{"id":4896,"date":"2015-12-01T00:00:00","date_gmt":"2015-12-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/antiguidade-ocidental\/"},"modified":"2026-08-31T17:53:23","modified_gmt":"2026-08-31T17:53:23","slug":"antiguidade-ocidental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/arte-2\/antiguidade-ocidental\/","title":{"rendered":"Antiguidade Ocidental"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"ads-cima\"><\/p>\n&nbsp;\n<h4>Gr\u00e9cia<\/h4>\nNa pen\u00ednsula Grega disseminam-se, por volta de 3.000 a.C., povoados fortificados de tribos de cultura agr\u00e1ria. Entre 1.600 e 1.200 a.C. intensificam-se as migra\u00e7\u00f5es de povos pastores para a pen\u00ednsula, como os aqueus, os j\u00f4nios e os d\u00f3rios, que falam grego, conhecem os metais e utilizam carros de guerra.\n<h4>Per\u00edodo hom\u00e9rico<\/h4>\nTem in\u00edcio com o predom\u00ednio dos aqueus e j\u00f4nios, por volta de 1.600 a.C. Per\u00edodo pouco conhecido que pode ser reconstitu\u00eddo pelos poemas Il\u00edada e Odiss\u00e9ia, atribu\u00eddos ao poeta grego Homero. Edificam fortalezas monumentais (Micenas, Tirinto, Pilos, Gia e Atenas), desenvolvem o com\u00e9rcio com Tr\u00f3ia, Sic\u00edlia e pen\u00ednsula It\u00e1lica, fundam col\u00f4nias (Mileto, Rodes, L\u00edcia, Panf\u00edlia, Cil\u00edcia, Chipre) e assimilam a cultura da ilha de Creta.\n\nOs guerreiros constituem a classe dominante, enquanto os agricultores e pastores s\u00e3o considerados servos e escravos.\n<h4>Forma\u00e7\u00e3o da p\u00f3lis grega<\/h4>\nResulta, entre outros fatores, de migra\u00e7\u00f5es dos d\u00f3rios, be\u00f3cios e tess\u00e1lios (1.200 a.C. em diante). Os n\u00facleos urbanos constru\u00eddos em torno das fortalezas mic\u00eanicas se transformam em comunidades pol\u00edtico-religiosas aut\u00f4nomas.\n\n\u00c1tica, Argos, Atenas, Esparta, Tebas, Mileto e Corinto estabelecem rela\u00e7\u00f5es comerciais entre si e atrav\u00e9s de todo o Mediterr\u00e2neo. Em torno de 1.000 a.C. o interc\u00e2mbio comercial transforma-se num processo de coloniza\u00e7\u00e3o e escraviza\u00e7\u00e3o de outros povos.\n<h4>Guerra de Tr\u00f3ia<\/h4>\nProvocada pela disputa entre gregos e troianos pelas terras do litoral do mar Negro, ricas em min\u00e9rios e trigo. Segundo a lenda, o estopim da guerra \u00e9 o rapto de Helena, mulher de Menelau, rei de Amicl\u00e9ia (futura Esparta), por P\u00e1ris, pr\u00edncipe troiano.\n\nPara resgatar Helena, os gregos entram na fortaleza troiana escondidos dentro de um gigantesco cavalo de pau enviado como presente a P\u00e1ris.\n<h4>Expans\u00e3o grega<\/h4>\nAcentua-se a partir de 750 a.C., resultado do crescimento da popula\u00e7\u00e3o, da expans\u00e3o do com\u00e9rcio, das disputas internas e das guerras entre as p\u00f3leis. J\u00f4nios, aqueus, e\u00f3lios e d\u00f3rios fundam col\u00f4nias no Egito, Palestina, Fr\u00edgia, L\u00eddia, na costa do mar Negro, sul da pen\u00ednsula It\u00e1lica, Sic\u00edlia e sul da G\u00e1lia.\n\nOs gregos enfrentam os ass\u00edrios e os medo-persas, na \u00c1sia Menor, e os fen\u00edcios, particularmente de Cartago, no Mediterr\u00e2neo ocidental e no norte da \u00c1frica. O ass\u00e9dio dos medo-persas resulta nas guerras m\u00e9dicas, entre 492 e 479 a.C.\n<h4>Guerras m\u00e9dicas<\/h4>\nT\u00eam origem no dom\u00ednio persa sobre as cidades j\u00f4nias da \u00c1sia Menor, a partir de 546 a.C. Em 500 a.C. as cidades j\u00f4nias se rebelam, sendo derrotadas em 494 a.C. A partir de 492 a.C. os medo-persas ocupam a Tr\u00e1cia e a Maced\u00f4nia e desencadeiam a Segunda Guerra M\u00e9dica.\n\nEm 480 a.C. o ex\u00e9rcito persa comandado por Xerxes avan\u00e7a sobre a Tess\u00e1lia, Eub\u00e9ia, Be\u00f3cia e \u00c1tica, ao mesmo tempo que os cartagineses atacam os gregos na Sic\u00edlia. Tem in\u00edcio a Segunda Guerra M\u00e9dica, que se estende at\u00e9 479 a.C.