{"id":113710,"date":"2017-03-15T13:11:51","date_gmt":"2017-03-15T15:11:51","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?p=113710"},"modified":"2022-03-30T17:50:52","modified_gmt":"2022-03-30T19:50:52","slug":"buraco-na-camada-de-ozonio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/buraco-na-camada-de-ozonio","title":{"rendered":"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio"},"content":{"rendered":"<p>Os furos na\u00a0<strong>camada de oz\u00f4nio<\/strong>, s\u00e3o causados pelo aumento das concentra\u00e7\u00f5es de produtos qu\u00edmicos que destroem o\u00a0<strong>oz\u00f4nio<\/strong>\u00a0na estratosfera<\/p>\n<p>Estes produtos qu\u00edmicos prov\u00eam de aeross\u00f3is e refrigerantes e que incluem compostos qu\u00edmicos com cloro e\/ou fl\u00faor ligado ao carbono tamb\u00e9m conhecidos como CFCs.<\/p>\n<p>O buraco na camada de oz\u00f4nio \u00e9 quebrado para baixo principalmente por clorofluorcarbonos CFCs e \u00f3xidos de nitrog\u00eanio por produtos qu\u00edmicos. Eles s\u00e3o subst\u00e2ncias qu\u00edmicas muito importantes, mas uma vez que s\u00e3o libertados para a atmosfera s\u00e3o um poluente grave. Uma pequena quantidade de CFC destr\u00f3i um monte de oz\u00f4nio.<\/p>\n<p>O aquecimento global tem sido considerado como a raz\u00e3o por tr\u00e1s do suposto buraco na camada de oz\u00f4nio, como v\u00ednculo de emiss\u00f5es de carbono com o tri-oxig\u00eanio e liberam di\u00f3xido de carbono e mon\u00f3xido de carbono deixando os seres humanos, sem chance para a vida no futuro.<\/p>\n<p>Teorias antigas apontam para as naturezas polares da Terra, criando um buraco para os p\u00f3los norte e sul para ser vis\u00edvel e acess\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>Buraco na Camada de Oz\u00f4nio &#8211; Causas<\/strong><\/p>\n<p><strong>CFCs<\/strong>\u00a0e similares sint\u00e9ticos gases quebrar a camada de oz\u00f4nio na estratosfera, permitindo a radia\u00e7\u00e3o ultravioleta prejudicial. O buraco de oz\u00f4nio acontece principalmente na Ant\u00e1rtida, onde quatro meses de escurid\u00e3o do inverno criar as condi\u00e7\u00f5es ideais para a destrui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>oz\u00f4nio<\/strong>\u00e9 uma camada protetora na atmosfera superior. \u00c9 formada, quando as mol\u00e9culas de oxig\u00e9nio absorver comprimentos de onda de radia\u00e7\u00f5es ultra-violeta curtos do sol.<\/p>\n<p>O oz\u00f4nio \u00e9 parte destru\u00eddo pelos radicais livres na atmosfera. Quando compostos como os CFCs (clorofluorcarbonos) s\u00e3o liberados, eles s\u00e3o dissociados pela luz solar em radicais de cloro. Estes radicais ataque oz\u00f4nio, diminuindo assim a sua concentra\u00e7\u00e3o. Isso resulta em buraco na camada de oz\u00f4nio.<\/p>\n<p><b>O furo na camada de\u00a0<\/b>oz\u00f4nio acontece porque a camada de oz\u00f4nio na estratosfera \u00e9 destru\u00eddo por cloro e bromo a partir de \u00e1tomos de halog\u00e9neo. Estes \u00e1tomos vem artificiais gases halogenados geladeira\u00a0<b>(clorofluorcarbonos [CFC], freons e halons),<\/b>\u00a0que s\u00e3o emitidos ao n\u00edvel do solo, mas mover-se para a camada de oz\u00f4nio. Estes gases cont\u00eam cloro e bromo.<\/p>\n<p>Oz\u00f4nio (O<sub>3<\/sub>) \u00e9 formado quando a luz ultravioleta (UV) atinge uma mol\u00e9cula de oxig\u00e9nio (O<sub>2<\/sub>), convertendo-a em dois i\u00f5es de oxig\u00e9nio (O). Esses \u00edons de oxig\u00eanio (O) combinam-se com outras mol\u00e9culas de oxig\u00eanio (O<sub>2<\/sub>) para formar oz\u00f4nio (O<sub>3<\/sub>). Mais tarde, um outro i\u00e3o de oxig\u00e9nio (O) vai combinar com a mol\u00e9cula de oz\u00f4nio (O<sub>3<\/sub>), para formar duas mol\u00e9culas de oxig\u00e9nio (O<sub>2<\/sub>). Este \u00e9 o ciclo natural de oz\u00f4nio-oxig\u00e9nio da terra.<\/p>\n<p>A camada de oz\u00f4nio impede o ultravioleta B-ondas (UV-B), a partir de atingir a Terra. Aumento da exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o UV-B \u00e9 pensado para ser respons\u00e1vel pelo aumento de c\u00e2ncer de pele, catarata e danos \u00e0s plantas e pl\u00e2ncton. Devido a isso as na\u00e7\u00f5es do mundo, em 1989, adotou o Protocolo de Montreal, que pro\u00edbe a produ\u00e7\u00e3o de CFCs, halons e outras subst\u00e2ncias qu\u00edmicas que destroem o oz\u00f4nio.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>buraco de oz\u00f4nio<\/strong>\u00a0acontece durante a primavera na Ant\u00e1rtida (setembro-dezembro). Nuvens estratosf\u00e9ricas polares (PSC) forma durante o inverno, tudo escuro.<\/p>\n<p>Quando chega a Primavera e luz UV aparece novamente, os cristais de gelo e \u00e1cido n\u00edtrico nestas nuvens ajudar a libertar os \u00e1tomos de cloro e bromo a partir dos gases de hidrocarbonetos halogenados.<\/p>\n<p>Estes destroem a camada de oz\u00f4nio. (Um \u00fanico \u00e1tomo de cloro pode continuar a destruir o oz\u00f4nio por at\u00e9 dois anos, reagindo com at\u00e9 cem mil mol\u00e9culas de oz\u00f4nio.)<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>\u201cburaco\u201d na camada de oz\u00f4nio<\/strong>\u00a0n\u00e3o \u00e9 um orif\u00edcio, em qualquer sentido verdadeiro da palavra, mas uma dilui\u00e7\u00e3o de a quantidade de oz\u00f4nio na atmosfera sobre o Ant\u00e1rctico durante o final do Inverno.<\/p>\n<p>Este buraco foi naturalmente por s\u00e9culos e \u00e9 devido, quase que exclusivamente, \u00e0 falta de luz solar sobre esta \u00e1rea durante o longo inverno. A menor, mas semelhante situa\u00e7\u00e3o ocorre sobre o \u00c1rtico durante o fim de tudo de meses de inverno. NASA se refere a essa \u00e1rea de desbaste como a covinha, devido ao tamanho pequeno quando comparado com a situa\u00e7\u00e3o da Ant\u00e1rtica. A atividade solar tamb\u00e9m \u00e9 um problema conhecido pela quantidade de oz\u00f4nio em nossa atmosfera.<\/p>\n<p>O maior conhecido afinamento do que sabemos de fato ocorreu em 1859 e acredita-se ter sido causado por atividade solar. Alguns t\u00eam a opini\u00e3o de que o CFC tamb\u00e9m est\u00e3o tendo algum efeito contributivo da quantidade de afinamento da camada de oz\u00f4nio e h\u00e1 alguma evid\u00eancia para apoiar que o homem pode estar contribuindo para este efeito natural.<\/p>\n<p>O oz\u00f4nio \u00e9 uma camada protetora na atmosfera superior. Ele \u00e9 formado quando as mol\u00e9culas de oxig\u00e9nio absorver as radia\u00e7\u00f5es ultra-violeta de comprimento de onda curta a partir do sol. O oz\u00f4nio \u00e9 parte destru\u00eddo por radicais livres na atmosfera.<\/p>\n<p>Quando compostos como os CFCs (clorofluorcarbonos) e outros halocarbonos s\u00e3o liberados, eles s\u00e3o dissociados pela luz solar em radicais de cloro. Estes radicais ataque oz\u00f4nio, diminuindo assim a sua concentra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Isso resulta em uma diminui\u00e7\u00e3o da camada de oz\u00f4nio, e em regi\u00f5es polares, um buraco.<\/p>\n<p>Os buracos ocorrem nos p\u00f3los, e, geralmente, na Ant\u00e1rtida por causa do frio extremo. Durante o inverno polar estratosf\u00e9rico forma nuvens que s\u00e3o capazes de converter gases na atmosfera em Cl (cloro) e ClO (mon\u00f3xido de cloro). Quando o sol chega no fim do inverno, isto \u00e9 o gatilho para iniciar. \u00c9 por isso que o buraco \u00e9 maior na primavera.<\/p>\n<p>O buraco de oz\u00f4nio ocorre uma vez por ano em cada p\u00f3lo. O buraco do p\u00f3lo sul \u00e9 maior do que o furo polar norte devido ao fato de que o p\u00f3lo sul est\u00e1 mais frio do que o p\u00f3lo norte.