{"id":23505,"date":"2016-01-19T15:39:25","date_gmt":"2016-01-19T15:39:25","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=23505"},"modified":"2016-01-19T15:44:24","modified_gmt":"2016-01-19T15:44:24","slug":"culinaria-israelense","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-israelense","title":{"rendered":"Culin\u00e1ria Israelense"},"content":{"rendered":"<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/culinaria-israelense22.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Israelense\" title=\"Culin\u00e1ria Israelense\" \/><\/p>\n<p>As lei do &#8216;kashrut&#8217; s\u00e3o referentes aos\u00a0<strong>h\u00e1bitos aliment\u00edcios      dos judeus<\/strong>\u00a0, essas leis encontram duas explica\u00e7\u00f6es totalmente      op\u00f3stas uma a outra.<\/p>\n<p>A      primeira afirma que esse modo de se alimentar foi instituido para garantir      a sa\u00fade do povo, fazendo com que s\u00f3 fossem ingeridos pelos judeus alimentos      com poucas chances de serem &#8220;sujos&#8221; ou portadores de doen\u00e7as.<\/p>\n<p>A      segunda diz que qualquer melhoria na sa\u00fade do povo judeu foi totalmente inesperado,      e que a \u00fanica raz\u00e3o para que fossem observados esse modo de alimenta\u00e7\u00e3o est\u00e1      na B\u00edblia (Levictus 11:44-45).<\/p>\n<p>Os      rabinos da \u00e9poca talm\u00fadica n\u00e3o fizeram coment\u00e1rios a respeito das lei do &#8216;kashrut&#8217;,      e as classificam como sendo madat\u00f3rias, &#8216;chukim&#8217;, ou seja, cuja raz\u00e3o est\u00e1      al\u00e9m das capacidades humanas. Independentemente da raz\u00e3o dessas leis, foi      conclu\u00eddo que elas treinam-nos a tornar-nos mestres de nossos apetites; nos      acostumam a restringir nossos desejos; e evitam que comer e beber tornem-se      a raz\u00e3o da exist\u00eancia de um homem.<\/p>\n<p>Essas      leis tornaram-se um fator de uni\u00e3o dos judeus, lambrando sempre de suas origens.      A \u00fanica raz\u00e3o apresentada par isso na B\u00edblia \u00e9 Deus afirmando que Ele \u00e9 sagrado      e quer que Seu povo tamb\u00e9m o \u00e9. A palavra sagrado, em Hebr\u00e1ico &#8220;kedusha&#8221;      deriva da palavra &#8220;kadosh&#8221;, cujo significado \u00e9 &#8216;separado&#8217;. Algo      que \u00e9 sagrado \u00e9 algo diferente, e o povo de Israel tinha que ser diferente,      diferente de seu &#8220;vizinhos&#8221; que referenciavam falsos \u00eddolos.<\/p>\n<p>Todo      tipo de\u00a0<strong>comida<\/strong>\u00a0pr\u00f3prio      para ser ingerido \u00e9 chamado de &#8220;kosher&#8221; ( palavra derivada de &#8216;Kasher&#8217;,      em Hebr\u00e1ico, que significa &#8220;bom&#8221; e &#8220;pr\u00f3prio&#8221;), por\u00e9m essa      palavra incialmente n\u00e3o era utilizada para se referir a\u00a0<strong>comida<\/strong>\u00a0.<\/p>\n<p>Primeiramente,      essa palavra (&#8216;Kasher&#8217;) tinha o significado de &#8220;bom&#8221;, posteriormente      a literatura rab\u00ednica usou-a para os objetos utilizados nos rituais (&#8216;talit&#8217;,      &#8216;tefilin&#8217; , etc&#8230;) e significava &#8220;pr\u00f3prio para o uso em riruais&#8221;.      Hoje ela tamb\u00e9m \u00e9 usada para designar as pessoas que s\u00e3o &#8220;pr\u00f3prias&#8221;      e capazes de julgar o que \u00e9 &#8220;pr\u00f3prio&#8221; e &#8220;bom&#8221;.<\/p>\n<p>A      palavra &#8220;terayfa&#8221; \u00e9 utilizada para descrever\u00a0<strong>comida<\/strong>\u00a0n\u00e3o      &#8220;kosher&#8221;, essa palavra significa rasgado e seu uso vem do livro      do Exodo (22:30) que n\u00e3o se deve comer carne que tenha sido &#8220;rasgada&#8221;      por outro animal, ou seja n\u00e3o se deve comer um animal morto por outro. Posteriormente      essa palavra foi extrapolada para definir aquilo que n\u00e3o se deve comer.<\/p>\n<p>Para      que um animal possa ser comido ele dever ser &#8220;kasher&#8221; (animais que      n\u00e3o tenham casco inteiro e n\u00e3o comam suas excretas), n\u00e3o pode ter sofrido      ao morrer. Isso impede que um judeu cace animais, ou coma algum que sido tenha      morto por outro animal.<\/p>\n<p>A      B\u00edblia afirma que o sangue simboliza a ess\u00eancia do homem, por isso os rab\u00ednos      do per\u00edodo Talm\u00fadico concluiram que quando um animal fosse morto a maior quantidade      de sangue deve ser retirada. Portanto quando um animal \u00e9 morto de acordo com      o ritual judeu, a jugular \u00e9 cortada, o animal morre instantaniamente, e a      maior quantidade de sangue \u00e9 retirada. O nome da pessoa treinada para realizar      a morte chama-se &#8216;shochet&#8217;.<\/p>\n<p>Quanto      aos peixes apenas os que possuem escamas e barbatanas podem ser consumidos,      a raz\u00e3o para isto \u00e9 desconhecida.<\/p>\n<p>Outra      caracter\u00edstica das leis do &#8216;kashrut&#8217; \u00e9 que n\u00e3o se deve misturar carne e leite,      a raz\u00e3o para isto est\u00e1 na B\u00edblia, pois esta afirma que &#8220;n\u00e3o se deve cozinhar      uma crian\u00e7a no leite de sua m\u00e3e&#8221;, e por isso concluiu-se que misturar      leite e carne seria violar as leis do &#8216;kashrut&#8217;. Por\u00e9m existem alimentos considerados      neutros (&#8216;pareve&#8217; ou &#8216;parev&#8217; em Yiddish &#8211; neutro). Entre os &#8216;pareve&#8217; est\u00e3o      os peixes, alimentos advindos da terra e seus deivados. Neste grupo est\u00e3o      incluidos qualquer alimento manufaturado que n\u00e3o tenha como ingrediente derivados      de animais.<\/p>\n<p>A      fim de n\u00e3o misturar os alimentos a base de carne (&#8216;fleishig&#8217; em Yiddish) e      os a base de leite (&#8216;milchig&#8217; em Yiddish) n\u00e3o se deve usar a mesma lou\u00e7a para      servir refei\u00e7\u00e3o a base de leite e a base de carne. Por\u00e9m as lou\u00e7as de vidro      s\u00e3o, por alguns, aceitas para servir os dois tipos de refei\u00e7\u00e3o, uma vez que      o vidro \u00e9 um material que n\u00e3o absorvente. Apenas os copos de vidro s\u00e3o amplamente      aceitos, tanto para as refei\u00e7\u00f6es de carnes e as de leites. Alguns judeus ultra-ortodoxos      s\u00f3 bebem leite que teve durante sua ordenha e seu engarrafamento um judeu      presente para assegurar que n\u00e3o houve mistura de leite de um animal &#8216;kosher&#8217;      com um n\u00e3o &#8216;kosher&#8217; (essa mistura \u00e9 normalmente feita para melhorar o gosto      do leite), esse tipo de leite chama-se &#8216;chalav Yisrael&#8217;, &#8220;leite dos judeus&#8221;.<\/p>\n<p>\u00c9      comum se experar algumas horas entre uma refei\u00e7\u00e3o a base de carne e outra      de leite, pois a carne demora muito tempo para ser digerida. Por\u00e9m, quando      certos tipos de queijos s\u00e3o ingeridos, principalmente os mais duros, \u00e9 comum      tamb\u00e9m se esperar algumas horas, pois este aderem aos dentes. O tempo de espera,      em qualquer um das circunst\u00e2ncias, \u00e9 determinado pelas autoridades rab\u00ednicas      locais.<\/p>\n<p>Os      judeus s\u00f3 devem comer carne de animais kosher ap\u00f3s esta ter se tornado kosher.      Para uma carne se tornar kosher ela deve, ap\u00f3s ter sido morta num ritual judeu,      ter todo o sangue retirado. Para isso primeiramente deve-se lavar a carne      com \u00e1gua, ap\u00f3s isso ela \u00e9 imersa em num recept\u00e1culo com \u00e1gua durante meia-hora,      para que possa melhor absorver o sal. A \u00e1gua deve cobrir toda a superf\u00edcie      da carne. Ap\u00f3s a imers\u00e3o a carne \u00e9 posta numa t\u00e1bua enclinada para escoar      a \u00e1gua. Ent\u00e3o, a carne \u00e9 salgada com um sal &#8216;kosher&#8217; (um sal kosher \u00e9 um sal      com uma grande capacidade de absor\u00e7\u00e3o de l\u00edquidos). O Sal \u00e9 utilizado para      drenar todo o resto de sangue da carne. Ap\u00f3s ser salgada a carne \u00e9 lavada      duas vezes para retirar o sal.<\/p>\n<p>Uma      carne que n\u00e3o tenha sido tornada kosher n\u00e3o pode ser mais &#8220;kasherizada&#8221;      caso tenha ficado num estado n\u00e3o kosher por mais de tr\u00eas dias, pois o sangue      j\u00e1 coagulou, e s\u00f3 pode ser consumida caso seja grelhada em fogo aberto, pois      o fogo liberar\u00e1 o sangue. O grelhar \u00e9, na verdade, o melhor processo de &#8220;kasheriza\u00e7\u00e3o&#8221;      poss\u00edvel, pois libera a maior quantidade de sangue, por tanto n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio      a &#8220;kasheriza\u00e7\u00e3o&#8221; de carnes que ser\u00e3o gralhadas. Por\u00e9m, existem certas      carnes que n\u00e3o podem ser &#8220;kasherizadas&#8221;, o f\u00edgado por exemplo, por      possu\u00edrem uma grande quantidade de sangue. A \u00fanica maneira de se consumir      tais carnes \u00e9 grelhando-as .<\/p>\n<p>Quanto      as aves n\u00e3o existem restri\u00e7\u00f6es, apenas n\u00e3o se pode utilizar \u00e1gua quente para      retirar as penas. Qualquer carne que tenha sido escaldada antes de ser &#8216;kasherizada&#8217;      torna-se &#8216;terayfa&#8217;, pois a \u00e1gua quente coagula o sangue.<\/p>\n<p>Carnes      n\u00e3o &#8216;kasherizadas&#8217; n\u00e3o podem ser congeladas pois o sangue congelar\u00e1 e o sal      e a \u00e1gua n\u00e3o conseguir\u00e3o remover o sangue eficientemente. Carnes n\u00e3o &#8216;kasherizadas&#8217;      que tenham sido congeladas s\u00f3 poder\u00e3o ser usadas ap\u00f3s serem grelhadas.<\/p>\n<p>Peixes      n\u00e3o precisam ser &#8216;kasherizados&#8217; pois eles possuem uma quantidade m\u00ednima de      sangue, portanto a B\u00edblia afirma que a proibi\u00e7\u00e3o a ingerir sangue est\u00e1 limitada      a mam\u00edferos e aves.<\/p>\n<p>Por\u00e9m,      n\u00e3o \u00e9 todo judeu que observa essas leis, os Ortodoxos e os Conservativos seguem-nas,      mas os Reformistas n\u00e3o, apesar de que at\u00e9 mesmo estes sentem restri\u00e7\u00f6es quanto      ao porco e seus derivados. Os Ortodoxos n\u00e3o comem queijos pois durante a fabrica\u00e7\u00e3o      destes utiliza-se uma enzima encontrada dentro do estomago de certos mam\u00edferos      para acelerar a coagula\u00e7\u00e3o do leite, e portanto no queijo estariam sendo misturados      derivados da carne com os do leite.<\/p>\n<p>\u00c9      comum encontrar-se em pacotes de\u00a0<strong>comida<\/strong>\u00a0s\u00edmbolos      certificando que o alimento \u00e9 &#8216;kosher&#8217;, este s\u00edmbolos s\u00e3o referentes a organiza\u00e7\u00e3o      judaicas que certificam que o alimento foi preparado de acordo com a tradi\u00e7\u00e3o      do judaismo.<\/p>\n<p>No      entanto, seja num restaurante &#8216;kosher&#8217; ou manufaturados &#8216;kosher, a\u00a0<strong>comida<\/strong>\u00a0&#8216;kasher&#8217;      \u00e9 sempre mais cara que as &#8216;terayfa&#8217; pois existe um custo extra &#8211; no ritual      da morte e na inspe\u00e7\u00e3o do produto.<\/p>\n<p>Fonte: \u00a0shalom-israel.tripod.com<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Israelense<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<p>A      cozinha judaica \u00e9, provavelmente, a cozinha mais marcada pelos preceitos religiosos      nos dias atuais. \u00c9 conhecida no mundo inteiro, principalmente por causa das      recomenda\u00e7\u00f5es do &#8216;Kashrut&#8217; (As Leis Higi\u00eanicas), que pro\u00edbem o consumo de      porco, crust\u00e1ceos, leite e carne numa mesma refei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em      virtude de tantas proibi\u00e7\u00f5es ou obsess\u00e3o pela pureza dos alimentos, o povo      judeu foi criando uma\u00a0<strong>culin\u00e1ria<\/strong>\u00a0baseada      em aves, vegetais, carne de vaca e uso de ervas. Presente nos rituais e festas,      a cozinha judaica n\u00e3o \u00e9 sofisticada nos ingredientes, mas muito aprimorada      no preparo.