{"id":20662,"date":"2016-01-08T11:35:45","date_gmt":"2016-01-08T11:35:45","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=20662"},"modified":"2021-12-02T18:57:42","modified_gmt":"2021-12-02T20:57:42","slug":"as-centurias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/historia\/historia-geral\/as-centurias","title":{"rendered":"As Cent\u00farias"},"content":{"rendered":"<p><strong>PREF\u00c1CIO DE NOSTRADAMUS PARA AS PROFECIAS \u0096 Carta a C\u00e9sar<\/strong><\/p>\n<p>Sauda\u00e7\u00f5es e felicidade para C\u00e9sar Nostradamus meu filho. Sua recente chegada, C\u00e9sar Nostredame, meu filho, me fez gastar muito tempo em constante reflex\u00e3o noturna de forma que eu pudesse me comunicar com voc\u00ea atrav\u00e9s de carta e deixar esta lembran\u00e7a para voc\u00ea, depois de minha morte, para o benef\u00edcio de todos os homens dos quais o esp\u00edrito divino tem me permitido saber por meio da astronomia.<\/p>\n<p>E desde que foi vontade do Todo-poderoso que voc\u00ea n\u00e3o nascesse aqui nesta regi\u00e3o; eu n\u00e3o quero falar de anos vindouros, mas dos meses durante os quais voc\u00ea ir\u00e1 se esfor\u00e7ar para entender o trabalho que eu compilei e deixo para depois de minha morte: assumindo que n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel deixar tal escritura que pode ser destru\u00edda pela injusti\u00e7a da idade, deixou-a para voc\u00ea. A chave para a predi\u00e7\u00e3o escondida que voc\u00ea herdar\u00e1 ser\u00e1 fechada dentro de meu cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m tenha em mente que os eventos aqui descritos n\u00e3o venham contudo a se passar, e que tudo \u00e9 governado pelo poder de Deus Todo-poderoso, n\u00e3o nos inspirando por frenesi b\u00e1quico nem atrav\u00e9s de encantos mas por garantias astron\u00f4micas: foram feitas predi\u00e7\u00f5es s\u00f3 pela inspira\u00e7\u00e3o de testamento divino e o esp\u00edrito de profecia em particular.<\/p>\n<p>Em numerosas ocasi\u00f5es e em cima de um per\u00edodo longo de tempo eu predisse com longa anteced\u00eancia eventos espec\u00edficos e atribu\u00ed tudo ao poder divino e inspira\u00e7\u00e3o, junto com outros acontecimentos afortunados ou desafortunados, previstos por completo, que ocorrer\u00e3o em v\u00e1rias regi\u00f5es da terra.<\/p>\n<p>Desejei ainda permanecer calado e s\u00f3 n\u00e3o abandonei meu trabalho por causa da injusti\u00e7a do tempo presente e tamb\u00e9m para a maioria do futuro. Sabendo que os governos, seitas e pa\u00edses sofrer\u00e3o grandes mudan\u00e7as, diametralmente oposto ao que agora existe, relacionei eventos do porvir de forma que esses que t\u00eam o poder agora \u0096 monarcas, l\u00edderes de seitas e religi\u00f5es, achem tudo t\u00e3o diferente da pr\u00f3pria imagina\u00e7\u00e3o que eles n\u00e3o ser\u00e3o conduzidos a condenar o que outros, com o passar dos s\u00e9culos, aprender\u00e3o a ver e entender.<\/p>\n<p><strong>Tamb\u00e9m tenha em mente as palavras de Saviour:<\/strong>\u00a0N\u00e3o d\u00ea nada santo para os cachorros, nem lances p\u00e9rolas aos porcos para que eles n\u00e3o as pisem com os p\u00e9s.<\/p>\n<p>Por isto eu retirei minha caneta do papel, porque eu desejei ampliar minha declara\u00e7\u00e3o tocando o Advento Comum, por meio de coment\u00e1rios amb\u00edguos e enigm\u00e1ticos sobre causas de futuro, at\u00e9 mesmo esses mais \u00edntimos para n\u00f3s e esses que eu percebi, de forma que alguma mudan\u00e7a humana que pode vir a se passar n\u00e3o escandalizar\u00e1 sensibilidades delicadas indevidamente. O trabalho inteiro \u00e9 assim, escrito de forma nebulosa em lugar de forma claramente prof\u00e9tica.<\/p>\n<p>De forma que voc\u00ea deve esconder estas coisas dos poderosos de modo s\u00e1bio e circunspeto, essa \u00e9 a regra, e voc\u00ea purifica essas coisas para o pequeno e o pobre, e por Deus Todo-poderoso, que revelou essas profecias com o poder de perceber o que est\u00e1 distante e assim predizer coisas que vir\u00e3o.<\/p>\n<p>Nada pode ser realizado sem esta faculdade cujo poder e bondade trabalhe t\u00e3o fortemente naqueles a quem \u00e9 determinado que, enquanto eles contemplam dentro deles, estes poderes s\u00e3o sujeito a outras influ\u00eancias que surgem da for\u00e7a de bem. Este calor e for\u00e7a de profecia nos investem com sua influ\u00eancia como os raios de sol animam entidades inanimadas.<\/p>\n<p>N\u00f3s, seres humanos, n\u00e3o podemos por nossa consci\u00eancia natural e intelig\u00eancia conhecer qualquer coisa de Deus ou os segredos escondidos do Criador, Porque a n\u00f3s n\u00e3o \u00e9 dado saber ou, as vezes n\u00e3o \u00e9 o momento.<\/p>\n<p>Pessoas de tempos futuros posso ver no presente, porque Deus as desejou revelar por meio de imagens, junto com v\u00e1rios segredos do futuro para a astrologia ortodoxa, como era o caso no passado.<\/p>\n<p>Na forma que uma medida de poder e adivinha\u00e7\u00e3o, a chama do esp\u00edrito me inspira a pronunciar, unindo o humano e o divino. Deus pode realizar trabalhos divinos, que s\u00e3o absolutos; h\u00e1 outro n\u00edvel, o de trabalhos angelicais; e um terceiro modo que s\u00e3o do mal.<\/p>\n<p>Mas meu filho, eu o envio textos um pouco obscurecidos. Para entender o que est\u00e1 oculto nas profecias a pessoa tem que ser tocada pelo esp\u00edrito sutil de fogo, contemplar os movimentos das estrelas distantes, ou igualmente por meio de pronunciamentos, em vig\u00edlia, a pessoa acha a si mesmo surpreendida pelas escritas produzidas, sem medo de ser ferido por tal loquacidade descarada.<\/p>\n<p>A raz\u00e3o \u00e9 que tudo isso procede do poder divino de Deus Todo-poderoso de quem toda a generosidade procede. E mais uma vez, meu filho, se eu tenho evitado o palavra profeta, \u00e9 porque n\u00e3o desejo atribuir na atualidade a mim t\u00e3o alto t\u00edtulo, para quem \u00e9 chamado agora de profeta foi chamado antes de um vidente; um profeta, meu filho, fala que o \u00e9 por que v\u00ea corretamente coisas distantes, um conhecimento natural de todas as criaturas.<\/p>\n<p>E pode acontecer que o profeta que provoca a luz perfeita de profecia possa fazer coisas se manifestarem entre o humano e o divino, caso contr\u00e1rio isto n\u00e3o pode ser feito , dado que os efeitos de predizer o futuro se estendem longe no tempo.<\/p>\n<p>Os mist\u00e9rios de Deus s\u00e3o incompreens\u00edveis e o poder para influenciar eventos \u00e9 um salto para cima com a grande expans\u00e3o de conhecimento natural e tem sua origem mais imediata em testamento livre e eventos futuros descrevendo o que simplesmente n\u00e3o pode ser entendido e nem revelado pelas interpreta\u00e7\u00f5es de homens nem por outro modo de conhecimento ou poder oculto debaixo do firmamento, nem no presente nem na eternidade porvir.<\/p>\n<p>Mas provocando a eternidade indivis\u00edvel por esfor\u00e7os Herc\u00faleos, coisas s\u00e3o reveladas pelos movimentos planet\u00e1rios. Eu n\u00e3o estou dizendo, meu filho \u0096 guarde bem isso \u0096 que o conhecimento das coisas n\u00e3o podem ser entendidas em sua mente deficiente, ou que eventos no futuro distante podem n\u00e3o ser entendidos como razo\u00e1veis. N\u00e3o obstante, se estas coisas atuais ou distantes s\u00e3o trazidas \u00e0 consci\u00eancia e n\u00e3o s\u00e3o muito intelig\u00edveis, obscurecendo o que muito claramente me foi revelado.<\/p>\n<p>Conhecimento perfeito de tais coisas n\u00e3o podem ser adquirido sem inspira\u00e7\u00e3o divina, dado que toda inspira\u00e7\u00e3o prof\u00e9tica deriva sua origem inicial de Deus Todo-poderoso.<\/p>\n<p>Considerando que todas as previs\u00f5es s\u00e3o produzidas com imparcialidade, a profecia deve se passar em parte como predisse. O entendimento do que foi criado pelo intelecto n\u00e3o pode ser adquirido por meio do oculto, s\u00f3 pela ajuda do zod\u00edaco, produzindo aquela chama pequena de que parte do futuro se trata. Tamb\u00e9m, meu filho, eu pe\u00e7o a voc\u00ea para n\u00e3o exercitar sua mente em tais devaneio e vaidades como dreno meu corpo, e incorrer na perdi\u00e7\u00e3o de alma, e causar dificuldades em nossas fracas estruturas.<\/p>\n<p>Acima de tudo evitei o uso vaidoso daquela magia antiga mais execr\u00e1vel, reprovada pelas Santas Escrituras \u0096 s\u00f3 com exce\u00e7\u00e3o do uso de astrologia oficial. Para a posteridade, com ajuda de inspira\u00e7\u00e3o e revela\u00e7\u00e3o divina, e c\u00e1lculos ininterruptos, eu fixei minhas profecias por escrito. Temendo para que esta filosofia oculta n\u00e3o seja condenada, eu n\u00e3o desejei fazer conhecida sua interpreta\u00e7\u00e3o medonha; tamb\u00e9m temeroso de que poderiam ser descobertos aqueles v\u00e1rios livros que tive escondidos durante muito tempo, depois de ler eu queimei os que restaram.<\/p>\n<p>E enquanto o fogo os devorou, a chama que lambe o ar distribuiu uma luz inesperada, mais semelhante a de algum cataclismo flamejando que o de uma chama ordin\u00e1ria de fogo, e de repente iluminou a casa como se fosse num forno. Eu os reduzi ent\u00e3o a cinzas, de forma que ningu\u00e9m poderia ser tentado a us\u00e1-los em trabalhos ocultos procurando a transmuta\u00e7\u00e3o perfeita, se lunar ou solar, de metais incorrupt\u00edveis. Mas sobre aquele discernimento que pode ser alcan\u00e7ado pela ajuda de escrut\u00ednio planet\u00e1rio, eu gostaria de lhe contar isto.<\/p>\n<p>Evitando qualquer fantasia fant\u00e1stica, voc\u00ea pode por bom ju\u00edzo ter perspic\u00e1cia sobre o futuro se voc\u00ea ligar os nomes espec\u00edficos de lugares com os que outorgam configura\u00e7\u00f5es planet\u00e1rias, e com inspira\u00e7\u00e3o sobre lugares e aspectos se rendendo a propriedades escondidas, este \u00e9 o poder de quem presencia as tr\u00eas vezes s\u00e3o compreendidas como Eternidade que desdobrando cont\u00e9m tudo: para todas as coisas est\u00e1 desnudo e aberto.<\/p>\n<p><strong>Isso \u00e9 por que, meu filho, voc\u00ea pode facilmente, apesar de seu c\u00e9rebro jovem, entender que eventos podem ser preditos naturalmente pelos corpos celestes e pelo esp\u00edrito de profecia:\u00a0<\/strong>Eu n\u00e3o desejo designar a mim o t\u00edtulo e papel de profeta, mas enfatizar inspira\u00e7\u00e3o revelada a um homem mortal cuja percep\u00e7\u00e3o \u00e9 nenhum adicional de c\u00e9u que os p\u00e9s s\u00e3o da terra. Eu n\u00e3o posso falhar, errar ou ter sido enganado, embora eu possa ser um grande pecador como qualquer um nesta terra e sujeito a todas as afli\u00e7\u00f5es humanas.<\/p>\n<p>Mas depois que \u00e0s vezes fosse surpreendido de dia enquanto num transe, e tendo entrado no h\u00e1bito de estudos noturnos agrad\u00e1veis muito tempo, eu compus livros de profecias, cada um cont\u00e9m cem quadras astron\u00f4micas que eu condensei obscuramente. O trabalho inclui profecias de hoje para o ano 3797. Isto pode perturbar alguns, quando eles v\u00eaem um tempo t\u00e3o longo, mas isto acontecer\u00e1 e ser\u00e1 entendido em toda a Rep\u00fablica; estas coisas ser\u00e3o entendidas universalmente na terra, meu filho. Se voc\u00ea vive a vida normal de homem que voc\u00ea \u00e9, saber\u00e1 em sua pr\u00f3pria terra, debaixo de seu c\u00e9u nativo, como eventos futuros v\u00e3o se mostrar.<\/p>\n<p>S\u00f3 Deus Eterno sabe a eternidade da luz que procede D\u0092Ele, e eu falo francamente a esses a quem a grandeza imensur\u00e1vel, imensa e incompreens\u00edvel D\u0092Ele foi disposta para conceder revela\u00e7\u00f5es por inspira\u00e7\u00e3o longa, melanc\u00f3lica que com a ajuda deste elemento escondido manifestado por Deus, h\u00e1 dois fatores principais que comp\u00f5em a intelig\u00eancia do profeta.<\/p>\n<p>O primeiro \u00e9 quando os claros sobrenaturais abastecem e iluminam a pessoa que prediz atrav\u00e9s de ci\u00eancia astral, enquanto o segundo lhe permite profetizar por revela\u00e7\u00e3o inspirada que \u00e9 s\u00f3 uma parte da eternidade divina por meio de que o profeta vem avaliar o que o poder divinat\u00f3rio lhe deu pela gra\u00e7a de Deus e por um presente natural, isto \u00e9, que o que \u00e9 predito \u00e9 verdade e et\u00e9reo em origem. E tal uma pequena chama \u00e9 de grande efic\u00e1cia e \u00e2mbito, e nada menos que a claridade de sua natureza.<\/p>\n<p>A luz de natureza humana faz as fil\u00f3sofos t\u00e3o seguros de si que com os princ\u00edpios da primeira causa eles alcan\u00e7am as doutrinas mais altas e os abismos mais fundos. Mas meu filho, para que eu n\u00e3o me aventure muito longe para sua percep\u00e7\u00e3o futura, esteja atento que os homens de cartas far\u00e3o cr\u00edticas e coment\u00e1rios orgulhosos sobre o modo que eu interpretei o mundo, antes da conflagra\u00e7\u00e3o mundial que ir\u00e1 trazer tantas cat\u00e1strofes, e tais revolu\u00e7\u00f5es que escassamente qualquer terra n\u00e3o ser\u00e1 coberta atrav\u00e9s de \u00e1gua, e isto durar\u00e1 at\u00e9 tudo perecer exceto hist\u00f3ria e geografia deles mesmos.<\/p>\n<p>Isto \u00e9 por que, antes e depois destas revolu\u00e7\u00f5es em v\u00e1rios pa\u00edses, ser\u00e3o diminu\u00eddas as chuvas e a abund\u00e2ncia de fogo e proj\u00e9teis \u00edgneos se cair\u00e1 dos c\u00e9us que nada escapar\u00e1 ao holocausto.<\/p>\n<p>E isto acontecer\u00e1 antes da \u00faltima conflagra\u00e7\u00e3o. Para antes do fim do s\u00e9culo a guerra e em suas fases finais segurar\u00e1 o s\u00e9culo debaixo de seu balan\u00e7o. Alguns pa\u00edses estar\u00e3o no aperto de revolu\u00e7\u00e3o durante v\u00e1rios anos, e outros arruinaram para um ainda per\u00edodo mais longo.<\/p>\n<p>E agora que n\u00f3s estamos em uma era republicana, com a ajuda de Deus Todo-poderoso , e antes de completar seu ciclo cheio, a monarquia devolver\u00e1 ent\u00e3o a Idade Dourada, e ap\u00f3s todos os c\u00e1lculos, com o mundo perto de uma total revolu\u00e7\u00e3o do tempo descrito 177 anos 3 meses 11 dias \u0096 pestil\u00eancia, escassez longa e guerras, e ainda mais inunda\u00e7\u00f5es de agora at\u00e9 o tempo declarado. Antes e depois, a popula\u00e7\u00e3o deve ser tantas vezes severamente diminu\u00edda que qualquer um poder\u00e1 assumir os campos que ficar\u00e3o livres onde eles tinham sido ocupados anteriormente.<\/p>\n<p>Isto acontecer\u00e1 depois do ju\u00edzo dos c\u00e9us, antes que n\u00f3s alcancemos o mil\u00eanio que completar\u00e1 tudo. No firmamento da oitava esfera, uma dimens\u00e3o onde Deus Todo-poderoso completar\u00e1 a revolu\u00e7\u00e3o, e onde as constela\u00e7\u00f5es retomar\u00e3o seu movimento que far\u00e1 a terra est\u00e1vel e firme, mas s\u00f3 Ele permanecer\u00e1 inalterado para sempre at\u00e9 que o testamento dele seja cumprido.<\/p>\n<p>Isso apesar de todas as opini\u00f5es amb\u00edguas que ultrapassam a raz\u00e3o natural das coisas, expressadas por Mahomet,; que \u00e9 por que Deus o Criador, pelo minist\u00e9rio dos agentes \u00edgneos dele com suas chamas, vir\u00e1 propor a nossas percep\u00e7\u00f5es como tamb\u00e9m nossos olhos as raz\u00f5es para predi\u00e7\u00f5es futuras.<\/p>\n<p>Devem ser manifestados sinais de eventos do porvir a quem profetiza.<\/p>\n<p>Para profecia que origina de ilumina\u00e7\u00e3o exterior \u00e9 parte daquela luz buscar se aliar com isto e trazer isto de forma que a parte que parece possuir a faculdade de compreens\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 sujeito a uma n\u00e1usea da mente.<\/p>\n<p>A raz\u00e3o \u00e9 bem evidente. Tudo \u00e9 predito atrav\u00e9s de inspira\u00e7\u00e3o divina e gra\u00e7as a um esp\u00edrito angelical que inspira o profeta, consagrando as predi\u00e7\u00f5es dele por un\u00e7\u00e3o divina.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m o despe de todas as fantasias por meio de v\u00e1rias apari\u00e7\u00f5es noturnas, enquanto com certeza di\u00e1ria ele profetiza pela ci\u00eancia de astronomia, com a ajuda de profecia sagrada, a \u00fanica considera\u00e7\u00e3o dele \u00e9 a sua coragem de ser livre. Assim venha, meu filho, se esforce para entender o que eu descobri por meus c\u00e1lculos que outorgam com inspira\u00e7\u00e3o revelada, porque agora a espada da morte se aproxima de n\u00f3s, com pestil\u00eancia e guerra t\u00e3o horr\u00edvel que alguma vez houve \u0096 por causa do trabalho de tr\u00eas homens \u0096 e escassez.\u00a0<strong>E esta espada golpear\u00e1 a terra v\u00e1rias vezes, e as estrelas confirmam e tamb\u00e9m \u00e9 escrito:<\/strong>\u00a0Eu castigarei as injusti\u00e7as com barras de ferro, e os golpearei com sopros.<\/p>\n<p>A clem\u00eancia de Deus ser\u00e1 concedida durante um certo tempo, meu filho, at\u00e9 a maioria de minhas profecias serem cumpridas e esta realiza\u00e7\u00e3o estar completa.<\/p>\n<p><strong>Ent\u00e3o v\u00e1rios tempos no curso das tempestades dolorosas o Senhor dir\u00e1:<\/strong>\u00a0Ent\u00e3o eu esmagarei e destruirei e n\u00e3o mostrar\u00e1 nenhuma clem\u00eancia; e muitas outras circunst\u00e2ncias ser\u00e3o o resultado de inunda\u00e7\u00f5es e chuva ininterrupta da qual eu escrevi mais completamente em minhas outras profecias, compostas h\u00e1 pouco tempo, n\u00e3o em uma sucess\u00e3o cronol\u00f3gica, em prosa, limitando os lugares e tempos e datas exatas de forma que gera\u00e7\u00f5es futuras ver\u00e3o, enquanto experimentarem estes eventos inevit\u00e1veis, como eu listei mais claramente em outros idiomas, de forma que apesar das obscuridades todas estas coisas ser\u00e3o entendidas: Quando chegar o tempo da remo\u00e7\u00e3o da ignor\u00e2ncia, o assunto estar\u00e1 ainda mais claro.<\/p>\n<p>Assim em conclus\u00e3o, meu filho, leve este presente de seu pai M. Nostradamus que espera venha voc\u00ea a entender cada profecia em todas as quadras.<\/p>\n<p>Possa Deus Imortal conceder a voc\u00ea uma vida longa e felicidade pr\u00f3spera.<\/p>\n<p><strong>Salon, 1\u00ba de mar\u00e7o de 1555.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ep\u00edstola para Henrique II \u0096 Carta que o profeta escreveu para o Rei Henrique II<\/strong><\/p>\n<p>Aqui Majestade est\u00e3o compreendidas v\u00e1rias e maravilhosas coisas do por vir que os que vir\u00e3o ap\u00f3s h\u00e3o de ver\u0085 Haver\u00e1 pelo m\u00eas de outubro (1917) uma grande revolu\u00e7\u00e3o, que todo o mundo pensar\u00e1 que a terra cai em escurid\u00e3o perp\u00e9tua. Pela primavera (Mar 1917) e depois disto (Nov 1918) acontecer\u00e3o mudan\u00e7as extraordin\u00e1rias, invers\u00f5es de Reinos e um grande terremoto.<\/p>\n<p>Tudo isso acompanhado pela procria\u00e7\u00e3o de uma Nova Babil\u00f4nia(A URSS). E isto durar\u00e1 apenas 73 anos e 7 meses\u0085<\/p>\n<p>Deus notar\u00e1 a longa esterilidade da grande Dama (a R\u00fassia) que conceber\u00e1 2 crian\u00e7as de in\u00edcio(Lenin, Stalin) e estando em perigo de morte no 18\u00ba ano (execu\u00e7\u00e3o de Romanovs 1918) e n\u00e3o podendo ir al\u00e9m de 36 (1917 at\u00e9 a morte de Stalin em 1953) a deixar\u00e1 para tr\u00e1s (a URSS de Stalin) 3 homens e uma mulher e ela ter\u00e1 dois. A diferen\u00e7a entre os 3 irm\u00e3os (Malenkov, Khrustchov, &amp; Breshnev) ser\u00e1 resolvida e 3\/4 de Europa tremer\u00e1. A filha (Andropov) ter\u00e1 duas crian\u00e7as. Uma de fidelidade (Chernenko) e outra de infidelidade (Gorbechev, 1985) quem por seu tardio arrependimento (1991) levar\u00e1 adiante sua ru\u00edna<\/p>\n<p>Esta persegui\u00e7\u00e3o durar\u00e1 11 anos (1989 \u0096 2000) ou um pouco menos para o rei do norte (Yeltsin?) trope\u00e7ar\u0085 Com os anos completados vir\u00e1 um que mais violentamente perseguir\u00e1 por um per\u00edodo de 3 anos (2000 \u0096 03) as pessoas da Igreja\u0085 (A R\u00fassia). Ent\u00e3o o terceiro rei do norte (2003) ouvindo o protesto do povo levantar\u00e1 um grande ex\u00e9rcito por um ano bissexto (2004) e restabelecer\u00e1 a melhor parte de sua condi\u00e7\u00e3o(2005).<\/p>\n<p>A renova\u00e7\u00e3o do Triunvirato durar\u00e1 7 anos. (1996 \u0096 03) ent\u00e3o ser\u00e3o os senhores do norte dois em n\u00famero, vitoriosos contra o Oriental. Haver\u00e1 tal tumulto b\u00e9lico, que todo o Leste tremer\u00e1 de medo dos dois irm\u00e3os que n\u00e3o s\u00e3o os irm\u00e3os do Norte.<\/p>\n<p>Estas figuras est\u00e3o justamente enquadradas nas Sagradas Escrituras como pode ser visto mais extenso em algumas de minhas Quadras. Eu teria calculado isto mais profundamente, mas vendo que alguns est\u00e3o prontos a me censurar, eu retirarei minha caneta agora para meu repouso noturno.<\/p>\n<p><strong>Michel Nostradamus, 27 de junho de 1558.<\/strong><\/p>\n<p><strong>As Cent\u00farias &#8211; Ep\u00edstola a Henrique 2 \u0096 Rei da Fran\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p><strong>AO INVENC\u00cdVEL E TODO-PODEROSO<\/strong>,<\/p>\n<p>e mui Crist\u00e3o Henrique Rei de Fran\u00e7a segundo, Michel Notredame seu mui humilde e obediente servidor e s\u00fadito, vit\u00f3ria e felicidade.<\/p>\n<p>Por aquela soberana observa\u00e7\u00e3o que tive, \u00f3 mui Crist\u00e3o e mui vitorioso rei, desde que minha face estando muito tempo anuviada se apresentou diante da deidade de Vossa Majestade imensur\u00e1vel, depois disso estive perpetuamente deslumbrado, n\u00e3o desistindo de honrar e dignamente venerar aquele dia que, pela primeira vez, diante dela me apresentei, como a uma extraordin\u00e1ria Majestade t\u00e3o humana.<\/p>\n<p>Ora,[estava] buscando ocasi\u00e3o pela qual eu pudesse manifestar o bom cora\u00e7\u00e3o e franca coragem, e que mediante este meu poder pudesse fazer ampla extens\u00e3o de conhecimento sobre vossa Majestade.<\/p>\n<p>Ora, vendo que pelos efeitos n\u00e3o me seria poss\u00edvel declar\u00e1-lo, junto com o meu singular desejo de minha t\u00e3o longa tenebrosidade e obscuridade, ser subitamente aclarado e transportado diante da face do soberano olho, e do primeiro Monarca do Universo, de tal modo que estive em grande d\u00favida sobre a quem consagrar estas tr\u00eas Cent\u00farias do restante de minhas profecias, terminando o mil\u00eanio, e ap\u00f3s haver cogitado muito tempo, com uma temer\u00e1ria aud\u00e1cia, enderecei-as a vossa Majestade, n\u00e3o estando por ela espantado, como relata o seri\u00edssimo autor Plutarco na vida de Licurgo, que vendo as ofertas e presentes que se faziam nos sacrif\u00edcios nos templos dos Deuses imortais daqueles tempos, e para aquele fim n\u00e3o se espantassem pelas demasiadas multas, gastos e perdas, n\u00e3o ousavam se apresentar nos templos.<\/p>\n<p>Todavia, vendo vosso esplendor Real, acompanhado de uma incompar\u00e1vel humanidade, dirijo-me a v\u00f3s n\u00e3o como aos Reis da P\u00e9rsia, que n\u00e3o \u00e9 de modo algum permitido chegar-se a eles, nem ao menos deles se aproximar. Mas a um mui prudente, a um mui s\u00e1bio Pr\u00edncipe, eu consagrei minhas noturnas e prof\u00e9ticas suputa\u00e7\u00f5es, compostas ante um instinto natural, acompanhado de um furor po\u00e9tico, sen\u00e3o pela regra da poesia, e a maior parte composta de acordo com o c\u00e1lculo Astron\u00f4mico, correspondente aos anos, meses e semanas, das regi\u00f5es, pa\u00edses, e da maior parte das Cidades pequenas e grandes, de toda a Europa, compreendendo a \u00c1frica e uma parte da \u00c1sia pelas mudan\u00e7as das regi\u00f5es, que se aproximam da maior parte de todos esses locais, e composta por uma fac\u00e7\u00e3o natural.<\/p>\n<p>Responder\u00e1 aquele que quiser meter o bedelho, que a rima \u00e9 um tanto f\u00e1cil, bem como a intelig\u00eancia do sentido \u00e9 dif\u00edcil. E por isso, \u00f3 mui human\u00edssimo Rei, a maior parte das quadras prof\u00e9ticas s\u00e3o de tal modo escabrosas, que n\u00e3o se saberia dar-lhes sentido, e nem ao menos algumas interpretar. Todavia, esperando deixar por escrito os anos, cidades pequenas e grandes, e as regi\u00f5es onde a maior parte advir\u00e1, mesmo os anos de 1585 e 1606, a come\u00e7ar desde o tempo presente, que \u00e9 quatorze de mar\u00e7o de 1557.<\/p>\n<p>E indo muito mais longe, at\u00e9 o advento que ser\u00e1 depois do come\u00e7o do s\u00e9timo mil\u00eanio, profundamente calculado, o tanto que meu c\u00e1lculo astron\u00f4mico e outro saber puderam se estender, onde os advers\u00e1rios de Jesus Cristo e de sua Igreja come\u00e7ar\u00e3o pulular mais forte. Tudo foi calculado em dias e horas, escolhidos e bem dispostos, e o mais precisamente que me foi poss\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>E tudo com a Sabedoria livre e sem detrimento, suputando bem como os acontecimentos dos tempos que vir\u00e3o, quanto das \u00e9pocas passadas, compreendendo o presente, e aquilo que pelo curso do tempo em todas as regi\u00f5es se conhecer\u00e1 chegar, tudo ainda nomeado como \u00e9 escrito, n\u00e3o colocando a\u00ed nada de sup\u00e9rfluo, ainda que se diga:<\/strong>\u00a0Portanto, a verdade do futuro n\u00e3o \u00e9 completamente determinada.<\/p>\n<p>\u00c9 bem verdade, meu Senhor, que pelo meu instinto natural que me foi dado pelos meus av\u00f3s, n\u00e3o pensava que fazia press\u00e1gio, e ajustando e acordando aquele instinto natural com a minha longa suputa\u00e7\u00e3o unido, e esvaziando a alma, o esp\u00edrito e a coragem de todo cuidado, solicitude e aborrecimento, pelo repouso e tranq\u00fcilidade do esp\u00edrito. Tudo acordado e pressagiado por meio de um tr\u00edpode de bronze.<\/p>\n<p>Ainda que sejam v\u00e1rios os que me atribuem aquilo que \u00e9 de certo modo meu, bem como aquilo que n\u00e3o \u00e9 de modo algum, s\u00f3 Deus eterno, que \u00e9 o perscrutador das obras humanas pias, justas e misericordiosas, e \u00e9 o verdadeiro juiz ao qual eu imploro que me venha defender da cal\u00fania dos malvados que vir\u00e3o tamb\u00e9m caluniosamente perguntar por qual causa todos os vossos antiq\u00fc\u00edssimos progenitores, Reis de Fran\u00e7a, curaram os tumores, e outras na\u00e7\u00f5es curaram a mordida da serpente, e outros tiveram algum instinto da arte divinat\u00f3ria, e de outros casos que ser\u00e3o aqui bastante relatados.<\/p>\n<p>N\u00e3o obstante, \u00e0queles da malignidade do esp\u00edrito do mal n\u00e3o ser\u00e1 [minha Obra] compreendida pelo curso do tempo e ap\u00f3s a minha extin\u00e7\u00e3o terrena, ainda mais ser\u00e1 minha obra conhecida que quando em vida, e se entretanto nos meus c\u00e1lculos das \u00e9pocas eu engano, n\u00e3o se poderia ser conforme a vontade de alguns.\u00a0<strong>Queira vossa mais que imperial Majestade me perdoar, protestando diante de Deus e seus Santos, que eu n\u00e3o pretendo colocar nada por escrito na presente carta, que seja contra a verdadeira f\u00e9 Cat\u00f3lica, conferindo os c\u00e1lculos astron\u00f4micos conforme meu saber:<\/strong>\u00a0pois o espa\u00e7o de tempo de nossos primeiros antepassados que nos precederam s\u00e3o tais, remetendo-me sob a corre\u00e7\u00e3o do mais s\u00e3o julgamento, que o primeiro homem Ad\u00e3o, veio antes de No\u00e9 cerca de mil duzentos e quarenta e dois anos, n\u00e3o computando o tempo pela suputa\u00e7\u00e3o dos Gentios,\u00a0<strong>como colocou por escrito Varr\u00e3o:<\/strong>\u00a0mas t\u00e3o somente segundo as santas Escrituras, e segundo a fraqueza de meu esp\u00edrito, nos meus c\u00e1lculos astron\u00f4micos.<\/p>\n<p><strong>Depois de No\u00e9, dele e do dil\u00favio universal, veio Abra\u00e3o, cerca de mil e oitenta anos, o qual foi um soberano Astr\u00f3logo, e segundo alguns, ele inventa primeiro as letras Cald\u00e9ias:<\/strong>\u00a0depois veio Mois\u00e9s cerca de quinhentos e quinze ou seis anos, e entre os tempos de Davi e Mois\u00e9s, passaram-se quinhentos e setenta anos, mais ou menos. E depois, entre o tempo de Davi e o tempo de nosso Salvador e Redentor Jesus Cristo, nascido da \u00fanica Virgem, passaram-se (segundo alguns Cron\u00f3grafos) mil trezentos e cinq\u00fcenta anos.<\/p>\n<p><strong>Qualquer um poder\u00e1 objetar que esta suputa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 verdadeira, por isso que ela difere da de Eus\u00e9bio. E desde os tempos da humana Reden\u00e7\u00e3o at\u00e9 a sedu\u00e7\u00e3o detest\u00e1vel dos Sarracenos, passaram-se seiscentos e vinte e um anos, mais ou menos, e depois disso pode-se facilmente coligir quais tempos s\u00e3o passados, embora minha suputa\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja boa e v\u00e1lida para todas as na\u00e7\u00f5es, por isso que tudo foi calculado pelo curso celeste por associa\u00e7\u00e3o da emo\u00e7\u00e3o infusa a certas horas abandonadas, pela emo\u00e7\u00e3o dos meus antigos progenitores:<\/strong>\u00a0Mas a inj\u00faria do tempo, \u00f3 Seren\u00edssimo Rei, requer que tais acontecimentos secretos n\u00e3o sejam manifestados sen\u00e3o por senten\u00e7a enigm\u00e1tica, n\u00e3o tendo sen\u00e3o um \u00fanico sentido, e \u00fanica intelig\u00eancia, sem a\u00ed ter colocado nada de amb\u00edguo nem c\u00e1lculo duvidoso: mas a maioria sob nebulosa obscuridade por uma natural infus\u00e3o, aproximando pela senten\u00e7a de um dos mil e dois profetas que existiram desde a cria\u00e7\u00e3o do mundo, conforme o c\u00e1lculo e Cr\u00f4nica p\u00fanica de Joel.<\/p>\n<p>Derramarei meu esp\u00edrito sobre toda carne e vossos filhos e filhas profetizar\u00e3o.\u00a0<strong>Mas tal profecia procedia da boca do Esp\u00edrito Santo, o qual era a soberana pujan\u00e7a eterna, adjunto com a celeste, sem a qual nenhum daquele n\u00famero prediriam os grandes e maravilhosos acontecimentos:<\/strong>\u00a0Eu, neste particular, n\u00e3o atribuo a mim de modo algum tal t\u00edtulo.\u00a0<strong>Antes a Deus n\u00e3o agrade, pois eu bem confesso que tudo vem de Deus, e a ele dou gra\u00e7as, honra e louvor imortal, sem a\u00ed haver misturado adivinha\u00e7\u00e3o que prov\u00e9m da ignor\u00e2ncia dos mortais:<\/strong>\u00a0mas pela natureza de Deus, e a maior parte acompanhada do movimento do curso celeste, tal como vendo num espelho ardente, como por vis\u00e3o nebulosa, os grandes acontecimentos tristes, prodigiosos, e os acontecimentos calamitosos que se aproximam das principais religi\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Primeiramente dos templos de Deus, e depois por aqueles que s\u00e3o terrestremente sustentados vai se aproximar tal decad\u00eancia, com mil outros calamitosos acontecimentos, que pelo curso do tempo se conhecer\u00e1 chegar:<\/strong>\u00a0pois Deus atentar\u00e1 a longa esterilidade da grande senhora, que pouco depois conceber\u00e1 dois filhos principais: mas ela periclitando, aquela a quem lhe ser\u00e1 destinado periclitar de morte na \u00e9poca da temeridade no d\u00e9cimo oitavo [s\u00e9culo], n\u00e3o podendo passar [a monarquia francesa] do trig\u00e9simo sexto [rei], restando tr\u00eas homens e uma mulher, e ter\u00e1 dois [filhos], [e] aquele que n\u00e3o teve jamais o mesmo pai, abandonar\u00e1 [Lu\u00eds XVII a torre do Templo], haver\u00e1 dois [imperadores], que ent\u00e3o ceder\u00e1 [na futura continuidade da monarquia] a tr\u00eas homens e uma mulher, aquele que n\u00e3o teve jamais o mesmo pai, os tr\u00eas irm\u00e3os estar\u00e3o em tais diferen\u00e7as, depois unidos e de acordo, quando tr\u00eas quartos da Europa tremer\u00e3o:<\/p>\n<p>. . .<\/p>\n<p>E por isso, meu Senhor, que nesse relato eu coloco quase confusamente essas predi\u00e7\u00f5es, e quando poder\u00e1 vir acontecer essas coisas, pela enumera\u00e7\u00e3o do tempo que passar\u00e1, que n\u00e3o \u00e9 em nada ou bem pouco conforme \u00e0 superior, a qual foi feita pela via Astron\u00f4mica, sen\u00e3o por outra, mesmo das Sagradas Escrituras, que n\u00e3o podem falhar de modo algum, e se eu quisesse em cada uma das quadras colocar a enumera\u00e7\u00e3o do tempo, eu poderia faz\u00ea-lo: mas a todos n\u00e3o seria agrad\u00e1vel, nem menos interpret\u00e1-las, e at\u00e9 nisso, meu Senhor, vossa Majestade me conceda amplo poder para faz\u00ea-lo, por n\u00e3o dar motivo aos caluniadores de me prejudicar. Todavia, contando os anos desde a cria\u00e7\u00e3o do mundo at\u00e9 o nascimento de No\u00e9, passaram-se mil quinhentos e seis anos, e desde o nascimento de No\u00e9 at\u00e9 o t\u00e9rmino da fabrica\u00e7\u00e3o da Arca, aproximando-se a inunda\u00e7\u00e3o universal, passaram-se seiscentos anos (se os dados sejam Solar ou Lunar, ou de dez dias mesclados) eu tenho que as Sagradas escrituras dizem que s\u00e3o Solares.