{"id":34411,"date":"2016-05-23T14:20:03","date_gmt":"2016-05-23T14:20:03","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=34411"},"modified":"2016-05-23T14:29:45","modified_gmt":"2016-05-23T14:29:45","slug":"penicilina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/penicilina","title":{"rendered":"Penicilina"},"content":{"rendered":"<p>A<strong> Penicilina<\/strong> \u00e9 um dos agentes antibi\u00f3ticos descobertos e      amplamente utilizado primeiros, derivada do fungo Penicillium. <\/p>\n<p>Os antibi\u00f3ticos s\u00e3o subst\u00e2ncias naturais que s\u00e3o libertadas por bact\u00e9rias      e fungos no seu ambiente, como um meio de inibir outros organismos &#8211; \u00e9 guerra      qu\u00edmica em escala microsc\u00f3pica.<\/p>\n<p><strong>Sir Alexander Fleming<\/strong><\/p>\n<p>Nascido agosto. 6, 1881, Darvel, Esc\u00f3cia e morreu 11 de mar\u00e7o de 1955, em      Londres, Inglaterra.<\/p>\n<p>Em 1928, Sir Alexander Fleming observou que col\u00f4nias da bact\u00e9ria Staphylococcus      aureus pode ser destru\u00eddo pelo fungo Penicillium notatum, provando que havia      um agente antibacteriano n\u00e3o em princ\u00edpio. Este princ\u00edpio mais tarde levar      a medicamentos que poderiam matar certos tipos de bact\u00e9rias causadoras de      doen\u00e7as dentro do corpo.<\/p>\n<p>No momento, no entanto, a import\u00e2ncia da descoberta de Alexander Fleming      n\u00e3o era conhecido. <\/p>\n<p>O uso de penicilina n\u00e3o come\u00e7ou at\u00e9 a d\u00e9cada de 1940, quando Howard Florey      e Ernst Chain isolado o ingrediente ativo e desenvolveu uma forma de p\u00f3 do      medicamento.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria <\/h4>\n<p>Originalmente notado por um estudante de medicina franc\u00eas, Ernest Duchesne,      em 1896. A penicilina foi re-descoberta pelo bacteriologista Alexander Fleming      trabalhando no Hospital de St. Mary, em Londres, em 1928. <\/p>\n<p>Ele observou que uma placa de cultura de Staphylococcus tinha sido contaminada      por um mofo azul-verde e que as col\u00f4nias de bact\u00e9rias adjacentes ao molde      estavam sendo dissolvido. <\/p>\n<p>Curioso, Alexander Fleming cresceu o molde em uma cultura pura e descobriu      que ele produzia uma subst\u00e2ncia que matou um n\u00famero de bact\u00e9rias causadoras      de doen\u00e7as. Nomeando a subst\u00e2ncia penicilina, Dr. Fleming, em 1929, publicou      os resultados de suas investiga\u00e7\u00f5es, observando que sua descoberta pode ter      valor terap\u00eautico se pudesse ser produzida em quantidade. <\/p>\n<h4>Alexander Fleming descobre a penicilina<\/h4>\n<p>Em 1928, o bacteriologista Alexander Fleming fez uma descoberta da possibilidade      de um j\u00e1 descartado, contaminado placa de Petri. O molde que tinha contaminado      a experi\u00eancia acabou por conter um antibi\u00f3tico potente, penicilina. No entanto,      apesar de Fleming foi creditado com a descoberta, foi mais de uma d\u00e9cada antes      que algu\u00e9m virou penicilina na droga milagrosa para o s\u00e9culo 20.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/penici1.jpg\" alt=\"Penicilina\" width=\"176\" height=\"148\" title=\"Penicilina\" \/><strong><br \/>\n     Bacteriologista brit\u00e2nico e pr\u00eamio Nobel Sir Alexander Fleming (1881 &#8211; 1955)      em seu laborat\u00f3rio no Hospital St Mary, Paddington. (1941)<\/strong><\/p>\n<p>Na manh\u00e3 de setembro, em 1928, Alexander Fleming estava sentado \u00e0 sua mesa      de trabalho no Hospital de Santa Maria, depois de ter acabado de voltar de      um per\u00edodo de f\u00e9rias no The Dhoon (sua casa de campo) com sua fam\u00edlia. Antes      ele havia deixado de f\u00e9rias, Fleming tinha empilhados v\u00e1rios de seus pratos      de Petri para o lado do banco para que Stuart R. Craddock poderia usar sua      bancada de trabalho, enquanto ele estava fora.<\/p>\n<p>De volta das f\u00e9rias, Fleming foi a triagem atrav\u00e9s das pilhas aut\u00f4noma longos      para determinar quais poderiam ser recuperadas. Muitos dos pratos tinham sido      contaminadas. Fleming colocou cada uma delas em uma pilha crescente em uma      bandeja de Lysol.<\/p>\n<p>Muito do trabalho de Fleming focado na busca de uma &#8220;droga maravilha&#8221;.      Embora o conceito de bact\u00e9rias tinha sido em torno desde Antonie van Leeuwenhoek      descreveu pela primeira vez em 1683, n\u00e3o foi at\u00e9 o final do s\u00e9culo XIX que      Louis Pasteur confirmou que as bact\u00e9rias causado doen\u00e7as. No entanto, apesar      de terem esse conhecimento, ningu\u00e9m ainda tinha sido capaz de encontrar um      produto qu\u00edmico que iria matar as bact\u00e9rias nocivas, mas tamb\u00e9m n\u00e3o prejudicam      o corpo humano.<\/p>\n<p>Em 1922, Fleming fez uma descoberta importante, lisozima. Ao trabalhar com      algumas bact\u00e9rias, o nariz de Fleming vazou, deixando alguns de muco para      o prato. As bact\u00e9rias desapareceu. Fleming havia descoberto uma subst\u00e2ncia      natural encontrada em l\u00e1grimas e muco nasal que ajuda a combater os germes      do corpo. Fleming agora percebi a possibilidade de encontrar uma subst\u00e2ncia      que pode matar as bact\u00e9rias, mas n\u00e3o afetar negativamente o corpo humano.<\/p>\n<p>Em 1928, enquanto a triagem atrav\u00e9s de sua pilha de pratos, ex-assistente      de laborat\u00f3rio de Fleming, D. Merlin Pryce parou para conversar com Fleming.    <\/p>\n<p>Fleming aproveitou a oportunidade para queixar da quantidade de trabalho      extra que ele tinha que fazer, j\u00e1 que Pryce havia transferido a partir de      seu laborat\u00f3rio. <\/p>\n<p>Para demonstrar, Fleming vasculhou a grande pilha de pratos que ele tinha      colocado na bandeja Lysol e tirou v\u00e1rios que haviam permanecido com seguran\u00e7a      acima do Lysol. Se n\u00e3o houvesse tantos, cada um teria sido submerso em Lysol,      matando as bact\u00e9rias para fazer as placas de seguro para limpar e reutilizar.<\/p>\n<p>Apesar de pegar um prato especial para mostrar Pryce, Fleming notou algo      estranho nisso. Embora tivesse sido afastado, um molde tinha crescido no prato.      Isso em si n\u00e3o era estranho. No entanto, este molde em particular parece mataram      as bact\u00e9rias Staphylococcus aureus que foram crescendo no prato. Fleming percebeu      que este molde tinha potencial. <\/p>\n<p><strong>O que foi que o molde?<\/strong><\/p>\n<p>Fleming passou v\u00e1rias semanas crescendo mais mofo e tentando determinar a      subst\u00e2ncia em particular no molde que matou as bact\u00e9rias. Depois de discutir      o molde com mic\u00f3logo (especialista molde) CJ La Touche, que tinha seu escrit\u00f3rio      abaixo Fleming de, eles determinaram o molde para ser um fungo Penicillium.    <\/p>\n<p>Fleming ent\u00e3o chamado o agente antibacteriano activo no molde, a penicilina.    <\/p>\n<p>Mas de onde veio o molde vem? Muito provavelmente, o molde veio de La Touche      quarto andar de baixo. La Touche foi coletar uma grande amostragem de moldes      para John Freeman, que estava pesquisando a asma, e \u00e9 prov\u00e1vel que alguns      flutuou at\u00e9 o laborat\u00f3rio de Fleming.