{"id":37964,"date":"2016-05-30T13:53:13","date_gmt":"2016-05-30T13:53:13","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=37964"},"modified":"2019-03-12T14:22:44","modified_gmt":"2019-03-12T16:22:44","slug":"elefante-africano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/animais\/elefante-africano","title":{"rendered":"Elefante Africano"},"content":{"rendered":"<p><strong>Habitat<\/strong><\/p>\n<p>O habitat nativo do elefante \u00e9 a savana aberta da \u00c1frica Central e Meridional.<\/p>\n<p>Em seu ambiente natural, os elefantes ocupam uma ampla extens\u00e3o geogr\u00e1fica e costumam andar l\u00e9guas em um \u00fanico dia.<\/p>\n<p>Em cativeiro, eles precisam de bastante espa\u00e7o para se locomover e viver.<\/p>\n<p>Quanto maior \u00e9 o n\u00famero de elefantes, mais espa\u00e7o \u00e9 necess\u00e1rio. Eles podem ser encontrados em regi\u00f5es com amplos trigais de grama alta intercalada com eventuais ac\u00e1cias e o baob\u00e1, a maior \u00e1rvore da \u00c1frica, que oferece sombra aos elefantes. \u00c1reas de terra e areia pr\u00f3ximas aos lagos formam po\u00e7as de lama frescas para os elefantes se banharem, e a rocha grande oferece um perfeito co\u00e7ador para a remo\u00e7\u00e3o de lama seca.<\/p>\n<p>Os elefantes s\u00e3o herb\u00edvoros que se alimentam de v\u00e1rios tipos de grama, feno e at\u00e9 mesmo de \u00e1rvores. Comem incessantemente, o que n\u00e3o \u00e9 de surpreender, visto o seu imenso tamanho.<\/p>\n<p>Seus longos e flex\u00edveis troncos permitem que eles se abaixem para se alimentar de grama alta, bem como se espichem para alcan\u00e7ar apetitosos ramos de \u00e1rvore, inacess\u00edveis at\u00e9 a uma girafa.<\/p>\n<p>Em cativeiro, eles se alimentam de v\u00e1rios tipos de comida, inclusive feno, brotos (como ac\u00e1cia, p\u00e9s de milho, bambu, amora e figo), ma\u00e7\u00e3s, bananas, cenouras, inhames, farelo e ra\u00e7\u00f5es para herb\u00edvoros.<\/p>\n<p>Os elefantes s\u00e3o animais altamente sociais. Embora andem em grupos de at\u00e9 25 indiv\u00edduos na selva, manter um grande n\u00famero de elefantes em um zoo seria dispendioso at\u00e9 para o mais proeminente dos zool\u00f3gicos.<\/p>\n<p>Em cativeiro, grupos de dois a seis s\u00e3o mais comuns. Os elefantes podem ficar deprimidos quando n\u00e3o t\u00eam contato com outros animais da mesma esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>Quando est\u00e3o deprimidos ou irritados costumam fazer aquele familiar e estrondoso som de trombeteio. Devido \u00e0 sua natureza altamente social, um elefante irritado pode em pouco tempo afetar toda a manada com a sua depress\u00e3o.<\/p>\n<p>Os elefantes s\u00e3o animais resistentes que dificilmente adoecem. Quando isso acontece, devido \u00e0 sua forte constitui\u00e7\u00e3o f\u00edsica, resistem \u00e0 doen\u00e7a durante um tempo relativamente longo antes de terem a vida amea\u00e7ada.<\/p>\n<p>O cativeiro n\u00e3o \u00e9 um ambiente favor\u00e1vel para a sua reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por ser o maior mam\u00edfero do mundo, o elefante se sente relativamente seguro na selva, pelo menos em rela\u00e7\u00e3o a outros animais. Em geral, eles toleram apenas animais da pr\u00f3pria esp\u00e9cie. Embora n\u00e3o temam nada nem ningu\u00e9m, at\u00e9 mesmo o maior dos predadores, ainda ficam muito inquietos quando se aproximam desses animais. Mesmo o b\u00fafalo e o rinoceronte, que n\u00e3o s\u00e3o predadores, podem fazer com que os elefantes se sintam desconfort\u00e1veis.