{"id":27097,"date":"2016-01-22T00:00:00","date_gmt":"2016-01-22T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/gabiroba-2\/"},"modified":"2026-09-01T18:09:45","modified_gmt":"2026-09-01T18:09:45","slug":"gabiroba-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/gabiroba-2\/","title":{"rendered":"Gabiroba"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Nome cient\u00edfico: <\/strong>Campomanesia xanthocarpa Berg<\/p>\n   \n<p><strong>Nome popular: <\/strong>guabiroba; guabiroba-da- mata<\/p>\n   \n<p><strong>Fam\u00edlia bot\u00e2nica: <\/strong>Myrtaceae<\/p>\n   \n<p><strong>Origem: <\/strong>Brasil<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggabiro1.jpg\" alt=\"Gabiroba\" width=\"212\" height=\"343\" title=\"Gabiroba\" \/><strong><br \/>\n     Gabiroba<\/strong><\/p>\n   \n<h4><strong>Origem<\/strong><\/h4>\n   \n<p>A gabiroba \u00e9 uma planta nativa do Brasil, sendo muito encontrada nos Cerrados      das regi\u00f5es Sudeste e Centro-Oeste. Sendo disseminada para outros pa\u00edses da      Am\u00e9rica do Sul, sendo muito encontrada na Argentina, Uruguai.<\/p>\n   \n<h4>Caracter\u00edsticas da planta<\/h4>\n   \n<p>\u00c1rvore que pode atingir at\u00e9 15 m de altura, tronco ereto com casca levemente      sulcada e copa densa. Folhas verde-claras, que exalam aroma caracter\u00edstico      quando maceradas. Flores pequenas de colora\u00e7\u00e3o creme-esbranqui\u00e7ada. Florescem      de setembro a novembro. <\/p>\n   \n<h4>Fruto<\/h4>\n   \n<p>Arredondados de colora\u00e7\u00e3o verde- amarelada. Polpa esverdeada, suculenta,      envolvendo numerosas sementes. Frutifica de dezembro a maio. <\/p>\n   \n<h4>Cultivo<\/h4>\n   \n<p>\u00c0 semelhan\u00e7a da mangaba, suas sementes perdem rapidamente o poder germinativo.      Por isso, devem ser semeadas logo ap\u00f3s a sua extra\u00e7\u00e3o dos frutos. Pode ser      cultivada em canteiros.<\/p>\n   \n<p>Ocorre de forma nativa nas regi\u00f5es de mata. Multiplica-se por sementes, preferindo      climas quentes, porem com poucas chuvas.<\/p>\n   \n<p>A gabirobeira ou guabirobeira \u00e9 mais uma planta da fam\u00edlia das Mirt\u00e1ceas      brasileiras.<\/p>\n   \n<p><strong>Gabiroba<\/strong>, palavra de origem guarani, de acordo com Maria      do Carmo C. Sanchotene, quer dizer &#8220;\u00e1rvore de casca amarga&#8221; Importante      elemento de reconhecimento da esp\u00e9cie, ali\u00e1s, a casca do tronco da gabirobeira,      como a da maioria das Mirt\u00e1ceas, vai se desprendendo em lascas e deixando      grandes manchas mais claras por toda a sua extens\u00e3o, o que lhe confere um      bonito aspecto. <\/p>\n   \n<p>Existem no Brasil, no entanto, muitas esp\u00e9cies e variedades de frutas que      levam esse mesmo nome de origem ind\u00edgena. Algumas se desenvolvem em forma\u00e7\u00f5es      arbustivas; outras t\u00eam o porte de grandes \u00e1rvores e chegam a alcan\u00e7ar entre      8 e 25 metros de altura. <\/p>\n   \n<p>Na verdade, acredita-se que a <strong>gabiroba<\/strong> seja nativa dos campos      cerrados do Centro-Oeste e do Sudeste do pa\u00eds, onde \u00e9, especialmente, abundante      a ocorr\u00eancia de suas variedades arbustivas e silvestres. <\/p>\n   \n<p>A gabirobeira \u00e9 \u00e1rvore r\u00fastica, pouco exigente de cuidados, nascendo naturalmente      mesmo em terrenos pobres. Muito cultivada em pomares caseiros no sudeste do      Brasil, pode ser facilmente encontrada em Minas Gerais, S\u00e3o Paulo, Mato Grosso      do Sul e at\u00e9 mesmo no Rio Grande do Sul, em quase todas as forma\u00e7\u00f5es florestais.      Sua \u00e1rea de ocorr\u00eancia ultrapassa os limites do pa\u00eds para alcan\u00e7ar as terras      do Uruguai&#8217;da Argentina e do Paraguai. <\/p>\n   \n<p>Quando floresce, a \u00e1rvore da <strong>gabiroba<\/strong> fica completamente      tomada de pequenas flores brancas. Os frutos s\u00e3o redondos e apresentam uma      colora\u00e7\u00e3o que varia do verde-claro at\u00e9 o amarelo, quando maduros.<\/p>\n   \n<p><strong>A frutifica\u00e7ao \u00e9 abundante: <\/strong>doces e vitaminadas, as <strong>gabirobas<\/strong>      s\u00e3o ansiosamente esperadas pelas crian\u00e7as e pelos p\u00e1ssaros, e tamb\u00e9m interessam      bastante aos animais dom\u00e9sticos e aos peixes comedores de frutas. <\/p>\n   \n<p>Al\u00e9m do consumo in natura, no p\u00e9, a <strong>gabiroba<\/strong> pode ser aproveitada      na forma de sucos, doces e sorvetes, bem como servir de mat\u00e9ria-prima para      um saboroso licor. <\/p>\n   \n<p>Por seu formato e tamanho, a <strong>gabiroba<\/strong> lembra alguns ara\u00e7\u00e1s;      porem, de \u00e1rvore para \u00e1rvore, a fruta sofre boas varia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n   \n<p>Isto porque, apesar da antiguidade de seu cultivo e da gostosura de seus      frutos, trata-se ainda de esp\u00e9cie pouco experimentada em pomares comerciais.    <\/p>\n   \n<p>\u00c9 a fruta da mem\u00f3ria da inf\u00e2ncia interiorana do sudeste do Brasil, quando      procurar <strong>gabiroba<\/strong> no mato era excitante aventura para a crian\u00e7ada.    <\/p>\n   \n<p><strong>Como observa Camara Cascudo em seu livro &#8220;Hist\u00f3ria da Alimenta\u00e7\u00e3o      no Brasil&#8221;: <\/strong>&#8216;As crian\u00e7as t\u00eam uma voca\u00e7\u00e3o descobridora das fruteiras      em matura\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>Comem mais frutos do que os adultos&#8230; Certas frutas parecem privativas da      meninice.&#8221; A <strong>gabiroba<\/strong> sabe disso!<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.bibvirt.futuro.usp.br<\/p>\n   \n<h6>Gabiroba<\/h6>\n    \n<p class=\"google\">  <\/p>\n     \n<p>Uma frutinha de regi\u00f5es de campo, arbusto de pequeno porte. Em muitos locais      virou hist\u00f3rias, ficando como contos, causos de humildes pessoas de alguns      lugares interioranos. <\/p>\n   \n<p>Um pequeno arbusto, de porte quase rasteiro, nativo de regi\u00f5es      de campo, solo arenoso e seco. Assim era constitu\u00edda nossa regi\u00e3o interiorana,      muito campo, areia fina, branca, desprop\u00edcia ao cultivo agr\u00edcola, motivo pelo      qual se tornou um antro mais industrial do que voltado \u00e0 agricultura com uma      popula\u00e7\u00e3o mais urbana do que ruralista. <\/p>\n   \n<p>Por esse motivo que os <strong>GABIROBAIS<\/strong> eram famosos,      tradicionais no meio do povo da regi\u00e3o ribeirinha do vale do rio Moji Gua\u00e7\u00fa.    <\/p>\n   \n<p>Na esta\u00e7\u00e3o outono era a grande atra\u00e7\u00e3o das pessoas que se rumavam      aos campos da cidade na busca da deliciosa frutinha campestre. <\/p>\n   \n<p>Amarelinhas, madurinhas, de tamanhos diversos e apetitosas desse      g\u00eanero. Observavam-se nos campos mais pr\u00f3ximos da regi\u00e3o urbana da cidade,      ainda pequena, trilhos, como verdadeiras marcas, devido ao fluxo cont\u00ednuo      e grande dos transeuntes que iam \u00e0 busca das procuradas e disputadas GABIROBAS.    <\/p>\n   \n<p>E, bem pr\u00f3ximo desses trilhos, seria meramente imposs\u00edvel encontrar      a frutinha. Havia necessidade de se infiltrar campo adentro, nos espa\u00e7os menos      procurados ou talvez pela pr\u00f3pria acomoda\u00e7\u00e3o dos colhedores que se pregui\u00e7avam      na referida busca mais no interior dos campos. <\/p>\n   \n<p>Os mais experientes dessa esp\u00e9cie campestre sabiam classificar      as de melhor sabor. Analisavam com muito detalhe, desde as min\u00fasculas \u00e1rvores,      suas folhas, caracter\u00edsticas das frutas, popas&#8230; <\/p>\n   \n<p>Era ser bastante inteligente saber fazer esta sele\u00e7\u00e3o minuciosa.      Sobretudo ativava uma atra\u00e7\u00e3o enorme entre o povo. N\u00e3o havia quem deixasse      de conhecer os GABIROBAIS desse interior humilde. <\/p>\n   \n<p>Pela curiosidade ou atra\u00e7\u00e3o os infantis das mais variadas idades      cronol\u00f3gica, que at\u00e9 causavam enormes preocupa\u00e7\u00f5es \u00e0s m\u00e3es; fugiam em bandos      e se direcionavam aos campos das GABIROBAS. Muitos sintomas de intoxica\u00e7\u00f5es      surgiam, pelo desequil\u00edbrio causado pelo excesso de se comer a tal frutinha      do campo sem contar com as palmadas, chineladas, chicotadas&#8230; pelo deslize      da falha cometida, ira aos campos das GABIROBAS, sem uma pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o      dos pais. <\/p>\n   \n<p>Sim, corriam enormes perigos, pelo lado de se perderem entre      as matas e serem vitimados por picadas de diversos tipos de insetos ou r\u00e9pteis,      comuns dessas regi\u00f5es. <\/p>\n   \n<p>Mas os GABIROBAIS, eram realmente um sucesso! <\/p>\n   \n<p><strong>Deles surgiam muitos fatos que marcaram \u00e9poca:<\/strong>      indiv\u00edduos picados por cobras e outros diversos animais pe\u00e7onhentos ; idosos      ou crian\u00e7as desaparecidos e perdidos nesses matagais; autosuic\u00eddios; agress\u00f5es      de inimigos; mortes s\u00fabitas, encontros de parentes e velhos conhecidos&#8230;    <\/p>\n   \n<p>Interessante para essa hist\u00f3ria de \u00e9poca os concursos \u00e0quele      que conseguisse trazer a MAIOR GABIROBA MADURA, tanto quanto a MENOR e \u00e0quele      que conseguisse colher a MAIOR QUANTIDADE em unidades dessas frutas. <\/p>\n   \n<p><strong>De uma simples fruta considerada do mato, vieram os      MITOS, dentre muitos outros comuns de uma cidade pequena:<\/strong> determinados      campos n\u00e3o eram recomend\u00e1veis, mist\u00e9rios assombrados faziam-se presentes;      vieram figuras como exemplo da DITA PRETA, uma velha senhora que colhia GABIROBAS      e depois vendia \u00e0s pessoas de maior posse as quais tamb\u00e9m gostavam de sabore\u00e1-las,      mas n\u00e3o se dirigiam aos campos frut\u00edferos.<\/p>\n   \n<p>Essa senhora, vindo a falecer diziam os acreditados que ela      atormentava as pessoas que buscassem os respectivos campos em que ela freq\u00fcentava      para as suas colheitas na busca de comercializa\u00e7\u00e3o para o seu ganha p\u00e3o. Muitos      afirmavam categoricamente \u0093ver\u0094 vultos estranhos, animais sem cabe\u00e7a,      monstros&#8230; <\/p>\n   \n<p>Comum era encontrar CRUZES, as quais simbolizavam o local de      onde eram encontradas v\u00edtimas falecidas sobejamente ou por autosuic\u00eddio.