{"id":29843,"date":"2016-05-19T12:12:31","date_gmt":"2016-05-19T12:12:31","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=29843"},"modified":"2016-12-11T02:15:16","modified_gmt":"2016-12-11T05:15:16","slug":"genero-epico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/genero-epico","title":{"rendered":"G\u00eanero \u00c9pico"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>G\u00eanero \u00c9pico &#8211; Defini\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Um \u00e9pico \u00e9 tradicionalmente um g\u00eanero de poesia, conhecida como a poesia \u00e9pica.<\/p>\n<p>No entanto, em termos modernos,<strong> \u00e9pico<\/strong> muitas vezes \u00e9 estendida a outras formas de arte, como o teatro \u00e9pico, filmes, m\u00fasica, livros, jogos, televis\u00e3o mostra, e v\u00eddeo jogos, onde na hist\u00f3ria tem um tema de grandeza e hero\u00edsmo, assim como na poesia \u00e9pica.<\/p>\n<p>A <strong>Literatura \u00c9pica<\/strong> vem das tradi\u00e7\u00f5es orais de civiliza\u00e7\u00f5es antigas.<\/p>\n<p><strong>Poemas \u00e9picos<\/strong> foram criados ao longo da hist\u00f3ria, at\u00e9 os dias atuais.<\/p>\n<p><strong>Poemas \u00e9picos <\/strong>s\u00e3o inclu\u00eddos em todos os tr\u00eas g\u00eaneros de poesia, que incluem l\u00edrica, dram\u00e1tica e narrativa.<\/p>\n<p><strong>O que \u00e9 um \u00e9pico? <\/strong><\/p>\n<p>Um \u00e9pico no seu sentido mais espec\u00edfico \u00e9 um g\u00eanero da poesia cl\u00e1ssica, origin\u00e1rio da Gr\u00e9cia.<\/p>\n<p><strong>As conven\u00e7\u00f5es do g\u00eanero s\u00e3o v\u00e1rias:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>a)<\/strong> \u00c9 uma longa narrativa sobre um assunto s\u00e9rio tradicional ou digno. <strong><br \/>\nb)<\/strong> Sua dic\u00e7\u00e3o \u00e9 elevada e em grande estilo. Ele emprega um tom formal, digno, objetivo e muitas figuras de linguagem. <strong><br \/>\nc) <\/strong>A narrativa focada nas fa\u00e7anhas de um her\u00f3i ou semideus que representa o valores culturais de uma ra\u00e7a, na\u00e7\u00e3o ou grupo religioso. <strong><br \/>\nd) <\/strong>Sucesso ou fracasso do her\u00f3i ir\u00e1 determinar o destino daquele povo ou na\u00e7\u00e3o. <strong><br \/>\ne) <\/strong>A a\u00e7\u00e3o ocorre em uma vasta defini\u00e7\u00e3o, e abrange uma vasta \u00e1rea geogr\u00e1fica. A defini\u00e7\u00e3o \u00e9 frequentemente algum tempo no passado remoto. <strong><br \/>\nf)<\/strong> A a\u00e7\u00e3o cont\u00e9m feitos sobre-humanos de for\u00e7a ou destreza militar. <strong><br \/>\ng)<\/strong> Deuses ou seres sobrenaturais freq\u00fcentemente tomar parte na a\u00e7\u00e3o de afetar o resultado. <strong><br \/>\nh) <\/strong>O poema come\u00e7a com a invoca\u00e7\u00e3o de uma musa para inspirar o poeta, uma ora\u00e7\u00e3o a um ser sobrenatural apropriado. O orador pede que este ser fornecer-lhe A emo\u00e7\u00e3o, criatividade, ou palavras adequadas para terminar o poema. (Eu) A narrativa come\u00e7a no meio da a\u00e7\u00e3o. Subsequentemente, os eventos anteriores que antecederam o in\u00edcio do poema ser\u00e1 contada no caracteres &#8216;narrativas ou em flashbacks. <strong><br \/>\nj) <\/strong>O \u00e9pico cont\u00e9m longas cat\u00e1logos de her\u00f3is ou personagens importantes, focando reis nobres e grandes guerreiros em vez de camponeses e plebeus. <strong><br \/>\nk)<\/strong> O \u00e9pico emprega similes prolongadas (chamados \u00e9picos s\u00edmiles) em pontos apropriados de a hist\u00f3ria, e uma cena tradicional de inscri\u00e7\u00e3o estendido em que o her\u00f3i bra\u00e7os si mesmo. O termo se aplica mais diretamente aos textos gregos cl\u00e1ssicos como a Il\u00edada ea Odiss\u00e9ia mas \u00e9 claro que autores romanos como Virg\u00edlio imitar intencionalmente o g\u00eanero em obras como a Eneida. No entanto, alguns cr\u00edticos t\u00eam aplicado o termo mais frouxamente. O poema anglo-sax\u00e3o Beowulf. Tamb\u00e9m tem sido chamado um \u00e9pico da cultura anglo-sax\u00e3, Para\u00edso Perdido de Milton \u00e9 chamado um \u00e9pico da cultura crist\u00e3, El Cid \u00e9 um \u00e9pico da cultura espanhola, Hiawatha de Longfellow \u00e9 um \u00e9pico de Cultura americana, e v\u00e1rias pe\u00e7as hist\u00f3ricas de Shakespeare foram chamados coletivamente uma \u00e9pica do Renascimento Gr\u00e3-Bretanha.<\/p><\/blockquote>\n<h4>G\u00eanero \u00c9pico &#8211; Origem<\/h4>\n<p>Seu nome vem de lira, instrumento musical que acompanhava os cantos dos gregos.<\/p>\n<p>Por muito tempo, at\u00e9 o final da Idade M\u00e9dia, as poesias eram cantadas; separando-se o texto do acompanhamento musical, a poesia passou a apresentar uma estrutura mais rica. A partir da\u00ed, a m\u00e9trica (a medida de um verso, definida pelo n\u00famero de s\u00edlabas po\u00e9ticas), o ritmo das palavras, a divis\u00e3o em estrofes, a rima, a combina\u00e7\u00e3o das palavras foram elementos cultivados com mais intensidade pelos poetas.<\/p>\n<p>Mas, cuidado! O que foi dito acima n\u00e3o significa que poesia, para ser poesia, precise, necessariamente, apresentar rima, m\u00e9trica, estrofe.<\/p>\n<p>A poesia do Modernismo, por exemplo, desprezou esses conceitos; \u00e9 uma poesia que se caracteriza pelo verso livre (abandono da m\u00e9trica), por estrofes irregulares e pelo verso branco, ou seja, o verso sem rima. O que, tamb\u00e9m, n\u00e3o impede que &#8220;subitamente na esquina do poema, duas rimas se encontrem, como duas irm\u00e3s desconhecidas&#8230;&#8221;<\/p>\n<h4>L\u00edrico &#8211; <strong>O que \u00e9<\/strong><\/h4>\n<p>A palavra l\u00edrico vem do latim, que significa lira; instrumento musical usado para acompanhar as can\u00e7\u00f5es dos poetas da Gr\u00e9cia antiga, e retomado na Idade M\u00e9dia pelos trovadores.<\/p>\n<p>Pode-se dizer que o g\u00eanero l\u00edrico \u00e9 a express\u00e3o do sentimento pessoal. &#8220;\u00c9 a maneira como a alma, com seus ju\u00edzos subjetivos, alegrias e admira\u00e7\u00f5es, dores e sensa\u00e7\u00f5es, toma consci\u00eancia de si mesma no \u00e2mago deste conte\u00fado&#8221; (Hegel).