{"id":27279,"date":"2016-01-22T00:00:00","date_gmt":"2016-01-22T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/pitanga\/"},"modified":"2026-09-01T18:11:48","modified_gmt":"2026-09-01T18:11:48","slug":"pitanga","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/pitanga\/","title":{"rendered":"Pitanga"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"ads-cima\"><\/p>\n&nbsp;\n\n<strong>Nome cient\u00edfico:<\/strong> Eugenia uniflora L.\n\n<strong>Nome popular:<\/strong> <strong>Pitanga-vermelha<\/strong>; cerejeira- brasileira\n\n<strong>Fam\u00edlia bot\u00e2nica:<\/strong> Myrtaceae\n\n<strong>Origem:<\/strong> Matas dos Estados de Minas Gerais at\u00e9 Rio Grande do Sul.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pitanga\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pitang1.jpg\" alt=\"Pitanga\" width=\"222\" height=\"301\" \/><strong>\nPitanga<\/strong><\/p>\n\n<h4>Caracter\u00edsticas da planta<\/h4>\nOrigin\u00e1ria do Brasil, a <strong>pitangueira<\/strong> foi levada para alguns pa\u00edses, e hoje \u00e9 cultivada na Am\u00e9rica Central, Antilhas, China, Tun\u00edsia, Fl\u00f3rida , Calif\u00f3rnia e Hawai.\n\n\u00c9 conhecida como cereja brasileira, n\u00e3o s\u00f3 pela delicadeza da fruta como pela beleza da \u00e1rvore e das flores. O uso da <strong>pitanga<\/strong> est\u00e1 nos sorvetes, polpas, doces e licores. Na \u00e1rea nutricional, a <strong>pitanga<\/strong> \u00e9 fonte de vitamina C e A.\n\n\u00c1rvore que pode atingir at\u00e9 10 m de altura com tronco irregular, muito ramificado, de colora\u00e7ao avermelhada e casca que pode desprender-se ocasionalmente.\n\nFolhas ovais avermelhadas quando jovens e de colora\u00e7\u00e3o verde-intensa posteriormente, brilhantes, com aroma caracter\u00edstico quando maceradas.\n\nFlores brancas arom\u00e1ticas que florescem de agosto a novembro\n<h4>Fruto<\/h4>\nArredondado, achatado nas extremidades com sulcos longitudinais, de colora\u00e7\u00e3o alaranjada a vermelho-intenso na matura\u00e7\u00e3o. Polpa vermelho e carnosa, envolvendo urna semente de colora\u00e7\u00e3o esverdeada. Frutifica de outubro a janeiro.\n\nConhecida popularmente como, <strong>pitanga-vermelha<\/strong>; cerejeira-brasileira. Na ci\u00eancia sua defini\u00e7\u00e3o \u00e9, Eugenia uniflora L. Pertencente a fam\u00edlia bot\u00e2nica, Myrtaceae. Tem suas ra\u00edzes e origem nas matas dos Estados de Minas Gerais at\u00e9 Rio Grande do Sul. <strong>Pitanga<\/strong> \u00e9 uma palavra proveniente da l\u00edngua tupi que quer dizer vermelho-rubro.\n\nSua \u00e1rvore que pode atingir at\u00e9 uma altura de 10 m com tronco irregular, muito ramificado, de colora\u00e7\u00e3o avermelhada e casca que pode desprender-se ocasionalmente. Folhas ovais avermelhadas quando jovens e de colora\u00e7\u00e3o verde-intensa posteriormente, brilhantes, com aroma caracter\u00edstico quando maceradas.\n\nFlores brancas arom\u00e1ticas que florescem de agosto a novembro.\n\nA <strong>pitanga<\/strong> encontra-se por toda parte, pa\u00eds afora, para quem quiser e puder desfrut\u00e1-la, espalhando-se desde o Nordeste at\u00e9 o Rio Grande do Sul, ultrapassando fronteiras para chegar at\u00e9 algumas regi\u00f5es do Uruguai e da Argentina.\n\nO fruto possui propriedades digestivas. Atrav\u00e9s da polpa de <strong>pitanga<\/strong> ser\u00e1 consumido c\u00e1lcio, fibras, e f\u00f3sforo.\n<h4>Cultivo<\/h4>\nDesenvolve-se bem em locais de clima quente e \u00famido. N\u00e3o \u00e9 exigente quanto ao solo. A propaga\u00e7\u00e3o pode ser por sementes e enxertia. N\u00e3o h\u00e1 plantio em grande escala no Brasil.\n\n<strong>Pitanga<\/strong> \u00e9 uma palavra proveniente da l\u00edngua tupi que quer dizer vermelho-rubro. E ela \u00e9, de fato, fruta vermelha, rubra, roxa, \u00e0s vezes quase preta, gostosa de se comer, refrescante, refrigerante. Como se dizia h\u00e1 muito tempo atr\u00e1s, &#8220;grande calmante do sangue&#8221;.\n\nO sabor adocicado da polpa da <strong>pitanga<\/strong>, levemente \u00e1cido e de perfume caracter\u00edstico pr\u00f3prio, tem lugar certo no paladar brasileiro.\n\nO ato de comer <strong>pitangas<\/strong> colhidas diretamente no p\u00e9 tem, tamb\u00e9m, espa\u00e7o garantido na cultura e nos sentimentos mais brasileiros. Sua imagem delicada, sua forma arredondada de gomos sutis e sua vermelhid\u00e3o exagerada s\u00e3o s\u00edmbolos da terra.\n\nOrigin\u00e1ria do Brasil, a <strong>pitanga<\/strong> encontra-se por toda parte, pa\u00eds afora, para quem quiser e puder desfrut\u00e1-la, espalhando-se desde o Nordeste at\u00e9 o Rio Grande do Sul, ultrapassando fronteiras para chegar at\u00e9 algumas regi\u00f5es do Uruguai e da Argentina.\n\nNascendo em pequenas ou grandes \u00e1rvores, a <strong>pitanga<\/strong>, quando cultivada, \u00e9 fruta t\u00edpica e pr\u00f3pria para quintais e pomares de resid\u00eancias urbanas ou s\u00edtios, onde a ornamental pitangueira pode compor bonitas cercas vivas e jardins.\n\nA flora\u00e7\u00e3o da pitangueira \u00e9 abundante, branca e perfumada. Na \u00e9poca da frutifica\u00e7\u00e3o, a \u00e1rvore se transforma, chamando a aten\u00e7\u00e3o mesmo quando vista de longe, pois seus ramos ficam completamente pintados de um vermelho brilhante te, atraindo grande quantidade de p\u00e1ssaros, crian\u00e7as e adultos que se esqueceram de crescer. E todos eles podem se deliciar com o sabor dos frutinhos maduros.\n\nAl\u00e9m de consumi-la fartamente in natura, com o sabor da <strong>pitanga<\/strong> o brasileiro criou in\u00fameras receitas de sucos, refrescos, gel\u00e9ias e doces, al\u00e9m do famoso &#8220;licor ou cognac de <strong>pitanga<\/strong>&#8221; ao qual se atribuem propriedades afrodis\u00edacas. Este \u00faltimo, tamb\u00e9m conhecido como &#8220;cognac tropical&#8221; e cuja receita ficou imortalizada no livro &#8220;A\u00e7\u00facar&#8221; do pernambucano Gilberto Freyre \u00e9 uma das bebidas regionais mais caracter\u00edsticas do Nordeste brasileiro, juntamente com o caldo de cana, com a cacha\u00e7a mexida com mel e com os v\u00e1rios sucos e vinhos de frutas nativas.