{"id":37978,"date":"2016-05-30T13:53:41","date_gmt":"2016-05-30T13:53:41","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=37978"},"modified":"2019-03-22T09:34:26","modified_gmt":"2019-03-22T11:34:26","slug":"golfinho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/animais\/golfinho","title":{"rendered":"Golfinho"},"content":{"rendered":"<p><strong>O que \u00e9 um Golfinho?<\/strong><\/p>\n<p>Um <strong>golfinho<\/strong> \u00e9 um mam\u00edfero marinho, intimamente relacionado a baleias e botos. Embora seja mais frequentemente considerado como vivendo no mar, existem tamb\u00e9m esp\u00e9cies de rios.<\/p>\n<p>A maioria est\u00e1 familiarizada com o Nariz de garrafa, frequentemente visto em shows de golfinhos no parque aqu\u00e1tico. Esta \u00e9 apenas uma das 40 esp\u00e9cies conhecidas, incluindo a baleia assassina, que embora chamada de uma baleia, na verdade pertence \u00e0 fam\u00edlia Delphinidae.<\/p>\n<p>Embora as baleias assassinas sejam muito grandes, com at\u00e9 9,14 m de comprimento, muitas esp\u00e9cies de golfinhos s\u00e3o consideravelmente menores, com uma m\u00e9dia de 2,44 m de comprimento. O menor, o Golfinho de Maui, tem apenas 1,22 m de comprimento e pesa menos que a maioria dos humanos adultos.<\/p>\n<p>Acredita-se que esses animais sejam criaturas alegres e divertidas, mas que podem ser mortais ao proteger seus filhotes.<\/p>\n<p>Eles costumam usar seus narizes para, com for\u00e7a total, atacar os tubar\u00f5es, repelindo-os de atacar seus beb\u00eas.<\/p>\n<p>O golfinho tamb\u00e9m obt\u00e9m for\u00e7a em n\u00fameros, geralmente viajando em um casulo de at\u00e9 12 animais para fornecer prote\u00e7\u00e3o e atender \u00e0s suas necessidades sociais.<\/p>\n<p>Embora os golfinhos sejam simp\u00e1ticos, e geralmente s\u00e3o, para os humanos, as orcas podem ser particularmente agressivas.<\/p>\n<p>Em geral, as orcas n\u00e3o veem os seres humanos como fonte de alimento e s\u00e3o adapt\u00e1veis ao treinamento em parques aqu\u00e1ticos.<\/p>\n<p>No entanto, eles ca\u00e7am outros golfinhos, e n\u00e3o h\u00e1 registro de baleias assassinas coexistindo pacificamente com esp\u00e9cies menores.<\/p>\n<p>Os golfinhos t\u00eam v\u00e1rias habilidades que os adaptam bem \u00e0 exist\u00eancia marinha.<\/p>\n<p>Acredita-se que eles tenham excelente vis\u00e3o e uma audi\u00e7\u00e3o extraordinariamente boa, superando em muito as habilidades auditivas dos seres humanos.<\/p>\n<p>Eles usam a ecolocaliza\u00e7\u00e3o para navegar em seu mundo subaqu\u00e1tico e para encontrar objetos. Eles podem nadar muito rapidamente para pegar peixes que escapam com facilidade.<\/p>\n<p>Eles tamb\u00e9m foram observados usando ferramentas e ensinando seus filhos a usar ferramentas.<\/p>\n<p>O golfinho \u00e9 considerado uma das criaturas mais inteligentes do planeta, e os argumentos abundam quanto a se excede ou n\u00e3o os grandes macacos na intelig\u00eancia.<\/p>\n<p>Pesquisas recentes analisando os cliques e assobios de golfinhos levaram a uma conclus\u00e3o preliminar de que certas esp\u00e9cies podem ter nomes \u00fanicos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, dois golfinhos podem discutir um terceiro animal pelo nome. Este estudo, lan\u00e7ado em 2006, d\u00e1 grande apoio \u00e0 teoria de que eles s\u00e3o de fato mais inteligentes do que os grandes macacos, e altamente merecedores de nossa prote\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m tem havido alguma evid\u00eancia de que algumas variedades de golfinhos podem se reunir e ca\u00e7ar com seus primos pr\u00f3ximos, botos. Embora algumas esp\u00e9cies claramente desencorajem a associa\u00e7\u00e3o com botos, outros grupos foram observados alimentando-os, sugerindo que os botos podem ser algo parecido com animais de estima\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Embora incomum, o golfinho tamb\u00e9m pode cruzar esp\u00e9cies. Isto foi observado em ambos os selvagens e em cativeiro. Quando bem sucedidas, as esp\u00e9cies hibridizadas s\u00e3o o resultado.<\/p>\n<p>Infelizmente, nem todas as pessoas levam a s\u00e9rio a prote\u00e7\u00e3o dos golfinhos.<\/p>\n<p>Por muitos anos, os pescadores usavam redes que poderiam facilmente captur\u00e1-las e mat\u00e1-las. Embora mais m\u00e9todos de pesca amig\u00e1veis aos golfinhos tenham sido desenvolvidos, isso n\u00e3o significa que os animais estejam completamente seguros das redes mais novas.<\/p>\n<p>De fato, apesar de muitas latas de atum rotularem seu atum como seguro para golfinhos, algumas ainda encontram sua morte quando se enredam em redes.