<\/p>\n<p>Al\u00e9m      dos alimentos, os utens\u00edlios e panelas tamb\u00e9m devem ser &#8216;Kasher&#8217; para que      a cozinha seja aut\u00eantica. Uma panela que voc\u00ea tenha feito carne nunca poder\u00e1      ser usada para ferver leite, por exemplo.<\/p>\n<p>Na      Pessach (P\u00e1scoa) n\u00e3o podem faltar os Guefilte fish (bolinhos de isca de peixe),      com Chrein (molho frio de beterraba cozida, vinho tinto e raiz-forte e o &#8216;Matza&#8217;      (p\u00e3o n\u00e3o-fermentado).<\/p>\n<p>No      Shabat (Dia do Descanso) o Borsht (sopa de beterraba) pode ser servida quente      ou fria.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s      o Yom Kippur (Dia do Perd\u00e3o) costuma-se comer o Guildene (caldo de frango      com sals\u00e3o, alho-por\u00f3, cenouras, cebolas e cravos-da-\u00edndia).<\/p>\n<p>Fonte: \u00a0      www.pratofeito.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Israelense<\/h6>\n<p>\u00a0<strong>A      forma pela qual os povos preparam os alimentos conta um pouco da sua hist\u00f3ria.      A maneira de cozinhar dos judeus narra a trajet\u00f3ria de um povo que, apesar      de errante, mant\u00e9m-se unido por suas tradi\u00e7\u00f5es.<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/israel2.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Israelense\" width=\"386\" height=\"122\" title=\"Culin\u00e1ria Israelense\" \/><\/p>\n<p>Vivendo      h\u00e1 dois mil anos na di\u00e1spora, for\u00e7ado a mudar constantemente de pa\u00eds, o povo\u00a0<strong>judeu<\/strong>\u00a0acabou      criando e fortalecendo suas ra\u00edzes tamb\u00e9m atrav\u00e9s de sua\u00a0<strong>culin\u00e1ria<\/strong>\u00a0,      transmitida de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o. Assim, a comida acabou sendo o s\u00edmbolo      da continuidade, o la\u00e7o com o passado ainda que influenciada pela cultura      dos pa\u00edses nos quais as comunidades judaicas se estabeleceram ao longo dos      s\u00e9culos.<\/p>\n<p>Segundo      a tradi\u00e7\u00e3o, quando Mois\u00e9s desceu do Monte Sinai, determinou uma s\u00e9rie de leis      alimentares que foram em grande parte respons\u00e1veis pelo tipo de comida e de      sabor transmitidos atrav\u00e9s dos mil\u00eanios. De acordo com a tradi\u00e7\u00e3o judaica,      as refei\u00e7\u00f5es ocupam lugar de destaque nas festas e comemora\u00e7\u00f5es religiosas.<\/p>\n<p>A      cada festividade correspondem\u00a0<strong>pratos<\/strong>\u00a0simb\u00f3licos,      com um papel definido no ritual. Por exemplo, a chal\u00e1 no Shabat; a ma\u00e7\u00e3 e      o mel em Rosh Hashan\u00e1; a matz\u00e1 em Pessach.<\/p>\n<p>A      refei\u00e7\u00e3o que \u00e9 associada a um ato religioso se reveste de espiritualidade      e \u00e9 conhecida como seudat mitzv\u00e1. Entre os exemplos de seudat mitzv\u00e1 est\u00e3o      a refei\u00e7\u00e3o servida ap\u00f3s a cerim\u00f4nia de casamento, de brit mil\u00e1 e do pidion      haben. Da mesma forma, quando o estudo de um grande trecho do Talmud \u00e9 conclu\u00eddo,      realiza-se uma celebra\u00e7\u00e3o e uma refei\u00e7\u00e3o festiva para os alunos. Certos dias      do calend\u00e1rio judaico tamb\u00e9m requerem refei\u00e7\u00e3o especial.<\/p>\n<h2>O      nascimento<\/h2>\n<p>Um      dos acontecimentos mais importantes no cotidiano judaico \u00e9 o nascimento de      uma crian\u00e7a, principalmente se for menino. \u00c9 a ocasi\u00e3o para se preparar\u00a0<strong>pratos      especiais<\/strong>\u00a0, mais conhecidos em regi\u00f5es como a Catalunha (Espanha),      em que a refei\u00e7\u00e3o antes da apresenta\u00e7\u00e3o do rec\u00e9m-nascido inclu\u00eda galinha,      arroz e mel. Nos bairros judaicos do Oriente M\u00e9dio, comiam-se as chamadas      &#8220;fatias de nascimento&#8221;, ou Torrijas, com as quais se presenteavam      as m\u00e3es que acabavam de dar \u00e0 luz. Este costume prevalecia em Toledo (Espanha)      at\u00e9 h\u00e1 pouco tempo. L\u00e1, a cerim\u00f4nia chamada &#8220;hadas&#8221; ou fadas, no      sentido de destino feita em honra dos rec\u00e9m-nascidos, acontecia ao entardecer      do s\u00e9timo dia ap\u00f3s o nascimento. No caso de ser um menino, este era o primeiro      passo para a circuncis\u00e3o. Para as meninas, consistia no &#8220;Simchat Bat&#8221;      do Israel moderno, em que a menininha recebe seu nome hebraico e as &#8220;fadas&#8221;,      isto \u00e9, os bons votos de sua comunidade para que tenha um destino feliz. Al\u00e9m      de bolos, tamb\u00e9m eram servidos v\u00e1rios tipos de doces e confeitos de am\u00eandoas.<\/p>\n<h2>O      banquete nupcial<\/h2>\n<p>A      almosana, costume comum entre os\u00a0<strong>judeus<\/strong>\u00a0de      Salonica, come\u00e7ava no s\u00e1bado anterior \u00e0 semana das n\u00fapcias e contava basicamente      com a presen\u00e7a de mulheres. Na ocasi\u00e3o serviam-se doces e bebidas. O banquete      nupcial se realizava depois do anoitecer, em companhia dos familiares e amigos      mais pr\u00f3ximos. \u00c0s vezes, tamb\u00e9m, uma pequena recep\u00e7\u00e3o era oferecida em que      eram servidas guloseimas bem a\u00e7ucaradas e tarales roscas grandes feita \u00e0 base      de farinha, \u00f3leo e a\u00e7\u00facar. Depois de terem aberto a recep\u00e7\u00e3o e recebido a      b\u00ean\u00e7\u00e3o do pai, os rec\u00e9m-casados se retiravam. Ainda nos tempos atuais \u00e9 costume      a m\u00e3e da noiva colocar pequenos doces e bombons sob os travesseiros do casal,      para que os noivos adocem a boca e a vida que iniciam.<\/p>\n<p>Depois      da cerim\u00f4nia de casamento, come\u00e7ava a semana das festas nupciais. O marido      agradecia os convidados, oferecendo roscas e tarales preparados por sua m\u00e3e.      Em algumas comunidades, encerrava-se a semana de comemora\u00e7\u00f5es com o Dia do      Peixe. Come\u00e7ava com a ida do jovem esposo, bem cedo, ao mercado para comprar      os peixes. Estes eram colocados em uma bandeja no ch\u00e3o e a noiva deveria passar      tr\u00eas vezes sobre a bandeja, enquanto os presentes faziam votos para ela ser      t\u00e3o f\u00e9rtil quanto os peixes.<\/p>\n<p>A      esposa tinha o dever de n\u00e3o romper os la\u00e7os afetivos com a sua pr\u00f3pria fam\u00edlia.      Por isso, seguindo um ritual antigo, sua m\u00e3e lhe colocava um bombom ou um      torr\u00e3o de a\u00e7\u00facar na boca antes que atravessasse o umbral da casa paterna,      em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 nova vida.<\/p>\n<h2>Luto<\/h2>\n<p>O      luto rigoroso dos enlutados tamb\u00e9m se estende \u00e0 comida. A primeira refei\u00e7\u00e3o      depois do enterro \u00e9 composta por um ovo cozido e p\u00e3o. Durante a semana de      luto, a Shiv\u00e1 ou Avel, as refei\u00e7\u00f5es s\u00e3o feitas no ch\u00e3o ou sobre banquinhos,      pois a mesa de refei\u00e7\u00f5es da casa tem o car\u00e1ter de alegria e abund\u00e2ncia.<\/p>\n<h2>Os      alimentos<\/h2>\n<p>As      leis da cashrut determinam o que \u00e9 permitido e o que \u00e9 proibido comer (taref).      A prepara\u00e7\u00e3o dos alimentos tamb\u00e9m segue leis r\u00edgidas, especialmente quanto      \u00e0 proibi\u00e7\u00e3o de se misturar produtos de carne e de leite, ressaltando o fato      de que n\u00e3o se deve consumir o sangue dos animais.<\/p>\n<p>Dentre      os legumes, as lentilhas tiveram um papel decisivo na hist\u00f3ria do povo\u00a0<strong>judeu<\/strong>\u00a0,      pois Esa\u00fa vendeu seu direito de primogenitura para o irm\u00e3o Jac\u00f3 por um\u00a0<strong>prato      de lentilhas<\/strong>\u00a0. O \u00f3leo tamb\u00e9m sempre esteve presente na hist\u00f3ria judaica.      Segundo a B\u00edblia, o rei Salom\u00e3o enviava \u00f3leo a Hir\u00e3o I, rei de Tiro, em troca      de materiais e de artes\u00e3os para a constru\u00e7\u00e3o do Templo. O \u00f3leo de oliva tamb\u00e9m      \u00e9 mencionado em v\u00e1rios trechos da B\u00edblia.<\/p>\n<p>As      frutas sempre tiveram destaque em v\u00e1rias comemora\u00e7\u00f5es. A t\u00e2mara, a ma\u00e7\u00e3, a      rom\u00e3, entre outros, s\u00e3o elementos importantes na mesa de Rosh Hashan\u00e1. A rom\u00e3,      devido a suas in\u00fameras sementes, \u00e9 o s\u00edmbolo da fertilidade e da abund\u00e2ncia.      A uva merece men\u00e7\u00e3o especial, pois dela se extrai o vinho, presente em todas      as rezas. Consumiam-se uvas frescas, secas ou em forma de bebida. As uvas      secas ou passas servem como ingrediente para bolos e doces desde o segundo      mil\u00eanio.<\/p>\n<p>A      tradi\u00e7\u00e3o judaica atribui a No\u00e9 a primeira experi\u00eancia com os efeitos do vinho.<\/p>\n<p>As      passagens da Tor\u00e1 nas quais Cana\u00e3 \u00e9 chamada de terra &#8220;onde corre leite      e mel&#8221; indicam de forma inequ\u00edvoca que o leite era um alimento muito      apreciado. Quanto ao mel, fazia parte dos produtos que a regi\u00e3o de Tiro importava      de Jud\u00e1 e Israel.<\/p>\n<h2>Festas      religiosas<\/h2>\n<p>A      mesa tem um lugar fundamental nas festas religiosas. Os preparativos para      o Shabat s\u00e3o basicamente referentes \u00e0 comida. O\u00a0<strong>prato<\/strong>\u00a0principal      do Shabat \u00e9 o hamin, tamb\u00e9m conhecido, entre os\u00a0<strong>judeus      marroquinos<\/strong>\u00a0, com o nome de adafina ou &#8220;coisa quente&#8221;. Este      prato, que tem como ingredientes b\u00e1sicos ovos cozidos, gr\u00e3o de bico e carne,      exala um aroma especial j\u00e1 desde a v\u00e9spera do dia sagrado, quando \u00e9 lentamente      preparado, j\u00e1 que no Shabat n\u00e3o se cozinha. Os judeus ashquenazim t\u00eam um prato      semelhante para o Shabat. Trata-se do tchulent, um grande cozido de feij\u00e3o      branco, galinha e carne de peito, entre outros ingredientes.<\/p>\n<p>Na      v\u00e9spera de Rosh Hashan\u00e1 \u00e9 costume preceder a refei\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia com alimentos      simbolicamente selecionados, devido \u00e0 conota\u00e7\u00e3o sugerida pelo nome da festa.      Rosh Hashan\u00e1, come\u00e7o do ano, requer que sejam feitas b\u00ean\u00e7\u00e3os sobre legumes      e frutas: ma\u00e7\u00e3, rom\u00e3, t\u00e2mara, feij\u00e3o, alho por\u00f3, acelga e tamb\u00e9m sobre a cabe\u00e7a      do peixe ou do carneiro.<\/p>\n<p>J\u00e1      o Yom Kipur, Dia do Jejum, determina a proibi\u00e7\u00e3o de ingerir qualquer alimento      ou bebida. Mas a festa come\u00e7a e termina com uma refei\u00e7\u00e3o festiva. A que precede      o jejum \u00e9 geralmente leve, \u00e0 base de frango, sem bebida alco\u00f3lica ou temperos      fortes, como pimenta e canela, que provocam sede. A refei\u00e7\u00e3o que antecede      o jejum de Yom Kipur \u00e9 considerada t\u00e3o essencial quanto o pr\u00f3prio jejum do      dia seguinte. O jantar que o quebra geralmente \u00e9 suculento. Come-se de tudo,      salgados e doces. Antigamente a refei\u00e7\u00e3o era \u00e0 base de carne, sopas e aves.      Hoje a tend\u00eancia entre algumas comunidades \u00e9 preparar uma refei\u00e7\u00e3o predominantemente      \u00e0 base de leite, mais leve.