<\/p>\n<p>E no fim desses seiscentos anos, No\u00e9 entra na Arca para ser salvo do dil\u00favio: e foi esse dil\u00favio universal sobre a Terra, e dura um ano e dois meses. E desde o fim do dil\u00favio at\u00e9 o nascimento de Abra\u00e3o, passam-se duzentos e noventa e cinco anos. E desde o nascimento de Abra\u00e3o at\u00e9 o nascimento de Isaque passam-se cem anos. E desde Isaque at\u00e9 Jac\u00f3, sessenta anos, da hora que ele entra no Egito, at\u00e9 a sa\u00edda de l\u00e1 passam-se cento e trinta anos. E desde a entrada de Jac\u00f3 no Egito at\u00e9 a sa\u00edda dele, passam-se quatrocentos e trinta anos. E desde a sa\u00edda do Egito at\u00e9 a edifica\u00e7\u00e3o do Templo, feito por Salom\u00e3o no quarto ano de seu reinado, passam-se quatrocentos e oitenta anos.<\/p>\n<p>E desde a edifica\u00e7\u00e3o do Templo at\u00e9 Jesus Cristo, segundo o c\u00e1lculo dos hier\u00f3grafos, passam-se quatrocentos e noventa anos. E assim por esse c\u00e1lculo que eu fiz, coligido pelas Sagradas Letras, s\u00e3o cerca de quatro mil cento e setenta e tr\u00eas anos e oito meses, mais ou menos. Ora, de Jesus Cristo em diante pela diversidade das seitas eu paro de calcular, e tendo suputado e calculado as presentes profecias, tudo segundo a ordem da cadeia que cont\u00e9m sua revolu\u00e7\u00e3o, tudo pela doutrina Astron\u00f4mica, e segundo meu instinto natural, e ap\u00f3s algum tempo, e naquele compreendido desde o tempo que Saturno tornar\u00e1 a entrar [em guerra] em sete do m\u00eas de abril, at\u00e9 vinte e cinco de agosto, J\u00fapiter em 14 de junho at\u00e9 7 de outubro, Marte desde 17 de abril at\u00e9 22 de maio.<\/p>\n<p>Merc\u00fario desde 3 de fevereiro at\u00e9 24 do dito, e de 24 de setembro at\u00e9 16 de outubro, Saturno em Capric\u00f3rnio, J\u00fapiter em Aqu\u00e1rio, Marte em Escorpi\u00e3o, V\u00eanus em Peixes, a Lua em Aqu\u00e1rio, a cabe\u00e7a do Drag\u00e3o em Libra: a cauda no seu signo oposto conforme uma conjun\u00e7\u00e3o de J\u00fapiter com Merc\u00fario, com um quadrante aspecto de Marte com Merc\u00fario, e cabe\u00e7a do Drag\u00e3o estar\u00e1 com uma conjun\u00e7\u00e3o do Sol com J\u00fapiter, o ano ser\u00e1 pac\u00edfico e sem eclipse, e n\u00e3o de todo, e ser\u00e1 o come\u00e7o [do mil\u00eanio]<\/p>\n<p>. . .<\/p>\n<p>. . . o curso do tempo vai muito mais longe. Na Carta que esses anos passados escrevi ao meu filho C\u00e9sar Nostradamus, declarei abertamente muitos pontos sem press\u00e1gio. Mas aqui, meu Senhor, est\u00e3o compreendidos v\u00e1rios e grandes acontecimentos maravilhosos, que aqueles que vir\u00e3o depois ver\u00e3o. E durante este c\u00e1lculo Astrol\u00f3gico, confrontado com as sagradas escrituras, a persegui\u00e7\u00e3o das gentes Eclesi\u00e1sticas ter\u00e1 sua origem pela pot\u00eancia dos Reis Aquilon\u00e1rios, unidos com os Orientais.<\/p>\n<p>. . .<\/p>\n<p>E depois que este tempo tenha durado muito, ser\u00e1 quase renovado um outro reino de Saturno, e s\u00e9culo de ouro. Deus, o criador, dir\u00e1, ouvindo a afli\u00e7\u00e3o do seu povo, Sat\u00e3 ser\u00e1 colocado e atado no abismo do b\u00e1ratro na profunda fossa: e come\u00e7ar\u00e1 entre Deus e os homens uma paz universal, e ficar\u00e1 atado pelo espa\u00e7o de mil anos, e voltar\u00e1 com uma maior for\u00e7a ainda, o poderio Eclesi\u00e1stico, e depois tornar\u00e1 a se desatar. E todas essas representa\u00e7\u00f5es est\u00e3o perfeitamente adaptadas com as divinas escrituras nas coisas celestes vis\u00edveis, a saber, por Saturno, J\u00fapiter e Marte, e outras conjun\u00e7\u00f5es, como explanei melhor em algumas quadras em que se pode ver.<\/p>\n<p>Calculei o mais profundamente e adaptei uns com os outros. Mas vendo, \u00f3 Seren\u00edssimo Rei, que alguns da censura colocariam dificuldade, resolvi retirar minha pena do meu repouso noturno: Al\u00e9m do mais, \u00f3 Rei Todo-poderoso, um grande n\u00famero de acontecimentos futuros s\u00e3o breves e claros, mas eu n\u00e3o pude aqui nesta carta ligar os fatos nem mont\u00e1-los; mas se os acontecimentos horr\u00edveis do destino fossem compreendidos, pouco se cumpriria, e por maiores que sejam vossa grandeza e vossa humanidade aos homens, bem como vossa piedade para com Deus, seja digno de ser o \u00fanico a ter o nome de Rei potent\u00edssimo e Cristian\u00edssimo, a quem toda autoridade sobre todas as religi\u00f5es ser\u00e1 digna de vos ser conferida. Mas t\u00e3o somente a v\u00f3s eu requeiro, \u00f3 Rei mui Clemente, nesta vossa extrema e s\u00e1bia humanidade, de ouvir o mais depressa o desejo de minha coragem, e o soberano estudo que tenho dedicado a vossa Majestade, desde que meus olhos estiveram t\u00e3o pr\u00f3ximos de vosso esplendor solar, que a grandeza do meu trabalho n\u00e3o alcan\u00e7a nem requer. De Salon, hoje 27 de junho de 1558.<\/p>\n<p><strong>Nostradamus &#8211; Cent\u00faria I<\/strong><\/p>\n<p><strong>Foi impressa pela primeira vez no dia 4 de Maio de 1555 em Lyon por [Mac\u00e9] Bonhomme. A primeira edi\u00e7\u00e3o continha o pref\u00e1cio dedicado a seu filho C\u00e9sar e 353 quadras (As Cent\u00farias I, II, III e as 53 primeiras da IV)<\/strong><\/p>\n<p>1<br \/>\n\u00c0 noite, entrego-me a estudos secretos.<br \/>\nS\u00f3, Tomo assento no trip\u00e9 de cobre.<br \/>\nA min\u00fascula chama surge da solid\u00e3o,<br \/>\nFaz progredir quem n\u00e3o \u00e9 v\u00e3o em crer.<\/p>\n<p>2<br \/>\nO ramo colocado no meio das m\u00e3os<br \/>\nA \u00e1gua me ro\u00e7a tanto os p\u00e9s quanto a barra da t\u00fanica.<br \/>\nAtrav\u00e9s dos ramos o medo me invade. Minha voz treme.<br \/>\nFulgor divino. O divino desce sobre mim.<\/p>\n<p>3<br \/>\nQuando as liteiras virarem em turbilh\u00e3o<br \/>\nE os rostos se cobrirem com mantos<br \/>\nA nova rep\u00fablica ter\u00e1 problemas pelo seu povo:<br \/>\nA\u00ed brancos e vermelhos governar\u00e3o erroneamente.<\/p>\n<p>4<br \/>\nNo mundo l\u00e1 ser\u00e1 feito um rei,<br \/>\nque ter\u00e1 pouca paz e uma vida pequena,<br \/>\nNeste momento o navio do papado ser\u00e1 perdido,<br \/>\ngovernado a seu maior detrimento.<\/p>\n<p>5<br \/>\nEles ser\u00e3o afugentados para um longo tirado briga.<br \/>\nA zona rural ser\u00e1 a maioria do grievously aborrecido.<br \/>\nCidade e pa\u00eds ter\u00e3o maior luta.<br \/>\nCarcassonne e Narbonne ter\u00e3o seus cora\u00e7\u00f5es tentados.<\/p>\n<p>6<br \/>\nO olho de Ravenna ser\u00e1 abandonado,<br \/>\nquando as asas dele falhar\u00e3o aos p\u00e9s dele.<br \/>\nOs dois de Bresse ter\u00e3o feito uma constitui\u00e7\u00e3o<br \/>\npara Turin e Vercelli que o franc\u00eas pisotear\u00e1 sob os p\u00e9s<\/p>\n<p>7<br \/>\nTarde chegado a execu\u00e7\u00e3o feita,<br \/>\nO vento contr\u00e1rio, cartas em caminho tomadas:<br \/>\nOs conjurados XIIII de uma seita,<br \/>\nPor caducarem as empresas de Rousseau.<\/p>\n<p>8<br \/>\nQuantas vezes ser\u00e1 capturada, \u00f3 cidade do Sol?<br \/>\nMudando as leis b\u00e1rbaras e v\u00e3s:<br \/>\nTempos maus se aproximam de voc\u00ea.<br \/>\nN\u00e3o mais ser\u00e1 escravizado, O grande Hadrie reviver\u00e1 suas veias<\/p>\n<p>9<br \/>\nDo Oriente vir\u00e1 o cora\u00e7\u00e3o p\u00fanico,<br \/>\nPerturbar Hadrie e os herdeiros rom\u00falidas:<br \/>\nAcompanhado da frota l\u00edbica,<br \/>\nTemplos melitas e ilhas pr\u00f3ximas desertas.<\/p>\n<p>10<br \/>\nO caix\u00e3o \u00e9 posto na catacumba f\u00e9rrea.<br \/>\nOnde sete filhos do rei est\u00e3o mantidos.<br \/>\nSeus ancestrais surgir\u00e3o das profundas do inferno,<br \/>\nlamentando ver os frutos de sua linhagem mortos.<\/p>\n<p>11<br \/>\nO movimento de sensa\u00e7\u00f5es, cora\u00e7\u00e3o, p\u00e9s e m\u00e3os<br \/>\nesteja de acordo entre N\u00e1poles, Lyon e Sic\u00edlia.<br \/>\nEspadas incendeiam inunda\u00e7\u00f5es, ent\u00e3o os romanos nobres se afogaram,<br \/>\nAssassinado ou morto por causa de um c\u00e9rebro fraco.<\/p>\n<p>12<br \/>\nLogo ele ser\u00e1 chamado mentiroso, selvagem, facilmente tentou<br \/>\ndepressa elevado de baixa para alta condi\u00e7\u00e3o.<br \/>\nEle virar\u00e1 desleal e vol\u00e1til de repente.<br \/>\nEste homem governar\u00e1 Verona.<\/p>\n<p>13<br \/>\nPor raiva e \u00f3dio interno, os ex\u00edlios<br \/>\nchoque um grande enredo contra o rei.<br \/>\nSecretamente eles colocar\u00e3o os inimigos como uma amea\u00e7a,<br \/>\ne o pr\u00f3prio dele velho (os partid\u00e1rios) achar\u00e1 sedi\u00e7\u00e3o contra eles.<\/p>\n<p>14<br \/>\nDo povo escravizado, can\u00e7\u00f5es, cantos e perdidos.<br \/>\nOs pr\u00edncipes e lordes s\u00e3o cativos nas pris\u00f5es:<br \/>\nNo futuro, por tais idiotas ac\u00e9falos<br \/>\nEsses (pedidos) ser\u00e3o tomados como ora\u00e7\u00f5es divinas.<\/p>\n<p>15<br \/>\nMarte nos amea\u00e7a com a for\u00e7a de guerra<br \/>\ne causar\u00e1 derrame de sangue setenta vezes.<br \/>\nO clero estar\u00e1 exaltado e ultrajar\u00e1, al\u00e9m disso,<br \/>\npor esses que desejam n\u00e3o aprender nada deles.<\/p>\n<p>16<br \/>\nFoice no Tanque, junto para o Sagit\u00e1rio,<br \/>\nEm seu alto auge e exalta\u00e7\u00e3o,<br \/>\nPeste, fome, morte por m\u00e3o militar,<br \/>\nO s\u00e9culo aproxima-se de renova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>17<br \/>\nPor quarenta a \u00edris n\u00e3o aparecer\u00e1,<br \/>\npor quarenta anos todos os dias ser\u00e1 visto:<br \/>\nA terra \u00e1rida aumentar\u00e1 em secura,<br \/>\nE grande dil\u00favio quando ser\u00e1 percebido.<\/p>\n<p>18<br \/>\nPor disc\u00f3rdia e displic\u00eancia da Fran\u00e7a<br \/>\nas portas se abrir\u00e3o para Maom\u00e9.<br \/>\nde sangue molhada a terra e mar s\u00e9nois.<br \/>\nO porto de Marselha est\u00e1 tomado de velas e embarca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>19<br \/>\nQuando as serpentes cercam o altar,<br \/>\ne o sangue de Trojan est\u00e1 preocupado pelo espanhol.<br \/>\nPor causa deles, ser\u00e1 minorado um grande n\u00famero.<br \/>\nO l\u00edder foge escondido nos brejos pantanosos.<\/p>\n<p>20<br \/>\nTours, de Orleans, Blois, Angers, Reims e Nantes,<br \/>\nCidades ofendidas por s\u00fabita mudan\u00e7a,<br \/>\nPor l\u00ednguas estranhas ser\u00e3o erguidas tendas,<br \/>\nRios, dardos, regi\u00f5es, terra e mar tremor<\/p>\n<p>21<br \/>\nA pedra cont\u00e9m suas profundidades barro branco,<br \/>\nque sair\u00e1 leite-branco de uma racha,<br \/>\nDesnecessariamente pessoas preocupadas n\u00e3o ousar\u00e3o toque isto,<br \/>\nInadvertidamente que a funda\u00e7\u00e3o da terra \u00e9 de barro.<\/p>\n<p>22<br \/>\nO que viver\u00e1 e n\u00e3o tendo nenhum senso,<br \/>\nVir\u00e1 lesar mortalmente seu artif\u00edcio,<br \/>\nautun, Ch\u00e2lons, Langres e os dois Sens,<br \/>\nO granizo e gelo far\u00e3o grande malef\u00edcio<\/p>\n<p>23<br \/>\nQuando o Sol nasce no terceiro m\u00eas,<br \/>\njavali e leopardo se defrontam no campo de batalha.<br \/>\nOs homens abandonam o leopardo e olham para o c\u00e9u:<br \/>\nv\u00eaem uma \u00e1guia adejar em torno do Sol.<\/p>\n<p>24<br \/>\nNa cidade nova pensativo condenar,<br \/>\nO p\u00e1ssaro de presa no c\u00e9u se oferece:<br \/>\nDepois de cativo de vit\u00f3ria ser perdoado.<br \/>\nCremona e Mantua que ter\u00e3o ter grandes sofrimentos.<\/p>\n<p>25<br \/>\nPerdido, acha escondido durante muitos s\u00e9culos<br \/>\nPasteur ser\u00e1 venerado como demi-deus,<br \/>\nComo a lua a completa grande ciclo<br \/>\nPor outros o velho homem ser\u00e1 desonrado.<\/p>\n<p>26<br \/>\nO grande homem ser\u00e1 abatido durante o dia por um raio,<br \/>\nO ato prejudicial ser\u00e1 previsto pelo portador de uma s\u00faplica:<br \/>\nDiz a predi\u00e7\u00e3o que outro tomba \u00e0 noite<br \/>\nConflito em Reims, Londres, e peste em Toscana.<\/p>\n<p>27<br \/>\nEm baixo da \u00e1rvore de carvalho de Gienne, golpeou atrav\u00e9s de um raio,<br \/>\no tesouro est\u00e1 escondido n\u00e3o muito longe dali.<br \/>\nO Que durante muitos s\u00e9culos tinha sido reunido,<br \/>\nquando encontrado, um homem morrer\u00e1, seu olho perfurado perto da primavera<\/p>\n<p>28<br \/>\nA torre de Bouc temer\u00e1 fusta b\u00e1rbara,<br \/>\num tempo, muito tempo depois de barca hesp\u00e9rica,<br \/>\nGado, gente, m\u00f3veis, todos dois far\u00e3o grande perda,<br \/>\nTouro e Libra que ataque mortal.<\/p>\n<p>29<br \/>\nQuando o peixe que viaja em cima de terra e mar<br \/>\nseja lan\u00e7ado para cima em para a orla por uma grande onda,<br \/>\nsua forma estranha, liso e horroroso.<br \/>\nDo mar os inimigos logo alcan\u00e7am as paredes.<\/p>\n<p>30<br \/>\nPor causa da tempestade em mar o navio estrangeiro<br \/>\nAproxime um porto desconhecido.<br \/>\nApesar dos sinais das filiais de palma,<br \/>\nDepois h\u00e1 morte e pilhagem. Conselho bom vem muito recente.<\/p>\n<p>31<br \/>\nAs guerras em G\u00e1lia durar\u00e3o tantos anos,<br \/>\nAl\u00e9m do curso do Castulon monarca:<br \/>\nVit\u00f3ria incerta tr\u00eas grandes coroar\u00e3o,<br \/>\n\u00c1guia, Galo, Lua, Le\u00e3o, Sol em marca.<\/p>\n<p>32<br \/>\nO grande imp\u00e9rio ser\u00e1 logo trocado<br \/>\npor um local pequeno que logo crescer\u00e1<br \/>\nUm pequeno local de \u00e1rea min\u00fascula,<br \/>\nNo meio do qual vir\u00e1 pousar no ch\u00e3o seu cetro.<\/p>\n<p>33<br \/>\nPerto de uma grande ponte de plan\u00edcie espa\u00e7osa<br \/>\nO grande le\u00e3o por for\u00e7as ces\u00e1reas<br \/>\nFar\u00e1 abater fora da cidade rigorosa<br \/>\nPor terror portas lhe ser\u00e3o abertas.<\/p>\n<p>34<br \/>\nO p\u00e1ssaro de presa que voa \u00e0 esquerda,<br \/>\nantes de batalha seja unida com o franc\u00eas, ele faz prepara\u00e7\u00f5es.<br \/>\nAlguns o considerar\u00e3o bom, outros ruim ou incerto.<br \/>\nA parte mais fraca o considerar\u00e1 como um press\u00e1gio bom.<\/p>\n<p>35<br \/>\nO le\u00e3o jovem sobrepuja o velho<br \/>\nno torneio, numa justa a dois.<br \/>\nPerfura-lhe os olhos atrav\u00e9s da grade de ouro<br \/>\nno terceiro embate. Ele sofrer\u00e1 morte penosa.<\/p>\n<p>36<br \/>\nMuito tarde o rei se arrepender\u00e1<br \/>\nque ele n\u00e3o p\u00f4s o advers\u00e1rio dele para morte.<br \/>\nMas ele logo concordar\u00e1 com coisas distantes<br \/>\nO que causar\u00e1 a morte de todos de sua linhagem.<\/p>\n<p>37<br \/>\nUm pouco antes que o sol se esconda<br \/>\nConflito dado, grande povo temeroso,<br \/>\nArruinado, porto marinho n\u00e3o d\u00e1 resposta,<br \/>\nPonte e sepulcro em dois lugares estrangeiros.<\/p>\n<p>38<br \/>\nO Sol e a \u00c1guia aparecer\u00e3o ao vencedor.<br \/>\nUma resposta vazia assegurou a derrota.<br \/>\nNem corneta nem gritos parar\u00e3o os soldados.<br \/>\nLiberdade e paz se alcan\u00e7ou a tempo por morte.<\/p>\n<p>39<br \/>\n\u00c0 noite o \u00faltimo ser\u00e1 estrangulado em sua cama<br \/>\nporque ele se tornou muito envolvido com o eleito de herdeiro loiro.<br \/>\nO Imp\u00e9rio \u00e9 escravizado e tr\u00eas homens substitu\u00edram.<br \/>\nEle \u00e9 levado \u00e0 morte nem carta nem pacote leu.<\/p>\n<p>40<br \/>\nO falso trompete que esconde loucura<br \/>\ncausar\u00e1 Byzantium uma mudan\u00e7a nas suas leis.<br \/>\nDo Egito l\u00e1 ir\u00e1 adiante um homem que quer<br \/>\no \u00e9dito dinheiro retirado, mudando dinheiro e normas.<\/p>\n<p>41<br \/>\nA cidade \u00e9 sitiada e \u00e9 assaltada de noite;<br \/>\npoucos escapam; uma batalha n\u00e3o longe do mar.<br \/>\nUma mulher desfalece com alegria ao retorno de seu filho,<br \/>\nVeneno nas dobras das cartas escondidas.<\/p>\n<p>42<br \/>\nO d\u00e9cimo Kalends de abril de acordo com o sistema g\u00f3tico,<br \/>\nRessuscitado novamente por pessoas m\u00e1s:<br \/>\nO fogo \u00e9 apagado, assembl\u00e9ia diab\u00f3lica,<br \/>\nBuscando os ossos de d\u0092Amant &amp; Pselin.<\/p>\n<p>43<br \/>\nAntes que advenha a mudan\u00e7a de Imp\u00e9rio,<br \/>\nAdvir\u00e1 um caso bastante maravilhoso,<br \/>\nO campo mudado, o pilar de p\u00f3rfiro,<br \/>\nMas transmudado sobre o rochedo negrumoso.<\/p>\n<p>44<br \/>\nEm pouco tempo sacrif\u00edcios recome\u00e7ar\u00e3o,<br \/>\nOs opositores ser\u00e3o levados (\u00e0 morte) como m\u00e1rtires.<br \/>\nO testamento j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 os monges, abades ou novi\u00e7os.<br \/>\nMel ser\u00e1 mais caro que cera.<\/p>\n<p>45<br \/>\nPerseguir seitas grande dor ao delator,<br \/>\nAnimal em teatro, ergue o jogo c\u00eanico,<br \/>\nDo fato antigo enobrece o inventor,<br \/>\nPor seita mundo confuso e cism\u00e1tico.<\/p>\n<p>46<br \/>\nPr\u00f3ximo a Auch, Lectoure e Mirande,<br \/>\nGrande fogo no c\u00e9u em tr\u00eas noites cair\u00e1,<br \/>\nCausa advir\u00e1 bem estupenda e extraordin\u00e1ria,<br \/>\nPouco depois a terra tremer\u00e1.<\/p>\n<p>47<br \/>\nOs decursos do lago L\u00e9man (Genebra) aborrecer\u00e3o.<br \/>\nOs dias se prolongar\u00e3o por semanas<br \/>\nEnt\u00e3o meses, ent\u00e3o anos, ent\u00e3o tudo falhar\u00e1<br \/>\nAs autoridades amaldi\u00e7oar\u00e3o seus poderes in\u00fateis.<\/p>\n<p>48<br \/>\nVinte anos do reinado da Lua passaram<br \/>\nOutros Sete mil anos durar\u00e1 seu reinado:<br \/>\nQuando o Sol levar\u00e1 os dias restantes<br \/>\nEnt\u00e3o estar\u00e1 realizada e finda minha profecia.<\/p>\n<p>49<br \/>\nMuito antes de tais ataques,<br \/>\nOs do Oriente pela virtude lunar:<br \/>\nNo ano mil e setecentos far\u00e3o grandes expedi\u00e7\u00f5es,<br \/>\nSubjugando o recanto do Aquil\u00e3o.-<\/p>\n<p>50<br \/>\nDa aqu\u00e1tica triplicidade nascer\u00e1<br \/>\nde um que far\u00e1 a quinta-feira para sua festa<br \/>\nseu renome, louvor, reinado e poder aumentar\u00e3o<br \/>\npor terra e mar no oriente tempestade.<\/p>\n<p>51<br \/>\nQuando rege \u00c1ries, J\u00fapiter e Saturno predominam:<br \/>\nDeus eterno, que transforma\u00e7\u00f5es!<br \/>\nA partir da\u00ed seus maus tempos se repetem durante um longo s\u00e9culo.<br \/>\nFran\u00e7a e It\u00e1lia: que tremendos abalos!<\/p>\n<p>52<br \/>\nDuas influ\u00eancias m\u00e1s em conjun\u00e7\u00e3o em Escorpi\u00e3o.<br \/>\nO grande senhor \u00e9 assassinado no quarto dele.<br \/>\nUm rei recentemente designado persegue a Igreja,<br \/>\no mais baixo (partes de) a Europa e no Norte.<\/p>\n<p>53<br \/>\nAi, como n\u00f3s veremos uma grande na\u00e7\u00e3o extremamente preocupada<br \/>\ne a lei santa em ru\u00edna absoluta.<br \/>\nCristianismo (governou) ao longo e atrav\u00e9s de outras leis,<br \/>\nquando uma fonte nova de ouro e prata \u00e9 descoberta.<\/p>\n<p>54<br \/>\nDuas revolu\u00e7\u00f5es ser\u00e3o causadas pelo portador de foice mau<br \/>\nfazendo uma mudan\u00e7a de reinado e s\u00e9culos.<br \/>\nO sinal m\u00f3vel passa assim a sua casa:<br \/>\nIguale em favor a ambos os lados.<\/p>\n<p>55<br \/>\nEm clima oposto ao babil\u00f4nico,<br \/>\nT\u00e3o grande ser\u00e1 a efus\u00e3o de sangue,<br \/>\nQue em terra e mar e c\u00e9u ser\u00e1 in\u00edqua,<br \/>\nSeitas, fome, reinados, peste, confus\u00e3o.<\/p>\n<p>56<br \/>\nVoc\u00eas ver\u00e3o em breve, por\u00e9m tarde demais<br \/>\ncomo se efetua a grande altera\u00e7\u00e3o.<br \/>\nTerrores extremos e persegui\u00e7\u00f5es, como se a Lua tivesse sido levada por seu anjo.<br \/>\nO c\u00e9u se apronta para mudan\u00e7as.<\/p>\n<p>57<br \/>\nCom tremendo desacorde o clarim faz estremecer.<br \/>\nAssim que o som se dissipar, surge a prova\u00e7\u00e3o no c\u00e9u.<br \/>\nUma fauce sangrenta nadar\u00e1 em sangue.<br \/>\nA face do Sol est\u00e1 lambuzada de leite e mel.<\/p>\n<p>58<br \/>\nPor uma racha na barriga uma criatura nascer\u00e1 com duas cabe\u00e7as<br \/>\ne quatro bra\u00e7os: sobreviver\u00e1 durante alguns anos.<br \/>\nO dia que Alquiloie celebra os festivais dele<br \/>\nFossana, Turin e a regra de Ferrara seguir\u00e3o.<\/p>\n<p>59<br \/>\nOs ex\u00edlios deportaram para as ilhas<br \/>\nao advento de um at\u00e9 mesmo o rei mais cruel<br \/>\nser\u00e1 assassinado. Dois estar\u00e3o queimados<br \/>\nque n\u00e3o estavam poupando na sua fala.<\/p>\n<p>60<br \/>\nUm imperador nascer\u00e1 perto da It\u00e1lia.<br \/>\nCustar\u00e1 muito caro ao imp\u00e9rio;<br \/>\nDir\u00e3o que esp\u00e9cie de gente que o cerca<br \/>\n\u00c9 menos pr\u00edncipe que carniceiro.<\/p>\n<p>61<br \/>\nA rep\u00fablica miser\u00e1vel, desgra\u00e7ada<br \/>\nser\u00e1 arruinada novamente por uma autoridade nova.<br \/>\nA grande quantia de testamento doente acumulou em ex\u00edlio<br \/>\nfar\u00e1 para a Su\u00ed\u00e7a o acordo importante.<\/p>\n<p>62<br \/>\nAi! o que uma grande perda far\u00e1 aprender<br \/>\nantes do ciclo da Lua se completar.<br \/>\nInc\u00eandio, grandes inunda\u00e7\u00f5es, atrav\u00e9s de regras mais ignorantes;<br \/>\nquanto tempo at\u00e9 que os s\u00e9culos sejam restabelecidos.<\/p>\n<p>63<br \/>\nPestes se alastrar\u00e3o, o mundo ficar\u00e1 menor<br \/>\nPor um longo per\u00edodo, as terras ser\u00e3o habitadas em paz<br \/>\nAs pessoas viajar\u00e3o com seguran\u00e7a por terra, \u00e1gua e ar<br \/>\nEnt\u00e3o as guerras recome\u00e7ar\u00e3o.<\/p>\n<p>64<br \/>\nEles julgar\u00e3o ver o sol \u00e0 noite<br \/>\nquando avistarem o porco, meio homem. Barulho ensurdecedor.<br \/>\nPode-se ver uma batalha sendo travada no c\u00e9u.<br \/>\nE escutam-se os di\u00e1logos de bestas brutais.<\/p>\n<p>65<br \/>\nUma crian\u00e7a sem m\u00e3os, um raio t\u00e3o grande nunca visto,<br \/>\na crian\u00e7a real feriu-se num jogo de t\u00eanis.<br \/>\nAo raio de po\u00e7o golpeia e une junto<br \/>\ntr\u00eas trussed para cima no meio debaixo dos carvalhos.<\/p>\n<p>66<br \/>\nEle que leva as not\u00edcias ent\u00e3o,<br \/>\ndepois que um tempo pequeno v\u00e1, p\u00e1ra a respira\u00e7\u00e3o:<br \/>\nViviers, Tournon, Montferrand e Praddelles;<br \/>\ngranizo e tempestades lhes far\u00e3o lamentar.<\/p>\n<p>67<br \/>\nA grande fome que vejo aproximar-se<br \/>\nfaz-se sentir ora aqui, ora ali, mas depois \u00e9 universal.<br \/>\nSer\u00e1 t\u00e3o grande e prolongada que arrancar\u00e3o<br \/>\nas ra\u00edzes dos troncos, e o infante do seio materno.<\/p>\n<p>68<br \/>\nUm tormento terr\u00edvel e miser\u00e1vel para isso<br \/>\nS\u00e3o tr\u00eas pessoas inocentes que ser\u00e3o entregadas.<br \/>\nVeneno sugerido, mal defendido, trai\u00e7\u00e3o.<br \/>\nEntregue ao horror por executores b\u00eabados.<\/p>\n<p>69<br \/>\nA grande montanha redonda de sete est\u00e1dios,<br \/>\nDepois de paz, guerra, fome inunda\u00e7\u00e3o,<br \/>\nRolar\u00e1 longe abismando grandes regi\u00f5es,<br \/>\nMesmo antigas, e grande funda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>70<br \/>\nChuva, fome e guerras n\u00e3o cessam na P\u00e9rsia.<br \/>\nA f\u00e9 \u00e9 forte demais. Ela trair\u00e1 o monarca.<br \/>\nO fim vem da Fran\u00e7a, onde tudo come\u00e7ou.<br \/>\nPor augure recolhido a lugar secreto.<\/p>\n<p>71<br \/>\nA torre marinha tr\u00eas vezes tomada e retomada,<br \/>\nPor espanh\u00f3is, b\u00e1rbaros, l\u00edgures,<br \/>\nMarselha e Aix pelos de Pisa,<br \/>\nDevasta\u00e7\u00e3o, fogo, ferro pilhada em Avignon pelos turineses.<\/p>\n<p>72<br \/>\nMarselha inteira mudada em seus habitantes,<br \/>\nFuga e persegui\u00e7\u00e3o at\u00e9 pr\u00f3ximo a Lyon,<br \/>\nNarbona, Toulouse, por Bord\u00e9us ultrajada,<br \/>\nMortos cativos quase um milh\u00e3o.<\/p>\n<p>73<br \/>\nFran\u00e7a ser\u00e1 acusada de neglig\u00eancia por cinco s\u00f3cios.<br \/>\nTunis, Algiers incitados pelos persas.<br \/>\nLeon, Sevilha e Barcelona que t\u00eam falhado,<br \/>\neles n\u00e3o ter\u00e3o a frota por causa dos venezianos.<\/p>\n<p>74<br \/>\nDepois de um tempo eles viajar\u00e3o a Epirus,<br \/>\ngrande ajuda que vem de ao redor de Antioch.<br \/>\nO rei do cabelo ondulado se esfor\u00e7ar\u00e1 para o Imp\u00e9rio,<br \/>\na barba de bronze ser\u00e1 assada em um cuspe.<\/p>\n<p>75<br \/>\nO tirano de Sienna ocupar\u00e1 Savona,<br \/>\ntendo ganhado o forte ele conter\u00e1 a frota marinha.<br \/>\nDois ex\u00e9rcitos debaixo do padr\u00e3o de Ancona:<br \/>\no l\u00edder os examinar\u00e1 em medo.<\/p>\n<p>76<br \/>\nPara come\u00e7ar, usa t\u00e3o malfadado nome<br \/>\nque s\u00f3 por ele tr\u00eas profetisas lhe vaticinaram o destino.<br \/>\nDesencaminhar\u00e1 o grande povo com palavras e atos.<br \/>\nMaior gl\u00f3ria e clamor nenhum outro deixar\u00e1.<\/p>\n<p>77<br \/>\nUm promont\u00f3rio est\u00e1 entre dois mares:<br \/>\nUm homem que morrer\u00e1 depois pelo peda\u00e7o de um cavalo;<br \/>\nNetuno desfralda uma vela preta para o homem dele;<br \/>\nGibraltar r\u00e1pida e Rocheval por perto.<\/p>\n<p>78<br \/>\nA um l\u00edder velho nascer\u00e1 um herdeiro idiota,<br \/>\nfraco ambos em conhecimento e em guerra.<br \/>\nO l\u00edder de Fran\u00e7a \u00e9 temido pela irm\u00e3 dele,<br \/>\ncampos de batalha dividiram, concedeu aos soldados.<\/p>\n<p>79<br \/>\nBasas, Lectoure, Condom, Auch, Agen,<br \/>\nAbaladas por leis, querela e monop\u00f3lio:<br \/>\nCar, Bord, Toulouse, Bay por\u00e1 em ru\u00edna,<br \/>\nRenovar querendo sua taur\u00f3polis.<\/p>\n<p>80<br \/>\nDa sexta luz celestial luminosa<br \/>\nvir\u00e1 trovejar muito fortemente em Borgonha.<br \/>\nEnt\u00e3o um monstro nascer\u00e1 de uma besta muito horrorosa:<br \/>\nEm mar\u00e7o, abril, maio e junho grande ferido e preocupado.<\/p>\n<p>81<br \/>\nNove ser\u00e3o exclu\u00eddos do rebanho humano<br \/>\nIndependente de julgamento e consulta<br \/>\nSua destrui\u00e7\u00e3o acontecer\u00e1 na partida\u0085<br \/>\nA fruta verde ser\u00e1 a fonte do grande esc\u00e2ndalo<br \/>\nGrande censura, a outro grande culto.<\/p>\n<p>82<br \/>\nQuando o grande tremor de colunas de madeira<br \/>\nno vento sul, cobriu com sangue.<br \/>\nTal uma grande assembl\u00e9ia verte ent\u00e3o adiante<br \/>\naquela Viena e a terra de \u00c1ustria tremer\u00e3o.<\/p>\n<p>83<br \/>\nA ra\u00e7a estrangeira dividir\u00e1 o esp\u00f3lio,<br \/>\nSaturno em Marte o olhar furioso dele:<br \/>\nHorr\u00edveis estrangeiros sob os Toscanos e os latinos,<br \/>\nGregos, que desejar\u00e3o jogar fora sua curiosidade.<\/p>\n<p>84<br \/>\nA Lua mergulha em profunda sombra.<br \/>\nSeu irm\u00e3o passa ao lado com cor de ferro.<br \/>\nO grande fica oculto na escurid\u00e3o por muito tempo.<br \/>\nTem uma espada cravada em sua ferida sangrenta.<\/p>\n<p>85<br \/>\nA Lua mergulha em profunda sombra.<br \/>\nSeu irm\u00e3o passa ao lado com cor de ferro.<br \/>\nO grande fica oculto na escurid\u00e3o por muito tempo.<br \/>\nTem uma espada cravada em sua ferida sangrenta.<\/p>\n<p>86<br \/>\nA grande rainha v\u00ea-se perdida.<br \/>\nDemonstrar\u00e1 valor masculino.<br \/>\nQuase nua \u00e9 levada por sobre o rio a cavalo.<br \/>\nSer\u00e1 morta pelo ferro. Simultaneamente insultar\u00e3o cruamente a religi\u00e3o.<\/p>\n<p>87<br \/>\nFogo de terremoto irrompendo do seio da terra<br \/>\nfar\u00e1 estremecer os arredores da nova cidade.<br \/>\nDois blocos conduzem longa guerra.<br \/>\nDepois Arethusa tingir\u00e1 de vermelho novo rio.<\/p>\n<p>88<br \/>\nA ira divina surpreender\u00e1 o grande pr\u00edncipe.<br \/>\nPouco antes que ele se case,<br \/>\napoio e confian\u00e7a diminuir\u00e3o de repente:<br \/>\nAlerta, ele morrer\u00e1 por causa de cabe\u00e7as raspadas.<\/p>\n<p>89<br \/>\nEsses de Lerida estar\u00e3o no Moselle,<br \/>\nmorte para todos do Loire e Seine.<br \/>\nDa trilha do litoral vir\u00e1 perto do vale alto,<br \/>\nquando o espanhol abrir toda a rota.<\/p>\n<p>90<br \/>\nBord\u00e9us, Poitiers ao som do campo.<br \/>\nEm grande frota ir\u00e1 at\u00e9 o Angon,<br \/>\nContra gauleses ser\u00e1 sua tramontana,<br \/>\nQuando o monstro horr\u00edvel nascer\u00e1 perto de Orgon.<\/p>\n<p>91<br \/>\nOs deuses far\u00e3o aos homens apar\u00eancias,<br \/>\nos que ser\u00e3o causadores do grande conflito:<br \/>\nvendo antes no c\u00e9u sereno espada e lan\u00e7a,<br \/>\nque para m\u00e3o esquerda ser\u00e1 mais aflitivo.<\/p>\n<p>92<br \/>\nPor causa de um homem ser\u00e1 proclamada paz em todos os lugares,<br \/>\nmas n\u00e3o depois de longa luta e rebeli\u00e3o.<br \/>\nPor causa de um recusa, cidade, terra e mar ser\u00e3o feridos.<br \/>\nCerca de um ter\u00e7o de um milh\u00e3o de mortos ou capturados.<\/p>\n<p>93<br \/>\nAs terras italianas perto das montanhas tremer\u00e3o.<br \/>\nO Galo e o Le\u00e3o n\u00e3o fortemente unido.<br \/>\nEm lugar de medo eles ajudar\u00e3o um ao outro.<br \/>\nSolit\u00e1ria liberdade modera os franceses.<\/p>\n<p>94<br \/>\nNos porto sel\u00eanico o tirano posto a morte,<br \/>\nA liberdade n\u00e3o, entretanto recobrada,<br \/>\no novo Marte por vingan\u00e7a e querela,<br \/>\nDama homenageada por for\u00e7a do terror.<\/p>\n<p>95<br \/>\nNa frente de um monast\u00e9rio ser\u00e1 achado uma crian\u00e7a g\u00eamea<br \/>\nda linha ilustre e antiga de um monge.<br \/>\nSua fama e renome lhe dar\u00e1 poder sob seitas e linguagens<br \/>\n\u00e9 tal que eles dir\u00e3o que o g\u00eameo vivente \u00e9 merecidamente escolhido.<\/p>\n<p>96<br \/>\nUm homem ser\u00e1 carregado com a destrui\u00e7\u00e3o<br \/>\nde templos e seitas, alterado pela fantasia.<br \/>\nEle danificar\u00e1 as pedras em lugar dos viventes,<br \/>\norelhas encheram de falas belas.<\/p>\n<p>97<br \/>\nO que fogo e espada n\u00e3o realizaram<br \/>\nSer\u00e1 conseguido por l\u00edngua falando docemente e em conc\u00f3rdia:<br \/>\nO rei ser\u00e1 for\u00e7ado a contemplar o sonho que se v\u00ea no sono,<br \/>\nE n\u00e3o ver\u00e1 o inimigo em roupa de guerra ou militar.<\/p>\n<p>98<br \/>\nO l\u00edder que administrar\u00e1 grande n\u00famero de pessoas<br \/>\nlonge de sua terra, para alf\u00e2ndegas estrangeiras e idioma.<br \/>\nCinco mil morrer\u00e3o em Crete e Thessaly,<br \/>\no l\u00edder foge pelo mar num navio de provis\u00e3o.<\/p>\n<p>99<br \/>\nO grande rei unir\u00e1<br \/>\ncom dois reis, unidos em amizade.<br \/>\nComo o grande suspiro de testamento dom\u00e9stico:<br \/>\nao redor Narbon que piedade para as crian\u00e7as.<\/p>\n<p>100<br \/>\nPor muito tempo um p\u00e1ssaro cinzento ser\u00e1 visto no c\u00e9u<br \/>\nse aproxima de D\u00f4le e das terras de Tuscany.<br \/>\nEle segura um ramo de fl\u00f4r em seu bico,<br \/>\nmas ele morre muito cedo e a guerra termina.<\/p>\n<p><strong>Nostradamus &#8211; Cent\u00faria II<\/strong><\/p>\n<p>1<br \/>\nPara a Aquit\u00e2nia (Fran\u00e7a) por ilh\u00e9us brit\u00e2nicos,<br \/>\nFazem grandes incurs\u00f5es:<br \/>\nChuvas e geadas tornam o terreno inseguro e acidentado,<br \/>\nPorto sel\u00eanico fortes far\u00e1 invas\u00e3o<\/p>\n<p>2<br \/>\nO cabe\u00e7a azul inflige sobre o cabe\u00e7a branca<br \/>\nTanto mal quanto a Fran\u00e7a os fez bom:<br \/>\nMorto ao velejar muito o grande enforcado no galho.<br \/>\nQuando preso pelos seus o Rei dir\u00e1 quanto.<\/p>\n<p>3<br \/>\nPelo calor solar sobre o mar,<br \/>\nde Negroponto os peixes quase cozidos,<br \/>\nOs habitantes os vir\u00e3o destruir,<br \/>\nQuando Rodes e G\u00eanova precisarem de provis\u00f5es.<\/p>\n<p>4<br \/>\nDesde M\u00f4naco at\u00e9 junto da Sic\u00edlia,<br \/>\nToda a praia ficar\u00e1 desolada,<br \/>\nN\u00e3o haver\u00e1 bairros, cidade nem vila<br \/>\nQue n\u00e3o seja roubada e pilhada por b\u00e1rbaros.<\/p>\n<p>5<br \/>\nArmas e documentos dentro do peixe (submarino)<br \/>\nDele sair\u00e1 o homem que far\u00e1 a guerra<br \/>\nTer\u00e1 no mar sua frota bem armada<br \/>\nAt\u00e9 aparecer no litoral latino.<\/p>\n<p>6<br \/>\nPerto dos portos das duas cidades.