>\n<p>Os diamantes foram encontrados em fazendas da regi\u00e3o. O processo de escava\u00e7\u00e3o deu origem ao Kimberly Big Hole. Mais de 50 mil pessoas vieram do mundo todo em busca da preciosidade. As condi\u00e7\u00f5es de vida eram horr\u00edveis, mas toda vez que a \u00e1rea parecia est\u00e9ril, algu\u00e9m encontrava outra mina vulc\u00e2nica cheia de diamantes.<\/p>\n<p>A propriedade dos diamantes foi motivo de brigas litigiosas. Conhecidas como Grigualand West, as minas foram reivindicadas pelo povo Khoina, que h\u00e1 70 anos habitava o local. Como as minas estavam nas fronteiras, os governos do estado de Orange Free, da Rep\u00fablica Sul-Africana e de Cape Colony tamb\u00e9m queriam uma parte da riqueza. Quando os brit\u00e2nicos chegaram em 1880 e simplesmente anexaram a \u00e1rea, todos discordaram.<\/p>\n<p>Kimberley, considerada o centro da ind\u00fastria de diamantes, foi dominada por nomes como Cecil Rhodes, Charles Rudd e Barney Barnato, que juntos trabalharam para criar um poderoso cartel, que mais tarde foi consolidado e deu origem \u00e0 De Beers Consolidated Mines. Hoje, sob o comando do grupo Oppenheimers, a De Beers domina o mercado mundial de diamantes.<\/p>\n<h4>Ouro nas Colinas<\/h4>\n<p>A corrida do ouro come\u00e7ou em 1886, quando George Harrison descobriu a camada Main Reef, em Witatersrand. As fazendas das redondezas foram declaradas propriedade p\u00fablica e uma nova cidade, Johanesburgo, foi criada na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Nessa \u00e9poca, o norte tinha assumido o controle da \u00c1frica do Sul, e v\u00e1rias guerras marcaram a luta pelo poder. Em 1979, os Zulus derrubaram as for\u00e7as brit\u00e2nicas em Isandiwana. Os brit\u00e2nicos, para reagir, derrotaram os Zulus em Ulundi, que hoje \u00e9 chamada de KwaZulu-Natal.<\/p>\n<p>Quando o Transvaal teve sua rep\u00fablica proclamada, estourou a guerra Anglo-Boer, de 1880 a 1881. A segunda guerra Anglo-Boer, que resultou na derrota dos Boers, aconteceu entre 1899 e 1902.<\/p>\n<h4>O S\u00e9culo 20<\/h4>\n<p>O territ\u00f3rio sul-africano foi completamente dominado e os Boers e os brit\u00e2nicos conseguiram se conciliar. Em 1910, A Uni\u00e3o da \u00c1frica do Sul foi proclamada.<\/p>\n<p>Durante o s\u00e9culo 20, os Afrikaaners voltaram a dominar o pa\u00eds por um curto per\u00edodo, mas a hist\u00f3ria registra uma impressionante dificuldade pol\u00edtico-social vivenciada pelos negros.<\/p>\n<p><strong>Os brancos come\u00e7aram a se preocupar quando se depararam com a mudan\u00e7a demogr\u00e1fica dos negros:<\/strong> de pequena minoria nos centros urbanos na \u00e9poca da Uni\u00e3o, os negros passaram a ser maioria em todas as cidades principais por 40 anos. Os negros foram completamente privados dos seus direitos quando foram expulsos dos sindicatos pol\u00edticos e comerciais. As leis chamadas de Pass Laws controlavam seu movimento, garantindo que os negros n\u00e3o sa\u00edssem das fazendas dos brancos. Gra\u00e7as ao conjunto de leis Land Acts, de 1913 e 1936, a maioria dos negros, que continuou vivendo em tribos, tamb\u00e9m foi proibida de comprar terras fora das reservas.<\/p>\n<p>As elei\u00e7\u00f5es de 1943 e 1948 colocaram o Partido Nacional, composto de brancos, no poder. O partido controlou o pa\u00eds at\u00e9 as elei\u00e7\u00f5es de 1994.<\/p>\n<h4>Um Novo Mundo<\/h4>\n<p><strong>Com as elei\u00e7\u00f5es de 1948, Hendrick Verwoerd e D.F. Malan criaram um mundo novo:<\/strong> o apartheid, ou &#8220;separa\u00e7\u00e3o&#8221;. Esta posi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica nacional trouxe muitas leis novas. Os negros foram for\u00e7ados a se sentar em bancos p\u00fablicos separados, usar entradas de pr\u00e9dios diferentes e ter seus pr\u00f3prios banheiros p\u00fablicos. No ano seguinte, o decreto Mixed Marriages Act proibiu casamentos entre negros e brancos.