{"id":23500,"date":"2016-01-19T15:39:13","date_gmt":"2016-01-19T15:39:13","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=23500"},"modified":"2016-01-19T15:42:41","modified_gmt":"2016-01-19T15:42:41","slug":"culinaria-francesa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-francesa","title":{"rendered":"Culin\u00e1ria Francesa"},"content":{"rendered":"<p>A cozinha costuma ser o reflexo mais p\u00fablico da sensualidade de um povo,      de seus segredos prim\u00e1rios, do mesti\u00e7agem de sua hist\u00f3ria. No instante em      que os olhos do estrangeiro se cruzam com a exposi\u00e7\u00e3o dos produtos aliment\u00edcios      nos mercados, lojas, padarias, mantequerias e vinater\u00edas, \u00e9 poss\u00edvel saber      o que a comida significa para os habitantes de cada regi\u00e3o da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>A comida em<strong> Fran\u00e7a<\/strong> t\u00eam tanta tradi\u00e7\u00e3o como sua hist\u00f3ria,      sua arte ou seu sentido da liberdade. Quando acorrem \u00e0 mente cenas de refinamento,      romantismo e sensualidade relacionadas com os franceses, se projetam no arquivo      interior as imagens palacianas que o cinema tem-se encarregado de divulgar,      onde reis e aristocratas se deleitam com mesas inteiras cobertas por pratos      inimagin\u00e1veis, fontes de frutas e esculturas de postres com nomes extravagantes.      Esta \u00e9 a cozinha dos reis, propriedade atual dos chefs.<\/p>\n<p>Restaurantes exclusivos; \u00e9 a alta cozinha francesa. Por\u00e9m, o espirito igualit\u00e1rio      que os franceses t\u00eam desenvolvido nos \u00faltimos s\u00e9culos t\u00eam fato que sua cozinha      resulte acess\u00edvel para todo o que a visita.<\/p>\n<p><strong>Existem dos tipos de gastronomia que podem guiar ao turista:<\/strong>      a cl\u00e1ssica e a chamada &#8220;de mulheres&#8221;. A primeira \u00e9 aquela que, vinda      da aristocracia, tem-se ido renovando sem perder sua origem e que se oferece      atualmente a todo o que queira prov\u00e1-la quase ao longo de todo o pa\u00eds. A cozinha      de mulheres deve seu nome ao fato de que era a realizada pelas amas de casa,      m\u00e3es e av\u00f3s; \u00e9 aquela que antanho fora a cozinha campestre, mais regional,      mais pr\u00f3pria do cotidiano dos franceses. Ambas gastronomia convivem perfeitamente      na atualidade e, sendo Fran\u00e7a o pa\u00eds com mais restaurantes da Europa, o visitante      t\u00eam a possibilidade de degustar interminavelmente o que mais lhe atraia.<\/p>\n<p>Os cozinheiros franceses conhecem muito bem o ritual de sua cozinha; sabem      que o ponto de distin\u00e7\u00e3o \u00e9 a qualidade de seus ingredientes e o equil\u00edbrio      entre estes com a boa apresenta\u00e7\u00e3o e a simplicidade. Por isso \u00e9 que t\u00eam desenvolvido      inumer\u00e1veis tipos de salsas e cremas com as que acompanham seus pratos. desta      forma, o visitante se surpreende com pratos sumamente simples cujo atrativo      reside na harmonia de seus componentes e o ritmo que lhe imp\u00f5e enquanto sua      cor como sua forma de inger\u00ed-lo. Exemplos claros de isto s\u00e3o o sufl\u00ea, o foie      gras, o salm\u00e3o em aspicou as mouselines e mac\u00e9donies.<\/p>\n<h4>Elementos chaves da cozinha francesa<\/h4>\n<p>Um ponto chave dentro da gastronomia francesa s\u00e3o suas padarias.<\/p>\n<p><strong>Existem grande quantidade e variedade de panes; o mais cl\u00e1ssico,      o branco, que se apresenta em forma de barras:<\/strong> as delgadas ou &#8220;flutes&#8221;,      os baguetes e as mais grossas ou &#8220;pains&#8221;. O p\u00e3o franc\u00eas s\u00f3 se conserva      fresco ao redor de quatro horas e cada dia s\u00e3o menos as padarias que o elaboram      da maneira tradicional, raz\u00e3o que torna-se muito atrativo e se converte num      desafio provar um p\u00e3o rec\u00e9m feito.<\/p>\n<p>A pastelaria \u00e9 outro forte da cozinha francesa. Nelas poder\u00e1 encontrar infinidade      de past\u00e9is de diversos tipos e tamanhos entre os que destacam os merengues,      as madalenas, os &#8220;pettits fours&#8221;, tartaletas, bolinhos e o caramelo.      As tortas tamb\u00e9m s\u00e3o variadas, especialmente de chocolate e de frutos secos      ou de temporada; t\u00eam a carater\u00edstica de uma apresenta\u00e7\u00e3o elegante e atrativa.<\/p>\n<p>As carnes frias s\u00e3o tamb\u00e9m produtos muito atrativos e abundantes. Nas charcuterias      pode-se encontrar grande variedade de carnes cozinhadas, presuntos, salchichas      e pat\u00eas. Algumas delas tamb\u00e9m oferecem saladas e pratos do dia, simples, atrativos      e econ\u00f4micos em geral.<\/p>\n<p>Os queijos s\u00e3o algo que conv\u00e9m provar; a elei\u00e7\u00e3o entre mais de 360 tipos      existentes \u00e9 como atravessar um labirinto sem fin. Numa boa loja de queijos      pode-se degustar v\u00e1rios de eles e escolher o que mais se adapta aos gostos      pessoais, contando sempre com a colabora\u00e7\u00e3o dos encarregados do estabelecimento.      Entre os melhores queijos est\u00e3o o Fromage Fermier e o Camembert; um queijo      com a inscri\u00e7\u00e3o &#8220;lait cru&#8221; (leche pura), que representa a mais alta      qualidade entre os produtos desta natureza.<\/p>\n<h4>Cozinha Regional<\/h4>\n<p>N\u00e3o se deve esquecer que cada regi\u00e3o implica sua geografia em sua cozinha      e que, por tanto, cada zona oferecer\u00e1 diferentes especialidades. Em Alsacia      pode-se pedir o foie gras, choucroute e torta flamejada, acompanhada de um      bom vinho. Na zona sudoeste, o cassoulet, confit de pato e setas preparadas      de diferentes formas. Em Bretanha se recomenda o peixe, o marisco e as crepes.      Na zona de Normandia vale viver a aventura de degustar o pato ao molho, o      peixe \u00e0 creme e as sobremesas de ma\u00e7\u00e3. Em Borgonha, al\u00e9m de seu vinho que      \u00e9 o protagonista do evento mais importante da colheita da uva cada ano, pode      provar os caracoles ao ajo e o boi borgonh\u00eas, sem lugar a d\u00favidas, cumes da      refinada arte culin\u00e1ria franc\u00eas. Em Lyon, o salsich\u00e3o com pistachos, a pularda      trufada e o &#8220;gras double&#8221;, simplesmente delicioso. A zona mediterr\u00e2nea      de Proven\u00e7a oferece variados tipos de peixes \u00e0 brasa temperados com hinojo,      ratatouille e bullabesa. Por \u00faltimo, na zona norte pode-se provar os waffers,      a carbonada de boi \u00e0 cerveja e a anguila &#8220;au vert&#8221;.<\/p>\n<p>Paris n\u00e3o conta com uma cozinha pr\u00f3pria de grande tradi\u00e7\u00e3o e sua arte culin\u00e1rio      radica em que, ao converter-se no centro da na\u00e7\u00e3o, os imigrantes t\u00eam levado      a esta cidade suas especialidades regionais. Na Cidade da Luz quase tem-se      ao alcance toda a comida francesa regional assim como uma magn\u00edfica representa\u00e7\u00e3o      de cozinhas internacionais, por se algu\u00e9m sente muita saudade de seu pa\u00eds.<\/p>\n<p>Lyon oferece uma variedade gastron\u00f4mica t\u00e3o intensa como Paris pois seus      restaurantes est\u00e3o ainda mais especializados nas comidas regionais e na &#8220;cozinha      de mulheres&#8221;, pelo que resultam menos elitistas que os refinados restaurantes      parisienses. Por\u00e9m, em qualquer lugar da Fran\u00e7a poder\u00e1 encontrar a cozinha      em todo seu esplendor e deleitar-se com ela de m\u00faltiplas formas.<\/p>\n<h4>Vinhos Franceses<\/h4>\n<p>Outro produto de grande tradi\u00e7\u00e3o em Fran\u00e7a \u00e9 o vinho, essa bebida m\u00e1gica      que vem a ser o perfume do paladar. Cada regi\u00e3o t\u00eam o seu pr\u00f3prio, que dificilmente      poder\u00e1 encontrar fora dela; mas tamb\u00e9m existem os vinhos que traspassam fronteiras,      que envolveram hist\u00f3rias e lendas e que com seguran\u00e7a lhe agradaria provar      como \u00e9 o caso do Borgonha, o Bordaux, o Conhac e o m\u00edstico Champagne. O Bordaux      t\u00eam suas origens na Idade Media, quando esta regi\u00e3o, ao sudoeste franc\u00eas estava      dominada pelos ingleses. O Champagne, s\u00edmbolo de \u00eaxito e triunfo, est\u00e1 elaborado      a partir da combina\u00e7\u00e3o de uvas de diversos vinhedos.<\/p>\n<p>Possivelmente haja escutado falar de &#8220;Dom P\u00e9rignon&#8221;, associando      este nome a uma das mais prestigiosas marcas de champagne; pois bem, para      1700 este monge cego foi quem descobriu a qualidade espumosa deste vinho que,      gra\u00e7as \u00e0s garrafas de cristal grosso e o uso de casca no envase, p\u00f4de ser      produzido e conservado em maior escala. O Borgonha \u00e9 um vinho que se produz      em menor quantidade pois suas uvas requerem de uma qualidade que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil      obter em grande escala. \u00c9 um vinho cl\u00e1ssico, forte, que se incrusta no paladar      e permanece no lembran\u00e7a para sempre. se aproxima \u00e0 zona de Proven\u00e7a poder\u00e1      encontrar vinhos mais ligeiros, frescos e afrutados, produto de um clima mais      mediterr\u00e2neo.<\/p>\n<p>Os vinhos oferecem em sua etiqueta as claves para conhecer sua ess\u00eancia.      A abreviatura AC (Appelatiom d&#8217;Origem Control\u00e9e) significa que trata-se de      um vinho rigorosamente controlado desde a sele\u00e7\u00e3o de suas uvas, passando pelos      procedimentos de elabora\u00e7\u00e3o e o tempo de aperfei\u00e7oamento at\u00e9 a gradua\u00e7\u00e3o que      cont\u00e9m. A categoria Vin D\u00e9limit\u00e9 de Qualit\u00e9 Sup\u00e9rieure (VDQS) s\u00e3o vinhos de      segunda classe que resultam bastante bons e que competem ano com ano para      passar \u00e0 primeira categoria. Por \u00faltimo, os Vim de T\u00e1vel s\u00e3o vinhos regionais      que requerem menos rigor em sua elabora\u00e7\u00e3o, embora isso n\u00e3o significa que      sejam de mala qualidade, al\u00e9m de resultar mais econ\u00f4micos.<\/p>\n<h4>Hor\u00e1rio de refei\u00e7\u00f5es<\/h4>\n<p><strong>Geralmente o caf\u00e9 da manh\u00e3 \u00e9 ligeiro: <\/strong>crosaint ou brioche      com caf\u00e9. Se deseja suco de frutas ter\u00e1 que pedi-lo aparte na maioria dos      casos. A hora para o caf\u00e9 da manh\u00e3 \u00e9 a mais vari\u00e1vel das refei\u00e7\u00f5es embora      costume ser cedo. O almo\u00e7o e o jantar t\u00eam hor\u00e1rios mais estritos e na cultura      francesa n\u00e3o \u00e9 bem visto tomar um aperitivo entre refei\u00e7\u00f5es ou beliscar algo.      O almo\u00e7o costuma servir-se \u00e0s 12:30 ou 13:00 h. e o jantar, que \u00e9 a principal      refei\u00e7\u00e3o do dia, ao redor das 20:00 h.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france58.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Francesa\" width=\"427\" height=\"285\" title=\"Culin\u00e1ria Francesa\" \/><\/p>\n<p>Ambos podem ser abundantes e pelo geral incluem uma salada com algum produto      de origem animal como o frango ou os frutos do mar, um creme ou sopa e um      prato forte. Se acompanham com vinho ou com \u00e1gua mineral. \u00c9 aconselh\u00e1vel realizar      reserva nos restaurante, especialmente \u00e0 hora de jantar e nas grandes cidades      pois \u00e9 a hora em que encontram-se mais comensais. Alguns estabelecimentos      abrem at\u00e9 muito tarde e servem jantar entre as 12 da noite e as 2 da manh\u00e3      para os assistentes a espet\u00e1culos noturnos.<\/p>\n<p>Se n\u00e3o deseja enfrentar-se aos restaurantes formais, com seguran\u00e7a encontrar\u00e1      inumer\u00e1veis caf\u00e9s, bistros, brasseries (restaurantes de grande tradi\u00e7\u00e3o mas      menos formais) ou restaurantes de comida r\u00e1pida que t\u00eam chegado a quase todo      o mundo. Nas ruas e mercados tamb\u00e9m existem vendedores ambulantes de diversos      sandu\u00edches.<\/p>\n<p>Fonte: www.rumbo.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Francesa<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<p>A cozinha<strong> francesa<\/strong>, com seus sabores sofisticados e t\u00e9cnicas      requintadas, continua encantando n\u00e3o s\u00f3 apreciadores de paladar refinado,      como tamb\u00e9m grande parte dos chefes da atualidade. No entanto, poucas pessoas      sabem que sua origem foi muito influenciada pela cozinha italiana.<\/p>\n<p>Durante o auge da Renascen\u00e7a no s\u00e9culo XV, a nobreza italiana vivenciou uma      grande mudan\u00e7a nos conceitos alimentares. O alimento, que antes era servido      de maneira rudimentar, passou a receber um tratamento especial.<\/p>\n<p>Grandes descobertas gastron\u00f4micas permitiram que os temperos fossem usados      de maneira correta, real\u00e7ando o sabor dos alimentos, em vez de mascarar sabores      desagrad\u00e1veis. Al\u00e9m disso, come\u00e7aram a se preocupar com a apresenta\u00e7\u00e3o dos      pratos. As refei\u00e7\u00f5es passaram a ter outro sentido na vida das pessoas, tornando-se      momentos de prazer e entretenimento.<\/p>\n<p>Esse novo conceito de alimenta\u00e7\u00e3o foi levado para a Fran\u00e7a por Catarina de      M\u00e9dici, que se casou com o rei Henrique II e, posteriormente, foi rainha da      Fran\u00e7a (1560 &#8211; 1563). Em sua comitiva vieram cozinheiros de Floren\u00e7a com todas      as suas habilidades e conhecimentos. Fato este que mudou drasticamente a hist\u00f3ria      da cozinha Francesa.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france59.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Francesa\" width=\"352\" height=\"348\" title=\"Culin\u00e1ria Francesa\" \/><\/p>\n<p>A populariza\u00e7\u00e3o da alta culin\u00e1ria francesa s\u00f3 ocorreu ap\u00f3s a grande Revolu\u00e7\u00e3o      de 1789. A mudan\u00e7a de regime e a queda da velha aristocracia obrigaram os      grandes chefs de cuisine a deixarem as cozinhas dos castelos e pal\u00e1cios e      sairem em busca de clientes entre a gente comum. Assim, come\u00e7aram a abrir      seus restaurantes e bistr\u00f4s pelas ruas das principais cidades do pa\u00eds. Nascia      a moderna culin\u00e1ria francesa, que, elaborada por sucessivos chefs, adquiriu      a fisionomia que a definiu como \u00e9 hoje.<\/p>\n<p>A comida \u00e9 o ritual preferido da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>A diversidade de pratos e a imensa quantidade de ingredientes \u0096 legumes,      verduras, ervas arom\u00e1ticas, especiarias e embutidos, queijos, p\u00e3es e vinhos,      contribu\u00edram para a forma\u00e7\u00e3o de uma cozinha elaborada e generosa. Nela convivem      pratos requintados e simples, variadas t\u00e9cnicas e modos de preparo, receitas      que s\u00e3o marcas registradas dos grandes chefs e outras que trazem o aroma e      o sabor do campo.<\/p>\n<p><strong>Tal riqueza possibilitou a forma\u00e7\u00e3o de uma culin\u00e1ria nacional e o      estabelecimento de diversos padr\u00f5es regionais de cozinha com personalidade      pr\u00f3pria:<\/strong><\/p>\n<p><strong>A Fran\u00e7a \u00e9 um universo gastron\u00f4mico quase inesgot\u00e1vel:<\/strong> das      carnes aos peixes, dos vinhos aos latic\u00ednios, dos legumes \u00e0s frutas. Atualmente,      Paris, uma das cidades com maior oferta gastron\u00f4mica no mundo, abriga cerca      de 12.000 caf\u00e9s, restaurantes, bistr\u00f4s e brasseries.<\/p>\n<h4>Queijos<\/h4>\n<p>Existem mais de 400 variedades de queijos franceses.<\/p>\n<h4>Verduras, Legumes e Frutas<\/h4>\n<p>As verduras, os legumes e as frutas decidem as receitas e os pratos de uma      regi\u00e3o. Os franceses consomem muitos alimentos frescos, sendo estes sempre      inclusos card\u00e1pio.<\/p>\n<h4>Ervas finas<\/h4>\n<p>As ervas finas s\u00e3o imprescind\u00edveis na prepara\u00e7\u00e3o dos pratos da culin\u00e1ria      francesa, pois proporcionam um toque fino, saboroso e perfumado aos pratos.      Os franceses as cultivam cuidadosamente e possuem um dom especial para utiliz\u00e1-las.<\/p>\n<h4>P\u00e3o<\/h4>\n<p>O p\u00e3o \u00e9 parte integrante da refei\u00e7\u00e3o francesa.<\/p>\n<p><strong>O p\u00e3o t\u00edpico, por exemplo, \u00e9 feito de quatro ingredientes:<\/strong>      farinha, sal, fermento e \u00e1gua. Mas o p\u00e3o perfeito tem que ficar em repouso      por mais de 6 horas.<\/p>\n<p><strong>Existe uma enorme variedade:<\/strong> brioches, pain au chocolat,      p\u00e3o de champagne, pain aux raisins, al\u00e9m da tradicional baguette.<\/p>\n<h4>Pratos Cl\u00e1ssicos<\/h4>\n<blockquote>\n<p><strong>Cassoulet<\/strong><\/p>\n<p>Semelhante a uma feijoada, com feij\u00e3o branco, pato, cordeiro, lingu\u00ed\u00e7as        etc<\/p>\n<p><strong>Gigot d\u0092agneau<\/strong><\/p>\n<p>Pernil de cordeiro servido fatiado e mal-passado<\/p>\n<p><strong>Blanquette de veau<\/strong><\/p>\n<p>Vitela cozida em cubos, molho de vinho branco e creme de leite<\/p>\n<p><strong>Boeuf bourguignon<\/strong><\/p>\n<p>Carne de m\u00fasculo cozida com molho de vinho tinto, cebolinhas e champignons.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte: www.nutrociencia.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Francesa<\/h6>\n<h4>COZINHA FRANCESA: requinte e sofistica\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p><strong>RESUMO<\/strong><\/p>\n<p>A gastronomia \u00e9 uma \u00e1rea do conhecimento que exige sensibilidade dos paladares      e a percep\u00e7\u00e3o dos sabores. Ao viajar pela Europa, encontramos tend\u00eancias gastron\u00f4micas      regionais com grandes semelhan\u00e7as em pa\u00edses adjacentes, por\u00e9m cada pa\u00eds europeu      possui sua pr\u00f3pria assinatura gastron\u00f4mica.<\/p>\n<p>Esta pesquisa apresenta como objetivo geral, mostrar a import\u00e2ncia da gastronomia      com \u00eanfase na culin\u00e1ria francesa. De forma mais espec\u00edfica, a pesquisa objetiva      organizar o conhecimento na \u00e1rea gastron\u00f4mica e contribuir com o processo      de dissemina\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es na \u00e1rea em foco.<\/p>\n<p><strong>1 INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>A gastronomia \u00e9 uma \u00e1rea do conhecimento que exige sensibilidade dos paladares      e a percep\u00e7\u00e3o dos sabores.<\/p>\n<p><strong>Com seu poder de atra\u00e7\u00e3o, promove a busca pelas del\u00edcias produzidas      na regi\u00e3o, gerando o turismo gastron\u00f4mico:<\/strong> visita\u00e7\u00e3o a lugares pelo      fato deste possu\u00edrem uma identidade gastron\u00f4mica como diferencial.<\/p>\n<p>Para o turismo a gastronomia \u00e9 uma das manifesta\u00e7\u00f5es culturais e expressivas      de um local visitado, valorizando e revitalizando o patrim\u00f4nio, preservando      e reconhecendo as tradi\u00e7\u00f5es, proporcionando a redescoberta de bens culturais      e materiais, ajudando na organiza\u00e7\u00e3o da identidade de um povo.<\/p>\n<p>Ao viajar pela Europa, encontramos tend\u00eancias gastron\u00f4micas regionais com      grandes semelhan\u00e7as em pa\u00edses adjacentes, por\u00e9m cada pa\u00eds europeu possui sua      pr\u00f3pria assinatura gastron\u00f4mica.<\/p>\n<p><strong>Entre eles podemos citar os gigantes da cozinha europ\u00e9ia:<\/strong>      a renomada culin\u00e1ria italiana com as massas, queijos e sorvetes, refletindo      a historia e as tradi\u00e7\u00f5es locais; a culin\u00e1ria francesa representa um dos seus      maiores tesouros culturais e divide-se na cozinha burguesa, cozinha regional      e a nouvelle cuisine; a Espanha com sua culin\u00e1ria rica em peixes, mariscos,      azeite, queijos e nas famosas \u0093tapas\u0094; Portugal oferece uma variedade      luxuosa de alimentos, com influ\u00eancias mourisca, africana e espanhola, criando      uma maravilhosa combina\u00e7\u00e3o de sabores.<\/p>\n<p><strong>2 HIST\u00d3RIA DA CULIN\u00c1RIA FRANCESA<\/strong><\/p>\n<p>Os parisienses s\u00e3o apaixonados pelos prazeres da vida de uma forma raramente      inigual\u00e1vel, e em nenhum lugar isto \u00e9 t\u00e3o evidente quanto no seu amor pela      comida.<\/p>\n<p>A culin\u00e1ria francesa \u00e9 verdadeiramente uma del\u00edcia em todos os sentidos,      e se apresenta de forma abundante nos in\u00fameros caf\u00e9s e restaurantes em toda      a cidade. As refei\u00e7\u00f5es, ao serem saboreadas vagarosamente, tornam-se eventos      longos, e elas s\u00e3o o come\u00e7o da estimulante vida noturna da cidade, as pessoas      passaram a considerar a refei\u00e7\u00e3o como um passatempo agrad\u00e1vel e n\u00e3o mera necessidade.<\/p>\n<p>Desde quando alimenta\u00e7\u00e3o se transformou em lazer foi criado o primeiro restaurante,      no per\u00edodo do s\u00e9culo XVIII. Esse restaurante era uma esp\u00e9cie onde serviam      refei\u00e7\u00f5es com propriedades terap\u00eauticas, principalmente caldos. Seu principal      objetivo era restabelecer e restaurar a for\u00e7a de indiv\u00edduos doentes.<\/p>\n<p>Durante as d\u00e9cadas de 1760 e 1770, os mais sens\u00edveis ou doentes tornavam      p\u00fablica sua condi\u00e7\u00e3o indo a novos estabelecimentos, chamados restauraters      rooms. Ali permaneciam, calmamente, aproveitando o caldo restaurador servido.<\/p>\n<p>Em 1790, no entanto, o restaurante passou a ser visto como decadente e corrupto.      As mesas da Revolu\u00e7\u00e3o eram locais para uma hospitalidade politicamente correta      e um apetite frugal era tido como contra-revolucion\u00e1rio. Os restaurantes,      antes vistos como provedores de comida saud\u00e1vel, passaram a posar como um      s\u00edmbolo da gan\u00e2ncia da aristocracia. a transi\u00e7\u00e3o entre essas institui\u00e7\u00f5es      a partir da queda da Bastilha. A Revolu\u00e7\u00e3o Francesa teve grande influ\u00eancia      na pol\u00edtica, na cultura e, principalmente, nos costumes.<\/p>\n<p>No corte real francesa, os banquetes eram grandiosos. O mundo se rende \u00e0      culin\u00e1ria francesa e \u00e0 generaliza\u00e7\u00e3o da manteiga e dos molhos aveludados.      Era chique usar os condimentos com frequ\u00eancia, j\u00e1 que tinham pre\u00e7os acess\u00edveis      e seu emprego era comum.<\/p>\n<p>Foram os franceses, em especial os parisienses que inventaram a cultura moderna      da comida.. A partir do s\u00e9culo XIX, o restaurante se transformou num local      seguro para a transi\u00e7\u00e3o da monarquia para a democracia. O aparecimento de      um g\u00eanero liter\u00e1rio at\u00e9 ent\u00e3o desconhecido, a literatura gastron\u00f4mica, conferiu      status a pratos como ostras e champanhe e atraiu a aten\u00e7\u00e3o de turistas. Americanos      e ingleses iam \u00e0 capital francesa para descobrir os segredos de sua sofistica\u00e7\u00e3o      em seus restaurantes.<\/p>\n<p>Na segunda metade do s\u00e9culo 19 a culin\u00e1ria francesa atingiu seu apogeu.