{"id":23499,"date":"2016-01-19T15:39:10","date_gmt":"2016-01-19T15:39:10","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=23499"},"modified":"2016-01-19T15:42:23","modified_gmt":"2016-01-19T15:42:23","slug":"culinaria-espanhola","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-espanhola","title":{"rendered":"Culin\u00e1ria Espanhola"},"content":{"rendered":"<p>A grande diversidade da<strong> cozinha espanhola <\/strong>\u00e9 a marca inconfund\u00edvel      de sua gastronomia.<\/p>\n<p>O mar Cant\u00e1brico oferece excelentes peixes e crust\u00e1ceos. Os vales e as v\u00e1rzeas      dos rios d\u00e3o lugar a hortas que produzem legumes famosos como o feij\u00e3o de      Tolosa e o de Guernica, o feij\u00e3o-preto e a fava asturiana, origem da favada.<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda um variado cultivo de produtos como o repolho, a ab\u00f3bora, o alho-por\u00f3,      o milho e as batatas, como a cachelo , da Gal\u00edcia. S\u00e3o ainda destaques os      piment\u00f5es de Guernica e de Padr\u00f3n. Os vales da cordilheira Cant\u00e1brica acolhem      uma grande cria\u00e7\u00e3o de gado bovino, de onde se originam carnes de qualidade,      queijos e outros latic\u00ednios.<\/p>\n<p>Junto \u00e0s \u00e1guas do Mediterr\u00e2neo, surgem quatro grandes <strong>cozinhas<\/strong>.<\/p>\n<p>A <strong>culin\u00e1ria <\/strong>da Catalunha, de Val\u00eancia, de M\u00farcia e das Ilhas      Baleares, onde combinam-se mariscos com verduras, legumes com peixes. Na Catalunha,      encontram-se duas das quatro denomina\u00e7\u00f5es de origem que regulam os azeites      espanh\u00f3is: Borges Blancas e Siurana.<\/p>\n<p>Na montanha, encontraremos trufas, cogumelos e o arroz molhado com vinho      tinto bem encorpado. Nas Ilhas Baleares, desponta uma <strong>cozinha <\/strong>com      tra\u00e7os medievais, no barroquismo de pratos com especiarias, em que o doce,      a canela e os frutos secos t\u00eam grande import\u00e2ncia.<\/p>\n<p>H\u00e1 ensopados feitos com lagosta, com o ra\u00f3 (pequeno peixe de sabor sublime),      ou com os lagostins reais de Menorca. Embutidos, ensopados de legumes e sopas      tamb\u00e9m caracterizam, como tipicamente camponesa, a <strong>cozinha <\/strong>das      Ilhas Baleares.<\/p>\n<p>Das v\u00e1rzeas de C\u00f3rdoba, Sevilha ou Granada, v\u00eam os ingredientes de alguns      dos pratos mais famosos da<strong>cozinha<\/strong>andaluza: o gaspacho, o      salmorejo (molho feito de \u00e1gua, vinagre, azeite, sal e pimenta), o ajoblanco      (uma sopa fria de am\u00eandoas e alho) ou o pisto (omelete de piment\u00f5es e tomates      mexidos).<\/p>\n<p>Cordeiros rec\u00e9m-nascidos, cabritos ou crias s\u00e3o as prefer\u00eancias de um culto      que se estende de norte a sul. Nas pastagens de Salamanca, se cria o porco      ib\u00e9rico, que abastece o mercado com carnes de singular qualidade, como rins,      pernis e lombo, al\u00e9m de presuntos, salsichas e chouri\u00e7os espanh\u00f3is.<\/p>\n<p>Outro destaque da <strong>culin\u00e1ria da Espanha <\/strong>\u00e9 o arroz. Distinguem-se,      no mercado espanhol, tr\u00eas variedades: o bomba (semelhante ao arb\u00f3reo), o senia      e o bahia. S\u00e3o eles mat\u00e9ria-prima para prepara\u00e7\u00f5es como arrozes negros catal\u00f5es,      arroz seco como na paella, arroz molhadinho, arrozes simples, guisados ou      o arroz brut. Destaca-se ainda a paella valenciana, mundialmente famosa.<\/p>\n<p>Independentemente de suas especialidades, como o cocido madrile\u00f1o ou as tripas,      a<strong> cozinha<\/strong> da capital Madri fecha o ciclo. Ela \u00e9, definitivamente,      o resultado de uma fus\u00e3o de produtos e<strong> receitas <\/strong>que v\u00e3o chegando      de todo o pa\u00eds e deixando, a cada prato, o rastro de seu inconfund\u00edvel sabor.<\/p>\n<h4>Nova cozinha espanhola<\/h4>\n<p>A paella \u00e9, sem d\u00favida, a mais conhecida e celebrada de todas as <strong>receitas      espanholas<\/strong>.<\/p>\n<p>Mas h\u00e1 outros pratos igualmente reverenciados neste pa\u00eds rico em carnes,      frutos do mar e doces. S\u00e3o produtos de uma<strong> culin\u00e1ria <\/strong>simples,      mas que hoje vive a chamada &#8220;Nueva Cocina Espa\u00f1ola&#8221;, cujo esfor\u00e7o      est\u00e1 em oferecer requinte e experi\u00eancias inovadoras ao que j\u00e1 \u00e9 tradicional.<\/p>\n<p>T\u00e3o reverenciados quanto a paella s\u00e3o as &#8220;Patatas a la importancia&#8221;,      os &#8220;Bolinhos natalinos de peru&#8221;, as &#8220;Lulas recheadas&#8221;      e o &#8220;Arroz negro com lulas&#8221;, especialidades comuns em todo o litoral      Mediterr\u00e2neo.<\/p>\n<p>As sobremesas, por sua vez, pedem considera\u00e7\u00f5es especiais, j\u00e1 que os postres      &#8211;como s\u00e3o chamadas por toda Espanha, s\u00e3o as principais estrelas da confeitaria.      O &#8220;Toucinho do c\u00e9u&#8221;, as &#8220;Ma\u00e7\u00e3s assadas&#8221;, o &#8220;Arroz      doce&#8221;, o &#8220;Queijo ricota com mel e castanhas&#8221; e a famos\u00edssima      &#8220;Crema catalana&#8221; est\u00e3o entre os destaques doces.<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda de se falar da heran\u00e7a \u00e1rabe na <strong>cozinha espanhola<\/strong>.<\/p>\n<p>\u00c9 deste caldeir\u00e3o mouro que surge a famosa &#8220;Torta folhada de M\u00farcia&#8221;,      tipo de empad\u00e3o recheado com carnes diversas.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/espanh19.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" width=\"337\" height=\"227\" title=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" \/><\/p>\n<p>Viajando para Castela e Le\u00e3o, no cora\u00e7\u00e3o da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, percebe-se      a presen\u00e7a marcante dos assados. \u00c9 uma regi\u00e3o rica em carnes su\u00edna e ovina,      mas tamb\u00e9m de animais de ca\u00e7a. Destes lugares destacamos o &#8220;Lechazo al      horno&#8221;.<\/p>\n<p>De toda as <strong>cozinhas<\/strong> do pa\u00eds, a que oferece maior variedade      em seus card\u00e1pios \u00e9 a da Andaluzia. \u00danica regi\u00e3o em todo territ\u00f3rio espanhol      banhada tanto pelo Atl\u00e2ntico quanto pelo Mediterr\u00e2neo, o litoral andaluz oferece      a &#8220;sopa mar\u00edtima de Almer\u00eda&#8221;, que traz entre os seus ingredientes      tamboril, camar\u00f5es, piment\u00f5es vermelhos e ervilhas.<\/p>\n<p>A ind\u00fastria de carnes tamb\u00e9m \u00e9 pr\u00f3spera na regi\u00e3o, onde h\u00e1 predomin\u00e2ncia      do rebanho su\u00edno e seus derivados &#8211;as lingui\u00e7as, os presuntos, os lombos      e as paletas. Mas a carne bovina tamb\u00e9m tem seu lugar de destaque em v\u00e1rias      <strong>receitas andaluzas<\/strong>.<\/p>\n<p>Entre elas, h\u00e1 a apreciada &#8220;Rabo de Toro&#8221;, muito pr\u00f3xima da rabada      que conhecemos.<\/p>\n<p>Para finalizar, o s\u00edmbolo principal da gastronomia espanhola: o azeite de      oliva. L\u00edder mundial na exporta\u00e7\u00e3o do produto, o pa\u00eds tem tamb\u00e9m na Andaluzia      o maior foco de contribui\u00e7\u00e3o para essa posi\u00e7\u00e3o de destaque, com 80% da produ\u00e7\u00e3o      do azeite no pa\u00eds saindo da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A<strong> culin\u00e1ria espanhola<\/strong> \u00e9 composta de diferentes tipos de      pratos devido \u00e0 sua grande variedade geogr\u00e1fica, cultural e clim\u00e1tica.<\/p>\n<p>A <strong>comida espanhola<\/strong> \u00e9 fortemente influenciada pela variadade      de frutos do mar dispon\u00edveis nas \u00e1guas em volta do pa\u00eds, sendo a Espanha o      segundo maior (depois do Jap\u00e3o) consumidor de peixes.<\/p>\n<p>Como a Espanha tem uma hist\u00f3ria com muitas influ\u00eancias culturais, a riqueza      e variedade da sua<strong> comida <\/strong>\u00e9 impressionante. Muito da influ\u00eancia      na<strong> culin\u00e1ria espanhola <\/strong>vem das tradi\u00e7\u00f5es judaicas e mouras.<\/p>\n<p>Sendo a Espanha a porta de entrada para a introdu\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios produtos origin\u00e1rios      das Am\u00e9ricas, sua<strong> culin\u00e1ria <\/strong>n\u00e3o poderia passar sem batata,      tomate, pimenta e feij\u00e3o.<\/p>\n<p>Essas s\u00e3o as principais influ\u00eancias que separam a<strong> comida espanhola      <\/strong>da mediterr\u00e2nea, as quais t\u00eam muitos alimentos e t\u00e9cnicas de<strong>      cozinha<\/strong> em comum.<\/p>\n<p>Um h\u00e1bito popular quando os espanh\u00f3is saem para comer fora \u00e9 saborear &#8220;tapas&#8221;      com sua bebida. Outro favorito tradicional \u00e9 o churro com uma caneca de chocolate      quente para molh\u00e1-lo.<\/p>\n<p><strong>Outros pratos t\u00edpicos da culin\u00e1ria da Espanha incluem:<\/strong><\/p>\n<p>Paella<br \/>\n     Fabada Asturiana<br \/>\n     Mariscos<br \/>\n     Sopa Gazpacho<br \/>\n     Lechazo asado<br \/>\n     Chuletillas<br \/>\n     Tortilla de patatas (omelete com batatas)<br \/>\n     Chorizo (salsicha picante)<br \/>\n     Jam\u00f3n serrano (presunto defumado)<br \/>\n     Cocido<br \/>\n     Arroz a la Cubana<br \/>\n     Turr\u00f3n<br \/>\n     Tortas de Aceite de Sevilha<\/p>\n<p>A<strong>cozinha espanhola<\/strong>\u00e9 compostas por muitos pratos picantes      e saborosos.<\/p>\n<p>Assim como em muitos pa\u00edses da regi\u00e3o mediterr\u00e2nea, a<strong>cozinha espanhola<\/strong>utiliza      muito azeite de oliva e alho.<\/p>\n<p>O uso do azeite, n\u00e3o apenas como tempero para alimentos prontos, mas tamb\u00e9m      para frituras dos cozidos, \u00e9 um h\u00e1bito fortemente espanhol.<\/p>\n<p>Um h\u00e1bito espanhol, tamb\u00e9m, \u00e9 tirar uma &#8220;siesta&#8221; depois das refei\u00e7\u00f5es.      Outro produto muito apreciado na Espanha \u00e9 o vinho, que acompanha as refei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Internacionalmente, a paella, que consiste em um farto risoto de frutos do      mar, \u00e9 o prato mais conhecido e o jam\u00f3n (Presunto cru ou &#8220;di Parma&#8221;)      uma das principais iguarias.<\/p>\n<h4>Lista de pratos tradicionais da Espanha<\/h4>\n<h2><strong>Gaspacho<\/strong><\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/espanh20.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" width=\"226\" height=\"226\" title=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" \/><\/p>\n<p><strong>Gaspacho <\/strong>\u00e9 uma sopa fria \u00e0 base de vegetais hort\u00edcolas,      com destaque para o tomate, o pepino e o pimento, muito popular no sul de      Espanha (nomeadamente, na Andaluzia, na Estremadura, em M\u00farcia em Castela-La      Mancha e no Pa\u00eds Valenciano), no sul de Portugal (Alentejo e Algarve), bem      como no M\u00e9xico e outros pa\u00edses centro-americanos. \u00c9 geralmente produzido e      consumido no ver\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 um prato que permite o uso de diversos ingredientes criando varia\u00e7\u00f5es que      v\u00e3o desde<strong> receitas picantes<\/strong> at\u00e9 algumas mais suaves.<\/p>\n<p>Em Portugal, o gaspacho \u00e9 oriundo das regi\u00f5es do Alentejo e do Algarve. Normalmente,      n\u00e3o \u00e9 integralmente triturado, sendo apenas efetuado o corte dos ingredientes      em peda\u00e7os relativamente pequenos, aos quais se adiciona o p\u00e3o (alentejano      ou algarvio), em peda\u00e7os ligeiramente maiores, no final, antes do tempero      com azeite, vinagre e sal a gosto. Para que fique mais frio, \u00e9 comum serem      adicionados cubos de gelo.<\/p>\n<p>As <strong>receitas espanholas<\/strong>, geralmente, s\u00e3o preparadas atrav\u00e9s      da tritura\u00e7\u00e3o integral de todos os ingredientes, ficando o preparado final      com aspecto de um pur\u00e9 cremoso rosado. S\u00e3o conhecidas em Portugal pelo nome      de &#8220;Gaspacho \u00e0 andaluza&#8221;.<\/p>\n<h2><strong>Tortilla espanhola<\/strong><\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/espanh21.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" width=\"228\" height=\"225\" title=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" \/><\/p>\n<p>A <strong>tortilla espanhola <\/strong>(ou tortilha em portugu\u00eas) \u00e9 uma esp\u00e9cie      de omelete, feita com ovos e batatas fritas. \u00c9 comum levar cebolas, dependendo      da regi\u00e3o onde \u00e9 feita.<\/p>\n<p>As batatas devem cozinhar lentamente primeiro no \u00f3leo ou azeite de oliva,      para que enxarquem e amole\u00e7am, dando a consist\u00eancia ideal para o prato.<\/p>\n<h2>Paelha<\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/espanh22.