{"id":125600,"date":"2017-08-09T16:54:16","date_gmt":"2017-08-09T18:54:16","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?p=125600"},"modified":"2017-08-09T16:54:16","modified_gmt":"2017-08-09T18:54:16","slug":"fazenda-citra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/historia\/historia-do-brasil\/fazenda-citra","title":{"rendered":"Fazenda Citra"},"content":{"rendered":"<p>&#8220;\u00c9 tarefa ingente, procurar sintetizar em breve cr\u00f4nica, o hist\u00f3rico de uma organiza\u00e7\u00e3o que,desde os prim\u00f3rdios de sua funda\u00e7\u00e3o em 1893, alcan\u00e7a, em 2006, cento e tr\u00eas anos de exist\u00eancia. Assim o que se segue, \u00e9 apenas o clar\u00e3o de um rel\u00e2mpago iluminando t\u00e3o dilatado espa\u00e7o de tempo. Jo\u00e3o Dierberger, que tantas\u00a0 sementes semeou em sua \u00fatil exist\u00eancia,foi ele mesmo uma semente que se constituiu em arvore portentosa arvore de lindas flores e \u00f3timos frutos, cuja sombra amiga e benfazeja abrigou, abriga e abrigar\u00e1 a todos os que se seguiram e continuam seguindo seus dignificantes exemplos de pioneirismo, de luta e de constancia de prop\u00f3sitos&#8221;<\/p>\n<p>Desembarcava em 25 de dezembro de 1890, no Rio de Janeiro o jovem Jardineiro, Jo\u00e3o Dierberger. Tinha vinte anos e n\u00e3o trazia consigo outra bagagem sen\u00e3o a arte profissional, vontade de trabalhar e vencer nesta parte do novo mundo.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s varias tentativas e in\u00fameros contratempos, na ent\u00e3o cidade colonial de S\u00e3o Paulo tudo estava para ser feito. Os primeiros 10 anos foram penosos, n\u00e3o existiam matrizes, tecnologia e condi\u00e7\u00f5es. Tinha 24 anos ao fundar sua firma.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-125605\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/fazenda-citra-56.jpg\" alt=\"fazenda-citra-56\" width=\"230\" height=\"142\" \/><\/p>\n<p>Apesar disto foi se estabelecendo, gradativamente o primeiro agribusiness particular do Brasil. Abre varias lojas, uma na Rua do Semin\u00e1rio, a pioneira em sementes. Um deposito de plantas na Pra\u00e7a da Republica. Passou a construir estufas onde \u00e9 hoje a Avenida Paulista.<\/p>\n<p>Teve que praticamente recome\u00e7ar tudo de novo ap\u00f3s estragos provocados por duas invas\u00f5es de gafanhotos e duas chuvas de granizo. A praga destruiu as plantas e a saraivada danificou as instala\u00e7\u00f5es. Isto provocou lagrimas de homem.<\/p>\n<p>Sempre otimista e empreendedor, fundou uma filial em Santos, Floricultura Campineira, Sitio em Mogi das Cruzes, etc&#8230;<\/p>\n<p>As terras que formam a <strong>fazenda Citra<\/strong>, em Limeira, foram adquiridas em 1924 e tinham como destino inicial o cultivo de laranja.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-125606\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/fazenda-citra-57.jpg\" alt=\"fazenda-citra-57\" width=\"224\" height=\"139\" \/><\/p>\n<p>A segunda Gera\u00e7\u00e3o representada por Jo\u00e3o Dierberger Junior e Reinaldo Dierberger, com forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica conclu\u00edda em 1919, ambos se destacaram nas atividades que se dedicaram, tendo como base estrat\u00e9gica, os cultivares da <strong>fazenda Citra<\/strong>.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o, por um lado, se associa a Jo\u00e3o Carlos Batista Levy, para enviar, de forma pioneira no pa\u00eds, laranjas para o mercado europeu. Assim, um primeiro lote de caixas padronizadas de laranja foi embarcada em 1926, pelo porto de Santos, com destino a Inglaterra.Em dois anos, o numero de caixas exportadas aumentou para 203.167, exatamente, detonando um comercio que, permeado pelo infort\u00fanio de guerra, crises econ\u00f4micas e pragas agr\u00edcolas, se consolidou definitivamente como uma das maiores riquezas do pais.