{"id":38850,"date":"2016-05-31T14:02:40","date_gmt":"2016-05-31T14:02:40","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=38850"},"modified":"2019-04-24T13:37:37","modified_gmt":"2019-04-24T15:37:37","slug":"tubaroes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/animais\/tubaroes","title":{"rendered":"Tubar\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O que \u00e9 um tubar\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>Os <strong>tubar\u00f5es <\/strong>s\u00e3o um grupo de peixes carn\u00edvoros com 368 esp\u00e9cies diferentes em um total de 30 fam\u00edlias.<\/p>\n<p>Algumas esp\u00e9cies de tubar\u00e3o, como o grande branco, s\u00e3o infames entre os humanos porque est\u00e3o envolvidos em ataques que resultam em ferimentos graves e, \u00e0s vezes, morte.<\/p>\n<p>Em geral, no entanto, os tubar\u00f5es s\u00e3o peixes t\u00edmidos, que n\u00e3o atacam a menos que sejam provocados.<\/p>\n<p>Os tubar\u00f5es existem desde os tempos pr\u00e9-hist\u00f3ricos, com f\u00f3sseis indicando que os tubar\u00f5es mantiveram sua forma b\u00e1sica e adapta\u00e7\u00f5es evolutivas por milh\u00f5es de anos.<\/p>\n<p>O peixe \u00e9 simples, eficiente e relativamente inteligente, com evid\u00eancias sugerindo que os tubar\u00f5es podem adquirir habilidades equivalentes a muitos animais terrestres.<\/p>\n<p>Alguns tubar\u00f5es est\u00e3o amea\u00e7ados devido ao pesado com\u00e9rcio humano em suas barbatanas, incluindo muitas das grandes esp\u00e9cies de tubar\u00e3o.<\/p>\n<p>Os tubar\u00f5es variam em tamanho desde o tubar\u00e3o pigmeu, que tem 18 cent\u00edmetros de comprimento, at\u00e9 o tubar\u00e3o- baleia, que pode atingir 15 metros de comprimento.<\/p>\n<p>A maioria dos tubar\u00f5es tem corpos superiores cinzentos e corpos inferiores p\u00e1lidos para fins de camuflagem.<\/p>\n<p>Os tubar\u00f5es t\u00eam v\u00e1rias outras caracter\u00edsticas que os distinguem da maioria dos peixes, come\u00e7ando com seu esqueleto, que \u00e9 formado de cartilagem, em vez de osso.<\/p>\n<p>Isso torna os tubar\u00f5es mais fortes e flex\u00edveis que muitas esp\u00e9cies de peixes.<\/p>\n<p>Os tubar\u00f5es tamb\u00e9m t\u00eam pele grosseira e \u00e1spera que pode ser bastante dolorida ao toque.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, os dentes de tubar\u00e3o crescer\u00e3o de volta se forem desalojados, garantindo aos peixes uma formid\u00e1vel denti\u00e7\u00e3o vital\u00edcia. Muitos tubar\u00f5es t\u00eam dentes ligeiramente serrilhados tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Os tubar\u00f5es t\u00eam v\u00e1rias guelras de cada lado, com algumas esp\u00e9cies tendo at\u00e9 oito, enquanto a maioria varia entre cinco e seis.<\/p>\n<p>A maioria dos tubar\u00f5es possui corpos aerodin\u00e2micos projetados para se movimentarem eficientemente pela \u00e1gua. Muitas esp\u00e9cies t\u00eam uma barbatana dorsal saliente e todas t\u00eam barbatanas caudais ou traseiras.<\/p>\n<p>O tubar\u00e3o pode se mover muito rapidamente em busca de presas e, dependendo do tamanho do peixe, os tubar\u00f5es comem pequenos alimentos, pl\u00e2ncton, moluscos e crust\u00e1ceos.<\/p>\n<p>Tubar\u00f5es podem ser encontrados em todo o mundo, habitando \u00e1guas temperadas e tropicais, com algumas esp\u00e9cies favorecendo \u00e1guas rasas.<\/p>\n<p>Esp\u00e9cies de \u00e1guas rasas podem representar um risco para os humanos, j\u00e1 que os tubar\u00f5es se sentir\u00e3o amea\u00e7ados por nadadores, surfistas e afins, e podem atacar se sentirem encurralados, ou se confundirem o ser humano com presa. Os nadadores devem evitar \u00e1reas conhecidas por abrigar tubar\u00f5es, al\u00e9m de estarem conscientes de seu ambiente.<\/p>\n<p>Se atacados, os bi\u00f3logos recomendam que as v\u00edtimas reajam de todas as formas poss\u00edveis.<\/p>\n<p>A carne de tubar\u00e3o \u00e9 consumida por muitas culturas, embora os n\u00edveis crescentes de merc\u00fario encontrados na carne de tubar\u00e3o tornem esse consumo desaconselh\u00e1vel.