{"id":33977,"date":"2016-05-20T19:10:38","date_gmt":"2016-05-20T19:10:38","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=33977"},"modified":"2016-05-20T19:17:29","modified_gmt":"2016-05-20T19:17:29","slug":"retinopatia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/retinopatia","title":{"rendered":"Retinopatia"},"content":{"rendered":"<p>A <strong>retinopatia<\/strong> \u00e9 uma doen\u00e7a heredit\u00e1ria, normalmente progressiva,      que afeta a retina. <\/p>\n<p>A retina \u00e9 num tecido fotossens\u00edvel, que se situa na parte detr\u00e1s do olho.      \u00c9 o local onde a primeira fase da vis\u00e3o tem lugar. <\/p>\n<p>Na <strong>retinopatia<\/strong> a perda de vis\u00e3o \u00e9 gradual mas progressiva,      e caracteriza-se por come\u00e7ar por prejudicar a vis\u00e3o perif\u00e9rica, podendo progredir      at\u00e9 resultar em vis\u00e3o tubular e cegueira nocturna. <\/p>\n<p>Quando afeta a m\u00e1cula, passa a haver grandes dificuldades nas tarefas que      exigem vis\u00e3o ao perto (leitura e escrita). A acuidade visual pode come\u00e7ar      por ser boa, apesar do campo visual ser extremamente reduzido, sendo inusual      que indiv\u00edduos com retinopatia se tornem completamente cegos.<\/p>\n<h4>O que \u00e9 a retina?<\/h4>\n<p>No olho a retina serve um prop\u00f3sito similar a um pel\u00edcula dentro de uma c\u00e2mara.      A luz \u00e9 focada pela lente na parte frontal da c\u00e2mara atrav\u00e9s de uma pel\u00edcula      fotossens\u00edvel situada na parte detr\u00e1s. Fato este, similar ao que se processa      no olho, na medida em que a luz entra no olho e \u00e9 focada atrav\u00e9s de um tecido      fotossens\u00edvel (a retina) o qual delineia a parte detr\u00e1s do olho.<\/p>\n<h4>O que causa a retinopatia? <\/h4>\n<p>\u00c9 sabido que existem muitas causas de origem heredit\u00e1ria que podem causar      a retinopatia. Por\u00e9m em todos os casos, a capacidade da retina responder \u00e0      luz \u00e9 afetada.<\/p>\n<h4>Quais s\u00e3o os sintomas da retinopatia? <\/h4>\n<p>O primeiro sintoma e o mais comum \u00e9 a dificuldade em ver com pouca luz (por      exemplo numa rua escura). O segundo sintoma \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o do campo visual, no      qual o campo lateral da vis\u00e3o \u00e9 perdido ou a parte superior e inferior perdida.      Este fato \u00e9 muitas vezes referenciado como uma vis\u00e3o em t\u00fanel. <\/p>\n<p>Em alguns casos de retinopatia, a vis\u00e3o central \u00e9 a primeira a ser perdida.      O primeiro sintoma consiste na dificuldade em ler ou levar a cabo trabalhos      de detalhe. <\/p>\n<p>Todas as condi\u00e7\u00f5es de retinopatia s\u00e3o progressivas, mas a velocidade de deteriora\u00e7\u00e3o      varia de indiv\u00edduo para indiv\u00edduo. Em muitos casos, o brilho da luz \u00e9 um problema      que tende a aumentar. No entanto, algumas pessoas s\u00f3 t\u00eam experi\u00eancia deste      problema quando j\u00e1 est\u00e3o em est\u00e1dio muito avan\u00e7ado. <\/p>\n<p>Consultar o oftalmologista assim que os primeiros sintomas aparecem \u00e9 extremamente      importante. A acuidade visual pode come\u00e7ar por ser boa, apesar do campo visual      ser extremamente reduzido e posteriormente acabar por se perder todos os restos      visuais. Fato este, que normalmente ocorre na adolesc\u00eancia. <\/p>\n<p>Em contexto escolar, desviar os olhos do livro para o quadro, por exemplo,      \u00e9 uma tarefa dif\u00edcil e a mobilidade \u00e9 muito afetada. Assim, um acompanhamento      especializado e o aconselhamento ao n\u00edvel das tecnologias dispon\u00edveis, podem      melhorar a qualidade de vida. <\/p>\n<p>O uso dos ampliadores de caracteres (permitem a focagem autom\u00e1tica e o uso      de cores de alto contraste e a regula\u00e7\u00e3o do brilho) e o uso de software de      amplia\u00e7\u00e3o que possibilita trabalhar no seu computador e softwares de voz se      necess\u00e1rio &#8211; leitores de ecr\u00e3. Em casos muito avan\u00e7ados em que existe perda      total de vis\u00e3o, aconselha-se o ensino do braille. O uso de computador requer      o recurso a tecnologias que permitem aceder \u00e0 informa\u00e7\u00e3o contida no mesmo,      como a linha braille, o Poet Compact que lhe executa a leitura completa do      documento e uma impressora braille.<\/p>\n<p>Surgem, frequentemente, problemas de desajustamento emocional e comportamental      agravados pela idade que devem de ser devidamente acompanhados.<\/p>\n<p>Quando se desenvolve a retinopatia? Na maioria dos casos os primeiros sintomas      desenvolvem-se entre os 10 anos e os 30 anos.<\/p>\n<h4>Pode ser detectado por um teste de vis\u00e3o? <\/h4>\n<p>Os tipos de retinopatia que causam a perda da vis\u00e3o central tornam-se mais      evidentes pela incapacidade em ler o cart\u00e3o de teste (normalmente este cart\u00e3o      \u00e9 colocado a uma determinada dist\u00e2ncia do indiv\u00edduo e cont\u00e9m letras e n\u00fameros      de v\u00e1rios tamanhos). <\/p>\n<p>No entanto, a perda de vis\u00e3o perif\u00e9rica ou vis\u00e3o lateral n\u00e3o \u00e9 assim t\u00e3o      evidente, e um indiv\u00edduo pode conseguir ler, por muitos anos, o cart\u00e3o de      teste oftalmol\u00f3gico. <\/p>\n<p>A doen\u00e7a ser\u00e1 mais facilmente detectada atrav\u00e9s de um exame da parte de dentro      do olho. Existem outros testes dispon\u00edveis e que medem a \u00e1rea do campo visual      que ainda \u00e9 usado e a capacidade de adaptar a baixos n\u00edveis de luz. <\/p>\n<p>Muitos mais testes sofisticados est\u00e3o dispon\u00edveis nos hospitais, nomeadamente      nos servi\u00e7os de oftalmologia e gabinetes de sub-vis\u00e3o.<\/p>\n<h4>As pessoas com retinopatia podem desenvolver cataratas?<\/h4>\n<p>Sim. A maioria das pessoas com retinopatia tem cataratas. \u00c9 uma afec\u00e7\u00e3o da      lente do cristalino, que se apresenta opaca e impede a passagem da luz para      a retina. O que torna a vis\u00e3o ba\u00e7a. <\/p>\n<p>Em indiv\u00edduos com retinopatia, \u00e9 frequente que a cataratas surjam, por volta      da meia-idade e quando atingem um determinado est\u00e1dio pode ser recomendado,      pelo oftalmologista, a remo\u00e7\u00e3o da mesma. <\/p>\n<p>Ap\u00f3s a opera\u00e7\u00e3o o paciente ainda ter\u00e1 a retinopatia, mas se a retina n\u00e3o      foi muito deteriorada, um limitada quantidade de vis\u00e3o ser\u00e1 restaurada.<\/p>\n<h4>A retinopatia pode ser tratada?<\/h4>\n<p>Atualmente n\u00e3o existe um tratamento que cure ou que trave o progresso da      retinopatia. No entanto, as recentes pesquisas permitiram identificar muitos      dos genes respons\u00e1veis pela retinopatia. Os cientistas est\u00e3o a seguir linhas      de pesquisa, nas quais est\u00e3o a desenvolver um sistema seguro de introdu\u00e7\u00e3o      de material gen\u00e9tico \u00e0s c\u00e9lulas apropriadas do olho.<\/p>\n<h4>A Diabetes e consequentes problemas nos olhos <\/h4>\n<p><strong>Retinopatia diab\u00e9tica<\/strong><\/p>\n<p>Ter diabetes n\u00e3o quer dizer que a vis\u00e3o esteja necessariamente afetada, mas      h\u00e1 um elevado risco. Se a diabetes estiver bem controlada, a probabilidade      de ter problemas \u00e9 menor ou ser\u00e3o menos s\u00e9rios. No entanto, se existem complica\u00e7\u00f5es      que afetam o olho, ent\u00e3o pode resultar na perda de vis\u00e3o. <\/p>\n<p>A maior perda de vis\u00e3o relacionada com a diabetes pode ser prevenida, mas      \u00e9 essencial que seja diagnosticado o mais r\u00e1pido poss\u00edvel e s\u00f3 pode ser detectado      atrav\u00e9s de um exame detalhado ao olho. Os exames anuais, regulares, aos olhos      s\u00e3o extremamente importantes, pois pode n\u00e3o se aperceber que se passa algo      de errado com os seus olhos at\u00e9 ser tarde de mais.<\/p>\n<h4>Como \u00e9 que a diabetes pode afetar o olho?<\/h4>\n<p>A diabetes pode afetar o olho das mais variadas formas. O problema mais s\u00e9rio      associado com a diabetes envolve a retina, e, mais especificamente, a rede      dos vasos sangu\u00edneos a\u00ed existentes. O nome desta condi\u00e7\u00e3o \u00e9 retinopatia diab\u00e9tica.<\/p>\n<p>Esta possui muitos est\u00e1dios e \u00e9 graduada de acordo com a gravidade da mesma.    <\/p>\n<p><strong>Normalmente os est\u00e1dios seguem um percurso que ser\u00e1 apresentado a      seguir: <\/strong><\/p>\n<p>Num est\u00e1dio prim\u00e1rio, a retinopatia de fundo \u00e9 muito comum em indiv\u00edduos      que t\u00eam diabetes h\u00e1 muito tempo. A vis\u00e3o ser\u00e1 normal e sem amea\u00e7as para a      vis\u00e3o. <\/p>\n<p>Neste est\u00e1dio, os vasos sangu\u00edneos na retina est\u00e3o suavemente afetados, eles      podem inchar um pouco (microaneurisma) e deitar sangue ou flu\u00eddo. A \u00e1rea macular      da retina permanece sem ser afetada. <\/p>\n<p>Com o tempo, se os problemas causados pela retinopatia diab\u00e9tica agravam,      a \u00e1rea da m\u00e1cula come\u00e7a a ser envolvida e entramos numa fase seguinte que      se denomina de maculopatia . Se isto acontece, a vis\u00e3o central fica cada vez      pior. Pode ser dif\u00edcil reconhecer \u00e0 dist\u00e2ncia os rostos das pessoas ou apreciar      detalhes. <\/p>\n<p>A quantidade de perda de vis\u00e3o central varia de indiv\u00edduo para indiv\u00edduo.      No entanto, a vis\u00e3o que permite andar por casa e na rua (vis\u00e3o perif\u00e9rica)      \u00e9 preservada. <\/p>\n<p>A maculopatia \u00e9 a causa principal da perda de vis\u00e3o e pode ocorrer gradualmente      mas progressivamente. \u00c9 raro que um indiv\u00edduo com maculopatia perca a vis\u00e3o      por completo. <\/p>\n<p>O progresso desta condi\u00e7\u00e3o no olho, pode bloquear os vasos sangu\u00edneos na      retina e se isto acontecer novos vasos sangu\u00edneos iram-se formar no olho.      Este processo, \u00e9 denominado de retinopatia diab\u00e9tica proliferativa e \u00e9 uma      forma natural do organismo tentar reparar o estrago, garantindo que a retina      tenha um novo suplemento de sangue. <\/p>\n<p>Infelizmente, estes novos vasos sangu\u00edneos s\u00e3o fracos e est\u00e3o no s\u00edtio errado      &#8211; crescem na superf\u00edcie da retina e no gel v\u00edtreo. Como resultado, estes vasos      podem sangrar facilmente e causar cicatrizes no tecido. O cicatrizar puxa      e torce a retina. Quando a retina \u00e9 puxada da sua posi\u00e7\u00e3o, denomina-se de      descolamento da retina. <\/p>\n<p>A retinopatia proliferativa \u00e9 mais rara que a retinopatia de fundo. Os novos      vasos sangu\u00edneos raramente afetam a vis\u00e3o, mas as suas consequ\u00eancias, como      o sangrar e o descolamento da retina provocam um agravamento da vis\u00e3o. A perda      de vis\u00e3o \u00e9, nestes casos, muito r\u00e1pida e grave. <\/p>\n<h4>A import\u00e2ncia de um tratamento imediato <\/h4>\n<p>Apesar da vis\u00e3o ser boa, podem ocorrer mudan\u00e7as na retina que precisam de      tratamento. \u00c9 de sublinhar que se pode prevenir o maior n\u00famero de casos de      perda de vis\u00e3o devida \u00e0 diabetes. Assim, um diagn\u00f3stico prematuro da retinopatia      diab\u00e9tica e efetuar exames aos olhos em cada ano constituem processos vitais      na preven\u00e7\u00e3o e tratamento.