<br \/>\nOcorrer\u00e3o dois tormentos como nunca se viu antes.<br \/>\nFome, peste, pessoas expulsas pela espada.<br \/>\nPedem socorro ao grande Deus imortal<\/p>\n<p>7<br \/>\nEntre alguns transportados para as ilhas,<br \/>\nUm nascer\u00e1 com dois dentes em sua boca<br \/>\nEles morrer\u00e3o de escassez as \u00e1rvores despojadas,<br \/>\nPara eles um Rei novo emite um \u00e9dito novo.<\/p>\n<p>8<br \/>\nTemplos consagrados da maneira romana antiga,<br \/>\nEles rejeitar\u00e3o o excesso das funda\u00e7\u00f5es,<br \/>\nLevando seu primeiro e as leis humanas,<br \/>\nPerseguindo, entretanto n\u00e3o completamente, o culto de santos<\/p>\n<p>9<br \/>\nNove anos o magro segurar\u00e1 o reino em paz,<br \/>\nEnt\u00e3o ele entrar\u00e1 em uma sede muito sangrenta:<br \/>\nPor causa dele umas grandes pessoas morrer\u00e3o sem f\u00e9 e lei<br \/>\nMortos por um de boa natureza.<\/p>\n<p>10<br \/>\nAssim que tudo estiver organizado<br \/>\nAguardamos um s\u00e9culo bem sinistro:<br \/>\nA multid\u00e3o de disfar\u00e7ados e solit\u00e1rios (clero) bem mudada<br \/>\nPoucos ser\u00e3o os que desejar\u00e3o ficar em seus lugares.<\/p>\n<p>11<br \/>\nO mais pr\u00f3ximo filho do anci\u00e3o atingir\u00e1<br \/>\nMuito grande altura at\u00e9 onde o reino do privilegiado:<br \/>\nTodo o mundo temer\u00e1 a gl\u00f3ria feroz dele,<br \/>\nMas as crian\u00e7as dele ser\u00e3o jogadas fora do reino.<\/p>\n<p>12<br \/>\nOlhos fechados, abertos pela fantasia antiga,<br \/>\nO traje dos monges eles ser\u00e3o postos a nada:<br \/>\nO grande monarca castigar\u00e1 o frenesi deles,<br \/>\nExtasiando o tesouro na frente dos templos.<\/p>\n<p>13<br \/>\nO corpo sem alma j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 sacrificado.<br \/>\nO dia da morte se transforma em dia do renascimento.<br \/>\nO esp\u00edrito divino faz a alma feliz<br \/>\nquando se v\u00ea a Palavra em sua eternidade.<\/p>\n<p>14<br \/>\nA Excurs\u00f5es, Gien, defendido, olhos estar\u00e3o procurando,<br \/>\nDescobrindo de longe sua serena Alteza:<br \/>\nEla e seu conjunto entrar\u00e3o no porto,<br \/>\nCombate, facada, poder soberano.<\/p>\n<p>15<br \/>\nPouco antes de o sagrado monarca morto<br \/>\nCastor e P\u00f3lux, g\u00eameos no comando quando o cometa aparecer no c\u00e9u<br \/>\nO dinheiro p\u00fablico ser\u00e1 roubado na terra e no mar<br \/>\nPisa Asti, Ferrara e Turim ser\u00e3o lugares proibidos<\/p>\n<p>16<br \/>\nN\u00e1poles, Palermo, Sic\u00edlia, Syracuse,<br \/>\nNovos tiranos, fogos de raio celestiais,<br \/>\nFor\u00e7as de Londres, Ghent, Bruxelas e Susa,<br \/>\nGrande morte, triunfo conduz a festividades.<\/p>\n<p>17<br \/>\nO campo do templo da virgem de vestal,<br \/>\nN\u00e3o longe de Elne e as montanhas de Pyrenees:<br \/>\nO grande tubo \u00e9 escondido no tronco.<br \/>\nAo norte rios alagados e vinhas destru\u00eddas.<\/p>\n<p>18<br \/>\nChuva nova, impetuosa e s\u00fabita<br \/>\nDeter\u00e1 dois ex\u00e9rcitos de repente.<br \/>\nPedra celestial, fogos fazem o mar pedregoso,<br \/>\nA morte s\u00fabita de sete por terra e mar.<\/p>\n<p>19<br \/>\nEles voltaram. Os locais fortificados est\u00e3o sem defensores.<br \/>\nEles se apossam da localidade at\u00e9 ent\u00e3o inabit\u00e1vel.<br \/>\nTomam o campo, a casa, a seara e a cidade que mais lhes agrade.<br \/>\nFome, peste, guerras, dolorosa pen\u00faria.<\/p>\n<p>20<br \/>\nIrm\u00e3os e irm\u00e3s cativos em lugares diversos<br \/>\nAchar\u00e1 eles passando perto do monarca:<br \/>\nContemplando eles seus ramos atentos,<br \/>\nDesagradando para ver as marcas em queixo, frente e nariz.<\/p>\n<p>21<br \/>\nO embaixador enviado por biremes,<br \/>\nA meio caminho repelido pelo desconhecido:<br \/>\nRefor\u00e7ado com sal quatro triremes vir\u00e3o,<br \/>\nEm Euboea confinado com cordas e correntes<\/p>\n<p>22<br \/>\nO ex\u00e9rcito imprudente de Europa partir\u00e1,<br \/>\nCobrado perto da ilha submergida:<br \/>\nA fraca armada dobrar\u00e1 o phalanx,<br \/>\nAo umbigo do mundo uma grande voz substitui.<\/p>\n<p>23<br \/>\nPal\u00e1cio dos p\u00e1ssaros, perseguidos por um p\u00e1ssaro de fora,<br \/>\nMuito breve ap\u00f3s o pr\u00edncipe chegar:<br \/>\nEmbora o inimigo seja repelido al\u00e9m do rio,<br \/>\nDe fora aproveitou o truque apoiado pelo p\u00e1ssaro.<\/p>\n<p>24<br \/>\nBestas ferozes de fome nadam pelos rios:<br \/>\nA maior parte do campo estar\u00e1 contra o Hister,<br \/>\nO grande ser\u00e1 arrastado em uma gaiola f\u00e9rrea,<br \/>\nQuando a crian\u00e7a alem\u00e3 observar\u00e1 o Reno.<\/p>\n<p>25<br \/>\nO guarda estrangeiro trair\u00e1 a fortaleza,<br \/>\nEsperan\u00e7a e sombra de um grande matrim\u00f4nio<br \/>\nGuarda enganou, forte apanhado na imprensa,<br \/>\nLoire, Saone, Rhone, Gar, afronta mortal.<\/p>\n<p>26<br \/>\nPelo favor que a cidade far\u00e1,<br \/>\nAo grande que cedo perder\u00e1 campo de batalha,<br \/>\nFuga sobre o P\u00f3 Tessin derramar\u00e1<br \/>\nSangue, fogos, mortos afogados e esfaqueados.<\/p>\n<p>27<br \/>\nA palavra divina ser\u00e1 golpeada do c\u00e9u,<br \/>\nUm que n\u00e3o pode proceder qualquer adicional:<br \/>\nO segredo fechado com a revela\u00e7\u00e3o,<br \/>\nTal que eles marchar\u00e3o \u00e0 frente.<\/p>\n<p>28<br \/>\nA pen\u00faltima s\u00edlaba do sobrenome do Profeta<br \/>\nLevar\u00e1 Diana para seu descanso:<br \/>\nEle vagar\u00e1 longe por causa de uma cabe\u00e7a fren\u00e9tica,<br \/>\nE entregando grandes pessoas \u00e0 sujei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>29<br \/>\nO Oriental sair\u00e1 de sua sede,<br \/>\nPassar os montes Apeninos ver a G\u00e1lia:<br \/>\nTranspassar\u00e1 o C\u00e9u, as \u00e1guas e neve,<br \/>\nE ainda ele golpear\u00e1 com sua vara.<\/p>\n<p>30<br \/>\nAlgu\u00e9m que o deus infernal de An\u00edbal<br \/>\nfar\u00e1 que nas\u00e7a terror para todos os homens:<br \/>\nNunca os jornais falar\u00e3o de tanto horror,<br \/>\nQue vir\u00e1 para os italianos pela Babil\u00f4nia.<\/p>\n<p>31<br \/>\nNa Camp\u00e2nia o Casilino far\u00e1 tanto,<br \/>\nQue s\u00f3 se ver\u00e1 de \u00e1guas os campos cobertos;<br \/>\nAdiante ap\u00f3s a chuva de longa data,<br \/>\nFora as \u00e1rvores nada se ver\u00e1 de verde.<\/p>\n<p>32<br \/>\nLeite, sangue r\u00e3s cozer na Dalm\u00e1cia,<br \/>\nConflito dado, peste perto de Balennes,<br \/>\nGrito ser\u00e1 grande por toda a Esclav\u00f4nia,<br \/>\nEnt\u00e3o nascer\u00e1 monstro perto de Ravena.<\/p>\n<p>33<br \/>\nPela torrente que desce Verona<br \/>\nPor ent\u00e3o que ao p\u00f3 guiar\u00e1 sua entrada<br \/>\nUm grande naufr\u00e1gio, e n\u00e3o menos no Garona<br \/>\nQuando os de G\u00eanova pisar\u00e3o o ch\u00e3o natal<\/p>\n<p>34<br \/>\nA ira insensata do combate furioso<br \/>\nCausar\u00e1 feridas por a\u00e7o cintilante \u00e0 mesa por irm\u00e3os:<br \/>\nPara repartir ent\u00e3o morte, ferida, e curiosamente,<br \/>\nO duelo orgulhoso vir\u00e1 danificar a Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>35<br \/>\nO fogo a noite atingir\u00e1 os dois alojamentos,<br \/>\nV\u00e1rios dentro sufocados e queimados.<br \/>\nAcontecer\u00e1 perto de dois rios como um:<br \/>\nSol, Sagit\u00e1rio e Capric\u00f3rnio tudo estar\u00e1 reduzido.<\/p>\n<p>36<br \/>\nAs obras do grande profeta s\u00e3o confiscadas.<br \/>\nV\u00e3o parar nas m\u00e3os do tirano.<br \/>\nPor\u00e9m, seus empreendimentos se baseiam em ilus\u00f5es.<br \/>\nSuas incurs\u00f5es de rapina privam-no bem depressa da raz\u00e3o.<\/p>\n<p>37<br \/>\nDo grande n\u00famero que um enviar\u00e1<br \/>\nPara aliviar os sitiados no forte,<br \/>\nPestil\u00eancia e escassez devorar\u00e3o tudo,<br \/>\nExceto setenta que ser\u00e3o destru\u00eddos.<\/p>\n<p>38<br \/>\nUm grande n\u00famero ser\u00e1 condenado<br \/>\nQuando os monarcas se reconciliarem:<br \/>\nMas para um deles um impedimento ruim surgir\u00e1<br \/>\nQue eles estar\u00e3o juntos, por\u00e9m sozinhos.<\/p>\n<p>39<br \/>\nUm ano antes do conflito italiano,<br \/>\nAlem\u00e3o, Gauls, espanh\u00f3is para o forte,<br \/>\nO republicana da escola p\u00fablica cair\u00e1,<br \/>\nL\u00e1, com exce\u00e7\u00e3o de alguns, eles ser\u00e3o estrangulados morto.<\/p>\n<p>40<br \/>\nPouco depois, um intervalo n\u00e3o muito longo<br \/>\nGrande tempestade ensurdecedora se erguer\u00e1 por terra e mar,<br \/>\nBatalhas navais como nunca:<br \/>\nTiros, criaturas atiram causando mais tumulto.<\/p>\n<p>41<br \/>\nA grande estrela arder\u00e1 durante sete dias.<br \/>\nUma nuvem far\u00e1 com que se vejam dois s\u00f3is<br \/>\nO grande mastim uivar\u00e1 durante toda a noite,<br \/>\nQuando o grande Pont\u00edfice mudar de resid\u00eancia.<\/p>\n<p>42<br \/>\nGalos, c\u00e3es e gatos ser\u00e3o saciados com sangue<br \/>\nE da ferida do tirano que achar\u00e3o morto,<br \/>\n\u00c0 cama de outro, pernas e bra\u00e7os quebrados,<br \/>\nEle que n\u00e3o teve medo de morrer uma morte cruel.<\/p>\n<p>43<br \/>\nEnquanto a estrela se aproxima,<br \/>\nas tr\u00eas pot\u00eancias mundiais se inimizam.<br \/>\nPaz da terra receber\u00e1 um duro golpe<br \/>\nDa Fran\u00e7a at\u00e9 o Tibre uma serpente dominar\u00e1.<\/p>\n<p>44<br \/>\nA \u00c1guia se dirige por tr\u00e1s em volta das barracas<br \/>\nSer\u00e1 perseguido de l\u00e1 por outros p\u00e1ssaros:<br \/>\nQuando o ru\u00eddo de c\u00edmbalos, trompetes e sinos<br \/>\nRestabelecer\u00e1 os sentidos da dama insensata.<\/p>\n<p>45<br \/>\nOs c\u00e9us lamentam muito pelo Hermafrodita procriado,<br \/>\nPr\u00f3ximo os c\u00e9us verter\u00e3o sangue humano:<br \/>\nPor causa de morte muito tarde um grande povo recriado,<br \/>\nTardiamente e cedo o al\u00edvio esperado vem.<\/p>\n<p>46<br \/>\nAp\u00f3s grande grupo humano, um maior se prepara<br \/>\nO grande motor renova os s\u00e9culos.<br \/>\nChuva, sangue, leite, fome, ferro e peste.<br \/>\nNo c\u00e9u v\u00ea-se correr longas centelhas de fogo.<\/p>\n<p>47<br \/>\nO grande velho inimigo lamenta morte por veneno,<br \/>\nOs soberanos dominaram um n\u00famero infinito:<br \/>\nPedras chovendo, escondido debaixo da l\u00e3,<br \/>\nConstantemente artigos de morte s\u00e3o citados em v\u00e3o.<\/p>\n<p>48<br \/>\nA grande for\u00e7a que passar\u00e1 as montanhas.<br \/>\nSaturno em Sagit\u00e1rio Marte viram para o peixe:<br \/>\nVeneno escondido debaixo das cabe\u00e7as de salm\u00e3o,<br \/>\nO general pendurado com corda.<\/p>\n<p>49<br \/>\nOs conselheiros do primeiro monop\u00f3lio,<br \/>\nO dominadores seduzidos por Malta:<br \/>\nRhodes, Byzantium para eles exporem o polon\u00eas:<br \/>\nTerra fracassar\u00e1 os perseguidores em v\u00f4o.<\/p>\n<p>50<br \/>\nQuando esses de Hainaut, de Ghent e de Bruxelas<br \/>\nVerem o ass\u00e9dio se deitar antes de Langres:<br \/>\nAtr\u00e1s de seus flancos haver\u00e1 guerras cru\u00e9is,<br \/>\nA ferida antiga far\u00e1 pior que os inimigos.<\/p>\n<p>51<br \/>\nO sangue do justo ser\u00e1 exigido de Londres,<br \/>\nqueimado pelo fogo no ano 66.<br \/>\nA senhora anci\u00e3 cair\u00e1 do alto.<br \/>\nE muitos da mesma seita ser\u00e3o mortos.<\/p>\n<p>52<br \/>\nDurante v\u00e1rias noites, a Terra sacudir\u00e1.<br \/>\nDurante a primavera, dois esfor\u00e7os sucessivos;<br \/>\nCorinto e \u00c9feso nadar\u00e3o em dois mares<br \/>\nGuerra movida por dois valentes de luta.<\/p>\n<p>53<br \/>\nA grande peste n\u00e3o se retirar\u00e1 da cidade mar\u00edtima at\u00e9 que a morte seja vingada:<br \/>\nO sangue do justo foi condenado pelos malfeitores, sem que<br \/>\nele estivesse incorrido em culpa.<br \/>\nN\u00e3o foi enganado nem ofendido pela grande Dama.<\/p>\n<p>54<br \/>\nPor culpa de gente estranha e dos pr\u00f3prios romanos<br \/>\nsua grande cidade sofre descalabro depois da \u00e1gua.<br \/>\nUma mo\u00e7a sem m\u00e3o segura o chefe.<br \/>\nAs grades n\u00e3o conseguiram det\u00ea- la.<\/p>\n<p>55<br \/>\nNo conflito, o grande pouco considerado<br \/>\nconsegue por fim realizar o milagre.<br \/>\nEnquanto Hadrie percebe a extens\u00e3o do que foi perdido,<br \/>\no megaloman\u00edaco se mata com um tiro no banquete.<\/p>\n<p>56<br \/>\nAquele que nem as pragas nem as armas poderiam matar<br \/>\nMorrer\u00e1 no alto da colina (Roma), atingido do c\u00e9u<br \/>\nO abade morrer\u00e1 quando vir perdidos<br \/>\nAqueles, do papado saqueado, se apoderando da pedra da Igreja.<\/p>\n<p>57<br \/>\nAntes do conflito, a grande muralha cair\u00e1.<br \/>\nO Grande morre \u0096 uma morte por demais repentina e lament\u00e1vel.<br \/>\nA frota est\u00e1 incompleta. A maioria dos navios est\u00e1 em viagem.<br \/>\nO sangue derramado embeber\u00e1 a terra.<\/p>\n<p>58<br \/>\nCom nenhuma comida nem ajuda por causa dos dentes afiados e fortes<br \/>\nPela multid\u00e3o para o forte do porco e o anci\u00e3o nascido:<br \/>\npr\u00f3ximo ao portal o trai\u00e7oeiro lucro,<br \/>\nLua brilhando, o grande lidera a dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p>59<br \/>\nFrota gaulesa por apoio do grande guarda<br \/>\nDo grande Netuno, e seus soldados de tridente,<br \/>\nProvence avermelhou para sustentar uma grande faixa:<br \/>\nMais a Narbonne, por causa de javelins e dardos.<\/p>\n<p>60<br \/>\nA f\u00e9 p\u00fanica em oriente rompida,<br \/>\nGrande Iud, e R\u00f3dano Loire, e Tej. Mudar\u00e3o<br \/>\nQuando do mulo a fome for saciada,<br \/>\nFrota espargida, sangue e corpos nadar\u00e3o.<\/p>\n<p>61<br \/>\nBravo, ao de \u0091 Tamins\u0092, Gironde e La Rochelle:<br \/>\nO sangue de Trojan! Marte no porto da flecha<br \/>\nAtr\u00e1s do rio a escada colocada no forte,<br \/>\nPontos para incendiar grande assassinato na fenda.<\/p>\n<p>62<br \/>\nMabbus morrer\u00e1 cedo, ent\u00e3o acontecer\u00e1<br \/>\nUm horr\u00edvel massacre de pessoas e animais<br \/>\nLogo, a vingan\u00e7a vir\u00e1 de uma centena de lugares<br \/>\nSede e fome, \u00e0 passagem do cometa.<\/p>\n<p>63<br \/>\nO Gauls Ausonia dominar\u00e1 o menor,<br \/>\nPo, Marne e Seine Parma ficar\u00e3o b\u00eabados:<br \/>\nEle preparar\u00e1 a grande muralha contra eles,<br \/>\nEle perder\u00e1 sua vida finalmente pela muralha.<\/p>\n<p>64<br \/>\nSecar de fome, de sede, gente genebrina,<br \/>\nEsperan\u00e7a pr\u00f3xima vir\u00e1 ao desfalecer,<br \/>\nNo momento crucial ser\u00e1 lei gebanita,<br \/>\nfrota ao grande porto n\u00e3o se pode acolher.<\/p>\n<p>65<br \/>\nO grande parque inclinado grande calamidade<br \/>\nPela Hesp\u00e9ria e Ins\u00fabre far\u00e1<br \/>\nO fogo em nave peste e cativeiro<br \/>\nMerc\u00fario em Sagit\u00e1rio, Saturno advertindo.<\/p>\n<p>66<br \/>\nPor grandes perigos escapou o cativo:<br \/>\nEm pouco tempo sua grande fortuna mudou.<br \/>\nNo pal\u00e1cio s\u00e3o apanhadas as pessoas,<br \/>\nPor press\u00e1gio bom a cidade sitiada.<\/p>\n<p>67<br \/>\nO loiro assumir\u00e1 o compromisso com a forquilha<br \/>\nAtrav\u00e9s de disputa ser\u00e1 banido:<br \/>\nCom ele os ex\u00edlios ser\u00e3o restabelecido,<br \/>\nConfiando ao mais forte os lugares marinhos.<\/p>\n<p>68<br \/>\nOs esfor\u00e7os do Aquil\u00e3o ser\u00e3o enormes,<br \/>\nSobre o oceano a porta ser\u00e1 aberta:<br \/>\nO reino da ilha ser\u00e1 reintegrado,<br \/>\nTremer\u00e1 Londres \u00e0 vista da armada.<\/p>\n<p>69<br \/>\nO Rei gaul\u00eas atrav\u00e9s de seu bra\u00e7o direito C\u00e9ltico<br \/>\nVendo a disc\u00f3rdia da grande Monarquia:<br \/>\ncausar\u00e1 o florescer de seu cetro em tr\u00eas partes,<br \/>\nContra a contenda da grande Hierarquia.<\/p>\n<p>70<br \/>\nO dardo do c\u00e9u far\u00e1 sua extens\u00e3o,<br \/>\nOra\u00e7\u00e3o de mortes: grande execu\u00e7\u00e3o.<br \/>\nA pedra na \u00e1rvore, a na\u00e7\u00e3o orgulhosa restabeleceu,<br \/>\nRu\u00eddo, monstro humano, expia\u00e7\u00e3o de purga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>71<br \/>\nOs exilados entrar\u00e3o na Sic\u00edlia<br \/>\nTrar\u00e3o fome de forma estranha a na\u00e7\u00e3o:<br \/>\nAo amanhecer os Celts fracassar\u00e3o:<br \/>\nVida permanece por uma raz\u00e3o: o Rei une.<\/p>\n<p>72<br \/>\nEx\u00e9rcito c\u00e9ltico em It\u00e1lia ofendido,<br \/>\nde todas as partes conflito e grande perda,<br \/>\nFujam romanos, \u00f3 G\u00e1lia recha\u00e7ada,<br \/>\nPerto do Tessim, Rubic\u00e3o pugna incerta.<\/p>\n<p>73<br \/>\nNo lago Fucino de Benac a margem,<br \/>\nTomado do L\u00e9man ao porto de Orguion,<br \/>\nnascido de tr\u00eas bra\u00e7os prediz b\u00e9lica imagem,<br \/>\nPor tr\u00eas coroas ao grande Endimi\u00e3o.<\/p>\n<p>74<br \/>\nDe Sens, de Autun vir\u00e3o eles at\u00e9 onde o Rhone<br \/>\nPassar al\u00e9m dos montes Pyrenees:<br \/>\nA na\u00e7\u00e3o abandonada pela marcha de Ancona:<br \/>\nPor terra e mar ser\u00e1 seguido por grandes processos.<\/p>\n<p>75<br \/>\nA voz do p\u00e1ssaro raro ouvida,<br \/>\nNo tubo de respira\u00e7\u00e3o confundida:<br \/>\nt\u00e3o alto alqueire de trigo subir\u00e1,<br \/>\nque o homem comer\u00e1 o seu companheiro.<\/p>\n<p>76<br \/>\nRaio em Borgonha executar\u00e1 uma a\u00e7\u00e3o portentosa,<br \/>\nUm nunca poderia ter terminado por habilidade,<br \/>\nSacrist\u00e3o feito manco pelos seu senado<br \/>\nFar\u00e1 o neg\u00f3cio ser conhecido pelos inimigos.<\/p>\n<p>77<br \/>\nAtingido por tr\u00e1s, fogo, lance e por fogos:<br \/>\nGritos, uivos ouvidos \u00e0 meia-noite:<br \/>\nTer\u00e3o lugar nas muralhas quebradas,<br \/>\nOs traidores escapam pelas passagens subterr\u00e2neas.<\/p>\n<p>78<br \/>\nDas profundezas do mar o grande Netuno<br \/>\nDe gente p\u00fanica e sangue gaul\u00eas mesclado.<br \/>\nAs ilhas em sangue pelo tardio remar,<br \/>\nMais causar\u00e1 danos que o oculto mal guardado.<\/p>\n<p>79<br \/>\nO Barba crespa e negra por engenho<br \/>\nsubjugar\u00e1 o povo cruel e orgulhoso.<br \/>\nO grande Chiren tirar\u00e1 do long\u00ednquo,<br \/>\nTodos os cativos por bandeira sel\u00eanica.<\/p>\n<p>80<br \/>\nDepois do conflito pela eloq\u00fc\u00eancia do ferido<br \/>\nPor pouco tempo um breve descanso \u00e9 planejado:<br \/>\nAo grande n\u00e3o ser\u00e1 permitido liberdade:<br \/>\nEles s\u00e3o restaurados pelos inimigos no momento apropriado.<\/p>\n<p>81<br \/>\nPor fogo do c\u00e9u a cidade quase adusta,<br \/>\nA urna amea\u00e7a ainda Ceucali\u00e3o,<br \/>\nOfendida Sardenha pela p\u00fanica fusta,<br \/>\nDepois que Libra deixar seu Faetonte.<\/p>\n<p>82<br \/>\nPor fome a presa far\u00e1 o lobo prisioneiro,<br \/>\nO atacante ent\u00e3o em extrema ang\u00fastia,<br \/>\nO herdeiro tem o \u00faltimo antes dele,<br \/>\nO grande n\u00e3o escapa no meio da multid\u00e3o.<\/p>\n<p>83<br \/>\nO grande com\u00e9rcio da grande Lyons mudou,<br \/>\nGrande parte voltada para ru\u00edna pr\u00edstina<br \/>\nrezem pelos soldados varridos por pilhagem:<br \/>\nPela montanha de Jura e garoa da Suevia.<\/p>\n<p>84<br \/>\nEntre Camp\u00e2nia, Siena, flora, tuscia,<br \/>\nSeis meses nove dias n\u00e3o chover\u00e1 uma gota,<br \/>\nA estranha l\u00edngua em terra D\u00e1lmata,<br \/>\nPercorrendo-a, devastando a terra toda.<\/p>\n<p>85<br \/>\nO velho de barba cheia sob estatuto severo<br \/>\nFeito em Lyon sobre a \u00c1guia C\u00e9ltica:<br \/>\nO pequeno grande persevera muito:<br \/>\nRu\u00eddo de armas no c\u00e9u: Mar de Ligurian vermelho.<\/p>\n<p>86<br \/>\nNaufr\u00e1gio de navio perto da onda adri\u00e1tica,<br \/>\nA terra treme revolvida de cabe\u00e7a para baixo,<br \/>\nEgito teme aumento maom\u00e9tico,<br \/>\nO Arauto escolhido pondo-se a gritar.<\/p>\n<p>87<br \/>\nDepois vir\u00e1 dos pa\u00edses externos<br \/>\nPr\u00edncipe alem\u00e3o, no trono dourado,<br \/>\nA servid\u00e3o e \u00e1guas se encontram,<br \/>\nA senhora serve, seu tempo j\u00e1 n\u00e3o adorado.<\/p>\n<p>88<br \/>\nA volta do grande contrato desastroso,<br \/>\nO s\u00e9timo nome do quinto ser\u00e1:<br \/>\nDe um ter\u00e7o maior o desconhecido militar:<br \/>\nOvelha, Paris, Aix n\u00e3o garantir\u00e1.<\/p>\n<p>89<br \/>\nUm dia as grandes potencias se tornar\u00e3o amigas.<br \/>\nSeus fortes poderes ser\u00e3o vistos crescendo.<br \/>\nA nova terra (Am\u00e9rica) estar\u00e1 no cume desta for\u00e7a.<br \/>\nPara o homem de sangue o n\u00famero \u00e9 informado.<\/p>\n<p>90<br \/>\nAinda que vida e morte o reino da Hungria mudado:<br \/>\nA lei ser\u00e1 mais severa que o atendimento:<br \/>\nSua grande cidade clama com uivos e lamentos,<br \/>\nCastor e Pollux inimigos na arena.<\/p>\n<p>91<br \/>\nSol nascente um grande fogo se ver\u00e1<br \/>\nbarulho e claridade rumando para o Aquil\u00e3o;<br \/>\nDentro de c\u00edrculo de morte se ouvir\u00e3o gritos,<br \/>\nPor gl\u00e1dio, fogo, fome, morte os esperando.<\/p>\n<p>92<br \/>\nFogo cor de ouro no c\u00e9u visto da terra:<br \/>\nHerdeiro golpeado no alto, maravilhosa proeza fez:<br \/>\nGrande assassinato humano: o sobrinho do grande levado,<br \/>\nO orgulhoso escapou de morte espetacular.<\/p>\n<p>93<br \/>\nPerto do Tibre, a morte amea\u00e7ar\u00e1.<br \/>\nUm pouco antes da grande inunda\u00e7\u00e3o<br \/>\nO chefe da Igreja ser\u00e1 preso e banido,<br \/>\nO castelo (Sto. \u00c2ngelo) e o pal\u00e1cio (Vaticano) em chamas.<\/p>\n<p>94<br \/>\nGrande Po, grande mal ser\u00e1 recebido por Gauls,<br \/>\nVai Terror para o mar\u00edtimo Lion:<br \/>\nPessoas passar\u00e3o pelo mar em n\u00fameros infinitos,<br \/>\nFora um quarto de um milh\u00e3o escapa.<\/p>\n<p>95<br \/>\nOs locais povoados se tornar\u00e3o inabit\u00e1veis.<br \/>\nHaver\u00e1 grandes disputas por causa dos campos.<br \/>\nOs governos ficar\u00e3o entregues a pretensiosos.<br \/>\nEntre irm\u00e3os haver\u00e1 brigas e mortes.<\/p>\n<p>96<br \/>\nChama ardente no c\u00e9u noturno ser\u00e1 vista,<br \/>\nPerto do fim e princ\u00edpio do R\u00f3dano,<br \/>\nFome, gl\u00e1dio, tarde vir\u00e1 o socorro<br \/>\nA P\u00e9rsia volta a invadir a Maced\u00f4nia.<\/p>\n<p>97<br \/>\nRomano Pont\u00edfice cuidado ao aproximar-te<br \/>\nDa cidade que dois rios banham:<br \/>\nJunto dali teu sangue vir\u00e1 cuspir,<br \/>\nA ti e aos teus quando a rosa florir.<\/p>\n<p>98<br \/>\nAquele cuja face \u00e9 espirrada com o sangue<br \/>\nDa v\u00edtima quase sacrificada:<br \/>\nJ\u00fapiter em Le\u00e3o, press\u00e1gio por pressentimento:<br \/>\nSer posto a morte ent\u00e3o para a noiva.<\/p>\n<p>99<br \/>\nTerra romana como o press\u00e1gio interpretado<br \/>\nSer\u00e1 muito vexada pelas pessoas gaulesas:<br \/>\nMas a na\u00e7\u00e3o C\u00e9ltica temer\u00e1 a hora,<br \/>\nA frota foi levada muito longe pelo vento norte.<\/p>\n<p>100<br \/>\nDentro das ilhas um alvoro\u00e7o muito horr\u00edvel,<br \/>\nA pessoa ouvir\u00e1 s\u00f3 o destacamento de guerra,<br \/>\nT\u00e3o grande ser\u00e1 o insulto dos saqueadores<br \/>\nQue eles se juntar\u00e3o \u00e0 grande liga.<\/p>\n<p><strong>Nostradamus &#8211; Cent\u00faria III<\/strong><\/p>\n<p>1<br \/>\nDepois da luta e da batalha naval<br \/>\no grande Netuno tem a supremacia.<br \/>\nO advers\u00e1rio vermelho fica l\u00edvido de medo,<br \/>\ne espalha o terror no Grande Oceano.<\/p>\n<p>2<br \/>\nA palavra divina \u00e9 conferida \u00e0 mat\u00e9ria.<br \/>\nEntao c\u00e9u e Terra, acontecimentos ocultos e m\u00edsticos ser\u00e3o entendidos.<br \/>\nCorpo, alma e mente disp\u00f5e de todas as faculdades.<br \/>\nO homem tem tanta coisa a seus p\u00e9s que se julga no c\u00e9u.<\/p>\n<p>3<br \/>\nMarte e merc\u00fario, e a prata estar\u00e3o juntos,<br \/>\nSobre o Meio-dia grande seca,<br \/>\nUm terremoto vir\u00e1 da \u00c1sia,<br \/>\nCorinto, \u00c9feso ent\u00e3o em perplexidade.<\/p>\n<p>4<br \/>\nQuando os lunares estiverem prestes a um erro,<br \/>\nDe um a outro n\u00e3o distando muito,<br \/>\nFrio, seca, perigo nas fronteiras.<br \/>\nMesmo onde o Or\u00e1culo teve seu come\u00e7o.<\/p>\n<p>5<br \/>\nPouco depois da falta dos dois metais,<br \/>\nQue ocorrer\u00e1 em abril e mar\u00e7o:<br \/>\nQue carestia de vida, Mas dois grandes nobres<br \/>\ntrar\u00e3o ajuda por terra e por mar.<\/p>\n<p>6<br \/>\nDentro do templo fechado entrar\u00e1 o raio,<br \/>\nOs cidad\u00e3os dentro da fortaleza feridos:<br \/>\nCavalos, gado, homens, a onda tocar\u00e1 a parede,<br \/>\nPor escassez, seca, debaixo do mais fraco armado.<\/p>\n<p>7<br \/>\nOs fugitivos, fogo do c\u00e9u nos piques:<br \/>\nConflito pr\u00f3ximo a brincadeira dos ravens,<br \/>\nDe terra eles clamam por ajuda e al\u00edvio divino,<br \/>\nQuando os combatentes estiverem perto das paredes.<\/p>\n<p>8<br \/>\nOs c\u00edmbrios, aliados a seus vizinhos,<br \/>\nvirao para despovoar a Fran\u00e7a<br \/>\nat\u00e9 as fronteiras espanholas\u0085<\/p>\n<p>9<br \/>\nBordeaux, Rouen e La Rochelle unidos<br \/>\nDominam ao redor do grande oceano,<br \/>\nIngleses, bret\u00f5es e Flemings aliados<br \/>\nPersiga-os at\u00e9 pr\u0092xomo de Roanne.<\/p>\n<p>10<br \/>\nGrande calamidade de sangue e escassez,<br \/>\nSete vezes aproxima da orla marinha:<br \/>\nM\u00f4naco com fome, lugar capturado, cativeiro,<br \/>\nO grande conduzido triturado em uma gaiola de metal.<\/p>\n<p>11<br \/>\nAs armas bater no c\u00e9u longa esta\u00e7\u00e3o.<br \/>\nA \u00e1rvore caiu no meio da cidade.<br \/>\nVermine abriga, gl\u00e1dio em facho, ti\u00e7\u00e3o,,<br \/>\nQuando o monarca de Hadrie sucumbir.<\/p>\n<p>12<br \/>\nPelo tumor de Heb, P\u00f3, Tejo, Tibre, &amp; Roma,<br \/>\nE pelo lago L\u00e9man &amp; aretino:<br \/>\nOs dois grandes chefes &amp; cidades do Garona,<br \/>\nPresos, mortos, afogados. Partir butim humano.<\/p>\n<p>13<br \/>\nPor raio no arco ouro e prata derreteram,<br \/>\nDe dois cativo um comer\u00e1 o outro:<br \/>\nA maior das cidades estirada fora,<br \/>\nQuando submergir a frota navegar\u00e1.<\/p>\n<p>14<br \/>\nDo ramo do personagem valoroso<br \/>\nDa baixa Fran\u00e7a: por causa do pai infeliz<br \/>\nHonras, riquezas, jornada na sua velha idade,<br \/>\nPor ter acreditado no conselho de um homem simples.<\/p>\n<p>15<br \/>\nO reino, mudar\u00e1 em cora\u00e7\u00e3o, vigor e gl\u00f3ria,<br \/>\nEm todos os pontos que t\u00eam seus opositores:<br \/>\nEnt\u00e3o por morte Fran\u00e7a uma inf\u00e2ncia subjugar\u00e1,<br \/>\nUm grande Regente ser\u00e1 ent\u00e3o mais contr\u00e1rio.<\/p>\n<p>16<br \/>\nPr\u00edncipe ingl\u00eas guerra em seu cora\u00e7\u00e3o bondoso<br \/>\nProcurar\u00e1 sua fortuna pr\u00f3spera,<br \/>\nDos dois duelos um perfurar\u00e1 seu corpo:<br \/>\nOdiado por ele, amado por sua m\u00e3e.<\/p>\n<p>17<br \/>\nMonte Aventino queimar \u00e0 noite ser\u00e1 visto,<br \/>\nO c\u00e9u obscuro de repente em Flandres,<br \/>\nQuando o monarca expulsar seu neto,<br \/>\nSua gente de Igreja cometer\u00e1 os esc\u00e2ndalos.<\/p>\n<p>18<br \/>\nAp\u00f3s longa chuva de leite,<br \/>\nEm v\u00e1rios lugares em Reims o c\u00e9u \u00e9 tocado:<br \/>\nAi, o que um assassinato sangrento ser\u00e1 preparado perto deles,<br \/>\nPais e filhos Reais n\u00e3o ousar\u00e3o aproxima\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>19<br \/>\nEm Lucca chover\u00e1 sangue e leite,<br \/>\nPr\u00f3ximo a uma mudan\u00e7a de praetor:<br \/>\nGrande pestil\u00eancia e guerra, escassez e seca vis\u00edvel<br \/>\nLonge onde seu pr\u00edncipe e reitor morrer\u00e3o.<\/p>\n<p>20<br \/>\nPelas regi\u00f5es do grande rio \u0091 Bethique\u0092<br \/>\nDas profundezas da Ib\u00e9ria at\u00e9 o Reino de Granada<br \/>\nCruzes deixadas para atr\u00e1s pelos Maometanos<br \/>\nUm de Cordova trair\u00e1 o seu pa\u00eds<\/p>\n<p>21<br \/>\nNo Crustamin por onda adri\u00e1tica,<br \/>\nAparecer\u00e1 um horr\u00edvel peixe,<br \/>\nDe face humana &amp; o fim aqu\u00e1tico,<br \/>\nQue ser\u00e1 fisgado fora do anzol.<\/p>\n<p>22<br \/>\nSeis dias o ataque feito a cidade:<br \/>\nBatalha ser\u00e1 forte e severa:<br \/>\nTr\u00eas se render\u00e3o, e para eles perd\u00e3o:<br \/>\nPara o resto fogo e sangue, fatiados e cortados.<\/p>\n<p>23<br \/>\nFran\u00e7a, se voc\u00ea passar al\u00e9m do Mar de Ligurian,<br \/>\nVoc\u00ea se calar\u00e1 em ilhas e mares:<br \/>\nMahommet contr\u00e1rio, mais assim o Mar adri\u00e1tico:<br \/>\nVoc\u00ea roer\u00e1 os ossos de cavalos e asnos.<\/p>\n<p>24<br \/>\nGrande confus\u00e3o no empreendimento,<br \/>\nPerda das pessoas, tesouro incont\u00e1vel,:<br \/>\nVoc\u00ea n\u00e3o deve se estender mais adiante.<br \/>\nFran\u00e7a, fa\u00e7a o que eu digo ser lembrado.<\/p>\n<p>25<br \/>\nQuem atingir o reino de Navarra<br \/>\nQuando a Sic\u00edlia e N\u00e1poles aliarem-se:<br \/>\nSegurar\u00e1 Bigorre e Landes por Foix e Oloron<br \/>\nDe algu\u00e9m que se aliar\u00e1 a Espanha.<\/p>\n<p>26<br \/>\nReis e Principes erguer\u00e3o simul\u00e1cros,<br \/>\nSurgir\u00e3o \u00e1ugures e ar\u00faspices vazios:<br \/>\nCorno dourado vitima, e de azul, de acres,<br \/>\nSer\u00e3o interpretados os vatic\u00ednios.<\/p>\n<p>27<br \/>\nUm potentado l\u00edbio muito influente na Europa<br \/>\nentusiasma tanto os franceses pela causa \u00e1rabe<br \/>\nS\u00e1bio nas letras ser\u00e1 condescendente<br \/>\nem traduzir o idioma \u00e1rabe para o franc\u00eas.<\/p>\n<p>28<br \/>\nDe terra fraca e ascend\u00eancia pobre,<br \/>\nPor partes e paz ele alcan\u00e7ar\u00e1 o imp\u00e9rio.<br \/>\nPor muito tempo uma f\u00eamea jovem reina,<br \/>\nNunca teve um t\u00e3o ruim que chegou ao reinado.<\/p>\n<p>29<br \/>\nOs dois sobrinhos trazidos de v\u00e1rios lugares:<br \/>\nBatalha naval, desembarque, os pais ca\u00eddos:<br \/>\nEles ser\u00e3o elevados muito alto ao fazer a guerra<br \/>\nPara vingar a inj\u00faria, inimigos sucumbiram.<\/p>\n<p>30<br \/>\nAquele que numa luta com lan\u00e7a num feito de guerra<br \/>\nConquistar o premio, de algu\u00e9m maior que ele:<br \/>\n\u00c0 noite seis levarao o rancor a sua cama,<br \/>\nSem armadura ele ser\u00e1 surpreendido.<\/p>\n<p>31<br \/>\nNos campos da M\u00e9dia, da Ar\u00e1bia &amp; da Arm\u00eania,<br \/>\nDuas grandes c\u00f3pias tr\u00eas vezes se juntar\u00e3o:<br \/>\nPerto do rio de Araks as for\u00e7as,<br \/>\nDo grande Soliman em terra cair\u00e3o.<\/p>\n<p>32<br \/>\nA grande tumba das pessoas de Aquitaine<br \/>\nSe aproximar\u00e1 da Tuscany,<br \/>\nQuando a guerra cercar a Alemanha<br \/>\nE a terra dos italianos.<\/p>\n<p>33<br \/>\nNa cidade onde o lobo entrar\u00e1,<br \/>\nMuito proxim\u00f3 os inimigos est\u00e3o:<br \/>\nEx\u00e9rcito estrangeiro destruir\u00e1 um grande pa\u00eds.<br \/>\nOs amigos passar\u00e3o pelo muro e Alpes.<\/p>\n<p>34<br \/>\nQuando ocorrer o eclipse do Sol ent\u00e3o,<br \/>\nO monstro ser\u00e1 visto dia por completo:<br \/>\nDe modo errado isso ser\u00e1 interpretado,<br \/>\nPre\u00e7o alto pela desprote\u00e7\u00e3o: ningu\u00e9m ter\u00e1 previsto isto.<\/p>\n<p>35<br \/>\nDa parte mais profunda da Europa Ocidental<br \/>\nUma criancinha nascer\u00e1 de pessoas pobres:<br \/>\nQue, por sua fala, seduzir\u00e1 a multidao,<br \/>\nSua reputa\u00e7ao aumentar\u00e1 no reino do Oriente.<\/p>\n<p>36<br \/>\nEnterrado apopl\u00e9ctico n\u00e3o morto,<br \/>\nEle ser\u00e1 achado por ter as m\u00e3os comidas:<br \/>\nQuando a cidade condenar o herege,<br \/>\nEle que parecia ter mudado as suas leis.<\/p>\n<p>37<br \/>\nA conversa\u00e7\u00f5es feitas antes do ataque,<br \/>\nMil\u00e3o levado pela \u00c1guia por emboscadas enganosas:<br \/>\nCanh\u00f5es dirigidos a parede antiga,<br \/>\nPor fogo e sangue alguns esquartejados.<\/p>\n<p>38<br \/>\nAs pessoas gaulesas e uma na\u00e7\u00e3o estrangeira<br \/>\nAl\u00e9m das montanhas, morte, capturado e mortos:<br \/>\nNo m\u00eas contr\u00e1rio e pr\u00f3ximo ao tempo de vindima,<br \/>\nOs Senhores se aproximam de um acordo.<\/p>\n<p>39<br \/>\nOs sete em tr\u00eas meses de acordo<br \/>\nDominam os Alpes apeninos:<br \/>\nMas a tempestade e o covarde ligurian,<br \/>\nOs destr\u00f3i em ru\u00ednas s\u00fabitas.<\/p>\n<p>40<br \/>\nO grande teatro ser\u00e1 montado novamente:<br \/>\nOs dados lan\u00e7ados e as armadilhas prontas.<br \/>\nMuito o primeiro ir\u00e1 se cansar ao dobrardo sinos,<br \/>\nProstrado e arqueado j\u00e1 a muito tempo dividido.