<\/p>\n<p>As barbatanas do tubar\u00e3o s\u00e3o altamente valorizadas, levando a uma amea\u00e7a global \u00e0s esp\u00e9cies de tubar\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Peixes<\/strong><\/p>\n<p>Muito bem instalados no topo de suas cadeias alimentares, os tubar\u00f5es s\u00e3o admir\u00e1veis exemplos de adapta\u00e7\u00e3o ao meio ambiente.<\/p>\n<p>Os tubar\u00f5es s\u00e3o peixes incr\u00edveis que existem desde muito antes de os dinossauros existirem. Eles vivem em \u00e1guas de todo o mundo, em todos os oceanos e at\u00e9 mesmo em alguns rios e lagos.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio dos peixes \u00f3sseos, os tubar\u00f5es n\u00e3o t\u00eam ossos; seu esqueleto \u00e9 feito de cartilagem, que \u00e9 uma subst\u00e2ncia dura e fibrosa, n\u00e3o t\u00e3o dura quanto o osso. Os tubar\u00f5es tamb\u00e9m n\u00e3o t\u00eam bexiga natat\u00f3ria (ao contr\u00e1rio dos peixes \u00f3sseos).<\/p>\n<p>Tubar\u00f5es s\u00e3o seres marinhos muito mais fascinantes do que aquela distorcida imagem criada por Steven Spielberg para o cinema.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea sabia, por exemplo, que eles comem muito menos do que se imagina? <\/strong><\/p>\n<p>Um esp\u00e9cime adulto come apenas de 1% a 10% do seu peso semanalmente. Isso porque s\u00e3o animais de \u201csangue-frio\u201d, cujo metabolismo \u00e9 bem mais lento que o verificado em animais de \u201csangue-quente\u201d.<\/p>\n<p>F\u00f3sseis indicam a exist\u00eancia de tubar\u00f5es 300 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s. Nesse tempo, n\u00e3o mudaram quase em nada, prova de que est\u00e3o entre as esp\u00e9cies mais \u201cbem acabadas\u201d pela natureza no cont\u00ednuo processo de evolu\u00e7\u00e3o da vida no planeta. A maioria dos tubar\u00f5es apresenta um corpo alongado e extraordinariamente hidrodin\u00e2mico. Certas esp\u00e9cies s\u00e3o capazes de nadar a velocidades superiores a 48 km\/h.<\/p>\n<p>Os tubar\u00f5es habitam praticamente todos os mares do mundo, de \u00e1guas rasas e tropicais a regi\u00f5es polares. Predadores eficient\u00edssimos e muito bem instalados no topo de suas respectivas cadeias alimentares, desenvolveram sentidos extremamente apurados. A 300 metros de dist\u00e2ncia, podem detectar uma \u00fanica gota de sangue dilu\u00edda na \u00e1gua.<\/p>\n<p><strong>Em resumo: <\/strong>tubar\u00f5es s\u00e3o admir\u00e1veis exemplos de adapta\u00e7\u00e3o ao meio ambiente.<\/p>\n<p>Os tubar\u00f5es-tigres s\u00e3o os que t\u00eam a dieta mais variada. Capazes de ingerir quase tudo que apare\u00e7a pela frente (como pneus ou qualquer outro objeto lan\u00e7ado ao mar), ganharam o apelido de \u201clatas de lixo\u201d dos oceanos.<\/p>\n<p>Os tubar\u00f5es-tigres s\u00e3o predadores importantes para o equil\u00edbrio das popula\u00e7\u00f5es de tartarugas e serpentes marinhas. Seus alimentos preferidos, por\u00e9m, s\u00e3o peixes(inclusive outros tubar\u00f5es), mam\u00edferos marinhos e p\u00e1ssaros.<\/p>\n<p>Por causa da extraordin\u00e1ria for\u00e7a que eles t\u00eam nas mand\u00edbulas, os tubar\u00f5es frequentemente perdem alguns de seus dentes durante a alimenta\u00e7\u00e3o. O tubar\u00e3o-lim\u00e3o \u00e9 capaz de repor um dente perdido em aproximadamente oito dias.<\/p>\n<p>Algumas esp\u00e9cies de tubar\u00f5es podem utilizar audi\u00e7\u00e3o antes de qualquer outro sentido para localizar um presa. Eles possuem apenas ouvidos internos, compostos de tr\u00eas c\u00e2meras e um min\u00fasculo osso auricular chamado otolith.<\/p>\n<p>Tubar\u00f5es parecem ter boa capacidade de enxergar com pouca ilumina\u00e7\u00e3o. Seus olhos s\u00e3o particularmente sens\u00edveis a objetos em movimentos. Estima-se que a vis\u00e3o seja eficiente a 15 metros de dist\u00e2ncia ou mais.