{"id":30090,"date":"2016-05-19T13:26:57","date_gmt":"2016-05-19T13:26:57","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=30090"},"modified":"2016-05-19T13:33:30","modified_gmt":"2016-05-19T13:33:30","slug":"estrutura-atomica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/quimica\/estrutura-atomica","title":{"rendered":"Estrutura At\u00f4mica"},"content":{"rendered":"<h4><strong>\u00c1tomos s\u00e3o elementos b\u00e1sicos<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" title=\"Estrutura At\u00f4mica\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/estrutura-atomica-025.jpg\" alt=\"Estrutura At\u00f4mica\" width=\"363\" height=\"367\" \/><strong><br \/>\nEstrutura At\u00f4mica<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00c1tomos<\/strong> s\u00e3o a base da qu\u00edmica. Eles s\u00e3o a base de tudo no Universo. A mat\u00e9ria \u00e9 composta de \u00e1tomos. Os s\u00f3lidos s\u00e3o feitas de \u00e1tomos densamente enquanto os gases t\u00eam \u00e1tomos que est\u00e3o espalhados.<\/p>\n<p>A mat\u00e9ria tem massa e ocupa espa\u00e7o. Os \u00e1tomos s\u00e3o blocos de constru\u00e7\u00e3o b\u00e1sicos da mat\u00e9ria, e n\u00e3o pode ser quimicamente subdividido por meios ordin\u00e1rios.<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 peda\u00e7os de mat\u00e9ria que s\u00e3o menores do que os \u00e1tomos?<\/strong><\/p>\n<p>Claro que h\u00e1. part\u00edculas super-pequenas que podem ser encontrados no interior das pe\u00e7as de \u00e1tomos.<\/p>\n<p>Estas part\u00edculas subat\u00f4micas incluem n\u00facleos e quarks.<\/p>\n<p>Qu\u00edmicos e f\u00edsicos nucleares trabalham juntos em aceleradores de part\u00edculas para descobrir a presen\u00e7a destes min\u00fasculos e pequenos peda\u00e7os de mat\u00e9ria,. No entanto, a ci\u00eancia \u00e9 baseada no<strong> \u00e1tomo<\/strong> porque \u00e9 a unidade mais pequena de mat\u00e9ria distinta.<\/p>\n<p><strong>Tr\u00eas partes f\u00e1ceis<\/strong><\/p>\n<p>Embora existam muitos super-min\u00fasculas part\u00edculas at\u00f4micas, voc\u00ea s\u00f3 precisa se lembrar das tr\u00eas partes b\u00e1sicas de um \u00e1tomo, el\u00e9trons, pr\u00f3tons e n\u00eautrons.<\/p>\n<p><strong>Quais s\u00e3o el\u00e9trons, pr\u00f3tons e n\u00eautrons? <\/strong><\/p>\n<p>Os electr\u00f5es s\u00e3o a mais pequena das tr\u00eas part\u00edculas que formam os \u00e1tomos.<\/p>\n<p>El\u00e9trons s\u00e3o encontrados em conchas ou orbitais que cercam o n\u00facleo de um \u00e1tomo.<\/p>\n<p>Os prot\u00f5es e neutr\u00f5es s\u00e3o encontradas no n\u00facleo. Eles formam-se em grupos no centro do \u00e1tomo.<\/p>\n<p>H\u00e1 quase 120 elementos conhecidos na tabela peri\u00f3dica.<\/p>\n<p>Qu\u00edmicos e f\u00edsicos est\u00e3o tentando fazer novos elementos todos os dias em seus laborat\u00f3rios.<\/p>\n<p>Os \u00e1tomos de diferentes elementos t\u00eam diferentes n\u00fameros de el\u00e9trons, pr\u00f3tons e n\u00eautrons.<\/p>\n<p>Cada elemento \u00e9 \u00fanico e tem um n\u00famero at\u00f4mico. Esse n\u00famero indica o n\u00famero de pr\u00f3tons em cada \u00e1tomo do elemento. O n\u00famero at\u00f4mico tamb\u00e9m \u00e9 chamado o n\u00famero de prot\u00f5es.<\/p>\n<h4>OS PRIMEIROS MODELOS AT\u00d4MICOS<\/h4>\n<p>Alguns filos\u00f3fo da Gr\u00e9cia Antiga j\u00e1 admitiam que toda e qualquer mat\u00e9ria seria formada por min\u00fasculas part\u00edculas indivis\u00edveis, que foram denominadas \u00e1tomos (a palavra \u00e1tomo, em grego, significa indivis\u00edvel).<\/p>\n<p>No entanto, foi somente em 1803 que o cientista ingl\u00eas John Dalton, com base em in\u00fameras experi\u00eancias, conseguiu provar cientificamente a id\u00e9ia de \u00e1tomo. Surgia ent\u00e3o a teoria at\u00f4mica cl\u00e1ssica da mat\u00e9ria. Segundo essa teoria, quando olhamos, por exemplo, para um gr\u00e3ozinho de ferro, devemos imagin\u00e1-lo como sendo formado por um aglomerado de um n\u00famero enorme de \u00e1tomos.