<\/p>\n<p>41<br \/>\nCorcunda ser\u00e1 eleito pelo conselho,<br \/>\nUm monstro mais horroroso nunca visto na terra,<br \/>\nO golpe violento arrancar\u00e1 seus olhos:<br \/>\nO traidor para o Rei recebido como fiel.<\/p>\n<p>42<br \/>\nA crian\u00e7a nascer\u00e1 com dois dentes em sua boca,<br \/>\nPedras cair\u00e3o durante a chuva em Tuscany:<br \/>\nAlguns anos depois l\u00e1 n\u00e3o ter\u00e1 nem trigo nem cevada,<br \/>\nPara saciar os que desfalecer\u00e3o de fome.<\/p>\n<p>43<br \/>\nVoc\u00eas da regiao do Tarn, Lot e Garonna,<br \/>\nguardai-vos de atravessar os Apeninos.<br \/>\nVossas sepulturas esperam em Roma e Ancona.<br \/>\nO negro Barba Crespa desfraldar\u00e1 ali seus pend\u00f5es de vit\u00f3ria.<\/p>\n<p>44<br \/>\nQuando o animal \u00e9 domado pelo homem<br \/>\nAp\u00f3s grandes esfor\u00e7os e dificuldades come\u00e7a a falar<br \/>\nO raio t\u00e3o nocivo ao p\u00e1ra-raio<br \/>\nSer\u00e1 levado da terra e suspenso no ar.<\/p>\n<p>45<br \/>\nOs cinco estranhos entraram no templo,<br \/>\nO seu sangue ir\u00e1 poluir o local:<br \/>\nAo Toulousans ser\u00e1 um exemplo muito duro<br \/>\nDe um que vir\u00e1 exterminar as suas leis.<\/p>\n<p>46<br \/>\nO c\u00e9u (de cidade de Plancus\u0092) nos prediz<br \/>\nPor sinais claros e estrelas fixas,<br \/>\nQue o tempo de sua mudan\u00e7a s\u00fabita est\u00e1 aproximando,<br \/>\nNem para seu bem, nem para seu mal.<\/p>\n<p>47<br \/>\nO velho monarca perseguido fora de seu reino<br \/>\nIr\u00e1 para o Oriente pedindo por ajuda:<br \/>\nPor medo das cruzes ele dobrar\u00e1 sua bandeira:<br \/>\nPara Mitylene ele passar\u00e1 por porto e atrav\u00e9s de terra.<\/p>\n<p>48<br \/>\nSetecentos cativos confinados asperamente.<br \/>\nLots puxado para o meio para ser assassinado:<br \/>\nA esperan\u00e7a vir\u00e1 \u00e0 m\u00e3o muito prontamente<br \/>\nMas n\u00e3o assim como a d\u00e9cima quinta morte.<\/p>\n<p>49<br \/>\nReino gaul\u00eas, voc\u00ea ser\u00e1 mudado:<br \/>\nPara um lugar estrangeiro \u00e9 o imp\u00e9rio transferido:<br \/>\nVoc\u00ea estar\u00e1 sujeito a outras alf\u00e2ndegas e leis:<br \/>\nRouen e Chartres far\u00e3o muito mal a voc\u00ea.<\/p>\n<p>50<br \/>\nA rep\u00fablica da grande cidade<br \/>\nN\u00e3o consentir\u00e1 \u00e0 grande severidade:<br \/>\nRei chamado por trompete para sair,<br \/>\nA escada de m\u00e3o \u00e0 parede, a cidade se arrepender\u00e1.<\/p>\n<p>51<br \/>\nParis conspira para cometer um grande assassinato<br \/>\nBlois levar\u00e1 isso a cabo completamente:<br \/>\nAqueles de Orl\u00e9ans querer\u00e3o substituir o seu l\u00edder,<br \/>\nAngers, Troyes, Langres cometer\u00e3o um crime contra eles.<\/p>\n<p>52<br \/>\nEm Campania haver\u00e1 uma chuva muito longa,<br \/>\nEm Apulia muito grande seca.<br \/>\nO Galo ver\u00e1 a \u00c1guia, sua asa pobremente liquidada<br \/>\nPelo Le\u00e3o ser\u00e1 isto levado ao extremo.<\/p>\n<p>53<br \/>\nQuando o maior levar o pr\u00eamio<br \/>\nDe Nuremberg, de Augsburg, e esses de B\u00e2le<br \/>\nPor Cologne o lider de Frankfort reelevado<br \/>\nEles cruzar\u00e3o por Flanders direto para Gaul.<\/p>\n<p>54<br \/>\nUm dos grandes fugir\u00e1 para a Espanha<br \/>\nVir\u00e1 sangrar muito de uma ferida depois disso:<br \/>\nEx\u00e9rcitos ignorem as montanhas altas,<br \/>\nDevastando tudo, e ent\u00e3o reinar em paz.<\/p>\n<p>55<br \/>\nNo ano que a Fran\u00e7a tiver um rei de um olho s\u00f3<br \/>\nA corte estar\u00e1 em dificuldades:<br \/>\nO grande homem de Blois matar\u00e1 o amigo<br \/>\nO reinado cair\u00e1 em infort\u00fanio e d\u00favida.<\/p>\n<p>56<br \/>\nMontauban, Nimes, Avignon &amp; B\u00e9ziers,<br \/>\nPeste, raio &amp; granizo em fim de mar\u00e7o,<br \/>\nDe Paris ponte, Lyon muro, Montpellier,<br \/>\nDesde seiscentos &amp; sete vinte e tr\u00eas partes.<\/p>\n<p>57<br \/>\nSete vezes verao o povo brit\u00e2nico se transformar \u0096<br \/>\nno prazo de 290 anos a partir do momento em que se manchou com sangue.<br \/>\nA Fran\u00e7a nada vale diante do basti\u00e3o germ\u00e2nico.<br \/>\nO carneiro preocupa com seu Pol bastardo.<\/p>\n<p>58<br \/>\nNo Reno dos montes N\u00f3ricos<br \/>\nnascer\u00e1 um grande, do povo que chegou tarde demais.<br \/>\nEle defender\u00e1 as terras do V\u00edstula e do Dan\u00fabio.<br \/>\nNingu\u00e9m imagina como ele ir\u00e1 acabar.<\/p>\n<p>59<br \/>\nB\u00e1rbaro imp\u00e9rio pelo terceiro usurpado,<br \/>\nA maior parte de seu sangue colocar\u00e1 \u00e0 morte:<br \/>\nPor morte senil por ele o quarto golpeado,<br \/>\nPor medo que sangue pelo sangue n\u00e3o seja morto.<\/p>\n<p>60<br \/>\nAo longo de toda a \u00c1sia (Menor) grande proscri\u00e7\u00e3o,<br \/>\nAt\u00e9 mesmo em Mysia, Lycia e Pamphilia.<br \/>\nSer\u00e1 derramado sangue por causa da absolvi\u00e7\u00e3o<br \/>\nDe um negro jovem a cheio de crimes.<\/p>\n<p>61<br \/>\nA grande banda e seita cruc\u00edgera<br \/>\nSe erguer\u00e1 em Mesopot\u00e2mia:<br \/>\nDo pr\u00f3ximo rio companhia ligeira,<br \/>\nQue tal lei considerar\u00e1 inimiga.<\/p>\n<p>62<br \/>\nPr\u00f3ximo ao Douro pelo mar fechado de Tyrian,<br \/>\nEle penetrar\u00e1 os grandes montes Pyrenees.<br \/>\nUma m\u00e3o menor sua abertura lustra,<br \/>\nEle guiar\u00e1 seus rastros at\u00e9 Carcassone.<\/p>\n<p>63<br \/>\nO poder romano ser\u00e1 humilhado completamente,<br \/>\nSeguindo os passos de seu grande vizinho:<br \/>\n\u00d3dio civil escondido e debates<br \/>\nAdiar\u00e3o as folias desses buf\u00f5es.<\/p>\n<p>64<br \/>\nO chefe da Persia ocupar\u00e1 grande \u0091 Olchades, \u0091<br \/>\nA frota de trireme contra os Maometanos<br \/>\nDe Parthia, e Media: e os Cyclades saquearam:<br \/>\nLongo descanso no grande porto j\u00f4nio.<\/p>\n<p>65<br \/>\nQuando o sepulcro do grande romano \u00e9 achado,<br \/>\nNo dia seguinte um Pont\u00edfice ser\u00e1 elegido:<br \/>\nEscassamente ele ser\u00e1 aprovado pelo Senado<br \/>\nEnvenenado, o sangue dele no c\u00e1lice sagrado.<\/p>\n<p>66<br \/>\nO grande Oficial de dilig\u00eancias de Orleans posto a morte<br \/>\nEstar\u00e1 vingativo pelo sangue de um:<br \/>\nDe morte merecida n\u00e3o morrer\u00e1 ele, nem por casualidade:<br \/>\nFeito cativo cruelmente por seus p\u00e9s e m\u00e3os.<\/p>\n<p>67<br \/>\nUma seita nova de Fil\u00f3sofos<br \/>\nDesdenhando morte, ouro, honras e riquezas<br \/>\nN\u00e3o ficar\u00e1 limitada \u00e0s montanhas alem\u00e3s:<br \/>\nMultid\u00f5es a segui-los eles ter\u00e3o poder.<\/p>\n<p>68<br \/>\nPoder diminuido do povo da Espanha e It\u00e1lia<br \/>\nMorto, superado dentro da Pen\u00ednsula,:<br \/>\nO ditador tra\u00eddo por loucura irrespons\u00e1vel,<br \/>\nNadando em sangue por toda a latitude.<\/p>\n<p>69<br \/>\nO grande ex\u00e9rcito conduzido por um homem jovem,<br \/>\nVir\u00e1 se render nas m\u00e3os dos inimigos:<br \/>\nMas o velho nascido metade porco,<br \/>\nCausar\u00e1 a amizade entre Ch\u00e2lon e M\u00e2con.<\/p>\n<p>70<br \/>\nA grande Bretanha inclusive a Inglaterra<br \/>\nSer\u00e1 invadida pelas \u00e1guas<br \/>\nA Nova Liga de Ausonia far\u00e1 guerra,<br \/>\nDe forma que eles ir\u00e3o se esfor\u00e7ar contra eles.<\/p>\n<p>71<br \/>\nA Fran\u00e7a ser\u00e1 atacada por cinco lados devido \u00e0 negligencia<br \/>\nContra essa na\u00e7\u00e3o, os iranianos incitarao a Tun\u00edsia e a Arg\u00e9lia<br \/>\nLion, Sevilha e Barcelona dar\u00e3o caminho<br \/>\nE nao ser\u00e3o salvas por tropas italianas.<\/p>\n<p>72<br \/>\nO homem velho bom enterrado vivo,<br \/>\nPerto do grande rio por falsa suspeita:<br \/>\nO novo enobrecido pelos ricos,<br \/>\nPreso a caminho todo seu ouro resgatado.<\/p>\n<p>73<br \/>\nQuando o aleijado alcan\u00e7ar o reino,<br \/>\nCompetidor ter\u00e1 um bastardo pr\u00f3ximo:<br \/>\nE o reino se tornar\u00e1 t\u00e3o imundo<br \/>\nQue quando tentar recuper\u00e1-lo, j\u00e1 ser\u00e1 tarde.<\/p>\n<p>74<br \/>\nN\u00e1poles, Floren\u00e7a, Faenza e Imola,<br \/>\nEtar\u00e3o em termos de tal desacordo<br \/>\nQue por prazer humilhar\u00e3o os Nola<br \/>\nReclamam por terem ridicularizado seu chefe.<\/p>\n<p>75<br \/>\nPau, Verona, Vicenza, Saragossa,<br \/>\nDe terra distante, espadas umedecidas com sangue<br \/>\nUma praga muito poderosa vir\u00e1 com uma grande crosta.<br \/>\nO aux\u00edlio estar\u00e1 pr\u00f3ximo, por\u00e9m, os rem\u00e9dios estarao longe.<\/p>\n<p>76<br \/>\nNa Alemanha nascer\u00e3o seitas diversas,<br \/>\nVindo muito pr\u00f3ximo paganismo feliz,<br \/>\nO cora\u00e7\u00e3o cativo e lucros pequenos,<br \/>\nEles retribuir\u00e3o para pagar o verdadeiro d\u00edzimo.<\/p>\n<p>77<br \/>\nO terceiro clima sob o dom\u00ednio de \u00c1ries<br \/>\nO ano 1727 em outubro,<br \/>\nO Rei de Persia capturado pelos do Egito:<br \/>\nConflite, morte, perda,: por grande vergonha atravessada.<\/p>\n<p>78<br \/>\nO chefe de Esc\u00f3cia com seis de Alemanha,<br \/>\nPor gente de mar orientais cativos:<br \/>\nAtravessar\u00e3o o Calpe &amp; Espanha,<br \/>\nPresente em p\u00e9rsia ao novo rei timorato.<\/p>\n<p>79<br \/>\nA ordem fatal, sempiterna por cadeias,<br \/>\nRetornar\u00e1 por ordem conseq\u00fcente:<br \/>\nDo porto f\u00f3cio ser\u00e1 rompida a cadeia,<br \/>\nA cidade tomada, o inimigo quanto &amp; quanto.<\/p>\n<p>80<br \/>\nO merecedor perseguiu fora do reino ingl\u00eas,<br \/>\nO conselheiro por raiva posto ao fogo:<br \/>\nOs partid\u00e1rios dele ir\u00e3o se apagar t\u00e3o baixo<br \/>\nQue o bastardo ser\u00e1 recebido.<\/p>\n<p>81<br \/>\nO grande sem vergonha, audacioso,<br \/>\nSer\u00e1 eleito o goavernador do ex\u00e9rcito:<br \/>\nA coragem da sua disputa,<br \/>\nA ponte quebrada, a cidade p\u00e1lida de medo.<\/p>\n<p>82<br \/>\nL\u00e9rins, Antibes, cidades em volta de Nice,<br \/>\nSer\u00e3o devastadas por mar e por terra:<br \/>\nOs gafanhotos terra e mar vento prop\u00edcio,<br \/>\nPresos, mortos, amarrados, pilhados, sem lei de guerra.<\/p>\n<p>83<br \/>\nO Gaul C\u00e9ltico de cabelo longo<br \/>\nAcompanhado por na\u00e7\u00f5es estrangeiras,<br \/>\nFar\u00e3o cativo o povo de Aquitaine,<br \/>\nPara sucumbir aos seus des\u00edgnios.<\/p>\n<p>84<br \/>\nA grande cidade ser\u00e1 bem desolada,<br \/>\nDos habitantes um s\u00f3 a\u00ed n\u00e3o ficar\u00e1:<br \/>\nMuro, sexo, templo, &amp; virgem violada,<br \/>\nPor ferro, fogo, peste, canh\u00e3o povo morrer\u00e1.<\/p>\n<p>85<br \/>\nA cidade levada por decep\u00e7\u00e3o e mal\u00edcia,<br \/>\nLevada por meio de uma bonita juventude:<br \/>\nAgress\u00e3o dada pelo Raubine perto de LAUDE,<br \/>\nEle e todos mortos por terem enganado completamente.<\/p>\n<p>86<br \/>\nUm chefe de Aus\u00f4nia \u00e0s Espanhas ir\u00e1,<br \/>\nPor mar far\u00e1 parada em Marselha,<br \/>\nAntes de sua morte um longo tempo languir\u00e1,<br \/>\nDepois de sua morte se ver\u00e1 grande maravilha..<\/p>\n<p>87<br \/>\nFrota gaulesa, n\u00e3o se aproxime da C\u00f3rsega,<br \/>\nMenos Sardenha, voc\u00ea lamentar\u00e1 isto:<br \/>\nTodo os seus morrer\u00e3o frustrados pela ajuda da capa:<br \/>\nVoc\u00ea nadar\u00e1 em sangue, cativo voc\u00ea n\u00e3o me acreditar\u00e1.<\/p>\n<p>88<br \/>\nDe Barcelona por mar t\u00e3o grande ex\u00e9rcito\u00bb<br \/>\nToda Marselha de terror tremer\u00e1:<br \/>\nIlhas tomadas de mar ajuda fechada,<br \/>\nTeu traidor em terra nadar\u00e1.<\/p>\n<p>89<br \/>\nDe Barcelona um grande ex\u00e9rcito atrav\u00e9s do mar,<br \/>\nTodo Marseilha tremer\u00e1 com terror:<br \/>\nIlhas apanhadas a ajuda vem de fora pelo mar,<br \/>\nSeu traidor desembarcar\u00e1 em terra.<\/p>\n<p>90<br \/>\nO grande S\u00e1tiro e Tigre de Hyrcania,<br \/>\nPresenteou a esses do Oceano:<br \/>\nO chefe de uma frota partir\u00e1 de Carmania,<br \/>\nUm que levar\u00e1 o desembarque no \u0091Tyrren Phocaean.\u0092<\/p>\n<p>91<br \/>\nA \u00e1rvore que tinha estado muito tempo morta e murcha,<br \/>\nEm uma noite ficar\u00e1 verde novamente:<br \/>\nO Rei de Cronian doente, Pr\u00edncipe com clava,<br \/>\nTemido por seus inimigos ele far\u00e1 seu velejar confinado.<\/p>\n<p>92<br \/>\nO mundo perto do \u00faltimo per\u00edodo,<br \/>\nSaturno voltar\u00e1 de novo tardiamente:<br \/>\nImp\u00e9rio transferiu para a na\u00e7\u00e3o escurecida,<br \/>\nO olho arrancado fora pelo Goshawk em Narbonne.<\/p>\n<p>93<br \/>\nEm Avignon todo o chefe do imp\u00e9rio,<br \/>\nfar\u00e1 resid\u00eancia por Paris desolada<br \/>\nTricast controlar\u00e1 a ira anib\u00e1lica,<br \/>\nLyon por mudan\u00e7a ser\u00e1 mal consolada.<\/p>\n<p>94<br \/>\nPor 500 anos ele nada vale, e darao pouca import\u00e2ncia<br \/>\nAo que foi o ornamento de sua \u00e9poca.<br \/>\nPor\u00e9m, bruscamente haver\u00e1 grande clareza,<br \/>\nQue pelo c\u00e9u os tornar\u00e1 muitos defensores.<\/p>\n<p>95<br \/>\nA lei de More ser\u00e1 vista a declinar<br \/>\nSeguida por um bem mais agrad\u00e1vel.<br \/>\nOs Boristhenes (Dnieper) primeiro ceder\u00e1<br \/>\nPor dons e l\u00ednguas mais atraentes.<\/p>\n<p>96<br \/>\nO Chefe de Fossano ter\u00e1 sua garganta cortada<br \/>\nPelo l\u00edder do sabujo e galgo:<br \/>\nA a\u00e7\u00e3o executada por esses do rochedo Tarpeian,<br \/>\nSaturno em Le\u00e3o 13 de fevereiro.<\/p>\n<p>97<br \/>\nLei nova para ocupar a terra nova<br \/>\nPara a S\u00edria, Jud\u00e9ia e Palestina:<br \/>\nO grande imp\u00e9rio b\u00e1rbaro em decl\u00ednio,<br \/>\nAntes da Lua completar seu ciclo.<\/p>\n<p>98<br \/>\nDois irm\u00e3os reais empreender\u00e3o guerra feroz<br \/>\nQue entre eles a guerra ser\u00e1 t\u00e3o mortal<br \/>\nQue ambos ocupar\u00e3o os lugares fortes:<br \/>\nA grande disputa deles encher\u00e1 o reino e vida.<\/p>\n<p>99<br \/>\nNos campos relvosos de Alleins e do Vern\u00eague,<br \/>\nDo monte Lub\u00e9ron, pr\u00f3ximo da Durance,<br \/>\nDos dois lados conflito ser\u00e1 bastante violento,<br \/>\nMesopot\u00e2mia desfalecer\u00e1 na Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>100<br \/>\nO \u00faltimo honrado entre os franceses,<br \/>\natacando o inimigo ele ser\u00e1 vitorioso:<br \/>\nFor\u00e7a o desembarque num momento explorado,<br \/>\nQuando o invejoso morrer\u00e1 de um tiro de seta.<\/p>\n<p><strong>Nostradamus &#8211; Cent\u00faria IV<\/strong><\/p>\n<p><strong>As primeira 53 quadras apareceram em 1.555. A Cent\u00faria completa foi publicada em 1.557<\/strong><\/p>\n<p>1<br \/>\nO remanescente de sangue derramado:<br \/>\nDemandas de Veneza que al\u00edvio ser\u00e1 dado:<br \/>\nDepois de ter esperado um tempo muito longo,<br \/>\nCidade se entregou no primeiro som da corneta.<\/p>\n<p>2<br \/>\nPor causa de morte a Fran\u00e7a far\u00e1 uma jornada,<br \/>\nFrota atrav\u00e9s de mar, marchando sobre as Montanhas de Pyrenees,<br \/>\nEspanha em dificuldade, tropas militares marchando:<br \/>\nAlgumas das grandes Damas levadas para fora da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>3<br \/>\nDe Arras e Bourges muitas bandeiras do Escurecido,<br \/>\nUm maior n\u00famero de Gascons para lutar a p\u00e9,<br \/>\nEsses ao longo do Rh\u00f4ne sangrar\u00e3o o espanhol:<br \/>\nSe aproxime da montanha onde Sagunto se senta.<\/p>\n<p>4<br \/>\nO Pr\u00edncipe impotente bravo, reclama\u00e7\u00f5es e disputas,<br \/>\nEstupros e saques, por galos e africanos:<br \/>\nGrande desembarque na terra, pelo mar infinitas velas,<br \/>\nIt\u00e1lia estar\u00e1 s\u00f3 perseguindo Celts.<\/p>\n<p>5<br \/>\nCruz paz, para um fato divino verbo,<br \/>\nA Espanha &amp; G\u00e1lia ser\u00e3o unidas juntas:<br \/>\nGrande derrota pr\u00f3xima, &amp; combate muito acerbo,<br \/>\nCora\u00e7\u00e3o t\u00e3o forte n\u00e3o haver\u00e1 que n\u00e3o trema.<\/p>\n<p>6<br \/>\nPelas roupas novas depois de achar o feito,<br \/>\nEnredo malicioso e maquina\u00e7\u00e3o:<br \/>\nPrimeiro morre aquele que provar isto,<br \/>\nCor cilada veneziana.<\/p>\n<p>7<br \/>\nO filho menor do grande e odiado Pr\u00edncipe,<br \/>\nTer\u00e1 grande contato de lepra aos vinte anos:<br \/>\nDe pesar a m\u00e3e dele morrer\u00e1 muito triste e emagrecida,<br \/>\nE ele morrer\u00e1 onde se desprendem carnes soltas.<\/p>\n<p>8<br \/>\nA grande cidade por agress\u00e3o r\u00e1pida e s\u00fabita<br \/>\nSurpreendida \u00e0 noite, os guardas interrompem:<br \/>\nOs guardas e vigias de S\u00e3o-Quentin<br \/>\nSacrificados, prote\u00e7\u00f5es e portais quebrados.<\/p>\n<p>9<br \/>\n0 chefe do campo no meio da refrega,<br \/>\nDe um golpe de flecha ser\u00e1 ferido nas coxas,<br \/>\nQuando Genebra em l\u00e1grimas &amp; Angustia<br \/>\nSer\u00e1 tra\u00edda por Lausanne e por su\u00ed\u00e7os.<\/p>\n<p>10<br \/>\nO Pr\u00edncipe jovem falsamente acusado<br \/>\nMergulhar\u00e1 o ex\u00e9rcito em problemas e disputas:<br \/>\nO chefe assassinado para sua manuten\u00e7\u00e3o,<br \/>\nCetro para pacificar: ent\u00e3o cura scrofula.<\/p>\n<p>11<br \/>\nAquele que veste a cappa magna<br \/>\nser\u00e1 conduzido para a execu\u00e7\u00e3o.<br \/>\nOs 12 vermelhos vir\u00e3o para conspurcar seu manto.<br \/>\nDepois um assassinato desencadeia o outro.<\/p>\n<p>12<br \/>\nO grande ex\u00e9rcito posto para voar em desordem,<br \/>\nMal ainda maior ser\u00e1 perseguido:<br \/>\nEx\u00e9rcito reorganizado e legi\u00e3o reduzida,<br \/>\nEnt\u00e3o ser\u00e1 ca\u00e7ado completamente fora da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>13<br \/>\nNot\u00edcias de grande perda informada,<br \/>\nO relat\u00f3rio surpreender\u00e1 o ex\u00e9rcito:<br \/>\nTropas unidas contra os revoltados:<br \/>\nO dobrado phalanx abandonar\u00e1 o grande.<\/p>\n<p>14<br \/>\nA morte gratuita da primeira pessoa traz mudan\u00e7a.<br \/>\nEleva outro ao governo.<br \/>\nA tempo, mas tamb\u00e9m muito tarde, t\u00e3o alto em t\u00e3o verdes anos!<br \/>\nEle infundir\u00e1 temor em terra e mar.<\/p>\n<p>15<br \/>\nDe onde se achar\u00e1 vir a fome,<br \/>\nDe l\u00e1 vir\u00e1 a saciedade:<br \/>\nO olho do mar por avaro canino,<br \/>\nPor um o outro dar\u00e1 \u00f3leo, frumento.<\/p>\n<p>16<br \/>\nA cidade da liberdade escravizada:<br \/>\nFeita asilo de devassos e sonhadores.<br \/>\nO Rei trocado e n\u00e3o t\u00e3o violento:<br \/>\nDe cem se torne mais que mil.<\/p>\n<p>17<br \/>\nMudan\u00e7as em Beaune, em Nuits, em Ch\u00e2lon e em Dijon,<br \/>\nO duque que deseja melhorar o Carmelite<br \/>\nMarchando perto do rio, peixe, cabo mergulhador<br \/>\nSer\u00e1 vista a cauda: a porta estar\u00e1 travada.<\/p>\n<p>18<br \/>\nAlguns dos mais letrados em fatos celestiais<br \/>\nSer\u00e3o condenados por pr\u00edncipes ignorantes:<br \/>\nPunidos por decreto, ca\u00e7ados, como criminosos,<br \/>\nE postos \u00e0 morte onde quer que forem encontrados.<\/p>\n<p>19<br \/>\nAntes de Rouen o cerco aplacado pelos Insubrians,<br \/>\nPela terra e pelo mar as passagens fechadas:<br \/>\nPor Hainaut e por Flanders, por Ghent e por aqueles de Li\u00e9ge<br \/>\nAtrav\u00e9s dos presentes ocultos eles destruir\u00e3o a costa (mar\u00edtima).<\/p>\n<p>20<br \/>\nPaz e abund\u00e2ncia por muito tempo o lugar ser\u00e1 honrado:<br \/>\nDurante todo seu reino a flor-de-lis desertada:<br \/>\nCorpos mortos pela \u00e1gua, em terra s\u00f3 um aportar\u00e1,<br \/>\nEspera em v\u00e3o fortuna enterrada l\u00e1.<\/p>\n<p>21<br \/>\nA mudan\u00e7a ser\u00e1 muito dif\u00edcil:<br \/>\nCidade e Prov\u00edncia ganhar\u00e3o com a mudan\u00e7a:<br \/>\nCora\u00e7\u00e3o elevado, prud\u00eancia estabelecida, ca\u00e7a um perspicaz,<br \/>\nMar, terra, pessoa mudar\u00e3o seu estado.<\/p>\n<p>22<br \/>\nO grande ex\u00e9rcito ser\u00e1 desmanchado,<br \/>\nEm um momento far\u00e1 falta ao rei:<br \/>\nA f\u00e9 prometida de longe ser\u00e1 quebrada,<br \/>\ndesnudado visto em lastimosa perturba\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>23<br \/>\nA legi\u00e3o no navio de guerra,<br \/>\nCalcina Magnas enxofre, &amp; pez queimar\u00e1<br \/>\nO longo repouso da pra\u00e7a em seguran\u00e7a,<br \/>\nPorto sel\u00eanico, H\u00e9rcules fogo os consumir\u00e1.<\/p>\n<p>24<br \/>\nA voz suave do amigo sagrado ser\u00e1 ouvida na terra santa.<br \/>\nA chama humana resplandecer\u00e1 dessa voz divina.<br \/>\nIsto far\u00e1 com que o mundo se manche com o sangue dos monges celibat\u00e1rios,<br \/>\nE destrua os templos sagrados (ou falsos) dos impuros.<\/p>\n<p>25<br \/>\nOs olhos percebem uma infinidade de corpos suspensos no ar.<br \/>\nHaver\u00e1 deslocamento pela for\u00e7a do pensamento.<br \/>\nCorpos inclinados para frente. Sentidos, chefe<br \/>\ne invisibilidade diminuem a santa devo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>26<br \/>\nGrande enxame de abelhas surgir\u00e1<br \/>\nMas ningu\u00e9m saber\u00e1 de onde ele vem:<br \/>\nElas tocaiam pela noite, a sentinela<br \/>\nA cidade cedeu a cinco falastr\u00f5es subornados.<\/p>\n<p>27<br \/>\nSalon, Tarascon, \u0093Mausol\u0094, \u0093SEX\u0094, o arco,<br \/>\nOnde fica a pir\u00e2mide:<br \/>\nEles vir\u00e3o entregar o pr\u00edncipe de Annemark,\u0094<br \/>\nReden\u00e7\u00e3o revelada no templo de Artemis.<\/p>\n<p>28<br \/>\nQuando V\u00eanus estiver encoberto pelo Sol,<br \/>\nprocessa-se uma mudan\u00e7a de forma por tr\u00e1s da luminosidade.<br \/>\nMerc\u00fario a desvendar\u00e1 \u00e0 luz do fogo,<br \/>\nNo clamor de guerra ela ser\u00e1 tomada por ofensa.<\/p>\n<p>29<br \/>\nO sol escondido eclipsado por Merc\u00fario<br \/>\nN\u00e3o ser\u00e1 mais que por um segundo:<br \/>\nDe Vulcano Hermes ir\u00e1 virar alimento,<br \/>\nO sol ser\u00e1 visto puro, incandescendo vermelho e dourado<\/p>\n<p>30<br \/>\nPor mais de onze vezes Lua e Sol desaparecer\u00e3o,<br \/>\nTudo aumentado e diminu\u00eddo de grau;<br \/>\nE colocado t\u00e3o embaixo que at\u00e9 o ouro escurecer\u00e1<br \/>\nDepois da fome e da peste, descoberto ser\u00e1 o segredo.<\/p>\n<p>31<br \/>\nA lua cheia da noite sobre a alta montanha,<br \/>\nO novo s\u00e1bio com um c\u00e9rebro solit\u00e1rio v\u00ea:<br \/>\nPor seus disc\u00edpulos convidados a ser imortal,<br \/>\nOlhos para o sul. Nas m\u00e3os fingidas, corpos no fogo.<\/p>\n<p>32<br \/>\nA lei comunal ser\u00e1 feita ao contr\u00e1rio<br \/>\nA antiga ordem se manter\u00e1 forte.<br \/>\nDepois sair\u00e1 de cena<br \/>\nE o comunismo ficar\u00e1 para tr\u00e1s.<\/p>\n<p>33<br \/>\nJ\u00fapiter junto a V\u00eanus esse com a lua<br \/>\nAparece em plenitude branca:<br \/>\nV\u00eanus escondido sob o brilho de Netuno<br \/>\nGolpeado por Marte pela conex\u00e3o \u0093gran\u00e9e\u0094.<\/p>\n<p>34<br \/>\nO grande levado cativo de estranha terra,<br \/>\nDe ouro acorrentado ao Rei Chiren ofertado:<br \/>\nQue em Aus\u00f4nia, Mil\u00e3o perder\u00e1 a guerra,<br \/>\nE toda a sua hoste posta a fogo &amp; a ferro.<\/p>\n<p>35<br \/>\nO fogo apagado as virgens trair\u00e3o,<br \/>\na parte mais grande da faixa nova:<br \/>\nO rel\u00e2mpago na espada e na lan\u00e7a os reis solit\u00e1rios guardar\u00e3o<br \/>\nEtruria e C\u00f3rsega, pelo corte da garganta da noite.<\/p>\n<p>36<br \/>\nOs esportes novos ajustaram-se acima outra vez em Gaul,<br \/>\nap\u00f3s a vit\u00f3ria na campanha de Insubrian:<br \/>\nMontanhas de Hesperia, grandes armadas e tropas<br \/>\n\u0091 Romania \u0091 e Espanha tremem de medo.<\/p>\n<p>37<br \/>\nGauleses por saltos montes vir\u00e1 penetrar,<br \/>\n0cupar\u00e1 o grande lugar dos \u00ednsubres,<br \/>\nAo mais profundo sua hoste far\u00e1 entrar,<br \/>\nG\u00eanova, M\u00f4naco recha\u00e7ar\u00e3o frota rubra.<\/p>\n<p>38<br \/>\nApesar de avisarem o duque, o rei e a rainha<br \/>\nCom o chefe Bizantino preso em Samothrace [ilha grega]:<br \/>\nAntes do assalto um o ordem comer\u00e1,<br \/>\nReverso ferro f\u00faria de sangue o rastro<\/p>\n<p>39<br \/>\nOs de Rodes pedir\u00e3o socorro,<br \/>\nPela neglig\u00eancia de seus herdeiros abandonada,<br \/>\nO Imp\u00e9rio \u00c1rabe diminuir\u00e1 seu curso,<br \/>\nPor Hesp\u00e9rias a causa levantada.<\/p>\n<p>40<br \/>\nA fortaleza do sitiado encerrado e oculto rs suas profundezas pelos explosivos.<br \/>\nO traidor ser\u00e1 enterrado vivo,<br \/>\nNunca tal lament\u00e1vel divis\u00e3o ocorreu aos sax\u00f5es\u0085<\/p>\n<p>41<br \/>\nA prisioneira capturada como ref\u00e9m<br \/>\nVir\u00e1 pela noite confundir os protetores:<br \/>\nO chefe do ex\u00e9rcito ludibriado por sua linguagem<br \/>\nLargar\u00e1 ao povo, ser\u00e1 lastimoso ver.<\/p>\n<p>42<br \/>\nGenebra &amp; Langres com aqueles de Chartres &amp; D\u00f4le<br \/>\ne por Grenoble preso em Mont\u00e9limar:<br \/>\nSeyssel, Lausana, por fraudulento dolo,<br \/>\nTra\u00eddos pelas sessenta marcas do ouro.<\/p>\n<p>43<br \/>\nSer\u00e3o ouvidas no c\u00e9u armas da batalha,<br \/>\nQue no mesmo ano os divinos inimigos:<br \/>\nDiscutir\u00e3o leis santas em insuficientes debates<br \/>\nPor fogos &amp; guerra vem a morte.<\/p>\n<p>44<br \/>\nDois grandes de Mende, de Rodez e de Milhau<br \/>\nCahors, Limoges, Castres mau semana<br \/>\n\u00c0 noite a entrada, do Bord\u00e9us um insulto<br \/>\nPor P\u00e9rigord ao soar o sino.<\/p>\n<p>45<br \/>\nCom o conflito um rei abandonar\u00e1 seu reino,<br \/>\nO chefe o mais grande falhar\u00e1 na \u00e9poca da necessidade:<br \/>\nInoperante, arruinado poucos escapar\u00e3o,<br \/>\nTudo cortado acima, um ser\u00e1 uma testemunha.<\/p>\n<p>46<br \/>\nBem defendido o fato por excel\u00eancia,<br \/>\nAcautela-te, Tours, contra tua pr\u00f3xima ru\u00edna,<br \/>\nLondres &amp; Nantes, por Reims far\u00e1 defesa,<br \/>\nN\u00e3o passa al\u00e9m do tempo chuvoso.<\/p>\n<p>47<br \/>\nO selvagem rei ter\u00e1 exercitado sua m\u00e3o sangrenta.<br \/>\nPor fogo, espada e alvejado todas as pessoas sentir\u00e3o horror.<br \/>\nVendo ilustres pendurados pelos pesco\u00e7os e p\u00e9s.<\/p>\n<p>48<br \/>\nPlanura aus\u00f4nia f\u00e9rtil, espa\u00e7osa,<br \/>\nProduzir\u00e1 varejas e gafanhotos,<br \/>\nClaridade solar tornar-se-\u00e1 nebulosa,<br \/>\nRoer tudo grande peste vir\u00e1 deles.<\/p>\n<p>49<br \/>\nQuando o sangue do povo estiver vertendo,<br \/>\nQue do divino c\u00e9u venha ajuda:<br \/>\nMas por muito tempo n\u00e3o ser\u00e1 ouvido,<br \/>\nO esp\u00edrito solit\u00e1rio testemunhar\u00e1.<\/p>\n<p>50<br \/>\nLibra ver\u00e1 as terras ocidentais governando,<br \/>\nMantendo a ordem sobre os c\u00e9us e a Terra<br \/>\nNingu\u00e9m ver\u00e1 as for\u00e7as asi\u00e1ticas serem destru\u00eddas.<br \/>\nAt\u00e9 sete se sucederem.<\/p>\n<p>51<br \/>\nUm duque ansioso por seu inimigo enfurecido<br \/>\nDar\u00e1 entrada para impedir a falange:<br \/>\nApressado vir\u00e1 perseguir t\u00e3o de perto<br \/>\nque haver\u00e1 conflito perto de Ganges.<\/p>\n<p>52<br \/>\nNa cidade sitiada homens e mulheres,<br \/>\nInimigos avisam ao l\u00edder para se rende:<br \/>\nO vento estar\u00e1 forte de encontro \u00e0s tropas,<br \/>\nAfastados ser\u00e3o pela cal, poeira e cinzas.<\/p>\n<p>53<br \/>\nOs fugitivos e os exilados retornam<br \/>\nPais &amp; filhos grande adorno po\u00e7os profundos:<br \/>\nO pai cruel e seu povo chocado<br \/>\nSeu filho distante submergiu no po\u00e7o.<\/p>\n<p>54<br \/>\nDiante do nome nunca usado por outro rei franc\u00eas<br \/>\n\u0096 raio algum foi t\u00e3o devastador \u0096<br \/>\nestremecem It\u00e1lia, Espanha, Inglaterra.<br \/>\nEle ambiciona a Dama estrangeira de alta posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>55<br \/>\nQuando o corvo na torre feita do tijolo<br \/>\nPor sete horas continuar\u00e1 a gritar:<br \/>\nMorte press\u00e1gio, de sangue a est\u00e1tua manchada,<br \/>\nTirano assassinado, a Deus o povo reza.<\/p>\n<p>56<br \/>\nQuando o corvo na torre feita do tijolo<br \/>\nPor sete horas continuar\u00e1 a gritar:<br \/>\nMorte press\u00e1gio, de sangue a est\u00e1tua manchada,<br \/>\nTirano assassinado, a Deus o povo reza.<\/p>\n<p>57<br \/>\nIgnoram a ajuda do grande rei,<br \/>\npropor\u00e3o proibir as escritas:<br \/>\nSua mulher n\u00e3o mulher por outro tentada<br \/>\nDuas vezes nem sorte nem gritos.<\/p>\n<p>58<br \/>\nSol ardente que seca a garganta,<br \/>\nO sangue humano lavou a terra Etrusca:<br \/>\nChefe conduz seu filho afastado,<br \/>\nCapturada dama conduzida por terra turca.<\/p>\n<p>59<br \/>\nDois sitiados em fervor ardente,<br \/>\nQue foi extinto por dois copos cheios:<br \/>\nO forte caiu, e um vermelho recuou<br \/>\nAos Genoveses de Nira mostrar\u00e1 a trilha.<\/p>\n<p>60<br \/>\nAs sete crian\u00e7as mantidas ref\u00e9m,<br \/>\nO terceiro vir\u00e1 evitar o mal a sua crian\u00e7a:<br \/>\nPor causa de seu filho dois ser\u00e1 perfurado pela ponta,<br \/>\nGenova, Floren\u00e7a, ele vir\u00e3o confundi-los.<\/p>\n<p>61<br \/>\nVelho humilhado &amp; retirado de seu lugar,<br \/>\nPor estrangeiro que subornou:<br \/>\nAs m\u00e3os de seu filho comidas na sua frente,<br \/>\nSeu irm\u00e3o a Chartres, Orl\u00e9ans Rouen Traiu.<\/p>\n<p>62<br \/>\nUm coronel com muita da ambi\u00e7\u00e3o,<br \/>\nFicar\u00e1 com o maior ex\u00e9rcito,<br \/>\nContra seu pr\u00edncipe usar\u00e1 sua inven\u00e7\u00e3o,<br \/>\nE ser\u00e1 descoberto sob seu disfarce.<\/p>\n<p>63<br \/>\nO ex\u00e9rcito celta de encontro aos montanheses,<br \/>\nAqueles aprendem a atender o chamado do p\u00e1ssaro:<br \/>\nOs camponeses divulgam logo suas id\u00e9ias,<br \/>\nLan\u00e7a todos na borda da espada.<\/p>\n<p>64<br \/>\nO transgressor vestido de burgu\u00eas,<br \/>\nvir\u00e1 tentar o rei com sua ofensa:<br \/>\nQuinze soldados a maioria de bandidos,<br \/>\nVida ultima e chefe de sua fortuna.<\/p>\n<p>65<br \/>\nPara o desertor da fortaleza grande,<br \/>\ndepois que ter\u00e1 abandonado seu lugar,<br \/>\nSeu advers\u00e1rio far\u00e1 uma grande proeza,<br \/>\nO imperador logo a morte ser\u00e1 condenado.<\/p>\n<p>66<br \/>\nSob a cor de sete cabe\u00e7as raspadas,<br \/>\nser\u00e3o semeados diversos exploradores:<br \/>\nPo\u00e7os e fontes molhados com venenos,<br \/>\nNo forte dos genes humanos devoradores.<\/p>\n<p>67<br \/>\nO ano em que Saturno e Marte igualmente combustarem,<br \/>\nO ar muito seco, longa trajet\u00f3ria:<br \/>\nPor fogos secretos de ardor grande lugar adusto,<br \/>\nPouca chuva, vento quente, guerra, incurs\u00e3o.<\/p>\n<p>68<br \/>\nNum lugar muito pr\u00f3ximo n\u00e3o longe de V\u00eanus,<br \/>\nOs dois maiores da \u00c1sia e da \u00c1frica,<br \/>\nDo Ryn e Hister diremos que vieram,<br \/>\nGrito, choro em Malta e do lado \u0093Ligustique\u0094.<\/p>\n<p>69<br \/>\nOs exilados prender\u00e3o a cidade grande,<br \/>\ncidad\u00e3os mortos, assassinados e cassados:<br \/>\nAqueles de Aquileia a Parma prometer\u00e3o,<br \/>\nMostrar a entrada para lugares n\u00e3o tra\u00e7ados.<\/p>\n<p>70<br \/>\nBem junto dos grandes montes Pyreneus<br \/>\numa para dirigir um ex\u00e9rcito grande de encontro \u00e0 \u00e1guia:<br \/>\nVeias abertas, for\u00e7as eliminadas,<br \/>\nAt\u00e9 Pau o chefe vir\u00e1 cassar.<\/p>\n<p>71<br \/>\nNo lugar de esposa as filhas trucidadas<br \/>\nAssassinato com grande falta nenhum sobrevivente ser\u00e1:<br \/>\nDentro do po\u00e7o os vestimentos inundados,<br \/>\nA esposa extinta por uma bebida do aconite.<\/p>\n<p>72<br \/>\nOs at\u00f4micos por Agen e Lestore,<br \/>\nEm S\u00e3o Felix far\u00e3o seu parlamento:<br \/>\nAqueles de Bazas vir\u00e3o numa hora infeliz,<br \/>\nInvadir rapidamente Condom e Mont-de-Marsan.<\/p>\n<p>73<br \/>\nO grande sobrinho pela for\u00e7a provar\u00e1<br \/>\nO tratado feito pelo cora\u00e7\u00e3o pusillanimo:<br \/>\nO duque tentar\u00e1 Ferrara e Asti,<br \/>\nQuando a pantomima ocorrer\u00e1 na noite.<\/p>\n<p>74<br \/>\nDo lago L\u00e9man &amp; os de Brannonices,<br \/>\nTodos reunidos contra os de Aquit\u00e2nia,<br \/>\nGermanos, muito, ainda mais su\u00ed\u00e7os,<br \/>\nSer\u00e3o derrotados com os de humana.<\/p>\n<p>75<br \/>\nPronto para a fuga ele desertar\u00e1.<br \/>\nO chefe advers\u00e1rio ser\u00e1 vitorioso.