{"id":36494,"date":"2016-05-25T12:52:25","date_gmt":"2016-05-25T12:52:25","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=36494"},"modified":"2019-01-02T15:17:11","modified_gmt":"2019-01-02T17:17:11","slug":"baleias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/animais\/baleias","title":{"rendered":"Baleias"},"content":{"rendered":"<p><strong>O que \u00e9 uma baleia?<\/strong><\/p>\n<p>Uma\u00a0<strong>baleia<\/strong>\u00a0\u00e9 um mam\u00edfero marinho da ordem dos cet\u00e1ceos, que tamb\u00e9m inclui golfinhos e botos.<\/p>\n<p>Tecnicamente, o termo poderia ser usado para se referir a qualquer animal nesta ordem biol\u00f3gica, mas por conven\u00e7\u00e3o, \u00e9 reservado para representantes particularmente grandes da ordem.<\/p>\n<p>Estes animais podem ser encontrados em todos os oceanos do mundo, migrando para diferentes regi\u00f5es para reprodu\u00e7\u00e3o e alimenta\u00e7\u00e3o, e os animais mant\u00eam uma m\u00edstica popular com os humanos, devido ao seu tamanho impressionante e comportamentos marcantes.<\/p>\n<p>Existem dois tipos b\u00e1sicos de baleia. Esp\u00e9cies dentadas t\u00eam enormes mand\u00edbulas e dentes para comer uma dieta variada de animais marinhos. Baleias de barbatanas s\u00e3o alimentadores de filtro, comendo pl\u00e2ncton e outros pequenos organismos. Barbatana se assemelha a um pente, e \u00e9 feito de queratina, a mesma fibra resistente que comp\u00f5e o cabelo humano e unhas. Ambos os tipos t\u00eam linhas horizontais, ou caudas e flippers frontais. Al\u00e9m disso, o animal tem um orif\u00edcio para respirar no topo de sua cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio da maioria dos animais, uma\u00a0baleia\u00a0decide quando deve respirar. Algumas esp\u00e9cies s\u00e3o capazes de permanecer submersas por at\u00e9 uma hora antes de precisar ressurgir por ar fresco. Os animais expelem a \u00e1gua da superf\u00edcie de seus buracos quando est\u00e3o se preparando para respirar, levando a bicos distintos que s\u00e3o usados para detectar os mam\u00edferos submersos. Cada esp\u00e9cie tem um bico distinto, permitindo que as pessoas determinem quais esp\u00e9cies est\u00e3o vendo.<\/p>\n<p>Existem numerosas esp\u00e9cies reconhecidas de\u00a0baleias,\u00a0incluindo baleias cinza, espermatozoide, direita e jubarte.<\/p>\n<p>O maior animal da Terra, a\u00a0baleia azul, \u00e9 uma esp\u00e9cie de barbatana. Tamb\u00e9m acontece de ser o animal mais barulhento da Terra. Esses mam\u00edferos podem ser muito barulhentos quando se comunicam, porque o ambiente subaqu\u00e1tico pode abafar o som. Muitas grava\u00e7\u00f5es das \u201ccan\u00e7\u00f5es\u201d melodiosas que os animais usam para se comunicar foram publicadas em todo o mundo por pesquisadores marinhos.<\/p>\n<p>Alguns humanos gostam muito de fazer viagens de observa\u00e7\u00e3o de\u00a0baleias\u00a0para ver os animais em primeira m\u00e3o em seu ambiente natural. Durante uma viagem, as pessoas podem ver o comportamento dos animais, como surto, viola\u00e7\u00e3o e o comportamento de superf\u00edcie dos cet\u00e1ceos. Quando o animal flui, ele levanta a cauda acima da \u00e1gua, \u00e0s vezes derrubando-a com um ru\u00eddo aud\u00edvel. Uma\u00a0baleia\u00a0levanta a cabe\u00e7a acima da \u00e1gua, provavelmente para investigar o ambiente da superf\u00edcie. A abertura \u00e9 o comportamento mais impressionante de se ver, pois o animal realmente pula para fora da \u00e1gua, expondo a maior parte do corpo ao ar por um momento.<\/p>\n<p>Preocupa\u00e7\u00f5es t\u00eam sido levantadas sobre a sobreviv\u00eancia das\u00a0baleias, porque muitos pa\u00edses ainda as ca\u00e7am, e o ambiente marinho est\u00e1 lentamente crescendo polu\u00eddo devido \u00e0 atividade humana. Muitos pesquisadores acham que a perda desses incr\u00edveis mam\u00edferos seria bastante tr\u00e1gica, e est\u00e3o fazendo esfor\u00e7os para salvar esses mam\u00edferos marinhos para as futuras gera\u00e7\u00f5es desfrutarem.<\/p>\n<p><strong>Baleias &#8211; Animais<\/strong><\/p>\n<p>As\u00a0baleias\u00a0s\u00e3o animais que estimulam a imagina\u00e7\u00e3o de marujos e pescadores desde que o homem come\u00e7ou a navegar.<\/p>\n<p>Os mist\u00e9rios do seu habitat, \u2013 o oceano -, seu enorme tamanho e as curiosidades de seu comportamento, fascinam os cientistas, que, ainda hoje, conhecem pouco sobre esses gigantes do planeta.