<\/p>\n<p><strong>Os principais postulados da Teoria At\u00f4mica de Dalton s\u00e3o: <\/strong><\/p>\n<blockquote><p>A mat\u00e9ria \u00e9 formada por part\u00edculas extremamente pequenas chamadas \u00e1tomos;<br \/>\nOs \u00e1tomos s\u00e3o esferas maci\u00e7as, indestrut\u00edveis e intransform\u00e1veis;<br \/>\n\u00c1tomos que apresentam mesmas propriedades (tamanho, massa e forma) constituem um elemento qu\u00edmico;<br \/>\n\u00c1tomos de elementos diferentes possuem propriedades diferentes;<br \/>\nOs \u00e1tomos podem se unir entre si formando &#8220;\u00e1tomos compostos&#8221;;<br \/>\nUma rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica nada mais \u00e9 do que a uni\u00e3o e separa\u00e7\u00e3o de \u00e1tomos.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>MODELO AT\u00d4MICO DE THOMSON<\/strong><\/p>\n<p><strong>Modelo at\u00f4mico de Thomson:<\/strong> o \u00e1tomo \u00e9 uma esfera positiva incrustada de cargas negativas. A quantidade de cargas positivas e negativas \u00e9 a mesma e, desta forma, o \u00e1tomo \u00e9 eletricamente neutro. Esse modelo \u00e9 chamado &#8220;pudim com passas&#8221;<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Estrutura At\u00f4mica\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/estrutura-atomica-024.jpg\" alt=\"Estrutura At\u00f4mica\" width=\"172\" height=\"173\" \/><\/p>\n<p>Em 1903, o cientista ingl\u00eas Joseph J. Thomson, baseado em experi\u00eancias realizadas com gases e que mostraram que a mat\u00e9ria era formada por cargas el\u00e9tricas positivas e negativas, modificou o modelo at\u00f4mico de Dalton. Segundo Thomson, o \u00e1tomo seria uma esfera maci\u00e7a e positiva com as cargas negativas distribu\u00eddas, ao acaso, na esfera. A quantidade de cargas positivas e negativas seriam iguais e dessa forma o \u00e1tomo seria eletricamente neutro. O modelo proposto por Thomson ficou conhecido como &#8220;pudim com passas&#8221;.<\/p>\n<p><strong>MODELO AT\u00d4MICO DE RUTHERFORD<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Estrutura At\u00f4mica\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/estrutura-atomica-026.jpg\" alt=\"Estrutura At\u00f4mica\" width=\"589\" height=\"185\" \/><\/p>\n<p>Em 1911, o cientista neozeland\u00eas Ernest Rutherford, utilizando os fen\u00f4menos radiativos no estudo da estrutura at\u00f4mica, descobriu que o \u00e1tomo n\u00e3o seria uma esfera maci\u00e7a, mas sim formada por uma regi\u00e3o central, chamada n\u00facleo at\u00f4mico, e uma regi\u00e3o externa ao n\u00facleo, chamada eletrosfera. No n\u00facleo at\u00f4mico estariam as part\u00edculas positivas, os pr\u00f3tons, e na eletrosfera as part\u00edculas negativas, os el\u00e9trons.<\/p>\n<p>Para chegar a essas conclus\u00f5es Rutherford e seus colaboradores bombardearam l\u00e2minas de ouro com part\u00edculas a (2 pr\u00f3tons e 2 n\u00eautrons) utilizando a aparelhagem esquematizada acima.<\/p>\n<p>Rutherford observou que a grande maioria das part\u00edculas atravessava normalmente a l\u00e2mina de ouro que apresentava aproximadamente 10-5 cm de espessura. Outras part\u00edculas sofriam pequenos desvios e outras, em n\u00famero muito pequeno, batiam na l\u00e2mina e voltavam. O caminho seguido pelas part\u00edculas a podia ser detectado devido ?s cintila\u00e7\u00f5es que elas provocavam no anteparo de sulfeto de zinco.<\/p>\n<p>Comparando o n\u00famero de part\u00edculas a lan\u00e7adas com o n\u00famero de part\u00edculas a que sofriam desvios, Rutherford calculou que o raio do \u00e1tomo deveria ser 10.000 a 100.000 vezes maior do que o raio do n\u00facleo, ou seja, o \u00e1tomo seria formado por espa\u00e7os vazios. Por esses espa\u00e7os vazios a grande maioria das part\u00edculas a atravessava a l\u00e2mina de ouro.