<\/p>\n<p>Hoje, nem a pr\u00f3pria Fran\u00e7a escapa ao estilo fast-food de alimenta\u00e7\u00e3o. Nada      contra ao estilo fast-food, mas para amantes da culin\u00e1ria francesa, isso com      certeza \u00e9 um fato muito preocupante, pois pode colocar em jogo toda essa cultura      e cuidados na hora de selecionar os ingredientes e preparo dos pratos.<\/p>\n<p>Na imprensa e no cinema, a culin\u00e1ria francesa \u00e9 sempre associada a sofistica\u00e7\u00e3o,      eleg\u00e2ncia e romance. Poucos textos fogem dessa adjetiva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Raramente mencionam, por exemplo, o processo pelo qual se construiu essa      imagem de requinte \u0096 estreitamente relacionado \u00e0 pr\u00f3pria hist\u00f3ria de      afirma\u00e7\u00e3o da gastronomia como arte \u0096 e a diversidade de cozinhas existente      na Fran\u00e7a. &#8220;O correto, talvez, fosse dizer \u0091gastronomias francesas\u0092,      no plural, de t\u00e3o variada que \u00e9 essa culin\u00e1ria\u0094.<\/p>\n<p><strong>2.1 OS GRANDES CHEFS<\/strong><\/p>\n<p>A funda\u00e7\u00e3o da cozinha francesa veio, de fato, com La Varenne (codinome de      Fran\u00e7ois Pierre), autor do livro La cuisine fran\u00e7ois, que pela primeira vez      sistematizou algumas receitas e retirou os excessos que caracterizavam a gastronomia      da \u00e9poca (fortemente condimentada). La Varenne era chef do \u0093Rei Sol\u0094      Lu\u00eds XIV, que estabeleceu o protocolo \u00e0 mesa e transformou refei\u00e7\u00f5es em grandes      espet\u00e1culos.<\/p>\n<p>Marie-Antoine Car\u00eame, criador da \u0093haute cusine\u0094, expandiu esse      legado e transformou o molho no n\u00facleo central da cozinha francesa. Aprimorou,      tamb\u00e9m, a p\u00e2tisserie, fixou o comportamento da cozinha moderna (no que tange      higiene e \u00e0s roupas utilizadas) e inventou panelas e utens\u00edlios. Foi cozinheiro      do famoso diplomata Talleyrand, tendo preparado, inclusive, o banquete dos      aliados durante o Congresso de Viena, em 1814.<\/p>\n<p>S\u00e9culos XVII e XVIII, a burguesia interessa-se por gastronomia e os chefs      passam a cozinhar para fora da corte. Surgem pratos com nomes \u0096 dedicados      a quem os patrocinava \u0096 e, pela primeira vez, a diferencia\u00e7\u00e3o entre gastronomia      \u0093de elite\u0094 e \u0093popular\u0094. Outra novidade da \u00e9poca s\u00e3o os      caf\u00e9s, onde fil\u00f3sofos, artistas e intelectuais se reuniam.<\/p>\n<p><strong>A grande contribui\u00e7\u00e3o de Grimod de la Reyni\u00e8re (1758-1837) foi a      sistematiza\u00e7\u00e3o de comportamentos:<\/strong> autor do primeiro guia de restaurantes      da Fran\u00e7a, ele criou um manual que descreve deveres rec\u00edprocos de anfitri\u00f5es      e convivas; fala de como destrinchar carnes; e da composi\u00e7\u00e3o de card\u00e1pios.      Escoffier (1846-1935), conhecido como o \u0093rei dos chefs e chef dos reis\u0094,      inova ao criar a \u0093cozinha internacional\u0094 \u0096 que prima pela produ\u00e7\u00e3o      de pratos de f\u00e1cil consumo \u0096 e por juntar-se a C\u00e9sar Ritz, propriet\u00e1rio      do famoso Hotel Ritz de Paris, na primeira iniciativa a unir gastronomia a      hotelaria.<\/p>\n<p>A nouvelle cuisine surgiu, no s\u00e9culo XX, em rea\u00e7\u00e3o \u00e0 padroniza\u00e7\u00e3o do paladar      engendrada pela cozinha internacional. Procura real\u00e7ar os gostos regionais,      reduzir o tempo de coc\u00e7\u00e3o, diminuir o peso dos molhos na culin\u00e1ria e valorizar      a \u0093cozinha de mercado\u0094 (ingredientes de esta\u00e7\u00e3o). Surgem, neste      movimento, pela primeira vez preocupa\u00e7\u00f5es de ordem diet\u00e9tica. A criatividade,      al\u00e9m disso, passa a ser um componente importante, inclusive na apresenta\u00e7\u00e3o      visual da comida.<\/p>\n<p><strong>2.2 TEND\u00caNCIAS CONTEMPOR\u00c2NEAS<\/strong><\/p>\n<p>Uma importante tend\u00eancia que se firma no s\u00e9culo XXI \u00e9 a contesta\u00e7\u00e3o da padroniza\u00e7\u00e3o      do paladar resultante da globaliza\u00e7\u00e3o, em um movimento conhecido como \u0093terroir\u0094.      Trata-se da preocupa\u00e7\u00e3o com a preserva\u00e7\u00e3o de produtos e modos de produ\u00e7\u00e3o      locais \u00fanicos e insubstitu\u00edveis na forma\u00e7\u00e3o da gastronomia e da cultura de      um pa\u00eds, em contraposi\u00e7\u00e3o aos produtos impostos pelo mercado, por considera\u00e7\u00f5es      meramente relacionadas a custo. \u0093A identidade cultural desafia a globaliza\u00e7\u00e3o\u0094,      diz o terroir, que tem na Conf\u00e9d\u00e9ration Paysanne um de seus principais expoentes.<\/p>\n<p>Por sua exposi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, Ver\u00f4nica conclui que a pr\u00f3pria evolu\u00e7\u00e3o da gastronomia      e sua sistematiza\u00e7\u00e3o como arte \u0096 ou seja, a defini\u00e7\u00e3o do que vem a ser      boa culin\u00e1ria \u0096 se processou na Fran\u00e7a, e n\u00e3o \u00e9 por outro motivo que      a cozinha francesa influenciou a gastronomia de quase todo o mundo e \u00e9 refer\u00eancia      inevit\u00e1vel na forma\u00e7\u00e3o de chefs, a partir da qual as outras culin\u00e1rias ganharam      instrumental para o pr\u00f3prio desenvolvimento.<\/p>\n<p><strong>2.3 OS CONTRASTES DA FRAN\u00c7A<\/strong><\/p>\n<p>As gastronomias do sul da Fran\u00e7a (abaixo de uma linha imagin\u00e1ria entre Genebra      e Bordeaux) diferenciam-se das n\u00f3rdicas pelo emprego de azeite de oliva no      lugar da manteiga. Outra divis\u00e3o geogr\u00e1fica \u00e9 entre as \u00e1reas em que predomina      o vinho e aquelas em que se utiliza a cerveja como ingrediente da culin\u00e1ria,      ao longo de uma estreita faixa junto \u00e0s fronteiras da Fran\u00e7a com a Alemanha      e a B\u00e9lgica.<\/p>\n<p>O contraste entre a gastronomia do campo e da cidade reflete, em grande parte,      diferen\u00e7as de poder aquisitivo. \u0093A gastronomia do campo foi determinada,      at\u00e9 1945, quando tem in\u00edcio o uso do DDT na agricultura, pela disponibilidade      de produtos: antes, em alguns anos a colheita era boa, em outros quase nada      era guardado. Em decorr\u00eancia disso, a cozinha do campo sempre foi mais simples,      ao passo que na cidade a burguesia tinha acesso a uma diversidade maior de      produtos e podia, assim, fazer uma gastronomia mais elaborada.\u0094<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m transformou a culin\u00e1ria francesa a assimila\u00e7\u00e3o de influ\u00eancias de outros      pa\u00edses, no que se expressa a contradi\u00e7\u00e3o entre \u0093tradi\u00e7\u00e3o\u0094 e \u0093abertura\u0094      (a outras culturas). \u0093A imigra\u00e7\u00e3o de pessoas residentes em ex-col\u00f4nias      francesas, como a Arg\u00e9lia e o Vietn\u00e3, trouxe novidades que foram incorporadas      alimenta\u00e7\u00e3o francesa. Uma pesquisa recente mostrou que o prato mais consumido      na Fran\u00e7a, atualmente, \u00e9 o cuscuz marroquino.\u0094<\/p>\n<p>O p\u00e3o, consumido em todas as refei\u00e7\u00f5es e com todos os pratos. \u0093At\u00e9 meados      do s\u00e9culo XX, a popula\u00e7\u00e3o francesa se alimentava basicamente de p\u00e3o e sopa.      O p\u00e3o \u00e9 um emblema nacional e, tamb\u00e9m, um talher, usado para empurrar a comida      durante as refei\u00e7\u00f5es, por pessoas de todas as classes sociais e em todas as      situa\u00e7\u00f5es. Em nenhum pa\u00eds existe uma variedade t\u00e3o grande de p\u00e3es quanto na      Fran\u00e7a.\u0094<\/p>\n<p>Caracterizada por sua enorme diversidade. A comida francesa \u00e9 considerada      a de estilo mais elegante e refinado do mundo, e conhecida por seus estilos      cl\u00e1ssicos e proven\u00e7ais. Muitos dos maiores chefs do mundo s\u00e3o mestres da cozinha      francesa. Ainda, as t\u00e9cnicas francesas de cozinhar tem sido a grande influ\u00eancia      em quase toda a culin\u00e1ria ocidental.<\/p>\n<p><strong>Nos restaurantes que encontramos em outros pa\u00edses, a culin\u00e1ria francesa      pode ser dividida em<\/strong>: cuisine bourgeoise, cuisine du terroir e cuisine      novelle.<\/p>\n<p>A Cuisine bourgeoise inclui todos os pratos franceses cl\u00e1ssicos que n\u00e3o s\u00e3o      especificamente regionais e foram adaptados durante os anos para o paladar      das classes mais afluentes. Esse tipo de comida inclui t\u00e9cnicas de cozinhar      ricas e complexas, baseadas em molhos, que muita gente associa \u00e0 culin\u00e1ria      francesa.<\/p>\n<p>Uma vez que esse tipo de prato \u00e9 o que geralmente \u00e9 servido no exterior com      o nome de &#8220;culin\u00e1ria francesa&#8221;, muitos erroneamente pensam que a      comida francesa t\u00edpica envolve t\u00e9cnicas complexas e pratos ricos. Na verdade,      tais pratos s\u00e3o geralmente reservados para ocasi\u00f5es especiais, enquanto as      refei\u00e7\u00f5es t\u00edpicas s\u00e3o mais simples.<\/p>\n<p>A Cuisine du terroir engloba especialidades regionais com um forte foco na      qualidade do produto local e tradi\u00e7\u00e3o camponesa. Muitos pratos que entram      nessa categoria n\u00e3o se enquadram no estere\u00f3tipo da &#8220;comida francesa&#8221;,      uma vez que muitas vezes n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o elaborados.<\/p>\n<p>A Cuisine nouvelle, ou nouvelle cuisine, foi desenvolvida nos anos 70 como      uma rea\u00e7\u00e3o \u00e0 culin\u00e1ria tradicional. Esse tipo de cozinha \u00e9 caracterizada por      tempo de preparo menor, molhos mais leves e por\u00e7\u00f5es menores, apresentada de      forma refinada e decorativa.<\/p>\n<p><strong>A Fran\u00e7a \u00e9 um universo gastron\u00f4mico quase inesgot\u00e1vel:<\/strong>das      carnes aos peixes, dos vinhos aos latic\u00ednios, dos legumes \u00e0s frutas. Atualmente,      Paris, uma das cidades com maior oferta gastron\u00f4mica no mundo, abriga cerca      de 12.000 caf\u00e9s, restaurantes, bistr\u00f4s e brasseries.<\/p>\n<p>As verduras, os legumes e as frutas decidem as receitas e os pratos de uma      regi\u00e3o. Os franceses consomem muitos alimentos frescos, sendo estes sempre      inclusos no card\u00e1pio.<\/p>\n<p>As ervas finas s\u00e3o imprescind\u00edveis na prepara\u00e7\u00e3o dos pratos da culin\u00e1ria      francesa, pois proporcionam um toque fino, saboroso e perfumado aos pratos.      Os franceses as cultivam cuidadosamente e possuem um dom especial para utiliz\u00e1-las.<\/p>\n<p>O p\u00e3o \u00e9 parte integrante da refei\u00e7\u00e3o francesa.<\/p>\n<p><strong>O p\u00e3o t\u00edpico, por exemplo, \u00e9 feito de quatro ingredientes:<\/strong>farinha,      sal, fermento e \u00e1gua. Mas o p\u00e3o perfeito tem que ficar em repouso por mais      de 6 horas.<\/p>\n<p><strong>Existe uma enorme variedade:<\/strong>brioches, pain au chocolat,      p\u00e3o de champagne, pain aux raisins, al\u00e9m da tradicional baguette.<\/p>\n<p>Os pratos cl\u00e1ssicos v\u00e3o desde o Cassoulet, prato semelhante a uma feijoada,      com feij\u00e3o branco, pato, cordeiro, lingu\u00ed\u00e7as etc., ao Boeuf bourguignon carne      de m\u00fasculo cozida com molho de vinho tinto, cebolinhas e champignons.<\/p>\n<p><strong>2.4 COMES E BEBES NA FRAN\u00c7A DE HOJE<\/strong><\/p>\n<p>Para os franceses, cozinhar faz parte da cultura. Culin\u00e1ria e boa comida      s\u00e3o muito apreciadas. Os franceses s\u00e3o orgulhosos da culin\u00e1ria de seu pa\u00eds,      e alguns, sobretudo as gera\u00e7\u00f5es mais velhas, relutam em experimentar pratos      estrangeiros.<\/p>\n<p>O modo de alimenta\u00e7\u00e3o do dia \u00e9 tomar um desjejum leve (p\u00e3o, e\/ou cereal,      possivelmente caf\u00e9 e poucas frutas, talvez croissants), um almo\u00e7o entre meio      dia e 14h, e jantar \u00e0 noite. Uma refei\u00e7\u00e3o normal completa consiste de entrada      (vegetais crus ou salada), prato principal (carne ou peixe, com acompanhamento      de vegetais, massa, arroz ou batatas fritas), queijo e\/ou sobremesa (frutas      ou bolo).<\/p>\n<p>Nas grandes cidades, a maior parte dos que trabalham e estudam almo\u00e7am fora.      As lanchonetes das empresas e escolas servem refei\u00e7\u00f5es completas (entradas,      prato principal, sobremesa) n\u00e3o sendo comum que os estudantes tragam sandu\u00edches.      Em cidades menores, a maioria dos trabalhadores volta a casa para almo\u00e7ar,      o que causa quatro horas de correria di\u00e1rias (\u00e0s 8 da manh\u00e3, ao meio-dia,      s 14h e \u00e0s 18h).<\/p>\n<p>Com o estilo de vida contempor\u00e2neo, com o reduzido n\u00famero de esposas\/donas-de-casa,      o franc\u00eas conta muito com enlatados ou congelados para a refei\u00e7\u00e3o semanal.      Ainda \u00e9 popular cozinhar \u00e0 noite, ou aos finais-de-semana, com ingredientes      frescos. Na maioria das cidades h\u00e1 mercadinhos que vendem vegetais, carne      e peixe embora a maioria de tais produtos sejam comprados nos hipermercados      ou supermercados.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s bebidas, tradicionalmente a Fran\u00e7a tem a cultura do consumo      de vinho. Tal caracter\u00edstica vem diminuindo, e hoje apenas cerca de 28,67%      dos franceses consomem vinho diariamente. Especialmente, o consumo de vinhos      de menor qualidade nas refei\u00e7\u00f5es tem diminu\u00eddo muito. A cerveja \u00e9 popular,      especialmente entre os jovens. Outras bebidas alco\u00f3licas populares incluem,      no sudeste o pastis, aromatizado com sementes de anis e dilu\u00edda com \u00e1gua,      popular do ver\u00e3o; e cidra, no nordeste.<\/p>\n<p><strong>2.5 RA\u00cdZES DA COZINHA OCIDENTAL<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 mais de tr\u00eas s\u00e9culos a Fran\u00e7a tem na gastronomia uma grande representante      de sua cultura. Ali foram criadas receitas e iguarias da culin\u00e1ria ocidental      &#8211; do foie gras \u00e0s trufas &#8211; e surgiram as linhas mestras da cozinha ocidental.<\/p>\n<p>A culin\u00e1ria francesa surge junto ao mar ao longo da costa atl\u00e2ntica e revela      nas regi\u00f5es do noroeste um painel de extraordin\u00e1ria riqueza. Encontramos ostras      espetaculares, mexilh\u00f5es, mariscos, lagostins, os populares xereletes, sardinha      ou a cavala, robalos, sem falar das saborosas prepara\u00e7\u00f5es usando peixes dos      rios do Vale do Loire.<\/p>\n<p>De Nantes \u00e0s terras de Orleans, o visitante deleita-se com uma culin\u00e1ria      particular dedicada aos peixes de rio. Uma riqueza not\u00e1vel encontrada nas      terras da Normandia s\u00e3o os cordeiros pr\u00e9-sal\u00e9s da Bretanha. A manteiga encontra      um terreno prop\u00edcio nas regi\u00f5es do noroeste e do norte do pa\u00eds, embora neste      partilhe o lugar nas cozinhas com a banha de porco.<\/p>\n<p>As regi\u00f5es do norte repartem suas prefer\u00eancias entre a carne bovina e a de      porco, embora a criatividade possa ir muito mais al\u00e9m, como acontece com o      potjevfleisch de Flandres, preparado com vitela, coelho e toucinho.<\/p>\n<p>A popularidade dos produtos das hortali\u00e7as (couve, repolho, couve-flor),      acompanhada da paix\u00e3o pela batata ou pela beterraba, tamb\u00e9m caracterizam a      gastronomia do norte. As regi\u00f5es do interior t\u00eam muito a dizer. Cozinhas por      vezes simples e r\u00fasticas, como a da Auvergne e outras vezes barrocas como      as de Bourbonnais.<\/p>\n<p>Quando se fala de cozinha francesa, Lyon deve ser sublinhada. Para muitos      \u00e9 a capital gastron\u00f4mica do pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>De qualquer modo, desfruta de uma variedade incompar\u00e1vel:<\/strong>salsichas,      salsich\u00f5es, dobradinha, o frango assado com cardo, as alm\u00f4ndegas de carpas,      o f\u00edgado de vitela, o frango com trufas.<\/p>\n<p>Atrelada ao aroma do alho, \u00e0s ervas arom\u00e1ticas, h\u00e1 ainda as gloriosas carnes      dos patos cevados das Landas, na costa atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p>A cozinha do sul da Fran\u00e7a se caracteriza por sua singularidade e marcada      pela proximidade ib\u00e9rica. Poderia ser dito, inclusive, que h\u00e1, em determinadas      situa\u00e7\u00f5es, uma maior influ\u00eancia espanhola que francesa. E por fim a cozinha      do pa\u00eds basco franc\u00eas, possivelmente a mais pr\u00f3xima da Ib\u00e9ria.<\/p>\n<p><strong>E os queijos?<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france60.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Francesa\" width=\"357\" height=\"109\" title=\"Culin\u00e1ria Francesa\" \/><strong><br \/>\n     Camembert e Brie<\/strong><\/p>\n<p>Dizem que os franceses t\u00eam um queijo diferente para cada dia do ano. A lista      \u00e9 intermin\u00e1vel, embora se mova, preferencialmente, pelos derivados do leite      de vaca e, em segundo plano, pelo de cabra. Come\u00e7ando pelos mais populares      do mundo, como o camembert, o brie e o gruyere. O vegetarianismo n\u00e3o \u00e9 comum      na Fran\u00e7a e h\u00e1 poucos restaurantes vegetarianos.<\/p>\n<p>A culin\u00e1ria estrangeira conta com alguns pratos das antigas col\u00f4nias francesas      no norte da \u00c1frica, especialmente cuscuz, e com as cozinhas vietnamitas e      chinesas restaurantes que oferecem pratos japoneses (sushi ou yakitori) cada      vez mais populares em centros urbanos. Mas a maior parte da popula\u00e7\u00e3o francesa      ignora o que seja comer peixe cru.<\/p>\n<p><strong>Alguns pratos franceses s\u00e3o muito famosos como:<\/strong>o p\u00e3o franc\u00eas,      o Blanquette de veau ou ensopado de vitela, o Coq au Vin (galo ou cap\u00e3o cozido      no vinho tinto) e os queijos variados. Ilustram-se aqui tamb\u00e9m alguns pratos      que se tornaram famosos por sua excentricidade e s\u00e3o considerados comuns na      Fran\u00e7a em vistas de n\u00e3o o ser em outros pa\u00edses onde estes podem ser considerados      ex\u00f3ticos, s\u00e3o eles: Cuisses de grenouilles (Coxas de R\u00e3s), Escargot (Carac\u00f3is),      Caviar (Ovas de peixe).<\/p>\n<p><strong>Citam-se tamb\u00e9m algumas sobremesas ou Desserts:<\/strong>Cr\u00e9me br\u00fbl\u00e9e      o mesmo que Leite-creme em Portugal e Crema Catalana, na Espanha, entre outros.<\/p>\n<p><strong>3 HIST\u00d3RIA DE LYON<\/strong><\/p>\n<p>Lyon foi fundada sobre a colina Fourvi\u00e8re como uma col\u00f4nia romana em 43 a.C.      por Munatius Plancus, um tenente de J\u00falio C\u00e9sar, num assentamento de uma colina      gaulesa chamada Lug [o] dunon, do deus celta Lugus ( \u00abLuz\u00bb, do velho Irland\u00eas      Lugh, Irland\u00eas moderno L\u00fa) e d\u00fanon (colina-forte). Lyon foi primeiramente      denominada Lugdunum significado de &#8220;monte de luzes&#8221; ou &#8220;o monte      de corvos&#8221;.<\/p>\n<p>Lug foi igualado pelos romanos a Merc\u00fario. Agripa reconheceu que a posi\u00e7\u00e3o      de Lugdunum na rota natural do norte para o sudeste da Fran\u00e7a tornou uma natural      via a Lyon e fez o ponto das principais estradas de toda G\u00e1lia romana. Ela      ent\u00e3o se tornou a capital da G\u00e1lia, em parte gra\u00e7as \u00e0 sua localiza\u00e7\u00e3o conveniente      na converg\u00eancia dos dois rios naveg\u00e1veis, e rapidamente se tornou a principal      cidade de G\u00e1lia.<\/p>\n<p><strong>Dois imperadores nasceram nesta cidade:<\/strong>Cl\u00e1udio e Caracalla.      Hoje, o arcebispo de Lyon ainda \u00e9 referido como &#8220;le Primat des Gaules&#8221;      a cidade e muitas vezes referida como a &#8220;capital des Gaules&#8221;. Os      crist\u00e3os em Lyon foram perseguidos por causa da sua religi\u00e3o sob os reinados      dos v\u00e1rios imperadores romanos, mais notadamente Marcus Aurelius e Septimus      Severus. Santos locais a partir deste per\u00edodo incluem santos, como Blandina,      Pothinus e Epipodius, entre outros.<\/p>\n<p>Borgonheses refugiados da destrui\u00e7\u00e3o de Worms pelos Hunos, em 437 foram reinstalados      pelo comandante militar do Oeste, A\u00e9cio, em Lugdunum, que foi formalmente      a capital do novo reino borgonh\u00eas em 461. Em 843, pelo Tratado de Verdun,      Lyon, com o pa\u00eds para al\u00e9m do Sa\u00f4ne, foi para Lot\u00e1rio I, e mais tarde tornou-se      uma parte do reino de Arles. Lyon s\u00f3 veio sob controle franc\u00eas no s\u00e9culo XIV.<\/p>\n<p>Durante o Renascimento, a cidade desenvolveu com o com\u00e9rcio da seda, especialmente      com a It\u00e1lia, a influ\u00eancia italiana sob a arquitetura de Lyon ainda pode ser      vista. Gra\u00e7as ao com\u00e9rcio da seda, Lyon se tornou uma importante cidade industrial      no s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p>Durante a Revolu\u00e7\u00e3o Francesa, Lyon op\u00f4s-se contra a Conven\u00e7\u00e3o Nacional e      apoiou os girondinos. Em 1793, a cidade estava sob cerco durante mais de dois      meses, agredido pelo ex\u00e9rcito revolucion\u00e1rio, antes de finalmente se render.      Mais de 2.000 pessoas foram executadas e v\u00e1rios edif\u00edcios foram destru\u00eddos,      especialmente em torno da Place Bellecour. Uma d\u00e9cada mais tarde, ele pr\u00f3prio      Napole\u00e3o ordenou a reconstru\u00e7\u00e3o de todos o edif\u00edcios demolidos durante este      per\u00edodo.<\/p>\n<p><strong>Os trabalhadores da seda de Lyon, conhecidos como canuts, encenaram      dois grandes levantes:<\/strong>em 1831 e 1834. A revolta 1831 viu uma das      primeiras utiliza\u00e7\u00f5es registradas do negro como um emblema da bandeira de      protesto. A primeira ferrovia de funicular do mundo foi constru\u00edda entre Lyon      e La Croix-Rousse, em 1862.<\/p>\n<p><strong>3.1 ECONOMIA<\/strong><\/p>\n<p>Lyon \u00e9 a terceira cidade mais populosa da Fran\u00e7a e o segundo maior centro      de neg\u00f3cios do pa\u00eds, assim como um dos principais centros econ\u00f4micos da Europa.<\/p>\n<p>Sua economia tem destaque para o setor industrial e cultural, ou seja, apesar      do car\u00e1ter financeiro, sendo um dos principais p\u00f3los de neg\u00f3cios e industriais      da Fran\u00e7a, a cidade tamb\u00e9m exibe sua cultura, na maioria das vezes, atrav\u00e9s      do turismo, uma das principais \u00e1reas de influ\u00eancia de sua economia.<\/p>\n<p>Lyon est\u00e1 pr\u00f3xima de Marselha, \u00e9 a segunda cidade mais importante da Fran\u00e7a,      e a segunda em popula\u00e7\u00e3o, com mais de 1,8 milh\u00f5es de habitantes, das quais      meio milh\u00e3o de habitantes vive na \u00e1rea metropolitana. \u00c9 uma cidade cercada      pelo Rio Rodano ou o Saone e era conhecida como o Le\u00e3o, da\u00ed o nome de Lyon.      \u00c9 uma cidade rodeada por montanhas e um desfiladeiro. Os seus bairros mais      importantes s\u00e3o Croix-Rousse, a Pra\u00e7a de Bellecour, ou os bairros de Brotteaux      e da Part Dieu.<\/p>\n<p>Lyon \u00e9 uma cidade hist\u00f3rica, uma cidade cosmopolita, onde todas as culturas      t\u00eam deixado o seu legado, e, al\u00e9m disso, Lyon \u00e9 um importante centro de comunica\u00e7\u00f5es      da Fran\u00e7a devido ao seu aeroporto internacional, \u00e9 a segunda cidade em import\u00e2ncia      no pa\u00eds, \u00e9 um lugar t\u00e3o cosmopolita como Paris, embora sua gente costuma ser      mais quente e despreocupada.Esta cidade, atravessada pelo R\u00f3dano, conta com      28 pontes para cruzar o rio que s\u00e3o transitados a toda hora. T\u00e3o antiga como      Paris, embora muito menos castigada por guerras e invas\u00f5es, Lyon conserva      restos romanos como o Anfiteatro de Fourvi\u00e8re ao qual pode-se chegar por meio      de um funicular.<\/p>\n<p><strong>Dividido em dois:<\/strong>o grande Teatro e o Ode\u00f3n, menor, \u00e9 poss\u00edvel      apreci\u00e1-los melhor se visitam durante o prestigioso Festival Internacional      de Artes de Lyon no m\u00eas de setembro. Escava\u00e7\u00f5es feitas desde princ\u00edpios do      s\u00e9culo XX t\u00eam dado com numerosos restos da \u00e9poca romana que se exp\u00f5e no Museu      da Civiliza\u00e7\u00e3o Galo-Romana, aberto de quarta-feira a domingo de 9:30 a 12      e de 14 a 18 horas.<\/p>\n<p><strong>A Lyon permanece como heran\u00e7a do Renascimento a Pra\u00e7a Bellecour,      coroada por uma est\u00e1tua em bronze de Luis XIV e rodeada por tr\u00eas pitorescas      zonas conhecidas como &#8220;povos&#8221;:<\/strong>Saint Georges e Saint Paul      ao longo do Saona, paralelo ao R\u00f3dano, e Saint Jean, ao redor da Catedral      Lyonesa.<\/p>\n<p>Indo da pra\u00e7a para o lado do Saona, encontra-se a parte hist\u00f3rica da cidade.<\/p>\n<p>O Viex Lyon \u00e9 um delicioso labirinto de ruas estreitas antigas, que s\u00e3o centro      de atividades comerciais e pequenos museus que conv\u00e9m conhecer; \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o      nost\u00e1lgico de Lyon. A Catedral de Notre-Dame de Fourvi\u00e8re \u00e9 um espet\u00e1culo      recarregado de dourado, m\u00e1rmores e vitrais de cores que impressionam.<\/p>\n<p>Corresponde ao estilo bizantino, embora os excessos cometidos em sua decora\u00e7\u00e3o      possam induzir a crer que trata-se de uma audaz mostra mista do rococ\u00f3.<\/p>\n<p>Entre os atrativos que Lyon oferece, al\u00e9m de sua variada cozinha, est\u00e3o a      Igreja de Louge du Change, constru\u00edda por Germaim Sufflot, autor do Panthe\u00f3n      de Paris. O Museu Hist\u00f3rico de Lyon brinda a possibilidade de encontrar-se      com elementos da Idade Media, resgatados das igrejas e abadias que t\u00eam desaparecido.      Junto ao anterior, o Museu das Marionetes traslada ao mundo de sonhos ao oferecer      a hist\u00f3ria destes joguetes e elementos teatrais desde sua apari\u00e7\u00e3o em Fran\u00e7a      at\u00e9 a atualidade. A entrada a ambos os lugares \u00e9 gratuita; o hor\u00e1rio \u00e9 de      11 a 18 horas todos os dias exceto o ter\u00e7a-feira.<\/p>\n<p>O Museu das belas Artes, \u00e9 amplo, abundante em obras e muito visitado, \u00e9      o segundo museu maior da Fran\u00e7a. Oferece uma variedade de pe\u00e7as que v\u00e3o desde      a antiguidade, ao redor do ano 4000 a.C. at\u00e9 nossos dias. O Museu de Artes      Decorativas conserva uma magn\u00edfica cole\u00e7\u00e3o renascentista de talheres, jogo      de mesa, cer\u00e2mica e pequenos objetos de arte. Se seu interesse pelas telas      e tapetes \u00e9 bom, n\u00e3o pode deixar de visitar o Museu Hist\u00f3rico dos Tecidos,      onde encontrar\u00e1 formosos tapetes orientais, medievais, renascentistas e hispano-moriscos;      por outra parte, os trabalhos em seda hipnotizam com seu sensual atrativo.      A hist\u00f3ria do vestido em Fran\u00e7a se oferece nas vitrines deste singular museu      que abre ao p\u00fablico de ter\u00e7a-feira a domingo de 10:00 a 12:00 e de 14:00 a      17:30 h.<\/p>\n<p>O Jardim Arqueol\u00f3gico \u00e9 um museu que exp\u00f5e os restos de quatro igrejas desaparecidas      que anteriormente estiveram baixo o Museu. A catedral lionesa, Primitiale      de Saint Jane, n\u00e3o oferece a imponente beleza de outras pe\u00e7as deste tipo no      relativo a sua arquitetura; contudo, uma visita lhe por\u00e1 em contato com uma      sofisticada maquinaria de relojoaria do s\u00e9culo XIV que lhe pode encantar.      A Manecanterie ou Escola Coral do s\u00e9culo XII t\u00eam no interior uma exposi\u00e7\u00e3o      permanente de esmaltes de Limoges, pe\u00e7as de marfim e mantos medievais bordados.<\/p>\n<p>A cidade tem lugares lindos \u0096 afinal, foi constru\u00edda na conflu\u00eancia      dos dois rios mais bonitos da Fran\u00e7a, o Rh\u00f4ne e o Sa\u00f4ne.<\/p>\n<p><strong>Mas a segunda cidade da Fran\u00e7a \u00e9 mais querida pelo aqui e agora:<\/strong>culin\u00e1ria,      moda e cultura. Al\u00e9m da arquitetura renascentista, Lyon tem uma movimentada      vida art\u00edstica, boas casas de espet\u00e1culos, museus e, o melhor de tudo, uma      das cozinhas mais gourmets do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Alguns pontos tur\u00edsticos s\u00e3o conhecidos mundialmente, Conservat\u00f3rio Superior      de M\u00fasica, Forte Saint Jean, Halle Tony Garnier e Jardim Arqueol\u00f3gico Saint      Jean.<\/p>\n<p><strong>3.2 GASTRONOMIA<\/strong><\/p>\n<p>Lyon \u00e9 a capital mundial da gastronomia. Enquanto milh\u00f5es de turistas viajam      pra l\u00e1 a fim de saborear queijos, vinhos e comidas t\u00edpicas, centenas de estudantes      apaixonados pela arte de transformar comida em obra de arte chegam na Fran\u00e7a      para aperfei\u00e7oar seus dotes culin\u00e1rios, depois retornam aos seus pa\u00edses de      origem diplomados e bem empregados. Algumas dezenas desses estudantes abrem      m\u00e3o da badala\u00e7\u00e3o das grandes escolas de Paris e escolhem Lyon como destino      final.<\/p>\n<p><strong>O motivo \u00e9 simples:<\/strong>Paul Bocuse. Desde 1965, o chef de cuisine      franc\u00eas \u00e9 destaque no guia mais importante e respeitado de hot\u00e9is e restaurantes      do mundo.<\/p>\n<p>As quenelles que fazem parte da culin\u00e1ria tradicional e o Beaujolais \u00e9 um      dos vinhos cultivados naquela \u00e1rea. Conhecido mundialmente como um dos melhores      &#8220;chefs de cuisine&#8221;, Paul Bocuse fundou sua escola de culin\u00e1ria e      um restaurante, que leva o seu nome, naquela regi\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>CONSIDERA\u00c7\u00d5ES FINAIS<\/strong><\/p>\n<p>A pesquisa permitiu que se adentrassem na cozinha francesa e descobrissem      o quanto a gastronomia daquele pa\u00eds \u00e9 ecl\u00e9tica e ex\u00f3tica. De paladar apurado      os parisienses valorizam uma boa culin\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>Maria Auxiliadora Ubaldo<\/strong><\/p>\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n<p>BLOG gourmandise, cozinha e cultura. Dispon\u00edvel em: http:\/\/gourmandisebrasil.blogspot.com\/      postado por:Nina Moori Acesso em:03 abr.2010.<br \/>\n     CULIN\u00c1RIA Francesa. Dispon\u00edvel em:https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alfa\/mulher-culinaria-francesa\/culinariafrancesa-7.php&gt;      Acesso em:04 abr.2010.<br \/>\n     F\u00d3RUM. Dispon\u00edvel em:&lt;http:\/\/www.activeboard.com\/forum.spark?forumID=29790&amp;p=3&amp;topicID=117034      48&gt;Acesso em:05 maio 2010.<br \/>\n     GASTRONOMIA Francesa. Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/br.franceguide.com\/viagenstematicas\/vinhogastronomia\/<br \/>\n     Agastronomiafrancesa.html?NodeID=119&amp;EditoID=125075&gt;.Acesso em:03 abr.2010.<br \/>\n     GLUTO, G. Dispon\u00edvel em:&lt;http:\/\/polemikos.com\/?p&gt;=44&gt; Acesso em:      04 abr. 2010. Dispon\u00edvel em:&lt;http:\/\/www. culinaria+em+paris&gt;Acesso em:      04 abr.2010.<br \/>\n     PORTAL de receitas. Dispon\u00edvel em:&lt;http:\/\/www.arecetas.com\/&gt;Acesso em:      03 abr.2010.<br \/>\n     PRATOS T\u00edpicos Franceses. Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/www.conexaoparis.com.br\/category\/pratos-tipicos-franceses&gt;acesso      em: 03 abr.2010.<br \/>\n     SIRHA. Correio Gourmand, informa\u00e7\u00e3o e cultura gastron\u00f4mica.<br \/>\n     Salon International de la Restauration &amp; de l&#8217;Hotellerie. 14\u00aa Edi\u00e7\u00e3o &#8211;      de 24 a 28 de janeiro de 2009<br \/>\n     Dispon\u00edvel em:&lt;http:\/\/ http:\/\/polemikos.com\/?p&gt;=44&gt; Acesso em: 12      mai. 2010.<\/p>\n<p>Fonte: www.cdn.ueg.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Francesa<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france61.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Francesa\" width=\"366\" height=\"243\" title=\"Culin\u00e1ria Francesa\" \/><\/p>\n<p>A<strong>culin\u00e1ria francesa<\/strong>\u00e9 caracterizada por sua enorme diversidade.      A comida francesa \u00e9 considerada a de estilo mais elegante e refinado do mundo,      e conhecida por seus estilos cl\u00e1ssico e proven\u00e7al. Muitos dos maiores chefs      do mundo s\u00e3o mestres da cozinha francesa. Ainda, as t\u00e9cnicas francesas de      cozinhar tem sido a grande influ\u00eancia em quase toda a culin\u00e1ria ocidental.<\/p>\n<p><strong>Nos restaurantes que encontramos, em outros pa\u00edses, a culin\u00e1ria francesa      pode ser dividida em:<\/strong>cuisine bourgeoise, cuisine du terroir e cuisine      novelle.<\/p>\n<h4>Abaixo vemos um resumo das tr\u00eas<\/h4>\n<p><strong>Cuisine bourgeoise<\/strong><\/p>\n<p>A cuisine bourgeoise inclui todos os pratos franceses cl\u00e1ssicos que n\u00e3o s\u00e3o      especificamente regionais e foram adaptados durante os anos para o paladar      das classes mais afluentes. Esse tipo de comida inclui t\u00e9cnicas de cozinhar      ricas e complexas, baseadas em molhos, que muita gente associa \u00e0 culin\u00e1ria      francesa.<\/p>\n<p>Uma vez que esse tipo de prato \u00e9 o que geralmente \u00e9 servido no exterior com      o nome de &#8220;culin\u00e1ria francesa&#8221;, muitos erroneamente pensam que a      comida francesa t\u00edpica envolve t\u00e9cnicas complexas e pratos ricos. Na verdade,      tais pratos s\u00e3o geralmente reservados para ocasi\u00f5es especiais, enquanto as      refei\u00e7\u00f5es t\u00edpicas s\u00e3o mais simples.<\/p>\n<p><strong>Cuisine du terroir<\/strong><\/p>\n<p>A cuisine du terroir engloba especialidades regionais com um forte foco na      qualidade do produto local e tradi\u00e7\u00e3o camponesa. Muitos pratos que entram      nessa categoria n\u00e3o se enquadram no estere\u00f3tipo da &#8220;comida francesa&#8221;,      uma vez que muitas vezes n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o elaborados.<\/p>\n<p><strong>Cuisine nouvelle<\/strong><\/p>\n<p>A Cuisine nouvelle, ou nouvelle cuisine, foi desenvolvida nos anos 70 como      uma rea\u00e7\u00e3o \u00e0 culin\u00e1ria tradicional. Esse tipo de cozinha \u00e9 caracterizada por      tempo de preparo menor, molhos mais leves e por\u00e7\u00f5es menores, apresentadas      de forma refinada e decorativa.<\/p>\n<p>Fonte: www.iag.puc-rio.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Francesa<\/h6>\n<p><strong>Culin\u00e1ria da Fran\u00e7a<\/strong>compreende uma grande variedade de pratos,      assim como a culin\u00e1ria chinesa e a culin\u00e1ria indiana, e goza de grande prest\u00edgio      no mundo, pricipalmente no ocidente.<\/p>\n<p>A grande variedade de queijos e vinhos s\u00e3o a imagem de marca da Fran\u00e7a em      termos de gastronomia.<\/p>\n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france62.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Francesa\" width=\"244\" height=\"149\" title=\"Culin\u00e1ria Francesa\" \/><\/p>\n<p><strong>Tradicionalmente, cada regi\u00e3o tem culin\u00e1ria pr\u00f3pria:<\/strong>a do      noroeste usa manteiga, creme de leite (cr\u00e8me fraiche) e ma\u00e7\u00e3s; a culin\u00e1ria      proven\u00e7al (do sudeste) prefere azeite, verduras e tomates; a do sudoeste usa      gordura de pato, f\u00edgado foie gras, cogumelos (c\u00e8pes) e moelas; a culin\u00e1ria      do nordeste relembra a culin\u00e1ria da Alemanha e usa banha de porco, salsichas      e chucrute.<\/p>\n<p>Al\u00e9m destas quatro \u00e1reas gerais, h\u00e1 muitas mais tipos de culin\u00e1ria locais,      como a do vale do rio Loire, famosa pelos delicados pratos de peixe de \u00e1gua      doce e pelos vinhos brancos; a cozinha basca, famosa pelo uso de tomate e      piment\u00e3o, e a culin\u00e1ria do Roussillon, semelhante \u00e0 culin\u00e1ria da Catalunha.<\/p>\n<p>Com as desloca\u00e7\u00f5es e viagens constantes de hoje, tais diferen\u00e7as regionais      s\u00e3o menos acentuadas do que foram, mas ainda se sentem claramente.<\/p>\n<p>O viajante que atravesse a Fran\u00e7a notar\u00e1 altera\u00e7\u00f5es significativas na forma      de cozinhar e nos pratos servidos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o interesse recente dos consumidores franceses por produtos alimentares      locais, dos campos locais (produits du terroir) significa que as culin\u00e1rias      regionais atravessam forte renascimento neste in\u00edcio do s\u00e9culo XXI.<\/p>\n<p>Cozinhas ex\u00f3ticas, particularmente a Culin\u00e1ria da China e alguns pratos de      ex-col\u00f4nias no Norte da \u00c1frica (cuscuz), tiveram influ\u00eancia.<\/p>\n<h4>Comes e bebes na Fran\u00e7a de hoje<\/h4>\n<p>Para os franceses, cozinhar faz parte da cultura.<\/p>\n<p>Culin\u00e1ria e boa comida s\u00e3o muito apreciadas. Os franceses s\u00e3o orgulhosos      da culin\u00e1ria de seu pa\u00eds, e alguns, sobretudo as gera\u00e7\u00f5es mais velhas, relutam      em experimentar pratos estrangeiros.<\/p>\n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france63.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Francesa\" width=\"181\" height=\"268\" title=\"Culin\u00e1ria Francesa\" \/><br \/>\n     Foie Gras<\/strong><\/p>\n<h4>Comida<\/h4>\n<p>O modo de alimenta\u00e7\u00e3o do dia \u00e9 tomar um desjejum leve (p\u00e3o, e\/ou cereal,      possivelmente caf\u00e9 e poucas frutas, talvez croissants), um almo\u00e7o entre meio      dia e 14h, e jantar \u00e0 noite. Uma refei\u00e7\u00e3o normal completa consiste de entrada      (vegetais crus ou salada), prato principal (carne ou peixe, com acompanhamento      de vegetais, massa, arroz ou batatas fritas), queijo e\/ou sobremesa (frutas      ou bolo).<\/p>\n<p>Nas grandes cidades, a maior parte dos que trabalham e estudam almo\u00e7am fora.      As lanchonetes das empresas e escolas servem refei\u00e7\u00f5es completas (entradas,      prato principal, sobremesa) n\u00e3o sendo comum que os estudantes tragam sandu\u00edches.      Em cidades menores, a maioria dos trabalhadores volta a casa para almo\u00e7ar,      o que causa quatro horas de correria di\u00e1rias (\u00e0s 8 da manh\u00e3, ao meio-dia,      s 14h e \u00e0s 18h).<\/p>\n<p>Com o estilo de vida contempor\u00e2neo, com o reduzido n\u00famero de esposas\/donas-de-casa,      o franc\u00eas conta muito com enlatados ou congelados para a refei\u00e7\u00e3o semanal.      Ainda \u00e9 popular cozinhar \u00e0 noite ou aos finais-de-semana com ingredientes      frescos. Na maioria das cidades, h\u00e1 mercadinhos que vendem vegetais, carne      e peixe embora a maioria de tais produtos sejam comprados nos hipermercados      ou supermercados.<\/p>\n<h4>Bebidas<\/h4>\n<p>Tradicionalmente, a Fran\u00e7a tem a cultura do consumo de vinho. Tal caracter\u00edstica      vem diminuindo, e hoje apenas cerca de 28,67% dos franceses consomem vinho      diariamente. Especialmente, o consumo de vinhos de menor qualidade nas refei\u00e7\u00f5es      tem diminu\u00eddo muito. A cerveja \u00e9 popular, especialmente entre os jovens. Outras      bebidas alco\u00f3licas populares incluem, no sudeste o pastis, aromatizado com      sementes de anis e dilu\u00edda com \u00e1gua, popular do ver\u00e3o; e cidra, no nordeste.<\/p>\n<h4>Os vinhos da Fran\u00e7a<\/h4>\n<p>Exist\u00eancia do vinho remonta \u00e0 mais long\u00ednqua antiguidade. Basta esmagar a      uva para que surja espontaneamente uma ebuli\u00e7\u00e3o, ligada a uma libera\u00e7\u00e3o de      g\u00e1s carb\u00f4nico, o meio se aque\u00e7a e se desencadeie a fermenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Comparado ao suco de uva, o vinho apresenta uma certa estabilidade, gra\u00e7as      presen\u00e7a do \u00e1lcool; em certa medida, \u00e9 poss\u00edvel conserv\u00e1-lo e mesmo transport\u00e1-lo.      Os homens sempre apreciaram o consumo do vinho, sobretudo, talvez, por causa      do efeito euforizante do \u00e1lcool. Mas tamb\u00e9m encontraram no vinho, mais que      em qualquer outro produto de sua alimenta\u00e7\u00e3o, uma hierarquia e uma diversidade      de qualidade que permitia elevar as harmonias olfativas e gustativas ao n\u00edvel      de uma arte, como a harmonia dos sons ou das cores \u00e9 o fundamento da arte      da m\u00fasica ou da pintura.<\/p>\n<p>Esses vinhos antigos eram certamente muito diferentes de nossos vinhos contempor\u00e2neos      e mais pr\u00f3ximos das &#8220;aguap\u00e9s&#8221; de hoje. Mas o que interessa mais      \u00e9 constatar a import\u00e2ncia do vinho nas civiliza\u00e7\u00f5es antigas, perfeitamente      traduzida nos ritos da religi\u00e3o cat\u00f3lica.<\/p>\n<p><strong>Esta situa\u00e7\u00e3o se haveria de perpetuar ao longo dos s\u00e9culos, com a      constante preocupa\u00e7\u00e3o de aumentar a qualidade, que se desenvolveria em duas      dire\u00e7\u00f5es, perfeitamente complementares:<\/strong>por um lado, a sele\u00e7\u00e3o dos      melhores meios f\u00edsicos (terrenos, clima) nos quais o vinhedo d\u00e1 as melhores      uvas, e por outro o controle das pr\u00e1ticas culturais e t\u00e9cnicas de vinifica\u00e7\u00e3o.      Por muito tempo este empenho de busca do progresso t\u00e9cnico escorou-se quase      exclusivamente na observa\u00e7\u00e3o emp\u00edrica. O desenvolvimento das ci\u00eancias qu\u00edmicas      e biol\u00f3gicas na segunda metade do s\u00e9culo XIX teve na produ\u00e7\u00e3o de vinhos de      qualidade um terreno de aplica\u00e7\u00e3o privilegiado, e os cientistas franceses,      seguindo o exemplo de Louis Pasteur, desempenharam um papel de destaque no      desenvolvimento das tecnologias das vinhas e do vinho.<\/p>\n<p>O per\u00edodo contempor\u00e2neo tem sido marcado, particularmente na Fran\u00e7a mas tamb\u00e9m      em todo o mundo, por um interesse cada vez maior pelo vinho. E \u00e9 certo que      este interesse pelo vinho, o lugar que ocupa nos mercados, os escritos de      que \u00e9 objeto e sua fun\u00e7\u00e3o cultural muito devem \u00e0 melhora de sua qualidade.<\/p>\n<p>Mais que qualquer outra, a viticultura francesa manteve-se fiel a esse reconhecimento      de terrenos e condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas privilegiados, valorizados por uma tecnologia      eficiente. Embora seja respeit\u00e1vel a concorr\u00eancia dos outros pa\u00edses, a Fran\u00e7a      continua inquestion\u00e1vel quanto \u00e0 produ\u00e7\u00e3o dos maiores vinhos; existe efetivamente      uma concorr\u00eancia, que no entanto se manifesta nos vinhos de padr\u00e3o intermedi\u00e1rio.<\/p>\n<h4>Divis\u00f5es da Cozinha Francesa<\/h4>\n<p><strong>Esquematicamente, a cozinha francesa pode ser dividida em:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cozinha Burguesa<\/strong><\/p>\n<p>Cozinha Burguesa, que inclui todos os pratos cl\u00e1ssicos que n\u00e3o s\u00e3o (ou n\u00e3o      s\u00e3o mais) especificamente regionais, adaptados para o gosto das classes sociais      mais afluentes. Inclui os molhos ricos \u00e0 base de creme e t\u00e9cnicas de cozinhar      complexas (as que muitos associam \u00e0 culin\u00e1ria francesa). No topo da categoria      est\u00e1 o que \u00e9 conhecido como alta cozinha, maneira altamente complexa e refinada      da prepara\u00e7\u00e3o de comida e gerenciamento da cozinha. Como justamente este tipo      de cozinha aparece frequentemente no estrangeiro como &#8220;Cozinha Francesa&#8221;,      acredita-se por engano que as refei\u00e7\u00f5es t\u00edpicas francesas envolvem procedimentos      culin\u00e1rios complexos e pratos ricos, nada diet\u00e9ticos. Quando, na verdade,      este tipo de cozinha \u00e9 reservado para ocasi\u00f5es especiais.<\/p>\n<p><strong>Cozinha regional ou cuisine du terroir<\/strong><\/p>\n<p>A Cuisine du terroir cobre as especialidades regionais, com \u00eanfase em alta      produtos de qualidade e na tradi\u00e7\u00e3o camponesa. Muitos pratos n\u00e3o aparecem      como franceses, estereotipadamente, pois os estilos regionais podem diferir      muito dos que se encontram nos restaurantes franceses pelo mundo.<\/p>\n<p><strong>Cuisine nouvelle ou nova cozinha<\/strong><\/p>\n<p>Cuisine nouvelle ou nouvelle cuisine, desenvolvida na d\u00e9cada de 1970 em rea\u00e7\u00e3o      cozinha tradicional. Teve a influ\u00eancia de chefes como Paul Bocuse.<\/p>\n<p>Caracteriza-se por ser elaborada em pouco tempo, com molhos mais leves e      menores por\u00e7\u00f5es, apresentadas em forma refinada e decorativa. Moderna e inventiva,      incorpora t\u00e9cnicas e combina\u00e7\u00f5es vindas do estrangeiro (especialmente da \u00c1sia).      Teve grande influ\u00eancia nos estilos de cozinha de todo o mundo.<\/p>\n<h4>Cozinha atual<\/h4>\n<p><strong>Comida, moda e tend\u00eancias na Fran\u00e7a se alternam entre estes tr\u00eas      tipos de culin\u00e1ria:<\/strong>atualmente h\u00e1 clara \u00eanfase na cozinha chamada      cuisine du terroir, um retorno \u00e0 culin\u00e1ria tradicional, mais r\u00fastica, aos      sabores &#8220;esquecidos&#8221; dos produtos da terra. A cozinha fus\u00e3o, ou      &#8220;fusion&#8221;, popular no mundo de l\u00edngua inglesa, n\u00e3o \u00e9 muito usada      na Fran\u00e7a. Mesmo assim alguns restaurantes de Paris (capital da Fran\u00e7a) t\u00eam      tal tema e muitos modernos chefes franceses se deixam influenciar por grande      variedade de estilos internacionais.<\/p>\n<p>O Vegetarianismo n\u00e3o \u00e9 comum na Fran\u00e7a e h\u00e1 poucos restaurantes vegetarianos.