<\/p>\n<p><strong>De onde vieram<\/strong><\/p>\n<p>Acredita-se que as\u00a0baleias, assim como os demais cet\u00e1ceos, evolu\u00edram a partir de um ancestral comum chamado mesoniqu\u00eddeo.<\/p>\n<p>Ele era um mam\u00edfero quadr\u00fapede, muito parecido com um lobo, mas com pernas curtas. Numa \u00e9poca de escassez de alimentos, esse habitante terrestre precisou adentrar o mar para buscar alimento. Ao longo de muitas centenas de anos, a sele\u00e7\u00e3o natural atuou sobre esse animal, garantindo que as caracter\u00edsticas que lhe possibilitavam a vida aqu\u00e1tica permanecessem em seus descendentes.<\/p>\n<p>Os mesoniqu\u00eddeos deram origem aos cet\u00e1ceos pr\u00e9-hist\u00f3ricos, chamados arqueocetos, h\u00e1 cerca de 50 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n<p>Os arqueocetos, que j\u00e1 apresentavam caracter\u00edsticas encontradas nos golfinhos atuais, evolu\u00edram e originaram as baleias, botos e golfinhos que hoje habitam os oceanos e rios do planeta.<\/p>\n<p><strong>Como s\u00e3o hoje<\/strong><\/p>\n<p>As\u00a0baleias\u00a0s\u00e3o animais do grupo dos cet\u00e1ceos, palavra que vem do latim cetus (= grande animal marinho), e do grego ketos (= monstro marinho).<\/p>\n<p>Os cet\u00e1ceos s\u00e3o todos os animais homeotermos (que regulam a temperatura do corpo e a mant\u00e9m ao redor dos 37\u00baC, respiram atrav\u00e9s de pulm\u00f5es (e n\u00e3o de br\u00e2nquias, como os peixes) e s\u00e3o mam\u00edferos, ou seja, seus filhotes se desenvolvem dentro do corpo da m\u00e3e, sendo alimentados, ap\u00f3s o nascimento, pelo leite que ela produz, dependendo dela para aprender a sobreviver no ambiente marinho.<\/p>\n<p>Os animais desse grupo passam a maior parte de suas vidas no meio aqu\u00e1tico e possuem adapta\u00e7\u00f5es para viver nesse meio, sendo a forma do corpo a mais vis\u00edvel. O fato de passarem o maior tempo de sua vida submersos \u00e9 uma das principais dificuldades encontradas para seu estudo.<\/p>\n<p><strong>Os cet\u00e1ceos dividem-se em dois grupos:\u00a0<\/strong>os cet\u00e1ceos com dentes, ou odontocetos, e os cet\u00e1ceos com barbatanas, ou misticetos.<\/p>\n<p><strong>Os Odontocetos<\/strong><\/p>\n<p><strong>Os delfin\u00eddeos (fam\u00edlia Delphinidae)<\/strong><\/p>\n<p>A maioria dos cet\u00e1ceos que se parecem com um golfinho t\u00edpico, como a ilustra\u00e7\u00e3o acima, est\u00e1 agrupada em uma divis\u00e3o dentro do grupo dos cet\u00e1ceos chamada fam\u00edlia Delphinidae. Essa fam\u00edlia abriga os chamados golfinhos verdadeiros, tanto os de vida oce\u00e2nica como os que vivem pr\u00f3ximos \u00e0 costa ou em rios.<\/p>\n<p>A esp\u00e9cie de delfin\u00eddeo mais famosa \u00e9 o golfinho \u201cflipper\u201d (Tursiops truncatus), assim chamado por protagonizar o seriado de televis\u00e3o Flipper nos anos 70 e 80.<\/p>\n<p>Eles s\u00e3o os golfinhos que melhor se adaptam ao cativeiro e por isso s\u00e3o encontrados em ocean\u00e1rios e parques aqu\u00e1ticos em todo o mundo. Seus outros nomes s\u00e3o \u201cgolfinho-nariz-de-garrafa\u201d (do ingl\u00eas \u201cbottlenose dolphin\u201d) ou \u201cboto-da-tainha\u201d. Outro delfin\u00eddeo famoso, que n\u00e3o parece um golfinho, mas \u00e9 o maior deles, \u00e9 a orca (Orcinus orca).<\/p>\n<p>As orcas s\u00e3o tamb\u00e9m chamadas de \u201cbaleias-assassinas\u201d por serem ca\u00e7adoras ativas e se alimentarem de outros mam\u00edferos aqu\u00e1ticos.<\/p>\n<p>No Brasil, outros delfin\u00eddeos bem \u00a0conhecidos s\u00e3o o boto-cinza ou tucuxi (Sotalia fluviatis) e o golfinho-rotador (Stenella longirostris), muito comum em Fernando de Noronha.<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 outras divis\u00f5es entre os Odontocetos, com animais de fei\u00e7\u00f5es um pouco diferentes das de um golfinho \u201ct\u00edpico\u201d:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Os monodont\u00eddeos (fam\u00edlia Monodontidae) \u2013\u00a0<\/strong>Re\u00fane o narval (que parece o \u201cunic\u00f3rnio\u201d dos mares) e a beluga (tamb\u00e9m chamada baleia-branca). Vivem no Oceano \u00c1rtico.<strong><br \/>\nOs focon\u00eddeos (fam\u00edlia Phoconidae)\u00a0<\/strong>\u2013 Tamb\u00e9m denominados \u201cporpoises\u201d, em ingl\u00eas; s\u00e3o os golfinhos sem bico. N\u00e3o s\u00e3o muito comuns no Brasil.