{"id":35294,"date":"2016-05-24T14:24:06","date_gmt":"2016-05-24T14:24:06","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=35294"},"modified":"2018-11-19T11:11:25","modified_gmt":"2018-11-19T13:11:25","slug":"bigua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/animais\/bigua","title":{"rendered":"Bigu\u00e1"},"content":{"rendered":"<p><strong>O que \u00e9<\/strong><\/p>\n<p>O\u00a0<strong>bigu\u00e1\u00a0<\/strong>\u00e9 uma ave aqu\u00e1tica de plumagem escura, cujo nome cient\u00edfico \u00e9 Phalacrocorax brasilianus. Tem p\u00e9s palmados, pernas curtas e fortes, pesco\u00e7os longos e flex\u00edveis e um bico fino e adunco na ponta. Essa ave de 40 cm de corpo e penas negras \u00e9 abundante em \u00e1reas alagadas de todo o Brasil e de outros pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p>O Pantanal Mato-grossense tem a maior concentra\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Bigu\u00e1s<\/strong>\u00a0do Brasil. Ali, eles costumam aglomerar-se em determinadas \u00e1rvores para us\u00e1-las como poleiro ou para sustentar os ninhos.Normalmente, nidificam em col\u00f4nias associadas com as das gar\u00e7as e cabe\u00e7as-secas.<\/p>\n<p>Seu nome deve-se aos p\u00e9s penugentos. Este \u00e9 o significado do nome \u201cmbigu\u00e1\u201d em tupi. Sendo uma ave diurna, pode-se observ\u00e1-la nas cercanias da \u00e1gua, com as asas abertas \u00e0 procura de alimento. Sua presa preferida \u00e9 o peixe bagre. Conta-se que a princ\u00edpio os\u00a0<strong>bigu\u00e1s<\/strong>\u00a0n\u00e3o sabiam quebrar o ferr\u00e3o que estes peixes t\u00eam na barbatana e eram prudentes em seus ataques. Mas, com o tempo evolu\u00edram e tornaram-se destros nisso e passaram a procur\u00e1-los com maior avidez.<\/p>\n<p>\u00c9 comum, v\u00ea-los com as asas abertas ao sol, durante horas, procurando secar sua plumagem, j\u00e1 que carecem da secre\u00e7\u00e3o da gl\u00e2ndula uropigia, que produz um tipo de \u00f3leo que torna as aves mar\u00edtimas imperme\u00e1veis. Esta tamb\u00e9m \u00e9 outra estrat\u00e9gia evolutiva, pois n\u00e3o sendo os\u00a0<strong>bigu\u00e1s<\/strong>\u00a0imperme\u00e1veis, conseq\u00fcentemente quando molham suas penas, essas se tornam mais pesadas e n\u00e3o ret\u00eam o ar. Sendo assim, estas aves podem mergulhar mais r\u00e1pido e atingir maiores profundidades. Acrescenta-se ainda, que os ossos dos\u00a0<strong>bigu\u00e1s\u00a0<\/strong>s\u00e3o pesados e maci\u00e7os, diferentes das outras aves aqu\u00e1ticas que s\u00e3o leves e perfurados. Com essas adapta\u00e7\u00f5es, o\u00a0<strong>Bigu\u00e1<\/strong>\u00a0leva vantagem para capturar suas presas, al\u00e9m de deslocar-se sob as \u00e1guas com muita fluidez.<\/p>\n<p>Como os\u00a0<strong>bigu\u00e1s<\/strong>\u00a0necessitam de \u00e1guas limpas para se alimentar, s\u00e3o considerados indicadores biol\u00f3gicos de polui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O acompanhamento de suas popula\u00e7\u00f5es \u00e9 uma forma de monitorar a altera\u00e7\u00e3o da qualidade de ambientes aqu\u00e1ticos em conseq\u00fc\u00eancia de atividades de degrada\u00e7\u00e3o ambiental, como desmatamentos e uso de agrot\u00f3xicos.<\/p>\n<p><strong>Lenda do Bigu\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Entre os \u00edndios guaranis \u00e9 conhecida uma lenda sobre o\u00a0<strong>Bigu\u00e1<\/strong>.<\/p>\n<p>Conta-se que era um \u00edndio muito forte e jovem que vivia feliz com sua bela esposa chamada Yerut\u00ed, em sua cho\u00e7a, nas proximidades de um grande rio.