{"id":27224,"date":"2016-01-22T00:00:00","date_gmt":"2016-01-22T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/pimenta\/"},"modified":"2026-09-01T18:11:12","modified_gmt":"2026-09-01T18:11:12","slug":"pimenta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/pimenta\/","title":{"rendered":"Pimenta"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"ads-cima\"><\/p>\n&nbsp;\n<h4>O que s\u00e3o as pimentas?<\/h4>\nErvas, especiarias, vegetais, condimentos, decora\u00e7\u00e3o? \u00c9 tudo isso. Depois do sal, \u00e9 o condimento mais utilizado no mundo e encontrado em quase todos os lugares atualmente.\n\n<strong>As pimentas s\u00e3o origin\u00e1rias das Am\u00e9ricas e foi no tempo do Descobrimento que elas foram introduzidas no resto do mundo:<\/strong> Europa, \u00c1sia e \u00c1frica.\n\nOs espanh\u00f3is e portugueses foram os primeiros, fora os nativos, que mantiveram contato com esta planta e da\u00ed em diante levaram para todos os lugares, adquirindo caracter\u00edsticas e nomes pr\u00f3prios em cada um deles, fazendo parte de cada cultura. Os \u00edndios das Am\u00e9ricas j\u00e1 utilizavam as pimentas de forma cont\u00ednua em sua alimenta\u00e7\u00e3o, os europeus iniciaram sua domestica\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>Os pontos &#8220;quentes&#8221; no mundo das comidas picantes s\u00e3o:<\/strong> M\u00e9xico, Guatemala, a maior parte do Caribe e \u00c1frica, parte da Am\u00e9rica do Sul, \u00cdndia, Indon\u00e9sia, Mal\u00e1sia, Cor\u00e9ia, Tail\u00e2ndia, sudoeste da China, os Balc\u00e3s e Am\u00e9rica do Norte. A culin\u00e1ria \u00e9 uma das mais caracter\u00edsticas e menos complicadas express\u00f5es da cultura de um povo. Os nativos destas regi\u00f5es quentes eram acostumados a comer comidas condimentadas e a nova planta foi logo bem vinda.\n<p class=\"imagem\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pimenta\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/piment15.jpg\" alt=\"Pimenta\" width=\"244\" height=\"243\" \/><strong>\nPimenta<\/strong><\/p>\n\n<h4>Pimentas<\/h4>\nAs <strong>pimentas<\/strong> pertencem ao g\u00eanero Capsicum, da mesma fam\u00edlia da batata, tabaco, pet\u00fania entre outras. Ao longo dos anos as plantas foram sendo domesticadas e sua cor, sabor tamanho e forma foram se modificando pela sele\u00e7\u00e3o humana. Sua ard\u00eancia, \u00fanica no reino vegetal, resulta da presen\u00e7a de um grupo de alcal\u00f3ides espec\u00edficos. Existem mais de vinte e cinco esp\u00e9cies conhecidas. A maneira mais correta de identifica\u00e7\u00e3o s\u00e3o pelas flores e n\u00e3o pelo fruto\n\nSeu nome varia muito em cada lugar onde \u00e9 cultivada e a mesma planta pode receber v\u00e1rios nomes. Uma mesma planta pode sofrer altera\u00e7\u00f5es de acordo com o local, ensola\u00e7\u00e3o, temperatura e umidade em que \u00e9 plantada.\n\nO termo &#8220;Chile&#8221; \u00e9 um pouco confuso; pimenta (Brasil), chile, chilli, Aji, p\u00e1prica e Capsicum s\u00e3o alguns dos termos usados para designar as pimentas, plantas do g\u00eanero Capsicum. A palavra Capsicum vem do grego &#8220;kapto&#8221; que significa &#8221; morder &#8221; (uma refer\u00eancia \u00e0 sua ard\u00eancia ou calor). Para confundir ainda mais o assunto, a pimenta pode ser chamada de doce ou quente.\n\nDo dialeto Nahuatl do idioma Asteca, surgiu o nome Chiltepin. Este era o nome dado a uma das variedades conhecidas de pimentas mais antigas.\n\n<strong>Acredita-se que o nome \u00e9 uma uni\u00e3o das palavras chile e tecpintl e sua combina\u00e7\u00e3o traduz-se:<\/strong> &#8220;Chile Pulga&#8221; que \u00e9 atribu\u00edda ao gosto picante da pimenta chile.\n\n<strong>Atrav\u00e9s dos tempos o nome foi sofrendo altera\u00e7\u00f5es do nome original:<\/strong> chile + tecpintl para chiltecping, para chiltepin, para chilepiquin. Os \u00faltimos dois nomes s\u00e3o razoavelmente conhecidos. O nome bot\u00e2nico moderno usado pelos taxonomistas para esta variedade \u00e9 Capsicum annuum var. aviculare.\n\nHoje em dia, a vers\u00e3o &#8220;chili&#8221; identifica um tipo de prato, que \u00e9 uma combina\u00e7\u00e3o de carne e pimentas ardentes. Em algumas receitas, ser\u00e3o somados tamb\u00e9m feij\u00f5es.\n<p class=\"imagem\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pimenta\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/piment16.jpg\" alt=\"Pimenta\" width=\"325\" height=\"242\" \/><strong>\nPimenta<\/strong><\/p>\nPimenta de &#8220;sino&#8221; (Bell) ou pimenta doce, geralmente refere-se \u00e0s pimentas n\u00e3o picantes ou pouco picantes, de aspecto maci\u00e7o (piment\u00e3o), enquanto a pimenta chile significa as variedades de pimentas ardentes ou quentes, que n\u00f3s adoradores de pimentas tanto apreciamos.\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\nAs pimentas parecem ter surgido a 7.000 anos a.C. na regi\u00e3o do M\u00e9xico Central. O primeiro europeu a descobrir foi Cristov\u00e3o Colombo em uma das suas viagens para a Am\u00e9rica em 1493, quando procurava uma fonte alternativa de <strong>pimenta preta<\/strong>, condimento favorito na Europa na \u00e9poca. Ap\u00f3s um s\u00e9culo, as pimentas vermelhas tinham se espalhado por todos os continentes.\n\nA <strong>pimenta vermelha<\/strong> \u00e9 nativa do Hemisf\u00e9rio Ocidental e provavelmente evoluiu de uma forma ancestral na regi\u00e3o da Bol\u00edvia e Peru. As primeiras pimentas consumidas foram coletadas provavelmente de plantas selvagens. Aparentemente os \u00edndios j\u00e1 cultivavam pimentas entre 5.200 e 3.400 a.C., o que coloca as pimentas entre as plantas cultivadas mais antigas das Am\u00e9ricas.\n\nN\u00e3o \u00e9 exatamente conhecido quando foram introduzidas as <strong>pimentas<\/strong> no Novo M\u00e9xico. Elas podem ter sido usadas pelos nativos ind\u00edgenas como um medicamento, uma pr\u00e1tica comum entre os Maias. At\u00e9 que o espanhol chegasse no M\u00e9xico, os fazendeiros Astecas j\u00e1 tinham desenvolvido d\u00fazias de variedades.\n\nSem d\u00favida, estas <strong>pimentas<\/strong> foram as precursoras do grande n\u00famero de variedades achadas hoje no M\u00e9xico. Se foram comercializadas <strong>pimentas<\/strong> nos pueblos de Novo M\u00e9xico ainda n\u00e3o est\u00e1 claro. Por\u00e9m as pimentas s\u00e3o cultivadas no Novo M\u00e9xico durante pelo menos quatro s\u00e9culos.\n\nAs pimentas parecem ter surgido a 7.000 anos AC na regi\u00e3o do M\u00e9xico Central. O primeiro europeu a descobrir foi Crist\u00f3v\u00e3o Colombo em uma das suas viagens hist\u00f3ricas para a Am\u00e9rica em 1493. Ele estava procurando uma fonte alternativa de pimenta preta, que na ocasi\u00e3o era o condimento favorito na Europa. O que ele &#8220;descobriu&#8221; era um fruto vermelho pequeno, muito usado pelos nativos americanos \u00e0 s\u00e9culos &#8211; a pimenta vermelha. Colombo os chamou &#8220;pimiento&#8221;, palavra espanhola para pimenta preta. Capsicum n\u00e3o est\u00e1 relacionado ao g\u00eanero Piper, que cont\u00e9m Piper nigrum L., a fonte de pimenta preta e pimenta branca.\n\nAp\u00f3s um s\u00e9culo, as pimentas vermelhas tinham se espalhado por todos os continentes.\n\nA pimenta vermelha \u00e9 nativa do Hemisf\u00e9rio Ocidental e provavelmente evoluiu de uma forma ancestral na regi\u00e3o da Bol\u00edvia e Peru. As primeiras pimentas consumidas foram coletadas provavelmente de plantas selvagens. Aparentemente os \u00edndios j\u00e1 cultivavam pimentas entre 5200 e 3400 A.C., o qual coloca as pimentas entre as plantas cultivadas mais antigas das Am\u00e9ricas. Os americanos pr\u00e9-hist\u00f3ricos pegaram a pimenta selvagem Piquin e a selecionaram nos v\u00e1rios tipos hoje conhecidos.\n\nN\u00e3o \u00e9 exatamente conhecido quando foram introduzidas as pimentas no Novo M\u00e9xico. Elas podem ter sido usadas pelo nativos ind\u00edgenas como um medicamento, uma pr\u00e1tica comum entre o Maias. At\u00e9 que o espanhol chegasse no M\u00e9xico, os fazendeiros Astecas j\u00e1 tinham desenvolvido d\u00fazias de variedades.\n\nIndubitavelmente, estas pimentas foram as precursoras do grande n\u00famero de variedades achadas hoje no M\u00e9xico. Se foram comercializadas pimentas nos pueblos de Novo M\u00e9xico ainda n\u00e3o est\u00e1 claro. Por\u00e9m, as pimentas s\u00e3o cultivadas Novo M\u00e9xico durante pelo menos quatro s\u00e9culos.\n<p class=\"imagem\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pimenta\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/piment17.jpg\" alt=\"Pimenta\" width=\"229\" height=\"233\" \/><strong>\nPimenta<\/strong><\/p>\n\n<h4>Aspectos Nutricionais<\/h4>\nPimentas n\u00e3o s\u00e3o apenas boas mas tamb\u00e9m nutritivas. Elas cont\u00e9m mais vitamina A que qualquer outra planta e s\u00e3o excelente fonte de vitamina C e B. Elas possuem tamb\u00e9m quantidade significante de magn\u00e9sio, ferro e amino\u00e1cidos. As pimentas aumentam a taxa metab\u00f3lica do organismo e este efeito t\u00e9rmico faz com que aproximadamente 6 gramas de pimenta queimem cerca de 45 calorias. Mas as pessoas n\u00e3o comem pimenta pelas vitaminas ou minerais mas pela sua ard\u00eancia e todas, inclusive as ornamentais, s\u00e3o comest\u00edveis.\n<h4>Aroma, Cor e Sabor<\/h4>\nO componente do sabor \u00e9 encontrado na parte mais externa da planta, muito pouco internamente e nada nas sementes. Cor e sabor caminham lado a lado e o &#8220;condimento&#8221; parece estar associado com o pigmento caroten\u00f3ide. Cores e sabores fortes est\u00e3o intimamente ligados. Pimentas vermelho vivo s\u00e3o superiores em sabor que as verdes. A variedade Habanero \u00e9 uma das mais arom\u00e1ticas e seu sabor inigual\u00e1vel. \u00c9 considerada a mais forte que existe. Sabor e cheiro s\u00e3o percep\u00e7\u00f5es distintas que adicionam agrad\u00e1vel sensa\u00e7\u00e3o quando comemos.\n\nA cor \u00e9 em elemento importante na composi\u00e7\u00e3o de um prato. Poucas comidas s\u00e3o mais estimulantes que um prato com pimentas vermelha, amarela, verde, marrom, laranja e p\u00farpura. Toda pimenta muda de cor de acordo com sua matura\u00e7\u00e3o, indo do verde para outra matiz, principalmente o vermelho.\n\nFonte: www.geocities.com\n<h6>Pimenta<\/h6>\n<p class=\"google\"><\/p>\n<strong>Partes usadas:<\/strong> Seus frutos secos com casca (pimenta negra) ou sem ela (pimenta branca)\n\n<strong>Fam\u00edlia:<\/strong> Piper\u00e1ceae\n\n<strong>Outros Nomes:<\/strong> Pimenta-preta, pimenta-da-india, motanga, malago. <strong>Port.:<\/strong> pimenta, pimenta-comum, pimenta-negra, pimenta-branca, pimenta-da-india, pimenta-canarim, pimenta-redonda; <strong>Esp.:<\/strong> pimentero, pimienta [blanca de la india], pimienta negra [de la india],; <strong>Fr.:<\/strong> poivrier; <strong>Ing.:<\/strong> peper [common], white pepper.\n<h4>Esp\u00e9cies de Pimenta<\/h4>\n<strong>Taxonomia<\/strong>\n\nAp\u00f3s muito trabalho de taxonomistas sobre a classifica\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies atualmente domesticadas de Capsicum, eles consideraram as <strong>pimentas<\/strong> como pertencente a uma das cindo esp\u00e9cies (das 26 esp\u00e9cies conhecidas)\n\nAs primeiras caracter\u00edsticas de separa\u00e7\u00e3o s\u00e3o baseadas nas flores e cor das sementes, depois o formato do c\u00e1lice, o n\u00famero de flores por n\u00f3dulo e sua orienta\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>As cinco grandes esp\u00e9cies de pimentas s\u00e3o: <\/strong>\n<blockquote>Capsicum annuum\nCapsicum baccattumn\nCapsicum pubescens\nCapsicum chinense\nCapsicum frutescens<\/blockquote>\n<h4><strong>Capsicum annuum <\/strong><\/h4>\nO nome significa anual, o qual \u00e9 uma designa\u00e7\u00e3o incorreta, j\u00e1 que as <strong>pimentas<\/strong> s\u00e3o plantas perenes.\n\nIncluem as variedades mais comuns, sem ard\u00eancia, &#8220;Bell&#8221;, &#8220;Wax&#8221; e Pimento (pimentas doces) al\u00e9m da forma picante; o Jalape\u00f1o e o NuMex que est\u00e3o presentes em todo o mundo. Evid\u00eancias sugerem que esta esp\u00e9cie apareceu originalmente ao norte da Am\u00e9rica Latina. Acredita-se que elas foram domesticados na regi\u00e3o do M\u00e9xico por volta de 2500 A.C. Como resultado das viagens de Crist\u00f3v\u00e3o Colombo, foram levadas sementes de Capsicum annuum que foram plantadas nas col\u00f4nias da Espanha e Portugal.