{"id":7378,"date":"2015-12-14T00:00:00","date_gmt":"2015-12-14T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/glossario-do-meio-ambiente\/"},"modified":"2015-12-14T00:00:00","modified_gmt":"2015-12-14T00:00:00","slug":"glossario-do-meio-ambiente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/meio-ambiente-2\/glossario-do-meio-ambiente\/","title":{"rendered":"Gloss\u00e1rio do Meio Ambiente"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"ads-cima\">\u00a0Gloss\u00e1rio do Meio Ambiente<\/p>\n\n<h2>Abi\u00f3tico<\/h2>\n&nbsp;\n\n\u00c9 o componente n\u00e3o vivo do meio ambiente. Inclui as condi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas e qu\u00edmicas do meio.\n\nAceiro\n\npr\u00e1tica utilizada por bombeiros e agricultores no combate e preven\u00e7\u00e3o de inc\u00eandios florestais. Consiste numa faixa de terra aberta em volta da \u00e1rea que est\u00e1 sendo queimada ou que se quer proteger, mantida livre de vegeta\u00e7\u00e3o, com capina ou poda, a qual impede a invas\u00e3o do fogo.\n\n&nbsp;\n\nAdubo verde\n\nvegetal incorporado ao solo com a finalidade de adicionar mat\u00e9ria org\u00e2nica que vai se transformar, parcialmente, em h\u00famus, bem como em nutrientes para a planta. Os adubos verdes podem consistir de ervas, gram\u00edneas, leguminosas, etc.\n<h2>Aer\u00f3bico<\/h2>\n&nbsp;\n\nSer ou organismo que vive, cresce ou metaboliza apenas em presen\u00e7a do oxig\u00eanio.\n<h2>Antr\u00f3pico<\/h2>\n&nbsp;\n\nResultado das atividades humanas no meio ambiente.\n<h2>\u00c1rea de prote\u00e7\u00e3o mbiental (APA)<\/h2>\n&nbsp;\n\nCategoria de unidade de conserva\u00e7\u00e3o cujo objetivo \u00e9 conservar a diversidade de ambientes, de esp\u00e9cies, de processos naturais e do patrim\u00f4nio natural, visando a melhoria da qualidade de vida, atrav\u00e9s da manuten\u00e7\u00e3o das atividades s\u00f3cio-econ\u00f4micas da regi\u00e3o. Esta proposta deve envolver, necessariamente, um trabalho de gest\u00e3o integrada com participa\u00e7\u00e3o do Poder P\u00fablico e dos diversos setores da comunidade. P\u00fablica ou privada, \u00e9 determinda por decreto federal, estadual ou municipal, para que nela seja discriminado o uso do solo e evitada a degrada\u00e7\u00e3o dos ecossistemas sob interfer\u00eancia humana.\n<h2>\u00c1rea de relevante interesse ecol\u00f3gico (ARIE)<\/h2>\n&nbsp;\n\n\u00c9 declarada por ato do Poder P\u00fablico e possui caracter\u00edsticas extraordin\u00e1rias ou abriga exemplares raros da biota regional, com, preferencialmente, superf\u00edcie inferior a cinco mil hectares.\n<h2>Arrasto<\/h2>\n&nbsp;\n\nAtividade de pesca em que a rede \u00e9 lan\u00e7ada e o barco permanece em movimento. \u00c9 uma pr\u00e1tica considerada predat\u00f3ria quando a malha das redes \u00e9 pequena, fora dos padr\u00f5es fixados pelo IBAMA, pois nestes casos h\u00e1 captura de peixes e outros organismos aqu\u00e1ticos jovens. Outro preju\u00edzo causado pelo arrasto \u00e9 o revolvimento do fundo do mar, o que prejudica sensivelmente o ambiente e a fauna bent\u00f4nica (que vive no fundo).\n<h2>Assoreamento<\/h2>\n&nbsp;\n\nProcesso em que lagos, rios, ba\u00edas e estu\u00e1rios v\u00e3o sendo aterrados pelos solos e outros sedimentos neles depositados pelas \u00e1guas das enxurradas, ou por outros processos.\n<h2>Aterro controlado<\/h2>\n&nbsp;\n\nAterro para lixo residencial urbano, onde os res\u00edduos s\u00e3o depositados recebendo depois uma camada de terra por cima. Na impossibilidade de se proceder a reciclagem do lixo, pela compostagem acelerada ou pela compostagem a c\u00e9u aberto, as normas sanit\u00e1rias e ambientais recomendam a ado\u00e7\u00e3o de aterro sanit\u00e1rio e n\u00e3o do controlado.\n<h2>Aterro sanit\u00e1rio<\/h2>\n&nbsp;\n\nAterro para lixo residencial urbano com pr\u00e9-requisitos de ordem sanit\u00e1ria e ambiental. Deve ser constru\u00eddo de acordo com t\u00e9cnicas definidas, como: impermeabiliza\u00e7\u00e3o do solo para que o chorume n\u00e3o atinja os len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos, contaminando as \u00e1guas; sistema de drenagem para chorume, que deve ser retirado do aterro sanit\u00e1rio e depositado em lagoa pr\u00f3xima que tenha essa finalidade espec\u00edfica, vedada ao p\u00fablico; sistema de drenagem de tubos para os gases, principalmente o g\u00e1s carb\u00f4nico, o g\u00e1s metano e o g\u00e1s sulf\u00eddrico, pois, se isso n\u00e3o for feito, o terreno fica sujeito a explos\u00f5es e deslizamentos.\n<h2>Aut\u00f3trofos<\/h2>\n&nbsp;\n\nSeres vivos, como as plantas, que produzem seus pr\u00f3prios alimentos \u00e0 custa de energia solar, do CO2 do ar e da \u00e1gua do solo. Palavra originada do grego autos = pr\u00f3prio + trophos = nutrir.\n<h2>Avifauna<\/h2>\n&nbsp;\n\nConjunto das esp\u00e9cies de aves que vivem numa determinada regi\u00e3o.\n\n&nbsp;\n\nBacia hidrogr\u00e1fica\n\nconjunto de terras drenadas por um rio principal e seus afluentes. A no\u00e7\u00e3o de bacias hidrogr\u00e1fica inclui naturalmente a exist\u00eancia de cabeceiras ou nascentes, divisores d&#8217;\u00e1gua, cursos d&#8217;\u00e1gua principais, afluentes, subafluentes, etc. Em todas as bacias hidrogr\u00e1ficas deve existir uma hierarquiza\u00e7\u00e3o na rede h\u00eddrica e a \u00e1gua se escoa normalmente dos pontos mais altos para os mais baixos. O conceito de bacia hidrogr\u00e1fica deve incluir tamb\u00e9m no\u00e7\u00e3o de dinamismo, por causa das modifica\u00e7\u00f5es que ocorrem nas linhas divis\u00f3rias de \u00e1gua sob o efeito dos agentes erosivos, alargando ou diminuindo a \u00e1rea da bacia.\n<h2>Banco de germoplasma<\/h2>\n&nbsp;\n\nO mesmo que banco gen\u00e9tico. Express\u00e3o gen\u00e9tica para designar uma \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica com grande variabilidade gen\u00e9tica. Por extens\u00e3o, qualquer \u00e1rea reservada para a multiplica\u00e7\u00e3o de plantas a partir de um banco de sementes ou de mudas, ou laborat\u00f3rio onde se conserva, por v\u00e1rios anos, sementes ou genes diferentes.\n<h2>Bentos<\/h2>\n&nbsp;\n\nConjunto de seres vivos que vivem restritos ao fundo de rios, lagos, lagos ou oceanos.\n<h2>Bhopal<\/h2>\n&nbsp;\n\nCidade central da \u00cdndia onde ocorreu um vazamento de qu\u00edmicos de uma f\u00e1brica de agrot\u00f3xicos, matando mais de mil pessoas. Ainda hoje continuam morrendo pessoas que foram atingidas pelo pesticida.