{"id":27253,"date":"2016-01-22T00:00:00","date_gmt":"2016-01-22T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/pinha\/"},"modified":"2026-09-01T18:11:33","modified_gmt":"2026-09-01T18:11:33","slug":"pinha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/pinha\/","title":{"rendered":"Pinha"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"ads-cima\"><\/p>\n&nbsp;\n<h4><strong>Fruta-do-conde<\/strong><\/h4>\n<strong>Nome cient\u00edfico: <\/strong>Annona squamosa L.\n\n<strong>Nome popular: <\/strong>anona; pinha; fruta-do-conde; ata; cora\u00e7\u00e3o-de-boi; cabe\u00e7a-de-negro; condessa\n\n<strong>Fam\u00edlia bot\u00e2nica:<\/strong> Annonaceae\n\n<strong>Origem: <\/strong>Antilhas\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pinha\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pinha-22.jpg\" alt=\"Pinha\" width=\"246\" height=\"293\" \/><strong>\nPinha &#8211; Fruta-do-conde<\/strong><\/p>\n\n<h4>Caracter\u00edsticas da planta<\/h4>\n\u00c1rvore de tamanho vari\u00e1vel, podendo atingir at\u00e9 7 m de altura de acordo com a esp\u00e9cie. Folhas r\u00edgidas, dispostas caracteristicamente intercaladas na posi\u00e7\u00e3o horizontal ao longo dos ramos. Flores freq\u00fcentemente carnosas, de colora\u00e7\u00e3o esverdeada ou branco-amarelada. Florescem ao longo de todo o ano.\n<h4>Fruto<\/h4>\nGloboso ou alongado que cont\u00e9m numerosas sementes presas a uma polpa branca, aquosa, mole, envolvida por uma casca de colora\u00e7\u00e3o amarelo-esverdeada, lisa ou recoberta por escamas carnosas.\n\nFrutificam durante quase todo o ano.\n<h4>Cultivo<\/h4>\nPropaga-se por sementes ou por garfagem. Prefere clima quente, por\u00e9m com pouca chuva e esta\u00e7\u00e3o seca bem definida. Come\u00e7a a produzir 3 anos ap\u00f3s o plantio.\n\nA fam\u00edlia das Anon\u00e1ceas engloba uma grande variedade de frutos e. De maneira geral, as plantas dessa fam\u00edlia caracterizam-se por apresentarem folhas simples, dispostas alternadamente em um mesmo plano, ao longo dos ramos e pela semelhan\u00e7a entre seus frutos.\n\nOs frutos, muito conhecidos em todo o mundo e bastante apreciados, t\u00eam uma apar\u00eancia r\u00fastica e caracterizam-se por apresentarem a forma de &#8220;<strong>pinhas<\/strong>&#8221; podem possuir formas alongadas ou ent\u00e3o arredondadas, mas n\u00e3o perfeitamente; \u00e0s vezes, dependendo da esp\u00e9cie, t\u00eam a forma de um cora\u00e7\u00e3o. De tamanhos e pesos variad\u00edssimos, podem ser como punhos fechados ou como bolas de rugby. S\u00e3o, por exemplo, a <strong>fruta-do-conde<\/strong> (Annona squamosa), a graviola (Annona muricata), o araticum-do-cerrado ou marolo (Annona crassiflora) e os outros muitos araticuns do Brasil.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pinha\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pinha-23.jpg\" alt=\"Pinha\" width=\"299\" height=\"221\" \/><strong>\nPinha &#8211; Fruta-do-conde<\/strong><\/p>\nSegundo Maria do Carmo C. Sanchotene, em l\u00edngua guarani, araticum significa &#8220;fruto mole&#8221;, que \u00e9 como esses frutos de apar\u00eancia \u00e1spera e rude ficam ao amadurecer, desmanchando-se facilmente.\n\nAraticum \u00e9, tamb\u00e9m, de fato, a denomina\u00e7\u00e3o mais comum para as variedades silvestres das Anan\u00e1ceas por todo o continente americano que fala portugu\u00eas. Na Am\u00e9rica espanhola, por sua vez, a denomina\u00e7\u00e3o gen\u00e9rica e mais comum para esses frutos \u00e9 anone ou anona.\n\nA escritora colombiana Clara In\u00e9s Olaya oferece uma pista para a compreens\u00e3o dos motivos que levaram a tais generaliza\u00e7\u00f5es Segundo ela, os espanh\u00f3is teriam provado essas frutas pela primeira vez nas Ilhas do Caribe, assim que aportaram no Novo Mundo, uma vez que s\u00e3o nativas da regi\u00e3o. Ali, teriam tamb\u00e9m rendido o nome an\u00f3n, palavra da l\u00edngua ind\u00edgena ta\u00edna usada para designar uma determinada variedade de fruta nativa e que, mais tarde, ficou conhecida como &#8220;ei manjor blanco de los espa\u00f1oles&#8221;.\n\nO an\u00f3n descrito pelos navegantes do s\u00e9culo XVI nasce em arvoretas, tem cor verde-escura, textura escamosa e verrugosa, e, quando maduro, ao contr\u00e1rio do que sua apar\u00eancia pode fazer crer, abre-se em gomos facilmente, bastando, para isso, um leve aperto.\n\nAberta, a fruta oferece uma polpa suave e cremosa que se desmancha na boca, deixando um sabor bom e perfumado, al\u00e9m de v\u00e1rias pequenas sementes duras, lisas e brilhantes.\n\nEsta descri\u00e7\u00e3o corresponde, precisamente, \u00e0 da Annona squamosa que \u00e9, entre todas as Anon\u00e1ceas, a mais conhecida e a mais facilmente encontrada nas feiras-livres e supermercados brasileiros, embora n\u00e3o seja variedade nativa do pa\u00eds.