{"id":108382,"date":"2017-02-10T15:23:23","date_gmt":"2017-02-10T17:23:23","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?p=108382"},"modified":"2022-03-15T18:10:39","modified_gmt":"2022-03-15T20:10:39","slug":"ecologia-urbana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/ecologia-urbana","title":{"rendered":"Ecologia Urbana"},"content":{"rendered":"<p><strong>Ecologia Urbana &#8211; O que \u00e9<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0<strong>ecologia urbana<\/strong>, simplesmente, \u00e9 o estudo da vida na cidade. No final do s\u00e9culo XIX, bi\u00f3logos e zo\u00f3logos criaram o campo da ecologia, buscando compreender as complexas rela\u00e7\u00f5es entre os organismos e seu ambiente.<\/p>\n<p>O termo\u00a0<strong>ecossistema<\/strong>\u00a0passou a ser usado para se referir a uma comunidade de organismos e seu ambiente associado ao funcionar como uma unidade ecol\u00f3gica. Desde ent\u00e3o, o estudo de ecossistemas tem sido amplamente associado a descri\u00e7\u00f5es cient\u00edficas de locais primitivos, tipicamente em regi\u00f5es remotas onde a presen\u00e7a humana era m\u00ednima ou inexistente. Em contraste, a ecologia urbana \u00e9 o estudo dos ecossistemas urbanos. Em geral, a biodiversidade urbana \u00e9 fortemente dominada por esp\u00e9cies ex\u00f3ticas. Existem exce\u00e7\u00f5es, por exemplo, comunidades suburbanas que ret\u00eam partes do habitat natural pr\u00e9-existente, mas, em geral, os ecossistemas urbanos s\u00e3o fundamentalmente antropog\u00eanicos, o que significa que s\u00e3o feitos pelo homem.<\/p>\n<p>As evid\u00eancias da a\u00e7\u00e3o humana sobre o meio ambiente remontam a milhares de anos. Ca\u00e7adores humanos na Am\u00e9rica do Norte desempenharam um papel na extin\u00e7\u00e3o de grandes mam\u00edferos desde 12.000-5.000 anos atr\u00e1s. O desenvolvimento de sociedades agr\u00edcolas levou a efeitos colaterais, incluindo eros\u00e3o do solo, doen\u00e7as e desmatamento antes dos tempos modernos. Em algumas cidades antigas, a degrada\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica era grave, e cidades e culturas arruinadas deixaram para tr\u00e1s amplas evid\u00eancias para pesquisadores modernos. Ao longo de milhares de anos, a humanidade desempenhou um papel importante na mudan\u00e7a dos ecossistemas em que viveu e, nos tempos modernos, esse processo tornou-se prol\u00edfico e generalizado.<\/p>\n<p>No novo mil\u00eanio, os ecologistas t\u00eam poucas d\u00favidas de que a vontade coletiva da humanidade \u00e9 a for\u00e7a dominante no bem-estar e no resultado do meio ambiente global.<\/p>\n<p>Com quase metade da popula\u00e7\u00e3o mundial vivendo em \u00e1reas urbanas e quase 80% das pessoas em pa\u00edses desenvolvidos vivendo em cidades, a humanidade consome uma grande quantidade de recursos, a maioria dos quais vem de ecossistemas fora da cidade. Grandes quantidades de recursos renov\u00e1veis e n\u00e3o renov\u00e1veis est\u00e3o sendo transportadas de ecossistemas perif\u00e9ricos para ecossistemas urbanos, enquanto grandes quantidades de poluentes produzidos pelo homem est\u00e3o sendo criadas por ecossistemas urbanos e espalhadas por todo o espectro de ecossistemas. Por esta raz\u00e3o, os ecologistas urbanos enfatizam a import\u00e2ncia de entender, em termos ecol\u00f3gicos, como as atividades das pessoas afetam o espectro ecol\u00f3gico total, desde a natureza intocada at\u00e9 as \u00e1reas urbanas.<\/p>\n<p>Os ecologistas definem um ecossistema urbano como um ecossistema dependente, o que significa que depende de outros ecossistemas e de energia e recursos externos para funcionar. Por outro lado, um ecossistema natural geralmente tem um equil\u00edbrio uniforme entre suas entradas e sa\u00eddas energ\u00e9ticas. William Rees, pesquisador da Universidade da Col\u00fambia Brit\u00e2nica, criou uma ferramenta anal\u00edtica para medir o qu\u00e3o dependente \u00e9 o ecossistema urbano. Chamado de &#8220;pegada ecol\u00f3gica&#8221;, mede aproximadamente quanta terra \u00e9 necess\u00e1ria para manter as atividades de uma cidade.<\/p>\n<p>Outro aspecto do processo urbano em estudo \u00e9 a franja urbana. A franja \u00e9 o ponto de expans\u00e3o onde a atividade humana, a constru\u00e7\u00e3o e a estrutura se encontram e alteram outros ambientes ecol\u00f3gicos ou naturais existentes. Tamb\u00e9m conhecido como expans\u00e3o urbana, esse processo, segundo a revista Bioscience, consumiu cerca de 13 milh\u00f5es de acres (5,3 milh\u00f5es de ha) de terra nos Estados Unidos entre 1970 e 1980, e outros 3,6 milh\u00f5es de h\u00e1 na d\u00e9cada de 1980. Al\u00e9m disso, o desenvolvimento de terras agr\u00edcolas e florestas durante a d\u00e9cada de 1990, em plena expans\u00e3o econ\u00f4mica, atingiu um ritmo recorde na Am\u00e9rica, acelerando para uma taxa de 3,2 milh\u00f5es de acres (1,3 milh\u00e3o de ha) por ano, segundo algumas estimativas.<\/p>\n<p>Esse r\u00e1pido desenvolvimento mudou profundamente os ecossistemas envolvidos e um ramo pr\u00f3spero da ecologia urbana estuda como os padr\u00f5es de desenvolvimento urbano alteram a composi\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica e a organiza\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>Por exemplo, a mudan\u00e7a nas rela\u00e7\u00f5es predador e presa causada pela atividade humana alterou a popula\u00e7\u00e3o de vida selvagem em v\u00e1rios habitats. Alguns animais tornaram-se mais familiarizados e confort\u00e1veis com o ambiente urbano, e os encontros entre humanos e animais aumentaram.<\/p>\n<p>Um coiote foi encontrado em um elevador em um pr\u00e9dio federal de Seattle. Muitos coiotes, cujos n\u00fameros dobraram desde 1850, foram avistados com frequ\u00eancia procurando comida nos sub\u00farbios e \u00e1reas urbanas.<\/p>\n<p>Outro resultado da interfer\u00eancia humana nos habitats naturais \u00e9 a mudan\u00e7a nos h\u00e1bitos de preda\u00e7\u00e3o de certos animais. Por exemplo, na Calif\u00f3rnia, as raposas come\u00e7aram a matar esp\u00e9cies raras de aves.<\/p>\n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o entre ambientalistas e ecologistas continua a crescer \u00e0 medida que aumenta o fen\u00f4meno do crescimento e desenvolvimento urbano.<\/p>\n<p>Outros campos de estudo incluem os mecanismos de armazenamento de carbono na floresta urbana e resfriamento da atmosfera por evapotranspira\u00e7\u00e3o urbana.<\/p>\n<p>Os cientistas entendem que a teoria ecol\u00f3gica tradicional, desenvolvida sem os humanos em mente, n\u00e3o \u00e9 suficiente para entender adequadamente os sistemas urbanos.<\/p>\n<p>Em vez de considerar os humanos como estando fora ou separados do mundo natural, os ecologistas incluem os humanos como um fator que afeta a evolu\u00e7\u00e3o do mundo natural. Juntamente com uma paisagem natural existente, as for\u00e7as das pol\u00edticas e economia humanas t\u00eam o maior impacto na forma como um ecossistema urbano \u00e9 criado e mantido, bem como na forma como as plantas e a vida selvagem se comportam. Ao olhar para as cidades, os ecologistas podem incluir dados como diversidade de esp\u00e9cies, tamanhos de popula\u00e7\u00e3o e fluxo de energia.