<\/p>\n<p>De fato, o poeta l\u00edrico \u00e9 o indiv\u00edduo isolado que interessa-se somente pelos estados da alma. \u00c9 aquele que preocupa-se demasiadamente com as pr\u00f3prias sensa\u00e7\u00f5es voltado para si. O universo exterior s\u00f3 \u00e9 considerado quando existe uma identifica\u00e7\u00e3o, ou \u00e9 pass\u00edvel de ser interiorizado pelo poeta.<\/p>\n<h4>G\u00eanero \u00c9pico &#8211; Estilo<\/h4>\n<p>O g\u00eanero \u00e9pico remonta \u00e0 antiguidade grego e latina sendo os seus expoentes m\u00e1ximos Homero e Virg\u00edlio.<\/p>\n<p>A epopeia \u00e9 um g\u00eanero narrativo em verso, em estilo elevado, que visa celebrar feitos grandiosos de her\u00f3is fora do comum reais ou lend\u00e1rios. Tem pois sempre um fundo hist\u00f3rico; de notar que o g\u00eanero \u00e9pico \u00e9 um g\u00eanero narrativo e que exige na sua estrutura a presen\u00e7a de uma a\u00e7\u00e3o, desempenhada por personagens num determinado tempo e espa\u00e7o.<\/p>\n<p><strong>O estilo \u00e9 elevado e grandioso e possui uma estrutura pr\u00f3pria, cujos principais aspectos s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Proposi\u00e7\u00e3o &#8211; <\/strong>em que o autor apresenta a mat\u00e9ria do poema;<strong><br \/>\nInvoca\u00e7\u00e3o &#8211; <\/strong>\u00e0s musas ou outras divindades e entidades m\u00edticas protetoras das artes;<strong><br \/>\nDedicat\u00f3ria &#8211; <\/strong>em que o autor dedica o poema a algu\u00e9m, sendo esta facultativa;<strong><br \/>\nNarra\u00e7\u00e3o &#8211; <\/strong>a a\u00e7\u00e3o \u00e9 narrada por ordem cronol\u00f3gica dos acontecimentos, mas inicia-se j\u00e1 no decurso dos acontecimentos (\u0093in medias res\u0094), sendo a parte inicial narrada posteriormente num processo de retrospectiva, \u0093flash-back\u0094 ou \u0093analepse\u0094.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Al\u00e9m destas quatro partes temos a presen\u00e7a constante da:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Presen\u00e7a de mitologia greco-latina &#8211; <\/strong>contracenando her\u00f3is mitol\u00f3gicos e her\u00f3is humanos.<\/p><\/blockquote>\n<p>O <strong>g\u00eanero l\u00edrico<\/strong> tem como caracter\u00edstica e manifesta\u00e7\u00e3o do <em><strong>eu <\/strong><\/em>artista. Onde o artista demonstra de maneira expressiva seus pensamentos e emo\u00e7\u00f5es, ou melhor, seu mundo interior.<\/p>\n<p>Uma caracter\u00edstica marcante do texto l\u00edrico \u00e9 a musicalidade, ou seja, a explora\u00e7\u00e3o da sonoridade.<\/p>\n<p>\u00c9 predominantemente subjetivo, e sua origem que acompanhava os recitais de poesias.<\/p>\n<p>Por envolver a musicalidade, a mensagem devia ter uma linguagem precisa, tendo cada palavra seu significado.<\/p>\n<p><strong>Ex: <\/strong>Meu amor ensinou a ser simples<\/p>\n<blockquote><p>Como um largo de igreja<br \/>\nOnde n\u00e3o h\u00e1 nem um sino<br \/>\nNem um l\u00e1pis<br \/>\nNem uma sensualidade <strong>(Oswaldo de Andrade)<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>Este texto em verso, \u00e9 denominado poema. E o autor usou de diversas figuras para dar a id\u00e9ia da simplicidade mostrou o <em><strong>\u0093eu\u0094<\/strong><\/em> do autor.<\/p>\n<h4>Caracteristicas do G\u00eanero \u00c9pico?