<br \/>\nA retaguarda defender\u00e1,<br \/>\nAqueles que recuam morre no branco territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>76<br \/>\nOs povos de Agen por aqueles de Perigord<br \/>\nSer\u00e3o vencidos, prendendo at\u00e9 o Rhone:<br \/>\nA uni\u00e3o de Gascons e de Bigorre<br \/>\nTraindo o templo, o padre dando seu serm\u00e3o.<\/p>\n<p>77<br \/>\nSel\u00eanico Monarca a It\u00e1lia pac\u00edfica<br \/>\nReinos unidos, rei crist\u00e3o do mundo,<br \/>\nMorrendo querer\u00e1 deitar em terra bl\u00e9sica,<br \/>\nDepois de ter recha\u00e7ado piratas da onda.<\/p>\n<p>78<br \/>\nO grande ex\u00e9rcito do esfor\u00e7o civil,<br \/>\nPela noite Parma \u00e0 estrangeira descoberto,<br \/>\nSetenta e nove assassinados na cidade,<br \/>\nTodos os estrangeiros postos \u00e0 espada.<\/p>\n<p>79<br \/>\nO sangue real foge Monhuit, Mas, Esguillon,<br \/>\nAs Landes ser\u00e3o enchido por Bordelais,<br \/>\nNavarre, Bigorre pontas e agulhas<br \/>\nProfundos na fome comer o carvalho da corti\u00e7a.<\/p>\n<p>80<br \/>\nPr\u00f3ximo ao grande rio, vasta trincheira<br \/>\nSer\u00e1 dividida pela \u00e1gua em 15 partes:<br \/>\nA cidade tomada, sangue, fogo, gritos e batalhas<br \/>\nA maior parte do povo se afligir\u00e1 com o confronto.<\/p>\n<p>81<br \/>\nProntamente ser\u00e1 feita uma ponte de barcos,<br \/>\nPassar o ex\u00e9rcito do grande pr\u00edncipe belga:<br \/>\nPara dentro fundo e perto de Bruxelas,<br \/>\nPassado al\u00e9m, cortaram sete a pique.<\/p>\n<p>82<br \/>\nMassa de homens se aproxima vindo da Eslav\u00f4nia.<br \/>\nO Destruidor arruinar\u00e1 a velha cidade:<br \/>\nVer\u00e1 seu imp\u00e9rio romano bem devastado,<br \/>\nDepois ele n\u00e3o saberia como extinguir a grande chama.<\/p>\n<p>83<br \/>\nCombate a noite o capit\u00e3o valente,<br \/>\nVencido fugir\u00e1 pouca gente conquistada:<br \/>\nSeu povo triste, sedition n\u00e3o v\u00e3o,<br \/>\nSeu pr\u00f3prio filho mant\u00ea-lo-\u00e1 cercado.<\/p>\n<p>84<br \/>\nUm grande de Auxerre morrer\u00e1 muito miser\u00e1vel,<br \/>\nCassado por aqueles que estavam abaixo dele:<br \/>\nPosto nas correntes, atr\u00e1s de um cabo forte,<br \/>\nNo ano que Martes, V\u00eanus e o sol est\u00e3o na jun\u00e7\u00e3o no ver\u00e3o<\/p>\n<p>85<br \/>\nO bourbon branco \u00e9 expulso\u0085<br \/>\nFeito prisioneiro conduzido ao tubril,<br \/>\nseus p\u00e9s juntos como um vil\u00e3o\u0085<\/p>\n<p>86<br \/>\nO ano que Saturno ser\u00e1 conjunto em Aquarius<br \/>\nCom o sol, o rei forte e poderoso,<br \/>\nEm Reims e Aix ser\u00e1 recebido e aclamado,<br \/>\nDepois das conquistas ele assassinar\u00e1 inocentes.<\/p>\n<p>87<br \/>\nUm filho do rei aprendeu muitas l\u00ednguas,<br \/>\nDiferentes do reino do seu irm\u00e3o mais velho:<br \/>\nSeu sogro compreendeu pelo filho mais grande,<br \/>\nFar\u00e1 perecer seu principal aderente.<\/p>\n<p>88<br \/>\nO grande Antonio conhecido pelo fato s\u00f3rdido,<br \/>\nDoente de Phtyriase at\u00e9 seu final:<br \/>\nUm que desejar\u00e1 chumbo,<br \/>\nPassando o porto ser\u00e1 submerso pelo eleito.<\/p>\n<p>89<br \/>\nTrinta de Londres em segredo conspirar\u00e3o<br \/>\nContra seu Rei, a empresa na ponte:<br \/>\nE seus sat\u00e9lites provar\u00e3o a morte,<br \/>\nUm Rei justo eleito, nativo de Frise<\/p>\n<p>90<br \/>\nAs duas c\u00f3pias aos muros n\u00e3o poder\u00e3o juntar,<br \/>\nNesse instante tremer Mil\u00e3o, Ticino:<br \/>\nFome, sede, grande temor vir\u00e1 espet\u00e1-los,<br \/>\nCarne, p\u00e3o, n\u00e3o ter\u00e3o um s\u00f3 bocado de v\u00edveres.<\/p>\n<p>91<br \/>\nPara o duque Gaul\u00eas obrigado a lutar em duelo,<br \/>\nO navio Mellele n\u00e3o se aproximar\u00e1 de M\u00f4naco,<br \/>\nErradamente acusada, pris\u00e3o perpetua,<br \/>\nSeu filho tentar\u00e1 reinar antes de sua morte.<\/p>\n<p>92<br \/>\nA cabe\u00e7a do capit\u00e3o valente cortado fora,<br \/>\nSer\u00e1 jogado na frente de seu advers\u00e1rio:<br \/>\nSeu corpo ser\u00e1 pendurado na proa do navio,<br \/>\nConfuso fugir\u00e1 por remos de encontro ao vento.<\/p>\n<p>93<br \/>\nUma serpente vista perto da cama real,<br \/>\nSer\u00e1 pela senhora na noite onde os c\u00e3es n\u00e3o latirem:<br \/>\nEnt\u00e3o nascer\u00e1 na Franca um pr\u00edncipe t\u00e3o real,<br \/>\nVindo do c\u00e9u todos os pr\u00edncipes v\u00ea-lo.<\/p>\n<p>94<br \/>\nDois grandes irm\u00e3os ser\u00e3o expulsos de Espanha,<br \/>\n0 mais velho vencido ao p\u00e9 dos montes Pireneus:<br \/>\nVermelho o mar, R\u00f3dano, sangue L\u00e9man de Alemanha<br \/>\nNarbona, Biterre, de \u00c1gata contaminada.<\/p>\n<p>95<br \/>\nA ordem \u00e9 entregue a dois, que a manter\u00e3o por tempo muito curto.<br \/>\nDepois de tr\u00eas anos e sete meses, ir\u00e3o para a guerra.<br \/>\nAs embarca\u00e7\u00f5es ficar\u00e3o contra eles.<br \/>\nO vencedor nasceu americano.<\/p>\n<p>96<br \/>\nIrm\u00e3 mais velha das ilhas brit\u00e2nicas<br \/>\nNascer\u00e1 quinze anos antes do irm\u00e3o,<br \/>\nporque sua promessa prova ser real.<br \/>\nEla suceder\u00e1 o reinado da Balan\u00e7a.<\/p>\n<p>97<br \/>\nNo ano em que Merc\u00fario, Martes, V\u00eanus retrogredirem,<br \/>\nDo grande monarca a linha n\u00e3o falhar\u00e1:<br \/>\nEleito pelos povos portugueses perto de Cadiz,<br \/>\nQue viver\u00e1 muito velho na paz e no reino.<\/p>\n<p>98<br \/>\nOs Albaneses passar\u00e3o dentro de Roma,<br \/>\nPor meio de Langres a multid\u00e3o ajuntada,<br \/>\nMarqu\u00eas e duque n\u00e3o perdoam nenhum homem,<br \/>\nFogo, sangue, morte nenhuma \u00e1gua as colheitas falhar.<\/p>\n<p>99<br \/>\nO filho mais velho valente da filha rei,<br \/>\nAfastar\u00e1 os Celtas t\u00e3o profundamente,<br \/>\nQue colocar\u00e1 trov\u00f5es, quanto em tal disposi\u00e7\u00e3o<br \/>\nPoucos e longe, ent\u00e3o profundo em Hesperiques<\/p>\n<p>100<br \/>\nDo fogo celeste no edif\u00edcio real,<br \/>\nQuando a luz de Marte sair,<br \/>\nSete meses de grande guerra, morte as pessoas mal\u00e9ficas,<br \/>\nRouen, Evreux ao rei n\u00e3o falhar\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Nostradamus &#8211; Cent\u00faria V<\/strong><\/p>\n<p><strong>Foi publicada em 1.557<\/strong><\/p>\n<p>1<br \/>\nAntes da vinda de ru\u00edna Celta,<br \/>\nDentro do templo dois negociar\u00e3o<br \/>\nFaca no cora\u00e7\u00e3o de um montado no cavalo,<br \/>\nEntrar\u00e1 o grande sem fazer nenhum ru\u00eddo.<\/p>\n<p>2<br \/>\nSete conspiradores no banquete causar\u00e3o brilho,<br \/>\nContra os tr\u00eas o ferro fora do navio<br \/>\nUm ter\u00e1 as duas frotas conduzidas ao grande,<br \/>\nQuando pelo mal. O ultimo na testa lhe atira.<\/p>\n<p>3<br \/>\nO sucessor ao ducado vir\u00e1,<br \/>\nDe muito al\u00e9m que o mar de Toscana:<br \/>\nUma linhagem Gaulesa Floren\u00e7a ganhar\u00e1,<br \/>\nA r\u00e3 n\u00e1utica em seu gir\u00e3o ser\u00e1 acordada<\/p>\n<p>4<br \/>\nO grande mastim da cidade arrojado,<br \/>\nSer\u00e1 [contrito] pela estranha alian\u00e7a,<br \/>\nAp\u00f3s nos campos haver expulso o cervo,<br \/>\nO lobo e o urso se desafiar\u00e3o.<\/p>\n<p>5<br \/>\nSob sombra falsa de eliminar a servid\u00e3o.<br \/>\nPovo e cidade usurpar\u00e1 o mesmo:<br \/>\nPior far\u00e1 por fraude de jovem puta,<br \/>\npessoa que deve pagar uma letra de c\u00e2mbio ao campo lendo o falso pr\u00f3logo.<\/p>\n<p>6<br \/>\nAo rei o [augur] sobre o chefe a m\u00e3o p\u00f5e,<br \/>\nVir\u00e1 a rogar pela paz [It\u00e1lica]:<br \/>\nNa m\u00e3o esquerda mudar\u00e1 o cetro,<br \/>\nDo Rei que ser\u00e1 Imperador pac\u00edfico.<\/p>\n<p>7<br \/>\nDo Triunviro se achar\u00e3o os ossos,<br \/>\nBuscando fundo tesouro enigm\u00e1tico,<br \/>\nOs de ao redor n\u00e3o repousar\u00e3o.<br \/>\nEste caver m\u00e1rmore e chumbo met\u00e1lico.<\/p>\n<p>8<br \/>\nO fogo vivo estar\u00e1 solto,<br \/>\na morte apavorante vir\u00e1 escondida em globos,<br \/>\nDurante a noite a cidade ser\u00e1 reduzida a cinzas pela frota,<br \/>\nA cidade incendiada ser\u00e1 um alvo f\u00e1cil<\/p>\n<p>9<br \/>\nAt\u00e9 o fundo do grande arco demolido,<br \/>\nPor chefe cativo o amigo antecipado:<br \/>\nNascer\u00e1 dama frente, cara barbada,<br \/>\nQuando por ast\u00facia Duque pela morte apanhado.<\/p>\n<p>10<br \/>\nUm chefe Celta no conflito ferido,<br \/>\nDepois da cova vendo aos seus morrer abatidos:<br \/>\nDe sangue e feridas e de inimigos rodeado.<br \/>\nE auxiliados por desconhecidos de quatro.<\/p>\n<p>11<br \/>\nAqueles do Sol n\u00e3o cruzar\u00e3o o mar em seguran\u00e7a\u0085<br \/>\n.parte da \u00c1sia mudar\u00e1.<\/p>\n<p>12<br \/>\nJunto ao lago Lem\u00e1n ser\u00e1 conduzido,<br \/>\nPor gra\u00e7a estranha cidade querendo trair:<br \/>\nAntes de seu assassinato em Augsburgo a grande foragido,<br \/>\nE os do Rin a invadir\u00e3o.<\/p>\n<p>13<br \/>\nPor grande furor o Rei Romano B\u00e9lgica,<br \/>\nOfender querer\u00e1 por falange b\u00e1rbara:<br \/>\nFuror rosnante expulsar\u00e1 gente l\u00edbica,<br \/>\nDesde Pan\u00f3nia at\u00e9 H\u00e9rcules a Fortaleza.<\/p>\n<p>14<br \/>\nSaturno &amp; Marte em Le\u00e3o Espanha cativa,<br \/>\nPor chefe l\u00edbico ao conflito arrastado,<br \/>\nPr\u00f3ximo de Malta herdeiro tomado vivo,<br \/>\nE romano cetro ser\u00e1 por Galo golpeado.<\/p>\n<p>15<br \/>\nNavegando cativo feito grande Pont\u00edfice,<br \/>\nGrande ap\u00f3s cair os cl\u00e9rigos cumultuosos:<br \/>\nSegundo eleito ausente seu bem transtornado,<br \/>\nSeu favorito bastardo a morte matado.<\/p>\n<p>16<br \/>\nQuando o pre\u00e7o da gota de Sab\u00e1<br \/>\nn\u00e3o mais se puder manter no ponto m\u00e1ximo,<br \/>\nna \u00e9poca em que cad\u00e1veres humanos forem calcinados pelo fogo,<br \/>\ne a ilha do Faros for inquietada por cruzadores,<br \/>\naparecer\u00e1 em Rodos tem\u00edvel espectro de terror.<\/p>\n<p>17<br \/>\nDe noite passando o Rei perto de um beco,<br \/>\nO de Chipre e principal espreita:<br \/>\nO Rei vencido, a m\u00e3o foge ao longo do R\u00f3dano,<br \/>\nOs conjurados ir\u00e3o a morte dar-lhe.<\/p>\n<p>18<br \/>\nDe duelo morrer\u00e1 o infeliz perseguido,<br \/>\nRealizar\u00e1 seu vencedor a hecatombe:<br \/>\nPr\u00edstina lei, franco \u00e9dito abreviado,<br \/>\nO muro e Pr\u00edncipe ao s\u00e9timo dia caem.<\/p>\n<p>19<br \/>\n0 grande Real de ouro, de bronze aumentado,<br \/>\nRompido o pacto, por jovem aberta a guerra,<br \/>\nPovo aflito por um chefe lamentado,<br \/>\nDe sangue b\u00e1rbaro ser\u00e1 coberta a terra.<\/p>\n<p>20<br \/>\nAl\u00e9m dos os Alpes grande ex\u00e9rcito passar\u00e1,<br \/>\nUm pouco antes nascer\u00e1 monstro de Gap:<br \/>\nProdigioso e s\u00fabito se voltar\u00e1,<br \/>\nO grande Toscano a seu lugar mais habitual.<\/p>\n<p>21<br \/>\nPelo falecimento do Monarca Latino,<br \/>\nOs que haver\u00e1 pelo reino socorridos:<br \/>\nO fogo luzir\u00e1 dividido o botim,<br \/>\nA morte p\u00fablica aos valentes incorridos.<\/p>\n<p>22<br \/>\nAntes que a Roma grande tenha rendido a alma,<br \/>\nSusto grande ao ex\u00e9rcito estrangeiro:<br \/>\nPor esquadr\u00f5es a emboscada perto de Parma,<br \/>\nDepois dos vermelhos juntos far\u00e3o festim.<\/p>\n<p>23<br \/>\nOs dois contentes ser\u00e3o unidos juntos,<br \/>\nQuando a maioria em Marte sejam unidos:<br \/>\nA grande da \u00c1frica em susto e tremor,<br \/>\nDuunvirato pelo ex\u00e9rcito desunido.<\/p>\n<p>24<br \/>\nO reino e lei sem V\u00eanus constru\u00eddos,<br \/>\nSaturno ter\u00e1 sob J\u00fapiter imp\u00e9rio:<br \/>\nA lei e reino pelo Sol elevados,<br \/>\nPor Saturninos suportar\u00e3o o pior.<\/p>\n<p>25<br \/>\nO Pr\u00edncipe \u00e1rabe Marte, Sol, V\u00eanus, Le\u00e3o,<br \/>\nReino de 1greja por mar sucumbir\u00e1:<br \/>\nPara os lados da p\u00e9rsia bem perto de um milh\u00e3o,<br \/>\nBiz\u00e2ncio, Egito, ver. serp. invadir\u00e1.<\/p>\n<p>26<br \/>\nA gente escrava por um acontecimento marcial,<br \/>\nVir\u00e1 em alto grau t\u00e3o elevada:<br \/>\nMudar\u00e3o Pr\u00edncipe, nascer\u00e1 um Estadual,<br \/>\nPassar o mar frota nos montes recrutada.<\/p>\n<p>27<br \/>\nPor fogo &amp; armas n\u00e3o longe do mar negro,<br \/>\nVir\u00e1 de p\u00e9rsia ocupar Trebizonda:<br \/>\nTremer Fato, Methelin, solo alegro,<br \/>\nDe sangue \u00c1rabe de \u00c1dria coberto onda.<\/p>\n<p>28<br \/>\nO bra\u00e7o pendente \u00e0 perna atado,<br \/>\nRosto p\u00e1lido, no seio punhal escondido:<br \/>\nPresas que ser\u00e3o feridas na briga,<br \/>\nAo grande de G\u00eanova ser\u00e1 o fogo deixado.<\/p>\n<p>29<br \/>\nA liberdade n\u00e3o ser\u00e1 recobrada,<br \/>\nO ocupar\u00e1 preto, feroz, vil\u00e3o, in\u00edquo<br \/>\nQuando a mat\u00e9ria da ponte seja lavrada,<br \/>\nDe Hister. Veneza zangada a rep\u00fablica.<\/p>\n<p>30<br \/>\nEm toda a volta da grande cidade,<br \/>\nEstar\u00e3o soldados acampados por campo &amp; vila:<br \/>\nDar o assalto Paris, Roma incitado,<br \/>\nSobre o mar ent\u00e3o ser\u00e1 feita grande pilhagem.<\/p>\n<p>31<br \/>\nPor terra Ant\u00edqua chefe da sapi\u00eancia,<br \/>\nQuem no presente \u00e9 a rosa do mundo:<br \/>\nPonte arruinado e seu grande preemin\u00eancia,<br \/>\nSer\u00e1 s\u00fadito e n\u00e1ufrago das ondas.<\/p>\n<p>32<br \/>\nOnde tudo o bom est\u00e1, todo bem Sol e Lua,<br \/>\n\u00c9 abundante, sua ru\u00edna se aproxima:<br \/>\nDo c\u00e9u se aproxima aventar sua fortuna,<br \/>\nEm mesmo est\u00e1dio que a s\u00e9tima rocha.<\/p>\n<p>33<br \/>\nOs principais cidad\u00e3os da cidade em revolta<br \/>\nlutar\u00e3o duramente para readquirir liberdade:<br \/>\nOs homens s\u00e3o cortados, mistura infeliz,<br \/>\ngritos, uivos em Nantes, triste de ver!<\/p>\n<p>34<br \/>\nDo mais profundo de Ocidente Ingl\u00eas,<br \/>\nOnde est\u00e1 o chefe da Ilha Brit\u00e2nica:<br \/>\nEntrar\u00e1 frota em Gironda por Blois,<br \/>\nPor vinho e sal, fogos escondidos em ton\u00e9is.<\/p>\n<p>35<br \/>\nPor cidade franca do grande mar sel\u00eanico,<br \/>\nque traz ainda a pedra no est\u00f4mago:<br \/>\nFrota inglesa vir\u00e1 sob a luta,<br \/>\nTomar um ramo, de t\u00e3o grande guerra.<\/p>\n<p>36 De irm\u00e3 o irm\u00e3o por simulado fingimento,<br \/>\nVir\u00e1 misturar borrifada em mineral:<br \/>\nSobre a placenta dada a velha tardia,<br \/>\nMorte, o que goste ser\u00e1 simples e rural.<\/p>\n<p>37<br \/>\nTrezentos estar\u00e3o em uma vontade e acordo,<br \/>\nQue para vir ao fim de sua espera,<br \/>\nVinte meses depois todos e lembran\u00e7as,<br \/>\nSeu Rei tra\u00eddo simulando \u00f3dio fingido.<\/p>\n<p>38<br \/>\nEste grande Monarca que ao morto suceder\u00e1,<br \/>\nDar\u00e1 vida il\u00edcita e l\u00fabrica,<br \/>\nPor indol\u00eancia a todos conceder\u00e1,<br \/>\nQue ao fim ser\u00e1 necess\u00e1ria a lei S\u00e1lica.<\/p>\n<p>39<br \/>\nDo verdadeiro ramo de flores de lis sa\u00eddo,<br \/>\nNomeado e situado herdeiro de Etruria:<br \/>\nSeu sangue antiga de comprida m\u00e3o tecida,<br \/>\nFar\u00e1 Floren\u00e7a florescer nos bras\u00f5es,<\/p>\n<p>40<br \/>\nO sangue Real estar\u00e1 t\u00e3o misturado,<br \/>\nObrigados estar\u00e3o Gauleses de Hesperia:<br \/>\nSe esperar\u00e1 que termo tenha passado,<br \/>\nE que mem\u00f3ria da voz se desvane\u00e7a.<\/p>\n<p>41<br \/>\nNascido sob as sombras e jornada noturna,<br \/>\nSer\u00e1 em reino e bondade soberana:<br \/>\nFar\u00e1 renascer seu sangue da antiga urna,<br \/>\nRenovando s\u00e9culo de ouro para o bronze.<\/p>\n<p>42<br \/>\nMarte elevado a seu mais alto apogeu,<br \/>\nFar\u00e1 retirar-se aos Alobrogos da Fran\u00e7a:<br \/>\nA gente Lombarda far\u00e1 tal susto,<br \/>\n\u00c0s da \u00e1guia compreendidos baixo a Balan\u00e7a.<\/p>\n<p>43 A grande ru\u00edna de segredos n\u00e3o se afasta,<br \/>\nProven\u00e7a, N\u00e1poles, Sic\u00edlia, Seez e Ponce,<br \/>\nNa Germ\u00e2nia, no Rin e Col\u00f4nia,<br \/>\nHumilhados a morte por todos os de Maguncia.<\/p>\n<p>44<br \/>\nPor mar o vermelho ser\u00e1 preso por piratas,<br \/>\nA paz ser\u00e1 por seu meio perturbada:<br \/>\nA ira &amp; o avaro cometer\u00e1 por santo ato<br \/>\nAo grande pont\u00edfice ser\u00e1 ex\u00e9rcito dobrado.<\/p>\n<p>45<br \/>\nO grande Imp\u00e9rio ser\u00e1 em breve desolado,<br \/>\nE trasladado perto de floresta das as Ardenas,<br \/>\nOs dois bastardos pelo primog\u00eanito privado,<br \/>\nE reinar\u00e1 Aenobarbus, nariz de passar\u00e3o.<\/p>\n<p>46<br \/>\nPor chap\u00e9us vermelhos, voc\u00ea querela e novos cismas,<br \/>\nQuando se tenha escolhido ao Sabin\u00e9s:<br \/>\nSe produzir\u00e1 contra o mundo sofisma,<br \/>\nE ser\u00e1 Roma danificada por Albaneses.<\/p>\n<p>47<br \/>\nO grande \u00c1raba marchar\u00e1 muito diante,<br \/>\nTra\u00eddo ser\u00e1 pelos Bizantinos:<br \/>\nA antiga Rodas se por\u00e1 por diante,<br \/>\nE maior logo que pelos outros Panones.<\/p>\n<p>48<br \/>\nAp\u00f3s grande afli\u00e7\u00e3o do cetro,<br \/>\nDois inimigos por eles ser\u00e3o vencidos:<br \/>\nFrota da \u00c1frica aos Panones ir\u00e1 nascer<br \/>\nPor mar e terra far\u00e3o horr\u00edveis coisas.<\/p>\n<p>49<br \/>\nNingu\u00e9m da Espanha, mas da antiga a Fran\u00e7a<br \/>\nN\u00e3o ser\u00e1 eleito para a tr\u00eamula nacela.<br \/>\nAo inimigo se a far\u00e1 fian\u00e7a,<br \/>\nQuem no seu reino ser\u00e1 peste cruel.<\/p>\n<p>50<br \/>\nO ano no qual os formosos do lis tenham a idade,<br \/>\nUm deles ter\u00e1 a grande Rumania:<br \/>\nTremer os montes, aberto Latino passagem,<br \/>\nPaz marchar contra forte da Arm\u00eania.<\/p>\n<p>51<br \/>\nA gente de D\u00e1cia, de 1nglaterra &amp; Pol\u00f4nia,<br \/>\nE de Bo\u00eamia far\u00e3o nova liga,<br \/>\nPara passar al\u00e9m de H\u00e9rcules a coluna,<br \/>\nBarcas, tirrenes erguer cruel briga.<\/p>\n<p>52<br \/>\nUm Rei far\u00e1 com que dar\u00e1 ao oposto,<br \/>\nOs exilados elevados sobre o reino:<br \/>\nDe sangue nada: a gente casta hip\u00f3lita,<br \/>\nE florescer\u00e1 longo tempo sob tal ins\u00edgnia.<\/p>\n<p>53<br \/>\nA lei de Sol e V\u00eanus advers\u00e1rios,<br \/>\nApropiando-se do esp\u00edrito da profecia,<br \/>\nNem um nem outro ser\u00e3o ouvidos,<br \/>\nPelo ch\u00e3o estar\u00e1 a lei do grande Messias.<\/p>\n<p>54<br \/>\nDo ponto Euxino, &amp; a grande Tart\u00e1ria,<br \/>\nUm rei existir\u00e1 que vir\u00e1 ver a G\u00e1lia:<br \/>\nAtravessar\u00e1 os alanos e a Arm\u00eania,<br \/>\nE em Biz\u00e2ncio deixar\u00e1 ensang\u00fcentada vara.<\/p>\n<p>55<br \/>\nDe regi\u00e3o da feliz Ar\u00e1bia,<br \/>\nNascer\u00e1 poderoso de lei maom\u00e9tica,<br \/>\n0fender a Espanha, conquistar a Granada,<br \/>\nE mais por mar \u00e0 gente lig\u00fastica.<\/p>\n<p>56<br \/>\nDepois da morte do velho papa<br \/>\nSer\u00e1 eleito um romano de boa idade:<br \/>\nEste ser\u00e1 acusado de enfraquecer a Santa S\u00e9 e viver\u00e1 por um longo per\u00edodo,<br \/>\nTomando atitudes polemicas.<\/p>\n<p>57<br \/>\nSair\u00e1 do monte Gaulsier e Aventino.<br \/>\nQue pelo buraco advertir\u00e1 ao ex\u00e9rcito,<br \/>\nEntre duas rochas ser\u00e1 feito o botim,<br \/>\nDe Sext mansol perder o renome.<\/p>\n<p>58<br \/>\nDo aqueduto de Uticense, de Garda.<br \/>\nPela floresta e monte inacess\u00edvel,<br \/>\nRodeado pela ponte ser\u00e1 golpeado com o punho,<br \/>\nO chefe nemeo que ser\u00e1 t\u00e3o terr\u00edvel.<\/p>\n<p>59<br \/>\nAo chefe ingl\u00eas em Nimes longa perman\u00eancia,<br \/>\nIr\u00e1 \u00e0 Espanha em socorro de Aenobarba:<br \/>\nV\u00e1rios morrer\u00e3o por Marte aberto esse dia,<br \/>\nQuando em Artois desfalecer estrela em barba.<\/p>\n<p>60<br \/>\nPor cabe\u00e7a careca vir\u00e1 a ser dif\u00edcil escolher,<br \/>\nMais que sua carga que leva passar\u00e1:<br \/>\nT\u00e3o grande furor e raiva far\u00e1 dizer,<br \/>\nQue a fogo e sangue todo sexo cortar\u00e1.<\/p>\n<p>61<br \/>\nO filho do grande n\u00e3o o sendo no seu nascimento,<br \/>\nSubjugar\u00e1 os altos montes Apeninos:<br \/>\nFar\u00e1 tremer a todos os da balan\u00e7a,<br \/>\nE dos montes fogo at\u00e9 Mont-Cenis.<\/p>\n<p>62<br \/>\nSobre os rochedos sangue se ver\u00e1 chover,<br \/>\nSol Oriente, Saturno Ocidental:<br \/>\nPerto de Orgon guerra, a Roma grande mal ver,<br \/>\nNaves afundadas &amp; tomado o Tridental.<\/p>\n<p>63<br \/>\nDe v\u00e3 empresa a honra imerecido clama,<br \/>\nGaleotes errantes por latinos, frio, fome, ondas.<br \/>\nN\u00e3o longe do Tibre de sangue a terra tingida.<br \/>\nE restos humanos ser\u00e3o diversas pragas.<\/p>\n<p>64<br \/>\nOs reunidos por repousos de grande n\u00famero,<br \/>\nPor terra e mar conselho contra mandato:<br \/>\nCerca do Outono G\u00eanova, Nice da sombre,<br \/>\nPor campos e vilas o chefe em contrabando.<\/p>\n<p>65<br \/>\nSubitamente vindo o temor ser\u00e1 grande,<br \/>\nOs principais do assunto escondidos:<br \/>\nE dama inflamada nunca voltar\u00e1 a ser vista<br \/>\nE pouco a pouco ser\u00e3o os grandes furiosos.<\/p>\n<p>66<br \/>\nSob os antigos edif\u00edcios vestales,<br \/>\nN\u00e3o afastados de aqueduto em ru\u00ednas:<br \/>\nDe Sol e Lua s\u00e3o os reluzentes metais,<br \/>\nArdente l\u00e2mpada Trian de ouro palpita.<\/p>\n<p>67<br \/>\nQuando chefe Pesa n\u00e3o ofere\u00e7a sua t\u00fanica,<br \/>\nSeios cobertos todos desnudos espoliar,<br \/>\nSer\u00e3o feitos sete feito Aristocr\u00e1tico,<br \/>\nO pai e o filho morte por ferida em garganta.<\/p>\n<p>68<br \/>\nO grande camelo vem para beber no Reno e no Dan\u00fabio.<br \/>\nIsto \u00e9 inevit\u00e1vel.<br \/>\nTremer\u00e1 a gente do Rh\u00f4ne, e ainda mais a do Loire.<br \/>\nPerto dos Alpes, o galo aniquilar\u00e1 os invasores.<\/p>\n<p>69<br \/>\nJ\u00e1 n\u00e3o ser\u00e1 mais o grande em falso sonho,<br \/>\nA inquieta\u00e7\u00e3o vir\u00e1 a tomar repouso:<br \/>\nLevantem falange de ouro, azul e vermelh\u00e3o,<br \/>\nSujuzgar a \u00c1frica,roer\u00e1 at\u00e9 o osso.<\/p>\n<p>70<br \/>\nAs regi\u00f5es submissas \u00e0 Balan\u00e7a,<br \/>\nFar\u00e3o turbar-se os montes por grande guerra,<br \/>\nCativos todo sexo e tudo Biz\u00e2ncio.<br \/>\nQue se gritar\u00e1 ao alba terra a terra.<\/p>\n<p>71 Pelo furor de um que esperar\u00e1 \u00e0 \u00e1gua,<br \/>\nPela grande raiva todo o ex\u00e9rcito emocionado:<br \/>\nCarregado de nobres em dezessete navios,<br \/>\nAo longo do R\u00f3dano demore chegado mensageiro<\/p>\n<p>72<br \/>\nPelo prazer de \u00e9dito voluptuoso,<br \/>\nSe por\u00e1 o veneno na f\u00e9:<br \/>\nV\u00eanus estar\u00e1 em um curso t\u00e3o virtuoso,<br \/>\nQue ofuscar\u00e1 do Sol toda lei.<\/p>\n<p>73<br \/>\nPerseguida ser\u00e1 de Deus a Igreja,<br \/>\nE os santos Templos ser\u00e3o depredados,<br \/>\nO filho, a m\u00e3e deixar\u00e1 desnuda em camisa,<br \/>\nSer\u00e3o \u00c1rabes a Poloneses unidos.<\/p>\n<p>74<br \/>\nDe sangue troiano nascer\u00e1 cora\u00e7\u00e3o germ\u00e2nico,<br \/>\nQue se tornar\u00e1 de tal modo poderoso:<br \/>\nRecha\u00e7ar\u00e1 gente estrangeira ar\u00e1bica.<br \/>\nVoltando a Igreja em pr\u00edstina preemin\u00eancia.<\/p>\n<p>75 Subir\u00e1 alto sobre o qual est\u00e1 mais \u00e0 direita,<br \/>\nEstar\u00e1 sentado sobre a pedra quadrada,<br \/>\nPara o meio-dia na janela,<br \/>\nBast\u00e3o torcido na m\u00e3o, boca fechada.<\/p>\n<p>76<br \/>\nEm lugar libertado ter\u00e1 seu pavilh\u00e3o,<br \/>\nE n\u00e3o querer\u00e1 na cidade tomar lugar:<br \/>\nAix, Carpem, Ilha Volce, Mont Cavaillon,<br \/>\nPor todos lugares abolir\u00e1 sua pegada.<\/p>\n<p>77<br \/>\nTodos os graus de honra eclesi\u00e1stico,<br \/>\nSer\u00e3o mudados em dial de telefone quirinal:<br \/>\nEm Marcial quirinal Hamigero.<br \/>\nDepois um Rei da Fran\u00e7a o far\u00e1 vulcanal.<\/p>\n<p>78<br \/>\nOs dois unidos n\u00e3o ser\u00e3o muito.<br \/>\nE em treze anos ao B\u00e1rbaro S\u00e1trapa,<br \/>\nNos dois lados ter\u00e3o tal perda,<br \/>\nQue um aben\u00e7oar\u00e1 a Barca e sua capa.<\/p>\n<p>79<br \/>\nPor sagrada pompa vir\u00e1 a descer as asas,<br \/>\nPela vinda do grande legislador:<br \/>\nHumilde enaltecer\u00e1, humilhar\u00e1 aos rebeldes,<br \/>\nN\u00e3o nascer\u00e1 na terra emulador algum.<\/p>\n<p>80<br \/>\nO Ogmi\u00e3o grande Biz\u00e2ncio se aproximar\u00e1,<br \/>\nRecha\u00e7ada ser\u00e1 a barbaresca liga:<br \/>\nDas duas leis a dos piratas ceder\u00e1,<br \/>\nB\u00e1rbaro e franco em perp\u00e9tua briga..<\/p>\n<p>81<br \/>\nO p\u00e1ssaro Real sobre a cidade solar,<br \/>\nSete meses antes ter\u00e1 feito noturno aug\u00fario:<br \/>\nMar de Oriente cair\u00e1 trov\u00e3o, rel\u00e2mpago.<br \/>\nSete dias \u00e0s portas os inimigos ent\u00e3o.<\/p>\n<p>82<br \/>\nAo conclu\u00ed-se a paz fora da fortaleza,<br \/>\nN\u00e3o sair\u00e1 o que em desespero posto:<br \/>\nQuando os de Arbois, de Langres, contra Bresse,<br \/>\nTer\u00e3o monte Dolle, emboscada de inimigos.<\/p>\n<p>83<br \/>\nOs que tenham empreendido a subvers\u00e3o,<br \/>\nNome parecido reino, poderoso e invenc\u00edvel:<br \/>\nO far\u00e3o por fraude, noites ap\u00f3s advertir,<br \/>\nQuando o maior na mesa leia B\u00edblia.<\/p>\n<p>84<br \/>\nNascer\u00e1 de fossa e cidade desmesurada,<br \/>\nNascido de pais escuros e tenebrosos:<br \/>\nQue a pot\u00eancia do grande Rei reverenciada,<br \/>\nQuerer\u00e1 destruir por Rou\u00e9n e Evreux.<\/p>\n<p>85<br \/>\nPela Su\u00e1bia e os lugares circunvizinhos,<br \/>\nEstar\u00e3o em guerra por causa de nuvens:<br \/>\nCampo de locustas &amp; mosquitos marinhos,<br \/>\nDo L\u00e9man as faltas ser\u00e3o desnudadas.<\/p>\n<p>86<br \/>\nPelas duas cabe\u00e7as, &amp; tr\u00eas bra\u00e7os separados,<br \/>\nA grande cidade ser\u00e1 por \u00e1guas ofendida:<br \/>\nGrandes entre eles por ex\u00edlio esgarrados,<br \/>\nPor cabe\u00e7a p\u00e9rsia Biz\u00e2ncio bastante apertada.<\/p>\n<p>87<br \/>\nO ano em que Saturno fora de servi\u00e7o,<br \/>\nNos francos terrenos sejam de \u00e1gua inundados:<br \/>\nDe sangue Troiana ser\u00e1 seu casamento,<br \/>\nE ser\u00e1 irm\u00e3 de Espanh\u00f3is circundada.<\/p>\n<p>88<br \/>\nSobre o areal por um odioso dil\u00favio,<br \/>\nDe outros mares achado monstro mar\u00edtimo:<br \/>\nPerto do lugar ser\u00e1 feito um ref\u00fagio,<br \/>\nTendo a Savona escrava de Turim.<\/p>\n<p>89<br \/>\nNa Hungria por Bo\u00eamia, Navarra,<br \/>\nE por bandeira santas sedi\u00e7\u00f5es:<br \/>\nPor flores de lis pa\u00eds levando a barra,<br \/>\nContra Orleans far\u00e1 emo\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>90<br \/>\nNa C\u00edcladas, em Perinto e Larisa,<br \/>\nEm Esparta todo o Peloponeso:<br \/>\nT\u00e3o grande fome, peste por falta conhecida,<br \/>\nNove meses estar\u00e1 e tudo quersoneso.<\/p>\n<p>91<br \/>\nNa grande feira livre que se chama dos mentirosos,<br \/>\nDe toda Corrente e campo Ateniense:<br \/>\nSer\u00e3o surpreendidos pelos cavalos leves,<br \/>\nPor Albaneses Marte, Le\u00e3o, Saturno, um aqu\u00e1rio.<\/p>\n<p>92<br \/>\nDepois do ass\u00e9dio sustentado dezessete anos,<br \/>\nCinco mudar\u00e3o t\u00e3o logo se acabe o prazo:<br \/>\nDepois um ser\u00e1 eleito ao mesmo tempo,<br \/>\nQue dos Romanos n\u00e3o ser\u00e1 muito conforme.<\/p>\n<p>93<br \/>\nSob o territ\u00f3rio do redondo globo lunar,<br \/>\nQuando for dominador Merc\u00fario:<br \/>\nA ilha de Esc\u00f3cia far\u00e1 um luminar,<br \/>\nQue desorientar\u00e1 os ingleses.<\/p>\n<p>94<br \/>\nEle incorporar\u00e1 r Grande Alemanha Brabante<br \/>\ne Flandres, Gante, Bruges e Bolonha.<br \/>\nA paz civil \u00e9 fingida.<br \/>\nO grande chefe arm\u00eanio manda tomar Viena e Col\u00f4nia.<\/p>\n<p>95 N\u00e1utico remo convidar\u00e1 os \u00fambrios,<br \/>\nDo grande Imp\u00e9rio pois incitar\u00e1:<br \/>\nO mar Egeu linhas de obst\u00e1culos,<br \/>\nImpedindo a onda Terena desembarcar.<\/p>\n<p>96<br \/>\nNo meio do grande mundo a rosa,<br \/>\nPor novos feitos sangue p\u00fablico derramado:<br \/>\nA dizer verdade se ter\u00e1 boca fechada,<br \/>\nQuando seja necess\u00e1rio chegar\u00e1 demore o esperado.<\/p>\n<p>97<br \/>\nO nascido deforme por horror sufocado,<br \/>\nNa cidade do grande Rei habit\u00e1vel:<br \/>\nO \u00e9dito severo dos cativos revocado,<br \/>\nGranizo e tempestade, Perd\u00e3o inestim\u00e1vel.<\/p>\n<p>98<br \/>\nA 48 graus de latitude<br \/>\nNo final de C\u00e2ncer (22 de julho) haver\u00e1 uma seca devastadora\u0085<br \/>\nO infort\u00fanio vir\u00e1 do c\u00e9u.<\/p>\n<p>99 Mil\u00e3o, Ferrara, Turim e Aquilea.<br \/>\nCapua, Brindisi humilhados por gente Celta:<br \/>\nPelo Le\u00e3o e falange aquilea<br \/>\nQuando Roma tenha o chefe idoso Brit\u00e2nico.<\/p>\n<p>100<br \/>\nO incendi\u00e1rio pelo seu fogo apanhado,<br \/>\nFogo do c\u00e9u a Carcas e Cominge,<br \/>\nFoix, Aux, Mazere, Insigne idoso escapado,<br \/>\nPelos de Hesse, Sax\u00e3os e Turinga<\/p>\n<p><strong>Nostradamus &#8211; Cent\u00faria VI<\/strong><\/p>\n<p>1<br \/>\nNos montes os Pireneus grande monte,<br \/>\nDe gente estranha socorrer Rei novo,<br \/>\nPerto de Garona do grande templo de Mas,<br \/>\nUm Romano chefe a temer\u00e1 dentro da \u00e1gua.<\/p>\n<p>2<br \/>\nNo ano quinhentos oitenta, mais ou menos.<br \/>\nSe esperar\u00e1 o s\u00e9culo muito estranho:<br \/>\nNo ano setecentos, e tr\u00eas c\u00e9us por testemunhas,<br \/>\nQue v\u00e1rios reinos um a cinco far\u00e3o mudan\u00e7a.<\/p>\n<p>3<br \/>\nRio que prova ao rec\u00e9m-nascido Celta,<br \/>\nSer\u00e1 em grande do Imp\u00e9rio disc\u00f3rdia:<br \/>\nO jovem Pr\u00edncipe por gente Eclesi\u00e1stica,<br \/>\nLan\u00e7ar\u00e1 o cetro coroado de conc\u00f3rdia.<\/p>\n<p>4<br \/>\nO Celta rio mudar\u00e1 de margem,<br \/>\nN\u00e3o ag\u00fcentar\u00e1 a cidade de Agripina,<br \/>\nTudo transmutado menos a velha l\u00edngua,<br \/>\nSaturno, Le\u00e3o, Marte, C\u00e2ncer \u00e0 rapina.<\/p>\n<p>5<br \/>\nFome terr\u00edvel, pela onda da peste.<br \/>\nSe estender\u00e1 sobre todo o P\u00f3lo Norte,<br \/>\nSamarobrin, a cem l\u00e9guas do hemisf\u00e9rio,<br \/>\nEles viver\u00e3o sem lei, livres da pol\u00edtica.<\/p>\n<p>6<br \/>\nUm cometa aparecer\u00e1 da dire\u00e7\u00e3o do setentri\u00e3o,<br \/>\nN\u00e3o muito distante de C\u00e2ncer:<br \/>\nSusa, Siena, Be\u00f3cia e o mar vermelho tremer\u00e3o,<br \/>\nO grande homem de Roma morrer\u00e1 quando o cometa desaparecer.<\/p>\n<p>7<br \/>\nA Noruega e a Dinamarca e a ilha Brit\u00e2nica,<br \/>\nPelos unidos irm\u00e3os ser\u00e3o humilhados,<br \/>\nO chefe Romano sa\u00eddo de sangue Gala,<br \/>\nE os ex\u00e9rcitos \u00e0s florestas repelidos.<\/p>\n<p>8<br \/>\nOs que estavam no reino para saber.<br \/>\nNo Real mudan\u00e7a se empobrecer\u00e3o:<br \/>\nUns exilados sem apoio, ouro n\u00e3o ter\u00e3o,<br \/>\nLetrados e letras n\u00e3o ser\u00e3o muito prezados.<\/p>\n<p>9<br \/>\nNos templos sagrados, ser\u00e3o cometidos esc\u00e2ndalos<br \/>\nSer\u00e3o imaginados como honra e louvor<br \/>\nDe quem eles cunham em moedas de ouro e medalhas.<br \/>\nO fim ser\u00e3o tormentas estranhas.<\/p>\n<p>10<br \/>\nUm pouco de tempo os templos das cores,<br \/>\nDe branco &amp; negro as duas entremisturadas:<br \/>\nVermelhos &amp; amarelos lhes roubar\u00e3o os seus,<br \/>\nSangue, terra, peste, fome, fogo d\u0092\u00e1gua morta.<\/p>\n<p>11<br \/>\nOs sete ramos ser\u00e3o reduzidos a tr\u00eas.<br \/>\nA morte surpreender\u00e1 os mais velhos.<br \/>\nDois ser\u00e3o atra\u00eddos ao fratric\u00eddio\u0085<\/p>\n<p>12<br \/>\nLevantar ex\u00e9rcitos para subir ao Imp\u00e9rio,<br \/>\nDo Vaticano o sangue Real ag\u00fcentar\u00e1:<br \/>\nFlamengos, Ingleses, Espanha com Aspire,<br \/>\nContra a It\u00e1lia e a Fran\u00e7a contender\u00e3o.<\/p>\n<p>13<br \/>\nUm duvidoso n\u00e3o chegar\u00e1 longe do reino,<br \/>\nA maioria querer\u00e1 sust\u00ea-lo,<br \/>\nUm capit\u00f3lio n\u00e3o querer\u00e1 em absoluto que reine,<br \/>\nSua grande carga n\u00e3o poder\u00e1 manter.<\/p>\n<p>14<br \/>\nLonge de sua terra Rei perder\u00e1 a batalha,<br \/>\nEm breve a escapar perseguido e preso,<br \/>\nIgnaro capturado baixo a dourada roupa de gin\u00e1stica,<br \/>\nSob falso h\u00e1bito e o inimigo surpreendido.