\n\n<strong>De fato, a introdu\u00e7\u00e3o desta fruta no Brasil tem datas hist\u00f3ricas precisas: <\/strong>segundo Pio Corr\u00eaa, na Bahia corria o ano de 1626 quando o Conde de Miranda plantou a primeira \u00e1rvore dessa variedade, e j\u00e1 era 1811 quando um-agr\u00f4nomo franc\u00eas introduziu-a no Rio de Janeiro, a pedido do Rei D.Jo\u00e3o VI. Estima-se, no entanto, que algumas variedades silvestres da fruta, origin\u00e1rias das Antilhas, deslocaram-se tamb\u00e9m at\u00e9 atingirem a regi\u00e3o amaz\u00f4nica, transformando-se em esp\u00e9cies subespont\u00e2neas antes mesmo da chegada dos europeus.\n\n<strong>Atualmente, no Brasil, em virtude de tantas andan\u00e7as, o an\u00f3n espanhol tem v\u00e1rios nomes em portugu\u00eas: <\/strong>pode ser ata, no norte e no nordeste do pa\u00eds, no interior de S\u00e3o Paulo e em Minas Gerais; pode ser araticum, no Rio Grande do Sul; ou, ent\u00e3o, I na Bahia, pode ser <strong>fruta-do-conde<\/strong> ou <strong>pinha<\/strong>.\n\nComo ata, <strong>pinha<\/strong> ou <strong>fruta-do-conde<\/strong>, ela \u00e9, atualmente, cultivada por todo o pa\u00eds. De sabor delicioso e t\u00edpico, a pinha \u00e9 basicamente consumida in natura, mas sua polpa presta-se muito bem como ingrediente no preparo de refrescos e sucos.\n\nAinda no s\u00e9culo XVI, \u00e0 medida que os homens europeus foram conquistando as novas terras e que se embrenhavam no continente as novas terras e que se embrenhavam no continente americano, encontraram outras variedades de frutas similares. Muito parecidas entre si, segundo Clara In\u00e9s Olaya, essas frutas foram designadas pelos conquistadores pelo mesmo nome an\u00f3n, sem se respeitarem nem reconhecerem as diferentes denomina\u00e7\u00f5es que os povos ind\u00edgenas lhes atribu\u00edam. E poss\u00edvel imaginar que fatos semelhantes tenham ocorrido com v\u00e1rios dos araticuns brasileiros.\n\nEntre todas as frutas conhecidas em nosso planeta, n\u00e3o h\u00e1 fam\u00edlia mais complicada que a das Anon\u00e1ceas, do ponto de vista das muitas variedades existentes, das semelhan\u00e7as entre os frutos e das diferentes denomina\u00e7\u00f5es populares que lhe foram atribu\u00eddas ao longo do tempo, na hist\u00f3ria.\n\nO araticum-do-cerrado (Annona crassiflora) \u00e9 mais um deles. Com esse nome ele \u00e9 conhecido na regi\u00e3o central do Brasil, nos cerrados que ele carrega no nome.\n\nComo marolo, \u00e9 conhecido por todo o sul de Minas Gerais, onde \u00e9 nativo e espont\u00e2neo nos enclaves de campos cerrados existentes na regi\u00e3o.\n\n<strong>Basicamente, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade da polpa, distinguem-se dois tipos de frutos assim denominados:<\/strong> o araticum de polpa rosada, mais doce e mais macio, e o de polpa amarelada, n\u00e3o muito macio e um pouco \u00e1cido. Em ambos os casos, o processo de obten\u00e7\u00e3o da polpa, que pode ser congelada, \u00e9 semelhante, sendo lento, manual e de pouco rendimento.\n\nCom um ou outro nome, esse fruto de grande tamanho \u00e9 bastante conhecido e consumido pelas popula\u00e7\u00f5es locais, sendo comercializado nas feiras e, especialmente, nas beiras de estrada na \u00e9poca de sua frutifica\u00e7\u00e3o.\n\nEntre as frutas nativas brasileiras que n\u00e3o se transformaram em esp\u00e9cies cultivadas, o araticum-do-cerrado \u00e9 uma das que apresenta o maior \u00edndice de aproveitamento culin\u00e1rio.\n\n<strong>Al\u00e9m do consumo in natura, s\u00e3o in\u00fameras as receitas de doces e bebidas que levam o sabor perfumado e forte de sua polpa, acrescida, muitas vezes, pelos sabores de outras frutas<\/strong>: batidas, licores, refrescos, bolachas, bolos, sorvetes, cremes, gel\u00e9ias, gelatinas, compotas, quindim, docinhos, doces-de-coco, doces-de-leite, etc.\n\nFonte: www.bibvirt.futuro.usp.br\n<h6>Pinha<\/h6>\n<p class=\"google\"><\/p>\n\n<h4>Fruta-do-conde<\/h4>\nA <strong>pinha<\/strong>, tamb\u00e9m conhecida como <strong>fruta-do-conde<\/strong>, ata, condessa e cabe\u00e7a-de-negro, \u00e9 o fruto da Annona squamosa, \u00e1rvore da fam\u00edlia das anon\u00e1ceas, a mesma dos araticuns.\n\n\u00c9 uma \u00e1rvore pequena origin\u00e1ria das Antilhas, com muitos galhos, que atinge 7 metros de altura, com folhas r\u00edgidas, dispostas caracteristicamente intercaladas na posi\u00e7\u00e3o horizontal ao longo dos ramos.\n\nAs flores s\u00e3o freq\u00fcentemente carnosas, de colora\u00e7\u00e3o esverdeada ou branco-amarelada, florescem ao longo de todo o ano.\n\nSeu fruto tem de 7 a 10 cent\u00edmetros de di\u00e2metro. Boa fonte de vitaminas C e do complexo B, importantes no metabolismo das prote\u00ednas, carboidratos.\n\nO fruto \u00e9 globoso ou alongado e cont\u00e9m numerosas sementes presas a uma polpa branca, aquosa, mole, doce e quase sem acidez, envolvida por uma casca de colora\u00e7\u00e3o amarelo-esverdeada, lisa ou recoberta por escamas carnosas. \u00c9 macia, granulada, perfumada e saborosa.