\n\nO ancestral mais prov\u00e1vel das variedades comuns de annuum encontrada em jardins hoje \u00e9 a selvagem Chiltepin (Capsicum annuum var. aviculare). Bot\u00e2nicos acreditam que estas <strong>pimentas<\/strong> selvagens s\u00e3o as esp\u00e9cies sobreviventes mais pr\u00f3ximas das primeiras formas de pimentas que se desenvolveram na Bol\u00edvia e sul do Brasil antes da chegada dos portugueses e espanh\u00f3is. As pimentas selvagens espalharam-se por toda a America Central e do Sul. Acredita-se que Chiltepins possuem a mais ampla distribui\u00e7\u00e3o que qualquer outra variedade do Hemisf\u00e9rio Ocidental, alcan\u00e7ando o Peru, norte do Caribe, Florida, Texas e Lousiana e oeste do Arizona.\n\nQuando da chegada dos espanh\u00f3is no M\u00e9xico, agricultores Astecas j\u00e1 haviam desenvolvido dezenas de variedades de annuum. Certamente, estas <strong>pimentas<\/strong> foram as precursoras do grande n\u00famero de variedades encontradas no M\u00e9xico atualmente. Crist\u00f3v\u00e3o Colombo levou sementes de annuum de volta para a Europa, onde foram plantadas extensivamente em todas as col\u00f4nias portuguesas e espanholas na \u00c1frica, \u00cdndia e \u00c1sia, resultando em mais diversifica\u00e7\u00e3o desta esp\u00e9cie.\n\nC. annuum \u00e9 a esp\u00e9cie mais cultivada no mundo, comercialmente e em jardins. \u00c9 a principal esp\u00e9cie cultivada na Hungria, \u00cdndia, M\u00e9xico, China, Cor\u00e9ia e \u00cdndias Ocidentais. Devido a sua f\u00e1cil poliniza\u00e7\u00e3o cruzada, provavelmente existam milhares de diferentes tipos em todo o mundo, cada uma com um nome pr\u00f3prio, dificultando ainda mais sua identifica\u00e7\u00e3o.\n\nAnnuums podem ser divididas em duas categorias, a doce (ou suave) e a quente (ou picante). Entretanto, esta classifica\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 muito aceita por alguns agricultores hoje em dia j\u00e1 que eles conseguem variedades bell picantes e jalape\u00f1os doces, mas vale como uma separa\u00e7\u00e3o did\u00e1tica.\n\n<strong>Bot\u00e2nica<\/strong>\n\nFlores solit\u00e1rias a cada n\u00f3dulo (ocasionalmente fasciculada). Pedicelo normalmente inclinado na \u00e9poca da flora\u00e7\u00e3o. Corola branco leitosa (ocasionalmente p\u00farpura), sem manchas difusas na base dos l\u00f3bulos; l\u00f3bulos de corola normalmente retas. C\u00e1lice do fruto maduro sem constri\u00e7\u00e3o anular na jun\u00e7\u00e3o com o pedicelo (entretanto \u00e0s vezes irregularmente enrugados); veias freq\u00fcentemente prolongadas em dentes pequenos. Fruto normalmente firme (macio em certos cultivares).\n\nSementes cor de palha. N\u00famero de cromossomos 2n=24, com dois pares de cromossomos acroc\u00eantricos, por exemplo Hungarian Wax, Jalape\u00f1o, Cayenne e Anaheim.\n<h4>Capsicum annuum &#8211; Capsicum annuum var. annuum<\/h4>\n<strong>Capsicum annuum c.v. &#8216;Jalapeno&#8217; <\/strong>\n\n<strong>Capsicum baccattumn <\/strong>\n\nO nome baccattumn significa &#8221; em forma de baga &#8220;. Esta esp\u00e9cie tem termina\u00e7\u00e3o comumente como &#8220;aji &#8221; por toda a Am\u00e9rica do Sul, origin\u00e1ria da Bol\u00edvia ou Peru e, de acordo com evid\u00eancias arqueol\u00f3gicas, foi provavelmente domesticada no Peru por volta de 2500 A.C. Extenso material foi encontrado no s\u00edtio arqueol\u00f3gico de Huaca Prieta o qual mostra que a esp\u00e9cie foi gradualmente desenvolvida pela civiliza\u00e7\u00e3o Pr\u00e9-Inca. O tamanho do fruto aumentou e gradualmente tornaram-se perenes e ficavam nas plantas at\u00e9 seu total amadurecimento. Existem entretanto duas formas selvagens (var. baccatum e microcarpum) e muitas formas domesticadas pelo homem. As formas aj\u00eds possuem grande diversidade de forma e tamanho, indo do curto, afilado, longo, pendente, ereto, etc. A esp\u00e9cie baccatum \u00e9 geralmente distinta das outras esp\u00e9cies pelas manchas amarelas ou marrons na corola de suas flores e pelas anteras amarelas. Baccatums s\u00e3o cultivadas na Argentina, Col\u00f4mbia, Equador, Peru, Bol\u00edvia e Brasil. Na Am\u00e9rica do Norte seu crescimento \u00e9 limitado e na Calif\u00f3rnia \u00e9 conhecida sob o nome de Mild-Italian e em Nevada como Chileno.\n\nAs plantas tendem a ficar como pequenas \u00e1rvores quando cultivadas em jardins. Seu per\u00edodo de crescimento \u00e9 de 120 dias ou mais, e as plantas podem produzir mais 40 frutos. As <strong>pimentas<\/strong> possuem um aroma frutoso e s\u00e3o usadas frescas em marinados com peixe e salsas e as variedades pequenas amarelas s\u00e3o apreciadas pelo seu aroma \u00e1cido de lim\u00e3o. Tamb\u00e9m secam bem ao sol e podem ser mo\u00eddas em coloridas misturas.\n\n<strong>Bot\u00e2nica<\/strong>\n\nBaccatums s\u00e3o plantas altas, possuem caules m\u00faltiplos, eretos, tendendo a expans\u00e3o. As folhas s\u00e3o largas e cor verde-escuras medindo cerda de 17cm de comprimento por 10cm de largura. Frutos tipicamente compridos com sementes cor creme, medindo entre 8 e 15cm de comprimento por 1,8 e 2,5cm de largura. Geralmente iniciam eretos e tornam-se pendentes quando maduros, de cor vermelho-alajanjado ou amarelo e marrom em algumas variedades. Grande ard\u00eancia entre 30.000 e 50.000 unidades Scoville. O gene selvagem, firmemente unido ao gene dom\u00e9stico, \u00e9 designado Capsicum baccatum var. baccatum e \u00e9 muito comum na Bol\u00edvia, Brasil, Chile e Argentina. Flores solit\u00e1rias a cada nodo. Pedicelos eretos ou inclinados na flora\u00e7\u00e3o. Corola branco ou branco-esverdeado, com manchas amarelas difusas na base; l\u00f3bulos da corola normalmente revolutas. Anteras amarelas ou marrons. C\u00e1lice do fruto maduro sem constri\u00e7\u00e3o anular na jun\u00e7\u00e3o com o pedicelo (entretanto \u00e0s vezes irregularmente enrugados), veias prolongadas em dentes proeminentes. Fruto firme. Sementes cor de palha. N\u00famero de cromossomos 2n=24, com um par de cromossomos acroc\u00eantricos, por exemplo Escabeche (Peru) Cumari do Par\u00e1 (Brasil).\n<h4>Capsicum baccatum &#8211; Capsicum baccatum var. baccatum<\/h4>\n<strong>Capsicum baccatum c.v. &#8216;Aji Ayucullo&#8217;<\/strong>\n\n<strong>Capsicum pubescens <\/strong>\n\nNome significa &#8221; cabeluda ou com pelos &#8220;. Primeiramente descrita em 1794 por Ruiz e Pavon. O centro da origem desta esp\u00e9cie foi a Bol\u00edvia e foram provavelmente domesticadas a 6000 anos atr\u00e1s, sendo a mais antiga planta domesticada pelo homem nas Americas. Morfologicamente, esta esp\u00e9cie \u00e9 distinta de qualquer outra, que possui flores p\u00farpura grandes ou brancas, fundidas com p\u00farpura e frutos com sementes de cor marrom\/preta. Geneticamente, esta esp\u00e9cie n\u00e3o tem nenhuma forma selvagem, por\u00e9m \u00e9 muito pr\u00f3xima de um grupo de esp\u00e9cie selvagem incluindo Capsicum eximium (Bol\u00edvia e norte da Argentina), Capsicum cardenasii (Bol\u00edvia) e Capsicum tovarii (Peru). Isto pode estar relacionado ao fato de que esta esp\u00e9cie n\u00e3o sofre poliniza\u00e7\u00e3o cruzada com outra esp\u00e9cie de Capsicum e pode reduzir, com o passar do tempo, sua diversidade gen\u00e9tica.\n\nPubescens crescem hoje dos Andes chilenos at\u00e9 a Col\u00f4mbia, principalmente em vasos. \u00c9 tamb\u00e9m cultivada em \u00e1reas altas da America Central e M\u00e9xico. O cultivar mais comum \u00e9 a <strong>pimenta<\/strong> Rocoto, na am\u00e9rica do Sul, Manzano, (ma\u00e7a) no M\u00e9xico e Per\u00f3n (pera) no M\u00e9xico e Guatemala, de acordo com o formato do fruto. Outros nomes s\u00e3o Caballo (cavalo) no M\u00e9xico e Guatemala e Canarios , partes do M\u00e9xico. Sin\u00f4nimos para esta esp\u00e9cie incluem Capsicum grandiflorum e Capsicum lanceaefolium.\n\nPubescens possuem n\u00edvel de ard\u00eancia de 30.000 para 50.000 Unidades Scoville ou mais. A esp\u00e9cie cont\u00e9m um \u00fanico local de capsaicinoides, o que acredita-se causar mais ard\u00eancia. S\u00e3o plantas que crescem em altas montanhas de pa\u00edses tropicais. Podem sobreviver numa geada leve mas n\u00e3o fortes. Algumas plantas podem n\u00e3o dar frutos porque existe principalmente auto-incompatibilidade entre as esp\u00e9cies. Para dar frutos, o p\u00f3len deve ser transportado por abelhas ou pelo homem de uma planta vizinha da mesma variedade. As esp\u00e9cies respondem bem \u00e0 matiza\u00e7\u00e3o, devido a folhagem ter uma tend\u00eancia para queimar no sol forte e mudar de cor. O per\u00edodo de crescimento \u00e9 longo, 120 dias ou mais, e as plantas produzem cerca de 30 frutos, dependendo da dura\u00e7\u00e3o da esta\u00e7\u00e3o.\n\nDevido a sua adapta\u00e7\u00e3o a climas mais frios de altitude, pubescens crescem melhor nestes climas. Estes podem ser climas costeiros, montanhas ou clima artificial (estufas).\n\n<strong>Bot\u00e2nica<\/strong>\n\nFlores solit\u00e1rias a cada nodo. Pedicelos eretos na flora\u00e7\u00e3o. Corola p\u00farpura (ocasionalmente com margens brancas e\/ou l\u00f3bulos brancos), sem manchas difusas na base dos l\u00f3bulos (entretanto uma gota de n\u00e9ctar amarelo pode acumular nesta regi\u00e3o podendo simular uma mancha na corola); l\u00f3bulos da corola normalmente retos. C\u00e1lice do fruto maduro sem constri\u00e7\u00e3o anular na jun\u00e7\u00e3o com o pedicelo, veias prolongadas em dentes. Fruto firme. Sementes de cor escura. N\u00famero de cromossomos 2n=24, com um par de cromossomos acroc\u00eantricos, por exemplo Rocoto (Andes). Pubescens s\u00e3o plantas eretas e compactas (algumas vezes se espalhando como vinhedos) e crescem de 2,4m de altura, mas 60cm \u00e9 o mais comum em jardins. Na Bol\u00edvia atingem 4,5m de altura. As folhas s\u00e3o ovaladas, verde clara para escura, muito pilosa e mede de 8cm de comprimento por 5cm de largura. Possuem frutos verdes quando imaturos e amarelos ou vermelhos quando maduros. S\u00e3o largos e ficam atados \u00e0 planta.\n<h4>Capsicum pubescens<\/h4>\n<strong>Capsicum pubescens c.v. &#8216;Rocoto&#8217;<\/strong>\n\n<strong>Capsicum chinense <\/strong>\n\n<strong>Informa\u00e7\u00e3o geral<\/strong>\n\nO nome significa uma planta &#8221; da China &#8220;. Isto est\u00e1 entretanto incorreto; como toda a esp\u00e9cie de Capsicum, originou-se no Mundo Novo, por\u00e9m, o m\u00e9dico holand\u00eas, Nikolaus von Jacquin que nomeou esta esp\u00e9cie em 1776 obteve a semente do Caribe, coletando-a em nome de Imperador o Francis I o qual pensou que elas originaram da China.\n\nO esp\u00e9cime conhecido mais antigo encontrado era uma \u00fanica planta intacta, provavelmente uma forma selvagem que foi descoberta nos n\u00edveis Pr\u00e9-cer\u00e2micos (6500 A.C.) em Guitarrero no litoral do Peru. Capsicum chinense \u00e9 a \u00faltima esp\u00e9cie domesticada a ser totalmente esclarecida quanto a sua origem e seu prov\u00e1vel progenitor. O fruto pode variar de longo e esguio para pequeno e obtuso. Bernabe Cobo, um naturalista do s\u00e9culo XVII, estimou que havia pelo menos quarenta tipos diferentes de <strong>pimentas<\/strong>, &#8221; alguns t\u00e3o grandes quanto limas ou ameixas grandes,&#8221; outros, t\u00e3o pequenos quanto nozes ou at\u00e9 mesmo gr\u00e3os de trigo, e entre os dois extremos, est\u00e3o muitos de tamanhos diferentes. O fruto pode ser extremamente picante e arom\u00e1tico, com ard\u00eancia persistente quando ingerido. O melhor exemplo de cultivar conhecido s\u00e3o as pimentas Habanero, extremamente fortes e arom\u00e1ticas, origin\u00e1rias da Pen\u00ednsula e Yucat\u00e1n, M\u00e9xico. Este aroma caracter\u00edstico, parecido com damasco, \u00e9 pr\u00f3prio da esp\u00e9cie.\n\nO n\u00edvel de ard\u00eancia da capsicum tem sido motivo de muitas discuss\u00f5es. Frases do tipo &#8221; a mais forte do mundo&#8221; ou &#8220;milhares de vezes mais forte que a jalape\u00f1o&#8221; s\u00e3o faladas a anos, mas elas n\u00e3o dizem realmente a verdade. Na atualidade , as esp\u00e9cies n\u00e3o possuem variedades sem ardencia, como a Bell (annuum).\n\nA bacia do Amazonas foi o centro de origem da esp\u00e9cie, famosa por ter a <strong>pimenta<\/strong> mais forte do mundo.\n\nA esp\u00e9cie foi primeiramente registrada em 1768 no &#8220;The Gardener\u00b4s and Botanist\u00b4s Dictionary&#8221; por Phillip Miller, o qual a indentificou como Capsicum angulofum, uma pimenta das \u00cdndias ocidentais, com folhs enrrugadas e formato de sino. A esp\u00e9cie foi ent\u00e3o erroneamente chamada de Capsicum chinense (1776 Jacquim). Chinense \u00e9 a <strong>pimenta<\/strong> mais importante cultivada a leste dos Andes e seu n\u00edvel de ard\u00eancia vai do zero ao 577.000 Scoville Units. Em algum per\u00edodo do tempo, nativos americanos transferiram a chinense da bacia Ama\u00f4nica para o Caribe.