<\/p>\n<p>15<br \/>\nQue haver\u00e1 seu pr\u00eamio sobre Nuremberg,<br \/>\nO Espanhol Rei em Capric\u00f3rnio leve.<br \/>\nEnganado e tra\u00eddo pela grande Vuitemberg.<\/p>\n<p>16<br \/>\nEm que encantado seja do jovem Milve,<br \/>\nPelos Normandos da Fran\u00e7a e Picardia,<br \/>\nOs pretos do templo de lugar de Floresta Negra,<br \/>\nDar\u00e3o abrigue e fogo de Lombardia<\/p>\n<p>17<br \/>\nDepois das limas queimadas os tropeiros,<br \/>\nObrigados ser\u00e3o mudar h\u00e1bitos diversos,<br \/>\nOs Saturninos queimados pelos moleiros.<br \/>\nFora da maioria que n\u00e3o ser\u00e1 coberta.<\/p>\n<p>18<br \/>\nPelos F\u00edsicos o grande Rei deixado,<br \/>\nPor sorte n\u00e3o arte do \u00c9brio est\u00e1 vivo.<br \/>\nEle e seu genro ao reino alto elevado.<br \/>\nGra\u00e7a outorgada a gente que Cristo quer.<\/p>\n<p>19<br \/>\nA verdadeira chama tragar\u00e1 \u00e0 dama,<br \/>\nQue querer\u00e1 colocar os Inocentes sobre o fogo,<br \/>\nCerca do assalto o ex\u00e9rcito se inflama,<br \/>\nQuando em Sevilha monstro como boi seja visto.<\/p>\n<p>20<br \/>\nA uni\u00e3o falsa ser\u00e1 de pouca dura\u00e7\u00e3o,<br \/>\nOs uns mudados reformando a maioria,<br \/>\nNas naves ser\u00e1 gente endurecida,<br \/>\nQuando haja em Roma um novo leopardo.<\/p>\n<p>21<br \/>\nQuando os do p\u00f3lo \u00c1rtico unidos juntos,<br \/>\nNo Oriente grande terror &amp; medo:<br \/>\nEleito recente, sustentado o grande tremor,<br \/>\nBiz\u00e2ncio de sangue b\u00e1rbaro tingida.<\/p>\n<p>22<br \/>\nNa terra do grande templo Celta,<br \/>\nSobrinho em Londres por paz falsa assassinado,<br \/>\nA barca ent\u00e3o ser\u00e1 cism\u00e1tica,<br \/>\nLiberdade falsa ser\u00e1 de choro e grito.<\/p>\n<p>23<br \/>\nA moeda desvalorizada pelo esp\u00edrito do reinado<br \/>\nO povo ser\u00e1 instigado contra seu rei.<br \/>\nNovos santos trazem paz, leis sagradas pioram.<br \/>\nParis nunca esteve com tanto problema.<\/p>\n<p>24<br \/>\nMarte e o cetro se encontrar\u00e3o em conjun\u00e7\u00e3o,<br \/>\nSob C\u00e2ncer calamitosa guerra,<br \/>\nUm logo depois ser\u00e1 novo Rei ungido,<br \/>\nQue por muito tempo pacificar\u00e1 a terra.<\/p>\n<p>25<br \/>\nPor Marte contr\u00e1rio ser\u00e1 a monarquia<br \/>\nDo grande pescador ter\u00e1 problemas<br \/>\nO jovem rei vermelho assumir\u00e1 o governo.<br \/>\nTraidores agir\u00e3o no dia brumoso.<\/p>\n<p>26<br \/>\nQuatro anos o ass\u00e9dio algu\u00e9m sustentar\u00e1,<br \/>\nUm sobreviver\u00e1 libidinoso de vida,<br \/>\nRavena e Pisa, Verona se manter\u00e3o,<br \/>\nPara elevar a cruz do Papa insist\u00eancia.<\/p>\n<p>27<br \/>\nDentro das ilhas de cinco rios a um,<br \/>\nPelo crescente do grande Chyren sel\u00eanico:<br \/>\nPelas neblinas furor de um,<br \/>\nSeis escapados, escondidos fardos de linho.<\/p>\n<p>28<br \/>\nO grande Celta entrar\u00e1 em Roma,<br \/>\nLevando massa de exilados e proscritos:<br \/>\nO grande pastor condenar\u00e1 a morte a todo homem,<br \/>\nQue pelo galo esteja nos os Alpes unidos.<\/p>\n<p>29<br \/>\nA vi\u00fava santa escutando as not\u00edcias,<br \/>\nDe seus descendentes posta em perplexidade e conturba\u00e7\u00e3o:<br \/>\nQue ser\u00e1 conduzida a apaziguar as suas querelas,<br \/>\nPela sua investiga\u00e7\u00e3o de atores ser\u00e1 enchida,<\/p>\n<p>30<br \/>\nPela apar\u00eancia de santa santidade,<br \/>\nSer\u00e1 tra\u00edda aos inimigos a sede:<br \/>\nNoite que se achava dormir com seguran\u00e7a,<br \/>\nPerto de Brabante ir\u00e3o os de Lieja.<\/p>\n<p>31<br \/>\nRei encontrar\u00e1 o que desejava tanto.<br \/>\nQuando o Prelado seja tomado por erro:<br \/>\nResponder ao Duque lhe trar\u00e1 logo que contente,<br \/>\nQue em Mil\u00e3o levar\u00e1 a v\u00e1rios a morte.<\/p>\n<p>32<br \/>\nPor trai\u00e7\u00f5es de vergas a morte golpeado,<br \/>\nCapturado ser\u00e1 pela sua desordem,<br \/>\nConselho fr\u00edvolo ao grande cativo ouvido,<br \/>\nNascido por furor quando Berich v\u00e1 morder.<\/p>\n<p>33<br \/>\nPor trai\u00e7\u00f5es de vergas a morte golpeado,<br \/>\nCapturado ser\u00e1 pela sua desordem,<br \/>\nConselho fr\u00edvolo ao grande cativo ouvido,<br \/>\nNascido por furor quando Berich v\u00e1 morder.<\/p>\n<p>34<br \/>\nDe fogo volante a maquina\u00e7\u00e3o,<br \/>\nVir\u00e1 alterar ao grande chefe assediado:<br \/>\nDentro haver\u00e1 tal sedi\u00e7\u00e3o,<br \/>\nQue em desespero estar\u00e3o os vencidos.<\/p>\n<p>35<br \/>\nPerto de Rion, e perto de brancal\u00e3,<br \/>\n\u00c1ries, Touro, C\u00e2ncer, Le\u00e3o, Virgem.<br \/>\nMarte, J\u00fapiter, o Sol arder\u00e1 grande plan\u00edcie,<br \/>\nFlorestas e cidades letras escondidas ao c\u00edrio.<\/p>\n<p>36<br \/>\nNem bem nem logo que por batalha terrestres,<br \/>\nNem chegar\u00e1 nos voc\u00ea confine de Perusa:<br \/>\nRebelde Pisa, Floren\u00e7a ver\u00e1 mal-estar,<br \/>\nRei noite ferido sobre mula com preta gualdrapa.<\/p>\n<p>37<br \/>\nO antigo trabalho ser\u00e1 conclu\u00eddo e, do teto,<br \/>\nUma cat\u00e1strofe terr\u00edvel cair\u00e1 sobre o grande homem.<br \/>\nUma vez morto, acusar\u00e3o um inocente:<br \/>\nO culpado ser\u00e1 escondido em floresta sombria.<\/p>\n<p>38<br \/>\nUm grande reino ficar\u00e1 desolado,<br \/>\nJunto ao Hebro se reunir\u00e3o.<br \/>\nMontes Pireneus o tornar\u00e3o consolado,<br \/>\nQuando em maio terras tremerem.<\/p>\n<p>39<br \/>\nO filho do reino por paternal tomada,<br \/>\nEspoliar ser\u00e1 para libertar:<br \/>\nJunto ao lago Trasimeno o azur tomado,<br \/>\nA tropa ref\u00e9m por muita embriaguez.<\/p>\n<p>40<br \/>\nGrande de Maguncia por grande sejam extinguir,<br \/>\nSer\u00e1 privado de sua grande dignidade:<br \/>\nOs de Col\u00f4nia t\u00e3o forte se queixar\u00e3o,<br \/>\nQue a grande garupa ao Rin ser\u00e1 arrojada.<\/p>\n<p>41<br \/>\nO segundo chefe do reino da Dinamarca,<br \/>\nPelos de Fr\u00edsia e a Ilha Brit\u00e2nica,<br \/>\nFar\u00e1 desprender mais de cem mil marcos,<br \/>\nEm v\u00e3o explodir viaje para It\u00e1lica<\/p>\n<p>42<br \/>\nA Ogmi\u00e3o ser\u00e1 deixado o reino,<br \/>\nDo grande Selyn que mais ser\u00e1 desfeito:<br \/>\nPelas 1t\u00e1lias estender\u00e1 sua ins\u00edgnia,<br \/>\nRegido ser\u00e1 por prudente contrafa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>43<br \/>\nLongo tempo ficar\u00e1 sem ser habitada,<br \/>\nOnde Sena &amp; Marne em volta vem banhar,<br \/>\nDo Tamisa &amp; marciais atacada,<br \/>\nJulgando recha\u00e7ar os guardas enganadores.<\/p>\n<p>44<br \/>\nDe noite por Nantes L\u00edris aparecer\u00e1,<br \/>\nArtes marinhas suscitar\u00e3o a chuva:<br \/>\nAr\u00e1bico golfo grande frota afundar\u00e1,<br \/>\nUm monstro em Saxe nascer\u00e1 de urso &amp; porca gorda.<\/p>\n<p>45<br \/>\nO governador do reino bem s\u00e1bio,<br \/>\nN\u00e3o consentir\u00e1 querendo a feito Real:<br \/>\nMelilha frota pelo contr\u00e1rio vento,<br \/>\nA reenviar\u00e1 a seu mais desleal.<\/p>\n<p>46<br \/>\nUm justo ser\u00e1 ao ex\u00edlio reenviado,<br \/>\nPor pestil\u00eancias aos seus confine de Nonseggle.<br \/>\nResposta ao vermelho lhe far\u00e1 desviado,<br \/>\nRei retirando \u00e0 R\u00e3 e ao \u00c1guia.<\/p>\n<p>47<br \/>\nEntre dois montes os dois grandes em assembl\u00e9ia,<br \/>\nAbandonar\u00e3o seu simult\u00e2neo segredo,<br \/>\nBruxelas e Dole por Langres azafamados,<br \/>\nPara Malinas executar sua peste.<\/p>\n<p>48<br \/>\nA santidade muito falsa e sedutora,<br \/>\nAcompanhada de uma l\u00edngua discreta:<br \/>\nA cidade velha, e Parma muito apressada,<br \/>\nFloren\u00e7a e Siena ficar\u00e3o mais desertas.<\/p>\n<p>49<br \/>\nDe parte de Mammer grande Pont\u00edfice.<br \/>\nSubjugar\u00e1 os seus confine do Dan\u00fabio:<br \/>\nPerseguir os cruzamentos por ferro saque e roubo.<br \/>\nCativos, ouro, an\u00e9is de mil rubis.<\/p>\n<p>50<br \/>\nNo po\u00e7o se encontrar\u00e3o os ossos,<br \/>\nSer\u00e1 o incesto cometido pela madrasta:<br \/>\nO estado mudado, se querer\u00e1 ru\u00eddo e alvoro\u00e7o.<br \/>\nE se ter\u00e1 Marte esperando a seu astro.<\/p>\n<p>51<br \/>\nPovo reunido, para ver novo espet\u00e1culo,<br \/>\nPr\u00edncipes e Reis por muitos presentes,<br \/>\nSeus pilares que falham, muros, mas com milagre<br \/>\nO Rei salvo e trinta dos presentes.<\/p>\n<p>52<br \/>\nEm lugar do grande que ser\u00e1 condenado,<br \/>\nDe pris\u00e3o fora, seu amigo no seu lugar:<br \/>\nA esperan\u00e7a Troiana em seis meses juntos morte nascida,<br \/>\nO Sol na urna ser\u00e1 pintado rio sorvete.<\/p>\n<p>53<br \/>\nO grande Prelado Celta ao Rei suspeito,<br \/>\nDe noite correndo sair\u00e1 do reino:<br \/>\nPor Duque f\u00e9rtil a seu grande Rei a Bretanha.<br \/>\nBiz\u00e2ncio em Chipre e Tunis sem suspeitar.<\/p>\n<p>54<br \/>\nAo apontar o dia ao segundo canto do galo,<br \/>\n0s de Tunis, de Fes, e de Bougie,<br \/>\nPelos \u00e1rabes cativo o rei do Marrocos,<br \/>\n0 ano mil seiscentos e sete de Liturgia.<\/p>\n<p>55<br \/>\nAo acalmado Duque, tirando-lhe a linhagem.<br \/>\nVela Arabesca veja, s\u00fabito descobrimento.<br \/>\nTr\u00edpolis, Gulo e os de Bulha,<br \/>\nDuque preso, Marnegro e a cidade deserta.<\/p>\n<p>56<br \/>\nO temido ex\u00e9rcito do inimigo Narbon\u00e9s,<br \/>\nAtemorizar\u00e1 tanto aos Hesp\u00e9ricos:<br \/>\nPerpignan esvaziou pelo cego darb\u00f3n,<br \/>\nDepois Barcelona por mar dar\u00e1 as lan\u00e7as.<\/p>\n<p>57<br \/>\nAquele que for antes no reino,<br \/>\nTendo chefe vermelho perto da hierarquia,<br \/>\n\u00c1spero e cruel e se far\u00e1 tanto temer,<br \/>\nSuceder\u00e1 a sagrada monarquia.<\/p>\n<p>58<br \/>\nEntre os dois monarcas afastados,<br \/>\nQuando o Sol por sel\u00eanicos claridade perdida:<br \/>\n\u00d3dio grande entre dois indignados,<br \/>\nQue \u00e0s Ilhas e Siena a liberdade devolvida.<\/p>\n<p>59<br \/>\nDama em furor por raiva de adult\u00e9rio,<br \/>\nVir\u00e1 seu Pr\u00edncipe conjurados nomes dizer:<br \/>\nMas breve conhecido ser\u00e1 o vitup\u00e9rio,<br \/>\nQue ser\u00e3o levados dezessete ao mart\u00edrio.<\/p>\n<p>60<br \/>\nO Pr\u00edncipe fora de sua terra Celta,<br \/>\nSer\u00e1 tra\u00eddo, enganado por int\u00e9rprete:<br \/>\nRouen, A Rochelle pelos de Harm\u00f4nica,<br \/>\nNo porto de Blaue enganados por monge e cura.<\/p>\n<p>61<br \/>\nO grande tapume pregado n\u00e3o mostrar\u00e1,<br \/>\nMais que a meias a maior parte da hist\u00f3ria:<br \/>\nExpulso do reino longe \u00e1spero aparecer\u00e1,<br \/>\nQue em feito b\u00e9lico todos o achar\u00e3o.<\/p>\n<p>62<br \/>\nMuito mais tarde as duas as flores ser\u00e3o perdidas,<br \/>\nContra a lei serpente n\u00e3o querer\u00e1 fazer:<br \/>\nSua for\u00e7a Ligures por galp\u00f3n confundidas,<br \/>\nSavona, Albenga por monge grande mart\u00edrio.<\/p>\n<p>63<br \/>\nA dama deixada s\u00f3 no reino.<br \/>\nSeu incompar\u00e1vel (marido) exterminado no leito de honra:<br \/>\nDurante sete anos ela prantear\u00e1 na m\u00e1goa.<br \/>\nDepois de uma longa exist\u00eancia e boa sorte para o reinado<\/p>\n<p>64<br \/>\nN\u00e3o se alcan\u00e7ar\u00e1 nenhum final,<br \/>\nTodos os receptores ser\u00e3o enganados,<br \/>\nDe paz e tr\u00e9gua, terra e mar protestados,<br \/>\nPor Barcelona frota tomada com trabalho.<\/p>\n<p>65<br \/>\nDois grelhados sobre o cal\u00e7amento.<\/p>\n<p>66<br \/>\nDurante a funda\u00e7\u00e3o de uma seita nova,Os ossos do grande romano ser\u00e3o encontrados\u0085<\/p>\n<p>67<br \/>\nUm homem bem diferente atingir\u00e1 o grande imp\u00e9rio.<br \/>\nDistante de bondade, mais ainda de felicidade,<br \/>\nRegido por algu\u00e9m vindo um pouco de sua cama.<br \/>\nO rei se precipita a um grande infort\u00fanio.<\/p>\n<p>68<br \/>\nQuando os soldados furor sedicioso,<br \/>\nContra seu chefe seja de noite o ferro a brilhar:<br \/>\nInimigo de Alba seja por m\u00e3o furiosa,<br \/>\nQuando humilhada Roma, e principais seduzir.<\/p>\n<p>69<br \/>\nA piedade grande ser\u00e1 sem muito demorar,<br \/>\nOs que davam ser\u00e3o obrigados a tomar:<br \/>\nN\u00f3s, mortos de fome, sejam, vendados,<br \/>\nOs montes passar cometendo grande esc\u00e2ndalo.<\/p>\n<p>70<br \/>\nUm chefe do mundo o grande Chyren ser\u00e1,<br \/>\nMuito mais amado, respeitado, temido:<br \/>\nSeu barulho &amp; fama os c\u00e9us ultrapassar\u00e1,<br \/>\nE s\u00f3 se contentar\u00e1 com o t\u00edtulo de Vencedor.<\/p>\n<p>71<br \/>\nQuando o grande Rei parente,<br \/>\nAntes que tenha a alma entregue:<br \/>\nO que menos vinga a lamentar-se,<br \/>\nPor Le\u00f5es, \u00c1guias, cruzamentos, coroa vencida.<\/p>\n<p>72<br \/>\nPor furor fingido de emo\u00e7\u00e3o divina,<br \/>\nSer\u00e1 a mulher do grande violada:<br \/>\nJu\u00edzes querendo danar tal doutrina,<br \/>\nV\u00edtima ao povo ignorante imolada,<\/p>\n<p>73<br \/>\nEm cidade grande um monge e artes\u00e3o,<br \/>\nPerto da porta hospedado e nas muralhas,<br \/>\nContra Moderna secreto, cauteloso.<br \/>\nTrai\u00e7\u00e3o sob aspecto de esponsales.<\/p>\n<p>74<br \/>\nA expulsa ao reino voltar\u00e1,<br \/>\nSeus inimigos achados conjurados:<br \/>\nMais que nunca seu tempo triunfar\u00e1,<br \/>\nTr\u00eas e setenta a morte muito seguro.<\/p>\n<p>75<br \/>\nO grande piloto por Rei ser\u00e1 chamado,<br \/>\nDeixar a frota para mais alto posto alcan\u00e7ar:<br \/>\nSete anos depois ser\u00e1 contrabandeado,<br \/>\nB\u00e1rbara armada far\u00e1 Veneza temer.<\/p>\n<p>76<br \/>\nA cidade antiga deteriorada forja,<br \/>\nN\u00e3o podendo ao tirano suportar:<br \/>\nA manga falso no templo cortar garganta,<br \/>\nAos seus o povo a morte querer\u00e1 enviar.<\/p>\n<p>77<br \/>\nPela vit\u00f3ria do burlado fraudulento,<br \/>\nDuas frota uma, a revolta A Germ\u00e2nia.<br \/>\nO chefe assassinado e seu filho na loja,<br \/>\nFloren\u00e7a, \u00cdmola perseguidas em Romanha.<\/p>\n<p>78<br \/>\nGritar vit\u00f3ria do grande sel\u00eanico crescente,<br \/>\nPelos romanos ser\u00e1 a \u00c1guia clamada,<br \/>\nTessin, Mil\u00e3o, &amp; G\u00eanova n\u00e3o consente nisso,<br \/>\nDepois por eles mesmos Basil grande reclamado.<\/p>\n<p>79<br \/>\nPerto do Tessin os habitantes de Loire,<br \/>\nGarona &amp; Saona, Sena, Tain, &amp; Gironda:<br \/>\nAl\u00e9m dos montes erguer\u00e3o promont\u00f3rio,<br \/>\nConflito dado, P\u00f3 cheio, submerso onda.<\/p>\n<p>80<br \/>\nDe Fes o reino chegar\u00e1 aos da Europa,<br \/>\nFogo a cidade deles, &amp; l\u00e2mina cortar\u00e1:<br \/>\nO grande de \u00c1sia terra &amp; mar em grande tropa,<br \/>\nQue azuis, g\u00e1zeos, cruz \u00e0 morte ca\u00e7ar\u00e1.<\/p>\n<p>81<br \/>\nPranto, gritos &amp; lamentos, urros, terror,<br \/>\nCora\u00e7\u00e3o inumano, cruel, negro e transtornado:<br \/>\nL\u00e9man as Ilhas, de G\u00eanova os maiores,<br \/>\nSangue espalhar, frio fome, sem clem\u00eancia.<\/p>\n<p>82<br \/>\nPelos desertos de lugar um livre e feroz,<br \/>\nVir\u00e1 errar sobrinho do grande Pont\u00edfice:<br \/>\nAfundado por sete como um pesado tronco,<br \/>\nPelos quais depois ocupar\u00e3o Cife.<\/p>\n<p>83<br \/>\nO que ter\u00e1 tanto honra e car\u00edcias,<br \/>\nA sua entrada da Gala B\u00e9lgica,<br \/>\nTempos depois cometer\u00e1 tanta rudeza,<br \/>\nE ser\u00e1 contra a flor t\u00e3o b\u00e9lica.<\/p>\n<p>84<br \/>\nQuem em Esparta Cl\u00e1udio n\u00e3o p\u00f4de reinar,<br \/>\nFar\u00e1 tanto por via da sedu\u00e7\u00e3o:<br \/>\nQue de curto, longo, o far\u00e1 arranhar,<br \/>\nQue contra rei far\u00e1 sua perspectiva.<\/p>\n<p>85<br \/>\nA grande cidade de Tarso por gauleses<br \/>\nSer\u00e1 destru\u00edda, cativos todos em Turban:<br \/>\nSocorro por mar do grande portugu\u00eas,<br \/>\nPrimeiro de ver\u00e3o o dia do sagrado Urbano.<\/p>\n<p>86<br \/>\nO grande Prelado um dia depois que seu sonho,<br \/>\nInterpretado ao rev\u00e9s de seu sentido,<br \/>\nDa Gasconha lhe chegar\u00e1 um monge,<br \/>\nQue far\u00e1 escolher ao grande Prelado de Sens.<\/p>\n<p>87<br \/>\nA Elei\u00e7\u00e3o feita em Francfurt,<br \/>\nN\u00e3o ter\u00e1 lugar, Mil\u00e3o se opor\u00e1:<br \/>\nO mais pr\u00f3ximo parecer\u00e1 t\u00e3o forte,<br \/>\nQue ao outro lado do Rin aos mareschs perseguir\u00e1.<\/p>\n<p>88<br \/>\nUm grande reino ficar\u00e1 arruinado,<br \/>\nPerto do Ebro se reunir\u00e3o em assembl\u00e9ias.<br \/>\nOs Pirineus o consolar\u00e3o<br \/>\nEm maio haver\u00e1 grandes terremotos.<\/p>\n<p>89<br \/>\nEntre dois cepos p\u00e9s e m\u00e3os atados,<br \/>\nDe mel cara untada, e de leite sustentado:<br \/>\nVespas e moscas amor fingido,<br \/>\nAgoureiros falsear, Cife tentado.<\/p>\n<p>90<br \/>\nO desonrado hediondo abomin\u00e1vel,<br \/>\nDepois do fato ser\u00e1 felicitado:<br \/>\nGrande escusado, para n\u00e3o ser favor\u00e1vel,<br \/>\nQue a paz Netuno n\u00e3o ser\u00e1 incitado.<\/p>\n<p>91<br \/>\nDo motorista da guerra naval,<br \/>\nVermelho desenfreado, severo, horr\u00edvel garra,<br \/>\nCativo escapado do maior em uma cesta:<br \/>\nQuando nascer\u00e1 do grande um filho de Agripa.<\/p>\n<p>92<br \/>\nPr\u00edncipe de beleza t\u00e3o encantadora,<br \/>\nAo chefe levado, o segundo feito trai\u00e7\u00e3o:<br \/>\nA cidade com a espada de p\u00f3lvora cara adusta,<br \/>\nPor muito grande assassinato o chefe do rei odiado.<\/p>\n<p>93<br \/>\nPrelado avaro, de ambi\u00e7\u00e3o enganado,<br \/>\nNada far\u00e1 que muito cuidar vir\u00e1:<br \/>\nSeus mensageiros, &amp; ele bem agarrado,<br \/>\nTudo se recusa ao olhar do que corta o bosque.<\/p>\n<p>94<br \/>\nUm rei irado ser\u00e1 com os rebeldes,<br \/>\nQuando proibidos sejam os meses de guerra:<br \/>\nO veneno tingido de a\u00e7\u00facar pelas framboesas,<br \/>\nPelas \u00e1guas assassinatos, mortos dizendo aperta aperta.<\/p>\n<p>95<br \/>\nPor detrator caluniado mal nascido,<br \/>\nQuando sejam feitos enormes e marciais:<br \/>\nA menos parte duvidosa ao primog\u00eanito,<br \/>\nE em breve no reino ser\u00e3o feitas por\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>96<br \/>\nGrande cidade pelos soldados abandonada,<br \/>\nNunca viu mortal tumulto t\u00e3o pr\u00f3ximo:<br \/>\nOh que odiosa mortandade se aproxima!<br \/>\nNem uma ofensa lhe ser\u00e1 perdoada.<\/p>\n<p>97<br \/>\nPerto do paralelo 45 o c\u00e9u arder\u00e1 em chamas.<br \/>\nO fogo se aproxima da grande cidade nova.<br \/>\nDe repente ergue-se ao c\u00e9u enorme chama,<br \/>\nquando os do Norte fizerem a experi\u00eancia.<\/p>\n<p>98<br \/>\nArruinada nos Vosgos de medo t\u00e3o terr\u00edvel,<br \/>\nSua grande cidade tinta, feito pestilento,<br \/>\nSaquear Sol, Lua e violar seus templos:<br \/>\nE os dois rios avermelhar de sangue que cai.<\/p>\n<p>99<br \/>\nO inimigo douto ficar\u00e1 confuso,<br \/>\nGrande campo doente, &amp; desfeito por emboscadas:<br \/>\nMontes Pireneus &amp; Poenus lhe ser\u00e3o feitos recusa,<br \/>\nPr\u00f3ximo do rio descobrindo antigos buracos.<\/p>\n<p>100<br \/>\nFilha da Aura, asilo do doentio,<br \/>\nOnde at\u00e9 o c\u00e9u se v\u00ea o anfiteatro:<br \/>\nProd\u00edgio visto, teu mal est\u00e1 muito perto,<br \/>\nVoc\u00ea ser\u00e1 cativa, e de vezes mais de quatro.<\/p>\n<p><strong>Nostradamus &#8211; Cent\u00faria VII<\/strong><\/p>\n<p>1<br \/>\nO arca do tesouro por Aquiles enganada,<br \/>\nAos procriados sabido o quadrangular:<br \/>\nPara o fato Real o como ser\u00e1 sabido,<br \/>\nCorpo visto enforcado \u00e0 vista do povo.<\/p>\n<p>2<br \/>\nPor Marte aberto Arl\u00e9s lhe dar\u00e1 a guerra,<br \/>\nDe noite ser\u00e3o os soldados surpreendidos:<br \/>\nPreto, branco \u00e0 Indiana dissimulados em terra,<br \/>\nBaixo a falsa capa traidores vereis e ouvireis<\/p>\n<p>3<br \/>\nDepois da Fran\u00e7a a vit\u00f3ria naval,<br \/>\nOs Barcinones, Selinones, os Foceos,<br \/>\nTerra de ouro, ainda que conseguido na bala,<br \/>\nOs de Tolano \u00e0 fraude ser\u00e3o consentidos.<\/p>\n<p>4<br \/>\nO Duque de Langres assediado em Dolle,<br \/>\nAcompanhado de Autun e Lioneses:<br \/>\nGenebra, Ausburgo, unidos os de Mirandola,<br \/>\nPassar os montes contra os de Ancona.<\/p>\n<p>5<br \/>\nVinho na mesa ser\u00e1 derramado,<br \/>\nO terceiro n\u00e3o ter\u00e1 o que pretendia:<br \/>\nDuas vezes de noite a Parma descido,<br \/>\nPerusa em Pisa far\u00e1 o que o queria.<\/p>\n<p>6<br \/>\nN\u00e1poles, Palermo e toda Sic\u00edlia,<br \/>\nPor m\u00e3o b\u00e1rbara ser\u00e3o desabitados,<br \/>\nC\u00f3rsega, Salermo e de Sardenha a Ilha.<br \/>\nFome, peste, guerra, fim das doen\u00e7as tentados.<\/p>\n<p>7<br \/>\nSobre o combate grandes cavalos leves,<br \/>\nSe gritar\u00e1 ao grande crescente confundido:<br \/>\nDe noite matar montes, h\u00e1bitos de pastores,<br \/>\nAbismos vermelhos nas fossas profundas.<\/p>\n<p>8<br \/>\nFlora, foge, foge o mais pr\u00f3ximo Romano,<br \/>\nEm Fesolano ser\u00e1 dado conflito:<br \/>\nSangue derramada, os mais grandes pegados com a m\u00e3o.<br \/>\nNem templo nem sexo ser\u00e1 perdoado.<\/p>\n<p>9<br \/>\nDama em aus\u00eancia de seu grande capit\u00e3o,<br \/>\nSer\u00e1 perdida em amores pelo Vice-rei,<br \/>\nFalsa promessa e desgra\u00e7ado abra\u00e7o,<br \/>\nEntre as m\u00e3os do grande Pr\u00edncipe Barois.<\/p>\n<p>10<br \/>\nPelo grande pr\u00edncipe lim\u00edtrofe de Mans,<br \/>\nValioso e valente chefe do grande ex\u00e9rcito:<br \/>\nPor mar e terra de Gauleses e Normandos,<br \/>\nCaspre passar Barcelona saqueada Ilha.<\/p>\n<p>11<br \/>\nO infante Real desprezar\u00e1 \u00e0 m\u00e3e.<br \/>\nOlho, p\u00e9s feridos, rude desobediente,<br \/>\nNot\u00edcia a dama estrangeira e muito amarga,<br \/>\nSer\u00e3o assassinados dos seus mais de quinhentos.<\/p>\n<p>12<br \/>\nO grande nascido depois far\u00e1 o fim da guerra,<br \/>\nAos deuses re\u00fane os escusados:<br \/>\nCahors, Moissac ir\u00e3o longe do cerco,<br \/>\nRejeitado Lestore, os de Agen arrasados.<\/p>\n<p>13<br \/>\nDa cidade marina e tribut\u00e1ria,<br \/>\nA cabe\u00e7a rapada tomar\u00e1 a satrapia:<br \/>\nExpulsar s\u00f3rdido que depois ser\u00e1 contr\u00e1rio,<br \/>\nPor quatorze anos se manter\u00e1 a tirania.<\/p>\n<p>14<br \/>\nFalso expor vir\u00e1 topografia,<br \/>\nSer\u00e3o as criptas dos monumentos abertas:<br \/>\nPulular seita, santa filosofia,<br \/>\nPor brancas, preta e por antigas verdes.<\/p>\n<p>15<br \/>\nAnte cidade de Insubria comarca,<br \/>\nSete ser\u00e1 o lugar ante ela posto:<br \/>\nO muito grande Rei far\u00e1 sua entrada,<br \/>\nCidade mais livre sem seus inimigos.<\/p>\n<p>16<\/p>\n<p>Entrada profunda pela grande rainha feita,<br \/>\nVoltar\u00e1 o lugar poderoso inacess\u00edvel:<br \/>\nO ex\u00e9rcito dos tr\u00eas Le\u00f5es ser\u00e1 derrotado,<br \/>\nFazendo dentro coisas odiosas e terr\u00edveis.<\/p>\n<p>17<br \/>\nO Pr\u00edncipe raro de piedade e clem\u00eancia,<br \/>\nVir\u00e1 a mudar por morte grande conhecimento,<br \/>\nPor grande repouso o reino trabalhado,<br \/>\nQuando o grande em breve ser\u00e1 condenado.<\/p>\n<p>18<br \/>\nOs assediados colorir\u00e3o seus impedimentos,<br \/>\nSete dias depois far\u00e3o cruel sa\u00edda,<br \/>\nNa repulsa, fogo sangue. Sete mortos com tocha.<br \/>\nDama cativa que tinha a paz tecida.<\/p>\n<p>19<br \/>\nO forte de Nicea n\u00e3o ser\u00e1 combatido,<br \/>\nVencido ser\u00e1 por rutilante metal.<br \/>\nSeu ato ser\u00e1 por longo tempo debatido,<br \/>\nAos cidad\u00e3os estrangeiros espantalho.<\/p>\n<p>20<br \/>\nEmbaixadores da Toscana l\u00edngua,<br \/>\nAbril e Maio os Alpes e mar passados,<br \/>\nO do terreno expor\u00e1 a arenga.<br \/>\nVida Gala n\u00e3o vindo a apagar.<\/p>\n<p>21<br \/>\nPor pestilento inimizade dos Vosgos.<br \/>\nDissimuladamente expulsar\u00e1 ao tirano.<br \/>\nNa ponte de Sorgues se far\u00e1 a mudan\u00e7a,<br \/>\nDe levar \u00e0 morte a ele e seu seguidor.<\/p>\n<p>22<br \/>\nOs cidad\u00e3os de Mesopot\u00e2mia,<br \/>\nO Ir\u00e3o ao encontro amigos de Tarragona,<br \/>\nJogos, ritos, banquetes, toda a gente dormida,<br \/>\nVicario no R\u00f3dano, tomada cidade, os de Ausonia.<\/p>\n<p>23<br \/>\nO Real cetro estar\u00e1 obrigado a tomar,<br \/>\nO que seus predecessores tinham comprometido.<br \/>\nDepois que o anel se far\u00e1 logo que ouvir.<br \/>\nQuando se fa\u00e7a o pal\u00e1cio saquear.<\/p>\n<p>24<br \/>\nO enterrado sair\u00e1 do t\u00famulo,<br \/>\nFar\u00e1 de quadris atar o forte da ponte.<br \/>\nEnvenenado com ovos de Barbo.<br \/>\nGrande de Lorena pelo Marqu\u00e9s del Puente.<\/p>\n<p>25<br \/>\nPor guerra longo tudo, o ex\u00e9rcito esgotar.<br \/>\nQue para soldados n\u00e3o achar\u00e3o pec\u00fania.<br \/>\nEm lugar de ouro, de prata, couro se cunhasse,<br \/>\nGaul\u00eas bronze, selado crescente de Lua.<\/p>\n<p>26<br \/>\nFustas e gal\u00e9s cerca de sete navios,<br \/>\nSer\u00e1 pessoa que deve pagar uma letra de c\u00e2mbio uma mortal guerra,<br \/>\nChefe de Madri receber\u00e1 golpe de dardo,<br \/>\nDois escapados, e cinco levados a terra.<\/p>\n<p>27<br \/>\nAo flanco de Vasc a grande cavalaria,<br \/>\nPerto de Ferrara impedidos pela bagagem,<br \/>\nR\u00e1pidos em Turim far\u00e3o tal ca\u00e7ada,<br \/>\nQue no forte trocar\u00e3o seus ref\u00e9ns.<\/p>\n<p>28<br \/>\nO capit\u00e3o conduzir\u00e1 grande presa,<br \/>\nSobre a montanha de inimigos mais pr\u00f3xima:<br \/>\nRodeado, por fogo far\u00e1 tal via,<br \/>\nTodos escapados, ou trinta abrasados.<\/p>\n<p>29<br \/>\nO grande Duque de Alba se rebelar\u00e1,<br \/>\nA seus grandes pais far\u00e1 trai\u00e7\u00e3o:<br \/>\nO grande de Guisa lhe debelar\u00e1,<br \/>\nCativo levado e monumento elevado.<\/p>\n<p>30<br \/>\nO saque se aproxima, fogo, grande sangue derramada,<br \/>\nPor grandes rios, dos boyerros a empresa,<br \/>\nDe G\u00eanova, Nice ap\u00f3s comprida espera,<br \/>\nFoussan, Turim, em Saullan a tomada.<\/p>\n<p>31<br \/>\nDe Languedoc, e Gutena mais de dez,<br \/>\nMil querer\u00e3o os os Alpes passar:<br \/>\nGrandes Al\u00f3broges ir contra Brindisi,<br \/>\nAquino e Brescia lhes far\u00e3o retroceder.<\/p>\n<p>32<br \/>\nDo monte Real nascer\u00e1 de uma casandra,<br \/>\nQuem cova e conta vir\u00e1 a tiranizar,<br \/>\nLevantar fortuna da marca Milanesa.<br \/>\nFaenza, Floren\u00e7a de ouro e gente esgotar.<\/p>\n<p>33<br \/>\nPor fraude reina, sua for\u00e7a espoliar,<br \/>\nA frota obsessa, passagens ao espia,<br \/>\nDois santos amigos se aliar\u00e3o,<br \/>\nDespertar \u00f3dio longo tempo latente.<\/p>\n<p>34<br \/>\nO grande pesar estar\u00e1 a gente Gala,<br \/>\nCora\u00e7\u00e3o v\u00e3o, leve achar\u00e1 temeridade:<br \/>\nP\u00e3o, sal, nem vinho, \u00e1gua, veneno nem cerveja,<br \/>\nMaior cativo, fome, frio, necessidade.<\/p>\n<p>35<br \/>\nO grande pecado lamentar\u00e1, chorar\u00e1,<br \/>\nDe haver eleito, equivocados ser\u00e3o na idade:<br \/>\nMal com eles querer\u00e1 estar,<br \/>\nEnganado ser\u00e1 pelos de sua l\u00edngua.<\/p>\n<p>36<br \/>\nDeus, o c\u00e9u, todo o divino verbo \u00e0s ondas,<br \/>\nLevados por vermelhos sete ra\u00e7as a Biz\u00e2ncio.<br \/>\nContra os ungidos trezentos de Trebizonda,<br \/>\nDuas leis por\u00e3o, e horror, depois cren\u00e7a.<\/p>\n<p>37<br \/>\nDez enviados, chefe de nave levado \u00e0 morte,<br \/>\nDe um advertido, em frota guerra aberta.<br \/>\nConfus\u00e3o chefe, um se lan\u00e7a e morde,<br \/>\nLeryn, Stecades naves, rumo \u00e0 Nerte.<\/p>\n<p>38<br \/>\nO primog\u00eanito Real sobre corcel errante.<br \/>\nTerminar\u00e1 por cair, t\u00e3o rudemente correr,<br \/>\nCara, l\u00e1bios, p\u00e9 no estribo lamentando-se,<br \/>\nArrastado, tirado, horrivelmente morrer.<\/p>\n<p>39<br \/>\nO motorista do ex\u00e9rcito Franc\u00eas.<br \/>\nAchando perder a principal falange,<br \/>\nAcima do adoquinado de rocha e lousa.<br \/>\nSe afundar\u00e1 em G\u00eanova gente estrangeira.<\/p>\n<p>40<br \/>\nDentro ton\u00e9is fora untados de azeite e de enxerto,<br \/>\nHaver\u00e1 vinte e um diante da porta fechada.<br \/>\nNo segundo olhar por mortos far\u00e3o proeza.<br \/>\nGanhem as portas e de olhar assomem.<\/p>\n<p>41<br \/>\nOs ossos dos p\u00e9s e das m\u00e3os apertem,<br \/>\nPor ru\u00eddo casa Muito tempo desabitada,<br \/>\nSer\u00e3o por sonhos concebidos expatriados,<br \/>\nCasa salubre e sem ru\u00eddo habitada.<\/p>\n<p>42<br \/>\nDois dos peixes pegados rec\u00e9m chegados,<br \/>\nNa cozinha do grande Pr\u00edncipe a dar,<br \/>\nPelo manchados os dois no ato conhecidos,<br \/>\nPreso quem achava de morte ao primog\u00eanito danar.<\/p>\n<p><strong>Nostradamus &#8211; Cent\u00faria VIII<\/strong><\/p>\n<p>1<br \/>\nPAU, NAY, LORON ser\u00e1 mais de fogo do que de sangue.<br \/>\nPara viver entre elogios, o grandioso fugir\u00e1 para a conflu\u00eancia.<br \/>\nEle recusar\u00e1 o acesso aos Pios,<br \/>\nOs corrompidos e Durance (Fran\u00e7a) os manter\u00e3o aprisionados.<\/p>\n<p>2<br \/>\nCondom &amp; Auch &amp; em volta de Mirande,<br \/>\nEu vejo do c\u00e9u fogo que as cerca:<br \/>\nSol Marte conjuntos em Le\u00e3o, depois Marmande,<br \/>\nRaio grande granizo, muro tomba no Garona.<\/p>\n<p>3<br \/>\nNo forte castelo de Vigilanne e Resviers,<br \/>\nSer\u00e1 fechado o nonato de Nancy:<br \/>\nEm Turim ser\u00e3o \u00e1rduos os primeiros,<br \/>\nEnquanto que de duelo Lyon ser\u00e1 transido.<\/p>\n<p>4<br \/>\nMuitos povos tentar\u00e3o entrar em acordo<br \/>\nCom os grandes l\u00edderes mundiais que far\u00e3o guerra contra eles:<br \/>\nOs l\u00edderes pol\u00edticos n\u00e3o ouvir\u00e3o suas mensagens,<br \/>\nSe Deus n\u00e3o enviar paz \u00e0 Terra, ser\u00e1 um horror!<\/p>\n<p>5<br \/>\nAparecer\u00e1 templo reluzente adornado,<br \/>\nA l\u00e2mpada e c\u00edrio em Borne e Bretevil.<br \/>\nPara Lucerna o cant\u00e3o desviado,<br \/>\nQuando se veja o grande Galo no ata\u00fade.<\/p>\n<p>6<br \/>\nClaridade, fulgor em Lyon aparente,<br \/>\nLuzente, Malta ocupada, s\u00fabito se apagar\u00e1,<br \/>\nSard\u00f5es, mouros usar\u00e3o de ast\u00facia,<br \/>\nGenebra a Londres a Galo trai\u00e7\u00e3o fingida.<\/p>\n<p>7<br \/>\nVerceil, Mil\u00e3o dar\u00e1 intelig\u00eancia,<br \/>\nEm Turim ser\u00e1 feita a ferida.<br \/>\nCorrer por Sena \u00e1gua, sangue, fogo por Floren\u00e7a,<br \/>\nUnida elei\u00e7\u00e3o de ponta a ponta fazendo fole,<\/p>\n<p>8<br \/>\nPerto de Lanterna, em ton\u00e9is fechados,<br \/>\nChivaz far\u00e1 para a \u00c1guia a intriga,<br \/>\nO eleito quebrado ele suas pessoas fechadas.<br \/>\nEm Turim rapto esposa levada.<\/p>\n<p>9<br \/>\nEnquanto a \u00c1guia e o Galo em Savona<br \/>\nEstiverem unidos, Mar, levante e Hungria,<br \/>\nO ex\u00e9rcito em N\u00e1poles, Palermo, Marco de Ancona,<br \/>\nRoma, Veneza por Barba horr\u00edvel grita.<\/p>\n<p>10<br \/>\nFetidez grande sair\u00e1 de Lausanne,<br \/>\nQue n\u00e3o se saber\u00e1 a origem do fato,<br \/>\nToda a gente ser\u00e1 levada para bem longe<br \/>\nFogo visto no c\u00e9u, povo estrangeiro derrotado.<\/p>\n<p>11<br \/>\nPovo numeroso aparecer\u00e1 em Vicenza,<br \/>\nSem for\u00e7a, fogo queimar\u00e1 a bas\u00edlica:<br \/>\nPerto de Lunage derrota grande de Valente,<br \/>\nQuando Veneza por morte tome lan\u00e7a.<\/p>\n<p>12<br \/>\nAparecer\u00e1 perto de Buffalor,<br \/>\nO alto e pr\u00f3spero entrado em Mil\u00e3o,<br \/>\nO abate de Foix com os de Saint Morre<br \/>\nFar\u00e3o a armadilha vestidos de vil\u00f5es.<\/p>\n<p>13<br \/>\nO cruzado irm\u00e3o por amor desenfreado,<br \/>\nFar\u00e1 por Praytus a Bellorofon morin,<br \/>\nLuta de mil anos a mulher enfurecida,<br \/>\nB\u00eabado a bebida, os dois depois morrer.<\/p>\n<p>14<br \/>\nO grande cr\u00e9dito, de ouro de prata a abund\u00e2ncia<br \/>\nCegar\u00e1 por libido a honra<br \/>\nConhecido ser\u00e1 o adult\u00e9rio a ofensa,<br \/>\nQue levar\u00e1 a sua grande desonra.<\/p>\n<p>15<br \/>\nPara Aquil\u00e3o grandes esfor\u00e7os por massa humana,<br \/>\nQuase a Europa e o universo humilhar,<br \/>\nAs duas igrejas por\u00e3o em tal persegui\u00e7\u00e3o,<br \/>\nE aos Panones vida e morte refor\u00e7ar.