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-125607\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/fazenda-citra-58.jpg\" alt=\"fazenda-citra-58\" width=\"226\" height=\"158\" \/><\/p>\n<p>Por sua vista, Reinaldo viria a se tornar figura exponencial na \u00e1rea de Paisagismo. Seu nome ainda est\u00e1 por merecer um estudo que o situe com justi\u00e7a na hist\u00f3ria dos jardins no Brasil. Jardins de resid\u00eancias, como a do Conde Crespi, Henrique Villares, parques como Arax\u00e1, Po\u00e7os de Caldas, Jardim do Ipiranga, Pal\u00e1cio da Guanabara, Pra\u00e7a de Tiradentes em Belo Horizonte, entre muitas outras.<\/p>\n<p>Perpetuando uma tradi\u00e7\u00e3o que vem desde o seu fundador, qual seja, a de introduzir, aclimatar e propagar esp\u00e9cies ex\u00f3ticas no Brasil, a Dierberger \u00e9 respons\u00e1vel pela presen\u00e7a hoje, entre n\u00f3s, de plantas ornamentais, arom\u00e1ticas e frut\u00edferas de grande valor comercial. Ao longo de um s\u00e9culo de muito trabalho, foram incorporados e pioneiramente introduzidos a paisagem e ao paladar nacional, novas classes e variedades de abacate, p\u00eassego, ma\u00e7\u00e3, ameixa, caqui, pecan, manga, lichia, acerola, kiwi etc.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-125601\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/fazenda-citra-59.jpg\" alt=\"fazenda-citra-59\" width=\"230\" height=\"130\" \/><\/p>\n<p>A <strong>fazenda Citra<\/strong>, hoje alcan\u00e7ada pelos limites urbanos e recentemente dividida e parte desapropriada pela passagem de uma grande Rodovia, \u00e9 um verdadeiro Jardim Bot\u00e2nico merecedor de maior aten\u00e7\u00e3o de todos, pela presen\u00e7a ali de cole\u00e7\u00f5es adultas dos v\u00e1rios esp\u00e9cimes ex\u00f3ticos aqui introduzidos. Com base na aflu\u00eancia constante de publico interessado na compra de mudas, outros viveiristas se instalaram nas suas imedia\u00e7\u00f5es, dando car\u00e1ter especializado ao comercio.<\/p>\n<p>At\u00e9 os dias de hoje, sempre buscando novos cultivares, introduzindo novas esp\u00e9cies, a terceira e quarta gera\u00e7\u00e3o est\u00e3o firmes no prop\u00f3sito de enriquecer cada v\u00eas mais, a nossa, j\u00e1 por natureza, t\u00e3o bela<\/p>\n<h2>Cr\u00f4nica<\/h2>\n<p><strong>Pre\u00e2mbulo:<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9\u00a0 tarefa ingente procurar sintetizar em breve cr\u00f4nica o hist\u00f3rico\u00a0 de uma organiza\u00e7\u00e3o que, desde os prim\u00f3rdios de sua funda\u00e7\u00e3o, em 1893, alcan\u00e7a, em 1973, oitenta anos de exist\u00eancia. Assim, o que se segue, \u00e9 apenas o clar\u00e3o de um rel\u00e2mpago iluminando t\u00e3o dilatado espa\u00e7o de tempo.<\/p>\n<p>\u00c9, por assim dizer, apenas um &#8220;flash&#8221; fixando uma imagem. Jo\u00e3o Dierberger, que tantas sementes semeou em sua \u00fatil exist\u00eancia, foi ele mesmo uma semente que se constituiu em \u00e1rvore portentosa, \u00e1rvore de lindas flores e \u00f3timos frutos, cuja sombra amiga e benfazeja abrigou, abriga e abrigar\u00e1 a todos os que se seguiram e continuam seguindo seus dignificantes exemplos de pioneirismo, de lutas e de const\u00e2ncia de prop\u00f3sitos.<\/p>\n<p>\u00c9, pois, possu\u00eddos de justo orgulho e profundamente gratos ao Todo Poderoso que as atuais organiza\u00e7\u00f5es Dierberger se rejubilam em comemorar o 80\u00ba anivers\u00e1rio de sua funda\u00e7\u00e3o, e, dirigindo-nos aos nossos Amigos, aos nossos Clientes, aos nossos dedicados Colaboradores e ao P\u00fablico em Geral, apresentamos um curto relato do marcante acontecimento.<\/p>\n<p><strong>1\u00ba Per\u00edodo 1893 &#8211; 1919<\/strong><\/p>\n<p>Em 25 de dezembro de 1890, desembarcava no Rio de Janeiro o jovem jardineiro Jo\u00e3o Dierberger. Tinha 20 anos de idade e n\u00e3o trazia consigo outra bagagem sen\u00e3o a arte profissional e uma indom\u00e1vel vontade de trabalhar e de vencer nesta parte do Novo Mundo, j\u00e1 que desde a primeira inf\u00e2ncia s\u00f3 conhecera priva\u00e7\u00f5es e o trabalho duro.