\n\n\u00c9 redondo e muitas vezes coberto de sali\u00eancias arredondadas.\n\nA <strong>Fruta Pinha<\/strong> \u00e9 um fruto da fam\u00edlia das anon\u00e1cias, origin\u00e1ria das Antilhas. O fruto \u00e9 redondo e coberto de sali\u00eancias arredondadas.\n\n\u00c9 uma boa fonte de vitamina C e de Complexo B. Os gomos s\u00e3o sementes compridas, pretas e recobertas por uma massa branca\/creme, doce e sem acidez.\n\n\u00c9 muito saborosa e pode ser utilizada para sumos.\n\n\u00c0 medida que amadurece, as sali\u00eancias passam do verde-claro ao verde-pardo-acinzentado. Boa fonte de vitaminas C e do complexo B, importantes no metabolismo das prote\u00ednas, carboidratos e gorduras, \u00e9 aconselh\u00e1vel para incrementar o card\u00e1pio com vitaminas e sais minerais., sendo ruim para pessoas que fazem regime de emagrecimento, por ser rica em a\u00e7\u00facare, consequentemente, muitomais cal\u00f3rica do que a maioria das frutas.\n\nA polpa \u00e9 formada por gomos com sementes compridas, pretas e lustrosas recobertas por umamassa branca ou creme, doce e quase sem acidez. \u00c9 macia, granulada, perfumada e saborosa.\n\nA <strong>pinha<\/strong> \u00e9 uma fruta que cont\u00e9m muito a\u00e7\u00facar, portanto n\u00e3o \u00e9 recomendada a quem faz regime de emagrecimento.\n\nPode ser consumida ao natural ou em forma de sucos, doces ou sorvetes. Para separar a polpa das in\u00fameras sementes, usa-se o liquidificador, ligando e desligando v\u00e1rias vezes o aparelho para n\u00e3o triturar as sementes.\n\nA planta chegou ao Brasil em 1626, trazida pelo conde de Miranda, que a introduziu na Bahia. Por isso, em grande parte do pa\u00eds \u00e9 conhecida como <strong>fruta-do-conde<\/strong>.\n\nEm 1811 um agr\u00f4nomo franc\u00eas introduziu-a no Rio de Janeiro, a pedido do Rei D.Jo\u00e3o VI.\n\nA <strong>pinha<\/strong> se d\u00e1 bem em clima quente, com pouca chuva e esta\u00e7\u00e3o seca bem definida. Come\u00e7a a produzir aos 3 anos. \u00c9 cultivada do extremo Norte \u00e0s regi\u00f5es altas do estado de S\u00e3o Pualo, mas produz nas regi\u00f5es semi-\u00famidas, sub-\u00famidas e semi-\u00e1ridas do Nordeste. Existe uma variedade sem semente, ainda pouco difundida, chamada de ata-cear\u00e1 ou pitaguari.\n\nCom a polpa da <strong>pinha<\/strong> se fazem deliciosos pur\u00eas que podem ser servidos com carne assada ou fil\u00e9 de peixe grelhado. Fazem-se tamb\u00e9m cremes doces, que acompanham bolos, tortas e sorvetes. Combinada com cremes, pode-se fazer perfumadas mousses e sorvetes. O pur\u00ea \u00e9 utilizado ainda como recheio para tortas e sufles.\n\nA <strong>pinha<\/strong> pode ser comprada em feiras livres ou em supermercados. Escolha frutas bojudas de colora\u00e7\u00e3o verde-clara, quando n\u00e3o s\u00e3o para consumo imediato.\n\nPara amadurecer em casa, basta deix\u00e1-las em cesto arejado em local protegido da luz at\u00e9 que fiquem macias. Para apressar o amadurecimento, embrulhe as frutas em jornal. <strong>Pinhas<\/strong> maduras t\u00eam colora\u00e7\u00e3o verde-acinzentada e s\u00e3o macias. Para confirmar se est\u00e3o maduras atrav\u00e9s da maciez,pressione a casca levemente, pois n\u00e3o resistem \u00e0 forte press\u00e3o e se rompem. Evite se estiverem pretas, rachadas, muito moles e com sinais de mofo.\n<h4>O fruto<\/h4>\nO fruto \u00e9 do tipo baga, quase esf\u00e9rico, recoberto de escamas verdes. A polpa \u00e9 formada por gomos com sementes compridas, pretas e lustrosas recobertas por uma massa branca ou creme, doce e quase sem acidez. \u00c9 macia, granulada, perfumada e saborosa.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pinha\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pinha-24.jpg\" alt=\"Pinha\" width=\"293\" height=\"241\" \/><strong>\nPinha &#8211; Fruta-do-conde<\/strong><\/p>\nA deliciosa polpa da <strong>pinha<\/strong> \u00e9 mais consumida in natura. Nesse caso, fica mais saborosa se estiver ligeiramente gelada. Basta lavar bem, part\u00ed-la com as m\u00e3os e comer com uma colherinha, desprezando as sementes.\n\nPara us\u00e1-la na culin\u00e1ria, os pequenos gomos devem ser passados por uma peneira para separar as sementes da polpa.\n\nO pur\u00ea obtido desse modo pode ser utilizado em molhos, mousses, sufl\u00eas.\n\nPara facilitar a separa\u00e7\u00e3o da semente e da polpa,passe os gomos pelo liquidificador, ligando-o e desligando-o repetdias vezes, sem deixar que as sementes fiquem quebradas.\n\nFonte: www.geocities.com\n<h6>Pinha<\/h6>\n<h4>Fruta-do-conde<\/h4>\nTamb\u00e9m conhecida como at\u00e1, anona, fruta do conde, condessa, cora\u00e7\u00e3o de boi e araticum, a <strong>pinha<\/strong> \u00e9 uma bela fruta, em forma de um cora\u00e7\u00e3o. \u00c9 recoberta por escamas muito salientes, que formam sua casca.