{"id":23691,"date":"2016-01-19T17:25:54","date_gmt":"2016-01-19T17:25:54","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=23691"},"modified":"2016-12-21T07:48:57","modified_gmt":"2016-12-21T09:48:57","slug":"culinaria-marroquina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-marroquina","title":{"rendered":"Culin\u00e1ria Marroquina"},"content":{"rendered":"<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/culinaria-marroquina.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Marroquina\" title=\"Culin\u00e1ria Marroquina\" \/><\/p>\n<p>\u00a0<strong>Marrocos<\/strong>\u00a0\u00e9      um reino m\u00edstico, em larga medida gra\u00e7as \u00e0 influ\u00eancia \u00e1rabe que determina      todos os aspectos da sua vida cultural, religiosa, social e at\u00e9 mesmo econ\u00f3mica.<\/p>\n<p>Ocupando      uma \u00e1rea que vai do Estreito de Gibraltar at\u00e9 a Maurit\u00e2nia, no extremo noroeste      do continente, este pa\u00eds fant\u00e1stico \u00e9 um verdadeiro o\u00e1sis ao alcance dos Europeus      (apenas a 13 km do sul de Espanha), que aqui podem entregar-se aos fascinantes      prazeres de uma cultura que tem mais de oriental do que de africana, no comum      sentido da palavra.<\/p>\n<p>O      exotismo de\u00a0<strong>Marrocos<\/strong>\u00a0tem      a sua express\u00e3o mais vincada nos h\u00e1bitos alimentares, onde a explos\u00e3o de sabores      desperta todos os sentidos. N\u00e3o \u00e9, pois, de estranhar que a refei\u00e7\u00e3o seja      muitas vezes referida como wal\u00edma, cuja tradu\u00e7\u00e3o literal \u00e9 banquete.<\/p>\n<p>A      requintada\u00a0<strong>culin\u00e1ria      marroquina<\/strong>\u00a0\u00e9 pr\u00f3diga      na combina\u00e7\u00e3o de sabores: legumes e frutos secos, especiarias perfumadas,      carnes soberbamente condimentadas, peixes e mariscos delicadamente preparados&#8230;      Uma refei\u00e7\u00e3o t\u00edpica marroquina come\u00e7a com uma salada \u00e0 base de pepino, tomate      e pimentos ou uma sopa rica de carne, legumes e gr\u00e3os (a Harira). Segue-se      normalmente um Tajine (cozido de carnes com legumes e tomate, cozinhado e      servido num recipiente de barro com o mesmo nome, com 1001 variantes) ou uma      das dezenas de variedades de Cuscuz (s\u00e9mola cozida no vapor acompanhada de      legumes, carne de vaca, frango, borrego, peixe, etc.).<\/p>\n<p>Pode      tamb\u00e9m deliciar-se com as espetadas \u00e0 venda em (literalmente) todo o lado      ou com o Metchui &#8211; borrego assado no forno, t\u00e3o lentamente que, ao prov\u00e1-lo,      temos a sensa\u00e7\u00e3o que a carne est\u00e1 a derreter-se na nossa boca&#8230;<\/p>\n<p>Um\u00a0<strong>prato      tradicional<\/strong>\u00a0muito      apreciado \u00e9 a Pastilla Marroquina, um folhado mais ou menos grande feito de      uma massa folhada muito fina com um recheio agridoce que pode variar.<\/p>\n<p>O      p\u00e3o tem um significado algo m\u00edstico, sendo sempre considerado uma oferta,      mesmo nos restaurantes. A pastelaria marroquina \u00e9 muito rica e variada, sendo      quase sempre \u00e0 base de massas, am\u00eandoas e outros frutos secos: uma esp\u00e9cie      de chamu\u00e7as de mel e am\u00eandoa encontram-se entre os favoritos, assim como as      feqqas com am\u00eandoas. No final de cada refei\u00e7\u00e3o \u00e9 quase obrigat\u00f3rio o digestivo      ch\u00e1 de menta, que os marroquinos ingerem em quantidades industriais e sob      qualquer pretexto.<\/p>\n<p>Embora      possa parecer estranho, o facto \u00e9 que, ao fim de dois dias, qualquer turista      se rende a este h\u00e1bito singelo&#8230; como a todos os outros elementos desta\u00a0<strong>culin\u00e1ria      t\u00e3o ex\u00f3tica<\/strong>\u00a0!<\/p>\n<p>Fonte:       comezainas.clix.pt<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Marroquina<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<p>O\u00a0<strong>Marrocos<\/strong>\u00a0\u00e9      um pa\u00eds de contrastes com suas enormes praias e suas cidades, ao mesmo tempo      hist\u00f3ricas e cosmopolitas. Aqui se fundem o Oriente e o Ocidente, a \u00c1frica      e o mundo Mediterr\u00e2neo, n\u00e3o s\u00f3 no folclore, mas tamb\u00e9m na gastronomia, no      artesanato e em tantos outros aspectos da vida deste pa\u00eds.<\/p>\n<p>Em      quase todas as cidades do pa\u00eds, principalmente nas cidades imperiais, h\u00e1 tra\u00e7os      comuns que caracterizam a tradicional arquitetura urbana marroquina: uma medina      (centro comercial e residencial), uma mesquita central, o pal\u00e1cio real, o      mellah (bairro judeu) e os souks (mercados).<\/p>\n<p>Vale      a pena conhecer os mist\u00e9rios e costumes desse povo t\u00e3o simp\u00e1tico, receptivo      e cordial\u0085<\/p>\n<p>A      fam\u00edlia \u00e9 o centro da vida social no pa\u00eds. Normalmente vivem na casa os pais      os filhos solteiros e os casados, com suas mulheres e filhos. Nas cidades,      entretanto, devido ao tamanho das casas, os moradores s\u00e3o em n\u00famero menor.