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" width=\"224\" height=\"223\" title=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" \/><\/p>\n<p>A<strong> paelha <\/strong>(em castelhano, catal\u00e3o e no Brasil paella) \u00e9 um      prato t\u00edpico da gastronomia de Espanha que tem as suas origens na comunidade      de Val\u00eancia, por isso em Portugal frequentemente \u00e9 conhecida como arroz \u00e0      valenciana.<\/p>\n<p>Nasceu da uni\u00e3o de v\u00e1rios alimentos caracter\u00edsticos da regi\u00e3o: arroz, frango,      coelho, garrof\u00f3, tabella e ferraura &#8211; variedades aut\u00f3ctones de feij\u00e3o -, tomate,      azeite e a\u00e7afr\u00e3o que da o color amarelo caracter\u00edstico do prato. Ocasionalmente      pode se adicionar alcachofras e caracois, alguns tamb\u00e9m adicionam ervilhas.<\/p>\n<p>Na costa e no Brasil, a paelha \u00e9 um prato baseado em frutos do mar, tendo      como ingrediente principais o arroz e o peixe, podendo levar: choco, lula,      camar\u00e3o, lagosta e mexilh\u00e3o. Tradicionalmente cozinhada em um fog\u00e3o de lenha      numa &#8220;paelha&#8221; ou &#8220;paella&#8221; que \u00e9 uma frigideira sem al\u00e7a,      de um di\u00e2metro m\u00ednimo de 30 cm e de pouca profundidade.<\/p>\n<p><strong>Gloss\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p><strong>Anis<\/strong><\/p>\n<p>Planta umbel\u00edfera que apresenta sementes de tons marrons, utilizadas em algumas      cozinhas, como a andaluza.<\/p>\n<p><strong>Cachelo<\/strong><\/p>\n<p>Batata galega de pele lisa e polpa branca.<\/p>\n<p><strong>Cap\u00e3o<\/strong><br \/>\n     Galo castrado que se engorda com milho. S\u00e3o famosos os cap\u00f5es de Villalba      (Lugo), onde todo dia 19 de dezembro realiza-se uma feira em sua homenagem.<\/p>\n<p><strong>Farsa<\/strong><\/p>\n<p>Recheio, mistura preparada para servir de recheio num prato.<\/p>\n<p><strong>Galiano<\/strong><\/p>\n<p>Torta de p\u00e3o \u00e1zimo, muito utilizada na cozinha tradicional manchega, especialmente      para o gaspacho manchego e para sua vers\u00e3o alicantina, o gaspacho de peixe.<\/p>\n<p><strong>Nabi\u00e7as<\/strong><\/p>\n<p>Folhas e talos tenros das folhas do nabo.<\/p>\n<p><strong>Papas<\/strong><\/p>\n<p>Batatas.<\/p>\n<p><strong>Unto<\/strong><\/p>\n<p>Banha de porco, geralmente ran\u00e7osa.<\/p>\n<p><strong>Amassar<\/strong><\/p>\n<p>Esmagar um produto no pil\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Banho-maria<\/strong><\/p>\n<p>Tipo de cozimento em que se coloca a panela com o preparado dentro de outra      cheia de \u00e1gua, que vai ao fogo ou forno.<\/p>\n<p><strong>Calda de a\u00e7\u00facar em ponto de bala<\/strong><\/p>\n<p>Despeje um pouco de calda numa x\u00edcara com \u00e1gua fria. Tente juntar esta calda      com os dedos \u0096 se conseguir, \u00e9 porque est\u00e1 no ponto. Caso se formem fios,      \u00e9 preciso continuar a ferver a calda.<\/p>\n<p><strong>Diluir<\/strong><\/p>\n<p>Dissolver as partes de alguns corpos por meio de um l\u00edquido.<\/p>\n<p>Encalhar Termo usado em refer\u00eancia a legumes que n\u00e3o amaciam durante o cozimento.<\/p>\n<p><strong>Escachar<\/strong><\/p>\n<p>Modo de cortar a batata, introduzindo a l\u00e2mina da faca at\u00e9 metade do corte,      utilizando-a, ent\u00e3o, como alavanca, para cortar a batata. M\u00e9todo usado para      engrossar os ensopados.<\/p>\n<p><strong>Escumar<\/strong><\/p>\n<p>Retirar a espuma de um ensopado. O mais pr\u00e1tico \u00e9 faz\u00ea-lo com uma escumadeira.<\/p>\n<p><strong>Faca agu\u00e7ada<\/strong><\/p>\n<p>Faca pequena, de l\u00e2mina curta, com ponta bem afiada. Muito usada para descascar      legumes e verduras.<\/p>\n<p><strong>Feij\u00e3o de gr\u00e3o tenro (tavella)<\/strong><\/p>\n<p>Hortali\u00e7a de aspecto parecido ao de um feij\u00e3o, com a vagem amarela. Tem uma      semente bastante desenvolvida.<\/p>\n<p><strong>Feij\u00e3o de lima (garrof\u00f3n)<\/strong><\/p>\n<p>Legume de aspecto id\u00eantico a um feij\u00e3o-branco, largo e achatado.<\/p>\n<p><strong>Gofio<\/strong><\/p>\n<p>Farinha grossa de gr\u00e3os de milho, trigo ou cevada, tostados e mo\u00eddos. Come-se      muitas vezes a\u00e7ucarada, misturada com leite, no caf\u00e9-da-manh\u00e3. Ingrediente      de sopas, doces e todo tipo de pratos de origem mais humilde.<\/p>\n<p><strong>Lac\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Pe\u00e7a de carne formada pelo pernil do porco, que costuma ser curada em salmoura.      Antes de cozinh\u00e1-la, conv\u00e9m deixar de molho por alguns dias.<\/p>\n<p><strong>Ligar<\/strong><\/p>\n<p>Juntar ou integrar os ingredientes de um molho ou preparado.<\/p>\n<p><strong>Pimenta vermelha<\/strong><\/p>\n<p>Chama-se assim, nas Can\u00e1rias, a todas as variedades de piment\u00f5es secos desta      cor. Inclui tanto os piment\u00f5es doces quanto os picantes.<\/p>\n<p><strong>Peixe mi\u00fado<\/strong><\/p>\n<p>Nome dado ao peixe mi\u00fado, usado apenas para dar sabor aos caldos.<\/p>\n<p><strong>Piment\u00e3o (\u00f1ora)<\/strong><\/p>\n<p>Piment\u00e3o seco e pequeno, muito utilizado na cozinha murciana. \u00c9 usado seco      ou ent\u00e3o, depois de ter ficado de molho, pode-se raspar sua polpa com uma      colher.<\/p>\n<p><strong>Ramalhete<\/strong><\/p>\n<p>Bouquet garni. Ramalhete de ervas arom\u00e1ticas, que se incorpora ao preparado,      atadas por um fio para que possam ser retiradas quando necess\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>Retirar a gordura<\/strong><\/p>\n<p>Retirar a gordura que flutua na superf\u00edcie de um guisado, passando uma colher      por cima do molho, enquanto se mant\u00e9m a panela no fogo.<\/p>\n<p><strong>Unir<\/strong><\/p>\n<p>Ligar, mexendo os ingredientes de um preparado ou um molho.<\/p>\n<p>Fonte:  www.emporiovillaborghese.com.br<\/p>\n<h6>Comida Espanhola<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h2>Paella Aut\u00eantica<\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/espanh23.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" width=\"280\" height=\"214\" title=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" \/><\/p>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1\/2 x\u00edcara (ch\u00e1) de feij\u00e3o branco<br \/>\n     1\/2 kg de pato em peda\u00e7os pequenos<br \/>\n     1 e 1\/2 litro de \u00e1gua<br \/>\n     1\/2 x\u00edcara (ch\u00e1) de azeite de oliva<br \/>\n     1 kg de frango em peda\u00e7os pequenos<br \/>\n     1\/2 x\u00edcara (ch\u00e1) de leite condensado<br \/>\n     1\/2 kg de coelho em peda\u00e7os pequenos<br \/>\n     3 tomates sem pele e sem sementes<br \/>\n     4 dentes de alho<br \/>\n     1 piment\u00e3o verde sem semente<br \/>\n     200g de vagem<br \/>\n     sal a gosto<br \/>\n     1 colher (ch\u00e1) de p\u00e1prica doce<br \/>\n     600g de arroz<br \/>\n     1 envelope de a\u00e7afr\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Modo de fazer<\/strong><\/p>\n<p>Deixar o feij\u00e3o de molho na \u00e1gua de um dia para outro. Ferver at\u00e9 ficar levemente      macio. Escorrer e reservar. Ferver o pato com a \u00e1gua durante 10 minutos. Retirar      e reservar o l\u00edquido. Esquentar o azeite numa frigideira bem grande e dourar      o pato, o frango e o coelho. Adicionar os tomates, o alho, os piment\u00f5es e      a vagem picados, o feij\u00e3o, o sal, a p\u00e1prica e a \u00e1gua em que cozinhou o pato.      Ferver durante 15 minutos em fogo m\u00e9dio. Juntar o arroz, o a\u00e7afr\u00e3o e a \u00e1gua      se necess\u00e1rio. Retificar o sal, se necess\u00e1rio. Ferver em fogo alto por mais      15 minutos. Baixar o fogo ao m\u00ednimo, fervendo mais 5 minutos. Desligar o fogo      e deixar o arroz descansar 5 minutos antes de servir.<\/p>\n<h2>Arroz no A\u00e7afr\u00e3o<\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/espanh24.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" width=\"282\" height=\"212\" title=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" \/><\/p>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1 cebola<br \/>\n     2 x\u00edcara (ch\u00e1) de arroz<br \/>\n     2 colheres (sopa) de azeite de oliva<br \/>\n     5 x\u00edcaras (ch\u00e1) de \u00e1gua fervente<br \/>\n     1 tablete de caldo de galinha<br \/>\n     1 envelope de a\u00e7afr\u00e3o<br \/>\n     sal a gosto<\/p>\n<p><strong>Modo de Fazer<\/strong><\/p>\n<p>Refogar a cebola picada e o arroz no azeite quente. Adicionar a \u00e1gua, o caldo      de galinha e o a\u00e7afr\u00e3o. Retificar o sal, se necess\u00e1rio. Cozinhar em fogo baixo,      com a tampa da panela semi-aberta durante 20 minutos. Apagar o fogo tampar      a panela e deixar o arroz decansar alguns minutos antes de servir.<\/p>\n<h2>Cebolas \u00e0 Espanhola<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1 x\u00edcara (ch\u00e1) de farinha de trigo<br \/>\n     3 colheres (sopa) de manteiga<br \/>\n     sal a gosto<br \/>\n     2 colheres (sopa) de \u00e1gua<br \/>\n     3 fatias de presunto cru<br \/>\n     4 cebolas grandes<br \/>\n     4 colheres (sopa) de azeite de oliva<br \/>\n     1 colher (ch\u00e1) de vinagre<br \/>\n     2 ovos<br \/>\n     pimenta-do-reino a gosto<br \/>\n     250 g de creme de leite<\/p>\n<p><strong>Modo de fazer<\/strong><\/p>\n<p>Colocar a farinha numa tigela. Misturar a manteiga, 1 pitada de sal e a \u00e1gua.      Trabalhar com a m\u00e3o para formar massa firme. Se necess\u00e1rio, colocar um pouco      mais de \u00e1gua. Deixar descansar na geladeira enquanto prepara o recheio. Picar      o presunto e cortar a cebola em rodelas finas. Dourar a cebola e o presunto      no azeite quente. Regar com o vinagre e desligar o fogo. Reservar. Retirar      a massa da geladeira e forrar os fundos e os lados de uma f\u00f4rma redonda de      abrir. Espalhar o recheio no fundo da massa. Bater os ovos com o sal, a pimenta,      1 colher (sopa) de farinha de trigo e o creme de leite. Derramar sobre o recheio.      Levar ao forno m\u00e9dio durante 30 minutos. A torta de cebola deve estar bem      corada ao sair do forno.<\/p>\n<h2>Molho Romesco<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>8 colheres de sopa de am\u00eandoa sem pele<br \/>\n     3 tomates sem pele e sem sementes<br \/>\n     1 colher de sopa de alho socado<br \/>\n     sal a gosto<br \/>\n     1\/2 colher de ch\u00e1 de pimenta caiena<br \/>\n     4 colheres de sopa de vinagre<br \/>\n     1 x\u00edcara de ch\u00e1 de azeite de oliva<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparo<\/strong><\/p>\n<p>Torrar as am\u00eandoas no forno, esfriar e moer. Picar o tomate bem miudinho.      Misturar a am\u00eandoa mo\u00edda com o alho socado, o sal e a pimenta. Juntar o tomate      picado e o vinagre, formando uma pasta. Colocar no liquidificador. Virar o      azeite aos poucos, batendo como se fosse maionese. Corrigir o sal e servir      com carnes ou peixes grelhados e assados.<\/p>\n<h2>Tortilla de Camar\u00e3o<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>250g de camar\u00e3o mi\u00fado<br \/>\n     4 colheres (sopa) de azeite de oliva<br \/>\n     1 cebola<br \/>\n     sal e pimenta-do-reino a gosto<br \/>\n     4 ovos<br \/>\n     2 colheres (sopa) de salsinha picada<br \/>\n     6 folhas de alface picadas<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparo<\/strong><\/p>\n<p>Limpar o camar\u00e3o e ferver com \u00e1gua e sal at\u00e9 ficar vermelho. Escorrer. Refogar      no azeite quente a cebola picada e o camar\u00e3o. Temperar com o sal e a pimenta.      Bater os ovos com a salsinha e uma pitada de sal. Derramar sobre o camar\u00e3o,      virando a frigideira para os lados, a fim de espalhar bem os ovos. Cozinhar      por alguns minutos. Quando estiver firme, dobrar uma metade sobre a outra      e colocar numa travessa, rodeada de folhas de alface picadas.<\/p>\n<h2>Coelho ao Vinho Tinto<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1 e 1\/2 kg de coelho<br \/>\n     sal e pimenta-do-reino a gosto<br \/>\n     1 colher (ch\u00e1) de alecrim<br \/>\n     1 x\u00edcara (ch\u00e1) de farinha de trigo<br \/>\n     2 colheres (sopa) de manteiga<br \/>\n     120g de toucinho defumado<br \/>\n     1 dente de alho<br \/>\n     1 cebola<br \/>\n     1 e 1\/2 copo de vinho tinto<br \/>\n     1\/2 x\u00edcara (ch\u00e1) de \u00e1gua<br \/>\n     100g de cogumelos<br \/>\n     1 kg de batata-doce<br \/>\n     \u00f3leo para fritura<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparo<\/strong><\/p>\n<p>Cortar o coelho em peda\u00e7os, temperar com o sal, a pimenta e o alecrim. Passar      rapidamente na farinha e dourar na manteiga. Juntar o toucinho, o alho e a      cebola picados, refogando bem. Colocar o vinho e a \u00e1gua, deixando cozinhar      em fogo baixo durante 45 minutos. Adicionar os cogumelos e ferver mais 5 minutos.      Servir com batata-doce cortada em palitos e frita no \u00f3leo.