<\/p>\n<p>Fleming continuou a executar numerosas experi\u00eancias para determinar o efeito      do molde sobre outras bact\u00e9rias nocivas. Surpreendentemente, o molde de matar      um grande n\u00famero deles. Fleming, em seguida, correu testes adicionais e encontrou      o molde a ser n\u00e3o-t\u00f3xico.<\/p>\n<p>Poderia ser este o &#8220;droga maravilha&#8221;? Para Fleming, que n\u00e3o era.      Embora viu o seu potencial, Fleming n\u00e3o era um qu\u00edmico e, portanto, n\u00e3o foi      capaz de isolar o elemento activo antibacteriano, a penicilina, e n\u00e3o pode      manter o elemento activo suficiente para ser utilizado em seres humanos. Em      1929, Fleming escreveu um artigo sobre suas descobertas, que n\u00e3o angariar      qualquer interesse cient\u00edfico.<\/p>\n<p><strong>Doze anos depois<\/strong><\/p>\n<p>Em 1940, o segundo ano da Segunda Guerra Mundial, dois cientistas da Universidade      de Oxford estavam pesquisando projetos promissores em bacteriologia que poderia      ser melhorado ou continuou com a qu\u00edmica. Australiano Howard Florey e Ernst      Chain refugiado alem\u00e3o come\u00e7ou a trabalhar com penicilina. Usando as novas      t\u00e9cnicas qu\u00edmicas, eles foram capazes de produzir um p\u00f3 castanho que manteve      a sua pot\u00eancia antibacteriana durante mais do que alguns dias. Eles experimentaram      com o p\u00f3 e achei que fosse seguro.<\/p>\n<p>Precisando da nova droga imediatamente para a frente de guerra, a produ\u00e7\u00e3o      em massa come\u00e7ou rapidamente. A disponibilidade de penicilina durante a Segunda      Guerra Mundial, salvou muitas vidas que de outra forma teriam sido perdidos      devido a infec\u00e7\u00f5es bacterianas em at\u00e9 pequenas feridas. Penicilina tamb\u00e9m      tratada a difteria, gangrena, pneumonia, s\u00edfilis e tuberculose.<\/p>\n<p><strong>Reconhecimento<\/strong><\/p>\n<p>Embora Fleming descobriu a penicilina, levou Florey e Chain para torn\u00e1-lo      um produto utiliz\u00e1vel. Embora ambos Fleming e Florey foram nomeado cavaleiro      em 1944 e todos os tr\u00eas (Fleming, Florey e Chain) foram agraciados com o Pr\u00eamio      Nobel de 1945 em Fisiologia ou Medicina, Fleming ainda \u00e9 creditado pela descoberta      da penicilina.<\/p>\n<p>Fonte:  inventors.about.com<\/p>\n<h6>Penicilina<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<p>Imagine uma descoberta que possibilitasse a cura de v\u00e1rias doen\u00e7as fatais      e que permitisse salvar a vida de milh\u00f5es de pessoas de uma s\u00f3 vez. Pensou?      Pois essa descoberta j\u00e1 aconteceu! A penicilina \u00e9 um rem\u00e9dio t\u00e3o fant\u00e1stico      que seus efeitos chegaram a ser comparados a um milagre.<\/p>\n<p>A penicilina foi o primeiro antibi\u00f3tico usado com sucesso no tratamento de      infec\u00e7\u00f5es causadas por bact\u00e9rias. A palavra antibi\u00f3tico vem do grego e significa      contra a vida \u0096 n\u00e3o contra a nossa vida, mas contra a vida das bact\u00e9rias,      \u00e9 claro.<\/p>\n<p>Antes do desenvolvimento da penicilina, muitas pessoas morriam de doen\u00e7as      que, hoje, n\u00e3o s\u00e3o mais consideradas perigosas. S\u00f3 para voc\u00ea ter uma ideia,      apenas machucar-se num prego, por exemplo, poderia, eventualmente, levar \u00e0      morte.<\/p>\n<p>Durante a Segunda Guerra Mundial, a penicilina salvou a vida de milh\u00f5es de      soldados feridos nos campos de batalha. Gra\u00e7as aos antibi\u00f3ticos, doen\u00e7as como      pneumonia, s\u00edfilis, gonorreia, febre reum\u00e1tica e tuberculose deixaram de ser      fatais.<\/p>\n<p>Hoje, sabe-se que a penicilina que j\u00e1 salvou tantas vidas tamb\u00e9m pode provocar      rea\u00e7\u00f5es al\u00e9rgicas s\u00e9rias em algumas pessoas e, inclusive, levar \u00e0 morte. Apesar      disso, a penicilina ainda \u00e9 o antibi\u00f3tico mais usado em todo o mundo.<\/p>\n<h4>A descoberta<\/h4>\n<p>Alexander Fleming foi o cientista que descobriu a penicilina. A descoberta      aconteceu em 1928, enquanto o pesquisador trabalhava num hospital de Londres,      na Inglaterra, em busca de uma subst\u00e2ncia que pudesse ser usada no combate      a infec\u00e7\u00f5es bacterianas (causadas por bact\u00e9rias). Fleming havia trabalhado      como m\u00e9dico em hospitais militares durante a Primeira Guerra Mundial e, por      isso, sabia o quanto era urgente produzir esse medicamento. <\/p>\n<p>Em suas pesquisas, Fleming fazia o que os cientistas chamam de cultura, ou      seja, colocava bact\u00e9rias numa placa cheia de nutrientes, em condi\u00e7\u00f5es ideais      para elas crescerem e se multiplicarem, a fim de poder observ\u00e1-las. Um dia,      o pesquisador saiu de f\u00e9rias e esqueceu, em cima da mesa no laborat\u00f3rio, placas      de cultura de uma bact\u00e9ria respons\u00e1vel, na \u00e9poca, por graves infec\u00e7\u00f5es no      corpo humano: a <em>Staphylococcus aureus<\/em>. Ao retornar, semanas depois,      percebeu que algumas dessas placas estavam contaminadas com mofo, algo bastante      comum. <\/p>\n<p>Fleming estava prestes a lavar as placas, quando Merlin Pryce, seu antigo      assistente, entrou no laborat\u00f3rio e lhe perguntou como iam suas pesquisas.      Fleming apanhou novamente as placas para explicar alguns detalhes e ent\u00e3o      percebeu que, em uma das placas, havia uma \u00e1rea transparente ao redor do mofo,      indicando que n\u00e3o havia bact\u00e9rias naquela regi\u00e3o. Aparentemente, o fungo que      tinha causado o mofo estava secretando uma subst\u00e2ncia que matava as bact\u00e9rias.    <\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/penici2.jpg\" alt=\"Penicilina\" width=\"176\" height=\"169\" title=\"Penicilina\" \/><strong><br \/>\n     Fungo da penicilina<\/strong><\/p>\n<p>Fleming identificou esse fungo como Penicillium notatum e, por isso, chamou      a subst\u00e2ncia produzida por ele de penicilina. Posteriormente, descobriu-se      que a penicilina matava tamb\u00e9m outros tipos de bact\u00e9rias, e o melhor: ela      n\u00e3o era t\u00f3xica para o corpo humano, o que significava que poderia ser usada      como medicamento.<\/p>\n<h4>Produ\u00e7\u00e3o em larga escala<\/h4>\n<p>Devido \u00e0s dificuldades de se produzir penicilina em quantidade suficiente      para ser usada no tratamento de pacientes, inicialmente, a descoberta de Fleming      n\u00e3o despertou maior interesse na comunidade cient\u00edfica. Foi somente com a      eclos\u00e3o da Segunda Guerra Mundial, em 1939, que dois cientistas, Howard Florey      e Ernst Chain, retomaram as pesquisas e conseguiram produzir penicilina com      fins terap\u00eauticos em escala industrial. Assim, estava inaugurada uma nova      era para a medicina &#8211; a era dos antibi\u00f3ticos. Por suas pesquisas, Fleming,      Florey e Chain receberam, em 1945, o Pr\u00eamio Nobel de Medicina.<\/p>\n<p>Durante algum tempo, acreditou-se que os antibi\u00f3ticos decretariam o fim das      mortes humanas provocadas por infec\u00e7\u00f5es bacterianas. Entretanto, atualmente,      sabe-se que, de tempos em tempos, surgem novas bact\u00e9rias resistentes aos antibi\u00f3ticos      e, assim, esses medicamentos perdem o efeito. <\/p>\n<p>O uso indiscriminado de antibi\u00f3ticos, tanto por m\u00e9dicos quanto por pacientes,      contribuiu, em muito, para o aparecimento de bact\u00e9rias super-resistentes.      