<\/p>\n<p>Na      sociedade \u00e1rabe tradicional, os mundos masculino e feminino s\u00e3o completamente      separados; os homens dominam a fam\u00edlia e a vida p\u00fablica, enquanto as mulheres      ficam restritas \u00e0 casa e aos trabalhos dom\u00e9sticos. Atualmente, muitas mulheres      marroquinas j\u00e1 trabalham fora. As mulheres de origem berbere sempre tiveram      mais liberdade do que as de origem \u00e1rabe; elas trabalham nos mercados e participam      de eventos p\u00fablicos sociais.<\/p>\n<p>As      mulheres n\u00e3o podem entrar nas mesquitas, a n\u00e3o ser que tenham uma permiss\u00e3o      especial e, mesmo assim, ficam na galeria das mulheres, completamente separadas      dos homens.<\/p>\n<p>No      passado, todos os casamentos eram arranjados e, atualmente, apesar de ser      menos comum, esta tradi\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda observada em algumas fam\u00edlias. A noiva      recebe um dote de sua fam\u00edlia e o noivo e sua fam\u00edlia d\u00e3o grande soma em dinheiro      \u00e0 fam\u00edlia da noiva. Este dinheiro ser\u00e1 gasto com a montagem da casa. As cerim\u00f4nias      de casamento geralmente ocorrem no ver\u00e3o e s\u00e3o eventos alegres e coloridos.      Normalmente a noiva mant\u00e9m seu nome de fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Uma      casa tradicional marroquina tem sempre um p\u00e1tio central, pavimentado com mosaicos      em cores brilhantes, com uma fonte no centro. Os c\u00f4modos principais abrem      diretamente para este p\u00e1tio. As casas s\u00e3o geralmente mobiliadas com muitos      sof\u00e1s encostados nas paredes, cobertos com ricos tecidos marroquinos. O ch\u00e3o      \u00e9 coberto com espessos tapetes, sobre os quais ficam mesas redondas baixas      para servir as refei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Por      todo lado h\u00e1 almofadas e a refei\u00e7\u00e3o deve ser feita com todo conforto, pois      no pa\u00eds, a hora da refei\u00e7\u00e3o \u00e9 um verdadeiro evento social.<\/p>\n<p>A      mesa geralmente n\u00e3o fica preparada, pois os\u00a0<strong>pratos<\/strong>\u00a0s\u00e3o      trazidos pouco a pouco. Antes da refei\u00e7\u00e3o, uma empregada ou um membro mais      jovem da fam\u00edlia traz uma bacia de metal, com uma plataforma no meio, onde      fica um peda\u00e7o de sab\u00e3o (geralmente obras de arte, feitas por artes\u00e3os locais)      e \u00e1gua em volta. As m\u00e3os s\u00e3o lavadas e uma toalha \u00e9 oferecida para sec\u00e1-las.      Al\u00e9m do ritual de lavar as m\u00e3os, o que se repete ao final da refei\u00e7\u00e3o, h\u00e1      ainda o costume de beber ch\u00e1 de menta antes e depois das refei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Os      marroquinos comem com os dedos da m\u00e3o direita (o polegar e os tr\u00eas primeiros      dedos), pegando a\u00a0<strong>comida<\/strong>\u00a0de      um\u00a0<strong>prato comunit\u00e1rio<\/strong>\u00a0.<\/p>\n<p>Antes      das refei\u00e7\u00f5es, agradecem a Deus falando &#8220;Bismillah&#8221; e no final,      falam &#8220;Al Hamdu Lillah&#8221;, que quer dizer &#8220;Gra\u00e7as a Deus&#8221;.<\/p>\n<p>As      refei\u00e7\u00f5es em dias de festa s\u00e3o muito elaboradas e custam, \u00e0s vezes, uma semana      de trabalhos para sua prepara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Constam,      geralmente, de cinco\u00a0<strong>pratos<\/strong>\u00a0:      a bstilla, uma torta de massa fininha recheada com uma mistura de frango,      am\u00eandoas, cebola e salsinha, coberta com canela e a\u00e7\u00facar cristalizado.<\/p>\n<p>Em      seguida vem o\u00a0<strong>meshwee<\/strong>\u00a0(carneiro      assado inteiro na brasa), seguido pela\u00a0<strong>tajine<\/strong>\u00a0,      (carne, peixe ou frango cozidos com frutas como ameixas secas, lim\u00f5es ou marmelos      em conserva, ou ainda com vegetais como alcachofra) que \u00e9 servido com khubz,      um p\u00e3o esponjoso redondo.<\/p>\n<p>Chega      ent\u00e3o a hora do couscous (um grande prato de semolina granulada cozida com      carne de carneiro ou frango e vegetais num molho apimentado) e finalmente      chega a sobremesa: mel\u00e3o, bolos e doces, seguidos pelo tradicional ch\u00e1 de      menta. Um convidado deve comer de todos os pratos oferecidos.<\/p>\n<p>O      visitante n\u00e3o deve cumprimentar primeiro os donos da casa e sim apertar a      m\u00e3o de quem est\u00e1 \u00e0 sua direita e assim sucessivamente. Este \u00e9 o costume local.<\/p>\n<p>O      principal ingrediente da\u00a0<strong>culin\u00e1ria      marroquina<\/strong>\u00a0\u00e9 o couscous.<\/p>\n<p>Carnes      e peixes s\u00e3o normalmente grelhados ou cozidos por muitas horas em uma panela      de barro com uma tampa c\u00f4nica chamada tajine (o mesmo nome da\u00a0<strong>comida<\/strong>\u00a0).