{"id":23506,"date":"2016-01-19T15:39:27","date_gmt":"2016-01-19T15:39:27","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=23506"},"modified":"2016-01-19T15:44:33","modified_gmt":"2016-01-19T15:44:33","slug":"culinaria-italiana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-italiana","title":{"rendered":"Culin\u00e1ria Italiana"},"content":{"rendered":"<p>A <strong>culin\u00e1ria italiana<\/strong> conhecida hoje \u00e9 um resultado da evolu\u00e7\u00e3o      de s\u00e9culos de mudan\u00e7as sociais e pol\u00edticas. Suas ra\u00edzes se encontram no s\u00e9culo      IV na Idade M\u00e9dia e mostram a influ\u00eancia dos \u00e1rabes e normandos que levaram      os primeiros chefs not\u00e1veis \u00e0 regi\u00e3o da It\u00e1lia. Essas influ\u00eancias ajudaram      a moldar o que hoje \u00e9 conhecido como culin\u00e1ria italiana, adicionando itens      como: batatas, tomates, pimenta e milho.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/italia19.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Italiana\" width=\"303\" height=\"232\" title=\"Culin\u00e1ria Italiana\" \/><br \/>\n<strong>Pizza Napoletana<\/strong><\/p>\n<p>No s\u00e9culo XVIII a maior parte da It\u00e1lia era governada pela Fran\u00e7a, Espanha      e \u00c1ustria. Foi no in\u00edcio deste mesmo s\u00e9culo que livros de culin\u00e1ria italiana      come\u00e7aram a ser escritos e distribu\u00eddos, para que os chefs espalhados pelas      regi\u00f5es da It\u00e1lia pudessem mostrar seu orgulho pelo pa\u00eds.<\/p>\n<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/italia20.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Italiana\" width=\"313\" height=\"236\" title=\"Culin\u00e1ria Italiana\" \/><br \/>\n<strong>Nhoque ao Sugo<\/strong><\/p>\n<p>A culin\u00e1ria italiana tem v\u00e1rias caracter\u00edsticas espec\u00edficas, conhecidas mundialmente.      No entanto, dentro da pr\u00f3pria It\u00e1lia, a culin\u00e1ria n\u00e3o s\u00f3 \u00e9 regional, como      tamb\u00e9m sazonal. As regi\u00f5es t\u00eam caracter\u00edsticas pr\u00f3prias que as diferenciam      umas das outras. Utilizam diferentes ingredientes, receitas e at\u00e9 modos de      preparo.<\/p>\n<p>Na It\u00e1lia, as refei\u00e7\u00f5es podiam ter at\u00e9 cinco pratos servidos, com mais tr\u00eas      depois de terminada a refei\u00e7\u00e3o. As refei\u00e7\u00f5es duravam horas e, em dias de festividades,      podiam durar at\u00e9 o dia inteiro. Hoje em dia, esta tradi\u00e7\u00e3o s\u00f3 \u00e9 utilizada      em feriados especiais e, mesmo assim, n\u00e3o de forma t\u00e3o exagerada.<\/p>\n<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/italia21.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Italiana\" width=\"312\" height=\"236\" title=\"Culin\u00e1ria Italiana\" \/><br \/>\n<strong>Fettuccine \u00e0 Carbonara de Camar\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p><strong>As refei\u00e7\u00f5es, antigamente, seguiam a seguinte regra:<\/strong><\/p>\n<p><strong>1.<\/strong>Antipasti &#8211; tiragostos quentes ou frios.<br \/>\n<strong>2.<\/strong>Primo &#8211; um prato quente como pasta, risoto, gnocchi ou      polenta.<br \/>\n<strong>3.<\/strong>Secondo &#8211; o prato principal. Normalmente, composto por      peixe, carne bovina ou su\u00edna ou aves.<br \/>\n<strong>4.<\/strong>Contorno &#8211; uma guarni\u00e7\u00e3o, normalmente de salada ou legumes      cozidos. Servido com o prato principal.<br \/>\n<strong>5.<\/strong>Formaggio e frutta &#8211; queijo e futas, a primeira sobremesa.<br \/>\n<strong>6.<\/strong>Dolce &#8211; a sobremesa em si, com bolos e biscoitos.<br \/>\n<strong>7.<\/strong>Caff\u00e8 &#8211; Caf\u00e9 e\/ou expresso.<br \/>\n<strong>8.<\/strong>Digestivo &#8211; licores ou vinhos que, tradicionalmente, encerravam      as refei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A culin\u00e1ria italiana que conhecemos hoje n\u00e3o \u00e9 verdadeiramente italiana.      A culin\u00e1ria de cada regi\u00e3o da It\u00e1lia difere-se bastante das outras, ent\u00e3o      n\u00e3o existe uma culin\u00e1ria pr\u00f3pria para o pa\u00eds inteiro. Neste caso, costuma-se      dizer que a culin\u00e1ria italiana \u00e9 mundial, pois cada pa\u00eds pode adicionar seu      toque especial \u00e0 receita que desejar e servir um bom prato italiano.<\/p>\n<p>Fonte:  www.reismagos.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Italiana<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<p>Na It\u00e1lia pode-se comer realmente muito bem, n\u00e3o s\u00f3 pela variedade dos pratos      mas tamb\u00e9m pelo excelente jeito de cozinh\u00e1-los. Embora exista a equivocada      id\u00e9ia de que, fora de pizza e pasta n\u00e3o encontra-se muito mais, o certo \u00e9      que a gastronomia italiana oferece uma grande riqueza de sabores e aromas.<\/p>\n<p>O Imp\u00e9rio Romano foi famoso por seus bacanais, os que se serviam-se suculentos      manjares trazidos diretamente de outros pa\u00edses: ostras de costas galegas,      os melhores pat\u00e9s procedentes de aves francesas ou deliciosa confeitaria \u00e1rabe,      tudo isso regado com os melhores vinhos.<\/p>\n<p>Esta tradi\u00e7\u00e3o do bem comer perdeu-se, em parte, durante a Idade M\u00e9dia, mas      com o Renascimento se recuperou, potenciando n\u00e3o s\u00f3 a qualidade dos produtos      mas tamb\u00e9m a prepara\u00e7\u00e3o dos mesmos. De fato, a &#8220;<b>ferver ao dente<\/b>&#8220;,      \u00e9 pr\u00f3pria da It\u00e1lia e a utilizam-a n\u00e3o s\u00f3 para a pasta, mas para o arroz ou      as verduras, conseguindo que n\u00e3o fiquem nem passados nem inteiros, mas no      ponto certo. O truque consiste em esperar a fervura da \u00e1gua com o azeite e      uma folha de louro, e nesse momento verter a pasta ou o arroz e, depois que      ferver de novo, manter dita fervura durante sete minutos exatos \u00e0 fogo vivo.      Uma vez passados os sete minutos escorrer o cozimento e passar de imediato      uma \u00e1gua fria. Deste modo ter\u00e1 alcan\u00e7ado o ponto exato e a comida estar\u00e1 &#8220;ao      dente&#8221;.<\/p>\n<p><b>Hor\u00e1rios para comer<\/b><\/p>\n<p>\u00c9 conveniente ter em conta que na It\u00e1lia os hor\u00e1rios de comida diferem dos      hor\u00e1rios da Espanha. O <b>desjejum<\/b> costuma ser do tipo continental, quer      dizer, caf\u00e9, manteiga, suco de frutas e bolo e se serve entre as 7:00 e as      9:00 horas. O<b> almo\u00e7o <\/b>costuma-se comer entre as 12:30 e as 14:00 horas,      enquanto o <b>jantar<\/b>, serve-se entre as 20:00 e as 22:00 horas. Fora destes      hor\u00e1rios, sobre tudo nos restaurantes tradicionais e de prest\u00edgio, \u00e9 dif\u00edcil      ser atendido. Por\u00e9m, sempre pode-se acolher aos estabelecimentos de comida      r\u00e1pida.<\/p>\n<p>Cada zona da It\u00e1lia possui v\u00e1rias especialidades dignas de ter em conta \u00e0      hora de degustar o prazer de uma boa mesa. Oferecemos um r\u00e1pido percurso pelos      manjares que pode-se encontrar ao longo e comprido, desta pen\u00ednsula com forma      de bota.<\/p>\n<p><b>Gastronomia do norte da It\u00e1lia<\/b><\/p>\n<p>No norte da It\u00e1lia<b>,<\/b>junto a pratos de influ\u00eancia \u00c1ustriaca, como a      <b>sopa agria<\/b> ou o &#8220;<b>chucrut<\/b>&#8220;, encontram-se os melhores      &#8220;<b>gnocchi<\/b>&#8221; de espinafre e batata-doce, alm\u00f4ndegas de ameixa      e o prato estrela da zona, a <b>polenta<\/b>, uma massa de farinha de milho      que normalmente se deixa secar para frit\u00e1-la, ass\u00e1-la com acompanhamento de      carnes e peixes.<\/p>\n<p>A<b> pasta <\/b>\u00e9  excelente em Lombardia e Liguria e al\u00e9m de encontrar-se      todas as modalidades conhecida, os <b>molhos<\/b> s\u00e3o deliciosos. Cabe      destacar dentro destas o &#8220;<b>pesto genov\u00e9s<\/b>&#8221; com a alfavaca,      como principal tempero, a &#8220;<b>bolonhesa<\/b>&#8221; \u00e0 base de carne e tomate.      O arroz resulta vencedor frente \u00e0 pasta em Veneza. Os &#8220;<b>risottos<\/b>&#8221;      s\u00e3o, simplesmente, deliciosos e se preparam de maneira extraordin\u00e1ria.<\/p>\n<p>Como curiosidade experimente a &#8220;<b>pasta e fagioli<\/b>&#8220;, um prato      no que a pasta mistura-se com feij\u00e3o, farinha, nabos e vinagre. \u00c9 convenente      n\u00e3o esquecer, que se est\u00e1 na terra que inventou o &#8220;<b>carpaccio<\/b>&#8220;,      quer dizer, a carne crua de cordeiro e de bode com um alinho segredo de delicioso      sabor. Tamb\u00e9m pode-se desfrutar de excelentes guisados como o de &#8220;<b>peito      de vitela de G\u00eanova<\/b>&#8221; com um molho de cogumelos e nozes, maravilhosa,      ou a carne de ternera fria com cogumelos e trufas. Peixe e marisco s\u00e3o bons      na zona da Liguria e costuma ir acompanhados de verduras, como no &#8220;<b>cappon      magro<\/b>&#8220;, verduras e marisco, ou na &#8220;<b>torta marinara<\/b>&#8220;,      que n\u00e3o \u00e9 outra coisa que peixe e verduras. N\u00e3o pode-se deixar esquecidos      os c\u00e9lebres<b> embuchados <\/b>como o &#8220;<b>Zampone<\/b>&#8220;, p\u00e9 de porco      recheado de carne ideal, para as lentilhas e o feij\u00e3o, o salame, a mortadela,      o presunto de Parma ou a cecina. Destacam os queijos de leite de vaca &#8220;<b>Parmigiano      reggiano<\/b>&#8221; ou &#8220;<b>Granna padano<\/b>&#8220;, assim como, o vinagre      bals\u00e2mico de Modena, o mais caro do mundo por sua qualidade incompar\u00e1vel.