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s curta perman\u00eancia no Estado de Minas Gerais, vem a S\u00e3o Paulo e a\u00ed consegue emprego em sua profiss\u00e3o, indo trabalhar como horticultor na ent\u00e3o famosa Ch\u00e1cara Carvalho, de propriedade da veneranda, benem\u00e9rita e aristocrata dama, a Senhora Dona Veridiana Prado, que admirava em Jo\u00e3o Dierberger as qualidades de competente profissional e de homem \u00edntegro e trabalhador.<\/p>\n<p>Em 01 de dezembro de 1893, Dona Veridiana cede-lhe, a t\u00edtulo de arrendamento, a pequena ch\u00e1cara que possu\u00eda e que formava um tri\u00e2ngulo, delimitado pelas atuais ruas da Consola\u00e7\u00e3o, Caio Prado e Augusta &#8211; hoje a Pra\u00e7a Roosevelt. Estabelece ent\u00e3o seu primeiro campo de produ\u00e7\u00e3o de hortali\u00e7as, de flores e de plantas. Faz &#8220;milagres&#8221; no ex\u00edguo espa\u00e7o, e os primeiros resultados obtidos com as culturas de plantas de ciclo curto ( anuais ) j\u00e1 lhe permitiam progredir tratando da inclus\u00e3o de plantas de ciclo mais dilatado ( perenes ).<\/p>\n<p>Simultaneamente, abre uma loja na Rua do Semin\u00e1rio, a qual \u00e9 gerida por Dona Elisa, sua esposa, que assim se faz, no Brasil, a pioneira no com\u00e9rcio de sementes. Sendo distante da cidade a sua ch\u00e1cara, mant\u00e9m Jo\u00e3o Dierberger um dep\u00f3sito de plantas na atual Pra\u00e7a da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p>Em 19 de outubro de 1895, auxiliado por seu sogro, adquire atrav\u00e9s de duas compras a quadra de terras situada atr\u00e1s do hoje Parque Siqueira Campos, na Avenida Paulista, ali onde se situa agora o Col\u00e9gio Dante Aligheri. Isto lhe custou a enorme soma de Oito Contos de R\u00e9is e lhe permitiu estender as suas culturas de plantas.<\/p>\n<p>Na ent\u00e3o Cidade Colonial que era S\u00e3o Paulo, tudo estava para ser feito em sua atividade de horticultor e os primeiros dez anos foram penosos, cheios de sacrif\u00edcios. Praticamente n\u00e3o existiam cole\u00e7\u00f5es e matrizes de plantas flor\u00edferas e ornamentais, sendo inteiramente desconhecido o consumo de hortali\u00e7as europ\u00e9ias. Ademais, faltavam a Jo\u00e3o Dierberger o capital e o cr\u00e9dito, t\u00e3o necess\u00e1rios em qualquer empreendimento nascente. Assim, as mem\u00f3rias de Jo\u00e3o Dierberger e de Dona Elisa Trebiiz Dierberger mereceram toda a nossa admira\u00e7\u00e3o e respeito, leg\u00edtimos s\u00edmbolos da tenacidade e da esperan\u00e7a em dias melhores.<\/p>\n<p>Em 1909, agora, pelo pre\u00e7o de Doze Contos de R\u00e9is, adquire Jo\u00e3o Dierberger, Duzentos e cinq\u00fcenta mil metros quadrados de terras, localizadas na vargem que compreende hoje a Avenida Paulista e o Rio Pinheiros, entre as atuais Rua Jos\u00e9 Maria Lisboa, Pamplona, Casa Branca e Estados Unidos.<\/p>\n<p>A favor\u00e1vel topografia dessas terras, a sua fertilidade de vargem hum\u00edfera e a abund\u00e2ncia das \u00e1guas, permitiram-lhe desenvolver rapidamente os planos de cultivo com os quais de h\u00e1 muito sonhava. Ajudou-o no novo empreendimento o bom numer\u00e1rio obtido com a venda de sua antiga &#8211; Ch\u00e1cara da Avenida Paulista. A\u00ed, ent\u00e3o, paulatinamente, foi enriquecendo cada vez mais as suas cole\u00e7\u00f5es de plantas, tanto atrav\u00e9s de importa\u00e7\u00e3o como da domestica\u00e7\u00e3o ou civiliza\u00e7\u00e3o de valiosas plantas nativas.<\/p>\n<p>Passou a construir estufas e demais instala\u00e7\u00f5es culturais.<\/p>\n<p>Mas, Jo\u00e3o Dierberger, ainda assim n\u00e3o teria vencido, n\u00e3o fosse a versatilidade do trabalho que sabia desenvolver. Modernizou cada vez mais a sua se\u00e7\u00e3o floral e firmou-se definitivamente na t\u00e9cnica de jardinagem.<\/p>\n<p>N\u00e3o lhe faltavam contratempos. A cr\u00f4nica necessidade de dinheiro era sempre premente. Imagine-se os estragos provocados por duas invas\u00f5es de gafanhotos e duas chuvas de granizo.