\n\nOs medo-persas ocupam a Be\u00f3cia e a \u00c1tica e saqueiam Atenas. Mas os gregos vencem as batalhas de Salamina, Plat\u00e9ia e Micala, o que leva os persas a desistirem da conquista da Gr\u00e9cia, entrando logo depois em decad\u00eancia.\n<h4>P\u00e9ricles (495 a.C.-429 a.C.)<\/h4>\nFilho de uma fam\u00edlia de elite, educado por fil\u00f3sofos, \u00e9 o maior dirigente da democracia ateniense. Torna-se arconte (chefe pol\u00edtico) em 432 a.C., com uma plataforma de reformas democr\u00e1ticas. Reelege-se, anualmente, durante mais de 30 anos.\n\nC\u00e9lebre orador e estrategista, torna-se o principal art\u00edfice da expans\u00e3o imperial de Atenas como pot\u00eancia comercial da Gr\u00e9cia. Instala novas col\u00f4nias e amplia a hegemonia ateniense sobre 400 cidades-Estado, atrav\u00e9s da Liga de Delos, contra os persas.\n\nRealiza grandes constru\u00e7\u00f5es em Atenas, como o Partenon, e estimula as artes e a cultura. Morre em 429 a.C., durante a Guerra do Peloponeso, de uma peste que elimina um ter\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o da \u00c1tica.\n<h4>Guerra do Peloponeso<\/h4>\nCome\u00e7a em 431 a.C. Decorre do antagonismo entre os interesses econ\u00f4micos e pol\u00edticos de Corinto (aliada de Esparta) e Atenas. Atenas ataca e domina Potid\u00e9ia, mas seu ex\u00e9rcito \u00e9 derrotado em Espartalos. A guerra continua at\u00e9 a Paz de N\u00edcias, em 421 a.C. Em 415 a.C.\n\nEsparta e Atenas voltam a se enfrentar pelos mesmos motivos. Finalmente, em 405 e 404 a.C., os espartanos vencem os atenienses em Egosp\u00f3tamos e invadem Atenas, que \u00e9 obrigada a destruir sua muralha de defesa, dissolver a Liga de Delos, entregar a esquadra, fornecer tropas e reconhecer a hegemonia de Esparta. A aristocracia substitui a democracia pela oligarquia.\n<h4>Per\u00edodo helen\u00edstico<\/h4>\nEstende-se de 338 a 30 a.C., per\u00edodo que corresponde \u00e0 expans\u00e3o e o posterior decl\u00ednio do imp\u00e9rio de Alexandre, o Grande, da Maced\u00f4nia. As conquistas de Alexandre e a funda\u00e7\u00e3o dos reinos di\u00e1docos difundem a cultura grega no oriente.\n\nA biblioteca de Alexandria, com 100 mil rolos de papiros, transforma-se no centro de irradia\u00e7\u00e3o cultural do helenismo, incentivando um novo florescimento da geografia, matem\u00e1tica, astronomia, medicina, filosofia, filologia e artes. Em 220 a.C. come\u00e7a uma crise econ\u00f4mica e pol\u00edtica, a ascens\u00e3o de novas pot\u00eancias e a rea\u00e7\u00e3o dos povos gregos contra o helenismo, contribuindo para o seu decl\u00ednio.\n\nA tomada de Alexandria pelas legi\u00f5es romanas, em 30 a.C., encerra o per\u00edodo.\n<h4>Imp\u00e9rio Maced\u00f4nico<\/h4>\nS\u00e9culos seguidos de guerras internas e externas debilitam o poderio grego e abrem espa\u00e7o para a ascens\u00e3o da Maced\u00f4nia, regi\u00e3o no norte da Gr\u00e9cia anteriormente ocupada por tribos tr\u00e1cias que foram assimiladas pelas migra\u00e7\u00f5es e cultura gregas.\n\nA expans\u00e3o maced\u00f4nica come\u00e7a em 359 a.C., com o in\u00edcio das campanhas de Felipe II. As rela\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e culturais entre o Mediterr\u00e2neo e o oriente se intensificam com o estabelecimento do Imp\u00e9rio Maced\u00f4nico. Felipe \u00e9 sucedido por seu filho Alexandre, o Grande, que expande o imp\u00e9rio, funda mais de 70 cidades, entre as quais Alexandria, no Egito.\n\nEssas cidades funcionam como mercados de interc\u00e2mbio com a China, Ar\u00e1bia, \u00cdndia e o interior da \u00c1frica e facilitam a difus\u00e3o cultural grega.\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Antiguidade Ocidental\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/aantigu1.jpg\" alt=\"Antiguidade Ocidental\" \/><\/p>\n\n<h4>Alexandre, o Grande (356 a.C.