{"id":36311,"date":"2016-05-25T12:18:38","date_gmt":"2016-05-25T12:18:38","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=36311"},"modified":"2018-12-26T14:09:46","modified_gmt":"2018-12-26T16:09:46","slug":"rouxinol","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/animais\/rouxinol","title":{"rendered":"Rouxinol"},"content":{"rendered":"<p><strong>Rouxinol &#8211; O que \u00e9<\/strong><\/p>\n<p><strong>Rouxinol<\/strong>, qualquer um dos v\u00e1rios pequenos p\u00e1ssaros do Velho Mundo, pertencentes \u00e0 fam\u00edlia Turdidae (ordem Passeriformes), conhecida por sua m\u00fasica.<\/p>\n<p>Pode ser encontrado nas florestas, matas densas e parques da Europa e da \u00c1sia.<\/p>\n<p>O nome refere-se em particular ao\u00a0rouxinol\u00a0(Erithacus, ou Luscinia, megarhynchos), um p\u00e1ssaro marrom de 16 cent\u00edmetros de comprimento, com uma cauda roxa. As f\u00eameas s\u00e3o ligeiramente menores que os machos.<\/p>\n<p>Sua can\u00e7\u00e3o forte e variada, em que os efeitos crescentes s\u00e3o proeminentes, \u00e9 proferida por dia ou noite a partir de poleiros em arbustos.<\/p>\n<p>Rouxin\u00f3is\u00a0podem realmente cantar uma m\u00fasica &#8211; \u00e0s vezes em volumes mais altos do que o zumbido de uma motosserra &#8211; mas o que voc\u00ea pode estar ouvindo s\u00e3o machos tentando atrair parceiros e marcar seu territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>Rouxin\u00f3is\u00a0querem ser ouvidos sobre os machos rivais, e \u00e0s vezes eles tamb\u00e9m precisam aumentar suas vozes para serem ouvidos acima do barulho da paisagem urbana atual.<\/p>\n<p>O\u00a0rouxinol\u00a0muitas vezes pode ser ouvido cantando ao amanhecer, mas como o pr\u00f3prio nome sugere, os p\u00e1ssaros tamb\u00e9m est\u00e3o ativos \u00e0 noite.<\/p>\n<p>Rouxin\u00f3is\u00a0s\u00e3o facilmente ouvidos, mas eles n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o facilmente encontrados. Eles preferem se manter fora de vista na folhagem densa.<\/p>\n<p><strong>Rouxinol &#8211; Canto<\/strong><\/p>\n<p>O\u00a0rouxinol\u00a0\u00e9 um excelente cantor, sendo mais frequentemente ouvido do que observado. O seu canto \u00e9 uma extensa can\u00e7\u00e3o de longos trinados fluidos, com um piiuu no come\u00e7o, que terminam em crescendo.<\/p>\n<p>\u00c9 normalmente ouvido depois do escurecer, mas tamb\u00e9m se ouve com frequ\u00eancia durante o dia. Est\u00e1 quase sempre oculto pela vegeta\u00e7\u00e3o, embora por vezes o macho se empoleire a descoberto para cantar um pouco ap\u00f3s a sua chegada.<\/p>\n<p>Quando canta, abre a cauda.<\/p>\n<p>Os adultos s\u00e3o castanho avermelhados na parte superior, cor que se funde com tons creme na parte inferior.<\/p>\n<p>Os juvenis s\u00e3o mais claros na parte superior e apresentam um escamado na parte inferior.<\/p>\n<p>Mede 16\/17 cm e alimenta-se sobretudo de insetos.<\/p>\n<p>Nidifica entre Maio e Junho num ninho em forma de ta\u00e7a, numa \u00e1rvore, onde p\u00f5e entre 4 e 5 ovos com manchas avermelhadas, que s\u00e3o incubados pela f\u00eamea durante 13\/14 dias.<\/p>\n<p><strong>Rouxinol &#8211; Identifica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Castanho e algo incaracter\u00edstico, o\u00a0<strong>rouxinol-comum<\/strong>\u00a0n\u00e3o \u00e9 uma ave muito f\u00e1cil de identificar visualmente.