{"id":37954,"date":"2016-05-30T13:53:08","date_gmt":"2016-05-30T13:53:08","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=37954"},"modified":"2019-03-07T09:23:51","modified_gmt":"2019-03-07T11:23:51","slug":"ariranha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/animais\/ariranha","title":{"rendered":"Ariranha"},"content":{"rendered":"<p><strong>O que \u00e9<\/strong><\/p>\n<p>A<strong>\u00a0ariranha\u00a0<\/strong>\u00e9 o maior mustel\u00eddeo conhecido.<\/p>\n<p>Sua distribui\u00e7\u00e3o original cobre a bacia Amaz\u00f4nica, do S\u00e3o Francisco e a Alta Bacia do Paraguai e do Paran\u00e1.<\/p>\n<p>No Pantretal, vivem ao longo de rios, corixos e lagoas, preferindo os corpos de \u00e1gua de margens expostas, onde escavam suas tocas.<\/p>\n<p>Vivem em grupos familiares de cinco a nove indiv\u00edduos, s\u00e3o raramente solit\u00e1rias e s\u00e3o especializadas em pescar e comer peixes grandes, mas provavelmente tamb\u00e9m podem comer crust\u00e1ceos, moluscos ou outros vertebrados como cobras e filhotes de jacar\u00e9s.<\/p>\n<p>Os indiv\u00edduos s\u00e3o facilmente identificados devido \u00e0 suas manchas brancas na pelagem preta do pesco\u00e7o.<\/p>\n<p>Em cativeiro, o per\u00edodo de gesta\u00e7\u00e3o registrado esteve entre 65 a 70 dias.<\/p>\n<p>As\u00a0<strong>ariranhas<\/strong>\u00a0defendem seus filhotes atacando bravamente em grupo.<\/p>\n<p>Por causa de sua pele macia e sedosa, foi intensivamente ca\u00e7ada em d\u00e9cadas passadas e como resultado desta ca\u00e7a associada \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o de seu habitat, a ariranha encontra-se amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No Pantretal, ainda h\u00e1 locais onde se podem avistar grupos de ariranhas com relativa facilidade, como na regi\u00e3o do Rio Negro, onde foi feita a imagem ao lado.<\/p>\n<p><strong>A Ariranha<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0<strong>Ariranha<\/strong>\u00a0\u00e9 um dos maiores carn\u00edvoros da Am\u00e9rica do Sul, um dos parentes pr\u00f3ximos da lontra, por\u00e9m bem maior e mais escura, com uma distinta mancha branco-amarelada no queixo, garganta e peito de forma vari\u00e1vel, com a ponta do focinho coberta de pelos. A cor geral, nas partes superiores, \u00e9 marrom-pardacenta e, inferiormente, mais clara. Quando molhada, a colora\u00e7\u00e3o fica mais escura.<\/p>\n<p>Ela chega a medir at\u00e9 quase dois metros de cumprimento (incluindo a cauda) e pesa de 22 a 34 quilos, quando adulta.<\/p>\n<p>Como a<strong>\u00a0lontra<\/strong>, possui h\u00e1bito diurno, greg\u00e1rio, vive ao longo das margens dos rios, onde constr\u00f3i abrigos terrestres para proteger-se. \u00c9 territorial e delimita sua \u00e1rea esfregando-se na vegeta\u00e7\u00e3o circundante e com a urina.<\/p>\n<p>\u00d3tima nadadora, usa a sua cauda achatada e muito musculosa,na base,como leme durante os deslocamentos na \u00e1gua. Mergulha bem e se alimenta sobretudo de peixes que captura no mergulho, saindo fora da \u00e1gua para comer.<\/p>\n<p>N\u00e3o despreza, contudo, os crust\u00e1ceos, moluscos e cobras, jacar\u00e9s e p\u00e1ssaros aqu\u00e1ticos e ovos e filhotes destes. Captura a presa com a boca e a mant\u00e9m segura com as m\u00e3os para ser consumida, muitas vezes, enquanto o animal nada de costas.