<\/p>\n<p>Entretanto, a beleza da jovem despertou a cobi\u00e7a de Capiber\u00e1, outro guerreiro \u00edndio, possuidor de uma \u00edndole muito m\u00e1.<\/p>\n<p>Aproveitando-se da aus\u00eancia de Bigu\u00e1, que havia sa\u00eddo para pescar, raptou Yerut\u00ed e levou-a para bem longe, amarrada em uma canoa.<\/p>\n<p>Ao retornar, n\u00e3o encontrando sua amada esposa, foi avisado que seu desaparecimento era obra de Capiber\u00e1. Desesperado, parte em busca de seu inimigo.<\/p>\n<p>Perseguido por\u00a0<strong>Bigu\u00e1<\/strong>, Capiber\u00e1 foi alcan\u00e7ado e morto. Entretanto, sua frustra\u00e7\u00e3o foi intensa, quando sua companheira n\u00e3o foi encontrada.<\/p>\n<p>Partiu imediatamente, buscando-a por todos os lugares que conhecia. Gritou em altos brados o nome de Yerut\u00ed, \u00e0s margens do rio, no interior da selva, mas somente o eco devolvia seu angustioso chamado.<\/p>\n<p>Vencido pelo cansa\u00e7o e pela falta de esperan\u00e7a de encontrar sua esposa com vida, jogou-se nas \u00e1guas profundas do rio, porque suspeitava que justamente ali teria perecido a bela Yerut\u00ed. Buscou-a mergulhando profundamente no rio, na selva, mas s\u00f3 o eco devolvia o seu angustioso chamado. Vencido pelo cansa\u00e7o, come\u00e7ava acreditar que havia perecido sua amada Yerut\u00ed.<\/p>\n<p>Depois de algum tempo, seus irm\u00e3os da tribo avistaram uma ave negra que voava insistentemente sobre a cho\u00e7a que haviam morado o feliz casal, para em seguida embrenhar-se na selva e se jogar nas \u00e1guas do inquieto rio.<\/p>\n<p>Ao consultarem o feiticeiro, esse garantiu que o tal p\u00e1ssaro era Mbigu\u00e1 que transformado em ave seguia buscando sua doce companheira.<\/p>\n<p>Esta \u00e9 uma linda lenda que nos fala sobre o amor das aves. Os p\u00e1ssaros, sem d\u00favida, amam como n\u00f3s e talvez com mais ternura e devotamento.<\/p>\n<p>Em algumas esp\u00e9cies, os casais nunca se separam, pois grande \u00e9 a intimidade que os une. Todos que conhecem o comportamento das aves na natureza, sabem que n\u00e3o estou poetizando.<\/p>\n<p>Se um se separa do outro distraidamente e desse torna-se oculto, o que d\u00e1 falta do companheiro trata de perguntar por onde ela anda. Logo se comunicam e, embora n\u00e3o se vejam, cada qual fica tranq\u00fcilo, mas nunca antes de repetir a \u201cpergunta\u201d e receber, infalivelmente a \u201cresposta\u201d.<\/p>\n<p>Caso algum desalmado ca\u00e7ador venha abater um dos c\u00f4njuges, podemos observar uma cena pungente. O vi\u00favo lan\u00e7a seu apelo lamentoso, chama inquieto o seu par, corre por todos os cantos, n\u00e3o tem mais sossego nem cuidado com sua pessoa, n\u00e3o mais se esconde, como que suplicando ao ca\u00e7ador que o mate tamb\u00e9m, pois sua vida n\u00e3o tem mais sentido.<\/p>\n<p><strong>Bigu\u00e1 &#8211; Caracter\u00edsticas<\/strong><\/p>\n<p>Vivem em bandos, que quando voam formando sua forma tradicional de \u201cV\u201d. Alimentam-se de peixes e crust\u00e1ceos que capturam em seus mergulhos extremamente habilidosos. Fazem seus ninhos ao longo dos manguezais e florestas pr\u00f3ximas a rios e lagunas. No Rio de Janeiro, excepcionalmente tamb\u00e9m nidificam em ilhas pr\u00f3ximas da costa. P\u00f5em em m\u00e9dia dois ovos, e a incuba\u00e7\u00e3o leva em torno de vinte e quatro dias.Suas penas n\u00e3o s\u00e3o imperme\u00e1veis, como a dos patos e atob\u00e1s, por isso descansam ao sol depois dos mergulhos, com as asas abertas. Seus principais predadores s\u00e3o ocasionalmente tubar\u00f5es e aves de rapina.