<\/p>\n<h2>Cozido Espanhol (Puchero)<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1\/2 kg de patinho<br \/>\n     2 colheres (sopa) de azeite de oliva<br \/>\n     2 dentes de alho<br \/>\n     2 cebolas<br \/>\n     2 paios<br \/>\n     2 lingui\u00e7as defumadas<br \/>\n     1 peito e 2 coxas com sobrecoxas de frango<br \/>\n     4 tomates sem pele e sem sementes<br \/>\n     1 x\u00edcara (ch\u00e1) de ervilha fresca ou congelada<br \/>\n     200g de vagem manteiga<br \/>\n     2 batatas<br \/>\n     1 batata-doce<br \/>\n     2 cenouras<br \/>\n     1 colher (sopa) de extrato de tomate<br \/>\n     sal e pimenta caiena a gosto<br \/>\n     1 e 1\/2 litro de \u00e1gua<br \/>\n     1\/2 copo de vinho branco seco<br \/>\n     1 x\u00edcara (ch\u00e1) de ab\u00f3bora picada<br \/>\n     1 x\u00edcara (ch\u00e1) de repolho picado<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparo<\/strong><\/p>\n<p>Cortar o patinho em cubos e dourar no azeite com o alho e a cebola picados.      Juntar o paio e a lingui\u00e7a cortados em rodelas e o frango cortado em peda\u00e7os.      Adicionar os tomates, a ervilha, a batata, a vagem, a batata-doce, a cenoura,      o extrato de tomate, o sal, a pimenta, a \u00e1gua e o vinho. Ferver durante 30      minutos. Colocar a ab\u00f3bora e o repolho, cozinhando por mais 10 minutos. Servir      acompanhado de arroz.<\/p>\n<h2>Gazpacho<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>3 fatias m\u00e9dias de p\u00e3o de f\u00f4rma picadas<br \/>\n     5 tomates m\u00e9dios maduros sem pele e sem sementes<br \/>\n     1 pepino caipira m\u00e9dio descascado e sem semente<br \/>\n     1 piment\u00e3o vermelho m\u00e9dio picado<br \/>\n     2 dentes de alho descascados<br \/>\n     5 colheres (sopa) de azeite de oliva<br \/>\n     2 colheres (sopa) de vinagre de cava<br \/>\n     sal a gosto<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparo<\/strong><\/p>\n<p>Coloque as fatias de p\u00e3o numa tigela, regue com \u00e1gua o suficiente para molhar      o p\u00e3o, cerca de 6 colheres de sopa, e coloque no liquidificador. Junte o tomate,      o pepino, o piment\u00e3o, o alho e o azeite de oliva e bata at\u00e9 ficar homog\u00eaneo.      Adicione 1 litro de \u00e1gua e bata por mais 1 minuto. Passe o gazpacho por uma      peneira, aparando numa tigela, junte o vinagre e o sal e misture. Cubra a      tigela com filme pl\u00e1stico e leve o gazpacho \u00e0 geladeira por 2 horas, antes      de servir. Se preferir, sirva acompanhado de cro\u00fbtons.<\/p>\n<h2>P\u00e3o de nozes<\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/espanh25.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" width=\"281\" height=\"214\" title=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" \/><\/p>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1 tablete de fermento para p\u00e3o<br \/>\n     1 xicara (ch\u00e1) de farinha de trigo integral<br \/>\n     1 xicara (ch\u00e1) de leite morno<br \/>\n     3 xicaras (ch\u00e1) de farinha de trigo<br \/>\n     1 colher (ch\u00e1) de sal<br \/>\n     1 colher (ch\u00e1) de canela em p\u00f3<br \/>\n     1\/2 x\u00edcara (ch\u00e1) de a\u00e7\u00facar mascavo<br \/>\n     2 ovos<br \/>\n     1\/2 x\u00edcara (ch\u00e1) de manteiga<br \/>\n     1 x\u00edcara (ch\u00e1) de nozes picadas<br \/>\n     1\/2 x\u00edcara (ch\u00e1) de avel\u00e3 picada<br \/>\n     1\/2 x\u00edcara (ch\u00e1) de uva passa<br \/>\n     2 colheres (sopa) de mel<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparo<\/strong><\/p>\n<p>Dissolver o fermento no leite morno. reservar. Misturar as farinhas, o sal,      a canela, o a\u00e7\u00facar, os ovos, a manteiga, o fermento com leite reservado, as      nozes, as avel\u00e3s e as passas. Trabalhar a massa com as m\u00e3os, sovando sobre      a mesa at\u00e9 ficar bem el\u00e1stica. Colocar numa tigela, cobrir com um pano e deixar      crescer por 1 hora em lugar sem correntes de ar (pode ser o forno desligado      do fog\u00e3o). Untar uma forma para p\u00e3o ou bolo ingl\u00eas e despejar a massa. Deixar      crescer mais 30 minutos, coberta com um pano, em lugar abafado. Colocar no      forno preaquecido e assar em forno m\u00e9dio durante 30 minutos. Aquecer o mel      e untar o p\u00e3o assim que sair do forno.<\/p>\n<h2>Torta de ma\u00e7\u00e3<\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/espanh26.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" width=\"284\" height=\"215\" title=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" \/><\/p>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>3 colheres (sopa) de am\u00eandoas mo\u00eddas<br \/>\n     1 pacote de biscoito de leite<br \/>\n     100 g de manteiga<br \/>\n     1 kg de ma\u00e7\u00e3<br \/>\n     1 canela em rama<br \/>\n     2 colheres (sopa) de a\u00e7\u00facar mascavo<br \/>\n     2 colheres (sopa) de uva passa<br \/>\n     1\/2 colher de conhaque<br \/>\n     2 claras de ovo<br \/>\n     1\/2 x\u00edcara de a\u00e7\u00facar<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparo<\/strong><\/p>\n<p>Torrar as am\u00eandoas e moer. Reservar. Bater o biscoito aos poucos no liquidificador.      Despejar numatigela, juntar a manteiga e 2 colheres (sopa) de am\u00eandoas. Misturar      bem. Espalhar esta farofa em uma f\u00f4rma untada de abrir, apertando com uma      colher at\u00e9 forrar todo o fundo e os lados da forma. Cozinhar a ma\u00e7\u00e3 com a      canela e a\u00e7\u00facar mascavo. Quando estiver macia, esmagar com um garfo. Misturar      uma colher de am\u00eandoas e as passas j\u00e1 umdecidas com o conhaque. Bater as claras      em neve. Colocar o a\u00e7\u00facar e continuar batendo at\u00e9 obter um merengue espesso.<\/p>\n<p>Levar a f\u00f4rma com a massa de biscoitos ao forno bem quente. Assar durante      5 minutos. Retirar do forno, espalhar a ma\u00e7\u00e3 e cobrir com o merengue. Levar      ao forno quente por mais 5 minutos s\u00f3 para dourar. Esfriar, retirar da f\u00f4rma      com cuidado e servir.<\/p>\n<h2>Pudim de castanha<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1\/2 kg de castanhas portuguesas<br \/>\n     2 colheres (sopa) de vinho branco doce<br \/>\n     2 cravos-da-\u00edndia<br \/>\n     2 copos de leite<br \/>\n     1 colher (sopa) de a\u00e7\u00facar de baunilha<br \/>\n     200 g de creme de leite<br \/>\n     1\/2 copo de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     1 colher (sopa) de chocolate em p\u00f3<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparo<\/strong><\/p>\n<p>Dar um talho na ponta de cada castanha. Cobrir com \u00e1gua e levar ao fogo.      Juntar o vinho e o cravo-da-\u00cdndia. Cozinhar durante 30 minutos. Escorrer,      descascar e passar a castanha pelo espremedor. Misturar o leite e a baunilha,      mexendo bem. Reservar. Bater o creme de leite para ficar firme. Colocar o      a\u00e7\u00facar e misturar com uma colher. Juntar ao creme de castanhas, incorporando      bem. Colocar em ta\u00e7as individuais, polvilhando cada uma com o chocolate em      p\u00f3.<\/p>\n<h2>Pudim de p\u00eara<\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/espanh27.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" width=\"283\" height=\"212\" title=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" \/><\/p>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>3 ovos<br \/>\n     1 copo de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     2 copos de leite<br \/>\n     1 colher (sopa) de a\u00e7\u00facar de baunilha<br \/>\n     4 p\u00earas<br \/>\n     1\/2 copo de champanhe<br \/>\n     200 g de creme de leite<br \/>\n     1\/2 x\u00edcara (ch\u00e1) de am\u00eandoas sem pele<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparo<\/strong><\/p>\n<p>Bater as gemas com metade do a\u00e7\u00facar at\u00e9 obter uma gemada clara. Misturar      ao leite, juntamente com a baunilha e a maisena dissolvida em um pouco de      \u00e1gua. Levar ao fogo, mexendo sem parar at\u00e9 engrossar. Reservar. Descascar      e picar as p\u00earas. Levar ao fogo com 2 colheres de a\u00e7\u00facar e champanhe. Ferver      em fogo baixo at\u00e9 ficar macia. Se secar muito, colocar um pouco de \u00e1gua. Juntar      ao creme de maisena, misturando bem. Despejar numa f\u00f4rma para pudins e reservar.      Bater as claras em neve. Sem parar de bater juntar 3 colheres (sopa) de a\u00e7\u00facar,      at\u00e9 obter um merengue espesso. Misturar ao merengue e cobrir o pudim. Torrar      as am\u00eandoas picadas no forno e polvilhar o pudim. Levar \u00e0 geladeira at\u00e9 o      momento de servir.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/espanh28.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" width=\"268\" height=\"372\" title=\"Culin\u00e1ria Espanhola\" \/><br \/>\n<strong>Paella<\/strong><\/p>\n<p>Um dos maiores atrativos da <strong>Espanha <\/strong>\u00e9 sua <strong>cozinha<\/strong>,      que \u00e9 uma das melhores do mundo por qualidade e variedade de seus produtos.<\/p>\n<p>A<strong> cozinha espanhola <\/strong>se distingue por utilizar tradicionalmente      na prepara\u00e7\u00e3o de alimentos azeite de oliva, manteiga vegetal e manteiga de      cerdo (graxa animal), assim como uma grande variedade de frutas e verduras      que teve com a cultura \u00e1rabe e outros elementos como a batata e o tomate chegados      da Am\u00e9rica.<\/p>\n<p><strong>COZINHA DO NORTE<\/strong><\/p>\n<p>O norte \u00e9 uma regi\u00e3o \u00famida e chuvosa que possui uma gastronomia muito rica      e variada, tanto em carne como em pescados. O Pa\u00eds Basco cont\u00e9m uma <strong>cozinha      sazonal <\/strong>baseada em fog\u00f5es familiares com pratos pr\u00f3prios como marmitako      (batatas com bonito) e o tangurro (centollo).<\/p>\n<p>Asturias proporciona uma gastronomia similar com particularidades dignas      de mens\u00e3o como a Fabada (guiso de alubias e produtos de cerdo), o queijo e      a sidra (vinho de ma\u00e7a).<\/p>\n<p>Cantabria nos oferece muita diversidade em uma <strong>cozinha<\/strong> de      mar e de montanha com produtos de grande qualidade como a carne de vaca, anchovas      e os derivados lacteos.<\/p>\n<p>Entre as particularidades de Gal\u00edcia s\u00e3o dignos de mencionar o pote, as caldeiradas,      polvo, os lacteos e a confeitaria.<\/p>\n<p>Variedade e riqueza s\u00e3o os t\u00e9rmos que definem uma <strong>cozinha<\/strong>      simples, abundante e natural que nutre a excel\u00eancia dos produtos da terra      como \u00e9 de Arag\u00f3n, La Rioja e Navarra. As frutas e verduras contam com seus      ferteis vales com um verdadeiro para\u00edso de aspargos, piment\u00f5es, borrajas (planta      de talo grosso), mel\u00f5es, p\u00earas, gozam de merecida fama por sua refinada qualidade.      As batatas, os cogumelos, as misturas de verduras e os legumes d\u00e3o lugar a      pratos que se complementam com suas riqu\u00edssimas trutas dos rios de montanhas      e suas carnes preparadas com peculiares chilindrones e os confetes de influ\u00eancia      francesa. Sobremesas que prima o queijo e os lacteos (coalhada), fruta fresca,      chocolatada ou em conserva \u00e9 uma larga tradi\u00e7\u00e3o de p\u00e3es de grande qualidade      completam uma gastronomia muito apreciada por todos.<\/p>\n<p>A <strong>cozinha <\/strong>mediterranea associada a famosa dieta que se mostra      beneficiosa para sa\u00fade se baseia no trigo, na oliva e na vinha como outras      op\u00e7\u00f5es notaveis como arroz, os legumes, o alho, as verduras e hortali\u00e7as,      o queijo e o iogurte, os pescados, as carnes e ovos e as frutas,<strong>cozinha      <\/strong>t\u00e3o variada e completa que em os espa\u00e7os naturais mediterraneos da      Espanha se interpreta com distintos matices e particularidades.<\/p>\n<p>Catalunha desde a idade m\u00e9dia consta que com uma<strong> cozinha rica<\/strong>      e refinada que abarca o planalto o mar e a montanha, consta com variedade      de pescados, enquanto isso o interior se destaca com a escudella e os assados.<\/p>\n<p>Valencia de grande contraste \u00e9 tamb\u00e9m a<strong> cozinha valenciana<\/strong>,      que conjuga os pratos tipicamentes mediterr\u00e2neos como pescados, verduras e      frutas com os do interior mesetario como as sopas, guizado de carne de ca\u00e7a      e que tem no arroz seu produto estrela com uma interminavel lista de especialidades:      seco, caldoso ou em paella.<\/p>\n<p>Doces, torr\u00f5es e melados mant\u00e9m viva a influ\u00eancia \u00e1rabe em sua <strong>cozinha<\/strong>.      Murcia participa desse caracter de cozinha de mar e terra influenciada pela      fus\u00e3o de cultura.<\/p>\n<p>A<strong> cozinha<\/strong> das Ilhas Baleares, tem nas verduras, seus pescados(calderada)      e no cerdo(na brasa e assados), suas principais particulares assim como na      famosa salsa maionese.