{"id":31412,"date":"2016-05-19T18:05:44","date_gmt":"2016-05-19T18:05:44","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=31412"},"modified":"2016-05-19T18:16:33","modified_gmt":"2016-05-19T18:16:33","slug":"modelos-atomicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/quimica\/modelos-atomicos","title":{"rendered":"Modelos At\u00f4micos"},"content":{"rendered":"<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/modelos-atomicos-016.jpg\" alt=\"Modelos At\u00f4micos \" width=\"350\" height=\"317\" title=\"Modelos At\u00f4micos \" \/><strong><br \/>\n     Modelos At\u00f4micos<\/strong><\/p>\n<h4>Modelos At\u00f4micos &#8211; Defini\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Um modelo \u00e9 uma representa\u00e7\u00e3o de um sistema no mundo real. <\/p>\n<p>Modelos nos ajudam a compreender os sistemas e suas propriedades.<\/p>\n<p>Por exemplo, um modelo at\u00f4mico representa o que a estrutura de um \u00e1tomo poderia      parecer, com base no que sabemos sobre como os \u00e1tomos se comportam. <\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 necessariamente uma imagem fiel da estrutura exata de um \u00e1tomo.<\/p>\n<p>Os modelos s\u00e3o frequentemente simplificado.<\/p>\n<p>Um modelo n\u00e3o pode estar sempre absolutamente exato e \u00e9 importante que n\u00f3s      percebemos isso, para que n\u00e3o se acumulem uma ideia errada de alguma coisa.<\/p>\n<h4>Modelos At\u00f4micos &#8211; Mat\u00e9ria<\/h4>\n<p>A id\u00e9ia da mat\u00e9ria constitu\u00edda de \u00e1tomos surgiu pela primeira vez com os      antigos gregos, Dem\u00f3crito, s\u00e9culo V a. C.; foi defendida por Leucipo e Epicuro,      sendo este \u00faltimo o criador da express\u00e3o \u00e1tomo.<\/p>\n<p>\u00c9 importante perceber que muito do que sabemos sobre a estrutura dos \u00e1tomos      foi desenvolvido durante um longo per\u00edodo de tempo. <\/p>\n<p>Hoje em dia, sabemos que os \u00e1tomos s\u00e3o constitu\u00eddos por um n\u00facleo de carga      positiva no centro cercado por el\u00e9trons carregados negativamente. <\/p>\n<p>No entanto, no passado, os cientistas tiveram diferentes modelos ou imagens      para descrever o que os \u00e1tomos se pareciam.<\/p>\n<h4>Modelos At\u00f4micos &#8211; Teorias<\/h4>\n<p><strong>Dalton <\/strong><\/p>\n<p>Em 1808, <strong>Dalton<\/strong> sup\u00f4s que a mat\u00e9ria seria composta de min\u00fasculas      part\u00edculas material indestrut\u00edvel, mantendo massa e dimens\u00e3o inalter\u00e1veis,      sendo ent\u00e3o indivis\u00edveis, n\u00e3o podendo ser criado nem destru\u00eddos. Ele chamou      estas min\u00fasculas part\u00edculas de \u00e1tomos.<\/p>\n<p>A id\u00e9ia da mat\u00e9ria constitu\u00edda de \u00e1tomos surgiu pela primeira vez com os      antigos gregos, Dem\u00f3crito, s\u00e9culo V a. C.; foi defendida por Leucipo e Epicuro,      sendo este \u00faltimo o criador da express\u00e3o \u00e1tomo.<\/p>\n<p><strong>Postulados de Dalton:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Somente no in\u00edcio do s\u00e9culo XIX, a id\u00e9ia atomista da mat\u00e9ria retorna com        \u00eanfase no meio cient\u00edfico, sendo John Dalton o seu propagador.<br \/>\n       A teoria at\u00f4mica de Dalton (1803) baseia-se em fatos experimentais, na procura        das justificativas das leis de Lavoisier, de Proust e na lei que recebe        o seu pr\u00f3prio nome.