\n\n\u00c9 origin\u00e1ria da Am\u00e9rica Central de onde se expandiu para o Oriente e Filipinas.\n\nFoi introduzida na Bahia, em 1926, pelo Conde Miranda, sendo cultivada em diversos estados brasileiros..\n\n\u00c9 uma \u00e1rvore de 4 a 6 metros de altura, o fruto \u00e9 um sincarpo arredondado, originado de uma \u00fanica flor, formado pela fus\u00e3o de muitos carpelos simples.\n<h4>Origem<\/h4>\nAntilhas, sendo introduzida no Brasil pela Bahia pela Conde Miranda, da\u00ed o fato de ser conhecida como \u0093Fruta do Conde\u0094\n<h4>Composi\u00e7\u00e3o<\/h4>\n\u00c9 uma excelente fonte de vitamina C, tem complexo B, \u00e9 rica em a\u00e7\u00facares, vitaminas e sais minerais.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pinha\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pinha-25.jpg\" alt=\"Pinha\" width=\"355\" height=\"246\" \/><strong>\nPinha &#8211; Fruta-do-conde<\/strong><\/p>\n\n<h4>Valores Nutricionais<\/h4>\n<strong>100 g cont\u00eam, em m\u00e9dia:<\/strong>\n<table class=\"tabelaCalorias\" border=\"0\" width=\"315\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<td rowspan=\"4\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"156\"><strong>Macrocomponentes<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"153\">Glic\u00eddios (g)<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"28\">19<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Prote\u00ednas (g)<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Lip\u00eddios (g)<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Fibras alimentares (g)<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td rowspan=\"5\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Vitaminas<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Vitamina A1 (mg)<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Vitamina B1 (mg)<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">110<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Vitamina B2 (mg)<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">113<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Vitamina B3 (mg)<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Vitamina C (mg)<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">36<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td rowspan=\"5\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Minerais<\/strong><\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">S\u00f3dio (mg)<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Pot\u00e1ssio (mg)<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">247<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">C\u00e1lcio (mg)<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">24<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">F\u00f3sforo (mg)<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">32<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Ferro (mg)<\/td>\n<td class=\"tabela\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Conte\u00fado energ\u00e9tico (kcal)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>87<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h4>Como Comprar<\/h4>\nObserve se a fruta est\u00e1 firme, sem rachaduras, partes amolecidas e manchadas.\n\nPrefira as que tenham colora\u00e7\u00e3o verde-clara, quando for consumi-la imediatamente. N\u00e3o compre as que estiverem escuras, rachadas, moles e\/ou mofadas. Se preferir comprar ainda verdes, guardar para amadurecer e consumir depois, deixe-as em local arejado, longe da luz natural ; se quiser que amadure\u00e7am mais rapidamente, embrulhe-as em jornal at\u00e9 que fiquem macias.\n<h4>Como Conservar<\/h4>\nPor ser conservada por duas semanas desde que esteja protegida do sol e do calor, ou seja, armazenada em local arejado.\n<h4>Como Consumir<\/h4>\nPode ser consumida crua. Usa-se em sobremesas, sorvetes e bebidas.\n\nAo natural , em sucos, doces, pur\u00eas (para usar em pratos salgados), sorvetes, musses, sufl\u00eas , etc. uma boa dica \u00e9 usar uma pequena colher , afastando as sementes. Para preparar pratos , use uma peneira, a fim de separar as sementes da polpa. Se preferir usar o liquidificador , \u00e9 preciso ligar e desligar alternadamente, pois poder\u00e1 esmagar as sementes, o que deixaria a prepara\u00e7\u00e3o amarga.\n\nFonte: www.ceasacampinas.com.br\n<h6>Pinha<\/h6>\n<h4>Fruta-do-conde, Ata, Anona ou Nona<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pinha\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pinha-26.jpg\" alt=\"Pinha\" width=\"290\" height=\"215\" \/><strong>\nPinha &#8211; Fruta-do-conde<\/strong><\/p>\nPlanta origin\u00e1rio das Antilhas, que encontra-se disseminada em quase todos os continentes, dada a qualidade de seus frutos. \u00c9 conhecido na l\u00edngua inglesa como sugar apple ou sweet-sop, anona blanca, saramuyo ou rinon em espanhol e ata em franc\u00eas.