<\/p>\n<p>O decreto mais cruel de todos foi o Popular Registration Act, de 1950, que exigia registros de acordo com as classifica\u00e7\u00f5es raciais. Os negros eram obrigados a carregar um passe permanentemente, impedindo-os de entrar nas cidades.<\/p>\n<p>Mais adiante, um grande n\u00famero de negros foi enviado a \u00e1reas chamadas de townships &#8211; \u00e1reas de segrega\u00e7\u00e3o racial e grande pobreza, que quanto mais longe dos olhos dos brancos, melhor.<\/p>\n<p>Por 30 anos, o Partido Nacional batalhou para manter o sistema de apartheid, que pregava a censura aos meios de comunica\u00e7\u00e3o e a falta de liberdade de express\u00e3o. O \u00edndice de viol\u00eancia estava aumentando, bem como o n\u00famero de protestos no pa\u00eds. A \u00c1frica do Sul se transformou em assunto de discuss\u00e3o internacional.<\/p>\n<h4>A Resist\u00eancia Aumenta<\/h4>\n<p>A resist\u00eancia contra o apartheid culminou nos anos 70, quando Steve Biko, um l\u00edder popular do Movimento da Consci\u00eancia Negra, fez um discurso para estudantes negros e brancos, com a inten\u00e7\u00e3o de aumentar o orgulho negro e divulgar o movimento. Biko foi espancado at\u00e9 a morte em uma cela de pris\u00e3o, mas deixou um legado muito maior do que esperava.<\/p>\n<p>Outro momento horr\u00edvel da hist\u00f3ria sul-africana aconteceu em 1976, quando crian\u00e7as de um col\u00e9gio em Soweto foram \u00e0s ruas para protestar contra a imposi\u00e7\u00e3o de que Afrikaans fosse seu idioma oficial. Centenas de crian\u00e7as foram mortas por policiais que atiraram, e mais de 600 negros morreram por protestarem contra a chacina.<\/p>\n<p>Nelson Mandela, que na \u00e9poca j\u00e1 estava h\u00e1 nove anos na pris\u00e3o, tornou-se um her\u00f3i do movimento, e o Arcebispo Desmond Tutu trabalhou incessantemente por uma solu\u00e7\u00e3o pac\u00edfica. Nos anos 80, viol\u00eancia nas townships j\u00e1 havia se tornado comum. Em 1986, san\u00e7\u00f5es internacionais foram impostas, causando grandes dificuldades econ\u00f4micas ao pa\u00eds.<\/p>\n<p>A estrada para a liberdade foi finalmente aberta em 1990, quando o presidente F.W. de Klerk fez um discurso significativo diante do parlamento, onde repudiou o apartheid e revogou leis que protegiam a discrimina\u00e7\u00e3o racial.<\/p>\n<p>O sinal mais simb\u00f3lico de mudan\u00e7a permanente veio com a liberta\u00e7\u00e3o de Nelson Mandela, em 1990. Mandela trabalhou com o presidente para mudar a cara do governo sul-africano. Em 1994, o Arcebispo Desmond Tutu liderou o processo de &#8220;Verdade e Reconcilia\u00e7\u00e3o&#8221;, ajudando a fechar antigas feridas. No mesmo ano, foram realizadas as elei\u00e7\u00f5es diretas, um movimento emocionante que gerou quil\u00f4metros de filas de pessoas que queriam fazer a diferen\u00e7a. Nelson Mandela foi eleito, e ap\u00f3s sua aposentadoria em 1999, seu vice-presidente, Thabo Mbeki, foi eleito para seguir os seus passos.<\/p>\n<h4>Terceira Elei\u00e7\u00e3o Democr\u00e1tica Em 2004<\/h4>\n<p>Em 14 de abril de 2004, o Congresso Nacional Africano (ANC) venceu a elei\u00e7\u00e3o com 69,68% dos votos. A data escolhida para a Terceira Elei\u00e7\u00e3o Democr\u00e1tica da \u00c1frica do Sul para eleger o presidente foi 27 de abril de 2004, para coincidir com a comemora\u00e7\u00e3o dos 10 Anos de Liberdade. Em seu discurso, o Presidente Mbeki prometeu solenemente lutar contra a mis\u00e9ria como a parte central do esfor\u00e7o nacional para construir uma nova \u00c1frica do Sul. Nestes dez anos, muitos progressos j\u00e1 foram feitos para melhorar as condi\u00e7\u00f5es de vida de muita gente e este compromisso ainda continua.