<\/p>\n<p>Tubar\u00f5es t\u00eam um apurado senso de olfato. podem identificar certas subst\u00e2ncias na \u00e1gua inferiores a uma parte por bilh\u00e3o e \u201csentem o cheiro\u201d de algo a centenas de metros de dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Seu corpo fusiforme reduz o arrasto e exige o m\u00ednimo gato de energia. A segunda nadadeira dorsal de algumas esp\u00e9cies \u00e9 uma adapta\u00e7\u00e3o para tomar o deslocamento o deslocamento mais r\u00e1pido. Ela reduz a turbul\u00eancia<\/p>\n<p>Em geral, tubar\u00f5es nadam em velocidades inferiores a 5 Km\/h. Esp\u00e9cies adaptadas \u00e0 vida no fundo, como o tubar\u00e3o-lixa (lambaru), s\u00e3o mais lentas. O mako est\u00e1 entre as esp\u00e9cies mais r\u00e1pidas. Pode nadar a 48 km\/h ou mais.<\/p>\n<p>O esqueleto dos tubar\u00f5es n\u00e3o \u00e9 formado por ossos, mas por cartilagens. Elas podem sofrer calcifica\u00e7\u00e3o parcial, sobretudo na regi\u00e3o da coluna vertebral. Mas a cartilagem nunca se transformar\u00e1 em um osso de verdade.<\/p>\n<p>Banhistas e mergulhadores na superf\u00edcie est\u00e3o mais sujeitos a ataques de tubar\u00f5es. Na superf\u00edcie, a silhueta de uma pessoa pode lembrar a de uma foca, alimento predileto de certas esp\u00e9cies, como o grande tubar\u00e3o-branco.<\/p>\n<p>Tubar\u00f5es lixas, ou lambarus muito comuns na costa brasileira, usam seus grossos \u201cl\u00e1bios\u201d para criar um movimento de suc\u00e7\u00e3o. Isso ajuda a capturar presas abrigadas em pequenos buracos e cavidades.<\/p>\n<p>A cartilagem dos tubar\u00f5es pode ser importante nas pesquisas para a cura do c\u00e2ncer. Ela cont\u00e9m uma subst\u00e2ncia ativa capaz de inibir o crescimento de tumores.<\/p>\n<p>Tubar\u00f5es raramente desenvolvem doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Das 350 esp\u00e9cies, apenas 32 j\u00e1 atacaram pessoas.<\/p>\n<p><strong>Esses tubar\u00f5es t\u00eam tr\u00eas caracter\u00edsticas em comum:<\/strong> se alimentam de peixe e mam\u00edferos marinhos, crescem bastante e frequentam \u00e1guas quentes e costeiras.<\/p>\n<p>Certos tubar\u00f5es preferem determinados alimentos a outros. O martelo, por exemplo, \u00e9 conhecido por comer arraias. J\u00e1 o cabe\u00e7a-chata (bull shark), que n\u00e3o ocorre no Brasil, tem particular predile\u00e7\u00e3o por outros tubar\u00f5es.<\/p>\n<p>Depois que o tubar\u00e3o-branco morde sua presa, ele se afasta, esperando que a v\u00edtima sangre at\u00e9 morrer. Se a v\u00edtima \u00e9 uma pessoa, essa \u00e9 a hora de resgat\u00e1-la.<\/p>\n<p>Com socorro imediato, ela tem boas chances de sobreviver.<\/p>\n<p><strong>Curiosidades<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Os Tubar\u00f5es surgiram a 300 milh\u00f5es de anos.Atualmente s\u00e3o conhecidas 350 esp\u00e9cies.<br \/>\nDurante a 2\u00aa Guerra Mundial,ca\u00e7ava-se tubar\u00e3o para retirar \u00f3leo do seu f\u00edgado,para lubrifica\u00e7\u00e3o dos avi\u00f5es.<br \/>\nPernambuco(Brasil),det\u00e9m uma das maiores est\u00e1tisticas do mundo de ataques de Tubar\u00e3o e 60% dos casos de todo o Pa\u00eds.<br \/>\nA maioria desses ataques aconteceu nas fases de lua cheia e nova, quando as mar\u00e9s est\u00e3o mais altas e as ondas maiores.<br \/>\nNo Jap\u00e3o a carne de Tubar\u00e3o \u00e9 muito consumida. Eles costumam fazer um bolo que comem como petisco.<br \/>\nA mordida de um Tubar\u00e3o tem uma for\u00e7a de 560kg\/cm\u00b2,for\u00e7a suficiente para arrancar um bra\u00e7o.<br \/>\nDurante a \u00e9poca do acasalamento,os Tubar\u00f5es machos v\u00e3o para onde est\u00e3o as f\u00eameas.Ele morde a nadadeira ventral de sua f\u00eamea para agarr\u00e1-la.<br \/>\nOs tubar\u00f5es costumam eleger seu habitat, a maioria dos mares quentes e temperados.<br \/>\nOs Tubar\u00f5es enxergam razoavelmente bem. Eles usam os olhos para localizar sua presa, depois ele confia quase que totalmente no seu tato. S\u00e3o atra\u00eddos por sons de pulso regulares e de baixa frequ\u00eancia. Ao contr\u00e1rio do que dizem, estes sons n\u00e3o afastam os tubar\u00f5es, os aproximam mais.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>O que s\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p>O apropriadamente chamado tubar\u00e3o-elefante.<\/p>\n<p>H\u00e1 muitas esp\u00e9cies diferentes de tubar\u00f5es, e muitos deles n\u00e3o se parecem nada com a cl\u00e1ssica imagem de um tubar\u00e3o.