{"id":34616,"date":"2016-05-23T17:23:04","date_gmt":"2016-05-23T17:23:04","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=34616"},"modified":"2016-05-23T17:30:42","modified_gmt":"2016-05-23T17:30:42","slug":"tipos-de-vacinas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/tipos-de-vacinas","title":{"rendered":"Tipos de Vacinas"},"content":{"rendered":"<p>Muitas <strong>vacinas<\/strong> s\u00e3o feitas com microorganismos vivos tais      como v\u00edrus ou bact\u00e9rias que foram modificados ou atenuados para serem menos      prejudiciais ou n\u00e3o-virulentos quando inoculados mas ainda assim serem capazes      de induzirem prote\u00e7\u00e3o. Em outros casos, microorganismos, quando mortos ou      inativados, podem permanecer imunog\u00eanicos, mas n\u00e3o se multiplicarem depois      da inje\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Ent\u00e3o, a maioria das vacinas pode ser classificada em:<\/strong> replicantes      (ou vivas-atenuadas) e n\u00e3o-replicantes (mortas). Estes dois tipos podem ser      subdivididos dependendo se o microorganismo completo \u00e9 usado na sua forma      natural ou nativa, ou se algum componente ou componentes do microorganismo      s\u00e3o usados, ou se foram aplicadas tecnologias inovadoras como a recombina\u00e7\u00e3o      gen\u00e9tica. Para conveni\u00eancia de uso muitas vacinas cont\u00e9m mais de um microorganismo      e s\u00e3o chamadas vacinas combinadas. <\/p>\n<h4>VACINAS REPLICANTES (VIVAS-ATENUADAS)<\/h4>\n<p>Usadas frequentemente em vacinas a v\u00edrus<\/p>\n<p>Usadas com menos frequ\u00eancia em vacinas bacterianas<\/p>\n<p>O microorganismo da vacina, ou uma forma recombinante, ou partes espec\u00edficas      de seu material gen\u00e9tico (vacina de DNA) multiplicam-se em c\u00e9lulas selecionadas      do hospedeiro vacinado<\/p>\n<p>Atenua\u00e7\u00e3o \u00e9 o processo pelo qual a virul\u00eancia (danos, patogenicidade) do      microorganismo patog\u00eanico \u00e9 reduzida para um n\u00edvel &#8220;seguro&#8221; (avirulento)      sem destruir sua capacidade de estimular uma resposta imune<\/p>\n<h4>EXEMPLOS DE VACINAS VIVAS<\/h4>\n<blockquote>\n<p>Cinomose<br \/>\n       IBR (bovinos)<br \/>\n       Brucelose (bovinos)<br \/>\n       Doen\u00e7a de Marek (aves)<br \/>\n       Erisipela (tamb\u00e9m morta) (su\u00ednos) <\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>VACINAS N\u00c3O REPLICANTES<\/h4>\n<p>As vacinas inativadas cont\u00eam microorganismos que foram tratados de forma      que n\u00e3o s\u00e3o mais capazes de se multiplicarem, ou produzirem efeitos prejudiciais      nas c\u00e9lulas ou tecidos do hospedeiro vacinado.<\/p>\n<p>T\u00e9cnicas do processo de inativa\u00e7\u00e3o incluem calor, subst\u00e2ncias qu\u00edmicas (ex.      formol) e irradia\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Bom equil\u00edbrio entre perda de virul\u00eancia (desejada) e perda de imunogenicidade      (n\u00e3o desejada)<\/p>\n<p><strong>EXEMPLOS DE VACINAS MORTAS<\/strong><\/p>\n<p>Raiva (tamb\u00e9m viva)<br \/>\n     Febre Aftosa (bovinos, etc.)<br \/>\n     Leptospirose (c\u00e3es)<br \/>\n     Gripe (equinos, humanos)<br \/>\n     E. coli (bovinos, su\u00ednos)<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/tipos-48.jpg\" alt=\"Tipos de Vacinas\" width=\"162\" height=\"307\" title=\"Tipos de Vacinas\" \/><\/p>\n<p>Fonte:  www.merial.com.br<\/p>\n<h6>Tipos de Vacinas<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4><strong>Vacinas virais vivas 11<\/strong><\/h4>\n<p>As vacinas virais vivas s\u00e3o ant\u00edgenos ainda mais potentes, pois induzem resposta      imunol\u00f3gica humoral e celular, com produ\u00e7\u00e3o de linf\u00f3citos T CD8+, o bra\u00e7o      mais forte da resposta imune.<\/p>\n<p><strong>Exemplos:<\/strong> vacinas contra sarampo, caxumba, rub\u00e9ola, febre      amarela, varicela.<\/p>\n<p>Estas vacinas induzem, al\u00e9m de anticorpos espec\u00edficos e de alta afinidade,      com mem\u00f3ria, linf\u00f3citos T citot\u00f3xicos CD8+. Em geral, produzem imunidade com      dose \u00fanica e por toda a vida. Os t\u00edtulos de anticorpos caem, mas a mem\u00f3ria      permanece e, ap\u00f3s novo est\u00edmulo, h\u00e1 efeito de refor\u00e7o com produ\u00e7\u00e3o r\u00e1pida      de linf\u00f3citos T espec\u00edficos CD4+, CD8+ e anticorpos de classe IgG.<\/p>\n<p>A vacina oral contra poliomielite possivelmente \u00e9 a que induz a mais completa      resposta imunol\u00f3gica entre as vacinas de uso atual, pois quando \u00e9 administrada      por via oral induz anticorpos IgA secret\u00f3rios, anticorpos s\u00e9ricos de classes      IgG e IgM e linf\u00f3citos T CD4+ e citot\u00f3xicos CD8+. A vacina inativada se comporta      como os ant\u00edgenos proteicos das vacinas n\u00e3o-vivas.<\/p>\n<p>A repeti\u00e7\u00e3o das doses de vacina oral contra poliomielite se deve \u00e0 dificuldade      de \u0093pega\u0094 com uma s\u00f3 dose, devido \u00e0 competi\u00e7\u00e3o intestinal entre      si dos tr\u00eas tipos de v\u00edrus vacinais, por competi\u00e7\u00e3o com outros enterov\u00edrus,      etc. Mas, uma vez estabelecida a \u0093infec\u00e7\u00e3o\u0094 pelo v\u00edrus vacinal atenuado,      a imunidade \u00e9 a caracteristica das vacinas vivas, isto \u00e9, por toda a vida.<\/p>\n<p>No caso da vacina contra o sarampo, a sua aplica\u00e7\u00e3o antes de um ano de idade      pode n\u00e3o proteger cerca de 15% das crian\u00e7as, devido \u00e0 interfer\u00eancia por anticorpos      de origem materna. Nesse caso, indica-se a Revacina\u00e7\u00e3o ap\u00f3s um ano de idade,      para completar a imuniza\u00e7\u00e3o dos que n\u00e3o ficaram protegidos com a primeira      dose. Algumas vezes tamb\u00e9m se recomenda a Revacina\u00e7\u00e3o dentro de uma estrat\u00e9gia      de amplia\u00e7\u00e3o de coberturas vacinais.<\/p>\n<p>O quadro seguinte mostra esquematicamente algumas diferen\u00e7as entre os diferentes      tipos de vacinas, do ponto de vista de resposta imunol\u00f3gica.<\/p>\n<h4><strong>Vacinas Conjugadas 12<\/strong><\/h4>\n<p>As vacinas conjugadas foram desenvolvidas com o objetivo de obter ant\u00edgenos      de maior peso molecular, formando-se complexos indutores de resposta imunol\u00f3gica      T-dependentes. Baseiam-se na associa\u00e7\u00e3o polissacar\u00eddeo capsular bacteriano,      unido atrav\u00e9s de liga\u00e7\u00e3o covalente a subst\u00e2ncias prot\u00e9icas que funcionam como      carreadores para favorecer a imunogenicidade. Este complexo polissacar\u00eddeo-prote\u00edna      \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de n\u00edveis mais elevados de anticorpos, sendo imunog\u00eanico j\u00e1 no      lactente, produzindo uma resposta de refor\u00e7o.<\/p>\n<p>A imunidade com as vacinas conjugadas do Hib reduz o n\u00famero de portadores      deste agente, acreditando ser este mecanismo mediado por anticorpos s\u00e9ricos      do tipo IgG, ou IgA de mucosa, ou ambos. Esta atua\u00e7\u00e3o pode ser importante      , pois com a utiliza\u00e7\u00e3o em larga escala desta vacina \u00e9 poss\u00edvel a redu\u00e7\u00e3o      do est\u00edmulo resultante das repetidas exposi\u00e7\u00f5es ao Hib quando este circula      livremente pela popula\u00e7\u00e3o. Isso afetaria de forma adversa a dura\u00e7\u00e3o da imunidade      induzida pela vacina. Somente a vigil\u00e2ncia dos casos de Hib entre crian\u00e7as      de maior faixa et\u00e1ria e adultos poder\u00e1 confirmar esta potencial atua\u00e7\u00e3o da      elimina\u00e7\u00e3o do portador nasofar\u00edngeo de Hib.<\/p>\n<p>As vacinas conjugadas s\u00e3o recomendadas para todos os Lactentes, inclusive      os nascidos prematuramente, devendo ser empregada a partir dos dois meses      de idade ou quanto antes depois de completar dois meses. Como j\u00e1 citado, crian\u00e7as      que tiveram a infec\u00e7\u00e3o pelo Hib antes de dois anos podem n\u00e3o ficar protegidas      pela infec\u00e7\u00e3o natural, devendo a vacina conjugada ser administrada ainda no      per\u00edodo de convalescen\u00e7a, um m\u00eas ap\u00f3s o in\u00edcio da infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos anticorpos bactericidas contra o ant\u00edgeno PRP, a imunidade celular      \u00e9 importante para conferir prote\u00e7\u00e3o eficaz.<\/p>\n<h4><strong>Diferen\u00e7as entre v\u00e1rios tipos de vacinas 11<\/strong><\/h4>\n<table width=\"90%\" border=\"0\" align=\"center\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\" class=\"diferencas_elementos compara\">\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<th>Caracter\u00edstica<\/th>\n<th>Vacina n\u00e3o-viva, polissacar\u00eddica<\/th>\n<th>Vacina n\u00e3o-viva, proteica ou glico-conjugada<\/th>\n<th>Vacina viral viva<\/th>\n<\/tr>\n<tbody>\n<tr class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Tipo de imunidade<\/strong><\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Timo-independente.<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Estimula a <strong>imunidade<\/strong> t\u00edmica, com            produ\u00e7\u00e3o de linf\u00f3citos CD4+.<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Estimula a <strong>imunidade<\/strong> t\u00edmica, com            produ\u00e7\u00e3o de linf\u00f3citos CD4+ e CD8+.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Mem\u00f3ria<\/strong><\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">N\u00e3o, ou m\u00ednima.<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Sim, mas necessita de refor\u00e7os.<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Sim, imunidade por toda a vida.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>N\u00famero de doses<\/strong><\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Em geral, aplicam-se em dose \u00fanica, pois a resposta            imunol\u00f3gica n\u00e3o aumenta com a repeti\u00e7\u00e3o.<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">V\u00e1rias doses e refor\u00e7os.<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Em princ\u00edpio, dose \u00fanica.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Riscos para imunodeprimidos<\/strong><\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">N\u00e3o<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">N\u00e3o<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Sim<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Possibilidade de revers\u00e3o \u00e0 virul\u00eancia<\/strong><\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">N\u00e3o<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">N\u00e3o<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Sim<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Termoestabilidade<\/strong><\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Mais est\u00e1veis.