-323 a.C.)<\/h4>\nFilho de Felipe II, assume o reino da Maced\u00f4nia aos 20 anos, ap\u00f3s o assassinato do pai. Aluno de Arist\u00f3teles, passa a apreciar a filosofia e as ci\u00eancias. Estabelece completo dom\u00ednio sobre a Gr\u00e9cia, Palestina e Egito, avan\u00e7a atrav\u00e9s da P\u00e9rsia e da Mesopot\u00e2mia e chega \u00e0 \u00cdndia.\n\nEm 13 anos, Alexandre, tamb\u00e9m conhecido como Magno, cria o maior imp\u00e9rio territorial at\u00e9 ent\u00e3o conhecido. No delta do rio Nilo funda Alexandria, que logo se projeta como p\u00f3lo cultural e comercial. Morre de febre aos 33 anos, na Babil\u00f4nia.\n<h4>Divis\u00e3o do imp\u00e9rio<\/h4>\nO imp\u00e9rio Maced\u00f4nico se organiza em nove reinos ou di\u00e1docos, considerados propriedade privada. A base do poder desses reinos \u00e9 o ex\u00e9rcito mercen\u00e1rio e a coleta de impostos. A morte de Alexandre, em 323 a.C., abre um processo de disputas em que se envolvem os di\u00e1docos, os povos submetidos e as pot\u00eancias emergentes, principalmente Roma.\n\nAs guerras entre os di\u00e1docos pelo dom\u00ednio do imp\u00e9rio se estendem at\u00e9 280 a.C. Resultam na forma\u00e7\u00e3o de tr\u00eas grandes reinos com dinastias independentes: Maced\u00f4nia, \u00c1sia Menor e Egito.\n<h4>Economia e sociedade gregas<\/h4>\nA introdu\u00e7\u00e3o da metalurgia do bronze e do ferro, o desenvolvimento do artesanato e a intensifica\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio aumentam a produtividade entre os s\u00e9culos VI e IV a.C. Esses fatores, associados \u00e0s migra\u00e7\u00f5es e \u00e0s guerras, modificam as antigas rela\u00e7\u00f5es sociais, baseadas em cl\u00e3s. Os habitantes passam a agrupar-se principalmente nas p\u00f3leis.\n\nO trabalho na agricultura e nas demais atividades manuais fica a cargo de escravos (em geral presas de guerra) e parceiros semilivres. As terras comunais ou gent\u00edlicas passam \u00e0 propriedade de uma classe de propriet\u00e1rios territoriais, a nobreza. O desenvolvimento do com\u00e9rcio faz surgir uma classe de comerciantes e artes\u00e3os ricos.\n<h4>Esparta<\/h4>\n\u00c9 fundada em 900 a.C., n\u00e3o como p\u00f3lis, mas como a fus\u00e3o de quatro povoamentos rurais d\u00f3rios no vale do rio Eurotas. A partir de 740 a.C., Esparta conquista Mess\u00eania e se expande para o norte da pen\u00ednsula. Em 706 a.C. funda a col\u00f4nia de Tarento, na pen\u00ednsula It\u00e1lica, e come\u00e7a a disputa com Argos pelo predom\u00ednio do Peloponeso.\n\nEm 660 a.C. os mess\u00eanios rebelam-se, mas voltam a ser submetidos depois de 20 anos de guerra. Nessa guerra, Esparta adota uma nova forma\u00e7\u00e3o militar, a falange dos hoplitas, armados de lan\u00e7a e espada e protegidos por escudo e coura\u00e7a, e se transforma em um Estado militar.\n\nO Estado espartano \u00e9 dirigido por dois reis (diarquia), com apoio e controle dos nobres organizados num conselho de anci\u00e3os (Ger\u00fasia) e num conselho de cidad\u00e3os (\u00c9foros). Os espartanos s\u00e3o educados pelo Estado e formados para a guerra.\n\nA economia depende do trabalho dos camponeses (os hilotas), carentes de qualquer direito, e dos habitantes (periecos) das cidades dominadas, obrigadas a fornecer contingentes militares a Esparta.\n<h4>Atenas<\/h4>\nP\u00f3lis originada da fortaleza (Acr\u00f3pole) fundada por volta de 1.400 a.C. pelos j\u00f4nios. Desenvolve-se no com\u00e9rcio mar\u00edtimo e na funda\u00e7\u00e3o de col\u00f4nias na pen\u00ednsula It\u00e1lica e Mediterr\u00e2neo ocidental, \u00c1sia Menor e costa do mar Negro. A sociedade \u00e9 formada por cidad\u00e3os (possuidores de direitos pol\u00edticos), metecos (estrangeiros) e escravos (maioria da popula\u00e7\u00e3o).