{"id":17083,"date":"2015-12-29T17:10:24","date_gmt":"2015-12-29T17:10:24","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=17083"},"modified":"2015-12-29T17:44:44","modified_gmt":"2015-12-29T17:44:44","slug":"conquista-da-asia-e-africa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/historia\/historia-geral\/conquista-da-asia-e-africa","title":{"rendered":"Conquista da \u00c1sia e \u00c1frica"},"content":{"rendered":"<p class=\"ads-cima\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A conquista e a ocupa\u00e7\u00e3o da <strong>\u00c1sia e da \u00c1frica <\/strong>ocorreram atrav\u00e9s da for\u00e7a militar e da viol\u00eancia.<\/p>\n<p>Aventureiros, traficantes, homens ambiciosos fizeram parte das expedi\u00e7\u00f5es que usaram de todos os meios como saques, destrui\u00e7\u00e3o de aldeias, escraviza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o, requisi\u00e7\u00e3o for\u00e7ada de alimentos para o dom\u00ednio da regi\u00e3o desejada.<\/p>\n<p>Os imperialistas defendiam a necessidade de se fornecer prote\u00e7\u00e3o aos comerciantes, mission\u00e1rios ou aventureiros que se encontravam longe da p\u00e1tria. 0 ataque a cidad\u00e3os europeus, principalmente religiosos, fornecia o pretexto para a interven\u00e7\u00e3o armada na \u00c1sia e na \u00c1frica.<\/p>\n<p><strong>0 dramaturgo Bernard Shaw assim se expressava sobre os m\u00e9todos de conquista empregados pelos ingleses: <\/strong><\/p>\n<blockquote><p>&#8220;0 ingl\u00eas nasce com um certo poder milagroso que o torna senhor do mundo. Quando deseja alguma coisa, ele nunca diz a si pr\u00f3prio que a deseja. Espera pacientemente at\u00e9 que lhe venha \u00e0 cabe\u00e7a, ningu\u00e9m sabe como, a insopit\u00e1vel convic\u00e7\u00e3o de que \u00e9 seu dever moral e religioso conquistar aqueles que t\u00eam a coisa que ele deseja possuir. Torna-se, ent\u00e3o, irresist\u00edvel Como grande campe\u00e3o da liberdade e da independ\u00eancia, conquista a metade do mundo e chama a isso de Coloniza\u00e7\u00e3o. Quando deseja um novo mercado para seus produtos adulterados de Manchester, envia um mission\u00e1rio para ensinar aos nativos o evangelho da paz. Os nativos matam o mission\u00e1rio; ele recorre \u00e0s armas em defesa da Cristandade; luta por ela, conquista por ela; e toma o mercado como uma recompensa do c\u00e9u&#8230;&#8221; (&#8220;The Man of Destiny&#8221;, citado por LINHARES, M. Yedda. A luta contra a metr\u00f3pole. S\u00e3o Paulo, Brasiliense, 1983, P. 36).<\/p><\/blockquote>\n<p>Na corrida imperialista pela posse de col\u00f4nias na <strong>\u00c1sia e na \u00c1frica<\/strong>, pa\u00edses de civiliza\u00e7\u00e3o tradicional e densamente habitado, como a \u00cdndia, a China, a Arg\u00e9lia, foram dominados devido \u00e0 superioridade tecnol\u00f3gica e b\u00e9lica dos europeus. 0 uso de fuzis com carregamento pela culatra, de navios de guerra movidos a vapor equipados com canh\u00f5es de longo alcance, etc, eliminavam qualquer resist\u00eancia \u00e0 conquista europ\u00e9ia. Apesar disso, as popula\u00e7\u00f5es locais reagiam e os europeus tiveram que enfrentar guerras em v\u00e1rias regi\u00f5es, como a Revolta dos Sipaios, na \u00cdndia (1857\/59) e a Revolu\u00e7\u00e3o dos Taipings (1851\/64), na China.