\n\nPor seu porte, pela facilidade de manejo, de cultivo e pela boa resist\u00eancia \u00e0s con-di\u00e7\u00f5es urbanas, a pitangueira pode muito bem ser plantada em pra\u00e7as, parques e cal\u00e7adas, contribuindo, ainda, para o embe-lezamento das cidades e para a manu-ten\u00e7\u00e3o m\u00ednima da avifauna remanescente.\n\nEugenia calycina Camb. As folhas da pitangueira s\u00e3o tamb\u00e9m muito perfumadas e, juntamente com as folhas da mangueira e da canela, est\u00e3o tradicionalmente rela-cionadas aos cultos e rituais religiosos cat\u00f3licos, sincr\u00e9ticos e afrobrasileiros do candombl\u00e9 da Bahia.\n\nMuitas vezes essas folhas s\u00e3o usadas para forrar o ch\u00e3o dos terreiros e das ruas, em prociss\u00f5es e dias festivos.\n\nExistem, tamb\u00e9m, algumas variedades nativas que ocorrem regionalmente, como \u00e9 o exemplo da <strong>pitanga-do-cerrado <\/strong>(Eugenia calycina).\n\nEncontrada na regi\u00e3o dos cerrados, apresenta um formato mais alongado e n\u00e3o possui os sulcos externos caracter\u00edsticos da piranga comum. Atualmente, fora de sua regi\u00e3o de origem na Am\u00e9rica do Sul, a pitangueira pode ser encontrada em plan-ta\u00e7\u00f5es no sul dos Estados Unidos, nas ilhas do Caribe, e at\u00e9 mesmo na \u00cdndia e na China.\n\nInfelizmente, como j\u00e1 dizia Pimentel Gomes, por ser fruta pouco cultivada em escala comercial, n\u00e3o \u00e9 comum encontrar <strong>pitangas<\/strong> com freq\u00fc\u00eancia nos mercados e feiras livres do Sul e do Sudeste do pa\u00eds, sendo sua distribui\u00e7\u00e3o nas grandes cidades ainda bastante irregular.\n\nNo entanto, algumas ind\u00fastrias de sucos e sorvetes, sediadas no Nordeste, j\u00e1 possuem pomares de pitangueiras cujos frutos se destinam \u00e0 produ\u00e7\u00e3o do suco de <strong>pitanga<\/strong> engarrafado e da polpa da fruta congelada.\n\nFonte: www.bibvirt.futuro.usp.br\n<h6>Pitanga<\/h6>\n<p class=\"google\"><\/p>\n\n<h4>Pitanga uma fruta bem brasileira<\/h4>\nA <strong>pitangueira<\/strong> ( Eugenia uniflora L. ) pertence \u00e0 fam\u00edlia das mirt\u00e1ceas e \u00e9 origin\u00e1ria do Brasil distribuindo-se em regi\u00f5es mais chuvosas desde a fronteira com as Guianas at\u00e9 S\u00e3o Paulo.\n\n\u00c9 \u00e1rvore de pequeno porte podendo atingir at\u00e9 8 metros apresentando caule levemente tortuoso e muito esgalhado.\n\nSuas flores s\u00e3o brancas, discretamente perfumadas e ricas em p\u00f3len o que as torna bem atrativas a abelhas.\n\nSeus frutos atingem em m\u00e9dia de 1,50 a 3 cm. de di\u00e2metro e s\u00e3o muito decorativos pois apresentam oito sulcos longitudinais.\n\nEm plantas produzidas atrav\u00e9s de sementes o sabor dos frutos variam bastante podendo ser mais \u00e1cidos ou ent\u00e3o bem mais doces. Colecionadores de frut\u00edferas sempre est\u00e3o \u00e0 procura de plantas com frutos maiores e quando encontram perpetuam esta qualidade atrav\u00e9s de enxertia<strong>.<\/strong>\n\n<strong>Pitangueiras<\/strong> enxertadas s\u00e3o excelentes para plantio em vasos pois exemplares com 30 a 40 cm chegam a produzir f\u00e1cilmente.\n\nUma varia\u00e7\u00e3o muito procurada de pitanga \u00e9 a preta, caso deseje cultiva-la \u00e9 bom lembrar que s\u00f3 mudas enxertadas preservam esta caracter\u00edstica.\n\nProdutos feitos com a polpa de pitanga t\u00eam tanta aceita\u00e7\u00e3o no mercado interno que j\u00e1 vem sendo industrializada por uma grande marca de sucos l\u00edder no setor.\n\n<strong>Sua polpa tamb\u00e9m tem muitas outras utilidadades:<\/strong> gel\u00e9ias, sorvetes, licores, batidas e polpa congelada.\n\nNo livro \u0093 Frutas e Ervas que Curam\u0094 de Antonieta Barreira Cravo a pitanga \u00e9 citada como auxiliar no tratamento da gota, rins, reumatismo e tamb\u00e9m \u00e9 considerada antifebril e antidiarr\u00e9ico.\n\nSeu cultivo \u00e9 muito f\u00e1cil, necessita de local bem ensolarado e uma muda de aspecto saud\u00e1vel, plantar em covas com pelo menos 40 cm de di\u00e2metro juntando 10 litros de esterco de curral ou h\u00famus de minhoca mais 500 gramas de superfosfato simples ou farinha de ossos. Misturar bem os adubos com a terra retirada da cova plantando-se a muda em seguida. Irrigar abundantemente por ocasi\u00e3o do plantio e posteriormente 3 vezes por semana at\u00e9 as ra\u00edzes se estabelecerem ao solo, depois disso n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio irrigar frequentemente. A profundidade da cova tamb\u00e9m deve ser de 40 cm.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pitanga\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pitang4.jpg\" alt=\"Pitanga\" width=\"315\" height=\"232\" \/><strong>\nPitangueira<\/strong><\/p>\n\n<h4>A Pitanga<\/h4>\n\u00c8 uma fruta vermelha (que origina seu nome na l\u00edngua Tupi), roxa a quase preta, de sabor adocicado levemente \u00e1cido e bem caracter\u00edstico.\n\nDa sua polpa se obt\u00e9m gel\u00e9ias, vinhos, doces e licores.\n\nA planta \u00e9 cultivada tradicionalmente em quintais dom\u00e9sticos. \u00c9 tamb\u00e9m usada como \u00e1rvore ornamental compondo cercas vivas e jardins.\n\nRecentemente, tem sido apontado que esta fruta tamb\u00e9m possui propriedades afrodis\u00edacas. Devido a todos estes fatores de qualidade, a polpa da pitanga tem sido amplamente exportada para o Mercado Europeu.\n\nFruto da <strong>pitangueira<\/strong>, um arbusto brasileiro, muito ramificado, que pode se tornar uma \u00e1rvore se devidamente cultivado.