<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Mais est\u00e1veis.<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Menos est\u00e1veis.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>A tabela acima mostra que a principal desvantagem das vacinas vivas est\u00e1      no risco que elas podem representar para os imunodeprimidos e a possibilidade      te\u00f3rica de revers\u00e3o \u00e0 virul\u00eancia, o que at\u00e9 agora s\u00f3 foi comprovado para a      vacina oral contra a poliomielite, de ocorr\u00eancia rara. A termoestabilidade      das vacinas n\u00e3o-vivas tamb\u00e9m \u00e9 melhor.<\/p>\n<p>Em princ\u00edpio, a imuniza\u00e7\u00e3o ativa, atrav\u00e9s de vacinas seguras e potentes,      \u00e9 o melhor que a medicina oferece no combate \u00e0s doen\u00e7as infecciosas. A imuniza\u00e7\u00e3o      passiva utiliza apenas anticorpos, isto \u00e9, apenas um dos elementos da resposta      imune. Entretanto, em algumas situa\u00e7\u00f5es, \u00e9 a melhor ou \u00fanica op\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<h4><strong>Diferen\u00e7as entre vacinas e imunoglobulinas (*) 11<\/strong><\/h4>\n<table width=\"90%\" border=\"0\" align=\"center\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\" class=\"diferencas_elementos compara\">\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<th>Propriedade<\/th>\n<th>Vacina<\/th>\n<th>Imunoglobulina<\/th>\n<\/tr>\n<tbody>\n<tr class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\">Risco de uso em imunodeprimidos<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Sim, no caso das vacinas vivas.<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">N\u00e3o.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\">Efic\u00e1cia em imunodeprimidos graves.<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">N\u00e3o.<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Sim.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\">Dura\u00e7\u00e3o da prote\u00e7\u00e3o<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Longa.<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Transit\u00f3ria.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\">Prote\u00e7\u00e3o ap\u00f3s aplica\u00e7\u00e3o<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Geralmente ap\u00f3s algumas semanas.<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Imediata.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\">Elimina\u00e7\u00e3o de Portadores s\u00e3os<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Poss\u00edvel.<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Imposs\u00edvel.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\">Erradica\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Poss\u00edvel.<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Imposs\u00edvel.<\/td>\n<\/tr>\n<tr class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\">Custo<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Vari\u00e1vel, em geral baixo.<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Geralmente alto.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Fonte:  www.casadevacinasgsk.com.br<\/p>\n<h6>Tipos de Vacinas<\/h6>\n<h4>Crian\u00e7as<\/h4>\n<p><strong>Para as crian\u00e7as, o calend\u00e1rio do Programa Nacional de imuniza\u00e7\u00e3o      recomenda:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Vacina BCG<\/strong><\/p>\n<p>Contra a Tuberculose, \u00e9 realizada em geral ao nascer em uma \u00fanica dose, e      \u00e9 oferecida em postos de sa\u00fade.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra Hepatite B<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 aplicada em crian\u00e7as e adultos. <\/p>\n<p><strong>S\u00e3o tr\u00eas doses:<\/strong> uma ao nascer, a segunda entre 1 e 2 meses      de vida e a terceira ao 6 meses de idade. Essa vacina tamb\u00e9m est\u00e1 dispon\u00edvel      em postos de sa\u00fade para as crian\u00e7as.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra Hepatite A<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 recomendada para crian\u00e7as a partir de 1 ano e para pessoas que viajam para      \u00e1reas onde a Hepatite A \u00e9 muito frequente, como a regi\u00e3o Norte do Brasil e      pa\u00edses tropicais subdesenvolvidos. Protege por aproximadamente 25 anos<\/p>\n<p><strong>Vacina Tr\u00edplice Bacteriana<\/strong><\/p>\n<p>Combate a difteria, a coqueluche e o t\u00e9tano. S\u00e3o aplicadas em tr\u00eas doses,      aos 2, 4 e 6 meses de vida, tendo dois refor\u00e7os aos 15 meses e entre 4 e 6      anos.<\/p>\n<p><strong>Vacina Tr\u00edplice Viral<\/strong><\/p>\n<p>Protege contra o sarampo, a caxumba e a rub\u00e9ola. Deve ser aplicada aos 15      meses de idade e o refor\u00e7o entre 4 e 10 anos. <\/p>\n<p><strong>Vacina contra Varicela<\/strong><\/p>\n<p>A varicela, conhecida como catapora, \u00e9 uma doen\u00e7a infecciosa altamente contagiosa.      A vacina \u00e9 recomendada ap\u00f3s o primeiro ano de idade, com refor\u00e7o entre 4 e      10 anos de idade.<\/p>\n<p><strong>Vacina Anti-Meningoc\u00f3ccica C conjugada<\/strong><\/p>\n<p>Previne crian\u00e7as e adultos de contra\u00edrem meningite meningoc\u00f3cica, que atinge      o c\u00e9rebro, e a meningococemia, infec\u00e7\u00e3o generalizada no sangue. Nas crian\u00e7as      s\u00e3o aplicadas duas doses e um refor\u00e7o.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra Poliomielite<\/strong><\/p>\n<p>Tr\u00eas doses, aos 2, 4 e 6 meses e um refor\u00e7o aos 15 meses. Apesar de n\u00e3o haver      novos casos, a vacina continua sendo muito importante.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra Rotav\u00edrus<\/strong><\/p>\n<p>Esse v\u00edrus causa diarr\u00e9ia, principalmente em crian\u00e7as menores de 2 anos,      podendo atingir tamb\u00e9m adultos. A vacina contra infec\u00e7\u00f5es por Rotav\u00edrus, recentemente      licenciada para o uso no Brasil, deve ser aplicada em crian\u00e7as com idade entre      6 semanas e 6 meses de idade. S\u00e3o duas doses aos 2 e 4 meses.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra Influenza (gripe)<\/strong><\/p>\n<p>Deve ser administrada ap\u00f3s os 6 meses de idade. Vacina\u00e7\u00f5es anuais s\u00e3o indicadas,      uma vez que a composi\u00e7\u00e3o das vacinas \u00e9 alterada em fun\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies de      v\u00edrus. Deve ser tomada por crian\u00e7as, adultos e idosos. Nas crian\u00e7as com idade      inferior a 9 anos, dever\u00e1 ser consultado um m\u00e9dico.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra Febre Amarela<\/strong><\/p>\n<p>A doen\u00e7a \u00e9 transmitida por mosquitos e ocorre exclusivamente na Am\u00e9rica Central,      na Am\u00e9rica do Sul e na \u00c1frica. Locais onde ocorreram recentes cat\u00e1strofes      naturais exigem a vacina. A vacina\u00e7\u00e3o \u00e9 indicada para crian\u00e7as a partir de      9 meses de idade e confere imunidade por, pelo menos, 10 anos (provavelmente      por toda a vida). A vacina \u00e9 gratuita na rede p\u00fablica.<\/p>\n<h4>Mulheres<\/h4>\n<p>Para as mulheres, h\u00e1 algumas particularidades que devem ser observadas se      as vacinas n\u00e3o foram tomadas na inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p><strong>Vacina Tr\u00edplice Viral<\/strong><\/p>\n<p>Aplicada uma dose \u00fanica, mesmo se houver tomado uma dose da vacina na inf\u00e2ncia,      mas em gestantes ela deve ser evitada.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra Hepatite A: <\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o duas doses, com intervalo de seis meses, sendo que gestantes e mulheres      que tiveram filhos recentemente podem tomar a vacina.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra Hepatite B: <\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o tr\u00eas doses que devem ser aplicadas, sendo que gestantes e mulheres que      tiveram filhos recentemente podem tomar a vacina.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra Difteria, T\u00e9tano e Coqueluche:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Vacina B\u00e1sica Completa:<\/strong><\/p>\n<p>Se a vacina\u00e7\u00e3o estiver completa na inf\u00e2ncia, deve-se tomar uma dose da tr\u00edplice      bacteriana e um refor\u00e7o da dupla adulto (tetano e difteria) a cada 10 anos.<\/p>\n<p><strong>Vacina B\u00e1sica Incompleta:<\/strong><\/p>\n<p>Se a vacina\u00e7\u00e3o n\u00e3o estiver completa na inf\u00e2ncia, deve-se tomar uma dose da      tr\u00edplice bacteriana e um ou dois refor\u00e7os da dupla adulto.<\/p>\n<p><strong>Vacina Anti-Meningoc\u00f3ccica C conjugada:<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 aplicada uma \u00fanica dose, inclusive para gestantes e mulheres que tiveram      filhos recentemente.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra Varicela\/Catapora: <\/strong><\/p>\n<p>Com idade entre 1 e 12 anos a dose \u00e9 \u00fanica; os maiores de 13 anos devem tomar      duas doses, com intervalo de dois meses, caso n\u00e3o tenham tido a doen\u00e7a na      inf\u00e2ncia, exceto gestantes.<\/p>\n<p><strong>Vacina quadrivalente contra o HPV:<\/strong> <\/p>\n<p>\u00c9 a vacina que protege a mulher contra os v\u00edrus da fam\u00edlia do HPV (papilomav\u00edrus      humano). As doen\u00e7as mais comuns associadas a esses v\u00edrus s\u00e3o les\u00f5es em pele      ou mucosas. Alguns subtipos s\u00e3o encontrados na maioria das verrugas genitais,      enquanto outros s\u00e3o considerados de alto risco para o desenvolvimento de c\u00e2ncer      de colo uterino. Pode-se afirmar que 99% das mulheres que t\u00eam c\u00e2ncer de colo      uterino foram infectadas por esses v\u00edrus, mesmo que na maioria dos casos a      infec\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus n\u00e3o resulte em c\u00e2ncer.<\/p>\n<p>A vacina \u00e9 indicada para prevenir as consequ\u00eancias da infec\u00e7\u00e3o. Deve ser      ministrada em mulheres entre 16 e 26 anos de idade, aplicada em 3 doses com      intervalo de 2 e 6 meses. Por\u00e9m, antes de tomar a vacina, converse sempre      com seu m\u00e9dico.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra Influenza\/Gripe: <\/strong><\/p>\n<p>Dose anual, inclusive gestantes e mulheres que tiveram filhos recentemente.