<\/p>\n<p>Os desvios sofridos pelas part\u00edculas a eram devidos \u00e0s repuls\u00f5es el\u00e9tricas entre o n\u00facleo (positivo) e as part\u00edculas a, tamb\u00e9m positivas, que a ele se dirigiam. O modelo de Rutherford (figura ao lado) ficou conhecido como &#8220;modelo planet\u00e1rio&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Part\u00edculas elementares<\/strong><\/p>\n<p>A experi\u00eancia de Rutherford mostrou que no n\u00facleo at\u00f4mico al\u00e9m do pr\u00f3ton deveria existir uma outra part\u00edcula. Esta foi descoberta em 1932 pelo cientista ingl\u00eas James Chadwick e recebeu o nome de n\u00eautron.<\/p>\n<p>Pr\u00f3tons, el\u00e9trons e n\u00eautrons s\u00e3o as principais part\u00edculas presentes num \u00e1tomo.<\/p>\n<p><strong>Elas s\u00e3o chamadas part\u00edculas elementares ou subat\u00f4micas e suas principais caracter\u00edsticas s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<table border=\"0\" width=\"441\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"79\" height=\"25\"><strong>Part\u00edcula<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"113\" height=\"25\"><strong>Massa (grama)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"101\" height=\"25\"><strong>Massa relativa<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"162\" height=\"25\"><strong>Carga el\u00e9trica (Coulomb)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"83\" height=\"25\"><strong>Carga relativa<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"79\">Pr\u00f3ton (p+)<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"113\">\n<p class=\"imagem\">1,7.10-24<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"101\">\n<p class=\"imagem\">1<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"162\">\n<p class=\"imagem\">+1,6.10-19<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"83\">\n<p class=\"imagem\">+1<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"79\">N\u00eautron (n0)<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"113\">\n<p class=\"imagem\">1,7.10-24<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"101\">\n<p class=\"imagem\">1<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"162\">\n<p class=\"imagem\">0<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"83\">\n<p class=\"imagem\">0<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"79\">El\u00e9tron (e-)<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"113\">\n<p class=\"imagem\">9,1.10-28<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"101\">\n<p class=\"imagem\">1\/1840<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"162\">\n<p class=\"imagem\">-1,6.10-19<\/p>\n<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"83\">\n<p class=\"imagem\">-1<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Observe que as part\u00edculas presentes no n\u00facleo at\u00f4mico apresentam a mesma massa e que essa \u00e9 praticamente 2.000 vezes maior do que a massa do el\u00e9tron.<\/p>\n<p><strong>A massa de um \u00e1tomo est\u00e1 praticamente concentrada numa regi\u00e3o extremamente pequena do \u00e1tomo:<\/strong> o n\u00facleo at\u00f4mico.<\/p>\n<p>A quantidade at\u00f4mica de pr\u00f3tons e el\u00e9trons presentes num \u00e1tomo \u00e9 a mesma, o que faz com que ele seja eletricamente neutro.