<\/p>\n<p>16<br \/>\nNo local em que Jason construiu a embarca\u00e7\u00e3o (Gr\u00e9cia)<br \/>\nHaver\u00e1 enchente grande e repentina<br \/>\nQue n\u00e3o haver\u00e1 lugar ou terra onde cair,<br \/>\nAs ondas ficar\u00e3o acima do Olimpo (9750 p\u00e9s).<\/p>\n<p>17<\/p>\n<p>Os abastados se ver\u00e3o subitamente sem nada,<br \/>\nO mundo conturbado por causa de tr\u00eas irm\u00e3os,<br \/>\nCidade marinha nas m\u00e3os de inimigos,<br \/>\nFome, fogo, sangue, peste, &amp; de todos os males o dobro.<\/p>\n<p>18<br \/>\nDe Flora sa\u00eddo de sua morte ser\u00e1 causa,<br \/>\nUm tempo antes por jovem e velha boyera (a que dirige carros de boi),<br \/>\nPelos tr\u00eas lis lhe far\u00e3o tal pausa.<br \/>\nPelo seu fruto selvagem como pele crua madura.<\/p>\n<p>19<br \/>\nOs vermelhos entram em a\u00e7\u00e3o para derrubar<br \/>\na grade mitra perplexa, e pode acabar com ela.<br \/>\nEle quase sucumbe diante da morte de sua fam\u00edlia.<br \/>\nRubramente, os vermelhos abatem os vermelhos.<\/p>\n<p>20<br \/>\nA falso mensagem de uma falsa elei\u00e7\u00e3o,<br \/>\nCorrer por urbano quebrado sem parar,<br \/>\nVozes aceitadas, de sangue capela tingida.<br \/>\nE a outro o imp\u00e9rio entregue.<\/p>\n<p>21<br \/>\nNo porto de Agde tr\u00eas fustas entrar\u00e3o,<br \/>\nTrazendo o infecto n\u00e3o f\u00e9 e pestil\u00eancia:<br \/>\nPassando o mar mil milhares fugir\u00e3o,<br \/>\nE o mar romper \u00e0 terceira resist\u00eancia.<\/p>\n<p>22<br \/>\nGorsan, Narbona, pelo sal advertir,<br \/>\nTucham, a gra\u00e7a Perpignan tra\u00edda,<br \/>\nA cidade vermelha n\u00e3o querer\u00e1 consentir,<br \/>\nPor alta ins\u00edgnia cinzento vida falida.<\/p>\n<p>23<br \/>\nCartas achadas no cofre da rainha,<br \/>\nNenhuma assinatura sem nenhum nome de autor:<br \/>\nPela pol\u00edcia ser\u00e3o escondidos os presentes,<br \/>\nQue n\u00e3o se saber\u00e1 quem seja o amante.<\/p>\n<p>24<br \/>\nO tenente \u00e0 entrada do sagu\u00e3o,<br \/>\nDerrubar\u00e1 ao grande de Perpi\u00f1an,<br \/>\nE cuidando de salvar a Montpertuis,<br \/>\nSer\u00e1 burlado bastardo de Losignan.<\/p>\n<p>25<br \/>\nCora\u00e7\u00e3o do amante aberto de amor furtivo,<br \/>\nNo arroio far\u00e1 entusiasmar-se \u00e0 Dama:<br \/>\nO meio logo que arremedar\u00e1 fastio,<br \/>\nO pai aos dois privar\u00e1 corpos da alma.<\/p>\n<p>26<br \/>\nDe Livro para ensinar leitura se encontra em Barcelona.<br \/>\nPosto em descobrimento lugar terroso e distante.<br \/>\nO grande que tem n\u00e3o tem querer\u00e1 Pamplona,<br \/>\nPela abadia de Monserrat bruma.<\/p>\n<p>27<br \/>\nA via em que um sobre o outro fornica,<br \/>\nDo muito des\u00e9rtico fora posto bravo e honesto,<br \/>\nO escrito do Imperador de F\u00eanix,<br \/>\nUru ao que a nenhum \u00e9.<\/p>\n<p>28<br \/>\nOs simulacros de ouro e de prata inflem.<br \/>\nQue depois do rapto ao fogo foram arrojados,<br \/>\nAo descoberto extintos todos e alterados,<br \/>\nNo m\u00e1rmore escrito, prescrito ser\u00e1 adicionado.<\/p>\n<p>29<br \/>\nNo quarto pilar onde se consagra a Saturno,<br \/>\nPor terremoto terra e dil\u00favio fendido.<br \/>\nSob o edif\u00edcio Saturnino encontra urna,<br \/>\nDe ouro Castelo encantado e depois rendido.<\/p>\n<p>30<br \/>\nEm Tolosa (ou Toulouse) n\u00e3o longe de Beluzer,<br \/>\nFazendo um po\u00e7o fundo, pal\u00e1cio de espet\u00e1culo.<br \/>\nTesouro achado, cada um ir\u00e1 humilhar.<br \/>\nE em dois lugares muito perto do ara.<\/p>\n<p>31<br \/>\nPrimeiro grande fruto o pr\u00edncipe de Persquiere,<br \/>\nMas depois se far\u00e1 bem e cruel malvado.<br \/>\nEm Veneza perder\u00e1 sua gl\u00f3ria feroz.<br \/>\nE posto a mal pelo mais alegre Sel\u00edn.<\/p>\n<p>32<br \/>\nGuarda-te rei Gaul\u00eas de teu sobrinho,<br \/>\nQue far\u00e1 tanto que teu \u00fanico filho<br \/>\nSer\u00e1 assassinado em V\u00eanus fazendo voto,<br \/>\nAcompanhado de noite que tr\u00eas e seis.<\/p>\n<p>33<br \/>\nO grandioso nascer\u00e1 de Verona e Vicenza<br \/>\nQue carregar\u00e1 um sobrenome bem indigno,<br \/>\nAquele que em Veneza desejar\u00e1 fazer vingan\u00e7a<br \/>\nEle mesmo \u00e9 apanhado por um homem da vig\u00edlia e do emblema.<\/p>\n<p>34<br \/>\nAp\u00f3s vit\u00f3ria do Le\u00e3o em Lyon,<br \/>\nSobre a montanha do Jura Hecatombe,<br \/>\nDelves e Brodes s\u00e9timo milh\u00e3o,<br \/>\nLyon, Ulme, em Mansol morte e t\u00famulo.<\/p>\n<p>35<br \/>\nNa entrada do Garona e Bayse,<br \/>\nE a floresta n\u00e3o longe de Damazan,<br \/>\nP\u00e2ntanos gelados, depois granizo e vendaval,<br \/>\nDordo\u00f1ones gelam por erro de Mezan.<\/p>\n<p>36<br \/>\nSer\u00e1 encarregado conde ungir,<br \/>\nDe Saulne e s\u00e3o Aulbin e Bel a obra,<br \/>\nPavimentar de m\u00e1rmore torres longo tempo,<br \/>\nN\u00e3o passar\u00e3o de resistir e obra-prima.<\/p>\n<p>37<br \/>\nA fortaleza junto ao Tamisa \u0096 c\u00e1rcere determinado<br \/>\npelos Lordes. O rei ali encarcerado.<br \/>\nSobre a ponte \u00e9 visto em mangas de camisa.<br \/>\nUm condenado \u00e0 morte. Depois guardado no castelo.<\/p>\n<p>38<br \/>\nO rei de Blois em Avignon reinar,<br \/>\nUma outra vez o povo em monop\u00f3lio,<br \/>\nDentro o R\u00f3dano por muros far\u00e1 banhar,<br \/>\nAt\u00e9 a cinco o Ultimo perto de Nola.<\/p>\n<p>39<br \/>\nQuem haja est\u00e1 por pr\u00edncipe Bizantino,<br \/>\nSer\u00e1 insultado por pr\u00edncipe de Toulouse:<br \/>\nA f\u00e9 de Foix pelo chefe Tolentino,<br \/>\nA faltar\u00e1, n\u00e3o recusando a esposa.<\/p>\n<p>40<br \/>\nO sangue do Justo para Tourear a tourada,<br \/>\nPara vingar-se dos Saturninos<br \/>\nNo novo lago afundar\u00e3o a manada,<br \/>\nDepois marchar\u00e3o contra os Albanios.<\/p>\n<p>41<br \/>\nA raposa ser\u00e1 eleita sem dizer palavra.<br \/>\nRepresentando o Santo p\u00fablico, vivendo de p\u00e3o de cevada,<br \/>\nDepois de repente se torna tirana<br \/>\nColocando o p\u00e9 na garganta dos mais importantes.<\/p>\n<p>42<br \/>\nPor avareza, por for\u00e7a e viol\u00eancia,<br \/>\nHumilhar\u00e3o aos seus os chefes de Orleans,<br \/>\nPerto de S\u00e3o Memire assalto e resist\u00eancia,<br \/>\nMorto na sua loja dir\u00e3o que dorme.<\/p>\n<p>43<br \/>\nPela decis\u00e3o de duas coisas bastardas,<br \/>\nSobrinho de sangue ocupar\u00e1 o reino,<br \/>\nO sinal ser\u00e3o os golpes de dardos,<br \/>\nSobrinho em prantos pregar\u00e1 a bandeira.<\/p>\n<p>44<br \/>\nO procriado natural de Ogmi\u00f3n,<br \/>\nDe sete a nove do caminho desviado<br \/>\nAo rei de muito tempo e amigo bom.<br \/>\nDeve a Navarra forte de Pau entregar.<\/p>\n<p>45<br \/>\nSua m\u00e3o numa tip\u00f3ia e a perna enfaixada.<br \/>\nO jovem Lu\u00eds deixar\u00e1 o pal\u00e1cio.<br \/>\nNa palavra do guarda sua morte ser\u00e1 prolongada.<br \/>\nEnt\u00e3o ele sangrar\u00e1 no templo da P\u00e1scoa.<\/p>\n<p>46<br \/>\nPablo morrer\u00e1 a tr\u00eas l\u00e9guas do R\u00f3dano,<br \/>\nVivendo os dois pertos a penhascos estreitos:<br \/>\nPois Marte far\u00e1 o mais horr\u00edvel trono,<br \/>\nDe galo e de \u00e1guia da Fran\u00e7a irm\u00e3os tr\u00eas.<\/p>\n<p>47<br \/>\nLago Trasimeno levar\u00e1 testemunho,<br \/>\nOs conjurados estar\u00e3o em Perusa,<br \/>\nUm despojado se fingir\u00e1 s\u00e1bio,<br \/>\nMatando Tedesco a andorinha e vencejo.<\/p>\n<p>48<br \/>\nSaturno em C\u00e2ncer, J\u00fapiter com Marte,<br \/>\nDentro de fevereiro Chaldondon salvaterra,<br \/>\nSalto Castulon assaltado de tr\u00eas lados,<br \/>\nPerto de verbiesco conflito mortal guerra.<\/p>\n<p>49Saturno em boi chove na \u00e1gua, Marte em flecha,<br \/>\nSeis de fevereiro mortalidade dar\u00e1:<br \/>\n0s de Tardenois a Bruges t\u00e3o grande brecha,<br \/>\nQue a Pontorrosa chefe barbarino morrer\u00e1.<\/p>\n<p>50<br \/>\nA pestil\u00eancia ao redor de Capadille,<br \/>\nOutra fome perto de Sagon se prepara:<br \/>\nO cavalheiro bastardo o bom velho,<br \/>\nAo grande de Tunis far\u00e1 cortar a cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>51<br \/>\nO Bizantino fazendo adora\u00e7\u00e3o,<br \/>\nAp\u00f3s haver C\u00f3rdoba retomado:<br \/>\nSeu caminho longo repouso bem ganho:<br \/>\nMar passando presa pela Golongna tomada.<\/p>\n<p>52<br \/>\n0 rei de Blois em Avignon reinar,<br \/>\nDe Amboise &amp; Semnon vir\u00e1 ao longo do Indre:<br \/>\nUnha em Poitiers santas asas arruinar,<br \/>\nDiante de Boni.<\/p>\n<p>53<br \/>\nEm Bologna querer\u00e1 lavar suas faltas,<br \/>\nN\u00e3o poder\u00e1 faz\u00ea-lo no templo do sol,<br \/>\nVoar\u00e1 fazendo coisas t\u00e3o altas.<br \/>\nQue em hierarquia n\u00e3o houve ningu\u00e9m parecido.<\/p>\n<p>54<br \/>\nLogo ap\u00f3s a cor do tratado casamento,<br \/>\nFeito magn\u00e2nimo por grande Chyren sel\u00eanico:<br \/>\nQuintin, Arras recuperadas na viagem,<br \/>\nDe espanh\u00f3is feito segundo conselho massacre.<\/p>\n<p>55<br \/>\nEntre dois rios se ver\u00e1 fechado.<br \/>\nTon\u00e9is e ton\u00e9is unidos para ir ao outro lado,<br \/>\nOito pontes quebrados chefe enquanto fechado,<br \/>\nCrian\u00e7as perfeitas degoladas com faca.<\/p>\n<p>56<br \/>\nO lado d\u00e9bil a terra ocupar\u00e1,<br \/>\nOs da montante dar\u00e3o gritos horr\u00edveis,<br \/>\nO grande tropel deste canto se alterar\u00e1,<br \/>\nT\u00famulo cerca D nebro descobertos os escritos.<\/p>\n<p>57<br \/>\nDe soldado simples chegar\u00e1 ao imp\u00e9rio,<br \/>\nDe roupa curta chegar\u00e1 com o tempo,<br \/>\nValente em armas na igreja onde seja pior,<br \/>\nHumilhar ao clero como \u00e0 \u00e1gua h\u00e1 a esponja.<\/p>\n<p>58<br \/>\nReino em querela entre irm\u00e3os dividido,<br \/>\nTomar as armas e o nome Brit\u00e2nico,<br \/>\nT\u00edtulo Anglicano ser\u00e1 demore aconselhado,<br \/>\nSurpreendidos de noite levando ao Gaul\u00eas.<\/p>\n<p>59<br \/>\nPor duas vezes elevado, por duas vezes rebaixado,<br \/>\nO oriente tamb\u00e9m o ocidente debilitar\u00e1,<br \/>\nSeu advers\u00e1rio ap\u00f3s v\u00e1rios combates,<br \/>\nPor mar perseguido \u00e0 necessidade sucumbir\u00e1.<\/p>\n<p>60<br \/>\nPrimeiro a G\u00e1lia, primeiro a Rumania,<br \/>\nPor mar e terra aos ingleses e Paris,<br \/>\nMaravilhosos feitos por essa grande estirpe,<br \/>\nViolando monstros perder\u00e1 o Norlais.<\/p>\n<p>61<br \/>\nJamais pelo descobrimento do dia,<br \/>\nN\u00e3o chegar\u00e1 ao signo do cetro<br \/>\nQue todos seus lugares n\u00e3o o sejam em repouso,<br \/>\nLevando ao galo presente do T\u00e3o com armas,<\/p>\n<p>62<br \/>\nQuando se veja espoliar o santo templo,<br \/>\nMaior do R\u00f3dano seus sagrados profanar,<br \/>\nEntre eles nascer\u00e1 t\u00e3o grande pestil\u00eancia.<br \/>\nRei vivendo injusto n\u00e3o far\u00e1 condenar.<\/p>\n<p>63<br \/>\nQuando o ad\u00faltero ferido sem golpe haja,<br \/>\nAssassinado a mulher e ao filho por despeito,<br \/>\nMulher desmaiada ao menino estrangular\u00e1:<br \/>\nOito cativos presos, degolar sem parar.<\/p>\n<p>64<br \/>\nNas Ilhas as crian\u00e7as transportado,<br \/>\nOs dois de sete ser\u00e3o desesperados,<br \/>\nOs do campo ser\u00e3o apoiados,<br \/>\nNome, poel submissa por ataduras desaparecida a esperan\u00e7a.<\/p>\n<p>65<br \/>\nO velho frustrado de principal esperan\u00e7a.<br \/>\nChegar\u00e1 a chefe de seu Imp\u00e9rio:<br \/>\nVinte meses suportar\u00e1 o reino grande poder,<br \/>\nTirano, cruel, deixando a um pior.<\/p>\n<p>66<br \/>\nQuando a escritura D. M. achada,<br \/>\nE cova antiga com l\u00e2mpada descoberta,<br \/>\nLei, Rei e Pr\u00edncipe Ulpiano provados,<br \/>\nPavilh\u00e3o Reino e Duque baixo a coberta.<\/p>\n<p>67<br \/>\nPar, Car, Nersaf, ru\u00edna grande disc\u00f3rdia,<br \/>\nNem um nem outro ter\u00e3o elei\u00e7\u00e3o,<br \/>\nNersaf do povo ter\u00e1 amor e conc\u00f3rdia,<br \/>\nFerrara, Colonna grande prote\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>68<br \/>\nVelho Cardeal pelo jovem enganado.<br \/>\nFora de seu cargo se ver\u00e1 desarmado,<br \/>\nArl\u00e9s nem monstros, duplo ser\u00e1 percebido,<br \/>\nE licueducto e o Pr\u00edncipe embalsamado.<\/p>\n<p>69<br \/>\nPerto do jovem o velho anjo descer\u00e1,<br \/>\nE vir\u00e1 a coroar-lhe ao fim:<br \/>\nSeis anos iguais aos mais velhos diminuir,<br \/>\nDe tr\u00eas dois um oitavo Serafim.<\/p>\n<p>70<br \/>\nEntrar\u00e1 vil\u00e3o, amea\u00e7ador infame,<br \/>\nTiranizando a Mesopot\u00e2mia<br \/>\nTodos amigos de adultera dama,<br \/>\nTerra horr\u00edvel preta fisionomia.<\/p>\n<p>71<br \/>\nCrescer\u00e1 o n\u00famero t\u00e3o grande de astr\u00f4nomos.<br \/>\nPerseguidos, proibidos e livros censurados.<br \/>\nO ano mil seiscentos sete por sagrada bula,<br \/>\nQue ningu\u00e9m no sagrado ter\u00e1 certeza.<\/p>\n<p>72<br \/>\nEm campo de Perusgia Oh enorme derrota!<br \/>\nE o conflito muito perto a Ravena,<br \/>\nPasso sagrado quando seja festa.<br \/>\nVencedor e vencido v\u00e3o comer aveia do cavalo .<\/p>\n<p>73<br \/>\nSoldado B\u00e1rbaro o grande Rei bater\u00e1,<br \/>\nInjustamente n\u00e3o longe de morte<br \/>\nA avara m\u00e3e do fato causa ser\u00e1<br \/>\nConjurado e reino em grande remorso.<\/p>\n<p>74<br \/>\nEm terra nova bem antes que Rei tenha entrado,<br \/>\nEnquanto s\u00faditos lhe venham a dar as boas-vindas.<br \/>\nSua perf\u00eddia haver\u00e1 tanto achado<br \/>\nQue aos cidad\u00e3os lugar de festa e recep\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>75<br \/>\nO pai e o filho ser\u00e3o assassinados juntos<br \/>\nO perseguidor no seu pavilh\u00e3o<br \/>\nA m\u00e3e de Tours do filho ventre ter\u00e1 prenhe.<br \/>\nEsconder\u00e1 verdor de folhas borboleta.<\/p>\n<p>76<br \/>\nMais a\u00e7ougueiro que rei na Inglaterra<br \/>\nLugar escuro nascido por for\u00e7a ter\u00e1 o imp\u00e9rio:<br \/>\nCovarde sem f\u00e9 sem lei sangrar\u00e1 terra.<br \/>\nSeu tempo se aproxima tanto que eu suspiro.<\/p>\n<p>77<br \/>\nO anticristo muito em breve aniquilado,<br \/>\nVinte e sete anos sangue durar\u00e1 a guerra.<br \/>\nOs hereges mortos, cativos exilados.<br \/>\nSangue, corpos humanos, \u00e1gua avermelhada, saraivada a terra.<\/p>\n<p>78<br \/>\nUm Estranho com a l\u00edngua torcida<br \/>\nVir\u00e1 dos deuses o santu\u00e1rio,<br \/>\nAos hereges abrir\u00e1 a porta<br \/>\nSuscitando a igreja militar.<\/p>\n<p>79<br \/>\nQuem por ferro pai perder\u00e1 nascido de Nonagen\u00e1rio.<br \/>\nDe Gorgona estar\u00e1 o sangue derramado<br \/>\nEm terra estrangeira far\u00e1 tudo calar-se,<br \/>\nQue queimar\u00e1 a se mesmo e a seu filho.<\/p>\n<p>80<br \/>\nDos inocentes o sangue de vi\u00fava e virgem,<br \/>\nTantos maus atos por meio de seu grande aliado.<br \/>\nSantos simulados no templo em ardente c\u00edrio.<br \/>\nDe horror temor n\u00e3o se ver\u00e1 a ningu\u00e9m que se movimente.<\/p>\n<p>81<br \/>\nO novo imp\u00e9rio em desola\u00e7\u00e3o,<br \/>\nSer\u00e1 mudado do p\u00f3lo milion\u00e1rio.<br \/>\nDe Sic\u00edlia vir\u00e1 a emo\u00e7\u00e3o<br \/>\nA alterar a empresa a Felipe, tribut\u00e1rio.<\/p>\n<p>82<\/p>\n<p>Morde longo, seco fazendo de bom criado.<br \/>\nNo final n\u00e3o ter\u00e1 mais que sua cessa\u00e7\u00e3o,<br \/>\n\u00c1cido veneno e cartas ao pesco\u00e7o.<br \/>\nSer\u00e1 pego escapando em perigo<\/p>\n<p>83<br \/>\nA maior vela fora do porto de Zara,<br \/>\nPerto de Biz\u00e2ncio realizar\u00e1 sua empresa,<br \/>\nDe inimigo perda e o amigo n\u00e3o estar\u00e1<br \/>\nO terceiro aos dois far\u00e1 grande saco e toma.<\/p>\n<p>84<br \/>\nO Pai ouvir\u00e1 de Sic\u00edlia seus gritos,<br \/>\nTodos os aprestos do golfo de Trieste.<br \/>\nQue se escutar\u00e3o at\u00e9 em Trinacria,<br \/>\nDe tantas velas fugir, fugir \u00e0 horr\u00edvel peste.<\/p>\n<p>85<br \/>\nEntre Bayona e S\u00e3o Juan de Luz<br \/>\nSer\u00e1 posto de Marte o promont\u00f3rio<br \/>\nAos esfor\u00e7os do Aquil\u00e3o Nanar guardar\u00e1 luz.<br \/>\nDepois sufocado na cama sem audit\u00f3rio.<\/p>\n<p>86<br \/>\nPor Hermani Tolosa Villafranca.<br \/>\nBanda infinita, pelo monte Adri\u00e1n,<br \/>\nPassa o rio, lutando na ponte ao lugar<br \/>\nBayona entre todos Bichoro gritando.<\/p>\n<p>87<br \/>\nMorte conspirada em pleno efeito,<br \/>\nCargo dado e viagem de morte<br \/>\nEleito, criado, recebido pelos seus extenuado,<br \/>\nSangue de inoc\u00eancia ante a f\u00e9 por remorso.<\/p>\n<p>88<br \/>\nEm Sardenha um nobre Rei vir\u00e1,<br \/>\nQue n\u00e3o ter\u00e1 mais que tr\u00eas anos o Reino,<br \/>\nV\u00e1rias cores com ele ficar\u00e3o,<br \/>\nO mesmo ap\u00f3s afli\u00e7\u00f5es ao sonho acode.<\/p>\n<p>89<br \/>\nPara n\u00e3o cair em m\u00e3os de seu tio,<br \/>\nQue a seus filhos para reinar assassinou,<br \/>\nOrando ao povo pondo ao p\u00e9 sobre Peloncle<br \/>\nMorto e arrastado entre cavalos cercados.<\/p>\n<p>90<br \/>\nQuando os cruzados um achado com sentido alterado<br \/>\nEm lugar sagrado ver\u00e1 um boi chifrudo<br \/>\nPela virgem porco seu lugar ent\u00e3o ficar\u00e1 acumulado<br \/>\nPelo Rei nenhuma ordem se manter\u00e1.<\/p>\n<p>91<br \/>\nAgitados os campos dos R\u00f3danos entrados<br \/>\nOnde os cruzados estar\u00e3o quase unidos.<br \/>\nOs dois coletes nos sonhos achados<br \/>\nE um grande n\u00famero por dil\u00favio castigado.<\/p>\n<p>92<br \/>\nLonge fora do reino em um perigoso viagem<br \/>\nGrande hoste conduzida por ele o ocupar\u00e1,<br \/>\nO Rei ter\u00e1 aos seus como cativos ref\u00e9ns<br \/>\nA seu retorno todo o pa\u00eds saquear\u00e1.<\/p>\n<p>93<br \/>\nSete meses mais nada obter\u00e1 a cidade<br \/>\nPela sua morte grande cisma aparecer\u00e1:<br \/>\nSete meses durar\u00e1 de outro a prefeitura,<br \/>\nPerto de Veneza paz uni\u00e3o renascida.<\/p>\n<p>94<br \/>\nAnte o lago onde o mais querido foi arrojado<br \/>\nEm sete meses e sua hoste desconfiada<br \/>\nSer\u00e3o Espanh\u00f3is por Albaneses derrotados,<br \/>\nPor atraso parte dar\u00e1 o conflito.<\/p>\n<p>95<br \/>\nO sedutor ser\u00e1 jogado na fossa,<br \/>\nE fechado at\u00e9 um dia,<br \/>\nO clero unido o chefe com sua batuta<br \/>\nPicante direito aplacar\u00e1 os disputadores.<\/p>\n<p>96<br \/>\nA Sinagoga est\u00e9ril sem nenhum fruto<br \/>\nSer\u00e1 recebida e entre os infi\u00e9is<br \/>\nDa Babil\u00f4nia a filha do perseguido<br \/>\nMis\u00e9ria e tristeza lhe cortar\u00e3o as asas.<\/p>\n<p>97<br \/>\nNos seus confine do Var mudar o Pompotans,<br \/>\nPerto da margem as tr\u00eas formosas crian\u00e7as nascidas,<br \/>\nRu\u00edna ao povo pela idade competindo<br \/>\nReino no pa\u00eds mudado depois v\u00ea-lo crescer.<\/p>\n<p>98<br \/>\nPessoas de Igreja seu sangue se derramar\u00e1,<br \/>\nComo \u00e1gua em tal abund\u00e2ncia<br \/>\nE por longo tempo n\u00e3o ser\u00e1 estancada<br \/>\nVer\u00e3o no clero ru\u00edna e dor.<\/p>\n<p>99<br \/>\nPelo poder de tr\u00eas Reis tempor\u00e1rios,<br \/>\nEm outro lugar ser\u00e1 posta a santa s\u00e9:<br \/>\nOnde a subst\u00e2ncia do esp\u00edrito corporal,<br \/>\nSer\u00e1 reposta e recebida por verdadeira sede.<\/p>\n<p>100<br \/>\nPela abund\u00e2ncia da arma repartida<br \/>\nDe ponta a ponta pelo baixo ao mais alto<br \/>\nMuito grande f\u00e9 por jogo vida perdida<br \/>\nDe sede morrer por abundante falta.<\/p>\n<p><strong>Nostradamus &#8211; Cent\u00faria IX<\/strong><\/p>\n<p>1<br \/>\nNa casa do tradutor de Bourc.<br \/>\nSe encontrar\u00e3o as cartas sobre a mesa,<br \/>\nZarolho, ruivo, branco, encanecido ag\u00fcentar\u00e1 o tempo,<br \/>\nQue mudar\u00e1 ao novo Rei.<\/p>\n<p>2<br \/>\nDesde o alto do monte Aventino voz ouvida,<br \/>\nEsvaziem, esvaziem de todos os dois lados,<br \/>\nDo sangue dos vermelhos ser\u00e1 a ira plena,<br \/>\nDe Arimin Prato, Coluna expeliu<\/p>\n<p>3<br \/>\nMagnavacca em Ravena grande conturba\u00e7\u00e3o.<br \/>\nConduzidos por quinze fechados em Fornase:<br \/>\nEm Roma nascer\u00e3o dois monstros de cabe\u00e7a duplo<br \/>\nSangue, fogo, dil\u00favio, os mais grandes do espa\u00e7o.<\/p>\n<p>4<br \/>\nO ano seguinte descobertos pelo dil\u00favio,<br \/>\nDois chefes eleitos, o primeiro n\u00e3o resistir\u00e1<br \/>\nDe fugir sob um deles o ref\u00fagio<br \/>\nSaqueada caixa que o primeiro manter\u00e1.<\/p>\n<p>5<br \/>\nTerceiro dedo do p\u00e9 ao primeiro parecer\u00e1<br \/>\nUm novo Monarca de baixo para cima.<br \/>\nQue Pisa e Lucca Tirano ocupar\u00e1<br \/>\nDo precedente corrigir o defeito.<\/p>\n<p>6<br \/>\nPela Guiana infinidade de Ingleses<br \/>\nOcupar\u00e3o em nome de Angloaquitania,<br \/>\nDo Languedoc Ispalme Bordeleses.<br \/>\nQue nomear\u00e3o depois Barboxitania.<\/p>\n<p>7<br \/>\nQuem abra o monumento achado,<br \/>\nE n\u00e3o o agarre com rapidez,<br \/>\nLogo que lhe ir\u00e1, e n\u00e3o poder\u00e1 provar<br \/>\nSeu melhor deve ficar Rei Bret\u00e3o ou Normando.<\/p>\n<p>8<br \/>\nDepois nascido Rei h\u00e1 a seu pai levar a morte,<br \/>\nDepois do conflito de morte muito desonesta:<br \/>\nEscrito achado, suspeita dar\u00e1 remorso,<br \/>\nQuando o lobo ca\u00e7ado se jogue sobre o beliche.<\/p>\n<p>9<br \/>\nQuando l\u00e2mpada ardente de fogo inextingu\u00edvel<br \/>\nSeja achada no templo das Vestales,<br \/>\nMenino achada fogo, \u00e1gua passando por crivo:<br \/>\nMorrer \u00e1gua Nimes, Tolouse cair os pal\u00e1cios.<\/p>\n<p>10<br \/>\nMonje, monjesa de menino morto exposto,<br \/>\nMorrer por ursa, e raptado por porquero,<br \/>\nPor Foix e Pamies o acampamento posto<br \/>\nContra Tolouse Carcasona levantar furriel.<\/p>\n<p>11<br \/>\nO justo sem justi\u00e7a a morte ser\u00e1 levado<br \/>\nPublicamente, e do meio extinto:<br \/>\nT\u00e3o grande peste neste lugar se produzir\u00e1,<br \/>\nQue os julgadores a fugir ser\u00e3o obrigados.<\/p>\n<p>12<br \/>\nA tanta prata de Diana e Merc\u00fario,<br \/>\nOs simulacros no lago se encontrar\u00e3o:<br \/>\nO oleiro buscando argila nova<br \/>\nEle e os seus de ouro ser\u00e3o plenos.<\/p>\n<p>13<br \/>\nOs exilados da Soulongne<br \/>\nConduzidos de noite para ir a Lauxois,<br \/>\nDois de Modena cru\u00e9is de Bolonha,<br \/>\nMeios descobertos por fogo de Burancois.<\/p>\n<p>14<br \/>\nPosto em plano caldeir\u00e3o infectado,<br \/>\nVinho, mel e azeite, montados sobre fornos,<br \/>\nSer\u00e3o afundados, sem dizer nada mau dos malfeitores<br \/>\nSete fuma\u00e7as apagados no canh\u00e3o dos atados.<\/p>\n<p>15<br \/>\nPerto de Parp\u00e1n os vermelhos detidos,<br \/>\nOs do meio afundados e levados longe:<br \/>\nTr\u00eas postos em pe\u00e7as, e cinco logo que sustados,<br \/>\nPelo Senhor e Prelado da Borgonha.<\/p>\n<p>16<br \/>\nDe castelo da fran\u00e7a sair\u00e1 a assembl\u00e9ia,<br \/>\nO embaixador n\u00e3o grato ser\u00e1 a divis\u00e3o:<br \/>\nOs de Ribiere estar\u00e3o em briga,<br \/>\nE no grande abismo negar\u00e3o a entrada.<\/p>\n<p>17<br \/>\nO terceiro primeiro pior que o fora Nero,<br \/>\nValietne enquanto sangue humano derrame:<br \/>\nReedificar far\u00e1 o forno,<br \/>\nS\u00e9culo de ouro morto, novo Rei grande esc\u00e2ndalo.<\/p>\n<p>18<br \/>\nO l\u00edrio do Golfinho levar\u00e1 a Nancy<br \/>\nAt\u00e9 em Flandres eleitos do Imp\u00e9rio,<br \/>\nNova obstru\u00e7\u00e3o ao grande Montmorency,<br \/>\nFora de seu lugar provas entregues com clara pena.<\/p>\n<p>19<br \/>\nNo meio da floresta Mayenne.<br \/>\nSol em Le\u00e3o o raio cair\u00e1,<br \/>\nO grande bastardo sa\u00eddo do grande de Maine,<br \/>\nEste dia Fougeres ponta em sangue entrar\u00e1.<\/p>\n<p>20<br \/>\nDe noite vir\u00e1 pela floresta dos seus reinos<br \/>\nDuas partes torcidas Herne a pedra branca,<br \/>\nO monge negro em cinzento em Varennes<br \/>\nEleito rumo, a causa de tempestade, fogo, sangue, corte.<\/p>\n<p>21<br \/>\nNo templo alto de Blois sagrado Salonne,<br \/>\nNoite ponte da Loira, Prelado, Rei veloz,<br \/>\n\u00c1rdua vit\u00f3ria na restinga do Sone,<br \/>\nDe onde o prelado de brancos iludindo.<\/p>\n<p>22<br \/>\nRei e sua corte em lugar de grande pal\u00e1cio.<br \/>\nDentro o templo junto ao pal\u00e1cio<br \/>\nNo jardim Duque de Mantor e o Alba,<br \/>\nAlba e Mantor punhal l\u00edngua e pal\u00e1cio.<\/p>\n<p>23<br \/>\nO depois nascido jogando ao fresco baixo a cuba.<br \/>\nO alto do teto no meio de sua cabe\u00e7a,<br \/>\nO pai Rei no templo santo Solonne.<br \/>\nSacrificando consagrar\u00e1 fuma\u00e7a de festa.<\/p>\n<p>24<br \/>\nSobre o pal\u00e1cio da rocha janelas<br \/>\nSer\u00e3o seq\u00fcestrados os pequenos reais,<br \/>\nPassar c\u00e9firo Lutecia, Denis claustros.<br \/>\nMonja, maus comer verdes nozes.<\/p>\n<p>25<br \/>\nPassando as pontes, se aproximar aos roseirais,<br \/>\nDemore chegado mais que ele cria,<br \/>\nVir\u00e3o os Espanh\u00f3is a Beziers.<br \/>\nQue \u00e0quela expuls\u00e3o a empreitada falhar\u00e1.<\/p>\n<p>26<br \/>\nNice sa\u00edda sobre o nome de cartas \u00e1speras,<br \/>\nA grande capa far\u00e1 presente n\u00e3o seu:<br \/>\nPerto de Vultry em muros de verde alcaparras<br \/>\nAp\u00f3s Plombin o de vento em popa.<\/p>\n<p>27<br \/>\nDe madeira a guarda, calma ao outro lado da ponte,<br \/>\nAlto o golpe bater\u00e1 ao Golfinho,<br \/>\nO velho conde madeiras unidas passar\u00e1,<br \/>\nPassando al\u00e9m do Duque o reto confin.<\/p>\n<p>28<br \/>\nVela, Simada, porto Mars\u00e9llico.<br \/>\nEm Veneza porto ir para Panones:<br \/>\nPartir do golfo e Seio Il\u00edrico,<br \/>\nDevasta\u00e7\u00e3o em Sic\u00edlia, Ligures canh\u00f5es.<\/p>\n<p>29<br \/>\nEnquanto que ele a ningu\u00e9m d\u00e1 lugar,<br \/>\nAbandonar queira lugar tomado n\u00e3o tomado:<br \/>\nFogo nave ensang\u00fcentada, betume em Charlieu.<br \/>\nSer\u00e3o Quint\u00edn Balez recobrados.<\/p>\n<p>30<br \/>\nNo porto de Pola e de S\u00e3o Nicol\u00e1s.<br \/>\nPerigo Normando no golfo Flan\u00e1tico,<br \/>\nCap. de Biz\u00e2ncio ruas gritar lamento,<br \/>\nSocorro de C\u00e1diz e do grande fil\u00edpico.<\/p>\n<p>31<br \/>\nO tremor de terra em Mortara,<br \/>\nCassich S\u00e3o Jorge meio derru\u00eddo:<br \/>\nPaz, adormecida, a guerra despertar\u00e1.<br \/>\nEm templo em Pascua abismos afundados.<\/p>\n<p>32<br \/>\nDe fino por\u00edfero profundo fil\u00e3o achado.<br \/>\nBaixo a laje escritora capitolina:<br \/>\nOsso p\u00ealo retorcido Romano for\u00e7a provada,<br \/>\nFrota agitada em porto de Metelino.<\/p>\n<p>33<br \/>\nH\u00e9rcules Rei de Roma e da Dinamarca.<br \/>\nDe G\u00e1lia tr\u00eas Guia apelidado,<br \/>\nTremer a It\u00e1lia e a onda de S\u00e3o Marcos,<br \/>\nPrimeiro sobre todos monarca renomado.<\/p>\n<p>34<br \/>\nO jogo s\u00f3 marido mitrado,<br \/>\nRetorno conflito passar\u00e1 sobre a telha:<br \/>\nPor quinhentos um traidor ser\u00e1 nomeado,<br \/>\nNarbona e Sauce por condais teremos azeite.<\/p>\n<p>35<br \/>\nA Fernanda loira ser\u00e1 escoltada,<br \/>\nDeixar a flor, seguir ao Maced\u00f4nio:<br \/>\nCom grande necessidade desfalecer\u00e1 na sua rota,<br \/>\nE marchar\u00e1 contra o Mirmid\u00f3n.<\/p>\n<p>36<br \/>\nUm grande Rei capturado entre as m\u00e3os de um Jonio.<br \/>\nN\u00e3o longe de Pascua confus\u00e3o golpe facada:<br \/>\nPerp\u00e9tuo cativo tempo que raio no \u00f3dio,<br \/>\nEnquanto tr\u00eas irm\u00e3os se ferem e matam.<\/p>\n<p>37<br \/>\nPonte e moinhos em dezembro ca\u00eddos.<br \/>\nEm tal elevado lugar subir\u00e1 o Garona:<br \/>\nMuros, edif\u00edcio, Toulouse derrubados.<br \/>\nQue n\u00e3o se saber\u00e1 seu lugar tanta matrona.<\/p>\n<p>38<br \/>\nA entrada de Blaye pela Rochelle e o Ingl\u00eas,<br \/>\nPassar\u00e1 al\u00e9m o grande Emacio,<br \/>\nN\u00e3o longe de Aquisgr\u00e1n esperar\u00e1 o Gaul\u00eas,<br \/>\nAjuda, Narbona enganada por divers\u00e3o.<\/p>\n<p>39<br \/>\nEm Arbisola, em Verona e Cagliari,<br \/>\nDe noite conduzidos por Savona, apanhem.<br \/>\nO vivo Gasc\u00f3n Turby e a Scerry.<br \/>\nAp\u00f3s muro velho e novo pal\u00e1cio, ataquem.<\/p>\n<p>40<br \/>\nPerto de Quint\u00edn na floresta emaranhado,<br \/>\nNa Abadia estar\u00e3o Flamengos entrincheirados:<br \/>\nOs dois menores de golpes meios aturdidos,<br \/>\nSubitamente oprimido e guardam todos encaminhados.<\/p>\n<p>41<br \/>\nO grande Quir\u00e9n se far\u00e1 com Avi\u00f1on,<br \/>\nDe Roma cartas de mel cheias de amargura,<br \/>\nCarta embaixada parte de Chanignon,<br \/>\nCarpentras tomada por duque preto vermelha pluma.<\/p>\n<p>42<br \/>\nDe Barcelona, de G\u00eanova e Venencia.<br \/>\nDe Sic\u00edlia peste Monet unidos:<br \/>\nContra B\u00e1rbaro frota tomando o rumo.<br \/>\nB\u00e1rbaro repelido muito longe at\u00e9 T\u00fanis.<\/p>\n<p>43<br \/>\nPr\u00f3ximo de descer o ex\u00e9rcito Cruc\u00edfero<br \/>\nSer\u00e1 avistado pelos Ismailitas.<br \/>\nDe todos os lados batidos por nave Ravier,<br \/>\nEm breve assaltada por dez gal\u00e9s seletas.<\/p>\n<p>44<br \/>\nEmigrados, emigrados de Genebra todos,<br \/>\nSaturno de ouro em ferro mudar\u00e1,<br \/>\nO contra Raypoz exterminar\u00e1 a todos,<br \/>\nAntes do evento o c\u00e9u signos dar\u00e1.<\/p>\n<p>45<br \/>\nN\u00e3o se cansar\u00e1 nunca de pedir,<br \/>\nGrande Mendosus obter\u00e1 seu imp\u00e9rio<br \/>\nLonge da corte far\u00e1 contra mandar,<br \/>\nPiemonte, Picardia, Paris, Tirano o pior.<\/p>\n<p>46<br \/>\nDesalojem, fujam de Toulouse os vermelhos,<br \/>\nDo sacrif\u00edcio fazer penit\u00eancia,<br \/>\nO chefe do mal baixo a sombra das calabeceras,<br \/>\nMorto estrangular carnal profecia.<\/p>\n<p>47<br \/>\nOs abaixo-assinados de indigno resgate.<br \/>\nE da multa ter\u00e3o contra aviso:<br \/>\nMudan\u00e7a monarca posto em tal perigo,<br \/>\nFechados em jaula se ver\u00e3o lado a lado.<\/p>\n<p>48<br \/>\nA grande cidade de Oceano mar\u00edtimo<br \/>\nRodeada de balsas de cristal:<br \/>\nNo solst\u00edcio invernal e a primavera,<br \/>\nSer\u00e1 tentada por vento espantoso.<\/p>\n<p>49<br \/>\nGante e Bruxelas marchar\u00e3o contra Antu\u00e9rpia<br \/>\nSenado de Londres condenar\u00e1 a morte a seu Rei,<br \/>\nO sal e vinho estar\u00e3o contra si.<br \/>\nPara eles ter em reino desordenado.<\/p>\n<p>50<br \/>\nMendosus em breve chegar\u00e1 no seu elevado reino.<br \/>\nRejeitando um pouco aos Norlaris.:<br \/>\nO vermelho empalidece, o macho no interregno.<br \/>\nO jovem temor e susto de B\u00e1rbaros.<\/p>\n<p>51<br \/>\nContra as vermelhas seitas se aliar\u00e3o,<br \/>\nFogo, \u00e1gua, ferro, corda por paz se esgotar\u00e1,<br \/>\nAo ponto morrer os que maquinem<br \/>\nMenos um que mundo totalmente arruinar\u00e1.<\/p>\n<p>52<br \/>\nA paz se aproxima por um lado, e a guerra<br \/>\nNunca foi sua busca t\u00e3o grande.<br \/>\nLamentar\u00e1 homem, mulher, sangue inocente por terra.<br \/>\nE isto ser\u00e1 da Fran\u00e7a por escrito.<\/p>\n<p>53<br \/>\nO Nero jovem nas tr\u00eas chamin\u00e9s.<br \/>\nFar\u00e1 mo\u00e7os vivos para arder arrojar,<br \/>\nFeliz quem longe esteja de tais voc\u00ea intriga,<br \/>\nTr\u00eas de seu sangue lhe far\u00e3o a morte avistar.<\/p>\n<p>54<br \/>\nChegar\u00e1 ao porto de Corsibona<br \/>\nPerto de Ravena, quem saquear\u00e1 a dama,<br \/>\nEm mar profundo legado da Ulisbonne<br \/>\nSob rocha escondidos levar\u00e3o setenta almas.<\/p>\n<p>55<br \/>\nA horr\u00edvel guerra que no ocidente se prepara,<br \/>\nAo ano seguinte vir\u00e1 a pestil\u00eancia<br \/>\nT\u00e3o horr\u00edvel, que jovem, velho nem besta.<br \/>\nSangue, fogo, Merc\u00fario, Marte, J\u00fapiter na Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>56<br \/>\nCampo junto Noudam passar\u00e1 Goussan vila,<br \/>\nE em Malotes deixar\u00e1 sua ins\u00edgnia,<br \/>\nTransformar\u00e1 em instante mais de mil,<br \/>\nBuscando os dois voltar a colocar em corrente e soga.<\/p>\n<p>57<br \/>\nEm lugar de Drux um Rei repousar\u00e1<br \/>\nE buscar\u00e1 lei mudando de anaterna.<br \/>\nEnquanto o c\u00e9u t\u00e3o forte trovejar\u00e1,<br \/>\nCamada nova Rei se suicidar\u00e1.<\/p>\n<p>58<br \/>\nNo lado esquerdo de Vitry<br \/>\nSer\u00e3o arrojados os tr\u00eas vermelhos da Fran\u00e7a,<br \/>\nTodos mortos vermelho, preto n\u00e3o assassinado.<br \/>\nPelos Bret\u00f5es postos a salvo.