<\/p>\n<p>Sucot      tamb\u00e9m conhecida como &#8220;Pessach das Cabanas&#8221; ou &#8220;Festa dos Tabern\u00e1culos&#8221;      come\u00e7a cinco dias depois de Yom Kipur. Durante uma semana, as refei\u00e7\u00f5es devem      ser feitas dentro da cabana ou suc\u00e1. Antigamente as ruas e bairros\u00a0<strong>judeus<\/strong>\u00a0eram      apropriados para a constru\u00e7\u00e3o das cabanas. Quando isso n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel, a cabana      \u00e9 erguida no p\u00e1tio interno da casa. Nas mesas, colocam-se\u00a0<strong>pratos<\/strong>\u00a0de      salgados e doces durante sete dias seguidos.<\/p>\n<p>Purim      ou Festa da rainha Esther \u00e9 uma das express\u00f5es mais aut\u00eanticas do povo\u00a0<strong>judeu<\/strong>\u00a0.      A leitura da Meguil\u00e1 (o Pergaminho de Esther) \u00e9 feita na v\u00e9spera, ap\u00f3s o termino      do jejum chamado Jejum de Esther e tamb\u00e9m no dia seguinte, pela manh\u00e3. \u00c9 costume      beber muito vinho, jogar jogos de azar e usar fantasias coloridas. Em Purim      \u00e9 costume dar e receber mishloach manot doces e outras guloseimas.<\/p>\n<p>A      festa de Pessach dura oito dias e necessita da participa\u00e7\u00e3o maior das mulheres,      pois o preparo dos alimentos pede cuidados especiais. A matz\u00e1, ou p\u00e3o n\u00e3o      fermentado, \u00e9 o alimento caracter\u00edstico da comemora\u00e7\u00e3o e os\u00a0<strong>judeus<\/strong>\u00a0,      mesmo as crian\u00e7as, abst\u00eam-se de comer p\u00e3o e outros alimentos fermentados durante      toda a festividade.<\/p>\n<h2>Di\u00e1spora      sefaradita<\/h2>\n<p>Ao      contr\u00e1rio dos\u00a0<strong>pratos      ashquenazitas<\/strong>\u00a0, relativamente semelhantes entre as v\u00e1rias comunidades,      a cozinha sefaradita \u00e9 extremamente variada e regio-nal. Os\u00a0<strong>judeus<\/strong>\u00a0adotaram      o tipo de comida dos pa\u00ed- ses nos quais viviam, mantendo sempre um toque pessoal      e um sabor singular que os diferenciava dos demais. A cozinha sefaradita difere      de um pa\u00eds para outro e, \u00e0s vezes, at\u00e9 de uma cidade para outra. H\u00e1, no entanto,      uma certa unidade na prepara\u00e7\u00e3o dos pratos encontrados em v\u00e1rias regi\u00f5es do      mundo sefaradita.<\/p>\n<p>A      comida \u00e9 sempre arom\u00e1tica e colorida. Usa-se todo tipo de condimentos ou produtos      que d\u00e3o um gosto especial, como a famosa \u00e1gua de rosas. A boa mesa sempre      fez parte da tradi\u00e7\u00e3o dos\u00a0<strong>judeus<\/strong>\u00a0desta      origem. Grande n\u00famero de\u00a0<strong>pratos<\/strong>\u00a0prov\u00eam      de Bagd\u00e1 (Iraque), entre os quais as carnes cozidas com frutas, os caldos      engrossados com pasta de am\u00eandoa, o xarope de rom\u00e3 e tamarindo e as misturas      agridoces. Os outros\u00a0<strong>pratos<\/strong>\u00a0prov\u00eam      da Espanha e alguns originaram-se em Portugal, no seio dos n\u00facleos marranos.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Bibliografia<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Roden,      Claudia, The Book of Jewish Food<br \/>\n     Hist\u00f3ria da Alimenta\u00e7\u00e3o, Jean Louis Flandrin e Massimo Montanari<\/p>\n<p>Fonte: \u00a0      www.morasha.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Israelense<\/h6>\n<p>A\u00a0<strong>culin\u00e1ria      judaica<\/strong>\u00a0\u00e9 uma das      mais saborosas e variadas que existem. Originalmente, essa cozinha enfatizava      os sete elementos b\u00edblicos citados no Deuteron\u00f4mio: a cevada, o trigo, a azeitona,      o figo, a rom\u00e3, a t\u00e2mara e as ervas. E, alguns mil\u00eanios atr\u00e1s, as comidas      eram r\u00fasticas, elaboradas pelas m\u00e3os de camponesas judias, que foram transmitindo      as\u00a0<strong>receitas<\/strong>\u00a0para      suas filhas, como uma das formas de manter a identidade.<\/p>\n<p>Quando      os romanos expulsaram os\u00a0<strong>judeus      da Palestina<\/strong>\u00a0, no s\u00e9culo I d.C., estes \u00faltimos se dispersaram por      muitos lugares do mundo, e tiveram que se adaptar \u00e0s diferentes formas de      vida da di\u00e1spora. Neste sentido, eles adquiriram novos h\u00e1bitos alimentares      e passaram a utilizar os ingredientes que estavam dispon\u00edveis. Os seus\u00a0<strong>pratos<\/strong>\u00a0incorporaram      v\u00e1rios temperos, ervas e especiarias nativas, que eram cultivadas em fun\u00e7\u00e3o      do solo, da temperatura, do clima e dos h\u00e1bitos das diversas regi\u00f5es.<\/p>\n<p>Por      outro lado, aqueles novos h\u00e1bitos alimentares tiveram que se adaptar \u00e0s leis      da kashrut &#8211; as leis diet\u00e9ticas da religi\u00e3o judaica &#8211; mais conhecidas como      a cozinha kasher, cujas regras derivam da B\u00edblia (o Velho Testamento) e do      Talmud (o conjunto de leis concernentes \u00e0s comidas e \u00e0s formas como elas s\u00e3o      preparadas). De acordo com Maim\u00f4nides &#8211; m\u00e9dico, cientista, fil\u00f3sofo e te\u00f3logo\u00a0<strong>judeu<\/strong>\u00a0&#8211;      as regras visam a favorecer a sa\u00fade do corpo e o bem social. E, no tocante      \u00e0 escolha e ao preparo dos alimentos, elas estabelecem determinados princ\u00edpios      e procedimentos, no sentido de torn\u00e1-los puros e adequados ao consumo.<\/p>\n<p>Uma      dessas leis, por exemplo, assevera que somente um shochet &#8211; um profissional      treinado para a shechit\u00e1 (o abate) &#8211; pode matar os animais que ser\u00e3o consumidos,      j\u00e1 que foi preparado para essa fun\u00e7\u00e3o. Para tanto, ele utiliza uma l\u00e2mina      extremamente afiada, e corta de uma s\u00f3 vez a traqu\u00e9ia e a veia jugular do      animal, causando-lhe uma morte instant\u00e2nea e um m\u00ednimo de sofrimento poss\u00edvel.      Feito isto, retira-lhe a pele e as garras e deixa todo o seu sangue escorrer.      A carne \u00e9 lavada em seguida por trinta minutos, salgada com sal kasher e colocada      para drenar, durante uma hora, em um recipiente perfurado. Ap\u00f3s esse procedimento,      o shochet retira o sal, lava e escorre a carne mais tr\u00eas vezes e, somente      a partir da\u00ed, ela \u00e9 aprovada para o consumo.<\/p>\n<p>Embora      a Kashrut seja um antigo mandamento da Tor\u00e1, \u00e9 reconhecido, hoje, que a dieta      kasher, atrav\u00e9s de suas tr\u00eas categorias &#8211; carnes, latic\u00ednios e alimentos neutros,      que incluem gr\u00e3os integrais, frutas e legumes &#8211; proporciona uma excelente      base para a alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel. Desde os tempos antigos, os\u00a0<strong>judeus<\/strong>\u00a0s\u00e3o      proibidos de combinar, na mesma refei\u00e7\u00e3o, carne ou ave com os latic\u00ednios.      Os ortodoxos ainda seguem o preceito b\u00edblico: N\u00e3o cozer\u00e1s o cabrito no leite      de sua m\u00e3e (\u00caxodo 23:19 e 34:26 &#8211; Deuteron\u00f4mio 14:21). Tal preceito, que interdita      a coloca\u00e7\u00e3o de m\u00e3e e filho na mesma panela, remete ainda \u00e0s rela\u00e7\u00f5es incestuosas      entre m\u00e3e e filho, que tamb\u00e9m n\u00e3o devem ocupar a mesma cama.<\/p>\n<p>\u00c9      permitida, no entanto, a jun\u00e7\u00e3o de carne ou ave com alimentos neutros. Ao      mistur\u00e1-los e combin\u00e1-los, os nutricionistas perceberam que eles cont\u00eam os      complexos carboidratos, bem como os nutrientes naturais adequados, e proporcionam      uma dieta balanceada. Neste sentido, como o grupo dos alimentos neutros na      cadeia alimentar compreende a mais ampla variedade, pode-se dizer que os seguidores      das regras da Kashrut usufruem de uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel.<\/p>\n<p>Os      alimentos kasher costumam vir com os s\u00edmbolos U e K em suas embalagens. Os      fabricantes reconhecem que esse certificado \u00e9 garantia da produ\u00e7\u00e3o de alimentos      bem cuidados, e submetidos a um r\u00edgido e criterioso controle de qualidade.      Os religiosos n\u00e3o comem em lugares onde n\u00e3o s\u00e3o observadas as leis diet\u00e9ticas.      E, quando viajam de avi\u00e3o, as companhias a\u00e9reas t\u00eam a obriga\u00e7\u00e3o de servir      alimentos com o selo kasher, o que significa que foram inspecionados pelos      rabinos. Cabe salientar, por\u00e9m, que grande parte dos\u00a0<strong>judeus<\/strong>\u00a0n\u00e3o      segue as leis da Kashrut.<\/p>\n<p>Dentre      outras interdi\u00e7\u00f5es b\u00edblicas est\u00e3o as seguintes: n\u00e3o \u00e9 permitido comer porco,      sangue, animais de cascos fendidos (tais como cavalos e camelos), r\u00e9pteis,      peixes sem escamas e barbatanas, crust\u00e1ceos e outros seres vivos de \u00e1gua doce      ou salgada e animais de ca\u00e7a. E, se um ovo apresentar alguma mancha de sangue,      ele n\u00e3o pode ser consumido. Os alimentos proibidos s\u00e3o denominados tarefah,      em hebraico, e treyf, em i\u00eddishe. A comida, portanto, funciona como um elo      entre o sagrado e o profano.<\/p>\n<p>De      um modo geral, os\u00a0<strong>judeus<\/strong>\u00a0podem      ser inclu\u00eddos em dois grandes grupos: 1. os askenazim (aqueles que s\u00e3o oriundos      do Norte da Fran\u00e7a, da Europa Central e Europa Oriental); e 2. os sefaradim      (os provenientes da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, Norte da \u00c1frica e Oriente M\u00e9dio). Por      incr\u00edvel que pare\u00e7a, h\u00e1 grandes diferen\u00e7as nos estilos de cozinha dos dois      grupos e, um deles, pouco ou nenhum conhecimento possui acerca da\u00a0<strong>culin\u00e1ria<\/strong>\u00a0do      outro.<\/p>\n<p>O      askenaze (ou askenazita) &#8211; que vem de regi\u00f5es muito frias &#8211; consome mais peixes      salgados e defumados (como o arenque e a carpa), gordura de galinha, batata,      repolho, beterraba, cenoura e cebola. J\u00e1 o sefarad (ou sefaradita) &#8211; origin\u00e1rio      de \u00e1reas mais quentes, muitas delas pr\u00f3ximas ao Mar Mediterr\u00e2neo &#8211; possui      uma cozinha mais rica, saud\u00e1vel, com uma variedade maior de alimentos, a exemplo      de peixes, gr\u00e3os, frutas frescas e secas, verduras, legumes, am\u00eandoas, avel\u00e3s,      al\u00e9m de usar mais azeite de oliva do que gordura animal. O sefaradita abusa,      ainda, de temperos e condimentos, tais como a canela, o a\u00e7afr\u00e3o, o coentro,      o gengibre, a noz moscada, o cardamomo, o cominho, a pimenta-da-Jamaica e      o alho. Na \u00cdndia, os\u00a0<strong>judeus<\/strong>\u00a0fazem      uso de todos esses produtos ex\u00f3ticos. Atrav\u00e9s da observa\u00e7\u00e3o dos\u00a0<strong>pratos<\/strong>\u00a0e      ingredientes utilizados na cozinha, por conseguinte, pode-se conhecer a origem      de um judeu e\/ou de seus descendentes. A seguir, transcrevem-se algumas\u00a0<strong>receitas<\/strong>\u00a0de      comidas judaicas.<\/p>\n<h2>TABULE      DE KASHE (TRIGO SARRACENO)<\/h2>\n<h5>Ingredientes<\/h5>\n<p>250      gramas de kashe, 1 ovo, 4 tomates (picados sem a pele e as sementes), 1 molho      de cebolinha verde (bem picadinha), 1 molho de hortel\u00e3 (bem picadinha), suco      de 1 lim\u00e3o, 2 pepinos (picados), sal e pimenta a gosto<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de fazer<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Misture      a kashe crua com um ovo batido. Refogue no \u00f3leo quente e adicione 1 \u00bd copos      (de 250 ml) de \u00e1gua fervente, sal e pimenta. Se for necess\u00e1rio, adicione mais      \u00e1gua. Quando a kashe estiver cozida, desligue o fogo e deixe a panela esfriar.      