<\/p>\n<p><strong>Cozinha <\/strong>de Meseta \u00e9 produto de uma climatologia extremada      que exige do homem um esfor\u00e7o duro e continudado em seu labor<\/p>\n<p>Castilla e Le\u00f3n tem como base os legumes: feij\u00e3o (La Ba\u00f1aza, El Barco), gr\u00e3o      de bico (Fuentesa\u00faco) e lentilhas (La Armu\u00f1a). A matan\u00e7a de cerdos que alcan\u00e7a      sua variedade ib\u00e9rica, alimentados com frutos secos e castanhas, tamb\u00e9m basicas      em produtos t\u00edpicos regionais (botillo de Le\u00f3n, Murcilla, Burgalesa, Cantinpalo      segoviano), assim como a ca\u00e7a.<\/p>\n<p>Extremadura participa dessas caracteristicas, se destacam os produtos e pratos      derivados do cerdo ib\u00e9rico. Calderadas e cochi fritos, escabeches frios, verduras      slvestres e uma grande variedade de queijos artesanais amparados por fog\u00f5es      artesanais (Guadalupe, Yuste, Alc\u00e1ntara).<\/p>\n<p>Aquela<strong>cozinha<\/strong>recreada em O Quixote, de panela, salpic\u00e3o      e duelos e quebrantos pode acercarnos a Castilla \u0096 La Mancha, que particularidades      como a\u00e7afr\u00e3o, mel de La Alcarria e queijo manchejego (de ovelha). Uma gastronomia      popular que conserva em gaspacho e morteruelos com sabor pastoril e em assados      (cordeiros, cabritos), um sabor arom\u00e1ticos em seus montes que se deleita com      o seu refinado mazap\u00e1n de Toledo de origem \u00e1rabe. Como uma ilhota, Madri \u00e9      a porta a particularidade de alguns pratos como o cozido madrile\u00f1o, o bacalhau      e as buchadas. As torradas com doces, s\u00e3o outras de suas especialidades.<\/p>\n<p><strong>A cozinha do Sul<\/strong><\/p>\n<p>Andaluzia desfruta de um conjunto de culturas que habitaram e forjaram seu      patrim\u00f4nio gastron\u00f4mico. Coligada com seu entorno encontramos assim uma <strong>cozinha<\/strong>      de horta de v\u00e1rzea, uma cozinha de guizados de inverno e pastoril e uma cozinha      mediterr\u00e2nea no litoral.<\/p>\n<p>Nas Ilhas Canarias desfrutam de uma<strong> cozinha<\/strong> muito personalizada      (farinha de cereias tostados) os legumes, os cultivos tropicais e seus famosos      molhos (salsa de pimenta e cilantro).<\/p>\n<p><strong>O Vinho<\/strong><\/p>\n<p>O vinho \u00e9 um elemento fundamental em todas as <strong>cozinhas <\/strong>regionais      da Espanha.<\/p>\n<p>Os romanos extenderam a a arte da viticultura que consagrou a Espanha em      um dos maiores produtores de vinho. Sua fama se d\u00e1 ao controle de qualidade      e variedade (h\u00e1 sessenta marcas de de vin\u00edcolas direntes). Entre elas o vinho      de Rioja, que por seu aroma, sabor e corpo se destaca internacionalmente as      denomina\u00e7\u00f5es de origem muito apreciadas s\u00e3o de la Ribera del Duero, el Penedes      e La Mancha que s\u00e3o experiementados nos \u00faltimos anos com grande avan\u00e7o e qualidade      em seus caldos. O vinho de Jerez \u00e9 um vinho andaluz de grnade prest\u00edgio internacional,      sobre todos os pa\u00edses anglosaxoneses e tem distintas variedades (fino, manzanilla,      amontillado, doce e oloroso) capazes de satisfazer os diferentes gostos. El      cava espanhol, o vinho espumoso achampanhado tem um centro principal de produ\u00e7\u00e3o      em regi\u00e3o catalana de Penedes, se bem que nos \u00faltimos anos tamb\u00e9m tem se extendido      a outras como Castilla.<\/p>\n<p>A Espanha hoje consome uma grande quantidade de cerveja, principalmente como      aperitivo, acompanhados das tapas em bares. Todavia, o vinho \u00e9 bebida obrigat\u00f3ria      nas refei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Os licores tamb\u00e9m t\u00eam sua particularidade dignos de mencionar. O Brandy \u00e9      produzido em Andaluzia.<\/p>\n<p>Fonte:  www.banstur.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Espanhola<\/h6>\n<p>As diferentes <strong>cozinhas espanholas <\/strong>formam um conjunto gastron\u00f4mico      de destaque no h\u00e1bito alimentar do Ocidente, juntamente com a cozinha francesa      e a italiana.<\/p>\n<p>Na<strong> cozinha espanhola <\/strong>destacam-se as cozinhas basca, seguida      da catal\u00e3 e da andaluza.<\/p>\n<p>A Espanha possui uma<strong> culin\u00e1ria<\/strong> aut\u00eantica e bastante diversificada,      reflexo das l\u00ednguas e h\u00e1bitos regionais de suas 17 comunidades aut\u00f4nomas.      No noroeste, \u00e0 beira do Oceano Atl\u00e2ntico, entre a Gal\u00edcia e o Pa\u00eds Basco,      o clima, a paisagem, a vegeta\u00e7\u00e3o e os sabores s\u00e3o completamente diferentes      dos da ponta meridional da Andaluzia, entre o Estreito de Gibraltar e o Golfo      de C\u00e1diz.<\/p>\n<p>A <strong>cozinha espanhola<\/strong> \u00e9 marcada pela diversidade de pratos      regionais, resultado da missegina\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios h\u00e1bitos alimentares e cultura,      dos povos que se fixaram na Ib\u00e9ria. Ligados por um mar comum, os povos mediterr\u00e2neos,      incluindo os espanh\u00f3is, desfrutaram durante s\u00e9culos de um intenso interc\u00e2mbio      de alimentos.<\/p>\n<p>Mercadores fen\u00edcios, depois gregos e cartagineses atravessaram essas \u00e1guas      com regularidade. No entanto, foram os \u00e1rabes, que dominaram a regi\u00e3o a partir      do s\u00e9culo VIII, que mais marcaram os h\u00e1bitos alimentares dos espanh\u00f3is, contribuindo      para a forma\u00e7\u00e3o da gastronomia espanhola.<\/p>\n<p>Os \u00e1rabes, ex\u00edmios comerciantes, levaram \u00e0 regi\u00e3o o arroz e as especiarias,      at\u00e9 hoje amplamente utilizadas, como o a\u00e7afr\u00e3o. Ingrediente indispens\u00e1vel      \u00e0 paella, ele \u00e9 hoje um dos condimentos mais caros no mercado, produzido quase      que exclusivamente pela Espanha. Os \u00e1rabes foram ainda os respons\u00e1veis pelas      primeiras planta\u00e7\u00f5es de laranja nas terras ib\u00e9ricas e apresentaram aos espanh\u00f3is      os segredos da destila\u00e7\u00e3o \u0096 t\u00e9cnica que permitiu a fabrica\u00e7\u00e3o do xerez,      bebida que aromatiza muitas receitas locais.<\/p>\n<p>Os romanos introduziram a famosa trilogia mediterr\u00e2nea &#8211; p\u00e3o, azeite e vinho.<\/p>\n<p>Os \u00e1rabes, fruto de uma perman\u00eancia de quase oito s\u00e9culos, introduziram o      arroz, a laranja, o a\u00e7afr\u00e3o, a canela, o alho, entre muitos outros produtos.<\/p>\n<p>A partir do s\u00e9culo XV, \u00e9poca das grandes navega\u00e7\u00f5es, os espanh\u00f3is assimilam      alimentos do continente americano, como o milho, o tomate, o piment\u00e3o, o cacau      e a batata. Com o passar dos s\u00e9culos, a<strong> cozinha <\/strong>local mesclou      os ingredientes estrangeiros com os t\u00edpicos do mediterr\u00e2neo, como peixes e      frutos do mar, abundantes na extensa costa mar\u00edtima, aves, porco, carneiro      e cabra, azeite de oliva, alho, cebola e salsa. Cada uma das regi\u00f5es locais      criou, respeitando seus costumes, clima e geografia, sua especialidade.<\/p>\n<p>No Pa\u00eds Basco, por exemplo, a maioria dos pratos \u00e9 \u00e0 base de frutos do mar.      Nos restaurantes do sul brilha a carne grelhada e o gazpacho. No centro do      pa\u00eds, as melhores receitas s\u00e3o as de leit\u00e3o e cordeiro assados no forno a      lenha. Nas cidades do leste, principalmente em Val\u00eancia, a paella \u00e9 o prato      principal.<\/p>\n<p><strong>De maneira geral, na Espanha come-se:<\/strong><\/p>\n<p><strong>No Sul:<\/strong>porco e arroz<br \/>\n<strong>No Norte:<\/strong>carne de vaca e batatas<br \/>\n<strong>No Centro:<\/strong>carneiro e gr\u00e3o-de-bico<br \/>\n<strong>No litoral:<\/strong>peixe e mariscos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o leit\u00e3o assado, as empanadas, com recheios variados, as sopas      grossas de peixe, legume e embutidos, testemunham a exuber\u00e2ncia da gastronomia      espanhola. Alguns pratos ultrapassaram as fronteiras geogr\u00e1ficas, tornando-se      uma refer\u00eancia internacional quando se fala de <strong>cozinha espanhola<\/strong>.<\/p>\n<p>\u00c9 o caso dos ovos \u00e0 flamenca (cozidos no forno em cima de um picado de carne      e de legumes bem condimentados e guarnecidos de ervilhas, aspargos e piment\u00f5es),      o &#8220;gaspacho&#8221; andaluz, modelo de todas as sopas frias com ingredientes      variados e, evidentemente, a &#8220;paella&#8221; nacional, coberta de &#8220;sangue      de ouro&#8221; (a\u00e7afr\u00e3o).<\/p>\n<p>A<strong> cozinha espanhola <\/strong>reteve dos Mouros a arte de preparar      o arroz, descobriu a malagueta e introduziu na Europa todas as combina\u00e7\u00f5es      \u00e0 base de tomate. Contudo, o que talvez mais a caracteriza s\u00e3o os sabores      que tira dos produtos mais simples.<\/p>\n<p>Os ovos s\u00e3o fritos, ou preparados em omeletes recheadas, quentes ou frias,      misturadas com presunto defumado, anchovas e malagueta.<\/p>\n<p>As sopas s\u00e3o feitas com legumes secos, como a chamada &#8220;fabada&#8221;      na regi\u00e3o das Ast\u00farias, que leva feij\u00e3o branco, chouri\u00e7o, toucinho e chouri\u00e7o      de sangue, ou a sopa de gr\u00e3o-de-bico, com espinafres e bacalhau.<\/p>\n<p>O frango guisasse, fala-se fricass\u00e9, \u00e9 frito, sempre, com malagueta, alho      e tomate.<\/p>\n<p>O bacalhau ocupa igualmente lugar cativo na gastronomia espanhola, confeccionado      de muitas maneiras: \u00e0 moda da Biscais, \u00e0 madrilena e \u00e0 Basca, em sopa ou em      past\u00e9is.<\/p>\n<p>Os peixes e os mariscos s\u00e3o produtos de refer\u00eancia quando se enumera o receitu\u00e1rio      espanhol: as caldeiradas e as sopas bascas, as lulas com tinta, as sardinhas      e as gambas assadas na prancha, o atum branco com tomate e a pescadinha frita.<\/p>\n<p>A <strong>cozinha espanhola <\/strong>utiliza vinho, em especial o xerez.      A Espanha \u00e9 o pa\u00eds do xerez, um vinho licoroso, que prov\u00e9m de um pa\u00eds com      a maior extens\u00e3o de vinhas a n\u00edvel mundial, 90% da produ\u00e7\u00e3o espanhola \u00e9 de      vinho corrente, n\u00e3o sendo engarrafado, bebido localmente como vinho de garraf\u00e3o.      Certas regi\u00f5es demarcadas produzem vinhos superiores, caso de La Rioja, nas      terras altas do Vale do Ebro. Os melhores tintos desta regi\u00e3o fazem lembrar      os Bordeaus. Ao sul de Madrid sob a denomina\u00e7\u00e3o &#8220;Valdepe\u00f1as&#8221; produzem-se      tintos, pouco mais coloridos do que os roses e brancos, com cor dourada. Destacam-se      ainda, os tintos de Alicante, os roses de Yecla, os tintos e brancos dos arredores      de Barcelona. A Espanha produz tamb\u00e9m alguns espumantes, sendo o melhor deles      chamado &#8220;xamp\u00e1n&#8221;. Os vinhos licorosos ganham, tamb\u00e9m, algum destaque,      especialmente na Andaluzia.<\/p>\n<p>Os espanh\u00f3is s\u00e3o respons\u00e1veis pela introdu\u00e7\u00e3o do chocolate nos h\u00e1bitos de      consumo da Europa. Os doces s\u00e3o ricos em a\u00e7\u00facar e am\u00eandoas: folhados, tortas      recheadas com doce, pudins de laranja. Na gastronomia espanhola cabe ainda      refer\u00eancia aos &#8220;churros,&#8221; fritos quentes e o &#8220;turr\u00f3n&#8221;      doce.<\/p>\n<p>Com a ca\u00e7a tamb\u00e9m se fazem pratos da alta <strong>cozinha<\/strong>, especialmente      com o uso da perdiz, javali e cabrito mont\u00eas.<\/p>\n<p>A charcutaria: presunto e embutidos picantes, caracterizam a<strong> cozinha<\/strong>      mais r\u00fastica de algumas regi\u00f5es. Os queijos s\u00e3o de gosto forte, \u00e0 base de      leite de cabra ou de ovelha, menos usualmente o de vaca.<\/p>\n<p>Os espanh\u00f3is n\u00e3o d\u00e3o especial import\u00e2ncia ao caf\u00e9 da manh\u00e3. Passam logo cedo      por sua cafeteria predileta e tomam apenas um carajillo, que \u00e9 um caf\u00e9 expresso      com um pouco de conhaque, ou um cortado, com gotas de leite para quebrar o      sabor amargo do caf\u00e9. Na hora do almo\u00e7o, as coisas se invertem. Entre o meio-dia      e as 2 da tarde, as fam\u00edlias saboreiam at\u00e9 quatro pratos. N\u00e3o h\u00e1 pressa e,      naturalmente, o p\u00e3o e o vinho nunca faltam.<\/p>\n<p>As horas seguintes est\u00e3o reservadas a um dos h\u00e1bitos espanh\u00f3is mais populares:      a sesta. Essa \u00e9 uma parada sagrada depois do almo\u00e7o, que costuma estender-se      das 14 \u00e0s 17 horas, quando quase todo o com\u00e9rcio fecha. \u00c0 tarde, quando o      apetite surge novamente, \u00e9 uma estupenda ocasi\u00e3o para se tomar um caf\u00e9, puro      ou com leite, com um pastel ou qualquer outro quitute.<\/p>\n<p>O jantar come\u00e7a apenas \u00e0s 10 horas da noite.<\/p>\n<p>Em casa, basta uma <strong>comida<\/strong> r\u00e1pida, como sopas, verduras e      frutas. Mas, principalmente no ver\u00e3o, em vez de jantares, os espanh\u00f3is saem      \u00e0s ruas para tomar um trago de vinho e beliscar os irresist\u00edveis tapas de      bar em bar.