<\/p>\n<p>O tamanho do orif\u00edcio \u00e9 o que \u00e9 preocupante e \u00e9 causada por clorofluorocarbonetos (CFC) e halog\u00e9nios a partir de humano ind\u00fastria.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>oz\u00f4nio<\/strong>\u00a0se decomp\u00f5e naturalmente com o tempo. Com a inclina\u00e7\u00e3o do eixo da Terra que tem, uma vez por ano (inverno local) cada p\u00f3lo deixa de receber o UV-C que transforma um pouco de oxig\u00eanio em oz\u00f4nio.<\/p>\n<p>Assim, o oz\u00f4nio come\u00e7a em decomposi\u00e7\u00e3o, e se forma um buraco. O oz\u00f4nio s\u00f3 p\u00f3lo fica, neste momento, se difunde a partir de \u00e1reas que ainda estejam a receber UV-C. Assim, a camada de oz\u00f4nio seria extremamente fina neste momento. A presen\u00e7a do fluxo de jato polar impede que o oz\u00f4nio nos p\u00f3los (durante o inverno local) de ser reposto \u00e0 medida que \u00e9 ao longo do ano em contr\u00e1rio.<\/p>\n<p>Adicionar contaminantes \u00e0 mistura, e da quantidade de oz\u00f4nio diminui drasticamente. O vapor de \u00e1gua (natural e homem de origem), cloro (mais comumente Homem de origem, realizado pelo CFC) e bromo (mais comumente natural, mas provavelmente algum homem de origem, levado por exemplo, halons), todos demonstraram habilidades em esgotamento de oz\u00f4nio.<\/p>\n<p>A concentra\u00e7\u00e3o de oz\u00f4nio em qualquer ponto \u00e9 um equil\u00edbrio de incidente UV-C do Sol (ambos fazendo e destruindo o oz\u00f4nio), UV-B do Sol (destr\u00f3i o oz\u00f4nio quando absorvido), tempo e compostos que podem acelerar a decomposi\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio.<\/p>\n<p>O buraco do sul \u00e9 maior, porque \u00e9 muito mais frio. \u00c9 frio o suficiente para formar algo conhecido como nuvens estratosf\u00e9ricas polares (PSC).<\/p>\n<p>Estes formam um local de deposi\u00e7\u00e3o dos radicais na atmosfera que s\u00e3o respons\u00e1veis pela destrui\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio. Estes radicais podem ser reciclados ap\u00f3s a sua utiliza\u00e7\u00e3o de modo a que uma mol\u00e9cula de contaminante (cloro) \u00e9 respons\u00e1vel pela destrui\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios milhares de mol\u00e9culas de oz\u00f4nio.<\/p>\n<p><strong>Objetivo do oz\u00f4nio<\/strong><\/p>\n<p>O esgotamento da\u00a0<strong>camada de oz\u00f4nio<\/strong>\u00a0da atmosfera terrestre refere-se ao desenvolvimento de um buraco na estratosfera sobre o p\u00f3lo sul do planeta.<\/p>\n<p>Esse buraco foi causado pelo uso constante pela humanidade de produtos qu\u00edmicos conhecidos como clorofluorcarbonos (CFCs), que poluem o ar e corroem essa camada protetora.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>objetivo do oz\u00f4nio<\/strong>\u00a0\u00e9 bloquear os raios mais perigosos do sol, especificamente os raios ultravioleta (UV), que seriam prejudiciais \u00e0 vida no planeta. Os raios UV afetam primeiro as formas de vida menores \u2013 organismos unicelulares, como o pl\u00e2ncton \u2013 mas isso cria um efeito domin\u00f3 ao eliminar o n\u00edvel inferior da cadeia alimentar e, assim, criar uma escassez de alimentos para as criaturas maiores que sobrevivem nos animais unicelulares.<\/p>\n<p>Essa escassez continua a aumentar, eventualmente afetando os seres humanos. Al\u00e9m disso, o afinamento geral do oz\u00f4nio e a filtragem gradual dos raios UV na atmosfera afetam a temperatura m\u00e9dia do planeta, a maneira como o sol reage \u00e0 pele desprotegida e muitos outros aspectos da ecologia do planeta.<\/p>\n<p><strong>As causas da destrui\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><strong><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-113714 \" title=\"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/buraco8.jpg\" alt=\"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio\" width=\"202\" height=\"202\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/buraco8.jpg 315w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/buraco8-150x150.jpg 150w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/buraco8-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 202px) 100vw, 202px\" \/><br \/>\nBuraco na Camada de Oz\u00f4nio<\/strong><\/p>\n<p>Evid\u00eancias cient\u00edficas indicam que o oz\u00f4nio estratosf\u00e9rico est\u00e1 sendo destru\u00eddo por um grupo de produtos qu\u00edmicos fabricados, que cont\u00eam cloro e\/ou bromo.<\/p>\n<p>Estes produtos qu\u00edmicos s\u00e3o chamados de \u201csubst\u00e2ncias destruidoras de oz\u00f4nio\u201d (ODS).<\/p>\n<p>ODS \u00e9 muito est\u00e1vel, n\u00e3o t\u00f3xico e ambientalmente segura na baixa atmosfera, o que \u00e9 por isso que se tornou t\u00e3o popular em primeiro lugar. No entanto, a sua pr\u00f3pria estabilidade que lhes permite flutuar para cima, intacto, para a estratosfera. Uma vez l\u00e1, eles s\u00e3o quebrados pela luz ultravioleta intensa, liberando cloro e bromo. Cloro e bromo demolir oz\u00f4nio em um ritmo alarmante, descascando um \u00e1tomo da mol\u00e9cula de oz\u00f4nio.<\/p>\n<p>Uma \u00fanica mol\u00e9cula de cloro pode quebrar milhares de mol\u00e9culas de oz\u00f4nio.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do mais, ODS t\u00eam uma longa vida \u00fatil em nossa atmosfera \u2013 at\u00e9 v\u00e1rios s\u00e9culos. Isso significa que a maior parte do ODS n\u00f3s lan\u00e7amos ao longo dos \u00faltimos 80 anos ainda est\u00e3o a fazer o seu caminho para a estratosfera, onde eles ir\u00e3o adicionar \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio.<\/p>\n<p>A principal ODS s\u00e3o clorofluorcarbonetos (CFCs), hidrofluorocarbonos (HCFC), tetracloreto de carbono e clorof\u00f3rmio de metilo. Halons (fluorocarbons bromados) tamb\u00e9m desempenham um grande papel.<\/p>\n<p><strong>Sua aplica\u00e7\u00e3o \u00e9 bastante limitada:<\/strong>\u00a0eles s\u00e3o usados em extintores especializados. Mas o problema com halons \u00e9 que eles podem destruir at\u00e9 10 vezes mais oz\u00f4nio, como os CFCs podem. Por esta raz\u00e3o, os halons s\u00e3o as mais graves grupo de destrui\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio dos qu\u00edmicos emitidos em British Columbia.<\/p>\n<p>Hidrofluorcarbonos (HFCs) est\u00e3o sendo desenvolvidos para substituir os CFCs e HCFCs, para usos como ve\u00edculo de ar condicionado. HFCs n\u00e3o esgotam o oz\u00f4nio, mas s\u00e3o gases de efeito estufa fortes. CFCs s\u00e3o contribuintes ainda mais poderosos para a mudan\u00e7a clim\u00e1tica global, por\u00e9m, assim que HFCs s\u00e3o ainda a melhor op\u00e7\u00e3o at\u00e9 mesmo substitutos mais seguros s\u00e3o descobertos.<\/p>\n<p><strong>As principais subst\u00e2ncias destruidoras de oz\u00f4nio (ODS)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Clorofluorcarbonos (CFCs)<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>O mais usado ODS, representando mais de 80% de esgotamento total de oz\u00f4nio estratosf\u00e9rico.<br \/>\nUsado como refrigerantes em geladeiras, freezers e condicionadores de ar em edif\u00edcios e carros fabricados antes de 1995.<br \/>\nEncontrado em solventes industriais, agentes de limpeza a seco e esterilizantes hospitalares.<br \/>\nTamb\u00e9m \u00e9 usado em produtos de espuma \u2013 como preenchimento de soft-espuma (por exemplo, almofadas e colch\u00f5es) e espuma r\u00edgida (por exemplo, isolamento em casa).