Tire a kashe da panela, com a ajuda de um garfo, para ficar bem soltinha,      e junte os demais ingredientes. O tabule est\u00e1 pronto para servir.<\/p>\n<h2>KIGUEL      (TORTA DE MACARR\u00c3O)<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>500      gramas de macarr\u00e3o (do tipo talharim), 5 ovos (ligeiramente batidos), 3 cebolas      grandes (picadinhas), 1\/3 copo de \u00f3leo, 3 colheres de farinha de rosca, sal      e pimenta a gosto<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de fazer<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Cozinhe      o macarr\u00e3o na \u00e1gua e sal, e deixe um pouco mais cozido que o habitual. Escorra      bem e coloque em um recipiente. Doure as cebolas no \u00f3leo e junte ao macarr\u00e3o.      Acrescente os ovos, o sal e a pimenta, e mexa bem. Coloque em uma assadeira      untada com \u00f3leo e polvilhada com farinha de rosca, e leve para assar em forno      quente. Tire do forno quando dourar. Quando esfriar, corte em quadradinhos      e sirva.<\/p>\n<h2>KREPLACH      (RAVIOLI)<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Massa:      \u00bd quilo de farinha de trigo, 2 ovos, \u00bd copo de \u00e1gua morna, uma colherzinha      de caf\u00e9 de sal<\/p>\n<p>Recheio:      300 gramas de carne mo\u00edda ou de peito de frango desfiado (cozidos ou assados),      ou 300 gramas de queijo ralado, 2 ovos, sal e pimenta a gosto.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de fazer<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Misture      e amasse todos os ingredientes da massa e deixe descansar por 30 minutos,      pelo menos. Em uma mesa, forre uma toalha e enfarinhe toda a sua superf\u00edcie.      Abra a massa com o rolo e corte em pequenos quadrados. Coloque o recheio no      meio de cada um e feche como um tri\u00e2ngulo, apertando bem as extremidades.      Em seguida, junte as pontas desse tri\u00e2ngulo, deixando com a forma de um capeletti.      Cozinhe em \u00e1gua e sal fervente durante 15 minutos. Retire os kreplach com      uma escumadeira, coloque sobre eles manteiga derretida, ou molho de carne      e de galinha. Est\u00e1 pronto para servir.<\/p>\n<h2>KLOPS      (BOLO DE CARNE)<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>1      quilo de carne magra (mo\u00edda), 2 ovos (crus), 2 ovos (cozidos duros), 1 \u00bd p\u00e3o      franc\u00eas (dormido), 1 cebola (grande e ralada), 4 dentes de alho (espremidos),      2 colheres de sopa de \u00f3leo, sal e pimenta a gosto.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de fazer<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Molhe      o p\u00e3o na \u00e1gua, esprema bem e misture \u00e0 carne. Adicione os ovos crus, a cebola,      o alho, o sal e a pimenta. Misture bem. Modele um bolo oval e recheie com      os 2 ovos duros. Pincele o klops com o restante do \u00f3leo e leve para assar      em forno quente, em uma forma untada.<\/p>\n<h2>TORTA      DE BATATA<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>1      quilo de batata (ralada grossa), 1 cebola (ralada), 1 cebola ( picadinha e      frita em 6 colheres de sopa de \u00f3leo), 6 ovos (ligeiramente batidos)<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de fazer<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Misture      bem todos os ingredientes, coloque em uma assadeira untada com margarina e      polvilhada com farinha de rosca, e leve para assar em forno quente, at\u00e9 que      a torta fique dourada.<\/p>\n<h2>REPOLHO      RECHEADO AGRIDOCE<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>1      repolho m\u00e9dio, 300 gramas de carne mo\u00edda, 1 x\u00edcara de arroz (lavado), 2 tomates      (picados, sem a pele e as sementes), \u00bd x\u00edcara de \u00f3leo, 100 gramas de uva passa      (sem caro\u00e7o), 1 ma\u00e7\u00e3 (picadinha, sem a casca), suco de 1 lim\u00e3o (pequeno),      2 colheres de sopa de a\u00e7\u00facar, 1 cebola (picadinha), sal e pimenta a gosto<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Molho<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>2      cebolas (fatiadas bem fino), 4 tomates (em rodelas), \u00bc x\u00edcara de \u00f3leo, suco      de 1 lim\u00e3o, 2 colheres de sopa de a\u00e7\u00facar, sal e pimenta a gosto<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de fazer<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Coloque      o repolho inteiro em uma panela tampada, contendo \u00e1gua e sal, e deixe ferver      durante 5 minutos. Retire o repolho da \u00e1gua e deixe esfriar. Separe cuidadosamente      suas folhas, mantendo-as inteiras, e reserve. Misture bem os demais ingredientes,      coloque 1 colher de sopa da mistura no centro de cada folha, e enrole-as como      charutos, com as pontas para dentro, mas sem apertar muito, porque o arroz      aumenta de volume quando cozinha. Depois que enrolar todos os charutos, prepare      o molho para o cozimento.<\/p>\n<p>Quando      o molho estiver pronto, acrescente 1 copo d\u0092\u00e1gua e adicione os charutos.      Deixe em fogo brando, por mais ou menos 1 hora, ou at\u00e9 que o recheio fique      bem cozido. Se precisar, acrescente mais \u00e1gua.<\/p>\n<h2>SALADA      DE BERINJELA<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>1      quilo de berinjela, \u00bd x\u00edcara de azeite, 1 ma\u00e7\u00e3 verde, \u00bc de x\u00edcara de vinagre,      2 cebolas (cortadas em forma de p\u00e9talas), 100 gramas de uva passa (sem caro\u00e7o),      2 piment\u00f5es vermelhos (cortados em cubos), 1 piment\u00e3o verde (cortado em cubos),      1 colher de sopa de or\u00e9gano, sal e pimenta a gosto.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de fazer<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Corte      as berinjelas, em cubos, com a casca. Deixe-as na \u00e1gua e sal durante uma hora.      Escorra bem. Misture todos os ingredientes com os cubos de berinjela e leve      ao forno quente. Abra o forno algumas vezes, para mexer a mistura, e desligue-o      quando a berinjela e os piment\u00f5es estiverem macios. Deixe esfriar e sirva.<\/p>\n<h2>ARROZ      MARROQUINO<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>1      x\u00edcara de lentilha, 1 x\u00edcara de arroz, 4 dentes de alho (amassados), 3 cebolas      (cortadas em rodelas),1\/2 x\u00edcara de azeite, 50 gramas de margarina, 1 colher      de ch\u00e1 de cominho em p\u00f3, canela, sal e pimenta a gosto.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de fazer<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Cozinhe      as lentilhas na \u00e1gua e sal, at\u00e9 ficarem tenras, mas sem deix\u00e1-las desmanchar.      Reserve. Cozinhe o arroz na \u00e1gua e sal, at\u00e9 que fique cozido e bem soltinho.      Reserve. Doure as cebolas no azeite e adicione as especiarias. Em seguida,      acrescente o arroz e a lentilha, misture bem os dois e sirva.<\/p>\n<h2>SALADA      DE BERINJELA<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>1      quilo de berinjela, \u00bd x\u00edcara de azeite, 3 dentes de alho (amassados), vinagre,      sal e pimenta preta (rec\u00e9m-mo\u00edda) a gosto.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de fazer<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Lave      e seque as berinjelas. Asse-as em uma chapa sobre o fog\u00e3o. Quando elas estiverem      com a casca bem queimada, coloque-as em um recipiente e retire o miolo delas      com uma colher. Jogue fora as cascas. Amasse a berinjela com um garfo e tempere      com os demais ingredientes, misturando bem, ou bata tudo no liquidificador.      Em seguida, coloque na geladeira e sirva como salada ou como um recheio, dentro      do p\u00e3o pita.<\/p>\n<h2>BORSHT      (SOPA DE BETERRABA)<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>6      beterrabas (descascadas e raladas grosso), \u00bd quilo de carne (m\u00fasculo, cortado      em peda\u00e7os), 1 repolho (pequeno e picado), 2 \u00bd litro de \u00e1gua, 3 colheres de      sopa de a\u00e7\u00facar, 1\/3 x\u00edcara de suco de lim\u00e3o, 6 batatas (cortadas em peda\u00e7os),      sal a gosto.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de fazer<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Cozinhe      a carne, o repolho e as beterrabas em \u00e1gua e sal, at\u00e9 que a carne esteja bem      macia. Acrescente os temperos (sal, lim\u00e3o e a\u00e7\u00facar), as batatas, e deixe no      fogo at\u00e9 essas \u00faltimas cozinhar. A sopa est\u00e1 pronta para ir \u00e0 mesa.<\/p>\n<h2>BOLO      DE FRUTAS<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>2      x\u00edcaras de a\u00e7\u00facar mascavo, 1 x\u00edcara de \u00f3leo, 3 ovos, 2 x\u00edcaras de farinha      de trigo, 1 colher de sobremesa de fermento em p\u00f3, 1 colher de ch\u00e1 de canela,      1 colher de sobremesa de bicarbonato de s\u00f3dio, 2 ma\u00e7\u00e3s (picadas), 30 gramas      de passas (sem caro\u00e7o), 50 gramas de damasco (picados), 6 figos em calda (escorridos      e picados), 10 t\u00e2maras secas (picadas), 10 nozes (picadas).<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de fazer<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Bata      o a\u00e7\u00facar, o \u00f3leo e os ovos no liquidificador. Despeje em um recipiente fundo      e acrescente a canela, o bicarbonato de s\u00f3dio, a farinha e o fermento em p\u00f3,      e mexa levemente. Adicione e misture as frutas picadas e as nozes. Coloque      a massa em uma forma untada com margarina e polvilhada com farinha de rosca,      e leve ao forno m\u00e9dio para assar. Fa\u00e7a o teste do palito, antes de desligar      o forno.<\/p>\n<h2>TORTA      DE RICOTA<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>500      gramas de ricota, 4 ovos, 1 lata de leite condensado, 2 latas (da mesma medida)      de leite, 2 colheres de sopa de amido de milho, 2 colheres de sopa de a\u00e7\u00facar,      casca ralada de um lim\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de fazer<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Bata      no liquidificador todos os ingredientes, exceto as claras. Bata as claras      em neve e incorpore levemente \u00e0 mistura. Unte uma forma com margarina, polvilhe      com farinha de rosca, e asse em forno m\u00e9dio por cerca de 40 minutos.<\/p>\n<h2>TORTA      DE RICOTA<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Massa:      1 \u00bd copo de farinha de trigo, 1 copo de a\u00e7\u00facar, 2 colheres de sopa de fermento      em p\u00f3, 2 colheres de sopa de manteiga, 2 gemas.<\/p>\n<p>Recheio:      \u00bd quilo de ricota, 250 gramas de creme de leite, 1 colher de sopa de manteiga,      3 gemas, 1 x\u00edcara de a\u00e7\u00facar, 1 colher de sopa de farinha de trigo, 100 gramas      de passas (sem caro\u00e7o), raspas de 1 lim\u00e3o, gotas de baunilha, 3 claras (batidas      em neve).<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de fazer<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Misture      os ingredientes da massa at\u00e9 formar uma massa lisa e forre uma forma (de fundo      desmont\u00e1vel) com ela. Reserve. Bata a ricota e o creme de leite no liquidificador;      em seguida, adicione a manteiga, as gemas, o a\u00e7\u00facar e a farinha de trigo e      bata bem. Despeje a mistura em um recipiente e adicione as passas, as raspas      de lim\u00e3o e, por fim, incorpore as claras em neve. Asse a torta em forno quente.      Cuidado para n\u00e3o dour\u00e1-la demais.