<\/p>\n<p>As \u00e1reas de sobrepesca tamb\u00e9m podem levar a menos comida para as popula\u00e7\u00f5es de golfinhos, reduzindo seus n\u00fameros.<\/p>\n<p>O golfinho foi saudado por muitas culturas como um sinal de boa sorte. Anedotas relacionam casos desses animais salvando seres humanos de afogamento ou de ataques iminentes de tubar\u00e3o.<\/p>\n<p>Sua maneira agrad\u00e1vel de nadar na esteira dos navios os encantou a muitos. Quando sua prote\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 assegurada por pr\u00e1ticas de pesca ambientalmente saud\u00e1veis, \u00e9 realmente triste.<\/p>\n<p>A habilidade e intelig\u00eancia do golfinho tem sido elogiada na literatura e nos filmes. Acredita-se que nadar com eles tenha efeitos ben\u00e9ficos para aqueles com doen\u00e7as ou defici\u00eancias de desenvolvimento.<\/p>\n<p>Sua alta intelig\u00eancia continua a ser de grande interesse para muitos, e espera-se que mais estudos ajudem na prote\u00e7\u00e3o de todas as 40 esp\u00e9cies.<\/p>\n<p><strong>Descri\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Os golfinhos s\u00e3o mam\u00edferos marinhos altamente inteligentes e fazem parte da fam\u00edlia das baleias dentadas, que inclui orcas e baleias-piloto.<\/p>\n<p>Eles s\u00e3o encontrados em todo o mundo, principalmente em mares rasos das plataformas continentais, e s\u00e3o carn\u00edvoros, principalmente peixes e lulas.<\/p>\n<p>A colora\u00e7\u00e3o dos golfinhos varia, mas eles geralmente s\u00e3o de cor cinza com costas mais escuras do que o resto de seus corpos.<\/p>\n<p><strong>Dieta<\/strong><\/p>\n<p>Os golfinhos consomem uma variedade de presas, incluindo peixes, lulas e crust\u00e1ceos.<\/p>\n<p><strong>Alcance<\/strong><\/p>\n<p>A maioria das esp\u00e9cies vive em \u00e1reas rasas de oceanos tropicais e temperados em todo o mundo. Cinco esp\u00e9cies vivem nos rios do mundo.<\/p>\n<p><strong>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00c9poca de acasalamento:<\/strong> Durante todo o ano, embora em algumas \u00e1reas haja um pico na primavera e no outono.<\/p>\n<p><strong>Gesta\u00e7\u00e3o: <\/strong>9-17 meses, dependendo da esp\u00e9cie. Quando chegar a hora de dar \u00e0 luz, a f\u00eamea se distanciar\u00e1 da vagem, geralmente se aproximando da superf\u00edcie da \u00e1gua.<\/p>\n<p><strong>N\u00famero de descendentes:<\/strong> geralmente um golfinho; g\u00eameos s\u00e3o raros.<\/p>\n<p>Assim que o golfinho nasce, a m\u00e3e deve rapidamente lev\u00e1-lo \u00e0 superf\u00edcie para que possa respirar pela primeira vez. O golfinho vai ser amamentado por 11 meses a 2 anos e, ap\u00f3s o t\u00e9rmino da amamenta\u00e7\u00e3o, permanecer\u00e1 com a m\u00e3e at\u00e9 os 3 e 8 anos de idade.<\/p>\n<p><strong>Comportamento<\/strong><\/p>\n<p>Os golfinhos s\u00e3o bem conhecidos por sua agilidade e comportamento brincalh\u00e3o, tornando-os um favorito dos observadores da vida selvagem. Muitas esp\u00e9cies saltam da \u00e1gua, espiam-saltam (levantam-se verticalmente para fora da \u00e1gua para verem o ambiente) e seguem os navios, sincronizando frequentemente os seus movimentos uns com os outros.<\/p>\n<p>Os cientistas acreditam que os golfinhos conserve energia nadando ao lado dos navios, uma pr\u00e1tica conhecida como cavalgada.<\/p>\n<p>Os golfinhos vivem em grupos sociais de cinco a v\u00e1rias centenas. Eles usam a ecolocaliza\u00e7\u00e3o para encontrar presas e geralmente ca\u00e7am juntos cercando um cardume de peixes, prendendo-os e revezando-se nadando pela escola e pegando peixes.<\/p>\n<p>Os golfinhos tamb\u00e9m seguem as aves marinhas, outras baleias e barcos de pesca para se alimentar oportunisticamente dos peixes que assustam ou descartam.<\/p>\n<p><strong>Animal<\/strong><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m chamado de \u201cdelfim\u201d, o golfinho \u00e9 um mam\u00edfero perfeitamente adequado para viver no mar, podem mergulhar a bastante profundidade e se alimentam de peixes e sobretudo de lulas.<\/p>\n<p>Nos aqu\u00e1rios aprendem a alimentar-se. Podem viver de 25 a 30 anos.<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel trein\u00e1-lo e executar grande variedade de tarefas \u2013 algumas de certa complexidade.<\/p>\n<p>Outra caracter\u00edstica que torna o golfinho interessante, \u00e9 a sua capacidade de brincar. Nenhum animal, exceto o homem, tem uma variedade t\u00e3o grande de comportamentos que n\u00e3o estejam diretamente ligados \u00e0s atividades biol\u00f3gicas b\u00e1sicas \u2013 alimenta\u00e7\u00e3o, reprodu\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Viver em grupos e sua intelig\u00eancia s\u00e3o tra\u00e7os caracter\u00edsticos. Todos s\u00e3o nadadores privilegiados e, \u00e0s vezes, saltam at\u00e9 cinco metros acima da \u00e1gua. Podem nadar a uma velocidade de 61 km\/h.