<\/p>\n<p><strong>Esp\u00e9cies<\/strong><\/p>\n<p>O elefante africano e o elefante asi\u00e1tico comp\u00f5em as diferentes esp\u00e9cies de elefantes. Existem tamb\u00e9m algumas subesp\u00e9cies de elefantes africanos e asi\u00e1ticos.<\/p>\n<p>Os elefantes africanos s\u00e3o divididos em duas subesp\u00e9cies, que incluem elefantes da savana e elefantes da floresta. Existem quatro subesp\u00e9cies de elefantes asi\u00e1ticos, que incluem o pigmeu de Born\u00e9u, elefante indiano, elefante de Sumatra e elefante do Sri Lanka. Todos os tipos de elefantes africanos e asi\u00e1ticos est\u00e3o atualmente amea\u00e7ados, principalmente porque seu habitat est\u00e1 diminuindo rapidamente como resultado do desmatamento.<\/p>\n<p>Em geral, as esp\u00e9cies de elefantes africanos tendem a ser maiores que as esp\u00e9cies de elefantes asi\u00e1ticos.<\/p>\n<p>Alguns elefantes africanos crescem at\u00e9 uns 4 m de altura.<\/p>\n<p>A maioria dos elefantes africanos maiores s\u00e3o elefantes da savana, e os do lado menor s\u00e3o tipicamente elefantes da floresta, que \u00e0s vezes s\u00e3o chamados de elefantes pigmeus.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de serem mais altos que os elefantes asi\u00e1ticos, os elefantes africanos tamb\u00e9m t\u00eam orelhas maiores e uma \u00fanica cabe\u00e7a em forma de c\u00fapula, enquanto os elefantes asi\u00e1ticos t\u00eam uma cabe\u00e7a com c\u00fapula dupla com um recuo pronunciado no centro. Algumas pessoas acreditam que \u00e9 poss\u00edvel diferenciar entre elefantes africanos e asi\u00e1ticos pela forma da orelha, porque as orelhas de cada esp\u00e9cie de elefante s\u00e3o moldadas de forma semelhante ao continente de onde prov\u00eam.<\/p>\n<p><b>Mam\u00edfero<\/b><\/p>\n<p>O elefante africano \u00e9 um grande mam\u00edfero, na verdade o maior animal terrestre sendo que os elefantes africanos s\u00e3o maiores que seus primos asi\u00e1ticos, o que os diferencia deles, al\u00e9m \u00e9 claro da diferen\u00e7a existente nas orelhas que tamb\u00e9m s\u00e3o maiores e menos arredondadas.<\/p>\n<p>As orelhas s\u00e3o important\u00edssimas para os elefantes s\u00e3o elas que fazem o papel de resfriamento do corpo do animal mantendo a temperatura adequada. Eles s\u00e3o herb\u00edvoros\u00a0 e adoram \u00e1gua, utilizando a tromba para sorver grandes quantidades.<\/p>\n<p>A tromba \u00e9 como o nosso nariz mas com muito mais utilidades porque al\u00e9m de cheirar, respirar ela serve para beber e carregar coisas inclusive para levar comida a boca.<\/p>\n<p>Os elefantes Africanos tem grandes presas que utilizam para desenterrar comida e arrancar cascas das \u00e1rvores, essas presas s\u00e3o muito valiosas e os elefantes ficam constantemente amea\u00e7ados por inescrupulosos que querem mata-los para extrair o marfim que tem grande valor no mercado negro.<\/p>\n<p><strong>Uma grande verdade:<\/strong> a gesta\u00e7\u00e3o do elefante demora cerca de 22 meses<\/p>\n<p>Com 3 a 4 metros de altura e uma grande for\u00e7a \u00e9 geralmente um animal d\u00f3cil, s\u00f3 ataca quando amea\u00e7ado. Os machos adultos vivem isolados, os machos adolescentes tendem a viver em bando e as f\u00eameas se agrupam em manadas sob o comando de uma matriarca.