\n\nCresce nos terrenos arenosos pr\u00f3ximos ao mar. Tem folhas verdes, pequenas e lustrosas. As flores s\u00e3o tamb\u00e9m pequenas\n<h4><b>VALORES NUTRICIONAIS<\/b><\/h4>\n<strong>Composi\u00e7\u00e3o em 100g de polpa:<\/strong>\n<table border=\"0\" width=\"48%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td colspan=\"3\" align=\"center\" height=\"20\"><strong>Quantidade por por\u00e7\u00e3o<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td colspan=\"2\" align=\"center\" height=\"20\"><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"76\" height=\"20\">%VD(*)<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td class=\"xl25\" align=\"center\" width=\"173\" height=\"20\">Valor Cal\u00f3rico<\/td>\n<td align=\"center\">\u00a0 38 kcal<\/td>\n<td align=\"center\">2%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td class=\"xl25\" align=\"center\" width=\"173\" height=\"20\">Carboidrato<\/td>\n<td class=\"xl28\" align=\"center\" width=\"79\" height=\"20\">9.8 g<\/td>\n<td class=\"xl27\" align=\"center\" width=\"76\" height=\"20\">3%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td class=\"xl25\" align=\"center\" width=\"173\" height=\"33\">Prote\u00edna<\/td>\n<td class=\"xl28\" align=\"center\" width=\"79\" height=\"33\">0.3 g<\/td>\n<td class=\"xl27\" align=\"center\" width=\"76\" height=\"33\">1%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td class=\"xl25\" align=\"center\" width=\"173\" height=\"20\">Gorduras Totais<\/td>\n<td class=\"xl28\" align=\"center\" width=\"79\" height=\"20\">0.2 g<\/td>\n<td class=\"xl27\" align=\"center\" width=\"76\" height=\"20\">0%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td class=\"xl25\" align=\"center\" width=\"173\" height=\"20\">Gorduras Saturadas<\/td>\n<td align=\"center\" width=\"79\" height=\"20\">0 g<\/td>\n<td class=\"xl27\" align=\"center\" width=\"76\" height=\"20\">0%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td class=\"xl25\" align=\"center\" width=\"173\" height=\"20\">Colesterol<\/td>\n<td align=\"center\">\u00a0 0 mg<\/td>\n<td align=\"center\">0%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td class=\"xl25\" align=\"center\" width=\"173\" height=\"20\">Fibra Alimentar<\/td>\n<td class=\"xl28\" align=\"center\" width=\"79\" height=\"20\">1.8 g<\/td>\n<td class=\"xl27\" align=\"center\" width=\"76\" height=\"20\">6%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td class=\"xl25\" align=\"center\" width=\"173\" height=\"20\">C\u00e1lcio<\/td>\n<td align=\"center\">\u00a0 19 mg<\/td>\n<td align=\"center\">2%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td class=\"xl25\" align=\"center\" width=\"173\" height=\"20\">Ferro<\/td>\n<td class=\"xl28\" align=\"center\" width=\"79\" height=\"20\">2.3 mg<\/td>\n<td class=\"xl27\" align=\"center\" width=\"76\" height=\"20\">16%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td class=\"xl25\" align=\"center\" width=\"173\" height=\"20\">S\u00f3dio<\/td>\n<td class=\"xl28\" align=\"center\" width=\"79\" height=\"20\">3 mg<\/td>\n<td class=\"xl27\" align=\"center\" width=\"76\" height=\"20\">0%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td class=\"xl26\" colspan=\"3\" align=\"center\" height=\"20\">* Valores Di\u00e1rios de refer\u00eancia com base em uma dieta de 2500 calorias<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<strong>Luis Bacher<\/strong>\n\nFonte: www.aproccamp.com.br\n<h6>Pitanga<\/h6>\n<strong>Origem: <\/strong>Am\u00e9rica tropical\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pitanga\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pitang8.jpg\" alt=\"Pitanga\" width=\"289\" height=\"213\" \/><strong>\nPitanga<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pitanga\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pitang9.jpg\" alt=\"Pitanga\" width=\"303\" height=\"204\" \/><strong>\nPitanga<\/strong><\/p>\n\n<h4>Caracter\u00edsticas<\/h4>\n\u00c9 planta amplamente cultivada em pomares dom\u00e9sticos para produ\u00e7\u00e3o de frutos, que s\u00e3o consumidos ao natural e na forma de sucos ou gel\u00e9ias.\n\n\u00c9 recomend\u00e1vel seu plantio destinado \u00e0 recomposi\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas, visando a proporcionar alimento \u00e0 avifauna.\n\nPossui apenas flores brancas e solit\u00e1rias, frutos pequenos e comest\u00edveis de cor vermelho brilhantes com nervuras longitudinais. Seu tronco \u00e9 liso de cor clara sendo comum trocar sua casca ao longo do ano.\n\nAs folhas s\u00e3o ovaladas, lisas e verde brilhantes. As folhas dos novos brotos tem um tom avermelhado.\n\nFloresce de agosto a novembro.\n\n<strong>Ambiente<\/strong>\n\n\u00c9 uma planta de exterior, podendo se adaptar em interior durante os meses de ver\u00e3o, desde que pr\u00f3xima a uma janela com uma boa ventila\u00e7\u00e3o. No exterior pode ser cultivada a pleno sol, resultando uma maior produ\u00e7\u00e3o de frutos e diminui\u00e7\u00e3o no tamanho das folhas. Durante o inverno, se ficar exposta a baixas temperaturas possivelmente perder\u00e1 todas as folhas.\n\n<strong>Rega: <\/strong>Nos meses de ver\u00e3o, regue generosamente. Repita a opera\u00e7\u00e3o quando o solo estiver ligeiramente seco. Durante o inverno, a cada quatro semanas.\n\n<strong>Aduba\u00e7\u00e3o<\/strong>: Utilize adubo l\u00edquido. Do in\u00edcio da primavera at\u00e9 o final do ver\u00e3o, adube a cada quinze dias. Durante o outono e inverno, a cada quatro semanas.\n\n<strong>Transplante:<\/strong> Transplante sempre que a massa de ra\u00edzes estiver se tornando mais compacta, normalmente a da um ou dois anos. Nessa \u00e9poca, aproveite para fazer uma poda vigorosa das ra\u00edzes.\n\n<strong>Poda: <\/strong>Regularmente corte os galhos e os brotos indesejados que interferem na forma, com o objetivo de manter um estilo definido. Devem ser podados os novos brotos que tiverem seis a oito pares de folhas, deixando-se apenas um ou dois pares. Para os galhos mais grossos, a melhor \u00e9poca \u00e9 o in\u00edcio da primavera.