<\/p>\n<p>Os tubar\u00f5es constituem um grupo de criaturas incrivelmente diversificado, e defini-los n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o f\u00e1cil como parece. Embora todos sejam peixes, eles diferem enormemente no que se refere \u00e0 forma de seu corpo, tamanho, habitat, comportamento e dieta. Muitos deles n\u00e3o se parecem em nada aos animais que associamos com a imagem cl\u00e1ssica de um tubar\u00e3o ? alguns sobrevivem quase unicamente junto aos solos oce\u00e2nicos baixos, enquanto outros s\u00e3o criaturas de aspecto estranho, que vivem a enormes profundezas. Mas h\u00e1 certas caracter\u00edsticas que s\u00e3o comuns a todos os tubar\u00f5es.<\/p>\n<p>Contrariamente a outros peixes, os tubar\u00f5es t\u00eam um esqueleto principal feito de cartilagens, no lugar de ossos. Seu esqueleto \u00e9 refor\u00e7ado em certos pontos por placas especiais denominadas tesserae, feitas de duros sais de c\u00e1lcio.<\/p>\n<p>Todos os tubar\u00f5es t\u00eam dentes que s\u00e3o reproduzidos regularmente, e que v\u00e3o sendo substitu\u00eddos a intervalos regulares. Alguns tubar\u00f5es conseguem produzir v\u00e1rios milhares de dentes a cada ano. Os dentes velhos s\u00e3o liberados para serem substitu\u00eddos por uma nova fileira de dentes.<\/p>\n<p>At\u00e9 a pele do tubar\u00e3o tem dentes! Uma das caracter\u00edsticas que define os tubar\u00f5es \u00e9 a presen\u00e7a de escamas semelhantes a dentes que cobrem sua pele e s\u00e3o denominadas de dent\u00edculos d\u00e9rmicos. S\u00e3o estes dent\u00edculos que fazem com que a pele do tubar\u00e3o pare\u00e7a uma lixa.<\/p>\n<p>Os tubar\u00f5es t\u00eam pelo menos cinco pares de fendas br\u00e2nquias verticais, que est\u00e3o quase sempre situadas nos lados da cabe\u00e7a. Algumas esp\u00e9cies chegam a ter sete pares de fendas branquiais.<\/p>\n<p>A maioria dos outros peixes possui bexigas natat\u00f3rias que os ajudam a flutuar. No entanto, os tubar\u00f5es n\u00e3o apresentam qualquer tra\u00e7o deste \u00f3rg\u00e3o, o que os obriga a nadar constantemente, pois se eles parassem a gravidade os puxaria para o fundo do mar.<\/p>\n<p><strong>Evolu\u00e7\u00e3o dos Tubar\u00f5es <\/strong><\/p>\n<p>Os <strong>tubar\u00f5es<\/strong> existem h\u00e1 muito tempo.<\/p>\n<p>Os primeiros tubar\u00f5es conhecidos evolu\u00edram provavelmente h\u00e1 cerca de 400 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, mais de 200 milh\u00f5es de anos antes dos dinossauros, e eram predadores muito comuns. J\u00e1 foram identificadas mais de 2.000 esp\u00e9cies, a partir de registros f\u00f3sseis comparados com as 1.000 esp\u00e9cies conhecidas atualmente.<\/p>\n<p>Os mais antigos tubar\u00f5es conhecidos tinham uma apar\u00eancia bastante diferente dos seus parentes modernos. Alguns se pareciam mais com as enguias do que com verdadeiros peixes.<\/p>\n<p>Muitos, tinham focinhos arredondados em vez dos pontiagudos que associamos aos tubar\u00f5es atuais. Eles tamb\u00e9m possu\u00edam c\u00e9rebros menores e dentes mais lisos, e n\u00e3o t\u00e3o agu\u00e7ados e serrados como os dentes t\u00edpicos dos modernos esp\u00e9cimes.<\/p>\n<p>As suas barbatanas eram menos flex\u00edveis e manobr\u00e1veis, por isso \u00e9 poss\u00edvel que os tubar\u00f5es da antiguidade fossem menos \u00e1geis do que os de hoje. Mas de certa maneira, eles eram bastante semelhantes aos animais que hoje em dia denominamos como tubar\u00f5es, com o seu mesmo esqueleto cartilaginoso, as m\u00faltiplas fendas branquiais e seus dentes substitu\u00edveis.<\/p>\n<p><strong>Descri\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Alimenta\u00e7\u00e3o dos Tubar\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 f\u00e1cil acreditar na imagem popular de um tubar\u00e3o como um predador voraz, mas a maioria dos tubar\u00f5es est\u00e1 adaptada para comer outro tipo de alimento.<\/p>\n<p><strong>O maior tubar\u00e3o de todos vive de comer pl\u00e2ncton e pequenos peixes<\/strong><\/p>\n<p>Ironicamente, o maior tubar\u00e3o de todos, o tubar\u00e3o-baleia, vive quase exclusivamente de uma dieta de pl\u00e2ncton e pequenos peixes, enquanto ca\u00e7adores como os tubar\u00f5es-brancos comem de tudo, desde grandes peixes a focas; incluindo carca\u00e7as de baleias.