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Bigu\u00e1\u00a0<\/strong>tem cerca de 75 cent\u00edmetros de comprimento, 1,3 quilo de peso, plumagem escura, p\u00e9s palmados, pernas curtas e fortes, pesco\u00e7o longo e flex\u00edvel e bico recurvado, fino e longo, o\u00a0<strong>Bigu\u00e1<\/strong>\u00a0(Phalacrocorax brasilianus) \u00e9 encontrado do extremo sudoeste dos Estados Unidos at\u00e9 o sul da Am\u00e9rica do Sul, preferindo \u00e1guas claras e pouco profundas como rios, lagos, a\u00e7udes e estu\u00e1rios, mas n\u00e3o se afastam da costa para se aventurarem ao mar.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Bigu\u00e1<\/strong>\u00a0se alimenta de pequenos peixes e crust\u00e1ceos que captura em baixo da \u00e1gua. Ao contr\u00e1rio de outras aves aqu\u00e1ticas, o Bigu\u00e1 consegue eliminar o ar que fica entre suas penas, o que facilita o mergulho mas as deixa completamente encharcadas. A imensa maioria das esp\u00e9cies que captura para sua alimenta\u00e7\u00e3o n\u00e3o tem valor comercial e seu suco g\u00e1strico \u00e9 capaz de desagregar espinhas.<\/p>\n<p>Na \u00e9poca da reprodu\u00e7\u00e3o, o\u00a0<strong>Bigu\u00e1<\/strong>\u00a0adquire penas brancas em torno da garganta e pequenos tufos, tamb\u00e9m brancos, atr\u00e1s da regi\u00e3o auricular. A ave constr\u00f3i ninhos sobre \u00e1rvores em matas alagadas e matas ciliares, \u00e0s vezes entre col\u00f4nias de gar\u00e7as. Os ovos s\u00e3o pequenos, com casca branco-azulada e os filhotes apresentam cor de fuligem.<\/p>\n<p>Os \u00edndios guaranis contam que Mbigu\u00e1 era um guerreiro que vivia feliz com sua esposa Yerut\u00ed em uma aldeia \u00e0s margens do rio Mirin\u00e3y, afluente argentino do rio Uruguai. A beleza de Yerut\u00ed despertou a cobi\u00e7a de Capiber\u00e1, que a raptou e fugiu em uma canoa. Mbigu\u00e1 perseguiu e matou Capiber\u00e1, mas Yerut\u00ed havia desaparecido. Desesperado, Mbigu\u00e1 a procurou na mata e ao longo do rio, sem encontr\u00e1-la. Apenas o eco respondia a seus chamados. Vencido, Mbigu\u00e1 se jogou no rio, convencido de que Yerut\u00ed havia se afogado. Pouco tempo depois, os \u00edndios de sua tribo notaram uma ave de plumagem negra que voava insistentemente sobre as \u00e1guas do Miri\u00f1ay. O feiticeiro da tribo explicou ent\u00e3o que Mbigu\u00e1 havia se transformado na ave que continuava buscando sua amada Yerut\u00ed.<\/p>\n<p><strong>Descri\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Ave aqu\u00e1tica, mergulha em busca de peixes e permanece um bom tempo debaixo d\u2019\u00e1gua, indo aparecer de novo bem l\u00e1 na frente, mostrando apenas o pesco\u00e7o para fora d\u2019\u00e1gua.<\/p>\n<p>Para facilitar seus mergulhos, suas penas ficam completamente encharcadas, eliminando o ar que fica entre as penas e dificulta os mergulhos.<\/p>\n<p>Para sec\u00e1-las \u00e9 comum v\u00ea-los pousados com as asas abertas ao vento. Quase sempre visto em grandes bandos voando pr\u00f3ximo d\u2019\u00e1gua, em forma\u00e7\u00e3o em \u201cV\u201d.<\/p>\n<p>Quando voam se assemelham a patos, sendo \u00e0s vezes considerados como tais equivocadamente.<\/p>\n<p>Fazem grandes ninhais junto a gar\u00e7as e outras aves ribeirinhas. Suas penas, patas e bico s\u00e3o inteiramente negras.