<\/p>\n<p>A presen\u00e7a europ\u00e9ia a partir de meados do s\u00e9culo XIX, resultou no retrocesso e no empobrecimento das sociedades asi\u00e1ticas e no acirramento das rivalidades entre elas (mu\u00e7ulmanos contra hindu, na \u00cdndia; malaios contra chineses, etc.)<\/p>\n<p><strong>No in\u00edcio do s\u00e9culo XX, em conseq\u00fc\u00eancia do processo de conquista e de ocupa\u00e7\u00e3o, a \u00c1sia encontrava-se assim repartida: <\/strong><\/p>\n<blockquote><p>A Inglaterra dominou a \u00cdndia (1845\/48), a Birm\u00e2nia e a Mal\u00e1sia;<\/p>\n<p>A a Fran\u00e7a conquistou, nos anos 1860, a Indochina (hoje Vietnam, Laos e Camboja), dedicando-se \u00e0 explora\u00e7\u00e3o de seus recursos naturais como mi nerais, carv\u00e3o, seda e arroz;<\/p>\n<p>A a Holanda ocupou o Arquip\u00e9lago de Sonda ou \u00cdndias Neerlandesas (hoje Indon\u00e9sia), formado pelas ilhas de Sumatra, Java, Born\u00e9u, Celebes e parte da Nova Guine; as terras mais f\u00e9rteis foram utilizadas para a agricultura de exporta\u00e7ao;<\/p>\n<p>Portugal manteve as antigas feitorias de Diu e de Goa, na \u00cdndia; de Macau na China e uma parte de Timor, no Arquip\u00e9lago de Sonda;<\/p>\n<p>O territ\u00f3rio da China foi dividido em \u00e1reas de influ\u00eancia submetidas ao controle de ingleses, franceses, alem\u00e3es, italianos, japoneses e russos.<\/p><\/blockquote>\n<p>Os europeus iniciaram a explora\u00e7\u00e3o da \u00c1frica no decorrer do s\u00e9culo XIX, visto que at\u00e9 1800 apenas o litoral era conhecido.<\/p>\n<p>A princ\u00edpio, expedi\u00e7\u00f5es religiosas e cient\u00edficas, como as comandadas pelos ingleses Livingstone, Stanley, Burton, pelos franceses Caill\u00e9 e Brazza, pelo alem\u00e3o Barth, pelo portugu\u00eas Serpa Pinto, atravessaram os desertos de Saara e de Kallaari, subiram os rios Nilo e Congo em busca de suas nascentes, descobriram os lagos Niasa, Tanganica, Vit\u00f3ria, Tchad e cortaram o continente, de S\u00e3o Paulo de Luanda a Mo\u00e7ambique.<\/p>\n<p>De fornecedora de escravos, a \u00c1frica passou a produzir os bens necess\u00e1rios \u00e0 Europa, tais como caf\u00e9, amendoim, cacau, sisal, borracha, cobre, ouro. 0 interesse cient\u00edfico aos poucos transformou-se em interesse econ\u00f4mico e pol\u00edtico e, a partir de 1870, a competi\u00e7\u00e3o imperialista na \u00c1frica tornou-se acirrad\u00edssima.<\/p>\n<p>Em fun\u00e7\u00e3o dessa disputa, em 1885, o chanceler alem\u00e3o Bismarck convocou a Confer\u00eancia de Berlim, com o objetivo de disciplinar e definir a reparti\u00e7\u00e3o &#8220;amig\u00e1vel&#8221; continente africano, tendo em vista a import\u00e2ncia da &#8220;miss\u00e3o civilizadora&#8221; do homem branco. A Confer\u00eancia de terminou que qualquer anexa\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rio africano deveria ser comunicada imediatamente \u00e0s outras pot\u00eancias e ser seguida de ocupa\u00e7\u00e3o efetiva para garantir a posse; finalizou com o compromisso de submeter os conflitos coloniais entre as pot\u00eancias, \u00e0 arbitragem internacional.<\/p>\n<p>Apesar dos compromissos assumidos na Confer\u00eancia de Berlim, corrida imperialista na \u00c1frica afetou as rela\u00e7\u00f5es internacionais, contribuindo para intensificar as rivalidades entre os pa\u00edses europeus.