<\/p>\n<p><strong>MODELO AT\u00d4MICO DE BOHR<\/strong><\/p>\n<p>Em 1913, o f\u00edsico dinamarqu\u00eas Niels Bohr, ao estudar espectros de emiss\u00e3o de certas subst\u00e2ncias, modificou o modelo de Rutherford. No inicio do s\u00e9culo XX era fato conhecido que a luz branca (luz solar, por exemplo) podia ser decomposta em diversas cores. Isso \u00e9 conseguido fazendo com que a luz passe por um prisma. No caso da decomposi\u00e7\u00e3o da luz solar obt\u00e9m-se um espectro chamado espectro continuo. Este \u00e9 formado por ondas eletromagn\u00e9ticas vis\u00edveis e invis\u00edveis (radia\u00e7\u00e3o ultravioleta e infravermelho). Na parte vis\u00edvel desse espectro n\u00e3o ocorre distin\u00e7\u00e3o entre as diferentes cores, mas uma gradual passagem de uma para outra. O arco-\u00edris \u00e9 um exemplo de espectro cont\u00ednuo onde a luz solar \u00e9 decomposta pelas gotas de \u00e1gua presentes na atmosfera. Como a cada onda eletromagn\u00e9tica est\u00e1 associada certa quantidade de energia, a decomposi\u00e7\u00e3o da luz branca produz ondas eletromagn\u00e9ticas com toda e qualquer quantidade de energia.<\/p>\n<p>No entanto, se a luz que atravessar o prisma for de uma subst\u00e2ncia como hidrog\u00eanio, s\u00f3dio, ne\u00f4nio etc. ser\u00e1 obtido um espectro descont\u00ednuo. Este \u00e9 caracterizado por apresentar linhas coloridas separadas. Em outras palavras, somente alguns tipos de radia\u00e7\u00f5es luminosas s\u00e3o emitidas, isto \u00e9, somente radia\u00e7\u00f5es com valores determinados de energia s\u00e3o emitidas.<\/p>\n<p><strong>Baseado nessas observa\u00e7\u00f5es experimentais, Bohr elaborou um novo modelo at\u00f4mico cujos postulados s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Na eletrosfera os el\u00e9trons n\u00e3o se encontram em qualquer posi\u00e7\u00e3o. Eles giram ao redor do n\u00facleo em \u00f3rbitas fixas e com energia definida. As \u00f3rbitas s\u00e3o chamadas camadas eletr\u00f4nicas, representadas pelas letras K, L, M, N, O, P e Q a partir do n\u00facleo, ou n\u00edveis de energia representados pelos n\u00fameros 1, 2, 3, 4&#8230;;<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Estrutura At\u00f4mica\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/estrutura-atomica-028.jpg\" alt=\"Estrutura At\u00f4mica\" width=\"310\" height=\"111\" \/><\/p>\n<p>Os el\u00e9trons ao se movimentarem numa camada eletr\u00f4nica n\u00e3o absorvem nem emitem energia;<br \/>\nOs el\u00e9trons de um \u00e1tomo tendem a ocupar as camadas eletr\u00f4nicas mais pr\u00f3ximas do n\u00facleo, isto \u00e9, as que apresentam menor quantidade de energia;<br \/>\nUm \u00e1tomo est\u00e1 no estado fundamental quando seus el\u00e9trons ocupam as camadas menos energ\u00e9ticas;<br \/>\nQuando um \u00e1tomo recebe energia (t\u00e9rmica ou el\u00e9trica), o el\u00e9tron pode saltar para uma camada mais externa (mais energ\u00e9tica). Nessas condi\u00e7\u00f5es o \u00e1tomo se torna inst\u00e1vel. Dizemos que o \u00e1tomo se encontra num estado excitado;<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Estrutura At\u00f4mica\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/estrutura-atomica-029.jpg\" alt=\"Estrutura At\u00f4mica\" width=\"298\" height=\"216\" \/><\/p>\n<p>Os el\u00e9trons de um \u00e1tomo excitado tendem a voltar para as camadas de origem. Quando isso ocorre, ele devolve, sob a forma de onda eletromagn\u00e9tica, a energia que foi recebida na forma de calor ou eletricidade.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Estrutura At\u00f4mica\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/estrutura-atomica-030.jpg\" alt=\"Estrutura At\u00f4mica\" width=\"303\" height=\"227\" \/><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Esses postulados permitem explicar a exist\u00eancia dos espectros de emiss\u00e3o descont\u00ednuos:<\/strong> como o el\u00e9tron s\u00f3 pode ocupar determinadas \u00f3rbitas, as transi\u00e7\u00f5es eletr\u00f4nicas (ida e volta do el\u00e9tron) ocorrem em n\u00famero restrito, o que produz somente alguns tipos de radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica e n\u00e3o todas como no espectro cont\u00ednuo.<\/p>\n<p>Modelo at\u00f4mico de Bohr foi elaborado para o \u00e1tomo de hidrog\u00eanio, mas aplica-se com boa aproxima\u00e7\u00e3o a todos os outros \u00e1tomos.