<\/p>\n<p>Os ecologistas urbanos tamb\u00e9m incluiriam qualidades relacionadas \u00e0s percep\u00e7\u00f5es e institui\u00e7\u00f5es humanas, incluindo recursos culturais, oportunidades educacionais, recrea\u00e7\u00e3o, riqueza, design e est\u00e9tica da cidade e sa\u00fade da comunidade. As caracter\u00edsticas do ecossistema urbano incluem, por exemplo, dinheiro (uma propriedade da energia no ecossistema urbano), arranha-c\u00e9us no centro da cidade, institui\u00e7\u00f5es sociais, empreendimentos industriais, empreendimentos comerciais, empreendimentos residenciais de todos os tipos culturais e econ\u00f4micos, espa\u00e7os abertos e recreativos. parques, tr\u00e1fego de autom\u00f3veis, tr\u00e1fego de pedestres, polui\u00e7\u00e3o do ar e contaminantes t\u00f3xicos, formas de relevo naturais existentes e plantas e vida selvagem adapt\u00e1veis.<\/p>\n<p>O grande n\u00famero de fatores que influenciam o ambiente urbano mostra a necessidade da inclus\u00e3o de outras ci\u00eancias para compreender a complexidade do espa\u00e7o urbano.<\/p>\n<p>A ci\u00eancia da\u00a0<strong>ecologia urbana<\/strong>\u00a0tamb\u00e9m faz parte de uma crescente consci\u00eancia de que a sa\u00fade do meio ambiente geral depende da sa\u00fade das cidades. Al\u00e9m do estudo cient\u00edfico da ecologia, essa consci\u00eancia tamb\u00e9m est\u00e1 associada \u00e0s \u00e1reas mais ativistas do \u201curbanismo ecol\u00f3gico\u201d e do \u201cnovo urbanismo\u201d, bem como \u00e0s tend\u00eancias da \u201cvida verde\u201d e do \u201cdesenvolvimento sustent\u00e1vel\u201d no planejamento urbano.<\/p>\n<p>Os objetivos do urbanismo ecol\u00f3gico e do novo urbanismo s\u00e3o criar justi\u00e7a e equidade na pol\u00edtica social e ambiental.<\/p>\n<p>Esses movimentos tamb\u00e9m se esfor\u00e7am para reformar as paisagens urbanas e os m\u00e9todos de planejamento urbano para criar cidades sustent\u00e1veis e saud\u00e1veis, reduzindo poluentes e res\u00edduos, aumentando a conserva\u00e7\u00e3o e a acessibilidade de recursos compartilhados, para garantir a sobreviv\u00eancia e a qualidade de vida da humanidade.<\/p>\n<p>A ecologia urbana contribui com recursos de conhecimento e informa\u00e7\u00e3o para esses movimentos sociais e para aqueles que buscam uma compreens\u00e3o mais profunda da rela\u00e7\u00e3o entre a humanidade e o mundo natural, ajudando-os a ver sua cidade como parte de um ecossistema vivo com recursos valiosos que promovem melhor sa\u00fade e qualidade de vida.<\/p>\n<p><strong>Ecologia Urbana &#8211; \u00c1rea de Estudos Ambientais<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ecologia urbana<\/strong>, um campo da ecologia, \u00e9 uma nova \u00e1rea de estudos ambientais que procura entender os sistemas naturais dentro das \u00e1reas urbanas.<\/p>\n<p>Ela lida com as intera\u00e7\u00f5es de plantas, animais e de seres humanos em \u00e1reas urbanas.<\/p>\n<p><strong>Ecologistas urbanos<\/strong>\u00a0estudam \u00e1rvores, rios, vida selvagem e \u00e1reas livres encontrados nas cidades para entender at\u00e9 que ponto esses recursos s\u00e3o afetados pela polui\u00e7\u00e3o, urbaniza\u00e7\u00e3o e outras formas de press\u00e3o.<\/p>\n<p>Estudos em ecologia urbana podem ajudar as pessoas a verem as cidades como parte de um ecossistema vivo.<\/p>\n<p><strong>Ecologia Urbana &#8211; O Desafio das Cidades<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-108384 size-full\" title=\"Ecologia Urbana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/ecolog5.jpg\" alt=\"Ecologia Urbana\" width=\"447\" height=\"294\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/ecolog5.jpg 447w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/ecolog5-300x197.jpg 300w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/ecolog5-310x205.jpg 310w\" sizes=\"(max-width: 447px) 100vw, 447px\" \/><strong>Ecologia Urbana<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>A\u00a0<strong>ecologia urbana<\/strong>\u00a0\u00e9 o grande desafio desse s\u00e9culo pois cerca de 80% da popula\u00e7\u00e3o brasileira se concentra nas cidades. As cidades est\u00e3o inseridas no ecossistema que constituiu seu ber\u00e7o, elas s\u00e3o constru\u00e7\u00f5es humanas sobre um territ\u00f3rio geogr\u00e1fico, geol\u00f3gico e condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas que interagem incessantemente e condicionam sua vida, para o bem ou para o mal. A crise urbana \u00e9 cada vez mais intensa e s\u00f3 poder\u00e1 ser enfrentada com sucesso dentro de uma concep\u00e7\u00e3o que se proponha a integrar sabiamente a cidade ao seu ambiente natural e n\u00e3o divorci\u00e1-la. A gest\u00e3o urbana deve receber um tratamento de \u00e2mbito nacional em apoio ao poder local.<\/li>\n<li><strong>\u00c1GUAS:\u00a0<\/strong>o fornecimento de \u00e1gua limpa em quantidade suficiente sem desperd\u00edcios e perdas; a constru\u00e7\u00e3o de redes de esgoto; o tratamento de efluentes dom\u00e9sticos e industriais e a drenagem e disposi\u00e7\u00e3o adequada das \u00e1guas pluviais devem ser uma prioridade absoluta na ecologia urbana. Ela deve ser encaminhada atrav\u00e9s de empresas capacitadas tecnicamente, com uma rela\u00e7\u00e3o transparente e democr\u00e1tica com a popula\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Cabe:<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong>a)\u00a0<\/strong>a municipaliza\u00e7\u00e3o, descentraliza\u00e7\u00e3o e democratiza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1guas, o esgotamento sanit\u00e1rio e a despolui\u00e7\u00e3o h\u00eddrica, atrav\u00e9s da cria\u00e7\u00e3o de conselhos das \u00e1guas com a participa\u00e7\u00e3o da sociedade civil;<strong><br \/>\nb)<\/strong>\u00a0o controle do poder local, sob fiscaliza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o organizada sobre a qualidade de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, podendo conced\u00ea-los ao setor privado desde que possa assegurar efetivamente esse controle de qualidade dos servi\u00e7os e das taxas e das tarifas;<strong><br \/>\nc)<\/strong>\u00a0o tratamento de efluentes dom\u00e9sticos e industriais deve ser implementado e controlado e o uso das \u00e1guas taxado de acordo com sua utiliza\u00e7\u00e3o e grau de comprometimento.<\/li>\n<li><strong>LIXO:\u00a0<\/strong>o acumulo de lixo em \u00e1reas urbanas \u00e9 um dos grandes fatores respons\u00e1veis por inunda\u00e7\u00f5es e desabamentos, al\u00e9m de constituir amea\u00e7a \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica e fator de deprecia\u00e7\u00e3o da autoestima e da imagem das cidades que n\u00e3o conseguem lidar adequadamente com a sua coleta e destina\u00e7\u00e3o final. A m\u00e1 disposi\u00e7\u00e3o de res\u00edduos industriais, alguns altamente poluentes, contamina o solo, o len\u00e7ol fre\u00e1tico e causa danos grav\u00edssimos \u00e0 sa\u00fade das popula\u00e7\u00f5es afetadas.