<\/p>\n<p>A praga destruindo as plantas e a saraiva danificando as instala\u00e7\u00f5es. Isto provocou &#8220;l\u00e1grimas de homem&#8221; e foi necess\u00e1rio reconstruir praticamente tudo.<\/p>\n<p><strong>Sempre otimista e empreendedor, vendo sua obra progredir e a cidade crescer, estendeu seu campo de atividade:<\/strong> fundou uma filial em Santos, organizou a Floricultura Campineira, e, no S\u00edtio Tr\u00eas Cruzes, em Mogi das Cruzes, formou extensas culturas, principalmente de rosas, azaleas, de cam\u00e9lias e de con\u00edferas, plantas que com grandes sacrif\u00edcios e riscos havia importado.<\/p>\n<p><strong>Eram os seus principais colaboradores neste primeiro per\u00edodo:<\/strong><\/p>\n<p>Dona Elisa Trebiiz Dierberger, sua esposa; Senhor Jo\u00e3o Kachler, seu pai; Senhor Alberto Roth; Senhor Gustavo Bausch F. Jaquet; Senhor Theodoro Lourencini.<\/p>\n<p><strong>2\u00ba Per\u00edodo 1919 &#8211; 1940<\/strong><\/p>\n<p>Em 1919, tendo terminado na Europa seus estudos profissionais, regressam ao Brasil os filhos homens de Jo\u00e3o Dierberger &#8211; Jo\u00e3o e Reynaldo, sendo desde logo integrados na empresa paterna.<\/p>\n<p>Em 1922, compram mais Oitenta e seis mil metros quadrados de terras, na Rua Iguatemi, no Bairro de Pinheiros, no local onde se situa hoje o Shopping Center Iguatemi. Tem lugar novos e grandes aumentos das planta\u00e7\u00f5es, gerando, necessariamente, maior necessidade de capital de giro.<\/p>\n<p>Em 1924, tencionando os dois irm\u00e3o estender as suas atividades para o nascente campo da fruticultura, adquiriram terras no Munic\u00edpio de Limeira, e iniciam al\u00ed a cultura da laranjeira e de muitas outras plantas frut\u00edferas. No mesmo ano, em sociedade com os Irm\u00e3os Strassburger, compram terras onde \u00e9 hoje o Centro da Cidade de Valinhos e desenvolvem ali a viticultura. S\u00e3o importadas e testadas dezenas de variedades de uva e tamb\u00e9m de v\u00e1rios porta-enxertos. Not\u00e1vel, pois, a contribui\u00e7\u00e3o de Dierberger para a Citricultura e a Viticultura.<\/p>\n<p>Em 1926, marca o pioneirismo de Dierberger com a Primeira Exporta\u00e7\u00e3o de Laranjas de Limeira para a Europa.<\/p>\n<p><strong>Referida exporta\u00e7\u00e3o foi feita de sociedade com o saudoso Doutor Jo\u00e3o Baptista Levy, e, relatando as perip\u00e9cias do novel empreendimento, orgulham-se os irm\u00e3os Dierberger de, profeticamente, encerrarem assim o relat\u00f3rio de profundo significado social:<\/strong><\/p>\n<p><strong>&#8220;&#8230;\u00a0 oper\u00e1rios e oper\u00e1rias de Limeira, apesar de inexperientes,\u00a0 demonstraram grande habilidade para este novo tipo de servi\u00e7o,\u00a0 que, qui\u00e7\u00e1, ainda ser\u00e1 de enorme import\u00e2ncia para S\u00e3o Paulo\u00a0 e para o Brasil &#8220;.<\/strong><\/p>\n<p>Em 1927, e, pela integra\u00e7\u00e3o das organiza\u00e7\u00f5es existentes forma-se a firma Dierberger &amp; Companhia, na qual Jo\u00e3o Dierberger s\u00e9 s\u00f3cio comandit\u00e1rio e os dois irm\u00e3os s\u00f3cios solid\u00e1rios.<\/p>\n<p>Em 1928, em terras adquiridas em Po\u00e7os de Caldas, organiza a firma a explora\u00e7\u00e3o de culturas especializadas do cravo e da rosa para a produ\u00e7\u00e3o de flor cortada.<\/p>\n<p>No litoral, em Cubat\u00e3o, reproduzem plantas tropicais e exportam mudas de palmeiras para Buenos Aires.<\/p>\n<p>Em 1929 &#8211; 1930, em conseq\u00fc\u00eancia da paralisa\u00e7\u00e3o dos neg\u00f3cios motivada pela crise mundial &#8211; a c\u00e9lebre Sexta-Feira Negra &#8211; a firma foi cruelmente afetada, pois a consecu\u00e7\u00e3o de seu programa de trabalho exigia constantemente todas as disponibilidades e faltava cada vez mais dinheiro. Para sobreviver, impuseram-se radicais medidas de concentra\u00e7\u00e3o e de economia. Suspendeu-se a se\u00e7\u00e3o flor\u00edstica e a de produ\u00e7\u00e3o de flores para corte. Liberando-se pessoal, instala\u00e7\u00f5es e capitais, ficou reduzida a firma, que somente assim pode sobreviver.