<\/p>\n<p>Fonte: www.africadosulemb.org.br<\/p>\n<h6>\u00c1frica do Sul<\/h6>\n<p><strong>Nome oficial: <\/strong>Rep\u00fablica da \u00c1frica do Sul (Republic of South Africa \/ Republiek van Suid-Afrika). <b><br \/>\nNacionalidade:<\/b> sul-africana.<b><br \/>\nData nacional:<\/b> 27 de abril (Dia da Liberdade).<b><br \/>\nCapitais:<\/b> Johanesburgo, Pret\u00f3ria e Cidade do Cabo.<b><br \/>\nCidades principais:<\/b> Cidade do Cabo (854.616), Durban (715.669), Johanesburgo (712.507), Pret\u00f3ria (525.583), Port Elizabeth (303.353) (1991).<b><br \/>\nIdioma:<\/b> afric\u00e2ner, ingl\u00eas, sep\u00e9di, sessoto, setsuana (oficiais, entre outros). <b><br \/>\nReligi\u00e3o:<\/b> cristianismo 66,4% (independentes reformistas cat\u00f3licos, metodistas, anglicanos, luteranos), hindu\u00edsmo 1,3%, islamismo 1,1%, juda\u00edsmo 0,2%, sem filia\u00e7\u00e3o 1,2%, outras 29,8% (1991).<\/p>\n<h4>GEOGRAFIA<\/h4>\n<blockquote><p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o: <\/strong>sul da \u00c1frica.<br \/>\n<b>Hora Local:<\/b> + 5h.<br \/>\n<b>\u00c1rea:<\/b> 1.223.201 km2.<br \/>\n<b>Clima:<\/b> tropical (maior parte), mediterr\u00e2neo extremo sul, \u00e1rido tropical (NO), de montanha (O).<br \/>\n<b>\u00c1rea de floresta:<\/b> 85 mil km2 (1995).<\/p><\/blockquote>\n<h4>POPULA\u00c7\u00c3O<\/h4>\n<blockquote><p><strong>Total: <\/strong>40,4 milh\u00f5es (2000), sendo grupos \u00e9tnicos aut\u00f3ctones 70% (zulus 20,5%, chosas 18%, pedis 9%, sotos 7%, tsuanas 6%, tsongas 3,5%, suazis 2%, nedebeles 2%, vendas 2%), europeus 12% (holandeses, alem\u00e3es, franceses, ingleses), eurafricanos 13%, indianos 3%, outros 2% (1996).<br \/>\n<b>Densidade:<\/b> 33,03 hab.\/km2.<br \/>\n<b>Popula\u00e7\u00e3o urbana:<\/b> 53% (1998).<br \/>\n<b>Popula\u00e7\u00e3o rural:<\/b> 47% (1998).<br \/>\n<b>Crescimento demogr\u00e1fico:<\/b> 1,5% ao ano (1995-2000).<br \/>\n<b>Fecundidade:<\/b> 3,25 filhos por mulher (1995-2000).<br \/>\n<b>Expectativa de vida M\/F:<\/b> 51,5\/58 anos (1995-2000).<br \/>\n<b>Mortalidade infantil:<\/b> 59 por mil nascimentos (1995-2000).<br \/>\n<b>Analfabetismo:<\/b> 14,9% (2000).<br \/>\n<b>IDH (0-1):<\/b> 0,697 (1998).<\/p><\/blockquote>\n<h4>POL\u00cdTICA<\/h4>\n<blockquote><p><strong>Forma de governo: <\/strong>Rep\u00fablica presidencialista.<br \/>\n<b>Divis\u00e3o administrativa:<\/b> 9 prov\u00edncias.<br \/>\n<b>Principais partidos:<\/b> Congresso Nacional Africano (CNA), Democrata (DP), da Liberdade Inkatha (IFP), Novo Nacional (NNP).<br \/>\n<b>Legislativo:<\/b> bicameral &#8211; Assembl\u00e9ia Nacional, com 350 a 400 membros eleitos por voto direto; Conselho Nacional das Prov\u00edncias, com 90 membros (6 delegados permanentes e 4 especiais de cada uma das 9 prov\u00edncias).<br \/>\n<b>Constitui\u00e7\u00e3o em vigor:<\/b> 1997.<\/p><\/blockquote>\n<h4>ECONOMIA<\/h4>\n<blockquote><p><strong>Moeda: <\/strong>rand.<br \/>\n<b>PIB:<\/b> US$ 133,5 bilh\u00f5es (1998).<br \/>\n<b>PIB agropecu\u00e1ria:<\/b> 4% (1998).<br \/>\n<b>PIB ind\u00fastria:<\/b> 32% (1998).<br \/>\n<b>PIB servi\u00e7os:<\/b> 64% (1998).<br \/>\n<b>Crescimento do PIB:<\/b> 1,9% ao ano (1990-1998).<br \/>\n<b>Renda per capita:<\/b> US$ 3.310 (1998).<br \/>\n<b>For\u00e7a de trabalho:<\/b> 16 milh\u00f5es (1998).<br \/>\n<b>Agricultura:<\/b> milho, cana-de-a\u00e7\u00facar, uva, outras frutas.<br \/>\n<b>Pecu\u00e1ria:<\/b> bovinos, aves, caprinos, ovinos.<br \/>\n<b>Pesca:<\/b> 513,6 mil t (1997).<br \/>\n<b>Minera\u00e7\u00e3o:<\/b> carv\u00e3o, ouro, min\u00e9rio de ferro, diamante, cromita.<br \/>\n<b>Ind\u00fastria:<\/b> qu\u00edmica, petroqu\u00edmica, carv\u00e3o, aliment\u00edcia, equipamentos de transporte, sider\u00fargica (a\u00e7o e ferro), m\u00e1quinas, metal\u00fargica.<br \/>\n<b>Exporta\u00e7\u00f5es:<\/b> US$ 28, 2 bilh\u00f5es (1998).<br \/>\n<b>Importa\u00e7\u00f5es:<\/b> US$ 29,9 bilh\u00f5es (1998).