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00c9 necess\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong>a)\u00a0<\/strong>diminuir o volume de lixo mudando uma mentalidade de embalagem baseada no desperd\u00edcio, reduzindo e simplificando ao m\u00e1ximo os inv\u00f3lucros, desestimulando o uso intensivo dos pl\u00e1sticos e obrigando as empresas de bebidas e outras a assumirem sua parte de responsabilidade pela na reciclagem de latas e garrafas pl\u00e1sticas, acabando com a cultura dos descart\u00e1veis;<strong><br \/>\nb)\u00a0<\/strong>assumir o lixo tamb\u00e9m como um problema cultural com um intenso trabalho de conscientiza\u00e7\u00e3o para obter mudan\u00e7as comportamentais que tornem cada cidad\u00e3o co-respons\u00e1vel;<strong><br \/>\nc)<\/strong>\u00a0implementar projetos de coleta comunit\u00e1ria, compra do lixo nas comunidades carentes, onde ele constitui fator de risco, cooperativas de catadores e programas de separa\u00e7\u00e3o e coleta seletiva para a reciclagem;<strong><br \/>\nd)\u00a0<\/strong>considerar a reciclagem de componentes do lixo e do entulho um imperativo ambiental e um investimento cultural na sustentabilidade futura, mesmo quando constitua, no imediato, uma atividade economicamente deficit\u00e1ria;<strong><br \/>\ne)\u00a0<\/strong>acabar com os vazadouros a c\u00e9u aberto para a disposi\u00e7\u00e3o final do lixo substituindo-os por aterros sanit\u00e1rios ambientalmente administrados com reflorestamento, disposi\u00e7\u00e3o adequada do chorume e capta\u00e7\u00e3o de g\u00e1s metano.<strong><br \/>\nd)<\/strong>\u00a0utilizar usinas de reciclagem e compostagem como solu\u00e7\u00f5es adaptadas \u00e0s nossas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e de m\u00e3o de obra. J\u00e1 a introdu\u00e7\u00e3o de incineradores \u00e9 question\u00e1vel pelos custos diretos e indiretos, riscos de polui\u00e7\u00e3o com dioxinas e outros relativos \u00e0s solu\u00e7\u00f5es de alta tecnologia transpostas fora do contexto clim\u00e1tico, t\u00e9cnico e cultural onde foram concebidas, embora isso n\u00e3o deva ser tratado como um dogma para todas as situa\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<li><strong>TRANSPORTE<\/strong>: o modelo rodoviarista e o primado absoluto do autom\u00f3vel como paradigma de deslocamento e de status moldou cidades perversas nas quais o tr\u00e2nsito se transforma num dos principais componentes da viol\u00eancia urbana e onde a popula\u00e7\u00e3o paga caro por um transporte poluente e ineficaz.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00c9 preciso:<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong>a)\u00a0<\/strong>racionalizar o sistema de \u00f4nibus para obter a oferta de um servi\u00e7o socialmente mais equilibrado e ambientalmente menos poluente. Criar faixas exclusivas, canaletas, esta\u00e7\u00f5es de r\u00e1pido embarque, estimular e regulamentar o uso de ve\u00edculos de maior capacidade, mais silenciosos, com emiss\u00f5es controladas com uma parte da frota movida a g\u00e1s natural. Integrar, disciplinar e regularizar, o uso de peruas \u201cvans\u201d e outras modalidades de transporte coletivo de pequeno porte, coibindo as atividades \u201cpiratas\u201d.<strong><br \/>\nb) priorizar o transporte de massas nas suas alternativas mais eficientes e n\u00e3o poluentes, de acordo com as condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas da cada cidade:\u00a0<\/strong>trens de superf\u00edcie, metr\u00f4, Ve\u00edculo Leve sobre Trilhos \u2013 VLT \u2013 bonde, trolei, bem como as formas de integra\u00e7\u00e3o intermodais;<strong><br \/>\nc)<\/strong>\u00a0implantar sistemas ciclovi\u00e1rios com ciclovias, ciclofaixas, biciclet\u00e1rios e educa\u00e7\u00e3o para sua correta utiliza\u00e7\u00e3o e integrar os sistemas ciclovi\u00e1rios com o transporte de massa sobre trilhos, barcas e terminais de \u00f4nibus;<strong><br \/>\nd)<\/strong>\u00a0criar outras facilidades de transporte n\u00e3o motorizado libertando e alargando as cal\u00e7adas para os pedestres, promovendo a patina\u00e7\u00e3o e a caminhada. Proteger o pedestre e fazer valer sua prioridade frente aos ve\u00edculos;<strong><br \/>\ne)<\/strong>\u00a0estimular o transporte hidrovi\u00e1rio. Aumentar o controle p\u00fablico e comunit\u00e1rio sobre o transporte urbano;<strong><br \/>\nf)\u00a0<\/strong>estimular a reconvers\u00e3o para o g\u00e1s natural dos \u00f4nibus, caminh\u00f5es e t\u00e1xis;<strong><br \/>\ng)\u00a0<\/strong>desestimular progressivamente o uso intensivo do autom\u00f3vel, que deve ser tratado como transporte apropriado para deslocamentos de longa dist\u00e2ncia, e n\u00e3o como transporte para o dia a dia. Para tanto \u00e9 conveniente multiplicar gradualmente zonas de estacionamento pago.<strong><br \/>\nh)\u00a0<\/strong>amenizar o tr\u00e1fego em \u00e1reas residenciais, atrav\u00e9s do desenho urbano que obrigue a uma redu\u00e7\u00e3o de velocidade e a um comportamento mais prudente do automobilista;<strong><br \/>\ni)\u00a0<\/strong>adotar estrat\u00e9gias de zoneamento estimulando o desenvolvimento local, os usos m\u00faltiplos dos bairros, com gera\u00e7\u00e3o de emprego mais pr\u00f3ximo do local de moradia.<strong><br \/>\nj)<\/strong>\u00a0investir na diminui\u00e7\u00e3o da demanda de transporte pelo desenvolvimento tecnol\u00f3gico e pelo est\u00edmulo ao trabalho dom\u00e9stico com a supress\u00e3o de viagens, portanto menos desperd\u00edcios energ\u00e9ticos, emiss\u00f5es de poluentes, congestionamentos e neurose urbana.<\/li>\n<li><strong>AR:\u00a0<\/strong>A polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica \u00e9 uma das principais causas de degrada\u00e7\u00e3o da sa\u00fade nos centros urbanos e periferias industriais.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Cabe:<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong>a)\u00a0<\/strong>aperfei\u00e7oar seu monitoramento e elaborar novas leis e metas que acompanhem uma tend\u00eancia internacional cada vez mais exigente;<strong><br \/>\nb)<\/strong>\u00a0reduzir as emiss\u00f5es automotivas, industriais e dom\u00e9sticas de gases de efeito local (particulado em suspens\u00e3o, SO2, CO, NOx, hidrocarbonetos, oz\u00f4nio etc.) de forma articulada com medidas de redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de di\u00f3xido de carbono(CO2) e de metano que contribuem para o chamado efeito estufa(ou aquecimento global) dentro da meta de redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es em 20% at\u00e9 o ano 2005, conforme prev\u00ea a Conven\u00e7\u00e3o sobre o Clima, adotada na Confer\u00eancia Rio 92;<strong><br \/>\nc)<\/strong>\u00a0instituir a inspe\u00e7\u00e3o ambiental anual de todos os ve\u00edculos retirando de circula\u00e7\u00e3o os irrecuperavelmente poluentes e obrigando os demais a cumprirem padr\u00f5es progressivamente mais r\u00edgidos de emiss\u00e3o.