<\/h4>\n<p>A epopeia eterniza lendas a um texto em prosa que d\u00e1 seu recado a respeito de s\u00e9culos e tradi\u00e7\u00f5es ancestrais, preservando-as ao longo dos tempos pela tradi\u00e7\u00e3o oral ou escrita. Os primeiros grandes modelos ocidentais de epopeia s\u00e3o os poemas hom\u00e9ricos a Il\u00edada e a Odisseia, os quais t\u00eam a sua origem nas lendas sobre a guerra de Troia.<\/p>\n<p>A epopeia pertence ao g\u00eanero \u00e9pico, embora tenha fundamentos hist\u00f3ricos, n\u00e3o representa os acontecimentos com fidelidade, geralmente reveste os acontecimentos relatados com conceitos morais e atos exemplares que funcionam como modelos de comportamento.<\/p>\n<p>Epopeia \u00e9 uma narrativa que apresenta com maior qualidade os fatos originalmente contados em versos.<\/p>\n<p><strong>Os elementos dessa narrativa apresentam estas caracter\u00edsticas<\/strong>: personagens, tempo, espa\u00e7o, a\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m pode conter fatos heroicos muitas vezes transcorridos durante guerras.<\/p>\n<p>Epopeia \u00e9 um poema \u00e9pico ou l\u00edrico. Um poema heroico narrativo extenso, uma cole\u00e7\u00e3o de feitos, de fatos hist\u00f3ricos, de um ou de v\u00e1rios indiv\u00edduos, reais, lend\u00e1rios ou mitol\u00f3gicos. A epopeia eterniza lendas seculares e tradi\u00e7\u00f5es ancestrais, preservada ao longo dos tempos pela tradi\u00e7\u00e3o oral ou escrita. Os primeiros grandes modelos ocidentais de epopeia s\u00e3o os poemas hom\u00e9ricos a Il\u00edada e a Odisseia, os quais t\u00eam a sua origem nas lendas sobre a guerra de Troia. A epopeia pertence ao g\u00eanero \u00e9pico, mas embora tenha fundamentos hist\u00f3ricos, n\u00e3o representa os acontecimentos com fidelidade, geralmente reveste os acontecimentos relatados com conceitos morais e atos exemplares que funcionam como modelos de comportamento.<\/p>\n<p><strong>G\u00eaneros Liter\u00e1rios:<\/strong> \u00e9pico ou dram\u00e1tico<\/p>\n<p>O g\u00eanero \u00e9pico \u00e9 um dos g\u00eaneros da literatura. O termo \u00e9pico deriva do grego \u0093epos\u0094, que significa palavra, not\u00edcia, or\u00e1culo. \u00c9pico \u00e9 quando temos uma narrativa de fundo hist\u00f3rico; \u00e9 os feitos her\u00f3icos e os grandes ideais de um povo o tema das epop\u00e9ias.<\/p>\n<p><strong>O narrador mant\u00e9m um distanciamento em rela\u00e7\u00e3o aos acontecimentos (esse distanciamento \u00e9 refor\u00e7ado, naturalmente, pelo aspecto temporal<\/strong>: (os fatos narrados situam-se no passado). Temos um Poeta-observador voltado, portanto, para o mundo exterior, tornando a narrativa objetiva. A objetividade \u00e9 caracter\u00edstica marcante do g\u00eanero \u00e9pico. A \u00e9pica j\u00e1 foi definida como a poesia da &#8220;terceira pessoa do tempo passado&#8221;.<\/p>\n<p>O g\u00eanero \u00e9pico ( ou a \u00e9pica) desenvolveu-se em v\u00e1rias civiliza\u00e7\u00f5es e em v\u00e1rios momentos hist\u00f3ricos, mas os seus modelos insuper\u00e1veis s\u00e3o a Il\u00edada e a Odiss\u00e9ia, epop\u00e9ias surgidas na Gr\u00e9cia por volta dos s\u00e9culos IX e VIII a.C., ou mesmo do s\u00e9culo IX a.C. Estas obras, como outras similares, foram denominadas tamb\u00e9m poesia \u00e9pica, isto porque \u0096 possivelmente com objetivo de memoriza\u00e7\u00e3o \u0096 eram metrificadas.