\n\n<strong>Arama\u00e7\u00e3o:<\/strong> Os galhos e ramos que estiverem come\u00e7ando a tomar a consist\u00eancia de lenho ou madeira podem ser aramados. A melhor \u00e9poca \u00e9 no final do ver\u00e3o, devendo permanecer at\u00e9 o in\u00edcio da primavera.\n\n<strong>Propaga\u00e7\u00e3o:<\/strong> D\u00e1-se facilmente atrav\u00e9s de sementes retiradas de frutos frescos, imediatamente ap\u00f3s sua coleta.\n\n<strong>Dicas<\/strong>\n\nQuando for iniciar um bonsai de <strong>pitanga<\/strong> ou cereja a partir de semente, procure escolher aquelas provenientes de plantas precoces, cultivando no ch\u00e3o ou em vasos grandes nos primeiros tr\u00eas a quatro anos para estimular o crescimento e a produ\u00e7\u00e3o de frutos. Uma outra forma e r\u00e1pida de se conseguir uma <strong>pitangueira<\/strong> produzindo \u00e9 atrav\u00e9s do m\u00e9todo de alporquia, utilizando algum tipo de horm\u00f4nio enraizante.\n\nFonte: www.vivabonsai.com.br\n<h6>Pitanga<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pitanga\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pitang6.jpg\" alt=\"Pitanga\" width=\"230\" height=\"349\" \/><strong>\nPitanga<\/strong><\/p>\nResistente, vers\u00e1til ao adaptar-se a condi\u00e7\u00f5es diversas e f\u00e9rtil para propagar-se, a pitangueira ocorre tanto nas praias, onde tende a dobrar-se em galhos tortos e atingir pouca altura, quanto na serra, onde adquire solidez e grande porte.\n\n<strong>Pitanga <\/strong>\u00e9 o fruto da pitangueira (Eugenia pitanga), \u00e1rvore nativa do Brasil pertencente \u00e0 fam\u00edlia das mirt\u00e1ceas, a mesma da jabuticaba, da cabeludinha e da uvaia.\n\nSeu crescimento varia de tr\u00eas a mais de cinco metros de altura.\n\nAs folhas, ovais e verde-escuras, t\u00eam aroma forte e caracter\u00edstico. Delas se faz um ch\u00e1 que a medicina popular acredita eficaz contra a febre.\n\nAs flores s\u00e3o pequenas e brancas.\n\nAs frutas, que parecem miniaturas de ab\u00f3boras-morangas, t\u00eam em m\u00e9dia oito gomos salientes e medem de dois a tr\u00eas cent\u00edmetros de di\u00e2metro. Vermelhas quando maduras, s\u00e3o consumidas ao natural ou na forma de suco, sorvete, licor e gel\u00e9ia.\n\nA<strong> pitanga<\/strong> em geral cont\u00e9m de uma a tr\u00eas sementes arredondadas e grandes, pelas quais a esp\u00e9cie se propaga.\n\nA \u00e1rvore come\u00e7a a produzir com tr\u00eas anos e floresce e frutifica abundantemente durante a primavera e o ver\u00e3o.\n\n<strong>Costuma dar duas safras:<\/strong> uma em outubro, outra em dezembro ou janeiro.\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\nFruta nativa do Brasil, \u00e9 facilmente encontrada em todas as regi\u00f5es do pa\u00eds. Seu nome vem da palavra tupi &#8220;pyrang&#8221;, que significa &#8220;vermelha&#8221;.\n\nJ\u00e1 era apreciada pelos colonizadores que a cultivavam em suas resid\u00eancias, e de seus frutos produziam doces e sucos, al\u00e9m de utilizarem suas folhas para a confec\u00e7\u00e3o de medicamentos para diversos males.\n\nApesar de sua origem tropical, seu cultivo j\u00e1 se encontra difundido por diversos pa\u00edses podendo ser encontrada planta\u00e7\u00f5es da fruta no sul dos Estados Unidos, nas ilhas do Caribe e alguns pa\u00edses asi\u00e1ticos.\n\n<strong>Curiosidades<\/strong>\n<blockquote>A presen\u00e7a de licopeno em sua composi\u00e7\u00e3o \u00e9 respons\u00e1vel pela colora\u00e7\u00e3o vermelha intensa da fruta.\nO licopeno \u00e9 um poderoso antioxidante que tem se mostrado muito eficiente no combate a doen\u00e7as degenerativas, tais como o c\u00e2ncer.\nA <strong>pitangueira<\/strong> \u00e9 uma das principais \u00e1rvores utilizadas para o reflorestamento de \u00e1reas devastadas, por seus frutos servirem de alimentos \u00e0s aves da regi\u00e3o.\nA <strong>pitanga<\/strong> tamb\u00e9m \u00e9 conhecida por Suriname cherry ou Brazilian cherry.<\/blockquote>\n<h4>Nutrientes<\/h4>\n<blockquote>Vitamina A\nVitaminas do complexo B (B2 e B3)\nVitamina C\nC\u00e1lcio\nFerro\nF\u00f3sforo<\/blockquote>\nFonte: biomania.com\n<h6>Pitanga<\/h6>\n<strong>Ocorr\u00eancia:<\/strong> De Minas Gerais ao Rio Grande do Sul\n\n<strong>Outros nomes:<\/strong> Pitangueira, pitangueira vermelha, <strong>pitanga roxa<\/strong>, <strong>pitanga branca<\/strong>, <strong>pitanga r\u00f3sea<\/strong>, <strong>pitanga do mato<\/strong>.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pitanga\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pitang2.jpg\" alt=\"Pitanga\" width=\"308\" height=\"224\" \/><strong>\nPitanga<\/strong><\/p>\n\n<h4>Caracter\u00edsticas<\/h4>\nEsp\u00e9cie semidec\u00eddua que pode chegar a 12 m de altura, com tronco tortuoso, irregular, liso com manchas claras acinzentadas, provenientes da elimina\u00e7\u00e3o da casca fina, em placas, com 30 a 50 cm de di\u00e2metro.\n\nFolhas simples, opostas, ovadas ou ovado-oblongas, de bordos lisos, glabras, de colora\u00e7\u00e3o verde-escuro quando maduras e claras na brota\u00e7\u00e3o, brilhantes e sub-cori\u00e1ceas, parcialmente caducas por ocasi\u00e3o do aparecimento das flores, com 3 a 7 cm de comprimento por 1 a 3 cm de largura. Flores brancas, reunidas em 2 a 6 feixes terminais ou na axila das folhas ou nos ramos, ligeiramente vistosas, pedicelo longo.\n\nFruto baga, de vermelho-escuro at\u00e9 arroxeado, globoso, de superf\u00edcie lisa, s\u00e9palas da flor persistentes no fruto, na forma de uma coroa apical, com 7 a 8 sulcos longitudinais.\n\nRebrota intensamente das ra\u00edzes, al\u00e9m de apresentar boa regenera\u00e7\u00e3o natural em locais favor\u00e1veis. Um Kg de sementes cont\u00e9m aproximadamente 2.350 unidades.