<\/p>\n<p>Entre estes dois extremos, sabe-se que os tubar\u00f5es podem comer de tudo, desde pequenos crust\u00e1ceos, como caranguejos e lagostas, a lulas, cardumes de peixes, moluscos do fundo do mar; e at\u00e9 p\u00e1ssaros marinhos.<\/p>\n<p>O tubar\u00e3o-tigre \u00e9 talvez famoso por ser o mais guloso e mais oportunista de todos os tubar\u00f5es.<\/p>\n<p>J\u00e1 foi encontrado todo o tipo de coisas dentro dos est\u00f4magos destes tubar\u00f5es, incluindo placas de autom\u00f3veis, latas de gasolina, peda\u00e7os de correntes de ferro e outros objetos fabricados; al\u00e9m de cobras-do-mar, tartarugas e albatrozes.<\/p>\n<p><strong>Como os Tubar\u00f5es comem?<\/strong><\/p>\n<p>Os tubar\u00f5es desenvolveram uma grande variedade de mecanismos de alimenta\u00e7\u00e3o, como forma de se adaptarem a suas dietas variadas.<\/p>\n<p>A estrutura um pouco solta das suas mand\u00edbulas permite que eles projetem o maxilar superior para fora.<\/p>\n<p>Esta flexibilidade das mand\u00edbulas, junto com uma impressionante sele\u00e7\u00e3o de diferentes tipos de dentes, permite uma combina\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas de alimenta\u00e7\u00e3o, que v\u00e3o desde o despeda\u00e7ar e cortar de carne, evidenciado pelas esp\u00e9cies mostradas nos filmes, ao aspirar de comida dos fundos marinhos; que \u00e9 depois esmigalhada e triturada.<\/p>\n<p>As esp\u00e9cies que se alimentam de pl\u00e2ncton, como o tubar\u00e3o-frade e o tubar\u00e3o-baleia, tiveram que evoluir para se adaptarem aos seus h\u00e1bitos aliment\u00edcios, alterando por completo o tamanho e formato das suas mand\u00edbulas, reduzindo significativamente o tamanho dos seus dentes e modificando a estrutura das suas fendas branquiais, para tornarem-se enormes recept\u00e1culos para pl\u00e2ncton.<\/p>\n<p>Um grupo de tubar\u00f5es, os tubar\u00f5es-raposo, at\u00e9 usam a parte superior alongada da sua cauda para atingir cardumes de peixes, atordoando-os antes de com\u00ea-los.<\/p>\n<p>Mas talvez a mais impressionante adapta\u00e7\u00e3o de h\u00e1bito alimentar seja a demonstrada pelos tubar\u00f5es-serra, que desenvolveram um focinho distintamente achatado, em forma de espada e armado de dentes afiados, que o animal usa para atordoar peixes pequenos e outras criaturas.<\/p>\n<p><strong>Migra\u00e7\u00e3o dos Tubar\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Muitas esp\u00e9cies de tubar\u00f5es nadam dist\u00e2ncias consider\u00e1veis durante um ano, alguns migrando centenas ou mesmo milhares de quil\u00f4metros em cada etapa.<\/p>\n<p>Como a maioria dos animais migrat\u00f3rios, eles se movimentam em busca de comida ou para chegar nas suas \u00e1reas de reprodu\u00e7\u00e3o habituais em \u00e1guas mais quentes, embora as verdadeiras raz\u00f5es da migra\u00e7\u00e3o n\u00e3o sejam bem compreendidas em muitas esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>Pensa-se que alguns tubar\u00f5es, como os tubar\u00f5es azuis, seguem cardumes de peixes que tamb\u00e9m procuram suas pr\u00f3prias fontes de alimento.<\/p>\n<p>Outros, como os grandes tubar\u00f5es brancos, se movem procurando presas maiores, como le\u00f5es marinhos, que se concentram em grandes n\u00fameros para procriar em algumas determinadas \u00e9pocas do ano.<\/p>\n<p>Sabe-se que o maior tubar\u00e3o de todos, o tubar\u00e3o baleia, migra a \u00e1reas espec\u00edficas para coincidir com a \u00e9poca de reprodu\u00e7\u00e3o dos corais, o que lhes proporciona enormes quantidades de comida.<\/p>\n<p>Est\u00e3o sendo realizados muitos estudos sobre a migra\u00e7\u00e3o de tubar\u00f5es.<\/p>\n<p>Os pesquisadores est\u00e3o descobrindo que muitas esp\u00e9cies, que antes se pensavam que permaneciam relativamente perto de algum lugar, costumam a viajar a grandes dist\u00e2ncias.<\/p>\n<p>Os viajantes mais famosos s\u00e3o os tubar\u00f5es azuis, que s\u00e3o conhecidos por percorrer quase 7.000 quil\u00f4metros desde o estado de Nova Iorque, nos Estados Unidos, at\u00e9 a linha costeira do Brasil.