\n<h4>Legisladores atenienses<\/h4>\nOs mais conhecidos s\u00e3o Dr\u00e1con, S\u00f3lon, Ps\u00edstrato e Cl\u00edstenes, que procuram abrandar os conflitos sociais que explodem a partir de 700 a.C. decorrentes do endividamento dos camponeses, press\u00e3o demogr\u00e1fica, ascens\u00e3o dos comerciantes e arbitrariedades da nobreza.\n<h4>Dr\u00e1con<\/h4>\nEm 624 a.C. publica leis para impedir que os nobres interpretem as leis segundo seus interesses. Mesmo assim, a legisla\u00e7\u00e3o \u00e9 considerada severa, da\u00ed a express\u00e3o draconiana, mas \u00e9 o primeiro passo para diminuir os privil\u00e9gios da aristocracia.\n<h4>S\u00f3lon<\/h4>\nEm 594 a.C. S\u00f3lon anistia as d\u00edvidas dos camponeses e imp\u00f5e limites \u00e0 extens\u00e3o das propriedades agr\u00e1rias, diminui os poderes da nobreza, reestrutura as institui\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, d\u00e1 direito de voto aos trabalhadores livres sem bens e codifica o direito.\n<h4>Pis\u00edstrato<\/h4>\nAs desordens e a instabilidade pol\u00edtica resultantes das reformas de S\u00f3lon levam \u00e0 tirania de Pis\u00edstrato, em 560 a.C., que imp\u00f5e e amplia as reformas de S\u00f3lon, realizando uma reforma agr\u00e1ria em benef\u00edcio dos camponeses. As lutas entre aristocratas e trabalhadores livres conduzem a novas reformas, entre 507 e 507 a.C.\n<h4>Cl\u00edstenes<\/h4>\n\u00c9 considerado o fundador da democracia ateniense. Introduz reformas democr\u00e1ticas baseadas na isonomia, o princ\u00edpio pelo qual todos os cidad\u00e3os t\u00eam os mesmos direitos, independentemente da situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e do cl\u00e3 ao qual estejam filiados. Divide a popula\u00e7\u00e3o ateniense em dez tribos, misturando homens de diferentes origens e condi\u00e7\u00f5es.\n\nIntroduz a execu\u00e7\u00e3o dos condenados \u00e0 morte com ingest\u00e3o de cicuta (veneno) e a pena do ostracismo (cassa\u00e7\u00e3o de direitos pol\u00edticos daqueles que amea\u00e7assem a democracia). A partir de suas reformas, Atenas converte-se na maior pot\u00eancia econ\u00f4mica da Gr\u00e9cia entre 490 e 470 a.C.\n<h4>Artes e ci\u00eancias gregas<\/h4>\nOs gregos desenvolvem a dramaturgia (S\u00f3focles, \u00c9squilo, Eur\u00edpedes, Arist\u00f3fanes), a poesia \u00e9pica e l\u00edrica (Homero, Anacreonte, P\u00edndaro, Safo), a Hist\u00f3ria (Her\u00f3doto, Tuc\u00eddides, Xenofonte), as artes pl\u00e1sticas (F\u00eddias) e a arquitetura (Ictinas e Cal\u00edcrates).\n\nDedicam-se ao estudo da natureza e do homem pela filosofia (Arist\u00f3teles, Plat\u00e3o, Her\u00e1clito, Epicuro), astronomia (Erast\u00f3tenes, Aristarco, Hiparco), f\u00edsica, qu\u00edmica, mec\u00e2nica, matem\u00e1tica e geometria (Euclides, Tales de Mileto, Pit\u00e1goras, Arquimedes).\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Antiguidade Ocidental\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/aantigu2.jpg\" alt=\"Antiguidade Ocidental\" \/><\/p>\n\n<h4>Mitologia e religi\u00e3o gregas<\/h4>\nA mitologia \u00e9 particularmente rica ao registrar toda a diversidade da religiosidade e da vida econ\u00f4mica e social da Antig\u00fcidade e dos per\u00edodos anteriores \u00e0 civiliza\u00e7\u00e3o grega. Na religi\u00e3o polite\u00edsta, praticada pela aristocracia e difundida por Homero, os deuses Zeus, Hera, Dem\u00e9ter, Poseidon, Hefestos, Ares, Apolo, Art\u00eamis, Hermes e Atena moram no Olimpo e est\u00e3o relacionados aos elementos naturais e humanos.\n<h4>Organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica grega<\/h4>\nA princ\u00edpio, as p\u00f3leis assimilam a forma mon\u00e1rquica de governo dos povos submetidos. Em diferentes momentos, os nobres destronam os reis e estabelecem governos olig\u00e1rquicos ou ditatoriais. Nobres, artes\u00e3os, comerciantes e camponeses lutam entre si para fazer predominar seus interesses. A presen\u00e7a de numerosa popula\u00e7\u00e3o escrava estrangeira traz a amea\u00e7a constante de rebeli\u00f5es.