<strong><br \/>\nOs platanist\u00f3ideos (fam\u00edlia Platanistoidae) \u2013\u00a0<\/strong>S\u00e3o os golfinhos de \u00e1gua doce que vivem nos rios da \u00cdndia e China. Est\u00e3o entre as esp\u00e9cies de mam\u00edferos aqu\u00e1ticos mais amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o em todo o planeta.<strong><br \/>\nOs pontopor\u00eddeos (fam\u00edlia Pontoporiidae)<\/strong>\u00a0\u2013 Re\u00fane apenas uma esp\u00e9cie, a franciscana ou toninha (Pontoporia blainvillei). Ela \u00e9 muito comum no Brasil e \u00e9, possivelmente, a esp\u00e9cie de cet\u00e1ceo mais amea\u00e7ada em nosso pa\u00eds.<strong><br \/>\nOs kog\u00eddios (fam\u00edlia Kogidae)\u00a0<\/strong>\u2013 S\u00e3o os cachalotes an\u00e3o e pigmeu. Duas esp\u00e9cies de \u00e1guas profundas que de vez em quando aparecem encalhadas em praias no litoral brasileiro.<strong><br \/>\nOs fiseter\u00eddeos (fam\u00edlia Physeteridae)\u00a0<\/strong>\u2013 S\u00e3o os cachalotes verdadeiros, os maiores odontocetos. Os machos chegam a medir 18m de comprimento e pesar 80 toneladas. O cachalote mais famoso do mundo \u00e9 a baleia branca do livro Moby Dick de Herman Melville.<strong><br \/>\nOs zif\u00eddeos (fam\u00edlia Ziphiidae) \u2013\u00a0<\/strong>Representam as chamadas baleias-bicudas; s\u00e3o golfinhos maiores que os golfinhos verdadeiros e com bico longo. Normalmente vivem em \u00e1guas profundas e afastadas da costa, sendo as esp\u00e9cies bem raras.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Os Misticetos<\/strong><\/p>\n<p>Os cet\u00e1ceos com barbatanas s\u00e3o referidos popularmente como baleias. Na verdade, este \u00e9 o grupo das chamadas \u201cbaleias verdadeiras\u201d.As baleias de barbatanas se alimentam atrav\u00e9s do uso de l\u00e2minas c\u00f3rneas dispostas longitudinalmente na boca e que funcionam como verdadeiros filtros gigantes capazes de reter pequenos moluscos e crust\u00e1ceos, a principal fonte de alimento desses animais.<\/p>\n<p><strong>Mam\u00edferos como n\u00f3s<\/strong><\/p>\n<p>Todos os cet\u00e1ceos s\u00e3o mam\u00edferos, ou seja, seus filhotes crescem dentro do corpo da m\u00e3e e s\u00e3o alimentados com leite produzido por ela durante os primeiros meses de vida.<\/p>\n<p>A gesta\u00e7\u00e3o varia de esp\u00e9cie para esp\u00e9cie, mas para a maioria das baleias, dura cerca de 11 a 12 meses em m\u00e9dia. No caso dos golfinhos, a gesta\u00e7\u00e3o \u00e9 um pouco mais curta, tendo em m\u00e9dia 10 meses.<\/p>\n<p>\u00c9 muito raro baleias ou golfinhos terem filhotes g\u00eameos. Os filhotes demandam um grande gasto energ\u00e9tico por parte de suas m\u00e3es e \u00e9 pouco prov\u00e1vel que uma f\u00eamea conseguisse amamentar dois ou mais filhotes. Nos raros casos em que o nascimento de g\u00eameos ocorre, um deles normalmente n\u00e3o sobrevive. Essa \u00e9 uma das raz\u00f5es pelas quais os cet\u00e1ceos merecem cuidados especiais. Como as f\u00eameas geram um filhote por gesta\u00e7\u00e3o e demoram bastante tempo, entre 2 e 6 anos, para ter outro filhote, as popula\u00e7\u00f5es desses animais n\u00e3o crescem t\u00e3o r\u00e1pido e por isso s\u00e3o mais vulner\u00e1veis a impactos.<\/p>\n<p>Os cet\u00e1ceos, em geral, s\u00e3o animais de topo de cadeia alimentar, ou seja, n\u00e3o possuem muitos predadores naturais. Por isso, o crescimento populacional de baleias nos oceanos pode ser usado como indicador da sa\u00fade do meio ambiente marinho e da biodiversidade dispon\u00edvel para o futuro.<\/p>\n<p>Assim como ocorre com outros mam\u00edferos, as m\u00e3es t\u00eam fun\u00e7\u00e3o importante na aprendizagem de comportamentos para a sobreviv\u00eancia dos filhotes, principalmente nos odontocetos. Na maioria dos golfinhos, um filhote permanece com sua m\u00e3e cerca de dois anos. No caso das orcas, os filhotes ficam junto de suas m\u00e3es durante toda a vida, pois essa esp\u00e9cie \u00e9 conhecida por apresentar uma sociedade matriarcal. Ao lado da m\u00e3e, os filhotes ficam protegidos e aprendem a se alimentar, brincar e se comunicar.