<\/p>\n<p>Os golfinhos s\u00e3o cet\u00e1ceos que s\u00e3o um grupo de mam\u00edferos totalmente adaptados para viver na \u00e1gua. Enquanto a maioria das esp\u00e9cies vive nos oceanos e mares, poucas esp\u00e9cies habitam rios.<\/p>\n<p>No entanto, os golfinhos s\u00e3o um grupo informal que n\u00e3o \u00e9 auto-suficiente taxonomicamente. Eles pertencem \u00e0 fam\u00edlia Delphinidae, que inclui os golfinhos oce\u00e2nicos, mas este grupo tamb\u00e9m inclui os golfinhos do rio.<\/p>\n<p>Como todos os mam\u00edferos, eles t\u00eam sangue quente e respiram pelos pulm\u00f5es. Os golfinhos s\u00e3o um dos animais mais inteligentes do mundo e possuem excelentes capacidades de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Anatomia<\/strong><\/p>\n<p><strong>N\u00e3o tem orelhas:<\/strong> apenas dois pequenos orif\u00edcios que ficam junto aos olhos. Entretanto, sua sensibilidade auditiva \u00e9 extraordin\u00e1ria. Eles descendem de mam\u00edferos terrestres. Seus membros dianteiros, em forma de nadadeiras, conservam por dentro a ossadura dos mam\u00edferos de terra, inclusive a m\u00e3o de cinco dedos. Sua cabe\u00e7a \u00e9 pequena em rela\u00e7\u00e3o ao corpo, e os olhos s\u00e3o bem grandinhos para o tamanho da cabe\u00e7a. Apesar de seus 80 a 100 dentes em cada maxilar, os golfinhos n\u00e3o mastigam. Engolem tudo e o est\u00f4mago faz o resto.<\/p>\n<p><strong>Golfinho Flipper<\/strong><\/p>\n<p>Nome que recebe a esp\u00e9cie mais conhecida e mais estudada de delfim. Tamb\u00e9m \u00e9 a esp\u00e9cie mais comum em zool\u00f3gicos e aqu\u00e1rios de todo o mundo.<\/p>\n<p>Costuma ser cinzento ou negro nas partes superiores e um pouco mais claro nas inferiores. Seu cr\u00e2nio apresenta um prolongamento que forma uma esp\u00e9cie de focinho ou bico. S\u00e3o animais muito soci\u00e1veis, que se comunicam por meio de um rico repert\u00f3rio de sons; no entanto, parece que em algumas popula\u00e7\u00f5es, os indiv\u00edduos emitem um som pr\u00f3prio e caracter\u00edstico, que os diferencia dos demais.<\/p>\n<p>Para explorar e investigar seu ambiente, fazem uso da ecolocaliza\u00e7\u00e3o e s\u00e3o capazes de detectar com precis\u00e3o objetos muito pequenos.<\/p>\n<p><strong>Gesta\u00e7\u00e3o e filhotes<\/strong><\/p>\n<p>A f\u00eamea do golfinho passa 12 meses esperando seu rebento. Ao nascer, este j\u00e1 \u00e9 bem grandinho, mas, ainda assim, d\u00e1 um trabalho enorme \u00e0 m\u00e3e. Nos primeiros tempos, al\u00e9m de amament\u00e1-lo, ela precisa lev\u00e1-lo de vez em quando \u00e0 superf\u00edcie para respirar. Passada essa fase inicial, o pequeno passa a usar a narina que tem no alto de sua cabe\u00e7a, mas continua a depender da m\u00e3e para se alimentar por cerca de um ano.<\/p>\n<p><strong>Respira\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Exibicionistas e brincalh\u00f5es, os golfinhos parecem at\u00e9 bandos de meninos em recreio. Em parte, tais acrobacias s\u00e3o puras demonstra\u00e7\u00f5es de agilidade e for\u00e7a; em parte, devem-se a necessidade que t\u00eam em respirar periodicamente.<\/p>\n<p>Saindo da \u00e1gua, eles expelem o ar pela \u00fanica narina que possuem, tomam f\u00f4lego de novo e voltam a mergulhar.<\/p>\n<p><strong>Boto<\/strong><\/p>\n<p>Os golfinhos s\u00e3o animais que geralmente preferem viver em alto mar. Mas o boto, outro animal bem conhecido que pertence \u00e0 fam\u00edlia dos Delfin\u00eddeos, vive na \u00e1gua doce em certas partes da Amaz\u00f4nia. O boto branco, vive no rio amazonas e \u00e9 venerado pelos \u00edndios sob o nome de \u201cIara\u201d.<\/p>\n<p><strong>Sons<\/strong><\/p>\n<p>Os golfinhos nadam livremente pelas \u00e1guas escuras e agitadas, orientando-se somente pelos ecos dos sons que produz. O formato de sua cabe\u00e7a funciona como uma caixa ac\u00fastica.<\/p>\n<p>O sonar dos golfinhos opera com uma precis\u00e3o de detalhes maior do que o sonar eletr\u00f4nico.<\/p>\n<p><strong>O Mito dos Golfinhos<\/strong><\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre n\u00f3s humanos e os Golfinhos vem desde milhares de anos atr\u00e1s antes de Cristo. Na Gr\u00e9cia Antiga os Golfinhos eram honrados como uns Deuses, e os gregos mantinham um santu\u00e1rio que eles consideravam ser o Deus Golfinho. J\u00e1 os Maori do Pac\u00edfico Sul, consideravam os Golfinhos como um mensageiro dos Deuses.