Vênus! Divina Vênus!
Machado de Assis — VÊNUS! Vênus! divina Vênus! E despegando os olhos da parede, onde estava uma cópia pequenina da Vênus de Milo, Ricardo arremeteu…
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Machado de Assis — VÊNUS! Vênus! divina Vênus! E despegando os olhos da parede, onde estava uma cópia pequenina da Vênus de Milo, Ricardo arremeteu…
Machado de Assis “…Item, é minha última vontade que o caixão em que o meu corpo houver de ser enterrado, seja fabricado em casa de…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Verdade, Amor, Razão, Merecimento, qualquer alma farão segura e forte; porém, Fortuna, Caso, Tempo e Sorte, têm do confuso…
Clique nos links abaixo para navegar no capítulo desejado: Ato Primeiro Ato Segundo José de Alencar Representada pela primeira vez no Teatro do…
“Poderosa Teatralidade”. Assim Luiz Arthur Nunes, professor doutorado em teatro, define a obra rodrigueana. Quando fala em Nelson Rodrigues, Luiz Arthur não titubeia em analisar…
Lima Barreto Nunca foi da minha vocação ser cronista elegante; entretanto, às vezes, me dá na telha olhar os vestidos e atavios das senhoras e…
Olavo Bilac I Talvez sonhasse, quando a vi. Mas via Que, aos raios do luar iluminada, Entre as estrelas trêmulas subia Uma infinita e cintilante…
Machado de Assis CAPÍTULO PRIMEIRO QUANDO ABRI os olhos, era perto de nove horas da manhã. Tinha sonhado que o sol, trajando calção e meia…
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