\n\n<strong>Habitat: <\/strong>Forma\u00e7\u00f5es florestais do complexo atl\u00e2ntico da floresta de encosta at\u00e9 a restinga e, nas matas do interior desses estados (floresta estacional semidecidual).\n\n<strong>Propaga\u00e7\u00e3o: <\/strong>Sementes\n\n<strong>Madeira:<\/strong> Moderadamente pesada, dura, compacta, resistente, de longa durabilidade natural.\n<h4>Utilidade<\/h4>\nAs flores s\u00e3o mel\u00edferas e os frutos avidamente consumidos pelas aves, peixes e pelo pr\u00f3prio homem. Frutos de perfume agrad\u00e1vel e sabor doce, usados ao natural, em gel\u00e9ias, doces, refrescos. Esp\u00e9cie muito cultivada em pomares dom\u00e9sticos e de grande potencial para reflorestamentos. Ainda \u00e9 utilizada como ornamental.\n\n<strong>Florescimento: <\/strong>Agosto a novembro\n\n<strong>Frutifica\u00e7\u00e3o:<\/strong> Outubro a janeiro\n\nFonte: www.vivaterra.org.br\n<h6>Pitanga<\/h6>\n<h4>A fruta do azedinho doce<\/h4>\n<strong>Nome cient\u00edfico<\/strong>: <em>Eugenia uniflora<\/em> L.\n<strong>Fam\u00edlia<\/strong>: Myrtaceae\n<strong>Utiliza\u00e7\u00e3o<\/strong>: Madeira utilizada para a fabrica\u00e7\u00e3o de cabo de ferramentas e outros componentes agr\u00edcolas. Seus frutos s\u00e3o comest\u00edveis e servem de alimento para diversas esp\u00e9cies de aves.\n<strong>\u00c9poca de coleta de sementes<\/strong>: Junho a janeiro.\n<strong>Coleta de sementes<\/strong>: Diretamente da \u00e1rvore quando come\u00e7ar a queda espont\u00e2nea dos frutos ou recolh\u00ea-los do ch\u00e3o.\n<strong>Fruto<\/strong>: Vermelho, laranja ou roxo, arredondado, contendo uma semente por fruto, possuindo aproximadamente 1,5 cm. de di\u00e2metro.\n<strong>Flor<\/strong>: Branca.\n<strong>Crescimento da muda<\/strong>: M\u00e9dio.\n<strong>Germina\u00e7\u00e3o<\/strong>: Normal.\n<strong>Plantio<\/strong>: Mata ciliar, \u00e1rea aberta.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pitanga\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pitang5.jpg\" alt=\"Pitanga\" width=\"354\" height=\"232\" \/><strong>\nPitanga. S\u00f3 de olhar d\u00e1 vontade de saborear<\/strong><\/p>\nA <strong>pitanga<\/strong>, esp\u00e9cie nativa da Mata Atl\u00e2ntica, tem em seu nome origem tupi-guarani &#8211; &#8220;pyrang&#8221; que significa \u0093vermelha\u0094. A fruta carnosa e aquosa, de cor vermelha (mais comum), amarela ou preta, tem sabor agridoce e j\u00e1 era apreciada pelos ind\u00edgenas, bem como pelos primeiros colonizadores do Brasil.\n\nPertencente a fam\u00edlia bot\u00e2nica das Myrtaceae, a pitanga (Eugenia uniflora L.) \u00e9 uma das mais importantes frutas nativas da Mata Atl\u00e2ntica com grandes potencialidades para o cultivo comercial. De seus frutos, que cont\u00e9m vitaminas A, C, do complexo B, c\u00e1lcio, ferro e f\u00f3sforo, al\u00e9m do consumo in natura, podem ser obtidos sucos, sorvetes, gel\u00e9ias, doces, licores e vinhos. Al\u00e9m desses usos, mais comuns, algumas ind\u00fastrias de cosm\u00e9ticos j\u00e1 t\u00eam utilizado seu extrato para a fabrica\u00e7\u00e3o de sabonetes e shampoos.\n\nAs folhas da pitangueira cont\u00e9m o alcal\u00f3ide denominado pitanguina (suced\u00e2neo de quinino); bastante utilizada na medicina popular atrav\u00e9s de ch\u00e1s, indicada contra diarr\u00e9ias persistentes, contra afec\u00e7\u00f5es do f\u00edgado, em gargarejos nas infec\u00e7\u00f5es da garganta, contra reumatismos e gota. Tem a\u00e7\u00e3o calmante, antiinflamat\u00f3ria, diur\u00e9tica, combate a obesidade e tamb\u00e9m possui atividade antioxidante.\n\nA <strong>pitangueira<\/strong> \u00e9 uma esp\u00e9cie de ampla distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica natural ocupando regi\u00f5es de clima tropical e subtropical, indo de Minas Gerais at\u00e9 o Rio Grande do Sul.\n\nAtualmente as planta\u00e7\u00f5es comerciais significativas da fruta est\u00e3o no nordeste brasileiro, onde o estado que se destaca \u00e9 Pernambuco.\n\nA pitanga \u00e9 indicada para recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas e tamb\u00e9m na implanta\u00e7\u00e3o de sistemas agroflorestais, al\u00e9m de possuir boa potencialidade para consumo e processamento da polpa, \u00e9 atrativa principalmente a avifauna, tornando-se uma esp\u00e9cie chave para indu\u00e7\u00e3o na regenera\u00e7\u00e3o natural de florestas.\n\nTamb\u00e9m \u00e9 utilizada como esp\u00e9cie ornamental em muitas cidades brasileiras.\n\nA <strong>pitanga<\/strong>, assim como outras dezenas de frutas nativas da Mata Atl\u00e2ntica, s\u00e3o pouco consumidas quando comparada a frutas ex\u00f3ticas (ma\u00e7\u00e3, p\u00eara, laranja, ameixa, etc). Cabe salientar que as nossas esp\u00e9cies frut\u00edferas nativas s\u00e3o incompar\u00e1veis quanto a sabor e teor de vitaminas. A Apremavi tem um trabalho que tem por objetivo promover o resgate dessas esp\u00e9cies, atrav\u00e9s da produ\u00e7\u00e3o de mudas, plantio e divulga\u00e7\u00e3o de suas potencialidades.\n\nFonte: www.apremavi.org.br\n<h6>Pitanga<\/h6>\n<p class=\"imagem\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pitanga\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pitang7.jpg\" alt=\"Pitanga\" width=\"354\" height=\"232\" \/><strong>\nPitanga<\/strong><\/p>\nPlanta nativa do Brasil a <strong>pitangueira<\/strong> medra em regi\u00f5es de clima tropical e subtropical; muito comum no Nordeste brasileiro ela \u00e9 encontrada desde a fronteira com as Guianas at\u00e9 o estado de S\u00e3o Paulo. Apesar do aroma e sabor ex\u00f3ticos da polpa do fruto o plantio da <strong>pitangueira<\/strong> ficou relegado a pomares dom\u00e9sticos.