<\/p>\n   \n<p>Haviam aqueles que buscavam os GABIROBAIS durante as noites      de luar e c\u00e9u estrelado e, n\u00e3o acendesse uma vela como oferta; se assim n\u00e3o      fizessem corriam o risco de se perderem entre os campos, at\u00e9 que o dia pudesse      clarear, eram perseguidos por coisas sobrenaturais. <\/p>\n   \n<p>Surgiram os artesanatos na confec\u00e7\u00e3o de criativas SACOLAS, feitas      de retalhos, croch\u00ea, brins&#8230; algumas comercializadas para o transporte das      tradicionais GABIROBAS. Vieram depois os sucos, licores, pudins, bolos e doces      em conserva.<\/p>\n   \n<p>Que produto util\u00edssimo tornou-se tal fruta campestre! <\/p>\n   \n<p><strong>Um fato que marcou \u00e9poca:<\/strong> filhos de fam\u00edlia      desse tradicional povo interiorano, consta que um casal de jovens se encontraram      em um dos GABIROBAIS, estabeleceram um amor \u00e0 primeira vista, contraindo pouco      mais tarde o casamento.<\/p>\n   \n<p>Como marco rom\u00e2ntico no ritual do enlace, deram por prefer\u00eancia      arranjos naturais da pr\u00f3pria planta de GABIROBA, s\u00edmbolo do in\u00edcio de um verdadeiro      amor, entrela\u00e7ado a dois. <\/p>\n   \n<p>Como em tudo tem a sua \u00e9poca e passagem, os antigos GABIROBAIS      foram desaparecendo com a chegada do progresso da cidade. Vieram os desmatamentos      para os importantes loteamentos, como ind\u00edcio do progresso da cidadania de      um povo. Foram surgindo os novos bairros, distantes do antigo centro urbanizado.<\/p>\n   \n<p>E mesmo assim, os campos dos GABIROBAIS ainda tiveram utilidade,      comum neste per\u00edodo com a retirada das gigantescas ra\u00edzes dos p\u00e9s de GABIROBA      as quais serviam como mat\u00e9ria prima dos tradicionais \u0093fog\u00f5es \u00e0 lenha\u0094      ou \u0093fog\u00f5es caipira\u0094. As GABIROBAS sumiram gradativamente, tanto      quanto, o lindo verde vem sendo extinto pelo progresso dos grandes centros.      Mas eles tiveram uma participa\u00e7\u00e3o muito ativa nesse desenvolvimento de \u00e9poca      e tradi\u00e7\u00f5es. <\/p>\n   \n<p>Todos merecem muito respeito e destaque porque fizeram muito      sucesso no processo evolutivo de um povo, dentro das suas pr\u00f3prias fam\u00edlias      e amigos de outrora. <\/p>\n   \n<p>Seria de uma import\u00e2ncia grande e hist\u00f3rica se nos dias contempor\u00e2neos,      ainda se conseguissem preservar alguns exemplos das tradicionais GABIROBAS      como enfeites dos nossos logradouros p\u00fablicos, objetivando a conserva\u00e7\u00e3o como      experi\u00eancia e conhecimento \u00e0s nossas novas gera\u00e7\u00f5es, tamb\u00e9m como um grande      marco do ontem. <\/p>\n   \n<p>Porque as <strong>GABIROBAS<\/strong> dos GABIROBAIS interioranos      fizeram parte da HIST\u00d3RIA e EST\u00d3RIA de um povo e de uma cidade. <\/p>\n   \n<p><strong>Rodolfo Antonio de Gaspari<\/strong><\/p>\n   \n<p>Fonte:  aurocrepus.webnode.com.br<\/p>\n   \n<h6>Gabiroba<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggabiro2.jpg\" alt=\"Gabiroba\" width=\"304\" height=\"251\" title=\"Gabiroba\" \/><strong><br \/>\n     Gabiroba<\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggabiro4.jpg\" alt=\"Gabiroba\" width=\"308\" height=\"235\" title=\"Gabiroba\" \/><strong><br \/>\n     Gabiroba<\/strong><\/p>\n   \n<h4>Descri\u00e7\u00e3o e caracter\u00edstica da planta<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Gabiroba<\/strong>, palavra de origem Guarani, que significa \u0093\u00e1rvore        de casca amarga\u0094.<br \/>\n       Arbusto com 60 a 80 cent\u00edmetros de altura.<br \/>\n       Normalmente ocorrem em moitas.<br \/>\n       Flores pequenas de colora\u00e7\u00e3o creme- esbranqui\u00e7ada.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Origem<\/h4>\n   \n<p>\u00c9 origin\u00e1ria do Brasil essa \u00e1rvore \u00e9 alta com folhas cheirosas, que j\u00e1 foi      sitada em uma can\u00e7\u00e3o popular. O autor de &#8220;Penas do Ti\u00ea&#8221;, ao usar      imagens da natureza para comparar a beleza e as qualidades da amada, fala      em &#8220;guabiroba bem madura&#8221;. Com raz\u00e3o, pois a fruta \u00e9 muito saborosa,      al\u00e9m de conter ferro, sais minerais e vitaminas (A e C). <\/p>\n   \n<h4>Gabiroba-do-cerrado <\/h4>\n   \n<p>A <strong>gabiroba<\/strong> era uma das plantas mais comum nos cerrados das      regi\u00f5es Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. No entanto, nos \u00faltimos cinq\u00fcenta      anos, quase todo o cerrado foi destru\u00eddo para o plantio principalmente de      soja, milho e implanta\u00e7\u00e3o de pastagens. Hoje, ainda \u00e9 poss\u00edvel encontrar a      gabiroba nas poucas matas de cerrado remanescentes. <\/p>\n   \n<p>Ela tem o porte arbustivo que varia de 0,20 a 1,50 metro de altura, suas      folhas diferem no tamanho e na consist\u00eancia e os frutos tamb\u00e9m diferem no      tamanho, na cor da casca (verde-clara a amarela), quando maduros, na quantidade      de l\u00edquido e na do\u00e7ura. <strong>Gabiroba-da-mata<\/strong> \u0096 a \u00e1rvore      pode atingir 15 metros de altura e \u00e9 encontrada mais nos pomares caseiros      e principalmente nas matas da bacia dos rios dos estados de Minas Gerais,      S\u00e3o Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paran\u00e1, Santa Catarina e Rio Grande      do Sul. Ela pode ser encontrada tamb\u00e9m no Uruguai, na Argentina e no Paraguai.