Os erros mais comuns que as pessoas cometem s\u00e3o tomar antibi\u00f3ticos para doen\u00e7as      n\u00e3o bacterianas, como a maior parte das infec\u00e7\u00f5es de garganta, gripes ou diarreias,      e interromper o tratamento antes do prazo recomendado pelo m\u00e9dico. <\/p>\n<h4>Curiosidades sobre a descoberta da penicilina<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/penici3.jpg\" alt=\"Penicilina\" width=\"203\" height=\"214\" title=\"Penicilina\" \/><\/p>\n<p>Alguns anos depois da descoberta da penicilina, Ronald Hare, colega de trabalho      de Fleming, tentou, sem \u00eaxito, \u0093redescobrir\u0094 a penicilina em condi\u00e7\u00f5es      semelhantes \u00e0s que envolveram a descoberta de Fleming. <\/p>\n<p><strong>Ap\u00f3s um grande n\u00famero de experi\u00eancias, verificou que a descoberta      da penicilina s\u00f3 se tornou poss\u00edvel gra\u00e7as a uma s\u00e9rie inacredit\u00e1vel de coincid\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>O fungo que contaminou a placa, como se demonstrou posteriormente, \u00e9 um        dos tr\u00eas melhores produtores de penicilina dentre todas as esp\u00e9cies do g\u00eanero        Penicilium<\/p>\n<p>O fungo que contaminou a placa deve ter vindo pela escada do andar inferior,        onde se realizavam pesquisas sobre fungos<\/p>\n<p>O crescimento do fungo e das bact\u00e9rias se fez lentamente, condi\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria        para que pudesse ser observada a a\u00e7\u00e3o do fungo sobre as bact\u00e9rias<\/p>\n<p>No m\u00eas de agosto daquele ano, em pleno ver\u00e3o, sobreveio uma inesperada        onda de frio em Londres, que proporcionou a temperatura ideal ao crescimento        lento da cultura<\/p>\n<p>A providencial entrada de Merlin Pryce no Laborat\u00f3rio permitiu que Fleming        reexaminasse as placas contaminadas, antes de inutiliz\u00e1-las, e percebesse        que n\u00e3o havia bact\u00e9rias ao redor do fungo.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Maria Ramos<\/strong><\/p>\n<p>Fonte:  www.invivo.fiocruz.br<\/p>\n<h6>Penicilina<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/penici4.jpg\" alt=\"Penicilina\" width=\"302\" height=\"315\" title=\"Penicilina\" \/><strong><br \/>\n     Penicillium notatum<\/strong><\/p>\n<p><strong>Penicillium notatum<\/strong>, a origem da penicilina. A descoberta      da penicilina foi um dos acidentes da hist\u00f3ria da humanidade que at\u00e9 hoje      j\u00e1 salvou mais pessoas em todo o mundo.<\/p>\n<p>Em 1929, o bacteriologista ingl\u00eas Alexander Fleming, professor em Londres,      preparou uma cultura de agentes piog\u00e9nicos sobre um substrato de \u00e1gar-\u00e1gar      para estudar o seu desenvolvimento e comportamento. O \u00e1gar-\u00e1gar \u00e9 um produto      gelatinoso obtido a partir de algas vermelhas marinhas.<\/p>\n<p>Apesar dos cuidados e das precau\u00e7\u00f5es tomadas para evitar que a cultura fosse      contagiada por g\u00e9rmenes externos, a cultura foi infectada com esporos do bolor      Penicillium notatum. Este bolor tinha invadido a cadeia bacteriana e come\u00e7ou      a desenvolver-se pelas \u00e1reas perif\u00e9ricas da cultura, cobrindo, por fim, as      bact\u00e9rias com os seus mic\u00e9lios e corpos frut\u00edferos.<\/p>\n<p>Quando, contrariado, o cientista quis isolar a cultura infectada, apercebeu-se      de que, nas zonas onde o Penicillium notatum havia contactado com as bact\u00e9rias,      estas tinham deixado de se desenvolver e multiplicar. A que se devia o fen\u00f3meno?      Ap\u00f3s um exame mais minucioso, Alexander Fleming constatou n\u00e3o ser o fungo      em si o respons\u00e1vel por estes efeitos, mas sim alguma subst\u00e2ncia por ele segregada.<\/p>\n<p>Esta descoberta esteve na origem do \u00abnascimento\u00bb da penicilina, uma subst\u00e2ncia      obtida a partir dos produtos catab\u00f3licos de diversas esp\u00e9cies de Penicillium.    <\/p>\n<p>A penicilina \u00e9 atualmente um produto correntemente produzido pela ind\u00fastria      farmac\u00eautica; \u00e9 empregue como um poderoso antibi\u00f3tico no combate a diversos      agentes infecciosos, como, por exemplo, cocos e espiroquetas da s\u00edfilis. Juntamente      com os seus colaboradores Howard Florey e Boris Chain, Alexander Fleming recebeu      em 1945 o Pr\u00e9mio Nobel de Medicina pela fant\u00e1stica descoberta da penicilina.<\/p>\n<p>Fonte:  www.tudosobreplantas.net<\/p>\n<h6>Penicilina<\/h6>\n<p>Alexander Fleming nasceu no dia 6 de agosto de 1881, em Lochfield, na Esc\u00f3cia.    <\/p>\n<p>Ele era filho de um fazendeiro, Hugh Fleming, e tinha sete irm\u00e3os. Fleming      era um aluno brilhante e percebeu que seu pa\u00eds de origem oferecia oportunidades      limitadas de carreira. Sendo assim, aos 13 anos, ele se mudou para Londres,      onde freq\u00fcentou uma escola polit\u00e9cnica e trabalhou como office boy durante      v\u00e1rios anos, antes de decidir se tornar um m\u00e9dico.<\/p>\n<p>Fleming ent\u00e3o se matriculou na Escola de Medicina de St. Mary, que posteriormente      tornou-se parte da Universidade de Londres. Seu desempenho na faculdade foi      excelente, tendo recebido in\u00fameras honras em seus estudos de fisiologia e      medicina. <\/p>\n<p>Ap\u00f3s graduar-se, Fleming tornou-se professor de bacteriologia na Universidade      de Londres e assumiu um posto de pesquisa na Escola M\u00e9dica do Hospital de      St. Mary. Ele passava a maior parte de seu tempo no laborat\u00f3rio e conseguiu      prosseguir com seus estudos durante a Primeira Guerra Mundial como membro      do Corpo M\u00e9dico do Ex\u00e9rcito Real. Perturbado com o alto \u00edndice de soldados      mortos por ferimentos infeccionados, Fleming come\u00e7ou a questionar a efetividade      do tratamento de tecidos doentes ou danificados com os anti-s\u00e9pticos que estavam      sendo usados. Numa s\u00e9rie de testes brilhantes, demonstrou que os anti-s\u00e9pticos      mais prejudicavam do que ajudavam, j\u00e1 que matavam c\u00e9lulas do sistema imunol\u00f3gico,      facilitando ainda mais o aumento da infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com o fim da guerra, Fleming voltou a St. Mary e continuou estudando bacteriologia.      Seus principais objetivos eram identificar algumas subst\u00e2ncias que pudessem      combater as bact\u00e9rias sem danificar tecidos saud\u00e1veis ou enfraquecer os mecanismos      de auto-defesa do corpo. Em 1921, ele obteve um progresso importante: descobriu      que as l\u00e1grimas humanas e o muco nasal, assim como as claras de ovos, continham      uma subst\u00e2ncia qu\u00edmica semelhante que dissolvia algumas bact\u00e9rias. Ele chamou      este novo antibi\u00f3tico de lisozima e publicou diversos artigos sobre sua efetividade.      Contudo, a maioria dos cientistas n\u00e3o deu muita aten\u00e7\u00e3o para estas descobertas.    <\/p>\n<p>Fleming prosseguiu com suas pesquisas mesmo com a falta de entusiasmo atribu\u00edda      \u00e0 sua descoberta. Certo dia, em 1928, ele estava em seu laborat\u00f3rio checando      algumas culturas de bact\u00e9rias estafilococos. Uma cultura em particular chamou      sua aten\u00e7\u00e3o: ela permaneceu descoberta acidentalmente por diversos dias, e      havia sido contaminada por um esporo de fungo que penetrou atrav\u00e9s da \u00fanica      janela do laborat\u00f3rio. Fleming estava a ponto de lavar o prato quando percebeu      algo muito incomum: na regi\u00e3o ao redor do fungo, os estafilococos haviam desaparecido      por completo. Nas outras partes do recipiente, por\u00e9m, continuavam crescendo.    <\/p>\n<p>Fleming ficou intrigado \u0096 talvez tivesse chegado a uma maravilhosa descoberta.      Ele imediatamente come\u00e7ou a produzir mais fungos para que pudesse confirmar      sua descoberta acidental. Durante os oito meses seguintes, ele concluiu que      o fungo continha uma subst\u00e2ncia poderosa, \u00e0 qual deu o nome de \u0093penicilina\u0094,      devido ao fungo Penicillium Chrysogenum notatum do qual as bact\u00e9rias se originaram.      A subst\u00e2ncia eliminava n\u00e3o apenas estafilococos, mas tamb\u00e9m in\u00fameras outras      bact\u00e9rias mortais. Ap\u00f3s conduzir alguns testes, ele descobriu que a penicilina      n\u00e3o era t\u00f3xica. No entanto, o fungo era extremamente dif\u00edcil de ser cultivado      em laborat\u00f3rio. Sendo assim, apenas pequenas quantidades da subst\u00e2ncia poderiam      ser produzidas. Fleming precisava de grandes quantidades para conseguir tratar      algu\u00e9m que estivesse realmente doente e ainda demonstrar que era eficaz como      antibi\u00f3tico. <\/p>\n<p>O final da d\u00e9cada de 1930 fez irromper a Segunda Guerra Mundial. Cientistas      perceberam que as v\u00edtimas e doen\u00e7as resultantes exigiam quantidades ainda      maiores da subst\u00e2ncia para o combate de infec\u00e7\u00f5es por ferimentos. Na Universidade      de Oxford, no Reino Unido, um patologista australiano chamado Howard W. Florey      pesquisou em antigos registros m\u00e9dicos por pistas sobre uma poss\u00edvel descoberta.      Em 1938, ele leu um artigo de Fleming sobre a penicilina e foi visitar o escoc\u00eas,      que o entregou uma amostra que havia conservado em seu laborat\u00f3rio. <\/p>\n<p>Florey come\u00e7ou a trabalhar com Ernest Chain, um qu\u00edmico que havia fugido      da Alemanha nazista e juntos verificaram as observa\u00e7\u00f5es de Fleming. Eles conseguiram      produzir apenas uma pequena quantidade do fungo, n\u00e3o o suficiente para o tratamento      de seres humanos. Ainda assim, testaram a subst\u00e2ncia em alguns ratos brancos      que haviam sido infectados com os estafilococos e seus resultados foram positivos.      Florey e Chain ent\u00e3o concentraram todo seus esfor\u00e7os na produ\u00e7\u00e3o de penicilina      em quantidade suficiente para o tratamento de pessoas. Por volta de 1941,      eles conseguiram documentar quase 200 casos no qual o uso da penicilina havia      destru\u00eddo infec\u00e7\u00f5es que poderiam ter sido fatais. <\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo passo foi a produ\u00e7\u00e3o da subst\u00e2ncia em grandes quantidades. Florey      e Chain n\u00e3o conseguiram arrecadar fundos da Universidade de Oxford para pesquisas      adicionais e ent\u00e3o recorreram aos Estados Unidos, onde obtiveram apoio t\u00e9cnico      e financeiro. No Laborat\u00f3rio Regional de Pesquisas do Norte, no estado de      Illinois, cientistas brit\u00e2nicos e americanos descobriram um novo m\u00e9todo de      crescimento do fungo que produzia 200 vezes mais penicilina por litro que      o antigo. Em meados da d\u00e9cada de 1940, as f\u00e1bricas inglesas e norte-americanas      estavam produzindo bilh\u00f5es de unidades de penicilina. Apesar da produ\u00e7\u00e3o inicial      ter sido reservada exclusivamente para militares, a penicilina tornou-se dispon\u00edvel      para a popula\u00e7\u00e3o civil em 1944. <\/p>\n<p>Fleming e Florey foram muito homenageados pela descoberta da penicilina.      Em 1945, eles, juntamente com Chain, compartilharam o Pr\u00eamio Nobel de Medicina.    <\/p>\n<p>Nenhum deles beneficiou-se financeiramente com a venda da subst\u00e2ncia. Na      verdade, Alexander Fleming chegou a doar qualquer dinheiro que recebia para      patrocinar futuros estudos m\u00e9dicos. Por ter sido o primeiro a descobrir a      penicilina tornou-se uma celebridade internacional; por\u00e9m, foi sempre muito      modesto e admitia que outros cientistas haviam tido papel essencial na descoberta.    <\/p>\n<p>Apesar de sua crescente fama, Fleming continuou a conduzir o maior n\u00famero      de estudos poss\u00edvel em seu laborat\u00f3rio. Seus esfor\u00e7os cient\u00edficos eram no      intuito de descobrir a capacidade de combater bact\u00e9rias por outros m\u00e9todos.      At\u00e9 o fim de sua vida, ele conduziu suas pr\u00f3prias pesquisas. <\/p>\n<p>Alexander Fleming morreu de ataque card\u00edaco em 11 de mar\u00e7o de 1955, na cidade      de Londres. <\/p>\n<p>A descoberta de Alexander Fleming foi umas das mais importantes em toda a      hist\u00f3ria humana. A penicilina n\u00e3o cura todas as infec\u00e7\u00f5es; na verdade, algumas      pessoas podem ter at\u00e9 mesmo rea\u00e7\u00f5es fatais. Contudo, a subst\u00e2ncia j\u00e1 curou      milh\u00f5es de infec\u00e7\u00f5es bacterianas incluindo a pneumonia, a s\u00edfilis, a difteria,      o envenenamento sang\u00fc\u00edneo e a gangrena, ou mesmo meningite, bronquite e infec\u00e7\u00f5es      nos ossos. Um eminente m\u00e9dico brit\u00e2nico chamado Lorde Horder declarou, ap\u00f3s      a morte de Fleming, que a descoberta da penicilina \u0093conferia um benef\u00edcio      incalcul\u00e1vel para a humanidade\u0094. A penicilina \u00e9 o antibi\u00f3tico mais usado      no mundo. <\/p>\n<h4>Como \u00e9 fabricada a penicilina em escala industrial<\/h4>\n<p>A prepara\u00e7\u00e3o do in\u00f3culo para a fermenta\u00e7\u00e3o come\u00e7a com a inocula\u00e7\u00e3o de bal\u00f5es      de 500 ml,contendo 100 ml de meio de cultura, com esp\u00f3ros de P. chrysogenum.      Os bal\u00f5es s\u00e3o em seguida colocados num agitador orbital, numa c\u00e2mara a 25\u00baC      e ap\u00f3s 4 dias o caldo de cultura resultante \u00e9 utilizado para inocular bal\u00f5es      contendo 2 l de meio. O caldo desta segunda etapa em bal\u00f5es \u00e9 utilizado como      in\u00f3culo para nova fermenta\u00e7\u00e3o vegetativa, com a dura\u00e7\u00e3o de apenas 2 dias,      num tanque de 100 l com agita\u00e7\u00e3o, arejamento, arrefecimento e controlo de      pH e T. Por fim, num tanque com 500 l de meio, produz-se, ap\u00f3s 3 dias, um      volume de cultura suficiente para inocular at\u00e9 120 m3 de meio em tanques com      200 m3 de capacidade.<\/p>\n<p>Os meios de cultura industriais s\u00e3o formulados com mat\u00e9rias primas, sendo      que a maioria das quais s\u00e3o complexas em termos de composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica (e.g.,      \u00e1gua da macera\u00e7\u00e3o de milho,mela\u00e7os, \u00f3leos vegetais ou gorduras animais). Ap\u00f3s      a inocula\u00e7\u00e3o do meio segue-se um curto per\u00edodo de opera\u00e7\u00e3o descont\u00ednua (ca.      12 h). <\/p>\n<p>Em seguida e at\u00e9 ao fim da fermenta\u00e7\u00e3o s\u00e3o adicionadas diversas subst\u00e2ncias      (viz., a\u00e7\u00facar, AFA ou AFNA, sais, \u00f3leos, gorduras, corretores de pH).