{"id":23497,"date":"2016-01-19T15:39:08","date_gmt":"2016-01-19T15:39:08","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=23497"},"modified":"2016-01-19T15:41:36","modified_gmt":"2016-01-19T15:41:36","slug":"culinaria-egipcia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/alimentacao\/culinaria\/culinaria-egipcia","title":{"rendered":"Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia"},"content":{"rendered":"<p>No      Egito, a dieta b\u00e1sica gira em torno de gr\u00e3os como fava, gr\u00e3o de bico e lentilha.      Um prato muito comum \u00e9 o fool &#8211; um ensopado consistente feito de gr\u00e3os de      fava temperados com pasta de gergelim e suco de lim\u00e3o.<\/p>\n<p>Entretanto,      a grande maioria dos hot\u00e9is substitui este prato tradicionalmente leve, por      um sistema de caf\u00e9 continental, que inclui ch\u00e1, torradas, bolos, manteiga,      gel\u00e9ias e queijo fetta.<\/p>\n<p>Os      p\u00e3es podem deixar um pouco a desejar, pois costumam ser do tipo achatado e      redondo, tipo \u00e1rabe. No entanto, s\u00e3o ideais para serem degustados acompanhados      dos in\u00fameros tipos de pat\u00eas e molhos t\u00edpicos da culin\u00e1ria eg\u00edpcia com a Tahina      (pasta feita de gergelim) t\u00e3o deliciosa quanto o Baba Ghanoug (mistura de      tahina com alho e berinjela).<\/p>\n<p>Algumas vezes o <strong>Bikli<\/strong> (por\u00e7\u00e3o de legumes sortidos, temperados      e em conserva) tamb\u00e9m pode acompanhar uma boa refei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No      Egito, o almo\u00e7o \u00e9 a refei\u00e7\u00e3o mais importante do dia e consiste num prato principal,      com v\u00e1rios molhos e saladas, al\u00e9m dos acompanhamentos tradicionais.<\/p>\n<p>Kebabs      \u00e9 um prato muito popular feito de carne de carneiro ou frango, cortada em      peda\u00e7os, marinada e grelhada. Uma varia\u00e7\u00e3o do kebabs \u00e9 o kofta, que \u00e9 o mesmo      prato feito com a carne mo\u00edda e preparada do mesmo modo. Outros pratos populares      incluem o frango assado, o pombo recheado e a carne grelhada. Esses pratos      normalmente s\u00e3o servidos acompanhados de arroz ou alguma massa e uma salada      verde.<\/p>\n<p>Pratos      quentes de verduras s\u00e3o servidas como acompanhamento ou como alternativa aos      pratos com carne.<\/p>\n<p>Uma      iguaria imperd\u00edvel \u00e9 o taamaya, similar ao felafel israelita que consiste      em uma pequena quantidade de massa feita de gr\u00e3o de bico, que \u00e9 frita e servida      com p\u00e3o ou salada.<\/p>\n<p>Shawarma      \u00e9 um popular lanche r\u00e1pido, e \u00e9 encontrado principalmente nos mercados abertos      e nas feiras. \u00c9 carne de cordeiro cortada em fatias bem finas, junto com salada      e tahina, enrolados no p\u00e3o s\u00edrio.<\/p>\n<p>O      peixe \u00e9 mais consumido nas regi\u00f5es pr\u00f3ximas ao Mar Vermelho, enquanto que      a culin\u00e1ria em Aswan tem como base saborosos peixes de \u00e1gua doce, vindos do      lago Nasser.<\/p>\n<p>Os      vegetarianos mais r\u00edgidos, n\u00e3o ter\u00e3o uma grande variedade nos pratos, pois      a carne costuma aparecer na culin\u00e1ria eg\u00edpcia, mesmo que em pequenas por\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>As      sobremesas no Egito sempre caem em uma das duas seguintes categorias: doces      de massa e pudins ou frutas frescas. Os doces s\u00e3o: Mohallabeyya (creme \u00e0 base      de farinha de arroz, perfumado com \u00e1gua de rosas e com pistache), Om\u00b4ali (finas      folhas de massa cozida banhadas em leite muito a\u00e7ucarado e misturadas com      coco e pistache) e Konafa (uma esp\u00e9cie de massa de pistache, avel\u00e3s e nozes,      envolta em aletria e mel).<\/p>\n<p>Frutas      frescas s\u00e3o a sobremesa mais comum, ainda que n\u00e3o sejam especialmente variadas.<\/p>\n<p>No      que se refere \u00e0s bebidas, o ch\u00e1 tem uma import\u00e2ncia enorme na cultura eg\u00edpcia.      Ele \u00e9 servido bem doce, a menos que voc\u00ea especifique o contr\u00e1rio. O caf\u00e9 \u00e9      servido no estilo turco, muito forte e bastante ado\u00e7ado.<br \/>\n     Uma bebida que pode ser bastante refrescante para os dias quentes no Egito,      \u00e9 o karkadeh, feito de p\u00e9talas secas da flor do hibisco, que pode ser servido      quente ou gelado. H\u00e1 tamb\u00e9m uma grande variedade de sucos de frutas. No inverno      \u00e9 servido uma bebida quente, doce e leitosa, misturada com passas, am\u00eandoas      e coco chamada de sahleb.<\/p>\n<p>A      cerveja local \u00e9 fraca e os vinhos e destilados eg\u00edpcios s\u00e3o considerados fortes      demais.<\/p>\n<p>Fonte:       www.pratofeito.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<p>Cairo,      a cidade triunfante, \u00e9 a magn\u00edfica capital do Egito. A maior cidade do Oriente      M\u00e9dio e tamb\u00e9m da \u00c1frica. Est\u00e1 localizada no meio de todas as rotas entre      os tr\u00eas continentes: \u00c1frica, Europa e \u00c1sia. \u00c8 a cidade onde o passado e o      presente se encontram.<\/p>\n<p>A      grande Cairo se estende nas duas margens do rio Nilo. Na margem oeste do rio      fica o passado, ou seja, as grandes constru\u00e7\u00f5es como as pir\u00e2mides de Queops,      Quefrem e Miquerinos e a enigm\u00e1tica Esfinge na cidade de Giza. E na margem      leste, a cidade do Cairo com seus modernos arranha-c\u00e9us convivendo pacificamente      com mais de 2000 anos de cultura Isl\u00e2mica, Copta, Crist\u00e3 e Judaica. Realmente      \u00e9 uma jornada atrav\u00e9s da hist\u00f3ria!<\/p>\n<p>Para      se chegar ao Cairo, alem do avi\u00e3o que \u00e9 o mais r\u00e1pido, eu recomendo uma viajem      por terra vindo da Jord\u00e2nia ou Israel, ou por mar vindo da Gr\u00e9cia ou It\u00e1lia      passando por Alexandria. Aventura \u00e9 a palavra de ordem, mas na \u00e2nsia por conhecer      a cidade tenha cuidado com guias muito sol\u00edcitos, eles podem querer decidir      tudo sobre sua estadia no Cairo. Planeje antes de embarcar, e com cuidado      reserve hot\u00e9is ou albergues que voc\u00ea ter\u00e1 grandes chances de ter uma estadia      prazerosa.<\/p>\n<p>Visite      as Pir\u00e2mides e a Esfinge na parte da tarde e espere para assistir o show de      luzes e som que acontece diariamente no local, sempre ao cair da noite. Pela      manh\u00e3 visite o \u0093Khan Alkalili Bazar\u0094 um grande mercado onde voc\u00ea      encontra de tudo, desde raridades at\u00e9 c\u00f3pias fajutas. Visite tamb\u00e9m a grande      Mesquita do Cairo<\/p>\n<p>\u0093Mesquita      de Alabastro \u0096 ou \u0096 Mohammed Ali \u0093, lembre-se de estar discretamente      vestido. O museu do Cairo est\u00e1 localizado na pra\u00e7a \u0093Tahrir\u0094 e tem      o maior acervo de produtos eg\u00edpcios de todos os tempos, e o mais impressionante      e in\u00e9dito de todos que \u00e9 o tesouro do Fara\u00f3 Tutakamon.