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra Febre Amarela: <\/strong><\/p>\n<p>Refor\u00e7o a cada 10 anos, exceto gestantes.<\/p>\n<h4>Gestantes<\/h4>\n<p>Mesmo que estejam com a vacina\u00e7\u00e3o em dia, por\u00e9m tenham recebido a \u00faltima      dose h\u00e1 mais de cinco anos, devem receber uma dose da vacina dupla bacteriana      adulto.<\/p>\n<h4>Adolescentes e adultos<\/h4>\n<p>Conhe\u00e7a quais s\u00e3o os cuidados relacionados aos adolescentes e adultos em      rela\u00e7\u00e3o \u00e0 vacina\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para uma boa sa\u00fade.<\/p>\n<p><strong>Vacina BCG-Intra D\u00e9rmica: <\/strong><\/p>\n<p>O refor\u00e7o deve ser feito somente em moradores de regi\u00f5es end\u00eamicas para hansen\u00edase.<\/p>\n<p><strong>Vacina Tr\u00edplice Viral: <\/strong><\/p>\n<p>Deve ser aplicada uma dose \u00fanica, quando n\u00e3o aplicada na inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra Hepatite A: <\/strong><\/p>\n<p>Caso n\u00e3o tenha realizado a imuniza\u00e7\u00e3o na inf\u00e2ncia, deve-se realizar duas      doses com intervalo de seis meses.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra Hepatite B:<\/strong><\/p>\n<p>Tr\u00eas doses devem ser aplicadas, caso a imuniza\u00e7\u00e3o n\u00e3o tenha sido feita na      inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra Difteria, T\u00e9tano e Coqueluche:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Vacina b\u00e1sica completa: <\/strong><\/p>\n<p>Feita a cada dez anos com a vacina tr\u00edplice bacteriana acelular do tipo adulto.<\/p>\n<p><strong>Vacina b\u00e1sica incompleta:<\/strong><\/p>\n<p>Uma dose da vacina tr\u00edplice bacteriana acelular do tipo adulto e duas doses      da vacina dupla bacterianaadulto, com intervalo de dois meses.<\/p>\n<p><strong>Vacina contraInfluenza\/Gripe:<\/strong><\/p>\n<p>Dose anual.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra aFebre Amarela:<\/strong><\/p>\n<p>Refor\u00e7o a cada 10 anos.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra Varicela\/Catapora: <\/strong><\/p>\n<p>Com idade entre 1 e 12 anos a dose \u00e9 \u00fanica; os maiores de 13 anos devem tomar      duas doses, com intervalo de dois meses, caso n\u00e3o tenham tido a doen\u00e7a na      inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p><strong>Vacina Anti-Meningoc\u00f3ccica C conjugada:<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 indicada para pessoas que vivem em \u00e1reas end\u00eamicas e regi\u00f5es de alta preval\u00eancia      de doen\u00e7as meningoc\u00f3cicas. Deve ser aplicada dose \u00fanica.<\/p>\n<p><strong>Vacina Antipneumoc\u00f3cica 23: <\/strong><\/p>\n<p>A vacina reduz o risco de infec\u00e7\u00f5es graves, causadas pelo Streptococcus pneumoniae-pneumococo.      Esta bact\u00e9ria \u00e9 causa comum de infec\u00e7\u00f5es respirat\u00f3rias, como otite, sinusite,      pneumonia e tamb\u00e9m pode ocasionar infec\u00e7\u00f5es generalizadas, como meningite      e sepse. A vacina \u00e9 realizada em dose \u00fanica e \u00e9 recomendada para pessoas maiores      de 60 anos e com doen\u00e7as cr\u00f4nicas.<\/p>\n<h4>Viajantes<\/h4>\n<p><strong>Para os viajantes, existe um calend\u00e1rio um pouco diferente, no qual      as vacinas podem ser divididas nas categorias rotineiras, exigidas e recomendadas:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Imuniza\u00e7\u00f5es rotineiras<\/strong><\/p>\n<p><strong>Caso essas vacinas n\u00e3o tenham sido feitas durante a inf\u00e2ncia, devem      ser realizadas antesdas viagens:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Rub\u00e9ola<br \/>\n       Sarampo<br \/>\n       Caxumba<br \/>\n       Varicela<br \/>\n       T\u00e9tano<br \/>\n       Coqueluche<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Difteria: <\/strong><\/p>\n<p>Grandes surtos ocorrem nos estados independentes da ex-Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica. <\/p>\n<p><strong>Influenza\/Gripe:<\/strong><\/p>\n<p>Em particular para idosos e doentes cr\u00f4nicos.<\/p>\n<p><strong>Poliomielite:<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma vacina necess\u00e1ria para os que se destinam \u00e0 \u00c1frica, \u00c1sia e Subcontinente      Indiano.<\/p>\n<p><strong>Infec\u00e7\u00e3o pneumoc\u00f3cica grave:<\/strong><\/p>\n<p>Indicada rotineiramente \u00e0s pessoas de alto risco para infec\u00e7\u00e3o pneumoc\u00f3cica      grave, como os indiv\u00edduos debilitados. Deve ser administrada duas semanas      antes da viagem.<\/p>\n<p><strong>Hepatite B: <\/strong><\/p>\n<p>Indicada para aqueles que v\u00e3o viajar por um longo per\u00edodo ou que v\u00e3o exercer      atividades que impliquem contato com sangue ou seus derivados.<\/p>\n<p><strong>Tuberculose: <\/strong><\/p>\n<p>Recomenda-se a realiza\u00e7\u00e3o do teste tubercul\u00ednico antes e depois de uma viagem      prolongada ou de alto risco<\/p>\n<h4>Imuniza\u00e7\u00f5es exigidas<\/h4>\n<p><strong>De acordo com recomenda\u00e7\u00f5es da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS),      as imuniza\u00e7\u00f5es exigidas s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Vacina Meningoc\u00f3cica Tetravalente: <\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 exigida para admiss\u00e3o na Ar\u00e1bia Saudita durante o Hajj, a perigrina\u00e7\u00e3o      anual a Meca. Deve ser aplicada uma unica dose.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra a Febre Amarela: <\/strong><\/p>\n<p>Para admiss\u00e3o em certos pa\u00edses da \u00c1frica e da Am\u00e9rica do Sul Equatorial,      onde a doen\u00e7a \u00e9 end\u00eamica ou epid\u00eamica, ou em pa\u00edses que est\u00e3o sob o risco      de introdu\u00e7\u00e3o da infec\u00e7\u00e3o. Para o certificado ser v\u00e1lido, a vacina contra      a febre amarela deve ser aplicada pelo menos dez dias antes da viagem.<\/p>\n<h4>Imuniza\u00e7\u00f5es recomendadas<\/h4>\n<p><strong>Vacina contra a Encefalite Japonesa: <\/strong><\/p>\n<p>A encefalite japonesa \u00e9 uma infec\u00e7\u00e3o viral transmitida por mosquitos em \u00e1reas      rurais da \u00c1sia. A vacina \u00e9 recomendada a pessoas que permanecer\u00e3o por um longo      per\u00edodo &#8211; mais de quatro meses &#8211; em \u00e1reas end\u00eamicas ou ent\u00e3o por um curto      per\u00edodo nessas \u00e1reas, mas submetidos a uma exposi\u00e7\u00e3o intensa, especialmente      em \u00e9pocas de pico de transmiss\u00e3o da doen\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra a Hepatite A: <\/strong><\/p>\n<p>O risco de infec\u00e7\u00e3o, durante um m\u00eas de estadia, \u00e9 de aproximadamente 300      por 100.000 pessoas que viajam para pa\u00edses em desenvolvimento. A vacina contra      hepatite A est\u00e1 indicada para a maioria das pessoas n\u00e3o-imunes que v\u00e3o viajar      para pa\u00edses em desenvolvimento.<\/p>\n<p><strong>Vacina Meningoc\u00f3cica Tetravalente: <\/strong><\/p>\n<p>Recomenda-se a vacina para as pessoas que v\u00e3o visitar a \u00c1frica, o sul do      Saara &#8211; de Senegal a Eti\u00f3pia -, durante a esta\u00e7\u00e3o de seca &#8211; de dezembro a      junho &#8211; ou \u00e1reas do mundo onde h\u00e1 epidemias.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra a Febre Tif\u00f3ide:<\/strong><\/p>\n<p>A vacina deve ser administrada para os viajantes com maiores riscos, como      aqueles que v\u00e3o para o sul da \u00c1sia, norte ou oeste da \u00c1frica ou para as regi\u00f5es      mais pobres da Am\u00e9rica do Sul. Os que n\u00e3o seguem as rotas de turismo habituais      ou os que v\u00e3o viajar por um longo per\u00edodo &#8211; por mais de tr\u00eas meses &#8211; tamb\u00e9m      devem ser vacinados. A vacina deve ser aplicada em pessoas imunodeprimidas,      com doen\u00e7a arteroscler\u00f3tica severa, colelit\u00edase ou que usam pr\u00f3teses internas,      devido \u00e0 maior possibilidade de ter complica\u00e7\u00f5es caso a doen\u00e7a ocorra.<\/p>\n<p><strong>Vacina contra a Raiva:<\/strong><\/p>\n<p>O risco de sofrer uma mordida de animal pode exceder 1% a 2% por ano naqueles      que viajam para pa\u00edses em desenvolvimento. Pa\u00edses em que a raiva canina \u00e9      altamente end\u00eamica incluem Sri Lanka, \u00cdndia, Tail\u00e2ndiae Vietn\u00e3.<\/p>\n<p><strong>Fonte: <\/strong>www.afresp.com.br<\/p>\n<h6>Tipos de Vacinas<\/h6>\n<h4>Contra as formas graves da tuberculose (BCG)<\/h4>\n<p><strong>Composi\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A vacina contra a tuberculose \u00e9 o BCG (bacilo de Calmette &amp; Gu\u00e9rin) liofilizado,      obtido por atenua\u00e7\u00e3o do Mycobacterium bovis, apresentada em ampolas com m\u00faltiplas      doses.<\/p>\n<h4>Contra Hepatite B <\/h4>\n<p><strong>Composi\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>H\u00e1 dois tipos de vacina contra hepatite B: <\/strong>a de primeira      gera\u00e7\u00e3o cont\u00e9m part\u00edculas virais obtidas do plasma de doadores do v\u00edrus, inativadas      pelo formol; a de segunda gera\u00e7\u00e3o \u00e9 preparada por m\u00e9todo de engenharia gen\u00e9tica      e obtida por tecnologia de recombina\u00e7\u00e3o do DNA (\u00e1cido desoxirribonucleico).<\/p>\n<p>As duas vacinas utilizam hidr\u00f3xido de alum\u00ednio como adjuvante e o timerosal      como conservante. O PNI recomenda atualmente apenas o uso da vacina recombinante,      isto \u00e9, a obtida por engenharia gen\u00e9tica.<\/p>\n<p>As vacinas recombinantes licenciadas atualmente s\u00e3o produzidas a partir de      leveduras (levedura de padeiro), nas quais se introduziu um plasm\u00eddio contendo      o gene AgHBs. Cont\u00eam cinco a 40mg\/ml de ant\u00edgeno (AgHBs), adsorvidos em hidr\u00f3xido      de alum\u00ednio, utilizando-se o timerosal como conservante. Tr\u00eas doses dessa      vacina, aplicadas por via intramuscular, induzem t\u00edtulos protetores (&gt;10mUI\/ml)      em mais de 90% dos receptores adultos sadios e em mais de 95% dos lactentes,      crian\u00e7as e adolescentes de at\u00e9 19 anos de idade. Idosos, dialisados e imunodeficientes      apresentam resposta imunol\u00f3gica mais baixa.<\/p>\n<p>A vacina contra hepatite B \u00e9 apresentada sob a forma l\u00edquida, em ampolas      individuais ou frasco-ampolas com m\u00faltiplas doses.<\/p>\n<h4>Contra Poliomielite<\/h4>\n<p><strong>Composi\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A VOP \u00e9 indicada para a preven\u00e7\u00e3o da poliomielite e \u00e9 produzida a partir      de v\u00edrus vivos atenuados em cultura de c\u00e9lulas derivadas especialmente de      tecido renal de macacos da esp\u00e9cie Cercopthecos aethiops. Cont\u00e9m os tr\u00eas tipos      de poliov\u00edrus atenuados (tipos I, II e III).