<\/p>\n<p><strong>Entre os principais pontos de atrito, podemos citar: <\/strong><\/p>\n<blockquote><p>a) o confronto entre ingleses e franceses no interior da \u00c1frica, devido \u00e0 tentativa dos franceses em estabelecer a uniao entre Dakar e Djibuti;<br \/>\nb) o confronto entre holandeses e ingleses na regi\u00e3o da \u00c1frica do Sul (guerra dos B\u00f4ers<br \/>\nc) a disputa entre Fran\u00e7a e It\u00e1lia pela posse da Tun\u00edsia, vencida pela Fran\u00e7a;<br \/>\nd) a disputa entre Fran\u00e7a e Alemanha, no Marrocos, vencida tamb\u00e9m pela Fran\u00e7a.<\/p><\/blockquote>\n<p>A resist\u00eancia das popula\u00e7\u00f5es africanas \u00e0 conquista foi tenaz. Os franceses enfrentaram prolongada luta no Marrocos e na Tun\u00edsia. Os italianos foram vencidos pelos et\u00edopes, em 1887 e 1896. Os ingleses sofreram derrotas no Sud\u00e3o. Os alem\u00e3es lutaram muito para subjugar o povo herero, no Sudoeste Africano. Os zulus, os ashantis, os matabeles e outras tribos ofereceram grande resist\u00eancia. Entretanto, essas popula\u00e7\u00f5es n\u00e3o conseguiram suportar as demoradas campanhas empreendidas pelos europeus e acabaram submetidas, ap\u00f3s viol\u00eancias e atrocidades de toda sorte.<\/p>\n<p>Os relatos das expedi\u00e7\u00f5es de conquista trazem descri\u00e7\u00f5es como essa, sobre a ocupa\u00e7\u00e3o do Chade: &#8220;Dundah\u00e9 e Maraua foram as principais etapas antes da Birni N&#8217;Koni. Aqui pudemos ler no solo e entre as ruinas da pequena cidade as diversas fases do assalto, do inc\u00eandio e da matan\u00e7a&#8230; Em torno da grande aldeia de Tibery, os cad\u00e1veres de dezenas de mulheres pendiam das \u00e1rvores pr\u00f3ximas&#8230; Em quase todas as aldeias por que passamos, os po\u00e7os estavam fechados ou contaminados por mont\u00f5es de cad\u00e1veres que apenas se podia distinguir se pertenciam a animais ou a homens.&#8221; (GAL, Meynier. L\u00e9s conqu\u00e9rants du Tchad, cit. Por FALCON F. &amp; MOURA, G. A forma\u00e7\u00e3o do mundo contempor\u00e2neo. Rio de Janeiro, Ed. Campus Ltda., 1985, p. 88.)<\/p>\n<p><strong>Em 1914, apenas a Eti\u00f3pia e a Lib\u00e9ria conseguiam manter-se independentes e a \u00c1frica estava assim dividida: <\/strong><\/p>\n<blockquote><p>A Fran\u00e7a ocupou a \u00c1frica do Norte (Arg\u00e9lia, Tun\u00edsia e Marrocos), a regi\u00e3o do Saara (dividida para fins administrativos em \u00c1frica Equa torial Francesa e \u00c1frica Ocidental Francesa) e a ilha de Madag\u00e1scar;<\/p>\n<p>A Inglaterra incorporou o Egito, o Sud\u00e3o Anglo-Eg\u00edpcio, o Qu\u00eania, Uganda, Somalia, Costa do Ouro e Nig\u00e9ria; ao sul, os ingleses anexaram o interior da Col\u00f4nia do Cabo e atrav\u00e9s de Cecil Rhodes, surgindo assim as Rod\u00e9sias; em 1902, numa guerra contra os Boers, antigos colonos holandeses, os brit\u00e2nicos conquistaram o Transvaal e Orange;<\/p>\n<p>A B\u00e9lgica apoderou-se do Congo Belga (Zaire);<\/p>\n<p>A Alemanha assenhorou-se do Togo, dos Camar\u00f5es, da \u00c1frica Oriental e do Sudoeste Africano; &#8211; a It\u00e1lia tomou a Eritr\u00e9ia, a Som\u00e1lia e a Tripolit\u00e2nia (L\u00edbia); &#8211; Portugal conservou Angola, Mo\u00e7ambique, Guine e o arquip\u00e9lago de Cabo Verde; &#8211; e a Espanha manteve o Saara Ocidental (Rio do Ouro).