<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Halons:\u00a0<\/strong>Usado em alguns extintores, nos casos em que os materiais e equipamentos seriam destru\u00eddos por \u00e1gua ou outras subst\u00e2ncias qu\u00edmicas extintor. No BC, halons causar maiores danos \u00e0 camada de oz\u00f4nio do que os CFCs de autom\u00f3veis condicionadores de ar.<\/p>\n<p><strong>Metil clorof\u00f3rmio:\u00a0<\/strong>Usado principalmente na ind\u00fastria \u2013 para vapor desengorduramento, alguns aeross\u00f3is, limpeza de frio, adesivos e processamento qu\u00edmico.<\/p>\n<p><strong>Tetracloreto de carbono:\u00a0<\/strong>Usado em alguns solventes e extintores.<\/p>\n<p><strong>Hidrofluorcarbonos (HCFCs):\u00a0<\/strong>HCFCs se tornaram major, os substitutos \u201ctransi\u00e7\u00e3o\u201d para o CFC. Eles s\u00e3o muito menos prejudiciais ao oz\u00f4nio estratosf\u00e9rico que os CFCs s\u00e3o. Mas HCFCs eles ainda causar alguma destrui\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio e s\u00e3o potentes gases de efeito estufa.<\/p>\n<p><strong>Camada de Oz\u00f4nio &#8211; O que \u00e9<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-161063 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/Buraco5-300x284.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"284\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/Buraco5-300x284.jpg 300w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/Buraco5.jpg 343w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><strong>Buraco na Camada de Oz\u00f4nio<\/strong><\/p>\n<p>L\u00e1 no c\u00e9u, acima do ar que respiramos, h\u00e1 uma camada de um g\u00e1s chamado oz\u00f4nio. Ela nos ajuda bloqueando os raios do sol que podem fazer mal \u00e0 nossa pele, e deixando passar os raios que s\u00e3o bons para n\u00f3s.<\/p>\n<p>\u00c9 uma sorte termos o oz\u00f4nio para nos proteger.<\/p>\n<p>Agora a\u00a0<strong>camada de oz\u00f4nio<\/strong>\u00a0est\u00e1 sendo danificada por gases feitos pelo homem. Os gases s\u00e3o chamados de CFCs e hal\u00f3ides. S\u00e3o usados em geladeiras, extintores de inc\u00eandio, condicionadores de ar, espumas pl\u00e1sticas e algumas outras coisas.<\/p>\n<p>Os CFCs flutuam para o alto da atmosfera, onde est\u00e1 situada a camada de oz\u00f4nio, e \u201cdevoram\u201d o oz\u00f4nio.<\/p>\n<p>Os cientistas est\u00e3o muito preocupados com a\u00a0<strong>camada de oz\u00f4nio<\/strong>\u00a0porque grande parte dela desapareceu em apenas alguns anos. Por isso, \u00e9 muito importante fazer alguma coisa para que ela n\u00e3o continue a se desfazer.<\/p>\n<p>Quando a vida surgiu na superf\u00edcie terrestre, h\u00e1 cerca de 600 milh\u00f5es de anos, surgiu tamb\u00e9m o oxig\u00eanio na atmosfera terrestre, e por conseguinte, o oz\u00f4nio come\u00e7ou a acumular-se na atmosfera.<\/p>\n<p>Esta presen\u00e7a de oz\u00f4nio na atmosfera terrestre garantiu durante toda a hist\u00f3ria da humanidade a exist\u00eancia de um escudo protetor contra a radia\u00e7\u00e3o UV-B, porque o oz\u00f4nio tem a propriedade de absorver (na atmosfera) tal radia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Como o fator de prote\u00e7\u00e3o sempre existiu, os seres vivos em geral n\u00e3o aprenderam a se defender contra esta radia\u00e7\u00e3o, que sempre foi insignificante por causa da exist\u00eancia da camada de oz\u00f4nio.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 comum o uso deste termo, camada de oz\u00f4nio, que j\u00e1 est\u00e1 consagrado na literatura mundial:<\/strong>\u00a0refere-se a uma fatia da atmosfera em tomo da concentra\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 03 na estratosfera.<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o descrita acima pode mudar drasticamente no futuro, caso se confirme que a camada de oz\u00f4nio vai continuar diminuindo por a\u00e7\u00e3o da vida moderna.<\/p>\n<p>Acredita-se que a a\u00e7\u00e3o do homem moderno libera na atmosfera (na forma de lixo) uma quantidade cada vez maior de certos gases, usados principalmente na refrigera\u00e7\u00e3o, (geladeiras, ar condicionado) que acabam atacando a camada de oz\u00f4nio na estratosfera (regi\u00e3o da atmosfera entre 16 e 50 km) onde ocorre uma rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica que destr\u00f3i o oz\u00f4nio.<\/p>\n<p>Com uma redu\u00e7\u00e3o na camada de oz\u00f4nio diminuiria tamb\u00e9m o efeito protetor contra a radia\u00e7\u00e3o UV-B. Torna-se assim cada vez mais importante conhecer melhor que radia\u00e7\u00e3o \u00e9 esta, o que faz, como atua, e como dela nos podemos proteger.<\/p>\n<p>A radia\u00e7\u00e3o que vem do sol pode ser separada em tr\u00eas grupos, de acordo com o seu comprimento de onda.<\/p>\n<p>A parte vis\u00edvel \u00e9 a por\u00e7\u00e3o mais conhecida e a que \u00e9 mais importante para o aquecimento do planeta. Os dois outros grupos s\u00e3o o do infravermelho, de comprimentos de onda maiores, importante para o processo de esfriamento do planeta, e a regi\u00e3o do ultravioleta, de comprimentos de onda menores.<\/p>\n<p>Nesta regi\u00e3o, uma faixa ainda menor \u00e9 chamada de radia\u00e7\u00e3o ultravioleta de tipo B, UV-B, definida entre 280 e 320 nm (nm \u00e9 abrevia\u00e7\u00e3o de nanometro, que vale 10-9 metros). Esta radia\u00e7\u00e3o \u00e9 danosa \u00e0 vida, e tem causado preocupa\u00e7\u00e3o por causa do advento da diminui\u00e7\u00e3o da camada de oz\u00f4nio na atmosfera terrestre, o que deve trazer como conseq\u00fc\u00eancia um aumento da radia\u00e7\u00e3o UV-B.<\/p>\n<p>N\u00e3o existem ainda boas medidas desta radia\u00e7\u00e3o, a n\u00edvel global, em parte porque n\u00e3o havia interesse. H\u00e1 inclusive dificuldades t\u00e9cnicas na instrumenta\u00e7\u00e3o, e dificuldades na intercompara\u00e7\u00e3o dos equipamentos existentes.<\/p>\n<p>Um dos primeiros passos, portanto, no sentido de melhor conhecer a radia\u00e7\u00e3o UV-B, \u00e9 a sua medi\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica para conhecermos sua intensidade, suas varia\u00e7\u00f5es temporais, e geogr\u00e1ficas.<\/p>\n<p>Para a comunidade m\u00e9dica, o conhecimento dos valores reais das intensidades permitir\u00e3o calcular o tempo m\u00e1ximo de exposi\u00e7\u00e3o para cada paciente, que assim poder\u00e1 usufruir do sol sem o perigo de queimaduras imediatas, e a possibilidade de apresentar c\u00e2ncer de pele no futuro.<\/p>\n<p><strong>Objetivo do presente trabalho:<\/strong>\u00a0O objetivo do presente trabalho \u00e9 descrever, em termos pr\u00e1ticos, as conseq\u00fc\u00eancias de uma diminui\u00e7\u00e3o da camada de oz\u00f4nio, e o aumento na intensidade da radia\u00e7\u00e3o UVB, e mais do que isto, permitir aos interessados calcular a dura\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel de exposi\u00e7\u00e3o solar sem conseq\u00fc\u00eancias danosas, atrav\u00e9s da defini\u00e7\u00e3o do \u00edndice UV.