<\/p>\n   \n<p>A <strong>gabiroba<\/strong> \u00e9 uma planta perene (sobrevive por v\u00e1rios anos),      flor hermafrodita (tem os dois sexos na mesma flor) e autof\u00e9rtil (ocorre a      fecunda\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o feminino pelo p\u00f3len da mesma flor ou planta). As folhas      s\u00e3o inteiras, bordas lisas, dependendo da variedade a superf\u00edcie pode ser      lisa ou \u00e1spera, e a cor pode ser verde-clara a verde-escura. As flores s\u00e3o      de colora\u00e7\u00e3o branca a creme-esbranqui\u00e7ada. <\/p>\n   \n<p>Os frutos arredondados s\u00e3o produzidos em grande quantidade e a \u00e9poca de matura\u00e7\u00e3o,      dependendo de regi\u00f5es, de outubro a dezembro. Os frutos maduros t\u00eam um curto      per\u00edodo para serem aproveitados (5 a 7 dias), porque passa do ponto, como      ocorre com as jabuticabas.<\/p>\n   \n<p>A <strong>gabiroba-do-cerrado<\/strong> \u00e9 pouco exigente em fertilidade de      solo, muito r\u00fastica e se desenvolve em qualquer local do cerrado, menos em      \u00e1reas alagadas. A propaga\u00e7\u00e3o \u00e9 por sementes.<\/p>\n   \n<h4>Produ\u00e7\u00e3o e produtividade<\/h4>\n   \n<p>O florescimento ocorre de setembro a novembro e a matura\u00e7\u00e3o dos frutos de      outubro a dezembro. A quantidade produzida depende do tamanho das plantas      e de popula\u00e7\u00f5es. N\u00e3o existem dados de produtividade porque n\u00e3o existem planta\u00e7\u00f5es      comerciais de <strong>gabiroba<\/strong>.<\/p>\n   \n<h4><strong>Cultivo<\/strong><\/h4>\n   \n<p>A goiabeira vive em clima tropical quente, com baixo \u00edndice pluviom\u00e9trico.      Devendo estar sempre exposto ao sol. A propaga\u00e7\u00e3o se d\u00e1 atrav\u00e9s de sementes,      que devem ser semadas logo ap\u00f3s a extra\u00e7\u00e3o do fruto porque ele perde rapidamente      o capacidade germinativa Pode ser cultivada em canteiros. <\/p>\n   \n<p>N\u00e3o \u00e9 exigente quanto ao solo, crescendo inclusive em terrenos pobres. A      colheita geralmente ocorre no m\u00eas de novembro No entanto, quando \u00e9 cultivada      apresenta maior prefer\u00eancia pelos solos do tipo vermelho-amarelo. A necessidade      de \u00e1gua \u00e9 moderada. Os frutos podem ser conservados em sacos pl\u00e1sticos na      geladeira ou congelador.<\/p>\n   \n<h4>Utilidade<\/h4>\n   \n<p>A<strong> gabiroba ou guavira<\/strong> \u00e9 o fruto produzido pela gabirobeira,      um arbusto silvestre que cresce nos campos e pastagens do serrado brasileiro.    <\/p>\n   \n<p>Os frutos maduros s\u00e3o mais consumidos ao natural e s\u00e3o deliciosos, suculentos,      doces, de suave aroma agrad\u00e1vel e cont\u00eam numerosas sementes. Podem ser aproveitados      no preparo de sorvetes, sucos, doces e no preparo de um saboroso licor.<\/p>\n   \n<p><strong>Em s\u00edntese:<\/strong> A <strong>Gabiola<\/strong> \u00e9 um fruto arredondado,      de colora\u00e7\u00e3o verde-amarelada, com polpa esverdeada, suculenta, envolvendo      diversas sementes muito parecido com uma goiabinha. Ela pode ser consumida      ao natural ou na forma de sucos, doces e sorvetes e ainda serve para fazer      um apreciado licor.<\/p>\n   \n<h4>Outras informa\u00e7\u00f5es<\/h4>\n   \n<p><strong>Composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica:<\/strong> prote\u00ednas, carboidratos, niacina, sais      minerais, vitaminas do complexo B.<\/p>\n   \n<p><strong>Partes usadas:<\/strong> frutos, folhas e brotos.<\/p>\n   \n<p><strong>Propriedades medicinais:<\/strong> adstringente e antidiarr\u00e9ica. A      infus\u00e3o das folhas \u00e9 relaxante para aliviar dores musculares, atrav\u00e9s de banhos      de imers\u00e3o. Combate os males do trato urin\u00e1rio, como a cistite e a uretrite.      Seus frutos s\u00e3o consumidos ao natural e usados no preparo de gel\u00e9ias, sucos,      doces, sorvetes, pudins, licores, batidas ou curtidos na cacha\u00e7a<\/p>\n   \n<p><strong>Usos na culin\u00e1ria: <\/strong>os frutos s\u00e3o consumidos ao natural e      usados no preparo de gel\u00e9ias, sucos, doces, sorvetes, pudins, licores, batidas      ou curtidos na cacha\u00e7a. <\/p>\n   \n<p>A gabiroba \u00e9 uma esp\u00e9cie que tem boas perspectivas de produ\u00e7\u00e3o comercial      nos Cerrados. Uma tecnologia de extra\u00e7\u00e3o qu\u00edmica desenvolvida na regi\u00e3o permite      a obten\u00e7\u00e3o r\u00e1pida de sementes de excelente qualidade, eliminando-se a mucilagem.      