<\/p>\n<p>Face a seu tamanho, principalmente \u00e0 forte dentadura, n\u00e3o recua nem mesmo diante de animais maiores que ela, inclusive seres humanos que por acaso invadem o seu territ\u00f3rio. Sua pelagem \u00e9 curta e de colora\u00e7\u00e3o castanho-escura. Os p\u00e9s s\u00e3o largos com membranas unindo os dedos.<\/p>\n<p>Para os bi\u00f3logos existem 13 esp\u00e9cies de lontras em todo o mundo, das quais apenas duas ocorrem no Brasil, a lontra (lontra longicaudis) e a Ariranha (pteronura brasiliensis), que pertence \u00e0 fam\u00edlia das mustelidae, cujo habitat encontra-se em regi\u00f5es \u00famidas, rios, lagos, p\u00e2ntanos e, particularmente, nas \u00e1guas negras da bacia amaz\u00f4nica. Vive pr\u00f3xima a cursos com cobertura vegetal nas margens, onde faz tocas para abrigar-se ou para procria\u00e7\u00e3o, sob as ra\u00edzes das \u00e1rvores ribeirinhas. Atualmente a Ariranha \u00e9 encontrada nos rios da regi\u00e3o amaz\u00f4nica (Brasil, Venezuela, Suriname, Guiana), no Paraguai e Uruguai.<\/p>\n<p>Existem tamb\u00e9m exemplares no Peru, Equador e Col\u00f4mbia. Mas sua ampla ocorr\u00eancia \u00e9 mesmo na Amaz\u00f4nia, onde outrora era bastante comum, antes do abate para comercializa\u00e7\u00e3o de sua bela pele, o que reduziu a popula\u00e7\u00e3o at\u00e9 quase \u00e0 extin\u00e7\u00e3o. Hoje em dia, a Ariranha sobrevive gra\u00e7as a medidas de prote\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie no Brasil, Venezuela, Col\u00f4mbia, Equador e Peru, principalmente em \u00e1reas protegidas, embora o isolamento dessas \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o dificultem a a\u00e7\u00e3o contra os predadores. Por outro lado, a Ariranha disputa os peixes com os seres humanos, o que a faz v\u00edtima de pescadores inescrupulosos que ainda abatem estes animais maravilhosos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de not\u00e1vel por seus h\u00e1bitos sociais, \u00e9 raramente solit\u00e1ria, a Ariranha vive em grupos de quatro a nove indiv\u00edduos formados pelo par reprodutivo mon\u00f3gamo, com uma ou duas proles. Podem existir associa\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias, onde grupos se fundem agregando at\u00e9 20 indiv\u00edduos. O animal \u00e9 brincalh\u00e3o, barulhento e f\u00e1cil de observar por causa dos gritos agudos e sopros que emitem enquanto fica dentro d?\u00e1gua e se comunica por diferentes vocaliza\u00e7\u00f5es, nove dessas determinadas e estudadas.<\/p>\n<p>Os grupos possuem territ\u00f3rios de aproximadamente 12 km\u00b2, onde a gesta\u00e7\u00e3o ocorre em torno de 70 dias, com dois a cinco filhotes por ninhada. Os filhotes nascem de olhos fechados e pesam aproximadamente 200 gramas.<\/p>\n<p>Apesar disso, a Ariranha est\u00e1 amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o, conforme o Ibama e a IUCN (Uni\u00e3o Internacional para Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza), que a classifica como esp\u00e9cie vulner\u00e1vel, em fun\u00e7\u00e3o da ca\u00e7a da esp\u00e9cie e da destrui\u00e7\u00e3o do seu habitat, associados \u00e0 polui\u00e7\u00e3o da \u00e1gua por agrot\u00f3xicos, produtos qu\u00edmicos, dejetos industriais e merc\u00fario despejados nos rios pelas lavouras, ind\u00fastrias e cidades.