<\/p>\n<h4>Qual \u00e9 o tratamento? <\/h4>\n<p>Se o problema for detectado prematuramente, pode-se recorre ao tratamento      por laser. No entanto, este tratamento s\u00f3 preserva a vis\u00e3o que j\u00e1 possui,      n\u00e3o a melhora. O laser \u00e9 focado com uma extrema precis\u00e3o de forma a que os      vasos sangu\u00edneos sejam laqueados. Se novos vasos sangu\u00edneos se formaram, \u00e9      necess\u00e1rio um tratamento a laser mais extensivo.<\/p>\n<h4>Como \u00e9 que o tratamento \u00e9 levado a cabo?<\/h4>\n<p>O tratamento \u00e9 efetuado numa cl\u00ednica e, na maior parte, das vezes o indiv\u00edduo      n\u00e3o necessita focar internado. As gotas nos olhos s\u00e3o usadas ara alargar as      pupilas, para que o especialista possa observar o olho. <\/p>\n<p>O olho \u00e9 anestesiado com gotas e \u00e9 colocada uma pequena lente de contato      de forma a parar o pestanejo. Durante o tratamento ser\u00e1 pedido ao indiv\u00edduo      que mova os olhos em determinadas direc\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>O tratamento para laquear os vasos normalmente n\u00e3o causa desconforto. No      entanto, o tratamento para remover os novos vasos sangu\u00edneos pode ser um pouco      desconfort\u00e1vel, e, por vezes, \u00e9 necess\u00e1rio comprimidos para tirar as dores      ao mesmo tempo que as gotas.<\/p>\n<h4>O tratamento tem efeitos secund\u00e1rios?<\/h4>\n<p>\u00c9 raro o tratamento que n\u00e3o tenha qualquer efeito secund\u00e1rio. No entanto,      os riscos do laser s\u00e3o bem menores do que os riscos de n\u00e3o fazer qualquer      tratamento. <\/p>\n<p>O tratamento para laquear os vasos sangu\u00edneos, tem alguns efeitos secund\u00e1rios.      Como o laser \u00e9 um feixe de luz muito brilhante, \u00e9 normal que na primeira hora      ou duas horas a seguir \u00e0 interven\u00e7\u00e3o haja uma redu\u00e7\u00e3o da vis\u00e3o. Pode tamb\u00e9m      haver perda de vis\u00e3o central e ver pequenos pontos pretos. <\/p>\n<p>\u00c9 muito comum a perda de vis\u00e3o perif\u00e9rica, pelo que se deve evitar conduzir.      A vis\u00e3o de noite e das cores pode ser afectada. Ocasionalmente, a vis\u00e3o central      pode n\u00e3o ser t\u00e3o boa como era antes. <\/p>\n<p>Se depois do tratamento as dores no olho e a vis\u00e3o piorar Depois de um longo      tratamento, a maioria dos indiv\u00edduos apresentam queixas de dores de cabe\u00e7a      e para isso podem recorrer aos comprimidos analg\u00e9sicos. No entanto, se as      dores forem muito grandes ou a vis\u00e3o for pior, deve de contactar de imediato      o especialista.<\/p>\n<p><strong>Como \u00e9 que a diabetes pode afetar os olhos:<\/strong> <\/p>\n<p><strong>Obscuridade tempor\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p>Este sintoma pode ser um dos primeiros da diabetes, como tamb\u00e9m pode ocorrer      em qualquer altura da diabetes, se esta n\u00e3o estiver a ser controlada. \u00c9 devido      a um incha\u00e7o da lente do olho e ir\u00e1 clarear sem tratamento, assim que a diabetes      estiver controlada.<\/p>\n<p><strong>Cataratas<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma neblina na lente do olho, que provoca o obscurecer da vis\u00e3o porque      a luz n\u00e3o passa atrav\u00e9s das lentes ba\u00e7as para a parte detr\u00e1s do olho. Esta      \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o muito comum do olho e que se desenvolve com a idade. <\/p>\n<p>Por\u00e9m, um indiv\u00edduo com diabetes pode desenvolver cataratas bem mais cedo      do que um outro sem diabetes. <\/p>\n<p>O tratamento das cataratas envolve uma opera\u00e7\u00e3o para remover as lentes ba\u00e7as,      as quais s\u00e3o substitu\u00eddas por lentes de pl\u00e1stico que ajudam a focar devidamente.<\/p>\n<p>Fonte:  www.ataraxia.pt <\/p>\n<h6>Retinopatia <\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4>RETINOPATIA DIAB\u00c9TICA<\/h4>\n<p>O <strong>DIABETES MELLITUS<\/strong> ( diabetes a\u00e7ucarado) \u00e9 doen\u00e7a conhecida      desde o in\u00edcio da humanidade. Nas formas mais graves o paciente caminhava      rapidamente para a morte, at\u00e9 1922, quando os canadenses Banting e Best descobriram      a <strong>I N S U L I N A<\/strong> .<\/p>\n<p>Seu emprego nos pacientes come\u00e7ou no ano de 1923; comemorando-se em 1997,      75 anos da descoberta da insulina. Gra\u00e7as a este horm\u00f4nio, milh\u00f5es de vidas      foram salvas e, mais do que isto, com os progressos nos conhecimentos da doen\u00e7a,      novas orienta\u00e7\u00f5es para a dieta, os antibi\u00f3ticos e a educa\u00e7\u00e3o dos diab\u00e9ticos.    <\/p>\n<p>Os diab\u00e9ticos n\u00e3o s\u00f3 est\u00e3o vivendo mais, mas est\u00e3o tendo vida normal e feliz.<\/p>\n<p>O diabetes incide desde o nascimento at\u00e9 a velhice. <\/p>\n<p><strong>Como a humanidade est\u00e1 vivendo muito mais, surgiu um fato paradoxal:<\/strong>    <\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>a )<\/strong> o aumento do n\u00famero da diab\u00e9ticos.<strong>       b)<\/strong> o aparecimento de complica\u00e7\u00f5es devidas aos diabetes.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Acredita-se que no ano 2.050 haver\u00e1 no mundo mais de 50 milh\u00f5es de pessoas      com a idade de 100 anos.<\/p>\n<p><strong>E, ao mesmo tempo, um grande aumento de patologias , como seja<\/strong>:      a hipertens\u00e3o, a arterioesclerose, o c\u00e2ncer, a obesidade e o diabetes.<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 2 tipos de diabetes:<\/strong> <\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Tipo 1,<\/strong> que, necessariamente, usa diariamente insulina,        que predomina nas crian\u00e7as, jovens e pessoas maduras <strong>       Tipo 2,<\/strong> em que os diab\u00e9ticos, quase sempre, n\u00e3o necessitam de insulina.        O tipo 2 \u00e9 constitu\u00eddo de indiv\u00edduos com mais de 40 anos, em regra obesos.      <\/p>\n<\/blockquote>\n<p>O diab\u00e9tico pode, se for bem cuidado, \u00e9 claro, levar uma vida normal.<\/p>\n<p><strong>Mesmo assim, de acordo com seu potencial gen\u00e9tico, muitos diab\u00e9ticos      apresentam complica\u00e7\u00f5es , a saber: <\/strong>neuropatias, retinopatia, nefropatias,      atero e arterioesclerose, com incid\u00eancia maior de enfarte do mioc\u00e1rdio e de      AVC ou acidentes vasculares cerebrais.<\/p>\n<p><strong>O que devem fazer os diab\u00e9ticos suscept\u00edveis a estas complica\u00e7\u00f5es:      <\/strong>cuidar do seu diabetes, fazendo dieta, tomando insulina de 2 a 4      inje\u00e7\u00f5es ao dia ( se indicado) ou dieta mais comprimidos hipoglicemiantes      ( antidiab\u00e9ticos ) . Parece que se deve \u00e0 perman\u00eancia do a\u00e7\u00facar alto no sangue      ( hiperglicemia ) o agravamento das complica\u00e7\u00f5es do diabetes. O a\u00e7\u00facar alto      permanente agiria como um fator t\u00f3xico.<\/p>\n<p><strong>O diab\u00e9tico que se educa , tem for\u00e7a de vontade e aprende um conselho      j\u00e1 centen\u00e1rio:<\/strong> &#8220;abrir os olhos e fechar a boca&#8221; , est\u00e1      no bom caminho.<\/p>\n<p>A <strong>RETINOPATIA DIAB\u00c9TICA<\/strong> \u00e9 o nosso tema principal. \u00c9 uma      complica\u00e7\u00e3o grave, evolui lentamente, J\u00e1 \u00e9 diagnosticada antes do aparecimento      cl\u00ednico da doen\u00e7a ( pelo exame feito por um oftalmologista ) ou pelos cl\u00ednicos      que sabem fazer exame de fundo de olho. Caminha, lenta e inexoravelmente,      podendo levar \u00e0 cegueira. Os diab\u00e9ticos t\u00eam 25 vezes mais chances de se tornarem      cegos do que os n\u00e3o diab\u00e9ticos.<\/p>\n<p>H\u00e1 pessoas mais sens\u00edveis e, de qualquer forma, a retinopatia diab\u00e9tica surge      e evolui ap\u00f3s 5 anos de doen\u00e7a.<\/p>\n<h4>O que fazer?<\/h4>\n<blockquote>\n<p><strong>1.<\/strong> Diagnosticar, precocemente, o diabetes. Est\u00e3o nesta        classe as pessoas com familiares diab\u00e9ticos e os obesos.<strong>       2.<\/strong> Feito o diagn\u00f3stico, cuidar da doen\u00e7a. Procurar o m\u00e9dico. <strong>       3. <\/strong>Diagnosticada a <strong>retinopatia<\/strong>, o oculista ser\u00e1        o seu grande amigo. Ele vai acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, fazer tratamentos        diversos e aplicar, quando necess\u00e1rio, raios-Laser. <strong>       4.<\/strong> Os oftalmologistas e os diab\u00e9ticos devem dar as m\u00e3os aos cl\u00ednicos        diabet\u00f3logos. O especialista em diabetes \u00e9 a pessoa mais importante no tratamento        da retinopatia diab\u00e9tica, pois o oculista tenta reduzir os malef\u00edcios das        hemorragias da retina e outras les\u00f5es, mas o diabet\u00f3logo procurar\u00e1 controlar        a doen\u00e7a e com isto reduzir a incid\u00eancia e a evolu\u00e7\u00e3o das complica\u00e7\u00f5es,        entre as quais a retinopatia. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A <strong>retinopatia diab\u00e9tica<\/strong> evolui do aparecimento inicial de      micro-aneurismas, seguidos de pequenas hemorragias. Sucessivamente surgir\u00e3o      hemorragias maiores, cicatriza\u00e7\u00f5es ( manchas em flocos de algod\u00e3o ) ou manchas      duras. Tanto mais graves quando se fazem na regi\u00e3o da m\u00e1cula ( ponto de maior      acuidade visual ). <\/p>\n<p>Ocorrem, em ambos os olhos e se chamam retinopatias n\u00e3o proliferativas.<\/p>\n<p>Com o crescimento de vasos anormais na superf\u00edcie da retina ( que \u00e9 uma fina      membrana que est\u00e1 no fundo do olho e \u00e9 respons\u00e1vel pela forma\u00e7\u00e3o da imagem      ) estes vasos podem sangrar de maneira intensa ou podem causar descolamento      da retina. Ambos provocam a grave redu\u00e7\u00e3o da vis\u00e3o e, at\u00e9 mesmo, a cegueira      total. \u00c9 a retinopatia proliferativa.<\/p>\n<h4>DIAGNOSTICAR E TRATAR<\/h4>\n<p>Pensar que a vida \u00e9 boa, que tantas pessoas dependem de voc\u00ea. Tenha for\u00e7a      de vontade e confie nos avan\u00e7os da medicina. J\u00e1 se vislumbram pesquisas sobre      a retina artificial.<\/p>\n<p><strong>Mas, lembre-se:<\/strong> o diabetes \u00e9 doen\u00e7a que crescer\u00e1 no 3\u00ba mil\u00eanio,      calculando-se que haver\u00e1 um aumento do diabetes tipo 2 ( e obesidade ) de      cerca de 40%. A retinopatia n\u00e3o se restringe ao diabetes tipo 1. Ela tamb\u00e9m      ocorre no diabetes tipo2.<\/p>\n<p>O sucesso para o tratamento da retinopatia diab\u00e9tica fundamenta-se na perfeita      integra\u00e7\u00e3o entre O PACIENTE, O DIABET\u00d3LOGO EXPERIENTE E O OFTALMOLOGISTA DE      PRIMEIRA LINHA.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos 15 anos, avan\u00e7os foram realizados de forma a prevenir, atenuar,      ou mesmo retroagir as complica\u00e7\u00f5es do Diabetes Mellitus, especialmente a Retinopatia      Diab\u00e9tica. N\u00e3o \u00e9 tarefa f\u00e1cil, mas vale a pena faz\u00ea-lo pois trata-se de complica\u00e7\u00f5es      graves.<\/p>\n<p>Os Oftalmologistas, com o uso dos Raios Laser, trouxeram benef\u00edcios preciosos,      mas, tratam-se os efeitos e n\u00e3o as causas dos malef\u00edcios representadas pelo      diab\u00e9tico mal cuidado, permanentemente descompensado. A responsabilidade e      a coopera\u00e7\u00e3o do paciente s\u00e3o indispens\u00e1veis, pois ele se submete a sacrif\u00edcios,      como as v\u00e1rias inje\u00e7\u00f5es de insulinas di\u00e1rias, o controle das glicemias pela      picada nos dedos, v\u00e1rias vezes ao dia, o seguimento de uma dieta r\u00edgida. \u00c9      o tratamento intensivo.