\n\nO processo de luta entre essas classes desemboca na democracia. S\u00e3o concedidos direitos civis aos estratos livres da popula\u00e7\u00e3o, independentemente da classe social a que perten\u00e7am. Os escravos, n\u00e3o sendo parte do povo, s\u00e3o mantidos alijados desses direitos. As diversas p\u00f3leis gregas, com diferentes formas de governo, travam guerras entre si pelo predom\u00ednio de seu sistema pol\u00edtico.\n<h4>Democracia grega<\/h4>\nForma de governo adotada por v\u00e1rias p\u00f3leis, baseada nos princ\u00edpios da soberania popular e na distribui\u00e7\u00e3o eq\u00fcitativa do poder pol\u00edtico.\n\nOs diversos estratos da popula\u00e7\u00e3o t\u00eam os mesmos direitos civis e pol\u00edticos e participam do controle das autoridades. A forma democr\u00e1tica de governo criada pelos gregos \u00e9 \u00fanica durante a Antig\u00fcidade e s\u00f3 \u00e9 retomada na Idade Moderna.\n\nFonte: www.conhecimentosgerais.com.br\n<h6>Antiguidade Ocidental<\/h6>\n<p class=\"google\"><\/p>\nA Antiguidade Ocidental se refere a civiliza\u00e7\u00e3o greco-romana.\n\nInicialmente, vamos estudar a Gr\u00e9cia. seu territ\u00f3rio \u00e9 muito montanhoso, seu litoral \u00e9 bastante recortado e com muitas ilhas. A gr\u00e9cia tem uma parte continental, a parte peninsular e a parte insular. Este fator territorial \u00e9 que foi o respons\u00e1vel pela gr\u00e9cia n\u00e3o ter sido um pa\u00eds unificado, mas, dividido em v\u00e1rias cidades-estados independentes .\n\n<strong>Sua Hist\u00f3ria se divide em 4 per\u00edodos, que seguem:<\/strong>\n<h4>PER\u00cdODO MIC\u00caNICO ( s\u00e9culos XV a VIII a.C.)<\/h4>\n\u00c9 marcado pela chegada e estabelecimento no mundo grego de quatro povos, em sucessivas invas\u00f5es: aqueus, j\u00f4nios, e\u00f3lios e d\u00f3rios.\n\nTamb\u00e9m \u00e9 conhecido como PER\u00cdODO HOM\u00c9RICO, pois grande parte do que sabe deste per\u00edodo foi escrito por Hom\u00e9ro, nos poemas A IL\u00cdADA, que conta a Guerra de Tr\u00f3ia; e A ODISS\u00c9IA, que narra o regresso de Odisseu para sua casa.\n\nA sociedade grega, desta \u00e9poca, tinha por base a &#8220;grande fam\u00edlia&#8221; ou &#8220;cl\u00e3&#8221;,e havia pouca diferencia\u00e7\u00e3o entre as classes. no final do per\u00edodo, o crescimento demogr\u00e1fico e a falta de terras f\u00e9rteis provocaram uma crise cuja conseq\u00fc\u00eancia foi a desagrega\u00e7\u00e3o das comunidades baseadas no parentesco. As terras coletivas foram divididas desigualmente, dando origem a propriedade privada e a uma maior diferencia\u00e7\u00e3o entre as classes sociais.\n<h4>PER\u00cdODO ARCAICO (s\u00e9culos VIII a VI a.C.)<\/h4>\n\u00c9 a \u00e9poca da expans\u00e3o e coloniza\u00e7\u00e3o grega de outras terras, al\u00e9m do desenvolvimento de suas cidades-estados como Tebas, Atenas, Esparta, Corinto e outras.\n<h4>PER\u00cdODO CL\u00c1SSICO (s\u00e9culos V e IV a.C.)<\/h4>\n\u00c9 o auge da civiliza\u00e7\u00e3o grega. Per\u00edodo de prosperidade econ\u00f4mica e cultural. Esparta e Atenas se tornam as duas cidades mais importantes da Gr\u00e9cia.\n\nEsparta fundada pelos d\u00f3rios, era um estado militar, onde o poder estava nas m\u00e3os da aristocracia formada pelos grandes donos de terras. Sua preocupa\u00e7\u00e3o maior era a doutrina\u00e7\u00e3o da juventude, atrav\u00e9s duros m\u00e9todos educacionais.\n\nAtenas, ao contr\u00e1rio, fundada pelos j\u00f4nios, era uma democracia, onde todos os cidad\u00e3os podiam votar e assim participar d governo da cidade. Neste per\u00edodo ocorreu a guerra contra os persas, que foram chamadas de GUERRAS M\u00c9DICAS, em que os gregos sa\u00edram vitoeiosos.