\n<h2>Biocenose<\/h2>\n&nbsp;\n\nConjunto equilibrado de animais e de plantas de uma comunidade.\n<h2>Biodegrad\u00e1vel<\/h2>\n&nbsp;\n\nSubst\u00e2ncia que se decomp\u00f5e pela a\u00e7\u00e3o de seres vivos.\n<h2>Biodiversidade<\/h2>\n&nbsp;\n\nRepresenta o conjunto de esp\u00e9cies animais e vegetais viventes.\n<h2>Biog\u00e1s<\/h2>\n&nbsp;\n\nMistura de gases cuja composi\u00e7\u00e3o depende da forma como foi obtida. De modo geral sua composi\u00e7\u00e3o \u00e9 vari\u00e1vel e \u00e9 expressa em fun\u00e7\u00e3o dos componentes que aparecem em maior propor\u00e7\u00e3o. Assim o biog\u00e1s pode conter 50 a 70% de metano (Ch2), 50 a 30% de g\u00e1s carb\u00f4nico e tra\u00e7os de g\u00e1s sulf\u00eddrico (H2 S). Pode ser obtido partindo-se de diversos tipos de materiais, tais como res\u00edduos de materiais agr\u00edcolas, lixo,, vinha\u00e7a, casca de arroz, esgoto, etc. Nos digestores, pelo processo da fermenta\u00e7\u00e3o anaer\u00f3bica (digest\u00e3o) atrav\u00e9s de uma sequ\u00eancia de rea\u00e7\u00f5es que termina com a produ\u00e7\u00e3o de gases como o metano e o carb\u00f4nico.\n<h2>Bioma<\/h2>\n&nbsp;\n\nAmplo conjunto de ecossistemas terrestres caracterizados por tipos fision\u00f4micos semelhantes de vegeta\u00e7\u00e3o, com diferentes tipos clim\u00e1ticos. \u00c9 o conjunto de condi\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas de ordem clim\u00e1tica e caracter\u00edsticas de vegeta\u00e7\u00e3o: o grande ecossistema com fauna, flora e clima pr\u00f3prios. Os principais biomas mundiais s\u00e3o: tundra, taiga, floresta temperada caducif\u00f3lia, floresta tropical chuvosa, savana, oceano e \u00e1gua doce.\n<h2>Biomassa<\/h2>\n&nbsp;\n\nQuantidade de mat\u00e9ria org\u00e2nica presente num dado momento numa determinada \u00e1rea, e que pode ser expressa em peso, volume, \u00e1rea ou n\u00famero.\n<h2>Biosfera<\/h2>\n&nbsp;\n\nSistema \u00fanico formado pela atmosfera (troposfera), crosta terrestre (litosfera), \u00e1gua (hidrosfera) e mais todas as formas de vida. \u00c9 o conjunto de todos os ecossistemas do planeta.\n<h2>Biota<\/h2>\n&nbsp;\n\nConjunto de seres vivos que habitam um determinado ambiente ecol\u00f3gico, em estreita correspond\u00eancia com as caracter\u00edsticas f\u00edsicas, qu\u00edmicas e biol\u00f3gicas deste ambiente.\n<h2>Bi\u00f3tico<\/h2>\n&nbsp;\n\n\u00c9 o componente vivo do meio ambiente. Inclui a fauna, flora, v\u00edrus, bact\u00e9rias, etc.\n<h2>Bi\u00f3tipo<\/h2>\n&nbsp;\n\nGrupo de indiv\u00edduos geneticamente iguais.\n<h2>Buraco da camada de oz\u00f4nio<\/h2>\n&nbsp;\n\nAbertura resultante da redu\u00e7\u00e3o da camada de oz\u00f4nio na estratosfera, constatada entre setembro e novembro de 1989 na Ant\u00e1rtida e que tem sido motivo de alarme. Essa camada \u00e9 essencial \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o da vida do planeta, porque filtra os raios ultravioleta do sol, mot\u00edferos \u00e0s c\u00e9lulas. Observa\u00e7\u00f5es recentes mostram que o buraco tem se estendido at\u00e9 o extremo sul da Am\u00e9rica do Sul e \u00e0 Nova Zel\u00e2ndia.\n<h2>Cadeia alimentar<\/h2>\n&nbsp;\n\n\u00c9 a transfer\u00eancia da energia alimentar que existe no ambiente natural, numa seq\u00fc\u00eancia na qual alguns organismos consomem e outros s\u00e3o consumidores. Essas cadeias s\u00e3o respons\u00e1veis pelo equil\u00edbrio natural das comunidades e o seu rompimento pode traz\u00edbrio natural das comunidades e o seu rompimento pode trazer conseq\u00fc\u00eancias dr\u00e1sticas, como \u00e9 o caso quando da elimina\u00e7\u00e3o de predadores de insetos. Estes podem proliferar rapidamente e transformar-se em pragas nocivas \u00e0 economia humana. A cadeia alimentar \u00e9 formada por diferentes n\u00edveis tr\u00f3ficos (trophe = nutri\u00e7\u00e3o). A energia necess\u00e1ria ao funcionamento dos ecossistemas \u00e9 proveniente do sol e \u00e9 captada pelos organismos clorofilados (aut\u00f3trofos), que por produzirem alimento s\u00e3o chamados produtores (1\u00ba n\u00edvel tr\u00f3fico). Estes servem de alimento aos consumidores prim\u00e1rios (2\u00ba n\u00edvel tr\u00f3fico ou herb\u00edvoros), que servem de alimento aos consumidores secund\u00e1rios (3\u00ba n\u00edvel tr\u00f3fico) que servem de alimento aos consumidores terci\u00e1rios (4\u00ba n\u00edvel tr\u00f3fico) e assim sucessivamente Todos os organismos ao morrerem, sofrem a a\u00e7\u00e3o dos sapr\u00f3fagos (sapros = morto, em decomposi\u00e7\u00e3o; phagos = devorador), que constituem o n\u00edvel tr\u00f3fico dos decompositores.\n<h2>Camada de oz\u00f4nio<\/h2>\n&nbsp;\n\nCamada de g\u00e1s o3, situada a 30 ou 40 km de altura, atua como um verdadeiro escudo de prote\u00e7\u00e3o, filtrando os raios ultravioleta emitidos pelo sol. Gases nitrogenados emitidos por avi\u00f5es e autom\u00f3veis, assim como o CFC (clorofluorcarbono) t\u00eam efeito destrutivo sobre a camada de oz\u00f4nio. O pre\u00e7o desta destrui\u00e7\u00e3o \u00e9 o aumento da radia\u00e7\u00e3o ultravioleta, o que provoca uma maior taxa de muta\u00e7\u00f5es nos seres vivos, acarretando, por exemplo, maior incid\u00eancia de c\u00e2ncer no homem. Al\u00e9m disso \u00e9 muito prov\u00e1vel a ocorr\u00eancia de dist\u00farbios na forma\u00e7\u00e3o de prote\u00ednas vegetais, com comprometimento do crescimento das plantas e a redu\u00e7\u00e3o das safras agr\u00edcolas.Admite-se que o clima sofra transforma\u00e7\u00f5es, principalmente com o aquecimento da superf\u00edcie do planeta.\n<h2>Canibalismo<\/h2>\n&nbsp;\n\nVariante do predatismo, em que o indiv\u00edduo mata e como o outro da mesma esp\u00e9cie.\n<h2>Carcinog\u00eanicos<\/h2>\n&nbsp;\n\nSubst\u00e2ncias qu\u00edmicas que causam c\u00e2ncer ou que promovem o crescimento de tumores iniciados anteriormente por outras subst\u00e2ncias. H\u00e1 casos em que o c\u00e2ncer aparece nos filhos de m\u00e3es expostas a estas subst\u00e2ncias. Algumas subst\u00e2ncias s\u00e3o carcinog\u00eanicas a baixos n\u00edveis, como a dioxina, e outras reagem com mais vigor. A maioria das subst\u00e2ncias carcinog\u00eanicas \u00e9 tamb\u00e9m mutag\u00eanica e teratog\u00eanica..