<\/p>\n<p>Os Raios Laser s\u00e3o uma arma poderosa no tratamento da retinopatia diab\u00e9tica,      mas devem ser usados com crit\u00e9rios rigorosos e menos freq\u00fcentes.<\/p>\n<p>O Diabet\u00f3logo motiva o paciente, ampara-o emocionalmente, orienta quanto      \u00e0 dieta e a insulinoterapia intensiva. Os resultados, quando se obt\u00e9m uma      a\u00e7\u00e3o integrada s\u00e3o positivos.<\/p>\n<p><strong>Mesmo os pacientes com les\u00f5es graves da retina n\u00e3o devem se desesperar,      pois eles mant\u00eam \u00edntegras as vias \u00f3pticas e vir\u00e3o, num futuro pr\u00f3ximo, a se      beneficiar das novas descobertas:<\/strong> a retina artificial, os chips &#8230;    <\/p>\n<h4>A COMPLEXIDADE DA VIS\u00c3O<\/h4>\n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/retino27.jpg\" alt=\"Retinopatia\" title=\"Retinopatia\"\/><strong>     Figura 1: <\/strong>A <strong>VIA VISUAL ( VIA \u00d3PTICA)<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong>Figura 1: <\/strong>A <strong>VIA VISUAL ( VIA \u00d3PTICA)<\/strong>:      aqui s\u00e3o mostrados os mecanismos da vis\u00e3o , desde a passagem da luz, atrav\u00e9s      da c\u00f3rnea ( olhos) at\u00e9 a capta\u00e7\u00e3o do est\u00edmulo na retina, seguindo pelo nervo      \u00f3ptico, percorrendo o corpo geniculado lateral, o corpo caloso para atingir      a cortex cerebral ( cortex visual prim\u00e1ria).<\/p>\n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/retino28.jpg\" alt=\"Retinopatia\" title=\"Retinopatia\"\/><strong>Figura 2: <\/strong>A mesma imagem, vista por baixo, no c\u00e9rebro humano<\/p>\n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/retino29.jpg\" alt=\"Retinopatia\" title=\"Retinopatia\"\/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong>Figura 3:<\/strong>A luz entra no olho atrav\u00e9s da c\u00f3rnea      transparente, onde a maior parte da refra\u00e7\u00e3o se faz ( O ponto branco da pupila      \u00e9 um reflexo da luz na c\u00f3rnea ).<\/p>\n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/retino30.jpg\" alt=\"Retinopatia\" title=\"Retinopatia\"\/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong>Figura 4: <\/strong>A<strong> RETINA<\/strong> , ampliada      \u00e0 direita, mostra a relativa posi\u00e7\u00e3o das 3 camadas retinianas. Surpreendentemente,      a luz tem que passar atrav\u00e9s das camadas de c\u00e9lulas ganglionares e c\u00e9lulas      bipolares, antes de atingir os bastonetes e os cones. Estes representam milh\u00f5es      de c\u00e9lulas receptoras.<\/p>\n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/retino31.jpg\" alt=\"Retinopatia\" title=\"Retinopatia\"\/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong>Figura 5: FUNDO DE OLHO:<\/strong> a retina normal,      vista com o oftalmosc\u00f3pio. O grande c\u00edrculo p\u00e0lido \u00e9 o disco \u00f3ptico, in\u00edcio      do nervo \u00f3ptico. As arter\u00edolas emergem do disco e t\u00eam a colora\u00e7\u00e3o vermelha      mais clara do que as v\u00eamulas, que s\u00e3o escuras e nele imergem. A \u00e1rea avermelhada      \u00e0 direita do disco \u00e9 a m\u00e1cula, o local de maior acuidade visual, cujo centro      \u00e9 a f\u00f3vea<\/p>\n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/retino32.jpg\" alt=\"Retinopatia\" title=\"Retinopatia\"\/><b>     Figura 6<\/b><\/p>\n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/retino33.jpg\" alt=\"Retinopatia\" title=\"Retinopatia\"\/><b>     Figura 7<\/b><\/p>\n<p class=\"imagem\"><b>Figuras 6 e 7<\/b> &#8211; RETINOPATIA DIAB\u00c9TICA \u00e9 a grave complica\u00e7\u00e3o      do diabetes. Les\u00f5es da retina de 1 a 4 graus que podem levar \u00e0 cegueira .      Nesta RETINOGRAFIA, de um paciente nosso , v\u00ea-se a forma bem evolu\u00edda com      micro-aneurismas , \u00e1reas homorr\u00e1gicas esparsas, cicatrizes chamadas manchas      duras e manchas em flocos de algod\u00e3o. Felizmente a \u00e1rea da m\u00e1cula ainda est\u00e1      poupada.<\/p>\n<p><strong>J. Procopio do Calle<\/strong><\/p>\n<p>Fonte:  jprvlota.sites.uol.com.br<\/p>\n<h6>Retinopatia <\/h6>\n<h4>O diabetes pode prejudicar a vista<\/h4>\n<p>Se voc\u00ea sofre de diabetes melito, seu corpo nao utiliza nem armazena o a      \u00e7\u00fa car de maneira adequada. Altos n\u00edveis de a \u00e7\u00fa car no sangue podem lesar      os vasos sang\u00fc\u00edneos na retina, a carnada nervosa no fundo do olho que percebe      a luz e ajuda a enviar imagens at\u00e9 o c\u00e9rebro. Os danos a vasos retinais sao      designados como retinopatia diab\u00e9tica.<\/p>\n<h4>Os tipos de retinopatia diab\u00e9tica<\/h4>\n<p><strong>Existem dois tipos de retinopatia diab\u00e9tica: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Retinopatia diab\u00e9tica n\u00e1o-proliferativa (RDNP)        Retinopatia diab\u00e9tica proliferativa (RDP).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>RDNP, mais conhecido como retinopatia de fundo, \u00e9 um etapa inicial da retinopatia      diab\u00e9tica. Nesta etapa, min\u00fasculos vasos sang\u00fc\u00edneos dentro da retina vazam      sangue ou fluido. O vazamento do fluido faz a retina inchar ou formar dep\u00f3sitos      chamados exsudatos.<\/p>\n<p>Muitos diab\u00e9ticos t\u00e9m RDNP branda, a qual n\u00e3o costuma prejudicar sua vis\u00e1o.      Quando a vis \u00e3o \u00e9 afetada, \u00e9 em decorr\u00eancia do edema macular e\/ou isquemia      macular.<\/p>\n<blockquote>\n<p>Edema macular \u00e9 a incha\u00e7\u00e3o , ou espessa mento , da m\u00e1cula, urna pequena        \u00e1rea no centro da retina que nos permite ver os detalhes com clareza. A        incha\u00e7\u00e3o \u00e9 provocada pelo vazamento de fluido dos vasos sangu\u00edneos da retina.        Trata-se da causa mais comum de perda visual por diabetes. A perda de vis\u00e3o        pode ser de branda a severa, por\u00e9m at\u00e9 mesmo nos piores casos, a vis\u00e3o perif\u00e9rica        continua a funcionar.       Isquemia macular ocorre quando os pequenos vasos sangu\u00edneos (capilares)        fecham. A vis\u00e3o fica turva porque a m\u00e1cula nao mais recebe sangue em quantidade        suficiente para funcionar bem.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>RDP se apresenta quando novos vasos anormais (neovasculariza\u00e7\u00e3o) come\u00e7am      a crescer na superficie da retina ou do nervo \u00f3ptico. A causa principal de      RDP \u00e9 o ampio fechamento de vasos sang\u00fc\u00edneos da retina, impedindo assim o      fluxo sangu\u00edneo adequado. A retina responde gerando novos vasos sangu\u00edneos      numa tentativa de fornecer sangue \u00e0 \u00e1rea onde se fecharam os vasos originais.<\/p>\n<p>Infelizmente, os novos vasos sangu\u00edneos anormais n\u00e3o reabastecem a retina      com um fluxo normal de sangue. Muitas vezes, estes novos vasos s\u00e3o acompanhados      de tecido cicatricial que pode provocar enrugamento ou descolamento da retina.<\/p>\n<p>RDP pode levar \u00e0 perda visual mais severa do que a RDNP por afetar tanto      a vis\u00e3o central como a perif\u00e9rica.<\/p>\n<p><strong>A retinopatia diab\u00e9tica proliferativa provoca perda de vis\u00e3o de v\u00e1rias      maneiras:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Hemorragia v\u00edtrea: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Os vasos novos e fr\u00e1geis podem sangrar para dentro do v\u00edtreo, uma subst\u00e2ncia        transparente parecida com uma gel\u00e9ia que reveste o centro do olho. Se a        hemorragia v\u00edtrea for pequena, talvez a pessoa veja apenas algumas &#8220;moscas        volantes&#8221;novas e escuras. Um hemorragia muito grande poderia obstruir        a vis\u00e3o por completo.       Pode levar dias, meses ou at\u00e9 mesmo anos, para reabsorver o sangue, conforme        a quantidade de sangue presente. Se o olho n\u00e3o elimina o sangue v\u00edtreo adequadamente        dentro de um espa\u00e7o de tempo razo\u00e1vel, uma vitrectomia pode ser a solu\u00e7\u00e3o        recomendada.       A hemorragia v\u00edtrea em si n\u00e3o causa a perda de vis\u00e3o permanente. Quando        o sangue \u00e9 reabsorvido, a acuidade visual pode voltar ao n\u00edvel de antes,        a menos que a m\u00e1cula seja lesada.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Descolamento retinal por tra\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Quando h\u00e1 presen\u00e7a de RDP, o tecido cicatricial associado com a neovasculariza\u00e7\u00e3o        pode encolher, deste modo enrugando e puxando a retina fora de sua posi\u00e7\u00e3o        normal. O enrugamento macular pode produzir distor\u00e7\u00e3o visual. Pode ocorrer        perda de vis\u00e3o mais severa se a m\u00e1cula ou grandes \u00e1reas da retina forem        descoladas.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Glaucoma neovascular: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u00c0s vezes, o excessivo fechamento do vaso retinal faz com que os vasos sangu\u00edneos        novos anormais cres\u00e7am na \u00edris (a parte colorida do olho) e obstruam o fluxo        normal de fluido que sai do olho. A press\u00e3o dentro do olho aumenta, resultando        em glaucoma neovascular, grave doen\u00e7a ocular que lesa o nervo \u00f3ptico.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Como \u00e9 feito o diagn\u00f3stico da retinopatia diab\u00e9tica?<\/h4>\n<p>Um exame de vista feito por um oftalmologista \u00e9 a \u00fanica maneira de descobrir      as mudan\u00e7as dentro de seus olhos. Um oftalmologista muitas vezes consegue      diagnosticar e tratar retinopatia grave antes de voc\u00ea se dar conta de qualquer      problema de vis\u00e3o. Ele dilata sua pupila e examina dentro de seu olho com      um oftalmosc\u00f3pio.<\/p>\n<p>Se seu oftalmologista encontrar a retinopatia diab\u00e9tica, ele ou ela pode      pedir fotografias coloridas da retina ou um teste especial chamado angiografia      a fluoresce\u00edna para descobrir se voc\u00ea est\u00e1 precisando de tratamento. Neste      teste, um corante \u00e9 injetado no seu bra\u00e7o, e s\u00e3o tiradas fotos de seu olho      para detectar onde o fluido est\u00e1 vazando.<\/p>\n<h4>Como \u00e9 tratada a retinopatia diab\u00e9tica?<\/h4>\n<p>O melhor tratamento \u00e9 de prevenir o desenvolvimento da retinopatia o m\u00e1ximo      que puder. Controlar rigorosamente o n\u00edvel de a\u00e7\u00facar no sangue reduzir\u00e1 significativamente      o risco a longo prazo de perda de vis\u00e3o por retinopatia diab\u00e9tica. Se forem      constatados problemas renais e de alta press\u00e3o arterial, estes precisam ser      tratados.<\/p>\n<p><strong>Cirurgia a laser: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>A cirurgia a laser \u00e9 frequentemente indicada para pessoas portadoras de        edema macular, RDP e glaucoma neovascular.       Para o edema macular, o laser enfoca a retina lesada pr\u00f3ximo da m\u00e1cula para        diminuir o vazamento de fluido. O objetivo principal do tratamento \u00e9 de        prevenir maior perda de vis\u00e3o. As pessoas que sofrem de vista turva causada        por edema macular n\u00e3o costumam recuperar a vis\u00e3o normal, embora alguns possam        obter melhoria parcial. Em seguida ao tratamento, algumas pessoas conseguem        ver os pontos de laser perto do centro de sua vis\u00e3o. Com o tempo, os pontos        costumam desbotar, por\u00e9m podem n\u00e3o desaparecer.       