<\/p>\n<h2>HONIK      LEIKECH (BOLO DE MEL)<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>4      ovos, 2 copos de a\u00e7\u00facar, 1 copo de mel, \u00be copo de \u00f3leo, 1 copo de ch\u00e1 (forte      e frio), raspas de 1 lim\u00e3o, 1 colher de sopa de chocolate em p\u00f3, 1 colher      de ch\u00e1 de caf\u00e9 sol\u00favel, 3 copos de farinha de trigo, 1 colher de sopa de fermento      em p\u00f3, raspas de noz moscada, 1 x\u00edcara de nozes (picadas).<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de fazer<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Bata      bem as gemas com o a\u00e7\u00facar, o mel e o \u00f3leo. Misture os demais ingredientes,      com exce\u00e7\u00e3o das claras, e adicione \u00e0 massa. Bata as claras em neve, incorpore      \u00e0 massa e acrescente as nozes. Unte uma assadeira, polvilhe com farinha de      trigo, despeje a massa e leve para assar em forno quente. Depois de assado      e frio, corte o bolo de mel em quadradinhos.<\/p>\n<p>Para      a religi\u00e3o judaica, o s\u00e1bado \u00e9 sagrado e, neste dia, as pessoas devem descansar      e s\u00e3o proibidas de trabalhar e de acender o fogo. No Shabat, a fam\u00edlia consome      os alimentos que foram preparados na v\u00e9spera. \u00c9 a m\u00e3e de fam\u00edlia que cuida      do vinho, do p\u00e3o (o chal\u00e1) e da faca para cort\u00e1-lo, \u00e9 ela que acende as velas,      passa as m\u00e3os sobre as chamas e diz a ora\u00e7\u00e3o: Bendito sejas Tu, Eterno nosso      Deus, Rei do universo, que nos santificaste com Teus mandamentos e nos ordenaste      acender as velas do Shabat&#8230; Tudo se passa como se, no Shabat, as luzes das      velas acesas iluminassem os caminhos da f\u00e9 e da esperan\u00e7a do\u00a0<strong>povo      judeu<\/strong>\u00a0.<\/p>\n<p>A      m\u00e3e hebr\u00e9ia \u00e9 t\u00e3o dedicada, ao alimentar sua prole, que dizem que ela d\u00e1 o      amor materno. Em outras palavras, para ela, alimentar os seus rebentos representa      um ato de transmitir amor. Por essa raz\u00e3o, quando uma m\u00e3e, em alguma parte      do mundo, insiste para que seus filhos comam mais um pouco, \u00e9 logo chamada      de i\u00eddishe mamme (uma m\u00e3e judia).<\/p>\n<p>Todos      os anos, no m\u00eas de novembro, ocorre o Festival de Cultura Judaica na cidade      do Recife. A festa \u00e9 aberta ao p\u00fablico e tem lugar no pr\u00f3prio bairro do Recife.      Pr\u00f3ximo \u00e0 Sinagoga Kahal Zur Israel, no Recife Antigo, \u00e9 armado um palanque,      onde adolescentes apresentam dan\u00e7as folcl\u00f3ricas. H\u00e1 tamb\u00e9m exposi\u00e7\u00e3o de artesanato      ao longo da rua do Bom Jesus. E, nas barracas montadas na Pra\u00e7a do Arsenal,      s\u00e3o vendidos os quitutes da cozinha judaica para milhares de pessoas.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Refer\u00eancias<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>ALGRANTI,      M\u00e1rcia. Cozinha judaica: 5.000 anos de hist\u00f3rias e gastronomia. Rio de Janeiro;      S\u00e3o Paulo: Editora Record, 2002.<\/p>\n<p>COHEN,      Elizabeth Wolf. New Jewish cooking. Londres: Quantum Publishing, 2003.<\/p>\n<p>IGEL,      L\u00facia; FICHIMAN, Regina. Cozinhando com a idishe mame. S\u00e3o Paulo: W-Edith      Produ\u00e7\u00f5es Gr\u00e1ficas, 2007.<\/p>\n<p>QUEVICI,      Neide Elias. Cultura judaica e nordestina trocam receitas. Recife: Editora      Nelson Caldas Filho, 1996.<\/p>\n<p>SABORES      para sempre. S\u00e3o Paulo: Editora e Livraria Sefer; Congrega\u00e7\u00e3o Monte Sinai,      2001.<\/p>\n<p>TAAM      \u0096 Tr\u00eas generaciones de sabor. San Jose, Costa Rica: Grupo WIZO Jai Sara      Rose, 2005.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Semira      Adler Vainsencher<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Fonte: \u00a0      www.fundaj.gov.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Israelense<\/h6>\n<h2>A      Hist\u00f3ria da Culin\u00e1ria Judaica atrav\u00e9s dos Tempos<\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/israel3.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Israelense\" width=\"337\" height=\"369\" title=\"Culin\u00e1ria Israelense\" \/><\/p>\n<p align=\"center\">\u00a0<strong>\u0093A      forma pela qual os povos preparam os alimentos contam um pouco da sua hist\u00f3ria.      A maneira de cozinhar dos judeus narra a trajet\u00f3ria de um povo que mant\u00e9m-se      unido pelas suas tradi\u00e7\u00f5es\u0094.<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>O      povo judeu ao longo dos anos, for\u00e7ado a mudar constantemente de pa\u00eds, acabou      criando e fortalecendo as suas ra\u00edzes tamb\u00e9m atrav\u00e9s da sua culin\u00e1ria. A comida      acabou sendo o s\u00edmbolo da continuidade, o la\u00e7o com o passado influenciado      tamb\u00e9m pela cultura nos quais as comunidades judaicas se estabeleceram ao      longo dos s\u00e9culos.<\/p>\n<p>     De acordo com a tradi\u00e7\u00e3o judaica, a comida ocupa lugar de destaque nas festividades      e comemora\u00e7\u00f5es religiosas. Cada festividade tem pratos t\u00edpicos correspondentes,      com papel definido no ritual. Como a\u00a0<strong>Matz\u00e1      em Pessach,<\/strong>\u00a0a\u00a0<strong>Chal\u00e1      no Shabat<\/strong>\u00a0.<\/p>\n<p>A      refei\u00e7\u00e3o que \u00e9 associada a um ato religioso se reveste de espiritualidade      e \u00e9 conhecida como seudat mitzv\u00e1. Entre os atos de seudat mitzv\u00e1 est\u00e3o a refei\u00e7\u00e3o      servida ap\u00f3s a cerim\u00f4nia de casamento, de brith mil\u00e1 e do pidion haben. Quando      o estudo de um grande trecho do Talmud \u00e9 conclu\u00eddo, realiza-se uma celebra\u00e7\u00e3o      e uma refei\u00e7\u00e3o festiva para os alunos.<\/p>\n<h2>NASCIMENTO<\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/israel4.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Israelense\" width=\"321\" height=\"241\" title=\"Culin\u00e1ria Israelense\" \/><\/p>\n<p>O\u00a0<strong>nascimento      de uma crian\u00e7a<\/strong>\u00a0\u00e9      um dos acontecimentos mais importantes, principalmente se for menino. Nessa      ocasi\u00e3o prepara-se pratos especiais, que variam de acordo com a regi\u00e3o. Na      Catalunha (Espanha), a refei\u00e7\u00e3o antes da apresenta\u00e7\u00e3o do rec\u00e9m nascido era      composta por galinha, arroz e mel. Em bairros judaicos do Oriente M\u00e9dio, comiam-se      as chamadas \u0093fatias de nascimento\u0094 , ou Torrijas, com as quais se      presenteavam as m\u00e3es que acabavam de dar a luz. Esse costume prevalecia em      Toledo, na Espanha at\u00e9 h\u00e1 pouco tempo.<\/p>\n<p>Ao      entardecer do s\u00e9timo dia ap\u00f3s o nascimento era realizada uma cerim\u00f4nia chamada      \u0093Hadas\u0094 ou fadas, no sentido de \u0093destino\u0094 &#8211; em honra e      homenagem dos rec\u00e9m-nascidos. Se fosse um menino esse seria o primeiro passo      para a circuncis\u00e3o. Para as meninas, consistia no \u0093Simchat Bat\u0094      de Israel atual, em que a menina recebe seu nome hebraico e as \u0093fadas\u0094,      isto \u00e9, os bons votos de sua comunidade para que tenha um destino feliz. Al\u00e9m      de bolos, tamb\u00e9m eram servidos v\u00e1rios tipos de doces e confeitos de am\u00eandoas.<\/p>\n<h2>CASAMENTO<\/h2>\n<p>A      Almosana, costume comum entre os judeus de Salonica, come\u00e7ava no S\u00e1bado anterior      \u00e0 semana das n\u00fapcias e contava basicamente com a presen\u00e7a de mulheres. Na      ocasi\u00e3o eram servidos doces e bebidas. O banquete nupcial se realizava depois      do anoitecer, em companhia dos familiares e amigos mais pr\u00f3ximos. As vezes,      era oferecida uma pequena recep\u00e7\u00e3o em que eram servidas guloseimas bem a\u00e7ucaradas      e tarales (roscas grandes feitas a base de farinha, \u00f3leo e a\u00e7\u00facar). Depois      de terem aberto a recep\u00e7\u00e3o e recebido a b\u00ean\u00e7\u00e3o do pai, os rec\u00e9m-casados se      retiravam. Atualmente ainda \u00e9 costume a m\u00e3e da noiva colocar pequenos doces      e bombons sob os travesseiros do casal, para que os noivos adocem a boca da      vida que iniciam.<\/p>\n<p>Depois      da cerim\u00f4nia do casamento, come\u00e7ava a semana das festas nupciais. O marido      agradecia os convidados, oferecendo roscas e tarales preparados por sua m\u00e3e.      Em algumas comunidades, encerrava-se a semana de comemora\u00e7\u00f5es com o Dia do      Peixe. Come\u00e7ava com a ida do rec\u00e9m-casado, bem cedo, comprar os peixes. Estes      eram colocados em uma bandeja no ch\u00e3o e a noiva deveria passar tr\u00eas vezes      sobre a bandeja, enquanto os presentes faziam votos para ela ser t\u00e3o f\u00e9rtil      quanto os peixes.<\/p>\n<p>A      esposa tinha o dever de n\u00e3o romper os la\u00e7os afetivos com a sua pr\u00f3pria fam\u00edlia.      Por isso, seguindo um ritual antigo, sua m\u00e3e lhe colocava bombom ou um torr\u00e3o      de a\u00e7\u00facar na boca antes de atravessar o umbral da casa paterna, em dire\u00e7\u00e3o      \u00e0 nova vida.<\/p>\n<h2>LUTO<\/h2>\n<p>O      luto rigoroso, pela perda de entes queridos, se estende tamb\u00e9m \u00e0 comida. A      primeira refei\u00e7\u00e3o depois do enterro \u00e9 composta por\u00a0<strong>ovo      cozido e p\u00e3o<\/strong>\u00a0. Durante a Shivah &#8211; semana de luto, as refei\u00e7\u00f5es s\u00e3o      feitas no ch\u00e3o ou sobre banquinhos, pois a mesa da casa tem o car\u00e1ter de alegria      e abund\u00e2ncia.<\/p>\n<h2>KASHRUT<\/h2>\n<p>As      leis da\u00a0<strong>Kashrut<\/strong>\u00a0determinam      o que \u00e9 permitido e o que \u00e9 proibido comer (taref). A prepara\u00e7\u00e3o dos alimentos      tamb\u00e9m seguem leis r\u00edgidas, especialmente quanto \u00e0 proibi\u00e7\u00e3o de se misturar      leite e produtos derivados com carne, ressaltando que n\u00e3o se consome o sangue      dos animais.<\/p>\n<p>Dentre      os legumes, as lentilhas tiveram um papel decisivo na hist\u00f3ria do povo judeu,      pois Esa\u00fa vendeu seu direito de primog\u00eanito para Jacob, seu irm\u00e3o, por um      prato de lentilhas. O \u00f3leo tamb\u00e9m sempre esteve presente na hist\u00f3ria do povo      judeu. O rei Salom\u00e3o enviava \u00f3leo a Hir\u00e3o I, rei de Tiro, em troca de materiais      e de artes\u00e3os para a constru\u00e7\u00e3o do Templo. O \u00f3leo de oliva tamb\u00e9m \u00e9 mencionado      em v\u00e1rios trechos da Tanach.<\/p>\n<p>As      frutas sempre tiveram destaque nas comemora\u00e7\u00f5es. Na mesa de Rosh Hashan\u00e1 a      ma\u00e7\u00e3, a rom\u00e3 e t\u00e2maras s\u00e3o importantes. A rom\u00e3 \u00e9 o s\u00edmbolo da fertilidade      e da abund\u00e2ncia devido a suas in\u00fameras sementes. A uva merece men\u00e7\u00e3o especial,      pois dela se extrai o vinho, presente em todas as rezas. Consumiam-se uvas      frescas, secas ou em forma de bebida. As uvas passas servem como ingrediente      para bolos e doces.<\/p>\n<p>A      tradi\u00e7\u00e3o judaica atribui a No\u00e9 a primeira experi\u00eancia com os efeitos do vinho.<\/p>\n<p>Cana\u00e3      \u00e9 chamada, em diversas passagens da Tor\u00e1, de terra \u0093onde corre o leite      e o mel\u0094 o que indica o quanto o leite era apreciado na regi\u00e3o. Quanto      ao mel, fazia parte dos produtos que a regi\u00e3o de Tiro importava de Jud\u00e1 e      Israel.<\/p>\n<h2>CULIN\u00c1RIA      DAS FESTAS JUDAICAS<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Nas      festas religiosas a mesa tem um lugar fundamental:<\/strong>\u00a0<\/p>\n<h2>Shabat<\/h2>\n<p>Os      preparativos para o\u00a0<strong>Shabat<\/strong>\u00a0s\u00e3o      basicamente referentes \u00e0 comida.