<strong><br \/>\nd)<\/strong>\u00a0estabelecer par\u00e2metros urban\u00edsticos que permitam diminuir emiss\u00f5es, garantir corredores de ventila\u00e7\u00e3o e evitar ilhas de calor;<\/li>\n<li><strong>O VERDE URBANO:\u00a0<\/strong>As \u00e1reas verdes de florestas urbanas ou perif\u00e9ricas, parques, jardins e arboriza\u00e7\u00e3o de rua s\u00e3o indispens\u00e1veis para um ambiente urbano minimamente sadio. A preserva\u00e7\u00e3o do verde urbano n\u00e3o passa pela tentativa de mant\u00ea-lo intoc\u00e1vel mas pelo seu uso e aproveitamento bem organizado e compat\u00edvel. O verde \u201cselvagem\u201d no espa\u00e7o urbano \u00e9 de extrema vulnerabilidade e sua n\u00e3o utiliza\u00e7\u00e3o, como unidade de conserva\u00e7\u00e3o aberta a um uso regulado e disciplinado pela popula\u00e7\u00e3o, o exp\u00f5e \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o irregular ou transforma em vazadouro de lixo e entulho. A exist\u00eancia de um sistema integrado de parques, corredores verdes, bacias de acumula\u00e7\u00e3o de \u00e1guas pluviais, dotadas de vegeta\u00e7\u00e3o compat\u00edvel, bem como \u00e1reas livres de impermeabiliza\u00e7\u00e3o s\u00e3o importantes para uma qualidade de vida aceit\u00e1vel e para a preven\u00e7\u00e3o de inunda\u00e7\u00f5es. A arboriza\u00e7\u00e3o de rua \u2013 parte mais vulner\u00e1vel do ecossistema urbano \u2013 tem um papel indispens\u00e1vel na mitiga\u00e7\u00e3o do calor, da polui\u00e7\u00e3o do ar e sonora. A prote\u00e7\u00e3o e o manejo superavit\u00e1rio da arboriza\u00e7\u00e3o p\u00fablica \u00e9 um dos grandes desafios de ecologia urbana.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00c9 preciso:<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong>a)<\/strong>\u00a0reflorestar as \u00e1reas desmatadas e\/ou degradadas em encostas, faixas marginais de prote\u00e7\u00e3o de lagoas, rios e canais, \u00e1reas de mangue e restinga, sempre que poss\u00edvel, atrav\u00e9s de mecanismos que mobilizem as comunidades como, por exemplo, o mutir\u00e3o remunerado;<strong><br \/>\nb)<\/strong>\u00a0tirar do papel e implantar efetivamente as unidades de conserva\u00e7\u00e3o urbanas que devem ser demarcadas, sinalizadas, protegidas e dotadas de infra-estrutura, buscando-se parcerias com ONGs e empresas privadas para sua implanta\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica e conserva\u00e7\u00e3o;<strong><br \/>\nc)<\/strong>\u00a0proteger e manejar adequadamente a arboriza\u00e7\u00e3o de rua assegurando que a sobreviv\u00eancia e desenvolvimento das esp\u00e9cies plantadas ultrapassem amplamente as perdas inevit\u00e1veis dentro de um cronograma gradualista e cuidadoso. Instituir rotinas de tratamento das esp\u00e9cies doentes e uma pol\u00edtica de podas cuidadosa e apropriada;<\/li>\n<li><strong>URBANISMO VERDE:<\/strong>\u00a0<strong>urbanismo vigente \u00e9 condicionado pelo rodoviarismo, pelo primado absoluto do transporte individual e dominado pelo modernismo, concep\u00e7\u00f5es que promovem a desintegra\u00e7\u00e3o social e um virtual \u201capartheid\u201d urbano opondo dois universos:<\/strong>\u00a0de um lado a classe rica e m\u00e9dia, motorizada, em bairros resid\u00eancias e condom\u00ednios fechados e do outro os pobres e exclu\u00eddos em favelas ou periferias miser\u00e1veis. Um urbanismo verde que conceba a cidade como parte da natureza que a cerca e como espa\u00e7o democr\u00e1tico de integra\u00e7\u00e3o social e solidariedade que considera a rua como local privilegiado de conv\u00edvio e questiona as propostas que tendam a segregar ou isolar.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>O urbanismo verde defende:<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong>a)<\/strong>\u00a0o conceito de usos m\u00faltiplos compat\u00edveis com ruas onde se combine harmoniosamente o residencial com o comercial, espa\u00e7os culturais e de lazer etc. quebrando-se as segrega\u00e7\u00f5es r\u00edgidas que condicionam hor\u00e1rios vazios (portanto de inseguran\u00e7a) e induzem a deslocamentos automobil\u00edsticos mais freq\u00fcentes e longos;<strong><br \/>\nb)\u00a0<\/strong>O est\u00edmulo ao com\u00e9rcio lojista de rua como forma de manuten\u00e7\u00e3o do multiuso dos bairros e a constru\u00e7\u00e3o de shoppings condicionados ao planejamento urbano sustent\u00e1vel. Uma tipologia urbana mais densa e tradicional, que permita a redu\u00e7\u00e3o dos desperd\u00edcios energ\u00e9ticos e dos investimentos em infra-estrutura;<strong><br \/>\nc)\u00a0<\/strong>as cal\u00e7adas livres para a circula\u00e7\u00e3o e o conv\u00edvio coibindo sua ocupa\u00e7\u00e3o abusiva e desordenada, disciplinando o comercio informal em \u00e1reas compat\u00edveis;<strong><br \/>\nd)<\/strong>\u00a0a municipaliza\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas habitacionais com utiliza\u00e7\u00e3o dos recursos do sistema financeiro de habita\u00e7\u00e3o na constru\u00e7\u00e3o de habita\u00e7\u00f5es para os setores mais carentes, privilegiando solu\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias, baratas e em dimens\u00f5es sustent\u00e1veis, em sistema de compras coletivas e mutir\u00e3o;<strong><br \/>\ne)<\/strong>\u00a0a urbaniza\u00e7\u00e3o de favelas, sua integra\u00e7\u00e3o \u00e0 cidade formal com titula\u00e7\u00e3o dos moradores e uma legisla\u00e7\u00e3o urban\u00edstica e ambiental espec\u00edfica;<strong><br \/>\nf)<\/strong>\u00a0limita\u00e7\u00e3o do crescimento das favelas j\u00e1 existentes, sobre \u00e1reas verdes cont\u00edguas, criando limites f\u00edsicos, procedendo \u00e0 educa\u00e7\u00e3o ambiental e a pactos de auto-regula\u00e7\u00e3o do crescimento em contrapartida de benfeitorias e programas de mutir\u00e3o remunerado;<strong><br \/>\ng)\u00a0<\/strong>fornecimento de lotes urbanizados e de material de constru\u00e7\u00e3o para a popula\u00e7\u00e3o carente, em \u00e1reas adequadas, preferencialmente em escala pequena e m\u00e9dia;<strong><br \/>\nh)<\/strong>\u00a0desest\u00edmulo \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de grandes conjuntos em \u00e1reas distantes de periferia, onde n\u00e3o existe infra-estrutura e os custos de transporte em tempo e dinheiro s\u00e3o exorbitantes para os moradores;<strong><br \/>\ni)\u00a0<\/strong>enfrentamento da ocupa\u00e7\u00e3o irregular em \u00e1reas de risco, de prote\u00e7\u00e3o ambiental e de mananciais, combate \u00e0 industria das invas\u00f5es e da constru\u00e7\u00e3o e com\u00e9rcio de habita\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias nestas \u00e1reas. Criminaliza\u00e7\u00e3o efetiva da grilagem urbana e do parcelamento ilegal;<strong><br \/>\nj)\u00a0<\/strong>o combate \u00e0 polui\u00e7\u00e3o sonora mediante regulamenta\u00e7\u00e3o industrial para a fabrica\u00e7\u00e3o de equipamentos menos ruidosos, medidas de opera\u00e7\u00e3o de tr\u00e2nsito, aplica\u00e7\u00e3o local da legisla\u00e7\u00e3o vigente e educa\u00e7\u00e3o ambiental para o conforto ac\u00fastico;<strong><br \/>\nk)\u00a0<\/strong>defesa do patrim\u00f4nio paisag\u00edstico e arquitet\u00f4nico com medidas contra a polui\u00e7\u00e3o visual. Combate \u00e0 picha\u00e7\u00e3o;<strong><br \/>\nl)\u00a0<\/strong>implementa\u00e7\u00e3o da Agenda 21 no plano local.