<\/p>\n<p><strong>Cont\u00e9m, por dose, as seguintes concentra\u00e7\u00f5es virais:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Poliov\u00edrus tipo I<\/strong> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;1.000.000 CCID 50 (*)<br \/>\n<strong>Poliov\u00edrus tipo II<\/strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;100.000 CCID 50<br \/>\n<strong>Poliov\u00edrus tipo III<\/strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..600.000 CCID 50<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>(*) CCID = dose infectante para 50% das culturas de c\u00e9lulas.<\/strong><\/p>\n<p>Cont\u00e9m, al\u00e9m disso, conservantes (antibi\u00f3ticos) e termoestabilizador (por      exemplo cloreto de magn\u00e9sio e amino\u00e1cidos ou sacarose). \u00c9 apresentada sob      a forma l\u00edquida, habitualmente em um conjunto de frasco, aplicador e tampa      rosque\u00e1vel, moldados em pl\u00e1stico male\u00e1vel e resistente, contendo 20 ou 25      doses.<\/p>\n<h4>Contra Difteria, T\u00e9tano e coqueluche (DTP)<\/h4>\n<p><strong>Composi\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A vacina tr\u00edplice DTP cont\u00e9m tox\u00f3ide dift\u00e9rico, tox\u00f3ide tet\u00e2nico e Bordetella      pertussis inativada em suspens\u00e3o, tendo como adjuvante hidr\u00f3xido ou fosfato      de alum\u00ednio, sendo apresentada sob a forma l\u00edquida em ampola ou frascoampola      com dose \u00fanica, ou frasco-ampola com m\u00faltiplas doses.<\/p>\n<h4>Contra difteria e t\u00e9tano (dT)<\/h4>\n<p><strong>Composi\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A vacina dupla cont\u00e9m tox\u00f3ide dift\u00e9rico e tox\u00f3ide tet\u00e2nico, tendo como adjuvante      hidr\u00f3xido ou fosfato de alum\u00ednio. \u00c9 apresentada sob a forma l\u00edquida em ampola      com dose \u00fanica ou em frasco-ampola com m\u00faltiplas doses. <\/p>\n<p><strong>H\u00e1 dois tipos de vacina dupla:<\/strong> vacina dupla do tipo infantil      (DT) e vacina dupla do tipo adulto (dT).<\/p>\n<p>A vacina dupla do tipo infantil (DT) cont\u00e9m a mesma concentra\u00e7\u00e3o de tox\u00f3ide      dift\u00e9rico e de tox\u00f3ide tet\u00e2nico presente na vacina tr\u00edplice (DTP), enquanto      a dupla do tipo adulto (dT) cont\u00e9m menor quantidade de tox\u00f3ide dift\u00e9rico.<\/p>\n<h4>Contra o t\u00e9tano (TT)<\/h4>\n<p><strong>Composi\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A vacina contra t\u00e9tano \u00e9 constitu\u00edda pelo tox\u00f3ide tet\u00e2nico (TT), tendo como      adjuvante hidr\u00f3xido ou fosfato de alum\u00ednio e sendo apresentada sob a forma      l\u00edquida em ampola com dose \u00fanica ou em frasco-ampola com m\u00faltiplas doses.<\/p>\n<h4>Contra Haemophilus influenzae do tipo b (Hib)<\/h4>\n<p><strong>Composi\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>As vacinas contra s\u00e3o constitu\u00eddas pelo polissacar\u00eddeo capsular &#8211; PRP &#8211; (poliribosil-ribitol-fosfato),      conjugado quimicamente a uma prote\u00edna carreadora.<\/p>\n<p><strong>Atualmente s\u00e3o consideradas adequadas tr\u00eas tipos de vacinas conjugadas:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>a) <\/strong>A vacina PRP-T, na qual o PRP \u00e9 conjugado ao tox\u00f3ide        tet\u00e2nico;<strong><br \/>\n       b) <\/strong>A vacina HbOC, na qual fragmentos curtos do PRP (oligossacar\u00eddeo)        s\u00e3o conjugados ao CRM-197 (cross-reactive material), variedade n\u00e3o-t\u00f3xica        da toxina dift\u00e9rica;<strong><br \/>\n       c) <\/strong>A vacina PRP-OMP, na qual o PRP \u00e9 conjugado a uma prote\u00edna da        membrana externa do meningococo do sorogrupo B.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Essas vacinas apresentam-se sob a forma liofilizada acompanhada de diluente,      ou em solu\u00e7\u00e3o, em frasco com dose \u00fanica ou com m\u00faltiplas doses.<\/p>\n<h4>Contra Sarampo<\/h4>\n<p><strong>Composi\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Vacina de v\u00edrus vivos atenuados, apresentada sob a forma liofilizada, em      frasco-ampola com uma ou m\u00faltiplas doses.Contra caxumba, sarampo e rub\u00e9ola      (Tr\u00edplice viral-MMR)<\/p>\n<h4><strong>Contra Sarampo e rub\u00e9ola (dupla viral)<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Composi\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Vacina combinada de v\u00edrus vivos atenuados contra o sarampo e a rub\u00e9ola (SR,      dupla viral), apresentada sob a forma liofilizada, em frasco-ampola com uma      ou m\u00faltiplas doses.<\/p>\n<h4>Contra Rub\u00e9ola<\/h4>\n<p><strong>Composi\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Vacina de v\u00edrus vivos atenuados, apresentada sob a forma liofilizada como      produto monovalente, ou combinada sob a forma de vacina tr\u00edplice viral, contendo      as vacinas contra o sarampo e a caxumba, ou dupla viral, contendo a vacina      contra o sarampo.<\/p>\n<h4>Contra febre amarela<\/h4>\n<p><strong>Composi\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A vacina contra febre amarela \u00e9 constitu\u00edda de v\u00edrus vivos atenuados, apresentada      sob a forma liofilizada em frasco de m\u00faltiplas doses, acompanhada de diluente      (soro fisiol\u00f3gico).<\/p>\n<h4>Contra Raiva<\/h4>\n<p><strong>Composi\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A vacina contra raiva para uso humano, empregada rotineiramente no Brasil,      \u00e9 a vacina do tipo Fuenzalida- Palacios, apresentada sob a forma de suspens\u00e3o      a 2% de c\u00e9rebros de camundongos lactentes, infectados com v\u00edrus da raiva fixo      \u0096 amostras Productions Virus (PV) ou Challenge Virus Standard (CVS) \u0096,      inativados por radia\u00e7\u00e3o ultravioleta ou por betapropiolactona, com pot\u00eancia      m\u00ednima de 1,0UI\/ml, tendo o fenol e o timerosal como conservantes.<\/p>\n<p>A vacina contra raiva do tipo Fuenzalida-Palacios (que daqui por diante,      neste cap\u00edtulo, passa a ser designada simplesmente por vacina contra raiva)      \u00e9 apresentada sob a forma l\u00edquida em ampolas contendo 1,0ml (uma dose para      uso em seres humanos).<\/p>\n<p>O soro contra raiva ou soro anti-r\u00e1bico cont\u00e9m imunoglobulinas espec\u00edficas      extra\u00eddas do plasma de cavalos hiperimunizados com a vacina contra raiva.      O soro anti-r\u00e1bico \u00e9 apresentado sob a forma l\u00edquida, em ampolas ou frascos-      ampolas, contendo 200UI\/ml.<\/p>\n<p>Fonte:  www.uff.br<\/p>\n<h6>Tipos de Vacinas<\/h6>\n<p>As <strong>vacinas<\/strong> s\u00e3o geralmente administradas atrav\u00e9s de uma inje\u00e7\u00e3o      hipod\u00e9rmica, mas algumas s\u00e3o administradas atrav\u00e9s da boca ou nariz. <\/p>\n<p><strong>Existem dois tipos principais de vacinas:<\/strong> vacinas de v\u00edrus      vivos atenuados e vacinas de v\u00edrus inativados.<\/p>\n<p><strong>Vacinas de v\u00edrus vivos atenuados:<\/strong> a express\u00e3o v\u00edrus vivos      atenuados basicamente significa que a vacina \u00e9 feita com v\u00edrus vivos, mas      que causam uma forma muito fraca da doen\u00e7a. Essas vacinas s\u00e3o produzidas com      v\u00edrus que se reproduzem cerca de 20 vezes dentro do corpo. Para se ter uma      id\u00e9ia, os v\u00edrus que n\u00e3o passam pelo processo de atenua\u00e7\u00e3o se reproduzem milhares      de vezes. Quando a vacina \u00e9 fabricada, o v\u00edrus ou a bact\u00e9ria s\u00e3o atenuados      em laborat\u00f3rio at\u00e9 o ponto em que continuam vivos e capazes de se reproduzirem,      mas que n\u00e3o possam causar doen\u00e7as graves. Sua presen\u00e7a \u00e9 suficiente para fazer      com que o sistema imunol\u00f3gico produza anticorpos para combater a doen\u00e7a no      futuro.<\/p>\n<p>&#8220;As vacinas com v\u00edrus vivos atenuados podem causar doen\u00e7as bem leves      em uma propor\u00e7\u00e3o menor de pessoas&#8221;, diz o Dr John Bradley, membro do      comit\u00ea sobre doen\u00e7as infecciosas da Academia Americana de Pediatria (AAP &#8211;      American Academy of Pediatrics). &#8220;Os sintomas da doen\u00e7a s\u00e3o geralmente      muito leves e limitados a uma febre baixa ou nariz escorrendo&#8221;. O Dr      Bradley tamb\u00e9m observa que de 5 a 10% das crian\u00e7as que receberam a vacina      contra a varicela (catapora), desenvolveram uma forma leve da doen\u00e7a, nada      comparado \u00e0 doen\u00e7a com a carga total.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/tipos-49.jpg\" alt=\"Tipos de Vacinas\" width=\"233\" height=\"295\" title=\"Tipos de Vacinas\" \/><br \/>\n     Uma recria\u00e7\u00e3o do v\u00edrus influenza de 1918<\/strong><\/p>\n<p>Para enfraquecer o v\u00edrus, os cientistas devem isol\u00e1-lo de uma pessoa infectada.      Eles ent\u00e3o cultivam o v\u00edrus em um tubo de ensaio. Eles &#8220;passam&#8221;      o v\u00edrus para um segundo tubo de ensaio e depois para um terceiro, para um      querto tubo e assim por diante. Os cientistas realizam essa &#8220;passagem&#8221;      v\u00e1rias vezes &#8211; o v\u00edrus do sarampo (em ingl\u00eas) foi passado 77 vezes. O v\u00edrus      \u00e9 retirado periodicamente de dentro do tubo de ensaio para verificar se houve      muta\u00e7\u00e3o. Finalmente, o v\u00edrus se acustuma a viver no ambiente confort\u00e1vel do      tubo de ensaio e acaba perdendo sua capacidade de produzir a doen\u00e7a nos seres      humanos. Essas passagens s\u00e3o realizadas em um ambiente muito controlado e      da mesma maneira todas as vezes. Essa descoberta foi considerada um passo      importante para o desenvolvimento das vacinas, de acordo com o Dr William      Schaffner, professor e chefe do Departamento de Medicina Preventiva da Vanderbilt      University School of Medicine.