Para RDP, o laser enfoca todas as partes da retina exceto a m\u00e1cula. Este        tratamento com fotocoagula\u00e7\u00e3o panretinal faz os novos vasos anormais encolherem,        e muitas vezes os impede de crescer no futuro. Ainda diminui a possibilidade        de sangramento v\u00edtreo ou distor\u00e7\u00e3o retinal ocorrerem.       \u00c0s vezes h\u00e1 necessidade de tratamentos m\u00faltiplos a laser a longo prazo.        A cirurgia a laser n\u00e3o cura a retinopatia diab\u00e9tica e nem sempre impede        mais perda de vista.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Vitrectomia: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Em casos de RDP avan\u00e7ada, o oftalmologista pode indicar uma vitrectomia.        Durante este procedimento microcir\u00fargico, que \u00e9 feito na sala de opera\u00e7\u00f5es,        o v\u00edtreo cheio de sangue \u00e9 retirado e substitu\u00eddo por uma solu\u00e7\u00e3o transparente.        O oftalmologista pode esperar alguns meses ou at\u00e9 um ano para ver se o sangue        desaparece sozinho, antes de fazer a vitrectomia.       Muitas vezes, a vitrectomia impede mais sangramento retirando os vasos anormais        que provocaram o sangramento. Se a retina \u00e9 descolada, pode ser restitu\u00edda        durante a cirurgia da vitrectomia. Normalmente, a cirurgia deve ser feita        cedo, porque a distor\u00e7\u00e3o macular ou descolamento da retina por tra\u00e7\u00e3o causar\u00e1        perda de vista permanente. Quanto mais tempo a m\u00e1cula fica distorcida, mais        acentuada ser\u00e1 a perda de vis\u00e3o.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>A perda de vis\u00e3o \u00e9 em grande parte evit\u00e1vel<\/h4>\n<p>Se voc\u00ea tem diabetes, \u00e9 importante saber que hoje em dia, devido a melhores      m\u00e9todos de diagn\u00f3stico e tratamento, apenas uma pequena porcentagem de pessoas      que desenvolveram retinopatia t\u00eam problemas s\u00e9rios de vis\u00e3o. A detec\u00e7\u00e3o precoce      da retinopatia diab\u00e9tica constitui a melhor prote\u00e7\u00e3o contra a perda de vis\u00e3o.<\/p>\n<p>Voc\u00ea pode reduzir de maneira significante o risco de perda de vis\u00e3o mantendo      um controle rigoroso do n\u00edvel de a\u00e7\u00facar no seu sangue e consultando regularmente      seu oftalmologista.<\/p>\n<h4>Quando marcar um exame<\/h4>\n<p>As pessoas portadoras de diabetes devem marcar exames de olho com dilata\u00e7\u00e3o      da pupila pelo menos uma vez ao ano. Exames mais frequentes feitos por um      oftalmologista podem se fazer necess\u00e1rios depois de diagnosticada a retinopatia      diab\u00e9tica.<\/p>\n<p>Recomenda-se que mulheres gr\u00e1vidas com diabetes marquem uma consulta no primeiro      trimestre porque a retinopatia pode progredir rapidamente durante a gravidez.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea precisa de exame para \u00f3culos, vale lembrar que seu n\u00edvel de a\u00e7\u00facar      no sangue deve estar sob controle regular durante alguns dias antes de ver      seu oftalmologista. \u00d3culos que funcionam bem quando o a\u00e7\u00facar no sangue est\u00e1      fora de controle n\u00e3o funcionam bem quando o teor de a\u00e7\u00facar \u00e9 est\u00e1vel.<\/p>\n<p>Mudan\u00e7as s\u00fabitas no n\u00edvel de a\u00e7\u00facar no sangue pode provocar vis\u00e3o flutuante      em ambos os olhos, mesmo na aus\u00eancia de retinopatia.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea deve fazer exame de vista desde j\u00e1 se voc\u00ea experimenta mudan\u00e7as      de vis\u00e3o que:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Afetam apenas um olho.       Duram mais de alguns dias.       N\u00e3o s\u00e3o associadas a uma mudan\u00e7a no teor de a\u00e7\u00facar no sangue.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Logo ap\u00f3s o primeiro diagn\u00f3stico de diabetes, voc\u00ea deve fazer exame      de vista:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Dentro de 5 anos ap\u00f3s o diagn\u00f3stico se voc\u00ea est\u00e1 com 30 anos ou menos;       Dentro de alguns meses ap\u00f3s o diagn\u00f3stico se voc\u00ea est\u00e1 com mais de 30 anos.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte:  www.dahervision.com<\/p>\n<h6>Retinopatia <\/h6>\n<h4>O que \u00e9 a retinopatia diab\u00e9tica?<\/h4>\n<p>\u00c9 uma manifesta\u00e7\u00e3o ocular da diabetes e uma das principais causas de cegueira.<\/p>\n<h4>Quais s\u00e3o as causas?<\/h4>\n<p>O aumento dos n\u00edveis de a\u00e7\u00facar no sangue (glicemia) &#8211; que caracteriza a diabetes      &#8211; causa altera\u00e7\u00f5es nos pequenos vasos sangu\u00edneos da retina no interior do      olho. Os vasos alterados deixam sair l\u00edquido e sangue para a retina, reduzindo      a vis\u00e3o. <\/p>\n<p>Em alguns casos, desenvolvem-se vasos anormais na retina. Sendo muito fr\u00e1geis      e sangrando facilmente, estes vasos levam \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de tecido fibroso que      repuxa a retina. Neste est\u00e1dio muito grave, a doen\u00e7a designa-se retinopatia      diab\u00e9tica proliferativa.<\/p>\n<h4>Quais s\u00e3o os sintomas da retinopatia diab\u00e9tica?<\/h4>\n<p>Inicialmente n\u00e3o h\u00e1 sintomas, da\u00ed a import\u00e2ncia dos diab\u00e9ticos vigiarem a      sua vis\u00e3o, atrav\u00e9s de exames m\u00e9dicos oculares regulares.<\/p>\n<h4>Como se trata?<\/h4>\n<p>A retinopatia diab\u00e9tica \u00e9 tratada com raios laser. Mas o ideal \u00e9 que o doente      controle os n\u00edveis de a\u00e7\u00facar no sangue desde as fases iniciais da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Fonte:  www.portaldasaude.pt<\/p>\n<h6>Retinopatia <\/h6>\n<p>A diabetes \u00e9 uma doen\u00e7a complexa e progressiva que afeta os vasos sangu\u00edneos      do olho. Um material anormal \u00e9 depositado nas paredes dos vasos sangu\u00edneos      da retina que \u00e9 a regi\u00e3o conhecida como &#8220;fundo de olho&#8221;, causando      estreitamento e \u00e0s vezes bloqueio do vaso sangu\u00edneo, al\u00e9m de enfraquecimento      da sua parede \u0096 o que ocasiona deformidades conhecidas como micro-aneurismas.      Estes micro-aneurismas freq\u00fcentemente rompem ou extravasam sangue causando      hemorragia e infiltra\u00e7\u00e3o de gordura na retina. <\/p>\n<p><strong>Existem duas formas de retinopatia diab\u00e9tica:<\/strong> exsudativa      e proliferativa.<\/p>\n<p><strong>Em ambos os casos, a retinopatia pode levar a uma perda parcial ou      total da vis\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Retinopatia Diab\u00e9tica Exsudativa: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Ocorre quando as hemorragias e as gorduras afetam a m\u00e1cula, que \u00e9 necess\u00e1ria        para a vis\u00e3o central, usada para a leitura.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Retinopatia Diab\u00e9tica Proliferativa: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Surge quando a doen\u00e7a dos vasos sangu\u00edneos da retina progride, o que ocasiona        a prolifera\u00e7\u00e3o de novos vasos anormais que s\u00e3o chamados &#8220;neovasos&#8221;.               Estes novos vasos s\u00e3o extremamente fr\u00e1geis e tamb\u00e9m podem sangrar. Al\u00e9m        do sangramento, os neovasos podem proliferar para o interior do olho causando        graus variados de destrui\u00e7\u00e3o da retina e dificuldades de vis\u00e3o. A prolifera\u00e7\u00e3o        dos neovasos tamb\u00e9m pode causar cegueira em conseq\u00fc\u00eancia de um descolamento        de retina.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Causas<\/h4>\n<p>O diabetes melittus \u00e9 o fator desencadeante desta doen\u00e7a, na qual o corpo      humano n\u00e3o pode fazer uso adequado de alimentos, especialmente de a\u00e7\u00facares.      O problema espec\u00edfico \u00e9 uma quantidade deficiente do horm\u00f4nio insulina nos      diab\u00e9ticos.<\/p>\n<h4>Grupos de risco<\/h4>\n<p>As pessoas que t\u00eam diabetes apresentam um risco de perder a vis\u00e3o 25 vezes      mais do que as que n\u00e3o portam a doen\u00e7a. A Retinopatia Diab\u00e9tica atinge mais      de 75% das pessoas que t\u00eam diabetes h\u00e1 mais de 20 anos.<\/p>\n<h4>Tratamentos<\/h4>\n<p>O controle cuidadoso da diabetes com uma dieta adequada, uso de p\u00edlulas hipoglicemiantes,      insulina ou com uma combina\u00e7\u00e3o destes tratamentos, que s\u00e3o prescritos pelo      m\u00e9dico endocrinologista, s\u00e3o a principal forma de evitar a Retinopatia Diab\u00e9tica.<\/p>\n<p><strong>Fotocoagula\u00e7\u00e3o por raios laser:<\/strong> \u00e9 o procedimento pelo qual      pequenas \u00e1reas da retina doente s\u00e3o cauterizadas com a luz de um raio-laser      na tentativa de prevenir o processo de hemorragia. O ideal \u00e9 que este tratamento      seja administrado no in\u00edcio da doen\u00e7a, possibilitando melhores resultados      por isso \u00e9 extremamente importante a consulta peri\u00f3dica ao oftalmologista.<\/p>\n<p>Fonte:  www.cbo.com.br<\/p>\n<h6>Retinopatia <\/h6>\n<p>A <strong>Retinopatia Diab\u00e9tica<\/strong> \u00e9 caracterizada por altera\u00e7\u00f5es vasculares.<\/p>\n<p>S\u00e3o les\u00f5es que aparecem na retina, podendo causar pequenos sangramentos e,      como conseq\u00fc\u00eancia, a perda da acuidade visual. Exames de rotina (como o \u0093fundo      de olho\u0094) podem detectar anormalidades em est\u00e1gios prim\u00e1rios, o que possibilita      o tratamento ainda na fase inicial do problema.<\/p>\n<p>Hoje, a <strong>Retinopatia<\/strong> \u00e9 considerada uma das mais freq\u00fcentes      complica\u00e7\u00f5es cr\u00f4nicas do diabetes, junto com a Catarata.<\/p>\n<p><strong>No caso do tipo 1,<\/strong> n\u00e3o h\u00e1 necessidade de come\u00e7ar os exames      assim que a pessoa se descobre com diabetes, pois n\u00e3o possui um hist\u00f3rico      de glicemia alta. <\/p>\n<p>Sendo assim, o primeiro exame oftalmol\u00f3gico poder\u00e1 ocorrer ap\u00f3s cinco anos      de tratamento. Conclu\u00eddo esse per\u00edodo, os exames ser\u00e3o realizados anualmente.<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 no diabetes tipo 2<\/strong>, os exames ser\u00e3o realizados desde      o momento do diagn\u00f3stico. Isso ocorre porque n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel identificar por      quanto tempo a pessoa permaneceu com altas taxas de glicemia.<\/p>\n<h4>Tratamento<\/h4>\n<p>O tratamento com a fotocoagula\u00e7\u00e3o (realizado com raio lazer) tem demonstrado      bons resultados na preven\u00e7\u00e3o da perda visual e na terapia de altera\u00e7\u00f5es retinais.    <\/p>\n<p>\u00c9 indicado para edema de m\u00e1cula e em situa\u00e7\u00f5es com hemorragia, tra\u00e7\u00e3o v\u00edtreo-retiniana      e descolamento de retina.<\/p>\n<p>Naturalmente, estes procedimentos devem ser indicados e realizados pelo m\u00e9dico      oftalmologista.