<\/p>\n<p>Em 1931, aos trinta e um dias do m\u00eas de dezembro, falecia Jo\u00e3o Dierberger. O triste acontecimento gerou, como se pode imaginar novos e grandes problemas, inclusive os de ordem sucess\u00f3ria.<\/p>\n<p>Em 1938, em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 &#8220;se\u00e7\u00e3o exporta\u00e7\u00e3o&#8221;, da Dierberger &amp; Companhia, \u00e9 organizada a firma Dierberger Exportadora Ltda., inaugurando-se, nesse ano, seu &#8220;Paking-House&#8221; em Limeira.<\/p>\n<p>Este Segundo per\u00edodo da Firma \u00e9 caracterizado pela extens\u00e3o geral das diversas organiza\u00e7\u00f5es dependentes e especializadas.<\/p>\n<p><strong>Assim, no Campo Agr\u00edcola, os seguintes fatos merecem relevo:<\/strong><br \/>\nIntrodu\u00e7\u00e3o,\u00a0 aclimata\u00e7\u00e3o e propaga\u00e7\u00e3o de mudas de novas classes e variedades\u00a0 de abacateiros, o que permitiu, atrav\u00e9s da enxertia, a produ\u00e7\u00e3o\u00a0 dessa valiosa fruta durante o ano todo.<\/p>\n<p>Importa\u00e7\u00e3o,\u00a0 durante os anos de 1929-1932, de muitas variedades comerciais\u00a0 da Nogueira Pecan, sendo que as melhores passaram a ser\u00a0 reproduzidas por enxertia.<\/p>\n<p>Destaca-se,\u00a0 entre elas, a variedade &#8220;Mahan&#8221; que hoje \u00e9 a mais plantada.<\/p>\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o\u00a0 de numerosas variedades de plantas c\u00edtricas, tais como diversas\u00a0 tangerinas, a laranja Val\u00eancia, a Washington Navel (Bahianinha),\u00a0 a Hamlin, diversos Grap-Fruits .<\/p>\n<p>Al\u00e9m\u00a0 da Manga Haden e de muitas outras introduzidas para experimenta\u00e7\u00e3o,\u00a0 o p\u00eassego, a ameixa, a ma\u00e7\u00e3, o caqui e outras depois de\u00a0 testadas foram entregues \u00e0s Esta\u00e7\u00f5es Experimentais e aos\u00a0 pomareiros e amadores de todo o Brasil. Constituindo-se,\u00a0 assim, precioso material gen\u00e9tico que vem servindo para\u00a0 melhoramentos da fruticultura, como \u00e9 o caso do p\u00eassego\u00a0 Jewel, que permitiu o aparecimento de p\u00eassego Talism\u00e3 e\u00a0 de outras not\u00e1veis cria\u00e7\u00f5es do Instituto Agron\u00f4mico de Campinas.<\/p>\n<p>A\u00a0 ameixa Kelsey Paulista, not\u00e1vel variedade por n\u00f3s descoberta\u00a0 e lan\u00e7ada nos idos de 1950, representa valiosa sele\u00e7\u00e3o e\u00a0 \u00e9 hoje intensamente plantada.<\/p>\n<p>Em\u00a0 1930-1931, por importa\u00e7\u00e3o de sementes da &#8220;Alachua Tung Oil\u00a0 Corporation&#8221;, a firma introduziu a Nogueira Tung, melhorando-a\u00a0 pela sele\u00e7\u00e3o de tipos altamente produtivos, cuidando de\u00a0 sua fixa\u00e7\u00e3o pela enxertia. A eclos\u00e3o da guerra, infelizmente,\u00a0 interrompeu a execu\u00e7\u00e3o de vasta planta\u00e7\u00e3o programada para\u00a0 ser desenvolvida por entidade estrangeira.<\/p>\n<p>Como que destinada a assinalar gloriosamente a passagem do 80\u00ba anivers\u00e1rio das Organiza\u00e7\u00f5es Dierberger, a Dierberger Agr\u00edcola S.A., entre 1972 &#8211; 1973 cuidou da introdu\u00e7\u00e3o e da sele\u00e7\u00e3o de novas plantas que poder\u00e3o vir a ter extraordin\u00e1rio significado econ\u00f4mico, uma vez terminado o per\u00edodo experimental, a saber .<\/p>\n<p>27\u00a0 novas variedades de Nogueira Pecan<\/p>\n<p>Mais\u00a0 de 10 variedades de Nogueira da Austr\u00e1lia &#8211; a Macad\u00e2mia\u00a0 Actin\u00eddia chinensis &#8211; a Groselha da China<\/p>\n<p>Bromeli\u00e1ceas\u00a0 e outras plantas ornamentais<\/p>\n<p><strong>Eram os principais colaboradores do campo agr\u00edcola, durante este per\u00edodo:<\/strong><\/p>\n<p>Wenceslau Strassburger, Albert Oswald, Henrique Jacobs, Paulo Leistner, \u00c2ngelo Fracaroli, Walter Lorenz, Georg Pirsch, Paulo Dorfmund e Luiz Marino Neto.<\/p>\n<p>A exporta\u00e7\u00e3o da laranja, iniciada em 1925, havia tomado franco desenvolvimento e os nomes das nossas marcas &#8220;Tropic Sun&#8221;, &#8220;Tropic Palm&#8221; e &#8220;Exquisit&#8221; haviam conquistado a confian\u00e7a dos importadores europeus.