<\/p>\n<p>Exemplos de vacinas vivas atenuadas s\u00e3o a MMR (uma vacina combinada para      sarampo, caxumba (em ingl\u00eas) e rub\u00e9ola (em ingl\u00eas), conhecida no Brasil como      tr\u00edplice viral, e a vacina contra a varicela. <\/p>\n<h4><strong>Efeitos colaterais das vacinas<\/strong><\/h4>\n<p>Como acontece com qualquer medicamento, existe sempre o risco de efeitos      colaterais. Os efeitos colaterais das vacinas s\u00e3o geralmente bem leves e limitados      a dores no local da inje\u00e7\u00e3o, dor de cabe\u00e7a e febre baixa. Rea\u00e7\u00f5es graves n\u00e3o      s\u00e3o completamente imposs\u00edveis, mas s\u00e3o raras. Se voc\u00ea suspeitar de uma rea\u00e7\u00e3o      grave, ligue para seu m\u00e9dico imediatamente para uma avalia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Vacinas de v\u00edrus inativados:<\/strong> quando as vacinas inativadas      s\u00e3o criadas, o v\u00edrus ou a bact\u00e9ria s\u00e3o completamente mortos utilizando-se      um elemento qu\u00edmico, geralmente, o formalde\u00eddo. Peda\u00e7os mortos de microorganismos      que causam a doen\u00e7a (geralmente bact\u00e9rias) s\u00e3o colocados na vacina. Como os      ant\u00edgenos est\u00e3o mortos, a for\u00e7a dessas vacinas tendem a se desgastar com o      tempo, resultando em imunidade com menor dura\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, v\u00e1rias doses de vacinas      inativadas s\u00e3o geralmente necess\u00e1rias para fornecer a melhor prote\u00e7\u00e3o. O benef\u00edcio      das vacinas inativadas \u00e9 que existe uma chance zero de desenvolver qualquer      sintoma relacionado \u00e0 doen\u00e7a. Rea\u00e7\u00f5es al\u00e9rgicas s\u00e3o poss\u00edveis, mas extremamente      raras.<\/p>\n<p>Os exemplos de vacinas inativadas s\u00e3o a da hepatite A (em ingl\u00eas), hepatite      B (em ingl\u00eas), poliomelite, haemophilus tipo B (Hib), influenza, meningoc\u00f3ccica,      pneumoc\u00f3ccica e a vacina da influenza.<\/p>\n<h4><strong>Por que algumas vacinas s\u00e3o vivas e outras mortas?<\/strong><\/h4>\n<p>&#8220;O importante \u00e9 que a decis\u00e3o seja inteiramente tomada em bases cient\u00edficas&#8221;,      diz o Dr Schaffner. &#8220;Se os cientistas podem fazer uma vacina de v\u00edrus      ou de bact\u00e9rias inativadas que seja eficaz, essa \u00e9 a melhor op\u00e7\u00e3o. \u00c9 tudo      uma quest\u00e3o de tentativa e erro&#8221;. A maioria das doen\u00e7as virais, ele diz,      necessitam de vacinas de v\u00edrus vivos atenuados, mas a grande maioria de doen\u00e7as      bacterianas s\u00e3o prevenidas com vacinas inativadas. Apesar disso, existem algumas      exce\u00e7\u00f5es a esta regra. <\/p>\n<p>Alguns turistas que v\u00e3o para locais de risco tomam a vacina para prevenir      a febre tif\u00f3ide (em ingl\u00eas). Existem formas atenuadas e inativadas dessa vacina.<\/p>\n<p>A raiva (em ingl\u00eas) \u00e9 uma infec\u00e7\u00e3o viral que \u00e9 100% fatal uma vez que progredir.      A doen\u00e7a \u00e9 muito perigosa para que se possa usar uma vacina de v\u00edrus atenuado.    <\/p>\n<p>Felizmente, a ci\u00eancia conseguiu desenvolver uma vacina inativada contra a      raiva.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, quais s\u00e3o exatamente os ingredientes de uma vacina? Leia a pr\u00f3xima      se\u00e7\u00e3o para saber.<\/p>\n<p>Fonte:  saude.hsw.uol.com.br<\/p>\n<h6>Tipos de Vacinas<\/h6>\n<p>A imuniza\u00e7\u00e3o \u00e9 um conjunto de m\u00e9todos terap\u00eauticos destinados a conferir      ao organismo um estado de resist\u00eancia, ou seja, de imunidade, contra determinadas      enfermidades infecciosas.<\/p>\n<p>\u00c9 uma das estrat\u00e9gias de preven\u00e7\u00e3o mais significativas. No mesmo n\u00edvel de      import\u00e2ncia, como medida de prote\u00e7\u00e3o e promo\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade infantil, est\u00e3o a      amamenta\u00e7\u00e3o, o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento e o controle      &#8211; tratamento precoce da diarr\u00e9ia infantil.<\/p>\n<p>As crian\u00e7as s\u00e3o as que mais sofrem com a ca\u00f3tica situa\u00e7\u00e3o s\u00f3cio-econ\u00f4mica      de pa\u00edses subdesenvolvidos como o nosso, Brasil. Esta fato reflete-se nos      altos \u00edndices de mortalidade (em algumas regi\u00f5es do pa\u00eds) e a forma\u00e7\u00e3o de      contingentes de indiv\u00edduos com sequelas f\u00edsicas, intelectuais psicol\u00f3gicas,      decorrentes de doen\u00e7as preven\u00edveis por esquemas b\u00e1sicos de imuniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Entretanto a imuniza\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 isenta de riscos (SCHMITZ et al,      1989):<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Infec\u00e7\u00e3o no local da inocula\u00e7\u00e3o<br \/>\n       Transmiss\u00e3o de doen\u00e7as por meio do produto injetado e contamina\u00e7\u00e3o do material        empregado na administra\u00e7\u00e3o;<br \/>\n       Complica\u00e7\u00e3o devido a outros composto dos produtos imunizantes (hidr\u00f3xido        de alum\u00ednio,&#8230;);<br \/>\n       Encefalite p\u00f3s-vacinal, quando da utiliza\u00e7\u00e3o de ant\u00edgenos vivos;<br \/>\n       Agravamentos de enfermidades cr\u00f4nicas card\u00edacas, renais, do sistema nervoso        central, entre outras;<br \/>\n<strong>Rea\u00e7\u00f5es locais gerais:<\/strong> n\u00f3dulos, edemas, dor ou mal-estar,        lipotimia, entre outras;<br \/>\n       Rea\u00e7\u00f5es de hipersensibilidade;<br \/>\n       Complica\u00e7\u00f5es espec\u00edficas secund\u00e1rias \u00e0 natureza e tipos de ant\u00edgenos ou        subst\u00e2ncias fontes de anticorpos.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4><strong>TIPOS DE IMUNIZA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/h4>\n<p><strong>A imunidade pode ser natural ou adquirida (SCHMITZ et al, 1989):<\/strong><\/p>\n<p>A imunidade natural compreende mecanismos inespec\u00edficos de defesa de pele,      pH, e a imunidade conferida pela m\u00e3e atrav\u00e9s da via transplacent\u00e1ria e pelo      leite materno ao rec\u00e9m nascido.<\/p>\n<p><strong>A imunidade adquirida pode ser espont\u00e2nea, ap\u00f3s um processo infeccioso,      ou induzida de maneira ativa ou passiva:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Passiva: <\/strong>Administra\u00e7\u00e3o de anticorpos previamente formados        (imunoglobulinas) ou soros hiperimunes. \u00datil em pacientes com defeito na        forma\u00e7\u00e3o de anticorpos ou imunodeprimidos;<strong><br \/>\n       Ativa: <\/strong>Uso de microorganismos vivos atenuados, mortos e componentes        inativados de microorganismos.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Contra-Indica\u00e7\u00f5es<\/h4>\n<p><strong>S\u00e3o consideradas contra-indica\u00e7\u00f5es gerais ao uso de vacinas de bact\u00e9rias      ou v\u00edrus vivos (SECRETARIA DE ESTADO DE SA\u00daDE DE S\u00c3O PAULO, 1994):<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Portadores de doen\u00e7as com defici\u00eancias imunit\u00e1rias, como imunodefici\u00eancia        combinada \u00e0 gamaglobulina ou hipogamaglobulina<br \/>\n       Pacientes com imunodefici\u00eancias por defeitos cong\u00eanitos ou enfermidades        ativas do sistema linf\u00f3ide ou reticuloendotelial (leucemia, linfoma, doen\u00e7a        de Hodgkin&#8230;)<br \/>\n       Imunodepress\u00e3o devido a terapia com cortic\u00f3ide sist\u00eamico em altas doses,        com antimetab\u00f3litos, agentes alquilantes ou irradia\u00e7\u00e3o<br \/>\n       Gr\u00e1vidas, salvo situa\u00e7\u00f5es de alto risco de exposi\u00e7\u00e3o a algumas doen\u00e7as virais        imunopreven\u00edveis, como febre amarela, por exemplo.<br \/>\n       Com rela\u00e7\u00e3o a pacientes HIV positivos assintom\u00e1ticos, poder\u00e3o receber todas        as vacinas do esquema b\u00e1sico; os doentes com AIDS s\u00f3 n\u00e3o poderam receber        a BCG.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>H\u00e1 casos em que a vacina\u00e7\u00e3o precisa ser somente adiada:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Tratamento com imunossupressores (corticoster\u00f3ides, quimioterapia antineopl\u00e1sica,        radioterapia,&#8230;), deve-se adiar para 90 dias ap\u00f3s a suspens\u00e3o do uso da        subst\u00e2ncia<br \/>\n       Durante a evolu\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as agudas febris graves;<br \/>\n       N\u00e3o recomenda-se aplicar a BCG em crian\u00e7as com menos de dois quilos de peso.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4><strong>CALEND\u00c1RIO VACINAL<\/strong><\/h4>\n<p>Adotado pelo Programa Nacional de Imuniza\u00e7\u00f5es, modificado pela Secretaria      de Sa\u00fade do Estado de S\u00e3o Paulo-SP, 1998<\/p>\n<p>A Organiza\u00e7\u00e3o Pan-Americana de Sa\u00fade-OPAS e o Programa Nacional de Imuniza\u00e7\u00f5es-PNI      (MINIST\u00c9RIO DA SA\u00daDE, 1991) estabelecem que o intervalo de temperatura para      conserva\u00e7\u00e3o de soros e vacinas precisa ser de +4 a +8\u00baC.<\/p>\n<p>Faz-se necess\u00e1rio a presen\u00e7a de um term\u00f4metro dentro do refrigerador. Utilizar      term\u00f4metro de 3 colunas, pois registra as temperaturas m\u00ednima, m\u00e1xima e atual.<\/p>\n<p>Vacinas de v\u00edrus vivos atenuados (p\u00f3lio, sarampo, rub\u00e9ola, caxumba) s\u00e3o mais      sens\u00edveis ao calor, devendo ser acondicionadas na unidade de sa\u00fade por 1 m\u00eas      no m\u00e1ximo. \u00c9 preferencial mant\u00ea-las na prateleira superior do refrigerador.<\/p>\n<p>Vacinas de bact\u00e9rias vivas e atenuadas (tuberculose) s\u00e3o menos sens\u00edveis      \u00e0s oscila\u00e7\u00f5es de temperatura, podendo ser conservadas por at\u00e9 um ano na parte      superior do refrigerador.<\/p>\n<p>Vacinas inativadas virais e bacterianas (tox\u00f3ides tet\u00e2nico e dift\u00e9rico; coqueluche)      s\u00e3o as mais est\u00e1veis. Devem ser armazenadas por 6 meses na prateleira inferior      do refrigerador.<\/p>\n<p>Os diluentes precisam estar na mesma temperatura que as vacinas; n\u00e3o utilizar      o refrigerador para outras finalidades. O refrigerador precisa ficar num local      fresco, ao abrigo da luz solar e fontes de calor, distante pelo menos 15 cm      das paredes e sua porta precisa ficar bem vedada.<\/p>\n<p>Recomenda-se colocar sacos e garrafas pl\u00e1sticas com \u00e1gua no congelador e      parte inferiordo refrigerador a fim de manter a temperatura, caso haja interrup\u00e7\u00e3o      no fornecimento de energia. N\u00c3O UTILIZAR A PORTA DO REFRIGERADOR POIS PODE      DANIFICAR A VEDA\u00c7\u00c3O E OCORRER AQUECIMENTO INTERNO.<\/p>\n<p>A circula\u00e7\u00e3o de ar tamb\u00e9m precisa ser respeitada, por isso \u00e9 necess\u00e1rio que      as vacinas sejam dispostas em bandejas ou caixas furadas e descobertas, deixando      entre os frascos uma dist\u00e2ncia de 1 a 2 cm.