\n\nAs sementes foram carregadas e cultivadas pelos nativos e a esp\u00e9cie capsicum se espalhou, formando em cada local ou ilha isolada tipos caracter\u00edsticos e adaptados. Isto resultou numa variedade de nomes para cada regi\u00e3o. No leste do Caribe, Habaneros s\u00e3o chamadas de Congo em Trinidad e Bonney em Barbados. Nas ilhas francesas da Martinica e Guadalupe, Le derri\u00e8re de Madame Jacques; Piment Bouc, no Haiti. A oeste s\u00e3o conhecias por Jamaican Scotch bonnets; Rocotillos em Porto Rico e Cachucha em Cuba. Esta esp\u00e9cie \u00e9 o principal condimento e elemento comum na cozinha caribenha.\n\n<strong>Bot\u00e2nica<\/strong>\n\nCom 2 ou mais flores em cada nodo (ocasionalmente solit\u00e1ria). Pedicelos eretos ou inclinados na flora\u00e7\u00e3o. Corola branco-esverdeado (branco ocasionalmente leitoso ou purp\u00fareo), sem manchas difusas na base dos l\u00f3bulos; l\u00f3bulos da corola normalmente retos. C\u00e1lice do fruto maduro normalmente com constri\u00e7\u00e3o anular na jun\u00e7\u00e3o com pedicelo, veias n\u00e3o prolongadas em dentes. Frequentemente as flores s\u00e3o invertidas .Fruto firme, variam enormemente em tamanho e forma, indo do Chiltepin, redondas como cerejas com 0,5 cm de di\u00e2metro at\u00e9 grandes e longas com 12 cm de comprimento. As conhecidas Habanero s\u00e3o pendentes e em forma de lanterna, outras s\u00e3o afiladas na ponta. Chinenses caribenhos s\u00e3o achatados nas pontas e se assemelha a um bon\u00e9 ou gorro. S\u00e3o verdes na imaturidade tornando-se geralmente vermelho, laranja, amarelo ou branco quando maduros. P\u00farpura e marrom foram tamb\u00e9m descritos. Sementes cor de palha. N\u00famero de cromossomos 2n=24, com um par de cromossomos acroc\u00eantricos, por exemplo Habanero (M\u00e9xico), pimenta de cheiro (Brasil). A planta possui talos m\u00faltiplos e um h\u00e1bito ereto. As folhas s\u00e3o p\u00e1lidas, verde m\u00e9dio, normalmente de forma ovalada, freq\u00fcentemente grande e alcan\u00e7a at\u00e9 14 cm de comprimento por 10cm de largura. Eles normalmente s\u00e3o ondulados, que \u00e9 uma caracter\u00edstica distintiva de Capsicum chinense.\n\nAs <strong>pimentas<\/strong> variam muito em tamanho e forma, podendo chegar de 1\/2cm a 12cm. A fam\u00edlia das pimentas habaneros s\u00e3o tipo pendentes, forma de lanterna camp\u00e2nula (uma forma de sino aplainada), e alguns s\u00e3o afunilados na ponta.\n\n<strong>Exemplos:<\/strong> Orange Habanero, Red Savina Habanero, Scotch Bonnet, Datil.\n<h4>Capsicum chinense<\/h4>\n<strong>Capsicum chinense c.v. &#8216;Scotch Bonnet&#8217; <\/strong>\n\n<strong>Capsicum frutescens<\/strong>\n\n<strong>Informa\u00e7\u00e3o geral<\/strong>\n\nNome significando &#8221; arbusto fechado &#8220;. Foi sugerido que Capsicum frutescens, em sua forma primitiva, possam ser o antepassado de Capsicum chinense.\n\nNormalmente tratada como uma planta perene.\n\nEsta esp\u00e9cie \u00e9 principalmente representada por dois cultivares, Tabasco e Malagueta. Tabasco \u00e9 o cultivar mais comum de Capsicum frutescens. A Malagueta \u00e9 um cultivar muito popular aqui no Brasil. N\u00e3o est\u00e1 relacionada com a Aframomum melegueta, Melegueta ou <strong>pimenta<\/strong> Guin\u00e9 da \u00c1frica.\n\n<strong>Bot\u00e2nica<\/strong>\n\nFlores solit\u00e1rias a cada nodo (ocasionalmente fasciculada). Pedicelos eretos na flora\u00e7\u00e3o. Corola branco-esverdeado, sem manchas difusas na base dos l\u00f3bulos; l\u00f3bulos de corola freq\u00fcentemente revolutas. C\u00e1lice do fruto maduro sem constri\u00e7\u00e3o anular na jun\u00e7\u00e3o como pedicelo, entretanto freq\u00fcentemente enrugados; veias normalmente n\u00e3o prolongadas em dentes. Fruto freq\u00fcentemente suave. Sementes cor de palha. N\u00famero de cromossomos 2n=24, com um par de cromossomos acroc\u00eantricos, por exemplo <strong>pimenta Tabasco<\/strong>.\n<h4>Capsicum frutescens<\/h4>\n<strong>Capsicum frutescens &#8211; variedade de frutos <\/strong>\n\n<strong>Capsicum abbreviatum <\/strong>\n\nOmitida da lista de Eshbaugh de 1983. Variedade selvagem do Jap\u00e3o. Esta n\u00e3o \u00e9 uma verdadeira Capsicum, entretanto \u00e9 membro do g\u00eanero Turbocapsicum. De acordo com dados da USDA-ARS GRIN, planta de 1m de altura, cresce em local sombrio, numerosas ramifica\u00e7\u00f5es, folhas longas e el\u00edpticas. Flores em formato de sino, corola curta e amarela. Fruto redondo, 1cm e vermelho na maturidade.\n\nTubocapsicum anomalum &#8211; planta perene, 1,5m de altura. Caule suculento na base e seco nas pontas, ramifica\u00e7\u00e3o dicot\u00f4mica. Folha de 1 a 3cm, delicada, l\u00e2mina ovalada, el\u00edptica ou oval-lanceolada, base obtusa, \u00e1pice acuminado ou obtuso; Infloresc\u00eancias isoladas ou acima de 12 cachos. Pedicelo com 1-2 cm, nodo ligeiramente espesso.\n\nC\u00e1lice em forma de copo, 2-2.5 ou 3 mm, truncado. Corola amarela-clara curta em camp\u00e2nula, 5-8 ou 6-8 mm; lobos ovalados-deltados, curvados, 2-3.5 mm. Filamentos de 0.5 mm; anteras com 1.8 mm. Fruto em baga brilhante. escarlate, 0.8-1.2 cm. Sementes amarelo p\u00e1lido, discoides, 1-1.5 mm. Ambientes mesof\u00edticos de florestas ou locais abertos; Encontrada em prov\u00edncias chinesas de Fujian, Guangdong, Guangxi, Guizhou, Hunan, Jiangxi, Sichuan, Taiwan, Yunnan, Zhejiang, assim como na Indon\u00e9sia, Jap\u00e3o incluindo ilhas Ryukyu, Cor\u00e9ia, Filipinas, Tail\u00e2ndia. Conhecidas como as compridas Zhu\/Chi Zhu (em Chin\u00eas).\n\n<strong>Capsicum breviflorum:<\/strong> Omitida da lista de Eshbaugh de 1983.\n\n<strong>Capsicum brasilianum: <\/strong>Sem iforma\u00e7\u00f5es\n\n<strong>Capsicum buforum:<\/strong> Encontrada no Brasil. (A.T.Hunziker)\n\n<strong>Capsicum campylopodium:<\/strong> Encontrada no sul do Brasil. (Sendt)\n\n<strong>Capsicum cardenasii: <\/strong>Esta \u00e9 uma <strong>pimenta<\/strong> diferente com folhas muito pequenas, ramifica\u00e7\u00f5es delgadas e flores compridas, tubulares de cor p\u00farpura. O fruto possui 1cm de di\u00e2metro e amadurece do verde escuro ao vermelho. Acredita-se que foi encontrada apenas ao redor de La Paz, Bol\u00edvia. Geneticamente parte do taxa inclui Capsicum pubescens. <strong>Nome comum:<\/strong> Ulupica. Muito picante. USDA #573336\n\n<strong>Capsicum chacoense:<\/strong> Acredita-se que foi encontrada na Argentina, Bol\u00edvia e Paraguai. Esp\u00e9cie de flores brancas. Conhecida localmente como &#8220;Tova&#8221; no Paraguai. De acordo com a USDA-ARS GRIN; Plantas eretas, aproximadamente 80 cm de altura, flores pequenas e brancas, sem manchas, anteras amarelas com asas na base dos filamentos. Frutos eretos, alongados, triangulares, 2.5 cm de comprimento por 0.5 cm de largura, de cor verde tornando-se vermelho na matura\u00e7\u00e3o, picante.\n<h4>Capsicum chacoense var tomentosum (A.T.Hunziker)<\/h4>\n<blockquote><strong>Capsicum chinense Jacquin: <\/strong>Encontrada somente na America Latina e America do Sul<strong>\nCapsicum ciliatum: <\/strong>Omitida da lista de Eshbaugh de 1983. Sin\u00f4nimo para Witheringia ciliata<strong>\nCapsicum coccineum:<\/strong> Encontrada somente na Bol\u00edvia e Peru<strong>\nCapsicum cordiforme:<\/strong> Sin\u00f4nimo de Capsicum annuum. <strong>Nomes comuns incluem:<\/strong> Pimiento, Bell, Cayenne, normalmente encontrada em jardins, Pimenta verde, Manga e P\u00e1prica. <strong>\nCapsicum cornutum:<\/strong> Encontrada no sul do Brasil<strong>\nCapsicum dimorphum: <\/strong>Encontrada somente na Col\u00f4mbia<strong>\nCapsicum dusenii: <\/strong>Encontrada somente no sudeste do Brasil<strong>\nCapsicum exile: <\/strong>Sem informa\u00e7\u00f5es<\/blockquote>\n<h4>Capsicum eximium<\/h4>\nEncontrada somente na Bol\u00edvia e norte da Argentina. Dita parente selvagem da <strong>pimenta<\/strong> Rocoto.\n\nGeneticamente parte do taxa inclui Capsicum pubescens. Flores p\u00farpuras com corolas brancas para o para o p\u00farpura e sementes de cores claras. Crescem como pequenos arbustos.\n\nCapsicum eximium var. tomentosum \u00e9 uma sub-esp\u00e9cie muito distinta que pode ser classificada no futuro como uma esp\u00e9cie separada.\n<blockquote><strong>Capsicum fasciculatum: <\/strong>Acredita-se ser uma Capsicum frutescens var. fasciculatum.<strong>\nCapsicum fastigiatum: <\/strong>Sin\u00f4nimo de Capsicum frutescens<strong>\nCapsicum flexuosum:<\/strong> Tratada como uma variedade de Capsicum schottianum por A.T. Hunziker. Abaixo algumas Capsicum flexuosum levadas do Botanical Garden of Nijmegen Image Gallery <strong>\nCapsicum galapagoensis:<\/strong> Acredita-se ser encontrada somente como uma esp\u00e9cie selvagem, nativa das ilhas Isabela e Santa Cruz (2 das ilhas Gal\u00e1pagos), Equador. Esp\u00e9cie de flores brancas, matura\u00e7\u00e3o do verde escuro ao vermelho. Muito picante. <strong>\nCapsicum geminifolium:<\/strong> Encontrada somente na Col\u00f4mbia e Equador<strong>\nCapsicum hookerianum: <\/strong>Encontrada somente no Equador<strong>\nCapsicum lanceolatum: <\/strong>Encontrada somente na Guatemala, Honduras e M\u00e9xico<strong>\nCapsicum leptopodum:<\/strong> Encontrada somente no Brasil<strong>\nCapsicum luteum: <\/strong>Sementes mantidas no Jardim Bot\u00e2nico de Nijmegen<strong>\nCapsicum microcarpum:<\/strong> Sin\u00f4nimo para Capsicum baccatum var. baccatum e Capsicum frutescens var. baccatum. <strong>Nomes comuns:<\/strong> Pimenta Cayenne, Aji e Peruvian<strong>\nCapsicum minimum<\/strong>: Sin\u00f4nimo para Capsicum frutescens. <strong>Nomes comuns incluem<\/strong>: Bird pepper, Cayenne, Chili, Tabasco e Aji.<strong>\nCapsicum minutiflorum: <\/strong>Encontrada somente na Argentina, Bol\u00edvia e Paraguai. Sin\u00f4nimo de Bassovia minutiflorum. <strong>\nCapsicum mirabile: <\/strong>Encontrada somente no sul do Brasil<strong>\nCapsicum parvifolium:<\/strong> Encontrada somente no nordeste do Brasil, Col\u00f4mbia e Venezuela<strong>\nCapsicum pendulum:<\/strong> Sin\u00f4nimo para Capsicum baccatum var. pendulum<\/blockquote>\n<strong>Capsicum praetermissum<\/strong>\n\nEsta variedade t\u00eam 1,8 m de altura e cresce numa \u00fanica esta\u00e7\u00e3o, possui centenas de frutos do tamanho de cerejas e amadurecem para o vermelho. As flores s\u00e3o planas quando totalmente abertas, p\u00farpura e com as bordas brancas e o centro amarelo-esverdeado. So vendidas comercialmente em partes do Brasil. Tamb\u00e9m conhecidas como Capsicum baccatum var. praetermissum . Foram designadas como esp\u00e9cie separada desde 1983, de acordo com o UN\/FAO (Genetic Resources of Capsicum, International Board for Plant Genetic Resources, 1983 [Crop Genetic Resources Centre, Plant Production and Protection Division, Food and Agriculture Organisation of the United Nations]).\n<h4>Capsicum praetermissum Tommi Hietavuo<\/h4>\n<blockquote>\n<p align=\"left\"><strong>Capsicum schottianum: <\/strong>Encontrada somente na Argentina, sul do Brasil e sudeste do Paraguai. De acordo com dados da USDA-ARS GRIN; Plantas eretas, 80-100 cm de altura com ramifica\u00e7\u00f5es em zig zag. Flores brancas com manchas amarelas\/verdes na base das p\u00e9talas. Frutos pendulares e avermelhado\/laranja quando maduros. Folhas ligeiramente pilosas. <strong>\nCapsicum scolnikianum:<\/strong> Encontrada somente no Peru<strong>\nCapsicum sinensis:<\/strong> Conhecida por ser resistente ao neptovirus U da batata<strong>\nCapsicum stramonifolium:<\/strong> Encontrada no Panam\u00e1. Sin\u00f4nimo de Witheringia stramonifolia<strong>\nCapsicum tetragonum:<\/strong> Nome comum para a pimenta Hungarian Cayenne e Paprika<\/p>\n<\/blockquote>\n<strong>Capsicum tovarii<\/strong>\n\nEncontrada somente na bacia do rio Mantaro, regi\u00e3o centro-sul do Peru, na zona montanhosa xer\u00f3fita. Geneticamente parte do taxa que inclui Capsicum pubescens. Esp\u00e9cie com flores p\u00farpura. Plantas com 1m de altura, perenes. Caule difuso ou em trepadeira, simetricamente ramificados. Folhas dec\u00edduas, alternadas ovaladas\/lanceoladas, 3.5-8.2 x 1.5-3.8 cm, l\u00e2minas com poucos p\u00ealos, vilosidades abaixo do eixo das veias, \u00e1pice acuminado para atenuado, margens \u00edntegras, base atenuada; 1-3 cm de comprimento. Infloresc\u00eancia composta.