\n\nDesta guerra saiu fortalecida a cidade de Atenas, que passou a exercer grande influ\u00eancia sobre as demais cidades gregas. Muitas cidades, no entanto, se revoltaram contra esse dom\u00ednio, destacando-se Esparta, que as liderou contra Atenas, na famosa GUERRA DO PELOPONESO.\n<h4>PER\u00cdODO HELEN\u00cdSTICO (s\u00e9culos III a I a.C.)<\/h4>\n\u00c9 marcado pela decad\u00eancia da civiliza\u00e7\u00e3o grega, Felipe da Maced\u00f4nia domina a Gr\u00e9cia, incorporam parte da cultura grega. Ap\u00f3s sua morte , seu filho Alexandre o Grande, assume seu lugar e expande o Imp\u00e9rio Maced\u00f4nico para o Oriente.\n\nAo expandir o imp\u00e9rio, Alexandre tamb\u00e9m expandiu a cultura grega entre os povos do Oriente e recebeu deles a influ\u00eancia de sua cultura. Este processo de intera\u00e7\u00e3o surgiu a cultura helen\u00edstica. Depois de sua morte, em 323 a.C., seu vasto imp\u00e9rio \u00e9 partilhado entre seus generais (Seleuco, Ptolomeu e Ant\u00edgono).\n<h4>GOVERNO<\/h4>\nJ\u00e1 que a Gr\u00e9cia \u00e9 dividida em cidades-estados independentes, seu governo \u00e9 descentralizado.\n\n<strong>Os gregos experimentaram as seguintes formas de governo:<\/strong>\n\nMonarquia, o rei governa sozinho ou com um conselho de nobres\n\nAristocracia, os nobres assumiram o poder dos reis\n\nOligarquia, governo de poucos, geralmente dos que eram donos de terras\n\nTirania, governo de um homem que assumia o poder atrav\u00e9s da for\u00e7a\n\nDemocracia, o poder emana do povo, todos os cidad\u00e3os homens tomavam parte na elabora\u00e7\u00e3o das leis.\n<h4>RELIGI\u00c3O<\/h4>\nOs gregos eram polite\u00edstas, eles acreditavam em v\u00e1rios deuses, que tinham aspectos e formas humanas (Antropomorfismo). Sua religi\u00e3o se expressava atrav\u00e9s da Mitologia, com narrativas e lendas a respeito dos seus deuses.\n\nOs deuses gregos influenciavam a vida das pessoas e estavam por toda a parte: no c\u00e9u, no mar ou sobre a terra. Entre os deuses e os homens haviam os Her\u00f3is, homens extraordin\u00e1rios, verdadeiros semi-deuses, pois haviam nascidos da uni\u00e3o de um deus com uma mortal ou vice-versa.\n<h4>Nome do deus Atribui\u00e7\u00f5es<\/h4>\n<strong>ZEUS<\/strong>\n\nPai dos deuses; deus do c\u00e9u. Era namorador compulsivo. Era o mais poderoso de todos. Tinha o raio como arma.\n\n<strong>HERA<\/strong>\n\nM\u00e3e dos deuses; protetora das m\u00e3es e das esposas. Esposa ciumenta de Zeus, esfor\u00e7ou-se para punir as amantes de seu marido.\n\n<strong>ARES<\/strong>\n\nDeus da guerra. Foi amante de Afrodite.\n\n<strong>AFRODITE<\/strong>\n\nDeusa do amor e da beleza. Mesmo casada com Hefestos, o traiu com Ares.\n\n<strong>DEMETER<\/strong>\n\nDeusa da terra, da fertilidade, da vegeta\u00e7\u00e3o e das colheitas.\n\n<strong>\u00c1RTEMIS<\/strong>\n\nDeusa da ca\u00e7a.\n\n<strong>APOLO<\/strong>\n\nDeus da luz e das artes. Era tido como o mais bonito dos deuses.\n\n<strong>HERMES<\/strong>\n\nMensageiro dos deuses, deus das estradas. Protetor dos comerciantes, viajantes e ladr\u00f5es. Era o garoto de recados do Olimpo.\n\n<strong>HEFESTO<\/strong>\n\nDeus do fogo. Protetor dos ferreiros e oleiros. Era feio, manco, gago e corno. Casado com Afrodite, recebeu de Ares um chap\u00e9u de touro. Talvez seja da\u00ed que surgiu aquela m\u00fasica:\u0094L\u00e1 vai ele, com a cabe\u00e7a enfeitada\u0094.\n\n<strong>H\u00c9STIA<\/strong>\n\nDeusa do fogo dom\u00e9stico, dos lares. Protetora da fam\u00edlia e das cidades.\n\n<strong>ATENA<\/strong>\n\nDeusa da sabedoria. Seu s\u00edmbolo \u00e9 uma coruja.\n\n<strong>POSS\u00caIDON<\/strong>\n\nDeus dos mares. Segurava um tridente e o estado das ondas do mar dependia de seu humor.