<\/p>\n<p>S\u00e3o herb\u00edvoros e devido ao seu tamanho podem ingerir mais de 100 kg de alimentos por dia. O per\u00edodo de gesta\u00e7\u00e3o \u00e9 de 20 a 22 meses, assim como o desenvolvimento do animal que leva anos a atingir a idade adulta.<\/p>\n<p>Os filhotes podem nascer com 90 kg.<\/p>\n<p>Os elefantes-africanos s\u00e3o maiores que as variedades asi\u00e1ticas e t\u00eam orelhas mais desenvolvidas, uma adapta\u00e7\u00e3o que permite libertar calor em condi\u00e7\u00f5es de altas temperaturas.<\/p>\n<p>Outra diferen\u00e7a importante \u00e9 a aus\u00eancia de presas de marfim nos elefantes asi\u00e1ticos.<\/p>\n<p>S\u00e3o animais resistentes que dificilmente adoecem. Quando isso acontece, devido \u00e0 sua forte constitui\u00e7\u00e3o f\u00edsica, resistem \u00e0 doen\u00e7a durante um tempo relativamente longo antes de terem a vida amea\u00e7ada.<\/p>\n<p>O cativeiro n\u00e3o \u00e9 um ambiente favor\u00e1vel para a sua reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Animal\/Descri\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O <strong>elefante africano<\/strong> \u00e9 o maior animal terrestre. Enquanto os machos medem cerca de tr\u00eas metros na altura do ombro e pesam entre cinco mil e seis mil quilos, as f\u00eameas medem cerca de 2,5 metros at\u00e9 o ombro e pesam entre tr\u00eas mil e 3,5 mil quilos.<\/p>\n<p><b>Possuem presas?<\/b><\/p>\n<p>Tanto nos machos quanto nas f\u00eameas, h\u00e1 um prolongamento das presas (prolonga\u00e7\u00e3o dos segundos incisivos superiores). Eles crescem durante toda a vida do animal e, portanto, s\u00e3o maiores nos mais velhos. Os elefantes usam suas presas para colher alimentos e transport\u00e1-los, e tamb\u00e9m como armas.<\/p>\n<p><b>Para o que serve a tromba?<\/b><\/p>\n<p>Ela \u00e9 utilizada para cheirar, comer, comunicar-se, manipular objetos, banhar e beber (embora n\u00e3o bebam atrav\u00e9s das trombas, apenas absorvem a \u00e1gua e a jogam dentro da boca).<\/p>\n<p>A tromba \u00e9 fundamental para a sua sobreviv\u00eancia e desde muito cedo que os jovens aprendem a domin\u00e1-la para beber \u00e1gua, para levar a comida \u00e0 boca e para tomarem os banhos de \u00e1gua ou lama. Serve ainda, naturalmente para reconhecer os cheiros e distinguir qual o alimento que lhes conv\u00e9m.<\/p>\n<p><b>Onde vive o elefante africano?<\/b><\/p>\n<p>Historicamente, os elefantes habitavam as \u00e1reas do Sul do Sahara, embora atualmente estejam restritos \u00e0s florestas, montes e savanas dos parques e reservas, devido \u00e0 invas\u00e3o humana e \u00e0 expans\u00e3o agr\u00edcola.<\/p>\n<p>Eles vivem em manadas matriarcais migrat\u00f3rias complexas, com de oito a dez ou 15 animais relacionados, liderados por uma f\u00eamea dominante.<\/p>\n<p><b>Como se comunicam e se alimentam?<\/b><\/p>\n<p>Os elefantes possuem um sofisticado sentido do olfato e um ouvido muito agu\u00e7ado. Pesquisas recentes sugerem que usam o som baixo (infrasom) para comunica\u00e7\u00e3o a longa dist\u00e2ncia. Sua dieta \u00e9 composta de erva, brotos dos galhos, arbustos, frutas e vegetais. Eles necessitam de 30 a 50 gal\u00f5es de \u00e1gua por dia e vivem, em m\u00e9dia, de 60 a 70 anos.