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Ecologia Urbana &#8211; Cidades<\/strong><\/p>\n<p>Termo novo que, ao que tudo indica, assim como sustentabilidade, estar\u00e1 em alta nos pr\u00f3ximos tempos.<\/p>\n<p><strong>Mas o que vem a ser isso?<\/strong><\/p>\n<p>T\u00e3o acostumados que estamos a ter quest\u00f5es ambientais ligadas a campo, florestas, pantanal, geleiras\u2026 tudo t\u00e3o distante do cotidiano das cidades, que nos esquecemos que qualquer lugar do planeta \u00e9 pass\u00edvel de agress\u00f5es ambientais, e que a vida urbana, as ind\u00fastrias e a popula\u00e7\u00e3o que vive nas cidades tamb\u00e9m convive com essas quest\u00f5es, muitas delas, fazem parte de nosso cotidiano e nem nos damos conta, deixando para os outros a responsabilidade pelo cuidado do planeta.<\/p>\n<p>A ideia de estudar e buscar solu\u00e7\u00f5es para os complexos sistemas naturais que existem dentro das \u00e1reas urbanas \u00e9 algo recente que engloba fatores e seres que necessariamente precisam conviver nestas \u00e1reas.<\/p>\n<p>Mesmo que originalmente n\u00e3o fosse assim, \u00e9 como se um novo ecossistema tivesse se formado, com particularidades que precisam ser analisadas e problemas que dependem de solu\u00e7\u00f5es espec\u00edficas.<\/p>\n<p>As cidades comumente foram urbanizadas de forma desordenada, o que acarreta problemas sociais e ambientais em propor\u00e7\u00f5es cada vez maiores, mas como o termo \u201cecologia urbana\u201d \u00e9 ainda pouco usado e muito abrangente, isso dificulta uma a\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para que se busquem solu\u00e7\u00f5es ou se tomem atitudes.<\/p>\n<p>Tudo fica disperso e quando as quest\u00f5es s\u00e3o eventualmente tratadas, isso \u00e9 feito de forma pontual e espor\u00e1dica, n\u00e3o chegando nem perto sequer de uma discuss\u00e3o sobre o tema, que dir\u00e1 da busca de solu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-160521 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/Ecolog4-300x194.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"194\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/Ecolog4-300x194.jpg 300w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/Ecolog4.jpg 378w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><strong>Ecologia Urbana<\/strong><\/p>\n<p>O que se discute hoje s\u00e3o os direitos, ou a falta deles, diante do caos urbano, em que em nome do desenvolvimento econ\u00f4mico, regras b\u00e1sicas s\u00e3o simplesmente ignoradas.<\/p>\n<p>Elas v\u00e3o desde ocupa\u00e7\u00e3o desordenada e falta de saneamento, at\u00e9 coisas consideradas mais \u201csimples\u201d, mas tamb\u00e9m de fundamental import\u00e2ncia, como os h\u00e1bitos di\u00e1rios de cada um, que deveriam ser atitudes b\u00e1sicas, como jogar lixo no lixo, economizar \u00e1gua e energia, diminuir emiss\u00e3o de poluentes e respeitar os animais, passam despercebidos e ganham volume maior a cada vez que, em nome do crescimento econ\u00f4mico, a urbaniza\u00e7\u00e3o avan\u00e7a.<\/p>\n<p>Os ecologistas urbanos estudam as rela\u00e7\u00f5es entre ocupantes de \u00e1reas urbanas e os impactos que causam ao ambiente que ocupam, desde grandes \u00e1reas invadidas, at\u00e9 pequenos espa\u00e7os que sobrevivem \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o, seja ela de forma regular ou n\u00e3o. Estudam de que maneira e com que intensidade os animais, o solo, a vegeta\u00e7\u00e3o, o ar, e tudo o mais relacionado \u00e0 natureza, s\u00e3o agredidos por esta conviv\u00eancia com os humanos e toda a estrutura necess\u00e1ria para a sobreviv\u00eancia urbana.<\/p>\n<p>Mas pesquisas e estudos s\u00e3o ainda muito raros e estes ecologistas encontram s\u00e9rias dificuldades na tabula\u00e7\u00e3o de dados, comunica\u00e7\u00e3o e coordena\u00e7\u00e3o do trabalho realizado.<\/p>\n<p>Num conceito mais amplo, \u00e9 poss\u00edvel tamb\u00e9m responsabilizar de alguma forma a popula\u00e7\u00e3o urbana pelo desmatamento em florestas e regi\u00f5es mais afastadas, uma vez que os produtores rurais legais, ou os invasores e desmatadores ilegais, t\u00eam como principal argumento, que a popula\u00e7\u00e3o do planeta precisa se alimentar, por isso devastam, dizem que o fazem para suprir as necessidades urbanas de consumo, seja ele de alimento, vestu\u00e1rios, couro para cal\u00e7ados e afins, e madeira para m\u00f3veis e ind\u00fastrias.<\/p>\n<p>Ou seja, numa grande cadeia produtiva\/consumista, o consumo urbano acaba tamb\u00e9m sendo responsabilizado, devendo arcar com sua parcela de culpa nesta elipse que degrada a natureza.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-108383 size-full\" title=\"Ecologia Urbana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/ecolog9.jpg\" alt=\"Ecologia Urbana\" width=\"347\" height=\"248\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/ecolog9.jpg 347w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/ecolog9-300x214.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 347px) 100vw, 347px\" \/><strong>Ecologia Urbana<\/strong><\/p>\n<p>Em tese e numa an\u00e1lise simplista seria uma equa\u00e7\u00e3o f\u00e1cil, \u201cmenos consumo = menos devasta\u00e7\u00e3o\u201d, mas entre uma coisa e outra encontram-se quest\u00f5es de crescimento econ\u00f4mico, abastecimento, sobreviv\u00eancia, cidadania, soberania, emprego e quest\u00f5es sociais. Equacionar tudo isso de forma a que todos fiquem satisfeitos n\u00e3o \u00e9 tarefa f\u00e1cil, se \u00e9 que ela seja poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Dentro do amplo conceito de ecologia urbana, alguns pontos s\u00e3o preocupantes e de maior relev\u00e2ncia, sendo bons indicadores dos efeitos da urbaniza\u00e7\u00e3o e seus impactos destrutivos.<\/p>\n<p><strong>POLUI\u00c7\u00c3O \u2013\u00a0<\/strong>do ar, a emiss\u00e3o de gases poluentes das mais diversas origens \u2013 ind\u00fastrias, ve\u00edculos, desmatamento, consumo.<\/p>\n<p>H\u00e1 de se considerar tamb\u00e9m polui\u00e7\u00e3o visual e sonora.<\/p>\n<p><strong>NASCENTES E LEN\u00c7\u00d3IS DE \u00c1GUA \u2013<\/strong>\u00a0contaminados ou extintos.<\/p>\n<p><strong>URBANIZA\u00c7\u00c3O \u2013\u00a0<\/strong>normalmente feita de forma desordenada, n\u00e3o leva em considera\u00e7\u00e3o as quest\u00f5es relacionadas a solo, locomo\u00e7\u00e3o, habitabilidade, preserva\u00e7\u00e3o de ecossistemas pr\u00e9-existentes. Raramente se contemplam \u00e1reas verdes nos planos de urbaniza\u00e7\u00e3o de cidades.<\/p>\n<p><strong>DESMATAMENTO URBANO \u2013<\/strong>\u00a0Pequenas a\u00e7\u00f5es simbolizam esse desmatamento, cimentar um jardim, cortar a \u00e1rvores do quintal ou matar aquela \u00e1rvore da rua, por exemplo.