\n\nFlores funcionalmente unisexual ou bisexual, actinomorfica; c\u00e1lice em tubo, forma de copo, 1.3-1.9 x 1.8-2.6 mm, membranas entre os lobos, 5 dentes, 0-1.3 mm de comprimento, corola p\u00farpura e creme ou creme marcada com 2 manchas verdes na base de cada lobo, forma de camp\u00e2nula, 4.4-8.5 mm de largura, lobos com ou sem garras no \u00e1pice. Cinco estames, epip\u00e9talo, alternados com os lobos das corolas, anteras paralelas, ov\u00e1rio bicarpulado, 0.9-2.6 x 0.9-1.5 mm; apical, heterom\u00f3rfico, 1.5-7.6 mm de comprimento, 4-8 \u00f3vulos por ov\u00e1rio, an\u00e1tropo.\n\nFruto em forma de cerejas globosas e vermelho pungente, 4.4-7.6 x 4.2-7.3 mm, pedicelo1-2 cm de comprimento. Sementes 3.5-4.5 mm de comprimento, de cor creme, estriadas para reticuladas. (Cromossomos n=12).\n\nFonte: www.br.geocities.com\n<h6>Pimenta<\/h6>\n<h4 class=\"r\">PIMENTAS \u0096 Cultivo e conservas<\/h4>\n<h4 class=\"r\" align=\"left\"><strong>VARIEDADES<\/strong><\/h4>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>As variedades de pimenta mais cultivadas no Brasil s\u00e3o: <\/strong><\/p>\n\n<blockquote>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>a)<\/strong> pimenta malagueta \u0096 fruto de 2cm\nde comprimento e em m\u00e9dia 0,5 cm de largura e colora\u00e7\u00e3o vermelha forte.\n<strong>b)<\/strong> pimenta comari \u0096 fruto esf\u00e9rico e vermelho-escuro;\n<strong>c)<\/strong> pimenta de cheiro \u0096 fruto esf\u00e9rico e cor amarela;\n<strong>d)<\/strong> pimenta chifre de veado \u0096 cor vermelha ou amarela e frutos com 5 a 7 cm de comprimento\ne 1,5 de largura e apresentam curvas na extremidade.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4 class=\"r\" align=\"left\"><strong>PLANTIO<\/strong><\/h4>\n<p class=\"r\" align=\"left\">Nas regi\u00f5es mais frias, o plantio deve ser feito de agosto a outubro e nas regi\u00f5es mais quentes em qualquer \u00e9poca do ano. As sementes 2 ou 3 g por metro quadrado v\u00e3o primeiro para sementeiras, distribu\u00eddas em sulcos distanciados 10 cm. Um grama cont\u00e9m 300 sementes. Para o plantio de 1 ha \u00e9 preciso cerca de 300g de sementes. A germina\u00e7\u00e3o ocorrer\u00e1 de 15 a 20 dias ap\u00f3s o plantio e as mudinhas devem ser mudadas quando apresentarem de 4 a 6 folhas.As mudas devem ser transplantadas para o campo, canteiro ou vaso, com 15-20 cm de altura, cerca de 50-60 dias ap\u00f3s a semeadura.<\/p>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>ADUBA\u00c7\u00c3O E CALAGEM<\/strong><\/p>\n<p class=\"r\" align=\"left\">Fazer a corre\u00e7\u00e3o da acidez do solo e aduba\u00e7\u00e3o com base na an\u00e1lise qu\u00edmica do solo. O solo deve ter boa drenagem e pH entre 5,5 a 6,8. Aplicar calc\u00e1rio para elevar a satura\u00e7\u00e3o de bases a 80%. Em situa\u00e7\u00f5es onde \u00e9 muito dif\u00edcil fazer a an\u00e1lise qu\u00edmica do solo, existem algumas aproxima\u00e7\u00f5es que auxiliam o produtor quanto \u00e0s quantidades e tipos de adubos a serem utilizados.<\/p>\n<p class=\"r\" align=\"left\">Recomenda-se o uso de 1 a 2 kg de esterco de curral curtido, 200 g de superfosfato simples e 20 g de cloreto de pot\u00e1ssio por metro linear. A aduba\u00e7\u00e3o com micronutrientes \u00e9 importante, recomenda-se 2 kg\/ha de B, 2 kg\/ha de Zn e 10 kg\/ha de S. At\u00e9 a fase de florescimento, as aduba\u00e7\u00f5es de cobertura s\u00e3o feitas com em intervalos de 30-45 dias at\u00e9 o final do ciclo. Normalmente utilizam-se 30 kg\/ha de N e 30 kg\/ha de K2O.<\/p>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>TRATOS CULTURAIS<\/strong><\/p>\n<p class=\"r\" align=\"left\">Manter a \u00e1rea livre de plantas daninhas por meio de capinas. As hastes lenhosas da maioria das variedades de pimenta dispensam o uso de tutor. Fazer a aduba\u00e7\u00e3o de manuten\u00e7\u00e3o, utilizando 20 g de sulfato de am\u00f4nio em cobertura com cerca de 30 dias ap\u00f3s o plantio.<\/p>\n\n<h4 class=\"r\" align=\"left\"><strong>PRAGAS E DOEN\u00c7AS<\/strong><\/h4>\n<p class=\"r\" align=\"left\">Os insetos e \u00e1caros est\u00e3o associados com o cultivo desde a sementeira at\u00e9 a colheita dos frutos. A maioria das esp\u00e9cies n\u00e3o causa dano econ\u00f4mico e algumas s\u00e3o consideradas ben\u00e9ficas, podendo ser predadores de outros insetos. A forma mais eficiente e econ\u00f4mica de prevenir os danos causados por pragas e doen\u00e7as \u00e9 atrav\u00e9s do monitoramento da cultura Portanto \u00e9 prudente consultar um t\u00e9cnico com experi\u00eancia e conhecimento na \u00e1rea de controle de pragas e doen\u00e7as.<\/p>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>COLHEITA E RENDIMENTO<\/strong><\/p>\n<p class=\"r\" align=\"left\">A colheita \u00e9 feita manualmente, de 100 a 120 dias ap\u00f3s o plantio. O rendimento m\u00e9dio por ha varia de cultivar para outra. A malagueta produz 10 t\/ha. A colheita no primeiro ano sempre \u00e9 maior, muitos plantadores preferem renovar anualmente as suas culturas.<\/p>\n\n<h4 class=\"r\" align=\"left\"><strong>COMPOSI\u00c7\u00c3O<\/strong><\/h4>\n<p class=\"r\" align=\"left\">O valor nutricional da pimenta \u00e9 relativamente alto, por constituir boas fontes de vitaminas, principalmente C e, em tipos ingeridos secos, vitamina A. Apresenta ainda c\u00e1lcio, ferro, caroteno, tiamina, niacina, riboflavina e fibras<\/p>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>COMERCIALIZA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p class=\"r\" align=\"left\">O mercado para a industrializa\u00e7\u00e3o da pimenta consiste, basicamente, na secagem, na conserva do fruto inteiro e na produ\u00e7\u00e3o de molho. No processo de conserva do fruto inteiro, a pimenta \u00e9 acondicionada em embalagens de vidro em solu\u00e7\u00e3o com \u00e1lcool, cacha\u00e7a, vinagre, \u00f3leo de cozinha ou azeite. A variedade deve apresentar frutos com boa apar\u00eancia, uniformidade no tamanho e na forma, polpa firme e boa conserva\u00e7\u00e3o. Geralmente se comercializa em caixas de 12 kg.<\/p>\n<p class=\"r\" align=\"left\">As pimentas menores s\u00e3o embaladas em garrafas, em conserva com vinagre, sal e \u00f3leos comest\u00edveis. \u00c9 muito comum a comercializa\u00e7\u00e3o em feiras livres ou ind\u00fastrias de conservas.<\/p>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>Como Fazer Pimenta em Conserva:<\/strong><\/p>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>Esteriliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n<blockquote>\n<p class=\"r\" align=\"left\">Antes de fazer qualquer conserva \u00e9 fundamental que os potes de vidro sejam esterilizados.\nEscolha um pote de vidro que possua uma tampa que vede bem e lave com \u00e1gua e sab\u00e3o ou detergente.\nPegue uma panela e forre o fundo com um pano limpo. Coloque o pote e cubra com \u00e1gua.\nDeixe ferver por 15 minutos.\nQuando faltar 5 minutos, jogue a tampa, para tamb\u00e9m ser esterelizada.\nDeixe esfriar naturalmente, para que n\u00e3o quebre.\nDepois que esfriar um pouco, coloque o pote e a tampa sobre um pano limpo com a boca para baixo e deixe secar.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>Vinagre: <\/strong>Use preferencialmente, vinagre branco com acidez entre 4 e 6% (40 a 60 gl).<\/p>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>Sal: <\/strong>Utilize sal marinho ou sal limpo. Evite o sal iodado e o sal de mesa.<\/p>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>Branqueamento:<\/strong><\/p>\n<p class=\"r\" align=\"left\">\u00c9 um processo bastante utilizado em receitas de conserva.<\/p>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>Se faz da seguinte maneira:<\/strong><\/p>\n\n<blockquote>\n<p class=\"r\" align=\"left\">Coloque \u00e1gua numa panela e deixe que ferva.\nQuando ferver, coloque o vegetal e deixe por 20 segundos.\nRetire e transfira imediatamente para uma tigela com \u00e1gua gelada.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>\u00c1lcool e Pinga: <\/strong>Se voc\u00ea adicionar uma colher de \u00e1lcool ou pinga nas conservas de vinagre ou azeite depois que estiverem prontas, a pimenta ficar\u00e1 bem mais picante.<\/p>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>Ervas e Especiarias<\/strong><\/p>\n\n<blockquote>\n<p class=\"r\" align=\"left\">Experimente adicionar ervas e especiarias \u00e0s conservas para dar um toque especial.\nAs <strong>mais utilizadas s\u00e3o: <\/strong>louro, manjeric\u00e3o, tomilho, pimenta do reino, gengibre, cebolinha, salsinha e sementes de mostarda.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>Formula\u00e7\u00e3o b\u00e1sica de Pimenta em Conserva:<\/strong><\/p>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>Pimenta no Vinagre<\/strong><\/p>\n\n<blockquote>\n<p class=\"r\" align=\"left\">2 copos de vinagre branco de ma\u00e7a ou arroz\n1 colher de sopa de a\u00e7\u00facar\n1 colher de ch\u00e1 de sal\npimentas selecionadas<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>Modo de preparo<\/strong><\/p>\n\n<blockquote>\n<p class=\"r\" align=\"left\">Fa\u00e7a uma calda com o vinagre, o sal e o a\u00e7\u00facar levando esta mistura para ferver por 2\nminutos.\nFa\u00e7a o branqueamento das pimentas.\nColoque as pimentas num vidro esterilizado e jogue a calda quente de vinagre por cima. Deixe\nesfriar.\nConserve na geladeira.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>Pimenta no Conhaque<\/strong><\/p>\n\n<blockquote>\n<p class=\"r\" align=\"left\">Conhaque\nPimentas Selecionadas\n1 colher de a\u00e7\u00facar\nEsterilize o pote em que v\u00e3o ser colocadas as pimentas.\nBranqueie as pimentas.\nFa\u00e7a um corte pequeno longitudinal em cada pimenta e deixe os talos para uma melhor\nmanipula\u00e7\u00e3o.\nEncha o vidro com as pimentas e espalhe uma colher de a\u00e7\u00facar por cima.\nComplete o vidro com conhaque.\nDeixe descansar em local fresco e seco de 15 a 30 dias, invertendo o vidro a cada dois dias.\nConserve depois na geladeira.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>Pimenta no Azeite<\/strong><\/p>\n\n<blockquote>\n<p class=\"r\" align=\"left\">1 x\u00edcara de azeite de oliva extra virgem\n1 dente de alho picado\n6 gotas de suco de lim\u00e3o\npimentas selecionadas<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"r\" align=\"left\"><strong>Modo de preparo<\/strong><\/p>\n\n<blockquote>\n<p class=\"r\" align=\"left\">Retire as sementes, as veias e o talo das pimentas\nFrite o alho no azeite at\u00e9 ficar levemente dourado. Cuidado para n\u00e3o queimar.\nColoque as pimentas num vidro de conserva deixando um espa\u00e7o livre de 2cm.\nAque\u00e7a uma x\u00edcara de azeite a 300 graus C.\nEnfie o cabo de uma colher no meio das pimentas e abra um buraco.\nDespeje o azeite quente, lentamente, para evitar que o azeite suba.\nComplete o pote com azeite at\u00e9 atingir 0,5 cm da boca e tampe bem firme.\nDeixe esfriar naturalmente.\nConserve na geladeira.<\/p>\n<\/blockquote>\nFonte: www.geronetservices.com\n<h6>Pimenta<\/h6>\n<p class=\"r\"><b>Tipos de Pimenta<\/b><\/p>\n\n<blockquote>\n<p class=\"r\"><b>Pimenta Calabresa:<\/b> \u00c9 obtida a partir da desidrata\u00e7\u00e3o e flocagem da pimenta vermelha. Muito usada na culin\u00e1ria brasileira, principalmente na elabora\u00e7\u00e3o de lingui\u00e7as e outros embutidos, que ficam com um sabor mais picante.\n<b>Pimenta Chile:<\/b> Cultivada pela primeira vez no M\u00e9xico, \u00e9 uma das 150 variedades da malagueta. Usa-se seca, substituindo a pimenta vermelha fresca, mas com modera\u00e7\u00e3o, pois seu ardume \u00e9 intenso, por\u00e9m saboroso.\n<b>Pimenta Habanero:<\/b> Em forma de lanterna, \u00e9 a mais forte das pimentas e seu sabor persiste bastante na boca. As cores variam entre amarelo, laranja e vermelho. Origin\u00e1ria do Caribe e da costa norte do M\u00e9xico, foi a primeira pimenta a ser cultivada pelos Maias. \u00c9 usada fresca, seca ou em molhos bem dilu\u00edda.\n<b>Pimenta da Jamaica:<\/b> Encontra-se em forma de baga, usada preferencialmente mo\u00edda na hora. Aplica-se bem em conservas, marinadas, carnes de ca\u00e7a, charcutaria, doces, tortas e pudins, devido ao seu sabor pouco picante e ligeiramente adocicado.