<\/p>\n<p><b>\u00c9 uma esp\u00e9cie amea\u00e7ada?<\/b><\/p>\n<p>O elefante africano \u00e9 uma esp\u00e9cie em perigo de extin\u00e7\u00e3o, segundo a Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza e dos Recursos Naturais (UICN).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m est\u00e1 registrado no Ap\u00eandice I da Conven\u00e7\u00e3o sobre o Com\u00e9rcio de Esp\u00e9cies amea\u00e7adas da Fauna e da Flora (CITES), exceto para as popula\u00e7\u00f5es naqueles pa\u00edses (como Zimb\u00e1bue e Botsuana) que foram reclassificados no Ap\u00eandice II. Os elefantes africanos encontram-se amea\u00e7ados pela ca\u00e7a ilegal e perda de seu h\u00e1bitat. O marfim de seus dentes \u00e9 usado em j\u00f3ias, teclas para piano, hanko (selos personalizados para assinatura de documentos oficiais, exigida no Jap\u00e3o) e para outros objetos. Sua pele e outras partes s\u00e3o um componente comercial de menor import\u00e2ncia, enquanto a carne \u00e9 utilizada pelas pessoas da localidade.<\/p>\n<p><b>Quais s\u00e3o os principais riscos para a esp\u00e9cie?<\/b><\/p>\n<p>Durante muitos anos, a ca\u00e7a ilegal intensa por causa do seu marfim foi um s\u00e9rio problema de conserva\u00e7\u00e3o, e muitos pa\u00edses enfrentaram fortes baixas na popula\u00e7\u00e3o de elefantes. Entre 1979 e 1989, estimava-se que a popula\u00e7\u00e3o havia ca\u00eddo de 1,2 milh\u00e3o para 600 mil. A proibi\u00e7\u00e3o sobre o marfim, em 1989, e o aumento das medidas contra a ca\u00e7a ilegal, aumentaram as popula\u00e7\u00f5es de elefantes em alguns pa\u00edses. Entretanto, o debate quanto \u00e0 necessidade e ao \u00eaxito da proibi\u00e7\u00e3o do marfim prossegue hoje em dia.<\/p>\n<p>Alguns pa\u00edses, incluindo \u00c1frica do Sul, Zimb\u00e1bue, Botsuana e Nam\u00edbia, foram capazes de manejar sua popula\u00e7\u00e3o de elefantes e reclamaram contra o aumento dessas popula\u00e7\u00f5es que foram a causa do aumento de suas perdas na agricultura, da redu\u00e7\u00e3o do ganho origin\u00e1rio com a ca\u00e7a e do aumento dos conflitos entre os elefantes e moradores locais.<\/p>\n<p>Isto levou a uma proposta para tirar os elefantes africanos da lista da CITES Ap\u00eandice I e Ap\u00eandice II no Zimb\u00e1bue, Botsuana e Nam\u00edbia e para autorizar o com\u00e9rcio legal de elefantes e de partes deles.<\/p>\n<p>As propostas foram modificadas e aceitas, permitindo aos tr\u00eas pa\u00edses vender individualmente quantidades fixas de marfim.<\/p>\n<p><b>\u00c9 verdade que h\u00e1 superpopula\u00e7\u00e3o de elefantes?<\/b><\/p>\n<p>Como est\u00e3o confinados aos parques e ref\u00fagios, algumas manadas cresceram mais do que as que podem ser sustentadas pelo habitat dentro das \u00e1reas restritas.<\/p>\n<p><b>Onde \u00e9 vendido o marfim?<\/b><\/p>\n<p>Historicamente, os primeiros mercados do marfim estiveram na Europa, Am\u00e9rica do Norte, Jap\u00e3o, Hong Kong, Cingapura e \u00cdndia. Atualmente, o com\u00e9rcio legal acontece somente no Jap\u00e3o.<\/p>\n<p><b>Elefante africano e o Asi\u00e1tico<\/b><\/p>\n<p>Nome comum do maior mam\u00edfero terrestre que vive hoje no mundo.<\/p>\n<p><strong>S\u00f3 restam duas esp\u00e9cies vivas:<\/strong> a asi\u00e1tica ou indiana, que vive na \u00cdndia e no sudoeste da \u00c1sia, e a africana, que habita a \u00c1frica.