\n<h2>C\u00e9sio 137<\/h2>\n&nbsp;\n\nTrata-se de um elemento qu\u00edmico que se caracteriza como um p\u00f3 azul brilhante, altamente radiativo, que provoca queimaduras, v\u00f4mitos e diarr\u00e9ia at\u00e9 a morte. Cientificamente, o c\u00e9sio 137 \u00e9 um radiois\u00f3topo usado no tratamento do c\u00e2ncer e em processos industriais como fonte de calibra\u00e7\u00e3o de instrumentos e de medi\u00e7\u00e3o de radiatividade. O organismo humano necessita de 110 dias para elimin\u00e1-lo. Atualmente \u00e9 substitu\u00eddo pelo cobalto. O c\u00e9sio 137 tornou-se famoso no Brasil a partir do ocorrido em Goi\u00e2nia-GO, em setembro de 1987: um homem acha um cilindro de ferro e chumbo e o vende a um ferro velho, onde \u00e9 quebrado. Dentro est\u00e1 uma c\u00e1psula de c\u00e9sio, a qual \u00e9 imediatamente liberada. Em decorr\u00eancia, 22 pessoas morrem e mais uma centena fica aleijada. O lixo altamente t\u00f3xico desse acidente foi colocado em barris lacrados a c\u00e9u aberto no estado de Goi\u00e1s.\n<h2>Chorume<\/h2>\n&nbsp;\n\nRes\u00edduo l\u00edquido proveniente de res\u00edduos s\u00f3lidos (lixo), particularmente quando dispostos no solo, como por exemplo, nos aterros sanit\u00e1rios. Resulta principalmente de \u00e1gua de chuva que se infiltra e da decomposi\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica da parte org\u00e2nica dos res\u00edduos s\u00f3lidos. \u00c9 altamente poluidor.\n<h2>Chuva \u00e1cida<\/h2>\n&nbsp;\n\nPrecipita\u00e7\u00e3o de \u00e1gua sob a forma de chuva, neve ou vapos, tornada \u00e1cida por res\u00edduos gasosos proveniente, principalmente, da queima de carv\u00e3o e derivados de petr\u00f3leo ou de gases de n\u00facleos industriais poluidores. As precipita\u00e7\u00f5es \u00e1cidas podem causar desequil\u00edbrio ambiental quando penetram nos lagos, rios e florestas e s\u00e3o capazes de destruir a vida aqu\u00e1tica.\n<h2>Ciclo vital<\/h2>\n&nbsp;\n\nCompreende o nascimento, o crescimento, a maturidade, a velhice e a morte dos organismos.\n<h2>Cl\u00edmax<\/h2>\n&nbsp;\n\nComplexo de forma\u00e7\u00f5es vegetais mais ou menos est\u00e1veis durante longo tempo, em condi\u00e7\u00f5es de evolu\u00e7\u00e3o natural. Diz-se que est\u00e1 em equil\u00edbrio quando as altera\u00e7\u00f5es que apresenta n\u00e3o implicam em rupturas importantes no esquema de distribui\u00e7\u00e3o de energia e materiais entre seus componentes vivos. Pode ser tamb\u00e9m a \u00faltima comunidade biol\u00f3gica em que termina a sucess\u00e3o ecol\u00f3gica, isto \u00e9, a comunidade est\u00e1vel, que n\u00e3o sofre mais mudan\u00e7as dericionais.\n<h2>Clorofila<\/h2>\n&nbsp;\n\nPigmento existente nos vegetais, de estrutura qu\u00edmica semelhante \u00e0 hemoglobina do sangue dos mam\u00edferos, sol\u00favel em solventes org\u00e2nicos.Capta a energia solar para realiza\u00e7\u00e3o da fotoss\u00edntese.\n<h2>Cobertura morta<\/h2>\n&nbsp;\n\nCamada natural de res\u00edduos de plantas espalhadas sobrea asuperf\u00edcie do solo, para reter a umidade, proteg\u00ea-lo da insola\u00e7\u00e3o e do impacto das chuvas.\n<h2>C\u00f3digo florestal<\/h2>\n&nbsp;\n\nC\u00f3digo institu\u00eddo pela Lei n\u00ba 4.771, de 15 de setembro de 1965 em cujo artigo 1\u00ba est\u00e1 previsto que as florestas existentes no territ\u00f3rio nacional e as demais formas de vegeta\u00e7\u00e3o, reconhecidas de utilidade \u00e0s terras que revestem, s\u00e3o bens de interesse comum a todos os habitantes do pa\u00eds.\n<h2>Compostagem<\/h2>\n&nbsp;\n\nT\u00e9cnica de elaborar mistura fermentada de restos de seres vivos, muita rica em h\u00famus e microorganismos, que serva para, uma vez aplicada ao solo, melhorar a sua fertilidade.\n<h2>Conserva\u00e7\u00e3o da natureza<\/h2>\n&nbsp;\n\nUso ecol\u00f3gico dos recursos naturais, com o fim de assegurar uma produ\u00e7\u00e3o cont\u00ednua dos recursos renov\u00e1veis e impedir o esbanjamento dos recursos n\u00e3o renov\u00e1veis, para manter o volume e a qualidade em n\u00edveis adequados, de modo a atender \u00e0s necessidades de toda a popula\u00e7\u00e3o e das gera\u00e7\u00f5es futuras.\n<h2>Conserva\u00e7\u00e3o do solo<\/h2>\n&nbsp;\n\nConjunto de m\u00e9todos de manejo do solo que, em fun\u00e7\u00e3o de sua capacidade de uso, estabelece a utiliza\u00e7\u00e3o adequado do solo, a recupera\u00e7\u00e3o de suas \u00e1reas degradadas e mesmo a sua preserva\u00e7\u00e3o.\n<h2>Dano ambiental<\/h2>\nqualquer altera\u00e7\u00e3o provocada por interven\u00e7\u00e3o antr\u00f3pica.\n<h2>DDT<\/h2>\n&nbsp;\n\nIniciais do nome qu\u00edmico &#8220;dicloro-difenil-tricloroetano&#8221;, inseticida org\u00e2nico de s\u00edntese, empregado em forma de p\u00f3, em fervura ou em aerossol, contra insetos. O DDT se bioacumula na cadeia alimentar, sendo considerado uma subst\u00e2ncia potencialmente cancer\u00edgena.\n<h2>Decompositores<\/h2>\n&nbsp;\n\nOrganismos que transformam a mat\u00e9ria org\u00e2nica morta em mat\u00e9ria inorg\u00e2nica simples, pass\u00edvel de ser reutilizada pelo mundo vivo. Compreendem a maioria dos fungos e das bact\u00e9rias. O mesmo que sapr\u00f3fitas.\n<h2>Desenvolvimento sustentado<\/h2>\n&nbsp;\n\nModelo de desenvolvimento que leva em considera\u00e7\u00e3o, al\u00e9m dos fatores econ\u00f4micos, aqueles de car\u00e1ter social e col\u00f3gico, assim como as disponibilidades dos recursos vivos e inanimados, as vantagens e os inconvenientes, a curo, m\u00e9dio e longo prazos, de outros tipos de a\u00e7\u00e3o. Tese defendida a partir do te\u00f3rico indiano Anil Agarwal, pela qual n\u00e3o pode haver desenvolvimento que n\u00e3o seja harm\u00f4nico com o meio ambiente. Assim, o desenvolvimento sustentado que no Brasil tem sido defendido mais intensamente, \u00e9 um tipo de desenvolvimento que satisfaz as necessidades econ\u00f4micas do presente sem comprometer a capacidade das gera\u00e7\u00f5es futuras.\n<h2>Desertifica\u00e7\u00e3o<\/h2>\n&nbsp;\n\nOp\u00f5e-se \u00e0 biologiza\u00e7\u00e3o, indicando redu\u00e7\u00e3o de processos vitais nos ambientes. Tem sido usado para especificar a expans\u00e3o de \u00e1reas des\u00e9rticas em pa\u00edses de clima qunete e seco. H\u00e1 fortes evid\u00eancias de que resultam, em muitos casos, das formas antibiologizantes desenvolvidas pelas atividades humans. Implica portanto, na redu\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas do planeta. Milhares de hectares de terras produtivas s\u00e3o transformadas em zonas irrecuper\u00e1veis anualmente nomundo. Para tanto, contribuem o desmatamento, o uso de tecnologias agropecu\u00e1rias inadequadas e as queimadas.