<\/p>\n<p>Damascos      secos, t\u00e2maras, figos, passas, pinhas, am\u00eandoas e pistaches s\u00e3o utilizados      em muitos pratos. Uma mistura de suco de lim\u00e3o e sal acrescenta um gosto especial      a pratos de frango e peru. Especiarias, tais como cominho, coentro, pimenta,      a\u00e7afr\u00e3o, canela e gengibre tamb\u00e9m acrescentam um sabor especial. As sobremesas      s\u00e3o temperadas, quase sempre, com canela e am\u00eandoas. O Briouat, (esp\u00e9cie de      pastel recheado com am\u00eandoas, fritos e depois mergulhados no mel) e o kaboughzal      (massa em formato de croissant recheada com creme de am\u00eandoas e perfumada      com flor de laranjeira, que \u00e9 tradicionalmente servido nas festas de casamento)      s\u00e3o algumas das sobremesas t\u00edpicas marroquinas.<\/p>\n<p>Atualmente,      cada vez mais marroquinos se mudam para as cidades maiores atr\u00e1s de empregos      e, por esta raz\u00e3o, os bidonvilles (favelas) tem crescido nos sub\u00farbios das      cidades. As fam\u00edlias pobres moram em habita\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias nestas \u00e1reas. As      habita\u00e7\u00f5es nas \u00e1reas rurais variam de acordo com o clima e com os materiais      de constru\u00e7\u00e3o dispon\u00edveis. Muitas pessoas, no sul do pa\u00eds, vivem em casas      feitas de barro, pedra ou madeira.<\/p>\n<p>No      sul, algumas tribos seguem a tradi\u00e7\u00e3o da vida n\u00f4made no deserto. Algumas se      estabelecem, temporariamente, nos o\u00e1sis ou nas \u00e1reas \u00famidas que pontilham      as terras secas. Outras armam as barracas nos plat\u00f4s secos elevados, onde      os rebanhos de carneiros e cabras podem pastar.<\/p>\n<p>A      roupa tradicional marroquina \u00e9 o djellaba (jallaba em \u00e1rabe, que significa      atraente) que \u00e9 uma veste longa, larga e de mangas compridas. Muitas mulheres      ainda seguem a tradi\u00e7\u00e3o Isl\u00e2mica e cobrem o rosto com um v\u00e9u. Os homens geralmente      cobrem a cabe\u00e7a com um tarbouch (tamb\u00e9m chamado fez pelos ocidentais) nas      ocasi\u00f5es formais. Os homens de descend\u00eancia Berbere usam sand\u00e1lias de couro      de cabra, turbantes brancos e carregam elaboradas adagas entalhadas. Em casa      e nos encontros sociais, as mulheres usam longas vestes chamadas kaftans.      Apesar de a maioria do povo marroquino usar as roupas tradicionais, cada vez      mais o estilo europeu vem se tornando popular.<\/p>\n<p>Os      souks (mercados marroquinos) s\u00e3o um emaranhado de estreitas passagens e t\u00faneis.      As pessoas v\u00e3o para os mercados, n\u00e3o apenas para comprar e vender mercadorias,      mas tamb\u00e9m para socializar. Os souks t\u00eam muitas pequenas lojas lotadas com      todos os tipos de artigos, que v\u00e3o de especiarias a roupas. Devido \u00e0s estreitas      passagens, burros e bicicletas s\u00e3o a \u00fanica maneira de transportar as mercadorias      por dentro dos souks.<\/p>\n<p>O      esporte mais popular do pa\u00eds \u00e9 o futebol. Marroquinos de todas as idades s\u00e3o      f\u00e3s incondicionais do esporte e \u00e9 comum ver crian\u00e7as jogando futebol nas ruas.      Quando h\u00e1 algum jogo importante, as ruas ficam desertas, pois todos est\u00e3o      em casa ou nos caf\u00e9s assistindo o jogo pela TV.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Marrocos<\/strong>\u00a0foi      a primeira na\u00e7\u00e3o africana a participar da Copa do Mundo.<\/p>\n<p>O      golfe \u00e9 tamb\u00e9m um esporte tradicional no pa\u00eds e a popularidade do remo vem      crescendo.<\/p>\n<p>O      rally de carro \u00e9 tamb\u00e9m um dos favoritos e o Atlas Rally atrav\u00e9s da Espanha      e\u00a0<strong>Marrocos<\/strong>\u00a0\u00e9      um importante evento esportivo internacional.<\/p>\n<p>Os      marroquinos passam suas horas de lazer conversando e socializando com a fam\u00edlia      e amigos. Os homens v\u00e3o para os caf\u00e9s onde fumam, tomam caf\u00e9 ou ch\u00e1 de menta      e batem papo. J\u00e1 a maioria das mulheres faz vida social dentro de casa ou      nos banhos turcos p\u00fablicos (hammam), onde o vapor \u00e9 conseguido atrav\u00e9s da      queima de madeira. H\u00e1 locais separados para homens e mulheres.<\/p>\n<p>Tradicionalmente,      os meninos eram educados nas madressahs, centros de aprendizagem Isl\u00e2micos,      dentro das mesquitas. Estas escolas ainda s\u00e3o comuns no pa\u00eds. Os alunos se      dedicam a decorar o Alcor\u00e3o e aos estudos religiosos.<\/p>\n<p>A      educa\u00e7\u00e3o era obrigat\u00f3ria para crian\u00e7as entre 7 e 13 anos em 1962. Entretanto,      a falta de professores e de escolas, ao longo dos anos, vem limitando o acesso      \u00e0 educa\u00e7\u00e3o para as crian\u00e7as das \u00e1reas rurais. Al\u00e9m do mais, nem todas as crian\u00e7as      marroquinas podem ir para a escola, pois em algumas fam\u00edlias elas t\u00eam que      trabalhar para ajudar seus pais. Se apenas algumas das crian\u00e7as da fam\u00edlia      podem frequentar a escola, a prioridade \u00e9 dada aos meninos. O idioma inicial      das escolas \u00e9 o \u00e1rabe nos dois primeiros anos e depois os alunos aprendem      todas as mat\u00e9rias tanto em \u00e1rabe como em franc\u00eas.<\/p>\n<p>Todas      as fam\u00edlias nas \u00e1reas rurais fazem seu pr\u00f3prio p\u00e3o de farinha de semolina      e, antes de mand\u00e1-lo para o forno comunit\u00e1rio, marcam-no com seu pr\u00f3prio selo      especial para que n\u00e3o sejam confundidos na padaria.