<\/p>\n<p><b>Anatomia do elefante<\/b><\/p>\n<p>O elefante \u00e9 um mam\u00edfero que pode viver de 100 a 120 anos. Tem o casco semelhante a unha e a tromba \u00e9 a caracter\u00edstica mais not\u00e1vel da anatomia do elefante.<\/p>\n<p>\u00c9 o resultado da transforma\u00e7\u00e3o do l\u00e1bio superior e do nariz num \u00f3rg\u00e3o alongado, muscular e carente de ossos. Usa-a para alimentar-se de ervas e folhas ou para sugar \u00e1gua quando bebe. As presas do elefante, que est\u00e3o profundamente encaixadas no cr\u00e2nio do animal, s\u00e3o, na realidade, dois incisivos superiores muito alongados.<\/p>\n<p>S\u00e3o animais greg\u00f3rios e a unidade social \u00e9 formada pela fam\u00edlia, constitu\u00edda por uma f\u00eamea adulta e suas crias. Diversas fam\u00edlias re\u00fanem-se e formam rebanhos que variam entre quinze e trinta indiv\u00edduos; os membros dos rebanhos costumam ser aparentados e sempre s\u00e3o conduzidos por uma f\u00eamea adulta, a matriarca.<\/p>\n<p><b>Diferen\u00e7as entre o elefante africano e o asi\u00e1tico<\/b><\/p>\n<p><strong>As \u00fanicas duas esp\u00e9cies de elefante que sobrevivem na atualidade se diferenciam com facilidade pelo tamanho de suas orelhas<\/strong>: pequenas, no elefante asi\u00e1tico, e muito grandes no elefante africano, mais corpulento (podem medir 1,5 m de comprimento). A tromba pre\u00eansil da esp\u00e9cie asi\u00e1tica termina num s\u00f3 l\u00f3bulo, enquanto que na africana existem dois l\u00f3bulos. As figuras representadas no esquema abaixo correspondem a elefantes machos e, portanto, n\u00e3o se observa a aus\u00eancia de presas caracter\u00edstica da f\u00eamea do elefante asi\u00e1tico, j\u00e1 no elefante africano os dois sexos t\u00eam presas.<\/p>\n<p>O elefante asi\u00e1tico tem a frente convexa, o lombo arqueado. As duas esp\u00e9cies t\u00eam cinco unhas nas patas dianteiras, mas nas traseiras o elefante africano tem tr\u00eas e o asi\u00e1tico, quatro.<\/p>\n<p>Enfim, os elefantes africanos distinguem-se dos seus primos asi\u00e1ticos pela estatura \u2013 s\u00e3o bastante maiores \u2013 e pelo seu grande par de orelhas, j\u00e1 que os asi\u00e1ticos tem esses ap\u00eandices bem mais pequenos, as unhas das patas traseiras tamb\u00e9m s\u00e3o diferentes, assim como o n\u00famero de costelas.<\/p>\n<p><b>Aprendizagem (atua\u00e7\u00e3o dos elefantes)<\/b><\/p>\n<p>Muitos fatores externos e internos influenciam na aprendizagem, e o indiv\u00edduo precisa ter um aparelho chamado \u201cc\u00e9rebro\u201d para aprender.<\/p>\n<p>Est\u00e1 fora de d\u00favida que o tamanho do c\u00e9rebro \u00e9 um fator decisivo na capacidade de aprender. Mas n\u00e3o \u00e9 apenas o volume total do c\u00e9rebro que importa, mas sobretudo o do c\u00f3rtex.<\/p>\n<p>A quantidade e o tamanho das c\u00e9lulas nervosas tamb\u00e9m s\u00e3o importantes.<\/p>\n<p>Um elefante possui um c\u00e9rebro de 6 kg, e estudiosos observaram que os elefantes (na \u00cdndia \u2013 onde executam tarefas \u00fateis ao homem), se comportavam como se \u201csoubessem\u201d o que deviam fazer. Esses animais conheciam cerca de 24 comandos para o trabalho, mas, com um m\u00ednimo de ordens, puxavam e empurravam toras de madeira, colocando-as num caminh\u00e3o.