<\/p>\n<p>A \u00e9pica (ou epop\u00e9ia), de acordo com Ang\u00e9lica Soares, \u00e9 &#8220;uma longa narrativa liter\u00e1ria de car\u00e1ter her\u00f3ico, grandioso e de interesse nacional e social [&#8230;] que apresenta, juntamente com todos os elementos narrativos (o narrador, o narrat\u00e1rio, personagens, tema, enredo, espa\u00e7o e tempo), uma atmosfera maravilhosa que, em torno de acontecimentos hist\u00f3ricos passados, re\u00fane mitos, her\u00f3is e deuses, podendo-se apresentar em prosa (como as can\u00e7\u00f5es de gesta medievais) ou em verso (como Os Lus\u00edadas)&#8221;.<\/p>\n<p>A passagem do \u00e9pico ao romance se deu aos poucos, com a evolu\u00e7\u00e3o ads formas narrativas medievais, como novelas de cavalaria, can\u00e7\u00f5es de gesta, moralidades, exempla, farsas, fabliaux e a novela.<\/p>\n<p><strong>Na Idade M\u00e9dia existiam dois tipos de narrativas<\/strong>: a can\u00e7\u00e3o de gesta que surgiu para respeitar os feitos hist\u00f3ricos de povos ou her\u00f3is, \u00e0s guerras hist\u00f3ricas e aos dramas lend\u00e1rios, e o romance que se preocupava com as aventuras de uma das personagens, criatura de fic\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s do misterioso mundo, apresentando um car\u00e1ter descritivo-narrativo.<\/p>\n<p><strong>Existiram duas epop\u00e9ias<\/strong>: a cl\u00e1ssica e a medieval, a primeira tem um grupo de textos criados na Gr\u00e9cia em Roma, Homero narra as aventuras do her\u00f3i Aquiles durante a trag\u00e9dia de Tr\u00f3ia. Na Odiss\u00e9ia, conta as desventuras de Ulisses, perdido pelos mares por muitos anos ap\u00f3s a queda de Tr\u00f3ia, at\u00e9 sua volta triunfal com a ajuda e a persegui\u00e7\u00e3o dos deuses do Olimpo. Il\u00edada e Odiss\u00e9ia, de Homero, e a Eneida, de Virgilio foram as principais obras de concep\u00e7\u00e3o hom\u00e9rica da epop\u00e9ia.<\/p>\n<p>As epop\u00e9ias medievais s\u00e3o longos poemas \u00e9picos, em versos de oito, dez ou doze s\u00edlabas, reunidas em estrofes de extens\u00e3o desigual, cada uma delas terminando por asson\u00e2ncia numa vogal, em vez de rima. Foram obras criadas anonimamente, escritas em latim vulgar.<\/p>\n<p><strong>Encontraram-se ambienta\u00e7\u00f5es em regi\u00f5es que hoje constituem a Inglaterra, a Alemanha, a Fran\u00e7a e a Espanha, podendo citar algumas como<\/strong>: o poema ingl\u00eas \u0093beowulf\u0094, a \u0093can\u00e7\u00e3o dos Nibelungos\u0094, o \u0093cantar Del mio Cid\u0094 e os poemas do ciclo de Carlos Magno, como \u0093A can\u00e7\u00e3o de Rolando\u0094.<\/p>\n<p>Fonte: web.cn.edu\/www.geocities.com\/ucbweb2.castelobranco.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>G\u00eanero \u00c9pico, Estilo, Estrutura, O que \u00e9, Texto, Obra, Poesia, Poema, Narrativo, Caracter\u00edstica, Origem, G\u00eanero 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