<\/p>\n<p><b>Gastronomia do Centro<\/b><\/p>\n<p>No centro da It\u00e1lia a carne e as verduras s\u00e3o as estrelas da cozinha.      Sopas de verduras consistentes, como as &#8220;<b>minestrone<\/b>&#8221; e a      &#8220;<b>cipollata<\/b>&#8220;, cuja base \u00e9 a cebola, s\u00e3o deliciosas. sem esquecer,      tamb\u00e9m, de alcachofras, os aspargos, os cogumelos, feij\u00e3o de v\u00e1gem, espinafre      ou as trufas que preparam-se singelamente e se comem somente ou como acompanhamento      \u00e0 carne de porco, de cordeiro ou de vaca assada ou em churrasco. T\u00e3o pouco      pode-se deixar de experimentar as <b>brochetas<\/b>&#8220;<b>alla porchetta<\/b>&#8221;      preparadas com carne de porco que se assar previamente e depois divide-se      em peda\u00e7os e recheam-se com ervas aromaticas. O<b> peixe <\/b>n\u00e3o \u00e9 um prato      b\u00e1sico, mas vale a pena destacar a siba no Lazio e a carpa grelhada de Umbr\u00eda.      O<b> azeite de oliva <\/b>utiliza-se como alinho junto \u00e0s ervas cheirosas e      cozinha-se com gordura animal. Nas zonas montanhosas utilizam-se com abund\u00e2ncia      os <b>picantes <\/b>para contrarrestar o frio. Encontra-se a pasta, igual que      no resto do pa\u00eds, embora que esta n\u00e3o seja a zona onde tem maior import\u00e2ncia;      aqui costuma temperar a pasta com um pouco de picante. sem deixar passar por      alto, a <b>pasta<\/b>&#8220;<b>all&#8217;amatriciana<\/b>&#8221; que pode resultar uma      verdadeira bomba para est\u00f4magos pouco acostumados aos sabores picantes. Os      queijos da leite da ovelha, s\u00e3o um bom acompanhamento. O &#8220;<b>Pecorino<\/b>&#8221;      \u00e9 o t\u00edpico da zona, al\u00e9m de poder encontr\u00e1-lo com um ligeiro sabor picante      em sua apresenta\u00e7\u00e3o &#8220;<b>Pecorino romano<\/b>&#8220;.<\/p>\n<p><b>Gastronomia do Sul<\/b><\/p>\n<p>O sul da It\u00e1lia caracteriza-se por uma cozinha singela, que tem sua base      principal no azeite de oliva. Primeiro pode-se comer uma grande variedade      de<b> verduras<\/b>: tomates, abobrinhas, couve-flor, berinjelas ou piment\u00f5es      mexidos com plantas arom\u00e1ticas, sem esquecer as eternas cebolas Lampasciuoli,      as setas ou os aspargos selvagens. A <b>pasta <\/b>n\u00e3o poderia faltar      e o escolhido pelos sulistas, al\u00e9m da pizza, \u00e9 macarr\u00e3o e spaguetti. \u00c9 uma      del\u00edcia esperiment\u00e1-los com o molho especial elaborado com carne de porco,      salame, ovo, requeij\u00e3o e mozzarella. Tamb\u00e9m n\u00e3o pode-se deixar de degustar      a pasta preparada com farinha integral e s\u00e9mola de milho, que costuma acompanhar,      e um molho de verduras, toda uma maravilha para o paladar. Quanto ao peixe,      a variedade para escolher \u00e9 muito ampla: sardinhas, polvo, dourado,      salmonejos ou linguados, sem esquecer os<b> mariscos <\/b>muito frescos      ou preparados na sopa &#8220;<b>Zuppa Tarentina<\/b>&#8220;, t\u00edpica da regi\u00e3o      e com um sabor muito agrad\u00e1vel. Qualquer tipo de carne \u00e9 de muito boa qualidade.<\/p>\n<p>N\u00e3o pode-se esquecer os queijos como o &#8220;<b>Buvino<\/b>&#8221; feito com      leite de vaca recheado de mozzarella, enquanto que o &#8220;<b>Burrino<\/b>&#8221;      substitui a mozzarella por manteiga. S\u00e3o suaves, mas se preferir o queijo      mais curado experimente o &#8220;<b>Provolone<\/b>&#8220;. E como <b>sobremesa<\/b>      nada  melhor que as pastas fritas recheadas de creme ou os doces fritos      com mel e frutas escarchade.<\/p>\n<p><b>A Cozinha de ilhas<\/b><\/p>\n<p>As ilhas t\u00eam sua pr\u00f3pria cozinha, muito influenciada pelos povos que as dominaram      no tempo.<b> Cerdenha <\/b>tem  certo gosto catal\u00e3 em pratos como a &#8220;Favata&#8221;      composto por habas, toucino, salchichas e chouri\u00e7o ou a &#8220;Leprudida&#8221;      muito parecida \u00e0<i>olla<\/i>podre espanhola. Por\u00e9m, destaca pela espetacularidade      o &#8220;Torro do Ciabettino&#8221;, vitola recheada com um cochinillo, que      a sua vez cont\u00e9m uma livre, em cujo interior descobriremos diversas carnes      de aves, embora possa parecer incr\u00edvel.<\/p>\n<p><b>Sic\u00edlia <\/b>\u00e9<b> <\/b>plenamente mediterr\u00e2nea. Excelentes pastas e peixes,      cuidadosamente combinados, s\u00e3o a base da sua cozinha e todos dois de excelente      qualidade, j\u00e1 que \u00e9 a terra dos melhores cereais. Experimentar o macarr\u00e3o      com ragout de peixe ou com verduras ou simplesmente no seu caldo, pode ser      uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel. Tamb\u00e9m s\u00e3o muito gostosas as &#8220;Arancini      di riso&#8221;, bolas de arroz com ervilhas, mi\u00fados de frango, queijo fresco      e ovo duro que se rebo\u00e7am e fritam. N\u00e3o pode-se deixar de desfrutar com o      riqu\u00edssimo biscoito misturado com frutas, chocolate amargo e requeij\u00e3o que      conhece-se como &#8220;Cassata&#8221; e que procede da confeitaria \u00e1rabe.<\/p>\n<p>Os queijos nas duas ilhas costumam ser de ovelha e se preferir os queijos      fortes, o melhor \u00e9 degustar o &#8220;Piacentino&#8221;, muito curado e temperado      com piment\u00e3o em gr\u00e3o.<\/p>\n<p><b>Vinhos<\/b><\/p>\n<p>Para que a comida resulte um completo prazer, o apropriado \u00e9 reg\u00e1-la com      os excelentes vinhos<b> italianos,<\/b> que tem 194 denomina\u00e7\u00f5es de or\u00edgem      que testemunham sua grande qualidade. Junto aos Marsala, Brunello di Montalcino,      Spumante d&#8217;Asti, Barolo, Barbera, Chiantiou Valpolicella existem outros menos      conhecidos, mas de muito bom car\u00e1ter. Sem nenhum tipo de reparo o aconselh\u00e1vel      \u00e9 experimentar qualquer um destos ricos caldos. Os <b>licores <\/b>italianos s\u00e3o      o acompanhamento ideal para uma deliciosa comida, mas sempre depois de um      cheiroso e delicioso<b> caf\u00e9<\/b>.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> www.rumbo.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Italiana<\/h6>\n<h2>Hist\u00f3ria da Gastronomia Italiana<\/h2>\n<p>Dentre os principais patrim\u00f4nios que caracterizam a It\u00e1lia, al\u00e9m de suas      belezas paisag\u00edsticas e de sua arte, est\u00e1 a gastronomia. A cozinha italiana      \u00e9 talvez uma das mais ricas do mundo, principalmente no que diz respeito aos      ingredientes caracter\u00edsticos da cozinha t\u00edpica e regional. Isso \u00e9 sem duvida      consequ\u00eancia dos v\u00e1rios povos que passaram pela pen\u00ednsula it\u00e1lica atrav\u00e9s      dos s\u00e9culos e l\u00e1 deixaram sua marca com a introdu\u00e7\u00e3o de novos elementos e      alguns pratos hoje apreciados em todo o mundo.<\/p>\n<p>Uma das etnias que mais influenciou na forma\u00e7\u00e3o dessa cultura foram os \u00e1rabes,      que, a partir do s\u00e9culo IX, principalmente na Sic\u00edlia, implementou a culin\u00e1ria      local com o a\u00e7\u00facar, o arroz, a canela, o a\u00e7afr\u00e3o, a berinjela e os doces de      marzip\u00e3. Al\u00e9m disso, transmitiram as t\u00e9cnicas de produ\u00e7\u00e3o de figos secos e      passas.<\/p>\n<p>A partir de 1600 os espanh\u00f3is tamb\u00e9m deixaram sua marca, principalmente com      novos produtos origin\u00e1rios da Am\u00e9rica como, por exemplo, o tomate, a batata,      o feij\u00e3o, o milho, o cacau, o rum e o caf\u00e9. Na \u00e9poca de Napole\u00e3o Bonaparte,      os franceses transmitiram agregaram \u00e0 culin\u00e1ria italiana a utiliza\u00e7\u00e3o de pratos      com produtos derivados do leite, como manteiga e creme de leite. Eles tamb\u00e9m      ensinaram aos cozinheiros italianos, formas mais refinadas de apresenta\u00e7\u00e3o      dos pratos, com um visual mais elaborado. Com a imigra\u00e7\u00e3o dos italianos para      a Am\u00e9rica (Nova York, Buenos Aires e S\u00e3o Paulo), a partir de 1900, a It\u00e1lia      exportou sua culin\u00e1ria, principalmente com napolitanos, que passaram a divulgar      a pizza e o famoso \u0093spaghetti al sugo\u0094, pratos conhecidos e apreciados      em todo o mundo.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/italia23.