<\/p>\n<p>Fonte:  www.diabetes.org.br <\/p>\n<h6>Retinopatia <\/h6>\n<h4>O diabetes pode prejudicar a vis\u00e3o <\/h4>\n<p>O diabetes melitus \u00e9 uma doen\u00e7a na qual o organismo n\u00e3o utiliza nem armazena      a glicose de maneira adequada. Altos n\u00edveis de a\u00e7\u00facar no sangue podem lesar      os vasos sang\u00fc\u00edneos da retina, a camada nervosa do fundo do olho que percebe      a luz e ajuda a enviar imagens at\u00e9 o c\u00e9rebro.<\/p>\n<p>O comprometimento do fundo de olho \u00e9 chamado de Retinopatia Diab\u00e9tica. Trata-se      de doen\u00e7a grave, podendo causar severa perda visual se n\u00e3o diagnosticada e      tratada a tempo.<\/p>\n<h4>Os tipos de retinopatia diab\u00e9tica <\/h4>\n<p><strong>Existem dois tipos de Retinopatia Diab\u00e9tica:<\/strong> a n\u00e3o-proliferativa      e a proliferativa.<\/p>\n<p>a- A Retinopatia Diab\u00e9tica n\u00e3o proliferativa \u00e9 um est\u00e1gio inicial da doen\u00e7a,      na qual h\u00e1 extravasamento de sangue ou fluido a partir de pequenos vasos sang\u00fc\u00edneos      da retina, causando ac\u00famulo de l\u00edquido (edema) e levando \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de dep\u00f3sitos      (exsudatos) na retina. Se a m\u00e1cula n\u00e3o estiver afetada, este est\u00e1gio da retinopatia      diab\u00e9tica pode n\u00e3o causar baixa da vis\u00e3o.<\/p>\n<p>A m\u00e1cula \u00e9 uma pequena \u00e1rea no centro da retina respons\u00e1vel pela vis\u00e3o de      detalhes. O edema macular \u00e9 o espessamento ou incha\u00e7o da retina, provocado      pelo vazamento de fluido a partir dos vasos sang\u00fc\u00edneos da retina, sendo causa      freq\u00fcente de perda visual por diabetes. <\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o oposta, chamada isquemia macular, ocorre quando os pequenos vasos      sang\u00fc\u00edneos ou capilares se fecham, e a m\u00e1cula deixa de receber sangue em quantidade      suficiente.<\/p>\n<p>b- A Retinopatia Diab\u00e9tica Proliferativa ocorre quando vasos anormais, chamados      neovasos, crescem na superf\u00edcie da retina ou do nervo \u00f3ptico. A principal      causa da forma\u00e7\u00e3o de neovasos \u00e9 a oclus\u00e3o dos vasos sang\u00fc\u00edneos da retina,      com impedimento do fluxo sangu\u00edneo adequado. <\/p>\n<p>Freq\u00fcentemente os neovasos s\u00e3o acompanhados de tecido cicatricial, cuja contra\u00e7\u00e3o      pode levar ao descolamento da retina.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/retino34.jpg\" alt=\"Retinopatia\" title=\"Retinopatia\"\/><strong>     Retinopatia diab\u00e9tica n\u00e3o proliferativa<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/retino35.jpg\" alt=\"Retinopatia\" title=\"Retinopatia\"\/>     Retinopatia diab\u00e9tica proliferativa<\/strong><\/p>\n<p><strong>A Retinopatia Diab\u00e9tica proliferativa provoca perda de vis\u00e3o em decorr\u00eancia      de: <\/strong><\/p>\n<p><strong>A- Hemorragia v\u00edtrea<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>A maior parte do globo ocular \u00e9 preenchida pelo v\u00edtreo, uma subst\u00e2ncia        transparente parecida com uma gelatina. Uma hemorragia muito grande, a partir        dos neovasos, pode obstruir a vis\u00e3o s\u00fabita e totalmente, devido ao comprometimento        do v\u00edtreo.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>B- Descolamento de retina<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>A contra\u00e7\u00e3o do tecido cicatricial que acompanha os neovasos pode tracionar        e descolar a retina. Severa perda de vis\u00e3o pode ocorrer se a m\u00e1cula ou grandes        \u00e1reas da retina vierem a se descolar. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>C- Glaucoma neovascular<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>O fechamento dos vasos da retina pode levar ao desenvolvimento de vasos        sang\u00fc\u00edneos anormais na \u00edris, a membrana que d\u00e1 a cor ao olho. Em conseq\u00fc\u00eancia,        a press\u00e3o intra-ocular pode aumentar por obstru\u00e7\u00e3o do fluxo de fluido que        circula dentro do olho. Esta \u00e9 uma forma grave de glaucoma, que pode resultar        em perda da vis\u00e3o.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Como \u00e9 feito o diagn\u00f3stico da retinopatia diab\u00e9tica? <\/h4>\n<p>Um exame de vista feito pelo oftalmologista \u00e9 a \u00fanica maneira de descobrir      as altera\u00e7\u00f5es provocadas pelo diabetes.<\/p>\n<p>Para examinar adequadamente o fundo de olho \u00e9 necess\u00e1rio dilatar a pupila.<\/p>\n<p>A Angiografia com fluoresce\u00edna \u00e9 um exame auxiliar, no qual fotos do fundo      de ollho s\u00e3o feitas ap\u00f3s a inje\u00e7\u00e3o de um contraste (fluoresce\u00edna) em uma veia      do bra\u00e7o. As fotos obtidas podem ser digitalizadas, arquivadas ou impressas      para posterior avalia\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<h4>Como \u00e9 tratada a retinopatia diab\u00e9tica? <\/h4>\n<p>O controle rigoroso do diabetes reduz significativamente o risco de perda      de vis\u00e3o por retinopatia diab\u00e9tica. Outras altera\u00e7\u00f5es tais como a press\u00e3o      arterial elevada e comprometimento dos rins devem ser rigorosamente controladas,      quando associadas ao diabetes.<\/p>\n<p>O tratamento das les\u00f5es decorrentes da retinopatia diab\u00e9tica \u00e9 feito atrav\u00e9s      da fotocoagula\u00e7\u00e3o com laser.<\/p>\n<h4>Laser<\/h4>\n<p>O laser \u00e9 freq\u00fcentemente indicado para tratar o edema macular, as formas      de Retinopatia Diab\u00e9tica Proliferativa e o glaucoma neovascular. <\/p>\n<p>A aplica\u00e7\u00e3o de laser, chamada fotocoagula\u00e7\u00e3o, \u00e9 feita com o raio laser. O      laser mais utilizado para tratar a retinopatia diab\u00e9tica \u00e9 o laser de Arg\u00f4nio.      As aplica\u00e7\u00f5es de laser s\u00e3o feitas com o paciente sentado, geralmente com a      utiliza\u00e7\u00e3o de col\u00edrio anest\u00e9sico, sem a necessidade de interna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No tratamento do edema macular, o laser \u00e9 aplicado na retina lesada pr\u00f3xima      \u00e0 m\u00e1cula para diminuir o vazamento de fluido. O tratamento tem como objetivo      prevenir maior perda de vis\u00e3o. A melhora da vis\u00e3o costuma ser parcial, e o      paciente pode perceber os pontos de laser no campo de vis\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/retino36.jpg\" alt=\"Retinopatia\" title=\"Retinopatia\"\/><strong>     Raio laser no tratamento de retinopatia Diab\u00e9tica<\/strong><\/p>\n<p>Na Retinopatia Diab\u00e9tica proliferativa o laser \u00e9 aplicado em toda a retina,      preservando-se a m\u00e1cula. Este tratamento chamado fotocoagula\u00e7\u00e3o panretiniana      visa a regress\u00e3o dos vasos anormais da retina, diminuindo o risco de hemorragia      v\u00edtrea ou distor\u00e7\u00e3o retiniana.<\/p>\n<p>Dependendo da severidade da retinopatia, v\u00e1rias sess\u00f5es de laser podem ser      necess\u00e1rias. O laser n\u00e3o cura a retinopatia diab\u00e9tica e nem sempre impede      uma futura perda da vis\u00e3o.<\/p>\n<h4>Vitrectomia<\/h4>\n<p>Em casos avan\u00e7ados e severos de retinopatia diab\u00e9tica, uma microcirurgia      denominada vitrectomia pode estar indicada. Utilizando intrumentos e equipamentos      de tecnologia avan\u00e7ada, o oftalmologista remove o v\u00edtreo cheio de sangue,      substituindo-o por um l\u00edquido transparente. Pode-se aguardar a reabsor\u00e7\u00e3o      espont\u00e2nea da hemorragia por alguns meses, antes de se indicar a cirurgia.    <\/p>\n<p>Nos casos mais graves, complicados pela presen\u00e7a de descolamento de retina,      outras t\u00e9cnicas e recursos cir\u00fargicos s\u00e3o utilizados, tais como a endodiatermia,      o endolaser e a coloca\u00e7\u00e3o de gases ou \u00f3leo de silicone na cavidade v\u00edtrea.<\/p>\n<p>Nestes casos, a cirurgia deve ser realizada precocemente, pois a distor\u00e7\u00e3o      macular e o descolamento da retina por tra\u00e7\u00e3o causam perda permanente da vis\u00e3o.    <\/p>\n<h4>A perda de vis\u00e3o \u00e9 geralmente evit\u00e1vel <\/h4>\n<p>Atualmente, devido a melhores m\u00e9todos de diagn\u00f3stico e tratamento, \u00e9 poss\u00edvel      prevenir a perda da vis\u00e3o.<\/p>\n<p>A detec\u00e7\u00e3o precoce da retinopatia diab\u00e9tica constitui a melhor prote\u00e7\u00e3o contra      o dano ocular causado pelo diabetes.<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel reduzir de maneira significativa o risco de perda de vis\u00e3o mantendo      um controle rigoroso da glicose no sangue e consultando o oftalmologista regularmente.    <\/p>\n<h4>Quando marcar um exame <\/h4>\n<p>As pessoas portadoras de diabetes devem realizar exame oftalmol\u00f3gico com      dilata\u00e7\u00e3o da pupila pelo menos uma vez ao ano. Uma vez detectada a retinopatia      diab\u00e9tica, exames mais freq\u00fcentes s\u00e3o necess\u00e1rios, conforme orienta\u00e7\u00e3o do      oftalmologista.<\/p>\n<p>Recomenda-se que mulheres gr\u00e1vidas com diabetes fa\u00e7am um exame oftalmol\u00f3gico      no primeiro trimestre da gravidez, pois a retinopatia pode progredir rapidamente      durante a gravidez.<\/p>\n<p>Exame para \u00f3culos s\u00f3 deve ser realizado se o n\u00edvel de glicose no sangue estiver      sob controle.<\/p>\n<p>Mudan\u00e7as s\u00fabitas no n\u00edvel de a\u00e7\u00facar no sangue podem provocar vis\u00e3o flutuante      em ambos os olhos, mesmo na aus\u00eancia de retinopatia.<\/p>\n<p><strong>Um paciente portador de diabetes deve fazer exame de vista imediatamente      se observar mudan\u00e7as de vis\u00e3o que:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Afetem apenas um olho.       Durem mais de alguns dias.       N\u00e3o estejam associadas a uma mudan\u00e7a do teor de a\u00e7\u00facar no sangue. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte:  www.ipvisao.com.br<\/p>\n<h6>Retinopatia <\/h6>\n<p>A r<strong>etinopatia diab\u00e9tica<\/strong> \u00e9 uma das principais causas de cegueira,      fazendo parte ao lado das nefropatias, vasculopatias e neuropatias, do conjunto      de complica\u00e7\u00f5es mais freq\u00fcentes dos pacientes com Diabetes Mellitus que, com      o aumento da sobrevida, manifestam progressivamente a doen\u00e7a com maior incid\u00eancia      e gravidade. <\/p>\n<p>A <strong>retinopatia diab\u00e9tica<\/strong> apresenta comportamento diferente      nos pacientes insulino-dependentes, sendo que o controle metab\u00f3lico adequado      tende a retardar o aparecimento e diminuir a gravidade das altera\u00e7\u00f5es fundosc\u00f3picas      que, no entanto, quando j\u00e1 existentes n\u00e3o se modificam significativamente      com a normaliza\u00e7\u00e3o da glicemia.<\/p>\n<h4>Cuidados<\/h4>\n<p>A associa\u00e7\u00e3o da hipertens\u00e3o arterial, nefropatia, gravidez e fumo podem piorar      o progn\u00f3stico. Como a acuidade visual pode estar preservada temporariamente,      mesmo nas formas mais severas da retinopatia, os pacientes devem ser orientados      sobre a exist\u00eancia e riscos da doen\u00e7a e que somente o controle oftalmol\u00f3gico      peri\u00f3dico pode propiciar sua detec\u00e7\u00e3o e tratamento precoces, com conseq\u00fcente      melhor progn\u00f3stico para preserva\u00e7\u00e3o da vis\u00e3o. <\/p>\n<p>Todos os diab\u00e9ticos devem ser submetidos a exame oftalmol\u00f3gico completo com      aten\u00e7\u00e3o especial a oftalmoscopia direta e indireta e biomicroscopia do fundo      do olho com dilata\u00e7\u00e3o pupilar. <\/p>\n<p>Devem-se fazer avalia\u00e7\u00f5es anuais, quando os resultados forem normais, mas      os controles peri\u00f3dicos devem serfreq\u00fcentemente complementados com retinografia      e angiofluoresceinografia e realizadas em intervalos mais curtos se existirem      altera\u00e7\u00f5es compat\u00edveis com retinopatia diab\u00e9tica, com ou sem baixa vis\u00e3o.