<\/p>\n<p>Entre      os judeus marroquinos, o prato principal do Shabat \u00e9 o hamin, tamb\u00e9m conhecido      com o nome de adafina ou \u0093coisa quente\u0094. Este prato tem como ingredientes      b\u00e1sicos ovos cozidos, gr\u00e3o de bico e carne, exala um aroma especial desde      a v\u00e9spera, quando \u00e9 lentamente preparado, j\u00e1 que no Shabat n\u00e3o se cozinha.      Os judeus ashkenazim tem um prato semelhante para o Shabat, o Tchulent, que      \u00e9 um cozido de feij\u00e3o branco, galinha, carne de peito e outros ingredientes.<\/p>\n<h2>Yom      Kippur<\/h2>\n<p>O\u00a0<strong>Yom      Kipur<\/strong>\u00a0,      dia do Jejum, determina a proibi\u00e7\u00e3o de ingerir qualquer alimento ou bebida.      Mas a comemora\u00e7\u00e3o come\u00e7a e termina com uma refei\u00e7\u00e3o festiva. A que precede      o jejum \u00e9 uma refei\u00e7\u00e3o leve, geralmente a base de frango, sem temperos fortes      como pimenta e canela e sem bebida alc\u00f3olica, que provocam sede. O jantar      que o quebra \u00e9 geralmente suculento. Come-se de tudo, salgados e doces. Antigamente      a refei\u00e7\u00e3o era \u00e0 base de carne, sopas e aves. Hoje a tend\u00eancia entre algumas      comunidades \u00e9 preparar uma refei\u00e7\u00e3o predominantemente \u00e0 base de leite, mais      leve.<\/p>\n<h2>Sucot<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Sucot<\/strong>\u00a0\u0096      a Festa das Cabanas \u0096 come\u00e7a cinco dias depois de Yom Kipur. Durante      uma semana as refei\u00e7\u00f5es devem ser feitas dentro da cabana ou suc\u00e1. Servem-se      pratos de salgados e doces durante sete dias seguidos.<\/p>\n<h2>Purim<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Purim<\/strong>\u00a0\u00e9      uma das express\u00f5es mais aut\u00eanticas do povo judeu. Aq leitura da Meguil\u00e1 (o      Pergaminho de Esther) \u00e9 feita na v\u00e9spera, ap\u00f3s o t\u00e9rmino do jejum \u0096 chamado      o Jejum de Esther \u0096 e tamb\u00e9m no dia seguinte, pela manh\u00e3. \u00c9 costume beber      muito vinho. Em Purim \u00e9 costume dar e receber misloach manot \u0096 doces      e outras guloseimas.<\/p>\n<h2>Pessach<\/h2>\n<p>A      comemora\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Pessach<\/strong>\u00a0dura      oito dias e o preparo dos alimentos requer cuidados especiais, pois deve-se      fazer absten\u00e7\u00e3o de alimentos fermentados durante toda a festividade. A matz\u00e1,      ou p\u00e3o n\u00e3o fermentado \u00e9 o alimento caracter\u00edstico.<\/p>\n<h2>CULIN\u00c1RIA      SEFARADITA<\/h2>\n<p>Ao      contr\u00e1rio dos pratos ashkenazitas, relativamente semelhantes entre v\u00e1rias      comunidades, a\u00a0<strong>cozinha      sefaradita<\/strong>\u00a0\u00e9      extremamente variada e regional. Os judeus adotaram o tipo de comida dos pa\u00edses      nos quais viviam, mantendo sempre um toque pessoal e um sabor singular que      os diferenciava dos demais. A cozinha sefaradita difere de um pa\u00eds para outro      e, \u00e0s vezes, at\u00e9 de uma cidade para outra. H\u00e1, no entanto, uma certa unidade      na prepara\u00e7\u00e3o dos pratos encontrados em v\u00e1rias regi\u00f5es do mundo sefaradita.<\/p>\n<p>A      comida \u00e9 sempre arom\u00e1tica e colorida. Usa-se todo o tipo de condimentos e      produtos que d\u00e3o um gosto muito especial, como a famosa \u00e1gua de rosas. A boa      mesa sempre fez parte da tradi\u00e7\u00e3o dos judeus desta origem. Grande parte dos      pratos prov\u00eam de Bagd\u00e1, entre os quais as carnes cozidas com frutas, o xarope      de rom\u00e3 e tamarindo, as misturas agridoces. Os outros pratos, prov\u00eam da Espanha      e alguns originaram-se em Portugal, n\u00facleos marranos.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Bibliografia<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Hist\u00f3ria      da alimenta\u00e7\u00e3o &#8211; Flandrin, J.L. e Montani, M.<br \/>\n     The book of Jewish Food \u0096 Roden, C.<\/p>\n<p>Fonte: \u00a0br.geocities.com<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Israelense<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/israel5.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Israelense\" width=\"266\" height=\"232\" title=\"Culin\u00e1ria Israelense\" \/><br \/>\n     \u00a0<strong>Casti\u00e7al de Sete Bra\u00e7os ou Candelabro<\/strong>\u00a0<\/p>\n<h2>Um      pouco de hist\u00f3ria<\/h2>\n<p>A\u00a0<strong>culin\u00e1ria<\/strong>\u00a0de      um pa\u00eds reflete hist\u00f3ria, h\u00e1bitos e costumes de seus cidad\u00e3os. Nada mais verdadeiro      quando pensamos na\u00a0<strong>comida      judaica<\/strong>\u00a0, que se adaptou \u00e0s necessidades de seu povo no decorrer da      hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Qualquer      explica\u00e7\u00e3o sobre a cozinha de Israel passa pelos preceitos do \u0093kashrut\u0094,      o r\u00edgido c\u00f3digo sanit\u00e1rio e religioso que define dos alimentos de consumo      permitidos aos cuidados com seu preparo.<\/p>\n<p>S\u00e3o      proibidos animais que rastejem, comam restos e andem nos lixos. A carne consumida      pelos judeus ortodoxos precisa seguir uma s\u00e9rie de normas desde seu abate.      O animal deve ser morto sem viol\u00eancia ou sofrimento, e a carne tem de estar      exangue e sem gorduras. N\u00e3o h\u00e1, portanto, na culin\u00e1ria judaica, pratos com      carne de porco.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>caf\u00e9-da-manh\u00e3<\/strong>\u00a0\u00e9      uma das\u00a0<strong>refei\u00e7\u00f5es<\/strong>\u00a0mais      importantes em Israel. Nos kibutzim (col\u00f4nias comunit\u00e1rias agr\u00edcolas) uma      farta mesa fica posta desde a madrugada. P\u00e3es variados, frutas e vegetais      frescos, cultivados nas terras \u00e1ridas trabalhadas com tecnologia e tenacidade,      queijos, coalhadas, peixes defumados e marinados, creme de leite, gel\u00e9ias,      mel.<\/p>\n<p>Marcas      do vagar do povo judeu pelo mundo est\u00e3o n\u00edtidas nas receitas de peixes servidas      em Israel. O arenque na salmoura, na melhor tradi\u00e7\u00e3o do norte da Europa, ou      um delicado peixe com nozes, de inspira\u00e7\u00e3o veneziana, s\u00e3o lembran\u00e7as dos guetos      habitados pelos judeus no s\u00e9culo 16.<\/p>\n<p>\u00c9      impressionante a abund\u00e2ncia de frutas em Israel. A cada esta\u00e7\u00e3o, h\u00e1 frutas      de todas as \u00e9pocas, doces e frescas, prontas para o consumo. Nos kibutzim,      tornou-se tradi\u00e7\u00e3o apresentar, a cada esta\u00e7\u00e3o, uma nova fruta que se conseguiu      cultivar. Buscam solu\u00e7\u00f5es criativas que atendam, ainda mais, \u00e0s necessidades      do povo judeu.<\/p>\n<p>Os      doces, como tudo na cozinha judaica, tamb\u00e9m t\u00eam uma fun\u00e7\u00e3o significativa nas      festas religiosas. No Rosh Hashan\u00e1, o Ano Novo, n\u00e3o pode faltar uma ma\u00e7\u00e3 com      mel, para que se garanta um novo ano doce.<\/p>\n<p>Fonte: \u00a0      sapo.pt<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Israelense<\/h6>\n<h2>Culin\u00e1ria      Judaica<\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/israel6.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Israelense\" width=\"211\" height=\"327\" title=\"Culin\u00e1ria Israelense\" \/><\/p>\n<h2>SUGEST\u00c3O      DE RECEITA JUDAICA<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Panqueca      de espinafre assada<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<strong>INGREDIENTES<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>8      colher(es) (ch\u00e1) de azeite de oliva<br \/>\n     8 dente(s) de alho amassado(s)<br \/>\n     4 ma\u00e7o(s) de espinafre cozido(s) e picado(s)<br \/>\n     sal a gosto<br \/>\n     2 x\u00edcara(s) (ch\u00e1) de farinha de trigo<br \/>\n     8 unidade(s) de gema de ovo<br \/>\n     16 unidade(s) de clara de ovo em neve<br \/>\n     8 colher(es) (sopa) de queijo ralado<br \/>\n     2 x\u00edcara(s) (ch\u00e1) de \u00e1gua<\/p>\n<p>\u00a0<strong>MODO      DE PREPARO<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Numa      panela, esquente o azeite e doure o alho levemente. Junte o espinafre e refogue.      Reserve. Numa tigela, misture as gemas com a \u00e1gua.<\/p>\n<p>Acrescente      o espinafre refogado e a farinha de trigo. Misture bem.<\/p>\n<p>Em      seguida, incorpore as claras em neve e tempere com sal a gosto.<\/p>\n<p>Despeje      a mistura em uma forma levemente untada com azeite.<\/p>\n<p>Polvilhe      o queijo ralado e leve ao forno m\u00e9dio, pr\u00e9-aquecido para assar at\u00e9 firmar.<\/p>\n<p>Fonte: \u00a0deleste5.edunet.sp.gov.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Israelense<\/h6>\n<h2>Culin\u00e1ria      judaica<\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/israel7.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Israelense\" width=\"221\" height=\"171\" title=\"Culin\u00e1ria Israelense\" \/><\/p>\n<p>Uma      das tradi\u00e7\u00f5es da fam\u00edlia judaica \u00e9 comer o Chalah, uma esp\u00e9cie de p\u00e3o, que      ao inv\u00e9s de ser em forma de tran\u00e7as, como \u00e9 normal, \u00e9 especialmente redondo      para simbolizar o ano que come\u00e7ou.<\/p>\n<p>Al\u00e9m      do p\u00e3o, \u00e9 costume sempre se comer peixe (j\u00e1 que ele nada sempre para frente)      e a receita mais tradicional \u00e9 a de Guefilte Fish (foto), cujas rodelas de      cenoura significam moedas. \u00c9 costume, tamb\u00e9m, servir a cabe\u00e7a do peixe para      a pessoa mais velha da fam\u00edlia, j\u00e1 que Rosh Hashan\u00e1 significa &#8220;cabe\u00e7a      do ano&#8221;.<\/p>\n<p>Baseada      num c\u00f3digo do livro sagrado dos judeus (Kashrut), a cozinha judaica n\u00e3o permite      o consumo de certos alimentos como porco, crust\u00e1ceos, e a mistura de carne      e leite, ou seus derivados, na mesma refei\u00e7\u00e3o. Os mais ortodoxos separam at\u00e9      geladeiras,\u00a0<strong>pratos<\/strong>\u00a0e      talheres para carne e leite.<\/p>\n<p>H\u00e1      ainda o controle dos alimentos, inclusive os industrializados, que devem ser      &#8220;kasher&#8221;, ou seja, inspecionados por rabinos, de acordo com as normas      do Kashrut. Todas essas regras, no entanto, n\u00e3o impedem que se desfrute dessa\u00a0<strong>culin\u00e1ria<\/strong>\u00a0riqu\u00edssima,      que traz a influ\u00eancia de v\u00e1rias partes do mundo.<\/p>\n<p>Nas      mesas de fam\u00edlias judaicas, ali\u00e1s, n\u00e3o pode faltar mel no ano-novo: \u00e9 costume      comer ma\u00e7\u00e3 com mel, para se ter um ano doce. Dez dias depois do Rosh Hashan\u00e1,      acontece o Yom Kippur, \u00e9poca em que se deve refletir sobre o ano que passou.      Depois da medita\u00e7\u00e3o e do jejum da data, \u00e9 costume, tamb\u00e9m, se ter um jantar      com receitas tradicionais judaicas.<\/p>\n<p>Fonte: \u00a0culinaria.terra.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Israelense<\/h6>\n<h2>Bolo      de Mel para Rosh Hashan\u00e1<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes      da massa<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>4      ovos<br \/>\n     2 copos grandes de mel<br \/>\n     2 copos grandes de a\u00e7\u00facar mascavo<br \/>\n     2 ma\u00e7\u00e3s raladas<br \/>\n     1 copo de caf\u00e9 passado bem forte e quente<br \/>\n     1 copo de \u00f3leo<br \/>\n     Baunilha<br \/>\n     Raspas de casca de lim\u00e3o<br \/>\n     5 copos de farinha<br \/>\n     2 colh. de cha de bicarbonato<br \/>\n     1 colh. de cha de fermento<br \/>\n     nozes raladas e\/ou uvas passas.