<\/p>\n<p>A longa cauda arruivada, vis\u00edvel sobretudo em voo, contrasta com os tons acastanhados do dorso.<\/p>\n<p>\u00c9 sobretudo pelo canto que o\u00a0rouxinol-comum\u00a0se faz notar e pode ser identificado. Este canto \u00e9 muito variado, contendo diferentes sequ\u00eancias de notas.<\/p>\n<p>Uma das mais caracter\u00edsticas \u00e9 o tu-tu-tu-tu-tu em crescendo.<\/p>\n<p><strong>Rouxinol &#8211; P\u00e1ssaro<\/strong><\/p>\n<p>Maio.<\/p>\n<p><strong>A Primavera est\u00e1 ao rubro e neste preciso momento \u2013 em que escrevo ou em que voc\u00ea l\u00ea este texto \u2013 as nossas amigas aves j\u00e1 est\u00e3o empenhadas em cuidar da sua prole, satisfazendo assim uma das mais elementares leis da Natureza:\u00a0<\/strong>a perpetua\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>Esta primeira homenagem \u00e9 dedicada, precisamente, a uma ave migradora que, voando centenas de quil\u00f4metros, se desloca desde o continente africano at\u00e9 ao europeu, para aqui nidificar.<\/p>\n<p>Chegando a Portugal em finais de Mar\u00e7o, trata-se de uma ave muito discreta (j\u00e1 que raramente se deixa ver) mas cuja presen\u00e7a \u00e9 facilmente detectada (pois o seu canto facilmente a denuncia). Esta aparente contradi\u00e7\u00e3o deve-se ao fato de ser uma ave frequentemente ouvida e raramente observada.<\/p>\n<p>Preferindo como habitat pequenas matas ao longo das margens de rios e ribeiros, frequentando silvados, arbustos e bosques \u00famidos, \u00e9 a partir da\u00ed, escondido nos rec\u00f4nditos da vegeta\u00e7\u00e3o, que nos enche ouvidos e alma com o seu canto, escutado durante o dia e, sobretudo, bastante depois de anoitecer. Este \u00faltimo fato, levou a que muitos noct\u00edvagos (dos quais destaco os poetas rom\u00e2nticos) o encarassem n\u00e3o s\u00f3 como fonte de inspira\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m como confidente de desventuras amorosas e existenciais.<\/p>\n<p><strong>Provavelmente, j\u00e1 saber\u00e1 a que ave dedico este artigo, verdade?<\/strong><\/p>\n<p>Trata-se, pois, do\u00a0Rouxinol\u00a0(luscinia megarhynchos).<\/p>\n<p><strong>Como ave muito furtiva que \u00e9, deixo-lhe, contudo, duas ou tr\u00eas dicas para a sua identifica\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p><strong>A primeira, \u00e9 sem d\u00favida o seu canto:<\/strong>\u00a0forte e muito melodioso. Numa das pr\u00f3ximas noites, quando tiver oportunidade de se deslocar pelo nosso meio rural, experimente dirigir-se at\u00e9 junto de um qualquer curso de \u00e1gua com vegeta\u00e7\u00e3o densa e, no sil\u00eancio da noite, com certeza ouvir\u00e1 um dos mais magn\u00edficos cantos de aves;<\/p>\n<p>Uma outra, diz respeito \u00e0 sua descri\u00e7\u00e3o. Trata-se de uma ave com cerca de 16-17 cm, cujas partes superiores s\u00e3o de um castanho-ferrug\u00edneo, as inferiores bege e com uma cauda arredondada e de um ruivo vivo;<\/p>\n<p>Por fim, e j\u00e1 no que se refere \u00e0 sua observa\u00e7\u00e3o, garanto-lhe que a melhor maneira de poder ver a nossa avis rara, ser\u00e1 permanecendo im\u00f3vel e em sil\u00eancio nas imedia\u00e7\u00f5es do arbusto ou do silvado em que a ave se encontra. A sua curiosidade leva-lo-\u00e1 a procurar verificar qual o ser que o perturba.