<\/p>\n<p>O      Ramadan (nono m\u00eas do calend\u00e1rio Mu\u00e7ulmano) \u00e9 um m\u00eas especial. \u00c9 um tempo de      reflex\u00e3o, de devo\u00e7\u00e3o a Deus e de autocontrole. Para muitos, \u00e9 um modo de autopurifica\u00e7\u00e3o      espiritual. Os mu\u00e7ulmanos jejuam durante todo o m\u00eas. O jejum come\u00e7a quando      o dia amanhece e termina no p\u00f4r do sol. Durante as horas do dia, n\u00e3o podem      comer, beber ou fumar. Normalmente h\u00e1 uma refei\u00e7\u00e3o r\u00e1pida (suhoor) no alvorecer      e outra (iftar) no final do dia. Os marroquinos s\u00e3o proibidos por lei de desrespeitar      publicamente o jejum e alguns s\u00e3o presos por este motivo.<\/p>\n<p>Quando      o m\u00eas de jejum termina, h\u00e1 uma celebra\u00e7\u00e3o, o Id-al-Fitr (banquete da quebra      do jejum), que dura tr\u00eas dias, onde presentes s\u00e3o trocados e amigos e fam\u00edlias      se re\u00fanem para orar e para fazer grandes refei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h2>Express\u00f5es      simples em \u00e1rabe, para ajudar&#8230;<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Sim:<\/strong>\u00a0Eeyeh\/na&#8217;am\/wakha<br \/>\n     \u00a0<strong>N\u00e3o:<\/strong>\u00a0La<br \/>\n     \u00a0<strong>Por favor:<\/strong>\u00a0Afak<br \/>\n     \u00a0<strong>Obrigada\/o:<\/strong>\u00a0Shukran      gazilan<br \/>\n     \u00a0<strong>Ol\u00e1:<\/strong>\u00a0As-salaam      &#8216;alaykum<br \/>\n     \u00a0<strong>Adeus:<\/strong>\u00a0Ma&#8217;as-salaama<br \/>\n     \u00a0<strong>Seja bem-vindo:<\/strong>\u00a0La      shukran &#8216;ala wajib<br \/>\n     \u00a0<strong>Como est\u00e1 voc\u00ea?<\/strong>\u00a0: La bas?<br \/>\n     \u00a0<strong>Bem, obrigada:<\/strong>\u00a0Barak      Allah feek<br \/>\n     \u00a0<strong>Meu nome \u00e9:<\/strong>\u00a0Smeetee&#8230;<\/p>\n<h2>Algumas      Curiosidades<\/h2>\n<p>A      circuncis\u00e3o (khitan) \u00e9 uma importante celebra\u00e7\u00e3o no\u00a0<strong>Marrocos<\/strong>\u00a0.      Quando os meninos s\u00e3o circuncidados, geralmente aos sete anos, s\u00e3o vestidos      como reis e desfilam em um cavalo. H\u00e1 uma festa, com muita m\u00fasica e muita\u00a0<strong>comida<\/strong>\u00a0e      os amigos trazem presentes para celebrar o momento.<\/p>\n<p>Quando      um casal se divorcia, todos os presentes recebidos no casamento ficam para      a mulher, mas os filhos normalmente ficam com o pai.<\/p>\n<p>Fonte: www.edukbr.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Marroquina<\/h6>\n<p>A\u00a0<strong>comida      marroquina<\/strong>\u00a0n\u00e3o \u00e9      o que se pode chamar de um \u00edcone da gastronomia internacional, mas vale a      pena experimentar. O a\u00e7afr\u00e3o \u00e9, de longe, a especiaria mais utilizada. O amarelo      ouro tirado do estigma da a\u00e7aflor est\u00e1 em quase tudo, do arroz a uma simples      salada de couve-flor. E tamb\u00e9m nos principais\u00a0<strong>pratos      t\u00edpicos<\/strong>\u00a0.<\/p>\n<p>O      mais famoso deles \u00e9 o cuscuz, que pouco tem em comum com o brasileiro. Ele      \u00e9 feito com semolina cozida no vapor, legumes, uvas passas, gr\u00e3o de bico e      carne, normalmente de frango, embora o cordeiro possa aparecer na receita.      N\u00e3o tem a massa consistente do cuscuz que se faz no Brasil, uma varia\u00e7\u00e3o da      receita original, \u00e1rabe.<\/p>\n<p>receita      original, \u00e1rabe. A tajine, um cozido servido em um recipiente redondo de cer\u00e2mica,      com uma tampa em forma de cone, \u00e9 outro\u00a0<strong>prato      famoso<\/strong>\u00a0, \u00e0 base de legumes, carne ou peixe.<\/p>\n<p>A      pastilha \u00e9 exotismo puro: uma esp\u00e9cie de torta de massa folhada, com recheio      de frango, amendoim, passas e coberta com a\u00e7\u00facar e canela. Das sopas, a harira      \u00e9 a mais popular. Feita de legumes secos, \u00e9 acompanhada com peda\u00e7os de carne,      preferencialmente de ovelha. N\u00e3o se assuste se encontrar em alguns card\u00e1pios      fil\u00e9s de pombo e camelo. Voc\u00ea pode amar ou odiar. Unanimidade, mesmo, \u00e9 o      p\u00e3o, fant\u00e1stico, que os marroquinos aprenderam a fazer \u0096 e bem \u0096      com os franceses.<\/p>\n<p>A      bebida nacional, vale experimentar e repetir: o \u0093th\u00e8 \u00e0 la menthe\u0094,      o ch\u00e1 de menta que \u00e9 encontrado em qualquer lugar. Cervejas e vinhos, nem      pensar. O Alcor\u00e3o, livro sagrado do islamismo, n\u00e3o permite que os mu\u00e7ulmanos      consumam bebidas alco\u00f3licas. Assim, voc\u00ea s\u00f3 vai encontr\u00e1- las nos hot\u00e9is,      vendidas a turistas a pre\u00e7os de assustar. A Flag, cerveja marroquina envasada      em garrafas de 240ml \u0096 parece uma ca\u00e7ulinha \u0096, pode custar o equivalente      a \u0080 4. \u00c9 a mais barata delas. (EM)<\/p>\n<p>Fonte:       www.mmais.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria      Marroquina<\/h6>\n<p>Considerado      como um dos mais diversificados e sumptuosa\u00a0\u00a0<strong>comida<\/strong>\u00a0,      oferece uma deliciosa\u00a0<strong>cozinha      marroquina<\/strong>\u00a0experi\u00eancia.