<\/p>\n<p>Para transportar as vacinas, utilizar caixas isot\u00e9rmicas (de isopor). Cercar      as vacinas com sacos de gelo, sem que haja contato direto (isolar os frascos      com papel\u00e3o ou espuma). Preparar a caixa 15 a 20 minutos antes de sair (manter      um term\u00f4metro em seu interior), fech\u00e1-la com fita adesiva at\u00e9 chegar ao destino.<\/p>\n<h4><strong>IMPORTANTE<\/strong><\/h4>\n<p>O servi\u00e7o de sa\u00fade precisa informar o n\u00edvel regional ou central da rede de      frio, sobre lotes de vacina que tenham sofrido varia\u00e7\u00f5es de temperatura inferior      ou superior \u00e0 temperatura estabelecida pela OPAS ou PNI, para que estes d\u00eaem      as diretrizes que devem ser seguidas.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n<p>GUSHIKEN, C.T. &amp; CHAGAS,L.G.C.P. Imuniza\u00e7\u00e3o In: CURSINO,M.R. et al Assist\u00eancia      de Enfermagem em Pediatria. S\u00e3o Paulo: Sarvier, 1992.<br \/>\n     MINIST\u00c9RIO DA SA\u00daDE Manual do Treinando. Bras\u00edlia, 1991.<br \/>\n     SECRETARIA MUNICIPAL DE SA\u00daDE Manual da Crian\u00e7a. Campinas, 1996.<br \/>\n     SECRETARIA DE ESTADO DA SA\u00daDE DE S\u00c3O PAULO Norma do Programa de Imuniza\u00e7\u00e3o.      S\u00e3o Paulo, 1994.<br \/>\n     SCHMITZ, E.M.R. et al Imuniza\u00e7\u00e3o B\u00e1sica na Inf\u00e2ncia. S\u00e3o Paulo: Atheneu, 1989.<\/p>\n<p>Fonte:  www.hospvirt.org.br<\/p>\n<h6>Tipos de Vacinas<\/h6>\n<h4>VACINAS DISPON\u00cdVEIS<\/h4>\n<p><strong>Vacina BCG \u0096 contra a Tuberculose<\/strong><\/p>\n<p>Uma das mais antigas vacinas ainda hoje \u00e9 utilizada em todo o Brasil para      a preven\u00e7\u00e3o de formas sist\u00eamicas e graves da Tuberculose (Meningite tuberculosa,      Tuberculose miliar, etc.), com efic\u00e1cia de quase 100%. Contra a tuberculose      pulmonar isolada seu \u00edndice de prote\u00e7\u00e3o \u00e9 bem menor, cerca de 30%.<\/p>\n<p>Em pa\u00edses da Europa e Am\u00e9rica do Norte n\u00e3o \u00e9 utilizada rotineiramente, mas      em regi\u00f5es onde a Tuberculose \u00e9 end\u00eamica \u0096 como o Brasil &#8211; seu uso se      justifica. <\/p>\n<p>Aplicada em dose \u00fanica nos primeiros dias de vida, costuma deixar pequena      cicatriz no local de inje\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>Duas t\u00e9cnicas de aplica\u00e7\u00e3o t\u00eam sido utilizadas:<\/strong> a intrad\u00e9rmica      e a percut\u00e2nea. A segunda teria a vantagem de n\u00e3o deixar cicatrizes e de poder      ser aplicada por profissionais sem treinamento espec\u00edfico, mas n\u00e3o \u00e9 recomendada      pelas autoridades sanit\u00e1rias, por estimular em menor grau o sistema imunol\u00f3gico      em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 tradicional intrad\u00e9rmica.<\/p>\n<h4><strong>Vacina contra a Hepatite B<\/strong><\/h4>\n<p>Utilizada para prevenir a hepatite B em qualquer idade. \u00c9 aplicada rotineiramente      em esquema de 3 doses. Atualmente recomenda-se que as crian\u00e7as recebam a primeira      dose nas primeiras 24 horas de vida, ap\u00f3s o parto. A segunda aplica\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada      1 a 2 meses ap\u00f3s a primeira e a terceira, ap\u00f3s 6 meses. Em sua composi\u00e7\u00e3o      existem fragmentos virais obtidos por engenharia gen\u00e9tica, que promovem imunidade      em cerca de 95% dos casos, com seguran\u00e7a e poucos efeitos colaterais.<\/p>\n<p>Crian\u00e7as a partir de dois anos de vida e adultos, que necessitarem, pode      receber a vacina combinada contra as Hepatites A e B, em regime de tr\u00eas doses,      acarretando maior prote\u00e7\u00e3o e menor n\u00famero de aplica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4><strong>Vacina Tetravalente \u0096 Difteria, T\u00e9tano, Coqueluche e Hem\u00f3filo      B (DTP+Hib)<\/strong><\/h4>\n<p>Combina as vacinas Tr\u00edplice (DTP-Difteria, T\u00e9tano e Pertussis ou coqueluche)      e a anti Haemophilus influenzae b. \u00c9 indicada para crian\u00e7as aos 2, 4 e 6 meses      de vida, mais um refor\u00e7o aos 15 meses. Aos 5 anos de idade \u00e9 aplicada apenas      a DTP.<\/p>\n<p>Devido \u00e0s potenciais complica\u00e7\u00f5es decorrentes da presen\u00e7a de fragmentos de      c\u00e9lulas da bact\u00e9ria Bordetella Pertussis (causadora da Coqueluche) em sua      f\u00f3rmula cl\u00e1ssica, foi desenvolvido o tipo Acelular (DTaP), mais purificado,      com menos risco de rea\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Esta pode ser combinada \u00e0 Vacina inativada contra a P\u00f3lio sendo chamada de      Pentavalente (DTaP+IPV+Hib), e tamb\u00e9m \u00e0 vacina contra a Hepatite B ou Hexavalente      (DTaP+IPV+Hib+HepB). Ambas combina\u00e7\u00f5es promovem menos desconforto \u00e0 crian\u00e7a      sem perda da efic\u00e1cia.<\/p>\n<h4><strong>Vacinas Antitet\u00e2nica, Dupla tipo Adulto e Tr\u00edplice bacteriana do      tipo Adulto<\/strong><\/h4>\n<p>A vacina\u00e7\u00e3o contra o T\u00e9tano em adultos consta de 3 doses b\u00e1sicas, mais um      refor\u00e7o a cada dez anos. Pode ser usada de forma isolada \u0096 Tox\u00f3ide Tet\u00e2nico      (TT) ou combinada com o Tox\u00f3ide dift\u00e9rico \u0096 Dupla Adulto (dT). Mais recentemente      foi desenvolvida a vacina Tr\u00edplice bacteriana do tipo adulto (dTaP) que cont\u00e9m      tamb\u00e9m fragmentos inativados da bact\u00e9ria da Coqueluche (Bordetella Pertussis).      As f\u00f3rmulas TT e dT s\u00e3o extremamente eficazes, mas tem como efeito indesejado      a dor no local de inje\u00e7\u00e3o. J\u00e1 a dTaP, al\u00e9m de proteger tamb\u00e9m contra a Coqueluche      apresenta menos rea\u00e7\u00f5es, por\u00e9m seu custo \u00e9 mais elevado.<\/p>\n<h4><strong>Vacinas Anti Poliomielite<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Dois tipos de vacina est\u00e3o dispon\u00edveis atualmente:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Vacina Oral contra a P\u00f3lio (OPV ou Sabin) \u00e9 composta de v\u00edrus vivos, geralmente        utilizada em campanhas.<br \/>\n       Vacina Inativada contra a P\u00f3lio (IPV ou Salk), injet\u00e1vel, composta de v\u00edrus        inativados e geralmente associada com outras vacinas em prepara\u00e7\u00f5es combinadas.<br \/>\n       A efic\u00e1cia de ambas \u00e9 cerca de 98%. S\u00e3o preconizadas 5 doses na inf\u00e2ncia.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A primeira oferece maior comodidade de aplica\u00e7\u00e3o e custo muito access\u00edvel      e a segunda \u00e9 mais purificada e segura.<\/p>\n<h4><strong>Vacina contra o Rotav\u00edrus<\/strong><\/h4>\n<p>A vacina contra o Rotav\u00edrus, de recente introdu\u00e7\u00e3o no mundo, apresente efic\u00e1cia      de mais de 80% na preven\u00e7\u00e3o da diarr\u00e9ia grave e redu\u00e7\u00e3o de cerca de 90% dos      riscos de hospitaliza\u00e7\u00e3o. \u00c9 aplicada por via oral, em duas doses, para beb\u00eas      com idade entre seis semanas e seis meses. As doses devem respeitar um intervalo      m\u00ednimo de quatro semanas. N\u00e3o existem dados que comprovem sua seguran\u00e7a quando      aplicada ap\u00f3s os oito meses de vida, devendo, portanto, ser evitada.<\/p>\n<h4><strong>Vacinas Antipneumoc\u00f3cicas<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Atualmente existem dois tipos de vacinas antipneumoc\u00f3cicas:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>A vacina n\u00e3o conjugada (23 valente): <\/strong>Protege contra 23        sorotipos da bact\u00e9ria. Tem efic\u00e1cia comprovada apenas em pessoas com mais        de 2 anos de vida e sua prote\u00e7\u00e3o persiste por quatro a cinco anos.<\/p>\n<p><strong>Vacinas conjugadas (7-valente e 10-valente): <\/strong>Protegem        contra apenas 7 ou 10 sorotipos (conforme o laborat\u00f3rio produtor), por\u00e9m        os mais frequentes na inf\u00e2ncia e potencialmente mais graves. S\u00e3o eficazes        em crian\u00e7as a partir de dois meses de idade, e proporcionam imunidade mais        duradoura. O n\u00famero de doses varia de acordo com a idade, sendo dose \u00fanica        a partir dos dois anos de vida. Um fator limitante para o seu uso rotineiro        \u00e9 o pre\u00e7o &#8211; ainda elevado. Por\u00e9m ao se considerar a gravidade da doen\u00e7a,        os custos de seu tratamento e as potenciais sequelas, justifica-se o seu        uso. S\u00e3o utilizadas rotineiramente nos Estados Unidos da Am\u00e9rica e em alguns        pa\u00edses da Europa .<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Vacinas Antimeningoc\u00f3cicas<\/strong><\/p>\n<p><strong>Tr\u00eas tipos de vacinas est\u00e3o atualmente dispon\u00edveis no Brasil. Vacina      polissacar\u00eddea tipo A+C, vacina polissacar\u00eddea tipo B+C, e a mais eficaz e      recomendada no atual momento epidemiol\u00f3gico: <\/strong>a vacina conjugada contra      o Meningococo C.<\/p>\n<h4><strong>Meningite C conjugada<\/strong><\/h4>\n<p>Produzida na Europa ou nos E.U.A. Pode ser aplicada em beb\u00eas a partir de      2 meses de vida, num esquema de 2 doses b\u00e1sicas e refor\u00e7o ap\u00f3s o primeiro      ano de vida, ou em crian\u00e7as com mais de um ano de idade sob o regime de dose      \u00fanica. Sua imunidade \u00e9 duradoura, existindo estudos que sugerem que persiste      por toda a vida. Poucas rea\u00e7\u00f5es s\u00e3o observadas. Existe atualmente uma vacina      que \u00e9 combinada com um componente anti Hem\u00f3filo b, adequada para quem tamb\u00e9m      necessita refor\u00e7o contra essa bact\u00e9ria, por exemplo crian\u00e7as com mais de um      ano de vida que receberam as vacinas b\u00e1sicas do PNI (Programa Nacional de      Imuniza\u00e7\u00f5es).