\u00a0<strong>Miguel Gaspar<\/strong><\/p>\n<p><strong>Rouxinol comum (Luscinia megarhynchos)<\/strong><\/p>\n<p>O\u00a0rouxinol\u00a0(Luscinia megarhynchos) ou filomela (do grego Philom\u00eala, \u201camiga dos rebanhos\u201d) \u00e9 um passarinho da fam\u00edlia dos Muscicapideos, restrito ao Velho Mundo.<\/p>\n<p>Seu nome em portugu\u00eas vem do proven\u00e7al antigo roussinhol, derivado do latim vulgar lusciniolus. \u00c9 chamado nightingale em ingl\u00eas; ruise\u00f1or em castelhano; reise\u00f1or em galego; nachtegaal em holand\u00eas; rossignol em franc\u00eas; Nachtigall em alem\u00e3o; usignolo em italiano; n\u00e4ktergal em sueco; ad, a\u00eadon em grego; solovej em russo; b\u00fclb\u00fcl em turco, uguisu em japon\u00eas.<\/p>\n<p>No Brasil, n\u00e3o existe o verdadeiro rouxinol europeu, mas o nome de rouxinol \u00e9 dado a aves nativas como o corrupi\u00e3o (Icterus jamacaii croconotus) e encontro (Icterus cayanensis); no Maranh\u00e3o, \u00e0 cambaxirra (Troglodytes aedon) e na Bahia, ao garrinch\u00e3o-de-bico-grande (Thryothorus longirostris).<\/p>\n<p><strong>A Ave<\/strong><\/p>\n<p>O rouxinol tem uma plumagem discreta, acastanhada e morti\u00e7a. Os adultos s\u00e3o castanho-avermelhados na parte superior, cor que se funde com tons creme na parte inferior. Os juvenis s\u00e3o mais claros na parte superior e apresentam um escamado na parte inferior. T\u00eam olhos grandes e pretos, real\u00e7ados por um fino anel branco. A cauda \u00e9 castanha-avermelhada, alongada e arredondada e as patas s\u00e3o longas e robustas. Mede 16 a 17 cm e pesa 18 a 27 gramas.<\/p>\n<p>Frequenta charnecas, matas, bosques, parques e jardins. Visita toda a Europa no ver\u00e3o (salvo o extremo norte) e migra para a \u00c1frica, at\u00e9 \u00e0 latitude do norte de Angola, de julho-agosto a mar\u00e7o-abril. Encontra-se tamb\u00e9m em toda a \u00c1sia, migrando no inverno para sul. Passa muito tempo no solo em busca de alimento, principalmente insetos que captura no solo ou na vegeta\u00e7\u00e3o baixa. Por vezes come tamb\u00e9m bagas. \u00c9 uma ave solit\u00e1ria, exceto na \u00e9poca de reprodu\u00e7\u00e3o, em que os casais se juntam at\u00e9 as crias se tornarem aut\u00f4nomas.<\/p>\n<p>O macho \u00e9 um excelente cantor, com extenso repert\u00f3rio, com trinados fluidos terminando em crescendo. \u00c9 normalmente ouvido depois do escurecer, sendo um dos poucos p\u00e1ssaros a cantar \u00e0 noite (em ingl\u00eas \u00e9 por isso chamado de nightingale, cantora noturna), quando seu canto se torna mais not\u00e1vel pela aus\u00eancia de outros p\u00e1ssaros canoros, mas tamb\u00e9m se ouve com frequ\u00eancia durante o dia. Fica quase sempre oculto pela vegeta\u00e7\u00e3o, embora por vezes o macho se empoleire a descoberto para cantar.<\/p>\n<p>A f\u00eamea p\u00f5e 4 a 5 ovos azuis claros com manchas avermelhadas, numa s\u00f3 postura entre maio e junho que s\u00e3o incubados pela f\u00eamea durante 13 a 14 dias. O ninho em forma de ta\u00e7a, \u00e9 feito num arbusto baixo ou mesmo no solo, quase nunca acima de 30 cm. As crias t\u00eam a penugem completa ao fim de 11 dias mas s\u00f3 se tornam independentes ao fim de mais 3 semanas.