<\/p><\/blockquote>\n<p>Fonte: www.hystoria.hpg.ig.com.br<\/p>\n<h6>Conquista da \u00c1sia e \u00c1frica<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4>CIVILIZA\u00c7\u00d5ES DA \u00c1SIA ORIENTAL<\/h4>\n<p><strong>1. A Antiga civiliza\u00e7\u00e3o chinesa<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Desenvolve-se em torno dos rios Hong-Ho (Rio Amarelo) e Iang-Tse-Iang (Rio Azul)<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o de sedas e cer\u00e2micas, Grande Muralha, Alto grau de civiliza\u00e7\u00e3o e cultura (Celeste Imp\u00e9rio)<br \/>\nAristocracia feudal de sacerdotes, funcion\u00e1rios e guerreiros<br \/>\nFil\u00f3sofo mais famoso: Conf\u00facio, que pregava a venera\u00e7\u00e3o aos antepassados e o respeito \u00e0s antigas tradi\u00e7\u00f5es. Organiza\u00e7\u00e3o social deveria basear-se na disciplina familiar. Direito de rebeli\u00e3o era de origem divina<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>2. China na Idade M\u00e9dia<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>21 Estados independentes travavam guerras entre si num regime feudal<br \/>\nFim do s\u00e9culo VI: Gao Tsu, chefe militar, unifica o pa\u00eds, ent\u00e3o denominado Tang e se proclama imperador<br \/>\nImp\u00e9rio Tang tinha prest\u00edgio e refinamentos, tendo recebido visitas de embaixadores \u00e1rabes e persas<br \/>\nImperadores eram considerados enviados dos deuses e usavam o t\u00edtulo de \u0093filho do c\u00e9u\u0094<br \/>\nEconomia dominada por funcion\u00e1rios instru\u00eddos e mercadores ricos<br \/>\nInsurrei\u00e7\u00f5es de camponeses e movimentos de independ\u00eancia liderados pelos governadores das prov\u00edncias provocam a desintegra\u00e7\u00e3o do Imp\u00e9rio<br \/>\nS\u00e9culo X: nova unifica\u00e7\u00e3o, iniciando-se dinastia Sung<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>3. Mong\u00f3is<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Cavaleiros n\u00f4mades da \u00e1sia Central. Vivem em tendas e ocupam-se do pastoreio e da guerra.<br \/>\n<strong>1200: <\/strong>in\u00edcio da forma\u00e7\u00e3o do Imp\u00e9rio Mong\u00f3lico. China \u00e9 invadida por G\u00eangis-C\u00e3, que toma Pequim, al\u00e9m do Turquest\u00e3o, P\u00e9rsia, norte da \u00cdndia e C\u00e1ucaso.<br \/>\nMong\u00f3is devastam as terras chinesas, mas depois desenvolveram o com\u00e9rcio e as atividades artesanais<br \/>\nCublai-C\u00e3 (1259-1294) tenta entendimento entre seu imp\u00e9rio e a cristandade oriental. J\u00e1 havia contato com Ocidente pelas viagens de Marco P\u00f3lo e conquista de terras da Europa Oriental.<br \/>\nDominam o sul da Pr\u00fassia e amea\u00e7am o Sacro Imp\u00e9rio Germ\u00e2nico. Ap\u00f3s Cublai-C\u00e3 Imp\u00e9rio Mong\u00f3lico declina.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>4. Dinastia Ming<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>1348:<\/strong> no sul da China inicia-se revolu\u00e7\u00e3o contra os mong\u00f3is<br \/>\nDestaca-se o l\u00edder campon\u00eas Tchu-Ieng-Tchan, que ocupa a cidade de Nanquim e declara-se Imperador da China Meridional (Imp\u00e9rio Ming). Posteriormente chega a Pequim e conquista todo o pa\u00eds.<br \/>\nA Dinastia Ming (1368-1664) deu grande prest\u00edgio cultural e pol\u00edtico para a China, com imperadores cultos, mantendo-se at\u00e9 que os manchus ocupam o pa\u00eds.