<\/p>\n<p>Em casos espec\u00edficos, principalmente viajantes que se dirijam a \u00e1reas end\u00eamicas      para o tipo A (como \u00c1frica e o Extremo Oriente), pode ser usada a vacina contra      os tipos A e C. De origem europ\u00e9ia (Fran\u00e7a) protege contra os Meningococos      tipo A e C. Sua f\u00f3rmula obriga a utiliza\u00e7\u00e3o ap\u00f3s os dois anos de vida e se      aplicada anteriormente tem pouca efic\u00e1cia. Existe a necessidade de se realizar      um refor\u00e7o a, no m\u00ednimo, cada 4 anos. Tem poucos efeitos colaterais<\/p>\n<h4><strong>Vacina Tr\u00edplice Viral \u0096 Sarampo, Caxumba e Rub\u00e9ola ou SCR<\/strong><\/h4>\n<p>Composta de v\u00edrus vivos atenuados \u00e9 aplicada por via subcut\u00e2nea aos 12 meses      de vida, com refor\u00e7o aos 5 anos. Pode ser aplicada tamb\u00e9m em adultos, principalmente      em mulheres em idade f\u00e9rtil para a preven\u00e7\u00e3o da S\u00edndrome da Rub\u00e9ola Cong\u00eanita      que atinge os rec\u00e9m nascidos. VOLTA<br \/>\n     Vacina contra a Varicela<\/p>\n<p>A vacina, composta por v\u00edrus vivos e atenuados, j\u00e1 \u00e9 utilizada h\u00e1 mais de      20 anos em pa\u00edses como o Jap\u00e3o e Estados Unidos e confere n\u00edveis elevados      de prote\u00e7\u00e3o, com \u00f3tima toler\u00e2ncia. \u00c9 indicada para todas as crian\u00e7as acima      de 1 ano de vida e adultos que nunca tiveram a doen\u00e7a, salvo situa\u00e7\u00f5es especiais      de imunodepress\u00e3o ou alergias. Se aplicada at\u00e9 cinco dias ap\u00f3s o cont\u00e1gio      pode evitar a doen\u00e7a, ou pelo menos atenu\u00e1-la. O esquema vacinal para Crian\u00e7as      consiste em uma dose, se poss\u00edvel aos 12 meses de vida, mais um refor\u00e7o aos      5 anos de idade. Adolescentes e Adultos recebem apenas uma dose. VOLTA<\/p>\n<h4><strong>Vacina contra a Hepatite A<\/strong><\/h4>\n<p>Pode ser aplicada em qualquer pessoa a partir do primeiro ano de vida, geralmente      em esquema de duas doses, com intervalo de seis meses entre a primeira e a      segunda. \u00c9 constitu\u00edda de v\u00edrus inativados, e sua efic\u00e1cia de aproximadamente      100%.<\/p>\n<p>Existe a vacina combinada que protege contra as hepatites A e B em uma s\u00f3      aplica\u00e7\u00e3o, em esquema de tr\u00eas doses. A efic\u00e1cia preservada, com menor n\u00famero      de aplica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4><strong>Vacina contra a Febre Amarela<\/strong><\/h4>\n<p>Vacina de uso restrito aos habitantes de \u00e1reas end\u00eamicas ou aos que para      elas se dirigem. Constitu\u00edda de v\u00edrus vivos e atenuados, pode se aplicada      por via subcut\u00e2nea a partir dos 9 meses de idade, pelo menos 10 dias antes      da viagem. \u00c9 contra-indicada para gestantes e pacientes imunossupressos. Sua      prote\u00e7\u00e3o persiste por 10 anos, ap\u00f3s os quais, e mantidos os riscos ambientais,      deve ser reaplicada como refor\u00e7o.<\/p>\n<h4><strong>Vacina Antigripal<\/strong><\/h4>\n<p>Sua f\u00f3rmula \u00e9 readequada anualmente em decorr\u00eancia das muta\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas      que ocorrem no V\u00edrus da Influenza em todo o mundo. \u00c9 constitu\u00edda de fragmentos      virais, portanto n\u00e3o causa a Gripe em qualquer pessoa. Pode ser aplicada a      partir de 6 meses de vida. \u00c9 recomendada anualmente, preferencialmente nos      meses que antecedem o inverno. <\/p>\n<h4><strong>Vacina contra a Raiva<\/strong><\/h4>\n<p>Utilizada em situa\u00e7\u00f5es muito especiais, sua f\u00f3rmula atual \u0096c\u00e9lulas VERO,      obtida da cultura do v\u00edrus em c\u00e9lulas humanas de laborat\u00f3rio, difere em muito      da antiga vacina (Fuenzalida-Palacios),que causava um grande n\u00famero de rea\u00e7\u00f5es.      Pode ser aplicada em regime de pr\u00e9- exposi\u00e7\u00e3o ou p\u00f3s- exposi\u00e7\u00e3o, em esquema      de 3 a 5 doses. <\/p>\n<h4><strong>Vacina contra o HPV<\/strong><\/h4>\n<p>De recente desenvolvimento, \u00e9 composta de partes do HPV \u0096 o V\u00edrus do      Papiloma Humano &#8211; modificados geneticamente. <\/p>\n<p><strong>Atualmente, j\u00e1 existem no Brasil duas vacinas dispon\u00edveis:<\/strong>      a Gardasil, da Merck Sharp &amp; Dohme e a Cervarix, da GlaxoSmithKline. Em      ambas f\u00f3rmulas est\u00e3o os subtipos respons\u00e1veis por 70% dos casos de C\u00e2ncer      de Colo Uterino. A Gardasil, entretanto, apresenta em sua f\u00f3rmula tamb\u00e9m componentes      que evitam em at\u00e9 90% as Verrugas Genitais. Recomenda-se o uso em mulheres      de idade entre 9 e 26 anos, de prefer\u00eancia naquelas que ainda n\u00e3o mantiveram      rela\u00e7\u00f5es sexuais. <\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o existem estudos que justifiquem o seu uso em homens.<\/p>\n<p><strong>O esquema de vacina\u00e7\u00e3o consiste em 3 doses:<\/strong> aos 0, 2 e 6      meses. <\/p>\n<h4><strong>Vacina contra C\u00f3lera e Diarr\u00e9ia dos Viajantes<\/strong><\/h4>\n<p>Aplicada por via oral em 2 ou 3 doses, confere prote\u00e7\u00e3o de at\u00e9 85% contra      a diarr\u00e9ia por C\u00f3lera e 67% na preven\u00e7\u00e3o da Diarr\u00e9ia dos Viajantes &#8211; geralmente      causada pela ETEC (Escherichia Coli Enterotoxig\u00eanica). Deve ser utilizada      por pessoas que se dirigem \u00e0s regi\u00f5es endemicas dessas doen\u00e7as.<\/p>\n<h4><strong>Vacina contra a Febre Tif\u00f3ide<\/strong><\/h4>\n<p>Vacina de uso injet\u00e1vel, destinada aos habitantes e viajentes que procuram      \u00e1reas de alta incid\u00eancia da doen\u00e7a (no Brasil principalmente as Regi\u00f5es Norte      e Nordeste). A dose \u00fanica pode ser aplicada a partir dos 2 anos de idade e      o refor\u00e7o realizado a cada 3 anos, se as condi\u00e7\u00f5es ambientais persistirem.    <\/p>\n<h4>EFIC\u00c1CIA DAS VACINAS<\/h4>\n<p><strong>A tabela abaixo demonstra o que se pode esperar ap\u00f3s ter recebido      o esquema vacinal completo de cada produto:<\/strong><\/p>\n<table width=\"90%\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td align=\"center\"><strong>Vacina<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\"><strong>Efic\u00e1cia esperada<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">BCG<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">30 a 80%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Hepatite B<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">At\u00e9 96%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Difteria, T\u00e9tano, Coqueluche e Hem\u00f3filo            tipo B <\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>Difteria: <\/strong>90 &#8211; 95%,            <strong>T\u00e9tano<\/strong>: 100%, <strong>Coqueluche:<\/strong> 77 &#8211; 95%,            <strong>Hem\u00f3filo:<\/strong> 95%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Antitet\u00e2nica, Dupla tipo Adulto e            Tr\u00edplice tipo Adulto<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>Difteria:<\/strong> 90 &#8211; 95%,            <strong>T\u00e9tano:<\/strong> 100%, <strong>Coqueluche:<\/strong> 77 &#8211; 95%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Poliomielite<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>IPV:<\/strong> 90 -100%, <strong>OPV:<\/strong>            70 &#8211; 90%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Rotav\u00edrus<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">70%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Antipneumoc\u00f3cica<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">97%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Antimeningoc\u00f3cica C<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">95%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Sarampo, Caxumba e Rub\u00e9ola<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>Sarampo e Rub\u00e9ola:<\/strong>            95 &#8211; 99%, <strong>Caxumba:<\/strong> 75 &#8211; 90%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Varicela<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">75 &#8211; 90%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Hepatite A<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">100%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Febre Amarela <\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">100%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Influenza (Gripe)<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">70 -90%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Raiva<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">100%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">HPV <\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">70 -100%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">C\u00f3lera\/Diarr\u00e9a por E. Coli<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">85 \/ 67%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Febre Tif\u00f3ide<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">75%<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<h4>Nomes Comerciais das Vacinas<\/h4>\n<p>Por determina\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade todas as vacinas comercializadas      no Brasil apresentam na embalagem a descri\u00e7\u00e3o dos componentes da mesma, em      lugar de seu nome de fantasia utilizado em outros pa\u00edses.<\/p>\n<p><strong>A tabela abaixo auxilia a compara\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<table width=\"94%\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\" id=\"table1\">\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td align=\"center\" width=\"396\"><b>Formula\u00e7\u00e3o<\/b><\/td>\n<td align=\"center\"><b>Nome Internacional<\/b><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">C\u00f3lera + Diarr\u00e9ia dos            Viajantes (E. Coli)<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Dukoral<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Difteria+T\u00e9tano<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">DTvax<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Difteria+T\u00e9tano+Pertussis            para crian\u00e7as<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Infanrix, Pertacel<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Difteria+T\u00e9tano+Pertussis            para adultos<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Adacel, Boostrix, Refortrix <\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Difteria+T\u00e9tano+Pertussis+Hem\u00f3filo            B<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Infanrix Tetra<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Difteria+T\u00e9tano+Pertussis+Hem\u00f3filo            B+Poliomielite Inativada<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Infanrix IPV HiB, Infanrix Quinta,            Poliacel<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Difteria+T\u00e9tano+Pertussis+Hem\u00f3filo            B+Poliomielite Inativada+Hepatite B<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Infanrix Hexa<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Difteria+T\u00e9tano+Petussis+Poliomielite            Inativada<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Tetraxim<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Febre Amarela<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Stamaril<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Febre