<\/p>\n<p><strong>RES\u00cdDUOS \u2013\u00a0<\/strong>A imensa quantidade de res\u00edduos n\u00e3o \u00e9 adequadamente descartada, e se recicla muito menos do que seria poss\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>OCUPA\u00c7\u00c3O DESORDENADA \u2013<\/strong>\u00a0Invas\u00e3o de \u00e1reas naturais, preservadas ou n\u00e3o, mananciais, encostas e outros espa\u00e7os sem qualquer planejamento, pode ocasionar desastres em grandes propor\u00e7\u00f5es, ceifando vidas e impactanto a natureza.<\/p>\n<p><strong>ENCHENTES \u2013\u00a0<\/strong>Ocupa\u00e7\u00e3o desordenada, entulhos e lixos descartados nas ruas, falta de manuten\u00e7\u00e3o de vias e galerias, e outros fatores caracter\u00edsticos da vida urbana acabam colaborando ou sendo at\u00e9 causador principal de enchentes.<\/p>\n<p><strong>SA\u00daDE \u2013\u00a0<\/strong>A sa\u00fade \u00e9 afetada e como rea\u00e7\u00e3o direta \u00e0 polui\u00e7\u00e3o e ao ritmo de vida fren\u00e9tico, as pessoas ficam mais suscet\u00edveis a infec\u00e7\u00f5es, doen\u00e7as respirat\u00f3rias, estresse, entre outras.<\/p>\n<p><strong>TRANSPORTE \u2013<\/strong>\u00a0Ve\u00edculos individuais e familiares ainda s\u00e3o maioria, o transporte p\u00fablico \u00e9 prec\u00e1rio, e meios alternativos e menos poluentes como, por exemplo, a bicicleta, n\u00e3o encontram infraestrutura para se viabilizarem como transporte de massa.<\/p>\n<p><strong>CONSUMO \u2013\u00a0<\/strong>O consumo desnecess\u00e1rio e o desperd\u00edcio aparecem de v\u00e1rias formas, desde a compra de inutilidades e para suprir car\u00eancias emocionais, at\u00e9 o descarte de bens em perfeitas condi\u00e7\u00f5es de uso, apenas para que se possa ter um modelo mais recente, uma marca melhor ou outro motivo n\u00e3o relacionado \u00e0 real necessidade.<\/p>\n<p><strong>ALIMENTA\u00c7\u00c3O \u2013<\/strong>\u00a0Para produzir mais e atender \u00e0 demanda, h\u00e1 mais desmatamento, uso de agrot\u00f3xicos, emiss\u00e3o de gases de efeito estufa nas etapas de produ\u00e7\u00e3o e transporte, al\u00e9m de imenso desperd\u00edcio de alimentos na cadeira produtiva e tamb\u00e9m pelo consumidor final.<\/p>\n<p><strong>INDUSTRIALIZA\u00c7\u00c3O \u2013\u00a0<\/strong>\u00c9 praticamente inexistente a preocupa\u00e7\u00e3o em fazer plantas verdes, buscar uma produ\u00e7\u00e3o mais limpa ou tratar os res\u00edduos.<\/p>\n<p><strong>SANEAMENTO \u2013<\/strong>\u00a0Os altos custos do saneamento e o desinteresse em ampliar a rede de tratamento resultam em descarte direto na natureza sem qualquer cerim\u00f4nia.<\/p>\n<p><strong>ENERGIA \u2013\u00a0<\/strong>As energias mais usadas causam impacto ambiental, e as energias limpas ou renov\u00e1veis s\u00e3o praticamente ignoradas na quase totalidade das cidades brasileiras.<\/p>\n<p><strong>CONSCIENTIZA\u00c7\u00c3O\/EDUCA\u00c7\u00c3O \u2013<\/strong>\u00a0\u00c9 muito recente a discuss\u00e3o sobre o tema, a popula\u00e7\u00e3o em geral \u00e9 arredia ao assunto, acha que \u00e9 assunto chato e que n\u00e3o tem qualquer responsabilidade e segue com seus h\u00e1bitos sem preocupar-se com o futuro. As novas gera\u00e7\u00f5es acenam com uma esperan\u00e7a, mas muito h\u00e1 a ser feito.<\/p>\n<p>Desequil\u00edbrio talvez seja a palavra-chave dentro deste conceito. Onde h\u00e1 desequil\u00edbrio entre popula\u00e7\u00e3o, espa\u00e7o, necessidades da comunidade, necessidades econ\u00f4micas, necessidades do indiv\u00edduo e necessidades da natureza, dificilmente haver\u00e1 condi\u00e7\u00f5es de sobreviv\u00eancia e conv\u00edvio sem agress\u00f5es ao meio ambiente.<\/p>\n<p>N\u00e3o se pode abrir m\u00e3o da vida urbana, mas \u00e9 perfeitamente poss\u00edvel diminuir impactos e procurar caminhos que busquem reverter impactos j\u00e1 causados, e assim, evitar danos maiores no futuro.<\/p>\n<p>De acordo com a ge\u00f3grafa Ruth DeFries da Columbia University, que ao lado de sua equipe analisa o desmatamento nos pa\u00edses vizinhos aos tr\u00f3picos, utilizando-se de imagens de sat\u00e9lite do Landsat, junto com o instrumento Modis (Espectrorradi\u00f4metro de Resolu\u00e7\u00e3o Moderada de Imagens, em ingl\u00eas), a forma de desmatar, vem mudando, o que antes aparecia nas imagens como uma \u201cespinha de peixe\u201d, formada por \u201cestradinhas\u201d de desmatamento rumo a uma coluna central, agora aparece em grandes blocos de terra desmatada, supostamente para atender \u00e0 necessidade de grandes empresas compradoras principalmente de gr\u00e3os para consumo humano ou ra\u00e7\u00f5es animais.<\/p>\n<p>Com base em pesquisas em 41 pa\u00edses de alguma forma ligados a desmatamentos, analistas de todo o mundo est\u00e3o pesquisando e preparando novas estat\u00edsticas que ligam desmatamento a crescimento da popula\u00e7\u00e3o urbana, e com\u00e9rcio agr\u00edcola interno e externo.<\/p>\n<p>O que antes era desmatamento para agricultura e pecu\u00e1ria de subsist\u00eancia e com\u00e9rcio de pequeno porte, hoje atende a uma crescente demanda de ind\u00fastrias de grande porte, com o intuito de atender ao consumidor de \u00e1reas urbanas.<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o mundial cada vez mais migra para as cidades. A m\u00e9dia de ocupa\u00e7\u00e3o urbana mundial \u00e9 de 50%, e no Brasil supera os 70%.<\/p>\n<p><strong>Ecologia Urbana &#8211; Resumo<\/strong><\/p>\n<p>Mais da metade da popula\u00e7\u00e3o mundial (aproximadamente 6,4 bilh\u00f5es de pessoas) vive hoje em \u00e1reas urbanas, boa parte concentrada em grandes cidades. Pelo menos 300 grandes cidades em todo o mundo abrigam mais de 1 milh\u00e3o de habitantes, 14 das quais s\u00e3o megacidades, cada uma com mais de 10 milh\u00f5es de habitantes.<\/p>\n<p>A maioria dessas metr\u00f3poles est\u00e1 em pa\u00edses do Terceiro Mundo, onde o descontrole, a falta de planejamento e as taxas elevadas de crescimento populacional tendem a ser ainda mais problem\u00e1ticos, transformando muitos aglomerados urbanos em lugares verdadeiramente ca\u00f3ticos.<\/p>\n<p>Cerca de 80 por cento da popula\u00e7\u00e3o brasileira vive hoje em cidades. O pa\u00eds, que na primeira metade do s\u00e9culo 20 era uma sociedade essencialmente rural, chegou ao final do s\u00e9culo passado como um dos pa\u00edses mais urbanizados do mundo. Foi uma transforma\u00e7\u00e3o profunda e acelerada. Para se ter uma ideia, em 1950, a cidade de S\u00e3o Paulo contava com 2,4 milh\u00f5es de habitantes. (A maior cidade do pa\u00eds era a capital federal de ent\u00e3o, o Rio de Janeiro, com 2,9 milh\u00f5es.).<\/p>\n<p>Naquele ano, as cinco maiores cidades do mundo eram Nova York (12,3 milh\u00f5es de habitantes), Londres (8,7), T\u00f3quio (6,9), Paris (5,4) e Moscou (5,4). Em 1975, S\u00e3o Paulo j\u00e1 aparecia como uma das cinco maiores cidades do mundo, com pouco mais de 10 milh\u00f5es de habitantes; as outras eram T\u00f3quio (19,8 milh\u00f5es de habitantes), New York (15,9), Xangai (11,4) e Cidade do M\u00e9xico (11,2). Outros 25 anos se passaram e ent\u00e3o, em 2000, as cinco maiores cidades do mundo passaram a ser T\u00f3quio (26,4 milh\u00f5es de habitantes), Cidade do M\u00e9xico (18,1), Bombaim (18,1), S\u00e3o Paulo (17,8 milh\u00f5es) e New York (16,6 milh\u00f5es).