<\/p>\n<p>A      culin\u00e1ria do Egito \u00e9 rica e bastante similar ao resto do oriente m\u00e9dio. Em      pequenos restaurantes ou em outros mais sofisticados, experiemente a Kafta,      Kebab, Tahina, saladas com berinjela, rolinhos com folhas de parreira, tomates      recheados, lentilhas e sopas. \u00c8 importante atentar para beber somente \u00e1gua      mineral, por um motivo que n\u00f3s os brasileiros estamos cansados de saber. Experimente      um cruzeiro-jantar pelas \u00e1guas do rio Nilo ao entardecer, \u00e9 uma experi\u00eancia      deslumbrante.<\/p>\n<p>\u00c9      bastante seguro se deslocar pela cidade em t\u00e1xi. As corridas n\u00e3o custam muito      e os motoristas sempre entendem o idioma ingl\u00eas e sabem aonde voc\u00ea quer chegar.      Mas se voc\u00ea quer gastar bem menos dinheiro, suba numa van metropolitana, os      destinos est\u00e3o escritos tamb\u00e9m em ingl\u00eas, eu acredito que esta seja uma experiencia      meia assustadora porem divertida.<\/p>\n<p>Para      brasileiros, entrar no Egito \u00e9 preciso visto, trate disto antes de sair do      pais. E o perigo da viol\u00eancia que estamos acostumados a ouvir pelos notici\u00e1rios      n\u00e3o \u00e9 aquilo que as vezes nos deparamos enquanto realidade, por isso, no Egito      tenha somente tanto cuidado quanto em qualquer outro local urbano deste nosso      universo!<\/p>\n<p>Fonte: www.acessepiaui.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia<\/h6>\n<h2>Contexto      Hist\u00f3rico<\/h2>\n<p>Os      antigos eg\u00edpcios foram o resultado de uma mistura das v\u00e1rias popula\u00e7\u00f5es que      se fixaram no Egipto ao longo dos tempos, oriundas do nordeste africano, da      \u00c1frica Negra e da \u00e1rea sem\u00edtica. At\u00e9 meados do s\u00e9culo 20, por influ\u00eancia de      uma vis\u00e3o euroc\u00eantrica, considerava-se os antigos eg\u00edpcios praticamente como      brancos; a partir dos anos 50 do s\u00e9culo 20 as teorias do &#8220;afro-centrismo&#8221;,      passaram a ver os Eg\u00edpcios como negros. A l\u00edngua dos eg\u00edpcios (hoje uma l\u00edngua      morta) \u00e9 um ramo da fam\u00edlia das l\u00ednguas afro-asi\u00e1ticas (hamito-sem\u00edticas).      Hoje a l\u00edngua oficial \u00e9 o \u00e1rabe. Quando o Egipto se tornou uma prov\u00edncia romana      (30 a.C.) a popula\u00e7\u00e3o deveria ser cerca de sete milh\u00f5es. Esta popula\u00e7\u00e3o habitava      nas terras agr\u00edcolas situadas nas margens do Nilo, sendo escassas as popula\u00e7\u00f5es      que viviam no deserto, assim como hoje. A popula\u00e7\u00e3o do Egipto atual ronda      os 79 milh\u00f5es de habitantes, o segundo pa\u00eds mais populoso da \u00c1frica. A civiliza\u00e7\u00e3o      eg\u00edpcia destacou-se muito nas \u00e1reas de ci\u00eancias como na matem\u00e1tica, usada      na constru\u00e7\u00e3o de pir\u00e2mides e templos. Na medicina, os procedimentos de mumifica\u00e7\u00e3o      proporcionaram importantes conhecimentos sobre o funcionamento do corpo humano.      Destacaram-se ainda na astronomia e na engenharia. Atualmente o Egipto \u00e9 uma      rep\u00fablica \u0096 Rep\u00fablica Ar\u00e1bica do Egito &#8211; governada pela constitui\u00e7\u00e3o      de 1971. Esta constitui\u00e7\u00e3o estabelece no Egipto um estado socialista cuja      religi\u00e3o oficial \u00e9 o isl\u00e3o. O chefe de Estado \u00e9 o presidente da rep\u00fablica,      e o chefe de governo, o primeiro ministro.<\/p>\n<h2>Economia      e Agricultura<\/h2>\n<p>A      base econ\u00f4mica do Egito fara\u00f4nico era a agricultura, principalmente o cultivo      de cereais, como trigo e cevada. O trabalho nos campos era facilitado pelas      cheias anuais do rio Nilo, que fertilizavam as margens de terra, tornando-as      bastante produtivas. Os camponeses constitu\u00edam a maioria absoluta da popula\u00e7\u00e3o.      O trabalho no campo era regulado em fun\u00e7\u00e3o das tr\u00eas esta\u00e7\u00f5es do ano, t\u00edpicas      do pa\u00eds, relacionadas o ciclo do Nilo: Akhit \u0096 a inunda\u00e7\u00e3o, de julho      a novembro; Peret \u0096 a chamada &#8220;sa\u00edda&#8221; ou reaparecimento da      terra cultiv\u00e1vel do seio das \u00e1guas \u0096 \u00e9poca de semeadura \u0096 que acontecia      de novembro a mar\u00e7o; Shemu \u0096 a colheita, que acontecia de mar\u00e7o a junho.      Analisada a paralisa\u00e7\u00e3o das atividades durante a inunda\u00e7\u00e3o, e considerando-se      que a colheita, realizada entre fins de mar\u00e7o e in\u00edcio de junho, terminava      bem antes de ocorrer \u00e0 nova cheia do rio Nilo, constata-se que o ciclo da      agricultura b\u00e1sica durava pouco mais de meio ano.<\/p>\n<p>Camponeses      semeando a terra no &#8220;Peret&#8221;<\/p>\n<p>Os      camponeses de trigo e de cevada \u0096 cultivos b\u00e1sicos \u0096 sucediam-se      desde os p\u00e2ntanos do Delta, ao norte, at\u00e9 a regi\u00e3o de N\u00fabia, no extremo sul.      Uma vez o rio Nilo voltando ao leito normal ap\u00f3s a cheia, iniciava-se o trabalho      de cultivo da terra. A primeira tarefa dos camponeses era a aragem e semeadura      da terra antes mesmo das \u00e1guas da inunda\u00e7\u00e3o se retirarem totalmente. Esses      dois afazeres ocorriam no mesmo momento. Camponeses que revolviam a terra      com arados e enxadas eram seguidos de imediato por outros camponeses que lan\u00e7avam      as sementes dos cereais, pisoteadas por animais (ovelhas, abras, etc.) de      modo a penetrarem no solo. \u00c0 \u00e9poca da colheita, os talos de trigo e de cevada      eram cortados pelo meio utilizando-se uma pequena foice de madeira com dentes      de s\u00edlex. Os talos eram depositados no ch\u00e3o. Feito isso, recolhiam-se \u00e0s espigas      em cestos, sendo transportadas \u00e0 extremidade do campo. O cereal era ent\u00e3o      pisoteado por bois de modo a separar o gr\u00e3o da casca, em seguida peneirado.      Os gr\u00e3os eram acondicionados em sacas denominadas de khar, com 73 l.