<\/p>\n<p>Em testes realizados com elefantes, o animal aprendeu todas as respostas corretas, em troca de recompensa.<\/p>\n<p><strong>Em todos os testes, o animal revelou tamb\u00e9m sua proverbial mem\u00f3ria:<\/strong> um ano depois, lembra-se mais de 70 % do que aprendera.<\/p>\n<p><strong>Alimenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Estes animais sobrevivem somente \u00e0 custa de ervas, folhas e capim, que comem em grande quantidade, podendo um animal adulto ingerir cerca de 250 a 300 kg de alimento por dia, o que os faz andar numa busca incessante de vegeta\u00e7\u00e3o e \u00e1gua.<\/p>\n<p><strong>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>As f\u00eameas, que t\u00eam o nome de \u00e1lias, atingem a maturidade sexual por volta dos 12 anos. As crias nascem ap\u00f3s uma gesta\u00e7\u00e3o de cerca de 22 meses, apenas uma por parto, s\u00f3 raramente acontecendo casos de partos m\u00faltiplos.<\/p>\n<p>Uma \u00e1lia pode procriar a cada quatro anos, j\u00e1 que amamentam as suas crias at\u00e9 aos dois anos e s\u00f3 depois voltam a engravidar, tendo pela frente mais cerca de dois anos de gesta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Prote\u00e7\u00e3o das crias<\/strong><\/p>\n<p>As crias s\u00e3o sempre protegidas pelos outros elementos do grupo, e vivem como se fosse numa creche, em conjunto e vigiadas em perman\u00eancia pelos mais velhos. Os elefantes n\u00e3o t\u00eam predadores naturais, embora ocasionalmente uma cria muito jovem possa ser atacada por um le\u00f5es famintos. Por esse motivo, os adultos colocam sempre as crias no centro da manada.<\/p>\n<p><strong>Machos violentos<\/strong><\/p>\n<p>Na \u00e9poca do cio, os machos segregam uma subst\u00e2ncia odor\u00edfera que escorre, a partir das t\u00eamperas, pela cabe\u00e7a abaixo. Nesta altura, os elefantes machos ficam muito agitados e tornam-se violentos.<\/p>\n<p><strong>Organiza\u00e7\u00e3o social<\/strong><\/p>\n<p>As manadas de elefantes s\u00e3o matriarcais, \u00e9 sempre uma f\u00eamea que lidera o grupo. Tem como obriga\u00e7\u00f5es memorizar os locais onde existe \u00e1gua nos tempos de seca e garantir o bem estar do grupo.<\/p>\n<p>Sempre que um jovem macho atinge a maturidade sexual e deixa de respeitar a hierarquia, \u00e9 expulso da manada pela f\u00eamea dominante.<\/p>\n<p><strong>Tamanho, peso e esperan\u00e7a de vida<\/strong><\/p>\n<p>Um elefante africano pode medir cerca de 6 m de comprimento, ter mais de 4 m de altura e pesar cerca de 6500 kg. A sua esperan\u00e7a de vida \u00e9 de cerca de 50 anos.<\/p>\n<p><b>Pr\u00e9-Hist\u00f3ria<\/b><\/p>\n<p>Entre os representantes primitivos dos elefantes, est\u00e3o os mamutes e os mastodontes \u2013 elefantes da Era Glacial.<\/p>\n<p><strong>Dos mastodontes havia v\u00e1rios tipos:<\/strong> alguns tinham quatro presas, um par no maxilar superior e outro par no maxilar inferior. Mamute significa em l\u00edngua t\u00e1rtara, \u201cfilho da terra\u201d.<\/p>\n<p>A explica\u00e7\u00e3o para esse nome est\u00e1 no fato de que os nativos da \u00c1sia setentrional encontraram tantos desses animais sepultos na terra e no gelo que acreditaram que eles haviam sido gerados pela pr\u00f3pria terra.