<\/p>\n<p><strong>Habitat:\u00a0<\/strong>Lagos, grandes rios e estu\u00e1rios<\/p>\n<p><strong>Ocorr\u00eancia:\u00a0<\/strong>Do M\u00e9xico \u00e0 Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p><strong>H\u00e1bitos<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o \u00f3timos mergulhadores, realizando grandes mergulhos, re\u00fanem-se para pescarias coletivas e estrat\u00e9gicas. Todos nadam lado a lado no mesmo sentido, bloqueando um canal ou uma enseada fluvial. Descansam pousando na beira da \u00e1gua, sobre pedras, \u00e1rvores, estacas. Esticam as asas como os urubus. N\u00e3o se afastam da costa para se aventurarem ao mar.<\/p>\n<p><strong>Alimenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Pisc\u00edvoros, apanham freq\u00fcentemente presas sem valor comercial como, por exemplo, peixes providos de ac\u00faleos. O suco g\u00e1strico do bigu\u00e1 \u00e9 capaz de desagregar espinhas.<\/p>\n<p><strong>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Nidifica sobre \u00e1rvores em matas alagadas, matas ciliares, \u00e0s vezes entre col\u00f4nias de gar\u00e7as. Ovos pequenos cobertos por uma crosta calc\u00e1ria branco-azulada. Incuba\u00e7\u00e3o em torno de 24 dias.<\/p>\n<p><strong>Manifesta\u00e7\u00f5es sonoras:<\/strong>\u00a0<strong>Voz:<\/strong>\u00a0o seu grito \u00e9 \u201cbigu\u00e1\u201d, \u201co\u00e1k\u201d. O coro de muitos indiv\u00edduos soa ao longo como o ru\u00eddo de um motor.<\/p>\n<p><strong>Amea\u00e7as:\u00a0<\/strong>Polui\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Distribui\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica:<\/strong>Do M\u00e9xico a Am\u00e9rica do Sul. Habitam todo o litoral brasileira, inclusive regi\u00f5es interiores como o Pantanal e a Amaz\u00f4nia. Tamb\u00e9m ocorrem em regi\u00f5es da Argentina e em alguns trechos da costa pac\u00edfica da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p><strong>Estado de Conserva\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 uma esp\u00e9cie amea\u00e7ada em virtude da ampla \u00e1rea em que est\u00e3o distribu\u00eddas, no entanto a polui\u00e7\u00e3o tanto em derramamentos de \u00f3leo, como as toxinas que ingerem de peixes em \u00e1guas contaminadas (por exemplo, Ba\u00eda de Guanabara) s\u00e3o seus principais problemas.Tamb\u00e9m s\u00e3o comuns acidentes com embarca\u00e7\u00f5es, redes de pesca, fios e linhas de pipa. Outro fator que tamb\u00e9m colabora para o decl\u00ednio de algumas popula\u00e7\u00f5es \u00e9 desmatamento em algumas ilhas e mangue, onde antes eram pontos de nidifica\u00e7\u00e3o dos bigu\u00e1s.<\/p>\n<p><strong>Classifica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica<\/strong><\/p>\n<p><strong>Nome Popular:<\/strong>\u00a0Bigu\u00e1<br \/>\n<strong>Nome Cient\u00edfico:\u00a0<\/strong>Phalacrocorax brasilianus<br \/>\n<strong>Classe:<\/strong>\u00a0Aves<strong><br \/>\nG\u00eanero:\u00a0<\/strong>Phalacrocorax<strong><br \/>\nEsp\u00e9cie:\u00a0<\/strong>brasilianus<br \/>\n<strong>Ordem:<\/strong>\u00a0Pelicaniformes<br \/>\n<strong>Fam\u00edlia:\u00a0<\/strong>Phalacrocoracidae<\/p>\n<p><strong>Bigu\u00e1 &#8211; Phalacrocorax brasilianus<\/strong><\/p>\n<p>O\u00a0<strong>bigu\u00e1<\/strong>\u00a0\u00e9 uma ave comum nos rios, lagoas e litoral do Brasil. Mergulha bem e captura peixes com o bico de ponta curva (diferente do bico do biguatinga, que \u00e9 reto e pontiagudo). Alimenta-se sobretudo de peixes, mas tamb\u00e9m de r\u00e3s, de crust\u00e1ceos e de insetos aqu\u00e1ticos.<\/p>\n<p>O bigu\u00e1 nada com o corpo semi-submerso e desloca-se sob a \u00e1gua unicamente com o aux\u00edlio dos p\u00e9s, que possuem amplas membranas natat\u00f3rias e utiliza a cauda como leme.