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Os principais pontos desta teoria s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>1 \u0096 <\/strong>toda mat\u00e9ria \u00e9 formada de \u00e1tomos;<br \/>\n<strong>2 \u0096<\/strong> os \u00e1tomos s\u00e3o indivis\u00edveis;<br \/>\n<strong>3 \u0096 <\/strong>os \u00e1tomos n\u00e3o se transformam uns nos outros;<br \/>\n<strong>4 \u0096<\/strong> os \u00e1tomos n\u00e3o podem ser criados nem destru\u00eddos;        <br \/>\n<strong>5 \u0096<\/strong> os elementos qu\u00edmicos s\u00e3o formados por \u00e1tomos        simples;<br \/>\n<strong>6 \u0096<\/strong> os \u00e1tomos de determinado elemento s\u00e3o id\u00eanticos        entre si em tamanho, forma, massa e demais propriedades;<br \/>\n<strong>7 \u0096<\/strong> \u00e1tomos de elementos diferentes s\u00e3o diferentes        entre si em tamanho, forma, massa e demais propriedades;<br \/>\n<strong>8 \u0096<\/strong> toda rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica consiste na uni\u00e3o ou separa\u00e7\u00e3o        de \u00e1tomos;<br \/>\n<strong>9 \u0096<\/strong> \u00e1tomos iguais entre si se repelem e \u00e1tomos diferentes        se atraem;<br \/>\n<strong>10 \u0096<\/strong> subst\u00e2ncias compostas s\u00e3o formadas por \u00e1tomos        compostos (as atuais mol\u00e9culas);<br \/>\n<strong>11 \u0096<\/strong> \u00e1tomos compostos s\u00e3o formados a partir de elementos        diferentes, em uma rela\u00e7\u00e3o num\u00e9rica simples.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Thomson <\/strong><\/p>\n<p>Em 1898, <strong>Thompsom<\/strong> criou seu modelo at\u00f4mico considerando      o \u00e1tomo como uma esfera carregada positivamente, uniformemente espalhada,      envolvida por cargas negativas que seriam os el\u00e9trons. Estes el\u00e9trons poderiam      se mover atrav\u00e9s da esfera.<\/p>\n<p>Com a descoberta dos pr\u00f3tons e el\u00e9trons, <strong>Thomson<\/strong> prop\u00f4s      um modelo de \u00e1tomo no qual os el\u00e9trons e os pr\u00f3tons, estariam uniformemente      distribu\u00eddos, garantindo o equil\u00edbrio el\u00e9trico entre as cargas positiva dos      pr\u00f3tons e negativa dos el\u00e9trons.<\/p>\n<p>O Modelo At\u00f4mico de <strong>Thomson <\/strong>foi baseado nos estudos das      descargas el\u00e9tricas.<\/p>\n<p>Suas pesquisas com os raios cat\u00f3dicos (el\u00e9trons)constitu\u00eddos de pequenas      part\u00edculas carregadas negativamente e presentes em todo material.<\/p>\n<p>O novo modelo inclu\u00eda o el\u00e9tron (1\u00aa part\u00edcula subat\u00f4mica identificada).<\/p>\n<p>O \u00e1tomo \u00e9 uma esfera maci\u00e7a, carregada positivamente e que apresentaria incrustados      os el\u00e9trons.<\/p>\n<p><strong>Rutherford<\/strong><\/p>\n<p>Os experimentos foram realizados sob a dire\u00e7\u00e3o de Rutherford, com a participa\u00e7\u00e3o      de Geiger e Marsden.<\/p>\n<p><strong>Rutherford <\/strong>percebeu a dispers\u00e3o das part\u00edculas alfas (a),      atrav\u00e9s de l\u00e2minas de metais como o ouro.<\/p>\n<p>Em 1911 <strong>Rutherford<\/strong> chega a conclus\u00e3o, de que o \u00e1tomo \u00e9 um      vazio e deveria ter uma pequena parte onde se encontraria carga positiva e      massa. Denominou-a de n\u00facleo. <\/p>\n<p>Com o transcurso dos anos dos anos, foi confirmada a exist\u00eancia do n\u00eautron      por Chadwick.<\/p>\n<p><strong>Ent\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/modelos-atomicos-011.jpg\" alt=\"Modelos At\u00f4micos \" width=\"254\" height=\"172\" title=\"Modelos At\u00f4micos \" \/><\/p>\n<p>\u00c9 o modelo planet\u00e1rio do \u00e1tomo.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/modelos-atomicos-015.jpg\" alt=\"Modelos At\u00f4micos \" width=\"321\" height=\"197\" title=\"Modelos At\u00f4micos \" \/><strong><br \/>\n     Experi\u00eancia de Rutherford<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\"><strong>Rutherford <\/strong>demonstrou que o espalhamento era      causado por uma carga central de pequeno volume, carregada positivamente e      situada no interior do \u00e1tomo do metal.<\/p>\n<p><strong>Dificuldades do modelo de Rutherford: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Segundo Rutherford, a acelera\u00e7\u00e3o dos el\u00e9trons girando em torno do n\u00facleo        equilibraria a for\u00e7a de atra\u00e7\u00e3o entre o n\u00facleo e o el\u00e9tron, impedindo que        os el\u00e9trons ca\u00edssem sobre o n\u00facleo.