<\/p>\n<p><strong>Onde Habitam os Tubar\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>A grande diversidade de tubar\u00f5es \u00e9 refletida na sua distribui\u00e7\u00e3o por todo o mundo. Os tubar\u00f5es se adaptaram para ocupar todos os tipos de ecossistemas de \u00e1gua salgada, em todos os continentes.<\/p>\n<p>Eles podem ser encontrados em grandes oceanos, lagoas de corais, p\u00e2ntanos de mangues, estu\u00e1rios de rios e \u00e1guas mar\u00edtimas pouco profundas. Algumas esp\u00e9cies de tubar\u00f5es tamb\u00e9m frequentam regularmente \u00e1guas doces ?o tubar\u00e3o cabe\u00e7a-chata, por exemplo, \u00e9 capaz de nadar at\u00e9 mais de 3.000 quil\u00f4metros dentro do rio Amazonas.<\/p>\n<p>Muitas pessoas assumem que os tubar\u00f5es se limitam \u00e0s \u00e1guas quentes.<\/p>\n<p>\u00c9 verdade que muitas esp\u00e9cies conhecidas, como o tubar\u00e3o-tigre, se adaptam melhor em \u00e1guas tropicais quentes, embora tenham sido encontrados tubar\u00f5es tigres nas \u00e1guas geladas do Atl\u00e2ntico Norte, ao largo da costa da Isl\u00e2ndia.<\/p>\n<p>Mas outras esp\u00e9cies preferem \u00e1guas mais frias, incluindo o tem\u00edvel grande tubar\u00e3o-branco. At\u00e9 os mais frios mares servem de habitat a uma grande variedade de esp\u00e9cies de tubar\u00f5es. Aonde quer que voc\u00ea viva, o mais certo \u00e9 que existam algumas esp\u00e9cies de tubar\u00f5es muito pr\u00f3ximas da linha costeira de seu pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>Ordem dos Tubar\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Os tubar\u00f5es est\u00e3o classificados em oito ordens diferentes, de acordo com as caracter\u00edsticas f\u00edsicas comuns que agrupam as esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>Embora isto pare\u00e7a relativamente simples, n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil classificar tubar\u00f5es, pois as caracter\u00edsticas usadas para defini-los nem sempre s\u00e3o f\u00e1ceis de identificar.<\/p>\n<p><strong>Algumas das caracter\u00edsticas usadas para diferenciar os tubar\u00f5es incluem:<\/strong> o n\u00famero de fendas branquiais, o n\u00famero e tipo de barbatanas, a presen\u00e7a de uma membrana por cima do olho, o tipo de reprodu\u00e7\u00e3o e at\u00e9 a estrutura de v\u00e1lvulas nos intestinos.<\/p>\n<p>Como resultado disso, duas esp\u00e9cies semelhantes podem ser membros de ordens totalmente diferentes, como por exemplo o tubar\u00e3o-mako e o tubar\u00e3o-azul; enquanto outras duas bem diferentes podem ser membros da mesma ordem, como \u00e9 o caso do tubar\u00e3o-prego e do tubar\u00e3o-martelo, que pertencem \u00e0 ordem dos Carcharhiniformes.<\/p>\n<p>Classificar tubar\u00f5es \u00e9 t\u00e3o complicado que nem mesmo os especialistas conseguem chegar a um acordo ao determinar a esp\u00e9cie de um exemplar.<\/p>\n<p>Alguns estudiosos colocam o tubar\u00e3o-cobra, do qual s\u00f3 existe uma esp\u00e9cie conhecida, numa ordem separada dos outros e denominada Chlamydoselachiformes.<\/p>\n<p>Entretanto, h\u00e1 quem coloque os membros de um grupo apelidado de tubar\u00f5es-prego \u2013 e cujas duas esp\u00e9cies a maioria dos taxinomistas coloca nos Squaliformes \u2013 na sua pr\u00f3pria ordem dos Echinorhiniformes.<\/p>\n<p><strong>As oito ordens de tubar\u00f5es, segundo o seu mais f\u00e1cil reconhecimento, s\u00e3o: <\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Heterodontiformes: Tubar\u00f5es Bullhead<\/strong>: contendo um s\u00f3 gene e distribu\u00eddos por apenas 10 esp\u00e9cies. <strong><br \/>\nOrectolobiformes: Tubar\u00f5es Carpet<\/strong>: 34 esp\u00e9cies, incluindo o Tubar\u00e3o-Baleia, o Tubar\u00e3o-lixa e o Tubar\u00e3o-Zebra. <strong><br \/>\nLamniformes:<\/strong> <strong>Tubar\u00f5es Mackerel<\/strong>: 16 esp\u00e9cies, incluindo alguns bem conhecidos, como o grande Tubar\u00e3o-Branco e o Tubar\u00e3o-Mako. <strong><br \/>\nCarcharhiniformes: <\/strong>Tubar\u00f5es ground. O grupo mais complexo, com mais de 270 esp\u00e9cies, incluindo Tigres, Martelo e Tubar\u00e3o-Negro. <strong><br \/>\nHexanchiformes:<\/strong> <strong>Tubar\u00f5es-vaca<\/strong>: 4 esp\u00e9cies, com seis ou sete fendas branquiais. <strong><br \/>\nSqualiformes:<\/strong> <strong>Ca\u00e7\u00f5es<\/strong>: Cerca de 115 esp\u00e9cies conhecidas, incluindo Arreganhadas, Pata-roxas e Lixinhas-da-fundura. <strong><br \/>\nSquatiniformes:<\/strong> <strong>Tubar\u00f5es-Anjo<\/strong>: Cerca de 18 esp\u00e9cies, todos com uma forma de corpo distintivamente achatada. <strong><br \/>\nPristiophoriformes:<\/strong> <strong>Tubar\u00f5es-Serra<\/strong>: 8 esp\u00e9cies, todos com um focinho em forma de serra.