<\/p>\n<p>Nidifica em col\u00f4nias, onde constr\u00f3i ninho de gravetos sobre \u00e1rvores, geralmente em matas alagadas, podendo associar-se a col\u00f4nias de outras aves aqu\u00e1ticas.<\/p>\n<p>Mede de 58 a 73 cm de comprimento e vive desde o sul dos EUA at\u00e9 a Argentina \u2013 e em todo o Brasil.<\/p>\n<p><strong>Curiosidades<\/strong><\/p>\n<p>Uma\u00a0<strong>bigu\u00e1\u00a0<\/strong>pode chegar a pesar 1,8 kg.<\/p>\n<p>Os bigu\u00e1s realizam pescarias coletivas. Grandes grupos nadam lado a lado, na mesma dire\u00e7\u00e3o, bloqueando um rio ou canal e mergulhando para apanhar os peixes que tentam furar o bloqueio. No Pantanal j\u00e1 observei pescarias coletivas no rio Paraguai, com mais de 500 aves juntas.<\/p>\n<p>Os bigu\u00e1s podem mergulhar a mais de 20 metros de profundidade.<\/p>\n<p>A postura \u00e9 de 3 a 4 ovos e o per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o \u00e9 de cerca de 30 dias.<\/p>\n<p>Tanto bigu\u00e1s como biguatingas encharcam suas penas totalmente durante os mergulhos, ao contr\u00e1rio de mergulh\u00f5es e marrecas. Ap\u00f3s v\u00e1rias horas de mergulhos, descansam sobre alguma rocha ou galhada, mantendo as asas abertas para secar ou para garantir a termo-regula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Bigu\u00e1 &#8211; Fotos<\/strong><\/p>\n<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-35294 gallery-columns-4 gallery-size-thumbnail'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/bigua-1.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/bigua-1-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Bigu\u00e1\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/bigua-21.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/bigua-21-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Bigu\u00e1\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/bigua-31.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/bigua-31-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Bigu\u00e1\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/bigua-4.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/bigua-4-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Bigu\u00e1\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/bigua-5.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/bigua-5-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Bigu\u00e1\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/bigua-61.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/bigua-61-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Bigu\u00e1\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/bigua-71.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/bigua-71-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Bigu\u00e1\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/bigua-8.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/bigua-8-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"Bigu\u00e1\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.vivaterra.org.br\/www.zoonit.org.br\/www.rosanevolpatto.trd.br\/www.giau.ib.unicamp.br\/www.diagnostico.org.br\/canalazultv.ig.com.br\/edu.glogster.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que \u00e9 O\u00a0bigu\u00e1\u00a0\u00e9 uma ave aqu\u00e1tica de plumagem escura, cujo nome cient\u00edfico \u00e9 Phalacrocorax brasilianus. Tem p\u00e9s palmados, pernas curtas e fortes, pesco\u00e7os longos e flex\u00edveis e um bico fino e adunco na ponta. 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