<\/p>\n<p>59<br \/>\nEm Fert\u00e9 tomar\u00e1 Vidame<br \/>\nNicole traje vermelho que tinha dado a vida,<br \/>\nA grande Loyle nascer\u00e1 que ter\u00e1 fama,<br \/>\nDando a Borgonha a Bret\u00f5es por fausto.<\/p>\n<p>60<br \/>\nConflito B\u00e1rbaro na pipa preta,<br \/>\nSangue derramado, tremer a Dalm\u00e1cia,<br \/>\nGrande Ismael por\u00e1 seu promont\u00f3rio,<br \/>\nRanes tremer, ajuda Lusit\u00e2nia.<\/p>\n<p>61<br \/>\nSaque feito no litoral marina,<br \/>\nIncita nova e pais levados,<br \/>\nV\u00e1rios da Malta pelo ato de Mesina,<br \/>\nEstreitos fechados ser\u00e3o logo que pagados.<\/p>\n<p>62<br \/>\nNa grande de Cheramon \u00e1gora<br \/>\nSer\u00e3o cruzados por filas todos unidos,<br \/>\nO pertinaz Opi e Mandr\u00e1gora,<br \/>\nRonc\u00f3n de Outubro ao terceiro far\u00e3o soltar.<\/p>\n<p>63<br \/>\nLamentos e choros, gritos e grandes gritos<br \/>\nPerto de Narbona em Bayona e em Foix,<br \/>\nOh, que horr\u00edveis calamitosos mudan\u00e7as!<br \/>\nAntes que Marte gire algumas vezes.<\/p>\n<p>64<br \/>\nO Emaciano passar\u00e1 seus monte os Pireneus.<br \/>\nEm Marte Narbona n\u00e3o far\u00e1 resist\u00eancia,<br \/>\nPor mar e terra haver\u00e1 t\u00e3o grande intriga,<br \/>\nChefe n\u00e3o tendo terra segura para estabelecer-se.<\/p>\n<p>65<br \/>\nNo canto da Lua vir\u00e1 a pousar-se<br \/>\nOnde ser\u00e1 capturado e posto em terra estranha,<br \/>\nOs frutos imaturos formar\u00e3o grande alvoro\u00e7o.<br \/>\nGrande vitup\u00e9rio, a um de grande elogio.<\/p>\n<p>66<br \/>\nPaz, uni\u00e3o haver\u00e1 e mudan\u00e7a.<br \/>\nEstados, cargos, embaixo em cima, e o elevado pelo solo,<br \/>\nPreparar viagem, o fruto principiante atormenta,<br \/>\nGuerra C\u00e9sar, civil processo debates.<\/p>\n<p>67<br \/>\nDesde em cima dos montes at\u00e9 as cercanias de Lisere<br \/>\nPorto na rocha Valent cem reunidos<br \/>\nDe Chasteauneuf Pierrelate em Donzere,<br \/>\nContra a Crest Romans h\u00e1 assembl\u00e9ia.<\/p>\n<p>68<br \/>\nDo monte Aymar ser\u00e1 nobre escurecido,<br \/>\nO mal vir\u00e1 na uni\u00e3o de Saona e R\u00f3dano,<br \/>\nEm floresta escondidos soldados dia de Luc\u00eda,<br \/>\nQue n\u00e3o houve jamais t\u00e3o horr\u00edvel trono.<\/p>\n<p>69<br \/>\nSobre o monte de Bailly e a Bresle<br \/>\nEstar\u00e3o escondidos em Grenoble os ferozes.<br \/>\nAl\u00e9m de Lyon, Viena, \u00e1guas t\u00e3o grande granizo,<br \/>\nLangoult em terra ficar\u00e1 um ter\u00e7o.<\/p>\n<p>70<br \/>\nAparatos cortantes nas tochas escondidos<br \/>\nEm Lyon o dia do Sacramento,<br \/>\nOs de Viena ser\u00e3o muito em breve machucados<br \/>\nPelos cant\u00f5es Latinos, Mascon n\u00e3o mente.<\/p>\n<p>71<br \/>\nAos lugares sagrados animais vistos de p\u00ealo,<br \/>\ncom o qual n\u00e3o ousar\u00e1 o dia,<br \/>\nEm Carcasona por desgra\u00e7a prop\u00edcia<br \/>\nSer\u00e1 posto para mais ampla estadia.<\/p>\n<p>72<br \/>\nAinda ser\u00e3o os santos templos manchados,<br \/>\nE saqueados por Senado Tolosano,<br \/>\nSaturno dois tr\u00eas ciclos girados,<br \/>\nEm Abril, Maio, gente de nova leva.<\/p>\n<p>73<br \/>\nEm Foix entrado Rei classificado Turbante,<br \/>\nE reinar\u00e1 menos evolu\u00eddo Saturno,<br \/>\nRei Turbante branco Biz\u00e2ncio cora\u00e7\u00e3o vetado,<br \/>\nSol, Marte, Merc\u00fario perto da urna.<\/p>\n<p>74<br \/>\nNa cidade de Fertsod homic\u00eddio,<br \/>\nFeito e feitos muitos bois antes n\u00e3o matar,<br \/>\nRetorno ainda \u00e0s honras de Artem\u00edsia,<br \/>\nE a Vulc\u00e2nico corpos mortos sepultar.<\/p>\n<p>75<br \/>\nDe Ambracia e do pa\u00eds de Tr\u00e1cia<br \/>\nPovo por mar, logo que e ajuda Gaul\u00eas,<br \/>\nPerp\u00e9tua em Provence Tr\u00e1cia,<br \/>\nCom vest\u00edgios de seu costume e leis.<\/p>\n<p>76<br \/>\nCom o preto Rapaz e sanguin\u00e1rio,<br \/>\nSa\u00eddo do catre do inumano Nero,<br \/>\nEntre dois rios m\u00e3o esquerda militar,<br \/>\nSer\u00e1 assassinado por J\u00f4nico calder\u00f3n.<\/p>\n<p>77<br \/>\nO reino tomado o Rei convidar\u00e1<br \/>\nA dama tomada a morte jurados a sorte,<br \/>\nA vida ao filho de Rainha se negar\u00e1<br \/>\nE a jaqueta ou casaco ao forte da consorte.<\/p>\n<p>78<br \/>\nA dama Grtega de grande beleza,<br \/>\nFeliz feita de processo inumer\u00e1vel,<br \/>\nFora trasladada ao reino Hisp\u00e2nico,<br \/>\nA bela tomada morrer morte miser\u00e1vel.<\/p>\n<p>79<br \/>\nO chefe de frota por fraudulenta estratagema,<br \/>\nHaver\u00e1 timidamente sair de seus gal\u00e9s,<br \/>\nSa\u00eddos assassinados chefe descrente de gal\u00e9s,<br \/>\nDepois pela emboscada lhe pagar\u00e3o seu sal\u00e1rio.<\/p>\n<p>80<br \/>\nO Duque querer\u00e1 aos seus exterminar,<br \/>\nEnviar\u00e1 os mais fortes a lugares estranhos,<br \/>\nPor tirania Biza e Luz arruinar.<br \/>\nDepois os B\u00e1rbaros sem vinho far\u00e3o vindimas.<\/p>\n<p>81<br \/>\nO Rei astucioso escutar\u00e1 suas emboscadas<br \/>\nDe tr\u00eas lados inimigos assaltar,<br \/>\nUm n\u00famero estranho lagrimas de coqueluche<br \/>\nVir\u00e1 Lemprin do tradutor saltar.<\/p>\n<p>82<br \/>\nPelo dil\u00favio e a pestil\u00eancia forte,<br \/>\nA cidade grande h\u00e1 muito tempo assediada,<br \/>\nA sentinela e guarda de m\u00e3o morta,<br \/>\nSubitamente tomada, mas em nada ultrajada.<\/p>\n<p>83<br \/>\nSol vinte de Touro t\u00e3o forte terra treme,<br \/>\nO grande teatro repleto arruinar\u00e1,<br \/>\nO ar c\u00e9u e terra escurecidos e perturbados,<br \/>\nQuando ao infiel Deus e santos enrolar\u00e3o.<\/p>\n<p>84<br \/>\nRei exposto realizar\u00e1 a hecatombe,<br \/>\nAp\u00f3s ter encontrado sua origem.<br \/>\nCorrente abrir de m\u00e1rmore e chumbo a derruba,<br \/>\nDe um grande Romano de ins\u00edgnia Medusina.<\/p>\n<p>85<br \/>\nPassar Guyenne, Languedoc e o R\u00f3dano,<br \/>\nDe Agen amos de Marmande e a Reole,<br \/>\nAbrir por fe parede, Foceo se manter\u00e1 no seu trono.<br \/>\nConflito perto de\u00a0 Saint Pol de Manseole.<\/p>\n<p>86<br \/>\nDo burgo Lareyne chegar\u00e3o direto a Chartres<br \/>\nE far\u00e3o cerca da ponte Anthoni pausa.<br \/>\nSete para a paz cautelosos como m\u00e1rtires<br \/>\nFar\u00e3o entrada ao ex\u00e9rcito em Paris fechado.<\/p>\n<p>87<br \/>\nNa floresta de Touphon roturado,<br \/>\nNa ermida ser\u00e1 levantado o templo,<br \/>\nO Duque de Estempes pela sua ast\u00facia inventada,<br \/>\nDo monte Lehort prelado dar\u00e1 exemplo.<\/p>\n<p>88<br \/>\nCalais, Penhores, socorro a Therbanne,<br \/>\nPaz e simula\u00e7\u00e3o simular\u00e1 o vigia,<br \/>\nSoldo de Alobrox, descer\u00e1 por Roane,<br \/>\nIludindo povo que desfar\u00e1 o caminho.<\/p>\n<p>89<br \/>\nSete anos ser\u00e1 Felipe fortuna pr\u00f3spera,<br \/>\nAbater\u00e1 dos \u00c1rabes o esfor\u00e7o<br \/>\nAp\u00f3s seu cenit perplexo complexo assunto,<br \/>\nJovem eloq\u00fcente afundar\u00e1 seu forte.<\/p>\n<p>90<br \/>\nUm capit\u00e3o da grande A Germ\u00e2nia<br \/>\nSe render\u00e1 por simulado socorro<br \/>\nAo Rei dos Reis ajuda de Panonia,<br \/>\nQue sua revolta far\u00e1 de sangue grande rio.<\/p>\n<p>91<br \/>\nA horr\u00edvel peste Perynto e Nic\u00f3polis,<br \/>\nO Quersoneso ag\u00fcentar\u00e1 e Marcelonia.<br \/>\nTesalia devastar\u00e1 a Anf\u00edpolis,<br \/>\nLogo que desconhecido, e a rejei\u00e7\u00e3o de Antonio.<\/p>\n<p>92<br \/>\nO Rei querer\u00e1 em cidade nova entrar,<br \/>\nPor inimigos expugnar-lhe se chegar\u00e1<br \/>\nCativo libertado sujeiras dizer e perpetrar,<br \/>\nRei fora estar, longe de inimigos ag\u00fcentar\u00e1.<\/p>\n<p>93<br \/>\nOs inimigos do forte bem afastados,<br \/>\nPor carros conduzido a fortifica\u00e7\u00e3o,<br \/>\nSobre os muros de Bourges destro\u00e7ados,<br \/>\nQuando H\u00e9rcules avental ao Emacio.<\/p>\n<p>94<br \/>\nD\u00e9beis gal\u00e9s ser\u00e3o unidas voc\u00ea junta:<br \/>\nInimigos falsos o mais forte em muralhas:<br \/>\nD\u00e9bil assediados Bratislava treme,<br \/>\nLubeck e Mysme ter\u00e3o b\u00e1rbara parte.<\/p>\n<p>95<br \/>\nO novo ato conduzir\u00e1 o ex\u00e9rcito<br \/>\nperto de apamestano at\u00e9 perto do arroio.<br \/>\nTendo socorro de Milanesa elite,<br \/>\nDuque olhos privado em Mil\u00e3o ferro de jaula.<\/p>\n<p>96<br \/>\nEx\u00e9rcito negado de entrar na cidade,<br \/>\nDuque entrar\u00e1 por persuas\u00e3o,<br \/>\n\u00c0s d\u00e9beis portas clama ex\u00e9rcito levado.<br \/>\nPondo fogo, morte, de sangue efus\u00e3o.<\/p>\n<p>97<br \/>\nDo mar frota em tr\u00eas partes dividida,<br \/>\n\u00c0 segunda os v\u00edveres faltar\u00e3o,<br \/>\nDesesperados buscando campos El\u00edseos.<br \/>\nPrimeiros a brecha entrados vit\u00f3ria alcan\u00e7ar\u00e3o.<\/p>\n<p>98<br \/>\nOs afligidos por falta de um s\u00f3 tanto,<br \/>\nContrapondo-se a parte oposta.<br \/>\nAos Lioneses mandar\u00e1 que obrigado<br \/>\nSer\u00e1 render-se ao grande chefe de Molite.<\/p>\n<p>99<br \/>\nVento Aquil\u00e3o far\u00e1 partir o sio,<br \/>\nPelos muros jogar cinzas, cal e p\u00f3:<br \/>\nPor chuvas depois, que lhe far\u00e3o mais dano,<br \/>\n\u00daltima ajuda encontra sua fronteira.<\/p>\n<p>100<br \/>\nNaval disputa noite ser\u00e1 superada,<br \/>\nO fogo, nas naves ao Ocidente arru\u00edna<br \/>\nRubrica nova, a grande nave colorida,<br \/>\nIr\u00e1 ao vencido, e vit\u00f3ria em ruma.<\/p>\n<p><strong>Nostradamus &#8211; Cent\u00faria X<\/strong><\/p>\n<p>1<br \/>\nAo inimigo, o inimigo seja prometido,<br \/>\nN\u00e3o ag\u00fcentar\u00e1, os cativos retidos:<br \/>\nCapturados, prima morte, e o resto em camisa.<br \/>\nMaldito o resto por ser apoiados.<\/p>\n<p>2<br \/>\nVela gal\u00e9s de nave esconder\u00e1,<br \/>\nA grande frota far\u00e1 sair a menor,<br \/>\nDez naves pr\u00f3ximas a voltar\u00e3o a repelir,<br \/>\nGrande vencida unidas a si reunir-se.<\/p>\n<p>3<br \/>\nE ap\u00f3s de cinco rebanhos tirar,<br \/>\nUm fugitivo por Penel\u00f3n deixar\u00e1,<br \/>\nFalso murmurar, ajuda vinda por ent\u00e3o.<br \/>\nO chefe o lugar ent\u00e3o abandonar\u00e1.<\/p>\n<p>4<br \/>\nA meia-noite motorista do ex\u00e9rcito,<br \/>\nLhe salvar\u00e1 s\u00fabito desvanecimento,<br \/>\nSete anos depois a fama n\u00e3o danificada<br \/>\nA seu retorno n\u00e3o dir\u00e1 nunca que sim.<\/p>\n<p>5<br \/>\nAlbi e Voc\u00ea castre far\u00e3o nova liga,<br \/>\nNovos Arianistas Lisboa e Portugal.<br \/>\nCarcasona, Toulouse consumar\u00e3o sua lide.<br \/>\nQuando chefe novo monstro de Lauragues.<\/p>\n<p>6<br \/>\nSardon Nemans t\u00e3o alto desboradar\u00e1n<br \/>\nQue se desejar\u00e1 Deucalion renascer,<br \/>\nNo colosso a maioria fugir\u00e1,<br \/>\nVesta sepulcro fogo extinto aparecer\u00e1.<\/p>\n<p>7<br \/>\nO grande conflito que se prepara em Nancy<br \/>\nO Emacio dir\u00e1 todo eu submeto,<br \/>\nA ilha Brit\u00e2nica por vinho, sal em solst\u00edcio,<br \/>\nMetade dois Fil, muito tempo n\u00e3o ag\u00fcentar\u00e1 Metz.<\/p>\n<p>8<br \/>\n\u00cdndice e polegar aprofundar\u00e3o a frente<br \/>\nDo Senegal o Conde a seu filho pr\u00f3prio,<br \/>\nMyrnamea por v\u00e1rios de tomada frente.<br \/>\nTr\u00eas em sete dias feridos de morte.<\/p>\n<p>9<br \/>\nDe Castell\u00f3n figueiras dia de bruma,<br \/>\nDe mulher infame nascer\u00e1 soberano pr\u00edncipe<br \/>\nRenome de cal\u00e7as perfumando-o postumamente.<br \/>\nNunca Rei foi t\u00e3o mau na sua prov\u00edncia.<\/p>\n<p>10<br \/>\nMont\u00f5es de assassinados, enormes adult\u00e9rios,<br \/>\nGrande inimigo de todo o g\u00eanero humano,<br \/>\nQue ser\u00e1 pior que av\u00f4s, tios e pais.<br \/>\nEm ferro, fogo, \u00e1gua, sanguin\u00e1rio e inumano.<\/p>\n<p>11<br \/>\nBaixo Junquera perigoso passo<br \/>\nFar\u00e1 passar o p\u00f3stumo sua banda.<br \/>\nOs montes os Pireneus passar fora sua bagagem,<br \/>\nDe Perpinhan correr\u00e1 Duque a Tende.<\/p>\n<p>12<br \/>\nEleito como Papa, de eleito ser\u00e1 burlado,<br \/>\nSubitamente com freq\u00fc\u00eancia emocionado disposto e t\u00edmido.<br \/>\nPor muita bondade a morrer provocado,<br \/>\nTemor oprime a noite de sua morte guia.<\/p>\n<p>13<br \/>\nSob o gramado de animal ruminante<br \/>\nPor eles conduzidos ao ventre helbip\u00f3lico,<br \/>\nSoldados escondidos, as armas ru\u00eddo levando,<br \/>\nN\u00e3o longe tentados por cidade Antip\u00f3lica.<\/p>\n<p>14<br \/>\nUrnel Vaucille sem conselho de si mesmos<br \/>\nOusado t\u00edmido, por temor tomado, vencido.<br \/>\nAcompanhado de v\u00e1rias putas p\u00e1lidas<br \/>\nEm Barcelona aos cartuchos vencidos.<\/p>\n<p>15<br \/>\nPai duque velho em anos e de sede carregado.<br \/>\nNo dia extremo filho denegando<br \/>\nDentro o po\u00e7o vivo morto ser\u00e1 afogado,<br \/>\nSenado ao filho a morte comprida e leve.<\/p>\n<p>16<br \/>\nFeliz no reino da Fran\u00e7a, feliz de viver<br \/>\nIgnorando sangue, morte, furor e rapina.<br \/>\nPor n\u00e3o aduladores ser\u00e1 levado a inveja,<br \/>\nRei desvestido, muito f\u00edgado na cozinha.<\/p>\n<p>17<br \/>\nA Rainha Submetida vendo sua filha p\u00e1lida,<br \/>\nPor um pesar no est\u00f4mago fechado,<br \/>\nGritos lament\u00e1veis haver\u00e1 ent\u00e3o em Angulema<br \/>\nE do germ\u00e2nico casamento exclu\u00eddo.<\/p>\n<p>18<br \/>\nA categoria Loren\u00e9s deixar\u00e1 seu lugar a Vendome.<br \/>\nO alto posto abaixo, o sob posto em alto.<br \/>\nO filho de Harn\u00f3n ser\u00e1 eleito em Roma,<br \/>\nE os dois grandes ficar\u00e3o fora.<\/p>\n<p>19<br \/>\nDia que ser\u00e1 por Rainha saudado.<br \/>\nO dia seguinte o cumprimento, a ora\u00e7\u00e3o:<br \/>\nA conta feita raz\u00e3o e valor,<br \/>\nAntes humilde nunca foi t\u00e3o contente.<\/p>\n<p>20<br \/>\nTodos os amigos que tenham tomado partido,<br \/>\nPor rude em letras levado a morte e saqueado,<br \/>\nBens esquecidos por resolvido grande afligido,<br \/>\nNunca Romano povo foi t\u00e3o ultrajado.<\/p>\n<p>21<br \/>\nPor despeito do Rei sustentando menor,<br \/>\nSer\u00e1 assassinado apresentado os an\u00e9is:<br \/>\nO pai ao filho querendo nobreza despontar<br \/>\nFeito, como em P\u00e9rsia outrora fizessem os Magos.<\/p>\n<p>22<br \/>\nPor n\u00e3o querer consentir o div\u00f3rcio,<br \/>\nQuem logo depois ser\u00e1 conhecido indigno,<br \/>\nO Rei das Ilhas ser\u00e1 expulso pela for\u00e7a,<br \/>\nPosto no seu lugar quem de rei n\u00e3o ter\u00e1 signo.<\/p>\n<p>23<br \/>\nAo povo ingrato feitas as advert\u00eancias,<br \/>\nQuando o exercito se apoderar\u00e1 de Antibes,<br \/>\nNo arco M\u00f4naco far\u00e3o as queixas<br \/>\nE em Frejus um ao outro tomar\u00e1 Ribe.<\/p>\n<p>24<br \/>\nO cativo pr\u00edncipe nas Italias vencido<br \/>\nPassar\u00e1 G\u00eanova, por mar at\u00e9 Marselha,<br \/>\nPor grande esfor\u00e7o de for\u00e2neos vencido,<br \/>\nSalvo disparo barril licor de abelha.<\/p>\n<p>25<br \/>\nPor Nebro abrir de Brisanne passo,<br \/>\nBem afastado a raiva dar\u00e1 amostra<br \/>\nEm Pelligouxe ser\u00e1 cometido o ultraje.<br \/>\nDa grande dama sentada sobre a orquestra.<\/p>\n<p>26<br \/>\nO sucessor vingar\u00e1 a seu cunhado,<br \/>\nOcupar reino sob a sombra de vingan\u00e7a.<br \/>\nAbatido obst\u00e1culo seu sangue morte vitupera,<br \/>\nMuito tempo a Bretanha estar\u00e1 com a Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>27<br \/>\nPelo quinto e um grande H\u00e9rcules<br \/>\nVir\u00e3o o templo abrir com m\u00e3o militar,<br \/>\nUm Clemente, Julio e Ascanio regulados.<br \/>\nA espada, chave, \u00e1guia, n\u00e3o ter\u00e3o nunca t\u00e3o grande combate<\/p>\n<p>28<br \/>\nSegundo e terceiro que far\u00e3o a primeira m\u00fasica<br \/>\nSer\u00e1 por Rei em honra sublime,<br \/>\nPor crasso e magro quase meio tuberculoso<br \/>\nRela\u00e7\u00e3o de V\u00eanus falsos voltar\u00e1 deprimidos.<\/p>\n<p>29<br \/>\nDe Pablo Mansol em caverna caprina<br \/>\nEscondido e tirado pela barba,<br \/>\nCativo levado como besta mastim<br \/>\nPor Begurdanos levado perto de Tarbes.<\/p>\n<p>30<br \/>\nSobrinho e sangue do santo rec\u00e9m chegado<br \/>\nPelo renome sustentam arcos e coberta<br \/>\nSer\u00e3o expulsos e arrojados a morte desnudos,<br \/>\nEm vermelho e preto transformar\u00e3o seu verde.<\/p>\n<p>31<br \/>\nO santo imp\u00e9rio ir\u00e1 \u00e0 Germ\u00e2nia,<br \/>\nIsmailitas encontrar\u00e3o lugares abertos.<br \/>\nAsnos querer\u00e3o tamb\u00e9m Carmania,<br \/>\nOs seguidores de terra totalmente cobertos.<\/p>\n<p>32<br \/>\nO grande imp\u00e9rio cada um deve s\u00ea-lo,<br \/>\nUm sobre os outros o obter\u00e1:<br \/>\nMas pouco tempo ser\u00e1 seu reino e exist\u00eancia.<br \/>\nDois anos nas naves se poder\u00e1 sustentar.<\/p>\n<p>33<br \/>\nA fac\u00e7\u00e3o cruel de roupas compridas,<br \/>\nEsconder\u00e1 sob os agudos punhais:<br \/>\nTomar Floren\u00e7a o duque e lugar diflongo,<br \/>\nSeu descobrimento por imaturos e infi\u00e9is.<\/p>\n<p>34<br \/>\nGaul\u00eas que imp\u00e9rio por guerra ocupar\u00e1,<br \/>\nPelo seu cunhado menor ser\u00e1 tra\u00eddo,<br \/>\nPor cavalo rude selvagem arrastar\u00e1.<br \/>\nPelo ato o irm\u00e3o muito tempo ser\u00e1 odiado.<\/p>\n<p>35<br \/>\nFilho mais novo Real flagrante de ardente libido,<br \/>\nPara gozar de prima irm\u00e3:<br \/>\nVestido de mulher no templo de Artem\u00edsia:<br \/>\nPassante assassinado por desconhecido do Maine.<\/p>\n<p>36<br \/>\nDepois do rei de Mercado guerra falando,<br \/>\nAs ilhas Harm\u00f3ticas o desprezar\u00e3o:<br \/>\nAlguns anos bons roendo um e pilhando,<br \/>\nPor tirania \u00e0 Ilha mudando presa.<\/p>\n<p>37<br \/>\nA assembl\u00e9ia grande cerca do lago de Borget.<br \/>\nSe reunir\u00e1 perto de Montmelian:<br \/>\nMarchando al\u00e9m pensativos far\u00e3o projeto,<br \/>\nChambery Moriane combate S\u00e3o Jul\u00edan.<\/p>\n<p>38<br \/>\nAmor alegre n\u00e3o longe levado pelo ass\u00e9dio,<br \/>\nNo santo B\u00e1rbaro estar\u00e3o as guarni\u00e7\u00f5es:<br \/>\nUrsinos Hadria por Gauleses far\u00e3o dano,<br \/>\nPor medo rendidos do ex\u00e9rcito aos Grisones.<\/p>\n<p>39<br \/>\nPrimeiro filho vi\u00fava desgra\u00e7ado casamento,<br \/>\nSem nenhum filho duas Ilhas em disc\u00f3rdia.<br \/>\nAntes dezoito incompetente idade,<br \/>\nDa outra parte mais baixo ser\u00e1 o acordo.<\/p>\n<p>40<br \/>\nO jovem nascido em reino Brit\u00e2nico,<br \/>\nQue haver\u00e1 o pai agonizante recomendado,<br \/>\nO morto Lonolo dar\u00e1 t\u00f3pico,<br \/>\nE a seu filho o reino demandado<\/p>\n<p>41<br \/>\nNa fronteira de Caussade e Charlus,<br \/>\nN\u00e3o muito longe do fundo do vale,<br \/>\nDe vila a Fran\u00e7a m\u00fasico ao som de ala\u00fades,<br \/>\nRodeados convulsos e grande carcoma.<\/p>\n<p>42<br \/>\nO reino humano de Anglia paternidade,<br \/>\nFar\u00e1 seu reino por uni\u00e3o manter:<br \/>\nCativo guerra no meio de sua clausura,<br \/>\nMuito tempo a paz lhes far\u00e1 manter.<\/p>\n<p>43<br \/>\nO muito bom tempo de bondade real,<br \/>\nH\u00e1 e desfaz em breve s\u00fabita neglig\u00eancia:<br \/>\nLeve achar\u00e1 erro de esposa leal,<br \/>\nO condenado a morte pela sua benevol\u00eancia.<\/p>\n<p>44<br \/>\nQuando um Rei seja contra os seus,<br \/>\nNativo de Blois subjugar\u00e1 Ligures,<br \/>\nMammel, C\u00f3rdoba e os D\u00e1lmatas.<br \/>\nDe sete depois a sombra a Rei sorte e muros.<\/p>\n<p>45<br \/>\nA sombra do reino de Navarra n\u00e3o verdadeiro,<br \/>\nFar\u00e1 a vida de forte ileg\u00edtima:<br \/>\nO voto prometido incerto de Cambrai,<br \/>\nRei Orleans dar\u00e1 muro leg\u00edtimo.<\/p>\n<p>46<br \/>\nVida sorte morte do ouro vil\u00e3o indigno,<br \/>\nSer\u00e1 de Sax\u00f4nia n\u00e3o novo eleitor:<br \/>\nDe Brunswick mandar\u00e1 de amor signo,<br \/>\nFalso dando ao povo sedutor.<\/p>\n<p>47<br \/>\nDe Bourzeville \u00e0 Dama Guyrlande<br \/>\nSe lhe elevar\u00e1 pela trai\u00e7\u00e3o feita<br \/>\nO grande prelado de Le\u00e3o por Formande,<br \/>\nFalsos peregrinos e encantador derrotado.<\/p>\n<p>48<br \/>\nDo mais profundo da Espanha ins\u00edgnia.<br \/>\nSaindo dos confins e fim da Europa,<br \/>\nProblemas passando junto \u00e0 ponte de Laigne.<br \/>\nSer\u00e1 derrotado por banda sua grande tropa.<\/p>\n<p>49<br \/>\nJardim do mundo junto de cidade nova,<br \/>\nNo caminho de montanhas cavadas:<br \/>\nSer\u00e1 tomado e arrojado \u00e0 cuba.<br \/>\nFor\u00e7ado a beber \u00e1guas sulfurosas envenenadas.<\/p>\n<p>50<br \/>\nO Mosa no dia terra de Luxemburgo,<br \/>\nDescobrir\u00e1 Saturno e tr\u00eas em lua:<br \/>\nMontanha e plano, vila, cidade e burgo.<br \/>\nLorne dil\u00favio, trai\u00e7\u00e3o por grande canalha.<\/p>\n<p>51<br \/>\nOs lugares planos baixos do pa\u00eds de Lorena.<br \/>\nSer\u00e3o as baixas Alemanhas unidas.<br \/>\nPelos do lugar Picardos, Normandos, do Maine,<br \/>\nE nos cant\u00f5es se reunir\u00e3o.<\/p>\n<p>52<br \/>\nNo lugar onde Laye e Escalda se unem,<br \/>\nSer\u00e3o as n\u00fapcias desde longe preparadas:<br \/>\nNo lugar de Antu\u00e9rpia onde lixos passam,<br \/>\nJovem velhice consorte sem contaminar.<\/p>\n<p>53<br \/>\nAs tr\u00eas jaquetas ou casacos de longe se bater\u00e3o,<br \/>\nO maior menos estar\u00e1 \u00e0 escuta:<br \/>\nO grande Selino n\u00e3o ser\u00e1 j\u00e1 mais o patr\u00e3o,<br \/>\nLhe nomear\u00e1 fogo metal branco rasgado.<\/p>\n<p>54<br \/>\nNascida neste mundo por concubina furtiva,<br \/>\nA duas alturas posta pelas tristes not\u00edcias,<br \/>\nEntre inimigos ser\u00e1 tomada cativa,<br \/>\nLevada a Malinas e Bruxelas.<\/p>\n<p>55<br \/>\nAs desgra\u00e7adas n\u00fapcias realizar\u00e3o<br \/>\nCom grande alegria: mas o fim desgra\u00e7ado,<br \/>\nMarido e m\u00e3e nora desenhar\u00e3o,<br \/>\nO Brilhante morto, e nora mais lament\u00e1vel.<\/p>\n<p>56<br \/>\nPrelado real seu descendente muito ca\u00eddo,<br \/>\nGrande fluxo de sangue sair\u00e1 pela sua boca,<br \/>\nO reino Anglo por reino respirado,<br \/>\nMuito tempo mortos vivos em T\u00fanis como troncos.<\/p>\n<p>57<br \/>\nO sublevado n\u00e3o conhecer\u00e1 seu cetro,<br \/>\nOs filhos jovens do maior maldir\u00e3o:<br \/>\nNunca um mais cruel ser existiu,<br \/>\nPara suas esposas a morte preta condenar\u00e1.<\/p>\n<p>58<br \/>\nNo momento do duelo que o Selino monarca<br \/>\nGuerrear\u00e1 o jovem Emacio:<br \/>\nGaul\u00eas transtonar periclitar a barca:<br \/>\nTatear Foceos ao Poente conservar.<\/p>\n<p>59<br \/>\nEm Lyon vinte e cinco de um h\u00e1lito.<br \/>\nCinco cidad\u00e3os Germ\u00e2nicos de Bresse, Latinos:<br \/>\nPor baixo nobre concluir\u00e3o comprida fila<br \/>\nE descobertos por uivos de mastins.<\/p>\n<p>60<br \/>\nChoro por Nice, M\u00f4naco, Pisa, G\u00eanova,<br \/>\nSavona, Siena, Capua, Modena, a Malta,<br \/>\nEm cima sangue e a\u00e7o por acr\u00e9scimo:<br \/>\nFogo, tremor de terra, \u00e1gua, desgra\u00e7a n\u00e3o desejada.<\/p>\n<p>61<br \/>\nBetta, Viena, Emorre Sacarbance,<br \/>\nQuerer\u00e3o entregar aos B\u00e1rbaros Panonia:<br \/>\nDe fogo e sangue em cidade de Biz\u00e2ncio<br \/>\nOs conjurados descobertos por matrona.<\/p>\n<p>62<br \/>\nPerto de Sorbin para assaltar a Hungria,<br \/>\nO arauto de Brudes lhes advertir\u00e1:<br \/>\nChefe Bizantino, Sallon de Esclavonia,<br \/>\nA lei de \u00c1rabes lhes transformar\u00e1.<\/p>\n<p>63<br \/>\nCidr\u00f3n, Ragusa, a cidade do santo Hier\u00f3n.<br \/>\nPedir\u00e1 o mendigo socorro:<br \/>\nMorto filho de Rei por morte de dois airones.<br \/>\nO \u00c1rabe, a Hungria far\u00e3o o mesmo percurso.<\/p>\n<p>64<br \/>\nChora Mil\u00e3o, chora Lucca, Floren\u00e7a,<br \/>\nQue teu grande Duque sobre o carro subir\u00e1,<br \/>\nMudar a sede tomada de Veneza se antecipa.<br \/>\nEnquanto que Col\u00f4nia em Roma mudar\u00e1.<\/p>\n<p>65<br \/>\nOh vasta Roma, tua ru\u00edna se aproxima!<br \/>\nNem de teus muros, de teu sangue e subst\u00e2ncia:<br \/>\nO \u00e1spero por letras far\u00e1 t\u00e3o horr\u00edvel atentado,<br \/>\nFerro pontiagudo intrometido em todos at\u00e9 a empunhadura.<\/p>\n<p>66<br \/>\nO chefe de Londres por reino a Am\u00e9rica,<br \/>\nA Ilha da Esc\u00f3cia se endurecer\u00e1 com a gelada:<br \/>\nRei Reb ter\u00e1 um tal falso Anticristo.<br \/>\nQue lhes levar\u00e1 a todos na confus\u00e3o.<\/p>\n<p>67<br \/>\nO tremor t\u00e3o forte no m\u00eas de Maio.<br \/>\nSaturno, Capric\u00f3rnio, J\u00fapiter, Merc\u00fario em Touro<br \/>\nV\u00eanus, tamb\u00e9m C\u00e2ncer, Marte em Nonato.<br \/>\nCair\u00e1 granizo ent\u00e3o maior que um ovo.<\/p>\n<p>68<br \/>\nO ex\u00e9rcito do mar ante cidade ag\u00fcentar\u00e1,<br \/>\nDepois partir\u00e1 sem fazer longo viagem:<br \/>\nCidad\u00e3os grande presa em terra tomar\u00e3o,<br \/>\nRetornar frota retomar grande \u00edmpeto.<\/p>\n<p>69<br \/>\nO ferro reluzente de novo velho criado,<br \/>\nSer\u00e3o t\u00e3o grandes por Meio-dia Aquil\u00e3o:<br \/>\nDe sua irm\u00e3 pr\u00f3pria grandes asas levantadas,<br \/>\nFugindo assassinado o maioral de Ambell\u00f3n.<\/p>\n<p>70<br \/>\nO olho por objeto far\u00e1 tal excresc\u00eancia.<br \/>\nTanto e ardente que cair\u00e1 a neve,<br \/>\nCampo regado decair\u00e1,<br \/>\nQue o sobressa\u00eddo sucumbir\u00e1 em R\u00e9gia.<\/p>\n<p>71<br \/>\nA terra e o ar gelar\u00e3o tanta \u00e1gua,<br \/>\nQuando se vinga em Quinta-feira a venerar<br \/>\nO que ser\u00e1 jamais foi t\u00e3o belo,<br \/>\nDas quatro partes vir\u00e3o a adorar-lhe.<\/p>\n<p>72<br \/>\nO ano mil novecentos noventa e nove sete meses,<br \/>\nDo c\u00e9u vir\u00e1 um grande Rei de terror:<br \/>\nRessuscitar o grande Rei de Algolmois,<br \/>\nAntes depois que Marte reinar por essa.<\/p>\n<p>73<br \/>\nO tempo presente com o passado.<br \/>\nSer\u00e1 julgado por grande Jovialista:<br \/>\nO mundo demore lhe ser\u00e1 deixado,<br \/>\nE desleal pelo clero jurista.<\/p>\n<p>74<br \/>\nNa revolta do grande n\u00famero s\u00e9timo,<br \/>\nAparecer\u00e1 em tempo jogos de Hecatombe,<br \/>\nN\u00e3o afastado da grande idade milenar,<br \/>\nQue os entrados sair\u00e3o de seu t\u00famulo.<\/p>\n<p>75<br \/>\nT\u00e3o esperado n\u00e3o voltar\u00e1 jamais,<br \/>\nNa Europa, na \u00c1sia aparecer\u00e1,<br \/>\nUm da liga sa\u00edda do grande Hermes,<br \/>\nE sobre todos Reis de Oriente crescer\u00e1.<\/p>\n<p>76<br \/>\nO grande Senado discernir\u00e1 a pompa,<br \/>\nA um que depois ser\u00e1 vencido perseguido,<br \/>\nSeus seguidores vir\u00e3o a toque de trompa<br \/>\nBens p\u00fablicos, inimigos expulsos.<\/p>\n<p>77<br \/>\nTrinta seguidores da ordem dos quintes<br \/>\nProscritos, seus bens doados a seus advers\u00e1rios.<br \/>\nTodos seus m\u00e9ritos ficar\u00e3o em faltas,<br \/>\nFrota dispersa entregue aos Cors\u00e1rios.<\/p>\n<p>78<br \/>\nS\u00fabita alegria em s\u00fabita tristeza,<br \/>\nSer\u00e1 em Roma \u00e0s gra\u00e7as abra\u00e7adas,<br \/>\nDuelo, gritos, prantos, l\u00e1grima sangue excelsa alegria.<br \/>\nContrariar bandas surpreendidas e truncadas.<\/p>\n<p>79<br \/>\nOs velhos caminhos estar\u00e3o todos embelezados<br \/>\nSe passar\u00e1 a Menfis advertidos<br \/>\nO grande Merc\u00fario de H\u00e9rcules flor de lis<br \/>\nFazendo tremer terra, mar e campos.<\/p>\n<p>80<br \/>\nNo reino grande do grande reino reinante,<br \/>\nPor for\u00e7a de armas as grandes portas de bronze<br \/>\nFar\u00e1 abrir, o Rei e Duque vitoriosos,<br \/>\nPorto demolido, nave ao fundo, dia sereno.<\/p>\n<p>81<br \/>\nPosto tesouro templo cidad\u00e3os Hesp\u00e9ricos,<br \/>\nNaquele retirado em segredo lugar:<br \/>\nO templo abrir os la\u00e7os famintos,<br \/>\nRecuperar, maravilhado, presa horr\u00edvel no meio.<\/p>\n<p>82<br \/>\nGritos, prantos, l\u00e1grimas vir\u00e3o com facas,<br \/>\nParecendo fugir, dar\u00e3o \u00faltimo assalto:<br \/>\nO ambiente parques plantar profundas mesetas<br \/>\nVivos rejeitados e assassinados na tomada.<\/p>\n<p>83<br \/>\nDo batalhar n\u00e3o ser\u00e1 dado signo,<br \/>\nDo parque ser\u00e3o obrigados a sair fora:<br \/>\nDe Gante os arredores ser\u00e1 conhecida a ins\u00edgnia,<br \/>\nQue far\u00e1 levar de todos os seus a morte.<\/p>\n<p>84<br \/>\nO natural t\u00e3o alto n\u00e3o baixa,<br \/>\nO tardio retorno far\u00e1 mardis contentes:<br \/>\nO Recloing n\u00e3o estar\u00e1 sem debates,<br \/>\nEmpregando e perdendo todo seu tempo.<\/p>\n<p>85<br \/>\nO velho tribuno \u00e0 beirado abismo<br \/>\nSer\u00e1 apressado, cativo n\u00e3o entregar,<br \/>\nA vista n\u00e3o vista, o mal falando t\u00edmido.<br \/>\nPor leg\u00edtimo a seus amigos entregar.<\/p>\n<p>86<br \/>\nComo um grif\u00f3n vir\u00e1 o Rei da Europa,<br \/>\nAcompanhados pelos do Aquil\u00e3o,<br \/>\nDe vermelhos e brancos conduzir\u00e1 grande tropa,<br \/>\nE ir\u00e3o contra o Rei da Babil\u00f4nia.<\/p>\n<p>87<br \/>\nGrande Rei vir\u00e1 a tomar porto perto de Nice,<br \/>\nO grande imp\u00e9rio da morte far\u00e1<br \/>\nEm Antibes por\u00e1 seu g\u00eanio.<br \/>\nPor mar o Saque tudo desvanecer\u00e1.<\/p>\n<p>88<br \/>\nP\u00e9s e cavalos na segunda v\u00e9spera<br \/>\nFar\u00e3o entrada devastando tudo pelo mar:<br \/>\nNo porto entrar\u00e1 de Marselha,<br \/>\nLamentos, gritos e sangue, nunca houve tempo t\u00e3o amargo.<\/p>\n<p>89<br \/>\nDe tijolo a m\u00e1rmore ser\u00e3o todos os muros reduzidos,<br \/>\nSete e cinq\u00fcenta anos pac\u00edficos:<br \/>\nAlegria aos humanos, renovado o aqueduto,<br \/>\nSa\u00fade, grandes frutos, alegria e tempos mal\u00e9ficos.<\/p>\n<p>90<br \/>\nCem vezes morrer\u00e1 o tirano inumano,<br \/>\nPosto no seu lugar s\u00e1bio e bondoso,<br \/>\nTodo o Senado estar\u00e1 sob sua m\u00e3o,<br \/>\nZangado ser\u00e1 por maligno temer\u00e1rio.<\/p>\n<p>91<br \/>\nClero Romano o ano mil seiscentos e nove,<br \/>\nNa c\u00fapula do ano se far\u00e1 elei\u00e7\u00e3o:<br \/>\nDe um cinzento e preto da Companhia sa\u00eddo,<br \/>\nQue nunca foi t\u00e3o maligno.<\/p>\n<p>92<br \/>\nAnte o pai o filho ser\u00e1 morto,<br \/>\nO pai depois entre cordas de junco,<br \/>\nGenebr\u00eas povo ser\u00e1 abatido,<br \/>\nJazendo o chefe no meio como um tronco.<\/p>\n<p>93<br \/>\nA barca nova receber\u00e1 os viajantes,<br \/>\nL\u00e1 e depois transferir\u00e3o o Imp\u00e9rio:<br \/>\nBeaucaire, Arles reter\u00e3o os ref\u00e9ns,<br \/>\nCerca duas colunas achadas de Porfirio.<\/p>\n<p>9<br \/>\nDe Nimes, de Arles, e Viena desprezar,<br \/>\nN\u00e3o obedece tudo ao \u00e9dito do Hesp\u00e9rico:<br \/>\nAos laboriosos para o grande condenar,<br \/>\nSeis escapados em h\u00e1bito ser\u00e1fico.<\/p>\n<p>95<br \/>\nNas Espanhas vir\u00e1 rei muito poderoso,<br \/>\nPor mar e terra subjugando o meio-dia:<br \/>\nEste mal far\u00e1, abatendo o crescente,<br \/>\nDescer as asas aos da Sexta-feira.<\/p>\n<p>96<br \/>\nReligi\u00e3o do nome dos mares vencer\u00e1,<br \/>\nContra a seita filhos Aduluncat\u00fa,<br \/>\nSeita obstinada deplorada temer\u00e1<br \/>\nDe dois feridos por Alif e Alif.<\/p>\n<p>97<br \/>\nTirrenes cheios toda idade cativos,<br \/>\nTempo bom tem logo que, o doce por amargura:<br \/>\nPresa a B\u00e1rbaros, muito em breve ser\u00e3o prontos.<br \/>\n\u00c2nsia de ver lamentar ao vento a pluma.<\/p>\n<p>98<br \/>\nO esplendor claro a donzela gozosa.<br \/>\nN\u00e3o luzir\u00e1 mais, muito tempo, ser\u00e1 sem sal<br \/>\nCom mercadores, rufi\u00e3es, lobos odiosos,<br \/>\nTodos misturados monstro universal.<\/p>\n<p>99<br \/>\nO fim do lobo, o le\u00e3o, boi e asno,<br \/>\nT\u00edmida dama estar\u00e3o com mastins:<br \/>\nSomente cair\u00e1 por eles o doce man\u00e1,<br \/>\nMais vigil\u00e2ncia e cust\u00f3dia aos mastins.<\/p>\n<p>100<br \/>\nO grande Imp\u00e9rio ser\u00e3o na Inglaterra,<br \/>\nO Pempotam de anos mais de trezentos:<br \/>\nGrande ex\u00e9rcitos passar por mar e terra.<br \/>\nOs Lusitanos n\u00e3o estar\u00e3o contentes.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0geocities.yahoo.com.br\/www.<wbr \/>euacredito.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As Cent\u00farias, Nostradamus, Profecias, Rei, Quadras, Ep\u00edstola, C\u00e9sar, Deus, Igreja, Hist\u00f3ria, Edi\u00e7\u00e3o, Carta, As 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