<\/p>\n<h4>Complica\u00e7\u00f5es<\/h4>\n<p><strong>A retinopatia diab\u00e9tica pode ser:<\/strong> tipo simples, caracterizada      pela presen\u00e7a de microaneurismas, hemorragias superficiais ou profundas, edema      de retina, precipitados lip\u00eddicos, exsudatos moles e zonas de n\u00e3o perfus\u00e3o      capilar e tipo proliferativa, caracterizada por neovasculariza\u00e7\u00e3o do disco      \u00f3ptico, retina e\/ou v\u00edtreo.<\/p>\n<h4>Tratamento<\/h4>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias de a\u00e7\u00e3o eficaz , at\u00e9 o momento, de que qualquer tratamento      cl\u00ednico seja profil\u00e1tico ou curativo atrav\u00e9s da utiliza\u00e7\u00e3o de diversas drogas,      sendo que apenas a fotocoagula\u00e7\u00e3o tem mostrado bons resultados na preven\u00e7\u00e3o      e terapia de altera\u00e7\u00f5es retinianas que predisp\u00f5em \u00e0 baixa visual revers\u00edvel.    <\/p>\n<p>O tratamento mais utilizado \u00e9 a fotocoagula\u00e7\u00e3o com raio laser, sendo que      as principais indica\u00e7\u00f5es s\u00e3o relacionadas \u00e0 terapia de edema de m\u00e1cula, da      zona de n\u00e3o perfus\u00e3o capilar, que leva \u00e0 neovasculariza\u00e7\u00e3o; e da prolifera\u00e7\u00e3o      fibro-vascular, que leva \u00e0hemorragia e tra\u00e7\u00e3o v\u00edtreo-retiniana.<\/p>\n<p>A maculopatia \u00e9 mais comumnos pacientes insulino independentes e a neovasculariza\u00e7\u00e3o      nos insulino-dependentes. O tratamento pode ser cir\u00fargico atrav\u00e9s da vitrectomia,      quando h\u00e1 hemorragia v\u00edtrea persistente e recidivante, ou quando h\u00e1 descolamento      tradicional da retina ou distor\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o peri-papilar e do p\u00f3lo posterior.<\/p>\n<p><strong>MANTER UM BOM CONTROLE DA GLICEMIA \u00c9 FUNDAMENTAL PARA EVITAR COMPLICA\u00c7\u00d5ES      NA RETINA<\/strong> <\/p>\n<p>Fonte:  www.diabetenet.com.br<\/p>\n<h6>Retinopatia <\/h6>\n<p><strong>Retinopatia Diab\u00e9tica<\/strong> \u00e9 uma complica\u00e7\u00e3o do diabetes, caracterizada      pelo n\u00edvel alto de a\u00e7\u00facar no sangue, que provoca les\u00f5es definitivas nas paredes      dos vasos que nutrem a retina. Em conseq\u00fc\u00eancia, ocorre vazamento de l\u00edquido      e sangue no interior do olho, desfocando a vis\u00e3o. Com o tempo, a doen\u00e7a se      agrava e os vasos podem se romper, caracterizando a hemorragia v\u00edtrea podendo      levar ao descolamento da retina. <\/p>\n<p>O diabetes pode ainda causar o surgimento de vasos sangu\u00edneos anormais na      \u00edris, ocasionando o Glaucoma.<\/p>\n<p>A <strong>Retinopatia Diab\u00e9tica<\/strong> apresenta comportamento mais agressivo,      com risco de perda da vis\u00e3o, nos pacientes insulino-dependentes. O controle      rigoroso do Diabetes Mellitus, caracterizado pela defici\u00eancia da insulina,      retarda o aparecimento e reduz a progress\u00e3o da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Uma vez instaladas, as altera\u00e7\u00f5es retinianas n\u00e3o se modificam significativamente      com a normaliza\u00e7\u00e3o da glicemia, necessitando de tratamento oftalmol\u00f3gico espec\u00edfico.<\/p>\n<h4>Tipos e Causas<\/h4>\n<p>A Retinopatia Diab\u00e9tica atinge 80% dos diab\u00e9ticos com 25 anos ou mais de      doen\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Apresenta-se de duas formas b\u00e1sicas:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Retinopatia Diab\u00e9tica N\u00e3o Proliferativa<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 o tipo menos agressivo da doen\u00e7a considerada como est\u00e1gio inicial e sinal        de alerta para o paciente diab\u00e9tico. Essa fase tem um curso mais benigno        e pode provocar uma baixa discreta e moderada da vis\u00e3o.<\/p>\n<p>Caracterizada por altera\u00e7\u00f5es vasculares retinianas, com o surgimento de        hemorragias e vazamentos que provocam edemas e diminui\u00e7\u00e3o da vis\u00e3o, caso        atinjam a \u00e1rea da m\u00e1cula (zona da retina respons\u00e1vel pela vis\u00e3o central).<\/p>\n<p><strong>Retinopatia Proliferativa <\/strong><\/p>\n<p>Apesar de ser menos comum, \u00e9 a mais agressiva e prejudicial \u00e0 vis\u00e3o. Caracteriza-se        pelo aparecimento de \u00e1reas na retina sem irriga\u00e7\u00e3o (isquemia), que promovem        o surgimento de novos para substituir os danificados. Esses vasos se rompem        com facilidade por serem mais fr\u00e1geis, podendo levar a uma perda visual        total ocasionada pelo descolamento tracional da retina e\/ou hemorragias        v\u00edtreas.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Sintomas<\/h4>\n<p>A <strong>Retinopatia Diab\u00e9tica<\/strong> n\u00e3o provoca dores, sendo muitas      vezes silenciosa, impossibilitando o paciente de perceber os sintomas. Se      acontecer edemas, na \u00e1rea macular, pode ocorrer baixa da vis\u00e3o com perda gradativa      do foco. Havendo sangramento, podem surgir algumas manchas ou pontos escuros      no eixo da vis\u00e3o.<\/p>\n<p>Em geral, o sintoma mais comum da Retinopatia Diab\u00e9tica \u00e9 a vista emba\u00e7ada,      que ocorre progressivamente e, \u00e0s vezes, subitamente pela hemorragia v\u00edtrea.      A perda visual pode ser um sintoma tardio, expressando a gravidade da situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h4>Tratamento e Controle<\/h4>\n<p>O melhor tratamento da Retinopatia Diab\u00e9tica \u00e9 a preven\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de consulta      oftalmol\u00f3gicas regulares e controle rigoroso do n\u00edvel de a\u00e7\u00facar no sangue.    <\/p>\n<p>Quando a doen\u00e7a j\u00e1 est\u00e1 instalada o tratamento \u00e9 feito com laser verde.<\/p>\n<p>Apesar de n\u00e3o restituir a perda visual ocorrida na fase inicial da doen\u00e7a,      o tratamento a laser evita o progresso da Retinopatia Diab\u00e9tica e o surgimento      de novos vazamentos.<\/p>\n<p>Nos casos de Retinopatia Proliferativa, em que se observa o descolamento      da retina ou hemorragia v\u00edtrea significativa, o tratamento indicado \u00e9 a vitrectomia,      uma microcirurgia que remove a hemorragia juntamente com o l\u00edquido v\u00edtreo      (gelatina que preenche o olho), substituindo-o por outro l\u00edquido semelhante      e transparente.<\/p>\n<h4>Diagn\u00f3stico<\/h4>\n<p>Por n\u00e3o apresentar sintomas prontamente identific\u00e1veis, o diagn\u00f3stico da      Retinopatia Diab\u00e9tica s\u00f3 pode ser feito por um oftalmologista, atrav\u00e9s de      exames especializados de Mapeamento e Angiografia da Retina (fotografias da      retina coloridas e com contraste). <\/p>\n<p>Por tratar-se de doen\u00e7a de dif\u00edcil percep\u00e7\u00e3o, \u00e9 de extrema import\u00e2ncia que      todo diab\u00e9tico, mesmo que n\u00e3o apresente baixa da vis\u00e3o, previna-se realizando      consultas oftalmol\u00f3gicas pelo menos uma vez ao ano.<\/p>\n<p>Fonte:  www.dayhorc.com.br<\/p>\n<h6>Retinopatia <\/h6>\n<h4>Diabetes Mellitus: Preven\u00e7\u00e3o e Tratamento da Retinopatia<\/h4>\n<p>A retinopatia diab\u00e9tica \u00e9 uma das desordens microvasculares mais comuns causada      pelo diabetes mellitus e est\u00e1 entre as principais causas de perda visual,      nos Estados Unidos da Am\u00e9rica do Norte1(D).<\/p>\n<p>\u00c9 comum tanto no diabetes tipo 1, quanto no tipo 2 e est\u00e1 presente em quase      todos os pacientes diab\u00e9ticos tipo 1, ap\u00f3s 15 anos do diagn\u00f3stico2(B). V\u00e1rios      estudos prospectivos j\u00e1 demonstraram a import\u00e2ncia do controle glic\u00eamico na      preven\u00e7\u00e3o desta complica\u00e7\u00e3o, o controle terap\u00eautico intensivo retarda a sua      progress\u00e3o3(A), o risco reduz-se em cinco ou mais vezes comparado ao tratamento      convencional4(A), no diabetes tipo 2, a redu\u00e7\u00e3o \u00e9 observada tanto com insulina,      como com sulfonilur\u00e9ia5(A). <\/p>\n<p>Por\u00e9m, ainda que pare\u00e7a uma medida simples e \u00f3bvia, esse controle n\u00e3o s\u00f3      \u00e9 dif\u00edcil de ser atingido, como principalmente mantido. Nossos esfor\u00e7os s\u00e3o      constantemente frustrados pelos resultados obtidos, frutos de conting\u00eancias      diversas, entre elas o contexto socioecon\u00f4mico no qual est\u00e3o inseridos nossos      pacientes e nosso pa\u00eds. Mas n\u00e3o podemos ignorar o impacto social e econ\u00f4mico      do diabetes na sociedade6(D).<\/p>\n<p>Os custos envolvidos no processo de educa\u00e7\u00e3o e tratamento do paciente diab\u00e9tico      e a nossa pol\u00edtica de sa\u00fade colocam o controle glic\u00eamico como um ideal quase      inating\u00edvel. Diante disso, continuamos vendo nossos diab\u00e9ticos enxergando      cada vez menos.<\/p>\n<p>Apesar do empenho de pesquisadores em todo o mundo, at\u00e9 o momento, n\u00e3o h\u00e1      nenhuma evid\u00eancia de que algum tipo de tratamento farmacol\u00f3gico seguro e eficaz      possa prevenir, retardar ou reverter essa complica\u00e7\u00e3o que, quando culmina      em cegueira, pode ser considerada a mais tr\u00e1gica delas. Um avan\u00e7o ocorrido      mais recentemente, e utilizado em alguns centros com sucesso, \u00e9 o acetato      de triancinolona, feito atrav\u00e9s de inje\u00e7\u00e3o intrav\u00edtreo nos casos de edema      macular n\u00e3o responsivo \u00e0 fotocoagula\u00e7\u00e3o7(C).<\/p>\n<p>Enquanto aguardamos novas op\u00e7\u00f5es, devemos unir esfor\u00e7os para assegurar um      protocolo para a preven\u00e7\u00e3o e a detec\u00e7\u00e3o precoce da retinopatia diab\u00e9tica.<\/p>\n<h4>CLASSIFICA\u00c7\u00c3O DA RETINOPATIA DIAB\u00c9TICA<\/h4>\n<p>Re<strong>tinopatia Background ou N\u00e3o Proliferativa <\/strong><\/p>\n<p>As imagens que vemos s\u00e3o respostas cerebrais aos est\u00edmulos enviados pela      retina. Para que haja qualidade na capta\u00e7\u00e3o das imagens, a retina e seus capilares      t\u00eam que estar \u00edntegros. Na retinopatia diab\u00e9tica, os capilares retinianos      se tornam perme\u00e1veis e extravasam lipoprote\u00ednas, que formam os exsudatos duros.      Alguns vasos adjacentes podem apresentar prolifera\u00e7\u00e3o endotelial e forma\u00e7\u00e3o      de microaneurismas. Nessa fase, ainda pode ocorrer edema macular que \u00e9 uma      importante causa de perda visual.<\/p>\n<p><strong>Retinopatia Proliferativa<\/strong><\/p>\n<p>Com a progress\u00e3o da doen\u00e7a ocorrer\u00e1 franca obstru\u00e7\u00e3o vascular e, em resposta      \u00e0 isquemia do tecido, haver\u00e1 libera\u00e7\u00e3o de fatores de crescimento que desencadear\u00e3o      o processo de neovasculariza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, os novos vasos formados t\u00eam estrutura fr\u00e1gil, se rompem facilmente,      causando hemorragias e s\u00e3o acompanhados de fibroses que, se ocorrerem no v\u00edtreo,      podem levar ao descolamento da retina. A hemorragia v\u00edtrea profusa e o descolamento      da retina, freq\u00fcentemente, levam \u00e0 cegueira8(D).