<\/p>\n<h2>Gastronomia      e Poder<\/h2>\n<p>Certas      tumbas do Antigo Imp\u00e9rio mostram relevos onde se aplicam puni\u00e7\u00f5es aos camponeses      que tentavam ludibriar as autoridades no pagamento dos excedentes agr\u00edcolas      como imposto. Situa\u00e7\u00e3o curiosa \u00e9 a que informam alguns registros: muitas vezes      camponeses compactuavam com funcion\u00e1rios das propriedades esquemas de corrup\u00e7\u00e3o      \u0096 mais precisamente o desvio dos gr\u00e3os. A constru\u00e7\u00e3o de celeiros para      o armazenamento dos cereais colhidos pelos camponeses constitu\u00eda uma grande      preocupa\u00e7\u00e3o dos propriet\u00e1rios das terras no Antigo Egito. No tempo do fara\u00f3      Rams\u00e9s III em Mediet-habu, na margem oeste do Nilo em frente \u00e0 moderna cidade      de Luxor, e tamb\u00e9m a antiga cidade de Akhenaton \u0096 hoje Tell-el-Amarna      \u0096 no M\u00e9dio Egito, foram encontrados celeiros de 8 a 9 metros de di\u00e2metro      e de 7 a 8 metros de altura. Celeiros poderiam ser constru\u00eddos em s\u00e9rie, bem      como foram encontrados pequenos celeiros no interior de jardins e casas.<\/p>\n<p>Fonte:       gastronomiaenegocios.uol.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia<\/h6>\n<p>Junto      com as sedas e especiarias vindas do extremo oriente, chegaram a Bagd\u00e1 as      massas e o sorvete. E, das cozinhas persas, passaram aos \u00e1rabes, que os trouxeram      para o ocidente. Da China veio o arroz, a cana-de-a\u00e7\u00facar e algumas aves. A      t\u00e9cnica do sorvete (do \u00e1rabe, sarib) foi da China para a \u00cdndia e de l\u00e1 para      a P\u00e9rsia, onde h\u00e1 registros de que no s\u00e9c. VI j\u00e1 se fazia sorvetes de \u00e1gua      de rosas, frutas e pistaches.<\/p>\n<p>A      cozinha dos \u00e1rabes do deserto, os primeiros mu\u00e7ulmanos, compunha-se de alimenta\u00e7\u00e3o      simples, de carne, poucos vegetais e pouqu\u00edssimo peixe. As conquistas mu\u00e7ulmanas      puseram os \u00e1rabes em contato com a cozinha bizantina e, atrav\u00e9s do com\u00e9rcio,      com os produtos ex\u00f3ticos das j\u00e1 citadas China e \u00cdndia. Desses povos os \u00e1rabes      herdaram seu fasc\u00ednio pelas especiarias e por misturar o doce com o salgado.<\/p>\n<p>Mas      \u00e9 bom lembrar que os pa\u00edses \u00e1rabes s\u00e3o muitos, extendendo-se por todo o norte      da \u00c1frica e Oriente M\u00e9dio, cada lugar com caracter\u00edsticas pr\u00f3prias. Em geral,      os pa\u00edses da costa do Mediterr\u00e2neo t\u00eam uma cozinha mais rica e variada, destacando-se      o Marrocos, Arg\u00e9lia, Tun\u00edsia, L\u00edbia, Egito, L\u00edbano, Jord\u00e2nia e Palestina.      No receitu\u00e1rio \u00e1rabe, predominam cozidos e guizados.<\/p>\n<p>Al\u00e9m      da carne, s\u00e3o famosos na cozinha \u00e1rabe a Babaganuj, um pat\u00e9 que, no Egito,      \u00e9 feito de beringela assada, com tahine (pasta de gergelim), suco de lim\u00e3o,      azeite e alho; o hummus bi tahine (pasta de gr\u00e3o-de-bico) e o tabule, um prato      liban\u00eas feito de trigo mo\u00eddo, com tomates, cebola, hortel\u00e3 e pepino, temperado      com azeite e suco de lim\u00e3o. Essas pastas s\u00e3o comidas com p\u00e3o ou folhas.<\/p>\n<p>No      s\u00e9c. VI os bizantinos j\u00e1 cultivavam, na Espanha, o arroz, mas foram os \u00e1rabes      que desenvolveram esse cultivo. Ziryab, escritor de Bagd\u00e1 do s\u00e9culo IX, deixou      registrado como se comia na Espanha, sentados sobre almofadas ao redor da      mesa baixa, servindo-se diretamente das bandejas, sem pratos individuais.      N\u00e3o usavam talheres, e tinham o p\u00e3o como acompanhamento.<\/p>\n<p>Fonte:       www.angelfire.com<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia<\/h6>\n<p>A      culin\u00e1ria \u00e1rabe tem ra\u00edzes pra l\u00e1 de milenares. A regi\u00e3o foi o ber\u00e7o da civiliza\u00e7\u00e3o      e das primeiras tradi\u00e7\u00f5es culin\u00e1rias.<\/p>\n<p>No      Iraque, os homens passaram a cultivar trigo, cevada, pistache, nozes, rom\u00e3s      e figos e criaram o p\u00e3o chato e redondo. No L\u00edbano surgiu o h\u00e1bito de cobrir      o p\u00e3o com carne e cebola, nascia a esfiha. Do Ir\u00e3 vieram os ingredientes mais      complexos como arroz, pato, am\u00eandoas e frutos frescos, e muitas especiarias:      cominho, cardamomo, coentro, feno-grego, c\u00farcuma e gengibre.<\/p>\n<p>Com      o fim das invas\u00f5es, as diversas culin\u00e1rias mesclaram-se em uma cozinha que      cultivou um verdadeiro respeito por suas tradi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O      carneiro \u00e9 o principal animal consumido. Sua carne \u00e9 assada ou guisada, normalmente      recheada e ricamente temperada. A carne de cabrito tamb\u00e9m chega \u00e0s panelas,      assim como a galinha e o peru.<\/p>\n<p>Na      falta de carne, ganham destaque os gr\u00e3os, como o trigo, a lentilha, a ervilha,      o gr\u00e3o-de-bico e o arroz. Largamente apreciados tamb\u00e9m s\u00e3o as verduras e os      legumes recheados e em conserva, os quibes e esfihas, as frutas secas e a      coalhada.<\/p>\n<p>As      favas s\u00e3o t\u00edpicas do Egito, presentes no fool midammis, sopa bem grossa \u00e0      base de feij\u00e3o, servida normalmente durante o caf\u00e9 da manh\u00e3 e o falafel, que      j\u00e1 faz parte dos card\u00e1pios de outras na\u00e7\u00f5es \u00e1rabes.<\/p>\n<p>O      peixe \u00e9 abundante no litoral do Oriente M\u00e9dio, temperado com uma rica sele\u00e7\u00e3o      de especiarias e molhos e regado a azeites de oliva.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong>      www.bomprato.com<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia<\/h6>\n<h2><strong>Bebidas<\/strong><\/h2>\n<p>As comidas se acompanham normalmente com <strong>\u00e1gua<\/strong>, que deve ser mineral      e \u00e9 muito importante que a abram diante de voc\u00ea, embora tamb\u00e9m pode se beber<strong>      cerveja <\/strong>como a local &#8220;Stella&#8221;. Tamb\u00e9m se encontram cervejas      de importa\u00e7\u00e3o. Como curiosidade lembre-se que a cerveja foi inventada no Antigo      Egito. Entre os <strong>vinhos <\/strong>destacam o tinto Chateu Giniclis, uma boa variedade      de brancos e o rosado Rubi D&#8217;Egyte. N\u00e3o s\u00e3o de excelente qualidade mas resultam      aceit\u00e1veis.<\/p>\n<p>As bebidas t\u00edpicas eg\u00edpcias s\u00e3o o<strong> karkade<\/strong>, que procede da flor do      hibiscos e pode-se tomar quente ou frio, o <strong>shai<\/strong>, ch\u00e1 negro de forte      sabor e a variedade conhecida como<strong> shai nana<\/strong> servido com folhas de      hortel\u00e3, o<strong> ahwa<\/strong>, caf\u00e9 turco, os <strong>sucos<\/strong>de manga, goiaba, banana,      laranja, morango, cenoura, lima, tomate, cana de a\u00e7\u00facar, rom\u00e3 e lim\u00e3o, entre      outros, o <strong>tamarhindi<\/strong>, infus\u00e3o feita com a polpa seca do tamarindo,      o <strong>irssous<\/strong>, \u00e1gua de regaliz, o<strong> erfa<\/strong>, bebida de canela que se      serve quente e coberta de nozes e o <strong>na na<\/strong>, de menta. Entre as bebidas      alc\u00f3olicas destacam o <strong>ersoos<\/strong>, licor de forte sabor e odor, o <strong>zahib<\/strong>,      uma esp\u00e9cie de aguardente e o<strong> yasoon<\/strong>, com sabor a anis.