\n\nOs primeiros plantios racionais &#8211; em escala comercial &#8211; da <strong>pitangueira<\/strong> aconteceram na regi\u00e3o do munic\u00edpio de Bonito &#8211; inicialmente pelas Ind\u00fastrias Alimenticias Maguary sucedida pela Bonito Agr\u00edcola Ltda &#8211; Bonsuco (hoje respons\u00e1vel por 90% de toda a produ\u00e7\u00e3o nacional de suco e de polpa congelada) &#8211; no Agreste pernambucano e hoje alcan\u00e7am j\u00e1 150 hectares. Estima que, em geral, o estado de Pernambuco produz entre 1300 a 1700 toneladas de frutos da <strong>pitangueira<\/strong>. Parte dessa produ\u00e7\u00e3o \u00e9 distribuida pela CEASA para bares, restaurantes, sorveterias, hot\u00e9is da capital pernambucana.\n<h4>Usos da Pitangueira<\/h4>\n<strong>Planta<\/strong>\n\nUsada como planta ornamental em parques e jardins e para forma\u00e7\u00e3o de cercas vivas (Fl\u00f3rida, EUA).\n\n<strong>Caule<\/strong>\n\nFornece madeira para tornos, para cabos de ferramentas e implementos agr\u00edcolas, para mour\u00f5es, para esteios e para lenha; o cerne escuro do tronco de plantas velhas tem utilidade em marcenaria de luxo.\n\n<strong>Folhas<\/strong>\n\nCont\u00e9m o alcal\u00f3ide denominado pitanguina (suced\u00e2neo de quinino); em medicina caseira seus ch\u00e1s e banhos s\u00e3o utilizados para tratamento de febres intermitentes; os ch\u00e1s tem uso contra diarr\u00e9ias persistentes, contra afec\u00e7\u00f5es do figado, em gargarejos nas infec\u00e7\u00f5es da garganta, contra reumatismos e gota. Dizem, tamb\u00e9m, o ch\u00e1 ser uma substancia excitante.\n\n<strong>Fruto<\/strong>\n\nAo natural sua polpa \u00e9 consumida fresca ou sob forma de refrescos, sucos; processada a polpa entra na composi\u00e7\u00e3o de sucos engarrafados, sorvetes, doces, licores, vinhos e gel\u00e9ias.\n\nAinda os frutos s\u00e3o tidos como digestivos se ingeridos ap\u00f3s as refei\u00e7\u00f5es.\n<h4>Botanica\/Descri\u00e7\u00e3o\/Variedades<\/h4>\nA <strong>pitangueira<\/strong> \u00e9 conhecida como Eugenia uniflora, L, Dicotyledonae, Mirtaceae. O fruto, por ser vermelho escuro (pitangueira vermelha) era conhecido pelos \u00edndios tupi-guaranis pelo nome de <strong>pitanga<\/strong>.\n\nA <strong>pitangueira<\/strong> \u00e9 uma pequena \u00e1rvore que nas regi\u00f5es subtropicais alcan\u00e7a 2m a 4m de altura mas, vegetando sob \u00f3timas condi\u00e7\u00f5es de clima e de solo, alcan\u00e7a alturas acima de 6m., quando adulta. As folhas pequenas e verde-escuras quando formadas exalam aroma forte e caracter\u00edstico. As flores brancas e suavemente perfumadas, s\u00e3o hermaforditas e mel\u00edficas. O fruto \u00e9 uma baga com 1,5 a 3,0cm. de di\u00e2metro, tem casca muito fina; a polpa do fruto maduro \u00e9 macia, suculenta, doce ou agridoce, arom\u00e1tica, saborosa, perfumada. A matura\u00e7\u00e3o do fruto d\u00e1-se em 5 a 6 semanas ap\u00f3s o in\u00edcio da flora\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>A composi\u00e7\u00e3o de 100 gramas de polpa \u00e9: <\/strong>38 calorias, 0,3g. de prote\u00edna, 10mg. de c\u00e1lcio, 20mg. de f\u00f3sforo, 2,3mg. de ferro 0,03mg. de vit.B2 e 14mg. de vit. C.\n\nN\u00e3o se conhece variedades definidas de <strong>pitangueira<\/strong>s no Brasil; entre plantas nota-se diferen\u00e7as quanto a forma, tamanho, cor e sabor do fruto. Encontra-se plantas com frutos cor laranja, com cor vermelha e com frutos encarnados, quase negros.\n<h4>Clima e Solo<\/h4>\nA planta adapta-se as regi\u00f5es de climas tropical e subtropical com boas chuvas ao longo do ano. Sob condi\u00e7\u00f5es de irriga\u00e7\u00e3o pode ser cultivada em \u00e1reas semi-\u00e1ridas do Nordeste. Faixa de temperatura de 23-27\u00baC, chuvas anuais em torno de 1,500mm. bem distribuidos e umidade do ar em torno de 80% &#8211; notadamente na forma\u00e7\u00e3o do fruto, -, promovem o bom desenvolvimento da <strong>pitangueira<\/strong> que medra bem em solos com pH entre 6,0 a 6,5, leves (arenosos), silico-argilosos e at\u00e9 argilo-silicosos desde que sejam profundos, drenados, f\u00e9rteis, planos a levemente ondulados. A planta gosta de terrenos com altitude entre 600m. e 800m.\n<h4>Forma\u00e7\u00e3o de Mudas<\/h4>\n<strong>A propaga\u00e7\u00e3o da pitangueira d\u00e1-se por:<\/strong>\n\n<strong>Via sexuada: <\/strong>Quando se utiliza a semente como \u00f3rg\u00e3o que multiplica a planta; \u00e9 o m\u00e9todo comum de propaga\u00e7\u00e3o para pequenos plantios em pomares dom\u00e9sticos.\n\n<strong>Via assexuada: <\/strong>Quando se utiliza de seus ramos para multiplicar a planta; usa-se m\u00e9todo de alporquia e m\u00e9todo de enxertia (garfagem em fenda cheia). Este m\u00e9todo \u00e9 indicado para obten\u00e7\u00e3o de mudas que possam assegurar plantios com uniformidade de indiv\u00edduos &#8211; desenvolvimento, precocidade, produ\u00e7\u00e3o, -, entre outras caracter\u00edsticas.\n\n<strong>Alporquia: <\/strong>Escolhe-se ramo da planta com, pelo menos 1cm. de di\u00e2metro e 60 a 80cm. de comprimento, retira-se completamente a casca de 2-3cm. do ramo a 15cm. de dist\u00e3ncia da uni\u00e3o com caule. Cobre-se com terra \u00famida + esterco de curral bem curtido + p\u00f3-de-xaxim e amarra-se com saco transparente. Em 55 a 65 dias o local descascado come\u00e7ar\u00e1 a emitir ra\u00edzes; quando estas come\u00e7am a se desenvolver corta-se o ramo 2cm. abaixo e transfere-se ramo com ra\u00edzes para saco pl\u00e1stico com terra estercada para estimular desenvolvimento da muda. Ap\u00f3s 3-4 meses efetuar plantio em local definitivo.\n\n<strong>Enxertia: <\/strong>Utiliza-se de porta-enxerto e de pontas de ramos (garfos) de plantas a multiplicar. Sugere-se que esses enxertos sejam adquiridos de produtores de mudas credenciados por \u00f3rg\u00e3os oficiais.