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de preparo:<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Misturar      tudo (n\u00e3o precisa de batedeira)<\/p>\n<p>Deixar      descansar +\/\u0096 por 40 min.<\/p>\n<p>Forno      quente +\/\u0096 50 min.<\/p>\n<p>Rende:      2 formas compridas ou 4 pequenas.<\/p>\n<p>Untar      a forma e colocar papel manteiga<\/p>\n<h2>Chala      &#8211; P\u00e3o Tran\u00e7ado<\/h2>\n<p>2      tabletes de fermento<br \/>\n     1 x\u00edc (ch\u00e1) de \u00e1gua morna<br \/>\n     5-6 x\u00edc (ch\u00e1) de farinha de trigo peneirada<br \/>\n     1\/2 x\u00edc (ch\u00e1) de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     6 ovos batidos ligeiramente<br \/>\n     1\/2 x\u00edcara (ch\u00e1) de margarina ou \u00f3leo<br \/>\n     2 colheres (sopa) de kirsch ou cognac<br \/>\n     1 1\/2 colher (ch\u00e1) de sal<br \/>\n     uvas passas sem sementes (opcional)<br \/>\n     2 gemas para pincelar<br \/>\n     sementes de papoula, gergelim ou erva-doce para polvilhar<br \/>\n     manteiga para untar e farinha para polvilhar a assadeira<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de preparo<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Em      um recipiente, dissolva o fermento em meia x\u00edcara de \u00e1gua morna, misture-lhe      uma x\u00edcara da farinha de trigo e duas colheres de sopa do a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p>Tape      com um guardanapo de pano e deixe a massa descansar at\u00e9 dobrar de tamanho.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s      esse tempo, misture \u00e0 massa levada a farinha de trigo aos poucos, o a\u00e7\u00facar      e a \u00e1gua restantes, os ovos, a margarina ou \u00f3leo, o kirsch, o sal e as uvas      passas, se gostar.<\/p>\n<p>Sove      muito bem a massa, d\u00ea-lhe o formato de uma bola e deixe-a crescer em lugar      aquecido, por duas a tr\u00eas horas, aproximadamente.<\/p>\n<p>Depois      que estiver crescida, sove-a mais um pouco e estique-a fazendo dois rolos.      Divida cada rolo em dois peda\u00e7os e molde duas tran\u00e7as duplas.<\/p>\n<p>Coloque      os p\u00e3es numa assadeira untasa e enfarinhada, pincele-os com as gelas e polvilhe-os      com as sementes.<\/p>\n<p>Deixe-os      crescer por mais duas horas e asse-os em forno m\u00e9dio, pr\u00e9-aquecido, durante      40 minutos, aproximadamente.<\/p>\n<h2>Guefilte      Fish Light<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>1      kg de file de peixe<br \/>\n     2 ovos inteiros<br \/>\n     1 kg de cebola branca<br \/>\n     uma pitada de bicabornato de s\u00f3dio<br \/>\n     um fio de \u00f3leo de soja<br \/>\n     sal e pimenta a gosto<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de preparo<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Pique      a cebola, coloque-a com um fio de oleo na panela. Quando ela estiver morna      coloque o bicabornato e deixe-a ficar transparente. Deligue o fogo e reserve      a panela.<\/p>\n<p>Moa      o peixe, acrescente os ovos, sal e pimenta e uma ou duas colheradas da cebola.      Misture tudo bem com as maos.<\/p>\n<p>Coloque      agua fria na panela, fa\u00e7a bolinhas nao muito grandes, coloque-as na \u00e1gua e      s\u00f3 depois disso leve a panela ao fogo por aproximadamente 40 minutos em fogo      m\u00e9dio.<\/p>\n<p>Se      o tempero estiver a seu gosto, coloque gelatina kasher branca sem sabor para      firmar o caldo.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Dicas      e sugest\u00f5es<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Coloque      num pirex as bolinhas, coe o caldo em peneira bem fina, e cubra o guefilte      fish completamente. Deixe esfriar, coloque na geladeira para firmar e bom      proveito.<\/p>\n<p>Uma      boa ideia e comer no almo\u00e7o de Shabat com uma saladinha crua gelada.<\/p>\n<h2>Knishe      de Batatas<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes      da massa<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>+      ou &#8211; \u00bd kg farinha<br \/>\n     1 col. Ch\u00e1 a\u00e7\u00facar<br \/>\n     1 col. Ch\u00e1 sal<br \/>\n     2 ovos<br \/>\n     \u00bd copo de \u00f3leo<\/p>\n<h5>Modo      de preparo<\/h5>\n<p>\u00a0<strong>1.<\/strong>\u00a0Misturar      tudo com 1 copo grande de \u00e1gua morna com 1 col sobremesa de fermento royal      dissolvido em \u00e1gua.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>2.<\/strong>\u00a0Fazer      a massa e guardar no m\u00ednimo 3 horas na geladeira embrulhado em um pano \u00famido.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>3.<\/strong>\u00a0Dividir      a massa em varias bolas e abrir cada uma primeiro com o rolo e depois com      as m\u00e3os untadas.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>4.<\/strong>\u00a0Com      o punho fechado jogar a massa para cima.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>5.<\/strong>\u00a0Usar      qualquer um dos recheios acima, fechar untar com ovos e \u00f3leo.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Dicas      e sugest\u00f5es<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Pode      fazer os kniches individuais e dobrar a receita.<\/p>\n<h2>Panqueca      de Ricota para Pessach<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes      da massa<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>3      ovos<br \/>\n     1 copo de \u00e1gua (ou leite)<br \/>\n     1 pitada de sal<br \/>\n     1 pitada de a\u00e7ucar<br \/>\n     1 colher de ch\u00e1 de \u00f3leo<br \/>\n     2 colheres de sopa de f\u00e9cula de batata<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de preparo<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Misturar      tudo e ir colocando a f\u00e9cula de batata at\u00e9 dar a consist\u00eancia para fritar      (mais ou menos duas colheres de sopa n\u00e3o cheias).<\/p>\n<p>Deixar      a massa descansar por 30 minutos.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes      do recheio<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>-250      g. de ricota<br \/>\n     -1 gema de ovo<br \/>\n     -1 colher de sopa de a\u00e7ucar<br \/>\n     -1 colher de sopa de creme de leite<br \/>\n     -1 pitada de sal<br \/>\n     -uva passa e nozes (opcional)<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de preparo<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Fritar      as panquecas, reche\u00e1-las e coloc\u00e1-las num pirex refrat\u00e1rio. Cobrir com creme      de leite ou o molho de sua prefer\u00eancia e levar ao forno imediatamente.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Dicas      e sugest\u00f5es<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Voc\u00ea      pode fazer o recheio de legumes ou somente batatas.<\/p>\n<h2>Raviolis      de Queijo<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Massa<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>2      &#8211; \u00bd copos de farinha<br \/>\n     2 ovos<br \/>\n     2 colheres ch\u00e1 \u00e1gua salgada fria<\/p>\n<p>Misturar      os ingredientes e deixar a massa descansar por 20 min.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Recheio<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>1      copo \u00bd de ricota<br \/>\n     2 ovos sal a\u00e7\u00facar vanila<br \/>\n     \u00bc copo farinha de rosca<br \/>\n     \u00bc copo creme de leite.<\/p>\n<p>Misturar      tudo at\u00e9 ficar uma pasta bem lisa.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Molho<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>1      copo creme de leite<br \/>\n     1 col. Ch\u00e1 canela<br \/>\n     1 colh. Sopa a\u00e7\u00facar<br \/>\n     2 colh. sopa a\u00e7\u00facar<br \/>\n     2 colh. ch\u00e1 maizena dissolvidas em 1 copo de leite frio<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Montagem<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Abrir      a massa o mais fino poss\u00edvel. Cortar em quadrados Colocar o recheio no meio      Dobrar em tri\u00e2ngulos e apertar bem as beiradas. Cozinhar 15 min. em \u00e1gua fervendo      salgada, e em fogo baixo.<\/p>\n<p>Esquentar      o molho, engrossar com a maizena e jogar por cima dos raviolis. Pode tamb\u00e9m      deixar um pouco no forno.<\/p>\n<h2>Salada      H\u00fangara de frango<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Frango      cozido desfiado.<br \/>\n     2 cenouras raladas.<br \/>\n     1 ma\u00e7a ralada<br \/>\n     1 cebola ralada<br \/>\n     uvas passa<br \/>\n     suco de lim\u00e3o<br \/>\n     sal<br \/>\n     vinagre<br \/>\n     maionese<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de preparo<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Misture      tudo numa saladeira grande e aproveite pois e uma del\u00edcia!<\/p>\n<h2>Tchulant      &#8211; Feijoada Judaica<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>1\/2kg      de carne moida<br \/>\n     1\/2kg de feij\u00e3o branco<br \/>\n     1kg de batatas<br \/>\n     1\/2kg de cenoura<br \/>\n     2 ovos<br \/>\n     1\/2kg de cebola<br \/>\n     5 dentes de alho<br \/>\n     salsinha, cebolinha, coentro, cheiro-verde e sal a gosto<br \/>\n     1lingui\u00e7a defumada kasher<br \/>\n     1x\u00edcara de azeite<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Acess\u00f3rios<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Refrat\u00e1ria      resistente<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de preparo<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Colocar      em uma panela grande o azeite e deixar esquentar um pouco, em sequida fritar      no azeite a cebola j\u00e1 picada,depois colocar os temperos (salsa , cebolinha,      cheiro-verde,coentro o alho e o sal) fritar a carne nesse tempero, colocar      as batatas e cenouras j\u00e1 cortadas em peda\u00e7os grandes<br \/>\n     colocar o feij\u00e3o e misturar bem , passar todo o conte\u00fado da panela para uma      refrat\u00e1ria resistente e colocar \u00e1gua at\u00e9 a boca e levar ao forno com a refrat\u00e1ria      tampada. ele vai cozinhar por 4 horas ,ap\u00f3s 3 horas de cozimento, colocar      a lingui\u00e7a kasher , e faltando 1\/2 hora para terminar o cozimento colocar      os ovos.<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Dicas      e Sugest\u00f5es<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Em      caso de pressa colocar todos os engredientes ( exceto a lingui\u00e7a kasher os      ovos e o feij\u00e3o) na refrat\u00e1ria e levar ao forno,em quanto isso cozinhar o      feij\u00e3o na panela de press\u00e3o e quando ja cozido mistura-lo ao restante e seque-se      a receita.<\/p>\n<p>Essa      receita \u00e9 ideal para Shabats de inverno.<\/p>\n<h2>Kreplach      (Culin\u00e1ria Judaica)<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Massa<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>1      ovo<br \/>\n     1 e \u00bd colher de sopa de \u00f3leo<br \/>\n     1 colher de caf\u00e9 de sal<br \/>\n     1 copo de \u00c1gua<br \/>\n     Farinha de Trigo at\u00e9 dar o ponto (que a massa se desprenda facilmente das      ma\u00f5s)<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Recheio<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>\u00bd      kg de carne cozida desfiada (de prefer\u00eancia colch\u00e3o duro)<br \/>\n     \u00bd cebola ralada, levemente dourada<br \/>\n     Pimenta do Reino a gosto<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Preparo<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Refogue      a carne na cebola e adicione a cebola ralada e crua, 1 ovo cru e misture bem.