<\/p>\n<p><strong>CONCEITOS<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pr\u00f3ton:<\/strong> part\u00edcula nuclear com carga positiva igual, em grandeza, \u00e0 do el\u00e9tron. Junto com o n\u00eautron, est\u00e1 presente em todos os n\u00facleos at\u00f4micos (exceto o do hidrog\u00eanio, que n\u00e3o tem n\u00eautron). A massa de um pr\u00f3ton \u00e9 de 1,6726 x 10-27 kg, ou seja, 1.836 vezes a do el\u00e9tron. O n\u00famero at\u00f4mico de um elemento indica o n\u00famero de pr\u00f3tons em seu n\u00facleo e determina de que elemento se trata.O antipr\u00f3ton \u00e9 sua antipart\u00edcula. \u00c9 est\u00e1vel no v\u00e1cuo e n\u00e3o se desintegra espontaneamente.<\/p>\n<p><strong>N\u00eautron: <\/strong>uma das part\u00edculas fundamentais que comp\u00f5em a mat\u00e9ria. Sua massa \u00e9 de 1,675 x 10-27 kg, aproximadamente 0,125% maior que a do pr\u00f3ton. N\u00e3o tem carga el\u00e9trica. \u00c9 uma part\u00edcula constituinte de todos os n\u00facleos, exceto o do hidrog\u00eanio comum. Os n\u00eautrons livres, que formam parte de um n\u00facleo, s\u00e3o produzidos em rea\u00e7\u00f5es nucleares. Quando \u00e9 expulso do n\u00facleo, o n\u00eautron \u00e9 inst\u00e1vel, e se desintegra para dar lugar a um pr\u00f3ton, um el\u00e9tron e um neutrino. O uso de feixes de n\u00eautrons \u00e9 uma ferramenta importante em campos t\u00e3o diversos quando a paleontologia, a arqueologia e a hist\u00f3ria da arte.<\/p>\n<p><strong>El\u00e9tron:<\/strong> tipo de part\u00edcula elementar que, junto com os pr\u00f3tons e os n\u00eautrons, forma os \u00e1tomos e as mol\u00e9culas. Interv\u00e9m em uma grande variedade de fen\u00f4menos.<\/p>\n<p>Os el\u00e9trons t\u00eam uma massa em repouso de 9,109 x 10-31 kg e uma carga el\u00e9trica negativa de 1,602 x 10-19 coulombs. Sua part\u00edcula de antimat\u00e9ria correspondente \u00e9 o p\u00f3sitron.<\/p>\n<h4>A teoria at\u00f4mica moderna<\/h4>\n<p>De acordo com a <strong>estrutura at\u00f4mica moderna<\/strong>, a massa de um \u00e1tomo e a sua carga positiva s\u00e3o concentrados num pequeno n\u00facleo, enquanto electr\u00f5es de carga negativa giram em torno do n\u00facleo em \u00f3rbitas el\u00edpticas. O n\u00facleo central cont\u00e9m pr\u00f3tons e n\u00eautrons neutros carregada positivamente.<\/p>\n<p>Mol\u00e9cula \u00e9 a menor das part\u00edculas de mat\u00e9ria. A mol\u00e9cula consiste em duas ou mais \u00e1tomos iguais ou diferentes.<\/p>\n<p>\u00c1tomo n\u00e3o \u00e9 o mais pequeno de part\u00edcula f\u00edsica em quest\u00e3o.<\/p>\n<p>A menor part\u00edcula de um elemento n\u00e3o permanece na forma at\u00f4mica, mant\u00e9m-se em forma molecular. Todo o tipo de propriedades f\u00edsicas, qu\u00edmicas e el\u00e9tricas de mol\u00e9cula depende de sua <strong>estrutura at\u00f4mica.<\/strong><\/p>\n<p>Antes, indo para a quest\u00e3o real, vamos dar uma olhada em teoria at\u00f3mica de Dalton e, em seguida, vamos olhar para o conceito muito b\u00e1sico da teoria at\u00f4mica moderna para <strong>a<\/strong> compreens\u00e3o da <strong>estrutura at\u00f4mica<\/strong> de forma mais clara.<\/p>\n<p>No ano de 1808, um professor de qu\u00edmica John Dalton publicou a sua teoria sobre \u00e1tomos. Naquele tempo muitos fen\u00f4meno qu\u00edmico inexplic\u00e1vel foi rapidamente desbloqueado pela teoria de Dalton. Assim, a teoria tornou-se uma base te\u00f3rica em qu\u00edmica.<\/p>\n<p><strong>Os postulados da teoria at\u00f4mica de Dalton foram os seguintes:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Toda a mat\u00e9ria \u00e9 composta de pequenas part\u00edculas indivis\u00edveis e indestrut\u00edveis chamados \u00e1tomos.<br \/>\nTodos os \u00e1tomos do mesmo elemento ter propriedades id\u00eanticas, mas que diferem a partir de \u00e1tomos de outros elementos.<br \/>\n\u00c1tomos de diferentes elementos se combinam para formar um composto.