<\/p>\n<p>Atualmente, estes mam\u00edferos, j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o considerados como Deuses, mas para muitas pessoas ainda s\u00e3o considerados como \u201cOs Humanos do Mar\u201d. Alguns aqu\u00e1rios contribuem para este ponto de vista, promovendo os Golfinhos como uma personalidade. Tamb\u00e9m o cinema, a televis\u00e3o e a fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica contribuem para o mesmo.<\/p>\n<p><strong>Mas ser\u00e1 que os Golfinhos s\u00e3o realmente super-inteligentes? <\/strong><\/p>\n<p>Apesar dos c\u00e9rebros dos Golfinhos variarem de tamanho de esp\u00e9cie para esp\u00e9cie, s\u00e3o relativamente grandes.<\/p>\n<p><strong>Contudo o tamanho do c\u00e9rebro em nada revela a natureza de sua intelig\u00eancia. Ent\u00e3o para que usam os Golfinhos tamanho c\u00e9rebro? <\/strong><\/p>\n<p>Alguns investigadores sugerem que o fato do c\u00e9rebro ser t\u00e3o grande \u00e9 necess\u00e1rio para o \u201csonar\u201d e o processamento do som destes mam\u00edferos. Outros cientistas afirmam que o n\u00edvel de intelig\u00eancia dos Golfinhos encontra-se entre o de um c\u00e3o e o de um chimpanz\u00e9.<\/p>\n<p>E a resposta certa \u00e9\u2026 ningu\u00e9m ainda soube realmente explicar. Assim como a intelig\u00eancia humana se adapta as nossas necessidades, a intelig\u00eancia dos Golfinhos adapta-se \u00e0s suas necessidades.<\/p>\n<p><strong>Ent\u00e3o o que sabemos ao certo sobre os Golfinhos? <\/strong><\/p>\n<p>Atualmente a investiga\u00e7\u00e3o dos cientistas junto aos Golfinhos, revela apenas que eles s\u00e3o curiosos e aparentemente soci\u00e1veis.<\/p>\n<p>A Roma Antiga contava hist\u00f3rias de rapazinhos que nadavam com os Golfinhos, o que \u00e9 provavelmente verdade, nos \u00faltimos anos, tanto as crian\u00e7as como os adultos t\u00eam nadado com os Golfinhos ao longo das costas dos Estados Unidos, Irlanda, Fran\u00e7a, Espanha, Iugosl\u00e1via, Austr\u00e1lia e Inglaterra.<\/p>\n<p>Conhecem-se tamb\u00e9m casos de Golfinhos que tem salvo v\u00edtimas de afogamento. Contudo existem v\u00e1rios documentos de casos de Golfinhos que puxam as pessoas para fora da zona de seguran\u00e7a e que os mant\u00eam debaixo de \u00e1gua.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 conhecido nenhum Golfinho que seja selvagem, que tenha matado uma pessoa, contudo os Golfinhos s\u00e3o fortes e animais independentes que devem ser sempre respeitados.<\/p>\n<p>Em vez de lhes confiarmos o t\u00edtulo de personalidades humanas ou o estatuto de deuses, devemos apreciar a sua independ\u00eancia e liberdade.<\/p>\n<p><strong>Evolu\u00e7\u00e3o da Esp\u00e9cie<\/strong><\/p>\n<p>Conhecemos muito pouco sobre os f\u00f3sseis de antigas esp\u00e9cies de Golfinhos, e o que se conhece \u00e9 extremamente incerto. Sup\u00f5e-se que h\u00e1 cerca de 50 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, uma esp\u00e9cie de gato pr\u00e9-hist\u00f3rico \u201cMesonychidea\u201d, come\u00e7ou a passar mais tempo na \u00e1gua \u00e0 procura de alimento, e que eventualmente se transformou para melhor se adaptar a esse novo meio ambiente.<\/p>\n<p>O regresso \u00e0 \u00e1gua, trouxe benef\u00edcios significantes para os carn\u00edvoros terrestres.<\/p>\n<p>Os animais marinhos eram uma nova fonte de alimento inexplorada. Mesmo assim, demorou ainda milh\u00f5es de anos at\u00e9 que os primeiros cet\u00e1ceos aparecessem nos oceanos. Os primeiros cet\u00e1ceos foram provavelmente os \u201cProtocetidea\u201d, h\u00e1 cerca de 40-50 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s. Tudo o que conhecemos acerca destes pioneiros cet\u00e1ceos \u00e9 que possu\u00edam algumas caracter\u00edsticas reconhec\u00edveis da sua esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>O seu estilo de vida seria, provavelmente anf\u00edbio e n\u00e3o completamente aqu\u00e1tico. H\u00e1 cerca de 40 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, surgiu o \u201cDorudontinae\u201d, que eram muito similares aos Golfinhos. Entre 24 e 34 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, surgiram dois grupos \u201cOdontoceti\u201d e \u201cMysticeti\u201d. Entre os primitivos Odontoceti o \u201cSuqalodontae\u201d era o mais parecido com os Golfinhos modernos, e foi provavelmente deste grupo que derivaram os Golfinhos.<\/p>\n<p><strong>Mas havia ainda um aspecto primitivo que os distinguia bem dos atuais Golfinhos:<\/strong> os dentes.<\/p>\n<p>Nos primitivos Odontoceti, os dentes eram quase todos diferentes, enquanto que nos atuais Golfinhos, os dentes s\u00e3o praticamente iguais. H\u00e1 cerca de 24 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, uma fam\u00edlia bastante diversa denominada de \u201cKentriodontidae\u201d apareceu nos oceanos Atl\u00e2ntico e Pac\u00edfico. E \u00e9 desta fam\u00edlia que nasceu a super-fam\u00edlia \u201cDelphinoidea\u201d, cerca de 10 milh\u00f5es de anos depois.