<\/p>\n<h4>Culin\u00e1ria estrangeira<\/h4>\n<p><strong>Culin\u00e1ria estrangeira popular na Fran\u00e7a quer dizer:<\/strong>alguns      pratos das antigas col\u00f4nias francesas no norte da \u00c1frica, especialmente cuscuz<\/p>\n<h4>Cozinha vietnamita e cozinha chinesa<\/h4>\n<p>Restaurantes que oferecem pratos japoneses (sushi ou yakitori) cada vez mais      populares em centros urbanos. Mas a maior parte da popula\u00e7\u00e3o francesa ignora      o que seja comer peixe cru.<\/p>\n<p><strong>Pratos Franceses Famosos:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>P\u00e3o franc\u00eas<\/p>\n<p>Blanquette de veau ou ensopado de vitela<\/p>\n<p>Coq au Vin (galo ou cap\u00e3o cozida no vinho tinto)<\/p>\n<p>Queijos Variados<\/p>\n<p>Pratos famosos mas ex\u00f3ticos<\/p>\n<\/blockquote>\n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france64.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Francesa\" width=\"237\" height=\"196\" title=\"Culin\u00e1ria Francesa\" \/><br \/>\n     P\u00e3o franc\u00eas<\/strong><\/p>\n<p><strong>Os pratos considerados comuns na Fran\u00e7a que noutros pa\u00edses podem      ser considerados ex\u00f3ticos:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Cuisses de grenouilles (Coxas de R\u00e3s)<\/p>\n<p>Escargot (Carac\u00f3is)<\/p>\n<p>Caviar (Ovas de peixe)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france65.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Francesa\" width=\"255\" height=\"281\" title=\"Culin\u00e1ria Francesa\" \/><br \/>\n<strong>Escargot (Carac\u00f3is)<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france66.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Francesa\" width=\"288\" height=\"325\" title=\"Culin\u00e1ria Francesa\" \/><br \/>\n<strong>Caviar (Ovas de peixe)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Sobremesas ou Desserts:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Cr\u00e8me br\u00fbl\u00e9e o mesmo que Leite-creme em Portugal e Crema Catalana, na Espanha.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00eapes Especialidade Bret\u00e3:<\/strong>finas panquecas<\/p>\n<p>Mousse de chocolate Chocolate batido com creme e claras em suspiro<\/p>\n<p>P\u00e2tisserie Pastelaria<\/p>\n<p>Mille-feuilles Mil Folhas<\/p>\n<\/blockquote>\n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france67.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Francesa\" width=\"283\" height=\"188\" title=\"Culin\u00e1ria Francesa\" \/><br \/>\n     Cr\u00eapes Especialidade Bret\u00e3: finas panquecas<\/strong><\/p>\n<h4>Especialidades por regi\u00e3o\/cidade<\/h4>\n<p><strong>Als\u00e1cia<\/strong><\/p>\n<p>Choucroute garnie (sauerkraut repolho em conserva com salsichas, carnes salgada      e<br \/>\n     batatas)<\/p>\n<p><strong>Alpes<\/strong><\/p>\n<p>Raclette (Queijo derretido servido com batatas , fiambre e carne seca)<br \/>\n     fondue savoyarde (fondue de queijo e vinho branco em que se mergulham cubos      de p\u00e3o)<br \/>\n     gratin dauphinois Batatas gratinadas com creme, como no Dauphin\u00e9.<br \/>\n     Tartiflette (gratinado Savoyard de batatas, Reblochon natas e carne de porco)<\/p>\n<p><strong>Bretanha<\/strong><\/p>\n<p>Cr\u00eapes ou panquecas muito finas<br \/>\n     kik ar fars (porco com uma esp\u00e9cie de ravioli)<br \/>\n     kouign amann (p\u00e3o pequeno feito com muita manteiga)<\/p>\n<p><strong>Borgonha<\/strong><\/p>\n<p>Boeuf Bourguignon (carne de vaca cozida em vinho da Borgonha durante muitas      horas)<br \/>\n     Escargots de Bourgogne (carac\u00f3is em suas cascas com manteiga e salsa fresca)<br \/>\n     Fondue bourguignonne (fondue feito com \u00f3leo, em que se mergulham cubos de      carne)<\/p>\n<p><strong>Lorraine<\/strong><\/p>\n<p>Quiche Lorraine uma massa de torta fina sobre a qual se disp\u00f5e creme e toicinho      frito.<\/p>\n<p><strong>Costa Azul\/Proven\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>Bouillabaisse (uma sopa de tomates e peixes do M;editerr\u00e2neo servida com      molho ferrugem)<br \/>\n     Ratatouille conserva de berinjela, tomates, abobrinha<br \/>\n     Pieds et paquets (peda\u00e7os de p\u00e9s e tripas de cabrito em molho saboroso)<\/p>\n<p><strong>Nimes<\/strong><\/p>\n<p>Brandade de morue (bacalhau em pur\u00ea)<\/p>\n<p><strong>Normandia<\/strong><\/p>\n<p>Tripes \u00e0 la mode de Caen (tripas cozinhadas em molho de vinho e Calvados)<\/p>\n<p><strong>Auv\u00e9rnia Auvergne<\/strong><\/p>\n<p>Tripoux (peda\u00e7os de tripas em molho saboroso)<br \/>\n     Truffa de (batatas salteadas com alho e queijo tipo &#8220;tomme&#8221;)<br \/>\n     Aligot (pur\u00e9 de batatas misturadas a queijo &#8220;tomme&#8221;)<\/p>\n<p><strong>Sudoeste<\/strong><\/p>\n<p>Cassoulet (ensopado com feij\u00e3o branco, salsichas e peda\u00e7os de ganso ou pato      confitados)<br \/>\n     Foie gras (figado de ganso ou pato)<\/p>\n<h4>Gloss\u00e1rio<\/h4>\n<p><strong>Armanhaque<\/strong><\/p>\n<p>Aguardente de vinho da regi\u00e3o de Gascogne.<\/p>\n<p><strong>Blanquette<\/strong><\/p>\n<p>Prepara\u00e7\u00e3o de carnes brancas (vitela, coelho, etc.) cozidas em \u00e1gua \u00e0s quais      s\u00e3o acrescentados diversos aromatizantes.<\/p>\n<p><strong>Bouquet garni<\/strong><\/p>\n<p>Amarrado de ervas arom\u00e1ticas introduzido no guisado, de maneira que possa      ser retirado quando for oportuno.<\/p>\n<p><strong>Brioche<\/strong><\/p>\n<p>Massa de confeitaria elaborada com farinha, levedura, leite ou \u00e1gua, a\u00e7\u00facar      ou sal, ovos e manteiga.<\/p>\n<p><strong>Cassoulet<\/strong><\/p>\n<p>Especialidade de Languedoc \u00e0 base de feij\u00f5es brancos, cozidos numa panela      com torresmos, condimentos e aromatizantes, acompanhados de diversas carnes.<\/p>\n<p><strong>Cocotte<\/strong><\/p>\n<p>Panela de forma redonda ou oval, geralmente com duas al\u00e7as, cuja tampa encaixa      perfeitamente para favorecer os cozimentos lentos.<\/p>\n<p><strong>Foie gras<\/strong><\/p>\n<p>F\u00edgado gordo de pato ou de ganso excessivamente alimentados com cevada.<\/p>\n<p><strong>Gibier<\/strong><\/p>\n<p>Ca\u00e7a de animais selvagens para o consumo de sua carne. Relativo ao veado.<\/p>\n<p><strong>Magret<\/strong><\/p>\n<p>M\u00fasculo do peito do pato engordado com cevada para a prepara\u00e7\u00e3o do foie gras.<\/p>\n<p><strong>Panceta<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 basicamente o nosso toucinho. Tamb\u00e9m conhecido como toucinho de barriga.<\/p>\n<p><strong>Royale<\/strong><\/p>\n<p>Creme com aspecto de pudim, utilizado para enriquecer alguns tipos de consome.      Geralmente s\u00e3o salgados.<\/p>\n<p><strong>Tournedor<\/strong><\/p>\n<p>Fil\u00e9 alto circundado por uma tira de toucinho.<\/p>\n<p>Fonte: www.emporiovillaborghese.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Francesa<\/h6>\n<p><strong>A GASTRONOMIA FRANCESA: DA IDADE M\u00c9DIA \u00c0S NOVAS TEND\u00caNCIAS CULIN\u00c1RIAS<\/strong><\/p>\n<p>Falar da gastronomia na<strong>Fran\u00e7a<\/strong>, do ponto de vista do historiador,      significa buscar suas origens, explicar a sua reputa\u00e7\u00e3o, destacar as rela\u00e7\u00f5es      que ela mant\u00e9m com as diversas produ\u00e7\u00f5es alimentares inter-regionais e transnacionais      e as suas tend\u00eancias diante das novas culin\u00e1rias hoje presentes, como a cozinha      molecular.<\/p>\n<p><strong>A indiscut\u00edvel supremacia da cozinha francesa atrav\u00e9s da Hist\u00f3ria      Moderna e Contempor\u00e2nea nos leva \u00e0s suas origens medievais, e \u00e0 sua defini\u00e7\u00e3o      como a fus\u00e3o de tr\u00eas elementos indispens\u00e1veis:<\/strong>a riqueza de ingredientes;      a sabedoria na maneira de utiliz\u00e1-los e o requinte nos m\u00ednimos detalhes. Com      charme e versatilidade incontest\u00e1veis, quer falando da Cozinha Cl\u00e1ssica ou      da Nouvelle Cuisine, a gastronomia francesa \u00e9 responsavel pelas in\u00fameras outras      cozinhas que nela se espelharam e est\u00e3o espalhadas pelo mundo, bem como das      formas de fazer da cozinha e da mesa verdadeiras artes.<\/p>\n<p>Geralmente a id\u00e9ia que se tem da Idade M\u00e9dia \u00e9 aquela de cavaleiros brutais      rasgando a dentada a ca\u00e7a ainda quente e a sangrar, os camponeses vivendo      permanentemente com fome, os monges gordos de grandes barrigas que vivem s\u00f3      a comer; cozinheiros ignorantes trabalhando com instrumentos primitivos.<\/p>\n<p>Esta \u00e9 a id\u00e9ia que se tem da alimenta\u00e7\u00e3o medieval, isto \u00e9, tempos b\u00e1rbaros      que s\u00f3 podem corresponder a cozinhas b\u00e1rbaras. Isso \u00e9 uma vis\u00e3o j\u00e1 ultrapassada,      pois os documentos de s\u00e9culos atr\u00e1s, nos revelam que os camponeses da Alta      Idade M\u00e9dia (s\u00e9cs. V ao X), salvo em tempos de acidentes clim\u00e1ticos, comiam      de acordo com a fome que tinham e, muitas vezes melhor que os camponeses do      s\u00e9c. XVII (Era Moderna). E, entre as elites, desenvolveu-se nesta \u00e9poca medieval      uma arte culin\u00e1ria, no sentido da gastronomia, que n\u00e3o fica nada a dever \u00e0      nossa, no que diz respeito \u00e0 variedade e sofistica\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso considerar      que a heran\u00e7a greco-romana (antiguidade Cl\u00e1ssica) n\u00e3o foi aniquilada durante      as invas\u00f5es b\u00e1rbaras e que permaneceu na aristocracia da Alta Idade M\u00e9dia,      constituindo uma cozinha muito interessante.<\/p>\n<p>Sendo a Idade M\u00e9dia uma civiliza\u00e7\u00e3o essencialmente cerealista, o p\u00e3o torna-se      o alimento principal, consumido na ceia, junto ao vinho. Portanto, p\u00e3o e vinho      s\u00e3o alimentos ess\u00eancias nesta \u00e9poca. Em face da import\u00e2ncia da Igreja no cotidiano      medieval, a evolu\u00e7\u00e3o da cozinha foi lenta e progressiva, sendo que alguns      alimentos foram postos de lado como os temperos de peixes (que eram largamente      utilizados pelos romanos), substitu\u00eddos por outras especiarias como a nozmoscada      e o Cravo-da-\u00cdndia (come\u00e7am a ser introduzidos na farmacop\u00e9ia e depois na      cozinha).<\/p>\n<p><strong>Ao longo da Idade M\u00e9dia opera-se uma outra modifica\u00e7\u00e3o fundamental:<\/strong>a      forma do corpo (o aprumo) da pessoa que come. O h\u00e1bito de comer deitado da      \u00e9poca romana \u00e9 substitu\u00eddo pelo h\u00e1bito de comer sentado, determinado pela      passagem de uma cozinha fundada nos picados e alm\u00f4ndegas que podiam se agarrados      com as m\u00e3os, para uma outra em se priorizava o corte das carnes.<\/p>\n<p>A mesa francesa medieval em certos per\u00edodos era farta, com a presen\u00e7a de      peixes como congrios, arenques, salm\u00f5es, enguias, lagostins, trutas, esturj\u00f5es,      empadas de Paris, tortas, pudim de ovos, queijos, castanhas, mostarda, p\u00earas,      alho, cebolas, e outros. Desta forma, na I. M\u00e9dia se constituiu uma arte de      mesa original e requintada, uma certa gastronomia. A cozinha francesa na Idade      M\u00e9dia \u00e9, sob certos aspectos, diferente da nossa tendo os gostos e h\u00e1bitos      alimentares sofridos profundas altera\u00e7\u00f5es. Mas essa ruptura n\u00e3o se deu de      um dia para o outro. Importante destacar que em 1486, foi impresso o primeiro      livro de culin\u00e1ria na Fran\u00e7a, intitulado \u0093Le Viandier\u0094 com 230 receitas.      Desse ponto de vista, a Renascen\u00e7a na Fran\u00e7a n\u00e3o parece ter sido um s\u00e9culo      de grandes mudan\u00e7as culin\u00e1rias, pois a influ\u00eancia medieval ainda estava muito      forte e muito pr\u00f3xima.<\/p>\n<p><strong>A descoberta da Am\u00e9rica e do caminho mar\u00edtimo para as \u00cdndias, e a      conquista espanhola da Am\u00e9rica Central trouxe novos alimentos para os europeus:<\/strong>tomate,      pimentas, milho, batata, feij\u00e3o verde, novas especiarias, temperos, peru e      outros. Entretanto, a introdu\u00e7\u00e3o destes novos alimentos na cozinha europ\u00e9ia      e especialmente a francesa, n\u00e3o foi algo de imediato. O uso destes alimentos      manteve-se mais restrito at\u00e9 o s\u00e9c. XVII, quando a nobreza e uma nova gera\u00e7\u00e3o      de cozinheiros demonstram claramente seus distanciamentos da cozinha g\u00f3tica.      A partir deste per\u00edodo, pode-se dizer que em Fran\u00e7a os gostos e as maneiras      de comportamento \u00e1 mesa (etiqueta) s\u00e3o renovadas. Tudo isso revela uma cozinha      francesa inovadora, original, demonstrando que para os franceses a certeza      que a sua forma de comer era superior a de todos os outros povos da Europa.      E tal constata\u00e7\u00e3o \u00e9 comprovada pela leva de estrangeiros que visitam a Fran\u00e7a      e comprovam a superioridade francesa no dom\u00ednio da cozinha e da mesa.<\/p>\n<p>Ao longo do s\u00e9c. XVII, a afirma\u00e7\u00e3o da cozinha francesa colocada acima \u00e9 iniciativa      da realeza sob Luis XIV, o Rei Sol. O refinamento proveniente da Corte engendra      um vasto movimento de renova\u00e7\u00e3o dos costumes e pr\u00e1ticas alimentares. Os cozinheiros      franceses passam a privilegiar os cozimentos, deixando as carnes com o m\u00e1ximo      de sabor, o que permitiu que se desenvolvesse em Fran\u00e7a uma produ\u00e7\u00e3o de carne      da mais alta qualidade. Junto \u00e0 carne de boi se exigiu legumes frescos e de      sistema de manuten\u00e7\u00e3o de alimentos como os peixes e frutos do mar, isto \u00e9,      oferecer sempre peixe fresco. Desta forma, a grande novidade desta cozinha      do s\u00e9c. XVII \u00e9 privilegiar os sabores naturais dos alimentos (algo at\u00e9 ent\u00e3o      in\u00e9dito).<\/p>\n<p>O s\u00e9c. XVIII viu surgir uma individualiza\u00e7\u00e3o da comida, isto \u00e9, um prato      e seus talheres para cada pessoa. A mesa deixa de ter um servi\u00e7o coletivo      e cada pessoa ter\u00e1 um couvert para si. \u00c9 desta \u00e9poca o in\u00edcio do uso mais      frequente do garfo, que trouxe consigo novos pratos, e novas pr\u00e1ticas alimentares.      Desta forma, a Fran\u00e7a vai rompendo com os costumes medievais aonde todos se      serviam num prato comum e com as m\u00e3os.<\/p>\n<p><strong>Foi ao longo do S\u00e9c. XVIII que surge os fundamentos da refei\u00e7\u00e3o moderna:<\/strong>a      eleg\u00e2ncia da mesa, a etiqueta, o comportamento mesa para comer e para beber.<\/p>\n<p><strong>No s\u00e9c. XVIII, a forma de dispor a comida nos pratos foi fortemente      influenciada pelos acompanhamentos e com a consequente expuls\u00e3o da ditadura      do alho e da cebola:<\/strong>legumes, vegetais, os verdes, os temperos passam      a dar cores aos pratos. Desta forma, a Fran\u00e7a promove a substitui\u00e7\u00e3o da cozinha      do olfato pela cozinha do olhar. Na verdade o Antigo regime (da realeza) ao      realizar os famosos Banquetes de Estado que fizeram a fama do Pal\u00e1cio de Versalhes,      produziu pratos que eram concebidos e apresentados de modo a real\u00e7ar e divulgar      grandeza da cozinha francesa. Neste per\u00edodo os cozinheiros franceses j\u00e1 eram      considerados os melhores do mundo. Desta forma a realeza se vangloriava de      promover a do\u00e7ura do bem viver (frase de Talleyrand), que enaltecia o orgulho      franc\u00eas de ter a melhor cozinha do mundo.<\/p>\n<p>Ainda no s\u00e9c. XVIII, antes da revolu\u00e7\u00e3o Francesa, se inventou em Paris o      restaurante. Esta constata\u00e7\u00e3o come\u00e7a por demolir a vers\u00e3o cl\u00e1ssica, e refor\u00e7ada,      como no filme \u0093A Festa de Babette\u0094, que, segundo SEVCENKO, \u0093v\u00ea      culin\u00e1ria francesa como uma das grandes conquistas da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa\u0094      (1).<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 duas vers\u00f5es sobre a inven\u00e7\u00e3o dos restaurantes:<\/strong>1. Aquela      exposta por FLANDRIN &amp; MONTANARI (2), demonstrando que M. Boulanger, tamb\u00e9m      conhecido como \u0093Champs d\u0092Oiseaux, um padeiro e vendedor de sopas,      resolveu colocar em seu estabelecimento perto do Louvre, algumas mesas a disposi\u00e7\u00e3o      a disposi\u00e7\u00e3o dos seus clientes, que at\u00e9 ent\u00e3o tomavam seus caldos restauradores      em canecas e em p\u00e9. E com o aumento da clientela que passou a exigir al\u00e9m      dos caldos restauradores, outros pratos, M. Boulanger passou a servir pratos      com alimentos s\u00f3lidos em por\u00e7\u00f5es individuais. A partir de ent\u00e3o, ele foi seguido      por outros imitadores e estava ent\u00e3o inventado o restaurante na Fran\u00e7a, com      um novo profissional o Restaurateur e um novo tipo de neg\u00f3cio, o Restaurante;      2. a outra vers\u00e3o sobre a inven\u00e7\u00e3o do restaurante, parte de SPANG (3) que      atribui \u00e0 Marthurin Roze de Chantoiseau a cria\u00e7\u00e3o destes para\u00edsos dos sabores.      Sendo uma figura conhecida, Chantoiseau fixou resid\u00eancia em Paris em 1760,      em plena conjuntura de crise econ\u00f4mica da Fran\u00e7a em face da sua d\u00edvida interna.      Em Paris, a partir da fortuna herdada do pai, um rico latifundi\u00e1rio e mercador,      Roze de Chantoiseau, ap\u00f3s algumas tentativas de elabora\u00e7\u00e3o de projetos para      ajudar a Fran\u00e7a a sair da sua crise, em 1765 abriu as portas do primeiro restaurante.      A inten\u00e7\u00e3o era, atrav\u00e9s dos restaurantes, \u0093fazer circular o dinheiro,      que ajudaria a melhorar a situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica francesa \u0093(4).<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a revolu\u00e7\u00e3o francesa, muitas pessoas que vinham a Paris buscavam estes      lugares mais simples que servia uma comida tamb\u00e9m simples, mas reconfortante.<\/p>\n<p>Entretanto haviam chefes de cozinha desempregados, cujos patr\u00f5es membros      da alta nobreza, haviam fugido da revolu\u00e7\u00e3o. Estes chefes, obrigados a encontrar      uma outra maneira de realizar o seu trabalho, acabaram abrindo os seus pr\u00f3prios      restaurantes, e tornando a cozinha art\u00edstica dos grandes mestres, antes s\u00f3      encontrada nas resid\u00eancias dos ricos e poderosos, agora acess\u00edvel ao grande      p\u00fablico que pudesse pagar por ela. Nasce assim o grande restaurante em Fran\u00e7a,      um produto autenticamente franc\u00eas, desconhecido at\u00e9 ent\u00e3o, com uma cozinha      superior, um sal\u00e3o elegante, gar\u00e7ons eficientes e uma adega cuidadosa e selecionada.      Tais predicados se espalharam pelo mundo, tornando a cozinha francesa famosa      e respeitada. A partir da\u00ed, toda uma cultura culin\u00e1ria come\u00e7ou a florescer.      Desenvolveu-se uma verdadeira \u0093ci\u00eancia da mesa\u0094, e em 1801 foi criado      o termo gastronomia para designar o que Montaigne chamava de \u0093ci\u00eancia      da gula\u0094.<\/p>\n<p>Para aqueles que estudam a Hist\u00f3ria da Alimenta\u00e7\u00e3o, os discursos gastron\u00f4micos      evoluem em fun\u00e7\u00e3o das muta\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas, econ\u00f4micas, est\u00e9ticas, sociais e      pol\u00edticas, como a coloniza\u00e7\u00e3o (e o contato com outros povos), os fen\u00f4menos      imigrat\u00f3rios, as rela\u00e7\u00f5es internacionais, as consequ\u00eancias das guerras e hoje      em dia em fun\u00e7\u00e3o da globaliza\u00e7\u00e3o. Nesse sentido, os alimentos n\u00e3o s\u00f3 alimentos,      eles s\u00e3o atitudes, protocolos, conven\u00e7\u00f5es. Nenhum alimento que entra em nossas      bocas \u00e9 neutro. O alimento \u00e9 uma categoria hist\u00f3rica e a forma\u00e7\u00e3o do gosto      alimentar n\u00e3o se d\u00e1 exclusivamente por seus predicados biol\u00f3gicos e nutricionais.<\/p>\n<p><strong>No final do s\u00e9c. XVIII, quando Napole\u00e3o chega ao poder e depois invade      a Europa e o Oriente, os seus soldados portam na ponta das baionetas a obra      dos direitos humanos e atr\u00e1s deles seguem ex\u00e9rcitos de cozinheiros, cabeleireiros,      professores de dan\u00e7as:<\/strong>\u00e9 a civiliza\u00e7\u00e3o francesa se expandindo pelo      mundo. Nesta \u00e9poca destaca-se o cozinheiro-chefe Car\u00eame, considerado um dos      mais renomados expoentes da culin\u00e1ria francesa. Car\u00eame foi contempor\u00e2neo de      Brilhat Savarin, famoso autor da obra \u0093A Fisiologia do Gosto\u0094. Deve-se      a Car\u00eame a inven\u00e7\u00e3o do vol-au-vent.<\/p>\n<p>\u00c9 importante destacar que os predicados da cozinha francesa s\u00e3o produtos      da efervesc\u00eancia da sua hist\u00f3ria e da sua cultura. H\u00e1 ainda a Geografia da      Fran\u00e7a, oferecendo diversos tipos de clima e quatro fachadas mar\u00edtimas. Possuiu      tamb\u00e9m um imp\u00e9rio colonial rico em possibilidades agr\u00edcolas e fontes generosas      de alimentos. Tudo isso estimula as trocas e influ\u00eancias inter-regionais e      com o Exterior. De todas esta simbioses emerge a identidade nacional francesa,      expressa na cozinha e na mesa francesa.<\/p>\n<p>Na Fran\u00e7a os cozinheiros s\u00e3o respeitados, os Chefs s\u00e3o admirados e os Grandes      Chefes s\u00e3o honrados tanto quanto os chefes militares. Desta forma foram cozinheiros      que se tornaram famosos como Paul Bocuse e Pierre Troigros, conceberam a nouvelle      cuisine, denomina\u00e7\u00e3o francesa para uma total renova\u00e7\u00e3o da culin\u00e1ria ligada      cultura p\u00f3s-maio de 1968. Trata-se de uma nova concep\u00e7\u00e3o de se preparar os      alimentos, usando-se, sobretudo, ingredientes frescos, de temporada, processo      de cozimentos curtos, card\u00e1pios leves, evitando-se marinadas, fermenta\u00e7\u00f5es      e molhos a base de farinha, manteiga e caldos. Trata-se de uma cozinha cl\u00e1ssica,      est\u00e9tica e muito art\u00edstica na sua apresenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para compreender a cozinha francesa \u00e9 preciso conhecer com que detalhes ela      lida. As riquezas culin\u00e1rias da Ile-de- France, com seus pat\u00eas de enguia da      cidade de Melum e os cogumelos e presuntos de Paris. Da Normandia vem o leite,      a manteiga, a nata, os peixes do mar, as aves, os queijos em grandes variedades,      os ovos, as cidras e o Calvados.<\/p>\n<p><strong>Da Bretanha, v\u00eam os mariscos, crust\u00e1ceos e os peixes, sendo famosa      tamb\u00e9m por seus legumes:<\/strong>ervilhas, repolhos, couve flor, alcachofras      e cebolas. Da regi\u00e3o da Champagne v\u00eam a Champagne, as trutas e as caldeiradas.      