<\/p>\n<h2><strong>Restaurantes      em O Cairo<\/strong><\/h2>\n<p><strong>Arabesque<\/strong>.      6 Kasr O Nil. Ademais de degustar excelentes pratos poder\u00e1 contemplar as obras      da galeria de arte que est\u00e1 situada neste restaurante.<\/p>\n<p><strong>Andrea&#8217;s<\/strong>.      14 Mariyutiyyah. Especializado em frango assado.<\/p>\n<p><strong>Auberge      des Pyramides<\/strong>. 325 Pyramids R. Conta com um club noturno.<\/p>\n<p><strong>O      Dar<\/strong>. Saqqara. Cozinha eg\u00edpcia e libanesa.<\/p>\n<p><strong>Eltekia<\/strong>.      12 Ebm O Walid Square Dokki. Pratos eg\u00edpcios para tomar no local ou para levar.<\/p>\n<p><strong>Felfela<\/strong>.      15 Hoda Sahrawi St. Boa rela\u00e7\u00e3o entre a comida eg\u00edpcia que se serve e seus      pre\u00e7os.<\/p>\n<p><strong>Cho&#8217;s<\/strong>.      7 A Avda 252, Digla. Cozinha coreana, chinesa e ocidental.<\/p>\n<p><strong>Dom      Quichotte<\/strong>. 9A Ahmed Heshmat, Zamalek. Cozinha francesa e internacional.<\/p>\n<p><strong>Omar      Hayyam<\/strong>. Al lado do Gezira Club. Restaurante flutuante de ambiente encantador.<\/p>\n<p><strong>Scarb\u00e9e<\/strong>.      Restaurante flutuante em que se servem almo\u00e7os e jantares enquanto se navega      pelo Nilo.<\/p>\n<h2><strong>Restaurantes      em Alexandria<\/strong><\/h2>\n<p><strong>Abu      Quir<\/strong>, especializado em peixe.<\/p>\n<p><strong>Agami<\/strong>,      ideal para grupos.<\/p>\n<p><strong>Gelati&#8217;Aziz<\/strong>.      Em Corniche. Ideal para provar o delicioso dondurma, gelado branco e forte      de origem turco.<\/p>\n<p><strong>Santa      L\u00facia<\/strong>. 40 sh. Safeya. Cozinha internacional no restaurante mais famoso      desta cidade m\u00e1gica.<\/p>\n<p><strong>Tikka<\/strong>.      Especializado em pratos de frango assado.<\/p>\n<p><strong>Zephyrion<\/strong>.      Abu Qir. Excelentes pratos de peixe.<\/p>\n<p><strong>Fonte:      <\/strong>www.rumbo.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia<\/h6>\n<p>A      cozinha eg\u00edpcia \u00e9 acima de tudo uma mistura de numerosas especialidades mediterr\u00e2neas      (turcas, gregas e, sobretudo s\u00edrio-libanesas). Os eg\u00edpcios s\u00e3o adeptos das      mezes (entradas), quer nas suas casas quer nos restaurantes (todos os pratos      s\u00e3o colocados na mesa e os convidados v\u00e3o petiscando). Assim n\u00e3o se pode falar      de entradas ou pratos principais, mais sim uma s\u00e9rie de especialidades.<\/p>\n<p>Tr\u00eas      pequenos pratos \u00e0 base de gergelim que se encontram em quase todas as mesas:      Tahina (creme de gergelim), Homos (pur\u00ea de gr\u00e3os de gergelim) e Babaghonouj      (pur\u00ea de beringelas e gergelim).<\/p>\n<p>Entre      as v\u00e1rias saladas, a salada Baladi \u00e9 a mais comum (pepinos, tomate e cebola,      com ou sem salada verde). Muito original e muito mais saborosa, a Tabule (preparada      \u00e0 libanesa com muita salsa e menta).<\/p>\n<p>Dois      pratos que quase n\u00e3o se encontram nos restaurantes tradicionais, mas que todos      os eg\u00edpcios adoram: Foul, um guisado de favas muito bem cozidas com azeite,      lim\u00e3o e cominho. \u00e9 comido sobretudo no caf\u00e9 da manh\u00e3 (ATEN\u00c7\u00c3O: segundo os      especialistas, este prato leva cerca de 6 horas para ser digerido pelo nosso      organismo). Os vendedores de rua servem Foul num pequeno p\u00e3o (Baladi) redondo      e oco. A outra especialidade \u00e9 o Kochery, uma mistura de arroz, lentilhas,      espaguete e cebolas fritas, regado com um pouco de molho de tomate e algumas      gotas de molho picante.<\/p>\n<p>As<strong> sopas <\/strong>s\u00e3o ricas e espessas.<\/p>\n<p>A      mais conhecida \u00e9 a Mouloukheyya. A receita de base mistura fortemente esta      erva verde chamada Mouloukheyya, brete potagere bem picada e peda\u00e7os de carne,      cebola, coentro, alho, alguns gr\u00e3os de cardamono e eventualmente, sumo de      lim\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Carnes:<\/strong> Os Sis Kebap (espetos de carne de vaca ou de cordeiro)      \u00e9 famoso por todo lado. A Shawarma ( vers\u00e3o eg\u00edpcia de D\u00f6ner Kebap turco,      fatias de carne de cordeiro bem cozidas, cortadas verticalmente e servidas      num pequeno p\u00e3o redondo e oco). O frango grelhado com ervas \u00e9 delicioso.<\/p>\n<p><strong>Peixes:<\/strong> Os peixes e os camar\u00f5es do Mediterr\u00e2neo est\u00e3o sempre      frescos. Experimente os v\u00e1rio pratos: Bolti (carpa), Caboria (caranguejo),      Den\u00fcs (dourado), Estakoza (lagosta) e Bouri (merlin).<\/p>\n<p><strong>Doces<\/strong>Mohallabeyya      ( creme \u00e0 base de farinha de arroz, perfumado com \u00e1gua de rosas e com pistache),      Om\u00b4ali (finas folhas de massa cozida com banhadas em leite muito a\u00e7ucarado      e misturadas com noz de coco e pistache), Konafa (uma esp\u00e9cie de massa de      pistache, avel\u00e3s e nozes, envolta em aletria e mel).<\/p>\n<h2>Bebidas<\/h2>\n<p><strong>\u00c1gua:<\/strong> Na cozinha eg\u00edpcia \u00e9 acima de tudo uma mistura de      numerosas especialidades. No entanto, para quem n\u00e3o est\u00e1 habituado, o sabor      do cloro pode ser desagrad\u00e1vel. Assim, \u00e9 recomendado que bebam \u00e1gua mineral      ( n\u00e3o \u00e9 cara, em garrafas de pl\u00e1stico, sob li\u00e7en\u00e7a da Fran\u00e7a.).<\/p>\n<p><strong>Cerveja<\/strong>: Stella, de fabrica\u00e7\u00e3o local. Tem pouco \u00e1lcool,      servida numa garrafa de 50 cl. Duas qualidades s\u00e3o produzidas: a &#8220;a local&#8221;      e a &#8220;export&#8221; com r\u00f3tulo azul.<\/p>\n<p>Os <strong>vinhos<\/strong> s\u00e3o poucos. No entanto, voc\u00ea poder\u00e1 experimentar      o Brancro Cru do Plolom\u00e9us ou o Ros\u00e9 Rubis do Egito.<\/p>\n<p>A <strong>Seven Up<\/strong>, tornou-se uma esp\u00e9cie de segunda bebida nacional,      depois da coca-cola.<\/p>\n<p><strong>N\u00e3o esquecer o melhor que s\u00e3o os sucos de fruta:<\/strong> Assab &#8211;      Suco de cana de a\u00e7\u00facar, verde de aspecto leitoso e com muitas calorias.<\/p>\n<p>\u00c9      preciso beber imediatamente, sen\u00e3o escurece.