<br \/>\n       Mas segundo os princ\u00edpios da eletrodin\u00e2mica cl\u00e1ssica, os el\u00e9trons girando        em torno do n\u00facleo deveria emitir energia radiante, essa emiss\u00e3o deveria        ser feita \u00e0 custa da energia cin\u00e9tica do el\u00e9tron, que assim tenderia a se        aproximar do n\u00facleo. O \u00e1tomo de Rutherford seria inst\u00e1vel.<br \/>\n       Para resolver esse impasse, Niels Bohr introduziu a mec\u00e2nica qu\u00e2ntica e        a id\u00e9ia de uma eletrosfera constitu\u00edda de v\u00e1rios n\u00edveis energ\u00e9ticos.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>B\u00f6hr <\/strong><\/p>\n<p>Em 1913, B\u00f6hr afirmou que o \u00e1tomo \u00e9 constituido de um n\u00facleo, onde se encontrariam      os pr\u00f3tons e n\u00eautrons e por fora estaria girando os el\u00e9trons em camadas ou      \u00f3rbitas circulares, conc\u00eantricas, denominadas K,L,M,N,O,P,&#8230; e de energia      estacion\u00e1ria. <\/p>\n<p>Segunbo B\u00f6hr, um el\u00e9tron n\u00e3o poderia assumir qualquer valor de energia, mas      somente determinados valores que correspondem \u00e0s \u00f3rbitas permitidas, tendo      assim determinados n\u00edveis de energia ou camadas energ\u00e9ticas.<\/p>\n<p>Quando um el\u00e9tron recebe um quantum de energia, ele salta para uma \u00f3rbita      mais energ\u00e9tica, ligeiramente mais afastada do n\u00facleo. Dizemos que o el\u00e9tron      realizou um salto qu\u00e2ntico e atingiu o estado excitado. <\/p>\n<p>Quando um el\u00e9tron retorna a uma \u00f3rbita menos energ\u00e9tica, ele perde, na forma      de onda eletromagn\u00e9tica, uma quantidade de energia que corresponde \u00e0 diferen\u00e7a      de energia existente entre as \u00f3rbitas envolvidas.<\/p>\n<p><strong>Bohr <\/strong>estava entusiasmado pelo modelo at\u00f4mico de Rutherford,      mas, como muitos outros f\u00edsicos da \u00e9poca, achava que havia algo de errado      na eletrosfera.<\/p>\n<p>Para solucionar o problema ele utilizou uma nova teoria, a teoria qu\u00e2ntica      de Planck.<\/p>\n<p>Teoria qu\u00e2ntica &#8211;&gt; a energia propaga-se de forma descont\u00ednua, em quantidades      bem definidas.<\/p>\n<p>Ao estudar o espectro at\u00f4mico de certos elementos (emiss\u00e3o de luz por um      g\u00e1s qualquer quando aquecido), verificou que o espectro era constitu\u00eddo por      uma ou mais linhas coloridas, separadas por espa\u00e7os escuros, correspondente      a uma luz de energia definida.<\/p>\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O:<\/strong> Os \u00e1tomos podem irradiar apenas certas energias,      de acordo com a teoria qu\u00e2ntica.<\/p>\n<p><strong>Sommerfeld<\/strong><\/p>\n<p>Em 1916, percebeu que as raias estudadas por B\u00f6hr eram, na verdade, um conjunto      de raias finas.<br \/>\n     Como B\u00f6hr havia associado cada raia a um n\u00edvel de energia, Sommerfeld concluiu,      ent\u00e3o, que um dado n\u00edvel de energia era constitu\u00eddo, na realidade, por algumas      divis\u00f5es, que ele denominou subn\u00edveis de energia., aos quais estavam associadas      v\u00e1rias \u00f3rbitas diferentes, sendo uma dessas \u00f3rbitas circular e as demais el\u00edpticas.<\/p>\n<p>Segundo B\u00f6hr, a eletrosfera de um \u00e1tomo era dividida em n\u00edveis de energia.    <\/p>\n<p><strong>Agora acredita-se que os el\u00e9trons se distribuem na eletrosfera em      n\u00edveis e em suas subdivis\u00f5es: <\/strong>os subn\u00edveis.<\/p>\n<h4>Modelo Orbital<\/h4>\n<p>Dentro da mesma camada de B\u00f6hr, el\u00e9trons deveriam tem a mesma energia, mas      isso nem sempre \u00e9 verdade. Da\u00ed, nos n\u00edveis (camadas) devem existir subn\u00edveis      (subcamadas).<\/p>\n<p>B\u00f6hr imaginava que o el\u00e9tron era apenas part\u00edcula, mas o el\u00e9tron \u00e9 part\u00edcula      e onda (Natureza Dual) conforme De Broglie.