<\/p>\n<p>Os &#8220;tapas&#8221; s\u00e3o aperitivos muito condimentados, por vezes valendo      quase uma refei\u00e7\u00e3o completa. Antigamente, tapa era apenas um pequeno peda\u00e7o      de queijo, presunto ou qualquer outro tipo de frios que servisse para &#8220;tapar&#8221;      (da\u00ed a palavra) a ta\u00e7a, impedindo a entrada de insetos. Outra explica\u00e7\u00e3o para      sua origem, talvez mais verdadeira, \u00e9 a de evitar males maiores ao se tomar      o vinho &#8220;a seco&#8221;.<\/p>\n<p>Esta tradi\u00e7\u00e3o t\u00e3o espanhola e de preparo b\u00e1sico chegou aos dias de hoje com      uma oferta t\u00e3o variada quanto elaborada. Na \u00faltima d\u00e9cada, jovens chefs deram      uma nova interpreta\u00e7\u00e3o \u00e0s tapas, petiscos que costumam acompanhar o vinho      nos restaurantes espanh\u00f3is, fazendo delas &#8220;pequenos bocados&#8221; bem      sofisticados.<\/p>\n<p>Em cidades como Sevilha (na Andaluzia) ou San Sebastian (no pa\u00eds basco) existe      um verdadeiro culto \u00e0 iguaria.<\/p>\n<p>Fonte:  www.rgnutri.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Espanhola<\/h6>\n<p>Comer na Espanha \u00e9 um dos maiores prazeres da vida. A variedade e riqueza      da culin\u00e1ria, assim como a cultura das refei\u00e7\u00f5es, torna bem f\u00e1cil, tanto nas      cidades grandes, como nos vilarejos rurais, encontrar um lugar para comer      bem. Os pre\u00e7os geralmente ficam na porta do restaurante, que tamb\u00e9m possuem      um prato do dia, com pre\u00e7o menos. O servi\u00e7o est\u00e1 incluso no pre\u00e7o, sendo comum,      mas n\u00e3o obrigat\u00f3rio, deixar entre cinco e dez por cento de gorjeta. A maioria      dos restaurantes fecha uma vez por semana (domingo ou segunda), no entanto      h\u00e1 muitos estabelecimentos que est\u00e3o abertos todos os dias, a qualquer hora.<\/p>\n<p>A culin\u00e1ria espanhola difere tradicionalmente pelo uso de azeite de oliva,      gordura vegetal ou animal, manteiga de porco, assim como uma enorme variedade      de frutas e verduras, tiradas da cultura \u00e1rabe, e outros ingredientes como      batatas e tomates que vem da Am\u00e9rica.<\/p>\n<p>O norte \u00e9 uma regi\u00e3o \u00famida e chuvosa que garante uma variedade gastron\u00f4mica      muito rica, tanto de carnes como de peixes. Basque possui uma culin\u00e1ria sazonal,      preparada nos fornos antigos, com pratos como marmitako (batatas com peixe      bonito) e txangurro (moluscos com caranguejo). Ast\u00farias possui pratos como      a fabada (feij\u00e3o e cozido de porco), o queijo e a cidra. Entre a culin\u00e1ria      da Gal\u00edcia, vale a pena mencionar as caldeiradas, a lula, os derivados de      leite e os p\u00e3es.<\/p>\n<p>A <strong>cozinha <\/strong>mediterr\u00e2nea tem como ingredientes base, o trigo,      azeitonas e o vinho, com outros acompanhamentos, como arroz, legumes, alho,      vegetais, queijo e iogurte, peixe, carnes e ovos e frutas.<\/p>\n<p>Uma <strong>cozinha<\/strong> t\u00e3o variada e completa, que na Espanha mediterr\u00e2nea      os espa\u00e7os naturais s\u00e3o interpretados com diferentes particularidades. A Catalonia      possui, desde a Idade M\u00e9dia, uma culin\u00e1ria litor\u00e2nea, que usa uma grande variedade      de peixes, enquanto no interior, recomenda-se a escudella e os assados.<\/p>\n<p>A t\u00edpica <strong>cozinha<\/strong> da Valen\u00e7a une pratos mediterr\u00e2neos, como      os peixes, vegetais e frutas, com caldos e ensopados de carne de ca\u00e7a com      arroz como prato principal. Doces, torrones e sorvetes mant\u00eam a influencia      \u00e1rabe na culin\u00e1ria. A culin\u00e1ria das Ilhas Bale\u00e1ricas inclui vegetais, peixes      e porco, como ingrediente principal, assim como o famosos molho de maionese.<\/p>\n<p>A culin\u00e1ria do planalto \u00e9 um produto do clima que exige um esfor\u00e7o duro e      continuo em seu trabalho. Os ingredientes bases de Castela e Leon s\u00e3o vegetais,      como vagem, estilhas e lentilhas. O porco, que na variedade ib\u00e9rica, recheado      com castanha e frutas do carvalho \u00e9 tamb\u00e9m um produto t\u00edpico da regi\u00e3o, assim      como as carnes de ca\u00e7a. Os p\u00e3es t\u00eam nas gemas e massas fofas, uma representa\u00e7\u00e3o      da tradi\u00e7\u00e3o \u00e1rabe. A culin\u00e1ria de Extremadura da \u00eanfase a produtos e pratos      derivados da carne de porco ib\u00e9rica. A culin\u00e1ria recriada em Quixote, t\u00edpica      de Castela \u0096 La Mancha, possui particularidades como a\u00e7afr\u00e3o, o mel de      La Alcarria e queijo de manchego (ovelha). Como uma pequena ilha, Madri contribui      com a peculiaridade de alguns pratos como o Cocido Mdrile\u00f1o, bacalhau e callos.      Torrijas e doces s\u00e3o outras de suas especialidades.<\/p>\n<p>A<strong> cozinha andaluziana <\/strong>do sul \u00e9 resultado da mistura de culturas      que a habitaram e formaram sua heran\u00e7a gastron\u00f4mica. As Ilhas Can\u00e1rio possuem      uma culin\u00e1ria bem particular que inclui gofio (farinha de cereais tostada),      legumes, cultivos tropicais e os famosos mojos (pimenta e temperos de coriander),      algumas das atra\u00e7\u00f5es principais.<\/p>\n<p>O vinho \u00e9 um importante elemento e toda e qualquer culin\u00e1ria regional da      Espanha. Os romanos deixaram como heran\u00e7a a arte de cultivo da uva que tornou      a Espanha um dos maiores produtores de vinho, famosos pela qualidade. Entre      eles pode-se mencionar os vinhos de Rioja, que pelo aroma, sabor e corpo obtiveram      um lugar de destaque internacional. Outros muito apreciados s\u00e3o os de Ribera      del Duero, Pened\u00e9s e La Mancha.<\/p>\n<p>O vinho de xerez \u00e9 um vinho andaluziano de grande prestigio internacional,      principalmente em paises anglo-sax\u00f4nicos, que tem diferentes variedades (fino,      manzanilla, amontillado, doce e arom\u00e1tico) capaz de satisfazer diferente gostos.      A cava, ou espumante, espanhol possui seu centro de produ\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o catalana      de Penedes, no entanto, nos \u00faltimos anos se expandiu para regi\u00f5es domo Castela.      A cerveja \u00e9 muito consumida hoje em dia na Espanha, principalmente como aperitivo      e acompanhamento para a popular tapa. A cerveja espanhola \u00e9 dourada e leve.      Licores s\u00e3o tamb\u00e9m parte importante da cultura espanhola. O brandy \u00e9 produzido      principalmente em Andaluzia, enquanto brandies e orujos s\u00e3o distribu\u00eddos por      toda e Espanha, dando origem a celebra\u00e7\u00e3o das queimadas de Gallegas, ou \u00e0s      diversas variedades, como seco, herbal, de cereja ou de mel. A erva doce,      a pachar\u00e1n de endrinas de Navarre, e os licores de fruta, s\u00e3o tamb\u00e9m apreciados.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> www.sprachcaffe-spanien.com<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Espanhola<\/h6>\n<p>A culin\u00e1ria espanhola, tal como a Portuguesa, resulta, em larga medida, das      influ\u00eancias dos in\u00fameros povos, conquistadores e conquistados, que habitaram      a pen\u00ednsula ao longo dos s\u00e9culos, bem como das novidades trazidas para a Europa      por portugueses e espanh\u00f3is, na \u00e9poca dos descobrimentos. Definir a culin\u00e1ria      espanhola \u00e9 f\u00e1cil: azeitonas, azeite, salsa, am\u00eandoas, Jerez (Tio Pepe), alho,      a\u00e7afr\u00e3o, frango, bacalhau, marisco, ca\u00e7a, presunto.<\/p>\n<p>Os espanh\u00f3is d\u00e3o grande import\u00e2ncia \u00e0 <strong>comida<\/strong>, e um exemplo      disso \u00e9 a quantidade de tempo que dedicam \u00e0 confec\u00e7\u00e3o e, como \u00e9 l\u00f3gico, \u00e0      degusta\u00e7\u00e3o de variados pratos. Ali\u00e1s, a variedade da culin\u00e1ria espanhola \u00e9      diretamente proporcional \u00e0 variedade de clima, culturas e regi\u00f5es que existem      em territ\u00f3rio espanhol. O prato mais conhecido de toda a Espanha \u00e9, sem d\u00favida,      a paella, origin\u00e1ria da regi\u00e3o de Val\u00eancia.<\/p>\n<p>Para os apreciadores da boa<strong> cozinha<\/strong>, recomenda-se a culin\u00e1ria      Basca, da qual salientamos os pratos de pescada e de bacalhau. Em termos da      culin\u00e1ria regional, como j\u00e1 referimos, a Paella \u00e9 o prato t\u00edpico da regi\u00e3o      de Val\u00eancia, ao passo que a Galiza \u00e9 mais conhecida pelos pratos de peixe      e de carnes excelentes; na Andaluzia, como n\u00e3o podia deixar de ser, temos      o Gazpacho e o peixe frito, e nas Ast\u00farias a Fabada (cozido de favas). Na      regi\u00e3o Centro, s\u00e3o mais consumidos os pratos \u00e0 base de carne de carneiro,      ao passo que na Catalunha preferem o peixe, moluscos e o tradicional enchido      Butifarra.<\/p>\n<p>Fonte:  comezainas.clix.pt<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Espanhola<\/h6>\n<p>Da lembran\u00e7a de uma viagem fica a express\u00e3o de sua gente, os lugares mais      atrativos, as viv\u00eancias mais ricas que brinda a passagem por esse lugar, por\u00e9m,      a <strong>comida <\/strong>que esperimenta-se \u00e9 algo que se leva num sentido      mais real, uma forma de intimar com certa indefens\u00e3o com essa terra nova,      de converti-la em parte importante da hist\u00f3ria pessoal incorporando seus segredos,      como num rito m\u00e1gico, aos da pr\u00f3pria cultura.<\/p>\n<p>Espanha \u00e9 pr\u00f3diga em segredos atrav\u00e9s de sua<strong> cozinha<\/strong>, fruto      de uma hist\u00f3ria de conquistadores, a gastr\u00f4nomia hispana conhece o sabor de      ser sometidos ao mesmo tempo que o de ser dominantes.<\/p>\n<p>Por influ\u00eancia de essa conviv\u00eancia e abertura que tem caraterizado ao longo      dos s\u00e9culos, sua<strong> cozinha <\/strong>incorpora ingredientes do mundo      todo, formas de elabora\u00e7\u00e3o variadas e segredos de diversas proced\u00eancias dando      por resultado um panorama gastron\u00f3mico imenso. Mesmo assim, h\u00e1 rasgos pr\u00f3prios      que podem defin\u00ed-la como Mediterr\u00e2nia: o uso do azeite de oliveira, a abund\u00e2ncia      equilibrada de produtos marinhos, o trigo e o vinho.<\/p>\n<p>\u00c9 evidente que numa pen\u00ednsula os produtos marinhos teriam grande impacto      na alimenta\u00e7\u00e3o, as esp\u00e9cies do Atl\u00e2ntico, do Mediterr\u00e2nio e do Cant\u00e1brico      obrigam a uma variedade na <strong>cozinha<\/strong>.<\/p>\n<p>Por outra parte, as zonas gadeiras do norte e a plan\u00edcie central fornecem      as carnes vermelhas e os derivados do leite. O vinho \u00e9 um l\u00edquido presente      em todas as regi\u00f5es em menor ou maior qualidade, mais de 50 marcas confirmam.      A zona da Rioja \u00e9 a que oferece maior qualidade a n\u00edvel mundial, enquanto      que o Duero e Jerez preparam vinhos mais doces e mais nacionais, alguns deles      com Denomina\u00e7\u00e3o de Origen.<\/p>\n<p>Em Gal\u00edcia, terra de peregrinos e gostos diversos, s\u00e3o t\u00edpicos os pratos      em base \u00e0 mariscos. As vieras s\u00e3o uma vianda feita com mariscos que, segundo      acredita-se, est\u00e3o relacionadas com o apostolo. Tamb\u00e9m s\u00e3o famosos o polvo,      preparado de diversas maneiras, as sardinhas assadas e os pimentos de Herb\u00e3o,      ambas consomem-se como tapas, entre copas e o batepapo com os amigos. A empada      compostelana, recheada de peixe, \u00e9 t\u00edpica da zona durante os meses quentes,      enquanto que o caldo galego e o presunto com grelos, s\u00e3o os favoritos do inverno.      Como sobremesa, a tarta de Compostela, feita com am\u00eandoas e um bom vinho da      regi\u00e3o como o Ribeiro ou o Albarinho, permitir\u00e3o fechar uma boa e singela<strong>      comida <\/strong>galega.<\/p>\n<p>\u00c0 seu passo por Asturias poder\u00e1 encontrar os melhores queijos da na\u00e7\u00e3o, o      mais renconhecido \u00e9 o cabrais, embora podem esperimentar muitos outros de      sabores e texturas diversas. Ast\u00farias, ao igual que Cant\u00e1bria, \u00e9 zona de mariscos      e peixes, especialmente pescadas, enguias, sardinhas e calamares. Esperimentar      uma fabada \u00e9 patar com esta zona cant\u00e1brica pois consideira-se sue prato t\u00edpico,      feita em base \u00e0 feij\u00e3o grande, porco, morcela, cebola e chouri\u00e7o, trata-se      de um guisado caldoso que vem muito bem nos dias do inverno. Tamb\u00e9m pode-se      esperimentar o chouri\u00e7o de queixada e o pantruco, embuchado de porco, assim      como suas empadas de milho, chouri\u00e7o, pressunto e toucino conhecidas como      boronchu. Para beber, nada melhor que um boa sidra, bebida regional espumosa      e de sabor doce entre \u00e0 que destaca a do Villaviciosa. Entre as sobremesas,      os freisuelos ou fiyueles, doces de carnaval elaborados com farinha de trigo,      leite e ovo, s\u00e3o um bom fim para uma<strong> comida <\/strong>ou um presente      delicioso para levar para casa.