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Italiana\" width=\"341\" height=\"232\" title=\"Culin\u00e1ria Italiana\" \/><\/p>\n<p>Portanto, \u00e9 dif\u00edcil falar numa cozinha italiana, o mais correto \u00e9 falar em      cozinha t\u00edpica regional italiana. Al\u00e9m das diferen\u00e7as gastron\u00f4micas entre      o sul e o norte, dentro da mesma regi\u00e3o encontra-se em v\u00e1rias cidades, at\u00e9      mesmo pr\u00f3ximas, diferen\u00e7as hist\u00f3ricas, devido aos povos que passaram no local,      geogr\u00e1ficas e clim\u00e1ticas que determinam os tipos de produtos elaborados e      que, por sua vez, v\u00e3o constituir os ingredientes dos pratos tipicamente regionais.<\/p>\n<p>Em poucas palavras, na gastronomia do norte da It\u00e1lia predominam produtos      de influ\u00eancia francesa, austr\u00edaca e h\u00fangara, com o emprego de muitos produtos      derivados do leite, enquanto que no sul, predominam os de influ\u00eancia \u00e1rabe,      quais sejam: uso de muito molho de tomate, pouca carne bovina e muita carne      de coelho, ovina, caprina e su\u00edna.<\/p>\n<p>Nos bosques e montanhas predominam os famosos \u0093funghi\u0094 e muita      ca\u00e7a. J\u00e1 no litoral, encontram-se diversos tipos de peixe, com destaque para      o atum e o peixe \u0093spada\u0094, al\u00e9m de muitos frutos do mar e bacalhau.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/italia24.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Italiana\" width=\"323\" height=\"204\" title=\"Culin\u00e1ria Italiana\" \/><\/p>\n<p>Dentro do cen\u00e1rio gastron\u00f4mico italiano, tamb\u00e9m h\u00e1 a Cozinha Mediterr\u00e2nea,      principalmente na parte meridional e nas ilhas da Sic\u00edlia e Sardenha, a qual      \u00e9 conhecida pelos italianos como \u0093cozinha sadia\u0094, rica em carboidratos,      frutas, verduras, peixes, pouca carne e muito \u00f3leo de oliva.<\/p>\n<p>Salames, queijos e vinhos de primeira linha completam a riqu\u00edssima cozinha      tipicamente regional de todas as partes da It\u00e1lia e apreciadas em todo o mundo.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/italia25.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Italiana\" width=\"262\" height=\"206\" title=\"Culin\u00e1ria Italiana\" \/><\/p>\n<p><strong>Doces italianos<\/strong><\/p>\n<p>Os doces, desde a Idade M\u00e9dia, eram feitos nos conventos pelas freiras enclausuradas.      Muitos monast\u00e9rios se tornaram mais famosos pelas gostosuras do que pela santidade.      E essa doce heran\u00e7a &#8211; t\u00e3o doce quanto contradit\u00f3ria &#8211; deixou sua marca at\u00e9      nos nomes das sobremesas. Contam que as freirinhas, como supostamente n\u00e3o      deveriam gozar tanto a vida, criavam doces deliciosos e na v\u00e3 tentativa de      diminuir o pecado batizavam-nos com nomes desmerecedores como: buoni ma brutti      (bom mas feio), ossa di morti (ossada de morto) e sospiri (suspiros).<\/p>\n<p><strong>Tipos de doces italianos:<\/strong><\/p>\n<h2>1- Crespelle Facite di Mele in Salsa di Sidra<\/h2>\n<p><strong>(Panqueca de ma\u00e7\u00e3 na calda de sidra)<\/strong><\/p>\n<p>Origin\u00e1ria da regi\u00e3o da Emilia Romagna, esta sobremesa de sabor requintado      \u00e9 servida quente com sorvete de frutas, feito a base de conhaque de ma\u00e7a e      sidra<\/p>\n<h2>2- Cestino di Mousse al Cioccolato e Caff\u00e8<\/h2>\n<p><strong>(Mousse de chocolate e caf\u00e9)<\/strong><\/p>\n<p>Origin\u00e1rio da receita do famoso Caf\u00e9 Cipriani, em Veneza, este doce foi criado      ap\u00f3s a descoberta do caf\u00e9 no oriente por Marco Polo, portanto muito tradicional      e muito procurado nesta regi\u00e3o italiana<\/p>\n<h2>3- Meringato alle Fragole<\/h2>\n<p><strong>(Merengue de morango)<\/strong><\/p>\n<p>Esp\u00e9cie de um suspiro, esta sobremesa se origina da prov\u00edncia de Baixa Padana,      regi\u00e3o que abrange a Lombardia e Emilia Romagna, onde se situa grande planta\u00e7\u00e3o      de morango.<\/p>\n<h2>4- Souffl\u00e9 Ghiacciato al Mandarino<\/h2>\n<p><strong>(Sufl\u00ea gelado de mexerica)<\/strong><\/p>\n<p>Vem da regi\u00e3o da Sic\u00edlia, esta sobremesa \u00e9 t\u00e3o refrescante chegando a ser      quase um sorvete. Vale a pena acentuar que a Sic\u00edlia \u00e9 a regi\u00e3o com as maiores      planta\u00e7\u00f5es de mexerica e laranja da It\u00e1lia.<\/p>\n<h2>5- Torta Fiorentina<\/h2>\n<p>Como o nome j\u00e1 diz, esta torta vem da regi\u00e3o de Firenze tendo como caracter\u00edstica      o chocolate e hortel\u00e3. De acordo com a hist\u00f3ria da gastronomia italiana, a      torta fiorentina foi criada pelo confeiteiro pessoal da Catarina de M\u00e9dici.<\/p>\n<h2>6- Cassata Siciliana<\/h2>\n<p>Muito tradicional este doce, servido em fatias, \u00e9 feito \u00e0 base de ricota      e frutas secas. De origem \u00e1rabe, foi introduzido na It\u00e1lia atrav\u00e9s da domina\u00e7\u00e3o      moura. Servido bem gelado com chocolate e licor de Maraschino<\/p>\n<h2>7- Pastiera Napolitana<\/h2>\n<p><strong>(Torta com recheio de ricota, am\u00eandoas e frutas cristalizadas)<\/strong><\/p>\n<p>T\u00edpica de N\u00e1poles, inicialmente era servida somente na P\u00e1scoa, mas com o      sucesso tornou-se obrigat\u00f3ria nos card\u00e1pios dos grandes restaurantes italianos.      Sua caracter\u00edstica \u00e9 artesanal chegando a quase caseira.<\/p>\n<h2>8- Pesche alle Mandorle<\/h2>\n<p><strong>(P\u00eassego com am\u00eandoas)<\/strong><\/p>\n<p>Recheada de biscoito amareto, esta sobremesa vai ao forno aromatizada de      am\u00eandoas. Origin\u00e1ria da regi\u00e3o de Piemonte, serve-se individualmente e fria.      O p\u00eassego \u00e9 uma das frutas mais apreciadas na It\u00e1lia, acompanha creme de nata.<\/p>\n<h2>9- Tiramisu<\/h2>\n<p>O tiramisu \u00e9 uma sobremesa tipicamente italiana que consiste em camadas de      p\u00e3o-de-l\u00f3 embebidas em caf\u00e9 e vinho Marsala, ou rum e brandy, entremeadas      com o cremoso e macio queijo chamado mascarpone.<\/p>\n<p>Fonte: www.emporiovillaborghese.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Italiana<\/h6>\n<p>A It\u00e1lia \u00e9 a grande mama da cozinha ocidental. A It\u00e1lia \u00e9 considerada o ber\u00e7o      da cozinha ocidental por ter sido palco de dois grandes epis\u00f3dios da nossa      hist\u00f3ria: o Imp\u00e9rio Romano e o Renascimento.<\/p>\n<p>O intenso com\u00e9rcio de alimentos na regi\u00e3o durante o imp\u00e9rio, centrado no      suntuoso mercado circular da cidade de Roma, fez transitar pelo local caravanas      recheadas de alimentos vindos de toda a Europa, \u00c1frica e Oriente: cereais,      p\u00e3o, vinho, azeitona, legumes e frutas secas e frescas, am\u00eandoas, nozes, avel\u00e3s,      pinh\u00f5es, leite, queijo, ovo, arroz, especiarias, massa seca, porco, carneiro,      fais\u00e3o, galinha, avestruz, peixes, mor\u00e9ia, moluscos, lebre, javali e ant\u00edlope.<\/p>\n<p>A conquista de Sic\u00edlia, Sardenha e C\u00f3rsega levou o gosto pela abund\u00e2ncia      e pelo luxo dos gregos para as cozinhas e os sal\u00f5es italianos, onde passa      a imperar a gula, saciada pelo excesso de carnes regadas a molhos concentrados,      especiarias e ervas arom\u00e1ticas, acompanhadas de muito p\u00e3o e vinho.<\/p>\n<p>Por sua vez, o Renascimento trouxe novo brilho \u00e0s artes e \u00e0 gastronomia local.      Entre os s\u00e9culos XIV e XVX, cidades como Veneza e Floren\u00e7a se converteram      em centros de refinamento cultural e art\u00edstico. Foi nessa \u00e9poca que os banquetes      e os exageros da Idade M\u00e9dia cederam lugar ao requinte, \u00e0 sobriedade e \u00e0 modera\u00e7\u00e3o      da nova corte europ\u00e9ia. Surgia a alta gastronomia, que prezava a modera\u00e7\u00e3o      no cozimento e no uso de especiarias, assim como os bons modos \u00e0 mesa.<\/p>\n<p>Os italianos dispensam preparos sofisticados, valorizam o sabor e o perfume      natural dos ingredientes de suas terras, considerados alguns dos melhores      da Europa e complementam com molho e tempero. \u00c0 mesa, os melhores momentos      s\u00e3o oferecidos pelas pastas, peixes, frutos do mar e cortes especiais de carne,      como o ossobuco e o escalope de vitela. Estes pratos s\u00e3o preparados com azeite      de oliva e recebem generosas doses de ervas frescas, como alecrim, estrag\u00e3o,      salsa, s\u00e1lvia, tomilho, manjerona, or\u00e9gano, manjeric\u00e3o e folhas de louro.      S\u00e3o tamb\u00e9m amplamente utilizados na cozinha italiana alho, cebola, atum, presunto,      bottarga, funghi porcini, anchova, mussarela de b\u00fafala, tomate e alcaparra.      Como complemento, est\u00e3o sempre presentes p\u00e3es e excelentes vinhos produzidos      no pa\u00eds.<\/p>\n<h3>Cada regi\u00e3o do Pa\u00eds apresenta seus sabores<\/h3>\n<h2>V\u00eaneto, Lombardia, Piemonte e Lig\u00faria<\/h2>\n<p>Essa \u00e9 a regi\u00e3o leiteira da It\u00e1lia, onde costuma-se cozinhar com muita manteiga.      