Al\u00e9m do consumo in natura, a gabiroba pode ser aproveitada na forma de sucos,      sorvetes e doces, como gel\u00e9ias. Pode servir ainda de mat\u00e9ria-prima para licor.    <\/p>\n   \n<p>\u00c0 semelhan\u00e7a da mangaba, as sementes da gabiroba perdem rapidamente o poder      germinativo. Por isso, devem ser semeadas logo ap\u00f3s a sua extra\u00e7\u00e3o dos frutos.      Pode ser cultivada em canteiros. Ao contr\u00e1rio do que a maioria das pessoas      acredita, o lobo-guar\u00e1 n\u00e3o \u00e9 um voraz comedor de galinhas. Seus principais      alimentos s\u00e3o frutos, em especial a gabiroba. <\/p>\n   \n<p>As crian\u00e7as podem entender mais sobre o funcionamento cadeia alimentar com      esse jogo criado pelo Instituto de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas da Universidade Federal      de Minas Gerais. A cu\u00edca, marsupial que \u00e9 muitas vezes confundido com o gamb\u00e1,      \u00e9 um grande preservador da gabiroba. Capaz de percorrer 500 metros por noite      na mata, o animal espalha, junto com as fezes, as sementes das frutas que      ingeriu.<\/p>\n   \n<p><strong>Com uma vantagem:<\/strong> essas sementes passaram pelo trato intestinal      do animal e tornaram-se aptas para a germina\u00e7\u00e3o. A planta tem tamb\u00e9m efeitos      terap\u00eauticos. <\/p>\n   \n<p>Suas casca e folhas, preparadas por infus\u00e3o, s\u00e3o adstringentes e usadas contra      diarr\u00e9ia mucosa e catarro da bexiga. Os frutos da gabiroba s\u00e3o arredondados,      de colora\u00e7\u00e3o verde-amarelada. A polpa \u00e9 amarelada, suculenta, envolvendo numerosas      sementes. Colhida entre setembro e novembro, a partir de um a dois anos ap\u00f3s      o plantio, a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 de 30 a 50 frutos por planta.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  globoruraltv.globo.com<\/p>\n   \n<h6>Gabiroba<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggabiro5.jpg\" alt=\"Gabiroba\" width=\"234\" height=\"271\" title=\"Gabiroba\" \/><strong><br \/>\n     Gabiroba<\/strong><\/p>\n   \n<p>A <b>gabiroba<\/b> \u00e9 o fruto produzido por um arbusto silvestre, de porte      baixo (50 a 80cm de altura), que cresce nos campos e pastagens do Cerrado      brasileiro. <\/p>\n   \n<p>A <b>fruta<\/b> \u00e9 arredondada, de colora\u00e7\u00e3o verde-amarelada, com polpa esverdeada,      suculenta, envolvendo diversas sementes, muito parecido com um ara\u00e7\u00e1.<\/p>\n   \n<p>Ela pode ser consumida ao natural ou na forma de sucos, doces e sorvetes.    <\/p>\n   \n<p>Da <b>gabiroba<\/b> tamb\u00e9m \u00e9 preparado um apreciado licor. A composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica      e valor energ\u00e9tico de 100g de polpa da <b>fruta<\/b> correspondem a 64 calorias,      1,6g de prote\u00edna, 13,9g de glic\u00eddios, 1g de lip\u00eddio, 38mg de Ca, 30mg de P,      3,2mg de Fe, 30mcg de vitamina A, 40mcg de vitamina B1, 40mcg de vitamina      B2, 33mcg de vitamina C e 0,5mcg de Niacina. <\/p>\n   \n<p>As concentra\u00e7\u00f5es de ferro e de vitamina C produzidas pela <b>gabiroba<\/b>      comp\u00f5em uma associa\u00e7\u00e3o extremamente ben\u00e9fica. <\/p>\n   \n<p>Esta associa\u00e7\u00e3o faz com que a vitamina C melhore a assimila\u00e7\u00e3o do ferro pelo      organismo, auxiliando na manuten\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de hemoglobina no sangue.<\/p>\n   \n<p><strong>O vitaminado e doce sabor do cerrado<\/strong><\/p>\n   \n<p>Fonte alimentar para aves, peixes e humanos, a <strong>gabiroba<\/strong>      \u00e9 uma frutinha arredondada, verde-amarelada, com uma suculenta polpa verde      que envolve v\u00e1rias sementes. Frutifica de dezembro a maio, recheando os cerrados      de seu adocicado sabor e vitaminas.<\/p>\n   \n<p>Nativa dos campos cerrados do Centro-Oeste e Sudeste brasileiros, pertence      \u00e0 fam\u00edlia das Mirt\u00e1ceas e nasce naturalmente em terrenos pobres, n\u00e3o necessitando      de muitos cuidados. Seu tronco apresenta um belo aspecto de rajado, pois ao      longo do desenvolvimento desprende lascas que lhe conferem exuberantes manchas      brancas.<\/p>\n   \n<p>O fruto, que constitui o principal recurso oferecido pela planta, pode ser      consumido in natura ou utilizado para se fazer doces, sucos e sorvetes, al\u00e9m      de servir de mat\u00e9ria-prima para o preparo de um delicioso e bastante apreciado      licor.<\/p>\n   \n<p>A madeira tem uso limitado regional na constru\u00e7\u00e3o civil e \u00e9 principalmente      utilizada como lenha e carv\u00e3o. A \u00e1rvore possui conforma\u00e7\u00e3o ornamental &#8211; podendo      ser utilizada para arboriza\u00e7\u00e3o em geral, devido a sua beleza quando, de setembro      a novembro, se enche de numerosas e pequenas flores brancas, conferindo ao      cerrado uma paisagem clara, limpa e relaxante.