<\/p>\n<p><strong>Descri\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0<b>ariranha<\/b>\u00a0vive ao longo dos rios, corixos e lagoas do pantretal. Alimenta-se de peixes, crust\u00e1ceos, moluscos, cobras e filhotes de jacar\u00e9. Por causa da sua pele macia e sedosa era alvo de ca\u00e7a, isso junto com a destrui\u00e7\u00e3o de seu habitat fez com que hoje ela se encontre amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o. No Pantretal ainda h\u00e1 locais que podemos v\u00ea-la com relativa facilidade.<\/p>\n<p>Seu nome cient\u00edfico \u00e9 Pteronura brasiliensis da ordem dos Carnivora (Carn\u00edvoros) e da fam\u00edlia Mustalidae (Mustel\u00eddeos).<\/p>\n<p><strong>A ariranha \u00e9 um parente pr\u00f3ximo da lontra, por\u00e9m bem maior:<\/strong>\u00a0pode atingir 2,20 m de comprimento.<\/p>\n<p>Como a lontra, tem h\u00e1bitos greg\u00e1rios e vive ao longo das margens dos rios. Alimenta-se sobretudo de peixes, que pesca durante o dia, mas tamb\u00e9m n\u00e3o despreza pequenos mam\u00edferos e p\u00e1ssaros aqu\u00e1ticos \u2013 e seus ovos e filhotes.<\/p>\n<p>Seu tamanho principalmente a forte dentadura n\u00e3o a fazem recuar mesmo diante de animais maiores que ela, e h\u00e1 casos de ataques a seres humanos que invadiram o seu territ\u00f3rio.<\/p>\n<p><strong>Distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica:\u00a0<\/strong>Atualmente a ariranha \u00e9 encontrada nos rios da regi\u00e3o centro-leste da Amaz\u00f4nia, no Brasil, da Venezuela, Guiana, Paraguai e Uruguai. Existem tamb\u00e9m alguns exemplares no Peru, Equador e Col\u00f4mbia.<\/p>\n<p><strong>Habitat:\u00a0<\/strong>Regi\u00f5es \u00famidas, rios, lagos, p\u00e2ntanos e, particularmente, as \u00e1guas \u201cnegras\u201d da bacia amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p><strong>Medidas de prote\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>A esp\u00e9cie \u00e9 protegida no Brasil, Peru, Equador e Col\u00f4mbia. Mas, dado o isolamento dos territ\u00f3rios que habita, \u00e9 dif\u00edcil p\u00f4r em pr\u00e1tica medidas de vigil\u00e2ncia; assim, a ariranha continua sendo v\u00edtima dos ca\u00e7adores de peles. Existem poucos exemplares em cativeiro, e a maior parte deles em zool\u00f3gicos sul-americanos; nos zool\u00f3gico brasileiros h\u00e1 16 exemplares (mas hoje n\u00e3o tenho certeza de que s\u00e3o menos ou mais).<\/p>\n<p><strong>Esp\u00e9cie<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0<strong>ariranha<\/strong>\u00a0\u00e9 uma esp\u00e9cie de lontra, distinguindo-se desta, principalmente, pelo grande porte.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>ariranha<\/strong>, lontra-gigante (do ingl\u00eas Giant Otter) ou lobo-do-rio (Pteronura brasiliensis), \u00e9 um mam\u00edfero mustel\u00eddeo, caracter\u00edstico do Pantretal e da bacia do Rio Amazonas.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>ariranha<\/strong>\u00a0\u00e9 a maior esp\u00e9cie da sub-fam\u00edlia Lutrinae (as lontras) e pode chegar a medir cerca de 180 cent\u00edmetros de comprimento, dos quais 65 comp\u00f5em a cauda.<\/p>\n<p>Os machos s\u00e3o geralmente mais pesados que as f\u00eameas e pesam at\u00e9 26 kg. A ariranha t\u00eam olhos relativamente grandes, orelhas pequenas e arredondadas, patas curtas e espessas e cauda comprida e achatada.<\/p>\n<p>Os dedos das patas est\u00e3o unidos por membranas interdigitais que facilitam a nata\u00e7\u00e3o. A pelagem \u00e9 espessa, com textura aveludada e cor escura, excepto na zona da garganta onde apresentam uma mancha branca.