Os habitantes preparam com maestria risotos e polentas. O Piemonte abastece      os mais luxuosos restaurantes do mundo com as trufas brancas e o queijo fontina.      Na Lig\u00faria, regi\u00e3o costeira onde fica G\u00eanova, o clima mais ameno e a brisa      do Mediterr\u00e2neo propiciam o florescimento de ervas perfumadas, como o manjeric\u00e3o      fresco, que, junto com outros ingredientes, gera um dos molhos mais populares      do pa\u00eds: o pesto.<\/p>\n<h2>Emilia-Romagna<\/h2>\n<p>A regi\u00e3o hospeda uma das terras mais f\u00e9rteis da It\u00e1lia, rica em hortas e      pastos. Bolonha, a capital, n\u00e3o \u00e9 o ber\u00e7o apenas do macarr\u00e3o \u00e0 bolonhesa,      mas de algumas das massas caseiras mais gostosas do mundo: tagliatelle, tagliolini,      cappelleti, tortellini, tortelli, tortelloni e lasanhas. Na prov\u00edncia s\u00e3o      produzidas excelentes mortadelas. O melhor queijo italiano, o parmigiano-reggiano,      ou parmes\u00e3o, que leva tanto o nome de Parma como de Reggio, \u00e9 tamb\u00e9m dessa      regi\u00e3o. Parma ainda presenteia o mundo com um dos mais finos produtos su\u00ednos      do mundo o prosciutto di Parma. E Modena tem excelentes pratos \u00e0 base de costela      de porco e com o vinagre bals\u00e2mico.<\/p>\n<h2>Toscana<\/h2>\n<p>Montanhosa, essa parte do pa\u00eds \u00e9 conhecida por suas oliveiras e rebanhos      de carneiros. Nesta regi\u00e3o, o azeite de oliva \u00e9 a principal gordura utilizada      para cozinhar, tomando o lugar da manteiga, utilizada na regi\u00e3o leiteira.      A Toscana possui solo ideal para o cultivo de uva, por isso s\u00e3o produzidos      por l\u00e1 alguns dos mais famosos vinhos do mundo, como o Chianti.<\/p>\n<h2>Cal\u00e1bria e Sic\u00edlia<\/h2>\n<p>Ao sul, o centro gastron\u00f4mico \u00e9 N\u00e1poles, que possui a melhor na gastronomia      dessa regi\u00e3o: pasta feita de gr\u00e3o duro e sem ovo, p\u00e3es robustos, molho de      tomate e in\u00fameras pizzas. Os romanos, por sua vez, produzem o melhor gnocchi      do pa\u00eds, assim como o famoso abbacchio (cordeiro de um m\u00eas assado em banha      de porco com alecrim). As especialidades da Cal\u00e1bria e da ilha da Sic\u00edlia      s\u00e3o peixes e frutos do mar. Normalmente, eles s\u00e3o marinados em lim\u00e3o e azeite      de oliva por cerca de uma hora antes de ser assados, fritos ou grelhados.<\/p>\n<p>A rica e variada culin\u00e1ria italiana, distinta nas v\u00e1rias regi\u00f5es do pa\u00eds,      influenciou a culin\u00e1ria de praticamente todo o mundo. As pizzas e as massas      s\u00e3o encontradas em qualquer pa\u00eds.<\/p>\n<p>A origem da pizza vem de muito tempo. Na \u00e9poca romana temos not\u00edcia de um      tipo de prato parecido com o nome de &#8220;picca&#8221;. Depois de muitas transforma\u00e7\u00f5es      reaparece na Idade M\u00e9dia com o nome de &#8220;piza&#8221;, e depois &#8220;pizella&#8221;      e se tornou muito popular por volta de 1600.<\/p>\n<p>Em 1700, a pizza adquire um formato mais pr\u00f3ximo do que conhecemos hoje,      assim ela se espalha pelo reino das duas Sicilias. O sucesso obtido junto      a popula\u00e7\u00e3o, chama a aten\u00e7\u00e3o dos nobres da Europa, ent\u00e3o a Rainha Carolina      imp\u00f5e, de uma vez por todas a constru\u00e7\u00e3o de um forno pessoal onde poderia      degustar o prato que mais gostava. No final de 1800 a pizza retorna com o      nome dos soberanos da \u00e9poca. Hoje em dia, o nome pizza \u00e9 conhecido universalmente      e \u00e9 o s\u00edmbolo m\u00e1ximo da tradi\u00e7\u00e3o culin\u00e1ria italiana.<\/p>\n<p>Os italianos possuem um modo peculiar de se alimentarem, os pratos s\u00e3o servidos      em determinada sequ\u00eancia. Enquanto dizemos que eles comem muita massa, eles      dizem que n\u00f3s comemos carne demais. Al\u00e9m disso, h\u00e1 uma diferen\u00e7a na composi\u00e7\u00e3o      do prato e ingest\u00e3o dos alimentos: os italianos comem sempre um alimento de      cada vez. Podemos dizer que um italiano t\u00edpico se alimenta mais ou menos da      seguinte maneira:<\/p>\n<p>De manh\u00e3 cedo, antes do trabalho, que normalmente come\u00e7a \u00e0s 8:00 horas, eles      fazem &#8220;la colazione&#8221;, que corresponde ao nosso caf\u00e9 da manh\u00e3, composto      geralmente de caf\u00e9, caf\u00e9 com leite ou &#8220;capuccino&#8221; acompanhado de      p\u00e3o com gel\u00e9ia ou um p\u00e3o doce, como um croissant, denominado de cornetto.<\/p>\n<p>\u00c0s 11:00 ou 11:30 h, os italianos consomem, &#8220;uno spuntino&#8221;, ou      seja, um lanchinho, com um sandu\u00edche de p\u00e3o, queijo e presunto, ou somente      um suco ou uma fruta.<\/p>\n<p>O almo\u00e7o, ou il pranzo, d\u00e1-se geralmente no hor\u00e1rio das 13:00 \u00e0s 14:00 horas,      sempre acompanhado de p\u00e3o, azeite de oliva e vinho, \u00e9 composto basicamente      dos seguintes pratos:<\/p>\n<p>Antepastos como bruschetta, champignon marinado, insalata ou focaccia. As      bruschettas, s\u00e3o fatias de p\u00e3o amanhecido, sapecadas na grelha, esfregadas      com alho e cobertas com tomates, azeitonas, berinjelas e regadas com o azeite      de oliva<\/p>\n<p>Primo Piatto, geralmente com massas, como macarr\u00e3o, espaguete, lasanha ou      risoto.<\/p>\n<p>Secondo Piatto, com carnes especiais de carne, de coelho, porco, frango,      vitelo, peixe etc., e acompanhamentos, denominados &#8220;contorni&#8221;, a      exemplo de legumes cozidos ou saladas de legumes e verduras.<\/p>\n<p>Sobremesa com doces variados, por exemplo tiramis\u00fa.<\/p>\n<p>Frutas frescas da esta\u00e7\u00e3o e queijos.<\/p>\n<p>Caf\u00e9 expresso.<\/p>\n<p>\u00c0s 17:00 horas, h\u00e1 a merenda, obrigat\u00f3ria, principalmente para as crian\u00e7as,      com p\u00e3o e nutella (cioccolata), p\u00e3o com presunto ou mortadela, p\u00e3o com gel\u00e9ia      ou frutas.<\/p>\n<p>O jantar, la cena, \u00e9 servido para toda fam\u00edlia, \u00e0s 20:00 horas, e comp\u00f5e-se      basicamente do seguinte:<\/p>\n<p>O Primo Piatto, \u00e0 base de sopa de legumes e massas, ou &#8220;brodo&#8221;      (caldo) de carne;<\/p>\n<p>O Secondo Piatto, com queijos variados, ou embutidos fatiados, como presuntos,      mortadelas, salames, etc. ou ovos com legumes cozidos ou ent\u00e3o saladas.<\/p>\n<p>Frutas frescas da esta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte:  www.rgnutri.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Italiana<\/h6>\n<h4>Comida e bebida<\/h4>\n<p>Apesar da comida italiana mais conhecidas serem as massas, pizzas e salsichas,      a culin\u00e1ria italiana \u00e9 um mundo a ser explorado. Do sul da pen\u00ednsula, com      sabores simples e arom\u00e1ticos e bastante azeite de oliva, ao norte montanhoso,      com pratos quentes apimentados, a It\u00e1lia oferece ao visitante sua colorida      culin\u00e1ria.<\/p>\n<p>Na It\u00e1lia, normalmente se come um primeiro prato, ou antepasto, e ent\u00e3o,      o prato principal. O antepasto pode ser sopa, risoto, salada ou massa. O principal      consiste geralmente em peixe ou carne, acompanhado de vegetais. Se forem comer      apenas um prato, os italianos preferem massa ou pizza. Sem d\u00favida, o melhor      lugar para saborear essas especialidades s\u00e3o nas tratorias.<\/p>\n<p>No sul, os pratos s\u00e3o preparados com uma grande quantidade de vegetais, como      berinjela, ab\u00f3bora, couve-flor ou piment\u00e3o, decorados com ervas arom\u00e1ticas,      com cogumelos e aspargos. O queijo de vaca recheado com mussarela (buvino),      ou manteiga (burrino), s\u00e3o duas especialidades do sul. Entre os queijos, o      mais famoso \u00e9 o provolone. Em N\u00e1poles, \u00e9 comum a pastiera, feita com trigo      mo\u00eddo, que acompanha pratos doces e salgados.<\/p>\n<p>No centro da It\u00e1lia, os ingredientes b\u00e1sicos s\u00e3o carne e vegetais. O peixe      de Lazia e a carpa grelhada de Umbria s\u00e3o excelentes. Nas regi\u00f5es montanhosas      os pratos s\u00e3o bem apimentados, como uma forma de combater o clima frio. O      queijo t\u00edpico da regi\u00e3o \u00e9 o pecorino, feito de leite de ovelha, com um sabor      forte. No norte h\u00e1 uma enorme variedade de gnocchi de espinafre e batatas,      alm\u00f4ndegas, de carne ou ricota, e polenta, uma pasta com amido de milho que      deve ser seca e frita, ou assada como acompanhamento para carnes e peixes.