\n<h2>Ecodesenvolvimento<\/h2>\n&nbsp;\n\nVis\u00e3o moderna do desenvolvimento consorciado com o manejo dos ecossistemas, procurando utilizar os conhecimentos j\u00e1 existentes na regi\u00e3o, no \u00e2mbito cultural, biol\u00f3gico, ambiental, social e pol\u00edtico, evitando-se assim a agress\u00e3o ao meio ambiente.\n<h2>Ecologia<\/h2>\n&nbsp;\n\nCi\u00eancia que estuda a rela\u00e7\u00e3o dos seres vivos entre si e com o ambiente f\u00edsico. Palavra originado do grego: oikos = casa, moradia + logos = estudo.\n<h2>Ecossistema<\/h2>\n&nbsp;\n\nConjunto integrado de fatores f\u00edsicos, qu\u00edmicos e bi\u00f3ticos, que caracterizam um determinado lugar, estendendo-se por um determinado espa\u00e7o de dimens\u00f5es vari\u00e1veis. Tamb\u00e9m pode ser uma unidade ecol\u00f3gica constitu\u00edda pela reuni\u00e3o do meio abi\u00f3tico (componentes n\u00e3o-vivos) com a comunidade, no qual ocorre interc\u00e2mbio de mat\u00e9ria e energia. O ecossistemas s\u00e3o as pequenas unidades funcionais da vida.\n<h2>Ec\u00f3tipo<\/h2>\n&nbsp;\n\nRa\u00e7as de uma mesma esp\u00e9cie que diferem unicamente em alguns caracteres morfol\u00f3gicos e que se encontram adaptadas \u00e0s condi\u00e7\u00f5es locais.\n<h2>Ec\u00f3tono<\/h2>\n&nbsp;\n\nRegi\u00e3o de transi\u00e7\u00e3o entre dois ecossistemas diferentes ou entre duas comunidades.\n<h2>Ec\u00f3topo<\/h2>\n&nbsp;\n\nDeterminado tipo de habitat dentro de uma \u00e1rea geogr\u00e1fica ampla.\n<h2>Ecoturismo<\/h2>\n&nbsp;\n\nTamb\u00e9m conhecido como turismo ecol\u00f3gico \u00e9 a atividade de lazer em que o homem busca, por necessidade e por direito, a revitaliza\u00e7\u00e3o da capacidade interativa e do prazer l\u00fadico nas rela\u00e7\u00f5es com a natureza. \u00c9 o segmento da atividade tur\u00edstica que desenvolve o turismo de lazer, esportivo e educacional em \u00e1reas naturais utilizando, de forma sustent\u00e1vel, o patrim\u00f4nio natural e cultural, incentivando sua conserva\u00e7\u00e3o, promovendo a forma\u00e7\u00e3o de uma consci\u00eancia ambientalista atrav\u00e9s da interpreta\u00e7\u00e3o do ambiente e garantindo o bem-estar das popula\u00e7\u00f5es envolvidas.\n<h2>Educa\u00e7\u00e3o ambiental<\/h2>\n&nbsp;\n\nConjunto de a\u00e7\u00f5es educativas voltadas para a compreens\u00e3o da din\u00e2mica dos ecossistemas, considerando efeitos da rela\u00e7\u00e3o do homem com o meio, a determina\u00e7\u00e3o social e a varia\u00e7\u00e3o\/evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica dessa rela\u00e7\u00e3o. Visa preparar o indiv\u00edduo para integrar-se criticamente ao meio, questionando a sociedade junto \u00e0 sua tecnologia, seus valores e at\u00e9 o seu cotidiano de consumo, de maneira a ampliar a sua vis\u00e3o de mundo numa perspectiva de integra\u00e7\u00e3o do homem com a natureza.\n<h2>Efeito cumulativo<\/h2>\n&nbsp;\n\nFen\u00f4meno que ocorre com inseticidas e compostos radioativos que se concentram nos organismos terminais da cadeia alimentar, como o homem.\n<h2>Efeito estufa<\/h2>\n&nbsp;\n\nFen\u00f4meno que ocorre quando gases, como o di\u00f3xido ce carbono entre outros, atuando como as paredes de vidro de uma estufa, aprisionam o calor na atmosfera da Terra, impedindo sua passagem de volta para a estratosfera. O efeito estufa funciona em escala planet\u00e1ria e o fen\u00f4meno pode ser observado, como exemplo, em um carro exposto ao sol e com as janelas fechadas. Os raios solares atravessam o vidro do carro provocando o aquecimento de seu interior, que acaba &#8220;guardado&#8221; dentro do ve\u00edculo, porque os vidros ret\u00e9m os raios infravermelhos. No caso espec\u00edfico da atmosfera terrestre, gases como o CFC, o metano e o g\u00e1s carb\u00f4nico funcionam como se fossem o vidro de um carro. A luz do sol passa por eles, aquece a superf\u00edcie do planeta, mas parte do calor que deveria ser devolvida \u00e0 atmosfera fica presa, acarretando o aumento t\u00e9rmico do ambiente. Acontecendo em todo o planeta, seria capaz de promover o degelo parcial das calotas polares, com a conseq\u00fcente eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel dos mares e a inunda\u00e7\u00e3o dos litorais.\n<h2>Ep\u00edfitas<\/h2>\n&nbsp;\n\nPlantas que crescem agarradas a outras plantas, tais como as orqu\u00eddeas, musgos, liquens, brom\u00e9lias, etc.\n<h2>Eros\u00e3o<\/h2>\n&nbsp;\n\nProcesso pelo qual a camada superficial do solo ou partes do solo s\u00e3o retiradas pelo impacto de gotas de chuva, ventos e ondas e s\u00e3o transportadas e depositadas em outro lugar. Inicia-se como eros\u00e3o laminar e pode at\u00e9 atingir o grau de vo\u00e7oroca.\n<h2>Esp\u00e9cie pioneira<\/h2>\nEsp\u00e9cie vegetal que inicia a ocupa\u00e7\u00e3o de \u00e1reas desabitadas de plantas em raz\u00e3o da a\u00e7\u00e3o do homem ou de for\u00e7as naturais.\n<h2>Esta\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica<\/h2>\n\u00e1reas representativas de ecossistemas destinadas \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de pesquisas b\u00e1sicas e aplicadas de ecologia, \u00e0 produ\u00e7\u00e3o do ambiente natural e ao desenvolvimento da educa\u00e7\u00e3o conservacionista. Nas \u00e1reas circundadas \u00e0s esta\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas, num raio de 10 quil\u00f4metros, qualquer atividade que possa afetar a biota ficar\u00e1 subordinada \u00e0s normas editadas pelo CONAMA. T\u00eam o objetivo de proteger amostras dos principais ecossistemas, equipando ests unidades com infra-estrutura que permita \u00e0s institui\u00e7\u00f5es de pesquisas fazer estudos comparativos ecol\u00f3gicos entre \u00e1reas protegidas e aquelas que sofreram altera\u00e7\u00e3o antr\u00f3pica.\n<h2>Estudo de impacto ambiental (EIA)<\/h2>\nsigla do termo Enviromment Impact Assessment, que significa Avalia\u00e7\u00e3o de Impactos Ambientais, tamb\u00e9m chamado de Estudos de Impactos Ambientais.\n<h2>Etologia<\/h2>\nci\u00eancia que estuda o comportamento dos seres vivos, visando estabelecer os efeitos e as causas, assim como os mecanismos respons\u00e1veis por diferentes formas de conduta.