<\/p>\n<h4>QUADRO CL\u00cdNICO<\/h4>\n<p>Ambos os est\u00e1gios da retinopatia, background e proliferativa, podem ser assintom\u00e1ticos.    <\/p>\n<p><strong>O dist\u00farbio visual pode se manifestar de v\u00e1rias maneiras:<\/strong>      vis\u00e3o central manchada em decorr\u00eancia do edema macular; ou perda s\u00fabita de      vis\u00e3o, que poder\u00e1 ou n\u00e3o ser revers\u00edvel, como conseq\u00fc\u00eancia de sangramento      v\u00edtreo e\/ou descola mento da retina9(C).<\/p>\n<h4>FATORES DE RISCO<\/h4>\n<p>Al\u00e9m de fatores gen\u00e9ticos, a hiperglicemia ainda \u00e9 considerada o est\u00edmulo      inicial para o desenvolvimento da doen\u00e7a ocular10(D). A dura\u00e7\u00e3o do diabetes      tamb\u00e9m est\u00e1 fortemente relacionada ao desenvolvimento da retinopatia11(A).      Um importante par\u00e2metro utilizado para controle metab\u00f3lico \u00e9 a hemoglobina      glicada (Hb A1C), que nos permite avaliar a glicemia m\u00e9dia de um paciente      ao longo de 2 a 3 meses antecedentes e, assim, a efic\u00e1cia do tratamento12(D).      V\u00e1rios estudos j\u00e1 documentaram a associa\u00e7\u00e3o entre a redu\u00e7\u00e3o da HbA1C e o retardo      da evolu\u00e7\u00e3o da retinopatia diab\u00e9tica4,5(A).<\/p>\n<p>A hipertens\u00e3o arterial, uma co-morbidade comum do diabetes, \u00e9 tamb\u00e9m um fator      de risco importante para doen\u00e7as macro e microvasculares, devendo ser tratada      agressivamente 13 (A). Embora retardem o aparecimento da doen\u00e7a, tais medidas      n\u00e3o s\u00e3o suficientes para prevenir totalmente ou interromper completamente      a doen\u00e7a4,5(A). <\/p>\n<p>Tabagismo14(D), puberdade11(A) e gesta\u00e7\u00e3o15 (A) tamb\u00e9m est\u00e3o relacionados      ao desenvolvimento precoce das doen\u00e7as microvasculares e podem contribuir      para a sua progress\u00e3o.<\/p>\n<p>Embora o exerc\u00edcio f\u00edsico seja de suma import\u00e2ncia para o paciente diab\u00e9tico,      antes de recomend\u00e1-lo deve-se avaliar a presen\u00e7a de complica\u00e7\u00f5es micro e macrovasculares      que podem ser agravadas16(D). Uma vez assegurado o diagn\u00f3stico, um plano de      atividade f\u00edsica individualizado pode minimizar o risco para o paciente17(D).<\/p>\n<p>Os indiv\u00edduos diab\u00e9ticos possuem maior propens\u00e3o a desenvolver catarata e      a cirurgia para sua corre\u00e7\u00e3o pode acelerar a retinopatia. J\u00e1 \u00e9 consenso que      o uso do \u00e1cido acetilsalic\u00edlico n\u00e3o apresenta riscos para o paciente retinopata,      assim como n\u00e3o previne essa doen\u00e7a18(D).<\/p>\n<h4>DIAGN\u00d3STICO<\/h4>\n<p>O m\u00e9todo de documenta\u00e7\u00e3o validado para a triagem da retinopatia diab\u00e9tica      \u00e9 a documenta\u00e7\u00e3o fotogr\u00e1fica do fundo de olho, que apresenta muitas vantagens      log\u00edsticas. Duas a quatro fotos de v\u00e1rios \u00e2ngulos do fundo da retina de ambos      os olhos s\u00e3o examinadas. <\/p>\n<p><strong>A avalia\u00e7\u00e3o inclui:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>A determina\u00e7\u00e3o do tipo morfol\u00f3gico do elemento presente (microaneurismas;        hemorragias; exsudatos duros e\/ou algodonosos; anormalidades vasculares;        edema macular exudativo ou isqu\u00eamico; ros\u00e1rio venoso; prolifera\u00e7\u00e3o vascular;        tecido fibroso; e outros); \u0095 A localiza\u00e7\u00e3o desses elementos. <\/p>\n<p>O n\u00famero aproximado desses elementos. <\/p>\n<p>Outros procedimentos como biomicroscopia da retina com l\u00e2mpada de fenda        e\/ou angiografia com fluoresce\u00edna devem ser julgados pelo oftalmologista19(C).<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>RECOMENDA\u00c7\u00d5ES<\/h4>\n<p><strong>TRIAGEM<\/strong><\/p>\n<p>O ideal \u00e9 que o tratamento da retinopatia seja institu\u00eddo antes da sintomatologia      se tornar evidente.<\/p>\n<p><strong>Para isso, \u00e9 de suma import\u00e2ncia um protocolo de atendimento no qual:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Adultos e adolescentes com diabetes tipo 1 devem ser submetidos \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o        oftalmol\u00f3gica ap\u00f3s 3 a 5 anos de diagn\u00f3stico;<\/p>\n<p>Todos os pacientes diab\u00e9ticos tipo 2 devem ser encaminhados para um exame        oftalmol\u00f3gico inicial com pupilas dilatadas na ocasi\u00e3o do diagn\u00f3stico.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Controle glic\u00eamico otimizado pode reduzir substancialmente o risco      e a progress\u00e3o da retinopatia:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Realizar o teste de HbA1C 2 a 3 vezes ao ano para assegurar o alcance        das metas:<\/strong> 7,0%, usando um ensaio com base no DCCT, ou at\u00e9 o limite        m\u00e1ximo do m\u00e9todo adotado, sendo aceito at\u00e9 1% acima. Esbarramos aqui num        s\u00e9rio problema de interpreta\u00e7\u00e3o, uma vez que n\u00e3o h\u00e1 uma padroniza\u00e7\u00e3o metodol\u00f3gica;<\/p>\n<p>Glicose plasm\u00e1tica pr\u00e9-prandial entre 90-130 mg\/dl;<\/p>\n<p>Glicemia p\u00f3s-prandial &lt;180 mg\/dl.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Controle otimizado da press\u00e3o arterial:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Press\u00e3o arterial &lt;130\/80 mmHg.<\/p>\n<\/blockquote>\n<blockquote>\n<p>Aconselhar todos os pacientes a n\u00e3o fumar.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>TRATAMENTO<\/h4>\n<p>A fotocoagula\u00e7\u00e3o a laser de arg\u00f4nio \u00e9 o primeiro tratamento e deve ser institu\u00eddo      precocemente, antes que a doen\u00e7a se torne sintom\u00e1tica. A fotocoagula\u00e7\u00e3o focal      ou a fotocoagula\u00e7\u00e3o pan-retiniana podem reduzir o risco de perda da vis\u00e3o      em pacientes com retinopatia diab\u00e9tica;<\/p>\n<p>Pacientes que apresentam edema macular, retinopatia n\u00e3o proliferativa moderada      ou grave e qualquer retinopatia proliferativa devem ser encaminhados prontamente      a um retin\u00f3logo, especialista experiente na \u00e1rea, pois al\u00e9m da fotocoagula\u00e7\u00e3o      a laser, freq\u00fcentemente s\u00e3o necess\u00e1rios m\u00e9todos terap\u00eauticos adicionais, como      agentes antiinflamat\u00f3rios, antiproliferativos, por exemplo, infus\u00e3o paral\u00edmbica      transescleral de triamcinolona intra-hialoidea, e em casos mais avan\u00e7ados,      a cirurgia vitreorretiniana retinopexia\/vitrectomia para recupera\u00e7\u00e3o da perda      visual iminente ou j\u00e1 instalada, como na hemorragia v\u00edtrea ou descolamento      de retina.<\/p>\n<h4>ACOMPANHAMENTO<\/h4>\n<blockquote>\n<p>Para que um paciente seja considerado metabolicamente bem controlado, deve        apresentar anualmente pelo menos duas HbA1C dentro da normalidade, para        os que n\u00e3o est\u00e3o alcan\u00e7ando as metas, ou naqueles cuja terapia foi modificada,        devemos realizar o exame a cada 3 meses.<\/p>\n<p>Os n\u00edveis press\u00f3ricos devem ser aferidos em cada consulta de rotina do        diabetes, visando uma press\u00e3o &lt;130\/80. <\/p>\n<p>Os exames oftalmol\u00f3gicos subseq\u00fcentes para os pacientes diab\u00e9ticos tipo        1 e tipo 2 devem ser realizados anualmente. O oftalmologista pode estabelecer        um intervalo de seguimento cl\u00ednico maior, ou dependendo da gravidade da        retinopatia at\u00e9 a cada 3 meses.<\/p>\n<p>As mulheres diab\u00e9ticas que estiverem planejando engravidar devem ser submetidas        a um exame oftalmol\u00f3gico completo e devem ser orientadas em rela\u00e7\u00e3o ao risco        de aparecimento ou progress\u00e3o da retinopatia. As mulheres diab\u00e9ticas que        engravidam sem planejamento devem ser submetidas ao exame oftalmol\u00f3gico        no primeiro trimestre, periodicamente ao longo da gesta\u00e7\u00e3o e 1 ano ap\u00f3s        o parto. Essas orienta\u00e7\u00f5es n\u00e3o se aplicam \u00e0s mulheres que desenvolvem diabetes        gestacional, uma vez que, nesses casos n\u00e3o existe risco para a retinopatia.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>OUTRAS CONSIDERA\u00c7\u00d5ES<\/h4>\n<p>Os pacientes devem ser muito bem informados sobre as poss\u00edveis repercuss\u00f5es      do seu controle inadequado, sem soar terrorismo ou onipot\u00eancia.<\/p>\n<p>Devemos apenas instru\u00ed-los, capacitando-os a fazer as melhores escolhas para      compor o seu modus vivendi. Os pacientes devem ser, reiteradamente, motivados      a seguir as recomenda\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas, uma vez que dessa forma pode-se adiar qualquer      complica\u00e7\u00e3o e, se precocemente detectada, pode ser tratada com maior chance      de sucesso.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 oportuno que algumas quest\u00f5es sejam levantadas em nosso pa\u00eds:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>1.<\/strong> Quantos pacientes possuem retinopatia, pelo menos a        forma proliferativa?<strong>       2.<\/strong> Quantas pessoas j\u00e1 est\u00e3o cegas em decorr\u00eancia da retinopatia        diab\u00e9tica?<strong>       3.<\/strong> Quantos novos casos de cegueira surgem a cada ano em decorr\u00eancia        desta doen\u00e7a?<strong>       4. <\/strong>Qual o impacto econ\u00f4mico e social causado por esta complica\u00e7\u00e3o?<strong>       5. <\/strong>Como s\u00e3o atendidos e qual a freq\u00fc\u00eancia com que s\u00e3o atendidos        nossos diab\u00e9ticos no sistema prim\u00e1rio?<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>O atendimento inicial j\u00e1 assegura a avalia\u00e7\u00e3o multidisciplinar:<\/strong>      principalmente exame oftalmol\u00f3gico e cardiovascular?<\/p>\n<blockquote>\n<p>Todos t\u00eam acesso \u00e0 hemoglobina glicada e aos materiais necess\u00e1rios para        a automonitoriza\u00e7\u00e3o?       Os custos envolvidos com o processo preventivo superam o preju\u00edzo causado        pela improdutividade resultante da cegueira?<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Se conseguirmos respond\u00ea-las teremos uma imagem mais precisa da nossa realidade      e talvez, diante de fatos concretos e custos, consegu\u00edssemos maior mobiliza\u00e7\u00e3o      por parte de nossas autoridades no que concerne aos pacientes diab\u00e9ticos.<\/p>\n<p><strong>Autoria:<\/strong> Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia      Conselho Brasileiro de Oftalmologia<\/p>\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n<p>1. Ferris FL 3rd. Diabetic retinopathy.Diabetes Care 1993;16:322-5.     2. Klein R, Klein BE, Moss SE, Cruick-shanks KJ. The Wisconsin Epidemiologic      Study of diabetic retinopathy. XIV. Tenyear incidence and progression of diabetic      retinopathy. Arch Ophthalmol 1994; 112:1217-28.     3. The Diabetes Control and Complications Trial Research Group. The effect      of intensive treatment of diabetes on the development and progression of long-term      complications in insulin-dependent diabetes mellitus.N Engl J Med 1993;329:977-86.     