<br \/>\nOcupa\u00e7\u00e3o manchu tem ajuda da nobreza feudal chinesa, alarmada por uma grande revolu\u00e7\u00e3o popular que ocupa Pequim e leva \u00e0 fuga do \u00faltimo imperador Ming.<br \/>\nManchus mant\u00eam-se no poder at\u00e9 1912, com a proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>5. Jap\u00e3o<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Viviam de ca\u00e7a, pesca e agricultura rudimentar.<br \/>\nDom\u00ednios feudais tinham influ\u00eancia dos samurais, casta militar semelhante \u00e0 cavalaria medieval europ\u00e9ia<br \/>\nBudismo \u00e9 trazido pela imperatriz Suiko, possibilitando unidade de cren\u00e7a e at\u00e9 mesmo pol\u00edtica.<br \/>\nShotoku Taishi (593-621), sobrinho de Suiko, governa como regente e estabelece a superioridade do budismo sobre o culto \u0093xinto\u0094, que cultuava os antepassados. Nessa \u00e9poca, tradi\u00e7\u00f5es japonesas s\u00e3o influenciadas pela cultura chinesa.<br \/>\nA partir de 886, governo era efetivamente exercido pelo kwanbaku, sendo o imperador (tenshi ou teno) apenas figurativo. Assim, surgem lutas entre os nobres na disputa pelo cargo, havendo tentativas de independ\u00eancia.<br \/>\nEm 1185 o poder central \u00e9 restabelecido pela fam\u00edlia Minamoto com uma nova forma de governo, o xogunato. \u0093Mant\u00e9m-se\u0094 a autoridade do imperador, sendo subordinado a um x\u00f3gum, chefe militar todo-poderoso, que atrav\u00e9s de governadores militares nas prov\u00edncias domina o pa\u00eds. Regime feudal n\u00e3o desaparece, mas condi\u00e7\u00f5es de vida dos camponeses melhora e com\u00e9rcio desenvolve-se.<br \/>\nAo fim da Idade M\u00e9dia, xogunato era o regime em vigor no Jap\u00e3o.<\/p><\/blockquote>\n<h4>A RESOLU\u00c7\u00c3O DE AFRICA E \u00c1SIA<\/h4>\n<p><strong>Coloniza\u00e7\u00e3o da \u00c1frica<\/strong><\/p>\n<p>Na segunda metade do s\u00e9culo XIX, os exploradores e mission\u00e1rios europeus visitaram a \u00c1frica, a fim de trazer a cultura europeia para o continente. Depois de 1870 a Gr\u00e3-Bretanha ea Fran\u00e7a est\u00e3o a conquistar.<\/p>\n<p>O objetivo era dominar a Gr\u00e3-Bretanha a fachada oriental do continente Africano, em seus esfor\u00e7os para obter algumas das melhores \u00e1reas, \u00e1reas ricas em produtos minerais como o ouro ou os diamantes.<\/p>\n<p>Fran\u00e7a, por sua vez, dominava a regi\u00e3o norte (Marrocos, Tun\u00edsia e Arg\u00e9lia) e estendeu a regra para o Sud\u00e3o, onde terminou em frente para os brit\u00e2nicos.<\/p>\n<p>Esta a\u00e7\u00e3o do rei Leopoldo II da B\u00e9lgica, que come\u00e7ou a explorar a \u00e1rea juntou Congo. Alemanha tamb\u00e9m se estabeleceram na \u00c1frica Central.<\/p>\n<p>Em 1885, o chanceler alem\u00e3o Bismarck chamou uma confer\u00eancia internacional com a participa\u00e7\u00e3o de 14 pa\u00edses europeus. Na Confer\u00eancia um relat\u00f3rio que forneceu algumas condi\u00e7\u00f5es para a expans\u00e3o colonial na \u00c1frica foi desenvolvido: a livre circula\u00e7\u00e3o dos rios N\u00edger e Congo garantidos e princ\u00edpios foram estabelecidos para preencher os territ\u00f3rios africanos.<\/p>\n<p>Nos anos posteriores, outros Estados europeus entraram \u00c1frica. Foram adicionados os interesses franceses e brit\u00e2nicos alem\u00e3es estabelecidos na \u00c1frica negra, e os Portugu\u00eas, que ocuparam Angola, Mo\u00e7ambique e Guin\u00e9-Bissau. It\u00e1lia e Espanha tamb\u00e9m pressionou por territ\u00f3rios muito pequenos.