<\/p>\n<p>Com a inaugura\u00e7\u00e3o do moderno &#8220;Packing House&#8221; pr\u00f3prio em Limeira, o caminho estava aberto para um esplendido futuro.<\/p>\n<p>Em 1939, quando terminada a safra de laranjas em Limeira, iniciava-se no Rio de Janeiro a exporta\u00e7\u00e3o das laranjas &#8220;P\u00eara do Rio&#8221;.<\/p>\n<p>A eclos\u00e3o da Segunda Guerra Mundial &#8220;matou&#8221; a ind\u00fastria e gerou desesperan\u00e7as. A empresa encerou suas atividades e posteriormente foi liquidada.<\/p>\n<p><strong>Salientamos como sendo os principais elementos desta atividade:<br \/>\n<\/strong><br \/>\nJo\u00e3o Senra, Jo\u00e3o Kachler Filho, Jo\u00e3o Fischer, Luiz Marino Neto, Alberto Koehler e Henrique Mantel.<\/p>\n<p>Sob competente dire\u00e7\u00e3o, a &#8220;Se\u00e7\u00e3o Paisagismo&#8221;, da Dierberger &amp; Companhia levou a efeito not\u00e1veis trabalhos nesta arte.<\/p>\n<p><strong>Dentre os in\u00fameros jardins e parques, tanto de particulares como de prefeituras municipais, mencionamos apenas : <\/strong>Jardins do Pal\u00e1cio Guanabara &#8211; Rio de Janeiro, parques e jardins da fam\u00edlia Guinle &#8211; Terez\u00f3polis, Jardim do Ipiranga &#8211; S\u00e3o Paulo, termas de Po\u00e7os de Caldas e termas de Arax\u00e1, entre outros.<\/p>\n<p><strong>Eram os principais respons\u00e1veis por esta se\u00e7\u00e3o:<\/strong> Reynaldo Dierberger, Gustavo Bausch, Rodolpho e Joaquim Boehm e Walter Bartsch.<\/p>\n<p>A se\u00e7\u00e3o comercial da Dierberger &amp; Companhia conceituava-se cada vez mais entre os consumidores e plantadores de sementes de todas as esp\u00e9cies, tanto nacionais como as importadas. O com\u00e9rcio de bons artigos, constitu\u00eddos de fungicidas, inseticidas e outros para a lavoura, acompanhou durante este per\u00edodo o progresso geral. Foi seu principal dirigente durante nada menos de 50 anos o saudoso Theodoro Lourencini, e continuam hoje Carlos Alfredo Roderburg, Ronald Riether e Paulo Kassahara.<\/p>\n<p><strong>3\u00ba Per\u00edodo 1940 \u2013 1973<\/strong><\/p>\n<p><strong>Este per\u00edodo caracteriza-se pelas especializa\u00e7\u00f5es e pode ser assim descrito:<\/strong><\/p>\n<p>Em 1940 o conjunto de atividades de car\u00e1ter diferentes dentro de uma organiza\u00e7\u00e3o central, a Dierberger &amp; Companhia, revelou certos inconvenientes que era preciso remover.<\/p>\n<p><strong>Encerrou ent\u00e3o a firma as suas atividades, constituindo-se, por sucess\u00e3o, as seguintes organiza\u00e7\u00f5es mais especializadas:<\/strong><\/p>\n<p>Dierberger\u00a0 Agr\u00edcola Ltda., em Limeira \u2013 Viveiristas \/ Fruticultores<\/p>\n<p>Dierberger\u00a0 Agro-Comercial Ltda. \u2013 Com\u00e9rcio de sementes e de artigos\u00a0 para e da lavoura. Importa\u00e7\u00e3o e Exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Se\u00e7\u00e3o\u00a0 Industrial para a produ\u00e7\u00e3o de Mentol.<\/p>\n<p>Dierberger\u00a0 Arquitetura Paisag\u00edstica Ltda. &#8211; Ajardinamento em geral\u00a0 \/ Plantas ornamentais.<\/p>\n<p>Em 1950, desmembrando a \u201cSe\u00e7\u00e3o Industrial\u201d da Dierberger Agro-Comercial Ltda., \u00e9 fundada a firma Dierberger Industrial Ltda., tendo esta por escopo a industrializa\u00e7\u00e3o do \u00f3leo essencial da Hortel\u00e3, Pimenta e de outros \u00f3leos essenciais.<\/p>\n<p>Em 1954, independente das empresas existentes, \u00e9 fundada uma nova organiza\u00e7\u00e3o de fins agr\u00edcolas, a Agroess\u00eancia Ltda., cujo programa de desenvolvimento prev\u00ea o plantio de plantas arom\u00e1ticas e a produ\u00e7\u00e3o de seus \u00f3leos essenciais, o que \u00e9 realizado no Munic\u00edpio de Torrinha, neste Estado.<\/p>\n<p>Em 1955, com a fus\u00e3o das Organiza\u00e7\u00f5es Agroess\u00eancia Ltda. e a Dierberger Industrial Ltda., \u00e9 formado um complexo de maior amplitude, sempre em car\u00e1ter especializado, surgindo, assim, a Dierberger \u00d3leos Essenciais S.A.