<\/p>\n<p><b>Caracter\u00edsticas<\/b><\/p>\n<p>\u00c9 o maior dos mam\u00edferos terrestres dos tempos modernos. Tanto os machos assim como as f\u00eameas possuem no maxilar superior dois dentes incisivos (presas) prolongados. Com eles, os elefantes se defendem e procuram alimentos e sais minerais. Os machos s\u00e3o maiores que as f\u00eameas e possuem tamb\u00e9m os incisivos mais potentes. A pele \u00e9 quase nua e a pequena cauda termina numa mecha.<\/p>\n<p>S\u00e3o utilizados como animais de carga h\u00e1 s\u00e9culos. Muito agressivos na \u00e9poca de acasalamento, devido aos altos n\u00edveis de horm\u00f4nios masculinos. Os Elefantes Asi\u00e1ticos s\u00e3o menores que os africanos, tem orelhas menores e apresentam duas protuber\u00e2ncias abobadadas em cima dos olhos. Em geral as \u201cpresas\u201d s\u00e3o menores.<\/p>\n<p><strong>Classifica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Nome cient\u00edfico: <\/strong>Loxodonta africana<strong><br \/>\nNome popular: <\/strong>Elefante africano<br \/>\n<strong>Nome em ingl\u00eas: <\/strong>African elephant<strong><br \/>\nReino: <\/strong>Animalia<br \/>\n<strong>Filo: <\/strong>Chordata<br \/>\n<strong>Classe: <\/strong>Mammalia<br \/>\n<strong>Ordem: <\/strong>Proboscidea<br \/>\n<strong>Fam\u00edlia: <\/strong>Elephantidae<br \/>\n<strong>G\u00e9nero: <\/strong>Loxodonta<strong><br \/>\nDistribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica: <\/strong>\u00c1frica<br \/>\n<strong>Habitat: <\/strong>Florestas, campos, savanas e desertos<br \/>\n<strong>H\u00e1bitos alimentares: <\/strong>Herb\u00edvora<br \/>\n<strong>Reprodu\u00e7\u00e3o: <\/strong>Gesta\u00e7\u00e3o de 22 meses<br \/>\n<strong>Per\u00edodo de vida: <\/strong>Aproximadamente 50 anos.<strong><br \/>\nOnde vive: <\/strong>regi\u00f5es tropicais da \u00c1frica, no K\u00eania, Uganda e Tanz\u00e2nia.<br \/>\n<strong>Quanto pesa: <\/strong>de 4 a 6 toneladas<br \/>\n<strong>Filhotes: <\/strong>1 por gesta\u00e7\u00e3o<strong><br \/>\nAlimenta\u00e7\u00e3o \u2013 <\/strong>Folhagens, ervas, bolbos, frutos<br \/>\n<strong>Tempo de Gesta\u00e7\u00e3o <\/strong>\u2013 22 meses. Nasce uma cria, por vezes, ajudada por outras f\u00eameas<br \/>\n<strong>Habitat <\/strong>\u2013 Florestas tropicais e Savanas<strong><br \/>\nAltura \u2013 <\/strong>5 a 7 metros<br \/>\n<strong>Alimenta\u00e7\u00e3o \u2013 <\/strong>(Herb\u00edvoro) capim, folhas secas, cascas de \u00e1rvores e ra\u00edzes<\/p>\n<p><strong>Elefante Africano &#8211; Fotos<\/strong><\/p>\n<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-37964 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Elefan6-1.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Elefan6-1-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon 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href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/ScreenHunter-188.png'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/ScreenHunter-188-150x150.png\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p><strong>Fonte:<\/strong> www.tierramericana.net\/www.ecologiaonline.com\/www.worldwildlife.org\/news.nationalgeographic.com\/bioweb.uwlax.edu<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Elefante Africano, Caracter\u00edsticas, Alimenta\u00e7\u00e3o, Esp\u00e9cies, Classifica\u00e7\u00e3o, Habitat, Anatomia, Fotos, Asi\u00e1tico, Extin\u00e7\u00e3o, Elefante 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