\n\nNo Brasil, segundo M. Pio Correa, no vol. III do Dicion\u00e1rio das Plantas \u00dateis do Brasil, foi introduzida na Bahia em 1626 pelo Conde de Miranda (Dom Diogo Luiz de Oliveira), por ocasi\u00e3o da sua vinda de Portugal para assumir o governo da Bahia. Mais tarde foi trazida de Caiena, pela corte de D. Jo\u00e3o VI, em 1811, e plantada no Rio de Janeiro.\n\nDa Bahia, em sua primeira introdu\u00e7\u00e3o, se espalhou por todo o Semi-\u00e1rido Nordestino, onde encontrou condi\u00e7\u00f5es edafoclim\u00e1tica muito favor\u00e1vel ao seu desenvolvimento.\n\nA sua explora\u00e7\u00e3o comercial, no entanto, s\u00f3 se iniciou em meados do s\u00e9culo XX, no Oeste do Estado de S\u00e3o Paulo. Atualmente \u00e9 cultivado em praticamente todos os estados brasileiros, em latitude abaixo de 20\u00ba S.\n<h4>Bot\u00e2nica &#8211; Taxonomia<\/h4>\n<strong>A Annona squamosa, tem a seguinte classifica\u00e7\u00e3o bot\u00e2nica:<\/strong>\n<blockquote><strong>Reino: <\/strong>Vegetal\n<strong>Sub-reino:<\/strong> Embriophyta\n<strong>Divis\u00e3o:<\/strong> Spermatophyta\n<strong>Subdivis\u00e3o:<\/strong> Angiospermae\n<strong>Classe: <\/strong>Dicotyledoneae\n<strong>Ordem: <\/strong>Ranales\n<strong>Subordem: <\/strong>Magnoliales\n<strong>Fam\u00edlia: <\/strong>Annonaceae\n<strong>Subfam\u00edlia: <\/strong>Annonoideae\n<strong>G\u00eanero:<\/strong> Annona<\/blockquote>\n<strong>Para facilitar o estudo das esp\u00e9cies do g\u00eanero Annona, que englobam esp\u00e9cies de plantas com caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas muito diferentes, Safford (1914) \u0096 Clasificaci\u00f3n of the genus Annona with descriptions of new and imperfectly known species, prop\u00f5e a divis\u00e3o deste g\u00eanero em 5 grandes grupos:<\/strong>\n<blockquote><strong>Grupo 1 \u0096 Guanabani <\/strong>\u0096 grupo das graviolas\n<strong>Grupo 2 \u0096 Pilaeflorae <\/strong>\u0096 anonas ser\u00edceas\n<strong>Grupo 3 \u0096 Acutiflorae<\/strong> \u0096 anonas de p\u00e9talas afilados\n<strong>Grupo 4 \u0096 Attae <\/strong>\u0096 grupo das anonas\n<strong>Grupo 5 \u0096 Annonellae<\/strong> \u0096 grupo das anonas an\u00e3s<\/blockquote>\nDessa proposi\u00e7\u00e3o, a <strong>pinha<\/strong> estaria classificada no grupo 4 \u0096 Attae, que se caracterizam pelas flores com apenas 3 p\u00e9talas desenvolvidas.\n<h2>A Fruta<\/h2>\nA <strong>pinha <\/strong>ou a<strong> fruta-do-conde<\/strong>, tem como parte comest\u00edvel, a polpa de cor branca a creme, que envolvem isoladamente cada uma das numerosas sementes, que circundam um eixo determinado pelo recept\u00e1culo que por sua vez \u00e9 um prolongamento do ped\u00fanculo do fruto.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pinha\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pinha-27.jpg\" alt=\"Pinha\" width=\"346\" height=\"219\" \/><strong>\nPinha &#8211; Fruta-do-conde<\/strong><\/p>\nA fruta normalmente tem de 45 a 55 % de por\u00e7\u00e3o comest\u00edvel, que tem uma quantidade de S\u00f3lido Sol\u00faveis Totais (SST), expresso em \u00b0Brix, variando de 22 a 33\u00b0Brix, e uma Acidez Total Titul\u00e1vel (ATT) de 0,11 a 0,29 %. A sensa\u00e7\u00e3o de do\u00e7ura de uma fruta, que \u00e9 dada pela divis\u00e3o de SST pela ATT, na <strong>pinha<\/strong> chega a n\u00fameros muito grande (75), se considerar que uma laranja boa de chupar tem essa rela\u00e7\u00e3o em torno de 15 a 18.\n\n<strong>A por\u00e7\u00e3o comest\u00edvel \u00e9 composta em grande parte por \u00e1gua (72 \u0096 73%), e contendo em cada 100 g de polpa:<\/strong> prote\u00ednas (0,87 \u0096 1,89 g), lip\u00eddios (0,14 \u0096 0,57 g), glic\u00eddios (20,8 \u0096 23,9 g), fibra (2,2g), c\u00e1lcio (20 mg), f\u00f3sforo (8,81 \u0096 54,0 mg), ferro (0,3 \u0096 1,0 mg) e vitaminas B1 (0,06 mg), B2 (0,10 mg), niacina (0,89 \u0096 0,90 mg) e vitamina C (10,5 \u0096 57,0 mg).\n\nFonte: www.anonasbrazil.org\n<h6>Pinha<\/h6>\n<h4>Fruta-do-conde<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pinha\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pinha-28.jpg\" alt=\"Pinha\" width=\"417\" height=\"274\" \/><strong>\nPinha &#8211; Fruta-do-conde<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pinha\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pinha-29.jpg\" alt=\"Pinha\" width=\"210\" height=\"234\" \/><strong>\nPinha &#8211; Fruta-do-conde<\/strong><\/p>\nA<strong> fruta- de &#8211; conde <\/strong>\u00e9 produzida por uma \u00e1rvore chamada ateira, da fam\u00edlia das Anon\u00e1ceas.Pertencem a esta fam\u00edlia a graviola e o araticum.\u00c9 origin\u00e1ria das Antilhas, tendo sido aclimatada no Brasil. A frutas \u00e9 tamb\u00e9m conhecida pelos nomes de ata, <strong>pinha<\/strong> e<strong> condessa<\/strong>.