<\/p>\n<p>O Pa\u00eds Vasco mant\u00e9m tamb\u00e9m essa diferen\u00e7a t\u00edpica na sua <strong>cozinha <\/strong>como      na sua l\u00edngua e idiosincr\u00e1sia.<\/p>\n<p>Entre seus maiores orgulhos est\u00e1 a afirma\u00e7\u00e3o de que consome-se o mesmo nas      mesas de sua gente que nos restaurantes mais luxuosos da comunidade, tratando      de dizer com isto que as diferen\u00e7as sociais n\u00e3o existem na sua <strong>cozinha<\/strong>.<\/p>\n<p>Seus pratos principais tem como fonte o peixe e os mariscos, especialmente      o bacalhau e a pescada, assim mesmo, os molhos distinguem-os de outras regi\u00f5es      espanholas, assemelhando-se em isto \u00e0 complicada <strong>cozinha<\/strong>      francesa. Nas vilas da regi\u00e3o se consome um prato conhecido como marmitako,      realizando uma combina\u00e7\u00e3o de at\u00fam, bonito, batatas e piment\u00e3o que acostuma      acompanhar-se de um vinho branco seco e \u00e1cido chamado txacoli. Por certo,      o piment\u00e3o, produto presente na gastronomia espanhola, tem suas raizes na      Am\u00e9rica e \u00e9 um intento falido de trasladar o chile mexicano \u00e0s terras da pen\u00ednsula      que pode-se expresar-se nessa forma larga e pouco delicada que hoje chamamos      pimento.<\/p>\n<p>Dentro de S\u00e3o Sebasti\u00e3o a afi\u00e7\u00e3o \u00e0 boa mesa \u00e9 comprovada com a celebra\u00e7\u00e3o      de mostras gastron\u00f3micas de talhe internacional e com a presen\u00e7a, dado o seu      car\u00e1ter de esta\u00e7\u00e3o de repouso e turismo, de uma grande variedade de restaurantes      da <strong>cozinha internacional<\/strong>.<\/p>\n<p>Da Rioja o mais destacado dentro e fora da Espanha s\u00e3o os seus excelentes      vinhos, especialmente os tintos. Dos pratos podem-se dizer que destacam os      que realizam-se em base \u00e1 perdizes e cordeiro j\u00e1 seja em guisados ou assados      aos que incorporam-se o feij\u00e3o grande branco e outros legumes, os pimentos      riojanos s\u00e3o t\u00e3o famosos como os vascos pois procedem da mesma zona geogr\u00e1fica,      sua utiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 em muitos casos como embrulho de diversas misturas de verduras      ou carnes.<\/p>\n<p>Sendo uma zona de conflu\u00eancias da tradi\u00e7\u00e3o vasca, castelhana e francesa,      Navarra partilha uma<strong> cozinha <\/strong>similar \u00e0 riojana, perdizes      e codornizes s\u00e3o seu forte, tanto como a truta \u00e0 riojana combinada com presunto,      ali\u00e1s, o seu espetro gastron\u00f3mico amplia-se com os pratos nos que predomina      o cordeiro, como o assado ou o chilindr\u00e3o, no que acompanha-se de verduras      e hortali\u00e7as navarras de grande renome.<\/p>\n<p>Os peixes que recebe do Cant\u00e1brico se refletem nas excel\u00eancias da pescada,      o linguado ou o robalo, que <strong>cozinham-se<\/strong> igualmente com verduras      e molhos. Seus vinhos s\u00e3o de magn\u00edfica qualidade, especialmente os afrutados      e brancos doces.<\/p>\n<p>Arag\u00f3n oferece pratos em base \u00e1 frango e cordeiro temperados com molhos de      tomate, cebola e pimentos, o ternasco \u00e9 um deles. Em Teruel sobressae a truta      do Guadalaviar, preparada ao escabeche e o gazpacho de bronchales, preparado      com coelho de ca\u00e7a. O uso de cogumelos, e animais de ca\u00e7a como o cervo \u00e9 com\u00fam      na <strong>cozinha <\/strong>aragonessa. Os sus vinhos s\u00e3o bons com a carater\u00edstica      de ser densos, com muito corpo, produz tanto tintos como brancos.<\/p>\n<p>Catalunha \u00e9 uma mistura do requinte franc\u00eas na gastronom\u00eda. \u00c9 muito mais      Mediterr\u00e2nia e menos \u00e1rabe que a do resto da Espanha, os molhos suaves e ex\u00f3ticos      banham muitos de seus pratos, especialmente os de azeite, sejam em carnes,      peixes ou verduras, acompanhados com frequ\u00eancia de frutos secos como as castanhas,      am\u00eandoas, passas e pinhones. Os embuchados mais suaves tamb\u00e9m tem grande arraigo      na regi\u00e3o catal\u00e3, especialmente o chamado butifarra. Entre as sobremesas destaca      a crema catal\u00e3, esp\u00e9cie de fl\u00e3 cremoso e doce. Os vinhos s\u00e3o tamb\u00e9m Mediterr\u00e2nios,      suaves e doces, embora Catalunha seja a terra do Cava.<\/p>\n<p>O Levante \u00e9 outra regi\u00e3o espanhola t\u00edpicamente Mediterr\u00e2nia onde os mariscos      e peixes dominam o di\u00e1rio comer, se preparam salgaduras de boqueir\u00e3o e bonito      ou pratos como o cruet de pex e inclusive em certas zonas pode esperimentar-se      o ex\u00f3tico ouri\u00e7o do mar. Destaca internacionalmente a paella valenciana, arroz      combinado com mariscos de alta qualidade que adquire uma cor amarela pela      forma em que a cozinhada. O arroz \u00e9 b\u00e1sico no Levante, sendo cozinhado de      muitas diversas maneiras. As sobremesas principais s\u00e3o os turr\u00f5es, bunhuelos      de gerimum, p\u00e3o de figo e frutos naturais da zona. Algumas zonas tem desenvolvido      bebidas pr\u00f3prias como Alcoy, que brinda o seu caf\u00e9 licor, o timonet e o herbero,      especialmente durante suas festas tradicionais.<\/p>\n<p>Andaluzia \u00e9 a regi\u00e3o espanhola que re\u00fane maior influ\u00eancia das culturas que      conquistaram Espanha, especialmente a \u00e1rabe. Predominam os pratos em base      \u00e0 peixes e mariscos com a carater\u00edstica de cozinhar-se de maneira mais seca,      para uma ingest\u00e3o mais f\u00e1cil. Os pesca\u00edtos fritos s\u00e3o tapas populares que      podem encontrar-se f\u00e1cilmente. O gazpacho \u00e9 o prato caldoso mais popular da      Andaluzia. Os seus vinhos s\u00e3o mais doces, destacando os de Jerez, M\u00e1laga e      Montilla-Moriles.<\/p>\n<p>As Ilhas Baleares tem uma<strong> cozinha <\/strong>t\u00edpicamente mar\u00edtima.      Para dar variedade, incorpora numerosas sopas e guisos de verduras como a      sopa mallorquina e o tumbet em base \u00e0 batatas, ab\u00f4boras e pimentos. Desta      terra s\u00e3o tamb\u00e9m as chamadas cocas, esp\u00e9cie de tortas de farinha que podem      ser doces ou salgadas, assim como as ensaimadas, muito extendidas por toda      a pen\u00ednsula que \u00e9 uma qualidade de p\u00e3o doce. A zona de Mah\u00f3n \u00e9 a terra da      maionese e o queijo do mesmo nome elaborado com leite de vaca.<\/p>\n<p>A terra do centro, as comunidades mais extensas geogr\u00e1ficamente que s\u00e3o Castela      La Mancha, Castilha Le\u00f3n e Extremadura partilham uma <strong>cozinha<\/strong>      similar.<\/p>\n<p>Predominam os pratos elaborados com carne roxa de vaca ou de porco, sendo      especial a vitela avilenha de sabor delicado e suave, os assados de cordeiro      e coelho, os presuntos e chouri\u00e7os com suas inumer\u00e1veis variedades, os pat\u00e9s      derivados das diferentes qualidades de gados da regi\u00e3o. Os queijos como o      manchego tem grande reputa\u00e7\u00e3o e oferecer frequentemente em sua<strong> cozinha<\/strong>,      os produtos do trigo se expresam em grande variedade de p\u00e3es salgados e doces,      assim como em biscoitos e sobremesas t\u00edpicas.<\/p>\n<p>As empadas recheadas de chouri\u00e7o, presunto e carne roxa s\u00e3o carater\u00edsticas      de v\u00e1rias regi\u00f5es e est\u00e3o relacionadas com a vida campestre de antigamente,      assim como com numerosas tradi\u00e7\u00f5es. Os vinhos, especialmente do Duero, s\u00e3o      dos mais renconhecidos pelo gosto azedo, enquanto que os de Valladolid e de      Rueda s\u00e3o mais frescos e afrutados. Os produtos do mar, embora n\u00e3o t\u00e3o abundantes      como no resto da Espanha tamb\u00e9m est\u00e3o presentes na regi\u00e3o, ali\u00e1s, cozinham-se      de jeitos mais caldosos, acompanhados de molhos ligeioas e legumes, entre      os peixes, os de rio como as trutas, s\u00e3o as que se consomem fritas. Entre      as sobremesas destacam os mazapanes, as galetas e pe\u00e7as de trigo recheadas      de frutos secos como os pinh\u00f5es, as gemas de Santa Tereza e algumas pe\u00e7as      de repostaria com nomes t\u00edpicos das regi\u00f5es onde elaboram-se. Durante a ocupa\u00e7\u00e3o      francesa, um grupo de franceses robar\u00e3o a documenta\u00e7\u00e3o do Convento de S\u00e3o      Benito em Alc\u00e1ntara, levando consigo um recet\u00e1rio que os monges utilizavam      para cozinhar. Entre os pratos que ai expunham estavam a perdiz de Alc\u00e1ntara,      os caracoles, a chanfaina e as mormenteras, esp\u00e9cie de rosquilha recheada      de am\u00eandoas e mel. Estes pratos passaram fazer parte da gastronomia francesa      e poucos sabem que na realidade nasceram nas paredes de um Convento Espanhol      mais perto do Portugal que do mesmo Madrid.<\/p>\n<p>Por \u00faltimo, em Madrid pode encontrar uma<strong> cozinha<\/strong> nacional      e internacional muito variada, carater\u00edstica de uma capital mundial, sem que      isto impida que tenham suas pr\u00f3prias especialidades como s\u00e3o os buchos e o      cozido \u00e0 madrilenha. A vantagem de assomar-se \u00e0 cozinha no Madrid reside nesse      imenso mirante da Espanha que \u00e9 esta cidade, com seus espa\u00e7os para cada uma      das particularidades de suas regi\u00f5es.<\/p>\n<p>Fonte: www.rumbo.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Espanhola<\/h6>\n<p>Comer na Espanha \u00e9 um dos rituais mais agrad\u00e1veis da vida cotidiana. A variedade      e riqueza de sua gastronomia, bem como o prazer do espanhol pela <strong>comida      <\/strong>fazem com que seja muito f\u00e1cil encontrar, nas grandes cidades ou      nas pequenas aldeias rurais, um lugar onde comer bem. O card\u00e1pio com os pre\u00e7os      costuma ser fixado \u00e0 entrada dos restaurantes, que disp\u00f5em tamb\u00e9m de um almo\u00e7o      comercial com pre\u00e7os habitualmente mais reduzidos. A taxa de servi\u00e7o est\u00e1      inclu\u00edda no pre\u00e7o dos pratos, sendo habitual, mas n\u00e3o obrigat\u00f3rio, destinar      entre cinco e dez por cento do total \u00e0 gorjeta. A maioria dos restaurantes      costuma fechar um dia por semana (aos domingos ou \u00e0s segundas), embora existam      in\u00fameros estabelecimentos de hor\u00e1rio ininterrupto que permitem comer a qualquer      hora.<\/p>\n<p>A <strong>cozinha espanhola<\/strong> distingue-se por utilizar tradicionalmente      na prepara\u00e7\u00e3o dos alimentos o azeite de oliva como gordura vegetal e a manteiga      de porco como gordura animal, bem como a grande variedade de frutas e verduras      que herdou da cultura \u00e1rabe, e outros elementos como a batata e o tomate,      vindos da Am\u00e9rica.<\/p>\n<p>O vinho \u00e9 um elemento fundamental em todas e cada uma das<strong> cozinhas      regionais da Espanha<\/strong>.<\/p>\n<p>Os romanos deixaram a arte da viticultura que converteu a Espanha num dos      maiores produtores de vinho, ao mesmo tempo que obteve justa fama por sua      qualidade, sujeita hoje a estritos controles e variedade.<\/p>\n<p>Fonte:  www.ciff.net<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Espanhola<\/h6>\n<p>Tradicional e sofisticada, a <strong>cozinha espanhola<\/strong> se revela      diferente e saborosa em cada uma de suas regi\u00f5es. Por outro lado, alguns pratos      como a paella, o cocido, a tortilla e o gazpacho s\u00e3o conhecidos e produzidos      em quase todo o pa\u00eds. Determinados ingredientes tamb\u00e9m fazem a alegria de      grande parte dos espanh\u00f3is. A\u00e7afr\u00e3o, azeite de oliva, alho e piment\u00e3o s\u00e3o      algumas das marcas registradas dessa especialidade culin\u00e1ria.<\/p>\n<p>Na divisa com Portugal, na regi\u00e3o noroeste da Espanha, a Gal\u00edcia, conhecida      por seu litoral bem recortado, re\u00fane uma imensa variedade de peixes e mariscos.      \u00c9 l\u00e1 que est\u00e3o tamb\u00e9m as melhores vitelas da Espanha. Na vizinha regi\u00e3o de      Ast\u00farias, tamb\u00e9m ao norte, a fabada \u00e9 o prato mais tradicional. Nela combinam-se      as fabas (feij\u00e3o branco) com os embutidos, orelhas de porco e defumados.<\/p>\n<p>No Pa\u00eds Basco, extremo-norte da Espanha, a famosa lula e as pequenas enguias      dividem reconhecimento com os deliciosos cordeirinhos assados na brasa. J\u00e1      a Catalunha, localizada no nordeste hisp\u00e2nico, possui uma <strong>cozinha      <\/strong>bastante especial porque mistura na mesma receita frutos do mar e      pequenos animais. Sua capital, a majestosa Barcelona, apresenta a originalidade      do molho romesco que combina am\u00eandoas com piment\u00e3o doce mo\u00eddo e \u00e9 usado principalmente      em peixes.