<br \/>\nUma rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica n\u00e3o \u00e9 sen\u00e3o rearranjo destes \u00e1tomos.<br \/>\n\u00c1tomos n\u00e3o pode ser criado ou destru\u00eddo por qualquer meio.<\/p><\/blockquote>\n<p>A teoria de Dalton tinha alguns inconvenientes como; hoje sabemos que os \u00e1tomos podem ser destru\u00eddos. Al\u00e9m disso, alguns \u00e1tomos dos mesmos elementos variam em sua massa (is\u00f3topos). A teoria tamb\u00e9m n\u00e3o explica a exist\u00eancia de allotropes.<\/p>\n<p><strong>Carga el\u00e9trica <\/strong><\/p>\n<table border=\"0\" width=\"442\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td rowspan=\"2\"><strong>Part\u00edculas<\/strong><\/td>\n<td colspan=\"2\"><strong>Carga El\u00e9trica<\/strong><\/td>\n<td rowspan=\"2\"><strong>Massa Relativa<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Natureza<\/strong><\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Valor relativo<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td>Pr\u00f3ton<\/td>\n<td>Positica<\/td>\n<td>+1<\/td>\n<td>1<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td>N\u00eautron<\/td>\n<td>N\u00e3o Existe<\/td>\n<td>0<\/td>\n<td>1<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td>El\u00e9tron<\/td>\n<td>Negativa<\/td>\n<td>-1<\/td>\n<td>1\/1840<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"imagem\">\n<p><strong>Camadas eletr\u00f4nicas <\/strong><\/p>\n<p><strong>Os el\u00e9trons est\u00e3o distribu\u00eddos em camadas ou n\u00edveis de energia: <\/strong><\/p>\n<table border=\"0\" width=\"56%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<th rowspan=\"4\" bgcolor=\"#FFFFCC\">n\u00facleo<\/th>\n<th colspan=\"7\" bgcolor=\"#FFFFCC\">camada<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<th bgcolor=\"#FFFFFF\">K<\/th>\n<th bgcolor=\"#FFFFFF\">L<\/th>\n<th bgcolor=\"#FFFFFF\">M<\/th>\n<th bgcolor=\"#FFFFFF\">N<\/th>\n<th bgcolor=\"#FFFFFF\">O<\/th>\n<th bgcolor=\"#FFFFFF\">P<\/th>\n<th bgcolor=\"#FFFFFF\">Q<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<th bgcolor=\"#FFFFFF\">1<\/th>\n<th bgcolor=\"#FFFFFF\">2<\/th>\n<th bgcolor=\"#FFFFFF\">3<\/th>\n<th bgcolor=\"#FFFFFF\">4<\/th>\n<th bgcolor=\"#FFFFFF\">5<\/th>\n<th bgcolor=\"#FFFFFF\">6<\/th>\n<th bgcolor=\"#FFFFFF\">7<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<th colspan=\"7\" bgcolor=\"#FFFFFF\">n\u00edvel<\/th>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>N\u00famero m\u00e1ximo de el\u00e9trons nas camadas ou n\u00edveis de energia: <\/strong><\/p>\n<table border=\"0\" width=\"56%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<th>K<\/th>\n<th>L<\/th>\n<th>M<\/th>\n<th>N<\/th>\n<th>O<\/th>\n<th>P<\/th>\n<th>Q<\/th>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<th>2<\/th>\n<th>8<\/th>\n<th>18<\/th>\n<th>32<\/th>\n<th>32<\/th>\n<th>18<\/th>\n<th>2<\/th>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Subn\u00edveis de energia <\/strong><\/p>\n<p>As camadas ou n\u00edveis de energia s\u00e3o formados de subcamadas ou subn\u00edveis de energia, designados pelas letras <strong>s, p, d, f. <\/strong><\/p>\n<table border=\"0\" width=\"56%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<th colspan=\"4\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Subn\u00edvel<\/th>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>s<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>p<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>d<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>f<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<th colspan=\"4\" bgcolor=\"#FFFFCC\">N\u00famero m\u00e1ximo de el\u00e9trons<\/th>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">2<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">6<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">10<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">14<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Subn\u00edveis