\n\n<strong>Sementes: <\/strong>Sementes vigorosas devem ser obtidas de frutos sadios, grandes, encontrados em plantas vigorosas e de boa produ\u00e7\u00e3o; as sementes devem ser lavadas &#8211; para elimina\u00e7\u00e3o de polpa do fruto &#8211; e postas a secar sobre jornal e \u00e0 sombra. Os recipientes devem ser sacos de polietileno, dimens\u00f5es 12cm. x 16cm. ou 18cm. x 30cm., cheios de mistura de terra com esterco de curral (3:1) ou terra com esterco de galinha (6:1). Semeia-se 2 caro\u00e7os por recipiente irriga-se e cobre-se com palha sem sementes; de ordin\u00e1rio a semente deve germinar entre 20-25 dias quando retira-se a cobertura de palha. A partir da\u00ed a prote\u00e7\u00e3o da plantinha \u00e9 feita com cobertura alta (1m. de altura para o nascente e 0,6m. para o poente); quando a mudinha alcan\u00e7ar 5cm. de altura deve-se desbastar para deixar a mais vigorosa. Mudas com 25cm. de altura (5-6cm. meses p\u00f3s-semeio) estar\u00e3o aptas ao plantio em campo.\n<h4>Plantio\/Trato Culturais<\/h4>\nEscolhido o local para o pomar deve-se arar e gradear o terreno.\n\nEfetua-se delimita\u00e7\u00e3o da \u00e1rea e marca-se o local de plantio com r\u00e9gua de plantio e piquetes, em espa\u00e7amento de 4m. x 5m. (terrenos com declividade de 0-10% em ret\u00e2ngulo, 500 plantas\/h\u00e1) ou 4m. x 4m. (terrenos com declividade de 10-40% em quinconcio).\n\nAs covas devem ter dimens\u00f5es 0,35m. x 0,35m. x 0,35m. e o adubo deve ser misturado \u00e0 terra dos primeiros 15cm. de altura na abertura da cova. Sessenta dias antes do plantio mistura-se 10 litros de esterco de curral 200g. de superfosfato simples e 100g. de cloreto de pot\u00e1ssio \u00e0 terra de superficie e coloca-se no fundo da cova. O plantio \u00e9 efetuado no in\u00edcio da esta\u00e7\u00e3o chuvosa; o saco \u00e9 retirado e a muda com torr\u00e3o \u00e9 colocada no centro da cova &#8211; com auxilio da r\u00e9gua de plantio &#8211; de maneira que o seu colo &#8211; superficie do torr\u00e3o &#8211; fique 5cm. acima da superficie do terreno. Irrigar com 10-15 litros de \u00e1gua e cobrir o solo com palha ao redor da muda; o pomar deve ser mantido a limpo com capinas em coroamento \u00e0 muda e ro\u00e7agem nas entre linhas (inverno) para evitar concorr\u00eancia de ervas daninhas. Podas &#8211; bem junto ao troco &#8211; para elimina\u00e7\u00e3o de ramos laterais devem ser feitas nos primeiros anos de modo qua a copa esteja formada a partir de 0,4m. de altura do solo. Aduba\u00e7\u00f5es em cobertura s\u00e3o feitas, anualmente, sob copa da planta, com leve incorpora\u00e7\u00e3o aplicando-se 10Kg. de esterco (in\u00edcio esta\u00e7\u00e3o chuvosa) e 125g. por aplica\u00e7\u00e3o por planta, (no in\u00edcio e fim da esta\u00e7\u00e3o chuvosa), da f\u00f3rmula NPK 10:10:10 no primeiro ano; no 2\u00ba ano &#8211; 500g. da f\u00f3rmula; 3\u00ba ano &#8211; 750g.; 4\u00ba ano &#8211; 1.000g.; 5\u00ba ano em diante &#8211; 1.200g.\n<h4>Colheita \/ Rendimento<\/h4>\nA partir do 3\u00ba ano de vida e 50 dias ap\u00f3s a flora\u00e7\u00e3o inicia-se a colheita da <strong>pitangueira<\/strong>; os frutos maduros devem ser colhidos no p\u00e9, \u00e0 m\u00e3o delicadamente, e colocados em caixas apropriadas e abrigadas do sol (\u00e0 sombra sob cobertura de lona). A planta torna-se safreira aos 6 anos de idade. De ordin\u00e1rio a planta entra em produ\u00e7\u00e3o de frutos duas vezes por ano (mar-abril e ago-dezembro em Pernambuco). Uma pitangueira pode produzir de 2,5 a 3,0Kg. de frutos\/\u00e1rvore\/ano em pomares n\u00e3o irrigados.\n\n<strong>Em \u00e1reas irrigadas (Bonito-Pe) encontrou-se o seguinte rendimento em toneladas por hectare:<\/strong> 2\u00ba ano-0,5; 3\u00ba ano-3,0; 4\u00ba ano-5,0; 5\u00ba ano-7,0; e 6\u00ba ano em diante-9,0 t\/ha.\n\n<strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong>\n\nEmpresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuaria &#8211; IPA\nDivis\u00e3o de Difus\u00e3o e Documenta\u00e7\u00e3o\nA pitangueira em Pernambuco\nRecife-1992\n\nEditora Globo\nRevista O Globo Rural\nEdi\u00e7\u00f5es -no 89, mar. 93, pg. 17.\nno 132, out. 96, pg. 17\nno 142, set. 97, pg. 62\nS\u00e3o Paulo &#8211; SP\n\nEditora Globo\nRevista Rural Abril\nS\u00e3o Paulo &#8211; 1991\n\nInformativo SBF &#8211; v.4, no 3 set. 1985\n\nFonte: www.seagri.ba.gov.br\n<h6>Pitanga<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pitanga\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pitang10.jpg\" alt=\"Pitanga\" width=\"244\" height=\"300\" \/><strong>\nPitanga<\/strong><\/p>\n\n<h4>Descri\u00e7\u00e3o bot\u00e2nica<\/h4>\nNo Brasil, por\u00e9m, tem um bom desenvolvimento, apresentando-se como uma arvoreta de at\u00e9 oito metros de altura.\n\nAs folhas s\u00e3o opostas, verde-escuras, brilhante, glabras, perfumadas, ovais, onduladas, inteiras, com pec\u00edolo curto e fino. As folhas novas s\u00e3o cor de vinho.\n\nFlores brancas, suavemente perfumadas, mel\u00edferas abundantemente providas de p\u00f3len, hermafroditas, dispostas na axila das folhas. Possuem quatro p\u00e9talas e muitos estames amarelos.\n\nA <strong>pitanga<\/strong> \u00e9 uma baga, com cerca de 30 mm de di\u00e2metro, formosa de um vermelho intenso quando bem madura, a polpa \u00e9 vermelha, sucosa, macia, doce ou agridoce, perfumada, saborosa. A fruta prende-se a arvoreta por meio de um ped\u00fanculo com dois a tr\u00eas cm de comprimento.\n\nH\u00e1 <strong>pitangas vermelhas<\/strong>, rubras, brancas, roxas, quase pretas.\n<h4>Variedades<\/h4>\nN\u00e3o se conhecem, no Brasil, variedades perfeitamente definidas de pitangueiras. Notam-se, por\u00e9m, pequenas diferen\u00e7as entre arvoretas e frutas. Dizem que a rela\u00e7\u00e3o entre o tamanho do fruto e o da semente apresenta varia\u00e7\u00f5es; estes caracteres n\u00e3o s\u00e3o propagados pela multiplica\u00e7\u00e3o g\u00e2mica. Perdem-se portanto, ou tendem a perder-se.