<\/p>\n<p><strong>Rouxinol no Mito e folclore<\/strong><\/p>\n<p>O rouxinol \u00e9 famoso em toda a Europa e \u00c1sia pela perfei\u00e7\u00e3o de seu canto. Foi, segundo Plat\u00e3o, o emblema de Tamiras, bardo da Tr\u00e1cia antiga.<\/p>\n<p>\u00c9 particularmente apreciado no Jap\u00e3o, onde seu canto \u00e9 tido como capaz de repetir o t\u00edtulo do Hokekyo, o Sutra do L\u00f3tus da Boa Lei (Saddharmapundarika-sutra), especialmente caro \u00e0 seita Tendai.<\/p>\n<p>Na famosa cena 5 do 3\u00ba ato de Romeu e Julieta, o rouxinol, como cantor do amor na noite que finda, \u00e9 oposto \u00e0 cotovia como mensageira da aurora e da separa\u00e7\u00e3o. Se os dois amantes escutam o rouxinol, permanecem unidos, mas exp\u00f5em-se \u00e0 morte. Se creem na cotovia, salvam suas vidas, mas devem separar-se.<\/p>\n<p>Pela beleza de seu canto, que enfeiti\u00e7a as noites de vig\u00edlia, o rouxinol \u00e9 o m\u00e1gico que faz esquecer os perigos do dia.<\/p>\n<p>John Keats exprimiu essa melancolia engendrada pelo canto, n\u00e3o obstante t\u00e3o melodioso, do rouxinol. A perfei\u00e7\u00e3o da felicidade que ele evoca parece t\u00e3o fr\u00e1gil ou t\u00e3o remota, na sua excessiva intensidade, que torna mais intoler\u00e1vel o sentimento doloroso de sermos incapazes dela, ou de ficarmos privado dessa ventura, pela chegada fat\u00eddica do Sol (Ode a um Rouxinol).<\/p>\n<p>Esse p\u00e1ssaro, que \u00e9 para todos os poetas o cantor do amor, mostra, de modo impressionante, em todos os sentimentos que suscita, o la\u00e7o \u00edntimo entre o amor e a morte.<\/p>\n<p><strong>Filomela<\/strong><\/p>\n<p>Segundo um mito grego, Filomela (\u201camiga dos rebanhos\u201d) e Procne (de perknos, \u201cpintada\u201d, \u201cmanchada\u201d), eram filhas de Pand\u00edon (\u201cTodo-divino\u201d), rei de Atenas.<\/p>\n<p>Tendo havido guerra, por quest\u00f5es de fronteira, entre Atenas e Tebas, comandada esta \u00faltima por L\u00e1bdaco, Pand\u00edon solicitou o aux\u00edlio do rei da Tr\u00e1cia Tereu (\u201cVigilante\u201d) e com sua ajuda conquistou a vit\u00f3ria.<\/p>\n<p>O soberano ateniense deu ao aliado sua filha Procne em casamento, com a qual teve um filho, \u00cdtis (em grego Itys, onomatop\u00e9ia do canto do rouxinol). Mas o tr\u00e1cio apaixonou-se pela cunhada Filomela. Convenceu-a a viajar at\u00e9 a Tr\u00e1cia, violou-a e, para que ela n\u00e3o pudesse dizer o que lhe acontecera, cortou-lhe a l\u00edngua. A jovem, todavia, bordou numa tape\u00e7aria o pr\u00f3prio infort\u00fanio e assim conseguiu transmitir \u00e0 irm\u00e3 a viol\u00eancia de que fora v\u00edtima.<\/p>\n<p><strong>Procne, enfurecida, resolveu castigar o marido:\u00a0<\/strong>matou o filho \u00cdtis e serviu-lhe as carnes ao pai. Em seguida, fugiu com a irm\u00e3. Inteirado do crime, Tereu, armado com um machado, saiu em persegui\u00e7\u00e3o das filhas de Pand\u00edon, tendo-as alcan\u00e7ado em D\u00e1ulis, na F\u00f3cida. As jovens imploraram o aux\u00edlio dos deuses e estes, apiedados, transformaram Filomela em andorinha, que \u00e9 muda e Procne em rouxinol, que canta ity, ity, lembrando o filho perdido. Tereu foi metamorfoseado em mocho e pia \u00e0 noite puu, puu, que em grego significa \u201conde\u201d. Em outra vers\u00e3o, os pap\u00e9is de Filomela e Procne s\u00e3o trocados, inclusive quanto \u00e0s suas transforma\u00e7\u00f5es \u2013 raz\u00e3o pela qual o rouxinol tem tamb\u00e9m o nome po\u00e9tico de \u201cfilomela\u201d.