\n\n<strong>Outros deuses:<\/strong>\n\nEROS, era o deus do amor. Divertia-se flechando os mortais. Suas v\u00edtimas ficavam perdidamente apaixonadas; DION\u00cdSIO, deus do vinho, do transe alco\u00f3lico e do teatro. Preferia se divertir em orgias na Terra a ficar no Olimpo. HADES, irm\u00e3o de Zeus, governava o mundo subterr\u00e2neo, o mundo dos mortos.\n<h4>ECONOMIA<\/h4>\nO solo grego era muito acidentado e pouco favor\u00e1vel \u00e0 agricultura. Apesar disso, a agricultura, impulsionada pelo trabalho escravo, foi a principal fonte de recursos econ\u00f4micos. O litoral recortado e repleto de ilhas, desde cedo empurrou os gregos para o mar, dando impulso ao COM\u00c9RCIO MAR\u00cdTIMO.\n\nO artesanato teve uma import\u00e2ncia relativa. Em Esparta n\u00e3o era muito valorizado, mas em Atenas teve bastante import\u00e2ncia com a produ\u00e7\u00e3o de vidros, cer\u00e2micas, m\u00f3veis, tecidos e armas.\n<h4>CULTURA<\/h4>\nNos mais diversos setores do saber humano, os gregos deixaram sua heran\u00e7a cultural que constitui a base fundamental sobre a qual se ergueu a civiliza\u00e7\u00e3o ocidental.\n\nNo setor art\u00edstico se destacaram na escultura; na arquitetura; no teatro.\nNo setor cient\u00edfico tiveram destaque na medicina; na matem\u00e1tica e na hist\u00f3ria.\n\nNo campo da filosofia, os gregos deixaram grandes contribui\u00e7\u00f5es, como a cren\u00e7a na raz\u00e3o humana e na sua capacidade para explicar os fen\u00f4menos do mundo. Entre os grandes fil\u00f3sofos podemos destacar: S\u00f3crates, Plat\u00e3o e Arist\u00f3teles.\n<h4>A P\u00d3LIS<\/h4>\nA p\u00f3lis grega era a cidade-estado onde os gregos viviam. Eram cidades independentes uma das outras. Estas cidades-estados surgiram do desejo de prote\u00e7\u00e3o dos camponeses. Eles, para se protegerem dos ataques dos inimigos, passaram a construir uma fortaleza numa colina central do vale.\n\nQuando o inimigo atacava, buscavam ref\u00fagio com os animais dentro das muralhas da fortaleza. Com o passar do tempo as popula\u00e7\u00f5es foram abandonando as aldeias, instalando-se perto das muralhas. Surgindo assim a p\u00f3lis, cidade-estado grega. Cada uma tinha as suas leis, seu governo, sua pr\u00f3pria moeda.\n\nOs gregos conceberam a cidade-estado (p\u00f3lis) como uma comunidade, isto \u00e9, uma organiza\u00e7\u00e3o cujos assuntos eram de interesse coletivo. Qualquer grego conhecia a p\u00f3lis, pois ela estava ali, diante dos seus olhos.\n\n<strong>As principais constru\u00e7\u00f5es p\u00fablicas existentes nas cidades gregas eram as seguintes:<\/strong>\n<blockquote>&#8211; O od\u00e9on, consagrado aos exerc\u00edcios da m\u00fasica\n\n&#8211; As palestras, lugar onde se praticavam os exerc\u00edcios corporais\n\n&#8211; Os teatros, onde se apresentavam as obras dram\u00e1ticas\n\n&#8211; Os gin\u00e1sios, onde os fil\u00f3sofos davam li\u00e7\u00f5es ao ar livre\n\n&#8211; Os est\u00e1dios, onde se realizavam as corridas a p\u00e9\n\n&#8211; Os templos, onde os gregos realizavam seus cultos religiosos.<\/blockquote>\n<h4>OS HER\u00d3IS<\/h4>\nOs her\u00f3is gregos n\u00e3o eram deuses ou simples mortais. Frutos de r\u00e1pidos casos amorosos entre os deuses do Olimpo e os homens ou mulheres que habitavam a Terra, eles nasciam com sangue misturado, metade humano e metade divino.Tinham, portanto, uma condi\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria.\n\nOs gregos acreditavam que eles existiram numa \u00e9poca her\u00f3ica, anterior a que eles viviam, e lutavam contra monstros fant\u00e1sticos. Enquanto os super-her\u00f3is atuais t\u00eam poderes especiais, os mitol\u00f3gicos usavam a clava, o escudo e o arco e a flecha para guerrear. Seus diferenciais eram a intelig\u00eancia, a coragem e a for\u00e7a.\n\nFilhos de deuses ou deusas com humanos, eles viviam lutando e realizando proezas her\u00f3icas.