<\/p>\n<p>A exce\u00e7\u00e3o fica por conta de Val\u00eancia, na parte sudeste da Espanha. Em suas      plan\u00edcies entrecortadas por montanhas, crescem os arrozais que fizeram nascer      a famosa paella, que pode ser feita de diversas maneiras. O clima quente da      Andaluzia, no extremo-sul do pa\u00eds, deu origem ao magn\u00edfico gazpacho: uma sopa      fria de tomates e legumes. E, finalmente, na Castilla, bem ao norte de Madri,      \u00e9 poss\u00edvel encontrar leit\u00f5es bem pequenos e assados, os chorizos e o cocido:      uma profus\u00e3o de carnes de porco e lingui\u00e7as servidas com muito gr\u00e3o de bico.<\/p>\n<p>Fonte:  www.guiadasemana.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Espanhola<\/h6>\n<h5>Continente de sabores<\/h5>\n<p>As diferentes<strong> cozinhas espanholas <\/strong>formam um conjunto gastron\u00f4mico      situado entre os primeiros do Ocidente, juntamente com a cozinha francesa      e a italiana. De entre as cozinhas espanholas destaca-se a basca, seguida      da catal\u00e3 e da andaluza.<\/p>\n<p>A<strong> cozinha espanhola <\/strong>\u00e9 marcada pela diversidade de pratos      regionais, resultado de v\u00e1rias formas de comer, usos e costumes, dos povos      que se vieram fixar na Ib\u00e9ria. Fen\u00edcios, romanos e principalmente \u00e1rabes contribuiram,      na sua g\u00eanese, para a forma\u00e7\u00e3o da mesa espanhola. Os romanos introduziram      a mais do que famosa trilogia mediterr\u00e2nica- p\u00e3o, azeite e vinho. Os \u00e1rabes,      fruto de uma perman\u00eancia de quase oito s\u00e9culos, contribuiram de forma vincada      no car\u00e1ter da gastronomia espanhola. Introduziram o arroz, a laranja, o a\u00e7afr\u00e3o,      a canela, o alho, entre muitos outros produtos. Depois das Descobertas, os      produtos vindos de novos continentes, vieram enriquecer esta dieta s\u00e3.<\/p>\n<h5>Cozinha refinada e r\u00fastica<\/h5>\n<p>A<strong>cozinha espanhola<\/strong>ganha tamb\u00e9m pelos seus cozidos com vinho,      em especial o xerez. Usa-se mesmo o chocolate, n\u00e3o fossem os espanh\u00f3is respons\u00e1veis      pela sua introdu\u00e7\u00e3o nos h\u00e1bitos de consumo da Europa.<\/p>\n<p>Com a ca\u00e7a tamb\u00e9m se fazem pratos de alta <strong>cozinha<\/strong>, especialmente      com o uso da perdiz, javali e cabrito mont\u00eas.<\/p>\n<p>A charcutaria: presunto, enchidos picantes, caracterizam a <strong>cozinha      <\/strong>mais r\u00fastica de algumas regi\u00f5es. Os queijos s\u00e3o de gosto forte, \u00e0      base de leite de cabra ou de ovelha, menos usualmente de vaca.<\/p>\n<p>Na gastronomia espanhola cabe ainda refer\u00eancia para os \u0093churros,\u0094      fritos quentes e o \u0093turr\u00f3n\u0094 doce, esp\u00e9cie de nogado com muitas variedades.      Nos caf\u00e9s petiscam-se \u0093tapas\u0094 aperitivos muito condimentados, por      vezes valendo quase uma refer\u00e7\u00e3o completa.<\/p>\n<p>Os doces s\u00e3o ricos em a\u00e7\u00facar e am\u00eandoas: folhados, tortas recheadas com doce,      pudins de laranja.<\/p>\n<h5>Pa\u00eds Basco<\/h5>\n<p>H\u00e1 quem afirme sem pejo que a <strong>cozinha<\/strong> Basca \u00e9 a melhor de      Espanha. Destaque feito para os peixes: o bacalhau \u0093al pil pil\u0094,      soberbo pela simplicidade dos ingredientes. Do Pa\u00eds Basco chegam tamb\u00e9m as      lulas cozinhadas na sua tinta, o molho verde, leve e arom\u00e1tico, utilizado      sobre pescada. Tudo isto tendo por ingredientes somente alho, salsa e azeite.<\/p>\n<p>Da <strong>cozinha <\/strong>basca destacam-se ainda as sardinhas assadas      em escabeche e as excelentes sopas de peixe.<\/p>\n<p>Nas carnes de referir as costeletas de Azpeitia.<\/p>\n<p>Fonte: www.drashirleydecampos.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Espanhola<\/h6>\n<h3>Cozinha Espanhola<\/h3>\n<h2>Arr\u00f3s Amb Fesols I Naps &#8211; Arroz com Feij\u00e3o e Nabo<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1 cabe\u00e7a de alho inteira, com cascas<br \/>\n     500 gramas de costela de porco<br \/>\n     150 gramas de feij\u00e3o branco<br \/>\n     1 nabo picado em cubinhos<br \/>\n     300 gramas de arroz<br \/>\n     2 litros de \u00e1gua<br \/>\n     p\u00e1prica doce<br \/>\n     salsa picada<br \/>\n     azeite<br \/>\n     a\u00e7afr\u00e3o<br \/>\n     sal<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Colocar azeite na panela e, quando aquecer, juntar a costelinha picada. Colocar      a cabe\u00e7a de alho inteira e refogar juntas, at\u00e9 que a costelinha esteja levemente      dourada. Juntar o feij\u00e3o branco e a \u00e1gua em que ficou de molho. Acrescentar      um pouco mais de \u00e1gua, corrija o sal e tampar a panela por tempo suficiente      para cozinhar o feij\u00e3o. Em outra panela, colocar azeite. Juntar o nabo picado      e refogar levemente. Temperar com a p\u00e1prica e o colorante aliment\u00edcio. Colocar      um pouquinho da \u00e1gua do cozimento do feij\u00e3o e juntar o nabo refogado \u00e0 panela      do feij\u00e3o. Colocar o arroz e deixar cozinhar, sem tampa, at\u00e9 que o arroz esteja      macio. Acres\u00e7a a salsinha picada. O arroz absorver\u00e1 bastante \u00e1gua, mesmo assim,      o prato \u00e9 bem \u00famido, ficando com bastante caldo.<\/p>\n<h2>Arroz de La Huerta com Pollo<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>2 colheres (sopa) de extrato de tomate<br \/>\n     \u00f3leo ou azeite para refogar<br \/>\n     1 piment\u00e3o verde picado<br \/>\n     200 gramas de vagem picada<br \/>\n     tempero preparado de alho<br \/>\n     colorante aliment\u00edcio<br \/>\n     400 gramas de arroz<br \/>\n     caldo de frango<br \/>\n     1 frango<br \/>\n     sal<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Cortar o frango em peda\u00e7os, com o cutelo. Corrijir o sal. Levar ao fogo uma      panela, deixando aquecer. Juntar o \u00f3leo. Fritar o frango. D\u00ea uma leve dourada.      Entrar com os vegetais. Temperar com alho, mexer bem. Colocar o extrato de      tomate. Cobrir com o caldo de frango e deixar cozinhar por 25 minutos. Entrar      com o colorante aliment\u00edcio e corrijir o sal. Acrescentar o arroz e deixar      cozinhar. Servir quente.<\/p>\n<h2>Batata Espanhola<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>200 gramas de mussarela ralada<br \/>\n     1 pacote de batata palha<br \/>\n     estrogonofe de frango<br \/>\n     1 copo de requeij\u00e3o<br \/>\n     pur\u00ea de batata<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Montar os ingredientes em camadas, na ordem acima, em um pirex transparente      (fica mais bonito, pois d\u00e1 para ver as camadas). Levar ao forno quente por      aproximadamente 20 minutos.<\/p>\n<h2>Caballo Rojo &#8211; Pernil de Cordeiro<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1 colher (sopa) de p\u00e1prica doce<br \/>\n     1 colher (caf\u00e9) de cominho<br \/>\n     3 colheres (sopa) de azeite<br \/>\n     vinho temperado \u0093Chefe Izidro\u0094 a gosto<br \/>\n     um pouco de mel e vinagre (opcional)<br \/>\n     1 copo (americano) de vinho branco<br \/>\n     1 pernil de cordeiro desossado<br \/>\n     1 copo (americano) de \u00e1gua<br \/>\n     1 abobrinha para acompanhar<br \/>\n     sal e salsinha a gosto<br \/>\n     1 piment\u00e3o verde<br \/>\n     1 dente de alho<br \/>\n     1 cebola picada<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Cortar o cordeiro em cubinhos. Temperar com sal a gosto e regar com vinho      para temperar Chefe Izidro. Deixar marinar por alguns minutos. Numa panela      anti-aderente, aquecer o azeite. Juntar a cebola, o piment\u00e3o e o alho. Refogar      por alguns minutos. Adicionar o cordeiro. Refogar at\u00e9 dourar. Acrescentar      a p\u00e1prica e o cominho. Misturar. Juntar o vinho, a \u00e1gua e tampar a panela.      Deixar cozinhar por cerca de 15 minutos na press\u00e3o. Ap\u00f3s esse tempo, retirar      a press\u00e3o, adicionar um pouco de mel e um pouco de vinagre. Misturar e deixar      apurar por mais alguns minutos. Fatiar a abobrinha e doure em uma frigideira      anti-aderente (dos dois lados). Distribuir essas fatias de abobrinha ao redor      do fundo do prato. Colocar o cordeiro no centro do prato e servir.<\/p>\n<h2>Coelho \u00e0 Espanhola<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1 x\u00edcara (caf\u00e9) de azeite de oliva (ou \u00f3leo)<br \/>\n     \u00bd x\u00edcara (ch\u00e1) de salsa<br \/>\n     \u00bd colher (caf\u00e9) de segurelha<br \/>\n     1 raminho de alecrim (pequeno)<br \/>\n     sal e pimenta do reino a gosto<br \/>\n     1 copo de vinho branco seco<br \/>\n     rodelas de piment\u00e3o<br \/>\n     2 dentes de alho<br \/>\n     fatias de tomate<br \/>\n     fatias de cebola<br \/>\n     2 coelhos<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Temperar o coelho com todos esses ingredientes de deixar descansar por umas      3 horas. Antes de levar ao forno, cobrir com as fatias de tomate, as fatias      de cebola, as rodelas de piment\u00e3o e 1 x\u00edcara (caf\u00e9) de azeite de oliva (ou      \u00f3leo). Cobrir com papel alum\u00ednio e levar ao forno quente, por uma hora. Retirar      o papel alum\u00ednio e deixar que assar os temperos de cima. Quando estiver bonito,      retirar e servir. Como n\u00e3o pode mexer para ficar bonito, colocar num refrat\u00e1rio.<\/p>\n<h2>Coelho com Ervas<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>4 ou 5 batatas picadas em peda\u00e7os n\u00e3o muito pequenos<br \/>\n     1 e \u00bd quilos de coelho<br \/>\n     1 copo de vinho tinto<br \/>\n     pimenta do reino<br \/>\n     1 copo de \u00e1gua<br \/>\n     1 dente de alho<br \/>\n     1 cebola<br \/>\n     alecrim<br \/>\n     tomilho<br \/>\n     louro<br \/>\n     ceref\u00f3lio<br \/>\n     \u00f3leo<br \/>\n     sal<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Colocar o azeite na panela de press\u00e3o, para aquecer. Passar o f\u00edgado do coelho,      apenas temperado com sal, de modo que cozinhar por dentro e fique dourado      por fora. Temperar o restante da carne com sal e pimenta do reino. Quando      o f\u00edgado estiver dourado, retirar e reservar. No mesmo azeite, juntar a carne.      Fritar dos dois lados, at\u00e9 que fique dourado, colocar, ent\u00e3o a cebola e os      alhos inteiro e deixar que dourem bem. Retirar o alho e juntar ao f\u00edgado.      Temperar com or\u00e9gano fresco, ou tomilho, louro, alecrim e ceref\u00f3lio. Despejar      o vinho sobre o refogado e um pouquinho de \u00e1gua. Fechar a panela e deixar      cozinhar por cerca de 15 minutos. Abrir a panela, colocar as batatas e fechar,      novamente para que cozinhem. Corrijir o sal, na hora de colocar as batatas.      Pegar o f\u00edgado do coelho, os dois dentes de alho do refogado, colocar num      pil\u00e3o com um pouquinho do caldo do cozimento e pile todos os ingredientes      juntos, voltando \u00e0 panela. Estando macias as batatas, o prato estar\u00e1 pronto.<\/p>\n<h2>Cozido Espanhol<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1 colher (sopa) de azeitona verde (sem caro\u00e7o) picada<br \/>\n     2 colheres (sopa) de salsinha picada<br \/>\n     2 colheres (sopa) de azeite de oliva<br \/>\n     1 x\u00edcara e \u00bd (ch\u00e1) de \u00e1gua<br \/>\n     300 gramas de carne bovina magra cortada em cubos<br \/>\n     2 batatas cortadas em peda\u00e7os grandes<br \/>\n     1 lata de gr\u00e3o de bico escorrido<br \/>\n     2 cenouras cortadas em rodelas<br \/>\n     2 tomates cortados em cubos<br \/>\n     1 dente de alho amassado<br \/>\n     1 tablete de caldo de carne<br \/>\n     3 folhas de repolho picadas<br \/>\n     1 cebola grande picada<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Refogar a cebola no azeite. Acrescentar o alho e continue refogando. Adicionar      o tablete de caldo de carne e os cubos de carne e refogar. Juntar a azeitona,      a salsinha, o tomate e a batata e continue refogando. Acrescentar a \u00e1gua,      tampar a panela e cozinhar por 20 minutos em fogo baixo. Adicionar o gr\u00e3o-de-bico      escorrido e a cenoura e deixar cozinhando por mais 10 minutos. Juntar o repolho.      Desligar o fogo e conservar a panela tampada por 15 minutos. Servir a seguir.<\/p>\n<h2>Feij\u00e3o \u00e0 Espanhola<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1colher (sopa) de \u00f3leo<br \/>\n     2 bifes m\u00e9dios (patinho ou cox\u00e3o mole) cortados em tira<br \/>\n     500 gramas de lingui\u00e7a calabresa em rodelas<br \/>\n     \u00bd piment\u00e3o verde picado<br \/>\n     100 gramas de bacon<br \/>\n     250 gramas de feij\u00e3o<br \/>\n     1\/3 copo de vinagre<br \/>\n     \u00bd cebola picada<br \/>\n     2 ovos mexidos<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Cozinhar o feij\u00e3o. Reservar. Colocar o \u00f3leo em uma panela e fritar o bacon,      a carne e a lingui\u00e7a. Jogar o \u00f3leo fora. Misturar tudo no feij\u00e3o, juntamente      com o piment\u00e3o e o vinagre. Ap\u00f3s 5 minutos de fervura, d\u00ea uma levar batida      nos 2 ovos e colocar na panela. Ferver por mais 5 minutos. Desligar o fogo      e, s\u00f3 agora, colocar a cebola picada e tampar a panela por cerca de 5 minutos.      