<\/p>\n<p><strong>\u00d3rg\u00e3os Reprodutores<\/strong><\/p>\n<p>Nos Golfinhos machos, a abertura genital \u00e9 em frente ao orif\u00edcio retal. O longo falo, que normalmente se encontra completamente dentro do corpo, est\u00e1 quase sempre retra\u00eddo e emerge apenas quando o Golfinho tem uma ere\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O par de test\u00edculos, encontra-se escondido dentro da cavidade abdominal, perto dos rins.<\/p>\n<p>Nas f\u00eameas, a abertura genital tamb\u00e9m se encontra na barriga, onde se localizam os \u00f3rg\u00e3os genitais e urin\u00e1rios. As duas gl\u00e2ndulas mam\u00e1rias est\u00e3o dos dois lados da abertura genital e os mamilos encontram-se retra\u00eddos.<\/p>\n<p>Contudo estes se estendem durante a amamenta\u00e7\u00e3o, pois o beb\u00ea Golfinho n\u00e3o consegue modificar o formato da boca de forma a \u201csugar\u201d o leite, tendo por isso de formar uma passagem entre a l\u00edngua e a boca, na qual recolhe o leite da m\u00e3e.<\/p>\n<p><strong>Esqueleto<\/strong><\/p>\n<p>O esqueleto dos mam\u00edferos tem sofrido diversas modifica\u00e7\u00f5es ao longo dos tempos. Os membros anteriores modificaram-se e tornaram-se nadadeiras e os ossos dos membros posteriores desapareceram por completo.<\/p>\n<p>Permanece ainda uma zona p\u00e9lvica, como um mero vest\u00edgio da musculatura ventral. A maior parte das costelas dos Golfinhos n\u00e3o est\u00e3o ligadas ao externo; e as que se encontram ligadas, est\u00e3o juntas, permitindo que a caixa tor\u00e1cica se esmague a altas press\u00f5es sem provocar danos. O cr\u00e2nio \u00e9 lan\u00e7ado para frente e alinha com a coluna vertebral e a coluna cervical, que na maior parte das esp\u00e9cies est\u00e1 fundida uma na outra.<\/p>\n<p><strong>Pele<\/strong><\/p>\n<p>A pele de um Golfinho \u00e9 lisa e suave. Est\u00e1 constantemente a ser substitu\u00edda. Al\u00e9m disso \u00e9 extremamente sens\u00edvel ao tato e cicatriza com muita facilidade. Virtualmente, cada golfinho adulto carrega parte dos registros acerca de intera\u00e7\u00f5es com companheiros, inimigos e o meio ambiente, codificados num conjunto de cicatrizes nas suas peles. Isto tem sido \u00fatil aos investigadores e cientistas, para identificarem individualmente cada animal.<\/p>\n<p><strong>Cabe\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>A face dos Golfinhos pode ser considerada deveras inexpressiva.<\/p>\n<p>Os olhos podem alargar-se e escurecer com a excita\u00e7\u00e3o, ou estreitar abruptamente com a raiva, mas o perp\u00e9tuo sorriso caracter\u00edstico na maior parte das esp\u00e9cies de Golfinhos nada nos diz acerca do estado emocional.<\/p>\n<p>Alguns Golfinhos t\u00eam aquilo a que chamamos de \u201cbico de ave\u201d \u2026 outras esp\u00e9cies n\u00e3o possuem nada na cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>N\u00e3o existe ouvido externo, apenas uma pequena abertura de cada lado da cabe\u00e7a, que n\u00e3o aparenta ser usado para audi\u00e7\u00e3o. Em frente encontram-se os olhos, cuja fun\u00e7\u00e3o \u00e9 independente um do outro. Na maior parte das esp\u00e9cies, os maxilares s\u00e3o direitos, alongados e estreitos.<\/p>\n<p>Na parte posterior do maxilar superior, situa-se uma \u00e1rea de tecido gorduroso conhecida por \u201cMel\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>O c\u00e9rebro fica mesmo na parte de tr\u00e1s do cr\u00e2nio. Muitas esp\u00e9cies de Golfinhos t\u00eam um grande n\u00famero de dentes, alguns mais de 200. Ao contr\u00e1rio dos outros mam\u00edferos, os machos com dentes, n\u00e3o possuem dentes de leite, mas desenvolvem um \u00fanico conjunto de dentes que jamais ser\u00e1 substitu\u00eddo. Situado no topo da cabe\u00e7a, por detr\u00e1s do mel\u00e3o, encontra-se um orif\u00edcio de respira\u00e7\u00e3o. Em todas as esp\u00e9cies, este orif\u00edcio est\u00e1 sempre fechado e s\u00f3 pode ser aberto por a\u00e7\u00e3o muscular.<\/p>\n<p>Existem duas passagens nasais no cr\u00e2nio, que se junta a um \u00fanico tubo que se une ao fim da traqueia.<\/p>\n<p>O fato de a traqueia e o es\u00f4fago do animal estarem completamente separados, permite ao animal alimentar-se debaixo de \u00e1gua sem se afogar.<\/p>\n<p><strong>Rins<\/strong><\/p>\n<p class=\"botao\">Os rins s\u00e3o grandes, e consistem de muitos lombos interligados e \u201cempacotados\u201d. O mesmo tipo de rins pode ser encontrado nas focas e nos ursos, por isso n\u00e3o podemos avaliar o valor de adapta\u00e7\u00e3o para a vida na \u00e1gua.