<\/p>\n<p><strong>Er&#8217;sous      &#8211; Suco de alca\u00e7uz Lamoun &#8211;<\/strong>Suco      de lim\u00e3o verde. Assir Borto ` an &#8211; Suco de laranja. Assir manga &#8211; Suco de      manga (apenas na esta\u00e7\u00e3o de julho a outubro). Caf\u00e9 (servido \u00e0 turca). Quem      n\u00e3o gosta deve pedir um Nescaf\u00e9.<\/p>\n<p><strong>Ch\u00e1      &#8211;<\/strong>Se quiser com leite      deve dizer &#8220;Be laban&#8221;, se quiser ch\u00e1 de menta deve dizer &#8220;Be      na ` na&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Infus\u00f5es Karkad\u00e9 <\/strong>\u00e0 base de flores de hisbicus secas, que      se bebe frio ou quente.<\/p>\n<p><strong>Nota: <\/strong>As bebidas alco\u00f3licas e vinhos adulterados s\u00e3o comuns.      Todos os anos, pessoas morrem ou ficam cegas em consequ\u00eancia do seu consumo.      Voc\u00ea s\u00f3 deve consumir bebidas alco\u00f3licas nos bares e restaurantes que t\u00eam      licen\u00e7a. Evite beber na casa de algu\u00e9m, sem ter 100% de certeza da origem      das garrafas. Ser\u00e1 melhor recusar dizendo que n\u00e3o bebe \u00e1lcool. Num pa\u00eds mu\u00e7ulmano,      ningu\u00e9m ficar\u00e1 chocado.<\/p>\n<p>Fonte: www.happydayturismo.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia<\/h6>\n<h4>Banquete      de fara\u00f3<\/h4>\n<p>No      Egito, mais de cinco mil anos de hist\u00f3ria nos contemplam atrav\u00e9s de pratos,      ingredientes e usos culin\u00e1rios que mant\u00eam viva uma pequena parte do legado      dos fara\u00f3s. A cozinha do pa\u00eds se orgulha de uma trajet\u00f3ria longa e um passado      esplendoroso, conservando alguns dos seus pratos mais emblem\u00e1ticos, ap\u00f3s v\u00e1rios      mil\u00eanios de mudan\u00e7as e convuls\u00f5es pol\u00edticas, sociais e naturais.<\/p>\n<p>Milhares      de anos depois, a cozinha desta terra continua centrada em alguns dos produtos      que as grandes dinastias do M\u00e9dio Imp\u00e9rio consumiam: o gr\u00e3o-de-bico, as favas,      as lentilhas, as t\u00e2maras, as uvas, os figos, a mulujeya (variedade de alface      protagonista de um dos pratos mais aut\u00eanticos do pa\u00eds: a sopa de mulujeya),      o pato, o borracho, a pomba ou o cordeiro, entre outros.<\/p>\n<p>Tudo      come\u00e7a pelos mezze, aperitivos que podem acabar se tornando uma refei\u00e7\u00e3o dentro      da refei\u00e7\u00e3o. \u00c0s vezes, a vanguarda \u00e9 formada por molhos, outras, s\u00e3o cremes      ou pur\u00eas &#8211; guarni\u00e7\u00e3o de pratos como o homos (ou homus &#8211; creme de gr\u00e3o-de-bico),      \u00e0 ful (de favas secas), ao tahine (com massa de gergelim) &#8211; ou propostas mistas,      algo entre o creme e a salada, como a baba ghannush (com beringelas).<\/p>\n<p>\u00c9      apenas o in\u00edcio de uma longa lista culin\u00e1ria que costuma prolongar-se por      uma esp\u00e9cie de fritura como as falafel (preparadas com legumes), ora mais      pr\u00f3ximas de uma alm\u00f4ndega, como as kofta, a cafta que conhecemos (que pode      conter carne ou peixe), ou os kibbeh , croquetes de bulgur e cordeiro.<\/p>\n<p>A      refei\u00e7\u00e3o principal fica \u00e0 espera entre legumes em escabeche, beringelas fritas,      legumes cozidos ou arroz mashi, preparado com carne picada e frutos secos,      al\u00e9m de uma enxurrada de pratos de carne ou peixe e de um repert\u00f3rio variado      de sobremesas.<\/p>\n<p>Na      forma\u00e7\u00e3o da culin\u00e1ria da regi\u00e3o, al\u00e9m do legado do Egito dos fara\u00f3s, a influ\u00eancia      do Imp\u00e9rio Persa, o dom\u00ednio romano, o Imp\u00e9rio Otomano, a influ\u00eancia europ\u00e9ia,      h\u00e1 tamb\u00e9m o peso das religi\u00f5es. Mu\u00e7ulmanos, judeus e crist\u00e3os de todas as      igrejas deixaram os seus vest\u00edgios em cozinhas que nem sequer renunciam \u00e0      carne de porco ou ao \u00e1lcool.<\/p>\n<p>Do      lado do Egito, uma cozinha heterog\u00eanea e aberta, de clara sujei\u00e7\u00e3o \u00e1rabe,      fruto de um intermin\u00e1vel fluxo de influ\u00eancias. H\u00e1 uma vis\u00edvel prefer\u00eancia      pelas hortali\u00e7as e pelos legumes: as favas, frescas e secas, o quiabo, o espinafre,      a ab\u00f3bora, a abobrinha, a cenoura, o repolho, a alcachofra, entre outros,      comp\u00f5em pratos principais, guarni\u00e7\u00f5es, molhos, cremes e pur\u00eas.<\/p>\n<p>Com      rela\u00e7\u00e3o \u00e0s carnes, a cozinha eg\u00edpcia prefere as aves. As lend\u00e1rias pombas      recheadas de ferik, o pato recheado de cebola ou todo tipo de prato preparado      com frangos, codornas e borrachos. A carne delicada, arom\u00e1tica e suave do      borracho costuma estar na origem de um delicioso arroz. Mas h\u00e1 tamb\u00e9m cordeiros,      o recheado (al uzi) e o chawarma, assado no espeto, cuja carne se serve fatiada      com arroz.<\/p>\n<p>Quanto      aos peixes e frutos do mar, podemos dizer que no Egito se consome pouco, e      quase sempre nas regi\u00f5es costeiras. Destaca-se a extraordin\u00e1ria qualidade      dos grandes e saborosos camar\u00f5es de Alexandria, os gambari, que costumam ser      preparados com arroz.<\/p>\n<p>Os      eg\u00edpcios gostavam de comer bem, mas n\u00e3o nos deixaram nenhum manual de culin\u00e1ria      entre seus papiros. Atrav\u00e9s das representa\u00e7\u00f5es das pinturas e relevos, algumas      informa\u00e7\u00f5es puderam ser obtidas pelos egipt\u00f3logos, n\u00e3o apenas quanto aos alimentos      consumidos, mas tamb\u00e9m quanto a sua prepara\u00e7\u00e3o. Carne de gado ou de galin\u00e1ceos,      peixes, legumes e frutas faziam parte das refei\u00e7\u00f5es daquele tempo. Os p\u00e3es      tinham presen\u00e7a marcante na mesa e entre as bebidas a cerveja era a preferida.      Usando facas, colheres e garfos, ou simplesmente comendo com as m\u00e3os, os eg\u00edpcios      tinham uma alimenta\u00e7\u00e3o rica e saud\u00e1vel.Os antigos eg\u00edpcios j\u00e1 temperavam seus      alimentos com cebola e salsa e, para eles, a cebola era usada em rituais religiosos.      Um sacerdote, \u00e0 frente de seus devotos comia cebolas devagar, como se rezasse,      enquanto l\u00e1grimas lhe corriam lentamente dos olhos. Achavam que a maioria      das doen\u00e7as provinha da m\u00e1 alimenta\u00e7\u00e3o. O card\u00e1pio deles era variad\u00edssimo      para a \u00e9poca: tr\u00eas mil anos antes de Cristo, os eg\u00edpcios j\u00e1 plantavam cevada,      cultivavam fermento e vinhas e faziam p\u00e3o, vinho, hidromel e cerveja. Mil      anos depois, eles comiam carne de ca\u00e7a, aves, peixes, ostras e ovos. Em suas      mesas havia tamb\u00e9m legumes como ervilhas, favas e lentilhas, e frutas como      azeitonas, figos, t\u00e2maras ma\u00e7\u00e3s, rom\u00e3s, abric\u00f3s e am\u00eandoas. Os banquetes dos      fara\u00f3s eram reuni\u00f5es animadas, com jogos, m\u00fasica e dan\u00e7as. Na mesa deles,      entre outros pratos deliciosos, costumava haver trufas. No Egito, eram as      mulheres que organizavam os banquetes, dirigiam o servi\u00e7o e presidiam a mesa.