4. The Diabetes Control and Complications Trial. The effect of intensive diabetes      treatment on the progression of diabetic retinopathy in insulin-dependent      diabetes mellitus. Arch Ophthalmol 1995;113:36-51.5. UK Prospective Diabetes      Study Group. Intensive blood-glucose control with sulphonylureas or insulin      compared with conventional treatment and risk of complications in patients      with type 2 diabetes (UKPDS 33). Lancet 1998; 352:837-53.     6. Alleyne G. Diabetes-a declaration for the Americas. Bull Pan Am Health      Organ 1996;30:261-2.     7. Martidis A, Duker JS, Greenberg PB, Rogers AH, Puliafito CA, Reichel E,      et al. Intravitreal triamcinolone for refractory diabetic macular edema. Ophthalmology      2002;109:920-7.     8. American Diabetes Association. Diabetic retinopathy. Diabetes Care 2000;23(Suppl      1):S73-6.     9. Imesch PD, Bindley CD, Wallow IH. Clinicopathologic correlation of intraretinal      microvascular abnormalities. Retina 1997;17:321-9.     10. Schmidt AM, Yan SD, Stern DM. The dark side of glucose. Nat Med 1995;1:1002-4.     11. Klein R, Klein BE, Moss SE, Davis MD, DeMets DL. The Wisconsin epidemiologic      study of diabetic retinopathy. II. Prevalence and risk of diabetic retinopathy      when age at diagnosis is less than 30 years. Arch Ophthalmol 1984;102:520-6.     12. Sacks DB, Bruns DE, Goldstein DE, Maclaren NK, McDonald JM, Parrott M.Guidelines      and recommendations for laboratory analysis in the diagnosis and management      of diabetes mellitus. Clin Chem 2002;48:436-72.     13. UK Prospective Diabetes Study Group.Tight blood pressure control and risk      of macrovascular and microvascular complications in type 2 diabetes: UKPDS      38. BMJ 1998;317:703-13.     14. Haire-Joshu D, Glasgow RE, Tibbs TL; American Diabetes Association. Smoking      and diabetes. Diabetes Care 2004;27(Suppl 1):S74-5.<\/p>\n<p>Fonte:  www.projetodiretrizes.org.br<\/p>\n<h6>Retinopatia <\/h6>\n<h4>QUAL A CAUSA? <\/h4>\n<p>Se voc\u00ea tem diabetes, voc\u00ea corre o risco de ter um n\u00edvel elevado de glicose      no sangue, o que pode danificar os vasos sang\u00fc\u00edneos dos seus olhos, resultando      em retinopatia diab\u00e9tica. <\/p>\n<p>Os vasos sang\u00fc\u00edneos danificados podem deixar vazar l\u00edquidos ou sangrar, fazendo      com que a retina inche e a vis\u00e3o fique desfocada. \u00c0 medida que a doen\u00e7a progride,      vasos sang\u00fc\u00edneos fr\u00e1geis crescem na superf\u00edcie da retina. Esses vasos podem      se romper, liberando sangue no humor v\u00edtreo, ou afastar a retina da parte      de tr\u00e1s do olho. Al\u00e9m disso, vasos sang\u00fc\u00edneos anormais podem surgir na \u00edris,      causando glaucoma.<\/p>\n<h4>QUAIS S\u00c3O OS SINTOMAS? <\/h4>\n<p>A retinopatia diab\u00e9tica nunca \u00e9 dolorosa; na verdade, pode ser que voc\u00ea n\u00e3o      apresente nenhum sintoma. Ocasionalmente, se houver reten\u00e7\u00e3o de l\u00edquidos,      sua vis\u00e3o poder\u00e1 se tornar gradualmente desfocada; se houver sangramento,      pode ser que surjam pontos ou manchas escuras em sua vis\u00e3o. <\/p>\n<h4>COMO PREVENIR? <\/h4>\n<p>Cuide-se &#8211; mantenha uma dieta saud\u00e1vel e fa\u00e7a exerc\u00edcios regularmente &#8211; para      reduzir significativamente o risco de uma diabetes ocular. Fa\u00e7a testes de      vis\u00e3o peri\u00f3dicos para descobrir a doen\u00e7a em est\u00e1gios iniciais, facilitando      o tratamento e prevenindo complica\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>Casos graves de retinopatia diab\u00e9tica podem ser tratados cirurgicamente.<\/p>\n<p>Fonte:  www.bausch.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Retinopatia, Diab\u00e9tica, Diab\u00e9tico, Tipo, Causa, Diagn\u00f3stico, Vis\u00e3o, Olho, Sintoma, Preven\u00e7\u00e3o, Tratamento, Complica\u00e7\u00f5es, O que \u00e9, Retinopatia<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[84],"tags":[],"class_list":["post-33977","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-saude"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Retinopatia, Diab\u00e9tica, Diab\u00e9tico, Tipo, Causa, Diagn\u00f3stico Retinopatia<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Retinopatia, Diab\u00e9tica, Diab\u00e9tico, Tipo, Causa, Diagn\u00f3stico, Vis\u00e3o, Olho, Sintoma, Preven\u00e7\u00e3o, Tratamento, Complica\u00e7\u00f5es, O que \u00e9, Retinopatia\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Retinopatia, Diab\u00e9tica, Diab\u00e9tico, Tipo, Causa, Diagn\u00f3stico Retinopatia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Retinopatia, Diab\u00e9tica, Diab\u00e9tico, Tipo, Causa, Diagn\u00f3stico, Vis\u00e3o, Olho, Sintoma, Preven\u00e7\u00e3o, Tratamento, Complica\u00e7\u00f5es, O que \u00e9, Retinopatia\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/retinopatia\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-05-20T19:10:38+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2016-05-20T19:17:29+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/retino27.jpg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"52 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/retinopatia#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/retinopatia\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\"},\"headline\":\"Retinopatia\",\"datePublished\":\"2016-05-20T19:10:38+00:00\",\"dateModified\":\"2016-05-20T19:17:29+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/retinopatia\"},\"wordCount\":10464,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/retinopatia#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/05\\\/retino27.jpg\",\"articleSection\":[\"Sa\u00fade\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/retinopatia#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/retinopatia\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/retinopatia\",\"name\":\"Retinopatia, Diab\u00e9tica, Diab\u00e9tico, Tipo, Causa, Diagn\u00f3stico Retinopatia\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/retinopatia#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/retinopatia#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/05\\\/retino27.jpg\",\"datePublished\":\"2016-05-20T19:10:38+00:00\",\"dateModified\":\"2016-05-20T19:17:29+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\"},\"description\":\"Retinopatia, Diab\u00e9tica, Diab\u00e9tico, Tipo, Causa, Diagn\u00f3stico, Vis\u00e3o, Olho, Sintoma, Preven\u00e7\u00e3o, Tratamento, Complica\u00e7\u00f5es, O que \u00e9, Retinopatia\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/retinopatia#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/retinopatia\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/retinopatia#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/05\\\/retino27.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/05\\\/retino27.jpg\",\"width\":400,\"height\":223},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\\\/retinopatia#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Sa\u00fade e Bem-Estar\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/saude-e-bem-estar\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":3,\"name\":\"Sa\u00fade\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/saude-e-bem-estar\\\/saude\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":4,\"name\":\"Retinopatia\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"Pesquisa Escolar Gratuita\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\",\"name\":\"admin\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Retinopatia, Diab\u00e9tica, Diab\u00e9tico, Tipo, Causa, Diagn\u00f3stico Retinopatia","description":"Retinopatia, Diab\u00e9tica, Diab\u00e9tico, Tipo, Causa, Diagn\u00f3stico, Vis\u00e3o, Olho, Sintoma, Preven\u00e7\u00e3o, Tratamento, Complica\u00e7\u00f5es, O que \u00e9, Retinopatia","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Retinopatia, Diab\u00e9tica, Diab\u00e9tico, Tipo, Causa, Diagn\u00f3stico Retinopatia","og_description":"Retinopatia, Diab\u00e9tica, Diab\u00e9tico, Tipo, Causa, Diagn\u00f3stico, Vis\u00e3o, Olho, Sintoma, Preven\u00e7\u00e3o, Tratamento, Complica\u00e7\u00f5es, O que \u00e9, Retinopatia","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/retinopatia","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/","article_published_time":"2016-05-20T19:10:38+00:00","article_modified_time":"2016-05-20T19:17:29+00:00","og_image":[{"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/retino27.jpg","type":"","width":"","height":""}],"author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"admin","Est. tempo de leitura":"52 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/retinopatia#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/retinopatia"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859"},"headline":"Retinopatia","datePublished":"2016-05-20T19:10:38+00:00","dateModified":"2016-05-20T19:17:29+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/retinopatia"},"wordCount":10464,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/retinopatia#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/retino27.jpg","articleSection":["Sa\u00fade"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/retinopatia#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/retinopatia","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/retinopatia","name":"Retinopatia, Diab\u00e9tica, Diab\u00e9tico, Tipo, Causa, Diagn\u00f3stico Retinopatia","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/retinopatia#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/retinopatia#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/retino27.jpg","datePublished":"2016-05-20T19:10:38+00:00","dateModified":"2016-05-20T19:17:29+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859"},"description":"Retinopatia, Diab\u00e9tica, Diab\u00e9tico, Tipo, Causa, Diagn\u00f3stico, Vis\u00e3o, Olho, Sintoma, Preven\u00e7\u00e3o, Tratamento, Complica\u00e7\u00f5es, O que \u00e9, Retinopatia","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/retinopatia#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/retinopatia"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/retinopatia#primaryimage","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/retino27.jpg","contentUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/retino27.jpg","width":400,"height":223},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/saude-e-bem-estar\/saude\/retinopatia#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Sa\u00fade e Bem-Estar","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/saude-e-bem-estar"},{"@type":"ListItem","position":3,"name":"Sa\u00fade","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/saude-e-bem-estar\/saude"},{"@type":"ListItem","position":4,"name":"Retinopatia"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"Pesquisa Escolar Gratuita","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859","name":"admin"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33977","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33977"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33977\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33977"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33977"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33977"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}