<\/p>\n<p>Sugere-se a informa\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica do \u00edndice UV \u00e0 popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p><strong>Atmosfera Terrestre<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 importante notar que a nossa atmosfera n\u00e3o foi sempre como \u00e9 hoje. Ocorreram adapta\u00e7\u00f5es sucessivas a diferentes per\u00edodos geol\u00f3gicos, mas a modifica\u00e7\u00e3o mais dram\u00e1tica teve lugar h\u00e1 600 milh\u00f5es de anos, quando surgiu o primeiro organismo capaz de usar diretamente a luz solar como mecanismo energ\u00e9tico, no processo da fotoss\u00edntese. Foi este o processo que modificou drasticamente a atmosfera de um estado redutor, sem oxig\u00eanio livre na atmosfera, para um estado em que, como ainda \u00e9 hoje, existe oxig\u00eanio livre. Foi somente ap\u00f3s esta transi\u00e7\u00e3o, com o surgimento da camada de oz\u00f4nio, um subproduto do oxig\u00eanio, que a vida animal e vegetal p\u00f4de desenvolver-se na superf\u00edcie terrestre, porque antes, a grande incid\u00eancia de radia\u00e7\u00e3o ultravioleta s\u00f3 permitia o desenvolvimento celular nas profundezas do oceano.<\/p>\n<p>A vida primordial criou a camada de oz\u00f4nio.<\/p>\n<p>H\u00e1 ind\u00edcios de que a vida moderna pode destru\u00ed-la.<\/p>\n<p>Nos anos 70 algumas t\u00e9cnicas anal\u00edticas para detec\u00e7\u00e3o de gases dilu\u00eddos atingiam um estado de excel\u00eancia para a medida de concentra\u00e7\u00f5es extremamente baixas.<\/p>\n<p>Come\u00e7aram ent\u00e3o experimentos que acusaram a presen\u00e7a na atmosfera de subst\u00e2ncias artificiais, isto \u00e9, compostos qu\u00edmicos que n\u00e3o participam naturalmente do cicio de produ\u00e7\u00e3o e perda dos gases atmosf\u00e9ricos, mas que s\u00e3o injetados na atmosfera inferior por a\u00e7\u00e3o antropog\u00eanica.<\/p>\n<p>A partir desta constata\u00e7\u00e3o v\u00e1rios centros de pesquisa foram criados com a finalidade de monitorar estes gases. Cada vez mais h\u00e1 ind\u00edcios de que subst\u00e2ncias artificiais est\u00e3o interferindo na qu\u00edmica natural da atmosfera.<\/p>\n<p>O caso da camada de oz\u00f4nio est\u00e1 sendo investigado intensamente.<\/p>\n<p>Em 1977 foi aprovada uma lei no Congresso dos Estados Unidos da Am\u00e9rica do Norte (Clean Air Act) que refletiu, na \u00e9poca, a preocupa\u00e7\u00e3o dos legisladores sobre uma poss\u00edvel deterioriza\u00e7\u00e3o, a n\u00edveis insuport\u00e1veis, da qualidade do ar. A NASA foi indicada por lei como a executora de um plano de trabalho para estudar a qualidade do ar, sua constitui\u00e7\u00e3o, e sua qu\u00edmica, principalmente com rela\u00e7\u00e3o ao oz\u00f4nio.<\/p>\n<p><strong>Fun\u00e7\u00e3o do Oz\u00f4nio<\/strong><\/p>\n<p>O oz\u00f4nio na estratosfera \u00e9 um g\u00e1s extremamente \u00fatil para os seres vivos e n\u00e3o deve ser eliminado sob pena de ocorrer uma transforma\u00e7\u00e3o dr\u00e1stica na nossa maneira atual de viver.<\/p>\n<p>Parece n\u00e3o resultar nenhum benef\u00edcio de uma destrui\u00e7\u00e3o, ainda que parcial, da camada de oz\u00f4nio. H\u00e1 v\u00e1rios aspectos negativos, no entanto, todos eles decorrentes do aumento da radia\u00e7\u00e3o UV-B.<\/p>\n<p>As caracter\u00edsticas de exist\u00eancia de determinado elemento qu\u00edmico na atmosfera s\u00e3o fun\u00e7\u00e3o de sua reatividade, isto \u00e9, de sua qu\u00edmica que pode produzir ou destruir certo constituinte; e da din\u00e2mica, isto \u00e9, da inclus\u00e3o de fluxos de part\u00edculas transportadas de um ponto a outro. Em termos quantitativos, pode-se exprimir a varia\u00e7\u00e3o temporal de certo elemento qu\u00edmico atrav\u00e9s da equa\u00e7\u00e3o da continuidade, uma das equa\u00e7\u00f5es fundamentais da F\u00edsica, e que deve ser resolvida quando se quer estudar a variabilidade temporal de certo elemento.<\/p>\n<p>Um dos gases mais representativos em Qu\u00edmica da Atmosfera \u00e9 o oz\u00f4nio (O<sub>3<\/sub>), que \u00e9 um g\u00e1s muito reativo, e pode interagir com muitas subst\u00e2ncias qu\u00edmicas.<\/p>\n<p>Com a produ\u00e7\u00e3o de O<sub>3<\/sub>\u00a0tem in\u00edcio o cicio do oz\u00f4nio.<\/p>\n<p>A intera\u00e7\u00e3o mais imediata ocorre na troposfera, isto \u00e9, na regi\u00e3o mais baixa da atmosfera, que se estende at\u00e9 12-16 km de altura, diretamente sujeita \u00e0 a\u00e7\u00e3o antropog\u00eanica. \u00c9 a\u00ed que \u00e9 injetado o lixo industrial.<\/p>\n<p>Durante os \u00faltimos 10 anos os registros comprovam o aumento da concentra\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias subst\u00e2ncias do tipo \u201cpoluente\u201d.<\/p>\n<p>A indica\u00e7\u00e3o \u00e9 que cada vez mais poluentes, que s\u00e3o subst\u00e2ncias artificiais s\u00e3o acrescentadas \u00e0 atmosfera, e esta, portanto, deve adaptar-se a um novo equil\u00edbrio qu\u00edmico.<\/p>\n<p>Este novo equil\u00edbrio pode significar a aus\u00eancia parcial ou total da camada de oz\u00f4nio, como conseq\u00fc\u00eancia de subst\u00e2ncias injetadas na troposfera e que podem chegar \u00e0 estratosfera, como \u00e9 o caso dos CFCS.<\/p>\n<p><strong>Radia\u00e7\u00e3o Solar e Oz\u00f4nio<\/strong><\/p>\n<p>A irradia\u00e7\u00e3o prolongada do sol direto, especialmente na praia, \u00e9 uma experi\u00eancia conhecida. Graves queimaduras podem resultar e, sem d\u00favida, seriam agravadas em muito se n\u00e3o fosse a prote\u00e7\u00e3o invis\u00edvel que o oz\u00f4nio proporciona.<\/p>\n<p>Justifica-se, portanto, o zelo que grandes organiza\u00e7\u00f5es cient\u00edficas do mundo inteiro dedicam ao estudo e \u00e0 pesquisa do oz\u00f4nio atmosf\u00e9rico, e da radia\u00e7\u00e3o UV-B e seus efeitos.<\/p>\n<p>A fotodissocia\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio, que ocorre com f\u00f3tons de comprimento de onda menores que 310 nm, \u00e9 o marco inicial para um ciclo de um grande n\u00famero de rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas, de import\u00e2ncia fundamental na troposfera, mas que n\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o com a destrui\u00e7\u00e3o da camada, que decorre de processos na estratosfera.<\/p>\n<p>Nesta fotodissocia\u00e7\u00e3o \u00e9 liberado oxig\u00eanio at\u00f4mico no estado excitado (1D); sendo muito reativo, pode iniciar v\u00e1rias rea\u00e7\u00f5es subsequentes, entre as quais se destaca a que se d\u00e1 com o vapor d\u2019\u00e1gua, liberando o radical oxidrila OH, que continua o cicio de rea\u00e7\u00f5es at\u00e9 chegar a mol\u00e9culas mais est\u00e1veis que s\u00e3o os produtos finais dos processos reativos, como CO<sub>2<\/sub>, H2, N2 e 02.<\/p>\n<p>Outra classe importante de rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas na atmosfera \u00e9 aquela que resulta na emiss\u00e3o espont\u00e2nea e natural de f\u00f3tons, produzindo assim a luminesc\u00eancia atmosf\u00e9rica pr\u00f3pria, cujo estudo permite a pesquisa de v\u00e1rios constituintes da mesosfera (camada acima de 50 km) entre os quais o oxig\u00eanio at\u00f4mico, o s\u00f3dio e a oxidrila.<\/p>\n<p><strong>Qu\u00edmica e F\u00edsica da Atmosfera<\/strong><\/p>\n<p>O objetivo dos trabalhos na \u00e1rea de Qu\u00edmica e F\u00edsica da Atmosfera \u00e9 o estudo de processos qu\u00edmicos da baixa Atmosfera, principalmente na troposfera e estratosfera, sem esquecer os aspectos que t\u00eam impacto imediato sobre a qualidade do ambiente como a sa\u00fade, a agricultura e o clima.<\/p>\n<p>Os constituintes qu\u00edmicos pares da atmosfera s\u00e3o em geral est\u00e1veis e os \u00edmpares, como o H, O, N, e 03 s\u00e3o muito inst\u00e1veis, tendo vida curta. Estes s\u00e3o tamb\u00e9m os compostos minorit\u00e1rios, cujas concentra\u00e7\u00f5es s\u00e3o muito pequenas (em face de outros constituintes que existem em muito maior abund\u00e2ncia) mas que s\u00e3o mais sujeitos a participar de rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas.<\/p>\n<p>Na altura da concentra\u00e7\u00e3o m\u00e1xima do oz\u00f4nio, por exemplo, na estratosfera, a cerca de 28 km de altura, existem apenas 5 mol\u00e9culas de oz\u00f4nio para cada um milh\u00e3o de mol\u00e9culas de oxig\u00eanio molecular.<\/p>\n<p>Em termos de composi\u00e7\u00e3o pr\u00f3ximo \u00e0 superf\u00edcie, os constituintes est\u00e1veis e de vida longa representam a grande maioria das part\u00edculas da atmosfera especialmente O<sub>2<\/sub>\u00a0e N2- s\u00e3o estes os chamados constituintes majorit\u00e1rios. Acima da superf\u00edcie, sua densidade decresce exponencialmente com a altura.<\/p>\n<p>Pode-se mostrar que isto acontece, raciocinando em termos de press\u00e3o, que \u00e9 peso por unidade de \u00e1rea. Este resultado importante exprime o chamado equil\u00edbrio hidrost\u00e1tico da atmosfera. Fica claro, portanto, que a por\u00e7\u00e3o de maior massa da atmosfera terrestre situa-se pr\u00f3ximo \u00e0 superf\u00edcie.<\/p>\n<p>\u00c9 uma conseq\u00fc\u00eancia da lei exponencial que, embora a atmosfera n\u00e3o tenha limite superior, uma certa quantidade de sua massa est\u00e1 confinada abaixo de certa altura bem definida. Pode-se calcular, por exemplo, que 90% da massa total da atmosfera est\u00e1 situada abaixo de 18,4 km.<\/p>\n<p><strong>A Camada Natural de Oz\u00f4nio<\/strong><\/p>\n<p>O oz\u00f4nio \u00e9 um g\u00e1s que existe em estado puro e livre na atmosfera terrestre. O prefixo ozo- vem do grego, com o significado de aroma ou cheiro, que no oz\u00f4nio \u00e9 muito forte e caracter\u00edstico (penetrante e desagrad\u00e1vel, em algumas defini\u00e7\u00f5es). O oz\u00f4nio \u00e9 subproduto do oxig\u00eanio.<\/p>\n<p><strong>A uma altura suficientemente elevada, na estratosfera, aproximadamente, os raios ultravioleta do sol s\u00e3o suficientemente intensos para dissociar (isto \u00e9, quebrar) a mol\u00e9cula de oxig\u00eanio produzindo dois \u00e1tomos de oxig\u00eanio at\u00f4mico, O, a partir de uma mol\u00e9cula de oxig\u00eanio, O<\/strong><sub><strong>2<\/strong><\/sub><strong>, que em nota\u00e7\u00e3o qu\u00edmica pode ser expressa por:<\/strong><\/p>\n<h4 align=\"center\">O<sub>2<\/sub>\u00a0+ hv \u2014&gt; O + O<\/h4>\n<p>onde hv representa a energia correspondente \u00e0 luz ultravioleta necess\u00e1ria para a ocorr\u00eancia da dissocia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>A produ\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio \u00e9 realizada numa etapa seguinte, que ocorre imediatamente ap\u00f3s a produ\u00e7\u00e3o de O, atrav\u00e9s da associa\u00e7\u00e3o de um \u00e1tomo de O com uma mol\u00e9cula de O<\/strong><sub><strong>2<\/strong><\/sub><strong>, na presen\u00e7a de um terceiro parceiro M:<\/strong><\/p>\n<h4 align=\"center\">O + O<sub>2<\/sub>\u00a0+ M \u2014&gt; O<sub>3<\/sub>\u00a0+ M<\/h4>\n<p><strong>Ao processo de produ\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio seguem-se v\u00e1rios processos de perda, isto \u00e9, processos que destroem a mol\u00e9cula de 03, inclusive sua dissocia\u00e7\u00e3o absorvendo a radia\u00e7\u00e3o UV-B.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Normalmente essas s\u00e3o rea\u00e7\u00f5es com os compostos nitrogenados, e os processos de perda mais importantes na estratosfera podem ser mostrados conforme seque:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\" align=\"center\"><strong>NO<\/strong><sub><strong>2<\/strong><\/sub><strong>\u00a0+ O \u2014&gt; NO + O<\/strong><sub><strong>2<\/strong><\/sub><\/p>\n<h4 align=\"center\">NO + O<sub>3<\/sub>\u00a0\u2014&gt; NO<sub>2<\/sub>\u00a0+ O<sub>2<\/sub><br \/>\nsendo o resultado final<\/h4>\n<h4 align=\"center\">O + O<sub>3<\/sub>\u00a0\u2014&gt; 2O<sub>2<\/sub><\/h4>\n<p>Do equil\u00edbrio entre produ\u00e7\u00e3o e perda resulta a concentra\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio em estado estacion\u00e1rio. isto \u00e9, aquela que deve ser observada atrav\u00e9s de medidas.<\/p>\n<p>A concentra\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio n\u00e3o \u00e9 a mesma em diferentes alturas, porque os processos de produ\u00e7\u00e3o e perda t\u00eam intensidades diferentes a diferentes alturas. O pr\u00f3prio processo de produ\u00e7\u00e3o de O<sub>3<\/sub>, atenua a intensidade do ultravioleta de cima para baixo, e o que resulta \u00e9 uma concentra\u00e7\u00e3o de oz\u00f4nio que \u00e9 m\u00e1xima numa certa altura, em torno de 28 km, diminuindo rapidamente para cima e para baixo.<\/p>\n<p>Surge assim o conceito de camada de oz\u00f4nio, isto \u00e9, uma fatia da atmosfera onde a concentra\u00e7\u00e3o do O<sub>3<\/sub>\u00a0\u00e9 relativamente elevada em rela\u00e7\u00e3o ao resto da atmosfera.<\/p>\n<p><strong>A Radia\u00e7\u00e3o Ultravioleta<\/strong><\/p>\n<p>A radia\u00e7\u00e3o solar mais conhecida \u00e9 a vis\u00edvel, mas duas outras faixas importantes s\u00e3o a do ultravioleta e a do infravermelho. As duas mais importantes para o assunto em pauta s\u00e3o a faixa vis\u00edvel, entre 400 e 600 nm, e a faixa do Ultravioleta, entre 100 e 400 nm.<\/p>\n<p><strong>A faixa do ultravioleta \u00e9 ainda subdividida em tr\u00eas:<\/strong>\u00a0a UV-A, entre 400 e 320 nm; a UV-B, entre 320 e 280 nm; e a UV-C, entre 280 e 100 nm. A UV-A chega normalmente \u00e0 superf\u00edcie terrestre, n\u00e3o sendo absorvida eficientemente por nenhum dos constituintes atmosf\u00e9ricos.<\/p>\n<p>Em excesso, a radia\u00e7\u00e3o UV-A pode tamb\u00e9m trazer perturba\u00e7\u00f5es \u00e0 sa\u00fade, mas esta n\u00e3o deve aumentar sua intensidade com o tempo, como \u00e9 o caso do UV-B.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio, a UV-B \u00e9 fortemente absorvida pelo oz\u00f4nio da atmosfera terrestre, causando uma varia\u00e7\u00e3o muito forte na intensidade da radia\u00e7\u00e3o medida na superf\u00edcie entre os limites de 280 e 320 nm.<\/p>\n<p>A faixa mais energ\u00e9tica, a UV-C, em comprimentos de onda mais curtos que 280 nm, \u00e9 totalmente absorvida na atmosfera terrestre.<\/p>\n<p>Quando se fala em radia\u00e7\u00e3o UV, observada no nosso dia a dia, refere-se portanto ao UV-A e ao UV-B. O UV-B \u00e9 o \u00fanico afetado pela camada de oz\u00f4nio.<\/p>\n<p><strong>Efeitos de UV-B sobre Plantas<\/strong><\/p>\n<p>As plantas, em geral, exp\u00f5em grande parte de sua estrutura \u00e0 radia\u00e7\u00e3o solar, principalmente no processo da fotoss\u00edntese em que o m\u00e1ximo de \u00e1rea foliar exposta significa tamb\u00e9m o m\u00e1ximo de energia dispon\u00edvel no processo biol\u00f3gico.<\/p>\n<p>Os efeitos do UV-B sobre as plantas dependem do n\u00edvel de intensidade da radia\u00e7\u00e3o vis\u00edvel, e por isto, pesquisadores preferem muitas vezes fazer trabalhos de campo onde se suplementa a radia\u00e7\u00e3o vis\u00edvel com radia\u00e7\u00e3o UV-B obtida atrav\u00e9s de l\u00e2mpadas. Poucas esp\u00e9cies foram analisadas at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>A sensibilidade \u00e9 muito variada entre diferentes esp\u00e9cies de plantas, e mesmo em alguns casos entre diferentes gentios dentro da mesma esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>Embora as pesquisas ainda sejam insuficientes para explicar um comportamento mais espec\u00edfico, sabe-se que algumas plantas seriam danificadas, outras apresentam produtividade diminu\u00edda, e ainda outras apresentam sua reprodu\u00e7\u00e3o perturbada com maiores doses de UV-B.