<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda outra vers\u00e3o do mito, de origem mil\u00e9sia, na qual Filomela \u00e9 chamada A\u00e9don (\u201crouxinol\u201d, em grego) e \u00cdtis nada sofreu.<\/p>\n<p><strong>Caracter\u00edsticas<\/strong><\/p>\n<p><strong>Tamanho:\u00a0<\/strong>cerca de 17 cm<br \/>\n<strong>Plumagem:<\/strong>\u00a0marrom por cima, branca por baixo, cauda vermelha<br \/>\n<strong>Alimentos:\u00a0<\/strong>insetos, vermes, aranhas<br \/>\n<strong>N\u00famero de filhotes:\u00a0<\/strong>de 4 a 5 ovos por vez.<br \/>\n<strong>Per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>13 dias<strong><br \/>\nOnde vive:<\/strong>\u00a0Matas e bosques.<strong><br \/>\nAlimenta\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0On\u00edvoro \u2013 frutas e pequenos insetos.<br \/>\n<strong>Peso:<\/strong>\u00a0De 18 a 27 gramas.<\/p>\n<p><strong>Classifica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica<\/strong><\/p>\n<p><strong>Nome cient\u00edfico:<\/strong>\u00a0Luscinia megarhynchos Brehm, 1831<strong><br \/>\nNome popular:<\/strong>\u00a0Rouxinol, Rouxinol-comum.<strong><br \/>\nReino:\u00a0<\/strong>Animalia<br \/>\n<strong>Filo:\u00a0<\/strong>Chordata<br \/>\n<strong>Classe:<\/strong>\u00a0Aves<br \/>\n<strong>Ordem:<\/strong>\u00a0Passeriformes<br \/>\n<strong>Fam\u00edlia:<\/strong>\u00a0Turdidae<br \/>\n<strong>G\u00eanero:<\/strong>\u00a0Luscinia flaba<br \/>\n<strong>Esp\u00e9cie:<\/strong>\u00a0L. megarhynchos<\/p>\n<p><strong>Rouxinol &#8211; Fotos<\/strong><\/p>\n<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-36311 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/rouxinol-1.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/rouxinol-1-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Rouxinol\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/rouxinol-2.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/rouxinol-2-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Rouxinol\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/rouxinol-3.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/rouxinol-3-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Rouxinol\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/rouxinol-4.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/rouxinol-4-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Rouxinol\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/rouxinol-5.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/rouxinol-5-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Rouxinol\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/rouxinol-6.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/rouxinol-6-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Rouxinol\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.geocities.com\/www.britannica.com\/www.wisegeek.com\/www.vivaterra.org.br\/www.beautyofbirds.com\/static.independent.co.uk\/lh5.ggpht.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rouxinol &#8211; 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