<\/p>\n<p>As ilhas t\u00eam sua pr\u00f3pria tradi\u00e7\u00e3o gastron\u00f4mica. Em Sardinha muitos pratos,      como a &#8220;fabada&#8221;, lembram a culin\u00e1ria catalana, no entanto outros      como &#8220;cibenttino&#8221; (carne de bezerro, recheado com porco, recheado      com lebre), pertence \u00e0 culin\u00e1ria tradicional da ilha. Sic\u00edlia possui uma culin\u00e1ria      mediterr\u00e2nea. Entre seus pratos t\u00edpicos, destacam-se macarronada com ragu,      picadinho ao molho, e &#8220;arancini&#8221; de riso, bolinhos de arroz com      ervilha, frango, queijos frescos com ovos fritos. O &#8220;piacentino&#8221;      \u00e9 um queijo em conserva refor\u00e7ado com pimenta preta, t\u00edpico da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A It\u00e1lia \u00e9 um grande consumidor de todos os tipos de queijo. Os mais conhecidos      s\u00e3o o reggiano parmegiano e o granna padano. Em Veneza a especialidade \u00e9 o      risoto, por\u00e9m a massa \u00e9 tamb\u00e9m muito boa. O vinagre ou azeite bals\u00e2mico de      M\u00f3dena \u00e9 o mais caro do mundo, tanto por sua incompar\u00e1vel qualidade como pelo      longo processo de produ\u00e7\u00e3o natural exige. Os frios italianos mais conhecidos      s\u00e3o o zampone (p\u00e9 de porco recheado usado para cozinhar lentilhas e porotos),      mortadela, salame e o prosciutto di Parma.<\/p>\n<p>Quando se trata de sobremesas, os sorvetes s\u00e3o conhecidos mundialmente por      seu incompar\u00e1vel sabor. Os italianos s\u00e3o grandes f\u00e3s de cremes, especialmente      o tiramis\u00fa. Como acompanhamento n\u00e3o a nada melhor do que um dos deliciosos      vinhos, como o chianti. Pode tamb\u00e9m apreciar uma x\u00edcara do arom\u00e1tico caf\u00e9      italiano ou a deliciosa grappa.<\/p>\n<p>Fonte: www.sprachcaffe-italien.com<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Italiana<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/culinaria-italiana-5.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Italiana\" width=\"300\" height=\"227\" title=\"Culin\u00e1ria Italiana\" \/><\/p>\n<h4>Queijos italianos<\/h4>\n<p>O queijo \u00e9 um dos mais antigos alimentos preparados que a hist\u00f3ria da humanidade      registra. Desde o reinado dos C\u00e9sares, o queijo tomou uma parte significativa      na alimenta\u00e7\u00e3o dos povos italianos. Acredita? Pois bem, a It\u00e1lia produz, anualmente,      900.000 toneladas de queijos com mais de 100 diferentes tipos. De sabores      e perfumes t\u00e3o peculiares quanto atraentes, dos mais fortes aos mais suaves,      os queijos italianos encantam paladares do mundo inteiro.<\/p>\n<p><em>&#8220;\u00c9s forte porque est\u00e1s pr\u00f3ximo da origem da criatura. \u00c9s nutritivo      porque mant\u00e9ns o melhor do leite. \u00c9s quente, porque \u00e9s gordo&#8230;&#8221;<\/em><\/p>\n<p><strong>Hip\u00f3crates\/450 a.c.<\/strong><\/p>\n<p>A arte da fabrica\u00e7\u00e3o de queijos tem seu in\u00edcio perdido num passado remot\u00edssimo,      nada menos do que h\u00e1 12 mil anos antes do nascimento de Cristo, num per\u00edodo      conhecido como paleol\u00edtico superior. Segundo a lenda, o queijo teria sido      descoberto por um dos filhos de Apolo, Aristeu, Rei da Arc\u00e1dia. Os eg\u00edpcios      est\u00e3o entre os primeiros povos que cuidaram do gado e tiveram, no leite e      no queijo, fonte importante de sua alimenta\u00e7\u00e3o. Isso foi poss\u00edvel porque o      f\u00e9rtil vale do Nilo possu\u00eda pastagens cheias de gado. T\u00e3o importante era o      bovino para os eg\u00edpcios que a simbologia desse povo eternizou sua import\u00e2ncia      colocando chifres de vaca sobre a cabe\u00e7a da deusa Hathor. Queijos feitos de      leite de vaca, de cabra e de ovelha tamb\u00e9m foram encontrados em muitas tumbas      eg\u00edpcias.<\/p>\n<h2>Tradi\u00e7\u00e3o italiana<\/h2>\n<p>Passagens b\u00edblicas registram o queijo como um dos alimentos da \u00e9poca. Na      Europa, os gregos foram os primeiros a adot\u00e1-lo em seus card\u00e1pios, feito exclusivamente      com leite de cabras e de ovelhas, animais que criavam. Entretanto, os romanos      foram os respons\u00e1veis pela maior divulga\u00e7\u00e3o dos queijos pelo mundo. Na expans\u00e3o      de seu Imp\u00e9rio eles levaram v\u00e1rios tipos \u00e0 Roma. Elevaram o n\u00edvel do queijo,      transformando-o de simples alimento para uma iguaria indispens\u00e1vel nas refei\u00e7\u00f5es      dos nobres e em grandes banquetes imperiais. Os romanos apreciavam o queijo,      do qual fabricavam in\u00fameras variedades e cujas virtudes conheciam, pois utilizavam-no      na alimenta\u00e7\u00e3o dos soldados e atletas. O queijo primitivo era apenas o leite      coagulado, desprovido de soro e salgado. A partir da Idade M\u00e9dia, a fabrica\u00e7\u00e3o      de queijos finos ficaria restrita aos mosteiros cat\u00f3licos, com novas receitas      desenvolvidas por seus monges. A t\u00e9cnica de produ\u00e7\u00e3o queijeira modernizou-se      no decorrer do tempo. Utilizam-se, em alguns queijos, esporos de fungos n&#8217;      \u00e1gua e adicionados ao leite.<\/p>\n<p>Um dos mais conhecidos queijos em todo o mundo \u00e9 o Gorgonzola, um queijo      picante com caracter\u00edsticas de veias azuis semelhante ao Stilton e ao Roquefort      franc\u00eas. Conta-se que o Gorgonzola teve origem em uma cidade do mesmo nome,      pr\u00f3ximo de Mil\u00e3o. A hist\u00f3ria registra que, no ano de 879 d.c, o bispo de Mil\u00e3o      fez uma doa\u00e7\u00e3o de Gorgonzola \u00e0 escola de Santo Ambr\u00f3sio.<\/p>\n<p>Outros famosos queijos italianos s\u00e3o o Parmes\u00e3o, tamb\u00e9m um produto da Lombardia.      Estes dois queijos e outros como o Caccio Cavalo e o Provolone s\u00e3o queijos      duros e secos, usados ralados como condimentos em sopas, macarranodas, spaghetti      e outros pratos. Existem queijos para todos os gostos e ocasi\u00f5es. Industrializados      ou caseiros, podem ser servidos como petisco, na sobremesa, no caf\u00e9 da manh\u00e3      ou em lanches. Ou melhor, fazem o card\u00e1pio da festa italiana mais gostosa      e pr\u00e1tica que existe: queijos e vinhos.<\/p>\n<h2>Queijos t\u00edpicos italianos<\/h2>\n<h2><strong>Gorgonzola<\/strong><\/h2>\n<p>As primeiras refer\u00eancias ao<strong> Gorgonzola <\/strong>datam do ano 879      depois de Cristo. Origin\u00e1rio da cidade da qual herdou o nome, este queijo      azul \u00e9 feito de leite n\u00e3o pasteurizado de vaca. Sabor? Levemente salgado e      picante. A textura \u00e9 semimacia e quebradi\u00e7a e com \u00e1cumulo de bolor no centro      da pe\u00e7a. Acompanha vinhos brancos, como o Dolce Amarone e o Barbera D\u00b4Asti.<\/p>\n<h2><strong>Mascarpone<\/strong><\/h2>\n<p>O<strong> Mascarpone<\/strong> \u00e9 um queijo fresco que tem consist\u00eancia de      manteiga amolecida. Ele \u00e9 feito de leite de vaca, sem sal. Branco da cor da      neve, est\u00e1 pronto para ser consumido no espa\u00e7o de vinte e quatro horas e tem      sua melhor qualidade durante os meses do outuno e inverno.<\/p>\n<p>Pode ser consumido no seu estado natural ou servido como uma sobremesa. \u00c9      delicioso quando misturado com chocolate, caf\u00e9, brandy ou licor. Tem aplica\u00e7\u00f5es      na culin\u00e1ria, principalmente na prepara\u00e7\u00e3o de massas de pastelaria, sobremesas      e pratos com vegetais. Acompanha bem vinhos brancos suaves.<\/p>\n<h2><strong>Mussarela<\/strong><\/h2>\n<p>A <strong>Mussarela<\/strong> \u00e9 um queijo fresco da regi\u00e3o da Camp\u00e2nia, a      princ\u00edpio produzido com leite de b\u00fafala, mas hoje feito em todo o mundo a      partir de leite de vaca. Sua fabrica\u00e7\u00e3o iniciou-se por volta do s\u00e9culo XVI.      Uma boa mussarela deve possuir uma crosta fina, consist\u00eancia semi-dura, textura      compacta, fechada, colora\u00e7\u00e3o esbranqui\u00e7ada, odor suave e sabor ligeiramente      \u00e1cido e salgado.<\/p>\n<p>\u00c9 um queijo coalhado, para ser consumido fresco, fati\u00e1vel, com textura firme,      sabor e aroma que lembram o leite de que \u00e9 feito. \u00c9 indispens\u00e1vel nas pizzas      e lazanhas.<\/p>\n<h2><strong>Mussarela de b\u00fafala<\/strong><\/h2>\n<p>J\u00e1 a<strong> Mussarela de b\u00fafala <\/strong>apresenta um sabor adocicado e      refrescante. Consumida in natura como aperitivo, tem a vantagem de ser mais      leve do que os queijos comuns. Acompanha vinhos tintos leves e com o Ishia      e Biancolella. Na Camp\u00e2nia encontramos tamb\u00e9m o Caccio Cavalo. Seu formato      assemelha-se a um casco de cavalo. \u00d3timo com torradas e receitas diversas.<\/p>\n<h2><strong>Parmes\u00e3o<\/strong><\/h2>\n<p>O<strong>Parmes\u00e3o<\/strong>\u00e9 um queijo firme cozido, origin\u00e1rio da cidade      de Parma, na rica regi\u00e3o de Emilia-Romagna. \u00c9 um dos mais conhecidos e imitados      em todo o mundo. Suas principais caracter\u00edsticas s\u00e3o o baixo teor de umidade      e a textura granular, o que vale o nome de queijo Grana. Este queijo nasceu      no Vale do P\u00f3 por volta de 1200.