<\/p>\n<p>Apenas os filhotes das grandes baleias aprendem a migrar com a m\u00e3e na primeira vez em que v\u00e3o para as \u00e1reas de alimenta\u00e7\u00e3o. Uma vez aprendido o caminho, esses filhotes afastam-se das f\u00eameas e tornam-se independentes de suas m\u00e3es durante o restante de seu desenvolvimento.<\/p>\n<p><strong>Alimenta\u00e7\u00e3o das baleias<\/strong><\/p>\n<p>Todas as 75 esp\u00e9cies de baleias s\u00e3o carn\u00edvoras, mas os m\u00e9todos de ca\u00e7a variam muito. Baleias com dentes como as cachalotes e as orcas, ca\u00e7am da mesma maneira que os tubar\u00f5es. Elas t\u00eam uma fileira de dentes fortes e rasgam a presa ou a engolem. Muitas baleias com dentes comem somente peixes pequenos e outras presas f\u00e1ceis de ca\u00e7ar.<\/p>\n<p>As orcas, por um outro lado, podem atacar le\u00f5es marinhos, focas e outras baleias (por essa raz\u00e3o s\u00e3o chamadas de baleias assassinas, uma altera\u00e7\u00e3o da express\u00e3o assassinas de baleias).<\/p>\n<p>Assim como os lobos, os ursos polares e outros predadores em terra, as baleias seguem e ca\u00e7am as suas presas escolhendo um alvo mais fraco, como um filhote de baleia corcunda, por exemplo. As orcas e outras esp\u00e9cies geralmente ca\u00e7am em bandos, algumas vezes cercando a presa.<\/p>\n<p>Apesar dessas tend\u00eancias, as orcas e a maioria das esp\u00e9cies com dentes s\u00e3o pouco amea\u00e7adoras aos seres humanos. Na realidade muitas esp\u00e9cies parecem gostar da presen\u00e7a humana.<\/p>\n<p>Muitas esp\u00e9cies desenvolveram habilidades de ecoloca\u00e7\u00e3o para ajud\u00e1-las a achar a presa e localizar obst\u00e1culos.<\/p>\n<p><strong>A ecoloca\u00e7\u00e3o \u00e9 um conceito muito simples:<\/strong>\u00a0a baleia emite uma s\u00e9rie de sons e as ondas de som percorrem a \u00e1gua em volta. Quando as ondas de som atingem algum obst\u00e1culo ou um outro animal, elas ricocheteiam e retornam para a baleia. A \u00e1gua conduz o som muito bem e as baleias t\u00eam uma audi\u00e7\u00e3o excelente, portanto, podem captar at\u00e9 mesmo os ecos mais fracos de um objeto a quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Em um volume de \u00e1gua com press\u00e3o consistente, o som sempre viaja com a mesma velocidade. Calculando o tempo de retorno do eco, a baleia pode saber a dist\u00e2ncia que a onda percorreu e determinar a dist\u00e2ncia em que o objeto est\u00e1. Como a maioria dos animais, as baleias t\u00eam dois ouvidos, um em cada lado da cabe\u00e7a. Isso permite que determinem de onde o som vem. Se o som alcan\u00e7ar primeiro o ouvido direito e for um pouco alto, ent\u00e3o o objeto est\u00e1 do lado direito e vice-versa. No mundo escuro e submerso dos oceanos, as baleias precisam sentir o ambiente atrav\u00e9s do som. Uma grande porcentagem do c\u00e9rebro delas \u00e9 dedicado ao processamento da informa\u00e7\u00e3o auditiva ao inv\u00e9s da informa\u00e7\u00e3o visual. Nos seres humanos o processo \u00e9 o inverso.<\/p>\n<p>A ecoloca\u00e7\u00e3o \u00e9 encontrada nos cet\u00e1ceos com dentes, como os golfinhos e as baleias cachalote e n\u00e3o nas esp\u00e9cies sem dentes. O grupo de baleias sem dentes inclui as corcundas, azuis e muitas outras esp\u00e9cies.<\/p>\n<p><strong>Elas possuem uma adapta\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para se alimentar:\u00a0<\/strong>as barbas. As barbas consistem de uma placa larga na boca da baleia composta de centenas de l\u00e2minas finas e longas em forma de franja compostas de queratina, o mesmo material das unhas humanas. Essas l\u00e2minas formam um filtro que a baleia usa para capturar pequenos animais como o krill (crust\u00e1ceos muito parecidos com o camar\u00e3o), o pl\u00e2ncton e pequenos peixes. Devido a essa caracter\u00edstica, as baleias sem dentes s\u00e3o geralmente chamadas de baleias filtradoras.