<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel notar que, entre 1950 e 2000, algumas cidades cresceram mais depressa do que outras, pois o ritmo de crescimento mudou. Entre 1950 e 1975, por exemplo, a taxa de crescimento anual da cidade de S\u00e3o Paulo foi de cerca de 5,8 por cento, o que implica em uma duplica\u00e7\u00e3o do efetivo populacional em um intervalo de apenas 12 anos. Algo, obviamente, muito acelerado; significa, por exemplo, que uma crian\u00e7a nascida em 1950 teria, ao completar seus 12 anos de idade, duas vezes mais vizinhos do que tinha quando nasceu; nesse mesmo ritmo, aos 24 anos de idade, o n\u00famero de vizinhos teria duplicado de novo. Quer dizer, quando chegasse aos 24 anos, nosso personagem hipot\u00e9tico teria quatro vezes mais vizinhos do que tinha quando nasceu. Entre 1975 e 2000, a taxa de crescimento anual da cidade de S\u00e3o Paulo caiu para cerca de 2,3 por cento, elevando o tempo de duplica\u00e7\u00e3o do efetivo populacional de 12 para 30 anos.<\/p>\n<p>As previs\u00f5es dos estudiosos s\u00e3o de que essa taxa continue caindo. (Mesmo em cidades do Terceiro Mundo, a taxa de crescimento anual tende a cair \u00e0 medida que a cidade se torna maior.)<\/p>\n<p>A urbaniza\u00e7\u00e3o acelerada e massiva do pa\u00eds n\u00e3o esteve, claro, restrita \u00e0 cidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p><strong>Mesmo na regi\u00e3o Norte, tida ainda hoje como um lugar \u201cremoto e selvagem\u201d, a popula\u00e7\u00e3o \u00e9 essencialmente urbana:<\/strong>\u00a0nos sete estados que integram a regi\u00e3o (Acre, Amap\u00e1, Amazonas, Par\u00e1, Rond\u00f4nia, Roraima e Tocantins), os \u00edndices de urbaniza\u00e7\u00e3o variam de 52 (Par\u00e1) a cerca 81 por cento (Amap\u00e1). Em outras palavras, a no\u00e7\u00e3o de que a Amaz\u00f4nia brasileira \u00e9 povoada principalmente pelos chamados \u201cpovos da floresta\u201d (\u00edndios, caboclos, extrativistas etc.) \u00e9 em linhas gerais um grande equ\u00edvoco.<\/p>\n<p>Com a desvaloriza\u00e7\u00e3o da vida no campo e a continuidade do \u00eaxodo rural, os percentuais referidos acima s\u00f3 tendem a crescer, n\u00e3o s\u00f3 na regi\u00e3o Norte, mas em todo o pa\u00eds. Nesse sentido, vale notar que, gra\u00e7as ao \u00eaxodo rural, os aglomerados urbanos podem continuar crescendo, mesmo quando a taxa de crescimento populacional do pa\u00eds est\u00e1, digamos, equilibrada. N\u00e3o h\u00e1 nada de bom no \u00eaxodo rural; ao contr\u00e1rio, enquanto alguns camponeses s\u00e3o criminosamente expulsos de suas terras, outros simplesmente abandonam o lugar onde nasceram em busca de uma vida mais \u201cf\u00e1cil e glamourosa\u201d na cidade grande.<\/p>\n<p>A ilus\u00e3o destes \u00faltimos n\u00e3o dura muito tempo, mas a maioria prefere permanecer na cidade, levando uma vida de priva\u00e7\u00f5es e necessidades, ao inv\u00e9s de regressar para a zona rural.<\/p>\n<p><strong>Generalistas versus especialistas<\/strong><\/p>\n<p>\u201cCidades\u201d e \u201c\u00e1reas urbanas\u201d s\u00e3o termos comumente definidos de acordo com a densidade populacional (n\u00famero de habitantes por unidade de \u00e1rea). Al\u00e9m do adensamento populacional, no entanto, tamb\u00e9m se caracterizam pela acentuada divis\u00e3o de trabalho. Nesse sentido, as cidades bem poderiam ser definidas como lugares onde h\u00e1 um bocado de pessoas morando juntas (sem serem necessariamente parentes, como \u00e9 pr\u00f3prio da zona rural) ou mesmo apinhadas, em pr\u00e9dios de apartamentos.<\/p>\n<p><strong>E mais:\u00a0<\/strong>para sobreviver, boa parte do estrato adulto da popula\u00e7\u00e3o que vive nas cidades exerce uma atividade profissional bastante especializada.<\/p>\n<p>J\u00e1 na zona rural predominam os generalistas.<\/p>\n<p><strong>E n\u00e3o \u00e9 muito dif\u00edcil entender o motivo:<\/strong>\u00a0para sobreviver em lugares remotos, o sujeito precisa saber fazer um pouco de tudo; caso contr\u00e1rio, suas chances de persist\u00eancia prolongada s\u00e3o diminutas. (Na luta pela sobreviv\u00eancia, em uma ilha remota, Robinson Cruso\u00e9 transformou-se em um famoso generalista!)<\/p>\n<p>Algo assim tamb\u00e9m deveria ocorrer no mundo de nossos ancestrais, quando cada indiv\u00edduo eventualmente precisaria ser capaz de executar as fun\u00e7\u00f5es do grupo.<\/p>\n<p>Na verdade, a especializa\u00e7\u00e3o \u00e9 uma tend\u00eancia relativamente recente na hist\u00f3ria de nossa esp\u00e9cie, algo que se acentuou depois da inven\u00e7\u00e3o da agricultura, h\u00e1 cerca de 10 mil anos. No fim das contas, n\u00e3o deixa de ser ir\u00f4nico que os grandes aglomerados urbanos do mundo moderno, povoados por um n\u00famero crescente de especialistas, sejam t\u00e3o dependentes de um n\u00famero cada vez mais reduzido de camponeses generalistas. De uma perspectiva ecol\u00f3gica, as cidades se comportam como verdadeiros parasitas da zona rural \u2013 afinal, \u00e9 de l\u00e1 que retiram os recursos vitais que consomem, como alimentos e energia, sem os quais logo entrariam em colapso e pereceriam.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.rvambiental.com.br(Susi Guedes)\/www.encyclopedia.com\/www.lainsignia.org(Felipe A.P.L.Costa)\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ecologia Urbana &#8211; O que \u00e9 A\u00a0ecologia urbana, simplesmente, \u00e9 o estudo da vida na cidade. No final do s\u00e9culo XIX, bi\u00f3logos e zo\u00f3logos criaram o campo da ecologia, buscando compreender as complexas rela\u00e7\u00f5es entre os organismos e seu ambiente. O termo\u00a0ecossistema\u00a0passou a ser usado para se referir a uma comunidade de organismos e seu [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":110833,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[31],"tags":[],"class_list":["post-108382","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-meio-ambiente"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Ecologia Urbana, Cidade, O que \u00e9 Ecologia Urbana<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Ecologia Urbana, Cidade, O que \u00e9, Meio Ambiente, Ci\u00eancia, \u00c1reas, Urbanismo, Tipos, Caracter\u00edsticas, Ecossistema, Planeta, Resumo Ecologia Urbana\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Ecologia Urbana, Cidade, O que \u00e9 Ecologia Urbana\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Ecologia Urbana, Cidade, O que \u00e9, Meio Ambiente, Ci\u00eancia, \u00c1reas, Urbanismo, Tipos, Caracter\u00edsticas, Ecossistema, Planeta, Resumo Ecologia Urbana\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/ecologia-urbana\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2017-02-10T17:23:23+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2022-03-15T20:10:39+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/Ecologia-Urbana.