\n<h2>Eutrofiza\u00e7\u00e3o<\/h2>\nfen\u00f4meno pelo qual a \u00e1gua \u00e9 acrescida, principalmente, por compostos nitrogenados e fosforados. Ocorre pelo dep\u00f3sito de fertilizantes utilizados na agricultura ou de lixo e esgotos dom\u00e9sticos, al\u00e9m de res\u00edduos industriais como o vinhoto, oriundo da ind\u00fastria a\u00e7ucareira, na \u00e1gua. Isso promove o desenvolvimento de uma superpopula\u00e7\u00e3o de microorganismos decompositores, que consomem o oxig\u00eanio, acarretando a morte das esp\u00e9cies aer\u00f3bicas, por asfixia. A \u00e1gua passa a ter presen\u00e7a predominante de seres anaer\u00f3bicos que produzem o \u00e1cido suf\u00eddrico (H2 S), com odor parecido ao de ovos podres.\n<h2>Extrativismo<\/h2>\nato de extrair madeira ou outros produtos das florestas ou minerais.\n<h2>Fator ecol\u00f3gico<\/h2>\nrefere-se aos fatores que determinam as condi\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas no ecossistema.\n<h2>Fator limitante<\/h2>\naquele que estabelece os limites do desenvolvimento de uma popula\u00e7\u00e3o dentro do ecossistema, pela aus\u00eancia, redu\u00e7\u00e3o ou excesso desse fator ambiental.\n<h2>Fauna<\/h2>\nconjunto de animais que habitam determinada regi\u00e3o.\n<h2>Fitopl\u00e2ncton<\/h2>\nconjunto de plantas flutuantes, como algas, de um ecossistema aqu\u00e1tico.\n<h2>Flora<\/h2>\ntotalidade das esp\u00e9cies vegetais que compreende a vegeta\u00e7\u00e3o de uma determinada regi\u00e3o, sem qualquer express\u00e3o de import\u00e2ncia individual.\n<h2>Floresta Nacional, Estadual ou Municipal<\/h2>\n\u00e1rea extensa, geralmente bem florestada e que cont\u00e9m consider\u00e1veis superf\u00edcies de madeira comercializ\u00e1vel em combina\u00e7\u00e3o com o recurso \u00e1gua, condi\u00e7\u00f5es para sobreviv\u00eancia de animais silvestres e onde haja oportunidade para recrea\u00e7\u00e3o ao ar livre e educa\u00e7\u00e3o ambiental. Os objetivos de manejo s\u00e3o os de reproduzir, sob o conceito de uso m\u00faltiplo, um rendimento de madeira e \u00e1gua, proteger os valores de recrea\u00e7\u00e3o e est\u00e9ticos, proporcionar oportunidades para educa\u00e7\u00e3o ambiental e recrea\u00e7\u00e3o ao ar livre e, sempre que poss\u00edvel, o manejo da fauna. Partes desta categoria de unidades de conserva\u00e7\u00e3o podem ter sofrido altera\u00e7\u00f5es pelo homem, mas geralmente as florestas nacionais n\u00e3o possuem qualquer caracter\u00edstica \u00fanica ou excepcional, nem tampouco destinam-se somente para um fim.\n<h2>Fotoss\u00edntese<\/h2>\nprocesso bioqu\u00edmico que permite aos vegetais sintetizar subst\u00e2ncias org\u00e2nicas complexas e de alto conte\u00fado energ\u00e9tico, a partir de subst\u00e2ncias minerais simples e de baixo conte\u00fado energ\u00e9tico. Para isso, se utilizam de energia solar que captam nas mol\u00e9culas de clorofila. Neste processo, a planta consome g\u00e1s carb\u00f4nico (CO2) e \u00e1gua, liberando oxig\u00eanio (O2) para a atmosfera. \u00c9 o processo pelo qual as plantas utilizam a luz solar como fonte de energia para formar subst\u00e2ncias nutritivas.\n<h2>Habitat<\/h2>\nambiente que oferece um conjunto de condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis para o desenvolvimento, a sobreviv\u00eancia e a reprodu\u00e7\u00e3o de determinados organismos. Os ecossistemas, ou parte deles, nos quais vive um determinado organismo, s\u00e3o seu habitat. O habitat constitui a totalidade do ambiente do organismo. Cada esp\u00e9cie necessita de determinado tipo de habitat porque tem um determinado nicho ecol\u00f3gico.\n<h2>Hidrosfera<\/h2>\nparte da biosfera representada por toda massa de \u00e1gua (oceanos, lagos, rios, vapor d\u2019\u00e1gua, \u00e1gua de solo, etc.).\n<h2>Homeostase<\/h2>\ncapacidade de adapta\u00e7\u00e3o que um ser vivo apresenta no intuito de manter o seu organismo equilibrado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s varia\u00e7\u00f5es ambientais.\n<h2>Homeotermos<\/h2>\nou endotermos, s\u00e3o animais que mant\u00e9m constantemente sua temperatura corporal, independentemente da temperatura externa, despendendo uma grande quantidade de energia na realiza\u00e7\u00e3o do seu controle.\n<h2>H\u00famus<\/h2>\nfra\u00e7\u00e3o org\u00e2nica coloidal (de natureza gelatinosa), est\u00e1vel, existente no solo, que resulta da decomposi\u00e7\u00e3o de restos vegetais e animais.\n<h2>Ictiofauna<\/h2>\n\u00e9 a fauna de peixes de uma regi\u00e3o.\n<h2>Impacto ambiental<\/h2>\nqualquer altera\u00e7\u00e3o das propriedades f\u00edsico-qu\u00edmicas e biol\u00f3gicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de mat\u00e9ria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam a sa\u00fade, a seguran\u00e7a e o bem-estar da popula\u00e7\u00e3o, as atividades sociais e econ\u00f4micas, a biota, as condi\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas e sanit\u00e1rias do meio ambiente, enfim, a qualidade dos recursos ambientais.\n<h2>Impacto ecol\u00f3gico<\/h2>\nrefere-se ao efeito total que produz uma varia\u00e7\u00e3o ambiental, seja natural ou provocada pelo homem, sobre a ecologia de uma regi\u00e3o, como, por exemplo, a constru\u00e7\u00e3o de uma represa.\n<h2>Indicadores ecol\u00f3gicos<\/h2>\nreferem-se a certas esp\u00e9cies que, devido a suas exig\u00eancias ambientais bem definidas e \u00e0 sua presen\u00e7a em determinada \u00e1rea ou lugar, podem se tornar ind\u00edcio ou sinal de que existem as condi\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas para elas necess\u00e1rias.\n<h2>Inquilinismo<\/h2>\nassocia\u00e7\u00e3o interespec\u00edfica harm\u00f4nica em que os indiv\u00edduos de uma esp\u00e9cie alojam-se em outra, obtendo prote\u00e7\u00e3o e suporte.\n<h2>Lixivia\u00e7\u00e3o<\/h2>\narraste vertical, pela infiltra\u00e7\u00e3o da \u00e1gua, de part\u00edculas da superf\u00edcie do solo para camadas mais profundas.\n<h2>Lixo nuclear<\/h2>\nrejeito de rea\u00e7\u00f5es nucleares, que pode emitir radia\u00e7\u00f5es em doses nocivas por centenas de anos.\n<h2>Lixo t\u00f3xico<\/h2>\n\u00e9 composto por res\u00edduos venenosos, como solventes, tintas, baterias de carros, baterias de celular, pesticidas, pilhas, produtos para desentupir pias e vasos sanit\u00e1rios, dentre outros.