<br \/>\n<b>Parceiros comerciais:<\/b> EUA, Reino Unido, Jap\u00e3o, Alemanha, Ir\u00e3, It\u00e1lia.<\/p><\/blockquote>\n<h4>DEFESA<\/h4>\n<blockquote><p><strong>Efetivo total:<\/strong> 82,4 mil (1998).<br \/>\n<b>Gastos:<\/b> US$ 2,1 bilh\u00f5es (1998)<\/p><\/blockquote>\n<p>Fonte: www.portalbrasil.net<\/p>\n<h6>\u00c1frica do Sul<\/h6>\n<h4>Hist\u00f3ria e economia da \u00c1frica do Sul<\/h4>\n<p><strong>Per\u00edodo pr\u00e9-colonial<\/strong><\/p>\n<p>A partir de estudos arqueol\u00f3gicos, h\u00e1 indica\u00e7\u00f5es de que a regi\u00e3o da \u00c1frica do Sul \u00e9 povoada por seres humanos modernos h\u00e1 mais de 100 mil anos. Os primeiros habitantes foram os bosqu\u00edmanos, seguidos de agrupamentos tribais de negros (khoi, xhosas, zulus), que foram dispersos, a partir do s\u00e9culo XI, pela invas\u00e3o dos bantos.<\/p>\n<p><strong>Per\u00edodo colonial<\/strong><\/p>\n<p>Os navegadores portugueses chegaram ao Sul do Continente Africano pelo Cabo da Boa Esperan\u00e7a, rota do com\u00e9rcio do Oriente, por volta de 1500. Mais tarde, o local foi transformado em entreposto comercial. J\u00e1 no s\u00e9culo XVII, a \u00c1frica do Sul passou a ser ocupada por colonizadores holandeses, alem\u00e3es e franceses. S\u00e3o os chamados b\u00f4eres ou afric\u00e2nderes, que povoam a regi\u00e3o e criam at\u00e9 uma l\u00edngua pr\u00f3pria, o afric\u00e2nder.<\/p>\n<p>Em 1652, o holand\u00eas Jan van Riebeeck fundou uma col\u00f4nia na regi\u00e3o que, posteriormente, foi ocupada por franceses, escravos malaios e malgaxes rec\u00e9m-libertos e cristianizados, que a expandiram. Houve uma forte miscigena\u00e7\u00e3o, que mais tarde acarretaria em problemas de natureza social. Os descendentes dessa minoria branca come\u00e7aram a criar leis que, mais tarde, garantiram seu poder sobre a popula\u00e7\u00e3o negra.<\/p>\n<p><strong>Curiosidade<\/strong><\/p>\n<p>O Cabo da Boa Esperan\u00e7a, dobrado pela primeira vez pelo navegador portugu\u00eas Bartolomeu Dias, na viagem de 1487-1488, foi inicialmente batizado de Cabo das Tormentas, por causa da grande dificuldade de ultrapass\u00e1-lo. Como o termo \u0093tormenta\u0094 desencorajava os navegadores a seguirem rumos \u00e0s \u00cdndias, foi rebatizado por D. Jo\u00e3o II, rei de Portugal, por Cabo da Boa Esperan\u00e7a por representar a esperan\u00e7a de uma rota alternativa e lucrativa com o oriente.<\/p>\n<p>Bartolomeu Dias tamb\u00e9m acompanhou Pedro \u00c1lvares Cabral na descoberta do Brasil e morreu em uma viagem \u00e0s \u00cdndias, na altura do Cabo da Boa Esperan\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Conflitos de coloniza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>De 1781 a 1784, a regi\u00e3o da \u00c1frica do Sul esteve sob dom\u00ednio da Fran\u00e7a, mas foram os ingleses, a partir de 1785, que ocupam o territ\u00f3rio mais meridional da \u00c1frica. Em 1806, os ingleses tomam a Cidade do Cabo, enfrentando negros e b\u00f4eres. Os choques levam os b\u00f4eres a emigrar maci\u00e7amente para o nordeste, na chamada Grande Jornada, em 1836, onde fundam duas rep\u00fablicas independentes, Transvaal (atual Pret\u00f3ria) e Estado Livre de Orange (atual Estado Livre). L\u00e1, abrem guerra contra os zulus e os expulsam da regi\u00e3o. Os brit\u00e2nicos expandem seus dom\u00ednios, especialmente atra\u00eddos pelas jazidas de diamantes e os enfrentam na sangrenta Guerra dos B\u00f4eres.<\/p>\n<p><strong>Curiosidade <\/strong><\/p>\n<p><strong>A Guerra dos B\u00f4eres:<\/strong> A corrida do ouro come\u00e7ou em 1886, as fazendas foram declaradas propriedade p\u00fablica e uma nova cidade, Joanesburgo, foi criada na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Nessa \u00e9poca, o norte tinha assumido o controle da \u00c1frica do Sul, e v\u00e1rias guerras marcaram a luta pelo poder. Em 1979, os zulus derrubaram as for\u00e7as brit\u00e2nicas em Isandiwana. Os brit\u00e2nicos, para reagir, derrotaram os Zulus em Ulundi, que hoje \u00e9 chamada de KwaZulu-Natal.