<\/p>\n<p><strong>Devido a estes fatos surgiu ent\u00e3o, o modelo moderno, da mec\u00e2nica      qu\u00e2ntica, o Modelo Orbital, cujos alicerces s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Quantiza\u00e7\u00e3o da energia (Max Planck)<br \/>\n       A Natureza Dual da Mat\u00e9ria (De Broglie)<br \/>\n       Princ\u00edpio da incerteza (Heisenberg) <\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Teoria da Quantiza\u00e7\u00e3o da Energia <\/h4>\n<p><strong>Max Planck<\/strong><\/p>\n<p>Qualquer energia radiante (ondas eletromagn\u00e9ticas) n\u00e3o poderiam ter um valor      qualquer, por\u00e9m deveria ser um multiplo inteiro de uma quantidade fundamental      chamado Quantum (E). <\/p>\n<p><strong>Planck relacionou a o comprimento de onda com sua frequ\u00eancia: <\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong>C= l f <\/strong><\/p>\n<p><strong>sendo que:<\/strong> <\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>C =<\/strong> velocidade da luz no v\u00e1cuo (2,9979250 x 105 km\/s)        ~ 300000 Km\/s<br \/>\n<strong>l =<\/strong> comprimento de onda<br \/>\n<strong>f =<\/strong> frequ\u00eancia da onda eletromagn\u00e9tica<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Chegou a equa\u00e7\u00e3o da energia <\/strong><\/p>\n<p><strong>E = hf sendo:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>h =<\/strong> constante de Max Planck<br \/>\n<strong>f =<\/strong> frequ\u00eancia<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Princ\u00edpio da Incerteza de Heisenberg <\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 imposs\u00edvel determinar com precis\u00e3o a posi\u00e7\u00e3o e a velocidade do el\u00e9tron      ao mesmo tempo.<\/p>\n<p><strong>Ent\u00e3o podemos definir:<\/strong><\/p>\n<p><strong>ORBITAL<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u00c9a regi\u00e3o do espa\u00e7o onde a probabilidade de encontrar o el\u00e9tron no \u00e1tomo        \u00e9 m\u00e1xima. <br \/>\n       Em um orbital pode conter no m\u00e1ximo dois el\u00e9trons.<br \/>\n       A diferen\u00e7a de dois el\u00e9trons em um mesmo orbital deve-se a sua rota\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>SPIN<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u00c9 o movimento de rota\u00e7\u00e3o do el\u00e9tron.<br \/>\n<strong>Assim, em fun\u00e7\u00e3o dos dois sentidos de rota\u00e7\u00e3o para o el\u00e9tron, s\u00e3o        conhecidos dois valores para o spin: <\/strong>+ \u00bd e &#8211; \u00bd.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Princ\u00edpio de exclus\u00e3o de Pauli<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Em um orbital poder\u00e3o existir, no m\u00e1ximo, dois el\u00e9trons que devem possuir        spins contr\u00e1rios.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>SUBN\u00cdVEL DE ENERGIA<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>O fator determinante na coloca\u00e7\u00e3o do el\u00e9tron em uma regi\u00e3o da eletrosfera        \u00e9 a sua quantidade de energia.<br \/>\n       Defini\u00e7\u00e3o- \u00c9 o conjunto de orbitais que possuem el\u00e9trons com a mesma energia.        \u00c9 o conjunto de orbitais de mesma energia.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Representa\u00e7\u00e3o dos subn\u00edveis:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Subn\u00edvel s <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Possui apenas um orbital que \u00e9 do tipo s<br \/>\n       Pode conter no m\u00e1ximo 2 el\u00e9trons<br \/>\n       Forma espacial esf\u00e9rica<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Subn\u00edvel p <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Possui tr\u00eas orbitais do tipo p<br \/>\n       Pode conter no m\u00e1ximo 6 el\u00e9trons<br \/>\n       Na constitui\u00e7\u00e3o do subn\u00edvel p, os tr\u00eas orbitais se distribuem no espa\u00e7o        de tal maneira que formam entre si \u00e2ngulos de 90\u00b0<br \/>\n       S\u00e3o representados sobre 3 eixos designados pelas letras X,Y,Z<br \/>\n       No cruzamento dos 3 eixos fica o N\u00facleo.