\n<h2>Manancial<\/h2>\ntodo corpo d\u2019\u00e1gua utilizado para o abastecimento p\u00fablico de \u00e1gua para consumo.\n<h2>Manejo<\/h2>\naplica\u00e7\u00e3o de programas de utiliza\u00e7\u00e3o dos ecossistemas, naturais ou artificiais, baseada em teorias ecol\u00f3gicas s\u00f3lidas, de modo a manter, de melhor forma poss\u00edvel, nas comunidades, fontes \u00fateis de produtos biol\u00f3gicos para o homem, e tamb\u00e9m como fonte de conhecimento cient\u00edfico e delazer.\n<h2>Meio ambiente<\/h2>\nTudo o que cerca o ser vivo, que o influencia e que \u00e9 indispens\u00e1vel \u00e0 sua sustenta\u00e7\u00e3o. Estas condi\u00e7\u00f5es incluem solo, clima, recursos h\u00eddricos, ar, nutrientes e os outros organismos. O meio ambiente n\u00e3o \u00e9 constituido apenas do meio f\u00edsico e biol\u00f3gico, mas tamb\u00e9m do meio s\u00f3cio-cultural e sua rela\u00e7\u00e3o com os modelos de desenvolvimento adotados pelo homem.\n<h2>Metais pesados<\/h2>\nmetais como o cobre, zinco, c\u00e1dmio, n\u00edquel e chumbo, os quais s\u00e3o comumente utilizados na ind\u00fastria e podem, se presentes em elevadas concentra\u00e7\u00f5es, retardar ou inibir o processo biol\u00f3gico aer\u00f3bico ou anaer\u00f3bico e serem t\u00f3xicos aos organismos vivos.\n<h2>Microclima<\/h2>\nconjunto das condi\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas de um lugar limitado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s do clima geral.\n<h2>Migra\u00e7\u00e3o<\/h2>\ndeslocamento de indiv\u00edduos ou grupo de indiv\u00edduos de uma regi\u00e3o para outra. Pode ser regular ou peri\u00f3dica, podendo ainda coincidir com mudan\u00e7as de esta\u00e7\u00e3o.\n<h2>Mimetismo<\/h2>\npropriedade de alguns seres vivos de imitar o meio ambiente em que vivem, de modo a passarem despercebidos.\n<h2>Monitoramento ambiental<\/h2>\nmedi\u00e7\u00e3o repetitiva, descrita ou cont\u00ednua, ou observa\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica da qualidade ambiental.\n<h2>Muta\u00e7\u00f5es<\/h2>\nvaria\u00e7\u00f5es descont\u00ednuas que modificam o patrim\u00f4nio gen\u00e9tico e se exteriorizam atrav\u00e9s de altera\u00e7\u00f5es permanentes e heredit\u00e1rias. Se constituem em fatores de relevante import\u00e2ncia no sentido da adapta\u00e7\u00e3o do ser vivo ao meio ambiente.\n<h2>Mutualismo<\/h2>\nassocia\u00e7\u00e3o interespec\u00edfica harm\u00f4nica em que duas esp\u00e9cies envolvidas ajudam-se mutuamente.\n<h2>Nicho ecol\u00f3gico<\/h2>\nespa\u00e7o ocupado por um organismo no ecossistema, incluindo tamb\u00e9m o seu papel na comunidade e a sua posi\u00e7\u00e3o em gradientes ambientais de temperatura, umidade, pH, solo e outras condi\u00e7\u00f5es de exist\u00eancia.\n<h2>N\u00edvel tr\u00f3fico<\/h2>\nou n\u00edvel alimentar, \u00e9 a posi\u00e7\u00e3o ocupada por um organismo na cadeia alimentar. Os produtores ocupam o primeiro n\u00edvel, os consumidores prim\u00e1rios o segundo n\u00edvel, os secund\u00e1rios o terceiro n\u00edvel e assim por diante. Os decompositores podem atuar em qualquer n\u00edvel tr\u00f3fico.\n<h2>ONGs<\/h2>\nsigla de organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais. S\u00e3o movimentos da sociedade civil, independentes, que atuam nas \u00e1reas de ecologia, social, cultural, dentre outras.\n<h2>On\u00edvoro<\/h2>\nos consumidores de um ecossistema podem participar de v\u00e1rias cadeias alimentares e em diferentes n\u00edveis tr\u00f3ficos, caso em que s\u00e3o denominados on\u00edvoros. O homem, por exemplo, ao comer arroz, \u00e9 consumidor prim\u00e1rio; ao comer carne \u00e9 secund\u00e1rio; ao comer ca\u00e7\u00e3o, que \u00e9 um peixe carn\u00edvoro, \u00e9 um consumidor terci\u00e1rio.\n<h2>Parques Nacionais, Estaduais ou Municipais<\/h2>\ns\u00e3o \u00e1reas relativamente extensas, que representam um ou mais ecossistemas, pouco ou n\u00e3o alterados pela ocupa\u00e7\u00e3o humana, onde as esp\u00e9cies animais, vegetais, os s\u00edtios geomorfol\u00f3gicos e os habitats ofere\u00e7am interesses especiais do ponto de vista cient\u00edfico, educativo, recreativo e conservacionista. S\u00e3o superf\u00edcies consider\u00e1veis que cont\u00e9m caracter\u00edsticas naturais \u00fanicas ou espetaculares, de import\u00e2ncia nacional, estadual ou municipal.\n<h2>Patrim\u00f4nio ambiental<\/h2>\nconjunto de bens naturais da humanidade.\n<h2>Piracema<\/h2>\nmovimento migrat\u00f3rio de peixes no sentido das nascentes dos rios, com o fim de reprodu\u00e7\u00e3o. Ocorre em \u00e9pocas deas grandes chuvas, no per\u00edodo da desova.\n<h2>Pir\u00e2mide de biomassa<\/h2>\nengloba toda a biomassa de cada n\u00edvel tr\u00f3fico. De modo geral, \u00e0 medida que se sobe na pir\u00e2mide, a biomassa de cada n\u00edvel diminui (quantidade de mat\u00e9ria org\u00e2nica), ao passo que a biomassa individual aumenta.\n<h2>Pir\u00e2mide de energia<\/h2>\nmostra o fluxo unidirecional de energia e explica a estrutura das pir\u00e2mides de n\u00fameros e de biomassa. A quantidade de energia dispon\u00edvel em cada n\u00edvel \u00e9 progressivamente menor, pois apenas uma fra\u00e7\u00e3o da energia passa de um n\u00edvel para outro.\n<h2>Pir\u00e2mide alimentar<\/h2>\nrepresenta\u00e7\u00f5es gr\u00e1ficas dos dados fornecidos pelas cadeias alimentares e que podem ser divididas em tr\u00eas tipos: de n\u00fameros, de biomassa e de energia.\n<h2>Plano de manejo<\/h2>\nplano de uso racional do meio ambiente, visando \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o do ecossistema em associa\u00e7\u00e3o com sua utiliza\u00e7\u00e3o para outros fins (sociais, econ\u00f4micos, etc.).\n<h2>Polui\u00e7\u00e3o<\/h2>\nefeito que um poluente produz no ecossistema. Qualquer altera\u00e7\u00e3o domeio ambiente prejudicial aos seres vivos, particularmente ao homem. Ocorre quando os res\u00edduos produzidos pelos seres vivos aumentam e n\u00e3o podem ser reaproveitados.\n<h2>Predatismo<\/h2>\nrela\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica que se estabelece entre uma esp\u00e9cie denominada predadora e outra denominada presa. Os predadores caracterizam-se pela capacidade de capturar e destruir fisicamente as presas para alimentar-se.\n<h2>Preserva\u00e7\u00e3o ambiental<\/h2>\na\u00e7\u00f5es que garantem a manuten\u00e7\u00e3o das caracter\u00edsticas pr\u00f3prias de um ambiente e as intera\u00e7\u00f5es entre os seus componentes.