Da Borgonha chegam os vinhos tintos mais famosos, como o Conti Roman\u00e9e e tamb\u00e9m      vinhos brancos, mais os legumes, a ca\u00e7a abundante, os peixes de rio, o gado      de primeira qualidade, as frutas e a mostarda de Dijon. Enfim, ficar-se-ia      muito tempo falando das grandes rel\u00edquias alimentares da Fran\u00e7a, que possibilitam      a melhor cozinha do mundo. Desta forma, um pa\u00eds que consegue codificar 297      formas de preparar o ovo (com mais de 125 tipos de omelete), faz a hist\u00f3ria      no campo da gastronomia.<\/p>\n<p><strong>Nos \u00faltimos tempos a cozinha francesa tem come\u00e7ado uma nova diversifica\u00e7\u00e3o:<\/strong>H\u00e1      cozinheiros como Alan Passard que abandonou a cozinha das carnes e se concentra      numa alta gastronomia de legumes, onde o legume \u00e9 o alimento principal, como      as beringelas da Bretanha, que \u00e9 o nome do prato principal. Assim como Pierre      Gagnaire que joga forte no prato das langustines na manteiga de nozes.<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 uma nova cozinha na Fran\u00e7a?<\/strong><\/p>\n<p>Em recente evento em Tours\/Fran\u00e7a, intitulado \u0094Novas Tend\u00eancias Culin\u00e1rias\u0094      (5) foi constatada a realidade de que n\u00e3o h\u00e1 como abstrair as influ\u00eancias      da cozinha molecular na culin\u00e1ria francesa. De qualquer maneira, desta resist\u00eancia      da nouvelle cuisine face \u00e0s inova\u00e7\u00f5es da cozinha contempor\u00e2nea, quem ganha      \u00e9 a clientela, \u00e1vida pela boa comida.<\/p>\n<p><strong>Carlos Roberto Antunes dos Santos<\/strong><\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n<p>(1) SEVCENKO, Nicolau. A s\u00edndrome da vaca cega. S. Paulo: Carta      Capital, 24\/jan\/2001, p. 73.<br \/>\n     (2) Hist\u00f3ria da Alimenta\u00e7\u00e3o\/ sob a Dire\u00e7\u00e3o de Jean-Louis Flandrin &amp; Massimo      Montanari. S. Paulo: Esta\u00e7\u00e3o Liberdade, 1998, p. 755.<br \/>\n     (3) SPANG, Rebecca L. A Inven\u00e7\u00e3o do Restaurante. Rio de Janeiro: Record, 2003,      p. 27.<br \/>\n     (4) LOREN\u00c7ATO, A. E a democracia do paladar mudou. S. Paulo: Gazeta Mercantil,      12\/13 out\/2002, p.9.<br \/>\n     (5) Forum \u0093Nouvelles Tendances Culinaires\u0094. Tours (Fran\u00e7a), IEHCA,      02\/03 dez\/2005.<\/p>\n<p>Fonte: www.historiadaalimentacao.ufpr.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Francesa<\/h6>\n<h4>A ORIGEM DO CREPE FRANC\u00caS<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france68.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Francesa\" width=\"337\" height=\"231\" title=\"Culin\u00e1ria Francesa\" \/><br \/>\n     Crepe Franc\u00eas<\/strong><\/p>\n<p>O crepe \u00e9 um tipo de massa fina, cozida normalmente a base de farinha de      trigo.A palavra, em si, \u00e9 de origem francesa, decorrente do crispa latim,      que significa &#8220;enrolado&#8221;.<br \/>\n     Enquanto crepe \u00e9 de origem da Bretanha, uma regi\u00e3o no noroeste da Fran\u00e7a,      seu consumo \u00e9 hoje difundido na Fran\u00e7a e \u00e9 considerado um prato nacional.<br \/>\n     Na Bretanha, crepes s\u00e3o tradicionalmente servidas com cidra. Crepes s\u00e3o servidos      com uma variedade de recheios, desde o mais simples, aos saborosos recheios.<br \/>\n     A creperia pode ser um restaurante ou takeaway barraca, que serve crepes como      uma forma de fast food ou comida de rua, ou pode ser mais formal em restaurante      ou caf\u00e9 creperies s\u00e3o t\u00edpicos da Bretanha em Fran\u00e7a, no entanto, creperies      pode ser encontrado em toda a Fran\u00e7a, Europa, Jap\u00e3o, Seul, Dubai, Estados      Unidos, Austr\u00e1lia e Canad\u00e1.<\/p>\n<p>Na prov\u00edncia canadense de Quebec, creperies s\u00e3o especialmente abundantes      por causa da heran\u00e7a cultural francesa e influ\u00eancia.<br \/>\n     Um crepe pode ser servido tanto como uma refei\u00e7\u00e3o principal ou sobremesa.<br \/>\n     Eles tamb\u00e9m podem servir caf\u00e9, ch\u00e1, soro de leite coalhado, e cidra (uma bebida      popular para acompanhar crepes).<br \/>\n     Na Fran\u00e7a, crepes s\u00e3o tradicionalmente servido em Candel\u00e1ria (La Chandeleur),      2 de fevereiro. Este dia foi originalmente Dia da Virgem Maria B\u00ean\u00e7\u00e3o, mas      ficou conhecido como Dia avec Cr\u00eape, referindo-se a tradi\u00e7\u00e3o de oferecer crepes.      A cren\u00e7a era que se voc\u00ea pudesse pegar o crepe com uma frigideira depois de      jog\u00e1-la no ar com sua m\u00e3o esquerda e segurando uma moeda de ouro em sua m\u00e3o      direita, voc\u00ea ficaria rico daquele ano.<br \/>\n     No Brasil o Crepe \u00e9 servido como um prato requintado e fino, que pela grande      variedade de recheios, encanta todos os tipos de paladares.<\/p>\n<p>Fonte: www.cuisinefrancaise.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Francesa<\/h6>\n<p><strong>O para\u00edso da boa mesa<\/strong><\/p>\n<p><strong>Partamos de uma constata\u00e7\u00e3o: a Fran\u00e7a \u00e9 a p\u00e1tria por excel\u00eancia das      artes da mesa e, em primeiro lugar, dos alimentos terrestres. De onde vem      essa gulodice e esse verdadeiro culto ao bem-comer &#8211; e ao bem-beber &#8211; erigido      como arte nacional? Por que e como a gastronomia desabrochou na Fran\u00e7a a ponto      de se tornar uma refer\u00eancia universal? A culpa recai, principalmente, sobre      os gauleses, a Igreja e Luis XIV&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>Para explicar a posi\u00e7\u00e3o central que ocupa a gastronomia na Fran\u00e7a, o historiador      Jean-Robert Pitte, em sua admir\u00e1vel Gastronomia Francesa, n\u00e3o hesita em remontar      at\u00e9 os ancestrais dos franceses, os gauleses. Assunto de mesa? N\u00e3o somente,      porque &#8220;na G\u00e1lia, a boa carne \u00e9 insepar\u00e1vel da vida pol\u00edtica e social\u0092      e \u00e9 sobre esse axioma que vai ser constru\u00edda a tradi\u00e7\u00e3o gastron\u00f4mica francesa.<\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio da era crist\u00e3, o ge\u00f3grafo grego Strabon e o viajante latino      Varruo confirmam &#8220;a excel\u00eancia da alimenta\u00e7\u00e3o gaulesa&#8221;, principalmente      de seus famosos frios. Depois da conquista romana, os gansos do norte da Fran\u00e7a      gozam de uma reputa\u00e7\u00e3o t\u00e3o boa que os servi\u00e7ais encaminham-nos a p\u00e9 e aos      bandos at\u00e9 Roma. A partir dessa \u00e9poca, a G\u00e1lia torna-se tamb\u00e9m um pa\u00eds exportador      de queijos. Essa &#8220;cozinha r\u00fastica e copiosa receber\u00e1 um polimento sob      a influ\u00eancia romana&#8221;, assinala a professora universit\u00e1ria Julia Csergo,      especialista em cozinhas regionais francesas.<\/p>\n<p>Segundo J.-R. Pitte, &#8220;n\u00e3o \u00e9 absurdo formular a hip\u00f3tese de uma filia\u00e7\u00e3o      entre o interesse marcante dos qauleses pela alimenta\u00e7\u00e3o e a gula francesa&#8221;.      Amantes de alegres liba\u00e7\u00f5es, eles desenvolveram um formid\u00e1vel apetite e legaram      aos franceses essa tradi\u00e7\u00e3o de conv\u00edvio \u00e0 mesa que atravessa os s\u00e9culos, chegando      at\u00e9 n\u00f3s.<\/p>\n<p>As refei\u00e7\u00f5es campestres e as cerim\u00f4nias de casamento no campo possuem sem      d\u00favida uma liga\u00e7\u00e3o com os costumes gauleses. Esse senso da festa, que ganhou      em refinamento ao contato com os costumes romanos, mais polidos, n\u00e3o se alterou      na Idade M\u00e9dia e com as invas\u00f5es germ\u00e2nicas que se iniciaram no s\u00e9culo V de      nossa era. &#8220;Ao contr\u00e1rio, segundo J.-R. Pitte, estas \u00faltimas acentuaram      a id\u00e9ia de liberdade na prepara\u00e7\u00e3o dos pratos e o prazer das liba\u00e7\u00f5es foi      refor\u00e7ado.&#8221;<\/p>\n<h4>Uma tradi\u00e7\u00e3o entre conv\u00edvio e prest\u00edgio<\/h4>\n<p>No que se refere ao sabor, o h\u00e1bito muito antigo de consumir vinhos, como      acompanhamento para os alimentos ou em molhos, embora n\u00e3o seja exclusivo \u00e0      Fran\u00e7a, representa um fator importante na educa\u00e7\u00e3o do paladar. Segundo o chef      alsaciano Ernile Jung, &#8220;um molho ao vinho apresenta uma harmonia complexa      de \u00e1cidos que estimulam o aperfei\u00e7oamento. Por outro lado, o vinho estimula      o apetite e torna os pratos ainda mais atraentes&#8221;. A Fran\u00e7a foi al\u00e7ada      a um dos primeiros lugares na qualidade dos vinhos, cujo desenvolvimento se      deu paralelamente aos progressos t\u00e9cnicos constantes a partir cio s\u00e9culo 17,      sob a influ\u00eancia, principalmente&#8230; dos homens da Igreja e das ordens mon\u00e1sticas.      Foi ali\u00e1s gra\u00e7as a eles que a viticultura p\u00f4de perdurar durante os per\u00edodos      de invas\u00e3o da alta Idade M\u00e9dia.<\/p>\n<p>Nessa \u00e9poca, a cozinha francesa ainda n\u00e3o se distinguia da dos outros pa\u00edses      da Europa. \u00c9 verdade que as diferen\u00e7as s\u00e3o mais de ordem social do que geogr\u00e1fico.      Assim, algumas similaridades s\u00e3o percebidas nas cortes pr\u00e9-aristocr\u00e1ticas      das cidades do imprio carol\u00edngio. Consome-se essencialmente, no que \u00e9 ent\u00e3o      a Fran\u00e7a, alimentos de origem vegetal; come-se o p\u00e3o duro e ele constitui      a base de uma esp\u00e9cie de sopa (o &#8220;brouet&#8221;) enriquecida, na \u00e9poca,      com peda\u00e7os de toucinho. Os queijos no entanto s\u00e3o extremamente difundidos      e seu uso \u00e9 t\u00e3o banalizado que eles n\u00e3o figuram entre os pratos preferidos      das festas, que s\u00e3o o pav\u00e3o ou o cisne. A cozinha medieval \u00e9 caracterizada      pelos bin\u00f4mios a\u00e7ucarado-salgado, azedo-doce, o n\u00e3o gorduroso e as especiarias.<\/p>\n<p>Com o Renascimento e a descoberta de novos continentes, os legumes origin\u00e1rios      das Am\u00e9ricas surgem na Europa. Os feculentos (feij\u00f5es, batata &#8211; depois de      um longo purgat\u00f3rio -, mas tamb\u00e9m o milho) v\u00e3o suplantar as favas, especialmente      na Fran\u00e7a, ao longo rios s\u00e9culos 16 e 17. A invas\u00e3o de novos produtos, a come\u00e7ar      pelo &#8220;coq d\u0092lnde&#8221; &#8211; o peru &#8211; que destrona o pav\u00e3o j\u00e1 no final      do s\u00e9culo 16, vem acompanhada de uma revolu\u00e7\u00e3o nas maneiras (uso do garfo      e introdu\u00e7\u00e3o da sala de jantar, que s\u00f3 se tornar\u00e1 generalizaria no s\u00e9culo      19&#8230;).<\/p>\n<p>Se a &#8220;gastrolatria&#8221;, sin\u00f4nimo de glutonatria, t\u00e3o cara a Rabelais,      o autor de Pantaqruel (1552) \u00e9 atenuada a partir do s\u00e9culo 16 &#8211; apesar do      grande n\u00famero de festas agr\u00e1rias ou lit\u00fargicas que s\u00e3o pretexto para os rega-bofes      -, as no\u00e7\u00f5es de gula e depois de gastronomia s\u00e3o forjarias em torno da id\u00e9ia      mestra de um prazer ligado a uma mesa prazerosamente partilhada.<\/p>\n<p>Foi preciso, no entanto, que o excesso de beber, assim como o de comer, fosse      bem forte, para resistir ao despertar da consci\u00eancia individual, pessimista,      austera, que se espalha pela Europa com a Reforma, no inicio do s\u00e9culo 16.      Mas \u00e9, justamente, porque a gula desempenha um papel de v\u00e1lvula em rela\u00e7\u00e3o      a outros v\u00edcios, considerados mais graves, que a Igreja cat\u00f3lica mostra-se      tolerante na Fran\u00e7a com rela\u00e7\u00e3o a esse &#8220;pecado&#8221;. Paralelamente,      o desenvolvimento da imprensa vai permitir uma ampla difus\u00e3o rias obras dedicadas      cozinha, embora seja necess\u00e1rio esperar o s\u00e9culo 19 para encontrar neles orienta\u00e7\u00f5es      sobre o tempo de cozimento e as propor\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Mas, a verdadeira explos\u00e3o da culin\u00e1ria francesa \u00e9 operada na realidade dentro      de um quadro pol\u00edtico: o da monarquia absoluta e centralizadora, que conhece      seu apogeu sob o reinado de Luis XIV no s\u00e9culo 17. A concorr\u00eancia dos pratos      e dos preparos reflete a estrutura pol\u00edtica piramidal que remonta \u00e0 pessoa      do rei. As refei\u00e7\u00f5es suntuosas, apresentadas de maneira teatral, tornam-se      um elemento de glorifica\u00e7\u00e3o do soberano, enquanto na It\u00e1lia, por exemplo,      onde os centros de decis\u00e3o pol\u00edtica continuam sendo regionais, a mesa permanece      circunscrita aos ducados e a Veneza, a &#8220;Seren\u00edssima&#8221;.<\/p>\n<p>Luis XIV e o s\u00e9culo 17 consagraram na Fran\u00e7a a import\u00e2ncia ria etiqueta (conjunto      de regras de uso e preced\u00eancia em vigor na corte) e do bem-comer. Saint-Simon,      cronista da vida da corte, presta homenagem a esse monarca de grande apetite,      que estimula o servi\u00e7o \u00e0 francesa (todos os pratos s\u00e3o servidos ao mesmo tempo      e a disposi\u00e7\u00e3o dos convivas respeita um plano de mesa bem preciso) com um      decoro in\u00e9dito. E a \u00e9poca em quee La Varenne publica O Cozinheiro Franc\u00eas      &#8211; com uma tiragem de 100.000 exemplares \u0097 seguido de Massialot, que estrutura      as receitas e prop\u00f5e um modelo franc\u00eas export\u00e1vel para os meios burgueses      e as cortes estrangeiras. Para o historiador Anthony Rowley, foi Luis XIV      quem conferiu \u00e0 gastronomia sua supremacia nacional. Devemos tamb\u00e9m a ele      ter cultivado a arte da conversa \u00e0 mesa, porque, na Fran\u00e7a, n\u00e3o se valoriza      apenas o prazer de comer, mas tamb\u00e9m o de falar dele, pr\u00e1tica que muitas vezes      surpreende os estrangeiros.<\/p>\n<p>At\u00e9 a Revolu\u00e7\u00e3o de 1789 (e mesmo muito al\u00e9m disso), a corte da Fran\u00e7a \u00e9,      portanto, o laborat\u00f3rio da grande cozinha e a mesa um meio de governo e influ\u00eancia      pol\u00edtica. Isso \u00e9 verdadeiro, do banquete extraordin\u00e1rio que Francisco I oferecera,      em 1520, no Camp du Drap d\u0092Or, para impressionar Henrique VIII da Inglaterra,      com vistas a urna alian\u00e7a contra o imperador Carlos V, \u00e0s festas napole\u00f4nicas      dedicadas aos pol\u00edticos Cambac\u00e9r\u00e8s e Talleyrand, que n\u00e3o hesitar\u00e1 em declarar      aos chefs: &#8220;Os senhores, salvaram a Fran\u00e7a!&#8221; A arte da mesa contribui,      ainda hoje, atrav\u00e9s das recep\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas, para as quest\u00f5es pol\u00edticas.<\/p>\n<h4>Paris, capital da gastronomia<\/h4>\n<p>A outra grande revolu\u00e7\u00e3o em mat\u00e9ria de gastronomia data do final do s\u00e9culo      18, quando o cozinheiro franc\u00eas Antoine Beauvilliers abre, em Paris, na Rue      Richelieu 26, o primeiro verdadeiro grande restaurante da cidade, o &#8220;La      Grande Taverne de Londres&#8221;, com sal\u00f5es elegantemente decorados, servi\u00e7o      perfeito e, sobretudo, uma cozinha espetacular e uma adega admir\u00e1vel. \u00c9 um      sucesso, amplificado entre 1790 e 1814, quando os chefs das casas aristocr\u00e1ticas,      privados de seus empregos depois da fuga para o exterior de seus patr\u00f5es,      abrem seus restaurantes. Foi assim que, sob a influ\u00eancia da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa,      a grande cozinha desceu \u00e0s ruas.<\/p>\n<p>No que se refere ao sabor, os aromas franceses (\u00e9chalote, cebolinha), mas      tamb\u00e9m as anchovas e acima de tudo a trufa, substitu\u00edram as especiarias a      partir do s\u00e9culo 17. A oposi\u00e7\u00e3o entre o salgado e o doce &#8211; este \u00faltimo tendo      sido introduzido na cozinha francesa no s\u00e9culo 16, sob a influ\u00eancia dos italianos      -, continuar\u00e1 sendo uma das principais caracter\u00edsticas do sabor franc\u00eas at\u00e9      o s\u00e9culo 20. Mas \u00e9, principalmente, o uso da manteiga, utilizada primeiramente      pelos italianos na cozinha nobre, que se torna o s\u00edmbolo distintivo da grande      cozinha francesa.<\/p>\n<p>Foi assim, que a cozinha rica e burguesa da IIIa Rep\u00fablica (1870-1940), feita      de banquetes e card\u00e1pios intermin\u00e1veis, perpetuou-se at\u00e9 os anos 70, com o      surgimento da &#8220;nouvelle cuisine&#8221;, preocupada com a diet\u00e9tica. Dois      cr\u00edticos, Christian Millau e Henri Gault, lan\u00e7am os seus dez mandamentos,      em 1973, pedindo aos chefs que inovem, tornem mais leves os molhos, preservem      o sabor dos produtos e abram espa\u00e7o para as cozinhas estrangeiras. Essa revolu\u00e7\u00e3o      estende-se a toda a sociedade da Europa em apenas quinze anos. Paul Bocuse,      os irm\u00e3os Troigros, Alain Chapel, Andr\u00e9 Pic&#8230; ser\u00e3o os mestres de obra. Depois      de urna gera\u00e7\u00e3o, muitas vezes de excessos, a grande cozinha francesa esbo\u00e7ou      um retorno, no final dos anos 80, aos produtos aut\u00eanticos da terra, sem, no      entanto, renunciar \u00e0s li\u00e7\u00f5es de finesse da nouvelle cuisine.<\/p>\n<h4>Beab\u00e1 de um card\u00e1pio franc\u00eas<\/h4>\n<p>A dist\u00e2ncia entre os idiomas de brasileiros e franceses sempre vai gerar      d\u00favidas com rela\u00e7\u00e3o ao significado de alguns pratos. Para ajudar quem gostaria      de se aventurar por um menu franc\u00eas, o<strong>chef Alain Uzan<\/strong>, que      nasceu em Paris, definiu os pratos mais b\u00e1sicos da culin\u00e1ria de seu pa\u00eds.<\/p>\n<p><b>Bearnaise<\/b><i>(subst. masc., pronuncia-se bearnesse)<\/i>: \u00e9 um molho      base de ovo, echalote (uma cebola francesa que n\u00e3o existe no Brasil) e manteiga.      A dificuldade para derreter a manteiga sem que ela queime enquanto se mistura      com a gema de ovo \u00e9 um dos motivos que fazem desse molho uma das provas de      fogo para saber se um cozinheiro domina mesmo as t\u00e9cnicas de cozinha.<\/p>\n<p><b>Boeuf Bourguignon<\/b><i>(subst. masc., pronuncia-se bif borguinh\u00f4n)<\/i>:      parecido com um picadinho brasileiro, esse prato \u00e9 comum na regi\u00e3o central      da Fran\u00e7a, em especial na Borgonha. Depois da carne cozida em um molho de      vinho tinto com cebola, ela \u00e9 incorporada \u00e0 cenoura e ao cogumelo Paris. Geralmente      \u00e9 feito com carnes mais duras, como cox\u00e3o mole ou m\u00fasculo.<\/p>\n<p><b>Bouillabaisse<\/b>:<i>(subst. fem., pronuncia-se builhab\u00e9sse)<\/i>: originada      no sul da Fran\u00e7a, ela \u00e9 uma sopa feita com muitos tipos de peixes. De car\u00e1ter      popular, ela surgiu quando os pescadores se reuniam em regi\u00f5es distantes para      trabalhar e, como n\u00e3o tinham o que comer, cozinhavam v\u00e1rios peixes num mesmo      caldo. Geralmente, \u00e9 dos peixes em que o fil\u00e9 n\u00e3o pode ser aproveitado que      se faz uma bouillabaisse.\u00a0<\/p>\n<p><b>Cassoulet<\/b><i>(subst. fem., pronuncia-se cassul\u00ea)<\/i>: essa \u00e9 conhecida      dos brasileiros. Em uma esp\u00e9cie de caldo feito com feij\u00e3o branco, \u00e9 adicionado      carne de porco ou pato que, na Fran\u00e7a, \u00e9 t\u00e3o comum quanto o frango. Por isso,      a cassoulet \u00e9 conhecida como a feijoada francesa. \u00c9 bastante consumida no      sul da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p><b>Confit<\/b><i>(subst. masc., pronuncia-se conf\u00ee)<\/i>: confundido com o      magret, ele corresponde \u00e0 maneira de cozinhar a coxa do pato em sua pr\u00f3pria      gordura. A express\u00e3o confit de canard (= pato) se refere ao confit da coxa      e da sobre-coxa do pato. No entanto, o confit pode ser feito do magret (magret      confit), das asas ou do pesco\u00e7o do pato.<\/p>\n<p><b>Coq au Vin<\/b><i>(subst. fem., pronuncia-se c\u00f3quovan)<\/i>: \u00e9 uma carne      de galo &#8211; e n\u00e3o de frango &#8211; cozida no vinho tinto. Muito consumido no sul      da Fran\u00e7a, esse prato foi criado na \u00e9poca de Lu\u00eds XVI, ou seja, sua receita      tem em m\u00e9dia 300 anos.\u00a0<\/p>\n<p><b>Creme Brul\u00e9e<\/b><i>(subst. masc., pronuncia-se cr\u00e9me brul\u00ea)<\/i>: \u00e9 uma      das mais tradicionais sobremesas da Fran\u00e7a e consumida em todas as partes.      O creme brul\u00e9e \u00e9 um creme f\u00e1cil de ser preparado, feito da mistura de creme      de leite, a\u00e7\u00facar e gema de ovo. Em alguns locais, se acrescenta canela ao      creme pronto &#8211; \u00e9 algo como um curau brasileiro, feito sem milho.\u00a0<\/p>\n<p><b>Entrec\u00f4te<\/b><i>(subst. masc., pronuncia-se entrec\u00f4te)<\/i>: \u00e9 um corte      de carne parecido com um contra-fil\u00e9 e com o bife chouri\u00e7o argentino. Na Fran\u00e7a,      o fil\u00e9 mignon custa uma fortuna (entre R$ 70,00 e R$ 80,00) e, por isso, existem      entrec\u00f4tes feitos com outras carnes.<\/p>\n<p><b>Filet au Poivre<\/b><i>(subst. masc., pronuncia-se fil\u00e9 \u00f4 poavre)<\/i>:      \u00e9 um fil\u00e9 criado pelo lend\u00e1rio chef Juliveau, no caf\u00e9 de Paris, no s\u00e9culo      19. \u00c9 um fil\u00e9 com molho de pimenta verde e do reino preta e pode ser apresentado      em duas vers\u00f5es: uma com creme de leite e outra sem o creme. Ele \u00e9 consumido      com batata saut\u00e9.<\/p>\n<p><b>Foie Gras<\/b><i>(subst. masc., pronuncia-se f\u00f4i gr\u00e1)<\/i>: um dos ingredientes      mais t\u00edpicos da Fran\u00e7a \u00e9 nada mais que f\u00edgado de pato mulard ou ganso. Os      animais passam por um sofr\u00edvel processo de engorda para que seus f\u00edgados inchem      e fiquem bons para consumo. Mas \u00e9 importante n\u00e3o confudir o foie gras com      pat\u00ea: existe pat\u00ea de foie, mas o foie gras n\u00e3o \u00e9 pat\u00ea.<\/p>\n<p><b>Hachi Parmenti\u00e8r<\/b><i>(subst. masc., pronuncia-se rachi parmenti\u00e9r)<\/i>:      \u00e9 uma esp\u00e9cie de lasanha, feita com uma camada de pur\u00ea de batata, carne mo\u00edda      e temperada e pur\u00ea novamente. Por cima, \u00e9 adicionado farinha de rosca e leva-se      para dourar no forno. Esse \u00e9 um prato muito comum em toda a Fran\u00e7a.\u00a0<\/p>\n<p><b>Magret<\/b><i>(subst. masc, pronuncia-se magr\u00ea)<\/i>: muito confundido com      o confit, o magret corresponde ao peito do pato mulard. \u00c9 retirado de uma      esp\u00e9cie de pela\u00e7\u00e3o diferenciada que somente este tipo de pato possui. Se o      animal for de outra esp\u00e9cie, ent\u00e3o a receita passa a ser chamada de fil\u00e9 de      canard . Usado em diferentes receitas e de diversos modos, o magret \u00e9 muito      comum na Fran\u00e7a.<\/p>\n<p><b>Mulard<\/b><i>(subst. masc., pronuncia-se mul\u00e1r)<\/i>: esp\u00e9cie de pato pr\u00f3pria      para o preparo do foie gras porque ele sofre o processo de engorda mais rapidamente      em rela\u00e7\u00e3o aos outros. Tamb\u00e9m \u00e9 desse tipo de pato que se retiram os melhores      confits e magrets, para o preparo de outros pratos.