<\/p>\n<p class=\"botao\">Os rins dos Golfinhos cont\u00eam tamb\u00e9m estruturas especiais que ajudam na filtragem enquanto mergulham. Muitos poder\u00e3o pensar que os Golfinhos t\u00eam problemas em arranjar \u00e1gua para sobreviverem, visto viverem num meio salino, \u00e9 que os rins desempenham uma importante fun\u00e7\u00e3o nesse aspecto; mas na realidade, os Golfinhos t\u00eam a maior parte da \u00e1gua que necessitam alimentando-se dos peixes.<\/p>\n<p><strong>Nadadeira Dorsal<\/strong><\/p>\n<p>Muitos Golfinhos possuem uma nadadeira dorsal, em que o tamanho varia de esp\u00e9cie para esp\u00e9cie. Ainda \u00e9 desconhecido o motivo que levou ao desenvolvimento desta nadadeira. Pelo que conhecemos, n\u00e3o existe nada an\u00e1logo nos antepassados terrestres dos cet\u00e1ceos. Mas como a nadadeira dorsal n\u00e3o possui ossos, n\u00e3o \u00e9 surpreendente que n\u00e3o apare\u00e7a nos f\u00f3sseis.<\/p>\n<p>Contudo a exist\u00eancia desta nadadeira n\u00e3o \u00e9 essencial \u00e0 sobreviv\u00eancia do cet\u00e1ceo.<\/p>\n<p><strong>Nadadeira Posterior ou Cauda<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o duas nadadeiras posteriores que constituem a cauda do Golfinho. S\u00e3o achatadas e horizontais e consistem de ten\u00f5es e fibras sem ossos.<\/p>\n<p>A fun\u00e7\u00e3o destas nadadeiras \u00e9 servirem de p\u00e1s para impulsionar o movimento do Golfinho.<\/p>\n<p><strong>Circula\u00e7\u00e3o\u00a0<\/strong><b>Sangu\u00ednea<\/b><\/p>\n<p>Existem diversas partes not\u00e1veis no sistema circulat\u00f3rio dos Golfinhos. Uma delas \u00e9 a extraordin\u00e1ria rede de vasos sangu\u00edneos. Pensa-se que esta rede fabulosa tem como fun\u00e7\u00e3o proteger os \u00f3rg\u00e3os vitais dos efeitos da press\u00e3o da \u00e1gua e aprisionar qualquer bolha de hidrog\u00eanio que se possa formar na ascens\u00e3o do Golfinho de zonas de altas press\u00f5es.<\/p>\n<p>O c\u00e9rebro recebe constantemente sangue, mesmo durante mergulhos profundos.<\/p>\n<p>Outro aspecto not\u00e1vel na rede sangu\u00ednea, \u00e9 minimizar a perda de calor no corpo do Golfinho, pois os vasos sangu\u00edneos s\u00e3o estendidos a todas as partes do corpo e mesmo dos extremos como as nadadeiras.<\/p>\n<p>Mas o Golfinho tamb\u00e9m pode fazer o inverso, e a rede sangu\u00ednea tamb\u00e9m permite a diminui\u00e7\u00e3o do calor, em vez de obrigar o sangue a atravessar perto da espinha dorsal; contrai determinada art\u00e9ria e obriga o sangue a passar mais perto da pele, libertando calor.<\/p>\n<p><strong>COMUNICA\u00c7\u00c3O DOS GOLFINHOS<\/strong><\/p>\n<p><strong>O Sonar dos Golfinhos<\/strong><\/p>\n<p>O Golfinho \u00e9 capaz de gerar som sob a forma de clicks, dentro dos seus sacos nasais, situados por detr\u00e1s da nuca. A freq\u00fc\u00eancia dos clicks \u00e9 mais alta que a dos sons usados para comunica\u00e7\u00f5es e difere de esp\u00e9cie para esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>A nuca toma a fun\u00e7\u00e3o de lente que foca o som num feixe que \u00e9 projetado para frente do mam\u00edfero. Quando o som atinge um objeto, alguma da energia da forma de onda e refletida para o Golfinho.<\/p>\n<p>Aparentemente \u00e9 o maxilar inferior que recebe o eco, e o tecido gorduroso que lhe precede, que o transmite ao ouvido m\u00e9dio e posteriormente ao c\u00e9rebro.<\/p>\n<p>Recentemente foi sugerido que os dentes e os nervos dent\u00e1rios transmitiam informa\u00e7\u00f5es adicionais ao c\u00e9rebro dos Golfinhos. Assim que um eco \u00e9 recebido, o Golfinho gera outro click.<\/p>\n<p>O lapso temporal entre os clicks permite ao Golfinho identificar a dist\u00e2ncia que o separa do objeto. Pela continuidade deste processo, o Golfinho consegue seguir objetos. Ele \u00e9 capaz de o fazer num ambiente com ru\u00eddo, \u00e9 capaz de assobiar e ecoar ao mesmo tempo e podem ecoar diferentes objetos simultaneamente \u2013 fatores que fazem inveja a qualquer sonar humano.<\/p>\n<p>Observe a seguir as imagens onde voc\u00ea poder\u00e1 ver como funciona a ecolocaliza\u00e7\u00e3o dos Golfinhos e seus sons.<\/p>\n<p><strong>Alimenta\u00e7\u00e3o dos Golfinhos<\/strong><\/p>\n<p>Os Golfinhos e os porcos-marinhos s\u00e3o ca\u00e7adores, e alimentam-se principalmente de diversas esp\u00e9cies de peixe. Muitos ca\u00e7am em grupo e procuram as grandes \u201cescalas\u201d de presas.