<\/p>\n<p>L\u00e1      principal motivo pelo qual contribuiu para a alimenta\u00e7\u00e3o diversificada marroquino      \u00e9? S interac\u00e7\u00e3o com o mundo exterior ao longo de s\u00e9culos.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Comida      em Marrocos<\/strong>\u00a0tem misturado      diferentes\u00a0<strong>cozinhas<\/strong>\u00a0de      diferentes culturas como mouras, \u00e1rabes, do M\u00e9dio Oriente, berbere, judeu,      ib\u00e9ricos e mediterr\u00e2nicos Africano.<\/p>\n<p>Mais      de diferentes \u00e9pocas hist\u00f3ricas e s\u00e9culos a\u00a0<strong>cozinha      marroquina<\/strong>\u00a0foi refinada      pelos cozinheiros altamente capaz de o royal\u00a0<strong>cozinhas<\/strong>\u00a0em      Meknes, Fez, Marrakech, Rabat e Tetouan.<\/p>\n<p>Esta\u00a0<strong>cozinha<\/strong>\u00a0requintada      lan\u00e7ou as bases para a moderna\u00a0<strong>cozinha      marroquina.<\/strong>\u00a0<\/p>\n<h2>Hist\u00f3ria      da gastronomia marroquina<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Marrocos<\/strong>\u00a0tem      estado no cruzamento de diferentes civiliza\u00e7\u00f5es, que tem influenciado grandemente\u00a0<strong>comida      marroquina<\/strong>\u00a0.<\/p>\n<p>Hoje      voc\u00ea vai encontrar ainda algumas das melhores receitas marroquino atrav\u00e9s      da Internet, mas a verdade \u00e9 que n\u00e3o gosto de o marroquino especiarias.<\/p>\n<p>Diz-se      que a hist\u00f3ria do\u00a0<strong>Marrocos<\/strong>\u00a0pode      ser visto refletido na sua\u00a0<strong>cozinha<\/strong>\u00a0.<\/p>\n<p>Tribos      e povos de diferentes partes do mundo, chegou ao\u00a0<strong>Marrocos<\/strong>\u00a0e      resolvidos aqui, o que levou \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de uma\u00a0<strong>cozinha<\/strong>\u00a0que      tem muitas misturas de diferentes sabores.<\/p>\n<p>Houve      um tempo em que os refugiados pol\u00edticos veio todo o caminho de Bagd\u00e1, no Iraque      durante a Idade M\u00e9dia para se instalar em\u00a0<strong>Marrocos<\/strong>\u00a0.<\/p>\n<p>Eles      trouxeram suas receitas locais, que posteriormente se tornou uma parte da\u00a0<strong>cozinha      tradicional marroquina<\/strong>\u00a0.<\/p>\n<p>Uma      das caracter\u00edsticas da assinatura deste tipo de receita \u00e9 quando misturado      fruta \u00e9 cozida com carne de frango com alperces gosto.<\/p>\n<p>Marroquino      dos alimentos tamb\u00e9m foi fortemente influenciado pela Morisco ou os mu\u00e7ulmanos      refugiados que foram expulsos de Espanha que antecede a inquisi\u00e7\u00e3o espanhola.      Uma parte importante do\u00a0<strong>marroquino<\/strong>\u00a0\u00e9\u00a0<strong>cozinha<\/strong>\u00a0os      ingredientes utilizados.<\/p>\n<p>Desde\u00a0<strong>Marrocos      Mediterr\u00e2neo<\/strong>\u00a0produz      legumes e frutas, que s\u00e3o utilizados na prepara\u00e7\u00e3o de diversas receitas marroquinas.      Aves, gado e peixes tamb\u00e9m \u00e9 encontrado em abund\u00e2ncia no\u00a0<strong>Marrocos<\/strong>\u00a0e,      por isso, eles tornaram-se parte integrante do pa\u00eds?<\/p>\n<h2>Marroquino      Especiarias<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Comida      em Marrocos pode?<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>N\u00e3o      posso fazer sem o marroquino especiarias. Um dos maiores mercados de especiarias      em\u00a0<strong>Marrocos<\/strong>\u00a0est\u00e1      em Agadir e voc\u00ea pode encontrar diferentes tipos de especiarias usado como      um ingrediente para tornar um sabor diferente. Estas especiarias s\u00e3o utilizadas      em todos os marroquinos receitas e tornar um sabor que vai permanecer com      voc\u00ea para uma vida inteira.<\/p>\n<p>Alguns      dos populares incluem marroquino especiarias que vinham de Tiliouine a\u00e7afr\u00e3o,      azeitona e hortel\u00e3 veio de Meknes, enquanto lim\u00f5es e laranjas vieram de Fez.      Algumas das especiarias eram comuns como tamb\u00e9m casa cultivado kamoun (cominho),      KARFA (canela), kharkoum (tumeric), libzar (pimenta), skingbir (gengibre),      tahmira (p\u00e1prica), semente de gergelim, sementes de anis, kasbour (coentro)      , Zaafrane beldi (a\u00e7afr\u00e3o) e maadnous (salsa).<\/p>\n<h2>A      grande refei\u00e7\u00e3o marroquina<\/h2>\n<p>Voc\u00ea      tem que realmente gosto do tanginess e os sabores picantes da\u00a0<strong>cozinha      marroquina<\/strong>\u00a0em compreender      por que raz\u00e3o \u00e9 t\u00e3o popular em todo o mundo.A parte mais importante da\u00a0<strong>cozinha      marroquina<\/strong>\u00a0\u00e9 o almo\u00e7o.<\/p>\n<p>Um      marroquino meados dias ter\u00e1 in\u00edcio com a refei\u00e7\u00e3o fria e quente, saladas,      seguido por tagine. P\u00e3o \u00e9 a seiva em cada refei\u00e7\u00e3o meio dia.