\n\n<strong>Os HER\u00d3IS e suas PROEZAS:<\/strong>\n\nH\u00c9RACLES ou H\u00c9RCULES para os romanos \u0096 o mais forte e popular dos her\u00f3is. Filho de Zeus com a camponesa Alquimena, tinha na for\u00e7a a sua principal caracter\u00edstica. Realizou os doze trabalhos. Depois de matar o le\u00e3o de Nem\u00e9ia, vestiu o couro do bicho. Sua arma preferida era a clava.\n<h4>\u00c9DIPO<\/h4>\nConquistou a popula\u00e7\u00e3o de Tebas ao acertar o enigma da esfinge. Depois de se tornar rei, descobre que casou com a m\u00e3e, fura os pr\u00f3prios olhos e, cego, sai caminhando a esmo.\n<h4>PERSEU<\/h4>\nPediu emprestadas as sand\u00e1lias aladas de HERMES para chegar ao local onde morava a medusa. Sem poder olhar diretamente para o monstro, mirou-a no reflexo do escudo.\n<h4>JAS\u00c3O<\/h4>\nComandou a equipe de argonautas que cruzou os mares para conquistar o velo de ouro (pelego de carneiro m\u00edstico). Cometeu o erro de casar-se com Medeia, que n\u00e3o perdoou uma trai\u00e7\u00e3o e matou os dois filhos do casal.\n<h4>TESEU<\/h4>\nEra o queridinho de Atenas. Entrou no labirinto do Minotauro e matou o animal. Convenceu H\u00e9rcules a n\u00e3o se suicidar depois que ele assassinou a pr\u00f3pria fam\u00edlia.\n<h4>AQUILES<\/h4>\nFilho da deusa T\u00c9TIS com PELEU (rei da regi\u00e3o da Ftia). Tinha o corpo fechado, apenas seu calcanhar era vulner\u00e1vel. No quesito temperamento agressivo sobrepujava todos demais. Tinha um namorado, P\u00e1troclo. \u00c9 o protagonista da IL\u00cdADA.\n<h4>ODISSEU ou ULISSES<\/h4>\nBaixinho, seu forte era a intelig\u00eancia. Protegido da deusa ATENA. Lutou na GUERRA DE TR\u00d3IA e depois demorou 10 anos para voltar para casa, pois desafiou o deus Poss\u00eaidon. A viagem inspirou o poema ODISS\u00c9IA, de Homero.\n\nFonte: profeugenio.no.comunidades.net\n<h6>Antiguidade Ocidental<\/h6>\n<h4>Antiguidade Cl\u00e1ssica<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Antiguidade Ocidental\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/aantigu3.jpg\" alt=\"Antiguidade Ocidental\" \/><\/p>\nA Antiguidade Cl\u00e1ssica (tamb\u00e9m Era Cl\u00e1ssica ou Per\u00edodo Cl\u00e1ssico) \u00e9 o termo utilizado para caracterizar um longo per\u00edodo da hist\u00f3ria cultural centrado no Mar Mediterr\u00e2neo, compreendendo a interliga\u00e7\u00e3o da Gr\u00e9cia Antiga e a Roma Antiga.\n\n\u00c9 convencionalmente aceite o seu inicio com o primeiro registo de poesia grega de Homero (s\u00e9culo 8-7 AC), continuando atrav\u00e9s do aparecimento do Cristianismo e o decl\u00ecneo do Imp\u00e9rio Romano (s\u00e9culo V da nossa era). Finalizou com a dissolu\u00e7\u00e3o da cultura cl\u00e1ssica e o fim da Antiguidade Tardia (DC 300-600, iniciando o Inicio das Idades M\u00e9dias (DC 500-1000).\n\nEste per\u00edodo da hist\u00f3ria cobriu v\u00e1rias culturas e per\u00edodos.&#8221; A Antiguidade Cl\u00e1ssica&#8221; tipicamente refere-se a vis\u00e3o idealizada como disse Edgar Allan Poe, &#8220;A Gl\u00f3ria que foi a Gr\u00e9cia, a Grandeza que foi Roma!&#8221;\n\nA civiliza\u00e7\u00e3o dos antigos gregos tem influenciado a l\u00edngua, pol\u00edtica, sistemas educacionais, filosofia, ci\u00eancia, arte e arquitetura do mundo moderno, abasteceu a a Renascen\u00e7a na Europa Ocidental e ressurgiu durante v\u00e1rios movimentos neo-cl\u00e1ssicos nos s\u00e9culos XVIII e XIX.\n\nFonte: www.enciclopedia.com.pt\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Antiguidade Ocidental, Arte, O que \u00e9, Hist\u00f3ria, Gr\u00e9cia, Per\u00edodos, Tr\u00f3ia, Esparta, Mitologia, Deuses, Antiguidade Ocidental<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4897,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[],"class_list":["post-4896","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-arte-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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