\n<h4>Utiliza\u00e7\u00e3o<\/h4>\n\u00c9 utilizada principalmente para consumo ao natural n\u00e3o servindo para processamento industrial, devido ao escurecimento de suco.\n<h4>Utilidades Medicinais<\/h4>\n<blockquote><strong>Anemia: <\/strong>Embora n\u00e3o seja muito rica em ferro, a fruta &#8211; de &#8211; conde pode ser vantajosamente inclu\u00edda na dieta de an\u00eamicos juntamente com outros alimentos ricos em ferro, dada sua riqueza em vitamina C.<strong>\nCaspa: <\/strong>Aplicar no couro cabeludo o macerado das sementes misturado com \u00e1lcool.<strong>\nC\u00e3ibras: <\/strong>Ch\u00e1 das folhas, em infus\u00e3o. Uso interno.<strong>\nDebilidade geral:<\/strong> Recomenda-se a inclus\u00e3o da fruta-de-conde na dieta em caso de debilidade geral.<\/blockquote>\n<h4>Tabela Valores Nutricional &#8211; Pinha, Fruta do Conde<\/h4>\n<strong>\u00c1gua (%)<\/strong>75\n<table id=\"wptable-170\" class=\"wptable rowstyle-alt\" border=\"0\" width=\"233\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<th class=\"sortable\">Quantidade<\/th>\n<th class=\"sortable\">100 gramas<\/th>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Calorias (Kcal)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\">88<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Prote\u00edna (g)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\">1,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Carboidratos(g)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\">22,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Fibra Alimentar (g)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\">3,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Colesterol (mg<\/strong>)<\/td>\n<td align=\"center\">n\/a<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Lip\u00eddios (g)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\">0,3<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>\u00c1cido Graxo Saturado (g)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\">0,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>\u00c1cido Graxo Mono insaturado (g)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\">tra\u00e7os<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>\u00c1cido Graxo Poli insaturado (g)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\">0,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>C\u00e1lcio (mg)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\">21<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>F\u00f3sforo (mg)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\">34<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Ferro (mg)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\">0,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Pot\u00e1ssio (mg)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\">283<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>S\u00f3dio (mg)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\">1<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Vitamina B1 (mg)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\">0,12<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Vitamina b2 (mg)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\">0,04<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Vitamina B6 (mg)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\">0,09<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Vitamina B3 (mg)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\">tra\u00e7os<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Vitamina C (mg)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\">35,99<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\nFonte: www.severomoreira.net\n<h6>Pinha<\/h6>\n<h4>Fruta-do-conde<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pinha\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pinha-30.jpg\" alt=\"Pinha\" width=\"391\" height=\"257\" \/><strong>\nPinha &#8211; Fruta-do-conde<\/strong><\/p>\nNos jogos de palavras cruzadas, <strong>pinha<\/strong> \u00e9 ata. Assim a conheciam na Espanha. Com a apropria\u00e7\u00e3o desse nome ib\u00e9rico, sendo mesmo natural por aqui, dado que o Brasil chegou a ser possess\u00e3o espanhola nos reinados dos Felipes II, III e IV. De 1580 a 1640. Mas <strong>pinha<\/strong>, nas palavras cruzadas, \u00e9 tamb\u00e9m fruta-do-conde.\n\nSegundo vers\u00e3o corrente, e equivocada, homenagem a Lu\u00eds Filipe Maria Fernando Gast\u00e3o de Orl\u00e9ans, mais conhecido como Conde D\u0092Eu. Marido da Princesa Imperial Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragan\u00e7a e Bourbon. Em verdade devendo o nome, essa fruta, a Dom Diogo Lu\u00eds de Oliveira, Governador-Geral do Brasil (1627 a 1635). Segundo seu t\u00edtulo de nobreza, Conde de Miranda. Fruta-do-Conde de Miranda, pois. Por estar entre os h\u00e1bitos do casal o de cultivar essa fruta, em seu quintal. \u00danico local em que podia ser encontrada por aqui. Em alguns escritos da \u00e9poca \u00e9 tamb\u00e9m fruta-da-condessa \u0096 sendo essa denomina\u00e7\u00e3o, hoje, mais usada para a graviola.