<\/p>\n<p>Fonte:  www.ifsc.usp.br<\/p>\n<h6>Penicilina<\/h6>\n<h4>Alexander Fleming <\/h4>\n<p class=\"imagem\"><strong>&#8220;N\u00e3o inventei a penicilina.<br \/>\n     A natureza \u00e9 que a fez.<br \/>\n     Eu s\u00f3 a descobri por acaso.&#8221;<\/strong><\/p>\n<p>Harry Lambert estava a morrer, a temperatura subira e o corpo era sacudido      por constantes espasmos e solu\u00e7os incontrol\u00e1veis. Alexander Fleming estava      convencido que restavam a Harry poucos instantes de vida. N\u00e3o tinham conseguido      isolar o micr\u00f3bio que o atacava e os poucos medicamentos de que dispunham      tinham agravado, ainda mais a situa\u00e7\u00e3o. Inicialmente, parecia uma esp\u00e9cie      de gripe, mas \u00e0 medida que o seu estado foi piorando, come\u00e7aram a surgir sintomas      de meningite.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a colheita de uma amostra de l\u00edquido cefalo-raquidiano, conseguiu isolar      uma estirpe da bact\u00e9ria estreptococos extremamente virulenta. As hip\u00f3teses      de Harry esgotavam-se, mas Fleming decidiu tentar mais uma vez. Telefonou      a Howard Florey, chefe de uma equipa de cientistas que desenvolvia, em Oxford,      um novo medicamento a partir da penicilina descoberta 14 anos antes por Fleming.      Florey forneceu toda a penicilina existente, em Oxford, para o tratamento      do paciente de Fleming, explicando minuciosamente a forma de utiliza\u00e7\u00e3o deste      medicamento.<\/p>\n<p>A penicilina foi injectada no paciente e foi verificado o extraordin\u00e1rio      efeito produzido por esta. O paciente acalmava progressivamente, e ao fim      de 24 horas a febre desaparecera. As injec\u00e7\u00f5es prolongaram-se pela semana,      mas o paciente come\u00e7ou a mostrar sinais de reca\u00edda; a temperatura aumentou      e voltou a ter fases de del\u00edrio.<\/p>\n<p>Fleming retirou mais uma amostra de l\u00edquido cefalo-raquidiano e observou-o      em busca de penicilina, mas n\u00e3o encontrou nenhuma. Isto significava que os      estreptococos n\u00e3o eram destru\u00eddos no l\u00edquido cefalo-raquidiano. Fleming telefona,      ent\u00e3o, a Howard e questiona-o se j\u00e1 teria tentado injectar penicilina directamente      no canal raquidiano de um paciente &#8211; a resposta foi negativa. De qualquer      forma, Fleming decidiu tentar a sua sorte, e injectar a penicilina no canal      raquidiano de Lambert. Ao mesmo tempo que Fleming procedia a este delicada      interven\u00e7\u00e3o, Florey injectou penicilina no canal raquidiano de um coelho e      este teve morte imediata!<\/p>\n<p>No entanto, o quadro cl\u00ednico do paciente teve aqui a sua reviravolta. Lentamente      a febre baixou, e voltou a estar consciente. Nos dias seguintes recebeu mais      injec\u00e7\u00f5es e as melhorias tornaram-se mais acentuadas. Passado um m\u00eas, saia      a p\u00e9 do hospital, completamente curado.<\/p>\n<p>Alexander Fleming, ou Alec como todos o chamavam, nasceu numa remota quinta      nas terras altas do Ayrshire, no sudeste da Esc\u00f3cia, a 6 de Agosto de 1881.<\/p>\n<p>Do primeiro casamento o pai teve 4 filhos; ap\u00f3s a morte da mulher casou-se      com Grace, aos 60 anos, de quem teve mais 4 filhos, dos quais Alec era o terceiro.    <\/p>\n<p>O pai faleceu, quando Alec tinha ainda sete anos; a partir desta data a m\u00e3e      e o irm\u00e3o Hugh passaram a dirigir a fam\u00edlia e a cuidar da explora\u00e7\u00e3o de gado,      e o seu irm\u00e3o Tom partiu para Glasgow para estudar medicina. Alec passava      os dias, nesta \u00e9poca, com o irm\u00e3o John, dois anos mais velho, e com Robert,      dois anos mais novo: exploravam a propriedade, seguiam os ribeiros e pescavam      nas \u00e1guas do rio&#8230; Desde cedo que Alec ficou fascinado pela natureza, desenvolvendo      um sentido excepcional de observa\u00e7\u00e3o do que o rodeava.<\/p>\n<p>No ver\u00e3o de 1895, Tom prop\u00f4s-lhe que fosse estudar para Londres, onde este      tinha um consult\u00f3rio que se dedicava a doen\u00e7as oculares. Juntaram-se, assim,      os tr\u00eas irm\u00e3os em Londres: Alec, John e Robert. John aprendeu a arte de fazer      lentes (o director da empresa onde ele trabalhava era Harry Lambert, o famoso      paciente de Alec) e Robert acompanhou Alec na Escola Polit\u00e9cnica. Aos 16 anos,      tinha realizado todos os exames, mas n\u00e3o tinha ainda certeza sobre qual o      futuro a seguir. Assim, empregou-se numa ag\u00eancia de navega\u00e7\u00e3o da American      Line.<\/p>\n<p>Em 1901, os irm\u00e3os Fleming receberam uma heran\u00e7a de um tio recentemente falecido.      Tom utilizou-a para abrir um novo consult\u00f3rio e assim, aumentar o n\u00famero de      clientes. Robert e John estabeleceram-se por conta pr\u00f3pria como fabricantes      de lentes, onde obtiveram um enorme sucesso. E Alec utilizou a sua parte da      heran\u00e7a para tirar o curso de medicina, ingressando em Outubro de 1901 na      Escola M\u00e9dica do Hospital de St. Mary.<\/p>\n<p>Apesar de ter seguido medicina para fugir \u00e0 rotina do escrit\u00f3rio, apercebeu-se      rapidamente que gostava bastante do curso. Incrivelmente, tinha ainda tempo      para praticar actividades extracurriculares: jogava p\u00f3lo aqu\u00e1tico, entrou      para a Associa\u00e7\u00e3o Dram\u00e1tica e para a Associa\u00e7\u00e3o de Debates e tornou-se um      membro distinto do Clube de Tiro.<\/p>\n<p>Em Julho de 1904, fez os primeiros exames de medicina, e pensou seguir a      especialidade de cirurgia. Dois anos mais tarde, completou o curso de medicina,      preparando-se para continuar na escola m\u00e9dica, onde iria realizar um exame      superior que lhe daria mais op\u00e7\u00f5es para o futuro.<\/p>\n<p>John Freeman, um dos membros do Clube de Tiro, arranjou a Fleming um trabalho      no Hospital de St. Mary, de forma a garantir a sua participa\u00e7\u00e3o no campeonato      de tiro. Assim, nesse ver\u00e3o, Fleming ingressou no Servi\u00e7o de Almroth Wright      &#8211; Professor de Patologia e Bacteriologia &#8211; um dos pioneiros da terapia da      vacina\u00e7\u00e3o. Era uma solu\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria, mas o trabalho apaixonou-o tanto que      n\u00e3o iria mais abandonar este servi\u00e7o. Ali estudavam-se, principalmente, as      consequ\u00eancias das vacinas no sistema imunit\u00e1rio. Tentavam identificar as bact\u00e9rias      que provocavam uma dada doen\u00e7a, e para obterem uma vacina contra essas bact\u00e9rias,      cultivavam-nas, matavam-nas e misturavam-nas num l\u00edquido.<\/p>\n<p>Em 1908, Fleming fez novos exames, onde obteve Medalha de Ouro. E decidiu      preparar-se para o exame de especialidade que lhe permitia ser cirurgi\u00e3o.      Um ano mais tarde, concluiu esse exame &#8211; ainda assim optou por permanecer      com Almroth Wright.<\/p>\n<p>\u00c1 medida que o seu trabalho prosseguia, Fleming ganhava fama como especialista      da terapia de vacina\u00e7\u00e3o. Simultaneamente, torna-se conhecido ao simplificar      o teste da s\u00edfilis.