\n<b>Pimenta de Cheiro:<\/b> Esta \u00e9 uma das duas principais pimentas usadas na culin\u00e1ria brasileira. Conhecida tamb\u00e9m como pimenta bode, t\u00edpica da culin\u00e1ria baiana e nordestina.\n<b>Pimenta do Reino:<\/b> \u00c9 a baga de uma trepadeira, cultivada nas regi\u00f5es norte e nordeste do Brasil. \u00c9 considerada a rainha das especiarias. Pode ser usada inteira ou mo\u00edda na hora. \u00c9 encontrada nas variedades branca, preta ou verde.\n<b>Pimenta Caiena:<\/b> \u00c9 uma variedade da malagueta. Al\u00e9m de saborosa, \u00e9 uma pimenta que concentra a maior quantidade de vitaminas. Em p\u00f3, \u00e9 usada em pratos que pedem um sabor mais picante.\n<b>Pimenta Cumari:<\/b> Pimenta verde pequena, muito picante e ligeiramente amarga, vendida fresca e em conserva. \u00c9 brasileira nativa, mas pode ser encontrada tamb\u00e9m na It\u00e1lia.\n<b>Pimenta Jalapeno: <\/b>Pequena pimenta de sabor picante e colora\u00e7\u00e3o verde ou vermelha quando madura, sendo amplamente utilizada na culin\u00e1ria mexicana. Esta pimenta \u00e9 muito popular n\u00e3o s\u00f3 pelo seu sabor mas tamb\u00e9m pela facilidade com que suas sementes s\u00e3o removidas.\n<b>Pimenta Malagueta:<\/b> Ideal para feijoada. Altamente picante, \u00e9 uma das mais populares no pa\u00eds, medindo de 2 a 3 cm de comprimento.\n<b>Pimenta Dedo-de-mo\u00e7a: <\/b>Mais suave que a malagueta e ligeiramente mais picante que a jalapeno, \u00e9 tamb\u00e9m bastante difundida no Brasil. Presta-se a uma grande variedade de pratos. Saborosa, integra molhos e acompanha peixes.\n<b>Pimenta S\u00edria:<\/b> Usada para condimentar pratos da culin\u00e1ria \u00e1rabe, como carne de esfiha, quibe, recheio de charuto, legumes, entre outros.<\/p>\n<\/blockquote>\nFonte: jornal.valeparaibano.com.br\n<h6>Pimenta<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pimenta\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/piment18.jpg\" alt=\"Pimenta\" width=\"210\" height=\"303\" \/><strong>\nPimenta<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Pimenta\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/piment19.jpg\" alt=\"Pimenta\" width=\"269\" height=\"204\" \/><strong>\nPimenta<\/strong><\/p>\n\n<h4>Hist\u00f3ria da Pimenta<\/h4>\nO cultivo de <strong>pimentas<\/strong> era uma caracter\u00edstica de tribos ind\u00edgenas brasileiras na \u00e9poca do descobrimento do Brasil.\n\nAp\u00f3s esse per\u00edodo, as sementes e frutos de pimentas passaram a ser consumidas por povos de todas as origens, em quatidades crescentes e para os mais diversos usos.\n\nA <strong>pimenta<\/strong> no munic\u00edpio de Turu\u00e7u, conhecido como &#8220;Capital Nacional da Pimenta&#8221;, come\u00e7ou a ser cultivada h\u00e1 mais de um s\u00e9culo, visto que produtores com mais de 60 anos afirmam que a explora\u00e7\u00e3o comercial na regi\u00e3o j\u00e1 era realizada por seus pais.\n<h4>Propriedades<\/h4>\nA<strong> pimenta<\/strong>, condimento de sabor picante, traz consigo alguns mitos, de uqe provoca press\u00f5a alta, gastrite, \u00falceras e hemorr\u00f3idas. Estudos realizados comprovam que a pimenta traz muitos benef\u00edcios \u00e0 sa\u00fade.\n\n<strong>A capsaicima que d\u00e1 o ardido da pimenta \u00e9 que possue propriedades ben\u00e9ficas \u00e0 sa\u00fade:<\/strong>\n<blockquote>Rica em vitamina A, B1, B2, C, E e niacina\nTem propriedades analg\u00e9sicas e energ\u00e9ticas\nReduz a forma\u00e7\u00e3o de co\u00e1gulos no sangue e \u00e9 vasodilatadora\nAtua no c\u00e9rebro estimulando a produ\u00e7\u00e3o de endorfina, hormonio que produz a sensa\u00e7\u00e3o de bem estar\nA capsaicina tem a\u00e7\u00e3o antioxidante, antiinflamat\u00f3rio e anti-c\u00e2ncer\nA capsaicina adicionada \u00e0 dieta pode reduzir o desejo de comer, sendo ben\u00e9fico ao tratamento da obesidade<\/blockquote>\n<h4>Propriedades da pimenta vermelha<\/h4>\nA capsaicina, fitoqu\u00edmico que confere o gosto picante \u00e0 pimenta vermelha, \u00e9 o principal respons\u00e1vel pelas propriedades funcionais deste tempero.\n\n<strong>Dentre essas propriedades destacam-se:<\/strong>\n<blockquote>Dissolu\u00e7\u00e3o de co\u00e1gulos sangu\u00edneos (uma aspirina natural)\nDissolu\u00e7\u00e3o de muco dos pulm\u00f5es\nExpectorante\nDescongestionante\nIndutor da termog\u00eanese (efeito de transformar parte das calorias dos alimentos em calor)\nAntioxidante\nAnti-bacteriana<\/blockquote>\nAl\u00e9m de todos os benef\u00edcios mencionados acima, pesquisas cient\u00edficas mostraram que o uso da pimenta vermelha durante \u00e0s refei\u00e7\u00f5es, proporciona a\u00e7\u00e3o no Sistema Nervoso Simp\u00e1tico com respectivo aumento da libera\u00e7\u00e3o de catecolaminas (noradrenalina e adrenalina) e conseq\u00fcente diminui\u00e7\u00e3o do apetite e da ingest\u00e3o de calorias, prote\u00ednas e gorduras nas refei\u00e7\u00f5es seguintes.\n\nA adrenalina e a noradrenalina tamb\u00e9m s\u00e3o respons\u00e1veis pelo estado de alerta, da\u00ed a ingest\u00e3o de pimenta estar tamb\u00e9m associada \u00e0 melhora de \u00e2nimo em pessoas deprimidas.\n\nRecomenda-se que indiv\u00edduos com problemas no trato gastrintestinal (gastrite, \u00falcera, hemorr\u00f3idas e outros) evitem a ingest\u00e3o, uma vez que a capsaicina funciona como um agente agressor das mucosas.\n\nFonte: www.cpact.embrapa.br\n<h6>Pimenta<\/h6>\n<h4>Pimentas &#8211; Tipos I<\/h4>\n<strong>Pimenta Americana ou Doce <\/strong>\n<blockquote>Apresenta frutos alongados de cor verde intenso e brilhante.\n\u00c9 uma pimenta de baixo aroma e pung\u00eancia doce, utilizada no preparo de v\u00e1rios pratos da comida brasileira, muitas vezes substituindo o piment\u00e3o.<\/blockquote>\n<strong>Pimenta Branca<\/strong>\n<blockquote>A<strong> pimenta branca <\/strong>\u00e9 a pimenta do reino madura e seca que \u00e9 descascada.\nBem menos picante do que a pimenta preta \u00e9 encontrada em p\u00f3 ou em sementes.\n\u00c9 utilizada em maioneses, peixes, molhos brancos, sopas claras e no tempero de saladas.<\/blockquote>\n<strong>Pimenta Cambuci ou Chap\u00e9u-de-Frade <\/strong>\n<blockquote>Apresenta frutos verdes (imaturos) e vermelhos (maduros) na forma de camp\u00e2nula ou sino.\nDe pung\u00eancia doce e aroma baixo \u00e9 utilizada em saladas e cozidos.<\/blockquote>\n<strong>Pimenta Chili<\/strong>\n<blockquote>Proveniente do M\u00e9xico, \u00e9 uma pimenta extremamente picante, utilizada no preparo de pratos mexicanos e italianos.\nIdeal para sopas, cremes, molhos cremosos e de tomate, frutos do mar, carnes, aves, vegetais e coquet\u00e9is.<\/blockquote>\n<strong>Pimenta Cumari<\/strong>\n<blockquote>\u00c9 uma pimenta pequeninha, muito picante, ligeiramente amarga e baixo aroma.\nNativa da mata brasileira, apresenta frutos arredondados ou ovalados, verde (imaturos) e vermelho (maduros). Encontra-se fresca ou em conserva.<\/blockquote>\n<strong>Pimenta Cumari-do-Par\u00e1<\/strong>\n<blockquote>Similar \u00e0 pimenta cumari, apresenta frutos arredondados ou ovalados, verde (imaturos) e amarelo (maduros).\nDe pung\u00eancia picante alto e aroma forte \u00e9 utilizada principalmente em conservas.<\/blockquote>\n<strong>Pimenta Dedo-de-Mo\u00e7a<\/strong>\n<blockquote>Apresenta frutos alongados de colora\u00e7\u00e3o verde (imaturo) e vermelho (maduro), pug\u00eancia picante baixo e aroma baixo.\nMais suave que a malagueta e ligeiramente mais picante que a jalapeno, \u00e9 uma pimenta saborosa que pode ser encontrada l\u00edquida, fresca, em conserva ou desidratada na forma de flocos com sementes, recebendo no nome de pimenta calabresa.\n\u00c9 muito utilizada em molhos e uma grande variedade de pratos.<\/blockquote>\n<strong>Pimenta Habanero<\/strong>\n<blockquote>Origin\u00e1ria do Caribe e da Costa Norte do M\u00e9xico, foi a primeira pimenta a ser cultivada pelos Maias.\n\u00c9 utilizada fresca, seca ou em molhos.\nTem um sabor muito forte que persiste na boca. As suas cores variam entre amarelo, laranja e vermelho.<\/blockquote>\n<strong>Pimenta Jalapeno<\/strong>\n<blockquote>Origin\u00e1ria do M\u00e9xico, apresenta frutos c\u00f4nicos de colora\u00e7\u00e3o verde claro a verde escuro quando imaturos e vermelho quando maduros. \u00c9 consumida fresca, processada na forma de molho l\u00edquido, conservas, desidratada ou em p\u00f3.\nBastante popular no M\u00e9xico e Estados Unidos seu nomo \u00e9 uma homenagem \u00e0 cidade de Jalapa, capital de Vera Cruz, no M\u00e9xico. \u00c9 utilizada em v\u00e1rios molhos para tacos, burritos e quando seca e defumada, \u00e9 conhecida como chipotle.<\/blockquote>\n<strong>Pimenta Malagueta<\/strong>\n<blockquote>Apresenta variedades com pug\u00eancia de m\u00e9dio a alto e baixo aroma e frutos alongados verde (imaturos) e vermelho (maduros).\n\u00c9 muito utilizada em molhos de pimentas, conservas, como condimento no preparo de peixes, carnes, em feijoadas e no acaraj\u00e9.<\/blockquote>\n<strong>Pimenta-da-Jamaica<\/strong>\n<blockquote>Semente arom\u00e1tica, nativa das Am\u00e9ricas e do Oriente que se encontra em p\u00f3 ou gr\u00e3os. \u00c9 pouco picante e ligeiramente adocicada.\nDe colora\u00e7\u00e3o marrom, possui sabor e perfume que evocam a noz-moscada, o cravo e a canela.\n\u00c9 utilizada em conservas de legumes, carnes de ca\u00e7a, frutos do mar, alguns pat\u00eas, doces, tortas e pudins.<\/blockquote>\n<strong>Pimenta-de-Bode<\/strong>\n<blockquote>Apresenta frutos verdes (imaturos), amarelo ou vermelho (maduros), arredondados ou achatados, tipo pitanga. Sua pug\u00eancia \u00e9 alta e seu aroma tamb\u00e9m.\n\u00c9 utilizada como condimento no preparo de carnes, arroz, feij\u00e3o, pamonha salgada e at\u00e9 em biscoitos de polvilho e quando maduros, principalmente em conservas.<\/blockquote>\n<strong>Pimenta-de-Cheiro<\/strong>\n<blockquote>Apresenta frutos alongado, arredondado, triangular, campanulado e retangular. Seus frutos quando maduros variam desde o amarelo-leitoso, amarelo-forte, alaranjado, salm\u00e3o, vermelho at\u00e9 preto quando maduros.\nExistem variedades com pug\u00eancia doce, picante baixo e at\u00e9 picante alto. Seu aroma \u00e9 alto, sendo bastante utilizada em saladas, como condimento para carnes, principalmente peixes.\nPimenta t\u00edpica da culin\u00e1ria baiana e nordestina, sua presen\u00e7a \u00e9 obrigat\u00f3ria em pratos como o xinxim de galinha e os bob\u00f3s.<\/blockquote>\n<strong>Pimenta-do-Reino<\/strong>\n<blockquote>A pimenta do reino \u00e9 uma das especiarias mais antigas e mais utilizadas no mundo.\nPequena e de formato arredondado, tem um sabor forte e levemente picante.\nOrigin\u00e1ria das florestas equatoriais da \u00c1sia, principalmente \u00cdndia, apresenta colora\u00e7\u00e3o verde (imaturas) e vermelha (maduras).\nSeca ou conservada em salmoura, mant\u00e9m a cor original dependendo do seu est\u00e1gio de amadurecimento.\nQuando fervidas e depois secas, tornam-se negras e por isso s\u00e3o tamb\u00e9m conhecidas como pimenta preta.<\/blockquote>\n<strong>Pimenta-do-Reino Verde<\/strong>\n<blockquote>\u00c9 a pimenta do reino colhida em seu estagio inicial de desenvolvimento, quando ainda est\u00e1 verde. E utilizada em pratos como o steak de fil\u00e9 mignon com poivre vert (pimenta verde em franc\u00eas).<\/blockquote>\n<strong>Tabasco<\/strong>\n<blockquote>Origin\u00e1ria do Chile, \u00e9 encontrada tamb\u00e9m na Louisiana, onde existe uma grande companhia de pimentas que leva seu nome e a tornou famosa. \u00c9 uma pimenta saborosa e bastante picante.<\/blockquote>\n<h4>Pimentas &#8211; Tipos II<\/h4>\n<strong>Pimenta Calabresa<\/strong>\n<blockquote>A pimenta calabresa n\u00e3o \u00e9 uma esp\u00e9cie de pimenta, \u00e9 apenas uma pimenta desidratada que se comercializa na forma de flocos com sementes ou em p\u00f3.\nNo Brasil utiliza-se a pimenta dedo-de-mo\u00e7a. Na Europa, principalmente It\u00e1lia, a pimenta Pepperoncini.\nDeve ser utilizada com modera\u00e7\u00e3o pois o processo de secagem acentua bastante o sabor e a pung\u00eancia das pimentas. Utiliza-se na prepara\u00e7\u00e3o de molhos picantes, lingi\u00e7a, lombo, carnes e peixes.<\/blockquote>\n<strong>Pimenta Rosa<\/strong>\n<blockquote>A pimenta rosa n\u00e3o \u00e9 uma pimenta, \u00e9 o bago seco da araroeira, uma esp\u00e9cie pioneira e nativa do Brasil, parente do caju, da manga e do caj\u00e1 mirim. O que lhe confere esse nome s\u00e3o seus pequenos frutos que durante a matura\u00e7\u00e3o apresentam colora\u00e7\u00e3o brilhante e lustrosa, que vai do rosa claro at\u00e9 o vermelho escarlate, semelhante a uma pequena pimenta.