\n<h2>Radioatividade<\/h2>\ncaracter\u00edsticas de alguns \u00e1tomos inst\u00e1veis como o ur\u00e2nio e o c\u00e9sio, de se trasnformarem em outros elementos atrav\u00e9s da expuls\u00e3o de part\u00edculas ou raio do n\u00facleo, com libera\u00e7\u00e3o de energia. A radia\u00e7\u00e3o pode causar muta\u00e7\u00f5es e outros danos, como c\u00e2ncer e morte aos organismos que a ela ficam expostos. Entretanto, a radioatividade pode ser vben\u00e9fica em algumas situa\u00e7\u00f5es em que \u00e9 controlada, como muta\u00e7\u00f5es para melhoramento gen\u00e9tico de algumas plantas, na esteriliza\u00e7\u00e3o de material, na esteriliza\u00e7\u00e3o de insetos e na medicina, para eliminar algumas formas de tumores cancer\u00edgenos.\n<h2>Reflorestamento<\/h2>\nprocesso que consiste no replantio de \u00e1rvores em \u00e1reas que anteriormente eram ocupadas por florestas.\n<h2>Reserva biol\u00f3gica<\/h2>\nunidade de conserva\u00e7\u00e3o visando a prote\u00e7\u00e3o dos recursos naturais para fins cient\u00edficos e educacionais. Possui ecossistemas ou esp\u00e9cies da flora e fauna de import\u00e2ncia cient\u00edfica. Em geral n\u00e3o comportam acesso a ao p\u00fablico, n\u00e3o possuindo normalmente belezas c\u00eanicas significativas ou valores recreativos. Seu tamanho \u00e9 determinado pela \u00e1rea requerida para os objetivos cient\u00edficos a que se prop\u00f5e, garantindo sua prote\u00e7\u00e3o.\n<h2>Reserva Biol\u00f3gica do Po\u00e7o das Antas<\/h2>\nA principal raz\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o da Reserva Biol\u00f3gica do Po\u00e7o das Antas, situada no Estado do Rio de Janeiro, fundamenta-se na necessidade de preservar os \u00faltimos remanescentes florestais, habitats do mico-le\u00e3o-dourado (Leonthopitecus rosalia), uma vez que s\u00e3o restritos \u00e0 Floresta Atl\u00e2ntica e suas popula\u00e7\u00f5es foram drasticamente reduzidas pela ca\u00e7a, devido ao seu valor comercial. Atualmente, verifica-se o \u00eaxito deste trabalho, devido a reprodu\u00e7\u00e3o em cativeiro e o percentual de sobreviv\u00eancia nas reintrodu\u00e7\u00f5es realizadas nesta Reserva. Nos trechos florestais preservados s\u00e3o encontradas esp\u00e9cies como o jequitib\u00e1-branco, o pau-brasil, o vinh\u00e1tico, o jacati\u00e1, as figueiras-bravas, o mulungu e os ip\u00eas. Tamb\u00e9m est\u00e3o presentes os campos, resultados de pastos e lavouras abandonadas, brejos bem preservados e a vegeta\u00e7\u00e3o aqu\u00e1tica nos remansos. Diante da variedade de ambientes preservados, a fauna tamb\u00e9m encontra abrigo nesta \u00e1rea, inclusive esp\u00e9cies amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o, como a lontra, a ariranha, a pregui\u00e7a-de-coleira e o jacar\u00e9-de-papo-amarelo.\n\nReserva ecol\u00f3gica\n\nunidade de conserva\u00e7\u00e3o que tem por finalidade a preserva\u00e7\u00e3o de ecossistemas naturais de import\u00e2ncia fundamental para o equil\u00edbrio ecol\u00f3gico.\n<h2>Reserva extrativista<\/h2>\nesse tipo de unidade de conserva\u00e7\u00e3o surgiu a partir da proposta do seringalista e l\u00edder sindical Chico Mendes, assassinado em dezembro de 1989. As reservas extrativistas s\u00e3o espa\u00e7os destinados \u00e0 explora\u00e7\u00e3o auto-sustent\u00e1vel e conserva\u00e7\u00e3o dos recursos naturais renov\u00e1veis por uma popula\u00e7\u00e3o com tradi\u00e7\u00e3o extrativista, como os seringueiros por exemplo, baseada na experi\u00eancia do extrativismo do l\u00e1tex na regi\u00e3o de Xapuri, Acre.. O projeto de assentamento extrativista se materializa pela concess\u00e3o de uso de \u00e1reas com potencial a popula\u00e7\u00f5es que se ocupam ou venham a se ocupar do extrativismo de forma economicamente vi\u00e1vel e ecologicamente sustent\u00e1vel.\n<h2>Reserva ind\u00edgena<\/h2>\n\u00e1rea caracterizada por possuir sociedades ind\u00edgenas. Geralmente, as reservas ind\u00edgenas s\u00e3o isoladas e remotas e podem manter sua inacessibilidade por um longo per\u00edodo de tempo. Os objetivos de manejo s\u00e3o proporcionar o modo de vida de sociedades que vivem em harmonia e em depend\u00eancia do meio ambiente, evitando um dist\u00farbio pela moderna tecnologia e, em segundo plano, realizar pesquisas sobre a evolu\u00e7\u00e3o do homem e sua intera\u00e7\u00e3o com a terra.\n<h2>Reserva da biosfera<\/h2>\no programa do Homem e Biosfera, das Na\u00e7\u00f5es Unidas, iniciou um projeto de estabelecimento de reservas da biosfera em 1970. Estas reservas devem incluir: amostras de biomas naturais; comunidades \u00fanicas ou \u00e1reas naturais de excepcional interesse; exemplos de uso harmonioso da terra; exemplos de ecossistemas modificados ou degradados, onde seja poss\u00edvel uma restaura\u00e7\u00e3o a condi\u00e7\u00f5es mais naturais. Uma reserva da biosfera pode incluir unidades de conserva\u00e7\u00e3o como parques nacionais ou reservas biol\u00f3gicas.\n<h2>Reserva do patrim\u00f4nio mundial<\/h2>\na Conserva\u00e7\u00e3o Internacional para a Prote\u00e7\u00e3o do Patrim\u00f4nio Cultural (Unesco-1972) prev\u00ea a designa\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de valor universal como reserva do patrim\u00f4nio mundial. Essas reservas devem preencher um ou mais dos seguintes crit\u00e9rios: conter exemplossignificativos dos principais est\u00e1gios da evolu\u00e7\u00e3o da Terra; conter exemplos significativos deprocessos geol\u00f3gicos, evolu\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica e intera\u00e7\u00e3o humana com o ambiente natural; conter \u00fanicos, raros ou superlativos fen\u00f4menos naturais, forma\u00e7\u00f5es de excepicional beleza; conter habitats onde popula\u00e7\u00f5es de esp\u00e9cies raras ou amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o possam ainda sobreviver.