\n\n<strong>S. Decker distingue: <\/strong>Pitangueira comum ( Stenocalyx <strong>pitanga<\/strong>, Berg)e Pitanga Mulata ( Stenocalyx dasiblatus, Berg) . Paulo Le Cointe cita, ao lado da Pitangueira-de-frutos-vermelhos (Stenocalyx pitanga,Berg, Eugenia Michellii, Aubl, eugenia pitanga, Berg, Euugenia uniflora, Lin.) , a Pitangueira-da-mata (Stenocaly sp), mas n\u00e3o \u00e9 uma variedade e sim outra esp\u00e9cie.\n<h4>Clima<\/h4>\nA pitangueira encontra-se em todo o Brasil, de Norte a Sul, menos nas regi\u00f5es semi-\u00famida, sub\u00famida e semi-\u00e1rida e nos munic\u00edpios mais frios. Cresce bem, portanto, em climas quente e \u00famido e temperado-doce suficiente \u00famido. Adulta, a pitangueira suporta temperaturas inferiores a zero grau cent\u00edgrado. Tem alguma resist\u00eancia \u00e0 seca. Entre n\u00f3s, \u00e9 bastante comum na regi\u00e3o amaz\u00f4nica, nas regi\u00f5es \u00famidas do Nordeste, no Sudeste, no Sul e no Centro-Oeste. H\u00e1 muitas pitangueiras nas proximidades de Salvador. Em Jo\u00e3o Pessoa empregam-na freq\u00fcentemente como cerca viva.\n<h4>Solos<\/h4>\nA pitangueira n\u00e3o se mostra exigente em solos. Cresce muito bem, em nosso pa\u00eds, nas aluvi\u00f5es das margens dos rios. Cresce muito bem em solos leves, arenosos, s\u00edlico-argilosos, argilo-silicosos. Suportam muito bem os solos argilosos. Devem ser preferidos os solos de textura m\u00e9dia, profundos, bem drenados, f\u00e9rteis.\n<h4>Multiplica\u00e7\u00e3o<\/h4>\nA multiplica\u00e7\u00e3o da pitangueira pode ser sexuada ou g\u00e2mica e assexuada ou ag\u00e2mica. A multiplica\u00e7\u00e3o g\u00e2mica \u00e9 a mais f\u00e1cil e a geralmente utilizada. Obt\u00eam-se plantas r\u00fasticas e de produ\u00e7\u00e3o ser\u00f3dia. N\u00e3o permite conserva\u00e7\u00e3o das variedades com todas as qualidades que as distinguem. Produz desde os quatro anos de idade. A pitangueira pode ser multiplicada por enxertia.\n<h4>Plantio<\/h4>\nAra-se e gradeia-se o terreno do futuro pomar. Se poss\u00edvel, faz-se uma aduba\u00e7\u00e3o com estrume de curral, composto ou adubo verde. As covas ser\u00e3o abertas com bastante anteced\u00eancia. Ter\u00e3o pelo menos 50 cm de profundidade, comprimento e largura.\n\n<strong>Cada cova receber\u00e1 uma aduba\u00e7\u00e3o mais ou menos semelhante \u00e0 seguinte:<\/strong>\n<table border=\"0\" width=\"36%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Estrume de curral<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">20 a 30 l<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Nitroc\u00e1lcio ou sulfato de Am\u00f4nio<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">100 a 150g<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Superfosfato<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">250 a 300g<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Cloreto ou sulfato de pot\u00e1ssio<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">150 a 200g<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<strong>Espa\u00e7amento: <\/strong>5 x 5 m \u00e9 julgado suficiente nas regi\u00f5es \u00famidas.. Nas regi\u00f5es menos chuvosas o compasso poder\u00e1 ser de 6 x 6 m..\n\n<strong>Tratos culturais:<\/strong> A pitangueira \u00e9 uma planta r\u00fastica, necessitando de pouco trato cultural. Em regra os tratos culturais se resumem em capinas e escarifica\u00e7\u00f5es.\n\n<strong>Aduba\u00e7\u00f5es: <\/strong>N\u00e3o se costuma adubar as pitangueiras. N\u00e3o \u00e9 uma raz\u00e3o para n\u00e3o adub\u00e1-las.\n\n<strong>Pode-se aplicar, a t\u00edtulo experimental, a seguinte aduba\u00e7\u00e3o em cada pitangueira em produ\u00e7\u00e3o:<\/strong>\n<table border=\"0\" width=\"50%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Nitroc\u00e1lcio ou sulfato de am\u00f4nio<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">200g<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Superfosfato<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">200g<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Farinha de ossos<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">300g<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Cloreto de pot\u00e1ssio<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">150g<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h4>Podas<\/h4>\nA <strong>pitangueira<\/strong> se presta muito bem \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de cercas vivas. Mesmo neste estado, produz, embora muito pouco. Nos pomares como \u00e1rvores frut\u00edferas, a pitangueira necessita apenas de podas de limpeza. Podem fazer-se, tamb\u00e9m, embora n\u00e3o se usem, podas de arejamento e forma\u00e7\u00e3o.\n<h4>Colheita<\/h4>\nProcede-se a colheita com a m\u00e1xima facilidade. Colhem-se as frutas maduras.\n\nO Transporte \u00e9 dif\u00edcil porque a <strong>pitanga<\/strong> \u00e9 uma fruta muito delicada, n\u00e3o suportando pancadas, e \u00e9 de pouca dura\u00e7\u00e3o. Da\u00ed a necessidade de evitar traumatismos.\n\nAs frutas geralmente est\u00e3o maduras tr\u00eas semanas depois da flora\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>A produ\u00e7\u00e3o \u00e9, quase sempre, muito abundante. Entre n\u00f3s, no Brasil a pitangueira d\u00e1 duas safras por ano:<\/strong> a primeira em outubro; a segunda em dezembro ou janeiro.\n\nFonte: www.agrov.com\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pitanga, Fruta, Pitangueira, Uso, Origem, \u00c1rvore, Brasil, Valor, Composi\u00e7\u00e3o, Variedades, Caracter\u00edsticas, Fotos, Hist\u00f3ria, Pitanga<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":27280,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[64],"tags":[65],"class_list":["post-27279","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-alimentos-2","tag-alimentos"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Pitanga - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Pitanga - 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