\nDependendo da regi\u00e3o onde se desenvolve \u00e9 conhecida como aroeira, aroeira-vermelha, aroeira-pimenteira, pimenta do Brasil, aroeirinha, pimenta brasileira, entre outros nomes.\nNo exterior foi introduzida na cozinha europ\u00e9ia, pelo seu sabor suave, adocicado e levemente apimentado, com o nome de poivre rose.<\/blockquote>\n<strong>Pimenta S\u00edria<\/strong>\n<blockquote>A pimenta s\u00edria \u00e9 uma mistura de pimenta-da-jamaica, pimenta-do-reino, canela, cravo da \u00edndia e noz-moscada, muito utilizada no preparo de pratos \u00e1rabes.<\/blockquote>\n<strong>Pimenta-de-Caiena<\/strong>\n<blockquote>Origin\u00e1ria da Guiana Francesa \u00e9 uma mistura de pimentas vermelhas como a malageta, dedo-de-mo\u00e7a entre outras. Encontrada em p\u00f3 na colora\u00e7\u00e3o vermelha, tem sabor forte e pungente.\n\u00c9 bastante utilizada nas cozinhas mexicana e tailandesa para temperar molhos, peixes e aves.<\/blockquote>\nFonte: batuquenacozinha.oi.com.br\n<h6>Pimenta<\/h6>\n<h4>Picante e saud\u00e1vel<\/h4>\nExcesso de <strong>pimenta vermelha<\/strong> pode levar a problemas de sa\u00fade, mas consumo moderado faz bem\n\nNos \u00faltimos anos, uma s\u00e9rie de estigmas sobre alguns alimentos, considerados prejudiciais \u00e0 sa\u00fade, tem sido colocada em quest\u00e3o por m\u00e9dicos e especialistas.\n\nFoi provado, por exemplo, que, ao contr\u00e1rio do que muitas pessoas pensam, uma ta\u00e7a de vinho por dia faz bem ao cora\u00e7\u00e3o, evitando problemas card\u00edacos. O chocolate, muito discutido por conter subst\u00e2ncias que viciam, tamb\u00e9m passou a ser recomendado, em quantidade controlada, j\u00e1 que sua ingest\u00e3o produz endorfina no organismo de quem o consome, o que causa uma sensa\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel de prazer e bem-estar.\n\nRecentes estudos t\u00eam apontado tamb\u00e9m os benef\u00edcios da <strong>pimenta<\/strong>, alimento culturalmente considerado &#8220;veneno&#8221;, principalmente para quem tem hemorr\u00f3idas, gastrite ou hipertens\u00e3o. De acordo com a nutricionista Daniella Fialho, o excesso no consumo de pimenta vermelha pode levar a problemas de sa\u00fade, mas seu consumo moderado at\u00e9 faz bem.\n\n<strong>Segundo a nutricionista, a capsaicina \u00e9 a subst\u00e2ncia contida na pimenta vermelha, que causa a sensa\u00e7\u00e3o de ardor e \u00e9 justamente essa subst\u00e2ncia a respons\u00e1vel por seus tr\u00eas efeitos farmacol\u00f3gicos<\/strong>: antiinflamat\u00f3rio, antioxidante e capacidade de liberar endorfina. No caso da pimenta-do-reino, essa subst\u00e2ncia \u00e9 a piperina, que tem efeitos semelhantes. Daniella explica que, ao ingerir alimentos apimentados, a capsaicina ativa receptores sens\u00edveis na l\u00edngua.\n\nDiante da sensa\u00e7\u00e3o de que a boca est\u00e1 &#8220;pegando fogo&#8221;, o c\u00e9rebro recebe o est\u00edmulo de apag\u00e1-lo, liberando a endorfina, que causa uma sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar e faz da <strong>pimenta<\/strong> um alimento aconselh\u00e1vel para quem tem enxaqueca ou dores de cabe\u00e7a cr\u00f4nicas. &#8220;A pimenta engana o c\u00e9rebro, simulando um fogo que n\u00e3o existe. Com isso, o organismo produz uma subst\u00e2ncia ben\u00e9fica \u00e0 sa\u00fade, inclusive nos casos de depress\u00e3o&#8221;, afirma a especialista. A saliva\u00e7\u00e3o, transpira\u00e7\u00e3o e o rosto vermelho, provocados pela vasodilata\u00e7\u00e3o causada pela <strong>pimenta<\/strong>, s\u00e3o, na verdade, uma defesa do organismo e nenhum dano f\u00edsico pode ser causado por esses sintomas, afirma a nutricionista.\n\nPor ser antioxidante, rica em flavon\u00f3ides e vitamina C, a pimenta pode ainda reduzir o risco de doen\u00e7as cr\u00f4nicas como c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, catarata, diabetes e mal de Alzheimer. &#8220;Ela limpa o sangue, removendo subst\u00e2ncias t\u00f3xicas, que v\u00eam da alimenta\u00e7\u00e3o e polui\u00e7\u00e3o.&#8221;\n\nNo caso de gastrite, a <strong>pimenta<\/strong> pode ser prejudicial, se ingerida em grande quantidade. Ela provoca o aumento das enzimas digestivas, inclusive as \u00e1cidas, o que agravaria a gastrite, mas, segundo o m\u00e9dico, nesse caso, a pimenta n\u00e3o \u00e9 mais mal\u00e9fica que o suco de laranja, refrigerante a base de cola, chips e abacaxi, alimentos que tamb\u00e9m n\u00e3o s\u00e3o aconselh\u00e1veis a quem sofre de gastrite. &#8220;Se n\u00e3o houver exagero, n\u00e3o tem nenhum problema.\n\nA <strong>pimenta <\/strong>n\u00e3o causa mais acidez que esses alimentos. \u00c9 claro que existem in\u00fameros tipos de <strong>pimenta<\/strong>. Se o consumidor temer a mais forte, que \u00e9 a abanero, uma pimenta mexicana, ele pode optar pela pimenta-do-reino, que \u00e9 a mais fraquinha&#8221;, aconselha a nutricionista.\n\nPara as pessoas que t\u00eam hemorr\u00f3idas, a ingest\u00e3o do alimento tamb\u00e9m n\u00e3o est\u00e1 proibida. &#8220;A doen\u00e7a \u00e9 a dilata\u00e7\u00e3o de varizes na regi\u00e3o do orif\u00edcio retal, causada por sedentarismo, ingest\u00e3o de gorduras e problemas cardiovasculares. Portanto, a <strong>pimenta<\/strong> n\u00e3o pode causar hemorr\u00f3idas, apenas agrav\u00e1-la, se for um consumo excessivo.&#8221; O mesmo alerta pode ser dado aos casos de hipertens\u00e3o. &#8220;Como se v\u00ea, algumas pessoas est\u00e3o sendo injustas com a pimenta&#8221;, brinca.\n\nOutros benef\u00edcios da <strong>pimenta<\/strong> s\u00e3o apontados pela nutricionista. Ela afirma que a pimenta tem seis vezes mais vitamina C do que a laranja, um dos principais representantes desse grupo de alimentos. &#8220;N\u00e3o \u00e9 para comer s\u00f3 pimenta como fonte de vitamina C, mas, para se ter uma id\u00e9ia, 28 gramas do alimento \u00e9 a quantidade di\u00e1ria para suprir o que precisamos&#8221;, afirma Daniella.\n\n<strong>Est\u00f4mago<\/strong>\n\nA nutricionista explica que a pimenta tem um poder de irritar mucosas e, por isso, poderia atacar o est\u00f4mago e as hemorr\u00f3idas. Por\u00e9m, a capsaicina apresenta um poder de cicatriza\u00e7\u00e3o, o que poderia proteger o organismo contra esses problemas. &#8220;O crit\u00e9rio de desempate \u00e9 a quantidade. Modera\u00e7\u00e3o \u00e9 o segredo da <strong>pimenta<\/strong>&#8220;, alerta. Como o alimento impede a coagula\u00e7\u00e3o do sangue, ele pode ser tamb\u00e9m uma forma importante de evitar doen\u00e7as como trombose.\n\nDaniella destaca uma quest\u00e3o importante para quem gosta muito de pimenta a ponto de n\u00e3o controlar a quantidade ingerida. &#8220;Ela ativa receptores na l\u00edngua que fazem com que a pessoa perca a sensibilidade e coma mais, sem perceber. Por mais que ela fa\u00e7a bem, \u00e9 importante n\u00e3o consumir em excesso, porque, na verdade, qualquer alimento em excesso faz mal&#8221;, ressalta.\n\nMesmo sem consultar um m\u00e9dico, muitas pessoas tomam a iniciativa de reduzir ou mesmo interromper o consumo de pimenta para verificar se determinados problemas de sa\u00fade ou est\u00e9ticos se amenizam. \u00c9 o caso do estudante Munif Saliba Achoche, de 21 anos, que se considera viciado em <strong>pimenta<\/strong>, mas, h\u00e1 um ano e meio, reduziu o consumo por causa de espinhas. &#8220;Comia pimenta todos os dias, no almo\u00e7o e no jantar. At\u00e9 com p\u00e3o eu comia, mas resolvi parar, assim como parei tamb\u00e9m com o chocolate, frituras, carne de porco, mesmo sem consultar um m\u00e9dico. Depois do tratamento dermatol\u00f3gico, minha pele melhorou.&#8221;\n\nSegundo Daniella, ainda n\u00e3o existe nenhuma comprova\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de que a pimenta cause ou agrave espinhas. &#8220;Espinha \u00e9 causada por gordura e a <strong>pimenta<\/strong> tem \u00edndice baix\u00edssimo de gordura. Casos como o dele podem ser provocados pela pr\u00f3pria idade, por quest\u00f5es hormonais ou at\u00e9 fatores al\u00e9rgicos, mas n\u00e3o a pimenta.&#8221;\n\nFonte: www.saudeplena.com.br\n<h6>Pimenta<\/h6>\n<h4>Pimentas do Brasil<\/h4>\n<strong>PIMENTA MALAGUETA<\/strong>\n<blockquote><strong>Nome cient\u00edfico:<\/strong> Capsicum frutescens.\n<strong>Grau de Ard\u00eancia:<\/strong> 150.000\n<strong>Formato e posi\u00e7\u00e3o dos frutos: <\/strong>alongados e c\u00f4nicos.\n<strong>Tamanho dos frutos (compr. x larg.): <\/strong>1,5-3,5 x 0,3-0,5 cm.\n<strong>Colora\u00e7\u00e3o dos frutos: <\/strong>verde (imaturos) e vermelho (maduros)\n<strong>Pung\u00eancia: <\/strong>picante m\u00e9dio a alto.\n<strong>Aroma:<\/strong> baixo.\n<strong>Caracter\u00edsticas especiais: <\/strong>Paredes muito finas.\nExiste a malaguetinha com tamanho mais reduzido.\n<strong>Uso: <\/strong>condimento no preparo de peixes, acaraj\u00e9s e carnes; molhos de pimentas e conservas.<\/blockquote>\n<strong>PIMENTA DE CHEIRO<\/strong>\n<blockquote><strong>Nome cient\u00edfico:<\/strong> Capsicum chinense.\n<strong>Grau de Ard\u00eancia: <\/strong>45.000\n<strong>Formato dos Frutos:<\/strong> Grande variabilidade.\n<strong>Tamanho dos frutos: (compr. x larg.):<\/strong> 1,5-1 x 1-3 cm.\n<strong>Colora\u00e7\u00e3o dos frutos:<\/strong> amarela leitosa, amarela forte, alaranjada, salm\u00e3o e vermelha at\u00e9 preta (maduros).\n<strong>Pung\u00eancia: <\/strong>Picante baixo a picante alta. SHU = 15.000 a 30.000\n<strong>Aroma: <\/strong>Forte e caracter\u00edstico\n<strong>Uso:<\/strong> Condimento para saladas, arroz e preparo de peixes.<\/blockquote>\n<strong>PIMENTA CUMARI<\/strong>\n<blockquote><strong>Nome cient\u00edfico: <\/strong>Capsicum baccatum, var. baccatum e var. praetermissum\n<strong>Grau de Ard\u00eancia: <\/strong>220.000\n<strong>Cor: <\/strong>Verde (imaturo), vermelha e alaranjada (madura)\n<strong>Tamanho: <\/strong>0,4 a 1,3 x 0,3 a 0,7 cm\n<strong>Formato: <\/strong>Arredondado a ovalado, com \u00e1pice arredondado\n<strong>Pung\u00eancia: <\/strong>Picante alto. SHU= 15.000 a 30.000\n<strong>Aroma: <\/strong>Baixo\n<strong>Usos:<\/strong>Conservas\n<strong>Outros Nomes: <\/strong>Passarinho, cumari-mi\u00fada, comari e pimentinha<\/blockquote>\n<strong>PIMENTA BODE<\/strong>\n<blockquote><strong>Nome cient\u00edfico: <\/strong>Capsicum chinense\n<strong>Grau de Ard\u00eancia: <\/strong>105.000\n<strong>Cor: <\/strong>amarela ou vermelha\n<strong>Tamanho:<\/strong> 1,0 X 1,0 cm\n<strong>Formato:<\/strong> Arredondado ou achatado\n<strong>Pung\u00eancia:<\/strong> Picante m\u00e9dio a alto. SHU= 15.000 a 30.000\n<strong>Aroma: <\/strong>Forte\n<strong>Usos: <\/strong>Temperos para carne, arroz, feij\u00e3o, pamonha salgada e biscoitos de polvilho. Os frutos maduros\ns\u00e3o usados em conservas e molhos.<\/blockquote>\n<strong>PIMENTA MURUPI<\/strong>\n<blockquote><strong>Nome cient\u00edfico:<\/strong> Capsicum chinense\n<strong>Cor: <\/strong>Verde (imaturo), amarela p\u00e1lida, amarela viva ou vermelha (maduro)\n<strong>Tamanho: <\/strong>3,5 a 6,0 X 1,0 cm\n<strong>Formato: <\/strong>Alongado\n<strong>Pung\u00eancia:<\/strong> Picante m\u00e9dia a alta. SHU = 15.000 a 30.000\n<strong>Aroma: <\/strong>Forte e caracter\u00edstico\n<strong>Usos: <\/strong>Condimentos, molhos misturado ao caldo do tucupi e conservas com vinagre, \u00f3leo ou soro de leite<\/blockquote>\n<strong>PIMENTA JALAPE\u00d1O<\/strong>\n<blockquote><strong>Nome cient\u00edfico: <\/strong>Capsicum annuum var. annuum\n<strong>Grau de Ard\u00eancia:<\/strong> 35.000\n<strong>Cor: <\/strong>Verde clara ou escura (imaturo), vermelha (maduro)\n<strong>Tamanho:<\/strong> 5,0 a 8,0 X 2,5 a 3,0 cm\n<strong>Formato:<\/strong> C\u00f4nico, triangular\n<strong>Pung\u00eancia:<\/strong> Picante m\u00e9dio. SHU= 2.500 a 5.000\n<strong>Aroma: <\/strong>Alto\n<strong>Caracter\u00edsticas especiais: <\/strong>Paredes grossas e estrias\n<strong>Usos: <\/strong>Consumo fresco, molhos l\u00edquidos, conservas em vinagre ou azeite e desidratados (condimentos)<\/blockquote>\n<strong>PIMENTA DEDO-DE-MO\u00c7A<\/strong>\n<blockquote><strong>Nome cient\u00edfico: <\/strong>Capsicum baccatum var. pendulum\n<strong>Outros nomes: <\/strong>Chifre-de-veado, pimenta vermelha e calabresa\n<strong>Cor: <\/strong>Vermelha (maduro)\n<strong>Tamanho: <\/strong>7,0 a 7,5 X 1,0 a 1,5\n<strong>Formato: <\/strong>Alongado\n<strong>Pung\u00eancia: <\/strong>Picante baixo. SHU = 500 a 2.500\n<strong>Aroma: <\/strong>Baixo\n<strong>Usos: <\/strong>Molhos l\u00edquidos, conservas e calabresa (desidratado na forma de flocos com sementes)<\/blockquote>\n<strong>PIMENTA CUMARI-DO-PAR\u00c1<\/strong>\n<blockquote><strong>Nome cient\u00edfico:<\/strong> Capsicum chinense.