<\/p>\n<p>Quando o Transvaal teve sua rep\u00fablica proclamada, estourou a guerra Anglo-Boer, de 1880 a 1881. A segunda guerra Anglo-Boer, que resultou na derrota dos Boers, ocorreu entre 1899 e 1902.<\/p>\n<p><strong>Per\u00edodo Republicano<\/strong><\/p>\n<p>Em 31 de maio de 1910 nasce a Uni\u00e3o Sul-Africana, federa\u00e7\u00e3o das antigas col\u00f4nias do Cabo e de Natal e dos ex-Estados independentes de Orange e Transvaal. Atrav\u00e9s de um referendo, a Uni\u00e3o Sul-Africana transformou-se em rep\u00fablica, quando passou a denominar-se Rep\u00fablica da \u00c1frica do Sul.<\/p>\n<p>Por quase um s\u00e9culo, imperou na \u00c1frica do Sul o regime do apartheid. At\u00e9 o final do s\u00e9culo XX, esta quest\u00e3o segregacional foi posta em xeque pela maioria negra. Leis que datavam de 1913 garantiam a posse de 87% do territ\u00f3rio sul-africano \u00e0 minoria branca. Na resist\u00eancia contra o apartheid, destacaram-se l\u00edderes como o bispo Desmond Tutu e o ativista Nelson Mandela, que inclusive esteve preso durante v\u00e1rios anos.<\/p>\n<p>Em 1994, o arcebispo Desmond Tutu liderou o processo de \u0093Verdade e Reconcilia\u00e7\u00e3o\u0094 e o Congresso Nacional Africano (CNA), obteve 62,6% dos votos, em uma vit\u00f3ria hist\u00f3rica, marcada por quil\u00f4metros de filas de pessoas que queriam votar na primeira elei\u00e7\u00e3o direta da hist\u00f3ria. Mandela \u00e9 eleito o primeiro presidente negro da Rep\u00fablica da \u00c1frica do Sul, pondo fim ao apartheid.<\/p>\n<p><strong>Curiosidade<\/strong><\/p>\n<p>Apartheid significa \u0093separa\u00e7\u00e3o\u0094 na l\u00edngua afric\u00e2ner. Foi um dos regimes mais discriminat\u00f3rios e cru\u00e9is, que vigorou na \u00c1frica do Sul de 1948 at\u00e9 1990. A antiga Constitui\u00e7\u00e3o sul-africana inclu\u00eda artigos onde era clara a discrimina\u00e7\u00e3o racial entre os cidad\u00e3os, mesmo os negros sendo maioria na popula\u00e7\u00e3o. O documento institu\u00eda que os negros n\u00e3o podiam ser propriet\u00e1rios de terras, n\u00e3o tinham direito de participa\u00e7\u00e3o na pol\u00edtica e eram obrigados a viver em zonas residenciais separadas das dos brancos. Os casamentos e rela\u00e7\u00f5es sexuais entre pessoas de ra\u00e7as diferentes eram ilegais.<\/p>\n<p>Para lutar contra esse regime, os negros acionaram o Congresso Nacional Africano (CNA), uma organiza\u00e7\u00e3o negra clandestina, que tinha como l\u00edder Nelson Mandela. O CNA optou pela luta armada contra o governo branco, o que fez com que Nelson Mandela fosse preso em 1963 e condenado \u00e0 pris\u00e3o perp\u00e9tua. A partir da\u00ed, o apartheid tornou-se ainda mais forte e violento, chegando ao ponto de definir territ\u00f3rios tribais chamados bantust\u00f5es, onde os negros eram distribu\u00eddos em grupos \u00e9tnicos e ficavam confinados nessas regi\u00f5es.<\/p>\n<p>A partir de 1975, lentamente come\u00e7aram os avan\u00e7os para acabar com o apartheid. A comunidade internacional e a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) faziam press\u00e3o pelo fim da segrega\u00e7\u00e3o racial. Em 1990, foi decretado oficialmente o fim do apartheid e v\u00e1rios l\u00edderes pol\u00edticos foram libertados, entre eles Nelson Mandela, depois de 27 anos de pris\u00e3o.