Tif\u00f3ide<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Typhim<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Hem\u00f3filo B<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Act-Hib, Hiberix<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Hepatite B<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Engerix, Euvax, Recombivax<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Hepatite A<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Avaxim, Epaxal, Havrix, Vaqta<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Hepatite A+B<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Twinrix<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">HPV<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Cervarix, Gardasil<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Influenza (Gripe)<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Fluarix, Fluvax, Inflexal V, Influvac,            Vaxigrip<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\" height=\"23\">Meningoc\u00f3cica polissacar\u00eddica A+C<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" height=\"23\">Meningo A+C<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Meningoc\u00f3cica polissacar\u00eddica            B+C<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Va Mengoc B+C<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Meningoc\u00f3cica conjugada            C<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Meningitec, Menjugate, Neisvac<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Meningoc\u00f3cica conjugada            C + Hem\u00f3filo B<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Menitorix<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Pneumoc\u00f3cica polissacar\u00eddica            23 valente<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Pneumo 23, Pneumovax<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Pneumoc\u00f3cica conjugada            10 valente<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Synflorix<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\" height=\"23\">Pneumoc\u00f3cica conjugada 7 valente<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" height=\"23\">Prevenar<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Poliomielite Inativada,            injet\u00e1vel (IPV, Salk)<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Imovax Polio<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Poliomielite Atenuada,            oral (OPV, Sabin)<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Polioral<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Rotav\u00edrus<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Rotarix Rotateq<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Raiva<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Rabipur, Verorab<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Sarampo, Caxumba e Rub\u00e9ola<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">MMR-II, Priorix, Trimovax<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Sarampo, Caxumba, Rub\u00e9ola            e Varicela<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Priorix Tetra<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Tox\u00f3ide Tet\u00e2nico<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Tetavax<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"396\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Varicela<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Varicela Biken, Varilrix, Varivax<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p>Fonte:  www.ciat.com.br<\/p>\n<h6>Tipos de Vacinas<\/h6>\n<h4>Vacinas Bacterianas<\/h4>\n<p><strong>Anatoxinas Tet\u00e2nica e Dift\u00e9rica <\/strong><\/p>\n<p>Os processos de produ\u00e7\u00e3o das toxinas tet\u00e2nica e dift\u00e9rica foram desenvolvidos      com uma nova tecnologia que permite trabalhar em sistemas fechados garantindo      a produ\u00e7\u00e3o de vacinas e ant\u00edgenos para a produ\u00e7\u00e3o de soros. <\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de 100.000.000 doses\/ano de toxina tet\u00e2nica \u00e9 suficiente para      atender a demanda nacional na formula\u00e7\u00e3o do tox\u00f3ide tet\u00e2nico, da vacina tr\u00edplice      (t\u00e9tano, difteria e pertussis) como tamb\u00e9m ant\u00edgenos para imuniza\u00e7\u00e3o de equ\u00eddeos      para a produ\u00e7\u00e3o de antitoxina tet\u00e2nica. O Instituto Butantan tem capacidade      de produzir at\u00e9 300.000.000 dose\/ano do tox\u00f3ide tet\u00e2nico. <\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de toxina dift\u00e9rica \u00e9 de 40.000.000 doses anuais, suficiente para      a produ\u00e7\u00e3o da vacina dupla adulta, triplice infantil e ant\u00edgeno para imuniza\u00e7\u00e3o      de animais. <\/p>\n<p><strong>VACINA DE PERTUSSIS <\/strong><\/p>\n<p>O Instituto Butantan \u00e9 o produtor exclusivo da vacina pertussis no Brasil.      Embora a produ\u00e7\u00e3o da vacina celular seja uma tarefa simples, a produ\u00e7\u00e3o com      alta capacidade imunog\u00eanica e baixa toxicidade, que s\u00e3o testadas pelo Instituto      Nacional de Controle de Qualidade em Sa\u00fade (INCQS), ultrapassa em qualidade      as vacinas importadas pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Em 1998 o Instituto foi inspecionado      pela Organiza\u00e7\u00e3o Pan Americana de Sa\u00fade, obtendo a certifica\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o      de vacinas e m\u00e9ritos compar\u00e1veis aos padr\u00f5es americanos. <\/p>\n<p>O Instituto Butantan produz a vacina tr\u00edplice infantil (DPT &#8211; Difteria &#8211;      Pertussis &#8211; T\u00e9tano) para a vacina\u00e7\u00e3o de todas as crian\u00e7as brasileiras. Em      2001, parte da DPT produzida pelo Instituto passou a ser cedida a FIOCRUZ      para a formula\u00e7\u00e3o de uma vacina tetravalente, ao qual seria adicionado o ant\u00edgeno      da vacina contra Hemophilus influenza B. A formula\u00e7\u00e3o da DPT-hemophilus com      ant\u00edgeno da hepatite B dar\u00e1 origem a uma vacina pentavalente. Em 2003 o Instituto      Butantan estar\u00e1 realizando testes cl\u00ednicos com uma vacina pertussis acelular      de baixo custo, obtida do sobrenadante da cultura da vacina celular. Uma formula\u00e7\u00e3o      utilizando membrana de B. pertussis ser\u00e1 desenvolvida como adjuvante destas      vacinas. <\/p>\n<p><strong>VACINA DE BCG<\/strong><\/p>\n<p>O Instituto Butantan \u00e9 um produtor tradicional de vacina contra a tuberculose.      O laborat\u00f3rio produtor desta vacina foi completamente reformulado com a instala\u00e7\u00e3o      de novos liofilizadores que atender\u00e1 a demanda de produ\u00e7\u00e3o da vacina bem como      do BCG para tratamento do c\u00e2ncer de bexiga. Atualmente est\u00e3o sendo realizados      estudos de produ\u00e7\u00e3o em fermentadores. BCG recombinante como carreador dos      ant\u00edgenos de difteria, pertussis e t\u00e9tano tamb\u00e9m est\u00e1 sendo investigado.<\/p>\n<p><strong>Nova gera\u00e7\u00e3o de vacinas em desenvolvimento<\/strong> <\/p>\n<blockquote>\n<p>Meningites B-C (conjugadas) combina\u00e7\u00e3o dos ant\u00edgenos de meningites B com        C; <br \/>\n       Vacina de Pneumococo com ant\u00edgenos clonados e polissacar\u00eddeos conjugados;        <br \/>\n       Sm14 recombinante &#8211; prote\u00edna candidata vacinal contra esquistossomose, Uso        de microesfereas e lipossomos como adjuvantes; <br \/>\n       Novos adjuvantes obtidos de paredes bacterianas; <\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Vacinas de mucosas<\/p>\n<p>As vacinas de meningites B-C, pneumococos e a de esquistossomose est\u00e3o sendo      desenvolvidas em parcerias com FIOCRUZ-BIOMANGUINHOS e Instituto Adolfo Lutz.    <\/p>\n<h4>VACINAS VIRAIS <\/h4>\n<p><strong>Hepatite B <\/strong><\/p>\n<p>A planta de produ\u00e7\u00e3o da vacina recombinante contra Hepatite B foi desenvolvida      com capacidade de produzir 50 milh\u00f5es de doses por ano. A produ\u00e7\u00e3o desta quantidade      de vacina permitiu ao governo elaborar um programa de vacina\u00e7\u00e3o para rec\u00e9m-nascidos,      jovens e profissionais de risco. <\/p>\n<p><strong>O Instituto Butantan vem estudando a possibilidade de uma nova combina\u00e7\u00e3o      de vacinas:<\/strong> o BCG e Hepatite B recombinante, para ser administrada      na primeira etapa de vida. Isto promover\u00e1 uma diminui\u00e7\u00e3o da dose de vacina      de hepatite B, pois o BCG \u00e9 um adjuvante natural. Esta combina\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m poder\u00e1      ser estendida a outras faixas et\u00e1rias, diminuindo as doses a serem aplicadas      (hoje s\u00e3o 3 doses de vacinas para uma boa imunidade) e tamb\u00e9m a pacientes      submetidos a tratamento de di\u00e1lise, que regularmente n\u00e3o respondem a vacina      contra Hepatite B. <\/p>\n<p><strong>Raiva<\/strong><\/p>\n<p>O Butantan descontinuou a vacina contra raiva em camundongos lactentes (Fuenzalida)      e est\u00e1 come\u00e7ando a produzir uma vacina em c\u00e9lulas Vero, livre de soro fetal      bovino. Isto dever\u00e1 reduzir o risco de transmiss\u00e3o de zoonoses e prions. <\/p>\n<p><strong>Gripe <\/strong><\/p>\n<p>Em acordo firmado entre o Instituto Butantan e AVENTIS Pasteur, estamos envasando      a vacina contra gripe, para distribui\u00e7\u00e3o nacional. Durante este per\u00edodo o      Instituto estar\u00e1 construindo uma planta para a produ\u00e7\u00e3o desta vacina no pa\u00eds.    <\/p>\n<p>Esta vacina \u00e9 utilizada pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade em campanhas de vacina\u00e7\u00e3o      para pessoas com mais de 60 anos de idade. E a partir de 2005 o Instituto      dever\u00e1 produzir quantitativos que atendam toda a demanda nacional. <\/p>\n<p>Enquanto \u00e9 montada a planta para produ\u00e7\u00e3o desta vacina, o Instituto Butantan      vem desenvolvendo tecnologia e m\u00e9todos de produ\u00e7\u00e3o em c\u00e9lula VERO. <\/p>\n<p>Fonte:  www.butantan.gov.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tipos de Vacinas, Classifica\u00e7\u00e3o, Doses, Infantil, Adulto, T\u00e9cnicas, Crian\u00e7as, Mulheres, Adolescentes, Gestantes, Doen\u00e7a, Preven\u00e7\u00e3o, Tipos de Vacinas<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[84],"tags":[],"class_list":["post-34616","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-saude"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - 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