<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o de fotoss\u00edntese reduzida pode levar \u00e0 redu\u00e7\u00e3o de biomassa, em determinadas circunst\u00e2ncias, ap\u00f3s aumentos de irradia\u00e7\u00e3o de UV-B. Em esp\u00e9cies sens\u00edveis, este efeito pode ser o resultado de uma menor expans\u00e3o foliar. Em outras esp\u00e9cies pode haver mudan\u00e7as morfol\u00f3gicas induzidas por UV-B, como por exemplo, aumento na galhada, aumentos na massa foliar, altera\u00e7\u00e3o na espessura foliar, redu\u00e7\u00e3o no seu alongamento, entre outros. Deve-se notar que estes efeitos n\u00e3o s\u00e3o necessariamente danosos \u00e0 planta.<\/p>\n<p>Embora ainda existam poucos experimentos, a maior parte das pesquisas preocupa-se com plantas mais comuns em agricultura. Relativamente pouco tem sido feito no estudo de florestas, por exemplo, al\u00e9m de outros ecossistemas n\u00e3o agr\u00edcolas. Alguns poucos experimentos de campo tentaram estudar a resposta de algumas esp\u00e9cies de \u00e1rvores a aumentos de radia\u00e7\u00e3o UV-B. Uma esp\u00e9cie de pinheiro (Pinus Taeda) teve seu crescimento reduzido significativamente com aumentos de UV-B.<\/p>\n<p><strong>Efeitos de UV-B sobre Sistemas Aqu\u00e1ticos<\/strong><\/p>\n<p><strong>Os ecossistemas aqu\u00e1ticos incluem os mais diversos ambientes em que predomina a massa l\u00edquida de \u00e1gua:<\/strong>\u00a0po\u00e7os, lagos, rios e ba\u00edas, mangues e oceanos.<\/p>\n<p>Os oceanos da Terra s\u00e3o os maiores respons\u00e1veis pela produ\u00e7\u00e3o de material org\u00e2nico, mais do que qualquer outro sistema terrestre.<\/p>\n<p>Teme-se que o delicado equil\u00edbrio que foi determinado entre esta produ\u00e7\u00e3o aqu\u00e1tica e a radia\u00e7\u00e3o solar possa ser perturbado com aumentos na intensidade da radia\u00e7\u00e3o UV-B.<\/p>\n<p>O fitopl\u00e2ncton marinho, elemento b\u00e1sico da cadeia alimentar, \u00e9 obrigado a permanecer na parte superficial das \u00e1guas porque usa a energia solar no seu metabolismo. Fica f\u00e1cil de entender, portanto, que est\u00e1 diretamente exposto a poss\u00edveis aumentos de UV-B.<\/p>\n<p>V\u00e1rios experimentos de laborat\u00f3rio e alguns trabalhos de campo demonstram que a maior exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o UV-B diminue a produtividade de gera\u00e7\u00e3o de carbono org\u00e2nico, e causa danos a v\u00e1rios tipos de organismos aqu\u00e1ticos.<\/p>\n<p><strong>Efeitos Adversos \u00e0 Sa\u00fade Humana<\/strong><\/p>\n<p>A radia\u00e7\u00e3o UV-B pode exercitar a\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas adversas na pele humana que n\u00e3o estiver protegida.<\/p>\n<p>Evid\u00eancias m\u00e9dicas indicam claramente que a pele humana pode sofrer danos severos quando exposta \u00e0 radia\u00e7\u00e3o UV-B natural do sol, ou artificial de alguma l\u00e2mpada.<\/p>\n<p>Os efeitos mais citados na literatura s\u00e3o o c\u00e2ncer de pele, e a supress\u00e3o do sistema imunol\u00f3gico.<\/p>\n<p>A pele humana tem uma importante fun\u00e7\u00e3o relativa \u00e0 atividade imunol\u00f3gica e a radia\u00e7\u00e3o UV-B pode interferir com o sistema imunol\u00f3gico humano atrav\u00e9s da pele.<\/p>\n<p>A supress\u00e3o da capacidade imunol\u00f3gica enfraquece o sistema de defesa contra o c\u00e2ncer de pele, e debilita a defesa contra doen\u00e7as infecciosas. Pesquisas revelam que certos medicamentos como diur\u00e9ticos, antibi\u00f3ticos e drogas usadas em quimioterapia podem aumentar a sensibilidade da pele em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 luz solar.<\/p>\n<p><strong>SENSIBILIDADE:\u00a0<\/strong>o Espectro de A\u00e7\u00e3o Biol\u00f3gica<\/p>\n<p>Quando se fala em energia solar recebida pelo nosso planeta refere-se basicamente ao espectro vis\u00edvel do sol, cuja m\u00e1xima intensidade est\u00e1 perto de 500 nm, isto \u00e9, na cor verde.<\/p>\n<p>A intensidade de radia\u00e7\u00e3o diminui rapidamente tanto para comprimentos de onda menores (lado da radia\u00e7\u00e3o UV, ultravioleta), quanto para comprimentos maiores (lado da radia\u00e7\u00e3o IV, infravermelha).<\/p>\n<p>A intensidade da radia\u00e7\u00e3o solar \u00e9 v\u00e1rias ordens de grandeza menor, na regi\u00e3o do UV, do que na faixa m\u00e1xima do verde.<\/p>\n<p>Mesmo assim, \u00e9 nesta pequena faixa do espectro solar que se define a radia\u00e7\u00e3o que mais interfere com os sistemas biol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>Na faixa de 280 para 320 nm, a intensidade de radia\u00e7\u00e3o cresce rapidamente, ou seja a intensidade \u00e9 muito maior em 320 do que em 280 nm. No entanto, a sensibilidade biol\u00f3gica se comporta ao contr\u00e1rio, isto \u00e9, ela \u00e9 maior em 280 nm, decrescendo rapidamente para o lado de 320 nm. \u00c9 esta varia\u00e7\u00e3o da sensibilidade biol\u00f3gica que \u00e9 chamada de espectro de a\u00e7\u00e3o, ou espectro de sensibilidade biol\u00f3gica, do ingl\u00eas, action spectrum. O espectro de sensibilidade biol\u00f3gica tem o mesmo comportamento geral para diferentes sistemas biol\u00f3gicos, mas n\u00e3o \u00e9 necessariamente igual.<\/p>\n<p>Numericamente pode ser muito diferente.<\/p>\n<p>Quando se procura expressar a dose de UV, isto \u00e9, a quantidade de energia biologicamente eficiente, os valores das intensidades espectrais s\u00e3o multiplicados pelo espectro de a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Isto assegura equivalente sensibilidade biol\u00f3gica nos diferentes comprimentos de onda da radia\u00e7\u00e3o desta dose.<\/p>\n<p>Deve-se tomar cuidado na interpreta\u00e7\u00e3o de resultados, j\u00e1 que o espectro de a\u00e7\u00e3o \u00e9 adimensional, e o produto tem tamb\u00e9m dimens\u00e3o de energia.<\/p>\n<p><strong>SUBST\u00c2NCIAS QUE DIMINUEM A CAMADA DE OZ\u00d4NIO<\/strong><\/p>\n<p>Aproximadamente 0,01% da atmosfera \u00e9 composta pelo que se conhece como gases-tra\u00e7a, tais como o \u00f3xido nitroso, o metano e o oz\u00f4nio. Esses gases s\u00e3o capazes de absorver radia\u00e7\u00e3o infravermelha e, assim, manter a temperatura terrestre para faz\u00ea-la apta para a vida. \u00c9 exatamente o oz\u00f4nio que forma uma camada localizada na tropopausa (limite entre a troposfera e a estratosfera), que protege a Terra da radia\u00e7\u00e3o solar.<\/p>\n<p>Em condi\u00e7\u00f5es normais, a concentra\u00e7\u00e3o de oz\u00f4nio permanece constante, ao estar em constante forma\u00e7\u00e3o e decomposi\u00e7\u00e3o na atmosfera, em um equil\u00edbrio permanente. Entretanto, desde os anos setenta, foram iniciados estudos sobre a altera\u00e7\u00e3o de tal equil\u00edbrio, onde o oz\u00f4nio \u00e9 destru\u00eddo mais r\u00e1pido que a capacidade de formar-se novamente, devido aos gases-tra\u00e7a que s\u00e3o gerados em grandes volumes por atividades antropog\u00eanicas. Estes gases ocasionam o emagrecimento da camada de oz\u00f4nio.