<\/p>\n<p><b>Ravi\u00f3li<\/b><i>(subst. masc., pronuncia-se ravi\u00f3li)<\/i>: ao contr\u00e1rio do      que todos pensam, esse \u00e9 um prato criado e t\u00edpico da regi\u00e3o de Nice, no Sul      da Fran\u00e7a. Consiste em uma massa recheada com sobras de carne, servida com      molho de tomates.<\/p>\n<p><b>Steak Tartare<\/b><i>(subst. masc., pronuncia-se esteique tart\u00e1r)<\/i>:      criado em Paris, esse prato \u00e9 baseado em uma receita russa chamada bitki.      Consiste em um fil\u00e9 mignon cru muito bem picado &#8211; e n\u00e3o mo\u00eddo, para n\u00e3o perder      o sabor &#8211; servido com cebola picada, um pouco de alho, alcaparra, p\u00e1prica      e, originalmente, gema de ovo crua. As vers\u00f5es mais modernas levam ovo cozido.<\/p>\n<p><b>Terrine<\/b><i>(subst. fem., pronuncia-se t\u00earrini)<\/i>: entrada feita originalmente      com foie gras. \u00c9 preparada com a gordura do foie que, quando colocado no fogo      ou em banho-maria origina essa pasta consistente. \u00c9 preciso muita habilidade      para n\u00e3o deixar o ingrediente sumir ou virar gordura. No Brasil, existem as      vers\u00f5es com f\u00edgado de galinha ou com toucinho fresco.<\/p>\n<p><strong>Seja o que for que voc\u00ea escolha para comer, a bebida ideal para acompanhar      \u00e9 a mais francesa de todas as bebidas:<\/strong>o Champagne.      Salute!!<\/p>\n<h4>A CREPE FRANCESA<\/h4>\n<p>Massa fina, levemente frita na manteiga e recheada, a crepe francesa (la      cr\u00eape, em franc\u00eas) \u00e9 uma tradi\u00e7\u00e3o da cozinha popular da Fran\u00e7a e a principal      comida de rua de Paris, onde s\u00e3o vendidas em bancas espalhadas por toda a      cidade. Nasceu na Bretanha, no Norte do pa\u00eds, nas mesas simples dos camponeses,      mas, na Capital, foi al\u00e7ando v\u00f4os mais altos conforme foram se sofisticando      os recheios. De Paris, ganhou o mundo e conquistou adeptos nos quatro cantos      do planeta.<\/p>\n<p>Com uma textura suave, o sabor da crepe se define a partir do recheio pois      a massa mesmo tem sabor neutro. Usualmente, manteiga, a\u00e7\u00facar cristal, mel,      gel\u00e9ias, cremes, doces em pasta, frutas e sorvetes servem de recheio para      as crepes doces e, queijos, ovos, hortali\u00e7as, carnes, embutidos, pescados      e tudo o mais que a imagina\u00e7\u00e3o (e o bom gosto) puder imaginar recheiam as      crepes salgadas. Sempre deliciosa e agradando a todas as idades, a massa da      crepe tem baixo teor de gordura, o que faz dela um alimento leve e saud\u00e1vel.      Evidentemente, dependendo do recheio, isso deixa de ser verdade. Pode ser      servida quente ou fria, aberta, enrolada ou empilhada, como entrada, sobremesa      ou lanche.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea est\u00e1 se perguntando qual a diferen\u00e7a entre a crepe e a nossa t\u00e3o      querida panqueca, \u00e9 mais uma quest\u00e3o de textura mesmo (no que se refere \u00e0      massa). A diferen\u00e7a b\u00e1sica est\u00e1 no uso da manteiga, que d\u00e1 \u00e0 massa da crepe      uma textura mais delicada que o da nossa panqueca tradicional.<\/p>\n<p>E \u00e9, justamente, na massa que reside o segredo de uma boa crepe. Para que      fique com uma textura delicada, \u00e9 importante que a massa fique de repouso      depois de preparada por, no m\u00ednimo, uma hora, dizem os franceses. Os mais      radicais falam em, no m\u00ednimo, duas horas. A raz\u00e3o \u00e9 o gl\u00faten, prote\u00edna presente      na farinha de trigo, que se abranda durante um per\u00edodo de repouso, conferindo      mais elasticidade e plasticidade \u00e0 massa. Outra quest\u00e3o \u00e9 o como bater a massa      &#8211; \u00e0 m\u00e3o dizem os tradicionalistas, no liquidificador dizem os pragm\u00e1ticos.      Na receita que apresentamos abaixo, voc\u00ea vai encontrar as duas maneiras de      fazer. Escolha a que preferir, ou as duas, de acordo com o tempo que disponha.      Mas, lembre-se, em geral, a tradi\u00e7\u00e3o gera comidas mais saborosas.<\/p>\n<p>A frigideira ideal para crepes \u00e9 de ferro fundido, um bom condutor de calor,      o que faz com que o cozimento se d\u00ea de modo uniforme. As antiaderentes tamb\u00e9m      s\u00e3o boas. Recomenda-se uma frigideira de 18 e 22 cm de di\u00e2metro.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france69.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Francesa\" width=\"307\" height=\"210\" title=\"Culin\u00e1ria Francesa\" \/><\/p>\n<h4 align=\"left\">LA CHANDELEUR<\/h4>\n<p align=\"left\">Na Fran\u00e7a, no dia 2 de fevereiro, festeja-se a Festa das Candeias      &#8211; la Chandeleur. A tradi\u00e7\u00e3o, de origem religiosa, transformou-se hoje num      alegre conv\u00edvio familiar \u00e0 volta da famosa crepe francesa.<\/p>\n<p align=\"left\">Os franceses t\u00eam centenas de hist\u00f3rias ligadas \u00e0s crepes, que      surgiram no tempo dos romanos, passaram pela \u00e9poca dos primeiros crist\u00e3os      e resistiram inalteradas na sua forma e composi\u00e7\u00e3o at\u00e9 os tempos modernos.<\/p>\n<p align=\"left\">Em torno delas existem engra\u00e7adas supersti\u00e7\u00f5es. Uma delas \u00e9      tentar jog\u00e1-la para o ar, segurando a frigideira apenas com uma das m\u00e3os,      mantendo a outra ocupada com uma moeda de ouro. Se cair certinho, ser\u00e3o garantidas      ao felizardo equilibrista melhores oportunidades e riqueza.<\/p>\n<p align=\"left\">Em muitas regi\u00f5es os camponeses tinham o costume de deixar uma      crepe aberta na cozinha para atrair sorte e afastar o fantasma da fome. \u00c9      que as crepes, pelo seu formato e cor, lembravam as moedas de ouro usadas      na \u00e9poca, os famosos &#8220;lu\u00edses&#8221;, cuja denomina\u00e7\u00e3o se referia aos diversos      reis com o nome &#8220;Lu\u00eds&#8221; que a Fran\u00e7a conheceu. N\u00e3o tendo um &#8220;lu\u00eds&#8221;      real, tinham a crepe.<\/p>\n<p align=\"left\">Tamb\u00e9m h\u00e1 quem diga que o formato e a cor da crepe lembram o      sol e a luz que se festeja nesse dia. Nas igrejas, as tochas s\u00e3o substitu\u00eddas      por c\u00edrios benzidos que s\u00e3o mantidos acesos para afastar o mal, as trovoadas,      a morte, e proteger as planta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p align=\"left\">A tradi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m se repete na B\u00e9lgica e na Su\u00ed\u00e7a.<\/p>\n<h4 align=\"left\">CHAMPAGNE<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france70.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Francesa\" width=\"221\" height=\"282\" title=\"Culin\u00e1ria Francesa\" \/><br \/>\n     Champagne<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\"><strong>A bebida dos amantes e das festas<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\">Festivo, refinado, elegante, espiritual e encantador, o Champagne      (sim, \u00e9 no masculino) \u00e9 o mais famoso, admirado e imitado vinho espumante      do mundo.<\/p>\n<p align=\"left\">Vinhos espumantes s\u00e3o aqueles que cont\u00eam di\u00f3xido de carbono      (ou g\u00e1s carb\u00f4nico &#8211; CO2), o respons\u00e1vel pelas caracter\u00edsticas borbulhas da      bebida e que \u00e9 mantido sob press\u00e3o dentro da garrafa. Quando a rolha \u00e9 sacada,      o g\u00e1s carb\u00f4nico \u00e9 liberado sob a forma de pequenas bolhas, inicialmente efusivas,      formando a mousse, ou espuma, e, depois, gradativas e constantes, formando      a p\u00e9rlage (colar de p\u00e9rolas, em franc\u00eas), uma fieira de bolhas que se desprende      de algum ponto do copo, geralmente do fundo ou das paredes.<\/p>\n<p align=\"left\">O g\u00e1s carb\u00f4nico desempenha um papel fundamental na produ\u00e7\u00e3o      e aprecia\u00e7\u00e3o do vinho espumante, sendo, justamente, o seu aprisionamento o      grande segredo e dificuldade da elabora\u00e7\u00e3o desta bebida t\u00e3o especial.<\/p>\n<p align=\"left\"><strong>O g\u00e1s carb\u00f4nico dos vinhos espumantes \u00e9 resultado de      uma segunda fermenta\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica do vinho, que pode ser obtida de duas formas      diferentes:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p align=\"left\">M\u00e9todo Champenoise, ou tradicional, quando a fermenta\u00e7\u00e3o acontece        dentro da pr\u00f3pria garrafa.<\/p>\n<p align=\"left\">M\u00e9todo Charmat, quando a fermenta\u00e7\u00e3o acontece dentro de grandes        tanques de press\u00e3o &#8211; com gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica de 10\u00b0 a 13\u00b0 GL, com press\u00e3o        m\u00ednima de tr\u00eas atmosferas.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Num espumante de qualidade, o CO2\u00e9 um sub-produto do processo      de fermenta\u00e7\u00e3o, jamais sendo adicionado artificialmente. Confira os r\u00f3tulos      caso n\u00e3o se sinta seguro em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 marca que voc\u00ea for adquirir. Na maioria      dos pa\u00edses, incluindo o Brasil, \u00e9 obrigat\u00f3ria que seja mencionada a sua inclus\u00e3o      como ingrediente alimentar.<\/p>\n<p>H\u00e1 muitos tipos de espumantes &#8211; brancos, rosados e, at\u00e9, tintos. Secos, meio      secos, doces e meio doces. O teor alco\u00f3lico pode variar entre 5,5% a pouco      mais de 12%. A sua acidez, em geral elevada para emprestar-lhe frescor, tamb\u00e9m,      \u00e9 bastante vari\u00e1vel de um tipo para outro de espumante, assim como a quantidade      de g\u00e1s carb\u00f4nico.<\/p>\n<p><b>Nem tudo que borbulha \u00e9 Champagne&#8230;<\/b><\/p>\n<p>O champagne \u00e9 um vinho \u00fanico, que n\u00e3o se assemelha a nenhum outro. Matizes      de branco, amarelo ou rosa, perfumes de especiarias ou flores, sabores sutis,      delicados e ricos: os Champagnes s\u00e3o m\u00faltiplos e constituem um universo de      infinita riqueza.\u00a0 Mais do que um vinho, \u00e9 a festa dos sentidos.<\/p>\n<p>A denomina\u00e7\u00e3o Champagne \u00e9 uma &#8220;appellation d&#8217;origine contr\u00f4l\u00e9e&#8221;      &#8211; AOC &#8211; (denomina\u00e7\u00e3o de origem controlada). Isso significa que s\u00f3 podem ser      chamados de champanhe os vinhos espumantes produzidos a partir de tr\u00eas castas      de uvas plantadas na \u00e1rea de 33 mil hectares delimitada dentro da regi\u00e3o francesa      de Champagne, respeitando uma s\u00e9rie de normas do Instituto Nacional de Certifica\u00e7\u00f5es      de Origem. As castas de uvas com as quais se faz champagne s\u00e3o: chardonnay      (brancas), pinot noir e pinot meunier (escuras). Al\u00e9m disso, para ser champagne      \u00e9 preciso, tamb\u00e9m, ter sido produzido pelo m\u00e9todochampenoise.<\/p>\n<p>Assim, embora o vinho espumante seja produzido em diversas partes do mundo,      inclusive pelo m\u00e9todo champenoise, \u00e9 a tradi\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o que determina o      que pode receber o selo de &#8220;champanhe&#8221;. Portanto, todo champagne      \u00e9 um vinho espumante, mas nem todo vinho espumante \u00e9 um champagne.<\/p>\n<p><b>Os espumantes que n\u00e3o s\u00e3o Champagne<\/b><\/p>\n<p><strong>Os vinhos espumantes produzidos nas demais regi\u00f5es produtoras, mesmo      da Fran\u00e7a, recebem outras denomina\u00e7\u00f5es:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Fran\u00e7a &#8211; Cr\u00e9mant<\/p>\n<p>Espanha &#8211; Cava<\/p>\n<p>It\u00e1lia &#8211; Spumante (geral), prosecco,\u00a0 moscato e\u00a0 asti spumante,        (regi\u00f5es demarcadas).<\/p>\n<p>Estados Unidos &#8211; Sparkling Wine<\/p>\n<p>Espumante &#8211; Brasil e Portugal<\/p>\n<p>Alemanha &#8211; Sekt<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><b>As garrafas<\/b><\/p>\n<p>O champanhe pode ser encontrado em garrafas de 750 ml, que \u00e9 a mais usual,      de 1,5 litros, 3 litros, 6 litros e 9 litros. Cada tamanho de garrafa tem      um nome, designa\u00e7\u00e3o alguns deles meio estranhos:\u00a0 \u0093J\u00e9roboam\u0094,      \u0093Mathusalem\u0094 e &#8220;Salmanazar&#8221;. O interessante \u00e9 que n\u00e3o      se trata de apelidos dados por alguma vin\u00edcola para as suas garrafas. Trata-se,      realmente, da nomenclatura internacional para as garrafas.<\/p>\n<p>Fonte: Embaixada da Fran\u00e7a<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Francesa<\/h6>\n<p>Ber\u00e7o da cultura culin\u00e1ria, a<strong>Fran\u00e7a<\/strong>faz uma qu\u00edmica perfeita      com seus sabores.<\/p>\n<p>Ingredientes \u00fanicos em combina\u00e7\u00e3o com o fogo, a l\u00e2mina de uma faca e a ponta      dos dedos fazem o mais sublimes dos manjares dos deuses.<\/p>\n<h4>GASTRONOMIA FRANCESA<\/h4>\n<h4>BABA AO RUM<\/h4>\n<p>O<strong>bab\u00e1 ao rum<\/strong>\u00e9 um bolo, feito no forno muito tradicional      em N\u00e1poles. Geralmente tem o formato de um cogumelo e seu di\u00e2metro pode variar      de 5 a 7\u00a0cm at\u00e9 35 a 40\u00a0cm. Sua caracter\u00edstica principal \u00e9 uma massa      que \u00e9 embebida por uma calda, geralmente de\u00a0rum ou limoncello. Pode ser      servido um doce pequeno ou em formato de\u00a0torta.<\/p>\n<p>A origem\u00a0dessa sobremesa\u00a0\u00e9 controversa, h\u00e1 diferentes vers\u00f5es.      Uma delas atribui a origem\u00a0h\u00e1 um\u00a0pastel criado na\u00a0Lerena (Fran\u00e7a)      por Stanislaw I, rei destronado da Rep\u00fablica das Duas Na\u00e7\u00f5es (Pol\u00f4nia) e,      pai de Maria Leszczynska, esposa de Lu\u00eds XV de Fran\u00e7a. O rei era um grande      comil\u00e3o. O nome do doce teria vindo da gastronomia russa, \u00e9 uma abreviatura,<em>Baba<\/em>(<em>av\u00f3<\/em>).      H\u00e1 outra vers\u00e3o, de que seria originado do doce Gugelhupf , que \u00e9 uma sobremesa      t\u00edpica da \u00c1ustria e da Baviera, feita basicamente\u00a0de farinha, ovos, manteiga      e leite.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france71.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Francesa\" width=\"247\" height=\"221\" title=\"Culin\u00e1ria Francesa\" \/><br \/>\n     Bab\u00e1 ao rum<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\"><strong>Receita:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ingredientes para a Calda de Rum<\/strong><\/p>\n<p>1\/2 kg de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     1 copo de \u00e1gua<br \/>\n     1 c\u00e1lice de rum<br \/>\n     1 fatia de laranja<br \/>\n     1 rama de canela<br \/>\n     2 cravos-da-\u00edndia.<\/p>\n<p><strong>Ingredientes para a Bab\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>2 tabletes de fermento para p\u00e3o<br \/>\n     1 colher (sopa) de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     1\/2 x\u00edcara de leite morno<br \/>\n     4 ovos<br \/>\n     200 g de manteiga<br \/>\n     1\/2 kg de farinha de trigo<br \/>\n     100 g de uva passa<br \/>\n     casca de 1 lim\u00e3o ralada.<\/p>\n<p><strong>Modo de preparo da Bab\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Misture o fermento esfarelado com a\u00e7\u00facar, leite morno, 1 colher de farinha      e deixe crescer por 10 minutos.<\/p>\n<p>Numa tigela coloque farinha, manteiga amolecida, ovos batidos, casca de lim\u00e3o      ralada, uvas passas, fermento crescido, amasse os ingredientes com as m\u00e3os      at\u00e9 obter uma massa lisa.<\/p>\n<p>Cubra com um pano e deixe crescer durante 1 hora em lugar abafado (pode ser      o forno de fog\u00e3o desligado).<\/p>\n<p>Unte uma f\u00f4rma para bolo com buraco no centro, coloque a massa, deixe crescer      por 30 minutos em lugar abafado e asse em forno m\u00e9dio durante meia hora.<\/p>\n<p>Quando estiver morno, umde\u00e7a com a Calda de Rum.<\/p>\n<p><strong>Modo de preparo da Calda de Rum<\/strong><\/p>\n<p>Ferva todos os ingredientes, menos o rum, durante 5 minutos, coe, junte o      rum, derrame quente sobre o bab\u00e1 ainda na f\u00f4rma at\u00e9 absorver completamente      a calda.<\/p>\n<p>Deixe esfriar, desenforme e sirva.<\/p>\n<p><strong>Rendimento:<\/strong>12 por\u00e7\u00f5es<\/p>\n<h4>BAVAROIS AU VANILLE<\/h4>\n<p><strong>Ingredientes para a Bavarois<\/strong><\/p>\n<p>5 folhas de gelatina branca sem sabor<br \/>\n     1\/4 x\u00edcara de \u00e1gua fria<br \/>\n     2 x\u00edcaras de leite<br \/>\n     1 colher (ch\u00e1) de ess\u00eancia de baunilha<br \/>\n     3 gemas<br \/>\n     1 colher (sopa) de amido de milho<br \/>\n     1\/2 x\u00edcara de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     1 x\u00edcara de creme de leite fresco<br \/>\n     leo para untar.<\/p>\n<p><strong>Ingredientes para a Calda:<\/strong><\/p>\n<p>6 colheres (sopa) de farinha de trigo peneirada<br \/>\n     3\/4 x\u00edcara de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     1\/2 colher (ch\u00e1) de ess\u00eancia de baunilha<br \/>\n     6 gemas<br \/>\n     2 x\u00edcaras de leite.<\/p>\n<p><strong>Modo de preparo da Bavarois<\/strong><\/p>\n<p>Coloque as folhas de gelatina em uma panela pequena, cubra com \u00e1gua fria      e reserve por alguns minutos ou at\u00e9 amolecer.<\/p>\n<p>Enquanto isto, coloque leite, ess\u00eancia de baunilha em uma panela pequena,      leve ao fogo m\u00e9dio e deixe aquecer, sem ferver.<\/p>\n<p>Na tigela da batedeira, coloque gemas, amido de milho, a\u00e7\u00facar, bata bem e      acrescente a mistura de leite quente e baunilha aos poucos, batendo sempre.<\/p>\n<p>Coloque a mistura em uma panela m\u00e9dia, aque\u00e7a em fogo brando, mexendo sempre      sem ferver, at\u00e9 obter um creme e reserve.<\/p>\n<p>Retire as folhas de gelatina da panela, escorra, esprema as folhas com as      m\u00e3os, coloque-as novamente na panela, leve para cozinhar em banho-maria, em      fogo brando at\u00e9 dissolver bem, junte ao creme reservado e misture at\u00e9 incorpor\u00e1-la      por completo.<\/p>\n<p>V\u00e1 passando o creme, aos poucos, atrav\u00e9s de uma peneira, para uma tigela,      deixe esfriar, mexendo de vez em quando, at\u00e9 a mistura come\u00e7ar a engrossar.<\/p>\n<p>Bata o creme de leite na batedeira at\u00e9 o ponto de chantilly; com uma esp\u00e1tula      incorpore dellicadamente o creme de leite ao creme j\u00e1 frio, fazendo movimentos      circulares de baixo para cima, para a mistura n\u00e3o perder o volume.<\/p>\n<p>Unte com \u00f3leo uma forma com buraco no meio com 15 cm de di\u00e2metro, despeje      a mistura, cubra com filme pl\u00e1stico e leve \u00e0 geladeira por algumas horas ou      de prefer\u00eancia de um dia para o outro.<\/p>\n<p><strong>Modo de preparo da Calda<\/strong><\/p>\n<p>Em uma tigela, misture farinha de trigo peneirada, a\u00e7\u00facar, baunilha, gemas,      bata bem com um foie e, aos poucos, v\u00e1 incorporando o leite.<\/p>\n<p>Passe a mistura para uma panela, leve ao fogo brando e, mexendo com uma colher      de pau, deixe ferver por 3 minutos ou o suficiente para que engrosse um pouco      e cubra as costas de uma colher.<\/p>\n<p>Retire a calda do fogo, passe para uma tigela limpa e fria e deixe esfriar      completamente, mexendo sempre para n\u00e3o formar uma pel\u00edcula na superf\u00edcie.<\/p>\n<p>Retire a Bavarois da geladeira, mergulhe a forma em \u00e1gua quente, desenforme      sobre um prato de servir e leve \u00e0 mesa.<\/p>\n<p>Passe a calda para uma molheira e sirva acompanhando a Bavarois.<\/p>\n<p><strong>Rendimento:<\/strong>6 por\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4>BISTECAS AO MOLHO C\u00cdTRICO<\/h4>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>4 bistecas de vitela<br \/>\n     1 colher (sopa) de azeite de oliva<br \/>\n     2 colheres (sopa) de manteiga<br \/>\n     1 copo de vinho branco seco<br \/>\n     Casca de 3 laranjas ralada<br \/>\n     Suco de 3 laranjas<br \/>\n     2 cebolas pequenas<br \/>\n     250 g de creme de leite<br \/>\n     Salsinha<br \/>\n     Cebolinha<br \/>\n     Sal<br \/>\n     Pimenta em gr\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Modo de preparo<\/strong><\/p>\n<p>Tempere as bistecas com sal, pimenta e coloque para marinar na mistura de      vinho, suco de laranja, cebola picada e salsinha por pelo menos 6 horas.<\/p>\n<p>Refogue as bistecas na manteiga misturada ao azeite, dourando de todos os      lados.<\/p>\n<p>Coe o l\u00edquido da marinada e acrescente \u00e0s bistecas, juntamente com a casca      ralada das laranjas.<\/p>\n<p>Ferva at\u00e9 o l\u00edquido reduzir pela metade, adicione creme de leite, salpique      cebolinha picada e leve \u00e0 mesa.<\/p>\n<p><strong>Rendimento:<\/strong>4 pessoas.<\/p>\n<h4>Boeuf \u00c1 L\u0092Ancienne<\/h4>\n<p><strong>Ingredientes para a Marinada<\/strong><\/p>\n<p>2 cebolas m\u00e9dias cortadas em quatro<br \/>\n     2 cenouras m\u00e9dias cortadas em quatro<br \/>\n     3 dentes de alho amassados<br \/>\n     2 ramos de tomilho<br \/>\n     1 folha de louro<br \/>\n     4 ramos de salsa<br \/>\n     Sal e pimenta do reino a gosto<br \/>\n     1 colher (ch\u00e1) de tempero misto (canela, noz-moscada, pimenta do reino branca,      louro em p\u00f3, tomilho, segurelha e manjerona misturados em partes iguais)<br \/>\n     1 1\/2 x\u00edcara de vinho branco seco.<\/p>\n<p><strong>Ingredientes para a Carne:<\/strong><\/p>\n<p>2 colheres (sopa) de salsa picada<br \/>\n     1 dente de alho picado<br \/>\n     Pimenta do reino a gosto<br \/>\n     3 tiras grossas e compridas de toucinho fresco<br \/>\n     3 kg de alcatra<br \/>\n     100 gr de toucinho fresco cortado em tiras finas<br \/>\n     1 1\/2 x\u00edcara de caldo de carne<br \/>\n     1 p\u00e9 de boi de 1 kg, cortado em peda\u00e7os e escaldado<br \/>\n     12 cenouras pequenas raspadas<br \/>\n     24 cebolas pequenas.<\/p>\n<p><strong>Modo de preparo<\/strong><\/p>\n<p>Em uma vasilha grande coloque todos os ingredientes da marinada e reserve.<\/p>\n<p>Em uma tigela pequena junte salsa, alho picado, acrescente pimenta do reino      e misture bem.<\/p>\n<p>Passe as tiras grossas de toucinho na mistura de salsa, envolvendo-as bem;      com uma faca afiada fa\u00e7a furos no alcatra ao longo de seu comprimento, introduza      as tiras de toucinho, coloque a carne na marinada e deixe de molho em local      fresco por cerca de 6 horas ou at\u00e9 pegar bem o gosto.<\/p>\n<p>Forre o fundo de uma ca\u00e7arola refrat\u00e1ria com as fatias finas de toucinho,      retire a carne da marinada, coloque sobre as fatias e, ao redor distribua      cebolas, cenouras, tomilho, louro, salsa da marinada, tampe a ca\u00e7arola e leve      ao fogo brando, agitando-a de vez em quando e virando a carne para dourar      de todos os lados.<\/p>\n<p>Acrescente o l\u00edquido da marinada e, sempre em fogo brando, deixe reduzir      metade.