<\/p>\n<p>Dando continuidade ao trabalho inicial empreendido pelas suas antecessoras, a Dierberger \u00d3leos Essenciais S.A. p\u00f4de registrar o mais satisfat\u00f3rio sucesso tanto na extens\u00e3o das suas planta\u00e7\u00f5es como tamb\u00e9m na parte industrial em sua f\u00e1brica em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Sempre fiel ao esp\u00edrito pioneiro que tem norteado as iniciativas Dierberger, introduzia essa firma novas ou melhoradas sele\u00e7\u00f5es de plantas arom\u00e1ticas, tais como Ger\u00e2nio rosa, Patchouli, Vetivert, Ylang-Ylang, Lim\u00e3o Siciliano, Citronela, Capim Lim\u00e3o, Palma rosa, Bergamota leg\u00edtima e os eucaliptos Citrodora, Gl\u00f3bulus, Maideni, Smithi, Staigeriana etc&#8230; Representam estas introdu\u00e7\u00f5es consider\u00e1vel trabalho agr\u00edcola cient\u00edfico e tamb\u00e9m grande disp\u00eandio de capitais.<\/p>\n<p>Por outro lado, em sua Usina, em S\u00e3o Paulo, al\u00e9m de produzir derivados dos diversos \u00f3leos, agregou uma se\u00e7\u00e3o de Composi\u00e7\u00f5es Perfumistas, continuando a divis\u00e3o de fabrica\u00e7\u00e3o de Mentol em escala moderada.<\/p>\n<p><strong>Durante o per\u00edodo de 1940 a 1973, fazem-se merecedores de especial refer\u00eancia, pela invulgar efici\u00eancia e dedicada atua\u00e7\u00e3o, os seguintes elementos :<\/strong><\/p>\n<p>Na Dierberger Agr\u00edcola S.A &#8211; Jo\u00e3o Dierberger Junior, Henrique Jacobs, Luis Marino Netto, Paulo Leistner, \u00c2ngelo Fracaroli, Jo\u00e3o Ernesto Dierberger.<\/p>\n<p>Na Dierberger Agro-Comercial Ltda. &#8211; Jo\u00e3o Dierberger Junior, Guilherme Kawall Gomes, Carlos \u00aa Rodergourg, Agostinho Santiago de Castro, Ronald Riether, Paulo Kassahara e Olavo Sebasti\u00e3o Costa.<\/p>\n<p>Na Dierberger \u00d3leos Essenciais S.A &#8211; Jo\u00e3o Dierberger Junior, Guilherme Kawal Gomes, Richard Rothe, Jo\u00e3o Ernesto Dierberger, Francisco Soares, Jos\u00e9 Thely Bertoni, Agostinho Santiago de Castro, Clodoaldo Martins Prado, Idevar Morales, Jan Strebinger.<\/p>\n<p>E, na se\u00e7\u00e3o agr\u00edcola desta \u00faltima empresa &#8211; Karl Heinz Hlawnsky, Karl Otto Klaus Klawensky, Walter Kohler, Alberto Koehler, Domingos Gregolin, Sebasti\u00e3o Garcia, Vicente Grosso, Henry Kristensen.<\/p>\n<p>Abrimos aqui um par\u00eanteses para elevar um pensamento de imorredura gratid\u00e3o e de saudade \u00e0 mem\u00f3ria dos colaboradores que j\u00e1 nos deixaram.<\/p>\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p><strong>1\u00ba DEZEMBRO 1973 &#8211; 80\u00ba ANIVERS\u00c1RIO DE FUNDA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p><strong>As organiza\u00e7\u00f5es Dierberger, neste momento, acham-se assim constitu\u00eddas:<\/strong><\/p>\n<p>Dierberger Agr\u00edcola S.A. &#8211; <strong>Fazenda Citra<\/strong> &#8211; Limeira\/SP &#8211; Viveiristas e Fruticultores &#8211; 1002 Hectares de \u00e1reas de cultivo e reservas de terras pr\u00f3prias. 120\/150 empregados.<\/p>\n<blockquote><p><strong>Diretoria: <\/strong>Presidente &#8211; Jo\u00e3o Dierbeger Junior<\/p>\n<p><strong>Diretor gerente :<\/strong> Luis Marino Netto<\/p>\n<p><strong>Diretor T\u00e9cnico:<\/strong> Engenheiro Agr\u00f4nomo Jo\u00e3o Ernesto Dierberger.<\/p><\/blockquote>\n<p>Dierberger Agro-Comercial Ltda. &#8211; Matriz e Escrit\u00f3rio: Rua Gomes de Carvalho, 243 &#8211; S\u00e3o Paulo, Lojas: Largo S\u00e3o Francisco, 175 &#8211; S\u00e3o Paulo, Jumbo &#8211; Aeroporto &#8211; S\u00e3o Paulo. S\u00f3cios: Jo\u00e3o Dierberger Junior, Guilherme Kawall Gomes, Carlos A . Roderbourg. Gerentes: Ronald Riether, Paulo T. Kassahara.<\/p>\n<p>Dierberger \u00d3leos Essenciais S\/A. &#8211; F\u00e1brica em pr\u00e9dio pr\u00f3prio, \u00c0 Rua Dr. Cardoso de Melo, 240 &#8211; S\u00e3o Paulo. Produ\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola de Plantas Arom\u00e1ticas e sua Industrializa\u00e7\u00e3o, Importa\u00e7\u00e3o e Exporta\u00e7\u00e3o. 3025 Hectares de \u00e1reas cultivadas. 400\/600 empregados. 