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Subn\u00edvel d <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Possui cinco orbitais<br \/>\n       Pode conter no m\u00e1ximo 10 el\u00e9trons<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Subn\u00edvel f <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Possui sete orbitais<br \/>\n       Pode conter no m\u00e1ximo 14 el\u00e9trons<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Regra de Hund<\/strong><\/p>\n<p>O preenchimento dos orbitais de um mesmo subn\u00edvel deve ser feito de modo      que tenhamos o maior n\u00famero poss\u00edvel de el\u00e9trons isolados, ou seja, desemparelhados.<\/p>\n<p><strong>Diagrama de Pauling<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/modelos-atomicos-013.jpg\" alt=\"Modelos At\u00f4micos \" width=\"204\" height=\"280\" title=\"Modelos At\u00f4micos \" \/><strong><br \/>\n     Diagrama de Linus Pauling<\/strong><\/p>\n<p>O movimento do el\u00e9tron ao redor do n\u00facleo foi descrito por Schr\u00f6dinger, em      1927, atrav\u00e9s de uma equa\u00e7\u00e3o matem\u00e1tica que relaciona a natureza corpuscular      (part\u00edcula), a energia, a carga e a massa do el\u00e9tron.<\/p>\n<p>As solu\u00e7\u00f5es num\u00e9ricas para essa equa\u00e7\u00e3o, denominados n\u00fameros qu\u00e2nticos, permite      que cada el\u00e9tron seja caracterizado pela sua quantidade de energia.<\/p>\n<p><strong>A caracteriza\u00e7\u00e3o de cada el\u00e9tron \u00e9 feita por quatro n\u00fameros qu\u00e2nticos:      <\/strong>PRINCIPAL, SECUND\u00c1RIO, MAGN\u00c9TICO e SPIN.<\/p>\n<p><strong>N\u00famero Qu\u00e2ntico Principal<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 o n\u00famero primordial na determina\u00e7\u00e3o da energia de um el\u00e9tron. Representa      o n\u00edvel de energia do el\u00e9tron. Como os elementos conhecidos atualmente cont\u00e9m      el\u00e9trons at\u00e9 o s\u00e9timo n\u00edvel de energia, utilizaremos apenas estes sete valores      do n\u00famero qu\u00e2ntico principal.<\/p>\n<p><strong>n =<\/strong>1,2,3,4,5,6,7<\/p>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bordercolor=\"#FFFFFF\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr>\n<th bgcolor=\"#FFFFCC\">camadas<\/th>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">K <\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">L <\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">M <\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">N <\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">O <\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">P <\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Q <\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<th bgcolor=\"#FFFFCC\">N\u00famero Qu\u00e2ntico Principal(n)<\/th>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">2<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">3<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">4<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">5<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">6<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">7<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p>N\u00famero Qu\u00e2ntico Secund\u00e1rio ou Azimutal (l) <\/p>\n<p>Conforme demonstrado por Sommerfeld, cada n\u00edvel de energia \u00e9 constitu\u00eddo      por um ou mais subn\u00edvel, caracterizados pelos n\u00fameros qu\u00e2nticos secund\u00e1rio      e designados pelas letras min\u00fasculas s,p,d,f.