<\/p>\n<p>Pr\u00e9-aque\u00e7a o forno em temperatura baixa (150\u00ba C).<\/p>\n<p>Retire as cebolas e cenouras, reserve; regue a carne com 1 x\u00edcara do caldo      de carne, acrescente os peda\u00e7os de p\u00e9 de boi, tampe a ca\u00e7arola, leve ao forno      e deixe assar por 4 a 5 horas, virando a carne de vez em quando.<\/p>\n<p>Coloque as cenouras e cebolas reservadas em uma panela, cubra com o caldo      de carne restante, tampe, leve ao fogo m\u00e9dio, deixe ferver, cozinhe por cerca      de 5 minutos, tire do fogo e reserve.<\/p>\n<p>Retire a ca\u00e7arola do forno, reserve os peda\u00e7os de p\u00e9 de boi juntamente com      a carne, coe o molho, passe para uma panela, leve ao fogo brando e deixe ferver,      tirando com uma escumadeira a espuma que se formar na superf\u00edcie.<\/p>\n<p>Junte as cebolas e cenouras reservadas, os peda\u00e7os de p\u00e9 de boi e deixe cozinhar      por 15 minutos.<\/p>\n<p>Retire do fogo, coloque a carne em uma travessa, distribua as cenouras, cebolas,      peda\u00e7os de p\u00e9 de boi ao redor, regue com o molho e leve \u00e0 mesa.<\/p>\n<p><strong>Rendimento:<\/strong>10 por\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4>Boeuf \u00e0 la Bourguignonne<\/h4>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>120 gr de toucinho defumado (bacon)<br \/>\n     2 cebolas m\u00e9dias picadas<br \/>\n     750 gr de alcatra cortada em cubos de 3 cm de lado<br \/>\n     1 1\/4 x\u00edcara de cogumelos frescos cortados em fatias<br \/>\n     1 cenoura grande raspada e picada<br \/>\n     2 colheres (sopa) de farinha de trigo dissolvida em 1 1\/2 x\u00edcara de vinho      tinto seco<br \/>\n     1\/3 x\u00edcara de caldo de carne<br \/>\n     2 colheres (sopa) de conhaque<br \/>\n     2 dentes de alho amassados<br \/>\n     1\/2 colher (ch\u00e1) de or\u00e9gano<br \/>\n     1\/2 colher (ch\u00e1) de tomilho fresco<br \/>\n     1 colher (sopa) de salsa picada<br \/>\n     Sal e pimenta do reino a gosto.<\/p>\n<p><strong>Modo de preparo<\/strong><\/p>\n<p>Com uma faca afiada, retire o couro do toucinho, corte em cubinhos, coloque      em uma panela, leve ao fogo m\u00e9dio e, mexendo com uma colher de pau, frite      em sua pr\u00f3pria gordura, junte cebola e continue a fritar at\u00e9 ficar ligeiramente      dourada.<\/p>\n<p>Acrescente carne, cogumelos, cenoura, continue o cozimento, mexendo sempre,      por 10 minutos ou at\u00e9 a carne mudar de cor. Junte farinha de trigo dissolvida,      caldo de carne, conhaque, alho, or\u00e9gano, tomilho, salsa, misture bem, tempere      com sal e pimenta, misture e, sem tampar a panela, cozinhe por 2 horas ou      at\u00e9 a carne ficar macia, mexendo de vez em quando.<\/p>\n<p>Retire do fogo, passe para um prato de servir e leve \u00e0 mesa.<\/p>\n<p><strong>Rendimento:<\/strong>4 por\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4>Cherne com Espinafre<\/h4>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1 kg de fil\u00e9 de cherne ou badejo<br \/>\n     50 g de manteiga<br \/>\n     2 colheres (sopa) de azeite<br \/>\n     1 colher (sopa) de farinha de trigo<br \/>\n     1 cebola<br \/>\n     1 copo de vinho branco seco<br \/>\n     1 gema de ovo<br \/>\n     4 colheres (sopa) de creme de leite<br \/>\n     Sal e pimenta do reino em gr\u00e3o, a gosto<\/p>\n<p><strong>Modo de preparo<\/strong><\/p>\n<p>Refogue cebola picada e peixe no azeite, acrescente vinho, sal, pimenta em      gr\u00e3o e cozinhe em fogo brando durante 15 minutos. Retire o peixe e coloque      em uma travessa refrat\u00e1ria.<\/p>\n<p>Na panela em que cozinhou o peixe, coloque manteiga, farinha dissolvida em      \u00e1gua, mexa at\u00e9 engrossar e junte creme de leite e a gema misturados, sem parar      de mexer.<\/p>\n<p>Coloque este creme sobre o peixe, rodeie com o espinafre cozido em \u00e1gua e      sal escorrido e bem batidinho e sirva.<\/p>\n<p><strong>Rendimento:<\/strong>12 pessoas.<\/p>\n<h4>D\u00e9lire au Chocolat<\/h4>\n<p><strong>Ingredientes para a D\u00e9lire<\/strong><\/p>\n<p>100 gr de chocolate branco picado<br \/>\n     2 colheres (sopa) de manteiga amolecida<br \/>\n     2 gemas<br \/>\n     2 claras batidas em neve firme<br \/>\n     100 gr de chocolate amargo picado<br \/>\n     100 gr de chocolate ao leite picado<br \/>\n     2 x\u00edcaras de creme de leite fresco<br \/>\n     3 x\u00edcaras de am\u00eandoas<br \/>\n     1 1\/2 x\u00edcara de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     9 claras<br \/>\n     6 claras.<\/p>\n<p><strong>Ingredientes para o Creme Ingl\u00eas:<\/strong><\/p>\n<p>2 x\u00edcaras de leite<br \/>\n     1 colher (ch\u00e1) de ess\u00eancia de baunilha<br \/>\n     5 gemas<br \/>\n     1\/2 x\u00edcara de a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p><strong>Modo de preparo da D\u00e9lire<\/strong><\/p>\n<p>Na v\u00e9spera coloque chocolate branco em uma panelinha, leve ao fogo brando      em banho-maria, at\u00e9 derreter, retire do fogo, junte manteiga aos poucos, acrescente      gemas uma a uma, sem parar de mexer, junte claras em neve e misture com delicadeza      at\u00e9 incorpor\u00e1-las bem.<\/p>\n<p>Passe a mistura para uma tigelinha e deixe na geladeira por 3 a 4 horas ou      at\u00e9 firmar.<\/p>\n<p>Em outra panela pequena coloque chocolate amargo, leve ao fogo brando em      banho-maria, deixe derreter e reserve.<\/p>\n<p>Em uma terceira panelinha coloque chocolate ao leite, derreta igualmente      em fogo brando e tamb\u00e9m reserve.<\/p>\n<p>Na batedeira, bata o creme de leite at\u00e9 ficar firme, divida o creme batido      em duas partes iguais, incorpore uma parte ao chocolate amargo e a outra parte      ao chocolate ao leite; passe a mistura para duas tigelinhas e reserve.<\/p>\n<p><strong>Prepare as am\u00eandoas para misturar com a farinha:<\/strong>mergulhe      as am\u00eandoas em \u00e1gua fervente por 2 minutos, escorra, despele, leve ao forno      pr\u00e9-aquecido em temperatura m\u00e9dia (180\u00ba C), deixe dourar levemente, coloque      as am\u00eandoas no liquidificador e triture rapidamente.<\/p>\n<p>Em uma tigela, misture farinha de am\u00eandoas e a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p>Bata as 9 claras em neve, junte \u00e0 mistura de am\u00eandoas e a\u00e7\u00facar, misture delicadamente      com uma esp\u00e1tula em movimentos de baixo para cima, procurando n\u00e3o diminuir      o volume.<\/p>\n<p>Pr\u00e9-aque\u00e7a o forno em temperatura baixa (120\u00ba C).<\/p>\n<p>Unte com manteiga uma assadeira de 27 x 40 cm, forre com papel manteiga,      untando tamb\u00e9m o papel.<\/p>\n<p>Espalhe a mistura de am\u00eandoas e claras na assadeira, leve ao forno e asse      por 30 minutos ou at\u00e9 a superf\u00edcie da massa ficar dourada e crocante.<br \/>\n     Retire a forma do forno e deixe amornar.<\/p>\n<p>Desenforme a massa ainda morna sobre uma superf\u00edcie de trabalho, retire cuidadosamente      o papel manteiga e, com uma faca serrilhada, corte a massa em quatro partes      iguais que caibam exatamente no interior de uma forma de bolo ingl\u00eas medindo      6 x 9 x 23 cm.<\/p>\n<p>Bata as 6 claras em neve, divida pelas tigelas de chocolate amargo e ao leite.<\/p>\n<p>Misture cada uma cuidadosamente com uma esp\u00e1tula, procurando n\u00e3o perder volume;      deixe as duas tigelas na geladeira por 1 hora ou at\u00e9 as misturas ficarem firmes.<\/p>\n<p>Unte uma forma com manteiga, forre com papel manteiga, coloque no fundo um      peda\u00e7o de massa de am\u00eandoas, por cima espalhe o creme de chocolate o creme      de chocolate amargo j\u00e1 gelado.<\/p>\n<p>Cubra com outro peda\u00e7o da massa de am\u00eandoas e espalhe sobre ele o creme de      chocolate branco.<\/p>\n<p>Cubra com outro peda\u00e7o de massa e espalhe o creme de chocolate ao leite.<\/p>\n<p>Cubra com o \u00faltimo peda\u00e7o de massa, envolva em filme pl\u00e1stico e leve \u00e0 geladeira.<\/p>\n<p><strong>No dia seguinte prepare o Creme Ingl\u00eas:<\/strong><\/p>\n<p>Em uma panela aque\u00e7a leite, ess\u00eancia de baunilha at\u00e9 ferver e reserve.<\/p>\n<p>Em outra panela coloque gemas, a\u00e7\u00facar, leve ao fogo brando, bata bem com      um foie por 10 minutos ou at\u00e9 o a\u00e7\u00facar se dissolver completamente e retire      do fogo.<\/p>\n<p>Junte leite quente sem parar de bater, leve novamente ao fogo brando por      cerca de 35 minutos, batendo sempre, sem deixar ferver.<\/p>\n<p>Quando o creme estiver engrossado e cobrir as costas de uma colher, retire      imediatamente do fogo, coloque a panela dentro de uma bacia com \u00e1gua gelada,      mexa at\u00e9 esfriar, cubra com filme pl\u00e1stico e deixe na geladeira at\u00e9 o momento      de servir.<\/p>\n<p>Desenforme o doce de chocolate e leve \u00e0 mesa, acompanhado do Creme Ingl\u00eas.<\/p>\n<p><strong>Rendimento:<\/strong>8 por\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4>Filets de Sole au Sauce aux Raisins<\/h4>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>6 linguados m\u00e9dios<br \/>\n     2 1\/4 x\u00edcaras de vinho branco seco<br \/>\n     1 cebola roxa cortada em peda\u00e7os<br \/>\n     1 cenoura raspada e cortada em peda\u00e7os<br \/>\n     1 alho-por\u00f3 cortado em peda\u00e7os<br \/>\n     Sal e pimenta do reino branca em gr\u00e3os e em p\u00f3, a gosto<br \/>\n     4 x\u00edcaras de \u00e1gua<br \/>\n     Manteiga para untar<br \/>\n     1 colher (sopa) de cebolinha verde picada<br \/>\n     1\/3 x\u00edcara de manteiga<br \/>\n     1\/2 colher (sopa) de farinha de trigo<br \/>\n     1 x\u00edcara de creme de leite fresco<br \/>\n     500 gr de uvas, tipo It\u00e1lia de prefer\u00eancia, sem as cascas.<\/p>\n<p><strong>Modo de preparo<\/strong><\/p>\n<p>Com uma faca afiada, limpe os linguados, tirando as cabe\u00e7as e peles, corte-os      em fil\u00e9s e reserve.<\/p>\n<p>Em uma panela, coloque cabe\u00e7as, peles e sobras do linguado, junte 1 x\u00edcara      do vinho branco, cebola, cenoura, alho-por\u00f3, pitada de sal, alguns gr\u00e3os de      pimenta, cubra com \u00e1gua, leve ao fogo alto, deixe ferver, passe para o fogo      brando e continue o cozimento por 30 minutos.<\/p>\n<p>Em seguida aumente novamente o fogo, deixe o l\u00edquido ficar reduzido a 1\/3      do volume, retire do fogo, coe o caldo e reserve (elimine os legumes).<\/p>\n<p>Pr\u00e9-aque\u00e7a o forno em temperatura m\u00e9dia (200\u00ba C).<\/p>\n<p>Unte uma forma refrat\u00e1ria grande com manteiga.<\/p>\n<p>Distribua os fil\u00e9s de linguado lado a lado na forma, polvilhe com cebolinha,      tempere com sal e pimenta a gosto, junte 1 x\u00edcara de vinho ao caldo coado,      misture e despeje devagar sobre os fil\u00e9s.<\/p>\n<p>Unte um peda\u00e7o de papel alum\u00ednio com manteiga, cubra a forma, leve ao forno      e asse por cerca de 8 minutos ou at\u00e9 os fil\u00e9s ficarem macios (espete com um      garfo para verificar).<\/p>\n<p>Enquanto os fil\u00e9s est\u00e3o assando, coloque em uma tigela pequena metade da      manteiga, farinha de trigo, misture bem at\u00e9 obter uma pasta e reserve.<\/p>\n<p>Tire os fil\u00e9s do forno e, com uma esp\u00e1tula grande, retire-os da forma, passe      o molho que se formou para uma panela pequena, coloque os fil\u00e9s novamente      na forma, cubra com novo papel alum\u00ednio e reserve-os no forno ainda quente,      desligado, para se conservarem aquecidos.<\/p>\n<p>Leve a panela com o molho ao fogo m\u00e9dio, deixe reduzir cerca de 1\/2 x\u00edcara,      junte a pasta de manteiga, acrescente creme de leite, continue a cozinhar      at\u00e9 o molho engrossar, batendo sempre com um foie; verifique o tempero, continue      batendo at\u00e9 o creme ficar meio espumante, retire a panela do fogo e conserve      em banho-maria.<\/p>\n<p>Em outra panela, coloque a manteiga restante, leve ao fogo brando, deixe      aquecer, junte as uvas, cozinhe por alguns instantes, regue com vinho restante      e deixe evaporar, mantendo o molho sempre em fogo brando.<\/p>\n<p>Em um prato de servir previamente aquecido, distribua os fil\u00e9s de linguado      formando uma coroa, regue com o creme reservado, tire o molho de uvas do fogo,      despeje no centro da coroa de files e leve imediatamente \u00e0 mesa.<\/p>\n<p><strong>Rendimento:<\/strong>6 por\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4>Lagosta \u00e0 Thermidor<\/h4>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1 lagosta com cerca de 1,6 kg<br \/>\n     2 colheres (sopa) de manteiga<br \/>\n     1\/2 cebola ralada bem fina<br \/>\n     1\/2 litro de creme de leite<br \/>\n     Noz-moscada<br \/>\n     1 gema<br \/>\n     1 colher (sopa) de mostarda<br \/>\n     50 g de queijo su\u00ed\u00e7o ralado grosso<br \/>\n     Sal a gosto.<\/p>\n<p><strong>Modo de preparo<\/strong><\/p>\n<p>Em uma panela com \u00e1gua fervente cozinhe a lagosta inteira, retire e deixe      esfriar (para cozinh\u00e1-la, atravesse-a com palitos de bambu a fim de mant\u00ea-la      aberta).<\/p>\n<p>Corte a lagosta ao meio no sentido longitudinal, retire a carne e reserve      as cascas.<\/p>\n<p>Em uma panela, aque\u00e7a manteiga, refogue a cebola, adicione creme de leite,      deixe reduzir, junte noz-moscada, acerte o sal, retire do fogo, acrescente      a gema, mexa energicamente, volte ao fogo, junte mostarda, lagosta e deixe      cozinhar por 10 minutos.<\/p>\n<p>Coloque a lagosta nas cascas, regue com o molho, polvilhe queijo e leve ao      forno para gratinar.<\/p>\n<p>Sirva a seguir.<\/p>\n<p><strong>Rendimento:<\/strong>1 a 2 por\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4>Quenelles de Poisson<\/h4>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>2 fil\u00e9s grandes de linguado ou de pescada<br \/>\n     2 claras<br \/>\n     Pimenta do reino a gosto<br \/>\n     1 x\u00edcara de creme de leite fresco<br \/>\n     Sal a gosto.<\/p>\n<p><strong>Ingredientes para o Molho:<\/strong><\/p>\n<p>300 gr de cabe\u00e7as e aparas de peixe<br \/>\n     1 cebola pequena<br \/>\n     1 dente de alho<br \/>\n     1 talo de aipo<br \/>\n     6 ramos de salsa<br \/>\n     2 1\/2 x\u00edcaras de \u00e1gua<br \/>\n     Sal a gosto<br \/>\n     1\/4 x\u00edcara de vinho branco seco<br \/>\n     2 colheres (sopa) de manteiga<br \/>\n     2 colheres (sopa) de farinha de trigo<br \/>\n     Pimenta do reino a gosto<br \/>\n     Manteiga para untar.<\/p>\n<p><strong>Modo de preparo<\/strong><\/p>\n<p>Elimine as peles e espinhas dos fil\u00e9s, triture-os no processador at\u00e9 obter      uma pasta, passe a pasta por uma peneira fina para retirar as cartilagens,      coloque a pasta novamente no processador, acrescente as claras, bata at\u00e9 obter      uma mistura homog\u00eanea, junte pimenta a gosto e bata para incorporar.<\/p>\n<p>Coloque a mistura em uma tigela, cubra com filme pl\u00e1stico e leve ao freezer      por 30 minutos.<\/p>\n<p>Tire a tigela do freezer, junte 3 colheres (sopa) de creme de leite fresco,      misture at\u00e9 incorporar, cubra a tigela com filme pl\u00e1stico e leve ao freezer      por mais 10 minutos.<\/p>\n<p>V\u00e1 repetindo este procedimento at\u00e9 incorporar metade do creme de leite.<\/p>\n<p>Bata o creme de leite restante at\u00e9 ficar firme (ponto de chantilly) e deixe      na geladeira at\u00e9 o momento de ser usado.<\/p>\n<p>Decorridos os 10 minutos finais, retire a mistura de peixe do freezer, junte      sal, bata com uma colher de pau at\u00e9 a mistura ficar bem fofa, junte creme      de leite batido, mexa delicadamente com uma esp\u00e1tula, em movimentos de baixo      para cima, procurando manter o volume da mistura, cubra a tigela com filme      pl\u00e1stico e leve \u00e0 geladeira por no m\u00ednimo 30 minutos.<\/p>\n<p><strong>Modo de preparo do Molho<\/strong><\/p>\n<p>Em uma panela coloque cabe\u00e7as, aparas de peixe, cebola, alho, aipo, salsa,      \u00e1gua, sal, leve ao o fogo brando, sem tampar a panela, deixe ferver e, com      a escumadeira, retire a espuma que se fornar na superf\u00edcie do caldo.<\/p>\n<p>Tampe a panela, continue o cozimento, sempre em fogo brando, por 15 minutos;      junte vinho branco, ferva por mais 15 minutos com a panela destampada, retire      do fogo, passe o caldo coado para uma tigela, me\u00e7a 1 1\/2 x\u00edcara do caldo e      reserve para o molho.<\/p>\n<p>Em uma panela coloque manteiga, leve ao fogo brando, deixe derreter, junte      farinha, cozinhe por 3 minutos e v\u00e1 despejando o caldo de peixe reservado,      mexendo com uma colher de pau, para n\u00e3o empelotar.<\/p>\n<p>Quando come\u00e7ar a ferver, reduza o fogo ao m\u00ednimo, cozinhe o molho por 5 a      7 minutos, mexendo sempre; retire do fogo, verifique o sal, junte pimenta      e reserve.<\/p>\n<p>Coloque bastante \u00e1gua em uma chaleira e leve ao fogo alto para ferver.<\/p>\n<p><strong>Montagem das Quenelles<\/strong><\/p>\n<p>Mergulhe duas colheres de sopa na \u00e1gua fervente , fa\u00e7a bolinhas ovais com      a massa de peixe modelando-as com ajuda das colheres, v\u00e1 colocando as Quenelles      lado a lado em uma frigideira grande, untada com manteiga (voc\u00ea dever\u00e1 obter      cerca de 12 Quenelles).<\/p>\n<p>Despeje a \u00e1gua fervente na frigideira at\u00e9 cobrir as Quenelles, tampe a frigideira      e leve ao fogo brando por 10 a 15 minutos ou at\u00e9 que as Quenelles subam \u00e0      superf\u00edcie da \u00e1gua.<\/p>\n<p>Com uma escumadeira, coloque as Quenelles para escorrer sobre papel toalha;      depois de secas, arrume-as lado a lado em uma travessa refrat\u00e1ria, despeje      o molho previamente aquecido por cima e sirva em seguida.<\/p>\n<p><strong>Rendimento:<\/strong>4 por\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4>Tartelettes au Fraise<\/h4>\n<p>Ingredientes para a Massa<\/p>\n<p>1 1\/2 x\u00edcara de farinha de trigo<br \/>\n     1 pitada de sal<br \/>\n     6 colheres (sopa) de manteiga em temperatura ambiente<br \/>\n     6 colheres (sopa) de a\u00e7\u00facar cristal fino<br \/>\n     1 gema<br \/>\n     Casca ralada de 1\/2 lim\u00e3o<br \/>\n     Farinha de trigo para polvilhar<br \/>\n     Manteiga para untar.<\/p>\n<p><strong>Ingredientes para o Recheio:<\/strong><\/p>\n<p>250 gr de morangos<br \/>\n     3 colheres (sopa) de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     2 colheres (sopa) de licor de laranja (Cointreau ou Grand Marnier)<br \/>\n     4 gemas<br \/>\n     4 colheres (sopa) de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     1\/4 colher (ch\u00e1) de ess\u00eancia de baunilha<br \/>\n     1 1\/2 x\u00edcara de creme de leite fresco<br \/>\n     2 folhas de gelatina branca sem sabor cortadas em peda\u00e7os pequenos<br \/>\n     1 colher (sopa) de \u00e1gua.<\/p>\n<p><strong>Ingredientes para a Cobertura:<\/strong><\/p>\n<p>1\/2 pacote de gelatina em p\u00f3 sabor morango<br \/>\n     1\/2 x\u00edcara de \u00e1gua fervente<br \/>\n     1\/2 x\u00edcara de \u00e1gua gelada.<\/p>\n<p><strong>Modo de preparo da Massa<\/strong><\/p>\n<p>Em uma tigela grande peneire farinha de trigo com sal, fa\u00e7a um buraco no      centro, junte manteiga, a\u00e7\u00facar cristal, gema, casca de lim\u00e3o, misture ligeiramente      os ingredientes colocados no buraco e, em seguida, v\u00e1 incorporando a farinha      sem trabalhar demais a massa.<\/p>\n<p>Forme uma bola com a amassa, envolva em filme pl\u00e1stico e deixe na geladeira      por 30 minutos.<\/p>\n<p><strong>Modo de preparo do Recheio<\/strong><\/p>\n<p>Lave e enxugue os morangos eliminando folhas e cabinhos, corte-os ao meio,      ponha-os em uma tigela, polvilhe 3 colheres (sopa) de a\u00e7\u00facar, regue com licor,      cubra e reserve na geladeira.<\/p>\n<p>Em uma panela de \u00e1gata bata as gemas com uma colher de pau at\u00e9 obter uma      mistura esbranqui\u00e7ada e fofa, junte 4 colheres (sopa) de a\u00e7\u00facar e continue      batendo at\u00e9 incorpar bem.<\/p>\n<p>Acrescente baunilha, misture, junte creme de leite, misture novamente at\u00e9      ficar homog\u00eaneo, leve ao fogo brando em banho-maria, cozinhe mexendo at\u00e9 a      mistura engrossar, retire do fogo e deixe esfriar.<\/p>\n<p>Em uma panelinha, coloque gelatina, cubra com \u00e1gua, deixe descansando por      2 a 3 minutos, leve ao fogo brando, deixe dissolver, retire, junte ao creme      e misture bem, batendo com a colher de pau.<\/p>\n<p>Deixe na geladeira at\u00e9 ficar consistente.<\/p>\n<p>Pr\u00e9-aque\u00e7a o forno em temperatura m\u00e9dia (180\u00ba C).<\/p>\n<p>Tire a massa de geladeira, abra com um rolo sobre uma superf\u00edcie de trabalho      polvilhada com farinha de trigo, at\u00e9 ficar com 0,5 cm de espessura.<\/p>\n<p>Usando um cortador de biscoitos com 12 cm de di\u00e2metro recorte 7 circulos      de massa e forre 7 forminhas de torta individuais, com 8 cm de di\u00e2metro, previamente      untadas com manteiga.<\/p>\n<p>Achate a borda da massa para que n\u00e3o ultrapasse a beirada das forminhas,      com um garfo fa\u00e7a alguns furos na massa, cubra as forminhas com papel alum\u00ednio      e encha com gr\u00e3os de feij\u00e3o, canjica ou arroz.<\/p>\n<p>Coloque as forminhas em uma assadeira, leve ao forno e asse por 30 minutos      ou at\u00e9 a massa ficar bem dourada.<\/p>\n<p><strong>Modo de preparo da Cobertura<\/strong><\/p>\n<p>Em uma tigela, coloque gelatina em p\u00f3, \u00e1gua fervente, mexa at\u00e9 dissolver      a gelatina, junte \u00e1gua gelada, misture novamente e deixe na geladeira at\u00e9      come\u00e7ar a ficar consistente.<\/p>\n<p>Retire a assadeira com as forminhas do forno, elimine os gr\u00e3os e o papel      alum\u00ednio, deixe esfriar e desenforme.<\/p>\n<p>No fundo de cada tortinha, espalhe 2 colheres (sopa) do creme j\u00e1 frio, escorra      as metades dos morangos e distribua sobre o creme, formando um desenho decorativo.<\/p>\n<p>Cubra as tortinhas com uma camada uniforme da cobertura j\u00e1 um pouco consistente,      coloque em um prato de servir e guarde na geladeira at\u00e9 o momento de levar      mesa.<\/p>\n<p><strong>Rendimento:<\/strong>7 tartelletes.<\/p>\n<h4>STEAK AU POIVRE<\/h4>\n<p><b>Ingredientes<\/b><\/p>\n<p>65 g de pimenta-do-reino preta ou branca em gr\u00e3os<br \/>\n     4 bifes de fil\u00e9 mignon com 2,5 cm de espessura cada\u00a0<br \/>\n     leo para fritar<br \/>\n     Sal a gosto<br \/>\n     1 colher de sopa de manteiga<br \/>\n     \u00bc x\u00edcara ch\u00e1 de conhaque<br \/>\n     1 x\u00edcara de ch\u00e1 de creme de leite fresco.\u00a0<\/p>\n<h2>Modo de Preparo<\/h2>\n<p>Espalhe os gr\u00e3os de pimenta-do-reino sobre uma superf\u00edcie de trabalho e triture-a      ligeiramente, usando um rolo de macarr\u00e3o. Coloque os bifes um a um sobre a      pimenta triturada e pressione com as m\u00e3os, para que a pimenta possa aderir      a carne, recobrindo inteiramente os fil\u00e9s.