<\/p>\n<p>Existem dois grupos de baleias filtradoras que s\u00e3o distintas pela maneira que usam estes filtros. As Skimmers abrem a boca e nadam a frente pegando peixes, crust\u00e1ceos e pl\u00e2ncton. Depois de terem filtrado bastante \u00e1gua, engolem o alimento inteiro que ficou preso nas l\u00e2minas. As Gulpers enchem a boca de \u00e1gua e ent\u00e3o empurram a l\u00edngua \u00e0 frente para for\u00e7ar a \u00e1gua atrav\u00e9s das barbas filtrando qualquer presa do lado de dentro da placa. Apesar do tamanho grande, as baleias filtradoras geralmente t\u00eam gargantas pequenas que medem apenas alguns cent\u00edmetros de largura. Isso \u00e9 tudo de que elas precisam para devorar o krill e outras criaturas pequenas que fazem parte da sua alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Como as baleias filtradoras n\u00e3o rasgam a presa do mesmo modo que as baleias com dentes, muitas pessoas t\u00eam a impress\u00e3o de que s\u00e3o ca\u00e7adoras passivas e que simplesmente cruzam os oceanos com a boca aberta engolindo o que encontram pela frente. Na realidade, a maioria delas procura por \u00e1reas que tenham uma alta concentra\u00e7\u00e3o de comida e onde podem usar v\u00e1rias t\u00e1ticas para capturar as presas. As corcundas, por exemplo, capturam os peixes com um tipo de rede de bolhas. Quando elas localizam um cardume perto da superf\u00edcie, nadam em c\u00edrculo por baixo e liberam ar pelo buraco respirat\u00f3rio. Isso cria colunas de bolhas em volta do cardume retendo-o em uma pequena \u00e1rea. Depois disso, a baleia vem por baixo e captura os peixes. As corcundas podem tamb\u00e9m emitir um som alto que aparentemente serve para desorientar a presa.<\/p>\n<p>As baleias corcunda e outras esp\u00e9cies de baleias podem produzir uma vasta gama de sons que s\u00e3o usados para se comunicarem entre si atrav\u00e9s de grandes dist\u00e2ncias.<\/p>\n<p><strong>A comunica\u00e7\u00e3o das baleias<\/strong><\/p>\n<p>Nos \u00faltimos cem anos, a atitude mundial em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s\u00a0baleias\u00a0mudou bastante. Elas n\u00e3o s\u00e3o mais vistas como criaturas apavorantes como mostrado no filme \u201cMoby Dick\u201d e um esfor\u00e7o de prote\u00e7\u00e3o no mundo inteiro reduziu de forma consider\u00e1vel a ca\u00e7a \u00e0s baleias. Atrav\u00e9s de extensa observa\u00e7\u00e3o, os cientistas puderam concluir que as baleias s\u00e3o normalmente criaturas pac\u00edficas, brincalhonas e que t\u00eam um alto n\u00edvel de intelig\u00eancia.<\/p>\n<p>Mas, as\u00a0baleias\u00a0ainda continuam tendo um certo mist\u00e9rio para n\u00f3s. Muitas informa\u00e7\u00f5es obtidas por pesquisadores levantaram algumas quest\u00f5es principalmente sobre a comunica\u00e7\u00e3o das baleias. As corcundas macho s\u00e3o as que mais emitem sons, produzindo uma complexa seq\u00fc\u00eancia de lamentos, gritos agudos e sons ocos. Esses barulhos s\u00e3o algumas vezes combinados em uma m\u00fasica que dura at\u00e9 30 minutos. O que \u00e9 surpreendente sobre essas can\u00e7\u00f5es \u00e9 que as baleias repetem literalmente esses mesmos sons v\u00e1rias vezes e, em uma regi\u00e3o espec\u00edfica, cada macho emitir\u00e1 a mesma can\u00e7\u00e3o fazendo pequenas mudan\u00e7as de vez em quando para que evolua de uma forma diferente com o passar do tempo.<\/p>\n<p>Esse comportamento parece estar relacionado com a reprodu\u00e7\u00e3o. Durante o temporada de acasalamento, o macho come\u00e7a a longa seq\u00fc\u00eancia de sons, parando somente para se juntar com alguma f\u00eamea que passa, nadando junto com ela e com o filhote. Eventualmente, macho e f\u00eamea mergulham em dire\u00e7\u00e3o ao fundo para acasalar. Parece l\u00f3gico que a can\u00e7\u00e3o do macho atraia a f\u00eamea, mas o som se propaga por muitos quil\u00f4metros atraindo tamb\u00e9m outros machos para a \u00e1rea. \u00c9 muito estranho que o macho queira chamar a competi\u00e7\u00e3o, a n\u00e3o ser que ele tente testar a sua for\u00e7a com os outros. Alguns pesquisadores acreditam que as can\u00e7\u00f5es s\u00e3o, na realidade, competi\u00e7\u00f5es de for\u00e7a.<\/p>\n<p>As\u00a0baleias\u00a0n\u00e3o produzem sons da mesma maneira que n\u00f3s. As nossas cordas vocais n\u00e3o funcionariam t\u00e3o bem debaixo d\u00b4\u00e1gua. As baleias produzem sons inalando ar atrav\u00e9s da cavidade nasal que fica em frente dos buracos respirat\u00f3rios. Em baleias com dentes, os sistema de produ\u00e7\u00e3o de sons envolve um arranjo complexo de tecidos de gordura. Nas baleias cachalotes e nos golfinhos, estas estruturas de som s\u00e3o t\u00e3o grandes que elas possuem um evidente formato arredondado na testa. Os cientistas n\u00e3o entendem exatamente como funciona a produ\u00e7\u00e3o de som das baleias, mas sabem que isso n\u00e3o se parece com nada conhecido no reino animal.