<\/p>\n<p>Valores poss\u00edveis para l <\/p>\n<p><strong>l =<\/strong> 0 n-1<\/p>\n<table width=\"496\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bordercolor=\"#FF0000\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<th>\n<p align=\"center\" class=\"tabela\">Subn\u00edveis<\/p>\n<\/th>\n<th>\n<p class=\"imagem\">N\u00ba Qu\u00e2ntico Azimutal(l)<\/p>\n<\/th>\n<th>\n<p class=\"imagem\">N\u00famero m\u00e1ximo de el\u00e9trons 2(2 l+1)<\/p>\n<\/th>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\">s<\/td>\n<td align=\"center\">l=0<\/td>\n<td align=\"center\">2(2*0+1)=2<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\">p<\/td>\n<td align=\"center\">l=1<\/td>\n<td align=\"center\">2(2*1+1)=6<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\">d<\/td>\n<td align=\"center\">l=2<\/td>\n<td align=\"center\">2(2*2+1)=10<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\">f<\/td>\n<td align=\"center\">l=3<\/td>\n<td align=\"center\">2(2*3+1)=14<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p>O n\u00famero m\u00e1ximo de el\u00e9trons em cada n\u00edvel \u00e9 determinado pela express\u00e3o 2(2*      l+ 1)<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong>s &lt; p &lt; d &lt; f <\/strong><\/p>\n<p>N\u00fameros Qu\u00e2nticos Magn\u00e9ticos (m) <\/p>\n<p>O n\u00famero qu\u00e2ntico magn\u00e9tico informa o orbital em que se encontra o el\u00e9tron.    <\/p>\n<p><strong>Ele assumir\u00e1 valores tantos quantos orbitais possuir o subn\u00edvel com      qual ele se relaciona: <\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/modelos-atomicos-014.jpg\" alt=\"Modelos At\u00f4micos \" width=\"287\" height=\"421\" title=\"Modelos At\u00f4micos \" \/><\/p>\n<blockquote>\n<p>N\u00famero Qu\u00e2ntico Spin (ms) <br \/>\n       Representa a rota\u00e7\u00e3o do el\u00e9tron. <br \/>\n       N\u00famero qu\u00e2ntico spin (ms= -\u00bd) <br \/>\n       N\u00famero qu\u00e2ntico spin (ms= +\u00bd) <\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Modelos At\u00f4micos &#8211; <strong>\u00c1tomo<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Modelo de Dem\u00f3crito <\/strong><\/p>\n<p>Por volta de 400 anos a.C. fil\u00f3sofo grego Dem\u00f3crito sugeriu que a mat\u00e9ria      n\u00e3o \u00e9 cont\u00ednua, isto \u00e9, ela \u00e9 feita de min\u00fasculas part\u00edculas indivis\u00edveis.      Essas part\u00edculas foram chamadas de \u00e1tomos (a palavra \u00e1tomo significa, em grego,      indivis\u00edvel). <\/p>\n<p><strong>Dem\u00f3crito postulou que todas as variedades de mat\u00e9ria resultam da      combina\u00e7\u00e3o de \u00e1tomos de quatro elementos<\/strong>: terra, ar, fogo e \u00e1gua.    <\/p>\n<p>Dem\u00f3crito baseou seu modelo na intui\u00e7\u00e3o e na l\u00f3gica. No entanto foi rejeitado      por um dos maiores l\u00f3gicos de todos os tempos, o filosofo Arist\u00f3teles. Este      reviveu e fortaleceu o modelo de mat\u00e9ria cont\u00ednua, ou seja, a mat\u00e9ria como      &#8220;um inteiro&#8221;. <\/p>\n<p>Os argumentos de Arist\u00f3teles permaneceram at\u00e9 a Renascen\u00e7a. <\/p>\n<p><strong>Modelo de Dalton<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/modelos-atomicos-06.jpg\" alt=\"Modelos At\u00f4micos \" width=\"250\" height=\"252\" title=\"Modelos At\u00f4micos \" \/><strong><br \/>\n     Modelo at\u00f4mico de John Dalton<\/strong><\/p>\n<p>Todo modelo n\u00e3o deve ser somente l\u00f3gico, mas tamb\u00e9m consistente com a experi\u00eancia.      No s\u00e9culo XVII, experi\u00eancias demonstraram que o comportamento das subst\u00e2ncias      era inconsistente com a id\u00e9ia de mat\u00e9ria cont\u00ednua e o modelo de Arist\u00f3teles      desmoronou. <\/p>\n<p>Em 1808, John Dalton, um professor ingl\u00eas, prop\u00f4s a id\u00e9ia de que as propriedades      da mat\u00e9ria podem ser explicadas em termos de comportamento de part\u00edculas finitas,      unit\u00e1rias. Dalton acreditou que o \u00e1tomo seria a part\u00edcula elementar, a menor      unidade de mat\u00e9ria. <\/p>\n<p><strong>Surgiu assim o modelo de Dalton:<\/strong> \u00e1tomos vistos como esferas      min\u00fasculas, r\u00edgidas e indestrut\u00edveis. Todos os \u00e1tomos de um elemento s\u00e3o id\u00eanticos.    <\/p>\n<p><strong>Modelo de Thomson<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/modelos-atomicos-07.jpg\" alt=\"Modelos At\u00f4micos \" width=\"306\" height=\"285\" title=\"Modelos At\u00f4micos \" \/><strong><br \/>\n     Modelo de Thomson<\/strong><\/p>\n<p>Em 1987, o f\u00edsico ingl\u00eas J.J. Thomson demonstrou que os raios cat\u00f3dicos poderiam      ser interpretados como um feixe de part\u00edculas carregadas que foram chamadas      de el\u00e9trons. A atribui\u00e7\u00e3o de carga negativa aos el\u00e9trons foi arbitr\u00e1ria.<\/p>\n<p>Thomson concluiu que o el\u00e9tron deveria ser um componente de toda mat\u00e9ria,      pois observou que a rela\u00e7\u00e3o q\/m para os raios cat\u00f3dicos tinha o mesmo valor,      qualquer que fosse o g\u00e1s colocado na ampola de vidro.<\/p>\n<p><strong>Em 1989, Thomson apresentou o seu modelo at\u00f4mico:<\/strong> uma esfera      de carga positiva na qual os el\u00e9trons, de carga negativa, est\u00e3o distribu\u00eddos      mais ou menos uniformemente. A carga positiva est\u00e1 distribu\u00edda, homogeneamente,      por toda a esfera.<\/p>\n<p><strong>Modelo nuclear (Rutherford)<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/modelos-atomicos-08.jpg\" alt=\"Modelos At\u00f4micos \" width=\"282\" height=\"292\" title=\"Modelos At\u00f4micos \" \/><strong><br \/>\n     Modelo nuclear (Rutherford)<\/strong><\/p>\n<p>Em 1911, Lord Rutherford e colaboradores (Geiger e Marsden) bombardearam      uma l\u00e2mina met\u00e1lica delgada com um feixe de part\u00edculas alfa atravessava a      l\u00e2mina met\u00e1lica sem sofrer desvio na sua trajet\u00f3ria (para cada 10.000 part\u00edculas      alfa que atravessam sem desviar, uma era desviada).<\/p>\n<p>Para explicar a experi\u00eancia, Rutherford concluiu que o \u00e1tomo n\u00e3o era uma      bolinha maci\u00e7a. Admitiu uma parte central positiva muito pequena mas de grande      massa (&#8220;o n\u00facleo&#8221;) e uma parte envolvente negativa e relativamente      enorme (&#8220;a eletrosfera ou coroa&#8221;). Se o \u00e1tomo tivesse o tamanho      do Est\u00e1dio do Morumbi, o n\u00facleo seria o tamanho de uma azeitona.<\/p>\n<p>Surgiu assim o modelo nuclear do \u00e1tomo.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/modelos-atomicos-5.gif\" alt=\"Modelos At\u00f4micos \" width=\"129\" height=\"117\" title=\"Modelos At\u00f4micos \" \/><\/p>\n<p>O modelo de Rutherford \u00e9 o modelo planet\u00e1rio do \u00e1tomo, no qual os el\u00e9trons      descrevem um movimento circular ao redor do n\u00facleo, assim como os planetas      se movem ao redor do sol.<\/p>\n<p><strong>Modelo de Bohr<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/modelos-atomicos-09.jpg\" alt=\"Modelos At\u00f4micos \" width=\"171\" height=\"173\" title=\"Modelos At\u00f4micos \" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/modelos-atomicos-010.jpg\" alt=\"Modelos At\u00f4micos \" width=\"203\" height=\"208\" title=\"Modelos At\u00f4micos \" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/modelos-atomicos-8.gif\" alt=\"Modelos At\u00f4micos \" width=\"155\" height=\"148\" title=\"Modelos At\u00f4micos \" \/><\/p>\n<p><strong>O modelo planet\u00e1rio de Rutherford apresenta duas falhas:<\/strong><\/p>\n<p>Uma carga negativa, colocada em movimento ao redor de uma carga positiva      estacion\u00e1ria, adquire movimento espiralado em sua dire\u00e7\u00e3o acabando por colidir      com ela.<\/p>\n<p>Essa carga em movimento perde energia, emitindo radia\u00e7\u00e3o. Ora, o \u00e1tomo no      seu estado normal n\u00e3o emite radia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1913, o f\u00edsico dinamarqu\u00eas Niels Bohr exp\u00f4s uma id\u00e9ia que modificou o      modelo planet\u00e1rio do \u00e1tomo.