<\/p>\n<p>A massa \u00e9 dura, compacta e quebradi\u00e7a, de untura seca, cor amarelo-palha      e odor e sabor picante e forte. Por\u00e9m, o queijo aut\u00eantico \u00e9 o Parmiggiano      Reggiano. \u00c9 feito de leite desnatado de vaca e guardado por pelo menos um      ano para &#8220;curar&#8221;. Seu sabor \u00e9 rico e picante, o que faz com que      seja um dos queijos mais utilizados em receitas culin\u00e1rias. Ralado \u00e9 excelente      em sopas, macarronadas, polentas e risotos. Acompanha os vinhos como o Lambrusco      tinto.<\/p>\n<h2><strong>Pecorino<\/strong><\/h2>\n<p>O<strong> Pecorino romano<\/strong> \u00e9 um dos queijos mais velhos do mundo.      Sua hist\u00f3ria pode ser tra\u00e7ada para 2.000 anos atr\u00e1s. A lenda fala que, na      prepara\u00e7\u00e3o para uma viagem, um pastor teve a id\u00e9ia de encher sua garrafa da      pele de carneiro com o leite de ovelha. O pastor ficou intrigado com o resultado,      um novo alimento delicioso e saboroso que pode ter sido o primeiro queijo      do mundo. Este queijo de leite de ovelha, \u00e9 feito originalmente nos latic\u00ednios      dos arredores de Roma. Tem baixo teor de gordura, massa dura, textura densa,      cor branco-acinzentada e sabor salgado e picante. Acompanha vinhos como os      Chianti, Valpolicella e Bardolino.<\/p>\n<h2><strong>Ricota<\/strong><\/h2>\n<p>A <strong>Ricota <\/strong>\u00e9 um queijo fresco, macio, sem sal ou quase sem      sal, fresco ou defumado. Utilizado em pastas, tortas, doces e recheios. Tem      textura fina e sabor suave. Acompanha bem vinhos brancos leves, como o Alsace      ou Frascati. No Brasil \u00e9 produzida usando-se soro como mat\u00e9ria-prima e, por      isso, \u00e9 conhecida por Queijo Albumina.<\/p>\n<h2><strong>Provolone<\/strong><\/h2>\n<p>O<strong> Provolone <\/strong>\u00e9 um queijo muito difundido pelo mundo. Na It\u00e1lia      encontra-se tr\u00eas tipos: picante, doce e extra doce. O Provolone picante lembra      o produzido no Brasil, ao passo que o extra doce lembra mais um queijo Mussarela.      Os italianos normalmente defumam apenas as pe\u00e7as menores (at\u00e9 2 Kg). Ao abrir      \u00e9 aconselh\u00e1vel proteg\u00ea-lo com um pano umido para n\u00e3o ressecar. Acompanha vinhos      como o Chianti.<\/p>\n<p>Fonte: www.italiaoggi.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Italiana<\/h6>\n<p>A gastronomia italiana ao contr\u00e1rio do que muitos pensam n\u00e3o se resume em      pizza e macarr\u00e3o, em geral a gastronomia italiana cont\u00e9m massas em seus pratos.      Com fortes influ\u00eancias de diversos povos, climas, solos e relevos a gastronomia      italiana tem sua diversidade de pratos inspiradas nesse mix de fatores.<\/p>\n<p>Para melhor entender um pouco da vasta comida italiana, aconselha-se que      fa\u00e7a um estudo por regi\u00f5es, as duas grandes e principais e uma chamada de      regi\u00e3o de transi\u00e7\u00e3o: Sul e ilhas, Norte e Centro-Norte. Na regi\u00e3o Sul e ilhas      s\u00e3o caracterizadas pela culin\u00e1ria mediterr\u00e2nea, sendo frequente o uso de azeite      de oliva, legumes e hortali\u00e7as, massa e vinho com varia\u00e7\u00e3o de prote\u00ednas dependendo      da localiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com muitos frutos do mar e peixes ao longo da costa a comida italiana fica      ainda mais saborosa. No interior dessa regi\u00e3o \u00e9 bastante consumido animais      de cria\u00e7\u00e3o como, ovelhas, cabra, porco e gado bovino, ca\u00e7as tamb\u00e9m, em especial      no m\u00eas de outubro.<\/p>\n<p>A comida mais popular da It\u00e1lia, a pizza \u00e9 origin\u00e1ria dessa regi\u00e3o, da prov\u00edncia      de Napoli e a Mozzarella de leite de b\u00faffalas da regi\u00e3o da Camp\u00e2nia. O centro-norte      \u00e9 a zona de tr\u00e2nsi\u00e7\u00e3o, nas regi\u00f5es Umbria, Marche e Toscana possui uma gastronomia      mesclada das regi\u00f5es Sul e Norte.<\/p>\n<p>No Norte se encontra a regi\u00e3o mais diversa em gastronomia da It\u00e1lia e conhecida      internacionalmente. \u00c9 a regi\u00e3o Emilia-Romagna do Presunto de Parma, vinho      Lambrusco, mortadela de Bologna, queijo Parmiggiano-reggiano, aceto bals\u00e2mico      de Modena e outros s\u00e3o representantes desta regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A manteiga, o arroz e massas recheadas s\u00e3o comum a todo o Norte, embutidos      e queijos tamb\u00e9m est\u00e3o presentes, variedade de vinhos como, brancos, de sobremesa,      espumantes e tintos soberbos. O risotto \u00e9 um dos mais famosos pratos do norte      da It\u00e1lia, assim como o bollito misto, o carpaccio, o panettone e o ossobucco.<\/p>\n<p>Os vinhos s\u00e3o apreciados em toda It\u00e1lia, pois o pa\u00eds e recoberto de vinhedos,      dos Alpes ao norte at\u00e9 as ilhas perdidas no Mediterr\u00e2neo, quase na \u00c1frica      como Pantelleria. O grande secredo do sucesso da culin\u00e1ria da It\u00e1lia pode      n\u00e3o estar somente nos pratos e prepara\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A forma e o ato de comer tamb\u00e9m tem grande influ\u00eancia. Prova disso foi o      movimento Slow Food na d\u00e9cada de 80, quando estes pregavam valores simples,      por\u00e9m muito ricos e importantes de alimenta\u00e7\u00e3o e produtos fescos e saud\u00e1veis,      com boas companhias e tempo para a degusta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: www.cidadederibeiraopreto.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Italiana<\/h6>\n<p>A culin\u00e1ria italiana, cozinha nacional c\u00e9lebre como um dos s\u00edmbolos daquele      pa\u00eds na atualidade, evoluiu atrav\u00e9s dos s\u00e9culos, ao longo das mais variadas      altera\u00e7\u00f5es sociais e pol\u00edticas; suas ra\u00edzes podem ser tra\u00e7adas at\u00e9 o s\u00e9culo      IV a.C.. Mudan\u00e7as significantes ocorreram com a descoberta do Novo Mundo,      que ajudaram a moldar muito do que \u00e9 conhecido como a culin\u00e1ria italiana hoje      em dia, atrav\u00e9s da introdu\u00e7\u00e3o de ingredientes como batatas, tomates, piment\u00f5es      e milho, todos eles parte central da cozinha daquele pa\u00eds, e que no entanto      s\u00f3 foram introduzidos em grande escala a partir do s\u00e9culo XVIII.[1]<\/p>\n<p>Tanto ingredientes como pratos variam de regi\u00e3o para regi\u00e3o do pa\u00eds. Existem      diversos pratos regionais importantes que tamb\u00e9m assumiram car\u00e1ter nacional,      enquanto diversos pratos que j\u00e1 foram regionais proliferaram, em diversas      variantes, por todo o pa\u00eds. Queijo e vinho s\u00e3o uma parte important\u00edssima da      cozinha do pa\u00eds, desempenhando diferentes pap\u00e9is tanto regionalmente quanto      nacionalmente, com sua in\u00famera variedade e leis de regulamenta\u00e7\u00e3o (Denominazione      di origine controllata, DOC). Tamb\u00e9m o caf\u00e9, mais especificamente o espresso,      assumiu um papel de destaque relevante na cultura gastron\u00f4mica da It\u00e1lia.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>A culin\u00e1ria italiana evoluiu extensivamente ao longo dos s\u00e9culos. Embora      a It\u00e1lia como pa\u00eds, tal qual a conhecemos hoje, n\u00e3o tenha se formado at\u00e9 o      s\u00e9culo XVIII, a culin\u00e1ria t\u00edpica daquele pa\u00eds apresenta ra\u00edzes que v\u00e3o at\u00e9      pelo menos o s\u00e9culo IV a.C.. Atrav\u00e9s de diversas influ\u00eancias ao longo desta      sua hist\u00f3ria, inclusive das regi\u00f5es vizinhas, e devido \u00e0 mudan\u00e7as ocorridas      depois de conquistas e dist\u00farbios pol\u00edticos, assim como a descoberta do Novo      Mundo, formou-se uma tradi\u00e7\u00e3o culin\u00e1ria concreta, que \u00e9 reconhecida hoje em      dia como uma das mais destacadas do mundo.<\/p>\n<p><strong>Antiguidade<\/strong><\/p>\n<p>O primeiro cr\u00edtico gastron\u00f4mico italiano conhecido foi um siciliano de etnia      grega, chamado Arquestrato, que viveu em Siracusa no s\u00e9culo IV a.C.. Entre      seus escritos estava um poema que mencionava o uso de ingredientes frescos,      &#8220;da esta\u00e7\u00e3o e de primeira qualidade&#8221;, e que os sabores dos pratos      n\u00e3o deveriam ser mascarados por condimentos, ervas ou quaisquer outros temperos      desta natureza, com uma \u00eanfase especial para este estilo de preparo com os      peixes. Este estilo de culin\u00e1ria parecia ter sido esquecido durante o s\u00e9culo      I d.C. quando a obra De re coquinaria foi publicada, com 470 receitas, incluindo      muitas com grande uso de especiarias e ervas que seguramente escondiam muito      do sabor natural dos ingredientes usados. Os romanos utilizavam-se dos melhores      padeiros gregos para produzir os seus p\u00e3es e importavam o queijo pecorino      da Sic\u00edlia, cujos habitantes eram tidos como os melhores mestres-queijeiros.      