<\/p>\n<p><strong>Kebabs<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/egipci16.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia\" width=\"196\" height=\"286\" title=\"Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Em      sua origem, o Kebab foi a comida dos reis persas, mas j\u00e1 estava presente na      culin\u00e1ria egipcia desde o Imp\u00e9rio Antigo. Por muito tempo este prato era especial      e s\u00f3 era consumido uma vez por ano, por ocasito do ano novo. Hoje, o Kebab      \u00e9 um prato muito popular, que se espalhou por todos os continentes, feito      de carne de carneiro ou frango, cortada em peda\u00e7os, marinada e grelhada, servida      em um \u0093espetinho\u0094. Uma varia\u00e7\u00e3o do kebab \u00e9 o kofta, que \u00e9 o mesmo      prato feito com a carne mo\u00edda e preparada do mesmo modo. Pratos com carne      normalmente s\u00e3o servidos acompanhados de arroz e uma guarni\u00e7\u00e3o de salada verde.      Tamb\u00e9m \u00e9 servido em um prato acompanhado de p\u00e3o e batatas fritas. No espeto      podem ser misturados v\u00e1rios outros tipos de carne, peixe e vegetais.<\/p>\n<p><strong>Gastronomia      e Poder<\/strong><\/p>\n<p>A      agricultura e a gastronomia eram artif\u00edcios de status para os eg\u00edpcios. Os      nobres e as elites sacerdotais tinham prazer em se fazer representar a si      pr\u00f3prio nas tumbas e nos templos, envolvidos na vida do campo, vinhas, cuidar      das terras ou na avalia\u00e7\u00e3o dos produtos, junto de in\u00fameros funcion\u00e1rios. Durante      a colheita chegavam aos campos os propriet\u00e1rios ou seus representantes, acompanhados      de contingente de escribas, agrimensores, empregados e soldados, os quais      iriam, antes de tudo, medir os campos de modo a determinar a percentagem do      cereal que o campon\u00eas deveria entregar. As terras pertenciam ao Estado, \u00e0s      altas camadas sociais e aos templos, entregando a seus propriet\u00e1rios excedentes      de produ\u00e7\u00e3o \u0096 em geral menos da metade \u0096 como imposto. Um campon\u00eas      nos tempos do Novo Imp\u00e9rio cultivava uma \u00e1rea cerca de 5 &#8220;aruras&#8221;      (1,25 hectares), suficiente para uma fam\u00edlia com cerca de 5 ou 6 indiv\u00edduos.<\/p>\n<p>A      comida eg\u00edpcia \u00e9 uma deliciosa combina\u00e7\u00e3o de sabores, gra\u00e7as aos distintos      ingredientes que procedem da gastronomia mediterr\u00e2nea, africana e \u00e1rabe. Dois      alimentos s\u00e3o b\u00e1sicos nos h\u00e1bitos dos comensais eg\u00edpcios, as aish, peda\u00e7os      de p\u00e3o consumido muitas vezes e cuja massa se prepara com distintas farinhas      (a que mais fama t\u00eam \u00e9 a &#8220;aish baladi&#8221;, preparada com farinha mais      grossa e escura) e as fuul, feij\u00e3o gordos de cor marrom que se enfeitam com      lim\u00e3o (as chamadas ful, feij\u00e3o branco, se cozinham a fogo lento durante horas      num caldeiro de cobre). As fuul se servem como acompanhamento para todo tipo      de prato: verduras, saladas, frios, e em alm\u00f4ndegas que recebem o nome de      felafel ou bem temperadas, com yogurt, queijo, alhos e ovos. Tamb\u00e9m se tomam      em sandu\u00edche enfeitados com tahini e vegetais em vinagre e ademais, podem      ser a base do Ta&#8217;Miya que se come com os dedos.<\/p>\n<p>Os      eg\u00edpcios comem tanto carne como peixe. As carnes podem ser de boi, cordeiro      ou aves como o peru, o pato, o frango e o pombo. Os peixes, tanto de \u00e1gua      salgada como doce, s\u00e3o frescos e est\u00e3o bem preparados. Lhe aconselhamos provar      os deliciosos camar\u00f5es gigantes com molho de alho de Alexandria denominadas      Gambari.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/egipci17.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia\" width=\"373\" height=\"242\" title=\"Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia\" \/><br \/>\n<strong>Kebab de camar\u00f5es gigantes de Alexandria<\/strong><\/p>\n<p>Como      pratos t\u00edpicos da gastronomia eg\u00edpcia destacam o Mashi, arroz com carne que      se acompanha com folhas de parreira, tomates, beringelas ou piment\u00f5es verdes,      os mezze, toda uma gama de entrantes frios de proced\u00eancia oriental que se      servem em numerosas tigelas de pequeno tamanho. Trata-se de verdadeiras delicates,      entre as que se encontram o tabbouleh, salada de salsa e s\u00eamola de trigo de      sabor \u00e1cido, a kobeiba, carne, peixe e nozes, a baba ghannoush, pur\u00ea de beringelas      com alho, as kibbeh, alm\u00f4ndegas de carne de cordeiro frita e s\u00eamola de trigo,      basterma, carne defumada, sambousek, tortas de verdura, hummus bi tahina,      gr\u00e3o-de-bico em pur\u00ea com pasta de s\u00e9samo, wara annab, folhas de parreira recheadas      de distintos ingredientes e o betingan, rodelas de beringela temperadas.<\/p>\n<p>Outros      pratos t\u00edpicos s\u00e3o o Koshari, capas superpostas de macarr\u00f5es, arroz e lentilhas      com salsa de tomate, o Fattah tamb\u00e9m leva capas mas estas s\u00e3o de p\u00e3o seco      encharcado em caldo, arroz e carne enfeitado com alho e vinagre e coberto      com yogurt, nozes e passas; a Moulouhiya, sopa de espinafre, o Hanan, pombos      recheados de gr\u00e3os de trigo verde ou arroz, o shish kebab, brocheta de carne      de cordeiro e a Kufta, rolos de carne picada de cordeiro \u00e0 brasa. Todos estes      pratos se servem acompanhados de pilau, arroz com verduras.<\/p>\n<p>Quanto      a sobremesas, igualmente que a maioria dos pa\u00edses \u00e1rabes, s\u00e3o deliciosos.      O preferido pelos eg\u00edpcios \u00e9 o Om Ali, mistura de p\u00e3o ou pasta com leite,      nueces, coco e passas que se toma quente. Se destinguem, ademais, o aish es      serail, peda\u00e7os de p\u00e3o com mel amolecida com xarope de a\u00e7\u00facar, a baklava,      massa recheada de nozes aromatizada com \u00e1gua mel ou com uma infus\u00e3o de flro      de lim\u00e3o e a kumafa, tallarines assados com a\u00e7\u00facar, mel e nozes. N\u00e3o deixe      de prova-los.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/egipci18.