<\/p>\n<p>As baleias corcundas e a maioria das outras esp\u00e9cies produzem uma vasta gama de sons diariamente. Muitas esp\u00e9cies parecem formar la\u00e7os estreitos entre si e os sons talvez sirvam para que as outras saibam onde est\u00e3o e o que est\u00e3o fazendo. A \u00e1gua \u00e9 excelente para conduzir o som e os sons das baleias podem ser muito altos, ent\u00e3o, elas podem se comunicar atrav\u00e9s de centenas ou talvez milhares de quil\u00f4metros. Os especialistas est\u00e3o preocupados que a polui\u00e7\u00e3o sonora causada por plataformas petrol\u00edferas de perfura\u00e7\u00e3o em alto mar e outras atividades no oceano estejam abafando esses sons e obstruindo o sistema de comunica\u00e7\u00e3o de longa dist\u00e2ncia das baleias.<\/p>\n<p>Muitos pesquisadores acreditam que as baleias possuam uma capacidade de linguagem sofisticada. Elas t\u00eam c\u00e9rebros enormes com caracter\u00edsticas complexas que os bi\u00f3logos associam a uma alta intelig\u00eancia, mas a extens\u00e3o da capacidade n\u00e3o est\u00e1 clara. Muitas esp\u00e9cies exibem comportamentos inteligentes tanto em cativeiro como na natureza. Elas aprendem tarefas complexas e demonstram habilidades avan\u00e7adas na solu\u00e7\u00e3o de problemas.<\/p>\n<p>As baleias tamb\u00e9m t\u00eam mem\u00f3ria excelente e isso est\u00e1 evidenciado nos seus padr\u00f5es migrat\u00f3rios.<\/p>\n<p><strong>H\u00e1bitos migrat\u00f3rios<\/strong><\/p>\n<p>Um dos mais intrigantes aspectos do comportamento das baleias \u00e9 o h\u00e1bito migrat\u00f3rio. No Oceano Pac\u00edfico, as baleias corcunda migram ao longo da costa americana at\u00e9 o Hava\u00ed retornando para as mesmas \u00e1reas ano ap\u00f3s ano.<\/p>\n<p>Elas tendem a migrar com a troca das esta\u00e7\u00f5es tirando proveito das \u00e1guas mais quentes em dire\u00e7\u00e3o ao Equador durante os meses mais frios e da grande quantidade de alimento no \u00c1rtico durante os meses mais quentes. A maioria das esp\u00e9cies n\u00e3o migra regularmente em dire\u00e7\u00e3o ao Equador, ent\u00e3o devem existir grupos separados de cada esp\u00e9cie no hemisf\u00e9rio sul e no hemisf\u00e9rio norte.<\/p>\n<p>Os cientistas estudam a migra\u00e7\u00e3o das baleias de v\u00e1rias maneiras. Em muitas esp\u00e9cies as baleias t\u00eam marcas distintas na cauda que possibilitam aos pesquisadores identificar tipos espec\u00edficos e segui-los aos locais por que passam para se ter uma ideia de onde v\u00e3o e de quando est\u00e3o migrando. Os pesquisadores tamb\u00e9m usam etiquetas de sat\u00e9lite, que s\u00e3o r\u00e1dio transmissores que se comunicam com os sat\u00e9lites, para rastrear a localiza\u00e7\u00e3o de uma baleia.<\/p>\n<p>Os pesquisadores colocam o transmissor nas costas da baleia usando arco e flecha normais. Como a gordura da baleia \u00e9 grossa e o transmissor \u00e9 pequeno, ela n\u00e3o \u00e9 ferida.<\/p>\n<p>Os transmissores t\u00eam mostrado que algumas esp\u00e9cies migram dist\u00e2ncias muito maiores que os cientistas anteriormente estimavam. Os pesquisadores rastrearam baleias corcunda que viajam centenas de quil\u00f4metros em poucas semanas indo de latitudes extremas ao norte para latitudes equatoriais e retornando. As baleias cachalote macho parecem andarilhos indo de oceano para oceano sem um padr\u00e3o espec\u00edfico.<\/p>\n<p>Na maioria das outras esp\u00e9cies, a migra\u00e7\u00e3o est\u00e1 relacionada \u00e0 reprodu\u00e7\u00e3o. Geralmente as baleias f\u00eameas acasalam no outono ou inverno, quando est\u00e3o em \u00e1guas mais quentes e d\u00e3o \u00e0 luz na mesma regi\u00e3o cerca de um ano mais tarde. No ver\u00e3o, entre o acasalamento e o nascimento, a f\u00eamea tira proveito dos ricos recursos de alimento das \u00e1guas mais frias do norte. Isso fornece a energia de que ela precisa para alimentar o filhote.<\/p>\n<p>Os filhotes podem nadar assim que nascem e sobem \u00e0 superf\u00edcie para respirar, mas precisam ser muito bem alimentados antes que possam se aventurar sozinhos.<\/p>\n<p>Dependendo da esp\u00e9cie, os filhotes podem ficar junto com a m\u00e3e por um ano ou mais antes de se juntar \u00e0s outras baleias mais jovens para brincar. Na maior parte deste per\u00edodo, o filhote subsiste somente do leite da m\u00e3e. As f\u00eameas t\u00eam duas tetas, normalmente escondidas dentro de fendas atr\u00e1s do abd\u00f4men e perto da base da cauda.