\n\nNa administra\u00e7\u00e3o do Conde de Miranda vieram os holandeses, ao Brasil, em busca de fumo e a\u00e7\u00facar \u0096 o \u0093ouro branco\u0094. Por conta de um com\u00e9rcio que, na Europa, rendia fortunas. Primeiro chegaram \u00e0 Bahia, sede do governo provinciano. Salvador foi, v\u00e1rias vezes, atacada por tropas chefiadas por Pieter Van Heyn.\n\nSem sucesso. Numa dessas tentativas dirigiu-se a esquadra holandesa \u00e0 Ilha de Tinhar\u00e9 (sul da Bahia). Era comandada por um brasileiro conhecido pela alcunha de \u0093M\u00e3ozinha\u0094. Recusando-se o tal M\u00e3ozinha a desembarcar na ilha, sob o argumento de l\u00e1 ter visto um batalh\u00e3o de soldados portugueses, prontos para a batalha. N\u00e3o havia soldado nenhum. Segundo cren\u00e7a generalizada, um milagre \u0096 logo atribu\u00eddo a Nossa Senhora da Luz. Dom Diogo resolveu n\u00e3o esperar por outro milagre. E construiu, naquela ilha, a Fortaleza do Morro de S\u00e3o Paulo. N\u00e3o saiu barato, aos nativos. Obrigados que foram a fornecer farinha de mandioca para abastecimento da guarda local e das armadas que ali aportassem.\n\nOs holandeses tamb\u00e9m tentaram a sorte em Pernambuco \u0096 por esse tempo, maior produtor mundial de a\u00e7\u00facar. Aqui chegaram em 1630. Queimaram Olinda e se instalaram na plan\u00edcie do Recife. Em 1637, aqui veio o alem\u00e3o Johann Mauritius van Nassau-Siegen, dito Mauricio de Nassau, e a tentativa de construir uma civiliza\u00e7\u00e3o holandesa nos tr\u00f3picos. Esse dom\u00ednio holand\u00eas chegou a Sergipe, Para\u00edba e Maranh\u00e3o. O fim da aventura conhecemos bem. Nassau volta \u00e0 Europa, em 1644, para ser sagrado Pr\u00edncipe de Sacro Imp\u00e9rio. Sendo as tropas holandesas afinal derrotadas na Batalha dos Guararapes (1654). Mas essas s\u00e3o outras hist\u00f3rias.\n\n<strong>Pinha de muitos nomes<\/strong>\n\n<strong>Pinha<\/strong> \u00e9 fruta nativa das Antilhas. Provavelmente das Ilhas Trinidad. Contam-se, hoje, 118 esp\u00e9cies diferentes \u0096 108 cultivadas na Am\u00e9rica Tropical, 10 na \u00c1frica tropical. Apenas 13 s\u00e3o comest\u00edveis. Os \u00edndios da Am\u00e9rica Central chamavam anon \u00e0 variedade que mais apreciavam. Por serem muito parecidas entre si foram todas, indistintamente, designadas pelo conquistador espanhol como anone ou anona. Da\u00ed vindo o pr\u00f3prio nome da esp\u00e9cie, anon\u00e1ceas, referindo toda uma fam\u00edlia de frutas com semelhan\u00e7as entre si, na forma e no sabor \u0096 anona squamosa (<strong>pinha<\/strong>), anona muricata (graviola), anona crassiflora (marolo), anona cherimola (cherim\u00f3ia), anona atemoya (atem\u00f3ia \u0096 h\u00edbrida, resultado de cruzamento entre pinha e cherim\u00f3ia).\n\nFoi-se o Conde de Miranda e ficou uma fruta que acabou caindo no gosto popular. Em 1811, Dom Jo\u00e3o VI trouxe, ao Rio de Janeiro, agr\u00f4nomo franc\u00eas especialmente encarregado de fazer planta\u00e7\u00e3o dessa fruta. Deu certo. \u00c9 cultivada, hoje, por todo o pa\u00eds. Na Europa, recebeu nomes diferentes. \u0093Ata\u0094 na Espanha, como vimos. Em Portugal \u0093<strong>pinha<\/strong>\u0094, por sua semelhan\u00e7a com a fruta do pinh\u00e3o. Na Fran\u00e7a pomme canelle, na Inglaterra sugar apple. Na \u00c1frica \u00e9 pinha em Angola, e ata em Mo\u00e7ambique. No Brasil, dependendo da regi\u00e3o, \u00e9 <strong>pinha<\/strong>, <strong>ata<\/strong>, <strong>pinha-ata, pinha-da ba\u00eda, anona, cora\u00e7\u00e3o de boi, cabe\u00e7a de negro<\/strong>. Al\u00e9m de <strong>fruta-do-conde<\/strong>, claro.\n\nA \u00e1rvore pode chegar a cinco metros de altura. Aprecia regi\u00f5es quentes e secas. Prefere pouca chuva. Mudas podem ser feitas por semente ou enxerto.\n\nUsualmente s\u00e3o postas em saco pl\u00e1stico e s\u00f3 depois transplantadas ao seu local definitivo. No primeiro ano recomenda-se uma poda \u0096 com a retirada do excesso de galhos, para garantir a robustez da planta. Atinge a maturidade a partir do terceiro ano. Produ\u00e7\u00e3o anual de 150 a 200 frutos.\n\nUma <strong>pinha<\/strong>, em verdade, \u00e9 a reuni\u00e3o de muitas frutas agregadas \u0096 originadas dos carpelos separados de uma mesma flor. Acontece coisa parecida com o abacaxi. A polpa \u00e9 macia, cremosa, suculenta, doce, perfumada, sem nenhuma acidez. A semente \u00e9 escura, lisa e brilhante \u0096 mas j\u00e1 existe variedade sem semente, ainda pouco conhecida por aqui, denominada pitaguari ou ata-cear\u00e1. Milagres da globaliza\u00e7\u00e3o, ofertando ao consumidor um produto como por ele desejado (assim tamb\u00e9m fizeram com a uva). A casca \u00e9 grossa e escamosa. Por conter muita frutose, n\u00e3o se recomenda a quem fa\u00e7a regime. Para amadurecer em casa, basta deix\u00e1-la em local protegido da luz. Quem tiver pressa, pode embrulhar em jornal. N\u00e3o tem erro. Na hora de comprar, evite as que j\u00e1 estiverem pretas, rachadas, muito moles ou com sinais de mofo. Prefira as mais firmes, de colora\u00e7\u00e3o verde-clara. Maduras, trocam essa colora\u00e7\u00e3o para verde-acinzentada.