<\/p>\n<p>A partir da\u00ed, o Congresso Nacional Africano foi legalizado, De Klerk e Mandela receberam o Pr\u00eamio Nobel da Paz (1993), uma nova Constitui\u00e7\u00e3o n\u00e3o racial passou a vigorar, os negros adquiriram direito ao voto e, em 1994, foram realizadas as primeiras elei\u00e7\u00f5es multirraciais na \u00c1frica do Sul. Nelson Mandela tornou-se presidente com o desafio de transformar o pa\u00eds numa na\u00e7\u00e3o mais humana e com melhores condi\u00e7\u00f5es de vida para a maioria da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h4>Economia<\/h4>\n<p>A <strong>\u00c1frica do Sul<\/strong> \u00e9 o pa\u00eds mais rico da \u00c1frica, com cerca de 18% do PIB total africano e 45% da produ\u00e7\u00e3o de min\u00e9rios. Sua atividade industrial \u00e9 a mais importante do continente. Ao longo da costa viajam quase todos os navios que transportam petr\u00f3leo para o Ocidente.<\/p>\n<p>At\u00e9 a 1\u00aa Guerra Mundial, a economia sul-africana baseou-se na minera\u00e7\u00e3o (diamantes e ouro) e na agricultura. A partir da 2\u00aa Guerra Mundial, a ind\u00fastria entrou em um processo acelerado de desenvolvimento e hoje constitui um dos setores b\u00e1sicos da economia.<\/p>\n<p>Em 2008, o setor de servi\u00e7os representou 65,3% do PIB, a ind\u00fastria, 31,3% (incluindo minera\u00e7\u00e3o) e a agricultura, 3,4%. A \u00c1frica do Sul \u00e9 a maior produtora mundial de ouro, platina, cromo, van\u00e1dio e mangan\u00eas. \u00c9, tamb\u00e9m, grande produtora de diamante, carv\u00e3o, n\u00edquel, ur\u00e2nio e g\u00e1s natural. No ano 2000, a platina ultrapassou o ouro como a maior fonte de renda do pa\u00eds. A taxa de desemprego, de 21,7% em 2008, \u00e9 uma das maiores do mundo. At\u00e9 o ano 2000 metade da popula\u00e7\u00e3o vivia abaixo da linha de pobreza.<\/p>\n<p>Fonte: www.brasil.gov.br<\/p>\n<h6>\u00c1frica do Sul<\/h6>\n<h4>Origem Hist\u00f3rica do Nome \u00c1frica<\/h4>\n<p>A origem da palavra \u00c1frica tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 clara. Os gregos usavam o termo L\u00edbia e os romanos utilizavam a palavra \u00c1frica.<\/p>\n<p>Tanto num caso como noutro, referiam-se apenas \u00e0 \u00e1rea geogr\u00e1fica que corresponde hoje, grosso modo, a Marrocos, Tun\u00edsia, Arg\u00e9lia e L\u00edbia, \u00e1rea essa que diferenciavam claramente do Egipto e da Eti\u00f3pia. Existem numerosas conjecturas sobre a origem do nome.<\/p>\n<p><strong>1- H\u00e1 quem defenda a origem europeia do nome. <\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Uns dizem que vem do grego \u00abaphrik\u00e9\u00bb (sem frio). N\u00e3o explicam como conciliar isso com o nome L\u00edbia usado pelos gregos, nem com o fato de estes designarem os negros como et\u00edopes \u00abAithiops\u00bb (aspecto queimado).<br \/>\nQuanto aos romanos, \u00abAfricus\u00bb seria o nome de um dos doze ventos mitol\u00f3gicos, neste caso o vento sudoeste, ou ainda o termo latino \u00abAprica\u00bb que significa \u0091ensolarado\u0092 que estariam na origem da designa\u00e7\u00e3o do continente. Certo \u00e9 que os romanos usavam j\u00e1 o termo Africa.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>2- H\u00e1 tamb\u00e9m a explica\u00e7\u00e3o da origem berbere. <\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>De fato, no tempo dos romanos a popula\u00e7\u00e3o do norte de \u00c1frica era constitu\u00edda por 3 grupos principais:<\/strong> as tribos berberes ind\u00edgenas, os antigos cartagineses de origem fen\u00edcia e os colonos romanos. Assim, \u00c1frica seria uma adapta\u00e7\u00e3o romana do nome de uma dessas tribos berberes, os \u00abAvringa\u00bb ou \u00abAourigha\u00bb.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>3- Tamb\u00e9m muito difundida, \u00e9 a teoria da origem \u00e1rabe.<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Segundo esta hip\u00f3tese, \u00c1frica viria do \u00e1rabe \u00abAfrigii\u00bb ou \u00abAfridi\u00bb ou ainda \u00abAfira\u00bb com o significado de \u0091empoeirado\u0092. Quando confrontados com o fato da presen\u00e7a romana anteceder v\u00e1rios s\u00e9culos a invas\u00e3o \u00e1rabe, os defensores desta hip\u00f3tese argumentam fragilmente que a l\u00edngua berbere e o \u00e1rabe t\u00eam um tronco comum, explica\u00e7\u00e3o esta que rep\u00f5e novamente nos berberes a origem do nome. O mais prov\u00e1vel \u00e9 que os \u00e1rabes tenham traduzido o nome romano.