\n<h2>Reserva Particular do Patrim\u00f4nio Natural (RPPN)<\/h2>\n\u00e1rea de dom\u00ednio privado onde, em car\u00e1ter de perpetuidade, s\u00e3o identificadas condi\u00e7\u00f5es naturais primitivas, semiprimitivas, recupredas ou cujo valor justifique a\u00e7\u00f5es de recupera\u00e7\u00e3o destinadas \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o, parcial ou integral, da paisagem, do ciclo biol\u00f3gico de esp\u00e9cies da fauna e da flora nativas ou migrat\u00f3rias e dos recursos naturais f\u00edsicos, devidamente registrada. \u00c1reas consideradas de not\u00e1vel valor paisag\u00edstico, c\u00eanico e ecol\u00f3gico quemerecem ser preservadas econservadas \u00e0s gera\u00e7\u00f5es futuras, abrigadas da gan\u00e2ncia e da sanha predadora incontrol\u00e1vel dos destruidores domeio ambiente. Esta categoria de unidade de conserva\u00e7\u00e3o foi criada pelo Decreto n\u00ba. 98.914, de 31 de janeiro de 1990. Compete, contudo, ao IBAMA, reconhecer e registrar a reserva particular do patrim\u00f4nio natural, ap\u00f3s an\u00e1lise do requerimento e dos documentos apresentados pelo interessado. O propriet\u00e1rio titular gozar\u00e1 de benef\u00edcios, tais como isen\u00e7\u00e3o do Imposto Territorial Rural sobre a \u00e1rea preservada, al\u00e9m do apoio e orienta\u00e7\u00e3o do IBAMA e de outras entidades cgovernamentais ou privadas para o exerc\u00edcio da fiscaliza\u00e7\u00e3o e monitoramento das atividades desenvolvidas na reserva.\n<h2>Res\u00edduos<\/h2>\nmateriais ou restos de materiais cujo propriet\u00e1rio ou produtor n\u00e3o mais considera com valor suficiente para conserv\u00e1-los. Alguns tipos de res\u00edduos s\u00e3o considerados altamente perigosos e requerem cuidados especiais quanto \u00e0 coleta, transporte e destina\u00e7\u00e3o final, pois apresentam substancial periculosidade, ou potencial, \u00e0 sa\u00fade humana e aos organismos vivos.\n<h2>RIMA<\/h2>\nsigla do Relat\u00f3rio de Impacto do Meio Ambiente. \u00c9 feito com base nas informa\u00e7\u00f5es do AIA (EIA) e \u00e9 obrigat\u00f3rio para o licenciamento de atividades modificadoras do meio ambiente, tais como constru\u00e7\u00e3o de estradas, metr\u00f4s, ferrovias, aeroportos, portos, assentamentos urbanos, minera\u00e7\u00e3o, constru\u00e7\u00e3o de usinas de gera\u00e7\u00e3o de eletricidade e suas linhas de transmiss\u00e3o, aterros sanit\u00e1rios, complexos industriais e agr\u00edcolas, explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica de madeira, etc.\n<h2>Sele\u00e7\u00e3o natural<\/h2>\nprocesso de elimina\u00e7\u00e3o natural dos indiv\u00edduos menos adaptados ao ambiente, os quais, por terem menos probabilidade de \u00eaxito dos que os melhor adaptados, deixam uma descend\u00eancia mais reduzida.\n<h2>Seres consumidores<\/h2>\nseres como os animais, que precisam do alimento armazenado nos seres produtores.\n<h2>Seres decompositores<\/h2>\nseres consumidores que se alimentam de detritos dos organismos mortos.\n<h2>Seres produtores<\/h2>\nseres que, como as plantas, possuem a capacidade de fabricar alimento usando a energia da luz solar.\n<h2>Silicose<\/h2>\ndoen\u00e7a pulmonar que resulta da inala\u00e7\u00e3o de s\u00edlica ou de silicatos existentes no ar polu\u00eddo.\n<h2>Simbiose<\/h2>\nassocia\u00e7\u00e3o interespec\u00edfica harm\u00f4nica, com benef\u00edcios m\u00fatuos e interdepend\u00eancia metab\u00f3lica.\n<h2>S\u00edndrome da China<\/h2>\nnome que designa um acidente nuclear imagin\u00e1rio, com o derretimento incontrolado de um reator at\u00f4mico. Segundo a fic\u00e7\u00e3o, a quantidade de calor era t\u00e3o grande que causaria o derretimento do solo desde os Estados Unidos at\u00e9 a China.\n<h2>Sobrepesca<\/h2>\nocorre quando os exemplares de uma popula\u00e7\u00e3o s\u00e3o capturados em n\u00famero maior do que o que vai nascer para ocupar o seu lugar. Ocorre tamb\u00e9m quando os estoques das principais esp\u00e9cies encontram-se sob explora\u00e7\u00e3o por um n\u00famero de embarca\u00e7\u00f5es que ultrapassa o esfor\u00e7o m\u00e1ximo tecnicamente recomendado para uma pesca sustent\u00e1vel.\n<h2>Sucess\u00e3o ecol\u00f3gica<\/h2>\nsequ\u00eancia de comunidades que se substituem, de forma gradativa, num determinado ambiente, at\u00e9 o surgimento de uma comunidade final, est\u00e1vel denominada comunidade-cl\u00edmax.\n<h2>Teratog\u00eanico<\/h2>\nproduto qu\u00edmico que, ingerido por um indiv\u00edduo do sexo feminino, pode causar deforma\u00e7\u00f5es no filho que ele gerar. Como exemplos temos a talidomida, merc\u00fario, etc.\n<h2>Toler\u00e2ncia<\/h2>\ncapacidade de suportar varia\u00e7\u00f5es ambientais em maior ou menor grau. Para identificar os n\u00edveis de toler\u00e2ncia de um organismo s\u00e3o utilizados os prefixos euri, que significa amplo, ou esteno, que significa limitado. Assim, um animal que suporta uma ampla varia\u00e7\u00e3o de temperatura ambiental \u00e9 denominado euritermo, enquanto um organismo que possui pequena capacidade de toler\u00e2ncia a este mesmo fator \u00e9 chamado estenotermo.\n<h2>Unidades de conserva\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\u00e1reas criadas com o objetivo de harmonizar, proteger recursos naturais e melhorar a qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o.\n<h2>Vo\u00e7oroca<\/h2>\n\u00faltimo est\u00e1gio da eros\u00e3o. Termo regional de origem tupi-guarani, para denominar sulco grande, especialmente os de grandes dimens\u00f5es e r\u00e1pida evolu\u00e7\u00e3o. Seu mecanismo \u00e9 complexo e inclui normalmente a \u00e1gua subterr\u00e2nea como agente erosivo, al\u00e9m da a\u00e7\u00e3o das \u00e1guas de escoamento superficial.\n<h2>Zoneamento agroecol\u00f3gico<\/h2>\n\u00e9 o ordenamento, sob forma de mapas, informa\u00e7\u00f5es relativas ao tipo de vegeta\u00e7\u00e3o, geologia, solo, clima, recursos h\u00eddricos, clim\u00e1ticos e \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o, de uma determinada regi\u00e3o.\n<h2>Zoopl\u00e2ncton<\/h2>\nconjunto de animais, geralmente microsc\u00f3picos, que flutuam nos ecossistemas aqu\u00e1ticos e que, embora tenham movimentos pr\u00f3prios, n\u00e3o s\u00e3o capazes de vencer as correntezas.\n\nFonte: www.felipex.com.br\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gl\u00f3ss\u00e1rio do Meio Ambiente, Abi\u00f3tico, Aer\u00f3bico, Antr\u00f3pico, Arrasto, Assoreamento, Aut\u00f3trofos, Avifauna, Bentos, Bhopal, Biocenose, Gl\u00f3ss\u00e1rio do Meio Ambiente<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[53],"tags":[],"class_list":["post-7378","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-meio-ambiente-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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