<\/p>\n<p>Isto      \u00e9 seguido por um\u00a0<strong>prato      de galinha ou de cordeiro<\/strong>\u00a0e,      em seguida, um\u00a0<strong>prato      de cuscuz<\/strong>\u00a0encimado      com legumes e carnes. Ao final da refei\u00e7\u00e3o, voc\u00ea come\u00e7ar\u00e1 a beber uma x\u00edcara      de ch\u00e1 doce hortel\u00e3, que \u00e9 uma parte de sua tradi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Cuscuz      marroquino \u00e9 o\u00a0<strong>prato      principal<\/strong>\u00a0e \u00e9 considerada      de origem berbere. A forma mais comumente consumida carne \u00e9 carne de cordeiro      ainda \u00e9 prefer\u00edvel, mas tamb\u00e9m custa mais de carne.<\/p>\n<p>Existe      tamb\u00e9m uma import\u00e2ncia crescente para os mariscos e est\u00e1 lentamente se tornando      uma parte importante da\u00a0<strong>cozinha      marroquina<\/strong>\u00a0.<\/p>\n<p>Alguns      dos populares, bem como famosos\u00a0<strong>comida      marroquina<\/strong>\u00a0receitas      incluem Pastilla, Cuscuz, Tajine, Harira e Tanjia. Embora Harira \u00e9 uma sopa,      mas \u00e9 uma parte importante da\u00a0<strong>cozinha      marroquina<\/strong>\u00a0e \u00e9 consumida      principalmente durante o m\u00eas sagrado do Ramad\u00e3.<\/p>\n<p>Caso      voc\u00ea tenha alimenta\u00e7\u00e3o rica rendilhadas com especiarias marroquinas, que ter\u00e3o      definitivamente Sobremesas. Sobremesas em\u00a0<strong>Marrocos<\/strong>\u00a0n\u00e3o?<\/p>\n<p>N\u00e3o      t\u00eam necessariamente de ser doce, embora o doce \u00e9, o melhor ser\u00e1. Uma das sobremesas      \u00e9 comum a kaab el ghzal da gazela ou chifres. Claro que? \u00c9 apenas um nome      e voc\u00ea ganhou? Nada mais para comer qualquer verdadeiro chifres. Kaab el ghzal      \u00e9 um tipo de pastelaria com coberturas de a\u00e7\u00facar que \u00e9 recheado com am\u00eandoa      colar. Querido bolos s\u00e3o muito populares e tamb\u00e9m s\u00e3o preparados pela fritura      profunda massa e, em seguida, mergulhando-os no mel quente e, finalmente,      gergelim sementes s\u00e3o polvilhadas sobre o in\u00edcio.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Cozinha      marroquina<\/strong>\u00a0tem um      monte de variedade e tamb\u00e9m incluem bebidas (Mint Ch\u00e1) e lanches para al\u00e9m      do seu meio dia e refei\u00e7\u00e3o a sentir o verdadeiro sabor da especiaria, voc\u00ea      ter\u00e1 que provar sua alimenta\u00e7\u00e3o tradicional.<\/p>\n<p>Fonte:       www.muitoartigo.com<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Marroquina<\/h6>\n<h2>Bastela<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes|<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>1\/3      x\u00edcara (ch\u00e1) de a\u00e7\u00facar de confeiteiro<br \/>\n     \u00bd x\u00edcara (ch\u00e1) de manteiga<br \/>\n     1 colher (ch\u00e1) de canela em p\u00f3<br \/>\n     4 colheres (sopa) de salsinha picada<br \/>\n     1 colheres (ch\u00e1) de gengibre ralado<br \/>\n     2 colheres (sopa) de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     2 massas folhadas semiprontas congeladas de 400g cada<br \/>\n     250 gramas de am\u00eandoas torradas, sem pele e picadas<br \/>\n     600 gramas de frango sem pele<br \/>\n     1 quilo de cebola picada<br \/>\n     4 ovos<br \/>\n     Sal<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Cobertura<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>\u00bc      x\u00edcara (ch\u00e1) de a\u00e7\u00facar de confeiteiro<br \/>\n     1 colher (ch\u00e1) de canela em p\u00f3<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de Preparo<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Temperar      o frango com sal e misturar a am\u00eandoa com a\u00e7\u00facar de confeiteiro e \u00bd colher      (ch\u00e1) de canela. Reservar. Levar ao fogo para cozinhar por 10 minutos o frango      com manteiga, cebola, 3 colheres da salsinha, canela restante e a\u00e7\u00facar. Mexer      de vez em quando. Abaixar o fogo e deixar cozinhar por mais 20 minutos, sem      mexer. Deixar esfriar e tirar o frango, cortar em peda\u00e7os pequenos. Retornar      e acrescentar os ovos ligeiramente batidos e o gengibre, salsinha restante      e sal. Mexer sem parar e levar ao fogo at\u00e9 que os ovos estejam cozidos. Deixar      esfriar bem. Descongelar a massa conforme as instru\u00e7\u00f5es da embalagem e abrir      com um rolo. Com uma massa, forrar o fundo e as laterais de uma f\u00f4rma untada.      Polvilhar metade da mistura das am\u00eandoas e despejar o recheio frio. Espalhar      o restante da mistura de am\u00eandoas sobre o recheio e cobrir a torta com a outra      massa. Cortar o excesso de massa que sobrar nas laterais. Apertar bem as bordas      com as pontas dos dedos para impedir que a torta se abra. Levar ao forno preaquecido      por 30 minutos ou at\u00e9 que a torta esteja dourada. Desenformar devagar e retorne      ao forno para dourar por inteiro.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Cobertura<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Misturar      tudo e polvilhar toda a torta ainda quente.