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia\" width=\"286\" height=\"240\" title=\"Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia\" \/><br \/>\n<strong>Baklava<\/strong><\/p>\n<p><strong>Almo\u00e7o      de fara\u00f3 tinha cervejinha e at\u00e9 pastel de queijo<\/strong><\/p>\n<p>Quando      voc\u00ea estiver tomando aquela cervejinha com os amigos, fa\u00e7a um brinde aos eg\u00edpcios.      Pois se n\u00e3o foram eles que inventaram a bebida &#8211; afinal, de sua origem precisa      pouco se sabe &#8211; foram eles que a aprimoraram. \u00c9 o que conta o franc\u00eas Pierre      Tallet em seu livro &#8220;Hist\u00f3ria da Cozinha Fara\u00f4nica &#8211; A Alimenta\u00e7\u00e3o no      Egito Antigo&#8221;. A cerveja e o p\u00e3o eram a base da alimenta\u00e7\u00e3o dos eg\u00edpcios      nos tempos dos Fara\u00f3s, per\u00edodo que come\u00e7a por volta do ano 3200 a.C. e termina      em 332 a.C. quando Alexandre conquista o pa\u00eds.<\/p>\n<p>O      h\u00e1bito de comer era algo sagrado naqueles tempos. E a mesa dos fara\u00f3s era      uma fartura. Para manter seu pal\u00e1cio sempre bem abastecido, eram necess\u00e1rios      muitos funcion\u00e1rios. Cervejeiros, padeiros, a\u00e7ougueiros e doceiros eram comandados      por superiores.<\/p>\n<p><strong>Os      tipos de cerveja<\/strong><\/p>\n<p>Como      uma das bebidas mais importantes da sociedade eg\u00edpcia, a cerveja tinha muitos      nomes e sabores distintos. Existiam dezenas de tipos. A mais difundida era      a heneket, feita dentro de casa. A seremet, feita com t\u00e2maras, tamb\u00e9m era      uma das mais consumidas. Segundo o livro, ainda est\u00e3o sendo pesquisados os      processos de elabora\u00e7\u00e3o da bebida no Egito Antigo, mas j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel saber      que eles usavam ingredientes como figos, tremo\u00e7os, mel e semente de gergelim      para produzi-la.<\/p>\n<p><strong>Doces<\/strong><\/p>\n<p>Os      eg\u00edpcios tamb\u00e9m eram grandes doceiros. Algumas receitas encontradas tinham      fins medicinais como a cura da tosse. Uma delas, a da bolacha shayat, foi      deduzida segundo as pinturas do t\u00famulo tebano do vizir Rekhmire, da XVIII      dinastia. As bolachas eram feitas com chufa, uma raiz que ainda hoje \u00e9 muito      utilizada na culin\u00e1ria eg\u00edpcia, \u00e1gua, t\u00e2maras descaro\u00e7adas e mel. Quando a      massa ficava pronta e formatada, as bolachas eram fritas em azeite de oliva.<\/p>\n<p>As      sobremesas no Egito sempre caem em uma das duas seguintes categorias: doces      de massa e pudins ou frutas frescas. Os doces s\u00e3o: Mohallabeyya (creme \u00e0 base      de farinha de arroz, perfumado com \u00e1gua de rosas e com pistache), Om\u00b4ali (finas      folhas de massa cozida banhadas em leite muito a\u00e7ucarado e misturadas com      coco e pistache) e Konafa (uma esp\u00e9cie de massa de pistache, avel\u00e3s e nozes,      envolta em aletria e mel).<\/p>\n<p>Frutas      frescas s\u00e3o a sobremesa mais comum, ainda que n\u00e3o sejam especialmente variadas.<\/p>\n<p>Fonte:       www.emporiovillaborghese.com.br<\/p>\n<h6>Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia<\/h6>\n<h2>Bab-El-Moluk      &#8211; Carneiro do Vale dos Reis<\/h2>\n<p>1      colher (sopa) de manteiga sem sal<br \/>\n     1 colher (sopa) de a\u00e7\u00facar mascavo<br \/>\n     1 colher (sopa) de alcaparras<br \/>\n     1 colher (ch\u00e1) de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     1 colher (ch\u00e1) de araruta<br \/>\n     1 x\u00edcara de leite<br \/>\n     100 gramas de azeitonas pretas grandes descaro\u00e7adas<br \/>\n     pequeno molho de salsa e cebolinha (f\u00f4lha)<br \/>\n     pequeno galho de manjeric\u00e3o<br \/>\n     1 c\u00e1lice de vinho branco<br \/>\n     \u00bd quilo de castanhas<br \/>\n     3 l\u00ednguas de carneiro<br \/>\n     1 cebola roxa picada<br \/>\n     2 cenouras grandes<br \/>\n     2 cravos-da-\u00edndia<br \/>\n     1 f\u00f4lha de louro<\/p>\n<p><strong>Modo      de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Limpar      bem as 3 l\u00ednguas, cobrir com \u00e1gua fria e ferver at\u00e9 soltar as peles. Retirar      as peles e dividir ao meio, sobre o comprimento e reservar. Tostar a cebola      em manteiga, juntar o a\u00e7\u00facar, sal o vontade e deixar escurecer (tomar c\u00f4r      de fumo de charuto). Juntar cenouras em rodelas finas e o restante dos temperos      indicados acima.<\/p>\n<p>Colocar      as l\u00ednguas cortadas e refogar em fogo vivo. Molhar com \u00e1gua fria e deixar      cozinhar em fogo brando, aos poucos, at\u00e9 que as l\u00ednguas fiquem macios. Retirar      e reservar. P\u00f4r na panela \u00bd x\u00edcara de \u00e1gua, dissolver a araruta e acrescentar      fervendo e adicionando o vinho e as azeitonas. Torne a juntar as l\u00ednguas e      esquente.<\/p>\n<p>Cozinhar      as castanhas, fazer um pur\u00ea com o leite, a manteiga, sal e a\u00e7\u00facar. Colocar      o pur\u00ea em forma de pir\u00e2mide no centro de um belo prato, as l\u00ednguas ao redor      regadas com o pr\u00f3prio molho e rociadas com \u00e1gua-de-rosas. Enfeite com salsa      picada e rodelas de lim\u00e3o siciliano. Servir bem quente e, para acompanhar,      prefira vinho verde.<\/p>\n<h2>Baklava<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1      colher (ch\u00e1) de suco de lim\u00e3o cravo<br \/>\n     4 colheres (sopa) de manteiga sem sal<br \/>\n     1 colher (ch\u00e1) de sal<br \/>\n     2 x\u00edcaras (ch\u00e1) de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     100 gramas de t\u00e2maras maduras descaro\u00e7adas<br \/>\n     500 gramas de farinha de trigo<br \/>\n     100 gramas de \u00e1gua-de-rosas<br \/>\n     100 gramas de nozes peladas<br \/>\n     50 gramas de pistache<br \/>\n     2 ovos grandes<\/p>\n<p><strong>Modo      de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Fazer      pir\u00e2mide com a farinha, abrindo uma cavidade no centro, onde se p\u00f5e o sal,      os 2 ovos e a manteiga. Misturar rancorosamente com as pontas dos dedos, esborrifando      a \u00e1gua-de-rosas e amassondo at\u00e9 que n\u00e3o pegar mais nas m\u00e3os. Rasgar a massa      2 v\u00eazes, enrolar em bola, e cobrir com pano de linho \u00famido deixando repousar      \u00bd hora. Preparar o recheio moendo as nozes e pistaches. Misturar a\u00e7\u00facar. Abrir      a massa e forre com a mesma um \u0094pirex&#8221; deixando o centro aberto      para adicionar o recheio em p\u00f3 (nozes e pistaches) cobrindo logo em seguida      com a camada de massa. Pincelar com 1 gema e 100 gramas de manteiga derretida      e levar ao forno deixando assar c\u00earca de 45 minutos. Preparar uma calda grossa      com 1 x\u00edcara de \u00e1gua, 1 colher (sopa) de \u00e1gua-de-rosas, 1 colher (ch\u00e1) de      suco de lim\u00e3o e 2 x\u00edcaras (ch\u00e1) de a\u00e7\u00facar. Quando a calda esfriar, juntar      uma colher (caf\u00e9) de baunilha e derrame sobre a torta j\u00e1 assado. Enfeitar      com as t\u00e2maras e servir fria, partida em losangos.