conhecidos em cada n\u00edvel de energia: <\/strong><\/p>\n<table border=\"0\" width=\"56%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<th colspan=\"2\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"10%\">Subn\u00edvel<\/th>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"13%\"><strong>1s<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"13%\"><strong>2s 2p<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"13%\"><strong>3s 3p 3d<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"13%\"><strong>4s 4p 4d 4f<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"13%\"><strong>5s 5p 5d 5f<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"13%\"><strong>6s 6p 6d<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"13%\"><strong>7s<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<th colspan=\"2\" rowspan=\"2\" bgcolor=\"#FFFFCC\">N\u00edvel<\/th>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">2<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">3<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">4<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">5<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">6<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">K<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">L<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">M<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">N<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">O<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">P<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Q<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Subn\u00edveis em ordem crescente de energia: <\/strong><\/p>\n<table border=\"0\" width=\"56%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<th>1s<\/th>\n<th>2s<\/th>\n<th>2p<\/th>\n<th>3s<\/th>\n<th>3p<\/th>\n<th>4s<\/th>\n<th>3d<\/th>\n<th>4p<\/th>\n<th>5s<\/th>\n<th>4d<\/th>\n<th>5p<\/th>\n<th>6s<\/th>\n<th>4f<\/th>\n<th>5d<\/th>\n<th>6p<\/th>\n<th>7s<\/th>\n<th>5f<\/th>\n<th>6d<\/th>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Preenchimento dos subn\u00edveis<\/strong><\/p>\n<p>Os subn\u00edveis s\u00e3o preenchidos sucessivamente, na ordem crescente de energia, com o n\u00famero m\u00e1ximo de el\u00e9trons poss\u00edvel em cada subn\u00edvel. (Regra de aufbau)<\/p>\n<p>Os n\u00fameros qu\u00e2nticos indicam a energia do el\u00e9tron no \u00e1tomo e a regi\u00e3o de m\u00e1xima probabilidade de se encontrar o el\u00e9tron.<\/p>\n<p>O <strong>n\u00famero qu\u00e2ntico principal (n)<\/strong> indica o n\u00edvel de energia. Varia de n = 1 a n = \u00a5, respectivamente, no 1\u00ba, 2\u00ba, 3\u00ba, &#8230; n\u00edvel de energia.<\/p>\n<p>O n\u00famero m\u00e1ximo de el\u00e9trons em cada n\u00edvel \u00e9 dado por 2n2. Entre os \u00e1tomos conhecidos, no estado fundamental, o n\u00famero m\u00e1ximo de el\u00e9trons num mesmo n\u00edvel \u00e9 32.<\/p>\n<p>O <strong>n\u00famero qu\u00e2ntico secund\u00e1rio ou azimutal (l)<\/strong> indica a energia do el\u00e9tron no subn\u00edvel. Nos \u00e1tomos conhecidos, no estado fundamental, h\u00e1 quatro subn\u00edveis, representados por s, p, d, f, em ordem crescente de energia.<\/p>\n<table border=\"0\" width=\"56%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<th colspan=\"4\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Subn\u00edvel<\/th>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>s<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>p<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>d<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>f<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<th colspan=\"4\" bgcolor=\"#FFFFCC\">N\u00famero qu\u00e2ntico azimutal<\/th>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1 = 0<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">l = 1<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">l = 2<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">l = 3<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Orbitais <\/strong><\/p>\n<p>Os subn\u00edveis s\u00e3o formados de orbitais. Orbital \u00e9 a regi\u00e3o da eletrosfera onde h\u00e1 maior probabilidade de estar localizado o el\u00e9tron do \u00e1tomo. O n\u00famero m\u00e1ximo de el\u00e9trons em cada orbital \u00e9 2.