<\/p>\n<p>Cada esp\u00e9cie de peixe tem um ciclo anual de movimentos, e os Golfinhos acompanham essas escalas de peixes, ou por vezes parecem saber onde intercept\u00e1-los; provavelmente eles conseguem estas informa\u00e7\u00f5es pelos qu\u00edmicas dos peixes como a urina e as fezes.<\/p>\n<p>Contudo alguns Golfinhos preferem lulas e outros comem moluscos e camar\u00e3o. As orcas, consumem tudo o que j\u00e1 foi referido anteriormente e geralmente consomem mais do que qualquer outro Golfinho.<\/p>\n<p>Um macho adulto em cativeiro, devora cerca e 160 Km de peixe por dia, mas a m\u00e9dia \u00e9 de 79 Kg para os machos, 63 Kg para as f\u00eameas e 16 Kg para os beb\u00eas. Em cativeiro, as orcas alimentam-se de peixe morto, em liberdade, al\u00e9m de peixe tamb\u00e9m se alimentam de outros mam\u00edferos como as focas, os le\u00f5es marinhos, ou Golfinhos e por vezes baleias. Geralmente os Golfinhos n\u00e3o mastigam as suas presas, mas sim engolem-nos.<\/p>\n<p>Os cientistas determinam a dieta dos Golfinhos examinando o est\u00f4mago dos animais mortos nas praias e por vezes, mas com raridade, as suas fezes. \u00c9 muito raro um cientista conseguir observar, quanto mais fotografar um Golfinho a alimentar-se, j\u00e1 que isto se passa dentro de \u00e1gua.<\/p>\n<p>Provavelmente todas as esp\u00e9cies de Golfinhos usam o sonar para apanhar os peixes. Mas quando as orcas ca\u00e7am mam\u00edferos marinhos, t\u00eam de fazer muito mais do que utilizar o sonar, t\u00eam de esperar quietas, observar e por fim atacar. Em pleno oceano, os Golfinhos muitas vezes encurralam as escalas de peixes, obrigando-os a saltar para fora de \u00e1gua. Fen\u00f4meno v\u00e1rias vezes observado pelos investigadores e cientistas.<\/p>\n<p><strong>Intelig\u00eancia dos Golfinhos<\/strong><\/p>\n<p>Diversos fatores afetam o que chamamos de \u201cintelig\u00eancia\u201d. O principal componente da intelig\u00eancia \u00e9 a habilidade que se tem de se comunicar. Um humano pode ser extremamente inteligente mas, este sempre se despende todo o seu tempo a tentar sobreviver, ent\u00e3o n\u00e3o resta tempo para o pensamento. Tempo livre \u00e9 ent\u00e3o um grande fator, e os Golfinhos t\u00eam-no em abund\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Em primeiro lugar, os Golfinhos n\u00e3o dormem como n\u00f3s, eles s\u00e3o capazes de se \u201cdesligar\u201d com apenas uma parte do seu c\u00e9rebro por minutos numa determinada altura ao longo do dia.<\/p>\n<p>Muito raramente \u201cdesligam\u201d o c\u00e9rebro completamente. Isto \u00e9 necess\u00e1rio porque os Golfinhos necessitam de respirar ar pelo menos uma vez em cada 8 minutos.<\/p>\n<p>As \u00fanicas coisas que um Golfinho faz \u00e9 comer grandes quantidades de peixe e brincar. A comunica\u00e7\u00e3o entre esp\u00e9cies \u00e9 tamb\u00e9m necess\u00e1ria. Os Golfinhos usam uma linguagem por assobios que \u00e9 10 vezes mais r\u00e1pida que a nossa fala e 10 vezes mais alta em freq\u00fc\u00eancia. Para que um Golfinho falasse com a nossa velocidade, seria como se um humano tentasse falar com um trombone, muito lento.<\/p>\n<p><strong>Para um Golfinho, tentando falar com a nossa freq\u00fc\u00eancia e velocidade, o resultado seria o seguinte:<\/strong><\/p>\n<p><strong>n\u00f3s\u2026\u2026\u2026..fa\u2026\u2026la\u2026\u2026..mos\u2026\u2026\u2026 mu\u2026\u2026.i\u2026\u2026..to\u2026\u2026\u2026\u2026 de\u2026\u2026\u2026\u2026 va\u2026\u2026\u2026. gar\u2026\u2026\u2026\u2026<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 muito dif\u00edcil para n\u00f3s falarmos assim t\u00e3o devagar, e para os Golfinhos tamb\u00e9m. Outra particularidade na comunica\u00e7\u00e3o dos Golfinhos \u00e9 o sonar, que lhes permitem determinar as rea\u00e7\u00f5es internas de outros Golfinhos, humanos, peixes, etc. Imaginem sabermos como se sentem todas as pessoas \u00e0 nossa volta, se est\u00e3o alegres, tristes, zangadas. Ningu\u00e9m poderia enganar ou mentir.<\/p>\n<p>Isto se deve a mudan\u00e7as psicol\u00f3gicas que ocorrem dentro de n\u00f3s quando pensamos em determinadas coisas. Tamb\u00e9m atrav\u00e9s do sonar um Golfinho consegue ver se algu\u00e9m est\u00e1 ferido ou n\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Eis um caso real:<\/strong> \u201cUma senhora que se encontrava numa piscina com Golfinhos era continuamente empurrada para fora da piscina.<\/p>\n<p>Uns minutos mais tarde, ela colapsa com dores. No hospital descobriu que tinha uma hemorragia interna, que os Golfinhos muito provavelmente tinham dado conta. Como n\u00e3o havia mais ningu\u00e9m por perto na piscina, e a dist\u00e2ncia entre a linha de \u00e1gua e o cimo da piscina era grande, os Golfinhos tentaram a custo impedi-la de ficar na piscina, e assim salvaram-lhe a vida.