Os romanos tamb\u00e9m eram conhecidos pela cria\u00e7\u00e3o de cabras pela sua carne, e      pelo cultivo de alcachofras e alho-por\u00f3.[2]<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p>[1] Del Conte, 11-21.<br \/>\n     [2] Del Conte, 11.<\/p>\n<p>Fonte: pt.wikipedia.org<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Italiana<\/h6>\n<h2>Berinjela Recheada<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>3 ou 4 berinjelas grandes tomates<br \/>\n     algumas azeitonas sem caro\u00e7o<br \/>\n     salsa e cebolinha verde<br \/>\n     2 ovos cozidos<br \/>\n     queijo ralado<br \/>\n     gordura vegetal<br \/>\n     cebola<br \/>\n     alho<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Partir as berinjelas ao meio e cozinhar em \u00e1gua e sal. Depois de cozidas,      escorrer, tirar as sementes e raspar em pouco do centro dos berinjelas, aproveitando      o que retirar para o recheio. Fazer, \u00e0 parte, um refogado com gordura vegetal,      cebola, alho, tomates e pimenta, se gostar. Depois juntar os ovos cozidos      em pedacinhos, as azeitonas, a salsa e a cebolinha verde. Misturar tudo muito      bem com a parte que retirou do centro da berinjela e rechear. Colocar em uma      f\u00f4rma. Cobrir tudo com bastante queijo ralado e levar ao forno por uns minutos,      s\u00f3 at\u00e9 derreter o queijo. Servir no pr\u00f3prio prato. Querendo, juntar ao recheio      um picadinho de carne.<\/p>\n<h2>Bucatini aos Quatro Queijos<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>190 gramas de bucatini<\/p>\n<p><strong>Molho de Quatro Queijos<\/strong><\/p>\n<p>90 gramas de queijo mussarela, cortado em cubos<br \/>\n     90 gramas de queijo Gruy\u00e8re, cortado em cubos<br \/>\n     pimenta-do-reino em gr\u00e3o, mo\u00edda na hora<br \/>\n     90 gramas de queijo de cabra macio<br \/>\n     60 gramas de queijo parmes\u00e3o ralado<br \/>\n     320 ml de creme de leite fresco<br \/>\n     presunto picado<br \/>\n     cebolinha picada<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Cozinhar os bucatini em \u00e1gua fervente, seguindo o tempo de cozimento da embalagem.      Escorrer e manter aquecido.<\/p>\n<p><strong>Molho<\/strong><\/p>\n<p>Colocar o queijo Gruy\u00e8re, o queijo de cabrir, o queijo mussarela e metade      do queijo parmes\u00e3o em uma panela grande em fogo baixo at\u00e9 os queijos derreterem.      Temperar a gosto com a pimenta-do-reino. Colocar os bucatini em uma travessa      preaquecida, juntar o molho e mexer para misturar. Polvilhar com o presunto      e a cebolinha picada e com o queijo ralado restante. Servir imediatamente.<\/p>\n<h2>Bucattini Alla Matriciana<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>100 ml de \u00f3leo extravirgem de oliva<br \/>\n     40 gramas de queijo pecorino<br \/>\n     400 gramas de bucattini<br \/>\n     200 gramas de bacon<br \/>\n     1 dente de alho<br \/>\n     8 tomates<br \/>\n     1 cebola<br \/>\n     sal<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Lavar bem os tomates. Fazer com a faca uma pequena incis\u00e3o na pele. Mergulhar      em \u00e1gua fervente por 30 segundos, retirar e colocar em \u00e1gua fria. Em seguida,      retirar as peles, cortar em peda\u00e7os grandes e descartar as sementes. Reservar.      Cortar o bacon em tiras e reservar. Cortar a cebola em tiras finas e conservar      em \u00e1gua fria. Em uma frigideira grande, colocar o \u00f3leo, em seguida o dente      de alho, levemente amassado, com a casca, e deixar dourar em fogo brando.      Retirar o alho e colocar o bacon. Depois de dourado, acrescentar a cebola      j\u00e1 escorrida e refogar tudo em fogo brando. Finalmente, juntar os tomates,      o sal e cozinhar levemente. Cozinhar o bucattini em \u00e1gua fervente com sal      at\u00e9 ficar al dente. Juntar ao molho. Misturar tudo, passar a massa para pratos      individuais. Servir com queijo pecorino ralado.<\/p>\n<h2>Capelletti \u00e0 toscana<\/h2>\n<p><strong>Massa<\/strong><\/p>\n<p>400 gramas de farinha de trigo<br \/>\n     3 ovos<\/p>\n<p><strong>Recheio<\/strong><\/p>\n<p>1 colher (sopa) de salsa picada<br \/>\n     1 pitada de noz-moscada ralada<br \/>\n     100 gramas de parmes\u00e3o ralado<br \/>\n     250 gramas de vitela cozida<br \/>\n     200 gramas de presunto<br \/>\n     2 ovos<br \/>\n     sal<\/p>\n<p><strong>Molho<\/strong><\/p>\n<p>3 colheres (sopa) de azeite<br \/>\n     1 colher (caf\u00e9) de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     \u00bd quilo de tomate sem peles e sem sementes<br \/>\n     50 gramas de manteiga<br \/>\n     5 folhas de manjeric\u00e3o<br \/>\n     pimenta-do-reino<br \/>\n     1 dente de alho<br \/>\n     1 cebola<br \/>\n     sal<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p><strong>Massa<\/strong><\/p>\n<p>Colocar a farinha de trigo sobre uma superf\u00edcie lisa. Fazer um buraco e adicionar      no meio os ovos inteiros. Misturar a farinha e os ovos com \u00bd copo de \u00e1gua.      Trabalhar a mistura at\u00e9 obter uma massa fofa. Deixar descansar sobre um pano      \u00famido.<\/p>\n<p><strong>Molho<\/strong><\/p>\n<p>Cortar os tomates em peda\u00e7os. Levar ao fogo brando com \u00f3leo e 30 gramas de      manteiga, a cebola, o alho e o manjeric\u00e3o. Adicionar os tomates e o sal. temperar      e deixar cozinhar \u00bd hora. Retirar o alho e o manjeric\u00e3o. Bater o molho no      liquidificador. Adicionar o a\u00e7\u00facar. Levar novamente ao fogo e adicionar a      manteiga restante.<\/p>\n<p><strong>Recheio<\/strong><\/p>\n<p>Bater no liquidificador a vitela e o presunto, e colocar em uma tigela. Adicionar      os ovos, a salsa picada e o parmes\u00e3o. Misturar bem. Acrescentar sal, pimenta      e noz-moscada.<\/p>\n<p><strong>Capelletti<\/strong><\/p>\n<p>Estender a massa at\u00e9 ficar bem fina. Cortar em disco com a ajuda de um copo.      Colocar no centro de cada um 1 colher (sobremesa) do recheio. Dobrar a massa      sobre o recheio, apoiando sobre as bordas. Una as duas extremidades do semi      disco de maneira a obter uma esp\u00e9cie de chap\u00e9u.<\/p>\n<p><strong>Cozimento<\/strong><\/p>\n<p>Ferver grande quantidade de \u00e1gua com sal e colocar os capellettis. Deixar      cozinhar 5 minutos. Escorrer, despejar numa travessa previamente aquecida      e cobrir com o molho.<\/p>\n<h2>Espaguete com camar\u00e3o<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>2 colheres (sopa) de azeite de oliva<br \/>\n     2 colheres (sopa) de suco de lim\u00e3o<br \/>\n     2 colheres (sopa) de manteiga<br \/>\n     \u00bc x\u00edcara de farinha de rosca<br \/>\n     4 cebolinhas verde cortadas em rodelas finas<br \/>\n     250 gramas de camar\u00e3o descascado e limpo<br \/>\n     250 gramas de erva-doce em fatias finas<br \/>\n     250 gramas de espaguete<br \/>\n     2 dentes de alho picados<br \/>\n     pimenta-do-reino a gosto<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Colocar o camar\u00e3o numa vasilha, misturar a cebola verde e o alho e temperar      com uma coljher de azeite e uma colher de suco de lim\u00e3o. Misturar bem. Em      outra vasilha, colocar as fatias de erva-doce e o suco de lim\u00e3o restante.      Numa frigideira grande aquecer uma colher de azeite e adicionar a erva-doce.      Fritar, por 5 minutos, mexendo sempre. Juntar o camar\u00e3o e cozinhar por alguns      minutos. Retirar, despejar numa vasilha e mantenha quente. Levar a frigideira      novamente ao fogo baixo, derreter a manteiga e acrescentar a farinha de rosca.      Deixar dourar por 3 minutos. Cozinhar o espaguete em abundante \u00e1gua salgada,      escorrer e misturar com o camar\u00e3o e a erva-doce. Polvilhar a farinha de rosca      e servir quente.<\/p>\n<h2>Focaccia<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>\u00be x\u00edcara (ch\u00e1) de \u00f3leo<br \/>\n     1 tablete de fermento biol\u00f3gico<br \/>\n     \u00bd quilo de farinha de trigo<br \/>\n     \u00bd copo de leite morno<br \/>\n     750 gramas de batata<br \/>\n     Rodelas de tomate<br \/>\n     pimenta-do-reino<br \/>\n     or\u00e9gano<br \/>\n     Aliche<br \/>\n     Sal<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Cozinhar as batatas, passar ainda quentes pelo espremedor e deixar esfriar.      Dissolver o fermento no leite morno a acrescentar ao pur\u00ea. Adicionar a farinha      e o \u00f3leo, misturar tudo muito bem e estenda a massa numa assadeira untada      com \u00f3leo. Espalhe por cima as rodelas de tomate e pedacinhos de aliche. Polvilhar      com sal, pimenta e or\u00e9gano. Deixar a massa crescer at\u00e9 dobrar de volume. Preaquecer      o forno e assar a focaccia at\u00e9 dourar.