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Sentidos dos Tubar\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Localizar comida \u00e9 uma capacidade cr\u00edtica de qualquer animal e os tubar\u00f5es t\u00eam esta arte bem refinada.<\/p>\n<p>Como a maioria dos peixes, eles usam c\u00e9lulas sensoriais, dispostas em linhas laterais nos seus flancos, para detectarem ondas de press\u00e3o provocadas por outras criaturas que passem por perto.<\/p>\n<p>Mas \u00e9 a sua lend\u00e1ria capacidade de detectar a presen\u00e7a de part\u00edculas de comida o que os torna not\u00e1veis.<\/p>\n<p>A maioria dos tubar\u00f5es consegue discernir as mais \u00ednfimas quantidades de qu\u00edmicos presentes na \u00e1gua, a mais de 500 metros de dist\u00e2ncia da sua origem.<\/p>\n<p>\u00d3rg\u00e3os especiais nos seus orif\u00edcios nasais (normalmente localizados nos lados do focinho) captam at\u00e9 os mais dilu\u00eddos resqu\u00edcios de comida na corrente de \u00e1gua.<\/p>\n<p>Estes \u00f3rg\u00e3os s\u00e3o t\u00e3o sens\u00edveis que conseguem at\u00e9 determinar se \u00e9 o orif\u00edcio nasal esquerdo ou direito que capta a mais concentrada dose do qu\u00edmico, apontando ent\u00e3o o tubar\u00e3o \u00e0 sua origem com uma precis\u00e3o impressionante.<\/p>\n<p>A vis\u00e3o \u00e9 outro processo importante para localizar presas.<\/p>\n<p>O olho de um tubar\u00e3o \u00e9 normalmente dez vezes mais sens\u00edvel \u00e0 luz do que o olho humano, e as esp\u00e9cies que capturam criaturas que se movimentam depressa, como peixes e focas, demonstraram ter uma vis\u00e3o particularmente boa.<\/p>\n<p>Eles tamb\u00e9m conseguem distinguir cores e algumas esp\u00e9cies demonstraram ser atra\u00eddas por objetos met\u00e1licos brilhantes.<\/p>\n<p>Como se estes sentidos n\u00e3o fossem suficientes, os tubar\u00f5es tamb\u00e9m s\u00e3o extremamente sens\u00edveis aos campos magn\u00e9ticos. Investigadores demonstraram que muitas esp\u00e9cies usam o pr\u00f3prio campo magn\u00e9tico da Terra para navegar.<\/p>\n<p>Alguns at\u00e9 conseguem detectar pequenos campos magn\u00e9ticos emitidos por outros peixes nas proximidades, auxiliando-os na busca de comida.<\/p>\n<p><strong>Sentidos b\u00e1sicos dos tubar\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Um dos principais motivos pelos quais os tubar\u00f5es s\u00e3o \u00f3timos predadores \u00e9 o fato de possu\u00edrem sentidos apurados. Inicialmente, os cientistas pensavam nos tubar\u00f5es como enormes narizes que nadavam.<\/p>\n<p>Quando os pesquisadores tamparam as aberturas nasais de tubar\u00f5es cativos, eles tiveram problemas para localizar suas presas.<\/p>\n<p>Isto parecia demonstrar que os outros sentidos do tubar\u00e3o n\u00e3o eram t\u00e3o desenvolvidos quanto o olfato. Pesquisas posteriores demonstraram que os tubar\u00f5es t\u00eam, na verdade, v\u00e1rios sentidos agu\u00e7ados, mas dependem de todos eles funcionando em conjunto. Quando um deles \u00e9 tirado, a habilidade dos tubar\u00f5es para ca\u00e7ar fica significativamente prejudicada.<\/p>\n<p>O nariz do tubar\u00e3o \u00e9 definitivamente uma das suas caracter\u00edsticas mais impressionantes. Conforme o tubar\u00e3o se move, a \u00e1gua flui atrav\u00e9s de duas narinas frontais, posicionadas nas laterais do focinho.<\/p>\n<p>A \u00e1gua entra pela passagem nasal e passa por dobras de pele cobertas por c\u00e9lulas sensoriais. Em alguns tubar\u00f5es, essas c\u00e9lulas sensoriais podem detectar at\u00e9 mesmo os menores tra\u00e7os de sangue na \u00e1gua.