\n<strong>Grau de Ard\u00eancia: <\/strong>220.000.\n<strong>Formato dos frutos: <\/strong>Triangular\n<strong>Tamanho dos frutos: <\/strong>3,0 x 1,0 cm.\n<strong>Colora\u00e7\u00e3o dos frutos:<\/strong> Amarelo.\n<strong>Pung\u00eancia: <\/strong>Picante alto.\n<strong>Aroma: <\/strong>M\u00e9dio.\n<strong>Uso: <\/strong>Principalmente em conservas.<\/blockquote>\nFonte: www.agrosolpimentas.com.br\n<h6>Pimenta<\/h6>\n<h4 class=\"r\">Tipos mais comuns de pimenta<\/h4>\n<strong>O que a pimenta tem&#8230;<\/strong>\n\n<strong>Pimenta<\/strong> \u00e9 um termo popularmente utilizado para designar uma s\u00e9rie de esp\u00e9cies de condimentos com sabor picante, cujo grau pode variar de quase nulo (piment\u00e3o) a muito forte (malagueta). De origem tropical, podem ser provenientes da \u00c1sia ou da Am\u00e9rica Central, dependendo da esp\u00e9cie.\n\n<strong>Al\u00e9m de ingrediente indispens\u00e1vel nas culin\u00e1rias por todo o mundo, a pimenta j\u00e1 teve outras fun\u00e7\u00f5es ao longo dos s\u00e9culos:<\/strong> foi utilizada como oferenda aos deuses e at\u00e9 mesmo como moeda. Durante a Idade M\u00e9dia, seu principal objetivo era disfar\u00e7ar a falta de frescor dos alimentos, principalmente das carnes curadas. No campo da sa\u00fade, por\u00e9m, h\u00e1 muitas informa\u00e7\u00f5es controversas com rela\u00e7\u00e3o aos benef\u00edcios que a pimenta pode causar. V\u00e1rias das propriedades que lhe s\u00e3o popularmente atribu\u00eddas ainda n\u00e3o foram comprovadas cientificamente. A seguir, conhe\u00e7a algumas informa\u00e7\u00f5es sobre as pimentas vermelha e preta e saiba quais efeitos cada uma delas pode causar ao organismo.\n<h4>Pimenta vermelha<\/h4>\n<p align=\"left\">Inclui as esp\u00e9cies jalape\u00f1o, dedo-de-mo\u00e7a, malagueta, caiena, bode, p\u00e1prica e at\u00e9 mesmo o piment\u00e3o. O ardor depende da concentra\u00e7\u00e3o da subst\u00e2ncia capsaicina, presente no interior da baga. Para obter uma pimenta menos ardida, basta retirar essas partes. A capsaicina \u00e9 antioxidante, ou seja, combate o envelhecimento celular. Estudos tamb\u00e9m indicam seu poder termog\u00eanico. Isso quer dizer que ela eleva o gasto cal\u00f3rico e ajuda no emagrecimento. Al\u00e9m disso, a pimenta \u00e9 rica em betacaroteno e em vitamina C, outros potentes antioxidantes. Acredita-se popularmente que, devido ao seu ardor, esse condimento contribua para o surgimento de \u00falceras. Mas estudos mostram que a capsaicina ajuda na produ\u00e7\u00e3o de uma secre\u00e7\u00e3o que protege o revestimento do est\u00f4mago da gastrite e das \u00falceras. A capsaicina tamb\u00e9m neutraliza a produ\u00e7\u00e3o de uma subst\u00e2ncia causadora da dor. Por isso, pesquisam-se cremes, anest\u00e9sicos e rem\u00e9dios para enxaqueca \u00e0 base dela.<\/p>\n\n<h4>Pimenta-preta<\/h4>\n<strong>A partir da planta &#8220;Piper nigrum&#8221; s\u00e3o fabricados tr\u00eas tipos de pimenta: <\/strong>preta (ou do reino), verde e branca. A pimenta-preta, um dos condimentos mais usados em todo o mundo, \u00e9 feita da baga inteira e madura, enquanto que a verde \u00e9 feita com a baga imatura. A branca, por sua vez, \u00e9 produzida a partir das sementes. Essas variedades de pimenta s\u00e3o ricas em piperina, a qual alguns estudos associam a uma melhora da digest\u00e3o. Tamb\u00e9m est\u00e1 relacionada \u00e0 a\u00e7\u00e3o antioxidante. Apesar da associa\u00e7\u00e3o popular, a pimenta-preta n\u00e3o causa hemorr\u00f3idas, mas pode desencadear crise, por irritar os vasos sangu\u00edneos da regi\u00e3o do reto.\n\nFonte: mdemulher.abril.com.br\n<h6>Pimenta<\/h6>\n<h4 class=\"r\">Conhe\u00e7a diferentes tipos de pimenta e seus benef\u00edcios<\/h4>\nA <strong>pimenta <\/strong>\u00e9 o nome comum dado a v\u00e1rios tipos de condimentos culin\u00e1rios de sabor picante. cujo grau pode variar de quase nulo (piment\u00e3o) a muito forte (malagueta).\n\n<strong>Al\u00e9m de ingrediente indispens\u00e1vel nas culin\u00e1rias por todo o mundo, a pimenta j\u00e1 teve outras fun\u00e7\u00f5es ao longo dos s\u00e9culos:<\/strong> foi utilizada como oferenda aos deuses e at\u00e9 mesmo como moeda. Durante a Idade M\u00e9dia, seu principal objetivo era disfar\u00e7ar a falta de frescor dos alimentos, principalmente das carnes curadas.\n\nNo campo da sa\u00fade, por\u00e9m, h\u00e1 muitas informa\u00e7\u00f5es controversas com rela\u00e7\u00e3o aos benef\u00edcios que a pimenta pode causar. V\u00e1rias das propriedades que lhe s\u00e3o popularmente atribu\u00eddas ainda n\u00e3o foram comprovadas cientificamente. Foram criados muitos mitos sobre as pimentas dizendo que elas faziam mal a sa\u00fade, principalmente que elas eram respons\u00e1veis por gastrites, \u00falceras, hemorr\u00f3idas entre outros males. Esse \u00e9 um assunto delicado e que divide opini\u00f5es. A \u00fanica certeza que se tem \u00e9 que pessoas que j\u00e1 possuam algumas doen\u00e7as no sistema digestivo devam evitar a pimenta, pois ela pode agredir ainda mais as mucosas.\n\nMas j\u00e1 foi comprovado em v\u00e1rios estudos que as pimentas possuem propriedades que s\u00e3o ben\u00e9ficas para a sa\u00fade, pois tem uma subst\u00e2ncia chamada capsaicina que \u00e9 rica em vitamina A (combate radicais livres, forma\u00e7\u00e3o dos ossos e pele, fun\u00e7\u00f5es da retina), B1 (atua no metabolismo energ\u00e9tico dos a\u00e7\u00facares), vitamina B2 (atua no metabolismo de enzimas, prote\u00e7\u00e3o no sistema nervoso), vitamina C (atua no fortalecimento de sistema imunol\u00f3gico, combate radicais livres e aumenta a absor\u00e7\u00e3o do ferro pelo intestino), vitamina E (antioxidante) e vitamina PP (tamb\u00e9m conhecida como niacina, \u00e9 respons\u00e1vel pela manuten\u00e7\u00e3o da pele, prote\u00e7\u00e3o do f\u00edgado, regula\u00e7\u00e3o da taxa de colesterol no sangue), al\u00e9m de possuir propriedades analg\u00e9sicas e energ\u00e9ticas, favorece a redu\u00e7\u00e3o de co\u00e1gulos no sangue (devido \u00e0 fun\u00e7\u00e3o vasodilatadora), estimula a produ\u00e7\u00e3o de endorfina no c\u00e9rebro (sensa\u00e7\u00e3o de bem estar), \u00e9 antioxidante, antiinflamat\u00f3rio e anticancer\u00edgeno. Outras fun\u00e7\u00f5es desse alimento \u00e9 que s\u00e3o bactericidas podendo proteger o sistema digestivo, combate tens\u00f5es musculares e ajudar no tratamento de reumatismos articulares.\n\nAlguns estudos recentes garantem que pode ser utilizada no tratamento da obesidade porque reduz a vontade de comer devido \u00e0 indu\u00e7\u00e3o da termog\u00eanese (efeito de transformar parte das calorias dos alimentos em calor). Temos que lembrar que esses benef\u00edcios est\u00e3o presentes nas pimentas vermelhas e outras (ex: tabasco, habanero, jalape\u00f1o, etc.) que s\u00e3o frutos de \u00e1rvores do g\u00eanero Capsicum. Na pimenta do reino (preta ou branca) elas possuem piperina, que ainda n\u00e3o possui nenhum estudo comprovando seu benef\u00edcio.\n\nA pimenta traz sim benef\u00edcios \u00e0 sa\u00fade, mas como todo alimento funcional deve ser ingerido com cautela e moderadamente, estudando todo hist\u00f3rico de sa\u00fade do paciente. Por isso procure sempre um m\u00e9dico e\/ou nutricionista para maiores esclarecimentos.\n\n<strong>Curiosidades<\/strong>\n<blockquote>As principais respons\u00e1veis pela ard\u00eancia da pimenta s\u00e3o as sementes e a placenta, no interior da planta. Caso queira que fique menos picante, utilize somente a casca. Quando comemos um prato muito ardido, a primeira coisa que fazemos \u00e9 tomar um copo d&#8217;\u00e1gua. \u00c9 errado. Pode n\u00e3o parecer, mas a \u00e1gua acentua a sensa\u00e7\u00e3o de ard\u00eancia. O melhor s\u00e3o os derivados do leite, porque possui case\u00edna, uma subst\u00e2ncia que retira a capsaicina dos receptores nervosos localizados na boca. Por isso, alguns pratos da culin\u00e1ria indiana s\u00e3o acompanhados de molho de iogurte.\n\nCada esp\u00e9cie de pimenta tem um grau de ard\u00eancia, que \u00e9 medido de forma simplificada numa escala de 0 a 10. A Marupi, encontrada na Amaz\u00f4nia, \u00e9 uma das mais ardidas entre as nativas do Brasil, atingindo o grau nove na escala. A pimenta mais ardida do mundo \u00e9 a Red Savina Habanero que atingiu o grau +10 na escala!!<\/blockquote>\nA <strong>pimenta<\/strong> \u00e9 um alimento termog\u00eanico. O metabolismo funcionando a todo vapor j\u00e1 ajuda o organismo a queimar mais calorias, mas a prova definitiva de que voc\u00ea deveria apimentar suas receitas \u00e9 que 6 gramas de pimenta queimam at\u00e9 45 calorias &#8211; ou seja, ajudam a emagrecer.\n\n<strong>Tem mais: <\/strong>ao estimular o sistema nervoso, provocam a libera\u00e7\u00e3o de catecolaminas (noradrenalina e adrenalina), o que reduz o apetite e a ingest\u00e3o de calorias, prote\u00ednas e gorduras na refei\u00e7\u00e3o seguinte. Por quebrar os nutrientes dos alimentos e absorv\u00ea-los, a capsaicina faz com que tal sistema abaste\u00e7a-se nos dep\u00f3sitos gordurosos, aumentando a queima cal\u00f3rica. Tamb\u00e9m produz endorfinas, reduzindo assim a ansiedade alimentar.\n\nEntre outros benef\u00edcios, a pimenta impede a coagula\u00e7\u00e3o do sangue e, portanto, evita tromboses, contendo vitamina E e chegando a ter seis vezes mais vitamina C do que a laranja. Ela tamb\u00e9m reduz o risco de doen\u00e7as como o c\u00e2ncer, a catarata, o mal de Alzheimer e at\u00e9 o diabetes. Pesquisa cient\u00edfica tamb\u00e9m elevou o status da pimenta de simples tempero para poderoso aliado no aux\u00edlio da sa\u00fade e preven\u00e7\u00e3o \u00e0 depress\u00e3o e outros males que afetam o humor e a disposi\u00e7\u00e3o dos seres humanos.\n<h4>Sabores<\/h4>\nO sabor da pimenta \u00e9 principalmente encontrado na parte mais externa da planta, muito pouco na parte interna e nada nas sementes. O que a torna um condimento, \u00e9 seu pigmento chamado caroten\u00f3ide, respons\u00e1vel pela cor caracter\u00edstica delas. A cor \u00e9 um dos elementos mais importantes na composi\u00e7\u00e3o de um prato. Poucas comidas s\u00e3o mais estimulantes visualmente que um prato com pimentas suculentas de v\u00e1rias cores, vermelha, verde, amarela, marron, laranja e p\u00farpura.\n\nA colora\u00e7\u00e3o do fruto muda com a matura\u00e7\u00e3o, pode ir do verde at\u00e9 uma centena e diferentes tons, mas principalmente o vermelho. Cores fortes sempre est\u00e3o ligados a sabores fortes. Considerada a mais forte que existe, a variedade Habanero \u00e9 uma das mais arom\u00e1ticas e tem um sabor inigual\u00e1vel. As agrad\u00e1veis sensa\u00e7\u00f5es que temos ao comer um prato bem temperado v\u00eam de percep\u00e7\u00f5es distintas sempre relacionadas ao sabor e cheiro.\n\n<strong>As pimentas que mais provocam a queima de calorias na digest\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote><strong>1\u00ba <\/strong>Habanero <strong>\n2\u00ba<\/strong> Malagueta <strong>\n3\u00ba<\/strong> Caiena <strong>\n4\u00ba <\/strong>Cambuci e cumari <strong>\n5\u00ba<\/strong> Jalapeno<\/blockquote>\n<h4>Pimenta-preta<\/h4>\nTamb\u00e9m conhecida como pimenta-redonda e, no Brasil, como pimenta-do-Reino, \u00e9 uma das mais antigas especiarias conhecidas. Os seus gr\u00e3os, secos e mo\u00eddos, s\u00e3o bastante utilizados na culin\u00e1ria de diversos pa\u00edses. Tem um sabor forte, levemente picante, proveniente de um composto qu\u00edmico chamado piperina. Por essa raz\u00e3o foi utilizada desde a Idade M\u00e9dia para disfar\u00e7ar o sabor dos alimentos em via de decomposi\u00e7\u00e3o. A pimenta-preta, um dos condimentos mais usados em todo o mundo, \u00e9 feita da baga inteira e madura, enquanto que a verde \u00e9 feita com a baga imatura.\n\n<strong>A branca, por sua vez, \u00e9 produzida a partir das sementes:<\/strong>\n<blockquote>Essas variedades de pimenta s\u00e3o ricas em piperina, a qual alguns estudos associam a uma melhora da digest\u00e3o. Tamb\u00e9m est\u00e1 relacionada \u00e0 a\u00e7\u00e3o antioxidante. Apesar da associa\u00e7\u00e3o popular, a pimenta-preta n\u00e3o causa hemorr\u00f3idas, mas pode desencadear crise, por irritar os vasos sangu\u00edneos da regi\u00e3o do reto.