<\/p>\n<h2>Berinjelas      em Pur\u00e9<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>2      colheres (sopa) de sementes de cominho<br \/>\n     3 colheres (caf\u00e9) de colorau<br \/>\n     \u00bc x\u00edcara de azeite<br \/>\n     1 pitada de pimenta preta<br \/>\n     3 dentes de alho<br \/>\n     1 quilo de berinjela<br \/>\n     1 clara<br \/>\n     3 p\u00e3o pita<br \/>\n     sal<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de Preparo<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Lavar,      descascar e cortar as beringelas em pedacinhos pequenos. Colocar num coador      ou peneira grande com sal grosso durante \u00bd hora, para que libertem o l\u00edquido      amargo. Passado esse tempo passar por \u00e1gua corrente fria para limpar o sal.<\/p>\n<p>Escorrer      bem e secar num pano de cozinha, para eliminar o excesso de \u00e1gua. Levar os      pedacinhos de beringela a cozinhar em vapor durante 30 minutos (se n\u00e3o dispuser      de panela de vapor, colocar a peneira numa panela alta com \u00e1gua a ferver sem      que a peneira nela toque e tampar o melhor que conseguir). Entretanto v\u00e1 picando      o alho.<\/p>\n<p>Numa      panela aquecer o azeite. Juntar os pedacinhos de berinjela, o alho, o colorau      e a pimenta e mexer muito bem. Deixar refogar em fogo brando durante 10 minutos      e retificar os temperos. Preparar o p\u00e3o: cortar as pitas ao meio no sentido      longitudinal. Pincelar cada metade de pita com a clara de ovo batida e polvilhar      com sementes de cominho. Colocar as metades de pita num tabuleiro de ir ao      forno, lado a lado, e levar a forno m\u00e9dio durante 15 a 20 minutos, ou at\u00e9      dourarem um pouco. Servir ainda quente, com o pur\u00e9 de berinjela em tacinhas.<\/p>\n<h2>Chamu\u00e7as      Marroquinas de Mel e Am\u00eandoa<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>4      colheres (sopa) de \u00e1gua de flor de laranjeira<br \/>\n     2 colheres (sopa) de sementes de s\u00e9samo<br \/>\n     3 colheres (sopa) de a\u00e7\u00facar mascavado<br \/>\n     \u00bd colheres (sopa) de canela em p\u00f3<br \/>\n     250 gramas de am\u00eandoa<br \/>\n     150 gramas de manteiga<br \/>\n     200 gramas de massa filo<br \/>\n     \u00f3leo de amendoim<br \/>\n     \u00bd litro de mel<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de Preparo<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Colocar      o miolo de am\u00eandoa em \u00e1gua a ferver, para que seja mais f\u00e1cil retirar a pele.      Descascar as am\u00eandoas, secar bem e fritar no \u00f3leo de amendoim at\u00e9 dourarem.      Escorrer e retirar o excesso de gordura com papel absorvente. Picar na picadora      el\u00e9trica, at\u00e9 obter uma pasta lisa. Numa superf\u00edcie de trabalho juntar o a\u00e7\u00facar,      1,5 colheres de \u00e1gua de flor de laranjeira e amassar muito bem.<\/p>\n<p>A      massa deve ficar mold\u00e1vel, se assim n\u00e3o for, juntar uma colher (sopa) de manteiga      derretida e amassar bem. Entretanto, cortar a massa filo em v\u00e1rias partes      iguais. Pincelar depois toda a massa filo com a manteiga derretida e colocar      peda\u00e7os de massa de am\u00eandoa no centro de cada peda\u00e7o. Dobrar cada unidade      de massa filo em tri\u00e2ngulos.<\/p>\n<p>Levar      as chamu\u00e7as ao forno a 180\u00ba C num tabuleiro durante 30 minutos. Retirar cada      tri\u00e2ngulo, mergulhar num recipiente com mel derretido misturado com a restante      \u00e1gua de flor de laranjeira e polvilhar com sementes de s\u00e9samo. Colocar as      v\u00e1rias chamu\u00e7as numa travessa. Servir ainda morno.<\/p>\n<h2>Cuscuz      com Carne de Carneiro<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>1      colher (sopa) de gengibre ralado<br \/>\n     1 colher (sobremesa) de colorau<br \/>\n     3 colheres (sopa) de coentros<br \/>\n     2 colheres (caf\u00e9) de cominhos<br \/>\n     2 colheres (sopa) de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     6 colheres (sopa) de azeite<br \/>\n     3 colheres (sopa) de salsa<br \/>\n     1 x\u00edcara de am\u00eandoas peladas<br \/>\n     1 x\u00edcara de ameixas<br \/>\n     3 de cuscuz<br \/>\n     750 gramas de carneiro (lombo)<br \/>\n     1 cubo de caldo de legumes<br \/>\n     2 cebolas grandes<br \/>\n     18 folhas de hortel\u00e3<br \/>\n     300 ml de \u00e1gua<br \/>\n     8 dentes de alho<br \/>\n     sal<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de Preparo<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Preparar      o caldo de legumes, levando a \u00e1gua a ferver e juntando depois o cubo de caldo,      mexendo at\u00e9 se desfazer. Deixar ferver 5 minutos e colocar sobre a tigela      onde colocou o cuscuz. Deixar o cuscuz hidratar durante 1 hora, juntando 2      folhinhas de hortel\u00e3. Cortar o lombo (bem limpo) em peda\u00e7os e temperar com      10 folhas de hortel\u00e3 picadas, sal, a\u00e7\u00facar e cominhos.<\/p>\n<p>Deixar      o lombo adquirir os temperos, aguardando 30 minutos antes de o cozinhar. Fritar      a carne em dois ter\u00e7os do azeite. Juntar 1,5 litros de \u00e1gua e deixar cozinhar      em fogo brando (com a panela tampada) at\u00e9 que a carne fique bastante tenra.      Escorrer a carne e reservar.