<\/p>\n<p>Um el\u00e9tron num \u00e1tomo s\u00f3 pode ter certas energias espec\u00edficas, e cada uma      destas energias corresponde a uma \u00f3rbita particular. Quanto maior a energia      do el\u00e9tron, mais afastada do n\u00facleo se localiza a sua \u00f3rbita.<\/p>\n<p>Se o el\u00e9tron receber energia ele pula para uma \u00f3rbita mais afastada do n\u00facleo.      Por irradia\u00e7\u00e3o de energia, o el\u00e9tron pode cair numa \u00f3rbita mais pr\u00f3xima do      n\u00facleo.<\/p>\n<p>No entanto, o el\u00e9tron n\u00e3o pode cair abaixo de sua \u00f3rbita normal est\u00e1vel.<\/p>\n<p>Mais tarde, Sommerfeld postulou a exist\u00eancia de \u00f3rbitas n\u00e3o s\u00f3 circulares      mas el\u00edpticas tamb\u00e9m.<\/p>\n<p><strong>Modelo orbital<\/strong><\/p>\n<p>Sabe-se hoje que \u00e9 imposs\u00edvel determinar a \u00f3rbita (trajet\u00f3ria) de um el\u00e9tron.      Pode-se determinar a probabilidade relativa de encontrar o el\u00e9tron numa certa      regi\u00e3o ao redor do n\u00facleo.<\/p>\n<p>Imaginando uma pessoa munida de uma lanterna em um quarto escuro. Essa pessoa      move-se ao acaso pelo quarto e de tempo em tempo ela acende e apaga a lanterna.      Em um papel milimetrado vamos marcar a posi\u00e7\u00e3o da pessoa. Quando a lanterna      acende sabe-se onde a pessoa estava, mas n\u00e3o onde est\u00e1 agora. O papel milimetrado      ficaria com o aspecto dado na figura ao lado.<\/p>\n<p>Em outras palavras, \u00e9 imposs\u00edvel determinar a trajet\u00f3ria de um el\u00e9tron num      \u00e1tomo.<\/p>\n<p>Surge ent\u00e3o o modelo orbital.<\/p>\n<p>Orbital \u00e9 a regi\u00e3o de m\u00e1xima probabilidade de encontrar o el\u00e9tron.<\/p>\n<p>Orbital \u00e9 a regi\u00e3o onde o el\u00e9tron gasta a maior parte do seu tempo.<\/p>\n<p><strong>Teoria dos Quarks<\/strong><\/p>\n<p><strong>A teoria mais moderna afirma que existe apenas 12 part\u00edculas elementares:<\/strong>      seis chamadas l\u00e9ptons (o el\u00e9tron faz parte deste grupo) e outras seis chamadas      quarks.<\/p>\n<p>Dois tipos de quarks, o up (para cima) e o down (para baixo), formam os pr\u00f3tons      e os n\u00eautrons.<\/p>\n<p>O quark up tem carga +2\/3 enquanto o down tem carga -1\/3. O pr\u00f3ton \u00e9 um agregado      de dois up e um down enquanto o n\u00eautron \u00e9 constitu\u00eddo por um up e dois down.<\/p>\n<p>Dois outros quarks foram batizados de charm (charme) e strange (estranho).      O charm tem carga +2\/3 enquanto o strange tem carga -1\/3. Existem nos raios      c\u00f3smicos.<\/p>\n<p>Em 1997, foi descoberto o quinto quark, o bottom, enquanto o sexto e \u00faltimo      quark, o top, foi identificado em 1995.<\/p>\n<p>O top tem carga -2\/3 e o bottom, -1\/3.<\/p>\n<p>O top \u00e9 o mais pesado dos quarks (200 vezes mais pesado que um pr\u00f3ton) e      n\u00e3o est\u00e1 presente nem em fen\u00f4menos normais da natureza nem em raios c\u00f3smicos,      devido \u00e0 alta energia exigida para sua forma\u00e7\u00e3o. O top deve ter sido produzido      no in\u00edcio do universo e depois pode ter desaparecido.<\/p>\n<p>Fonte:  www.everythingmaths.co.za\/br.geocities.com\/educar.sc.usp.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Modelos At\u00f4micos , Teoria, Tipo, Defini\u00e7\u00e3o, Dem\u00f3crito, Dalton, Rutherford, Bohr, N\u00facleo, Orbital, Quarks, Part\u00edcula, Modelos At\u00f4micos <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[82],"tags":[],"class_list":["post-31412","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-quimica"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Modelos At\u00f4micos , Teoria, Tipo, Defini\u00e7\u00e3o Modelos At\u00f4micos<\/title>\n<meta name=\"description\" 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