<\/p>\n<p>O choque de interesses era inevit\u00e1vel, e logo come\u00e7aram a lutar entre os diferentes pa\u00edses.<\/p>\n<p><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O DE ASIA<\/strong><\/p>\n<p>Inicialmente, as pot\u00eancias ocidentais vieram \u00e0 \u00c1sia para o com\u00e9rcio. Mas logo eles exigiram concess\u00f5es governos asi\u00e1ticos como territ\u00f3rios para a cria\u00e7\u00e3o de bases militares, que iria proteger o seu com\u00e9rcio. Em 1914, 60% das terras do continente e 65% da popula\u00e7\u00e3o mundial foram os pa\u00edses dependentes dos colonizadores europeus.<\/p>\n<p><strong>As col\u00f4nias foram explorados economicamente:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>colonizadores apropriadas e exploradas suas terras, para uso com a monocultura.<br \/>\nMinera\u00e7\u00e3o foi realizada pelos \u00edndios como eles eram mais baratos do trabalho e do trabalho explorado.<br \/>\nUm sistema aduaneiro \u00e9 criado para alcan\u00e7ar um monop\u00f3lio nas col\u00f4nias (indo pela Aduna aumentar os pre\u00e7os de produtos estrangeiros).<br \/>\nN\u00e3o h\u00e1 ind\u00fastrias se estabelecem nas col\u00f4nias, mas todos os produtos manufaturados exportados de seu pa\u00eds e vend\u00ea-los para os \u00edndios.<br \/>\nconstruir ferrovias, portos e estradas para facilitar a explora\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o de mat\u00e9rias-primas.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Para conseguir isso, eles tiveram de control\u00e1-los:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Mantendo as autoridades ind\u00edgenas controlar o relacionamento com outros pa\u00edses.<br \/>\nPopula\u00e7\u00e3o se instala a partir da metr\u00f3pole, criando autonomia &#8216;dom\u00ednios&#8217; e governo interno pr\u00f3prio e parlamento.<br \/>\nNas col\u00f4nias usados para extrair recursos naturais consistem na estrutura de poder: Governador, altos funcion\u00e1rios civis e militares (colonos) Taxas mais baixas e as tropas (indiano).<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>O fim do colonialismo asi\u00e1tica<\/strong><\/p>\n<p>O fim do equil\u00edbrio de poder na Europa e as duas guerras mundiais do s\u00e9culo XX marcou o fim do colonialismo moderno.<\/p>\n<p>O desenvolvimento da consci\u00eancia nacional nas col\u00f4nias, o decl\u00ednio da influ\u00eancia pol\u00edtica e militar do velho continente e exaust\u00e3o da justifica\u00e7\u00e3o moral dos imp\u00e9rios contribu\u00edram para a descoloniza\u00e7\u00e3o r\u00e1pida a partir de 1945, os imp\u00e9rios coloniais criados ao longo s\u00e9culos foram desmantelados quase inteiramente em tr\u00eas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>Fonte: www.geocities.com<\/p>\n<h6>Conquista da \u00c1sia e \u00c1frica<\/h6>\n<h4><strong>Imperialismo na \u00c1frica<\/strong><\/h4>\n<p>Corrida imperialista realizada por pa\u00edses europeus se inicia com a Fran\u00e7a nos territ\u00f3rios: Arg\u00e9lia, Tun\u00edsia e Marrocos.<\/p>\n<p><strong>Pa\u00edses europeus partilharam o continente africano entre si e disputaram as col\u00f4nias com o interesse de:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Riquezas naturais: <\/strong>ouro, cobre e diamantes.