<\/p>\n<p>A<strong>\u00a0ariranha<\/strong>\u00a0vive e ca\u00e7a em grupos que podem chegar aos dez indiv\u00edduos e alimenta-se dos peixes, que habitam os rios da Am\u00e9rica do Sul, principalmente de carac\u00eddeos como a piranha e a tra\u00edra. Ingere-os sempre com a cabe\u00e7a fora d\u2019\u00e1gua, freq\u00fcentemente nadando pitorescamente para tr\u00e1s. Em condi\u00e7\u00f5es de escassez, os grupos ca\u00e7am pequenos jacar\u00e9s e cobras, que podem inclusive ser pequenas anacondas. No seu habitat, as ariranhas adultas s\u00e3o predadores de topo da cadeia alimentar.<\/p>\n<p>A \u00e9poca do acasalamento \u00e9 na esta\u00e7\u00e3o das chuvas, que pode ir de janeiro a mar\u00e7o e resulta em gesta\u00e7\u00f5es de 65 a 72 dias. Apenas a f\u00eamea dominante do grupo se reproduz.<\/p>\n<p>Entre maio e setembro, as f\u00eameas d\u00e3o \u00e0 luz uma ninhada de pequenas lontras que s\u00e3o educadas em conjunto por todo o grupo.<\/p>\n<p>As crias ficam numa toca durante os primeiros tr\u00eas meses, ap\u00f3s o que s\u00e3o integradas na vida do grupo. As ariranhas atingem a maturidade sexual entre os dois e os tr\u00eas anos de vida.<\/p>\n<p>\u00c9 uma esp\u00e9cie em perigo e a principal amea\u00e7a \u00e0 sua sobreviv\u00eancia \u00e9 o desmatamento e destrui\u00e7\u00e3o do seu habitat. A polui\u00e7\u00e3o dos rios, principalmente junto de explora\u00e7\u00f5es mineiras causam v\u00edtimas entre as lontras que se alimentam de peixe contaminado por metais, que se acumulam nos peixes e mais intensamente ainda nas ariranhas que est\u00e3o no topo da cadeia alimentar.<\/p>\n<p>Entre os metais o que mais freq\u00fcentemente contamina animais \u00e9 o merc\u00fario, usado na extra\u00e7\u00e3o de ouro. H\u00e1 tamb\u00e9m algumas perdas devidas a ca\u00e7a furtiva por causa da pele, que foi mais intensa no passado.<\/p>\n<p>Os primeiros sucessos reprodutivos em cativeiro foram produzidos pela Funda\u00e7\u00e3o Zool\u00f3gico de Bras\u00edlia, onde os animais desfrutam de um \u00f3timo recinto.<\/p>\n<p><strong>A esp\u00e9cie protagonizou um epis\u00f3dio tr\u00e1gico no zoo:<\/strong>\u00a0um militar, o Sargento do Ex\u00e9rcito Brasileiro S\u00edlvio Delmar Hollenbach, atirou-se no recinto objetivando salvar um garoto que l\u00e1 ca\u00edra, e apesar de ter conclu\u00eddo seu objetivo acabou morrendo dias depois, em virtude de uma infec\u00e7\u00e3o generalizada, causada pelas in\u00fameras mordidas.<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong><\/p>\n<p><b>Descri\u00e7\u00e3o<\/b><strong>:<\/strong>\u00a0Possui corpo alongado, as patas terminadas em cinco dedos unidos por membranas e a cauda larga, comprida e plana.<\/p>\n<p>\u00c9 de colora\u00e7\u00e3o marrom escura na parte superior e mais clara na inferior, com manchas amareladas ou esbranqui\u00e7adas na garganta.<\/p>\n<p><b>Distribui\u00e7\u00e3o<\/b><strong>:\u00a0<\/strong>Vive perto dos rios e lagos de selvas e savanas inund\u00e1veis<\/p>\n<p><b>Alimenta\u00e7\u00e3o<\/b><strong>:<\/strong>\u00a0Carn\u00edvora, alimenta-se principalmente de peixes. Disp\u00f5e de um metabolismo muito acelerado e come mais ou menos 4 vezes por dia<\/p>\n<p><b>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/b><strong>:<\/strong>\u00a0Seu per\u00edodo de gesta\u00e7\u00e3o \u00e9 de 65 a 70 dias, a f\u00eamea d\u00e1 a luz de 1 a 6 crias. Os