\n\n<strong>Pinha<\/strong> pode, e mesmo deve, ser consumida ao natural. Nesse caso, ficar\u00e1 ainda mais saborosa se estiver ligeiramente gelada. Basta lavar bem, parti-la com as m\u00e3os, e comer com garfo. Para separar a polpa das sementes, melhor passar na peneira ou no liquidificador \u0096 ligando e desligando v\u00e1rias vezes, sem deixar triturar as sementes. Dessa polpa se faz tamb\u00e9m suco, sorvete, creme, mousse, gelatina, soufl\u00e9, doce, gel\u00e9ia, compota. E pur\u00ea, acompanhamento para carne assada ou fil\u00e9 de peixe grelhado. \u00c9 tamb\u00e9m usada em batidas, licores e rem\u00e9dios. O l\u00edquido que sai do caro\u00e7o esmagado, por exemplo, \u00e9 usado para eliminar piolho. Segundo cren\u00e7a popular, n\u00e3o fica piolho nenhum na cabe\u00e7a de quem passar por baixo de um p\u00e9 de pinha. At\u00e9 hoje, no Sert\u00e3o, \u00e9 conhecido como eficiente estimulante sexual. Predecessor, portanto, do Viagra. S\u00f3 n\u00e3o se sabe \u00e9 se nosso Conde de Miranda conhecia essa caracter\u00edstica da fruta. Os registros da \u00e9poca n\u00e3o confirmam a tese. Mas o zelo com que cultivavam a planta, ele e a Condessa, autoriza a vers\u00e3o. Si non \u00e8 vero, \u00e8 bene trovato.\n\nFonte: www.continentemulticultural.com.br\n<h6>Pinha<\/h6>\n<h4>Fruta-do-conde<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pinha\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pinha-32.jpg\" alt=\"Pinha\" width=\"247\" height=\"293\" \/><strong>\nPinha &#8211; Fruta-do-conde<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pinha\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/pinha-31.jpg\" alt=\"Pinha\" width=\"368\" height=\"257\" \/><strong>\nPinha &#8211; Fruta-do-conde<\/strong><\/p>\n&nbsp;\n<h4>Melhores variedades<\/h4>\n<strong>Fruta-de-conde (pinha ou fruta-do-conde e ata), cherim\u00f3lia (chirim\u00f3ia), tem atem\u00f3ia (h\u00edbrido), fruta-de-condessa e graviola.<\/strong>\n\n<strong>\u00c9poca de plantio das mudas: <\/strong>outubro a mar\u00e7o.\n\n<strong>Espa\u00e7amento:<\/strong> 5 x 5m a 9 x 9m\n\n<strong>Mudas necess\u00e1rias:<\/strong> 125 a 400\/hectare\n\n<strong>Covas:<\/strong> 40 x 40cm\n\n<strong>Culturas intercalares:<\/strong> Anuais, at\u00e9 tr\u00eas &#8211; quatro anos de idade (arroz, milho, algod\u00e3o)\n<h4>Aduba\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<strong>Na cova:<\/strong>\n<blockquote>20 litros de esterco de curral\n300g de fosfato natural\n300g de fosfato simples\n100g de cloreto de pot\u00e1ssio<\/blockquote>\n<strong>Na frutifica\u00e7\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote>400g de sulfato de am\u00f4nio\n300g de superfosfato simples\n200g de cloreto de pot\u00e1ssio<\/blockquote>\nEssa aduba\u00e7\u00e3o ser\u00e1 dividida em duas partes e aplicada em mar\u00e7o e novembro.\n\n<strong>Tratos culturais: <\/strong>Coroamento e ro\u00e7adas.\n<h4>Combate \u00e0 mol\u00e9stias e pragas<\/h4>\n<blockquote><strong>Broca &#8211; dos &#8211; frutos: <\/strong>Inseticidas fosforados, somente quando novos<strong>\nCancro: <\/strong>Remo\u00e7\u00e3o e limpeza da parte afetada, com posterior aplica\u00e7\u00e3o de pasta fungicida<strong>\nAntracnose: <\/strong>Dithane M-45 e Cupravit.<\/blockquote>\n<h4><strong>\u00c9poca de colheita<\/strong><\/h4>\n<blockquote><strong>Fruta &#8211; de &#8211; condessa: <\/strong>outubro a dezembro\n<strong>As demais: <\/strong>mar\u00e7o a maio.<\/blockquote>\n<h4><strong>Produ\u00e7\u00e3o normal<\/strong><\/h4>\n<blockquote><strong>Frutos por planta: fruta &#8211; de &#8211; conde:<\/strong> 90\n<strong>Cherim\u00f3lia: <\/strong>70\n<strong>Fruta &#8211; de &#8211; condessa: <\/strong>80.<\/blockquote>\n<strong>Observa\u00e7\u00f5es<\/strong>\n\nA cherim\u00f3lia planta de clima subtropical e, as demais, de tropical.\n\nFonte: www.agrov.com\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pinha, Fruta do Conde, Composi\u00e7\u00e3o, Variedade, Valor, Classifica\u00e7\u00e3o, \u00c1rvore, Brasil, Utilidades, Conservar, Comprar, Consumo, Pinha<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":27254,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[64],"tags":[65],"class_list":["post-27253","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-alimentos-2","tag-alimentos"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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