<\/p>\n<p>No in\u00edcio da 1\u00aa Guerra Mundial, em 1914, Fleming foi transferido juntamente      com toda a equipa de Wright para um hospital em Fran\u00e7a. A aplica\u00e7\u00e3o da vacina      de Wright evitou a perda de muitas vidas no ex\u00e9rcito brit\u00e2nico. Realizaram,      durante este per\u00edodo, diferentes investiga\u00e7\u00f5es e melhoraram o tratamento das      feridas infectadas (estas medidas s\u00f3 viriam a ser implementadas durante a      2\u00aa Guerra Mundial).<\/p>\n<p>Numa das suas curtas licen\u00e7as, Fleming casou-se em Londres, a 23 de Dezembro      de 1915, com Sally McElroy, mais tarde conhecida por Sareen. Logo ap\u00f3s o casamento,      Fleming voltou para Fran\u00e7a. A sua vida matrimonial s\u00f3 iria iniciar verdadeiramente      em Janeiro de 1919, quando voltou para Inglaterra. Algum tempo depois, o seu      irm\u00e3o John casou-se com a irm\u00e3 g\u00e9mea de Sally, Elisabeth McElroy, estreitando-se      assim os la\u00e7os entre a fam\u00edlia Fleming e a McElroy.<\/p>\n<p>Corria o ano de 1921, quando Fleming descobriu as lisozimas, a partir da      observa\u00e7\u00e3o de uma cultura de bact\u00e9rias, j\u00e1 com algumas semanas. As lisozimas      s\u00e3o hoje conhecidas como sendo a primeira linha do sistema imunit\u00e1rio. Mas,      na altura, n\u00e3o se tinha inteira consci\u00eancia do que isso significava, e seriam      precisos anos de investiga\u00e7\u00e3o para se conhecer bem esse sistema de defesa.      Como tal, ningu\u00e9m se apercebeu da real import\u00e2ncia desta descoberta e Fleming      tamb\u00e9m n\u00e3o era homem para obrigar os outros a prestarem-lhe aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Numa manh\u00e3 de Setembro de 1928, Fleming percorria o laborat\u00f3rio central,      levando uma cultura que parecia achar bastante interessante. Todos deram uma      vista de olhos, mas a maioria pensou tratar-se de mais um exemplo da ac\u00e7\u00e3o      da lisozima, s\u00f3 que desta vez sobre um fungo. Na realidade, este fungo apresentava      uma ac\u00e7\u00e3o nunca conseguida pela lisozima; atacava uma das bact\u00e9rias que causava      um maior n\u00famero de infec\u00e7\u00f5es &#8211; Estafilococos. Aparentemente, um bolor desconhecido      que aparecera, por acaso, numa placa de cultura, dissolvia as bact\u00e9rias, e      n\u00e3o atacava o organismo humano.Alec tornou-se um coleccionador fan\u00e1tico de      fungos, n\u00e3o se convencia de que aquele fosse o \u00fanico com propriedades excepcionais.      A sua busca permanente tornou-se famosa entre amigos e familiares: queijo,      presunto, fatos velhos, livros e quadros antigos, p\u00f3 e sujidade de toda a      esp\u00e9cie &#8211; nada escapava \u00e0 ca\u00e7a de Fleming. Mas o seu fungo era de facto \u00fanico;      quanto mais o estudava, mais extraordin\u00e1rio lhe parecia, at\u00e9 matava as bact\u00e9rias      causadoras da gangrena gasosa. Descobriu, ainda, que podia utilizar a penicilina      para isolar bact\u00e9rias como, por exemplo, as que est\u00e3o na origem da tosse convulsa.      Este uso laboratorial na selec\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias, fazia da penicilina o primeiro      dos grandes antibi\u00f3ticos.<\/p>\n<p>Paralelamente, uma equipa em Oxford, chefiada por Howard Florey e Ernst Chain,      come\u00e7ou a trabalhar no desenvolvimento da penicilina. Quando Fleming ouviu      falar dessa investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, dirigiu-se imediatamente para l\u00e1, visitando      as instala\u00e7\u00f5es e ficando a conhecer os \u00faltimos avan\u00e7os.<\/p>\n<p>Em 12 de Fevereiro de 1941 surgiu a oportunidade de tratar o primeiro doente!      Tratava-se de um pol\u00edcia chamado Albert Alexander, com um arranh\u00e3o infectado,      causado pelo espinho de uma rosa. Ap\u00f3s um per\u00edodo de sens\u00edveis melhorias,      as bact\u00e9rias invadiram, novamente, o organismo. Mas n\u00e3o havia penicilina dispon\u00edvel      para o tratar, e faleceu a 15 de Mar\u00e7o.<\/p>\n<p>O segundo doente foi um rapaz de 15 anos com uma infec\u00e7\u00e3o p\u00f3s-operat\u00f3ria,      ap\u00f3s a administra\u00e7\u00e3o da penicilina recuperou por completo. Outros seis doentes      foram tratados com penicilina e melhoraram significativamente. E como estes,      mais doentes foram salvos.<\/p>\n<p>Em Agosto de 1942, deu-se o caso de Harry Lambert. At\u00e9 ent\u00e3o, Fleming n\u00e3o      tivera oportunidade de ver actuar a &#8220;penicilina de Oxford&#8221;. Poucos      dias ap\u00f3s a cura de Harry Lambert, o caso chegou aos jornais. A partir de      ent\u00e3o, Fleming deixou de ter vida privada, j\u00e1 que os resultados obtidos anteriormente      tinham sempre passado completamente despercebidos.<\/p>\n<p>O relato da descoberta da penicilina e a hist\u00f3ria dos primeiros anos de Fleming      passados na Esc\u00f3cia rural entusiasmou a imagina\u00e7\u00e3o popular. Por\u00e9m, a felicidade      destes anos terminou com o agravamento do estado de sa\u00fade da sua mulher, Sareen,      que faleceu a 28 de Outubro de 1949. Com a sua morte, Fleming ficou extremamente      s\u00f3. A porta do laborat\u00f3rio &#8211; normalmente sempre aberta aos visitantes &#8211; passou      a estar fechada. S\u00f3 a muito custo \u00e9 que a paix\u00e3o pelo trabalho conseguiu distra\u00ed-lo      do seu desgosto e faz\u00ea-lo retomar parte da sua antiga vitalidade.<\/p>\n<p>Depois da II Guerra Mundial, uma jovem cientista grega, Amalia Voureka, veio      colaborar com Fleming no laborat\u00f3rio. Passou a ser a sua companheira predilecta,      e por fim, em 1953, casou-se com Fleming. Alec continuou a trabalhar e viajar      at\u00e9 \u00e0 sua morte, que ocorreu inesperadamente, a 11 de Mar\u00e7o de 1955, devido      a um ataque card\u00edaco. &#8220;N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida que o futuro da humanidade depende,      em grande parte, da liberdade que os investigadores tenham de explorar as      suas pr\u00f3prias ideias. Embora n\u00e3o se possa considerar descabido os investigadores      desejarem tornarem-se famosos, a verdade \u00e9 que o homem que se dedicar \u00e0 pesquisa      com o objectivo de conseguir riqueza ou notoriedade, escolheu mal a sua profiss\u00e3o!&#8221;<\/p>\n<p>Fonte:  www.anbiojovem.org.br<\/p>\n<h6>Penicilina<\/h6>\n<p>Em 22 de setembro de 1928, o m\u00e9dico e bacteriologista escoc\u00eas Alexander Fleming      descobre a penicilina, a base dos antibi\u00f3ticos, produto revolucion\u00e1rio da      medicina do s\u00e9culo XX. Fleming observava ao microsc\u00f3pio o crescimento de uma      col\u00f4nia de bact\u00e9rias Staphylococcus aureus, que causam graves infec\u00e7\u00f5es no      organismo humano. Para sua frustra\u00e7\u00e3o, constatou que um fungo havia contaminado      a placa de vidro em que as bact\u00e9rias se desenvolviam e come\u00e7ara a crescer.    <\/p>\n<p>Provavelmente, um esporo &#8211; o corp\u00fasculo reprodutivo dos fungos &#8211; havia entrado      pela janela, que fora deixara aberta na noite anterior. <\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/penici5.jpg\" alt=\"Penicilina\" width=\"189\" height=\"191\" title=\"Penicilina\" \/><strong><br \/>\n     Col\u00f4nia do fungo do g\u00eanero Penicillium: organismos que produzem a penicilina      <\/strong><\/p>\n<p>Por algum motivo, no lugar de considerar o trabalho perdido como faria normalmente,      Alexander Fleming decidiu acompanhar o crescimento daquele fungo, o Penicillium      notatum. Sua curiosidade foi recompensada: o Penicillium produzia subst\u00e2ncias      que destru\u00edam os estafilococos \u00e0 sua volta! E ele pesquisava justamente um      medicamento que pudesse eliminar bact\u00e9rias causadoras de doen\u00e7as.<\/p>\n<p>O passo seguinte foi identificar e isolar aquela poderosa subst\u00e2ncia que      matava bact\u00e9rias. Fleming deu a ela o nome de penicilina. Nos anos seguintes,      tais fungos passaram a ser cultivados em laborat\u00f3rios iniciando-se a produ\u00e7\u00e3o      em escala industrial de antibi\u00f3ticos que atacavam microorganismos que n\u00e3o      eram eliminados pelo sistema imunol\u00f3gico humano. Gra\u00e7as a esses medicamentos,      doen\u00e7as infecciosas como pneumonia, escarlatina, s\u00edfilis, gonorr\u00e9ia, febre      reum\u00e1tica, septicemia e tuberculose, deixaram de ser fatais. Durante a Segunda      Guerra Mundial, a penicilina salvou a vida de milh\u00f5es de soldados feridos      nos campos de batalha. <\/p>\n<p>Fleming n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico her\u00f3i desta hist\u00f3ria. Foram dois pesquisadores da Universidade      de Oxford, Howard Florey e Ernst Chain, que conseguiram em 1937 purificar      a penicilina, uma etapa importante para seu uso mais seguro em seres humanos.      Nos Estados Unidos, pesquisadores multiplicaram a produ\u00e7\u00e3o &#8211; at\u00e9 ent\u00e3o era      feita em pequenas garrafas &#8211; para uma escala industrial em grandes tanques      especiais. A partir de 1940, o medicamento passou a ser aplicado com inje\u00e7\u00f5es.      Logo a penicilina estava ao alcance de todos e a pre\u00e7os cada vez menores.      Uma revolu\u00e7\u00e3o na Medicina que salvou milh\u00f5es de vidas.<\/p>\n<p>Fonte:  www.unificado.com.br<\/p>\n<h6>Penicilina<\/h6>\n<h4>FLEMING, O ACASO E A OBSERVA\u00c7\u00c3O<\/h4>\n<p>Tem-se dito que muitas descobertas cient\u00edficas s\u00e3o feitas ao acaso. O acaso,      j\u00e1 dizia Pasteur, s\u00f3 favorece aos esp\u00edritos preparados e n\u00e3o prescinde da      observa\u00e7\u00e3o. A descoberta da penicilina constitui um exemplo t\u00edpico. <\/p>\n<p>Alexander Fleming, bacteriologista do St. Mary&#8217;s Hospital, de Londres, vinha      j\u00e1 h\u00e1 algum tempo pesquisando subst\u00e2ncias capazes de matar ou impedir o crescimento      de bact\u00e9rias nas feridas infectadas. Essa preocupa\u00e7\u00e3o se justificava pela      experi\u00eancia adquirida na Primeira Grande Guerra (1914-1918), na qual muitos      combatentes morreram em conseq\u00fc\u00eancia da infec\u00e7\u00e3o em ferimentos profundos.    <\/p>\n<p>Em 1922 Fleming descobrira uma subst\u00e2ncia antibacteriana na l\u00e1grima e na      saliva, a qual dera o nome de lisozima. <\/p>\n<p>Em 1928 Fleming desenvolvia pesquisas sobre estafilococos, quando descobriu      a penicilina. A descoberta da penicilina deu-se em condi\u00e7\u00f5es peculiar\u00edssimas,      gra\u00e7as a uma seq\u00fc\u00eancia de acontecimentos imprevistos e surpreendentes. <\/p>\n<p>No m\u00eas de agosto daquele ano Fleming tirou f\u00e9rias e, por esquecimento, deixou      algumas placas com culturas de estafilococos sobre a mesa, em lugar de guard\u00e1-las      na geladeira ou inutiliz\u00e1-las, como seria natural.<\/p>\n<p>Quando retornou ao trabalho, em setembro, observou que algumas das placas      estavam contaminadas com mofo, fato que \u00e9 relativamente freq\u00fcente. Colocou-as      ent\u00e3o, em uma bandeja para limpeza e esteriliza\u00e7\u00e3o com lisol. Neste exato      momento entrou no laborat\u00f3rio um seu colega, Dr. Pryce, e lhe perguntou como      iam suas pesquisas. Fleming apanhou novamente as placas para explicar alguns      detalhes ao seu colega sobre as culturas de estafilococos que estava realizando,      quando notou que havia, em uma das placas, um halo transparente em torno do      mofo contaminante, o que parecia indicar que aquele fungo produzia uma subst\u00e2ncia      bactericida. O assunto foi discutido entre ambos e Fleming decidiu fazer algumas      culturas do fungo para estudo posterior. <\/p>\n<p>O fungo foi identificado como pertencente ao g\u00eanero Penicilium, donde deriva      o nome de penicilina dado \u00e0 subst\u00e2ncia por ele produzida. Fleming passou a      empreg\u00e1-la em seu laborat\u00f3rio para selecionar determinadas bact\u00e9rias, eliminando      das culturas as esp\u00e9cies sens\u00edveis \u00e0 sua a\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>A descoberta de Fleming n\u00e3o despertou inicialmente maior interesse e n\u00e3o      houve a preocupa\u00e7\u00e3o em utiliz\u00e1-la para fins terap\u00eauticos em casos de infec\u00e7\u00e3o      humana at\u00e9 a eclos\u00e3o da Segunda Guerra Mundial, em 1939. <\/p>\n<p>Em 1940, Sir Howard Florey e Ernst Chain, de Oxford, retomaram as pesquisas      de Fleming e conseguiram produzir penicilina com fins terap\u00eauticos em escala      industrial, inaugurando uma nova era para a medicina &#8211; a era dos antibi\u00f3ticos.    <\/p>\n<p>Alguns anos mais tarde, Ronald Hare, colega de trabalho de Fleming, tentou,      sem \u00eaxito, &#8220;redescobrir&#8221; a penicilina em condi\u00e7\u00f5es semelhantes \u00e0s      que envolveram a descoberta de Fleming. <\/p>\n<p><strong>Ap\u00f3s um grande n\u00famero de experi\u00eancias verificou que a descoberta      da penicilina s\u00f3 se tornou poss\u00edvel gra\u00e7as a uma s\u00e9rie inacredit\u00e1vel de coincid\u00eancias,      quais sejam:<\/strong><\/p>\n<p>O fungo que contaminou a placa, como se demonstrou posteriormente, \u00e9 um dos      tr\u00eas melhores produtores de penicilina dentre todas as esp\u00e9cies do g\u00eanero      Penicilium<\/p>\n<p>O fungo contaminante teria vindo pela escada do andar inferior, onde se realizavam      pesquisas sobre fungos<\/p>\n<p>O crescimento do fungo e dos estafilococos se fez lentamente, condi\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria      para se evidenciar a lise bacteriana<\/p>\n<p>No m\u00eas de agosto daquele ano, em pleno ver\u00e3o, sobreveio uma inesperada onda      de frio em Londres, que proporcionou a temperatura ideal ao crescimento lento      da cultura<\/p>\n<p>A providencial entrada do Dr. Pryce no Laborat\u00f3rio permitiu que Fleming reexaminasse      as placas contaminadas e observasse o halo transparente em torno do fungo,      antes de sua inutiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Apesar de todas essas felizes coincid\u00eancias, se Fleming n\u00e3o tivesse a mente      preparada n\u00e3o teria valorizado o halo transparente em torno do fungo e descoberto      a penicilina. <\/p>\n<p>Fonte:  usuarios.cultura.