<\/p>\n<p><strong>Compostos halocarbonetos<\/strong><\/p>\n<p>Os halocarbonetos, compostos que cont\u00e9m \u00e1tomos de carbono e halog\u00eanios (fl\u00faor, cloro e bromo), tais como os clorofluorcarbonos (CFCs) e os halog\u00eanios, s\u00e3o os principais respons\u00e1veis pela estrutura\u00e7\u00e3o da camada de oz\u00f4nio. Ao alcan\u00e7ar a estratosfera, sofrem uma fot\u00f3lise, ou seja, suas mol\u00e9culas se dissociam devido \u00e0 luz, formando cloreto de hidrog\u00eanio ou nitrato de cloro. Estas mol\u00e9culas n\u00e3o reagem diretamente com o oz\u00f4nio, mas na verdade se descomp\u00f5em lentamente, liberando uma pequena quantidade de \u00e1tomos de cloro (CI) e mon\u00f3xido de cloro (CIO), que s\u00e3o as que reagem com o oz\u00f4nio. Adicionalmente, os \u00e1tomos dos halog\u00eanios atuam como catalisadores, j\u00e1 que n\u00e3o se consomem na rea\u00e7\u00e3o e podem destruir milhares de mol\u00e9culas de oz\u00f4nio, antes de se combinarem de modo mais est\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>Clorofluorcarbonos (CFCs<\/strong>)<\/p>\n<p>S\u00e3o compostos org\u00e2nicos que cont\u00eam cloro, fluoreto e carbono, utilizados em refrigera\u00e7\u00e3o e aeros\u00f3is. Os mais comuns s\u00e3o o CFC11, CFC12, CFC13, CFC14 e CFC15. As concentra\u00e7\u00f5es de CFC11 e CFC12 (que \u00e9 o mais comum) se duplicam a cada dezessete anos e o CFC13, a cada seis. O CFC11 tem uma m\u00e9dia de vida de 74 anos; o CFC12, 111 anos; o CFC13, 90 anos, e o halon 1301, 110 anos, o que lhes d\u00e1 tempo suficiente para ascender e permanecer na estratosfera. S\u00e3o os produtos qu\u00edmicos mais destrutivos para a camada de oz\u00f4nio, sendo este o motivo da proibi\u00e7\u00e3o do seu uso e da sua fabrica\u00e7\u00e3o em muitos pa\u00edses.<\/p>\n<p><strong>Halog\u00eanios<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o compostos usados para extinguir inc\u00eandios. T\u00eam uma estrutura semelhante \u00e0 dos CFCs, mas em lugar de \u00e1tomos de cloro cont\u00eam \u00e1tomos de bromo. As concentra\u00e7\u00f5es de halog\u00eanios, apesar de serem m\u00ednimas, duplicam-se na atmosfera a cada cinco anos. O halon 1211 e o 1301 t\u00eam potenciais de destrui\u00e7\u00e3o do oz\u00f4nio de 4 e 13 respectivamente, sendo tamb\u00e9m o motivo de terem sua fabrica\u00e7\u00e3o e uso proibidos.<\/p>\n<p><strong>Hidrofluorcarbonetos (HCFC)<\/strong><\/p>\n<p>Os HCFC (Hidrofluorcarbonetos) e os HBFC (hidrobromofluorcarbonetos) tamb\u00e9m afetam a camada de oz\u00f4nio, mas em menor grau que os CFCs.<\/p>\n<p>Eles t\u00eam uma vida m\u00e9dia mais curta e liberam menos \u00e1tomos de cloro, por isso serviram como substitutos provis\u00f3rios dos CFC.<\/p>\n<p><strong>Brometo de metila (CH<\/strong><sub><strong>3<\/strong><\/sub><strong>Br)<\/strong><\/p>\n<p>Composto utilizado amplamente na agricultura como desinfetante de solos e como fumigante. Apesar de os efeitos na camada de oz\u00f4nio serem conhecidos (\u00e9 o respons\u00e1vel de 10% da perda da camada de oz\u00f4nio), atualmente n\u00e3o h\u00e1 um substituto. Por outro lado, diferentemente dos CFCs e dos halog\u00eanios, o brometo de metila tamb\u00e9m \u00e9 emitido pela natureza e acredita-se que ao redor de 50% encontrado na atmosfera \u00e9 emitido por fontes naturais. Muitos pa\u00edses se deram conta disso em 2000, proibindo o seu uso.<\/p>\n<p><strong>Metilclorof\u00f3rmio (CH<\/strong><sub><strong>3<\/strong><\/sub><strong>CCl<\/strong><sub><strong>3<\/strong><\/sub><strong>)<\/strong><\/p>\n<p>Composto utilizado para a limpeza de metais e partes eletr\u00f4nicas e, ainda que n\u00e3o seja t\u00e3o danoso para a camada de oz\u00f4nio, representa uma amea\u00e7a, j\u00e1 que seu uso se duplica a cada dez anos.<\/p>\n<p><strong>Tetracloreto de carbono (CCl<\/strong><sub><strong>4<\/strong><\/sub><strong>)<\/strong><\/p>\n<p>Composto utilizado como mat\u00e9ria-prima em diversas ind\u00fastrias, como dissolvente, em extintores contra inc\u00eandios, para a limpeza em seco e para a fabrica\u00e7\u00e3o de pesticidas.<\/p>\n<p>Considera-se um pouco mais destrutivo que o mais perigoso dos CFCs e foi abandonado como dissolvente quando se descobriu que ele era cancer\u00edgeno.<\/p>\n<p><strong>\u00d3xidos nitrosos<\/strong><\/p>\n<p>Os \u00f3xidos nitrosos s\u00e3o liberados por fertilizantes nitrogenados e pela queima de combust\u00edveis f\u00f3sseis. Estes \u00f3xidos destroem a camada de oz\u00f4nio e t\u00eam vida longa, mas s\u00f3 chegam \u00e0 estratosfera em propor\u00e7\u00f5es muito pequenas.<\/p>\n<p><strong>Protocolo de Montreal<\/strong><\/p>\n<p>Em 1985, foi aprovada a Conven\u00e7\u00e3o de Viena para a Prote\u00e7\u00e3o da Camada de Oz\u00f4nio. Dois anos mais tarde, foi assinado o Protocolo de Montreal, sobre o qual as na\u00e7\u00f5es do mundo se comprometiam a reduzir e, posteriormente, a proibir as emiss\u00f5es de clorofluorcarbonetos. O Protocolo de Montreal foi revisado em Londres e ratificado em Copenhague, em 1992, e cont\u00eam os acordos internacionais para aplicar as medidas de controle sobre as subst\u00e2ncias destruidoras do oz\u00f4nio.<\/p>\n<p>Cabe destacar que houve resist\u00eancia por parte dos pa\u00edses participantes, porque isso p\u00f4s em jogo os interesses econ\u00f4micos de importantes ind\u00fastrias. Com esses acordos, o desenvolvimento industrial de pa\u00edses em desenvolvimento que haviam feito grandes esfor\u00e7os para alcan\u00e7ar certo n\u00edvel tecnol\u00f3gico podia ser limitado. Entretanto, o Protocolo de Montreal \u00e9 uma iniciativa que demonstra interesse em resolver um problema em comum.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.bcairquality.ca\/wiki.answers.com\/www.encyclopedia.com\/www.hcanc.org.br\/www.micromacro.tv<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os furos na\u00a0camada de oz\u00f4nio, s\u00e3o causados pelo aumento das concentra\u00e7\u00f5es de produtos qu\u00edmicos que destroem o\u00a0oz\u00f4nio\u00a0na estratosfera Estes produtos qu\u00edmicos prov\u00eam de aeross\u00f3is e refrigerantes e que incluem compostos qu\u00edmicos com cloro e\/ou fl\u00faor ligado ao carbono tamb\u00e9m conhecidos como CFCs. O buraco na camada de oz\u00f4nio \u00e9 quebrado para baixo principalmente por clorofluorcarbonos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":113716,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[31],"tags":[],"class_list":["post-113710","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-meio-ambiente"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Buraco na Camada de Oz\u00f4nio, Causas Buraco na Camada de Oz\u00f4nio<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio, Causas, O que \u00e9, Atmosfera, Raios, Subst\u00e2ncias, Produtos, Fun\u00e7\u00e3o, Objetivo, Efeitos, Destrui\u00e7\u00e3o Buraco na Camada de Oz\u00f4nio\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio, Causas Buraco na Camada de Oz\u00f4nio\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio, Causas, O que \u00e9, Atmosfera, Raios, Subst\u00e2ncias, Produtos, Fun\u00e7\u00e3o, Objetivo, Efeitos, Destrui\u00e7\u00e3o Buraco na Camada de Oz\u00f4nio\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/buraco-na-camada-de-ozonio\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2017-03-15T15:11:51+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2022-03-30T19:50:52+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/Buraco-na-Camada-de-Oz\u00f4nio.