<\/p>\n<p>O leite das baleias \u00e9 excepcionalmente rico e fornece aos filhotes os nutrientes de que eles precisam. Um filhote de baleia azul bebe 189 litros de leite todos os dias e engorda 4,5 kg a cada hora. Um filhote rec\u00e9m-nascido pode medir 7,60 metros da cabe\u00e7a \u00e0 cauda e pesa mais do que um elefante africano adulto.<\/p>\n<p>Como o per\u00edodo de gesta\u00e7\u00e3o \u00e9 longo na maioria das esp\u00e9cies e o per\u00edodo de amamenta\u00e7\u00e3o \u00e9 muito exaustivo, as f\u00eameas t\u00eam filhotes somente em intervalos de dois a quatro anos. Essa baixa taxa de reprodu\u00e7\u00e3o significa que qualquer ca\u00e7a em grande escala pode reduzir bastante a popula\u00e7\u00e3o das baleias.<\/p>\n<p><strong>Diferen\u00e7as entre baleias e golfinhos<\/strong><\/p>\n<p>Em alguns casos os cientistas usam o termo baleia para descrever todos os animais na ordem dos Cet\u00e1ceos. Isso inclui as grandes esp\u00e9cies, como as baleias corcunda e as baleias azuis e tamb\u00e9m as esp\u00e9cies menores como os golfinhos nariz de garrafa. Na maioria das vezes, as pessoas usam o termo \u201cbaleia\u201d somente para descrever as esp\u00e9cies maiores e se referem \u00e0s esp\u00e9cies menores (como golfinhos e botos) como cet\u00e1ceos.<\/p>\n<p>Os golfinhos que comp\u00f5em a fam\u00edlia Delphinidae s\u00e3o baleias com dentes caracterizados pelo tamanho relativamente pequeno, cabe\u00e7a protuberante e focinho bicudo. As orcas e as baleias piloto est\u00e3o tamb\u00e9m inclu\u00eddas nessa fam\u00edlia, embora sejam muito maiores e os bicos menos pronunciados. Os botos, membros da fam\u00edlia Phocaenidae, s\u00e3o pequenas baleias com dentes que t\u00eam uma cabe\u00e7a redonda em vez de um bico pontudo.<\/p>\n<p><strong>Baleias &#8211; Tamanho e Peso<\/strong><\/p>\n<p><strong>Baleia-de-bico-baird<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:\u00a0<\/strong>12 metros de comprimento<br \/>\n<strong>Peso:\u00a0<\/strong>11 toneladas (Adulto)<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Baleia-azul<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:<\/strong>\u00a030 metros de comprimento<br \/>\n<strong>Peso:\u00a0<\/strong>90 a 190 toneladas (Adulto)<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Golfinho-maior<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:<\/strong>\u00a04 metros<br \/>\n<strong>Peso:\u00a0<\/strong>650 quilos<\/p><\/blockquote>\n<p align=\"left\"><strong>Golfinho-comum<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p align=\"left\"><strong>Tamanho:\u00a0<\/strong>2.4 metros<br \/>\n<strong>Peso:\u00a0<\/strong>70 a 110 quilos<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Baleia-bico-de-garrafa<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:\u00a0<\/strong>10 metros<br \/>\n<strong>Peso:<\/strong>\u00a08 toneladas<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Baleia-sei<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:<\/strong>\u00a020 metros<br \/>\n<strong>Peso:<\/strong>\u00a017 toneladas<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Baleia-azul-de-bryde<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:<\/strong>\u00a015 metros<br \/>\n<strong>Peso:<\/strong>\u00a020 toneladas<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Baleia-franca<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:<\/strong>\u00a018 metros<br \/>\n<strong>Peso:<\/strong>\u00a040 a 80 toneladas<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Baleia-de-bico-de-pato<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:\u00a0<\/strong>7 metros<br \/>\n<strong>Peso:\u00a0<\/strong>4.000 quilos<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Toninha-de-dall<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:<\/strong>\u00a02 metros<br \/>\n<strong>Peso:<\/strong>\u00a0160 quilos<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Falsa-orca<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:\u00a0<\/strong>6 metros<br \/>\n<strong>Peso:\u00a0<\/strong>2 toneladas<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Baleia-fin<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:<\/strong>\u00a026 metros<br \/>\n<strong>Peso:<\/strong>\u00a069 