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.sabordocerrado.com.br<\/p>\n   \n<h6>Gabiroba<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggabiro3.jpg\" alt=\"Gabiroba\" width=\"191\" height=\"305\" title=\"Gabiroba\" \/><strong><br \/>\n     Gabiroba<\/strong><\/p>\n   \n<p>A <strong>guabiroba<\/strong> (gabirobeira, gabirobeira, gabiroba)      pertence \u00e0 fam\u00edlia Myrtaceae, \u00e9 uma planta que n\u00e3o perde as folhas facilmente      (dec\u00eddua), heli\u00f3fita (que se desenvolve na presen\u00e7a de luz), caracter\u00edstica      das submatas abertas ou de vegeta\u00e7\u00e3o semidevastada na zona dos pinhais do      Planalto Meridional. <\/p>\n   \n<p>Ocorre em Goi\u00e1s, Minas Gerais at\u00e9 Santa Catarina, nas regi\u00f5es      de florestas e cerrados.<\/p>\n   \n<p>Planta muito vari\u00e1vel morfologicamente e rara em toda a \u00e1rea de distribui\u00e7\u00e3o.      Altura entre 4 a 7 metros, dotada de copa globosa, densa e baixa, tronco curto      e cil\u00edndrico, revestido por casca grossa e fissurada.<\/p>\n   \n<p>Suas folhas s\u00e3o simples, glandulares, subcori\u00e1ceas ou cart\u00e1ceas, face superior      pouco n\u00edtida com nervura central impressa, com ou sem p\u00ealos na face interior.      Floresce abundantemente durante os meses de outubro e novembro, as flores      s\u00e3o solit\u00e1rias, glandulares, axilares ou laterais, de cor branca com numerosos      estames.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggabiro10.jpg\" alt=\"Gabiroba\" width=\"219\" height=\"307\" title=\"Gabiroba\" \/><strong><br \/>\n     Gabiroba<\/strong><\/p>\n   \n<p>Possui fruto subgloboso, glandular, de polpa suculenta, com poucas sementes      glandulosas. S\u00e3o comest\u00edveis e muito apreciados pela avifauna, amadurecem      no per\u00edodo de dezembro e janeiro.<\/p>\n   \n<p>A \u00e1rvore pode ser utilizada na arboriza\u00e7\u00e3o, reflorestamento de \u00e1reas degradadas.      A madeira \u00e9 pesada, textura m\u00e9dia, sujeita ao rachamento na secagem e pouco      dur\u00e1vel.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 empregada localmente para uso interno em constru\u00e7\u00e3o civil e sobretudo lenha      e carv\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Possui anualmente grande quantidade de sementes vi\u00e1veis que s\u00e3o amplamente      disseminadas pela avifauna.<\/p>\n   \n<p><strong>Refer\u00eancia<\/strong><\/p>\n   \n<p>LORENZI, H.; 2000. \u00c1rvores Brasileiras:Manual de Identifica\u00e7\u00e3o e Cultivo      de Plantas Arb\u00f3reas do Brasil. S\u00e3o Paulo, 3\u00aa ed. Vol 02.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.4elementos.bio.br<\/p>\n   \n<h6>Gabiroba<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggabiro6.jpg\" alt=\"Gabiroba\" width=\"255\" height=\"274\" title=\"Gabiroba\" \/><strong><br \/>\n     Gabiroba<\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggabiro7.jpg\" alt=\"Gabiroba\" width=\"371\" height=\"280\" title=\"Gabiroba\" \/><strong><br \/>\n     Gabiroba<\/strong><\/p>\n   \n<p>A <strong>gabiroba, guabiroba ou guavira<\/strong> \u00e9 o fruto produzido pela      gabirobeira, um arbusto silvestre que cresce nos campos e pastagens do cerrado      brasileiro.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 um fruto arredondado, de colora\u00e7\u00e3o verde-amarelada, com polpa esverdeada,      suculenta, envolvendo diversas sementes muito parecido com uma goiabinha.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  escolafilintomuller.wikispaces.com<\/p>\n   \n<h6>Gabiroba<\/h6>\n   \n<p><strong>Divis\u00e3o:<\/strong> Magnoliophyta (Angiospermae)<\/p>\n   \n<p><strong>Classe:<\/strong> Magnoliopdida (Dicotiledonae)<\/p>\n   \n<p><strong>Ordem:<\/strong> Mirtales<\/p>\n   \n<p><strong>Fam\u00edlia: <\/strong>Myrtaceae<\/p>\n   \n<p><strong>Nome Cient\u00edfico:<\/strong> Compomanesia cambessedeana Berg.<\/p>\n   \n<p><strong>Nomes Populares:<\/strong> Gabiroba, guabiroba, guavira, guariba.<\/p>\n   \n<p><strong>Ocorr\u00eancia:<\/strong> Campo Cerrado, Sujo, Cerrado.<\/p>\n   \n<p><strong>Distribui\u00e7\u00e3o:<\/strong> Bahia, Distrito Federal, Goi\u00e1s, Mato Grosso,      Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, S\u00e3o Paulo, Tocantins.<\/p>\n   \n<p><strong>Flora\u00e7\u00e3o:<\/strong> de agosto a novembro com pico em setembro, em      alguns anos at\u00e9 fevereiro.<\/p>\n   \n<p><strong>Frutifica\u00e7\u00e3o:<\/strong> de setembro a novembro, em alguns anos at\u00e9      fevereiro.<\/p>\n   \n<p>Arbusto hermafrodita com 60 a 80 cm de altura por 60 a 80 cm de di\u00e2metro      de copa.<\/p>\n   \n<p>Normalmente ocorrem em moitas. Folhas verde-claras. Flores pequenas de colora\u00e7\u00e3o      creme-esbranqui\u00e7ada (Figura abaixo).<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggabiro9.jpg\" alt=\"Gabiroba\" width=\"320\" height=\"179\" title=\"Gabiroba\" \/><strong><br \/>\n     Arbusto da Gabiroba<\/strong><\/p>\n   \n<p>Frutos arredondados de colora\u00e7\u00e3o verde-amarelada.<\/p>\n   \n<p>Polpa amarelada, suculenta, envolvendo numerosas sementes. Frutifica de setembro      a dezembro (Avidos e Ferreira, 2003).