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Penicilina, Descoberta, Hist\u00f3ria, Origem, Uso, Bact\u00e9ria, Alexander Fleming, Fungo, Antibi\u00f3tico, Doen\u00e7a, Para que serve, Penicilina<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[84],"tags":[],"class_list":["post-34411","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-saude"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Penicilina, Descoberta, Hist\u00f3ria, Origem, Uso, Bact\u00e9ria Penicilina<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Penicilina, Descoberta, Hist\u00f3ria, Origem, Uso, Bact\u00e9ria, Alexander Fleming, Fungo, Antibi\u00f3tico, Doen\u00e7a, Para que serve, Penicilina\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Penicilina, Descoberta, Hist\u00f3ria, Origem, Uso, Bact\u00e9ria Penicilina\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Penicilina, Descoberta, Hist\u00f3ria, Origem, Uso, Bact\u00e9ria, Alexander Fleming, Fungo, Antibi\u00f3tico, Doen\u00e7a, Para que serve, Penicilina\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/penicilina\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-05-23T14:20:03+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2016-05-23T14:29:45+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/penici1.jpg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"34 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/penicilina#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/penicilina\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\"},\"headline\":\"Penicilina\",\"datePublished\":\"2016-05-23T14:20:03+00:00\",\"dateModified\":\"2016-05-23T14:29:45+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/penicilina\"},\"wordCount\":6816,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/penicilina#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/05\\\/penici1.jpg\",\"articleSection\":[\"Sa\u00fade\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/penicilina#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/penicilina\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/penicilina\",\"name\":\"Penicilina, Descoberta, Hist\u00f3ria, Origem, Uso, Bact\u00e9ria Penicilina\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/penicilina#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/penicilina#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/05\\\/penici1.jpg\",\"datePublished\":\"2016-05-23T14:20:03+00:00\",\"dateModified\":\"2016-05-23T14:29:45+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\"},\"description\":\"Penicilina, Descoberta, Hist\u00f3ria, Origem, Uso, Bact\u00e9ria, Alexander Fleming, Fungo, Antibi\u00f3tico, Doen\u00e7a, Para que serve, Penicilina\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/penicilina#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/penicilina\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/penicilina#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/05\\\/penici1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/05\\\/penici1.jpg\",\"width\":176,\"height\":148},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/penicilina#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Sa\u00fade e Bem-Estar\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/saude-e-bem-estar\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":3,\"name\":\"Sa\u00fade\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":4,\"name\":\"Penicilina\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"Pesquisa Escolar Gratuita\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\",\"name\":\"admin\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Penicilina, Descoberta, Hist\u00f3ria, Origem, Uso, Bact\u00e9ria Penicilina","description":"Penicilina, Descoberta, Hist\u00f3ria, Origem, Uso, Bact\u00e9ria, Alexander Fleming, Fungo, Antibi\u00f3tico, Doen\u00e7a, Para que serve, Penicilina","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Penicilina, Descoberta, Hist\u00f3ria, Origem, Uso, Bact\u00e9ria Penicilina","og_description":"Penicilina, Descoberta, Hist\u00f3ria, Origem, Uso, Bact\u00e9ria, Alexander Fleming, Fungo, Antibi\u00f3tico, Doen\u00e7a, Para que serve, Penicilina","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/penicilina","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/","article_published_time":"2016-05-23T14:20:03+00:00","article_modified_time":"2016-05-23T14:29:45+00:00","og_image":[{"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/penici1.jpg","type":"","width":"","height":""}],"author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"admin","Est. tempo de leitura":"34 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/penicilina#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/penicilina"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859"},"headline":"Penicilina","datePublished":"2016-05-23T14:20:03+00:00","dateModified":"2016-05-23T14:29:45+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/penicilina"},"wordCount":6816,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/penicilina#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/penici1.jpg","articleSection":["Sa\u00fade"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/penicilina#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/penicilina","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/penicilina","name":"Penicilina, Descoberta, Hist\u00f3ria, Origem, Uso, Bact\u00e9ria Penicilina","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/penicilina#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/penicilina#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/penici1.jpg","datePublished":"2016-05-23T14:20:03+00:00","dateModified":"2016-05-23T14:29:45+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859"},"description":"Penicilina, Descoberta, Hist\u00f3ria, Origem, Uso, Bact\u00e9ria, Alexander Fleming, Fungo, Antibi\u00f3tico, Doen\u00e7a, Para que serve, Penicilina","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/penicilina#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/penicilina"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/penicilina#primaryimage","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/penici1.jpg","contentUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/penici1.jpg","width":176,"height":148},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/penicilina#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Sa\u00fade e Bem-Estar","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/saude-e-bem-estar"},{"@type":"ListItem","position":3,"name":"Sa\u00fade","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/saude-e-bem-estar\/saude"},{"@type":"ListItem","position":4,"name":"Penicilina"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"Pesquisa Escolar Gratuita","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859","name":"admin"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34411","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34411"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34411\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34411"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34411"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34411"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}