<\/p>\n<p>Despeje um pouco de \u00f3leo numa frigideira grande, de prefer\u00eancia de ferro,      e aque\u00e7a em fogo alto at\u00e9 uma leve fuma\u00e7a come\u00e7ar a se desprender da superf\u00edcie.<\/p>\n<p>Ponha 2 bifes de cada vez na frigideira e frite at\u00e9 ficarem dourados do lado      de baixo. Vire os bifes com uma escumadeira e continue fritando at\u00e9 dourar      tamb\u00e9m o outro lado. Polvilhe os bifes com sal a gosto, abaixe o fogo e continue      o cozimento at\u00e9 o ponto desejado.<\/p>\n<p>Passe os bifes para uma travessa de servir e reserve no forno preaquecido      e desligado enquanto prepara o molho.<\/p>\n<p>Coloque a manteiga na mesma frigideira usada para fritar os bifes, leve ao      fogo brando e deixe derreter. Junte o conhaque e, com uma colher de pau, v\u00e1      mexendo bem, at\u00e9 soltar os restos de fritura da frigideira e obter uma mistura      homog\u00eanea.<\/p>\n<p>Flambe a mistura com o conhaque, quando a chama se apagar junte o creme de      leite e leve novamente ao fogo brando, mexendo sempre, at\u00e9 o molho engrossar.<br \/>\n     Derrame o molho sobre os bifes aquecidos e sirva a seguir.<\/p>\n<p><strong>Rendimentos:<\/strong>4 por\u00e7\u00f5es<\/p>\n<h4>COQ AU VIN<\/h4>\n<p><b>Ingredientes<\/b><\/p>\n<p>250 g de toucinho salgado<br \/>\n     2 x\u00edcaras de ch\u00e1 de \u00e1gua fria<br \/>\n     3 colheres de sopa de manteiga<br \/>\n     15 cebolas com aproximadamente 2 cm de di\u00e2metro cada uma<br \/>\n     2 colheres de sopa de chalota (cebola vermelha) picada<br \/>\n     250 g de cogumelos frescos<br \/>\n     1 frango de 1,5 a 2 kg cortados em peda\u00e7os pelas juntas<br \/>\n     leo para fritar<br \/>\n     \u00bc x\u00edcara de ch\u00e1 de conhaque<br \/>\n     1 amarrado de temperos feito com 4 ramos de salsa e 1 folha de louro<br \/>\n     1 pitada de tomilho seco<br \/>\n     1 dente de alho grande, bem picado.<br \/>\n     2 x\u00edcaras de ch\u00e1 de vinho tinto seco<br \/>\n     2 colheres de sopa de farinha de trigo<br \/>\n     2 colheres de sopa de salsa fresca bem picada\u00a0<\/p>\n<h2>Modo de Preparo<\/h2>\n<p>Pr\u00e9 aque\u00e7a o forno em temperatura m\u00e9dia (180o.). Pique\u00a0o      toucinho em peda\u00e7os com cerca de 2 cm de comprimento e 0,5 cm de espessura,      coloque numa panela m\u00e9dia, junte \u00e0 \u00e1gua fria, leve ao fogo alto e deixe ferver      por 5 minutos para retirar o excesso de sal. Escorra o toucinho, ponha sobre      toalhas de papel absorvente e enxugue com cuidado.<\/p>\n<p>Numa panela m\u00e9dia, coloque 1 colher (sopa) de manteiga e leve ao fogo brando      para derreter. Aumente o fogo, junte os peda\u00e7os de toucinho e deixe dourar,      agitando a panela frequentemente, at\u00e9 ficarem crocante. Com uma escumadeira,      retire as tiras de toucinho da panela, coloque em toalhas de papel absorvente      e reserve.<\/p>\n<p>Na gordura que restou na panela, cozinhe as cebolas em fogo alto, agitando      a panela de vez em quando para que fiquem douradas por igual. Escorra as cebolas      e passe para uma assadeira cujo tamanho permita que fiquem todas em uma s\u00f3      camada.<\/p>\n<p>Regue as cebolas com 2 colheres de sopa da gordura do toucinho que restou      na panela, leve ao forno pr\u00e9-aquecido e asse por 30 minutos ou at\u00e9 ficarem      ligeiramente macias. Retire do forno, escorra a gordura das cebolas e reserve.<\/p>\n<p>Enquanto as cebolas est\u00e3o no forno, derreta a manteiga restante numa panela      m\u00e9dia de a\u00e7o inoxid\u00e1vel, junte a chalota picada e envolva na manteiga por      cerca de 30 segundos. Adicione os cogumelos e cozinhe, mexendo\u00a0sempre,      por cerca de 3 minutos. Acrescente \u00e0s cebolas reservadas.<\/p>\n<p><strong>Prepare o frango:<\/strong>lave os peda\u00e7os de frango em \u00e1gua corrente      e enxugue bem com toalhas de papel absorvente.<\/p>\n<p>Reaque\u00e7a a gordura deixada pelo toucinho na primeira panela, acrescentando      \u00f3leo at\u00e9 atingir 3 cm de altura. Em seguida, doure os peda\u00e7os de frango, alguns      de cada vez. Quando terminar, escorra toda a gordura da panela e coloque de      volta os peda\u00e7os de frango que foram dourados.<\/p>\n<p>Numa panelinha, coloque o conhaque, leve ao fogo brando para aquecer, acenda      com um f\u00f3sforo, deixe flambar e despeje cuidadosamente, ainda em chamas sobre      o frango, agitando a panela com cuidado at\u00e9 o fogo se extinguir.<\/p>\n<p>Passe os peda\u00e7os de frango para uma panela refrat\u00e1ria que possa ir ao fogo      e ao forno, com capacidade para 5 litros, adicione o toucinho frito, o amarrado      de temperos, o tomilho e o alho, e reserve.<\/p>\n<p>Numa panela pequena, coloque o vinho tinto, leve ao fogo m\u00e9dio e deixe ferver      at\u00e9 reduzir a 1 \u00bd x\u00edcara.<\/p>\n<p>Junte a farinha de trigo ao caldo que restou na panela onde foram flambados      os peda\u00e7os de frango, esfregando bem no fundo e os lados da panela com uma      colher de pau.<\/p>\n<p>Acrescente o vinho e misture. Leve a panela ao fogo mexendo sempre, e deixe      cozinhar at\u00e9 engrossar e ficar uniforme. Coe o molho atrav\u00e9s de uma peneira      e despeje sobre os peda\u00e7os de frango.<\/p>\n<p>Cubra parcialmente a travessa com papel alum\u00ednio, leve ao forno preaquecido      na grade do meio e asse por cerca de 30 minutos. Junte com cuidado os cogumelos      e as cebolas reservadas, regue com o pr\u00f3prio caldo e asse por mais 15 minutos      ou at\u00e9 o frango ficar macio.<\/p>\n<p>Elimine o amarrado de temperos, verifique o sal, polvilhe com salsa picada      e sirva na pr\u00f3pria travessa.<\/p>\n<p><strong>Rendimento:<\/strong>4 por\u00e7\u00f5es\u00a0<\/p>\n<h4>VICHYSSOISE<\/h4>\n<p><b>Ingredientes<\/b><\/p>\n<p>500 g de batatas descascadas e cortadas em cubinhos<br \/>\n     3 x\u00edcaras de ch\u00e1 de alho-porr\u00f3 (use toda a parte branca mais de 5 cm da parte      verde) ou de cebola cortados em rodelas finas<br \/>\n     8 x\u00edcaras (cerca de 2 litros) de caldo de galinha ou \u00e1gua<br \/>\n     1 colher de ch\u00e1 de sal<br \/>\n     Pimenta-do-reino em gr\u00e3os mo\u00eddas na hora, a gosto.<br \/>\n     x\u00edcara de ch\u00e1 de creme de leite fresco ligeiramente batido (se usar creme      de leite em lata, agite bem a lata antes de usar e n\u00e3o elimine o soro; n\u00e3o      \u00e9 necess\u00e1rio bater).<br \/>\n     3 colheres de cebolinha verde ou salsa (ou use uma mistura de ambas em partes      iguais), bem picadas.\u00a0<\/p>\n<h2>Modo de Preparo<\/h2>\n<p>Numa panela grande, com capacidade de 6 litros, coloque as batatas, o alho-porr\u00f3      (ou a cebola), o caldo de galinha (ou a \u00e1gua) e o sal, tampe parcialmente,      leve ao fogo brando e cozinhe por cerca de 50 minutos ou at\u00e9 os legumes ficarem      macios.<\/p>\n<p>Retire a sopa do fogo, passe para o copo do liquidificador e bata apenas      o necess\u00e1rio para triturar os legumes. Em seguida, passe a sopa por uma peneira      fina de a\u00e7o (n\u00e3o use o liquidificador nessa opera\u00e7\u00e3o para a sopa n\u00e3o ficar      lisa demais).<\/p>\n<p>Tempere com o sal e pimenta-do-reino a gosto, junte o creme de leite e misture      bem. Deixe a sopa esfriar e leve a geladeira at\u00e9 ficar bem gelada. Passe a      sopa para uma terrina ou ta\u00e7as de consome, polvilhe com a cebolinha verde      (ou a salsa ou a mistura das duas) leve \u00e0 mesa.<\/p>\n<p><strong>Rendimento:<\/strong>4 a 6 por\u00e7\u00f5es\u00a0<\/p>\n<h4>QUICHE LORRAINE<\/h4>\n<p><b>Ingredientes<\/b><\/p>\n<p>300 g de farinha de trigo especial<br \/>\n     2 colheres de sopa de gordura<br \/>\n     2 colheres de sopa de manteiga gelada<br \/>\n     Cerca de 4 colheres de \u00e1gua gelada<br \/>\n     Farinha de trigo para polvilhar<br \/>\n     Manteiga para untar<br \/>\n     12 fatias de bacon<br \/>\n     2 ovos<br \/>\n     2 gemas<br \/>\n     2 x\u00edcaras de ch\u00e1 de creme de leite fresco<br \/>\n     Sal e Pimenta-do-reino a gosto<br \/>\n     colher de ch\u00e1 de noz-moscada ralada (opcional)<br \/>\n     x\u00edcara de ch\u00e1 de queijo tipo su\u00ed\u00e7o ralado grosso<br \/>\n     x\u00edcara de queijo parmes\u00e3o ralado fino<br \/>\n     1 colher de sopa de manteiga cortada em pedacinhos.<\/p>\n<p><b>Modo de Preparo<\/b><\/p>\n<p>Numa tigela grande previamente gelada e bem enxuta, coloque a farinha de      trigo, a gordura vegetal e amanteiga. Misture rapidamente com a ponta dos      dedos, fazendo com que a gordura e a farinha se transformem numa farofa grossa,      e junte 3 colheres de sopa de \u00e1gua de uma vez. Misture rapidamente e, aos      poucos, v\u00e1 amassado at\u00e9 obter uma massa lisa, que se desprenda das m\u00e3os.<\/p>\n<p>Forme uma bola com a massa. Se ficar muito quebradi\u00e7a, junte mais 1 colher      de sopa de \u00e1gua; depois, v\u00e1 acrescentando mais gotas, aos pouquinhos, at\u00e9      a massa se desprender novamente das m\u00e3os. Embrulhe a massa em filme pl\u00e1stico      e deixe na geladeira por cerca de 3 horas.<\/p>\n<p>Cinco minutos antes de abrir a massa, retire-a da geladeira. Se estiver muito      dura, aperte-a com rolo de macarr\u00e3o em v\u00e1rios pontos, at\u00e9 ceder. Ponha a bola      de massa sobre uma superf\u00edcie enfarinhada e, com cerca de 3 cm de espessura.<\/p>\n<p>Enfarinhe novamente a mesa e a massa. Com o rolo, abra a massa partindo do      centro para frente (lado oposto que voc\u00ea se encontra), parando o rolo a uns      3 cm da borda. Levante a massa, gire-a para a sua direita at\u00e9 atingir o espa\u00e7o      ocupado pelos ponteiros do rel\u00f3gio quando marca duas horas.<\/p>\n<p>Abra novamente a massa para frente. Torne a girar esse pequeno espa\u00e7o para      a direita, levante a massa, gire, etc., at\u00e9 obter um c\u00edrculo com cerca de      3 mm de espessura. Se a massa grudar na mesa, levante-a delicadamente e enfarinhe      novamente a mesa.<\/p>\n<p>Unte com manteiga uma f\u00f4rma de abrir com 25 cm de di\u00e2metro e 5 cm de profundidade.      Enrole a massa no rolo e desenrole-a sobre a forma, deixando-a cair sobre      as laterais. Aperte a massa delicadamente sobre o fundo e as laterais da forma,      tomando cuidado de n\u00e3o estica-la.<\/p>\n<p>Passe o rolo pelas bordas da f\u00f4rma para cortar o excesso de massa. Fure o      fundo da massa com um garfo, sem atravessa-la e atingir a f\u00f4rma. Leve \u00e0 geladeira      por 1 hora ou at\u00e9 a massa ficar firme.<\/p>\n<p>Pre-aque\u00e7a o forno em temperatura m\u00e9dia (220o.). Leve a massa      ao forno preaquecido e asse por cerca de 10 minutos. Retire e fure novamente      o fundo da massa e leve ao forno por 3 a 5 minutos ou at\u00e9 a massa come\u00e7ar      a se afastar dos lados da f\u00f4rma e ficar levemente dourada. Retire do forno      e deixe esfriar sobre uma grade.<\/p>\n<p>Deixe o forno preaquecido em 180o.C. Enquanto isso, numa frigideira      sem gordura, coloque as fatias de bacon, leve ao fogo m\u00e9dio e frite at\u00e9 ficarem      secas e crocante. Retire do fogo e deixe escorrer sobre o papel absorvente.      Quando ficarem frias e duras, esfarele com a ponta dos dedos. Reserve.<\/p>\n<p>Numa tigela, coloque os ovos, as gemas e o creme de leite, bata ligeiramente,      tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto e, se quiser, junte a noz-moscada.<\/p>\n<p>Misture o queijo su\u00ed\u00e7o e o parmes\u00e3o, e acrescente \u00e0 mistura de ovos, mexendo      bem.Distribua o bacon esfarelado sobre a massa da torta j\u00e1 fria e espalhe      a mistura preparada por cima, tomando cuidado para que fique 0,5 cm abaixo      da borda da torta. Espalhe os pedacinhos de manteiga sobre forno pr\u00e9 aquecido      e asse por cerca de 30 minutos ou at\u00e9 o recheio crescer e dourar.<\/p>\n<p><strong>Espete a ponta de uma faca no centro da torta:<\/strong>se a lamina      sair seca a torta estar\u00e1 pronta.<\/p>\n<p>E tire o aro da f\u00f4rma delicadamente. Passe uma faca grande sob a torta para      separa-la do fundo da f\u00f4rma. Deslize a torta cuidadosamente para um prato      de servir, deixe esfriar completamente e leve \u00e0 mesa.\u00a0<\/p>\n<h4>CREPES SUZETTE<\/h4>\n<p><b>Ingredientes para os Crepes<\/b><\/p>\n<p>300 ml de leite<br \/>\n     2 ovos<br \/>\n     1 colher de sopa de manteiga derretida<br \/>\n     1 colher de sopa de licor de laranja (Contreau ou Grand Marnier)<br \/>\n     1 x\u00edcara de ch\u00e1 de farinha de trigo peneirada<br \/>\n     1 pitada de sal<br \/>\n     leo para untar<\/p>\n<h2>Ingredientes para o Molho<\/h2>\n<p>\u00bd x\u00edcara de ch\u00e1 de manteiga<br \/>\n     x\u00edcara de ch\u00e1 de a\u00e7ucar<br \/>\n     1\/3 x\u00edcara de ch\u00e1 de suco de laranja<br \/>\n     1 colher de sopa de suco de lim\u00e3o<br \/>\n     2 colheres de sopa de licor de laranja (Contreau ou Grand Marnier)<br \/>\n     \u00bc de x\u00edcara de ch\u00e1 de conhaque<br \/>\n     Tiras de casca de laranja para decorar<b>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/b><\/p>\n<p><b>Modo de Preparo<\/b><\/p>\n<p>Coloque todos os ingredientes dos crepes no processador de alimentos ou no      liquidificador\u00a0 e bata rapidamente, s\u00f3 para misturar, sem deixar criar      muitas bolhas de ar. Passe a massa para uma tigela, cubra e deixe descansar      por 30 minutos \u00e0 1 hora.<\/p>\n<p>Aque\u00e7a uma pequena quantidade de \u00f3leo em fogo brando numa frigideira antiaderente      com 18 cm de di\u00e2metro, junte 1 colher (sopa) da massa do crepe e fa\u00e7a movimentos      circulares com a frigideira de modo que a massa cubra igualmente todo o fundo.<\/p>\n<p>Quando a borda da massa ficar dourada, vire a crepe com a ajuda de uma esp\u00e1tula      e deixe cozinhar do outro lado. V\u00e1 colocando a crepes prontas num prato, empilhando-as      umas sobre as outras.<\/p>\n<p>Depois de fritar todas os crepes, dobre-as em quatro, formando tri\u00e2ngulos,      arrume numa travessa e reserve.<\/p>\n<p>Numa frigideira grande, coloque a manteiga, o a\u00e7\u00facar, o suco de laranja e      o suco de lim\u00e3o, leve ao fogo brando mexendo com uma colher de pau, deixe      derreter completamente o a\u00e7\u00facar e a calda come\u00e7ar a engrossar. Acrescente      o licor de laranja e misture por alguns instantes.<\/p>\n<p>Coloque os crepes lado a lado na frigideira com o molho e cozinhe por cerca      de 3 minutos. Em seguida, vire o crepe cuidadosamente, sem sobrep\u00f4-las, para      que fiquem bem embebidas de ambos os lados.<\/p>\n<p>Junte o conhaque e as tiras de laranja, acenda a mistura com um f\u00f3sforo,      deixe flambar e leve \u00e0 mesa, na pr\u00f3pria frigideira, antes que as chamas se      apaguem.<\/p>\n<p><strong>Rendimento:<\/strong>6 por\u00e7\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Culin\u00e1ria Francesa, Cozinha, Comida, Receitas, Hist\u00f3ria, Gastronomia, Refei\u00e7\u00f5es, Alimenta\u00e7\u00e3o, Pratos T\u00edpicos, Estilo, Ingredientes, Tipos, Culin\u00e1ria Francesa<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[68],"tags":[],"class_list":["post-23500","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-culinaria"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Culin\u00e1ria Francesa, Cozinha, Comida, Receitas, Hist\u00f3ria Culin\u00e1ria Francesa<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Culin\u00e1ria Francesa, Cozinha, Comida, Receitas, Hist\u00f3ria, Gastronomia, Refei\u00e7\u00f5es, Alimenta\u00e7\u00e3o, Pratos T\u00edpicos, Estilo, Ingredientes, Culin\u00e1ria Francesa\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Culin\u00e1ria Francesa, Cozinha, Comida, Receitas, Hist\u00f3ria Culin\u00e1ria Francesa\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Culin\u00e1ria Francesa, Cozinha, Comida, Receitas, Hist\u00f3ria, Gastronomia, Refei\u00e7\u00f5es, Alimenta\u00e7\u00e3o, Pratos T\u00edpicos, Estilo, Ingredientes, Culin\u00e1ria Francesa\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-francesa\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-01-19T15:39:13+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2016-01-19T15:42:41+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france58.jpg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"116 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-francesa#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-francesa\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\"},\"headline\":\"Culin\u00e1ria Francesa\",\"datePublished\":\"2016-01-19T15:39:13+00:00\",\"dateModified\":\"2016-01-19T15:42:41+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-francesa\"},\"wordCount\":23177,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-francesa#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/01\\\/france58.jpg\",\"articleSection\":[\"Culin\u00e1ria\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-francesa#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-francesa\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-francesa\",\"name\":\"Culin\u00e1ria Francesa, Cozinha, Comida, Receitas, Hist\u00f3ria Culin\u00e1ria Francesa\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-francesa#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-francesa#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/01\\\/france58.jpg\",\"datePublished\":\"2016-01-19T15:39:13+00:00\",\"dateModified\":\"2016-01-19T15:42:41+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\"},\"description\":\"Culin\u00e1ria Francesa, Cozinha, Comida, Receitas, Hist\u00f3ria, Gastronomia, Refei\u00e7\u00f5es, Alimenta\u00e7\u00e3o, Pratos T\u00edpicos, Estilo, Ingredientes, Culin\u00e1ria Francesa\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-francesa#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-francesa\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-francesa#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/01\\\/france58.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/01\\\/france58.jpg\",\"width\":427,\"height\":285},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/alimentacao\\\/culinaria\\\/culinaria-francesa#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Alimenta\u00e7\u00e3o\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/alimentacao\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":3,\"name\":\"Culin\u00e1ria\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/alimentacao\\\/culinaria\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":4,\"name\":\"Culin\u00e1ria Francesa\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"Pesquisa Escolar Gratuita\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\",\"name\":\"admin\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Culin\u00e1ria Francesa, Cozinha, Comida, Receitas, Hist\u00f3ria Culin\u00e1ria Francesa","description":"Culin\u00e1ria Francesa, Cozinha, Comida, Receitas, Hist\u00f3ria, Gastronomia, Refei\u00e7\u00f5es, Alimenta\u00e7\u00e3o, Pratos T\u00edpicos, Estilo, Ingredientes, Culin\u00e1ria Francesa","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Culin\u00e1ria Francesa, Cozinha, Comida, Receitas, Hist\u00f3ria Culin\u00e1ria Francesa","og_description":"Culin\u00e1ria Francesa, Cozinha, Comida, Receitas, Hist\u00f3ria, Gastronomia, Refei\u00e7\u00f5es, Alimenta\u00e7\u00e3o, Pratos T\u00edpicos, Estilo, Ingredientes, Culin\u00e1ria Francesa","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-francesa","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/","article_published_time":"2016-01-19T15:39:13+00:00","article_modified_time":"2016-01-19T15:42:41+00:00","og_image":[{"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france58.jpg","type":"","width":"","height":""}],"author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"admin","Est. tempo de leitura":"116 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-francesa#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-francesa"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859"},"headline":"Culin\u00e1ria Francesa","datePublished":"2016-01-19T15:39:13+00:00","dateModified":"2016-01-19T15:42:41+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-francesa"},"wordCount":23177,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-francesa#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france58.jpg","articleSection":["Culin\u00e1ria"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-francesa#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-francesa","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-francesa","name":"Culin\u00e1ria Francesa, Cozinha, Comida, Receitas, Hist\u00f3ria Culin\u00e1ria Francesa","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-francesa#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-francesa#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france58.jpg","datePublished":"2016-01-19T15:39:13+00:00","dateModified":"2016-01-19T15:42:41+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859"},"description":"Culin\u00e1ria Francesa, Cozinha, Comida, Receitas, Hist\u00f3ria, Gastronomia, Refei\u00e7\u00f5es, Alimenta\u00e7\u00e3o, Pratos T\u00edpicos, Estilo, Ingredientes, Culin\u00e1ria Francesa","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-francesa#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-francesa"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-francesa#primaryimage","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france58.jpg","contentUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/france58.jpg","width":427,"height":285},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-francesa#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Alimenta\u00e7\u00e3o","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/alimentacao"},{"@type":"ListItem","position":3,"name":"Culin\u00e1ria","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/alimentacao\/culinaria"},{"@type":"ListItem","position":4,"name":"Culin\u00e1ria Francesa"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"Pesquisa Escolar Gratuita","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859","name":"admin"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23500","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23500"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23500\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23500"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23500"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23500"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}