<br \/>\nRegi\u00f5es localizadas pr\u00f3ximas ao Mar Mediterr\u00e2neo (ex: Egito) para garantir o acesso a navega\u00e7\u00e3o e ao com\u00e9rcio mar\u00edtimo.<\/p><\/blockquote>\n<p>A corrida imperialista tem in\u00edcio com a ocupa\u00e7\u00e3o da Arg\u00e9lia, Tun\u00edsia e Marrocos pela Fran\u00e7a. A Inglaterra imediatamente iniciou tamb\u00e9m seu avan\u00e7o. Com a unifica\u00e7\u00e3o da It\u00e1lia e Alemanha tamb\u00e9m entraram na corrida imperialista.<\/p>\n<p>Com o prop\u00f3sito de oficializar a partilha das col\u00f4nias africanas entre os pa\u00edses colonizadores foi realizada a Confer\u00eancia de Berlim. O primeiro-ministro alem\u00e3o Bismarck reuniu em Berlin representantes das principais na\u00e7\u00f5es europ\u00e9ias para discutir a ocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio africano.<\/p>\n<p>Ficou estabelecido que o territ\u00f3rio pretendido deveria ser ocupado pelo colonizador e as demais na\u00e7\u00f5es deveriam ser notificadas para se evitar conflitos.<\/p>\n<p><strong>O resultado da coloniza\u00e7\u00e3o para os africanos foi que os pa\u00edses europeus praticamente arruinaram com as estruturas que existiam na \u00c1frica antes da coloniza\u00e7\u00e3o, como:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>A economia agr\u00edcola que era auto-suficiente, voltada ao consumo da popula\u00e7\u00e3o, passou a servir aos interesses dos colonizadores;<br \/>\nTerras cultiv\u00e1veis foram apropriadas pelos investidores europeus, os latif\u00fandios (grandes propriedades) passaram a produzir um \u00fanico produto (monocultura) que interessava ao mercado externo;<br \/>\nProdutos de consumo da popula\u00e7\u00e3o local foram substitu\u00eddos por aqueles que davam lucro ao mercado internacional;<br \/>\nExplora\u00e7\u00e3o dos produtos tropicais era realizada com finalidade de obter lucro;<br \/>\nM\u00e3o-de-obra era abundante e barata para os colonizadores;<br \/>\nPot\u00eancias europ\u00e9ias encontraram no Continente africano uma enorme fonte de riquezas.<\/p><\/blockquote>\n<p>Atrav\u00e9s dessa compara\u00e7\u00e3o podemos perceber que esses pa\u00edses exploraram territ\u00f3rios muito maiores que seus pr\u00f3prios pa\u00edses. O Sud\u00e3o, foi explorado durante todo s\u00e9culo XIX, somente em 1956 ele consegue sua independ\u00eancia do dom\u00ednio ingl\u00eas.<\/p>\n<p><strong>Conseq\u00fc\u00eancias do dom\u00ednio ingl\u00eas no Sud\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Desigualdades sociais;<br \/>\nPobreza;<br \/>\nDificuldades de desenvolvimento econ\u00f4mico e social, etc.<\/p><\/blockquote>\n<h4>Imperialismo na \u00c1sia<\/h4>\n<p>Destaque: domina\u00e7\u00e3o inglesa na \u00cdndia atrav\u00e9s da Companhia das \u00cdndias Orientais, uma empresa inglesa que controlava o com\u00e9rcio de produtos indianos como algod\u00e3o, ch\u00e1 e \u00f3pio (subst\u00e2ncia entorpecente, extra\u00eddo de resina da papoula).<\/p>\n<p><strong>Revoltas para conter o imperialismo ingl\u00eas na \u00cdndia<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Guerra dos Cipaios:<\/strong> Cipaios era o nome dado aos soldados indianos que serviam aos ingleses militarmente. Os soldados protestavam contra o imperialismo ingl\u00eas e questionavam os maus tratos que recebiam dos oficiais ingleses.