<\/blockquote>\n<h4>Pimenta vermelha<\/h4>\nInclui as esp\u00e9cies jalape\u00f1o, dedo-de-mo\u00e7a, malagueta, caiena, bode, p\u00e1prica e at\u00e9 mesmo o piment\u00e3o. O ardor depende da concentra\u00e7\u00e3o da subst\u00e2ncia capsaicina, presente no interior da baga.\n\n<strong>Para obter uma pimenta menos ardida, basta retirar essas partes:<\/strong>\n<blockquote>A capsaicina \u00e9 antioxidante, ou seja, combate o envelhecimento celular. Estudos tamb\u00e9m indicam seu poder termog\u00eanico.\nIsso quer dizer que ela eleva o gasto cal\u00f3rico e ajuda no emagrecimento. Al\u00e9m disso, a pimenta \u00e9 rica em betacaroteno e em vitamina C, outros potentes antioxidantes.\nAcredita-se popularmente que, devido ao seu ardor, esse condimento contribua para o surgimento de \u00falceras. Mas estudos mostram que a capsaicina ajuda na produ\u00e7\u00e3o de uma secre\u00e7\u00e3o que protege o revestimento do est\u00f4mago da gastrite e das \u00falceras.\nA capsaicina tamb\u00e9m neutraliza a produ\u00e7\u00e3o de uma subst\u00e2ncia causadora da dor. Por isso, pesquisam-se cremes, anest\u00e9sicos e rem\u00e9dios para enxaqueca \u00e0 base dela.<\/blockquote>\n<h4>Piment\u00e3o<\/h4>\n<strong>Verde, vermelho ou amarelo, que tipo de piment\u00e3o escolher?<\/strong>\n\nConhecer algumas caracter\u00edsticas do alimento pode ajudar na hora da compra. O verde seria vermelho ou amarelo se n\u00e3o fosse colhido com 120 dias &#8211; seus companheiros esperam 150 dias.\n\nGrande ou pequeno \u00e9 sempre um piment\u00e3o imaturo.\n\nEm rela\u00e7\u00e3o ao beta-caroteno, precursor da vitamina A no organismo e antioxidante, o vermelho ganha com larga vantagem, pois tem, em cada 100 gramas, 2.379 microgramas dessa subst\u00e2ncia que combate os radicais livres, contra 198 no verde e 120 no amarelo.\n\nO amarelo \u00e9 campe\u00e3o em vitamina C. Em 100 gramas, encontram-se cerca de 330 miligramas desse nutriente.\n\nA mesma por\u00e7\u00e3o do vermelho oferece somente 180 miligramas e do verde, mal chega a 150 miligramas. O vermelho e o amarelo acumularam carboidratos com a idade, por isso s\u00e3o levemente adocicados.\n\nO verde tem um gosto mais \u00e1cido.\n\nTodos s\u00e3o alimentos muito leves, mas o verde \u00e9 ainda mais. Esse tipo tem apenas 16 calorias em cada 100 gramas, contra 26 do vermelho e 27 do amarelo.\n\nPor\u00e9m existem outras variedades bastante ex\u00f3ticas, como o branco, roxo, azulado, preto e laranja.\n\nApimente seu cardapio<strong>F\u00e1ceis de preparar, estes molhos fazem um bem danado \u00e0 sa\u00fade.<\/strong>\n\n<strong>Molho de pimenta-malagueta para salada:<\/strong>\n<blockquote>2 tomates m\u00e9dios sem casca e sem sementes\n2 pimentas-malagueta\n1 cebola m\u00e9dia\n6 ramos de salsa\n2 colheres (sopa) de suco de lim\u00e3o\n2 colheres (sopa) de vinagre\nSal a gosto<\/blockquote>\n<strong>Modo de preparo: <\/strong>Bata tudo no liquidificador at\u00e9 obter um molho homog\u00eaneo.\n\n<strong>Molho de pimenta-caiena para legumes cozidos:<\/strong>\n<blockquote>1\/2 ma\u00e7o m\u00e9dio de agri\u00e3o\n1\/2 x\u00edcara (ch\u00e1) de iogurte natural\n2 colheres (sopa) de azeite de oliva\n1 colher (ch\u00e1) de pimenta-caiena em p\u00f3\n1 colher (ch\u00e1) de sal<\/blockquote>\n<strong>Modo de preparo: <\/strong>Ponha no liquidificador as folhas e os talos mais macios do agri\u00e3o e os demais ingredientes. Bata at\u00e9 ficar cremoso. Junte o agri\u00e3o com o iogurte, o azeite de oliva a pimenta e o sal. Bata novamente.\n\n<strong>Gel\u00e9ia de pimenta-cumari e mel\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote>1 quilo de polpa de mel\u00e3o tipo pele de sapo\n5 colheres (sopa) de pimenta-cumari fresca\n5 colheres (sopa) de azeite de oliva\n1 x\u00edcara (ch\u00e1) de a\u00e7\u00facar<\/blockquote>\n<strong>Modo de preparo: <\/strong>Depois de bater todos os ingredientes no liquidificador, coloque-os numa panela, leve ao fogo e cozinhe por 35 minutos ou at\u00e9 encorpar, mexendo de vez em quando. A gel\u00e9ia deve ser guardada na geladeira, em vidro previamente esterilizado. Ideal para carne assada.\n\nFonte: mrpeppersartori.no.comunidades.net\n<h6>Pimenta<\/h6>\nAs <strong>pimentas<\/strong> e os piment\u00f5es pertencem \u00e0 fam\u00edlia Solanaceae e ao g\u00eanero Capsicum. \u00c9 cultivada principalmente nos estados de MG, BA e GO. Consumidas no Brasil, principalmente na forma de conserva de fruto inteiro em vinagre ou azeite.\n\nA pung\u00eancia ou pic\u00e2ncia das <strong>pimentas<\/strong> deve-se a presen\u00e7a da capsaicina. A subst\u00e2ncia qu\u00edmica que d\u00e1 \u00e0 <strong>pimenta<\/strong> o seu car\u00e1ter ardido \u00e9 exatamente esta que possui as propriedades ben\u00e9ficas \u00e0 sa\u00fade. A capsaicina t\u00eam propriedades medicinais comprovadas, atua como cicatrizante de feridas, antioxidante, dissolu\u00e7\u00e3o de co\u00e1gulos sangu\u00edneos previne a arteriosclerose, controla o colesterol, evita\n\nhemorragias, aumenta a resist\u00eancia f\u00edsica. Al\u00e9m disso, influencia a libera\u00e7\u00e3o de endorfinas, causando uma sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar muito agrad\u00e1vel, na eleva\u00e7\u00e3o do humor.\n<h4>CLIMA E SOLO<\/h4>\n\u00c9 cultivada em regi\u00f5es de clima tropical com precipita\u00e7\u00e3o pluviom\u00e9trica vari\u00e1vel de 600 a 1.200 mm e uma temperatura m\u00e9dia de em torno de 25\u00baC.\n\nTemperaturas inferiores a 15\u00baC prejudica o desenvolvimento vegetativo da planta. O solo mais recomendado \u00e9 o que apresenta textura leve com pH entre 5,5 a 6,0 com boa drenagem.\n<h4>VARIEDADES<\/h4>\n<strong>As variedades de pimenta mais cultivadas no Brasil s\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote><strong>a) pimenta malagueta <\/strong>&#8211; fruto de 2cm de comprimento e em m\u00e9dia 0,5 cm de largura e colora\u00e7\u00e3o vermelha forte.<strong>\nb) pimenta comari &#8211;<\/strong> fruto esf\u00e9rico e vermelho-escuro<strong>\nc) pimenta de cheiro<\/strong> &#8211; fruto esf\u00e9rico e cor amarela<strong>\nd) pimenta chifre de veado &#8211;<\/strong> cor vermelha ou amarela e frutos com 5 a 7 cm de comprimento e 1,5 de largura e apresentam curvas na extremidade.<\/blockquote>\n<h4>PLANTIO<\/h4>\nNas regi\u00f5es mais frias, o plantio deve ser feito de agosto a outubro e nas regi\u00f5es mais quentes em qualquer \u00e9poca do ano. As sementes 2 ou 3 g por metro quadrado v\u00e3o primeiro para sementeiras, distribu\u00eddas em sulcos distanciados 10 cm. Um grama cont\u00e9m 300 sementes. Para o plantio de 1 ha \u00e9 preciso cerca de 300g de sementes. A germina\u00e7\u00e3o ocorrer\u00e1 de 15 a 20 dias ap\u00f3s o plantio e as mudinhas devem ser mudadas\n\nquando apresentarem de 4 a 6 folhas.As mudas devem ser transplantadas para o campo, canteiro ou vaso, com 15-20 cm de altura, cerca de 50-60 dias ap\u00f3s a semeadura.\n<h4>ADUBA\u00c7\u00c3O E CALAGEM<\/h4>\nFazer a corre\u00e7\u00e3o da acidez do solo e aduba\u00e7\u00e3o com base na an\u00e1lise qu\u00edmica do solo. O solo deve ter boa drenagem e pH entre 5,5 a 6,8. Aplicar calc\u00e1rio para elevar a satura\u00e7\u00e3o de bases a 80%. Em situa\u00e7\u00f5es onde \u00e9 muito dif\u00edcil fazer a an\u00e1lise qu\u00edmica do solo, existem algumas aproxima\u00e7\u00f5es que auxiliam o produtor quanto \u00e0s quantidades e tipos de adubos a serem utilizados.\n\nRecomenda-se o uso de 1 a 2 kg de esterco de curral curtido, 200 g de superfosfato simples e 20 g de cloreto de pot\u00e1ssio por metro linear. A aduba\u00e7\u00e3o com micronutrientes \u00e9 importante, recomenda-se 2 kg\/ha de B, 2 kg\/ha de Zn e 10 kg\/ha de S.\n\nAt\u00e9 a fase de florescimento, as aduba\u00e7\u00f5es de cobertura s\u00e3o feitas com em intervalos de 30-45 dias at\u00e9 o final do ciclo. Normalmente utilizam-se 30 kg\/ha de N e 30 kg\/ha de K2O.\n\n<strong>TRATOS CULTURAIS<\/strong>\n\nManter a \u00e1rea livre de plantas daninhas por meio de capinas. As hastes lenhosas da maioria das variedades de <strong>pimenta<\/strong> dispensam o uso de tutor. Fazer a aduba\u00e7\u00e3o de manuten\u00e7\u00e3o, utilizando 20 g de sulfato de am\u00f4nio em cobertura com cerca de 30 dias ap\u00f3s o plantio.\n<h4>PRAGAS E DOEN\u00c7AS<\/h4>\nOs insetos e \u00e1caros est\u00e3o associados com o cultivo desde a sementeira at\u00e9 a colheita dos frutos. A maioria das esp\u00e9cies n\u00e3o causa dano econ\u00f4mico e algumas s\u00e3o consideradas ben\u00e9ficas, podendo ser predadores de outros insetos. A forma mais eficiente e econ\u00f4mica de prevenir os danos causados por pragas e doen\u00e7as \u00e9 atrav\u00e9s do monitoramento da cultura Portanto \u00e9 prudente consultar um t\u00e9cnico com experi\u00eancia e conhecimento na \u00e1rea de controle de pragas e doen\u00e7as.\n<h4>COLHEITA E RENDIMENTO<\/h4>\nA colheita \u00e9 feita manualmente, de 100 a 120 dias ap\u00f3s o plantio. O rendimento m\u00e9dio por ha varia de cultivar para outra. A malagueta produz 10 t\/ha. A colheita no primeiro ano sempre \u00e9 maior, muitos plantadores preferem renovar anualmente as suas culturas.\n<h4>COMPOSI\u00c7\u00c3O<\/h4>\nO valor nutricional da <strong>pimenta<\/strong> \u00e9 relativamente alto, por constituir boas fontes de vitaminas, principalmente C e, em tipos ingeridos secos, vitamina A. Apresenta ainda c\u00e1lcio, ferro, caroteno, tiamina, niacina, riboflavina e fibras.\n<h4>Valor Nutricional da Pimenta Vermelha<\/h4>\n<table border=\"0\" width=\"267\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td><strong>Fatos Nutricionais <\/strong><\/td>\n<td><strong>por 1 colher de sopa <\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Energia <\/strong><\/td>\n<td>71 kj\n17 kcal<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Carboidratos <\/strong><\/td>\n<td>3 g<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>A\u00e7\u00facar<\/strong><\/td>\n<td>0,55 g<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Prote\u00ednas<\/strong><\/td>\n<td>0,64 g<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Gorduras <\/strong><\/td>\n<td>0,92 g<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Gordura Saturada<\/strong><\/td>\n<td>0,173 g<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Gordura Monoinsaturada<\/strong><\/td>\n<td>0,146 g<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Gordura Poliinsaturada<\/strong><\/td>\n<td>0,444 g<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Colesterol <\/strong><\/td>\n<td>0 mg<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Fibras <\/strong><\/td>\n<td>1,4 g<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>S\u00f3dio <\/strong><\/td>\n<td>2 mg<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Pot\u00e1ssio<\/strong><\/td>\n<td>107 mg<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<strong>COMERCIALIZA\u00c7\u00c3O<\/strong>\n\nO mercado para a industrializa\u00e7\u00e3o da <strong>pimenta<\/strong> consiste, basicamente, na secagem, na conserva do fruto inteiro e na produ\u00e7\u00e3o de molho. No processo de conserva do fruto inteiro, a pimenta \u00e9 acondicionada em embalagens de vidro em solu\u00e7\u00e3o com \u00e1lcool, cacha\u00e7a, vinagre, \u00f3leo de cozinha ou azeite. A variedade deve apresentar frutos com boa apar\u00eancia, uniformidade no tamanho e na forma, polpa firme e boa conserva\u00e7\u00e3o. Geralmente se comercializa em caixas de 12 kg. As pimentas menores s\u00e3o embaladas em garrafas, em conserva com vinagre, sal e \u00f3leos comest\u00edveis. \u00c9 muito comum a comercializa\u00e7\u00e3o em feiras livres ou ind\u00fastrias de conservas.\n\nFonte: www.ceplac.gov.br\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pimenta, Fruto, Tipo, Variedades, Uso, Origem, Esp\u00e9cie, Brasil, Sabor, Propriedade, Valor, Benef\u00edcios, Vermelha, Preta, Hist\u00f3ria, Pimenta<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":27225,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[64],"tags":[65],"class_list":["post-27224","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-alimentos-2","tag-alimentos"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Pimenta - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Pimenta - 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