\u201d<\/p>\n<p>A \u00fanica coisa que os cet\u00e1ceos n\u00e3o t\u00eam \u00e9 uma maneira de registrar a linguagem tal como a escrita. Uma ideia seria construir um programa de computador que permitisse traduzir os assobios dos Golfinhos em escrita e gravar; e vice-versa, passar o nosso texto para linguagem de Golfinhos.<\/p>\n<p><strong>AS DIVERSAS ESP\u00c9CIES DE GOLFINHOS<\/strong><\/p>\n<p>Chegam a 37 esp\u00e9cies descritas entre golfinhos e botos tanto de \u00e1gua salgada (oceanos), como de \u00e1gua doce (rios). Os Golfinhos podem viver cerca de 35 anos.<\/p>\n<p>Claro que n\u00e3o vou falar aqui das 37 esp\u00e9cies escolhi algumas delas que ser\u00e1 tratado cada item em separado.<\/p>\n<p>Estudaremos Os Golfinhos dos Oceanos onde mostrarei alguns deles e suas caracter\u00edsticas como tamb\u00e9m Os Golfinhos dos Rios.<\/p>\n<p>Os Golfinhos s\u00e3o d\u00f3ceis e brincalh\u00f5es e apreciam a companhia humana e alguns s\u00e3o mais arredios.Vejamos a seguir mais detalhes de cada esp\u00e9cie.<\/p>\n<p><strong>As diferentes esp\u00e9cies de Golfinhos s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Os Golfinhos dos Oceanos<\/strong><\/p>\n<p>Esta \u00e9 sem d\u00favida a maior fam\u00edlia de Golfinhos, s\u00e3o mais de 12 esp\u00e9cies diferentes. Muitos dos Golfinhos oce\u00e2nicos passam a maior parte do tempo, deslocando-se no oceano, cobrindo vastas \u00e1reas de mar, longe da costa.<\/p>\n<p>Muitas esp\u00e9cies est\u00e3o distribu\u00eddas pelo Mundo. Algumas dessas esp\u00e9cies, ocasionalmente, percorrem os rios e vivem lado a lado com os verdadeiros Golfinhos de rio. Os Golfinhos oce\u00e2nicos, s\u00e3o maiores que os de rio, diferem seu tamanho conforme suas esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>O <strong>Golfinho oce\u00e2nico<\/strong> menor tem 1.4m a 1.8m de comprimento e pesa entre 36kg e 45kg.<\/p>\n<p>O <strong>Golfinho oce\u00e2nico<\/strong> maior \u00e9 a Orca, que medimos mais de 9.8m e pesa cerca de 5000Kg, sendo maior do que algumas esp\u00e9cies de baleias.<\/p>\n<p>Os fatores que amea\u00e7am estes Golfinhos s\u00e3o v\u00e1rios e sempre variam de esp\u00e9cie para esp\u00e9cie. Os Golfinhos que vivem perto da costa sofrem o efeito da polui\u00e7\u00e3o, o perigo da navega\u00e7\u00e3o de embarca\u00e7\u00f5es e as redes de pesca.<\/p>\n<p>Aqueles que vivem longe da costa, tamb\u00e9m t\u00eam problemas\u2026 o mais grave de todos s\u00e3o as redes de pesca do atum, visto que os Golfinhos viajam muitas vezes com este peixe.<\/p>\n<p>Desconhecemos a taxa populacional destes mam\u00edferos, contudo mesmo que um grupo destes Golfinhos esteja amea\u00e7ado, h\u00e1 sempre outro grupo que se mant\u00e9m saud\u00e1vel!\u2026<\/p>\n<p><strong>Classifica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Nome cient\u00edfico: <\/strong>Delphinus delphis (Linnaeus, 1758)<br \/>\n<strong>Nome comum: <\/strong>Golfinho comum ou toninha<br \/>\n<strong>Reino:<\/strong> Animalia<br \/>\n<strong>Filo:<\/strong> Chordata<br \/>\n<strong>Classe:<\/strong> Mammalia<br \/>\n<strong>Ordem:<\/strong> Cetacea<br \/>\n<strong>Subordem: <\/strong>Odontoceti<br \/>\n<strong>Fam\u00edlia:<\/strong> Delphinidae Gray, 1821<strong><br \/>\nG\u00eanero:<\/strong> Stenella<br \/>\n<strong>Esp\u00e9cie:<\/strong> Stenella longirostris<strong><br \/>\nPeso: <\/strong>100 \u2013 140 kg (Adulto)<br \/>\n<strong>Velocidade:<\/strong> 60 km\/h (Maximum, Adulto, nadando)<strong><br \/>\nComprimento:<\/strong> 1,5 \u2013 2,4 m (Adulto)<strong><br \/>\nDistribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica:<\/strong> Estepes cobertas de \u00e1rvores e de moitas, conhecidas como savanas africanas<br \/>\n<strong>H\u00e1bitos alimentares: <\/strong>Come peixes e lulas<br \/>\n<strong>Tamanho: <\/strong>De 1,5 a 3,5 metros de comprimento<br \/>\n<strong>Per\u00edodo de gesta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Dura de 10 a 11 meses.<br \/>\n<strong>Filhotes:<\/strong> Nascem com pouco menos de 1 metro e s\u00e3o amamentados por pelo menos 14 meses. A f\u00eamea tem um filhote a cada 2 ou 3 anos<br \/>\n<strong>Tempo m\u00e9dio de vida: <\/strong>De 20 a 35 anos<\/p>\n<p><strong>Golfinho &#8211; Fotos<\/strong><\/p>\n<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-37978 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Golfin6-1.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Golfin6-1-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Golfin7-1.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" 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