<br \/>\n<strong>Causa imediata da rebeli\u00e3o:<\/strong> desconfian\u00e7a dos soldados de que os cartuchos que eles utilizavam eram engordurados com sebo de vaca ou porco. Para esses soldados feria a cren\u00e7a religiosa (hindu-hinduistas e isl\u00e2micos), para os isl\u00e2micos o porco era considerado um animal impuro e para os hindu\u00edstas a vaca era um animal sagrado.<br \/>\n<strong>Resultado das rebeli\u00f5es:<\/strong> ingleses se aproximaram da elite indiana, oferecendo cargos na administra\u00e7\u00e3o da Col\u00f4nia, com isso evitaram focos de rebeli\u00e3o e fundamentaram sua explora\u00e7\u00e3o sobre a \u00cdndia, que se tornou a principal col\u00f4nia inglesa.<br \/>\n<strong>Rea\u00e7\u00e3o antiimperialista na China:<\/strong> Enquanto a \u00cdndia foi explorada quase que exclusivamente pela Inglaterra, a China sofreu uma invas\u00e3o estrangeira: EUA, Jap\u00e3o, R\u00fassia, Alemanha, Fran\u00e7a e Inglaterra.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Rebeli\u00f5es contra o Imperialismo<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>1. Guerra dos Boxers &#8211;<\/strong> Principal caracter\u00edstica: o nacionalismo \u0093destruir os estrangeiros\u0094, para enfrentar o dom\u00ednio estrangeiro se dedicavam ao treinamento de lutas marciais.Seus movimentos eram semelhantes a uma luta de boxe, da\u00ed o nome guerra dos Boxers.<strong><br \/>\nResultado:<\/strong> Os colonizadores venceram, colocando fim em mais uma tentativa de p\u00f4r fim ao imperialismo ocidental na \u00c1sia.<\/p>\n<p><strong>2. Guerra do \u00d3pio: <\/strong>Uma droga produzida pelos ingleses na \u00cdndia e comercializada na China. Por ser uma droga que causa a depend\u00eancia qu\u00edmica e amea\u00e7ava a economia do pa\u00eds, seu com\u00e9rcio passou a ser combatido pelo governo chin\u00eas. Os chineses proibiram a entrada do \u00f3pio na China e queimaram 20 mil caixas da droga, desencadeando a Guerra do \u00d3pio.<strong><br \/>\nResultado:<\/strong> A China foi vencida pelos ingleses, o que garantiu o com\u00e9rcio do \u00f3pio na China e o controle ingl\u00eas sobre a cidade de Hong Kong.<\/p><\/blockquote>\n<p>O imperialismo n\u00e3o foi apenas uma domina\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e econ\u00f4mica de uma na\u00e7\u00e3o mais rica sobre uma regi\u00e3o ou na\u00e7\u00e3o mais pobre.<\/p>\n<p>O imperialismo cultural \u00e9 a imposi\u00e7\u00e3o de valores, h\u00e1bitos de consumo e influ\u00eancias culturais que s\u00e3o impostas pela na\u00e7\u00e3o dominante \u00e0 na\u00e7\u00e3o dominada. Dessa forma ocorrem mudan\u00e7as na maneira de se comportar, de vestir, costumes, etc.<\/p>\n<p>Fonte: br.answers.yahoo.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conquista da \u00c1sia e \u00c1frica, Ocupa\u00e7\u00e3o, Civiliza\u00e7\u00f5es, Col\u00f4nias, Explora\u00e7\u00e3o, Produtos, Popula\u00e7\u00e3o, Imperialismo, Processo, Conquista da \u00c1sia e \u00c1frica<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[42],"tags":[],"class_list":["post-17083","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-historia-geral"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Conquista da \u00c1sia e \u00c1frica, Ocupa\u00e7\u00e3o Conquista da \u00c1sia e \u00c1frica<\/title>\n<meta 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