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"200\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"200\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Augusto Abreu\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Augusto Abreu\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"33 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/buraco-na-camada-de-ozonio#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/buraco-na-camada-de-ozonio\"},\"author\":{\"name\":\"Augusto Abreu\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/7bbc8022c9c2c63e2e4afadfde4db578\"},\"headline\":\"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio\",\"datePublished\":\"2017-03-15T15:11:51+00:00\",\"dateModified\":\"2022-03-30T19:50:52+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/buraco-na-camada-de-ozonio\"},\"wordCount\":6656,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/buraco-na-camada-de-ozonio#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2017\\\/03\\\/Buraco-na-Camada-de-Oz\u00f4nio.jpg\",\"articleSection\":[\"Meio Ambiente\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/buraco-na-camada-de-ozonio#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/buraco-na-camada-de-ozonio\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/buraco-na-camada-de-ozonio\",\"name\":\"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio, Causas Buraco na Camada de Oz\u00f4nio\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/buraco-na-camada-de-ozonio#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/buraco-na-camada-de-ozonio#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2017\\\/03\\\/Buraco-na-Camada-de-Oz\u00f4nio.jpg\",\"datePublished\":\"2017-03-15T15:11:51+00:00\",\"dateModified\":\"2022-03-30T19:50:52+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/7bbc8022c9c2c63e2e4afadfde4db578\"},\"description\":\"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio, Causas, O que \u00e9, Atmosfera, Raios, Subst\u00e2ncias, Produtos, Fun\u00e7\u00e3o, Objetivo, Efeitos, Destrui\u00e7\u00e3o Buraco na Camada de Oz\u00f4nio\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/buraco-na-camada-de-ozonio#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/buraco-na-camada-de-ozonio\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/buraco-na-camada-de-ozonio#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2017\\\/03\\\/Buraco-na-Camada-de-Oz\u00f4nio.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2017\\\/03\\\/Buraco-na-Camada-de-Oz\u00f4nio.jpg\",\"width\":200,\"height\":200,\"caption\":\"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/buraco-na-camada-de-ozonio#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Ci\u00eancias da Natureza\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/ciencias-da-natureza\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":3,\"name\":\"Biologia\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":4,\"name\":\"Meio Ambiente\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":5,\"name\":\"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"Pesquisa Escolar Gratuita\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/7bbc8022c9c2c63e2e4afadfde4db578\",\"name\":\"Augusto Abreu\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio, Causas Buraco na Camada de Oz\u00f4nio","description":"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio, Causas, O que \u00e9, Atmosfera, Raios, Subst\u00e2ncias, Produtos, Fun\u00e7\u00e3o, Objetivo, Efeitos, Destrui\u00e7\u00e3o Buraco na Camada de Oz\u00f4nio","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio, Causas Buraco na Camada de Oz\u00f4nio","og_description":"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio, Causas, O que \u00e9, Atmosfera, Raios, Subst\u00e2ncias, Produtos, Fun\u00e7\u00e3o, Objetivo, Efeitos, Destrui\u00e7\u00e3o Buraco na Camada de Oz\u00f4nio","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/buraco-na-camada-de-ozonio","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/","article_published_time":"2017-03-15T15:11:51+00:00","article_modified_time":"2022-03-30T19:50:52+00:00","og_image":[{"width":200,"height":200,"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/Buraco-na-Camada-de-Oz\u00f4nio.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Augusto Abreu","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Augusto Abreu","Est. tempo de leitura":"33 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/buraco-na-camada-de-ozonio#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/buraco-na-camada-de-ozonio"},"author":{"name":"Augusto Abreu","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/7bbc8022c9c2c63e2e4afadfde4db578"},"headline":"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio","datePublished":"2017-03-15T15:11:51+00:00","dateModified":"2022-03-30T19:50:52+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/buraco-na-camada-de-ozonio"},"wordCount":6656,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/buraco-na-camada-de-ozonio#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/Buraco-na-Camada-de-Oz\u00f4nio.jpg","articleSection":["Meio Ambiente"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/buraco-na-camada-de-ozonio#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/buraco-na-camada-de-ozonio","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/buraco-na-camada-de-ozonio","name":"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio, Causas Buraco na Camada de Oz\u00f4nio","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/buraco-na-camada-de-ozonio#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/buraco-na-camada-de-ozonio#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/Buraco-na-Camada-de-Oz\u00f4nio.jpg","datePublished":"2017-03-15T15:11:51+00:00","dateModified":"2022-03-30T19:50:52+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/7bbc8022c9c2c63e2e4afadfde4db578"},"description":"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio, Causas, O que \u00e9, Atmosfera, Raios, Subst\u00e2ncias, Produtos, Fun\u00e7\u00e3o, Objetivo, Efeitos, Destrui\u00e7\u00e3o Buraco na Camada de Oz\u00f4nio","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/buraco-na-camada-de-ozonio#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/buraco-na-camada-de-ozonio"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/buraco-na-camada-de-ozonio#primaryimage","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/Buraco-na-Camada-de-Oz\u00f4nio.jpg","contentUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/Buraco-na-Camada-de-Oz\u00f4nio.jpg","width":200,"height":200,"caption":"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/buraco-na-camada-de-ozonio#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Ci\u00eancias da Natureza","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/ciencias-da-natureza"},{"@type":"ListItem","position":3,"name":"Biologia","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/ciencias-da-natureza\/biologia"},{"@type":"ListItem","position":4,"name":"Meio Ambiente","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente"},{"@type":"ListItem","position":5,"name":"Buraco na Camada de Oz\u00f4nio"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"Pesquisa Escolar Gratuita","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/7bbc8022c9c2c63e2e4afadfde4db578","name":"Augusto Abreu"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/113710","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=113710"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/113710\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/113716"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=113710"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=113710"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=113710"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}