<\/p>\n   \n<p>Produz de 30 a 100 frutos por planta, com dimens\u00f5es de 1 a 3 cm de comprimento      por 2 a 3 cm de di\u00e2metro. Pesa de 1 a 3 g, com 6 a 8 sementes por fruto (Silva      et al., 2001) (Figura abaixo).<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggabiro8.jpg\" alt=\"Gabiroba\" width=\"295\" height=\"239\" title=\"Gabiroba\" \/><strong><br \/>\n     Frutos de Gabiroba<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Gabiroba<\/strong>, palavra de origem guarani, de acordo com Maria      do Carmo C. Sanchotene, quer dizer \u0093\u00e1rvore de casca amarga\u0094. <\/p>\n   \n<p>Importante elemento de reconhecimento da esp\u00e9cie, ali\u00e1s, a casca do tronco      da gabirobeira, como a da maioria das Mirt\u00e1ceas, vai se desprendendo em lascas      e deixando grandes manchas mais claras por toda a sua extens\u00e3o, o que lhe      confere um bonito aspecto.<\/p>\n   \n<p>Existem no Brasil, no entanto, muitas esp\u00e9cies e variedades de frutas que      levam esse mesmo nome de origem ind\u00edgena. Algumas se desenvolvem em forma\u00e7\u00f5es      arbustivas; outras t\u00eam o porte de grandes \u00e1rvores e chegam a alcan\u00e7ar entre      8 e 25 metros de altura.<\/p>\n   \n<p>Na verdade, acredita-se que a gabiroba seja nativa dos campos cerrados do      Centro-Oeste e do Sudeste do pa\u00eds, onde \u00e9, especialmente, abundante a ocorr\u00eancia      de suas variedades arbustivas e silvestres.<\/p>\n   \n<p>A <strong>gabirobeira<\/strong> \u00e9 \u00e1rvore r\u00fastica, pouco exigente de cuidados,      nascendo naturalmente mesmo em terrenos pobres. <\/p>\n   \n<p>Al\u00e9m do consumo in natura, a <strong>gabiroba <\/strong>pode ser aproveitada      na forma de sucos, doces e sorvetes, bem como servir de mat\u00e9ria-prima para      um saboroso licor (Avidos e Ferreira, 2003).<\/p>\n   \n<p>A madeira \u00e9 empregada localmente para produ\u00e7\u00e3o de carv\u00e3o vegetal e lenha.      Madeira de alta densidade sujeita ao rachamento na secagem e pouco dur\u00e1vel.<\/p>\n   \n<p>Os frutos s\u00e3o comest\u00edveis e muito apreciados pelas aves. A \u00e1rvore pode ser      aproveitada para arboriza\u00e7\u00e3o em geral e recomendada para recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas      degradadas.<\/p>\n   \n<p>\u00c0 semelhan\u00e7a de mangaba, suas sementes perdem rapidamente o poder germinativo.      Por isso, devem ser semeadas logo ap\u00f3s a sua extra\u00e7\u00e3o dos frutos (Avidos e      Ferreira, 2003).<\/p>\n   \n<p>Deve-se colher os frutos diretamente da \u00e1rvore quando iniciar a queda espont\u00e2nea      ou recolh\u00ea-los no ch\u00e3o. Em seguida deix\u00e1-los amontoados em saco pl\u00e1stico at\u00e9      iniciar o apodrecimento da polpa para facilitar a remo\u00e7\u00e3o das sementes, o      que pode ser obtido lavando-se as sementes em \u00e1gua corrente dentro de uma      peneira. <\/p>\n   \n<p>Deixar as sementes secarem \u00e0 sombra sem contudo desidrat\u00e1-las. Um quilo de      sementes assim preparadas cont\u00e9m aproximadamente 24.000 unidades.<\/p>\n   \n<p>Colocar as sementes para germina\u00e7\u00e3o imediatamente ap\u00f3s a sua colheita e preparo      em canteiros semi-sombreados. A germina\u00e7\u00e3o das sementes ocorre em poucas semanas      e a taxa da germina\u00e7\u00e3o geralmente \u00e9 baixa.<\/p>\n   \n<p>Recomenda-se o plantio em c\u00e9u aberto e em capoeiras altas e baixas. Crescimento      moderado.<\/p>\n   \n<p>A <strong>gabirobeira<\/strong> come\u00e7a a produzir frutos \u00e0 partir de um a      dois anos ap\u00f3s o plantio.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.fruticultura.iciag.ufu.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gabiroba, Fruta, Brasil, Cerrado, Guavira, Origem, Planta, Produ\u00e7\u00e3o, Utilidade, Propriedade, Cultivo, Variedades, Caracter\u00edsticas, Gabiroba<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":24556,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[64],"tags":[],"class_list":["post-27097","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-alimentos-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Gabiroba - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Gabiroba - Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Gabiroba, Fruta, Brasil, Cerrado, Guavira, Origem, Planta, Produ\u00e7\u00e3o, Utilidade, Propriedade, Cultivo, Variedades, Caracter\u00edsticas, Gabiroba\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/gabiroba-2\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-01-22T00:00:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-09-01T18:09:45+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggabiro1.