filhotes nascem de olhos fechados e pesam aproximadamente 200 grama<\/p>\n<p><b>Costumes<\/b><strong>:\u00a0<\/strong>Semi-aqu\u00e1ticos, constr\u00f3i abrigos terrestres para proteger-se. \u00c9 territorial e delimita seu territ\u00f3rio esfregando-se na vegeta\u00e7\u00e3o circundante e com urina<\/p>\n<p><strong>Classifica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Nome Cient\u00edfico:\u00a0<\/strong>Pteronura brasiliensis (Gmelin, 1788)<strong><br \/>\nNome comum:\u00a0<\/strong>Ariranha<strong><br \/>\nNome Ingl\u00eas:\u00a0<\/strong>Giant Otter<strong><br \/>\nReino:<\/strong>\u00a0Animalia<strong><br \/>\nFilo:\u00a0<\/strong>Chordata<strong><br \/>\nClasse:<\/strong>\u00a0Mammalia<strong><br \/>\nOrdem:<\/strong>\u00a0Carnivora<strong><br \/>\nFam\u00edlia:\u00a0<\/strong>Mustelidae<strong><br \/>\nSubfam\u00edlia:<\/strong>\u00a0Lutrinae<strong><br \/>\nG\u00eanero:<\/strong>\u00a0Pteronura<strong><br \/>\nEsp\u00e9cie:<\/strong>\u00a0P. brasiliensis<strong><br \/>\nAlimenta\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Alimenta-se especialmente de peixes, podendo eventualmente comer caranguejos e pequenos r\u00e9pteis.<strong><br \/>\nReprodu\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>O per\u00edodo de gesta\u00e7\u00e3o \u00e9 de 70 dias e nascem de 1 a 5 filhotes.<strong><br \/>\nHabitat:\u00a0<\/strong>\u00c1reas alagadas, cursos d?\u00e1gua, matas de galeria, rios e riachos de pouca correnteza.<strong><br \/>\nDistribui\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica:\u00a0<\/strong>Am\u00e9rica do Sul<b><br \/>\nTamanho<\/b><strong>:\u00a0<\/strong>Mede 100 a 120 m<b><br \/>\nPeso<\/b><strong>:\u00a0<\/strong>Os machos pesam 34 kg, e as f\u00eameas 26 kg.<\/p>\n<p><strong>Ariranha &#8211; Fotos<\/strong><\/p>\n<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-37954 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/ariranha-1.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/ariranha-1-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Ariranha\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/ariranha-2.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/ariranha-2-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Ariranha\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/ariranha-3.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/ariranha-3-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Ariranha\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/ariranha-4.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/ariranha-4-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Ariranha\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/ariranha-5.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/ariranha-5-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Ariranha\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/ariranha-6.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/ariranha-6-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Ariranha\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0Ang\u00e9lica Cristina Pereira dos Santos\/www.animalnet.com.br\/www.portalpantretal.com.br\/br.geocities.com\/www.sueza.com.br\/www.perunature.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que \u00e9 A\u00a0ariranha\u00a0\u00e9 o maior mustel\u00eddeo conhecido. 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