<\/p>\n<p>Um grande tubar\u00e3o-branco, por exemplo, seria capaz de detectar uma \u00fanica gota de sangue em uma piscina ol\u00edmpica. A maioria dos tubar\u00f5es pode detectar sangue e odores de animais h\u00e1 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Outra coisa impressionante sobre o olfato dos tubar\u00f5es \u00e9 o fato de ser direcional.<\/p>\n<p><strong>As duas cavidades nasais atuam como seus dois ouvidos:<\/strong> odores que v\u00eam da esquerda do tubar\u00e3o chegam \u00e0 cavidade esquerda antes de chegar \u00e0 direita.<\/p>\n<p>Desta forma, o tubar\u00e3o pode identificar de onde vem o odor e ir direto a ele.<\/p>\n<p>Os tubar\u00f5es tamb\u00e9m t\u00eam a audi\u00e7\u00e3o muito apurada. Pesquisas\u00a0relatam que eles podem ouvir sons quase impercept\u00edveis que est\u00e3o abaixo da capacidade humana.<\/p>\n<p>Os tubar\u00f5es podem rastrear sons a quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia, especialmente sons da afli\u00e7\u00e3o de presas feridas.<\/p>\n<p>A vis\u00e3o varia de esp\u00e9cie para esp\u00e9cie. Alguns tubar\u00f5es menos ativos que ficam perto da superf\u00edcie n\u00e3o possuem a vis\u00e3o muito apurada, j\u00e1 os que ficam no fundo do oceano possuem olhos muito grandes que os permitem enxergar na escurid\u00e3o. A maioria dos tubar\u00f5es, no entanto, possui o campo de vis\u00e3o bastante amplo, j\u00e1 que os olhos s\u00e3o posicionados nas laterais da cabe\u00e7a. Um grande exemplo \u00e9 o tubar\u00e3o cabe\u00e7a-de-martelo, cujos olhos projetam-se para fora da cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>Muitas esp\u00e9cies tamb\u00e9m confiam muito em seu paladar. Antes de comer algo, eles d\u00e3o uma \u201cmordida de teste\u201d. Os receptores gustativos agrupados na boca analisam a refei\u00e7\u00e3o em potencial para verificar se \u00e9 agrad\u00e1vel.<\/p>\n<p>Os tubar\u00f5es frequentemente rejeitam presas que estejam fora de suas dietas comuns ap\u00f3s essa primeira mordida.<\/p>\n<p>Al\u00e9m desses sentidos, os tubar\u00f5es tamb\u00e9m possuem alguns outros que n\u00e3o compreendemos completamente.<\/p>\n<p><strong>Classifica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Nome cient\u00edfico:<\/strong> Selachimorpha<strong><br \/>\nReino: <\/strong>Animalia<br \/>\n<strong>Filo:<\/strong> Chordata<br \/>\n<strong>Classe:<\/strong> Chondrichthyes<br \/>\n<strong>Subclasse:<\/strong> Elasmobranchii<br \/>\n<strong>Superordem: <\/strong>Selachimorpha<strong><br \/>\nExpectativa de Vida:<\/strong> 20 \u2013 30 anos (na natureza)<br \/>\n<strong>Velocidade:<\/strong> 50 km\/h<\/p>\n<p><strong>Tubar\u00f5es &#8211; Fotos<\/strong><\/p>\n<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-38850 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Tubaro5.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Tubaro5-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Tubaro6.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Tubaro6-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Tubaro7.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Tubaro7-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Tubaro8.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Tubaro8-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p><strong>Fonte:<\/strong> www.colegiosaofrancisco.com.br\/www.wisegeek.org\/www.tubaroes.vilabol.uol.com.br\/smrtenglish.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tubar\u00f5es, Animais, Brasil, Esp\u00e9cies, Hist\u00f3ria, Pele, Ataque, Evolu\u00e7\u00e3o, Anatomia, Reprodu\u00e7\u00e3o, Alimenta\u00e7\u00e3o, Caracter\u00edsticas, Tubar\u00f5es<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[87],"tags":[],"class_list":["post-38850","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-animais"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Tubar\u00f5es, Peixes, Animal, Evolu\u00e7\u00e3o, O que \u00e9 Tubar\u00f5es<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Tubar\u00f5es, Peixes, Animal, Evolu\u00e7\u00e3o, O 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