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"212\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"343\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"20 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/alimentos-2\\\/gabiroba-2\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/alimentos-2\\\/gabiroba-2\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"headline\":\"Gabiroba\",\"datePublished\":\"2016-01-22T00:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2026-09-01T18:09:45+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/alimentos-2\\\/gabiroba-2\\\/\"},\"wordCount\":3966,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/alimentos-2\\\/gabiroba-2\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/09\\\/ggabiro1.jpg\",\"articleSection\":[\"Alimentos\"],\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/alimentos-2\\\/gabiroba-2\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/alimentos-2\\\/gabiroba-2\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/alimentos-2\\\/gabiroba-2\\\/\",\"name\":\"Gabiroba - Portal S\u00e3o Francisco\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/alimentos-2\\\/gabiroba-2\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/alimentos-2\\\/gabiroba-2\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/09\\\/ggabiro1.jpg\",\"datePublished\":\"2016-01-22T00:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2026-09-01T18:09:45+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/alimentos-2\\\/gabiroba-2\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/alimentos-2\\\/gabiroba-2\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/alimentos-2\\\/gabiroba-2\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/09\\\/ggabiro1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/09\\\/ggabiro1.jpg\",\"width\":212,\"height\":343},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/alimentos-2\\\/gabiroba-2\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Gabiroba\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"en-US\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\",\"name\":\"admin\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"admin\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\"],\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/author\\\/admin\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Gabiroba - Portal S\u00e3o Francisco","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"en_US","og_type":"article","og_title":"Gabiroba - Portal S\u00e3o Francisco","og_description":"Gabiroba, Fruta, Brasil, Cerrado, Guavira, Origem, Planta, Produ\u00e7\u00e3o, Utilidade, Propriedade, Cultivo, Variedades, Caracter\u00edsticas, Gabiroba","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/gabiroba-2\/","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_published_time":"2016-01-22T00:00:00+00:00","article_modified_time":"2026-09-01T18:09:45+00:00","og_image":[{"width":212,"height":343,"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggabiro1.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Written by":"admin","Est. reading time":"20 minutes"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/gabiroba-2\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/gabiroba-2\/"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"headline":"Gabiroba","datePublished":"2016-01-22T00:00:00+00:00","dateModified":"2026-09-01T18:09:45+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/gabiroba-2\/"},"wordCount":3966,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/gabiroba-2\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggabiro1.jpg","articleSection":["Alimentos"],"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/gabiroba-2\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/gabiroba-2\/","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/gabiroba-2\/","name":"Gabiroba - Portal S\u00e3o Francisco","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/gabiroba-2\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/gabiroba-2\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggabiro1.jpg","datePublished":"2016-01-22T00:00:00+00:00","dateModified":"2026-09-01T18:09:45+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/gabiroba-2\/#breadcrumb"},"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/gabiroba-2\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/gabiroba-2\/#primaryimage","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggabiro1.jpg","contentUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggabiro1.jpg","width":212,"height":343},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/gabiroba-2\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Gabiroba"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"en-US"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c","name":"admin","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","caption":"admin"},"sameAs":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco"],"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/author\/admin\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27097","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27097"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27097\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/media\/24556"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27097"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27097"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27097"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}