<\/p>\n<p>A cada orbital foi atribu\u00eddo um n\u00famero qu\u00e2ntico magn\u00e9tico (m) cujo valor varia de -l a +l, passando por zero.<\/p>\n<table border=\"0\" width=\"56%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<th bgcolor=\"#FFFFCC\">subn\u00edvel s<\/th>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">um s\u00f3 orbital s<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">(0)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<th bgcolor=\"#FFFFCC\">subn\u00edvel p<\/th>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">tr\u00eas orbitais p<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">(-1) (0) (+1)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<th bgcolor=\"#FFFFCC\">subn\u00edvel d<\/th>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">cinco orbitais d<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">(-2) (-1) (0) (+1) (+2)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<th bgcolor=\"#FFFFCC\">subn\u00edvel f<\/th>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">sete orbitais f<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">(-3) (-2) (-1) (0) (+1) (+2) (+3)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>O orbital s tem forma esf\u00e9rica. Os orbitais p t\u00eam forma de duplo ov\u00f3ide e s\u00e3o perpendiculares entre si (est\u00e3o dirigidos segundo tr\u00eas eixos ortogonais x, y e z.<\/p>\n<p><strong>Spin <\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Spin \u00e9 o movimento de rota\u00e7\u00e3o do el\u00e9tron em torno de seu eixo. Pode ser paralelo ou antiparalelo. <strong>A cada um deles foi atribu\u00eddo um n\u00famero qu\u00e2ntico<\/strong>: + 1\/2 e -1\/2.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Princ\u00edpio da exclus\u00e3o de Pauli <\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Em um mesmo \u00e1tomo, n\u00e3o existem dois el\u00e9trons com quatro n\u00fameros qu\u00e2nticos iguais.<br \/>\nComo conseq\u00fc\u00eancia desse princ\u00edpio, dois el\u00e9trons de um mesmo orbital t\u00eam spins opostos.<br \/>\nUm orbital semicheio cont\u00e9m um el\u00e9tron desemparelhado; um orbital cheio cont\u00e9m dois el\u00e9trons emparelhados (de spins opostos).<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Regra de Hund<\/strong><\/p>\n<p>Ao ser preenchido um subn\u00edvel, cada orbital desse subn\u00edvel recebe inicialmente apenas um el\u00e9tron; somente depois de o \u00faltimo orbital desse subn\u00edvel ter recebido seu primeiro el\u00e9tron come\u00e7a o preenchimento de cada orbital semicheio com o segundo el\u00e9tron.<\/p>\n<p>El\u00e9tron de maior energia ou el\u00e9tron de diferencia\u00e7\u00e3o \u00e9 o \u00faltimo el\u00e9tron distribu\u00eddo no preenchimento da eletrosfera, de acordo com as regras estudadas.<\/p>\n<p>Fonte: www.chem4kids.com\/members.tripod.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estrutura At\u00f4mica, \u00c1tomos, Elementos, Qu\u00edmicos, Mat\u00e9ria, Carga, El\u00e9trica, Camadas, Eletr\u00f4nicas, Part\u00edcula, Teoria, Modelo, Estrutura At\u00f4mica<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[82],"tags":[],"class_list":["post-30090","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-quimica"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Estrutura At\u00f4mica, \u00c1tomos, Elementos, 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