<\/p>\n<p>Na      mesma panela, refogar o alho e o gengibre picados no azeite restante. Juntar      a cebola picada e deixar refogar at\u00e9 murchar. Juntar o cuscuz escorrido, as      ameixas, os damascos, os coentros e a salsa, todos picados, o colorau, mexer      bem e deixar cozinhar durante 15 minutos, em fogo brando. Juntar a carne de      borrego e juntar as am\u00eandoas. Mexer bem, colocar numa travessa e servir polvilhado      de hortel\u00e3 picada.<\/p>\n<h2>Cuscuz      com Legumes<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>1      colher (caf\u00e9) pimenta do reino<br \/>\n     1 colher (caf\u00e9) de sal<br \/>\n     200 gramas de gr\u00e3o-de-bico deixados de molho desde a v\u00e9spera<br \/>\n     500 gramas de carne de carneiro ou de vaca<br \/>\n     30 gramas de manteiga<br \/>\n     500 gramas de cebola<br \/>\n     500 gramas de cenoura<br \/>\n     500 gramas de nabo<br \/>\n     500 gramas de ab\u00f3bora<br \/>\n     1 molho de salsa<br \/>\n     \u00bd copo de \u00f3leo<br \/>\n     2 ou 3 tomates<br \/>\n     1 repolho<br \/>\n     A\u00e7afr\u00e3o<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de Preparo<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Em      uma panela, cozinhar a carne, cebola, salsa e gr\u00e3o-de-bico. Em outra, cozinhar      os legumes. Colocar o cuscuz (s\u00eamola de trigo) numa cuscuzeira e cozinhar      \u00e0 vapor at\u00e9 ficar pronto. Regar o cuscuz com molho de carne e legumes. A seguir,      colocar o cuscuz num prato fundo grande em forma de pir\u00e2mide e acrescentar      a carne no centro coberto com legumes e gr\u00e3o-de-bico. Colocar um pouco de      molho que sobrou numa molheira para que cada um possa se servir a gosto.<\/p>\n<h2>Frango      Marroquino<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>1      colher (caf\u00e9) de cominhos em p\u00f3<br \/>\n     1 colher (sopa) de tomilho<br \/>\n     1 colher (ch\u00e1) de colorau<br \/>\n     1 colher (caf\u00e9) de a\u00e7afr\u00e3o<br \/>\n     \u00bd x\u00edcara de salsa<br \/>\n     3 x\u00edcaras de \u00e1gua<br \/>\n     1 cubo de caldo de galinha<br \/>\n     750 gramas de cebola<br \/>\n     100 gramas de manteiga<br \/>\n     1 pitada de pimenta<br \/>\n     1 lata de gr\u00e3o<br \/>\n     1 lim\u00e3o (sumo)<br \/>\n     1 frango<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de Preparar<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Cortar      o frango em peda\u00e7os. Temperar com o colorau, os cominhos e a pimenta. Dourar      numa panela de fundo espesso com a manteiga e as cebolas cortadas em rodelas.<\/p>\n<p>Dissolver      o cubo de caldo de galinha em 3 x\u00edcaras de \u00e1gua a ferver. Juntar o a\u00e7afr\u00e3o      e misturar bem. Juntar o caldo e o gr\u00e3o ao frango, misturar bem e deixar cozinhar      em fogo brando (sem tapar a panela) durante 1 hora. Juntar salsa, tomilho      e sumo de lim\u00e3o acabado de espremer. Acompanhe com arroz branco.<\/p>\n<h2>Harira      (sopa Marroquina)<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>\u00bd      colher (sopa) de a\u00e7afr\u00e3o das \u00cdndias<br \/>\n     1 colher (ch\u00e1) de gengibre em p\u00f3<br \/>\n     1 colher (sopa) de fermento<br \/>\n     2 colheres (sopa) de salsa<br \/>\n     100 gramas de lentilhas<br \/>\n     \u00bd quilo de mi\u00fados de frango<br \/>\n     2 e \u00bd litros de \u00e1gua<br \/>\n     100 gramas de arroz<br \/>\n     2 latas de tomate<br \/>\n     100 ml de azeite<br \/>\n     \u00bd quilo de carneiro<br \/>\n     1 lata de gr\u00e3o<br \/>\n     3 cebolas<br \/>\n     sal<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de Preparar<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Dourar      a cebola picada no azeite e juntar o a\u00e7afr\u00e3o, mexendo bem. Juntar o carneiro      cortado em peda\u00e7os, os mi\u00fados de frango, as lentilhas e o gr\u00e3o. Juntar o gengibre      em p\u00f3 e 1,5 dos 2,5 litros de \u00e1gua a ferver e deixar cozinhar durante 2 horas,      eliminando a espuma formada de tempos a tempos. Juntar o tomate reduzido a      pur\u00e9 e a salsa, retificando os temperos. Adicionar o arroz cozido em \u00e1gua      com sal (bem escorrido), e o fermento dissolvido na \u00e1gua a ferver restante.      Deixar cozinhar mais 10 minutos em fogo brando. Servir acompanhado de p\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte:       www.livrodereceitas.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Culin\u00e1ria Marroquina, Cozinha, Comida, Receitas, Pratos, Gastronomia, Marrocos, Pastilla, Carne, Legumes, P\u00e3o, Cuscuz, Ingredientes, Culin\u00e1ria Marroquina<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[68],"tags":[],"class_list":["post-23691","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-culinaria"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Culin\u00e1ria Marroquina, Cozinha, Comida, Receitas, Pratos Culin\u00e1ria Marroquina<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Culin\u00e1ria Marroquina, Cozinha, Comida, Receitas, Pratos, Gastronomia, 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