Est\u00e1 pronto o feij\u00e3o, e agora \u00e9 s\u00f3 saborear.<\/p>\n<h2>Fil\u00e9 \u00e0 parrilla<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1 colher (sopa) tomilho<br \/>\n     4 colheres (sopa) azeite<br \/>\n     1 e \u00bd quilos de contrafil\u00e9 ou fil\u00e9<br \/>\n     1 copo de vinho tinto<br \/>\n     Batata frita a gosto<br \/>\n     1 p\u00e9 de alface<br \/>\n     Pimenta a gosto<br \/>\n     1 dente de alho<br \/>\n     Sal a gosto<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Temperar a pe\u00e7a inteira de contrafil\u00e9 com o alho socado, o sal, a pimenta,      o tomilho e meio copo de vinho. Espalhar o azeite e deixar marinar de um dia      para outro. No dia seguinte, injetar na carne, com uma seringa limpa, mais      4 colheres de vinho. Colocar na grelha durante 18 minutos de cada lado, pincelando      de vez em quando com o l\u00edquido da marinada. Servir a carne fatiada com batata      frita e salada de alface.<\/p>\n<h2>Gazpacho Andaluz<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>500 gramas de tomate maduro<br \/>\n     sal e pimenta-do-reino<br \/>\n     2 dentes de alho<br \/>\n     1 cubo de caldo<br \/>\n     2 piment\u00f5es<br \/>\n     fatias de p\u00e3o<br \/>\n     1 cebola<br \/>\n     1 pepino<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Assar o tomate por um filtro ou peneira fina com a cebola ralada e o alho;      salgar e apimentar; juntar o caldo frio e levar tudo \u00e0 geladeira; \u00e0 parte,      colocar os pepinos descascados, os piment\u00f5es cortados e as fatias de p\u00e3o frito      no azeite.<\/p>\n<h2>Lac\u00f3n con Grelos<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1,2 quilos de joelho de porco<br \/>\n     750 gramas de batatas<br \/>\n     1 chouri\u00e7o de carne<br \/>\n     \u00bd molho de grelos<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Demolhar a carne de modo a que n\u00e3o perca o sal todo. Colocar para cozinhar      com o chouri\u00e7o e, quando estiver quase cozida, retificar o sal. Juntar as      batatas descascadas e partidas ao meio e os grelos, escolhidos e lavados.      Deixar cozinhar, escorrer e servir.<\/p>\n<h2>Migas de Pueblo<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>4 colheres (sopa) de azeite<br \/>\n     1 colher de p\u00e1prica doce<br \/>\n     200 gramas de carne su\u00edna<br \/>\n     1 p\u00e3o amanhecido<br \/>\n     3 dentes de alho<br \/>\n     12 rabanetes<br \/>\n     sal<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Cortar o p\u00e3o em cubos pequenos ou desmanchar com as m\u00e3os. Pulverizar com      um pouco de \u00e1gua e tampe com um pano. Aquecer o azeite. Dourar os dentes de      alho laminado. Reservar. Acrescentar a carne su\u00edna cortada em pedacinhos.      Refogar por 5 minutos. Adicionar o p\u00e3o cortadinho e refogar. Adicionar a p\u00e1prica.      Servir com rabanetes em rodelas por cima.<\/p>\n<h2>Paella Tradicional<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>\u00bd colher (ch\u00e1) de estames de a\u00e7afr\u00e3o, amassados<br \/>\n     \u00bd colher (ch\u00e1) de tomilho seco<br \/>\n     \u00bc colher (ch\u00e1) de sal<br \/>\n     \u00bc x\u00edcara (ch\u00e1) de vinho branco seco<br \/>\n     1 x\u00edcara (ch\u00e1) de caldo de galinha<br \/>\n     225 gramas de lingui\u00e7a de porco, cortada em peda\u00e7os de 2,5 cm<br \/>\n     450 gramas de fil\u00e9 de frango, cortado em tiras de 5 cm<br \/>\n     450 gramas de camar\u00e3o grande, descascado e limpo<br \/>\n     225 gramas de tomates pelados e picados<br \/>\n     2 dentes de alho, amassados<br \/>\n     175 gramas de arroz agulha<br \/>\n     1 piment\u00e3o verde, picado<br \/>\n     1 cebola, picada<br \/>\n     12 mexilh\u00f5es<br \/>\n     36 v\u00f4ngoles<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Esfregar as conchas dos mariscos sob \u00e1gua corrente. Raspar com uma faca para      retirar as cracas e o limo. Arranjar os mariscos em c\u00edrculo em uma f\u00f4rma de      sufl\u00ea (3 litros). Colocar os mexilh\u00f5es no centro. Regar com o vinho. Cobrir      e cozinhar em pot\u00eancia Alta por 3-4 minutos.<\/p>\n<p>Eliminar a parte superior das conchas. Passar os mariscos no l\u00edquido de cozimento      para retirar os gr\u00e3os de areia. Reservar. Colocar em uma jarra o l\u00edquido de      cozimento dos mariscos. Deixar descansar at\u00e9 que a areia se deposite no fundo.      Retirar o l\u00edquido limpo e reservar. Eliminar o restante. Colocar as lingui\u00e7as      na mesma f\u00f4rma usada para os mariscos. Cobrir com papel toalha e cozinhar      em pot\u00eancia Alta por 5 minutos. Retirar as lingui\u00e7as e escorrer. Reservar      a gordura do cozimento. Numa tigela, colocar o fil\u00e9 de frango temperado na      gordura reservada.<\/p>\n<p>Cobrir com papel toalha e cozinhar em pot\u00eancia Alta por 4-5 minutos, mexendo      na metade do cozimento. Retirar o frango e reservar. Colocar na mesma f\u00f4rma      o piment\u00e3o, a cebola e o camar\u00e3o. Cobrir e cozinhar em pot\u00eancia Alta por 2-3      minutos, mexendo na metade do cozimento. Retirar os camar\u00f5es e reservar. Juntar      o arroz e o a\u00e7afr\u00e3o aos legumes na f\u00f4rma; misturar. Cozinhar em pot\u00eancia Alta      por 2 minutos; mexer 1 vez. Juntar o l\u00edquido dos mariscos, o caldo de galinha      e o tomate. Cozinhar em pot\u00eancia Alta por 15 minutos; mexendo 1 vez. \u00c0 mistura      de arroz, adicionar a lingui\u00e7a, o frango e os frutos do mar reservados; mexer      cuidadosamente para misturar. Cobrir a paella e cozinhar em pot\u00eancia Alta      por 2-3 minutos, at\u00e9 ficar bem quente. Cuidado para n\u00e3o cozinhar demais.<\/p>\n<p><strong>Montagem Final<\/strong><\/p>\n<p>Transferir para uma travessa preaquecida, arranjando os mexilh\u00f5es e o v\u00f4ngole      por cima. Guarne\u00e7a e servir.<\/p>\n<h2>Pisto Manchego<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>2 colheres (sopa) de molho de tomate<br \/>\n     temperos \u00e0 gosto (sal, alho, or\u00e9gano e s\u00e1lvia)<br \/>\n     1 piment\u00e3o verde<br \/>\n     1 piment\u00e3o vermelho<br \/>\n     1 lata de atum<br \/>\n     azeite a gosto<br \/>\n     1 abobrinha<br \/>\n     1 berinjela<br \/>\n     1 cebola<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Numa panela funda, levar o azeite para esquentar. Adicionar a cebola e os      piment\u00f5es picados. Temperar com o sal \u00e0 gosto e o alho picadinho. Mexer bem.      Em seguida, juntar a abobrinha picada em cubos. Deixar cozinhando por alguns      minutos. Depois, juntar a berinjela com casca cortada em quadradinhos. Continuar      mexendo. Adicionar o molho de tomate, o or\u00e9gano fresco, a s\u00e1lvia e, se necess\u00e1rio,      mais sal. Para finalizar, colocar o atum. Deixar cozinhar mais um pouco e      retirar do fogo. Servir com p\u00e3o, como couvert ou como acompanhamento.<\/p>\n<h2>Puchero de Frango<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1 colher (sopa) de manteiga ou banha<br \/>\n     1 ma\u00e7o de cheiro verde, amarrado com barbante de algod\u00e3o<br \/>\n     1 frango cortado em peda\u00e7os<br \/>\n     2 folhas de louro<br \/>\n     1 talo de sals\u00e3o<br \/>\n     1 alho-porr\u00f3<br \/>\n     sal a gosto<br \/>\n     3 ou 4 batatas<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Colocar todos os ingredientes, menos as batatas, em uma panela, cobrir com      \u00e1gua, e cozinhar at\u00e9 o frango ficar macio. Retirar os vegetais. Colocar as      batatas, e cozinhar at\u00e9 as batatas ficarem macias. Servir com arroz branco.<\/p>\n<h2>Pouding de Berenjenas<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>3 colheres (sopa) de f\u00e9cula de batata<br \/>\n     \u00bd x\u00edcara de caldo de carne<br \/>\n     100 gramas de migalhas de p\u00e3o fresco<br \/>\n     \u00bd litro de creme de leite fresco<br \/>\n     Sal e pimenta do reino branca<br \/>\n     150 gramas de manteiga<br \/>\n     2 quilos de berinjelas<br \/>\n     1 lim\u00e3o<br \/>\n     5 ovos<br \/>\n     4 gemas<\/p>\n<p><strong>Molho<\/strong><\/p>\n<p>3 colheres (sopa) de caldo de carne<br \/>\n     \u00bc x\u00edcara de vinho do Porto<br \/>\n     2 x\u00edcaras de molho branco<br \/>\n     \u00bd litro de creme de leite fresco<br \/>\n     100 gramas de manteiga<br \/>\n     2 cebolas pequenas<br \/>\n     Noz moscada<br \/>\n     Mostarda<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Descascar as berinjelas que fiquem algumas tiras com a casca e outras tiras      descascadas. Cortar as berinjelas em quadradinhos e deixar 30 minutos na \u00e1gua      com sal e escorrer, se preferir um sabor menos amarguinho, ou passar para      o cozimento. Cozinhar em \u00e1gua temperada com sal e com o suco de lim\u00e3o. Quando      estiverem macias, escorrer e fritar em um pouco de manteiga, verificar o sal      e juntar a pimenta e as migalhas de p\u00e3o. Reservar. Bater os ovos e as gemas.      Juntar \u00bd litro de creme de leite fresco, a f\u00e9cula de batata e 3 colheres (sopa)      de caldo de carne, batendo sempre, sem parar. Juntar tudo \u00e0s berinjelas e      misturar bem. Colocar em uma forma redonda e levar ao forno em banho maria      por 2 horas ou at\u00e9 que enfiando o palito este saia limpo.<\/p>\n<p><strong>Molho<\/strong><\/p>\n<p>Dourar as cebolas na manteiga. Adicionar o conhaque e flambar. Juntar o vinho      do Porto, e cozinhar at\u00e9 reduzir esta mistura \u00e0 metade. Adicionar o molho      branco, o \u00bd litro de creme de leite, \u00bd x\u00edcara de caldo de carne e a mostarda      a gosto \u00e9 perfumado com vinho do Porto. Temperar com sal, pimenta do reino      e noz moscada ralada na hora. Deixar cozinhar por 15 minutos, mexendo sempre.      Passar por uma peneira. Desenformar o pudim, cobrir com um pouco do molho.      Servir o restante do molho em uma molheira \u00e0 parte.<\/p>\n<h2>Sopa de Alho \u00e0 Moda Espanhola<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1 colher (sopa) de curry<br \/>\n     3 colheres (sopa) de \u00f3leo<br \/>\n     3 p\u00e3ezinhos amanhecidos cortados em cubinhos<br \/>\n     5 dentes de alho picados<br \/>\n     1 litro de caldo de carne<br \/>\n     4 ovos (um por por\u00e7\u00e3o)<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Fritar o alho no \u00f3leo, at\u00e9 come\u00e7ar a dourar. Juntar a colher de curry. Retirar      o alho frito. No mesmo \u00f3leo, juntar os p\u00e3ezinhos em cubo e fritar, mexendo      sempre. Colocar o p\u00e3ozinho frito nos pratos, salpicar o alho reservado, colocar      uma gema de ovo em cada prato e cobrir com o caldo de carne bem quente. Servir      a seguir.<\/p>\n<h2>Zarzuela<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>5 colheres (sopa) de azeite de oliva<br \/>\n     3 colheres (sopa) de salsinha<br \/>\n     1 x\u00edcara (ch\u00e1) de farinha de trigo<br \/>\n     5 tomates sem pele e sem sementes<br \/>\n     250 gramas de camar\u00e3o mi\u00fado<br \/>\n     2 copos de vinho branco seco<br \/>\n     \u00bd quilo de robalo (peixe)<br \/>\n     Pimenta-do-reino a gosto<br \/>\n     \u00bd quilo de ca\u00e7\u00e3o<br \/>\n     1 envelope a\u00e7afr\u00e3o<br \/>\n     4 camar\u00f5es gra\u00fados<br \/>\n     8 mexilh\u00f5es limpos<br \/>\n     1 copo de \u00e1gua<br \/>\n     2 dentes de alho<br \/>\n     \u00bd quilo de lula<br \/>\n     2 cebolas<br \/>\n     sal a gosto<\/p>\n<p><strong>Modo de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Limpar e cortar a lula em rodelas. Passar rapidamente na farinha de trigo      e fritar no azeite quente. Retirar e refogar os camar\u00f5es limpos. Retirar os      camar\u00f5es e refogar no mesmo azeite a cebola e o alho picados. Juntar o tomate,      os mexilh\u00f5es, o vinho, a \u00e1gua, a salsinha, o sal, a pimenta e o a\u00e7afr\u00e3o. Ferver      durante 20 minutos. Colocar numa travessa refrat\u00e1ria funda os peda\u00e7os de peixe      temperados com sal e pimenta, os camar\u00f5es gra\u00fados, as lulas e o molho de mexilh\u00f5es.      Levar ao forno m\u00e9dio durante 20 minutos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Culin\u00e1ria Espanhola, Comida, Cozinha, Receitas, Pratos, Gastronomia, Paella, Gaspacho, Tortilla, Bebidas, Ingredientes, T\u00edpicos, Espanha, Culin\u00e1ria Espanhola<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[68],"tags":[],"class_list":["post-23499","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-culinaria"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Culin\u00e1ria Espanhola, Comida, Cozinha, Receitas, Pratos Culin\u00e1ria Espanhola<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Culin\u00e1ria Espanhola, Comida, Cozinha, Receitas, Pratos, Gastronomia, Paella, Gaspacho, Tortilla, 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