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>4-<\/strong> O pitoresco avoluma-se quando se consideram explica\u00e7\u00f5es mais avulsas como por exemplo que \u00c1frica poderia derivar do reino b\u00edblico de Ofir; que poderia vir do fen\u00edcio \u00abApikt\u00bb; ou do termo tamb\u00e9m fen\u00edcio \u00abPharikia\u00bb que significa \u0091terra dos frutos\u0092.<\/p>\n<p>Fonte: insoniasoniricas.net<\/p>\n<h6>\u00c1frica do Sul<\/h6>\n<h4>Origem Hist\u00f3rica do Nome \u00c1frica<\/h4>\n<p>A <strong>\u00c1frica<\/strong> \u00e9 uma Pen\u00ednsula triangular ligada \u00e0 \u00c1sia pelo istmo de Suez cortado pelo canal do mesmo nome. Limitada ao Norte pelo Mar Mediterr\u00e2neo, ao Sul pelos Oceanos, Atl\u00e2ntico e \u00cdndico, ao Leste pelo Mar Vermelho e Oceano \u00cdndico e ao Oeste pelo Oceano Atl\u00e2ntico. \u00c9 o segundo maior continente do mundo. \u00c9 3 vezes maior que a Europa, 4 vezes maior que o Brasil e 412 vezes maior que Portugal continental. Tem uma \u00e1rea de 30.27 milh\u00f5es km2, perdendo apenas para o continente Asi\u00e1tico que tem de superf\u00edcie 44.30 milh\u00f5es km2.<\/p>\n<p>A divis\u00e3o pol\u00edtica do continente africano compreende 53 pa\u00edses independentes, com uma popula\u00e7\u00e3o total estimada hoje em mais de 681 milh\u00f5esde seres humanos. Mas, a curiosidade que caracteriza este pequeno artigo,n\u00e3o se prende t\u00e3o somente aos dados da situa\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica do continente nemaos dados demogr\u00e1ficos acima descritos, pois a maioria de n\u00f3s j\u00e1 tem\/temosconhecimento dos mesmos nos bancos escolares, pelo menos os que tiveram aoportunidade de ter uma instru\u00e7\u00e3o um pouco mais extensa.\u00c1frica! O que vem a significar esta palavrinha de 6 letras que naclassifica\u00e7\u00e3o da l\u00edngua portuguesa \u00e9 uma palavra t\u00f3nica por possuir umacento que se pronuncia com mais intensidade; trissil\u00e1bica, por possuir tr\u00eass\u00edlabas e proparox\u00edtona, por ter o acento t\u00f3nico na antepen\u00faltima s\u00edlaba?<\/p>\n<p><strong>Eis a quest\u00e3o!<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 de extrema import\u00e2ncia ressaltar antes de tudo que, o nome do nossocontinente n\u00e3o foge \u00e0 regra, pois a maioria dos nomes de pa\u00edses que hojeconstituem o continente negro, embora oriundos de palavras genuinamentelocais, surgiu\/surgiram dos primeiros contatos dos colonizadores com aspopula\u00e7\u00f5es aut\u00f3ctones.<\/p>\n<p>Podemos dizer, de um mal-entendido lingu\u00edstico.<\/p>\n<p><strong>O nativo, indagado alguma coisa assim:<\/strong> Como se chama? Como se chama estelugar? Ele, sem entender absolutamente nada, responde algo que lhe pareceuter sido perguntado, associando o som ouvido \u00e0 palavra que conhece. E, oinquiridor, que tamb\u00e9m desconhece totalmente a l\u00edngua do abor\u00edgene e, \u00e1vidode ter uma resposta, capta o som, balbucia a palavra e escreve de sua formao som ouvido sem mais nem menos. O que importa \u00e9 algo registado!<\/p>\n<p>A palavra \u00c1frica deriva de AVRINGA ou AFRI, nome da tribo Berbere que naantiguidade habitava o Norte do continente.Os berberes s\u00e3o descendentes dos antigos N\u00famidas que habitavam a regi\u00e3ochamada Num\u00eddia, entre o pa\u00eds de Cartago e atual Maurit\u00e2nia, conquistadapelos romanos ao rei Jugurta, cuja capital era a cidade de Cirta, hojeConstantina, na Arg\u00e9lia.