60\/70 empregados na usina. Diretoria: Jo\u00e3o Dierberger Junior. Diretores: Richard Rothe, Karl Heinz Hlawensky, Guilherme Kawall Gomes, Carlos A. Roderbourg, Engenheiro Agr\u00f4nomo Jo\u00e3o Ernesto Dierberger. Escrit\u00f3rio Central de Dierberger \u00d3leos Essenciais S\/a e Dierberger Agro-Comercial Ltda. Rua Gomes de Carvalho, 243 &#8211; S\u00e3o Paulo . 20\/25 funcion\u00e1rios. Gerente: Agostinho Santiago de Castro.<\/p>\n<h2>Localiza\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Rod. Limeira Piracicaba, km117<br \/>\nLimeira &#8211; S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p><span class=\"fonte\">Fonte: <\/span>www.fazendacitra.com.br<\/p>\n<h6>Fazenda Citra<\/h6>\n<p><strong>FAZENDA CITRA (Fam\u00edlia Dierberger)<\/strong><\/p>\n<p>Fundada em 1924, a <strong>Fazenda Citra<\/strong> \u00e9 conhecida internacionalmente pela produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de milhares de esp\u00e9cies, entre plantas, frut\u00edferas e ornamentais.<\/p>\n<p>Inicialmente produziu laranja e seus fundadores foram co-participantes, das primeiras exporta\u00e7\u00f5es para a Europa.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s este per\u00edodo, a fazenda vem se dedicando \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de plantas frut\u00edferas e ornamentais.<\/p>\n<p>Para l\u00e1 foram trazidas e aclimatadas v\u00e1rias \u00e1rvores e arbustos, muitos deles, raros e ex\u00f3ticos, constitu\u00edndo-se num verdadeiro jardim bot\u00e2nico.<\/p>\n<p>Possui ainda uma grande produ\u00e7\u00e3o de Noz Macadamia (200 ton\/1998), Noz Pecam e frutas cristalizadas, as quais s\u00e3o comercializadas diretamente com o consumidor.<\/p>\n<p>\u00c9 respons\u00e1vel pela introdu\u00e7\u00e3o e propaga\u00e7\u00e3o de in\u00fameras esp\u00e9cies de plantas no pa\u00eds e a sua comercializa\u00e7\u00e3o \u00e9 a principal atividade da Fazenda.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-125602\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/fazenda-citra-1.jpg\" alt=\"fazenda-citra-1\" width=\"150\" height=\"107\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-125603\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/fazenda-citra-2.jpg\" alt=\"fazenda-citra-2\" width=\"200\" height=\"142\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-125604\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/fazenda-citra-3.jpg\" alt=\"fazenda-citra-3\" width=\"150\" height=\"107\" \/><\/p>\n<h2>Turismo<\/h2>\n<p>Atrav\u00e9s de uma caminhada pelas depend\u00eancias dos viveiros os visitantes conhecer\u00e3o plantas ex\u00f3ticas e raras.<\/p>\n<p>Receber\u00e3o demonstra\u00e7\u00f5es de enxertia, m\u00e9todo de forma\u00e7\u00e3o de mudas, beneficiamento de nozes e visitar\u00e3o o museu, onde conhecer\u00e3o a hist\u00f3ria e a evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola da fazenda.<\/p>\n<p>Ao final da visita\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 servido um lanche, com sucos de frutas ex\u00f3ticas da \u00e9poca.<\/p>\n<p>As visitas dever\u00e3o ser agendadas previamente, para grupos pr\u00e9 estabelecidos.<\/p>\n<p>A <strong>Fazenda Citra<\/strong>, est\u00e1 aberta de segunda \u00e0 sexta das 8:00 \u00e0s 17:00 horas para comercializa\u00e7\u00e3o de mudas no varejo.<\/p>\n<p><strong>Informa\u00e7\u00f5es:<\/strong> Fazenda Citra<br \/>\n<strong>Rodovia Limeira-Piracicaba &#8211;<\/strong>\u00a0 Limeira\/SP<\/p>\n<p><span class=\"fonte\">Fonte:<\/span> www.limeira.sp.gov.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;\u00c9 tarefa ingente, procurar sintetizar em breve cr\u00f4nica, o hist\u00f3rico de uma organiza\u00e7\u00e3o que,desde os prim\u00f3rdios de sua funda\u00e7\u00e3o em 1893, alcan\u00e7a, em 2006, cento e tr\u00eas anos de exist\u00eancia. Assim o que se segue, \u00e9 apenas o clar\u00e3o de um rel\u00e2mpago iluminando t\u00e3o dilatado espa\u00e7o de tempo. 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