<\/p>\n<h2>Lasanha a bolonhesa<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1 pacote de macarr\u00e3o para lasanha (cru)<br \/>\n     200 gramas de queijo mussarela fatiado<br \/>\n     1 lata de molho de tomate (para o molho)<br \/>\n     500 gramas de carne mo\u00edda<br \/>\n     200 gramas de presunto<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p><strong>Molho<\/strong><\/p>\n<p>Cozinhar a carne mo\u00edda com os temperos que desejar e acrescentar depois de      cozida o molho de tomate. O mais importante \u00e9 deixar bastante caldo e que      este seja bem fino para facilitar o cozimento do macarr\u00e3o. Se necessitar,      acrescentar mais \u00e1gua. Voc\u00ea pode colocar majeric\u00e3o em p\u00f3 ou or\u00e9gano para real\u00e7ar      o sabor.<\/p>\n<p><strong>Para montar<\/strong><\/p>\n<p>Em um refrat\u00e1rio m\u00e9dio, colocar primeiro duas conchas de caldo para receber      a primeira camada do macarr\u00e3o (cru). V\u00e1 alternando, o macarr\u00e3o com os recheios      conforme achar melhor. Por\u00e9m sempre acrescentar ao recheio conchas de caldo      para o macarr\u00e3o ficar mergulhado no caldo da carne. Para finalizar cumpra      com queijo. Preaquecer o forno a 200\u00ba graus e colocar a lasanha para cozinhar      durante uns 30 minutos.<\/p>\n<h2>Macarr\u00e3o com gorgonzola<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>300 gramas de queijo gorgonzola<br \/>\n     Macarr\u00e3o espaguete<br \/>\n     Ma\u00e7o de espinafre<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Cozinhar o macarr\u00e3o do seu gosto. Cozinhar o espinafre na \u00e1gua. Retirar o      espinafre e reservar um pouco da \u00e1gua para fazer o molho. Bater o espinafre      com \u00e1gua reservada e juntar o queijo e bater tudo no liquidificador. Depois      arrumar o macarr\u00e3o em refrat\u00e1rio e colocar o molho por cima.<\/p>\n<h2>Macarr\u00e3o \u00e0 Milanesa<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p><strong>Massa<\/strong><\/p>\n<p>1 colher (ch\u00e1) de sal<br \/>\n     500 gramas de macarr\u00e3o talharim<br \/>\n     1 fio de \u00f3leo<\/p>\n<p><strong>Molho branco<\/strong><\/p>\n<p>6 colheres cheias de amido de milho<br \/>\n     1 colher (caf\u00e9) de noz moscada<br \/>\n     2 colheres (sopa) de manteiga<br \/>\n     1 colher (ch\u00e1) de sal<br \/>\n     1 lata de creme de leite (sem soro)<br \/>\n     1 e \u00bd litros de leite<br \/>\n     1 cebola ralada<br \/>\n     2 gemas<\/p>\n<p><strong>Recheio<\/strong><\/p>\n<p>500 gramas de mussarela fatiada<br \/>\n     500 gramas de presunto fatiado<\/p>\n<p><strong>Para empanar<\/strong><\/p>\n<p>Farinha de rosca<br \/>\n     8 claras<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Cozinhar o macarr\u00e3o com um fio de \u00f3leo e uma coljher de sal (reservar).<\/p>\n<p><strong>Molho branco<\/strong><\/p>\n<p>Dourar a cebola ralada na manteiga. Bater no liquidificar as 2 gemas peneiradas,      leite, amido de milho, o sal e a noz moscada. Pegar os ingredientes batidos      no liquidificador e colocar na panela com a cebola dourada e mexer at\u00e9 formar      um mingau, cozinhando em fogo brando para n\u00e3o empelotar, ap\u00f3s o cozimento      desligar o forno e misturar o creme de leite. Ap\u00f3s o molho pronto misturar      no macarr\u00e3o j\u00e1 escorrido. Pegar um tabuleiro (sem unt\u00e1-lo) colocar a metade      do macarr\u00e3o j\u00e1 misturado com o molho branco e rechear com presunto e mussarela.      Cobrir com o restante do macarr\u00e3o. Levar \u00e0 geladeira de um dia para o outro.      No dia seguinte cortar em pequenos quadrados e passar na clara ligeiramente      mexida e empanar na farinha de rosca. Fritar em \u00f3leo quente (o suficiente      para cobrir os quadrados durante a fritura). Servir quente.<\/p>\n<h2>Pastiera Di Grano<\/h2>\n<p><strong>Massa<\/strong><\/p>\n<p>1 x\u00edcara (ch\u00e1) de farinha de trigo<br \/>\n     3 colheres (sopa) de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     \u00bd tablete de manteiga<\/p>\n<p><strong>Recheio<\/strong><\/p>\n<p>2 colheres (sopa) de passas brancas demolhadas e picadas<br \/>\n     2 colheres (sopa) de fruta cristalizada picadas<br \/>\n     1 colher (sopa) de farinha de trigo<br \/>\n     1 colher (sopa) de raspas de laranja<br \/>\n     1 colher (sopa) de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     4 colheres (sopa) de leite<br \/>\n     150 gramas de ricota fresca peneirada<br \/>\n     A\u00e7\u00facar de confeiteiro para polvilhar<br \/>\n     1 ovo<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p><strong>Massa<\/strong><\/p>\n<p>Juntar farinha, a\u00e7\u00facar e manteiga. Trabalhar com as pontas dos dedos at\u00e9      obter uma massa lisa e homog\u00eanea. deixar descansar por 30 minutos na geladeira.      Forrar 4 forminhas de 10cm de di\u00e2metro com a massa. Furar o fundo e as laterais      e levar \u00e0 gealdeira por 15 minutos.<\/p>\n<p><strong>Recheio<\/strong><\/p>\n<p>Juntar ricota, a\u00e7\u00facar, gemas, farinha, leite, raspas de laranja e misturar      bem. Acrescentar as passas escorridas e as frutas cristalizadas. Misturar      as claras delicadamente. Despejar o recheio nas forminhas e levar para assar      em forno de 180\u00baC, preaquecido, por 20 minutos ou at\u00e9 que estejam douradas.      Esperar esfriar, desenformar e polvilhar com a\u00e7\u00facar de confeiteiro.<\/p>\n<h2>Spaghettti Thai<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1 colher (ch\u00e1) de pimenta dedo-de-mo\u00e7a picada ou a gosto<br \/>\n     1 colher (sopa) de ricota picada em cubos<br \/>\n     1 colher (caf\u00e9) de ervas frescas picadas<br \/>\n     1 colher sopa de castanha de caju<br \/>\n     1 colher (caf\u00e9) de gel\u00e9ia de pimenta<br \/>\n     2 colheres (sopa) de chocolate em p\u00f3<br \/>\n     1 colher (sopa) de uva passa branca<br \/>\n     100 gramas de espaguete pr\u00e9-cozido<br \/>\n     2 fatias de p\u00e3o de forma em cubos<br \/>\n     1 pitada de gengibre ralado<br \/>\n     60 ml de creme de leite<br \/>\n     20 ml de azeite<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Colocar metade do azeite em uma panela e refogar o gengibre. Adicionar o      chocolate em p\u00f3 e o creme de leite, as nozes picadas e a pimenta dedo-de-mo\u00e7a.      Deixar reduzir. Em seguida, colocar a massa pr\u00e9-cozida, a ricota e os croutons.      Dispor sobre o prato e colocar a gel\u00e9ia. Com o restante de azeite, fazer um      vinagrete juntamente com as ervas.<\/p>\n<h2>Trumpetti Campanola<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>2 x\u00edcaras de tomate pelados, sem pevides e picados<br \/>\n     1 x\u00edcara alcachofras em conserva, aos quartos<br \/>\n     2 colheres (sopa) de azeite<br \/>\n     450 gramas de massa em forma de corneta<br \/>\n     450 gramas de chouri\u00e7o italiano picante<br \/>\n     90 gramas de cogumelos em fatias<br \/>\n     2 pimentos amarelos<br \/>\n     1 cebola grande<\/p>\n<p><strong>Molho B\u00e9chamel<\/strong><\/p>\n<p>2 colheres (sopa) de margarina<br \/>\n     2 colheres (sopa) de farinha<br \/>\n     1 x\u00edcara de leite<br \/>\n     1 pitada de noz-moscada ralada<br \/>\n     1 pitada de pimenta branca<br \/>\n     1 pitada de sal<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Preaquecer o forno a 200\u00baC e assar os pimentos durante 20 minutos. Retirar,      descascar, retirar as sementes, as membranas, o centro e picar. Numa panela,      dourar o chouri\u00e7o e escorrer a gordura em excesso. Juntar o azeite e saltear      a cebola, as alcachofras e os cogumelos at\u00e9 ficarem tenros. Adicionar os pimentos      e o tomate picados. Reduzir o fogo e deixar cozinhar durante cerca de \u00bd hora.<\/p>\n<p>Preparar o molho b\u00e9chamel: Ferver o leite e, \u00e0 parte, derreter a margarina,      juntar a farinha e mexer muito bem com uma colher de pau, deixando cozinhar      em fogo brando durante cerca de 2 minutos. Juntar o leite todo em fio, mexendo      sempre, tendo o cuidado de n\u00e3o deixar encaro\u00e7ar. Deixar ferver 2 minutos,      mexendo sempre. Retirar e temperar com sal, pimenta e noz moscada ralada na      altura.<\/p>\n<p>Juntar a mistura de tomate ao molho e deixar cozinhar em fogo brando durante      10 minutos, mexendo. Cozinhar a massa em 2 litros de \u00e1gua temperada com sal.<\/p>\n<p>Colocar a massa cozida nos pratos, cobrir com o molho e servir de imediato.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Culin\u00e1ria Italiana, Cozinha, Comidas, Receitas, Pratos, Gastronomia, It\u00e1lia, Massa, Pizza, Macarr\u00e3o, Queijo, Tempero, Ingredientes, Culin\u00e1ria Italiana<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[68],"tags":[],"class_list":["post-23506","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-culinaria"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Culin\u00e1ria Italiana, Cozinha, Comidas, Receitas, Pratos Culin\u00e1ria Italiana<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Culin\u00e1ria 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