<\/p>\n<p>Monte      o kreplach como um ?pastelzinho? e cozinhe em \u00e1gua fervente.<\/p>\n<p>Pronto,      retire quando estiver bem cozido e sirva com salada de batata e cebola ralada.<\/p>\n<h2>Alm\u00f4ndegas      de Atum<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>2      colheres de pur\u00ea de batata<br \/>\n     2 colheres de farinha<br \/>\n     \u00bd quilo de atum (em lata no azeite)<br \/>\n     salsinha picada<br \/>\n     2 ovos<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de Preparar<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Triturar      bem o atum. Juntar os ovos, o salsinha picada, o pur\u00ea de batatas e amassar      tudo muito bem com a farinha. Colocar a mistura num pano bronco e deixar ferver      durante 10 minutos em \u00e1gua salgada. Prensar o cozido com um objeto pesado      e deixar esfriar. Cortar em fatias e servir com maionese ou outro molho qualquer.      \u00c9 um \u00f3timo prato para o Shabat.<\/p>\n<h2>Borscht<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>3      colheres (sobremesa) de pur\u00ea de tomate<br \/>\n     1 colher (sobremesa) de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     \u00bd quilo de carne de boi em cubos<br \/>\n     \u00bd quilo de beterraba em peda\u00e7os<br \/>\n     4 tomates grandes em cubos<br \/>\n     3 batatas gra\u00fadas inteiras<br \/>\n     \u00bd quilo de repolho fatiado<br \/>\n     Sal e pimenta-do-reino<br \/>\n     \u00bd quilo de ossos de boi<br \/>\n     Suco de 1 lim\u00e3o<br \/>\n     1 cebola fatiada<br \/>\n     2 litros de \u00e1gua<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de Preparar<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Em      uma panela, colocar a \u00e1gua, a carne, os ossos, a beterraba, cebola, tomates,      repolho, sal e pimenta-do-reino. Levar a ferver em fogo baixo por 2 horas.      Acrescentar as batatas e o pur\u00ea de tomate e ferver por mais \u00bd hora. Antes      de servir, juntar o a\u00e7\u00facar e o suco de lim\u00e3o. Provar o tempero e servir.<\/p>\n<h2>Gueeilte      Fish<\/h2>\n<p>\u00a0<strong>Ingredientes<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>M\u00edolo      de p\u00e3o (de 2 p\u00e3ezinhos ou \u00bc de x\u00edcara de farinha de matz\u00e1 ou \u00bc de x\u00edcara de      p\u00e3o ralado)<br \/>\n     2 quilos de peixe (carpa ou dourado)<br \/>\n     1 ramalhete de cheiro verde<br \/>\n     2 cebolas<br \/>\n     2 gemas<\/p>\n<p>\u00a0<strong>Modo      de Preparar<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Limpar      o peixe e tirar com uma faca toda a pele sem rasg\u00e1-la da cabe\u00e7a ao rabo. Lav\u00e1-lo      e deixar secar. Separar a cabe\u00e7a e espinha dorsal. Picar a carne do peixe      e pass\u00e1-la na m\u00e1quina de moer. Amassar o p\u00e3o pr\u00e9viamente molhado e frit\u00e1-la      ligeiramente com a salsinha picada. Adicionar as gemas, o sal, o a\u00e7\u00facar e      misturar bem. Rechear a pele com essa mistura e salgar por fora. Numa ca\u00e7arola      (se poss\u00edvel especial para peixe), despejar a espinho, a cabe\u00e7a, as cebolas      em rodelas, o cheiro verde cortado, sal e pimenta e sobre esse \u0094colch\u00e3o&#8221;,      colocar o peixe. Cobrir com \u00e1gua fervendo e deixar cozinhando de 1 e \u00bd a 2      horas destampado at\u00e9 consumir metade da \u00e1gua. Se for necess\u00e1rio, adicionar      \u00e1gua fria. Uma vez cozido, cobrir com o molho que ficou na panela. Este molho      pode ser tamb\u00e9m coado misturado com duas gemas e tr\u00eas fatias de lim\u00e3o e esquentar      at\u00e9 que alcance fervura. Servir quente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Culin\u00e1ria Israelense, Cozinha, Comida, Receitas, Pratos, Gastronomia, Israel, Kosher, Carne, Judeu, Banquete, Lentilhas, Ingredientes, Culin\u00e1ria Israelense<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[68],"tags":[],"class_list":["post-23505","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-culinaria"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Culin\u00e1ria Israelense, Cozinha, Comida, Receitas, Pratos Culin\u00e1ria Israelense<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Culin\u00e1ria Israelense, Cozinha, Comida, Receitas, Pratos, Gastronomia, Israel, Kosher, Carne, Judeu, Banquete, Lentilhas, Ingredientes, Culin\u00e1ria Israelense\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Culin\u00e1ria Israelense, Cozinha, Comida, Receitas, Pratos Culin\u00e1ria Israelense\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Culin\u00e1ria Israelense, Cozinha, Comida, Receitas, Pratos, Gastronomia, Israel, Kosher, Carne, Judeu, Banquete, Lentilhas, Ingredientes, Culin\u00e1ria Israelense\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-israelense\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-01-19T15:39:25+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2016-01-19T15:44:24+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/culinaria-israelense22.jpg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"53 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-israelense#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-israelense\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\"},\"headline\":\"Culin\u00e1ria Israelense\",\"datePublished\":\"2016-01-19T15:39:25+00:00\",\"dateModified\":\"2016-01-19T15:44:24+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-israelense\"},\"wordCount\":10595,\"commentCount\":1,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-israelense#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/01\\\/culinaria-israelense22.jpg\",\"articleSection\":[\"Culin\u00e1ria\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-israelense#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-israelense\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-israelense\",\"name\":\"Culin\u00e1ria Israelense, Cozinha, Comida, Receitas, Pratos Culin\u00e1ria Israelense\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-israelense#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-israelense#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/01\\\/culinaria-israelense22.jpg\",\"datePublished\":\"2016-01-19T15:39:25+00:00\",\"dateModified\":\"2016-01-19T15:44:24+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\"},\"description\":\"Culin\u00e1ria Israelense, Cozinha, Comida, Receitas, Pratos, Gastronomia, Israel, Kosher, Carne, Judeu, Banquete, Lentilhas, Ingredientes, Culin\u00e1ria Israelense\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-israelense#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-israelense\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-israelense#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/01\\\/culinaria-israelense22.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/01\\\/culinaria-israelense22.jpg\",\"width\":400,\"height\":266},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-israelense#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Alimenta\u00e7\u00e3o\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/alimentacao\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":3,\"name\":\"Culin\u00e1ria\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/alimentacao\\\/culinaria\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":4,\"name\":\"Culin\u00e1ria Israelense\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"Pesquisa Escolar Gratuita\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\",\"name\":\"admin\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Culin\u00e1ria Israelense, Cozinha, Comida, Receitas, Pratos Culin\u00e1ria Israelense","description":"Culin\u00e1ria Israelense, Cozinha, Comida, Receitas, Pratos, Gastronomia, Israel, Kosher, Carne, Judeu, Banquete, Lentilhas, Ingredientes, Culin\u00e1ria Israelense","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Culin\u00e1ria Israelense, Cozinha, Comida, Receitas, Pratos Culin\u00e1ria Israelense","og_description":"Culin\u00e1ria Israelense, Cozinha, Comida, Receitas, Pratos, Gastronomia, Israel, Kosher, Carne, Judeu, Banquete, Lentilhas, Ingredientes, Culin\u00e1ria Israelense","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-israelense","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/","article_published_time":"2016-01-19T15:39:25+00:00","article_modified_time":"2016-01-19T15:44:24+00:00","og_image":[{"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/culinaria-israelense22.jpg","type":"","width":"","height":""}],"author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"admin","Est. tempo de leitura":"53 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-israelense#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-israelense"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859"},"headline":"Culin\u00e1ria Israelense","datePublished":"2016-01-19T15:39:25+00:00","dateModified":"2016-01-19T15:44:24+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-israelense"},"wordCount":10595,"commentCount":1,"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-israelense#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/culinaria-israelense22.jpg","articleSection":["Culin\u00e1ria"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-israelense#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-israelense","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-israelense","name":"Culin\u00e1ria Israelense, Cozinha, Comida, Receitas, Pratos Culin\u00e1ria Israelense","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-israelense#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-israelense#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/culinaria-israelense22.jpg","datePublished":"2016-01-19T15:39:25+00:00","dateModified":"2016-01-19T15:44:24+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859"},"description":"Culin\u00e1ria Israelense, Cozinha, Comida, Receitas, Pratos, Gastronomia, Israel, Kosher, Carne, Judeu, Banquete, Lentilhas, Ingredientes, Culin\u00e1ria Israelense","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-israelense#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-israelense"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-israelense#primaryimage","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/culinaria-israelense22.jpg","contentUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/culinaria-israelense22.jpg","width":400,"height":266},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-israelense#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Alimenta\u00e7\u00e3o","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/alimentacao"},{"@type":"ListItem","position":3,"name":"Culin\u00e1ria","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/alimentacao\/culinaria"},{"@type":"ListItem","position":4,"name":"Culin\u00e1ria Israelense"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"Pesquisa Escolar Gratuita","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859","name":"admin"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23505","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23505"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23505\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23505"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23505"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23505"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}