<\/p>\n<p>O nome \u00c1frica come\u00e7ou a ser usado pelos romanos a partir da conquista dacidade de Cartago para designar prov\u00edncias a Noroeste do Mar Mediterr\u00e2neoafricano, onde hoje situam-se a Tun\u00edsia e a Arg\u00e9lia. Recorda-se que Cartagofoi uma das famosas cidades de antiguidade da \u00c1frica.<\/p>\n<p>Foi fundada no s\u00e9c.VII a. C. pelos Fen\u00edcios, sob a dire\u00e7\u00e3o da Princesa Tiriana Dido ou Elisa,filha de Muto, rei de Tiro, (atual cidade de Sur no L\u00edbano) que ap\u00f3s amorte do seu marido Siqueu, fugiu para a \u00c1frica e fundou a cidade de Cartagonuma pen\u00ednsula, perto da qual se encontra hoje a cidade de T\u00fanis, capital daTun\u00edsia.<\/p>\n<p>Em pouco tempo, Cartago tornou-se capital de uma poderosa rep\u00fablicamar\u00edtima, substituindo-se a cidade de Tiro no Ocidente. Criou col\u00f4nias naSic\u00edlia e na atual Espanha. Enviou navegadores ao Atl\u00e2ntico Norte.Entretanto, as col\u00f4nias cartagineses na Sic\u00edlia suscitaram vistas ambiciosasdos romanos que cultivaram uma ferrenha rivalidade que culminou com as 3guerras chamadas P\u00fanicas.<\/p>\n<p>No final da 2\u00aa guerra p\u00fanica, os romanos conseguiram apoderar-se da bela esumptuosa cidade de Cartago, sob o comando de Cipi\u00e3o &#8211; o Africano, apesardos esfor\u00e7os empreendidos por An\u00edbal para impedir que os romanos apoderassemdela. Cartago restabeleceu-se dessa derrota, mas foi definitivamentedestru\u00edda na 3\u00aa guerra p\u00fanica, por Cipi\u00e3o Emiliano. Reconstru\u00edda poucodepois, floresceu novamente do s\u00e9c. I a VI da nossa era e foi uma verdadeiracapital da \u00c1frica romana. Mas, no ano 698 caiu nas m\u00e3os dos \u00e1rabes e come\u00e7oua decad\u00eancia.<\/p>\n<p>Portanto, no s\u00e9culo XVI, com a necessidade dos Europeus de avan\u00e7arem para ointerior e para o sul do continente negro, o nome \u00c1frica generalizou-se paratodo o continente que passou a chamar-se de &#8220;\u00c1frica&#8221;.<\/p>\n<p><strong>A palavra \u00c1frica significa tamb\u00e9m:<\/strong> fa\u00e7anha, proeza, valentia, algo dif\u00edcilde se realizar. Este segundo e pseudo significado, embora recheado de umcerto preconceito de um lado, de outro dignifica-nos como africanos, poismostra a n\u00edtida resist\u00eancia \u00e0 penetra\u00e7\u00e3o estrangeira no interior do nossocontinente e traduz a realidade verdadeira da \u00e9poca. Foi dado pelosEuropeus expedicion\u00e1rios, principalmente os portugueses, como consequ\u00eanciadas enormes dificuldades que tiveram em penetrar no interior do continente.<\/p>\n<p>A resist\u00eancia dos nativos causava aos estranhos e indesej\u00e1veis visitantes,baixas humanas e muitas vezes retrocediam \u00e0 face das dificuldades e perigode serem dizimados pelo inimigo que eles mal conheciam e o pior de tudo,conheciam mal o seu terreno.Por isso, todos aqueles que se dispusessem a fazer parte das chamadasexpedi\u00e7\u00f5es em \u00c1frica eram considerados destemidos e valorosos militares,dispostos &#8220;a fazer uma \u00c1frica&#8221; isto \u00e9, a mostrar sua coragem, a guerrearem, enfrentando o incerto ou inimigo desconhecido. Portanto, estavamdispostos a &#8220;meter uma lan\u00e7a em \u00c1frica&#8221;, que significa dizer, levar a cabouma empresa dif\u00edcil.<\/p>\n<p>Fonte: didinho.no.sapo.pt<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c1frica do Sul, Pa\u00eds, Hist\u00f3ria, Rep\u00fablica, Turismo, Geografia, Governo, Capital, Idioma, Clima, Economia, Cultura, Origem, \u00c1frica do Sul<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[88],"tags":[],"class_list":["post-39123","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-turismo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>\u00c1frica do Sul, Pa\u00eds, Hist\u00f3ria \u00c1frica do Sul<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"\u00c1frica do 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