toneladas<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Baleia-cinzenta<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:\u00a0<\/strong>15 metros<br \/>\n<strong>Peso:\u00a0<\/strong>25 toneladas<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Baleia Jubarte<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:\u00a0<\/strong>19 metros<br \/>\n<strong>Peso:\u00a0<\/strong>48 toneladas<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Orca ou baleia assassina<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:<\/strong>\u00a010 metros<br \/>\n<strong>Peso:<\/strong>\u00a07 toneladas<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Baleia Minke<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:\u00a0<\/strong>10 metros<br \/>\n<strong>Peso:\u00a0<\/strong>9 toneladas<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Narval ou unic\u00f3rnio-do-mar<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:\u00a0<\/strong>4 metros<br \/>\n<strong>Peso:<\/strong>\u00a02 toneladas<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Baleia-piloto ou baleote<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:<\/strong>\u00a06 metros<br \/>\n<strong>Peso:<\/strong>\u00a04 toneladas<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Baleia-pigmeu-verdadeira<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:<\/strong>\u00a06 metros<br \/>\n<strong>Peso:<\/strong>\u00a04,5 toneladas<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Cachalote-an\u00e3o<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:<\/strong>\u00a03,4 metros<br \/>\n<strong>Peso:<\/strong>\u00a0680 quilos<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Cachalote<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:<\/strong>\u00a021 metros<br \/>\n<strong>Peso:\u00a0<\/strong>54 toneladas<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Baleia-branca ou beluga<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Tamanho:<\/strong>\u00a06 metros<br \/>\n<strong>Peso:\u00a0<\/strong>1.4 toneladas<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Baleias &#8211; Fotos<\/strong><\/p>\n<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-36494 gallery-columns-4 gallery-size-thumbnail'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/baleias-1.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/baleias-1-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Baleias\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/baleias-2.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/baleias-2-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Baleias\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/baleias-3.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/baleias-3-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Baleias\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/baleias-4.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/baleias-4-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Baleias\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/baleias-5.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/baleias-5-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Baleias\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/baleias-6.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/baleias-6-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Baleias\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/baleias-7.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/baleias-7-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Baleias\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/baleias-8.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/baleias-8-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Baleias\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0ciencia.hsw.com.br\/www.wisegeek.com\/kitchendecor.club\/www.nationalgeographic.org<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que \u00e9 uma baleia? Uma\u00a0baleia\u00a0\u00e9 um mam\u00edfero marinho da ordem dos cet\u00e1ceos, que tamb\u00e9m inclui golfinhos e botos. Tecnicamente, o termo poderia ser usado para se referir a qualquer animal nesta ordem biol\u00f3gica, mas por conven\u00e7\u00e3o, \u00e9 reservado para representantes particularmente grandes da ordem. 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