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"200\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"200\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Augusto Abreu\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Augusto Abreu\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"30 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/ecologia-urbana#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/ecologia-urbana\"},\"author\":{\"name\":\"Augusto Abreu\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/7bbc8022c9c2c63e2e4afadfde4db578\"},\"headline\":\"Ecologia Urbana\",\"datePublished\":\"2017-02-10T17:23:23+00:00\",\"dateModified\":\"2022-03-15T20:10:39+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/ecologia-urbana\"},\"wordCount\":6072,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/ecologia-urbana#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2017\\\/02\\\/Ecologia-Urbana.jpg\",\"articleSection\":[\"Meio Ambiente\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/ecologia-urbana#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/ecologia-urbana\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/ecologia-urbana\",\"name\":\"Ecologia Urbana, Cidade, O que \u00e9 Ecologia Urbana\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/ecologia-urbana#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/ecologia-urbana#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2017\\\/02\\\/Ecologia-Urbana.jpg\",\"datePublished\":\"2017-02-10T17:23:23+00:00\",\"dateModified\":\"2022-03-15T20:10:39+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/7bbc8022c9c2c63e2e4afadfde4db578\"},\"description\":\"Ecologia Urbana, Cidade, O que \u00e9, Meio Ambiente, Ci\u00eancia, \u00c1reas, Urbanismo, Tipos, Caracter\u00edsticas, Ecossistema, Planeta, Resumo Ecologia Urbana\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/ecologia-urbana#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/ecologia-urbana\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/ecologia-urbana#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2017\\\/02\\\/Ecologia-Urbana.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2017\\\/02\\\/Ecologia-Urbana.jpg\",\"width\":200,\"height\":200,\"caption\":\"Ecologia Urbana\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\\\/ecologia-urbana#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Ci\u00eancias da Natureza\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/ciencias-da-natureza\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":3,\"name\":\"Biologia\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":4,\"name\":\"Meio Ambiente\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/ciencias-da-natureza\\\/biologia\\\/meio-ambiente\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":5,\"name\":\"Ecologia Urbana\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"Pesquisa Escolar Gratuita\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/7bbc8022c9c2c63e2e4afadfde4db578\",\"name\":\"Augusto Abreu\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Ecologia Urbana, Cidade, O que \u00e9 Ecologia Urbana","description":"Ecologia Urbana, Cidade, O que \u00e9, Meio Ambiente, Ci\u00eancia, \u00c1reas, Urbanismo, Tipos, Caracter\u00edsticas, Ecossistema, Planeta, Resumo Ecologia Urbana","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Ecologia Urbana, Cidade, O que \u00e9 Ecologia Urbana","og_description":"Ecologia Urbana, Cidade, O que \u00e9, Meio Ambiente, Ci\u00eancia, \u00c1reas, Urbanismo, Tipos, Caracter\u00edsticas, Ecossistema, Planeta, Resumo Ecologia Urbana","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/ecologia-urbana","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/","article_published_time":"2017-02-10T17:23:23+00:00","article_modified_time":"2022-03-15T20:10:39+00:00","og_image":[{"width":200,"height":200,"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/Ecologia-Urbana.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Augusto Abreu","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Augusto Abreu","Est. tempo de leitura":"30 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/ecologia-urbana#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/ecologia-urbana"},"author":{"name":"Augusto Abreu","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/7bbc8022c9c2c63e2e4afadfde4db578"},"headline":"Ecologia Urbana","datePublished":"2017-02-10T17:23:23+00:00","dateModified":"2022-03-15T20:10:39+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/ecologia-urbana"},"wordCount":6072,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/ecologia-urbana#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/Ecologia-Urbana.jpg","articleSection":["Meio Ambiente"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/ecologia-urbana#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/ecologia-urbana","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/ecologia-urbana","name":"Ecologia Urbana, Cidade, O que \u00e9 Ecologia Urbana","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/ecologia-urbana#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/ecologia-urbana#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/Ecologia-Urbana.jpg","datePublished":"2017-02-10T17:23:23+00:00","dateModified":"2022-03-15T20:10:39+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/7bbc8022c9c2c63e2e4afadfde4db578"},"description":"Ecologia Urbana, Cidade, O que \u00e9, Meio Ambiente, Ci\u00eancia, \u00c1reas, Urbanismo, Tipos, Caracter\u00edsticas, Ecossistema, Planeta, Resumo Ecologia Urbana","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/ecologia-urbana#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/ecologia-urbana"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/ecologia-urbana#primaryimage","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/Ecologia-Urbana.jpg","contentUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/Ecologia-Urbana.jpg","width":200,"height":200,"caption":"Ecologia Urbana"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente\/ecologia-urbana#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Ci\u00eancias da Natureza","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/ciencias-da-natureza"},{"@type":"ListItem","position":3,"name":"Biologia","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/ciencias-da-natureza\/biologia"},{"@type":"ListItem","position":4,"name":"Meio Ambiente","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/ciencias-da-natureza\/biologia\/meio-ambiente"},{"@type":"ListItem","position":5,"name":"Ecologia Urbana"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"Pesquisa Escolar Gratuita","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/7bbc8022c9c2c63e2e4afadfde4db578","name":"Augusto Abreu"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/108382","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=108382"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/108382\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/110833"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=108382"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=108382"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=108382"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}