<\/p>\n<h2>Elsk      Saraya &#8211; P\u00e3o Doce de Memphis<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>6      colheres (sopa) de mel de abelha<br \/>\n     1 queijo cremoso m\u00e9dio<br \/>\n     4 p\u00e3es \u00e1rabes<\/p>\n<p><strong>Modo      de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Forrar      1 f\u00f4rma besuntada com manteiga com o p\u00e3o partido ao meio. Derramar o mel e      juntar grossas fatias de queijo. Levar ao fogo brando at\u00e9 tostar o p\u00e3o e derreter      por completo o queijo. Servir quente, no caf\u00e9 da manh\u00e3 ou lanche.<\/p>\n<h2>Fata<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p><strong>Etapa      1<\/strong><\/p>\n<p>6      p\u00e3es s\u00edrios m\u00e9dios cortados em cubos de 1x1cm<br \/>\n     \u00d3leo para fritura<\/p>\n<p><strong>Etapa      2<\/strong><\/p>\n<p>300      gramas de alcatra ou contra-fil\u00e9 em cubos pequenos<br \/>\n     50 gramas de manteiga para fritar a carne<br \/>\n     1 cebola m\u00e9dia bem picada<br \/>\n     Sal e pimenta s\u00edria a gosto<br \/>\n     2 conchas de \u00e1gua<\/p>\n<p><strong>Etapa      3<\/strong><\/p>\n<p>1      e \u00bd colher (sopa) de mela\u00e7o de rom\u00e3 ou 1 colher de sopa rasa de a\u00e7\u00facar misturado      a 2 colheres de sopa rasa de suco de lim\u00e3o<br \/>\n     2 colheres (sopa) de tahine<br \/>\n     2 conchas do caldo da carne<br \/>\n     6 potes de coalhada fresca<br \/>\n     1 dente de alho espremido<\/p>\n<p><strong>Etapa      4<\/strong><br \/>\n     3 colheres (sopa) de pinholi<br \/>\n     50 gramas de manteiga<\/p>\n<p><strong>Modo      de Preparar<\/strong><\/p>\n<p><strong>Etapa      1<\/strong><\/p>\n<p>Levar      a frigideira ao fogo com o \u00f3leo e fritar o cubos de p\u00e3o at\u00e9 come\u00e7arem a mudar      de cor. Retirar e colocar sobre um papel absorvente. Reservar. (eles v\u00e3o escurecer      um pouco mais)<\/p>\n<p><strong>Etapa      2<\/strong><\/p>\n<p>Temperar      a carne com a cebola, o sal e a pimenta s\u00edria. Numa panela, colocar a manteiga      e refogar a carne. V\u00e1 pingando a \u00e1gua e deixar cozinhar. Desligue e deixar      mais ou menos 2 conchas do caldo da carne. Reservar.<\/p>\n<p><strong>Etapa      3<\/strong><\/p>\n<p>Numa      vasilha, misturar todos os ingredientes. O molho deve ter uma consist\u00eancia      mais ou menos grossa (como estrogonofe). N\u00e3o pode ficar ralo. Reservar.<\/p>\n<p><strong>Etapa      4<\/strong><\/p>\n<p>Numa      frigideira, colocar a manteiga e fritar os pinholis at\u00e9 ficarem dourados.      Reservar.<\/p>\n<p><strong>Montagem<\/strong><\/p>\n<p>Numa      travessa de prata, vidro ou inox, colocar: p\u00e3o frito, molho de coalhada, carne      (sem \u00e1gua), pinholis fritos e distribuir 1 colher (ch\u00e1) de salsa picada.<\/p>\n<h2>Gambahri<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>4      colheres (sopa) azeite de oliva<br \/>\n     1 colher (ch\u00e1) de mostarda<br \/>\n     2 x\u00edcara (ch\u00e1) de amido de milho<br \/>\n     2 x\u00edcara (ch\u00e1) de iogurte<br \/>\n     pequeno molho de hortel\u00e3 picadinha<br \/>\n     6 tomates sem pele, sem semente<br \/>\n     1 quilo de camar\u00f5es grandes<br \/>\n     2 cebolas roxas picadinhas<br \/>\n     1 lim\u00e3o siciliano pequeno<br \/>\n     1 gengibre bem pequeno<br \/>\n     2 dentes de alho grandes<br \/>\n     2 f\u00f4lhas de aipo<br \/>\n     sal \u00e0 vontade<\/p>\n<p><strong>Modo      de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Limpar      os camar\u00f5es e temper\u00e1-los com sal, lim\u00e3o e pimenta. Deixar curtir por 1 hora.      P\u00f4r numa panela com azeite, o alho, cebola, aipo e deixar dourar. Juntar,      tomates, gengibre, mostarda e hortel\u00e3. Colocar os camar\u00f5es que estavam em      molho, e cozinhar em fogo muito brando. Ao servir, cobrir com iogurte e amido      de milho dissolvida num pouco de \u00e1gua fria. Levar r\u00e1pido ao fogo (sem deixar      ferver) e servir com arroz.<\/p>\n<h2>Koschaf<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>2      colheres (ch\u00e1) de \u00e1gua de flor de laranjeira<br \/>\n     1 quilo de cenouras cruas raladas<br \/>\n     250 gramas de am\u00eandoas limpas<br \/>\n     50 gramas de nozes<br \/>\n     1 quilo de a\u00e7\u00facar<\/p>\n<p><strong>Modo      de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Colocar      as cenouras numa panela com \u00e1gua fria e juntar o a\u00e7\u00facar, deixando cozinhar      em fogo muito brando e mexendo sempre com colher de pau. Quando estiver quase      pronto, juntar as am\u00eandoas picadas e deixar continuar em fogo brando. Quando      estiver bem grosso, perfume com a \u00e1gua de laranjeira. Deixar esfriar e colocar      em vidros ou compoteiras para descanso de dois dias ou mais.<\/p>\n<h2>Mulukhla      &#8211; Creme de Galinha<\/h2>\n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n<p>1      colher (caf\u00e9) de pimenta-do-reino branca<br \/>\n     2 colheres (sopa) azeite de oliva<br \/>\n     1 x\u00edcara (ch\u00e1) de suco de espinafre<br \/>\n     20 gramas de hortel\u00e3 picadinha<br \/>\n     1 copo de creme de leite<br \/>\n     \u00bd alho porro em rodelinhas<br \/>\n     1 galinha cozida e picada<br \/>\n     2 cravos-da-\u00edndia<br \/>\n     sal \u00e0 vontade<br \/>\n     1 cebola<br \/>\n     1 cenoura<\/p>\n<p><strong>Modo      de Preparar<\/strong><\/p>\n<p>Desossar      a galinha e picar em peda\u00e7os pequenos. P\u00f4r na panela e juntar a cebola, cenoura      e temperos. Cobrir com \u00e1gua fria e cozinhar em fogo muito brondo, cerca de      1 hora. Juntar o suco de espinafre, torne a dar uma r\u00e1pida fervura, e na hora      de servir adicionar o creme de leite bem batido. Servir bem quente regando      com azeite.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia, Egito, Comidas, Cozinha, Receitas, Gastronomia, Gr\u00e3os, Almo\u00e7o, Ingredientes, Bebidas, Kebabs, Cerveja, Pratos, Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[68],"tags":[],"class_list":["post-23497","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-culinaria"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia, Egito, Comidas, Cozinha, Receitas Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia, Egito, Comidas, Cozinha, Receitas, Gastronomia, Gr\u00e3os, Almo\u00e7o, 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